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Modulação Analógica AM: Laboratório 3

Este relatório apresenta os resultados de simulações de modulação analógica realizadas no MATLAB. São explorados diferentes esquemas de modulação AM, como DSB-SC, DSB+C e SSB-SC. Os sinais modulador e portadora se combinam para gerar sinais modulados, cujas características no domínio do tempo e da frequência são analisadas através de gráficos. O objetivo é aplicar conceitos de modulação linear de amplitude e analisar o efeito de cada esquema.

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Modulação Analógica AM: Laboratório 3

Este relatório apresenta os resultados de simulações de modulação analógica realizadas no MATLAB. São explorados diferentes esquemas de modulação AM, como DSB-SC, DSB+C e SSB-SC. Os sinais modulador e portadora se combinam para gerar sinais modulados, cujas características no domínio do tempo e da frequência são analisadas através de gráficos. O objetivo é aplicar conceitos de modulação linear de amplitude e analisar o efeito de cada esquema.

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Universidade Tecnológica do Panamá

Faculdade de Engenharia Elétrica


Fundamentos de Telecomunicaciones
Laboratório 3: “Modulação Analógica de Amplitude AM”
Apresentado por: Stalyn Harry De Gracia Serrano
Cédula: 4-790-1664

Facilitador: Prof. Ezequiel Robles


Panamá, 18 de junho de 2020

Tabla de Contenido:

1. Resumen: ....................................................................................................................................................................... 1
2. Introducción: ................................................................................................................................................................. 2
3. Métodos e materiais utilizados:................................................................................................................................. 2
4. Descripción da Experiência:..................................................................................................................................... 2
5. Análisis de resultados do Laboratório........................................................................................................................ 4
5.1 Modulação AM DSB-SC........................................................................................................................................... 4
5.2 Modulação AM DSB-SC (Parte 2)........................................................................................................................... 5
5.3 Modulación AM Convencional:................................................................................................................................. 6
5.4 Modulación AM Convencional (Parte 2): ................................................................................................................. 7
5.5 Modulação AM-SSB:............................................................................................................................................... 10
5.6 Demodulación Coherente:........................................................................................................................................ 11
5.7 Sinal Multitono:........................................................................................................................................................ 12
6. Análisis de Resultados: ............................................................................................................................................... 13
7. Conclusión ................................................................................................................................................................... 15
8. Referencias................................................................................................................................................................... 15
9. Anexos .......................................................................................................................................................................... 16

1. Resumen:

Neste relatório serão apresentadas as diferentes simulações realizadas para consolidar o que é a introdução aos sistemas.
de comunicação analógica, neste caso basicamente estaremos vendo diferentes tipos de esquemas de modulação os
quais na área do laboratório podemos ver com mais detalhes o seu comportamento e assim complementar tudo o
explicado nas aulas teóricas. Novamente estaremos utilizando o software MATLAB para trabalhar, já que esta
ferramenta nos permite ver com luxo de detalhe o que acontece em um gráfico que represente tanto a modulação ou
demodulação de um sinal de mensagem transmitido. Para poder encontrar respostas lógicas neste relatório, serão feitas as
cálculos matemáticos correspondentes a cada parte, se necessário, para uma alta efetividade na hora de representar a
resposta em um gráfico.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


1 3
2. Introdução:

Para retomar um pouco da teoria sobre este tema, devemos ter em conta que para esta carreira é fundamental conhecer
cómo funciona la modulación, la cual es un proceso requerido para garantizar la transmisión adecuada de información en
um canal, dessa maneira se produz uma translação do espectro do sinal modulador, que fica centrado em torno de
a frequência da portadora. Sabendo o funcionamento das fontes de informação mais comuns, é necessário saber que
directamente no se puede transmitir, necesitamos trabajar las señales y adecuarlas al canal por el cual las vamos a transmitir
aproveitando assim os recursos mais importantes dos sistemas de comunicação que são: A potência e o
Ancho de Banda, uma vez garantido o aproveitamento desses recursos, podemos ter certeza de que será obtido
uma qualidade e eficácia na informação transmitida, da mesma forma sua propagação através do meio. Da mesma
manera se tem no receptor o processo inverso para poder recuperar o sinal transmitido no início, isso pode variar
com relação ao tipo de esquema utilizado e devemos ter em conta as vantagens e desvantagens que ele pode proporcionar
este método e ver se nos convém usá-lo ou não. Nesta experiência serão utilizados os seguintes esquemas de modulação (DSB-
SC, DSB+C e SSB-SC). Para o bom desenvolvimento deste laboratório, é necessário ter claros os objetivos propostos desde um
princípio, entre eles temos o de poder aplicar os conceitos relacionados com a modulação linear de amplitude por meio
de codificação em MATLAB e da mesma forma consolidá-los ao enfrentarmos problemas propostos e vê-los
detalhadamente nos gráficos resultantes.

3. Métodos e materiais utilizados:

Para o desenvolvimento deste laboratório utilizamos a ferramenta MATLAB para a codificação dos diferentes scripts
necessários que ilustram o desenvolvimento e resultado dos problemas propostos, cabe ressaltar que com conhecimento de a
parte teórica sobre la modulación lineal de amplitud podamos entender paso a paso lo que vayamos a estar desarrollando,
aplicando os diferentes esquemas de modulação aprendidos em aulas.

4. Descripción de la Experiencia:

1. Parte 1:
Se nos dá um sinal de mensagem ( ) = 2 sen2π10t
( +) 1 0≤ t ≤ 0,5 a qual utilizamos para modular em DSB com uma
carrier (=)cos(2π80t)estas duas sinais são usadas para obter um sinal de saída = ∗ ( () ), estas
( )
sinais serão representados com um gráfico em uma figura com um arranjo (3×1) (Ver Figura #1) que mostrarão o
comportamiento de estas señales en condiciones iniciales en el dominio del tiempo. Para determinar el contenido de la
1 ⁄2
a potência de um sinal modulado devemos ter em conta a seguinte operação: =∗ ∫− | ( )|2 , posteriormente ao
⁄2
calcular a Transformada de Fourier do sinal modulado obteremos o gráfico do espectro. No ponto seguinte
teremos que obter a densidade espectral de potência dos sinais modulador e modulado, respectivamente, como guia
podemos tener la siguiente fórmula que representa la relación de densidad espectral de potencia de una señal: ( )=
| ( )|2 ( ). Cada una de las gráficas se insertarán en una figura con arreglo (3×2)(Ver Figura #2).

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


2 3
2. Parte 2:
Nesta parte repetiremos os mesmos passos que no problema anterior, com as mesmas especificações de tal maneira que
podemos plasmá-las em arranjos em uma figura como previamente foi proposto (Ver Figura #3) e (Ver Figura #4).
a única diferença nesta parte é que o sinal da mensagem é dado pela seguinte função:
2( )5 | , | ≤ 0,5
( )={ }
0
E uma portadora: ( ) = cos(2π75t)

3. Parte 3:

Neste ponto, nos é apresentada uma sinalização de mensagem em pedaços:

1, 0 ≤ t ≤ 0,05
( ) = {−2 0,05 ≤ t ≤ 0,1}
0, de

Uma portadora: ( ) = cos2π300te


( ) índice de modulação = 0.9, dados estes dados, resta fazer o processo de
um
modulação que já conhecemos ( )= ( + ( ) ∗ ( ), onde representa a amplitude da portadora e esta chega
a obter por meio da seguinte fórmula = onde representa o valor mínimo de modulação do sinal, para
nesta instância assumimos o valor de ["=","2"]. Cada uma das sinais tanto de mensagem, portadora como a sinal modulada
pelo esquema AM Convencional deverão ser representadas em um arranjo (3×1)(Ver Figura #5), dentro do intervalo
[0, 0,15Posteriormente
] realiza-se a Transformada de Fourier para calcular os espectros de cada uma das sinais
propostas utilizando o comando fftshifty da mesma maneira, esses espectros devem ser representados por meio de um
arranjo (3×1) (Ver Figura #6) para poder apreciar de melhor forma como se comporta cada uma das sinais na
condições iniciais propostas. Depois, para calcular a potência do sinal periódico com = 0.15 moduladora devemos
1 1 2
ter clara a fórmula = ( [) e2a potência
] da portadora, neste caso um tom que seria = , tendo
2 2
isto claro se procederá a calcular a eficiência de modulação que está dada por: = +
× 100%.

4. Parte 4:

Conhecendo um sinal de mensagem: ( ) = 2 sen2π10t


( +) 1 0≤ t ≤ 0,5, com portadora: = (cos(2π80t)e
) um
índice de modulación: = 0.2voltamos a calcular o que anteriormente calculamos, um sinal modulado através do
esquema de AM Convencional ( ) = ( + ( ) ∗ ( ), na hora de calcular = , neste caso tomamos = 1y
comparamos o que acontece (Ver Figura #7). Da mesma forma, aplica-se a Transformada de Fourier para poder obter
os espectros de cada uma das sinais tanto moduladoras como a modulada através do comando fftshift (Ver Figura
#8).Para efectos de comparación se estará probando como afecta a los espectros el cambio de índices de modulación desde
0,1 a 0,9 (Ver Figura #9) e (Ver Figura #10). Esta parte conclui uma análise da razão de conteúdo de potências das
bandas laterais e como estas são afetadas pelo índice de modulação (Ver Figura #11).

5. Parte 5:

Temos um sinal de mensagem ( =) 2 sen2π10t


( + 1 ) 0≤ t ≤ 0,5com portadora = cos(2π80t),
( ) conhecendo
essas sinais nos propomos modular por meio de AM USSB ( ) = ( ) cosseno 2πft− (ℎ ( ) sen(2
) )onde
ℎ ( ) representa la Transformada de Hilbert de la señal ( )Da mesma forma, procederemos a graficar cada uma delas.
sinais tanto no domínio do tempo como na frequência em uma única figura com arranjo (2×2).(Ver Figura #12) e (Ver
Figura #13)

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


3 3
6. Parte 6:

En esta parte tenemos nuevamente la señal ( )= 2 seno2π10t ( +) 1 0≤ t ≤ 0.5com um sinal portador: = ( )


cos(2π80t)já sabendo disso, podemos obter um sinal modulado = ( ) ∗ ( () ), ao ter chegado a este ponto é
é necessário recuperar o sinal inicial, para isso é necessário voltar a "modular" o sinal modulado, esse processo se chama
demodulação que como sabemos é uma técnica utilizada para recuperar a informação transportada por uma onda
portadora, que no extremo transmissor foi modulada com dicha informação, mas neste caso o oscilador da portadora
tem um desfasamento para os valores de: = 0° 30°, 45°, 60° 90° que pode afetar o desenvolvimento do problema que nos
apresenta, cabe ressaltar que para podermos trabalhar esta parte temos que transmitir uma mensagem sem ruído e sabendo que existe
este desfase no demodulador e aplicar um filtro Butterworth de ordem 4 para recuperar o sinal (Ver Figura #14).
Posterior a isto, grafique a potência do sinal modulado em função de ϴ (Ver Figura #15).

7. Parte 7:

Temos um sinal modulador multitono: (= )4 cos(10π) + 2 cos(20πt)e uma portadora = cos(2π100t)com


( ) um
índice de modulação efetiva = 1Da mesma maneira, deve-se encontrar o sinal modulado por meio de = ( )
( + ( ) )∗ ( ) onde = . Posteriormente nos limitamos a graficar o sinal modulador e o sinal modulado tanto
no tempo como na frequência (Ver Figura #16) e (Ver Figura #17).

5. Análise de resultados do Laboratório

5.1 Modulação AM DSB-SC

Figura # 1: Señales DSB-SC en el dominio del tiempo.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


4 3
Figura # 2: Señales DSB-SC con su respectivo PSD.

5.2 Modulação AM DSB-SC (Parte 2)

Figura # 3: Señales DSB-SC en el dominio del tiempo.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


5 3
Figura # 4: Señales DSB-SC con su respectivo PSD.

5.3 Modulação AM Convencional:

Figura # 5: Señales en AM Convencional en el dominio del tiempo.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


6 3
Figura # 6: Espectros do sinal AM Convencional.

5.4 Modulação AM Convencional (Parte 2):

Figura # 7: Señales AM Convencional en el dominio del tiempo.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


7 3
Figura # 8: Espectros de las señales AM Convencional.

Figura # 9: Señales moduladas para µ desde 0.1 a 0.9.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


8 3
Figura # 10: Espectro de doble lado de las señales moduladas con µ desde 0.1 a 0.9.

Figura # 11: Razão do conteúdo das potências das bandas laterais vs Índice de modulação.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB


9 3
5.5 Modulación AM-SSB:

Figura # 12: Sinais SSB-SC

Figura # 13: Señales SSB-SC con su respectivo espectro.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 10


5.6 Demodulación Coherente:

Figura # 14: Sinais com seus respectivos espectros relacionados aos desfasamentos na portadora.

Figura # 15: Potencia de la señal modulada vsϴ.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 11


5.7 Señal Multitono:

Figura # 16: Sinal Multitona no domínio do tempo.

Figura # 17: Espectros de un solo lado de la señal multitono.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 12


6. Análise de Resultados:

1. Parte 1:
Podemos observar que o sinal da mensagem representa uma onda de um tipo senoidal, a qual representa o sinal modulador.
de amplitude 1, também podemos ver a sinal portadora a qual é uma onda de tipo cosenoidal de amplitude 1, estas duas
sinais quando moduladas podemos apreciar que tem um aspecto ou forma de uma AM convencional, mas isso é graças
a que apresenta um nível DC na onda moduladora e para comprovar podemos apreciar a linha pontilhada que mostra a
sinal moduladora como uma envoltória do sinal modulado. No espectro, podemos apreciar que para o sinal
moduladora existem 3 picos, um centrado em 0 que representa o nível DC do sinal modulador e vemos dois picos em
as bandas laterais que estão situadas em ±10. Na portadora observa-se um pico centrado nas frequências de ±80,
isto modela o espectro na frequência da onda portadora, após o processo de modulação podemos ver como os
espectros do sinal modulador são avaliados no centro da frequência no espectro da onda modulada a isso
adicionando as bandas laterais de ±10 que na PSD do sinal modulado representam ±90 e ±70 respectivamente, a
a amplitude deste sinal podemos ver que é de 0,25 e o valor está correto, já que a amplitude da onda portadora é de 1.
(Ver Script #1).

2. Parte 2:
Nesta ocasião, podemos ver como se comporta uma 2no domínio do tempo, percebe-se que este não possui valores

negativos, também vemos um sinal de onda portadora que se comporta a uma frequência de 75Hz e de amplitude 1, ao
finalmente, a sinal modulada podemos observar que contém ambas as sinais que a compõem, resultando que a
sinal moduladora seja o envoltório do sinal da onda portadora. Da mesma maneira, podemos observar no domínio
da frequência o comportamento de cada uma, para o sinal modulador através de uma fftshift log conseguimos obter seu
espectro o qual é um pulso triangular centrado em zero, pode-se apreciar da mesma forma o espectro do sinal de onda
portadora a qual são dois impulsos em ±75Hz que é o que representa sua frequência, finalmente ao obter o sinal modulado
no espectro nos damos conta de que o sinal de mensagem está centrado na frequência da portadora e esta mantém sua
ancho. Este é o efeito de um DSB-SC.(Ver Script #2).

3. Parte 3:
Podemos apreciar nesta parte que o sinal modulador gerado no domínio do tempo pelo ciclo for cumpre com os
requisitos tanto em amplitude quanto em espaço de tempo, para a onda portadora vemos uma senoide comum, já em a
sinal modulado com a amplitude AM convencional se aprecia que tem diferentes variações na frequência no primeiro
intervalo de tempo, em troca para representar o valor negativo podem ser vistas as mesmas variações nas frequências
mas neste caso com uma amplitude bastante reduzida, neste ponto o comportamento desses sinais e sua modulação
o resultado é muito interessante, primeiro observemos (Ver Figura #6) no domínio da frequência o sinal modulador
aparenta ser como um tipo de mas no meio do lóbulo maior vemos como um pico para baixo que representa
na frequência o que no tempo é essa queda abrupta no intervalo de tempo de0,05 ≤ t ≤ 0,1, com relação à onda
Portadora podemos ver os dois impulsos que a transformada de Fourier gera na onda portadora no tempo, agora
na modulação de frequência, pode-se observar como os espectros do sinal de mensagem se concentram em
frequência da onda portadora, mas aqui acontece que chega a um ponto na amplitude deste sinal modulado onde adota
uma amplitude diferente da do sinal da mensagem e isso ocorre porque no lóbulo maior existe esse pequeno
espaço que coincide com o pulso da onda portadora, pelo que se pode apreciar que este sinal modulado adquire esta
amplitud para poder transmitir de una manera más efectiva la información a través de un canal.(Ver Script #3).

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 13


4. Parte 4:
En esta parte suceden muchas cosas, principalmente tenemos como protagonista el índice de modulación µ el cual para la
a primeira parte é de um valor de = 0.2, o sinal de mensagem e da portadora é o mesmo que vimos na primeira parte
mas acontece algo com isso, quando modulamos com AM convencional vemos que o sinal modulado resultante nos dá uma
amplitude de 8 que é a soma da amplitude da portadora e do sinal de mensagem, vemos também como se comporta a
sinal modulada onde à primeira vista podemos observar que é possível recuperar o sinal, já que não existe sobremodulação,
recordemos que para que haja sobreamodulaçãoμ > 1e desta forma não é possível recuperar o sinal, tudo isso é visto em
o domínio do tempo, passamos ao domínio da frequência onde podemos ver da mesma forma como se comporta tanto
a sinal de mensagem e a sinal de onda portadora justo como vimos na primeira parte. Na hora de avaliar a sinal de
mensagem no centro da frequência do sinal da onda portadora vemos que existe o valor DC do sinal na frequência
de ±80 e as bandas laterais encontram-se nas frequências de ±70 e ±90 respectivamente com uma amplitude de 0,5 que
faz sentido já que a amplitude do sinal modulado é de 3. Como podemos observar na figura seguinte (Ver Figura
#9)y(Ver Figura #10)vemos exatamente o mesmo comportamento dos sinais modulados com os diferentes índices
de modulação, é importante perceber que no domínio do tempo, quanto maior for o índice de modulação, o
valor máximo de la señal modulada disminuye, esto se debe a que la amplitud de la portadora depende del índice de
modulação = , isso cria uma relação inversamente proporcional entre uma e outra, portanto pode-se dizer que
à medida que o valor mínimo do sinal modulado se aproxima de zero, é muito mais difícil recuperar o sinal, em
o espectro pode ser visto como afeta também seu comportamento, continuamos vendo o valor DC centrado na frequência
da portadora em ±80 e suas bandas laterais em ±70 e ±90, com a única diferença que o valor máximo do pulso do valor
DC centrados en la frecuencia de la onda portadora va disminuyendo debido a que aumenta el índice de modulación.
Na figura a seguir (Ver Figura #11) podemos ver uma dependência e uma relação diretamente proporcional entre o
conteúdo das potências e o índice de modulação, à medida que o índice de modulação aumenta, o conteúdo das
as potências aumentam da mesma forma, isso se deve à relação inversamente proporcional entre o índice de modulação e a
amplitud de la portadora.(Ver Script #4).

5. Parte 5:
Como nas partes anteriores, podemos apreciar uma sinal moduladora de amplitude 3 e uma portadora de amplitude 1, com a
mesma frequência trabalhada na primeira parte, como se sabe o produto do sinal modulador e o sinal da onda portadora
da como resultado la señal modulada de amplitud máxima de 1.5 luego de haber aplicado la transformada de Hilbert a estas
señales(Ver Figura #12). En los espectros de estas señales podemos observar que se dan a conocer un pulso de amplitud
0.5 en las frecuencias de ±90 Hz y adicional una banda lateral de menor amplitud en ±80(Ver Figura #13). Sabiendo que
para este tipo de modulação a sinal moduladora não possui amplitude e da mesma forma se observa que a sinal moduladora
é muito maior em amplitude do que o sinal portador. Uma função muito particular desse tipo de modulação é o de
consumir somente metade da largura de banda que outros tipos de modulação onde se utilizam as duas bandas laterais
que possui o sinal modulador, mas da mesma maneira que se usa metade da largura de banda, é necessário que haja
maior poder na hora de transmitir uma mensagem, pode-se dizer que é uma explicação para as diferenças entre as
amplitudes entre a sinal moduladora e a sinal de onda portadora.(Ver Script #5).

6. Parte 6:
Neste ponto, vemos que as amplitudes dos sinais recuperados vão diminuindo à medida que a fase aumenta e isso
se deve ao fato de que, como estamos presenciando uma demodulação síncrona, a onda portadora que é utilizada na demodulação
é a mesma que utilizamos quando modulamos um sinal de mensagem, quer dizer que à medida que a fase aumenta, o
oscilador local perde eficácia, já quando vemos que o desfasamento chega a 90° podemos dizer que temos um desfasamento total
e se tem uma onda senoidal quando no início tínhamos uma onda cosseno, da mesma forma podemos observar no
espectro de magnitud de cada uma destas sinais cuja amplitude corresponde à metade da amplitude do sinal no
tempo, portanto é igualmente afetado à medida que as fases vão aumentando. (Ver Figura #14) e (Ver Figura
#15).
Aqui (Ver Figura #15) podemos concluir que a potência é inversamente proporcional ao atraso, podemos ver que à medida
que o atraso aumenta, a potência é muito menor, pois a potência depende da magnitude do sinal, este
quando é zero, a potência vai ser zero da mesma maneira. (Ver Script #6).
MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 14
7. Parte 7:
Para os sinais multitonais podemos observar que no domínio do tempo o sinal de mensagem se representa como uma onda com
dos picos que representam as duas sinais que somadas formam essa onda, podemos apreciar que os picos que estão em
a amplitude 6 corresponde ao momento em que ambos os sinais estão em fase e suas amplitudes se somam, a onda portadora é
uma sinal cosenoidal como sempre. Para o sinal modulado, podemos ver o envoltório que corresponde ao sinal
de mensagem que nos garante uma modulação efetiva para este sinal (Ver Figura #16). Da mesma forma, vemos sua
comportamento na frequência, onde vemos dois picos de amplitude 2 e 1, situados nas frequências de 5 e
10 respectivamente, para o sinal de onda portadora podemos ver um pulso em sua frequência de 100 Hz, para o sinal
modulada podemos observar que tem uma amplitude de 2.2 o que é correto, já que a amplitude do portadora em
o tempo é de 4.4 e em suas bandas laterais podemos ver os pulsos do sinal de mensagem tanto para o lado positivo como
para o lado negativo, formando assim um espelho ao redor da frequência da portadora (Ver Figura #17). (Ver Script #7).

7. Conclusión

Este tema es muy interesante ya que nos habla sobre las distintas formas que un mensaje puede ser transmitido a través
de um canal; conhecendo de antemão os diferentes tipos de modulação que existem, pude compreender certos pontos que
na aula teórica não ficou muito claro para mim como é o caso da SSB onde se utiliza apenas metade da largura de
banda para a transmissão de uma mensagem, da mesma forma, é necessária mais potência para poder trabalhar com isso
esquema, também é preciso ter cuidado com este esquema de modulação, pois implica o uso da Transformada de
Hilbert de uma sinal. Para este tema em geral: AM requer muito cuidado e atenção já que há pontos onde
pode dificultar a compreensão, mas ao ter o conceito claro podemos conseguir resolver os diferentes problemas que
se nos asignen, me percaté que en este informe nos centramos en entender los esquemas de modulación más utilizados
no campo, uma vez que estes nos ajudarão como base para entender o que falta. Pôde-se observar através de uma
gráfica las distintas relaciones que pueden existir dentro de los esquemas de modulación, entre ellos el de razón de
contenido de las potencias y el índice de modulación, también el de las potencias de la señal modulada con respecto a las
fases da portadora. Em geral, o tema nos ajuda a compreender como se trabalha no campo e que método nos
beneficia mais na hora de transmitir uma mensagem porque no final do caminho o que se precisa é eficácia e qualidade no que
que vamos realizar.

8. Referências

[1] Medina, Carlos A. (2012) Fundamentos de Engenharia de Comunicação; sinais e sistemas de comunicação
analógica e digital, Panamá, Editora Universitária UTP.
[2] Guía de Laboratorio #5. Modulación AM.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 15


9. Anexos

%% Modulação AM DBS-SC
limpar, clc, fechar tudo

fc=80; Ac=1; %Frecuencia y Amplitud de la Portadora


Fs=10000; dt=1/Fs; %Frecuencia y Periodo de Muestreo
t=0:dt:(0.5-dt); %Vector de Tiempo

m=2*sin(2*pi*10*t)+1; %Sinal Modulador


c=cos(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora
y=m.*c; %Señal Modulada

figura (1)
subplot(3,1,1), plot(t,m,'preto','LarguraLinha',1), título('Sinal Modulador'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,1,2), plot(t,c,'preto','Largura da Linha',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,1,3), plot(t,y,t,m,'-- m',t,-m,'-- m'), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;

Ny=length(y); %Número de Muestras


Py=(1/Ny)*soma((abs(y)).^2); %Potência do Sinal Modulado

Y=fft(y)/Ny;
Y=fftshift(abs(Y)); %Espectro de Doble Lado de la Señal Modulada
Sy=Y.^2; %Densidad Esepctral de la Señal Modulada
M=fft(m)/Ny;
M=fftshift(abs(M)); %Espectro de Doble Lado da Sinal Moduladora
Sm=M.^2; Densidade Espectral do Sinal Modulador
C=fft(c)/Ny;
C=fftshift(abs(C)); %Espectro de Doble Lado de la Portadora
Sc=C.^2; Densidade Espectral da Portadora

T=Ny*dt; %Tempo Total do Sinal


df=1/T; %Resolução de Frequência
f=(-Ny/2:Ny/2-1)*df; %Vector de Frecuencias

figura(2)
subplot(3,2,1), plot(t,m,'black','LineWidth',1), title('Señal Moduladora'), xlabel('Tiempo (s)'),
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,2), plot(f,Sm,'preto','LarguraLinha',1), xlim([-150 150]), title('PSD do Sinal
Moduladora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,3), plot(t,c,'black','LineWidth',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,4), plot(f,Sc,'preto','LarguraDaLinha',1), xlim([-150 150]), title('PSD do Sinal'
Portadora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grade;
subplot(3,2,5), plot(t,y,'preto','Largura da Linha',1), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,6),plot(f,Sy,'preto','LarguraLinha',1), xlim([-150 150]), title('PSD do Sinal')
Modulada'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude'); grade;

Roteiro # 1: Modulação AM DSB-SC

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 16


%% Modulação AM DSB-SC Parte 2
limpar, clc, fechar tudo

fc=75; Ac=1; %Frecuencia y Amplitud de la Portadora


Fs=10000; dt=1/Fs; %Frequência e Período de Amostragem
t=-0.5:dt:(0.5-dt); %Vector de Tiempo

m=(sinc(5*t)).^2; %Sinal Modulador


c=cos(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora
y=m.*c; %Sinal Modulado

figura (1)
subplot(3,1,1), plot(t,m,'preto','LinhaWidth',1), title('Sinal Modulação'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,2), plot(t,c,'preto','Largura da Linha',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,1,3), plot(t,y,t,m,'-- m',t,-m,'-- m'), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;

Ny=length(y); %Número de Muestras


py=(1/Ny)*soma((abs(y)).^2); %Potência do Sinal Modulado

Y=fft(y)/Ny;
Y=fftshift(abs(Y)); %Espectro de Doble Lado da Sinal Modulada
Sy=Y.^2; Densidade Espectral do Sinal Modulado
M=fft(m)/Ny;
M=fftshift(abs(M)); %Espectro de Doble Lado de la Señal Mduladora
Sm=M.^2; %Densidad Espectral de la Señal Moduladora
C=fft(c)/Ny;
C=fftshift(abs(C)); %Espectro de Doble Lado de la Señal Portadora
Sc=C.^2; Densidade Espectral do Sinal Portador

T=Ny*dt; %Tempo Total do Sinal


df=1/T; %Resolução de Frequência
f=(-Ny/2:Ny/2-1)*df; %Vetores de Frequências

figura(2)
subplot(3,2,1), plot(t,m,'preto','LarguraLinha',1), título('Sinal Modulator'), xlabel('Tempo (s)'),
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,2), plot(f,Sm,'preto','LineWidth',1), xlim([-150 150]), title('PSD do Sinal
Moduladora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,3), plot(t,c,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,2,4), plot(f,Sc,'preto','Largura da Linha',1), xlim([-150 150]), title('PSD do Sinal
Portadora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,5), plot(t,y,'black','LineWidth',1), title('Señal Modulada'), xlabel('Tiempo (s)'),
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,6), plot(f,Sy,'preto','LarguraLinha',1), xlim([-150 150]), title('PSD do Sinal
Modulada'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;

Script # 2: Modulação AM DSB-SC (2)

MODULACIÓN ANALÓGICA DE AMPLITUD AM | LAB 3 17


%% Modulación AM Convencional Parte 3
limpar, clc, fechar tudo

fc=300; %Frecuencia de la Portadora


u=0.9; %Índice de Modulación
Fs=10000; %Frequência de Amostragem
dt=1/Fs; %Periodo de Muestreo
t=0:dt:(0.15-dt); %Vector de Tempo

m=zeros(tamanho(t)); %Sinal Modulador


fori=1:length(t)
se(t(i)) >= 0 && t(i) < 0,05
m(i) = 1; %m(t) para 0<=t<0.05
elseift(i) >= 0.05 && t(i) < 0.1
m(i) = -2; %m(t) para 0.05<=t<0.1
fim
fim

mp=2; %Valor Mínimo de Modulação


Ac=mp/u; %Amplitud de la Portadora

c=cos(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora


y=(Ac+m).*c; %Sinal Modulado

figura (1)
subplot(3,1,1), plot(t,m,'preto','LineWidth',1), title('Sinal Modulador'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,2), plot(t,Ac.*c,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo
(s)'), ylabel('Amplitude');grade;
subplot(3,1,3), plot(t,y,t,m+Ac,'-- m',t,-(m+Ac),'-- m'), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo'
(s)'), ylabel('Amplitude'); grid;

N=comprimento(m); %Número de Muestras


T=N*dt; %Tiempo Total de la Señal
df=1/T; %Resolução de Frequências
f=(-N/2:N/2-1)*df; %Vetor de Frequência

M=fft(m)/N;
M=fftshift(abs(M)); %Espectro de Doble Lado da Sinal Moduladora

C=fft(Ac.*c)/N;
C=fftshift(abs(C)); %Espectro de Doble Lado da Sinal Portadora

Y=fft(y)/N;
Y=fftshift(abs(Y)); %Espectro de Lado Duplo do Sinal Modulado

figura(2)
subplot(3,1,1), plot(f,M,'preto','LarguraDaLinha',1), xlim([-500 500]), title('Espectro do Sinal'
Moduladora'), xlabel('Frecuencia (Hz)'), ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,2), plot(f,C,(f+fc),M,'-- m'), xlim([-500 500]), title('Espectro do Sinal
Portadora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,1,3), plot(f,Y,'black','LineWidth',1), xlim([-500 500]), title('Espectro da Sinal
Modulada'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;

Script # 3: Modulación AM Convencional

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 18


Potência de um sinal modulado:
1 2(
= [ )]
2
0.15
1
( ( +1 )
= ∫ 2 seno20πt )
2
0

= 0,2046 W

Potência do Sinal Portadora:


1 2
=
2
= 0,5 W

Eficiencia de Modulación:

=
+
0,2046
= × 100%
0,5 + 0,2046
= 29,03%

Anexo # 1: Cálculo da eficiência de


modulação em função das
potências.

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 19


%% Modulação AM Convencional Parte 2
limpar, clc, fechar tudo

fc=80; %Frecuencia de la Portadora


u=0.2; %Índice de Modulação
Fs=10000; %Frequência de Amostragem
dt=1/Fs; %Periodo de Muestreo
t=0:dt:(0.5-dt); %Vector de Tiempo
fm=10; %Frequência do Modulador
mp=1; %Valor Mínimo de la Modulação
Ac=mp/u; %Amplitude da Portadora
m=2*sin(2*pi*fm*t)+1; %Señal Moduladora
c=cos(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora
y=(Ac+m).*c; %Sinal Modulado
figura (1)
subplot(3,1,1), plot(t,m,'preto','Largura da Linha',1), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,2), plot(t,Ac.*c,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo
(s)'), ylabel('Amplitude'); grade;
subplot(3,1,3), plot(t,y,t,(m+Ac),'-- m',t,-(m+Ac),'-- m'), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo
(s)'), ylabel('Amplitude');grid;
N=comprimento(y); %Número de Muestras
T=N*dt; %Tiempo Total de la Señal
df=1/T; %Resolução de Frequências
f=(-N/2:N/2-1)*df; %Vector de Frecuencia
Y=fft(y)/N;
Y=fftshift(abs(Y)); %Espectro de Doble de Lado de la Señal Modulada
M=fft(m)/N;
M=fftshift(abs(M)); %Espectro de Doble Lado da Sinal Modulada
C=fft(c)/N;
C=fftshift(abs(C)); %Espectro de Doble Lado de la Señal Portadora
figura(2)
subplot(3,1,1),plot(f,M,'preto','LarguraLinha',1), xlim([-(fc+3*fm) (fc+3*fm)]), título('Espectro de la
Sinal Modulador'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,1,2), plot(f,Ac*C,'preto','LarguraDaLinha',1), xlim([-(fc+3*fm) (fc+3*fm)]), title('Espectro
da Sinal Portadora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,1,3), plot(f,Y,'preto','LarguraDaLinha',1), xlim([-(fc+3*fm) (fc+3*fm)]), title('Espectro de
a Sinal Modulado'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
us=0.1:0.1:0.9; %Índices de Modulação
Py=(0.5)*(1/N)*soma(abs(m).^2); %Potência das Bandas Laterais
fori=1:length(us)
Acs(i)=mp./us(i); %Amplitudes da Portadora
ys(:,i)=(Acs(i) + m).*c; %Sinais Modulados

figura(3)
subplot(3,3,i)
plot(t,ys(:,i),t,(m+Acs(i)),'-- m',t,-(m+Acs(i)),'-- m'), ylim([-15 15]), title(['Sinal
Modulada para u=',num2str(us(i))]);xlabel('Tempo(s)');ylabel('Amplitude');grid;
Ys(:,i)=fft(ys(:,i))/N;
Ys(:,i)=fftshift(abs(Ys(:,i))); %Espectro de Doble Lado de la Señal Modulada
figura(4)
subplot(3,3,i)
plot(f,Ys(:,i),'preto','LarguraDaLinha',1), xlim([-(fc+3*fm) (fc+3*fm)]), ylim([0 6]),
title(['Espectro de Doble Lado para
u=',num2str(us(i))]);xlabel('Frequência(Hz)');ylabel('Amplitude');grid;
Pc(i)=(0.5).*(Acs(i)).^2; %Potência da Portadora
fim
Ryc=Py./Pc; %Razão das Potências
figura(5)
plot(us,Ryc,'preto','Largura da Linha',1), título('Conteúdo das Potências'), xlabel('Índice de
Modulação'), ylabel('Razão das Potências');grid;

Roteiro # 4: Modulação AM Convencional (2)

MODULAÇÃO ANALOGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 20


Modulação AM SSB
limpar, clc, fechar tudo

fc=80; Ac=1; %Frecuencia y Amplitud de la Portadora


fm=10; %Frequência da Moduladora
Fs=10000; %Frecuencia de Muestreo
dt=1/Fs; %Periodo de Muestreo
t=0:dt:0.5-dt; %Vector de Tiempo

m=2*sin(2*pi*fm*t)+1; %Sinal Modulador

c1=Ac*cos(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora


c2=Ac*sin(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora Desfasada

mh=imag(hilbert(m)); %Transformada de Hilbert


y=(1/2)*m.*c1-(1/2)*mh.*c2; %Banda Lateral Superior
y1=m.*c1; %Sinal Modulado

figura(1)
subplot(3,1,1), plot(t,m,'preto','LineWidth',1), title('Sinal Modulador'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,1,2), plot(t,c1,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,3), plot(t,y,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;

N=comprimento(m); %Número de Muestras


T=N*dt; %Tempo Total do Sinal
df=1/T; %Resolução de Frequência
f=(-N/2:N/2-1)*df; %Vector de Frecuencia

X=fft(m)/N;
X=fftshift(abs(X)); %Espectro de Doble Lado de la Señal Moduladora

C=fft(c1)/N;
C=fftshift(abs(C)); %Espectro de Doble Lado de la Señal Portadora

Y=fft(y)/N;
Y=fftshift(abs(Y)); %Espectro de Lado Duplo do Sinal Modulado

figura(2)
subplot(3,2,1), plot(t,m,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Sinal Modulador'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,2), plot(f,X,'black','LineWidth',1), xlim([-150 150]), title('Espectro do Sinal
Moduladora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,3), plot(t,c1,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,4), plot(f,C,'preto','LarguraLinha',1), xlim([-150 150]), title('Espectro do Sinal
Portadora'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,5), plot(t,y,'black','LineWidth',1), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo (s)'),
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(3,2,6), plot(f,Y,'preto','LarguraDaLinha',1), xlim([-150 150]), título('Espectro do Sinal
Modulada'), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;

Script # 5: Modulação AM SSB-SC

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUDE AM | LAB 3 21


%% Demodulación Coherente
limpar, clc, fechar tudo

fc=80; Ac=1; %Frequência e Amplitude do Portadora


fm=10; %Frequência da Moduladora
Fs=10000; %Frequência de Amostragem
dt=1/Fs; %Periodo de Muestreo
t=0:dt:(0.5-dt); %Vector de Tempo

m=2*sin(2*pi*fm*t)+1; %Sinal Modulador


c=cos(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora
y=m.*c; %Sinal Modulado

N=comprimento(m); %Número de Muestras


T=N*dt; %Tempo Total do Sinal
df=1/T; %Resolução de Frequência
f=(-N/2:N/2-1)*df; %Vetores de Frequência

X=fft(m)/N;
X=fftshift(abs(X)); %Espectro de dupla face do sinal modulador

P=pi*[0 1/6 1/4 1/3 1/2]; %Atraso de Fase

para i=1:length(P)
cd(:,i)=cos(2*pi*fc*t + P(i)); %Sinais Portadores
yc(:,i)=y'.*cd(:,i); %Señales Moduladas

Yc(:,i)=fft(yc(:,i))/N;
Yc(:,i)=fftshift(abs(Yc(:,i))); %Espectro de Doble Lado de las Señales Moduladas
figura(1)
subplot(3,2,i)
plot(f,Yc(:,i),'preto','Largura da Linha',1), xlim([-250 250]), ylim([0 0.6]), title(['Espectro de la
Sinal Modulado para P='num2str(P(i))]), xlabel('Frequência (Hz)'), ylabel('Amplitude');grid;
n=4; %Ordem do Filtro
fh=2*fm; %Frecuencia de Corte del Filtro
Wn=fh/(Fs/2);
[B,A]=butter(n, Wn,'baixo'); %Filtro Pasabaja de Orden 4
yr(:,i)=filter(2*B,A,yc(:,i)); %Sinal Recuperado
Yr(:,i)=fft(yr(:,i))/N;
Yr(:,i)=fftshift(abs(Yr(:,i))); %Espectro de Doble Lado de la Señal Recuperada
figura(2)
subplot(5,2,2*i-1)
plot(t,yr(:,i),t,m,'-- '), title('Sinal Recuperado'), xlabel('Tempo (s)'),
ylabel('Amplitude');grid;
subplot(5,2,2*i)
plot(f,Yr(:,i),f,X,'--'),xlim([-(fc+3*fm) (fc+3*fm)]),ylim([0 1]),title(['Espectro do Sinal
Recuperada para P=',num2str(P(i))]),xlabel('Frequência (Hz)'),ylabel('Amplitude');grid;
Pd(:,i)=(1/N).*(sum(abs(yr(:,i)).^2));%Potência do Sinal Recuperado
fim
figura(3)
plot(P,Pd,'preto','LarguraDaLinha',1), title('Potência vs. Retardo'), xlabel('Retardo')
ylabel('Potência do Sinal (W)');grid;

Roteiro # 6: Demodulação Coerente

MODULACIÓN ANALÓGICA DE AMPLITUD AM | LAB 3 22


%% Sinal Multitons
limpar, clc, fechar todos

N=10000; %Número de Muestras


Fs=10000; dt=1/Fs; %Frequência e Período de Amostragem
t=(0:N-1)*dt; %Vector de Tiempo
a1=4; a2=2; %Amplitudes
f1=5; f2=10; %Frequências das Moduladoras
fc=100; %Frequência da Portadora
ue=1; %Índice de Modulação

mp=(a1^2+a2^2)^(1/2); %Valor Mínimo de la Modulación


Ac=mp/ue; %Amplitude da Portadora

m=a1*cos(2*pi*f1*t)+a2*cos(2*pi*f2*t); %Sinal Modulador


c=cos(2*pi*fc*t); %Sinal Portadora
y=(Ac+m).*c; %Sinal Modulado

figura(1)
subplot(3,1,1), plot(t,m,'preto','Largura da Linha',1), title('Sinal Moduladador'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,2), plot(t,c,'black','LineWidth',1), title('Sinal Portadora'), xlabel('Tempo (s)')
ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,3), plot(t,y,t,m+Ac,'-- m',t,-(m+Ac),'-- m'), title('Sinal Modulado'), xlabel('Tempo'
(s)'), ylabel('Amplitude'); grade;

X=fft(m)/N;
X=fftshift(abs(X)); %Espectro de Doble Lado da Sinal Moduladora

C=fft(c)/N;
C=fftshift(abs(C)); %Espectro de Doble Lado da Sinal Portadora

Y=fft(y)/N;
Y=fftshift(abs(Y)); %Espectro de Duplo Lado do Sinal Modulado

T=N*dt; %Tempo Total do Sinal


df=1/T; %Resolução de Frequência
f=(-N/2:N/2-1); %Vector de Frecuencia

figura(2)
subplot(3,1,1), plot(f(end/2+1:end),X(end/2+1:end),'preto','LarguraLinha',1),xlim([0 fc+3*f2]),
title('Espectro de la Señal Moduladora'), xlabel('Frecuencia (Hz)'), ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,2), plot(f(end/2+1:end),C(end/2+1:end),'preto','LarguraDaLinha',1),xlim([0 fc+3*f2]),
title('Espectro de la Señal Portadora'), xlabel('Frecuencia (Hz)'), ylabel('Amplitud');grid;
subplot(3,1,3), plot(f(end/2+1:end),Y(end/2+1:end),'preto','LarguraLinha',1),xlim([0 fc+3*f2]),
title('Espectro de la Señal Modulada'), xlabel('Frecuencia (Hz)'), ylabel('Amplitud');grid;

Roteiro # 7: Sinal Multitons

MODULAÇÃO ANALÓGICA DE AMPLITUD AM | LAB 3 23

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