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Software de Gestão para Startups

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UNIVERSIDADE PAULISTA

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

CARLOS EDUARDO FERNANDES – RA: G0767B4


CAUANY DE PAULA NUNES – RA: N016EB-9
DANIEL DE OLIVEIRA ROSA – RA: G0877B6
GIUSEPPE MARTINS ZAMUR – RA: G086JC0
LUCAS HENRIQUE OLIVEIRA DA SILVA – RA: N0377D0
MATHEUS SOARES ROCHA – RA: N009EE7

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE QUE GERENCIE TODAS AS


TAREFAS DE UMA STARTUP

Ótica Infocus

SOROCABA
2022
CARLOS EDUARDO FERNANDES – RA: G0767B4
CAUANY DE PAULA NUNES – RA: N016EB-9
DANIEL DE OLIVEIRA ROSA – RA: G0877B6
GIUSEPPE MARTINS ZAMUR – RA: G086JC0
LUCAS HENRIQUE OLIVEIRA DA SILVA – RA: N0377D0
MATHEUS SOARES ROCHA – RA: N009EE7

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE QUE GERENCIE TODAS AS


TAREFAS DE UMA STARTUP

Ótica Infocus

Trabalho de conclusão do semestre PIM


(Projeto Integrado Multidisciplinar) do curso
de Análise e Desenvolvimento de Sistema
apresentado à Universidade Paulista – UNIP

Orientador: Prof. Waldir Antônio da Silva

SOROCABA
2022
CARLOS EDUARDO FERNANDES – RA: G0767B4
CAUANY DE PAULA NUNES – RA: N016EB-9
DANIEL DE OLIVEIRA ROSA – RA: G0877B6
GIUSEPPE MARTINS ZAMUR – RA: G086JC0
LUCAS HENRIQUE OLIVEIRA DA SILVA – RA: N0377D0
MATHEUS SOARES ROCHA – RA: N009EE7

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE QUE GERENCIE TODAS AS


TAREFAS DE UMA STARTUP

Ótica Infocus

Trabalho de conclusão do semestre PIM


(projeto integrado multidisciplinar) do curso
de Análise e desenvolvimento de sistemas
apresentado à Universidade Paulista – UNIP

Aprovado em:

BANCA EXAMINADORA

Prof.
Universidade Paulista – UNIP
____________________/__/__
Prof.
Universidade Paulista – UNIP
____________________/__/__
Prof.
Universidade Paulista – UNIP
____________________/__/__
“Se eu tivesse oito horas para cortar uma arvore,
gastaria seis afiando meu machado”.
(Abraham Lincoln)
RESUMO

Com o atual cenário socioeconômico brasileiro que está em desenvolvimento temos uma
margem para ascensão de pequenas empresas. Nesta circunstância uma pequena Startup com
bastante potencial visa o crescimento de sua marca e para isso iremos ajudar e dar todo o suporte
para esta Ascenção. Este projeto visa além de desenvolver um software capaz de fazer todo o
controle e cadastros necessários como: controle de produto em estoque, relação de funcionários
e dados de clientes também tem como objetivo fazer todo o layout/infraestrutura física de redes
e pela lógica de como essas informações será transmitida.

Palavras-chave: Ascenção, Startup, Redes, Desenvolvimento, Software, Acessória.


ABSTRACT

With the current Brazilian socioeconomic scenario that is under development, we have a
margin for the rise of small companies. In this circumstance, a small Startup with a lot of
potential aims at the growth of its brand and for that we will help and give all the support for
this Ascension. This project aims, in addition to developing a software capable of doing all
the necessary control and registrations, such as: control of product in stock, list of employees
and customer data, it also aims to make the entire layout/physical infrastructure of networks
and by the logic of how this information will be transmitted.

Keywords: Rise, Startup, Networking, Development, Software, Accessory


LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 - Cronograma Cypher Tech. ....................................................................................... 16


Figura 2 - EAP Cypher Tech. ................................................................................................... 17
Figura 3- Orçamento equipamentos ......................................................................................... 18
Figura 4- Orçamento Custos ..................................................................................................... 19
Figura 5- Orçamento Total ....................................................................................................... 19
Figura 6- Fluxograma login 1 ................................................................................................... 21
Figura 7- Fluxograma login 2 ................................................................................................... 22
Figura 8- Fluxograma menu 1 .................................................................................................. 22
Figura 9- Fluxograma menu 2 .................................................................................................. 23
Figura 10- Fluxograma menu 3 ................................................................................................ 23
Figura 11- Algoritmo login 1 ................................................................................................... 24
Figura 12- Algoritmo login 2 ................................................................................................... 25
Figura 13- Algoritmo menu 1 ................................................................................................... 26
Figura 14- Algoritmo menu 2 ................................................................................................... 27
Figura 15- Regras de negócio ................................................................................................... 28
Figura 16- Requisitos Funcionais 1 .......................................................................................... 30
Figura 17- Requisitos Funcionais 2 .......................................................................................... 30
Figura 18- Requisito não funcional 1 ....................................................................................... 31
Figura 19- Requisito não funcional 2 ....................................................................................... 32
Figura 20- LGPD ...................................................................................................................... 33
Figura 21- Criptografia ............................................................................................................. 34
Figura 22- Primeira Tela........................................................................................................... 35
Figura 23- PERFIL ................................................................................................................... 35
Figura 24- MENU..................................................................................................................... 36
Figura 25-MENU...................................................................................................................... 36
Figura 26- Cadastro .................................................................................................................. 37
Figura 27- LOGIN .................................................................................................................... 37
Figura 28-Estrutura do projeto ................................................................................................. 38
Figura 29- Topologia física ...................................................................................................... 39
Figura 30- Topologia Logica .................................................................................................... 40
LISTA DE ABREVIATURAS

ONG Organização Não Governamental


CMM Capability Maturity Model
TSP Team Software Process
PSP Personal Software Process
OTAN Organização do Tratado Do Atlântico Norte
WBS Web Breakdown Structure
EAP Estrutura Analítica de Projeto
TXT Arquivo em formato de texto
LGPD Lei Geral de Proteção de Dados
IP Protocolo de Internet
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO....................................................................................................... 10

2.1 CÓDIGO DE ÉTICA ........................................................................................... 11

2.2 CÓDIGO DE ÉTICA – CYPHER TECH .......................................................... 11

2.3 CÓDIGO DE RESPEITO – CYPHER TECH ................................................... 11

2.4 CÓDIGO DOS FUNCIONÁRIOS – CYPHER TECH ..................................... 12

2.5 RELAÇÃO COM CLIENTES – CYPHER TECH ........................................... 12

2.6 RELAÇÃO COM CONCORRENTES – CYPHER TECH.............................. 12

3.1 METODOLOGIA ................................................................................................. 13

3.2 FERRAMENTAS E TÉCNICAS ........................................................................ 13

4.1 PLANEJAMENTO ............................................................................................... 14

4.2 EQUIPE CYPHER TECH ................................................................................... 14

4.3 ESCOPO DO PROJETO ..................................................................................... 15

4.4 CRONOGRAMA .................................................................................................. 15

4.5 WBS OU EAP ....................................................................................................... 16

4.6 RISCOS ................................................................................................................. 17

4.7 ORÇAMENTO ..................................................................................................... 18

5.1 O SOFTWARE - CONCEITOS .......................................................................... 20

5.2 O SOFTWARE – FLUXOGRAMAS.................................................................. 20

5.3 O SOFTWARE – ALGORITMOS ..................................................................... 24

5.4 REGRAS DE NEGÓCIO ..................................................................................... 28

5.4 REQUISITOS FUNCIONAIS ............................................................................. 29

5.6 REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS ................................................................... 31

5.7 LGPD ..................................................................................................................... 33

5.8 CRIPTOGRAFIA ................................................................................................. 34

5.9 PRIMEIRA TELA ................................................................................................ 35


5.9.2 TELA PERFIL ................................................................................................... 35

5.9.3 TELA MENU ..................................................................................................... 36

5.9.4 TELA DE RELATÓRIOS ................................................................................ 36

5.9.5 TELA CADASTRO ........................................................................................... 37

5.9.6 TELA LOGIN .................................................................................................... 37

6.1 REDES ................................................................................................................... 38

6.2 TOPOLOGIA FÍSICA ......................................................................................... 39

6.3 TOPOLOGIA LÓGICA ...................................................................................... 40

8.1 CONCLUSÃO ....................................................................................................... 41

REFERENCIAS .......................................................................................................... 42

ANEXO ........................................................................................................................ 43
10

1. INTRODUÇÃO

Esse projeto tem como objetivo apresentar ao leitor como conseguiríamos dar um
suporte a uma startup na sua Ascenção mais especificamente criando um software capaz de
gerenciar toda informação necessária para que a startup possa caminhar rumo ao crescimento
de forma segura por conta das informações que o software vai gerar de uma forma simples e
rápida, dar acessória nas compras de equipamentos certos levando em conta o orçamento
modesto para montar toda a infraestrutura necessária de redes e conseguir fazer toda a
disposição de rede logica para a empresa não ter problemas futuros e não menos importante
documentar como foi o processo de cada etapa desde a resenha sobre como iria ser desenvolvido
o projeto, os requisitos que seria necessário ter em mente, como teríamos que se organizar,
metodologias de gerenciamento, como tentaríamos alcançar a satisfação máxima do cliente
através desse projeto e por final documentar o resultado e o que tiramos de lição sobre esse
projeto.
11

2.1 CÓDIGO DE ÉTICA

Com o surgimento lá em São Paulo no mês de agosto do ano 1921 e aprovado pelo
instituto dos advogados de São Paulo o código de ética venho para organizar e catalogar os
direitos e deveres de uma empresa, instituição ou ONG, seguindo de sua cultura e visão.
Através dele as instituições e empresas protocolam orientações sobre postura de seus
funcionários e sobre outras empresas e a sociedade em forma geral.

2.2 CÓDIGO DE ÉTICA – CYPHER TECH

Na Cypher Tech somos comprometidos com a integridade e ética. Não desviamos desse
caminho. E para construir uma imagem seria da nossa empresa sabemos e nos comprometemos
a trabalhar de forma responsável e íntegra.
Os nossos funcionários sem exceções devem trabalhar a cerca desses padrões e base
ética de forma a seguir a risca tudo que se encontra nesse documento. E na Cypher tech todos
os colaboradores de cargo mais alto deverá dar o exemplo de conduta.

2.3 CÓDIGO DE RESPEITO – CYPHER TECH

Nenhuma pessoa seja ela cliente ou funcionário será de alguma forma desrespeitada por
alguém que represente a empresa Cypher Tech sem que a pessoa que fez isso arque com as
consequências legais.
Nós da Cypher Tech não toleramos ofensas, discriminação racial, de gênero, religiosa
ou quaisquer outras que de alguma forma fere ou denigra a imagem da outra pessoa. Caso
aconteça medidas judiciais e legais serão aplicadas e se algum funcionário presenciar tal cena
é obrigação dele denunciar tal ato aos seus superiores.
12

2.4 CÓDIGO DOS FUNCIONÁRIOS – CYPHER TECH

Todo Funcionário deverá ter total apoio de seu supervisor quando estiver executando
algo que não saiba.
Cabe aos funcionários superiores darem o exemplo seguindo a risca esse código e
apresentar ele aos novos funcionários.
É terminantemente proibido usar do seu cargo para pedir favores a outros funcionários
Ofender, ou provocar ao ponto de gerar um conflito.

2.5 RELAÇÃO COM CLIENTES – CYPHER TECH

Sempre teremos clareza sobre os projetos/planejamentos que faremos e será mostrado


de forma fácil de se entender aos clientes.
Não iremos tolerar fazer qualquer tipo de acordo com clientes que ferem algum dos
nossos princípios
Nossos clientes merecem ser atendidos de forma coesa, sincera e efetiva visando sempre
a satisfação total de nossos clientes.

2.6 RELAÇÃO COM CONCORRENTES – CYPHER TECH

Não se relacionamos com qualquer concorrente que fere alguma dessas regras impostas
nesse documento a fim de manter a nossa imagem sempre limpa.
Achamos interessante a concorrência legal e apoiamos isso. Temos parceria com outros
concorrentes afim de buscar novas formas de trazer qualidade aos nossos clientes.
13

3.1 METODOLOGIA

Do latim “methodus” cujo significado é o caminho para realização de algo, metodologia


é a ciência que busca estudar os métodos as quais ela mesma recorre (Dicionário Houaiss)
partindo desse princípio a nossa metodologia se baseia no método de pesquisa exploratória,
aonde a gente buscou analisar todo conteúdo passado nas aulas, definindo critérios de como
usaríamos essas informações e buscamos conteúdos externos baseado no assunto abordado,
nosso trabalho foi embasado em pesquisas bibliográficas de todos os temas que serão abordados
nesse documento, além do que também fizemos pesquisa documental para complementar mais
o nosso trabalho.
Toda a pesquisa foi feita por nós mesmo em nossas casas/faculdade, escrevendo tudo
que a gente achou relevante nesse meio tempo de três meses que nos foi dado.

3.2 FERRAMENTAS E TÉCNICAS

Falando um pouco de ferramentas usamos quase todas as que foram apresentadas a nos
nesse semestre como: [Link], mindmeister,... isso sem mencionar os básicos/necessários
como o codeblocks e pacote office.
Agora sobre técnicas, usamos bastante a metodologia ágil, sempre buscando os
professores para saber a opinião sobre o nosso projeto, através das aulas de engenharia de
software conseguimos ter um norte sobre como se organizar e fazer de um jeito certo nosso
projeto se baseando nos modelos CMM, TSP e PSP.
14

4.1 PLANEJAMENTO

Para que um projeto seja bem executado nos seus devidos prazos, custos e com a
máxima qualidade, será necessário um planejamento minucioso e eficiente, tendo em vista que
precisará organizar muitas informações e saber gerenciar as informações e as pessoas.
Os pilares de um bom planejamento é um cronograma (que foi desenvolvido pelo
engenheiro mecânico Henry Gantt com objetivo de controlar sua produção) bem detalhado e
com datas baseadas no que se é sabido, sempre levando em conta que imprevistos acontecem,
orçamento com todos os tipos de gastos para ter a noção de quanto será investido, e o ultimo
mas não menos importante é a qualidade do produto (ou no nosso caso qualidade do software,
que teve seu pontapé na reunião da OTAN no ano de 1968 onde pela primeira vez foi utilizada
o termo engenharia de software pelo F.L. Bauer), ou seja, o que a gente consegue fazer dentro
dos nossos recursos e prazo para garantir a qualidade máxima do produto e a satisfação total do
cliente.
Outros incrementos para um bom planejamento é a divisão de tarefas sempre levando
em conta as habilidades de todos os membros da equipe, o WBS que nada mais é que um sistema
hierárquico de tarefas a se fazer para concluir uma tarefa maior e os riscos que provavelmente
será enfrentado dentro de um projeto.
Pensando nisso e discutindo bastante entre a equipe chegamos nas seguintes
informações:

4.2 EQUIPE CYPHER TECH

A equipe Cypher tech tem atualmente 5 membros cujo ambos tiveram experiencias em
outras áreas, mas atualmente estão envolvidos e trabalhando junto em prol deste projeto. Nossa
equipe compõe de um gerente de projeto, dois desenvolvedores, um especialista em redes e um
responsável pela documentação geral do projeto.
Nossa forma de comunicação será por meio de Discord e reuniões presenciais quatro
vezes por semana, apresentando para o cliente as novidades e esboços do projeto por meio de
e-mail e se comunicando através do teams ou pessoalmente
15

4.3 ESCOPO DO PROJETO

A ótica Infocus está numa crescente expansão na área de óculos de sua cidade e com a
crescente do negócio também cresce ou nesse caso surge os problemas a serem resolvidos.
Numa reunião com a ótica nos foi informado que eles estão passando por um momento difícil
por conta de muita informação e pouco gerenciamento sobre elas e que a ideia deles eram mudar
de uma pequena sala para um prédio comercial de dois andares e seis salas e decidiram que era
hora de chamar ajuda de profissionais para ajudar nessa Ascenção. A ideia deles é de que no
andar superior (onde tem três das seis salas) esteja localizado as duas salas dos CEOs da ótica
e uma sala que frequentemente será usada para reuniões e que nessa sala de reunião tenha uma
televisão e nas salas de do andar térreo tenha uma sala para atendimento de clientes (contendo
uma recepcionista) e mais duas salas para funcionários que contenha equipamentos necessários
para quatros funcionários. Também nos foi pedido um software por encomenda capaz de
gerenciar informações e cadastrar funcionários, produtos e clientes e que forneça relatórios dos
demais

4.4 CRONOGRAMA

O cronograma bem estruturado é a chave para que um projeto seja entregue de forma
segura, afinal ele é o responsável por fixar datas e entregas baseado em todas as informações
definidas sobre as pessoas e os recursos que se tem disponível. Pensando nisso da pra se notar
que ele é a parte mais difícil de se fazer num planejamento pois demanda muito tempo e estudo
para se basear em informações claras e concisas sobre como chegaremos a tal lugar e quanto
tempo isso demandará.
Para facilitar a nossa vida algumas pessoas já pensaram sobre este tema no passado e
levantaram informações sobre como fazer um cronograma preciso e descobriram que são
necessários alguns processos que auxiliam bastante nesse assunto

O gerenciamento do cronograma do projeto inclui os processos


necessários para gerenciar o término pontual do projeto. Os processos de
Gerenciamento do Cronograma do Projeto são: Planejar o gerenciamento do
cronograma, definir atividades, sequenciar as atividades, estimar as durações
das atividades, desenvolver o cronograma e controlar o cronograma (edição 6
do PMBOK, 2017, pag 173).

Se baseando nessa citação e com base em todo o conhecimento que a gente buscou
chegamos nesse resultado:
16

Figura 1 - Cronograma Cypher Tech.

Fonte: Própria, 23:00 - 23/10/2022.

4.5 WBS OU EAP

A EAP (estrutura analítica de projeto) assim como o cronograma é responsável por uma
parte essencial de um projeto, sem ela o projeto fica sem rumo e todos os integrantes do grupo
ficam sem saber por onde começar ao analisar um projeto de grande nível. Justamente por se
ter essa dificuldade em projetar um projeto grande a longo prazo foi criado essa estrutura que
nada mais é que a citação a seguir:

A EAP é uma decomposição hierárquica do escopo total do trabalho a ser


executado pela equipe do projeto a fim de atingir os objetivos do projeto e
criar as entregas requeridas. A EAP organiza e define o escopo total do projeto
e representa o trabalho especificado na atual declaração do escopo do projeto
aprovada. (edição 6 do PMBOK, 2017, pag 157).

Sabendo disso e buscando uma melhor organização da nossa equipe, resolvemos fazer
uma EAP do projeto todo para termos uma base solida do que a gente iria ter que fazer para ter
um ponto de saída e assim dar início ao projeto.
17

Figura 2 - EAP Cypher Tech.

Fonte: Própria, 18:30 - 26/09/2022.

Decidimos dividir o projeto em 5 para que cada membro do grupo cuidasse de uma e o
gerente do projeto ficaria com a central para poder ir organizando todas as outras e auxiliando
no que fosse preciso. Dividimos o projeto em definir infraestrutura de rede logica e física que
está localizada na parte inferior direita e todo o processo de documentação, orçamento,
planejamento e levantamentos de informações ficaria no centro além do software a ser
desenvolvido ser a parte inferior esquerda para que assim ficasse cada um com uma função
especifica para que assim no final apresentássemos esse resultado.

4.6 RISCOS

Um dos tópicos mais de suma importância de um projeto para o seu funcionamento é


os riscos, no caso, você saber prever os riscos que irá enfrentar durante este processo e saber
como se preparar para quando ocorrerem é muito necessário. Durante um projeto é comum
encontrarmos riscos do mais aleatório possível e é uma qualidade muito boa de um gerente
saber lidar com isso antes mesmo de acontecer, através do planejamento e do gerenciamento
de riscos. Os tópicos sobre gerenciamento de riscos são definidos pelo PMBOK (2017,
pag395): “[...]O gerenciamento dos riscos do projeto inclui os processos de condução do
planejamento, da identificação, da análise, do planejamento das respostas, da implementação
das respostas e do monitoramento dos riscos em um projeto [...]” portanto é necessário
entender e se preparar bem para os riscos que irá enfrentar.
Falando um pouco sobre os riscos que provavelmente enfrentaríamos ou que no caso
enfrentamos também, devemos começar falando sobre o tamanho da nossa equipe,
18

começamos como uma equipe de 6 membros que já tinha definido todas as funções do grupo
mas por infelicidade acabou que um membro teve que sair prevendo isso e com uma reanalise
de funções conseguimos redistribuir as funções porém sabíamos que seria difícil assumir um
planejamento feito para seis membros sendo que estávamos com apenas no cinco no
momento, então decidimos adicionar mais um membro no nosso grupo que entraria pra fechar
a lacuna que nos faltava deixando assim nossa equipe completa de novo.
outros riscos que enfrentamos, foi a falta de tempo de cada membro da nossa equipe, a
grande maioria da nossa equipe já estavam envolvidas com outros projetos, trabalhos e
família. sabendo disso organizamos em pequenas tarefas para que fossem fáceis de executar e
que não comesse muito tempo de cada membro.

4.7 ORÇAMENTO

Ao se falar de orçamento é comum a gente ter uma ideia simplista que são só valores
jogados e solto numa planilha, porem na realidade um orçamento bem feito e com base pode
garantir muita qualidade de produto.

O principal benefício deste processo é a determinação da linha de base


dos custos para o monitoramento e controle do desempenho do projeto. Esse
processo é realizado uma vez ou em pontos predefinidos no projeto. (edição 6
do PMBOK, 2017, pag578)

Baseado nesse contexto, fizemos o que seria o nosso custo sobre o projeto, ou em outras
palavras o orçamento:

Figura 3- Orçamento equipamentos

Fonte: Própria, 18:30 - 20/11/2022.


19

Figura 4- Orçamento Custos

Fonte: Própria, 18:30 – 20/11/2022.

Figura 5- Orçamento Total

Fonte: Própria, 18:30 - 20/11/2022.


20

5.1 O SOFTWARE - CONCEITOS

Analisando diretamente o escopo e pensando um pouco sobre como iriamos montar o


software capaz de ajudar a gerenciar as informações da ótica no qual a gente está prestando
serviços, notamos que além da falta de organização com as informações que eles os obtinham
também tinha uma falta de noção de quais informações eram necessárias para eles.
Pensando nisso elaboramos um software aonde iremos ter apenas informações
necessárias para o nosso cliente, sem muita informação desnecessária tornando o software
capaz de gerenciar com mais precisão e sem perdas de dados.
Como o software que a gente está trabalhando é um sob encomenda levamos em
consideração também deixar o software o mais próximo do gosto do cliente mas com algumas
mudanças como por exemplo, trabalhar com o formato web para torna-lo mais adaptável a todos
os tipos de conexões ou seja mais adaptabilidade, assim qualquer pessoa da empresa com um
computador, notebook, um celular ou até mesmo na tv da sala de reuniões (contando apenas
com uma conexão de no mínimo 1 mega de internet) poderá e ira usufruir muito bem do
software que estamos desenvolvendo.
Além de ser adaptável o nosso software futuramente estará por dentro das novidades da
LGPD e iremos ter uma criptografia, transformando números em asterisco no campo de senha
e login além do que terá um sistema de captcha pra saber se quem está logando no software é
uma pessoa ou um script programado para roubar informações.
E pra finalizar além de tudo isso a gente pensou em trazer uma função nova pro software
visando que os nossos clientes terão bastante reuniões, decidimos que os relatórios que serão
feitos através das informações inseridas no nosso software terão a opção de salvar um arquivo
TXT no próprio computador para que depois os CEOs possam repassar essas informações em
algumas futuras reuniões com seus colaboradores.
Por fim o nosso software será desenvolvido através da linguagem C, usando o
CodeBlocks como ambiente de desenvolvimento e o Flowgorithm para ter uma base em forma
de estrutura de como tem que ficar o nosso software.

5.2 O SOFTWARE – FLUXOGRAMAS

Num processo de software ideal é comumente usados a ideia de fluxogramas, ou seja,


a mesma ideia de uma EAP, porém pensando somente no software como um todo. Além de
ajudar a organizar as ideias do código em formas geométricas o fluxograma auxilia bastante
21

também na tomada de decisão sobre o que deve ser descartado do que deverá ser usado num
eventual software.
Além do que é uma forma de trazer qualidade ao produto visto que ele é como se fosse
o seu projeto desenhado de uma forma simplista, porém visível para que você possa ter uma
base para se ter uma tomada de decisão.

Quando fluxos de trabalho são usados para representar as etapas em um


processo, às vezes são denominados fluxos de processo ou diagramas de fluxo
de processos, e podem ser usados para melhoria de processos, bem como para
identificar onde defeitos da qualidade podem ocorrer ou onde inserir
verificações da qualidade. (edição 6 do PMBOK, 2017, pag 284).

Se baseando nesse conceito conseguimos estes resultados:

Figura 6- Fluxograma login 1

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.


22

Figura 7- Fluxograma login 2

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.

Figura 8- Fluxograma menu 1

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.


23

Figura 9- Fluxograma menu 2

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.

Figura 10- Fluxograma menu 3

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.


24

5.3 O SOFTWARE – ALGORITMOS

Ao falar sobre algoritmo devemos sempre pensar que ele é a parte logica de um
programa, ou seja, ele vai ser o objeto a ser estudado para conseguirmos maiores resultados
porquê de certa forma tudo vai ser baseado nele, ele é de suma importância, nos ajuda a
corrigir erros que provavelmente teríamos muitas dificuldades futuramente além do que nos
ajuda a pensar em como podemos fazer para deixar o software mais acessível ao cliente.
Basicamente é como se fosse uma receita de um bolo é uma sequência de instruções e
o que é essa sequência de instrução num algoritmo?

Esta sequência de instruções é nada mais nada menos que um registro escrito
da sequência de passos necessários que devem ser executados para manipular
informações, ou dados, para se chegar na resposta do problema. (Algoritmos
e estrutura de dados 1, Marcos Castilho, Fabiano Silva, Daniel Weingaertner,
2009, pag13).

Analisando isso, chegamos nesse algoritmo:

Figura 11- Algoritmo login 1

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.


25

Figura 12- Algoritmo login 2

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.


26

Figura 13- Algoritmo menu 1

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.


27

Figura 14- Algoritmo menu 2

Fonte: Própria, 17:00 - 30/10/2022.


28

5.4 REGRAS DE NEGÓCIO

Quando falamos de regras de negócio basicamente estamos falando sobre


padronização ou mais especifico fazendo uma analogia a um jogo que existe regras para
balancear, padronizar, orientar e restringir. Num cenário dentro de uma empresa você ter um
padrão ou no caso você ter regras especificas sobre como vai funcionar o produto é essencial,
tanto para o desenvolvimento como para o funcionamento final.
Partindo deste princípio decidimos criar algumas regras de negócio baseado no escopo
que nos foi dado, resultando na imagem a baixo:

Figura 15- Regras de negócio

Fonte: Própria, 11:00 – 21/11/2022.


29

5.4 REQUISITOS FUNCIONAIS

Temos por definição de requisitos funcionais tudo aquilo que seja relacionado
a funções que o software execute. São requisitos que descrevem a funcionalidade, isto é,
funções que o sistema deve realizar ou os serviços que o usuário espera que o sistema possua
para atender a sua necessidade.

No nosso sistema temos definidos os seguintes requisitos funcionais:

• Tela de Login: A Tela inicial do programa onde o usuário do sistema irá fazer o login
para ingressar no programa. Caso seja um usuário cadastrado. Caso seja cadastrado e
não lembre de sua senha, terá a opção de redefinir a senha.

• Tela de Recuperação de Senha: Uma tela acessada pelo usuário ao escolher a opção de
redefinir a senha. Permite redefinir a senha de um usuário já cadastrado.

• Tela de Cadastro de Usuário: Caso o usuário não seja cadastrado quando tentar efetuar
o login, ele poderá selecionar a opção de cadastro de usuário, onde irá cadastrar seu
nome e senha.

• Tela Inicial de Opções: Uma vez logado, terá acesso ao menu inicial do sistema, onde
constaram as principais funções do programa.

• Tela de Cadastro de Cliente: Uma tela que permite cadastrar um cliente com todas os
seus dados (CPF, RG, CEP, Telefone, etc).

• Tela de Cadastro de Colaborador: Uma tela que permite cadastrar um cliente com todas
os seus dados, e estabelecer suas permissões.

• Tela de Cadastro de Perfil: Uma tela que permite definir os perfis, ou seja, as definições
de permissão para cada usuário no cadastro.

• Relatório de Clientes: Opção que lista todos os clientes cadastrados no sistema.

• Relatório de Colaboradores: Opção que lista todos os colaboradores cadastrados no


sistema.

• Relatório de Acesso: Opção que lista todos os usuários que acessaram o sistema.
30

Figura 16- Requisitos Funcionais 1

Fonte: Própria, 11:00 – 21/11/2022.

Figura 17- Requisitos Funcionais 2

Fonte: Própria, 11:00 – 21/11/2022.


31

5.6 REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS

Diferentemente dos requisitos funcionais, os requisitos não funcionais não têm sua
definição atrelada as funções do software. A definição dos requisitos não funcionais se dá
como tudo aquilo que fará o software ser produzido, tudo o que fará o software sair do papel.
Em suma, os requisitos funcionais estão relacionados ao que o software pode fazer, e
os não funcionais estão relacionadas a como o software será feito.

Figura 18- Requisito não funcional 1

Fonte: Própria, 11:00 – 21/11/2022.


32

Figura 19- Requisito não funcional 2

Fonte: Própria, 11:00 – 21/11/2022.


33

5.7 LGPD

Com o crescimento gigantesco da tecnologia na atualidade acabou gerando atritos nos


quesitos segurança sendo mais especifico a privacidade, dados acabam ficando "expostos"
dependendo da plataforma que você aloca essas informações, e tem sido alvo de muitas
empresas o quesito segurança quando falamos de software.
Criada em 14 de agosto de 2018 a Lei geral de proteção de dados (Lei n° 13.709/2019)
ou LGPD é dentre outras a principal lei quando se trata de segurança de dados no Brasil, dita
diretos aos donos dos dados e impõem obrigações aos agentes de tratamento.
Depois que a LGPD foi criada, as empresas tiveram uma margem de 24 meses para se
adaptar a essa nova lei que venho para deixar mais seguro e pessoal os dados.

Figura 20- LGPD

Fonte: [Link], 20:00 – 24/11/2022.


34

5.8 CRIPTOGRAFIA

Quando falamos sobre criptografia devemos entender que no atual momento


tecnológico é a principal forma de manter seguros dados e informações, transformando dados,
números, contas, senhas em caracteres aleatórios, ou substituindo por asteriscos ou até mesmo
um sistema captcha para anular scripts (ou robôs).
No software que projetamos, decidimos optar por uma criptografia que irá substituir o
campo de senha em asterisco pra não deixar ninguém bisbilhotar o sistema, além do que
somente o usuário adm. e quem o adm. autorizar irá ter acesso a informações sensíveis de
clientes e funcionários (como CPF, RG, endereço entre outros). Seguindo dessas informações
temos a imagem abaixo de exemplo:

Figura 21- Criptografia

Fonte: [Link], 20:00 – 24/11/2022.


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5.9 PRIMEIRA TELA

A primeira tela que irá aparecer quando iniciar o programa, recepcionado o usuário e
perguntando se ele possui ou não cadastro.

Figura 22- Primeira Tela

Fonte Própria, 20:00 – 24/11/2022.

5.9.2 TELA PERFIL

Tela de perfil que perguntara ao usuário qual será o tipo de acesso do novo cadastro e
baseando nisso tendo permissões diferentes no programa.

Figura 23- PERFIL

Fonte Própria, 20:00 – 24/11/2022.


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5.9.3 TELA MENU

Tela de menu que lista opções para o usuário escolher, lembrando que somente usuário
com permissão terão acesso a essa tela

Figura 24- MENU

Fonte Própria, 20:00 – 24/11/2022

5.9.4 TELA DE RELATÓRIOS

Tela de relatórios que trará informações sobre login e senha dos usuários, além de trazer
informações como cpf, rg, cep entre outros

Figura 25-MENU

Fonte Própria, 20:00 – 24/11/2022


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5.9.5 TELA CADASTRO

Tela de cadastro aonde o usuário com permissão poderá criar cadastro de clientes e
funcionários que não terão acesso ao programa, porém ficará como informações para futuros
relatórios da empresa

Figura 26- Cadastro

Fonte Própria, 20:00 – 24/11/2022

5.9.6 TELA LOGIN

Tela que virá depois da tela inicial quando o usuário selecionar a opção de já ter um
cadastro, vai ser requisitado o login e a senha e se for autorizado dependendo das permissões
cairá pro menu principal.

Figura 27- LOGIN

Fonte Própria, 20:00 – 24/11/2022


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6.1 REDES

Atualmente, com o grande fluxo de dados sendo enviados e recebidos a todos os lugares
da Terra, nos possibilitou o crescimento e o interesse de todas as empresas no serviço de redes
e de como adequar e gerenciar uma rede.
O simples fato de um erro bobo resultar em horas e horas de serviço interrompido
(dependendo dos casos em dinheiro) fez esse crescimento na busca de profissionais de redes
aumentarem e com isso possibilitou que cada vez mais surgissem novas ideias nesse quesito
tão complexo que é a redes de comunicação.
Dito isso apresentaremos a estrutura que nos foi dada para nos guiar nesse projeto de
redes:

Figura 28-Estrutura do projeto

Fonte: Própria, 17:35 - 16/11/2022.

Depois de muito analisar a estrutura do novo lugar aonde a ótica infocus continuará suas
atividades, percebemos que teríamos que pensar como iriamos dar todo o suporte necessário
para que todos os equipamentos necessários estivessem interconectados, com base nisso e
também em cima do orçamento econômico decidimos oferecer a seguinte reestruturação.
39

6.2 TOPOLOGIA FÍSICA

Destacando mais uma vez sobre a necessidade de todos os equipamentos estarem


interconectados em uma só rede e pensando um pouco sobre o custo que o nosso projeto poderia
ter elaboramos uma forma eficiente e econômica de ligar todos os equipamentos com segurança
e agilidade, porém pensando obviamente em controlar os gastos.
A topologia física que buscamos é uma multiponto, onde as salas são conectadas com
as salas ao lado com um sistema full duplex, ou seja, mandando e recebendo informações
simultâneas e colocamos dois pontos a mais na sala funcionário 1 para prevenir riscos no caso
de uma ligação dar problema ou até mesmo perder um cabo/computador como segue a imagem
abaixo:

Figura 29- Topologia física

Fonte: Própria, 18:00 - 16/11/2022.

Com isso prevenimos possíveis incidentes futuros, como fios cortados ou com mal
contato, tendo ligações de full duplex e trazendo a sala dos funcionários 1 como a sala
“principal” por ser a única a fazer essa interligação com todas as outras salas e deixamos ela
ser a única pelo fato de estar centralizada no projeto junto com a de reuniões, sendo que a sala
de reuniões seria um pouco afetada se fosse o centro de interligação de todas as salas, com
switchs, fios e outros equipamentos.
40

6.3 TOPOLOGIA LÓGICA

Para ter uma rede logica bem estável e segura a gente optou por trazer um firewall, 2
roteadores para trazer mais estabilidade para conexões wireless nos dois andares, logo em
seguida vem um switch que se localiza na sala dos funcionários 1 que será a sala principal num
sentido logico, pois lá se encontrará o mesmo e através dela todas as salas estará interligada,
conseguindo esse resultado.

Figura 30- Topologia Logica

Fonte: Própria, 16:00 - 18/11/2022.

Através da imagem podemos notar que optamos por usar uma classe IP do tipo C, sendo
que decidimos que iriamos ter no mínimo 15 alocações de IP na rede para podermos usufruir
de todos os equipamentos e ter um dois IP sobrando de segurança para futuras emergências, o
nosso getway padrão ficou como o número de IP padrão do modem recebido e ficando com a
sub rede com 15 alocações.
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8.1 CONCLUSÃO

Com base nas disciplinas que nos foi dado, o principal objetivo deste projeto era dar
suporte para uma startup conseguir alavancar suas atividades, tendo em vista que teríamos que
conseguir criar um software capaz de gerenciar informações perfis, e cadastros para que nos
finais o mesmo trouxesse essas informações em forma de relatórios que a princípio seriam
guardadas em TXT, além de criar todo um sistema de redes e desenvolver formas através da
engenharia de software de como conseguiríamos resolver todos estes problemas e por meio de
pesquisas minuciosas, leituras de livros e diálogos com professores e conhecidos da área de
desenvolvimento de sistemas, levando em conta todo tipo de informação, requisito, imagem e
dados para chegar até esse momento, apresentar este resultado e conseguindo apresentar este
projeto.
Por ser uma empresa de óculos, o fluxo de funcionários e clientes é bem grande e
consequentemente se não tiver uma boa organização por trás, teríamos problemas visando isso
tentamos ao máximo trazer um software que gerencie e cadastre com precisão clientes e
funcionários e deixe isso guardado de forma rápida e segura sendo resultado das aulas de
engenharia de software, metodologia e LTP.
Ao propor mudanças no sistema de comunicação e redes da startup, conseguimos
entender todo o processo que o funcionário da área levaria para poder desenvolver ideias e
soluções para determinados projetos, além de poder ter uma boa noção de quanto em média
custa cada equipamento trazendo resultado das aulas de redes e matemática para computação.
E Por fim, porém não menos importante descobrimos o quão ético devemos ser tendo
em vista que muitas vezes teremos acesso a informações confidenciais, acesso a redes de
grandes empresas, e a dados dos mais diversos tipos resultando na disciplina de ética.
Consideramos que o projeto apesar de todos seus altos e baixos, atrasos, e muita dor de
cabeça resultou em algo muito positivo para nossa equipe, que como um todo conseguimos
desenvolver em conjunto um bom projeto e fizemos um bom trabalho junto e deixamos em
aberto este trabalho para quem quer que esteja interessado em se basear nele para trazer mais
resultados positivos para ele.
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REFERENCIAS

CASTILHO, Marcos.; SILVA, Fabiano.; WEINGAERTNER, Daniel. Algoritmos e estrutura


de dados. Edição1. Parana:Universidade Federal do Parana, 2009.

PMI. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos. Guia PMBOK 6a. ed. – EUA:
Project Management Institute, 2017.

TANENBAUM, Andrew. Redes de computadores. edição 5. São Paulo, Editora Pearson


Education - Br, 2011.

OAB. Exemplo Código de Ética da OAB. Disponível eletronicamente em:


[Link] Acesso em: 25 de
outubro de 2022.

CÓDIGO DE ÉTICA. Objetivos de um código de ética. Disponível eletronicamente em:


[Link] Acesso em: 20 de outubro de 2022.

PÓS GRADUANDO. Tipos de pesquisas na metodologia. Disponível eletronicamente em:


[Link] Acesso em
28 de outubro de 2022.

SERPRO. O que muda com a LGPD. Disponível eletronicamente em:


[Link] Acesso em 24/11/2022

CCM. Criptografia e Caracteres. Disponível eletronicamente em:


[Link] Acesso em
24/11/2022
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ANEXO

Manual do usuário:
[Link]

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