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Projetos de Infraestruturas Energéticas

Este relatório apresenta o estágio curricular realizado na empresa xProject, focando na elaboração de projetos de infraestruturas elétricas, telecomunicações e gás natural. O documento descreve as atividades desenvolvidas, as diferenças na elaboração de projetos para moradias, edifícios e estabelecimentos comerciais, e os procedimentos necessários para a conexão à rede de distribuição. O objetivo é fornecer uma compreensão dos passos envolvidos na criação de projetos nas áreas mencionadas.

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Projetos de Infraestruturas Energéticas

Este relatório apresenta o estágio curricular realizado na empresa xProject, focando na elaboração de projetos de infraestruturas elétricas, telecomunicações e gás natural. O documento descreve as atividades desenvolvidas, as diferenças na elaboração de projetos para moradias, edifícios e estabelecimentos comerciais, e os procedimentos necessários para a conexão à rede de distribuição. O objetivo é fornecer uma compreensão dos passos envolvidos na criação de projetos nas áreas mencionadas.

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Projeto de Infraestruturas Energéticas e de

Telecomunicações

Obtenção de Grau Mestre do Mestrado de Engenharia Industrial (Eletrotécnica)

João Manuel Lobo Pinto – a33596

Trabalho realizado sob a orientação de

Professor Orlando Manuel de Castro Ferreira Soares


Engenheiro Jorge Manuel da Silva Xavier

2021/2022
A Escola Superior de Tecnologia e Gestão não se responsabiliza pelas opiniões expressas
neste relatório.

ii
Dedicatória

Dedico este trabalho aos meus pais, irmão e namorada, por todo o apoio, amor e
carinho ao longo desta etapa.

iii
Agradecimentos

Com a conclusão deste estágio, que se insere na unidade de dissertação de mestrado,


não posso deixar de agradecer a algumas pessoas, que, direta ou indiretamente, me ajudaram
nesta caminhada tão importante da minha vida.

Em primeiro lugar gostaria de agradecer ao Professor Orlando Soares, o meu


orientador do Instituto Politécnico de Bragança, que sempre se mostrou disponível para me
ajudar na elaboração do relatório, por esse motivo gostaria de lhe expressar a minha gratidão.

Agradeço também à empresa xProject – Projetos e Estudos Energéticos, por me dar a


oportunidade de estagiar e pela possibilidade de aprender, trabalhar e conviver com os
fantásticos colaboradores que a ela pertencem. Ao Engenheiro Jorge Xavier, agradeço
também por toda a aprendizagem que me proporcionou, a atenção, o convívio e todos os
conselhos partilhados.

Por fim quero agradecer à minha família, pai, mãe, irmão e namorada, por todo o
apoio incondicional que me deram, não só durante o decorrer do estágio, mas também durante
todo o meu percurso académico. Pois tudo o que sou hoje a eles o devo.

Agradeço também a todos os meus amigos que sempre me apoiaram e estiveram


presentes para me ajudarem a ultrapassar as minhas dificuldades sem pedir nada em troca.

iv
Resumo

Este relatório diz respeito ao estágio curricular desenvolvido no âmbito da unidade


curricular do mestrado de engenharia industrial ramo eletrotecnia, realizado na empresa
xProject – Projetos e Estudos Energéticos. O estágio desenvolvido consistiu na aprendizagem
como desenhador projetista, tendo como principais atividades desenvolvidas, a elaboração de
projetos de infraestruturas elétricas, telecomunicações e gás natural, as quais irão ser descritas
ao longo do relatório. Também serão descritas as diferenças existentes na elaboração de
projetos em moradias, edifícios e estabelecimentos comerciais, bem como, qual o
procedimento que se deve tomar para uma instalação ser ligada à rede de distribuição. É neste
âmbito que se desenvolve este relatório, tendo como objetivo dar a perceber quais os passos
para a elaboração de projetos nas especialidades referidas.

Palavras-chave: Projetos, Instalações Elétricas, ITED, Gás Natural.

v
Abstract

This report concerns the curricular internship developed within the scope of the
curricular unit of the master's degree in industrial engineering in the electrical engineering
field, carried out at the company xProject – Projetos e Estudos Energéticos. The internship
consisted of learning as a draftsman, having as main activities, the elaboration of electrical,
telecommunications and natural gas infrastructure projects, which will be described
throughout the report. It will also describe the existing differences in the elaboration of
projects in houses, buildings, and commercial establishments, as well as the procedure that
must be taken for an installation to be connected to the distribution network. It is in this
context that this report is developed, with the objective of giving an understanding of the steps
for the elaboration of projects in the mentioned specialties.

Keywords: Projects, Electrical Installations, ITED, Natural Gas.

vi
Conteúdo

Capítulo 1. Introdução ......................................................................................................... 1


1.1. Introdução ..................................................................................................................... 1
1.2. Objetivos ....................................................................................................................... 1
1.3. Caracterização da Empresa ........................................................................................... 1
1.4. Estrutura do Relatório ................................................................................................... 2

Capítulo 2. Fundamentação Teórica ................................................................................... 3


2.1. Redes Elétricas .............................................................................................................. 3
2.1.1. Caracterização das Instalações Elétricas ................................................................ 3
2.1.2. Rede de Baixa Tensão ............................................................................................ 3
2.1.3. Rede de Média Tensão ........................................................................................... 5
2.1.4. Tipos de Postos de Transformação e Seccionamento ............................................ 5
2.1.5. Elementos Constituintes do Posto de Transformação ............................................ 6
2.1.6. Ligação à Rede ....................................................................................................... 8
2.1.7. Vistoria ................................................................................................................... 9
2.1.8. Exploração de Instalações Elétricas ..................................................................... 10
2.2. Infraestruturas Elétricas .............................................................................................. 11
2.2.1. Classificação de Locais ........................................................................................ 11
2.2.2. Instalações Sanitárias ........................................................................................... 13
2.2.3. Índice de Proteção e Proteção Contra Impactos Mecânicos ................................ 13
2.2.4. Rede de Terras ...................................................................................................... 16
2.2.5. Esquemas de Ligação à Terra ............................................................................... 17
2.2.6. Tomadas e Equipamentos..................................................................................... 18
2.2.7. Quadros Elétricos ................................................................................................. 19
2.2.8. Quadro de Colunas ............................................................................................... 20
2.2.9. Quadro Serviços Comuns ..................................................................................... 21
2.2.10. Cálculo de Cablagem ........................................................................................ 21
2.2.11. Iluminação de Segurança .................................................................................. 22
2.2.12. Canalizações e Caminhos de Cabos .................................................................. 24
2.2.13. Índice de Restituição Cromática da Iluminação ............................................... 25
2.2.14. Gestão Técnica Centralizada............................................................................. 25
2.3. Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios .................................................... 27
2.3.1. Conceção Geral .................................................................................................... 27
2.3.2. Tubagem ............................................................................................................... 28
2.3.3. Caixas de Aparelhagem ........................................................................................ 28
2.3.4. Armário de Telecomunicações de Edifício .......................................................... 28
2.3.5. Armário de Telecomunicações Individual ........................................................... 29
2.3.6. Caixa de Colunas .................................................................................................. 30
2.3.7. Antenas ................................................................................................................. 30
2.3.8. Terra de Proteção ................................................................................................. 31
2.3.9. Dimensionamento da Rede de Cabelagem ........................................................... 32

Capítulo 3. Elaboração de um de Projeto de Instalações Elétricas – Caso Prático ...... 42

vii
3.1. Moradia Unifamiliar ................................................................................................... 42
3.1.1. Instalações de Utilização ...................................................................................... 42
3.1.2. Classificação de Locais ........................................................................................ 42
3.1.3. Rede de Energia ................................................................................................... 43
3.1.4. Tomadas e Equipamentos..................................................................................... 43
3.1.5. Mobilidade Elétrica .............................................................................................. 43
3.1.6. Iluminação ............................................................................................................ 44
3.1.7. Quadros Elétricos ................................................................................................. 45
3.2. Edifício Multifamiliar ................................................................................................. 46
3.2.1. Fornecimento de Energia ..................................................................................... 46
3.2.2. Iluminação de Segurança ..................................................................................... 47
3.3. Estabelecimento Comercial ........................................................................................ 48
3.3.1. Distribuição de Energia ........................................................................................ 48
3.3.2. Sistema de Alimentação Ininterrupta ................................................................... 48
3.3.3. Canalizações ......................................................................................................... 48
3.3.4. Iluminação Normal ............................................................................................... 49
3.3.5. Gestão Técnica Centralizada ................................................................................ 49

Capítulo 4. Elaboração de um Projeto de Infraestruturas de Telecomunicações em


Edifícios – Caso Prático ......................................................................................................... 50
4.1. Moradia Unifamiliar ................................................................................................... 50
4.1.1. Rede de Tubagens ................................................................................................ 50
4.1.2. Tubagem ............................................................................................................... 50
4.1.3. Rede Individual de Cabos de Pares de Cobre ...................................................... 51
4.1.4. Rede Individual de Cabos Coaxiais ..................................................................... 52
4.1.5. Rede Individual de Cabos de Fibra Ótica............................................................. 53
4.1.6. Sistema de Terras de Proteção ............................................................................. 54
4.1.7. Dimensionamento da Rede de Cabelagem ........................................................... 54
4.2. Edifício Multifamiliar ................................................................................................. 55
4.2.1. Conceção Geral .................................................................................................... 56
4.2.2. Armário de Telecomunicações de Edifício .......................................................... 56
4.2.3. Rede de Tubagens ................................................................................................ 56
4.2.4. Tubagem ............................................................................................................... 57
4.2.5. Diagrama de MATV/SMATV ............................................................................. 57
4.2.6. Diagrama de Par de Cobre / Fibra Ótica / CATV ................................................ 57
4.2.7. Sistema de Terras de Proteção ............................................................................. 58
4.2.8. Dimensionamento da Rede de Cabelagem ........................................................... 58

Capítulo 5. Elaboração de um Projeto de Instalação de Gás – Caso Prático ................ 59


5.1. Moradia Unifamiliar ................................................................................................... 59
5.1.1. Conceção Geral .................................................................................................... 59
5.1.2. Descrição da Instalação ........................................................................................ 59
5.1.3. Aparelhos de Queima ........................................................................................... 60
5.1.4. Especificações Técnicas dos Materiais ................................................................ 60
5.1.5. Caixa de Corte e Contagem .................................................................................. 61
5.1.6. Válvula de Corte Geral ......................................................................................... 61
5.1.7. Válvulas de Seccionamento ................................................................................. 61
5.1.8. Redutor e Contador .............................................................................................. 62

viii
5.1.9. Rede de Tubagem ................................................................................................. 62

Capítulo 6. Conclusão ......................................................................................................... 64

Referências .............................................................................................................................. 65

ix
Lista de Tabelas

Tabela 1 - Escalões de Potências Normalizadas BTN ............................................................... 4


Tabela 2 – Tipos de Portinholas ................................................................................................. 4
Tabela 3 - Lista de Entidades Inspetoras .................................................................................... 9
Tabela 4 - Influências externas quanto aos ambientes ............................................................. 11
Tabela 5 - Influencias externas quanto as utilizações .............................................................. 12
Tabela 6 - Influencias externas quanto a construção dos edifícios .......................................... 12
Tabela 7 - Classificação Quanto aos Volumes de Água .......................................................... 13
Tabela 8 - Índice de proteção dos materiais ............................................................................. 14
Tabela 9 - Índice de proteção contra impactos mecânicos ....................................................... 14
Tabela 10 - Classificação de Locais ......................................................................................... 15
Tabela 11 - Dimensões ducto técnico ...................................................................................... 21
Tabela 12 - Caracterização da iluminação de segurança quanto a lotação .............................. 22
Tabela 13 - Tipo de iluminação de segurança a aplicar ........................................................... 23
Tabela 14 – Valores limite de atenuação e de slope ................................................................ 34
Tabela 15 - Níveis de sinal nas Tomadas de Telecomunicação ............................................... 38
Tabela 16 - Coeficientes de simultaneidade ............................................................................. 47
Tabela 17 – Distribuição dos Pares de Cobre .......................................................................... 52
Tabela 18 - Cálculo Rede CATV ............................................................................................. 55
Tabela 19 - Cálculo Rede S/MATV ......................................................................................... 55
Tabela 20 - Cálculo Rede FO ................................................................................................... 55
Tabela 21 - Aparelhos de queima a instalar ............................................................................. 60

x
Lista de Figuras

Figura 1 - PTS AS / e PTS AI .................................................................................................... 5


Figura 2 - PT Cabine Baixa e PT Cabine Alta ........................................................................... 6
Figura 3 - Exemplo Transformador a Óleo ................................................................................ 7
Figura 4 - Exemplo de Transformador Seco .............................................................................. 7
Figura 5 - Etapas do procedimento do PLR ............................................................................... 8
Figura 6 - Piquete de Terra ....................................................................................................... 17
Figura 7 - Esquema unifilar e pormenor do quadro de colunas centralizado ........................... 20
Figura 8 - Quadro de Colunas Com Coluna Montante............................................................. 21
Figura 9 - Exemplo de ATI ...................................................................................................... 30
Figura 10 - Cálculo de cabelagem ............................................................................................ 46
Figura 11 - Diagrama da rede de tubagem ............................................................................... 51
Figura 12 - Diagrama de PC ..................................................................................................... 52
Figura 13 - Diagrama de CATV (Community Antenna Television) ......................................... 53
Figura 14 - Diagrama de FO .................................................................................................... 53
Figura 15 - Diagrama de rede de terras .................................................................................... 54

xi
Lista de Abreviações
- AT – Alta Tensão;
- ATE – Armário de Telecomunicações em Edifícios;
- ATI – Armário de Telecomunicações Individual;
- BT – Baixa Tensão;
- BTE – Baixa Tensão Especial;
- BTN – Baixa Tensão Normal;
- CATV – Community Television;
- CC – Cabo Coaxial;
- CR – Cabeça de Rede;
- CVM – Caixa de Visita Multioperador;
- DGEG – Direção Geral de Energia e Geologia;
- FO – Fibra Ótica;
- GTC – Gestão Técnica Centralizada;
- IE – Instalações Elétricas;
- IK – Proteção Contra Contacto Mecânicos;
- IP – Índice de Proteção;
- ITED – Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios;
- MATV/SMATV – Master Antenna Television / Satellite Master Antenna Television;
- MT – Media Tensão;
- PC – Par de Cobre;
- PCLR – Pedido de Condições de Ligação á Rede;
- PLR – Pedido de Ligação á Rede;
- PT – Posto de Transformação;
- PTS – Posto de Transformação e Secionamento;
- QGBT – Quadro Geral de Baixa Tensão
- QMT – Quadro de Media Tensão;
- RESP – Rede Elétrica de Serviço Publico;
- RTIEBT – Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
- TT – Tomadas de Telecomunicação;
- VE – Veículo Elétrico;

xii
0
Capítulo 1. Introdução

1.1. Introdução
Este documento descreve o estágio curricular desenvolvido numa empresa dos ramos
de atividade de eficiência energética e projetos de especialidades, nomeadamente, projetos de
instalações elétricas, telecomunicações, gás natural, entre outros.

A opção da realização deste estágio foi de poder ter um maior contacto com o mundo
do trabalho, ligado à área de projeto da engenharia eletrotécnica, para assim adquirir
conhecimentos e hábitos profissionais que, certamente, irão ser bastantes uteis ao longo de
toda a vida profissional e pessoal.

1.2. Objetivos
Este estágio teve como principal objetivo a aprendizagem da realização de projetos de
especialidades de instalações elétricas, telecomunicações e gás natural e apresenta a última
etapa do percurso académico, as experiências de ensino-aprendizagem que foram
selecionadas como sendo representativas do processo formativo.

Assim sendo, este relatório, descreve todas as atividades desenvolvidas no estágio,


bem como os conteúdos teóricos necessários para a correta elaboração de um projeto.

1.3. Caracterização da Empresa


A empresa xProject – Projetos e Estudos Energéticos tem como missão proporcionar
ao mercado soluções de engenharia e projeto, tendo em vista a sua boa execução técnica. Os
serviços compreendem-se essencialmente no domínio da engenharia eletrotécnica e outras
engenharias, tendo em conta os aspetos da segurança contra incêndios, da certificação e
eficiência energética, das telecomunicações, das redes de gás e de outros fluidos.

A elaboração de projetos é feita garantindo soluções modernas, flexíveis, económicas


e seguras, adaptadas às necessidades atuais e futuras dos clientes. Tudo isto é obtido graças a
processos de execução de elevado rigor e profissionalismo.

1
1.4. Estrutura do Relatório
O presente relatório está estruturado em 6 capítulos sendo eles:

- O capítulo 1 apresenta os objetivos do relatório;

- O capítulo 2 apresenta os fundamentos teóricos que irão ser aplicados nos capítulos
seguintes;

- O capítulo 3 apresenta o caso prático do projeto de instalações elétricas, numa moradia, um


edifício coletivo e um estabelecimento comercial;

- O capítulo 4 apresenta o caso prático do projeto de ITED, numa moradia, um edifício


coletivo;

- O capítulo 5 apresenta o caso prático do projeto de Gás, numa moradia;

- O capítulo 6 apresenta a conclusão do relatório de estágio.

2
Capítulo 2. Fundamentação Teórica

2.1. Redes Elétricas

2.1.1. Caracterização das Instalações Elétricas

A atual caracterização das instalações elétricas de serviço particular alimentadas pela


rede elétrica de serviço público (RESP) são estabelecidas segundo o Decreto-Lei nº96/2017,
alterado pela Lei nº61/2018 de 21 de agosto. Este Decreto-Lei caracteriza assim as instalações
elétricas (IE) em baixa tensão (BT), média tensão (MT) ou em alta tensão (AT), classificando
as em três tipos, A, B ou C (DGEG, 2022).

Instalações Elétricas do Tipo A

Nesta categoria estão englobadas todas as instalações elétricas com produção própria,
de carácter temporário ou itinerante, de segurança ou socorro, quando não integrem centros
electroprodutores sujeitos a controlo prévio ao abrigo de regimes jurídicos próprios (DGEG,
2022).

Instalações Elétricas do Tipo B

Nesta categoria estão englobadas todas as instalações elétricas que sejam alimentadas
pela RESP, em média, alta ou muito alta tensão. Estes tipos de instalações carecem de um
Posto de Transformação e Secionamento (PTS) (iep, 2022).

Instalações Elétricas do Tipo C

Nesta categoria estão englobadas todas as instalações elétricas alimentadas em BT,


podendo estas ser alimentas a uma tensão de 230V ou 400V.

[Link] de Baixa Tensão

A rede de BT, pode classificar-se de duas maneiras segundo a sua forma de


estabelecimento, podendo ser aéreas ou subterrâneas. A rede de BT está frequentemente
sujeita a alterações, devendo-se essencialmente aos novos locais de consumo e a aumentos de
potência, consoante a necessidade do consumidor.

3
A alimentação em BT pode ainda ser divida em dois tipos, sendo ela Baixa Tensão
Normal (BTN) ou Baixa Tensão Especial (BTE) (E-REDES, 2022).

Baixa Tensão Normal

A BTN fornece potências entre 1,15 kVA e 41,40 kVA, podendo ser alimentadas em
regime monofásico ou trifásico. Estas potências são normalizadas por escalões, conforme
podemos verificar na tabela 1 (E-REDES, 2022).

Tabela 1 - Escalões de Potências Normalizadas BTN


Monofásico Trifásico
P (kVA) In (A) P (kVA) In (A)
1,15 5 6,90 3 x 10
2,30 10 10,35 3 x 15
3,45 15 13,80 3 x 20
4,60 20 17,25 3 x 25
5,75 25 20,70 3 x 30
6,90 30 27,60 3 x 40
10,35 45 34,50 3 x 50
13,80 60 41,40 3 x 60

Fonte: Elaboração própria a partir de (EDP – Distribuição, 2020)

Baixa Tensão Especial

Na BTE não existem escalões de potências normalizadas podendo ser requisitada


qualquer valor de potência superior a 41,40 kVA. De acordo com a potência/corrente a
instalar, também o tipo de portinhola a instalar irá variar, sendo normalizadas por escalões
como podemos observar na tabela 2 (E-REDES, 2021).

Tabela 2 – Tipos de Portinholas

Potência Máxima Admissível (kVA) Corrente Máxima/ Fase (A) Designação

10,35 45 P45
41,40 60 P60
69 100 P100
250 400 P400
630 1000 P1000

Fonte: Elaboração própria a partir de (E-REDES, 2021)

4
[Link] de Média Tensão

A rede de MT tem início nas subestações onde acontece a transformação do valor de


AT para MT. A rede de MT surge como primária na rede de distribuição de energia elétrica,
com o intuito de alimentar clientes de média tensão (como por exemplo indústrias), postos de
transformação de iluminação pública, e os postos de transformação que geram circuitos de
distribuição secundários para alimentar clientes em BT.

[Link] de Postos de Transformação e Seccionamento

Os PTS’s enquadram-se num sistema de distribuição de energia elétrica, entre as redes


de distribuição de MT e as redes de distribuição de BT, efetuando através dos
transformadores de MT/BT a necessária transformação da energia (EDP - Distribuição, 2020).

Os PTS’s situam-se assim, numa generalidade, em locais onde é necessário a


utilização do nível de tensão de BT (400-230V) para fazer face às necessidades da sua
utilização dos consumidores, quer ao nível doméstico e de serviços, quer ao nível industrial.

Localizam-se próximos dos centros de consumo, em diferentes áreas geográficas e


com exigências diversas, como por exemplo: zonas rurais, semiurbanas e urbanas, zonas
industriais, loteamentos e urbanizações, zonas de baixa, média ou elevada densidade de carga,
com média ou elevada exigência de qualidade de serviço, de domínio público ou privado
(EDP - Distribuição, 2020).

Os PTS’s podem ser classificados segundo os seguintes tipos construtivos:

- Aéreos (Figura 1);

- Em cabina alta (Figura 2);

- Em cabina baixa (Figura 2);

Figura 1 - PTS AS / e PTS AI

5
Figura 2 - PT Cabine Baixa e PT Cabine Alta

[Link] Constituintes do Posto de Transformação

O Posto de Transformação (PT) é constituído essencialmente por três componentes,


sendo eles as celas de média tensão de interrupção/seccionamento e proteção, o transformador
e o Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT).

Celas de Média Tensão

As celas de média tensão têm como principais funções realizar o isolamento dos
equipamentos em caso de falha, realizar as reconfigurações de redes, para reparações ou em
caso de emergência quando se torne necessário alimentar cargas críticas por diferentes
caminhos e ainda realizar o controlo de equipamentos, como por exemplo a entrada ou saída
de transformadores.

A um conjunto de celas de media tensão dá-se o nome de Quadro de Média Tensão


(QMT). O QMT pode ser utilizado por duas entidades, pela concessionaria de energia elétrica,
quando se trata de sistemas de transmissão de energia e de distribuição, e por clientes
privados, como por exemplo em instalações industriais ou comerciais. Um QMT é constituído
por vários dispositivos de proteção (disjuntores, fusíveis ou interrutores-seccionadores) e
realizam a distribuição da energia para várias secções de uma instalação ou sistema.

São também fabricados de modo a oferecer proteção para pessoas e equipamentos ao


longo de toda a instalação. Cada cela é colocada num compartimento metálico separados,
corretamente conectados à terra, de forma a fornecer maior segurança, robustez e facilidade
de manutenção. Existem inúmeras soluções de celas de média tensão, distinguindo-se entre si
pela sua função e ou pelo tipo de corte (Paiva, 2020).

6
Transformadores

O transformador é o aparelho que realiza a transformação da tensão para os valores de


distribuição de energia elétrica, reduzindo o valor da linha para o nível usado pelo
consumidor. Os transformadores podem se dividir em dois grupos, sendo eles (E-REDES,
2021):

Transformador a Óleo

- São transformadores trifásicos de distribuição, herméticos, imersos em óleo mineral


para uma melhor condução do calor gerado internamente para o exterior (figura 3).

Figura 3 - Exemplo Transformador a Óleo


Transformador Seco

- São transformadores trifásicos de distribuição, secos, capsulados em resina ignífuga,


comercialmente designados de PowerCast, com uma manutenção reduzida (figura 4).

Figura 4 - Exemplo de Transformador Seco

Quadro Geral de Baixa Tensão

O QGBT é responsável pela distribuição da energia do PT para a instalação de BT,


está localizado logo após os equipamentos de proteção, seccionamento e manobra de cargas.
O QGBT para alem de realizar a distribuição de energia para a instalação, garante também a
segurança, não só na distribuição de energia, mas também na manutenção do conjunto elétrico
(E-REDES, 2021).

7
[Link]ção à Rede

Para uma instalação, ser ligada à rede elétrica de distribuição pública em baixa tensão,
primeiramente dever-se-á calcular qual a potência mais adequada para a instalação em causa.
Calculada a potência necessária para a instalação, terá de se tratar da ligação à rede. Para tal
existem dois pontos necessários para se obter a ligação de uma instalação, sendo eles:

- O pedido de condições de ligação à rede (PCLR), para valores de potência


requisitada superiores a 41,4 kVA, onde o operador de rede irá realizar uma avaliação prévia
das instalações, e posteriormente informará das respetivas condições técnicas (E-REDES,
2022);

- O pedido de ligação à rede (PLR), este é realizado para qualquer tipo de instalação e
potência, nos casos em que a potência seja superior a 41,4 kVA o PLR só pode ser efetuado
após que o PCLR seja dado como viável. Para a abertura do PLR, o cliente deverá realizar o
pedido junto do operador o qual lhe irá fornecer posteriormente um orçamento para a
execução da ligação.

A avaliação da potência requisitada corresponde à soma das potências de todas as


instalações alimentadas pelo mesmo ramal, de acordo com os coeficientes de simultaneidade
previstos nas Regras Técnicas de Instalação Elétrica de Baixa Tensão (RTIEBT), e conforme
a ficha eletrotécnica. Para efetuar o PCLR ou PLR, deverá enviar-se um conjunto de dados da
instalação para o endereço de email referente ao concelho onde esta se localiza, ou em
alternativa, formalizar o pedido através dos canais de atendimento E-REDES (nomeadamente
linha telefónica, site e pontos de atendimento). Na figura 5 podemos observar quais as etapas
necessárias para o procedimento do PLR (E-REDES, 2021).

Figura 5 - Etapas do procedimento do PLR

8
[Link]

Após a ligação à rede ser realizada, é necessário realizar uma vistoria à instalação.
Esta vistoria tem de ser realizada por uma das entidades inspetoras de instalações elétricas de
serviço particular, reconhecida pela Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), as quais
podemos observar na tabela 3.

Tabela 3 - Lista de Entidades Inspetoras


Entidades Inspetoras de Instalações Elétricas de Serviço Particular
ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade
LIQ – Laboratório Industrial da Qualidade
IEP – Instituto Eletrotécnico Português
AP – Técnicas de Inspeção Unipessoal, Lda.
GATECI – Gabinete Técnico de Certificação e Inspeção, Lda.
CERTITEL – Certificações Unipessoal, Lda.
AnalíticaES, Lda.
Coproffis, Engenharia, Consultadoria e Formação Lda.

Fonte: Elaboração própria a partir de (DGEG, 2022)

A entidade, faz a verificação do cumprimento das instalações com as normas e


regulamentos aplicáveis, verifica as condições da instalação e realiza uma avaliação do estado
de manutenção e degradação das instalações e equipamentos. Depois de concluída a vistoria,
é emitida uma declaração de inspeção onde menciona que a instalação está aprovada, ou
aprovada com deficiências a serem alteradas, ou ainda reprovada com a indicação das
deficiências e eventual proibição de ligação ou fornecimento de energia elétrica (REXEL,
2021).

Caso a declaração mencione uma deficiência não grave, o pedido é deferido, mas fica
sujeito a um prazo de caducidade de 60 dias contados da data da notificação da decisão,
durante os quais deve ser comprovada a superação das deficiências.

Quando se trata de uma ligação á rede de instalações residências, de categoria C, com


uma potência inferior a 10,35 kVA, estas não carecem de vistoria, desde que sejam
acompanhadas do termo de responsabilidade de execução e a ficha eletrotécnica, do técnico
responsável pela execução a título individual (REXEL, 2021).

9
[Link]ção de Instalações Elétricas

Todas as IE que sejam alimentadas por um PT particular, designadas também por


exploração de instalações elétricas, carecem obrigatoriamente de um técnico responsável pela
exploração (DGEG, 2022).

A entrada do Decreto-Lei nº 96/2017 em vigor, veio regular os requisitos de acesso e o


exercício da atividade dos técnicos responsáveis das instalações elétricas de serviço particular
alimentadas pela rede elétrica de serviço público em baixa, média e alta tensão, e das
instalações com produção própria, de caráter temporário ou itinerante, de segurança ou de
socorro (DGEG, 2022).

A manutenção das IE é fundamental para a segurança dos utilizadores e o


cumprimento dos requisitos legais. Cabe ao técnico responsável, a missão de promover a
frequência e todos os aspetos relevantes de acordo com a legislação (DGEG, 2022).

O técnico responsável pela exploração deverá inspecionar as IE com uma frequência


no mínimo de duas vezes por ano, a fim de proceder às verificações, ensaios e medições
regulamentares. As duas inspeções obrigatórias devem ser feitas, uma durante os meses de
Verão e outra durante os meses de Inverno.

Após essa mesma inspeção, o técnico responsável deverá preencher o Relatório - Tipo
do Técnico Responsável Pela Exploração de Instalações Elétricas (modelo 937 – ANEXO III-
3), o qual contém toda a informação descrita pelo técnico de como as instalações se
encontram, as anomalias a resolver e todas as medições efetuadas (DGEG, 2022).

O “modelo 937” é exclusivo do ministério da economia e do emprego e apenas se


pode adquirir em formato digital ou papel, na imprensa nacional da casa da moeda. A
contrafação desses modelos é ilegal. Após o devido preenchimento, do “modelo 937”, este
deverá ser remetido á DGEG da divisão correspondente á área onde é sita a exploração, em
formato digital e papel (DGEG, 2022).

10
2.2. Infraestruturas Elétricas

[Link]ção de Locais

A segurança das IE de um edifício (habitacional, comercial e com outros tipos de


utilização), e das pessoas que o utilizam depende da complexidade do edifício, da natureza
dos materiais do edifício, das competências das pessoas, da natureza e das influências
ambientais a que estão sujeitas.

Influências Externas
As RTIEBT, classificam as influências externas em 3 categorias:

- A- Ambientes;

- B- Utilizações;

- C- Construção dos edifícios.

A - Ambientes
A categoria de ambientes encontra-se dividida em 17 naturezas de influência.
Atendendo as RTIEBT, a codificação e a classificação das influências externas quanto aos
ambientes, para todos os locais do edifício são as que se encontram na tabela 4 (RTIEBT,
2000).

Tabela 4 - Influências externas quanto aos ambientes


Influencias Externas Quanto aos Ambientes
A Temperatura Ambiente
B Condições Climáticas
C Altitude
D Presença De Água
E Presença De Corpos Sólidos Estranhos
F Presença De Substâncias Corrosivas Ou Poluentes
G Ações Mecânicas (Impactos)
H Ações Mecânicas (Vibrações)
J Ações Mecânicas Outras Ações Mecânicas)
K Presença De Flora Ou De Bolores

11
L Presença De Fauna
M Influências Eletromagnéticas, Electroestáticas Ou Ionizantes
N Radiações Solares
P Efeitos Sísmicos
Q Descargas Atmosféricas, Nívelcerâunico
R Movimentos Do Ar
S Vento
Fonte: Elaboração própria a partir de (RTIEBT, 2000)

B – Utilizações
A categoria de utilizações encontra-se dividida em 5 naturezas de influência.
Atendendo às RTIEBT, a codificação e a classificação das influências externas quanto às
utilizações, para todos os locais do edifício são as que se encontram na tabela 5 (RTIEBT,
2000).

Tabela 5 - Influencias externas quanto as utilizações

Influencias Externas Quanto as Utilizações

A Competência Das Pessoas BA1


B Resistência Elétrica Do Corpo Humano BB1
C Contacto Das Pessoas Com O Potencial Da Terra BC2
D Evacuação Das Pessoas Em Caso De Emergência BD1
E Natureza Dos Produtos Tratados Ou Armazenados BE1/BE2 (estacionamento)
Fonte: Elaboração própria a partir de (RTIEBT, 2000)

C - Construção dos Edifícios


A categoria de construção dos edifícios encontra-se dividida em 2 naturezas de
influência. Atendendo às RTIEBT, a codificação e a classificação das influências externas
quanto à construção, para os locais do edifício são as que se encontram na tabela 6 (RTIEBT,
2000).

Tabela 6 - Influencias externas quanto a construção dos edifícios


Influencias Externas Quanto a Construção dos Edifícios
A Materiais De Construção CA1
B Estrutura Dos Edifícios CB1
Fonte: Elaboração própria a partir de (RTIEBT, 2000)

12
[Link]ções Sanitárias

As instalações sanitárias são locais onde existem diferentes influências externas, em


função dos diversos volumes. Assim, admite-se que as classificações dos pontos anteriores
são válidas para o volume exterior. Para os restantes, deve ter-se em conta as particularidades
da tabela 7 (RTIEBT, 2000).

Tabela 7 - Classificação Quanto aos Volumes de Água


Volumes
0 1 2 3
Presença de Água AD7 AD4 AD3 AD2
Resistência Elétrica do Corpo Humano BB3 BB2
Contacto das Pessoas com o Potencial da Terra BC3
Fonte: Elaboração própria a partir de (RTIEBT, 2000)

Os materiais a utilizar na execução das instalações devem possuir e conservar


características elétricas, mecânicas, físicas e químicas adequadas às condições de
funcionamento e não devem provocar nas instalações danos de natureza mecânica, física,
química ou eletrolítica, nem causar perturbações nas instalações vizinhas.

2.2.3.Índice de Proteção e Proteção Contra Impactos Mecânicos

Para se saber se um material possui proteção contra danos físicos, ou se é adequado


para utilizar em áreas que estão sujeitas à projeção de água ou ao contacto com outros objetos
prejudiciais ao seu funcionamento, como por exemplo poeiras e limalhas, é necessário
verificar se ele possui o Índice de Proteção (IP) adequado.

O IP identifica-se pela sigla IP seguida de dois números, em que o primeiro diz


respeito à proteção contra corpos sólidos e o segundo quanto à proteção contra líquidos. Na
tabela 8 podemos observar os vários níveis de IP existentes segundo a Norma Europeia – EN
60529.

13
Tabela 8 - Índice de proteção dos materiais

Primeiro Número Segundo Número

IP Proteção Contra Corpos Sólidos IP Proteção Contra Líquidos

0 Sem proteção 0 Sem proteção


Proteção contra quedas verticais de água
1 Proteção contra corpos superiores a 50mm 1
(condensação)
Proteção contra quedas de água com
2 Proteção contra corpos superiores a 12mm 2
direção de até 15º
Proteção contra água com direção de até
3 Proteção contra corpos superiores a 2,5mm 3
60º
Proteção contra projeção de água em
4 Proteção contra corpos superiores a 1mm 4
todas as direções
Proteção contra poeiras (sem sedimentos Proteção contra jatos de água em todas
5 5
prejudiciais) as direções
Proteção contra jatos de água
6 Totalmente protegido contra poeiras 6
semelhantes aos golpes do mar
7 Proteção contra a imersão
Proteção contra os efeitos prolongados
8
da imersão sob pressão
Fonte: Elaboração própria a partir de (RTIEBT, 2000)

O Índice de Proteção Contra Impactos Mecânicos (IK) classifica os invólucros dos


equipamentos elétricos contra os impactos mecânicos em todas as suas faces. Esta
classificação é feita através de duas letras IK e dois números de 00 a 10.

O índice mais baixo é o IK00 e significa que não têm proteção contra impactos
mecânicos e o índice mais alto é o IK10 e é equivalente ao impacto de um objeto, com o peso
de 5000g e uma energia de 20 joule em queda livre a uma altura de 40 cm, como podemos
observar na tabela 9 segundo a Norma Europeia – EN 62262.

Tabela 9 - Índice de proteção contra impactos mecânicos


Grau IK Altura Impacto (cm) Peso (g) Energia (J)
IK 00 - - -
IK 01 7,5 200 0,15
IK 02 10 200 0,2
IK 03 17,5 200 0,35

14
IK 04 25 200 0,5
IK 05 35 200 0,7
IK 06 20 500 1
IK 07 40 500 2
IK 08 29,5 1700 5
IK 09 20 5000 10
IK 10 40 5000 20
Fonte: Elaboração própria a partir de (Melhor Segurança, 2021)

Após se saber quais as influências que cada divisão está exposta e qual o IP e IK
adequado para os materiais a instalar, deve-se identificar os locais com uma letra de A a I,
segundo a tabela 10.

Tabela 10 - Classificação de Locais


Classificação de Locais A B C D E F G H I
Temperatura Ambiente A44 A44 A44 A44 A44 A44 A44 A44 A44
Condições Climatéricas AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1
Altitude AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1
Presença de Água AD1 AD7 AD5 AD4 AD3 AD3 AD1 AD4 AD1
Presença de Corpos
AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1
Sólidos Estranhos
Presença de Substâncias
AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1
Corrosivas ou Poluentes
Impactos AG1 AG1 AG1 AG1 AG1 AG1* AG1 AG1 AG1
Vibrações AH1 AH1 AH2 AH1 AH1 AH1 AH1 AH1 AH1
Outras Ações Mecânicas AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ
Presença de Fauna ou
AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1
Bolores
Presença de Fauna AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1
Influencia
Eletromagnéticas
AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1
Eletroestáticas ou
Ionizantes
Radiações Solares AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1
Efeitos Sísmicos AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1
Descargas atmosféricas AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1
Movimento do Ar AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1

15
Vento AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1
Competência das
BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1
Pessoas
Resistência Elétrica do
BB1 BB3 BB3 BB3 BB3 BB2 BB1 BB3 BB1
Corpo Humano
Contacto das Pessoas
BC2 BC3 BC3 BC3 BC3 BC2 BC2 BC3 BC2
Com o potencial da terra
Evacuação das pessoas
BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1
em caso de emergência
Natureza dos produtos
BE1 BE1 BE2 BE1 BE1 BE1 BE2 BE1 BE3
armazenados
Materiais de Construção CA1 CA2 CA2 CA1 CA1 CA1 CA1 CA1 CA1
Estrutura dos Edifícios CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1
Materiais da Construção IP20 IP67 IP65 IP54 IP21 IP43 IP43 IP55 IP65
Estrutura dos Edifícios IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 IK04

*AG3 e IK09 para instalações elétricas estabelecidas à vista a menos de dois metros do piso.

*Os locais não sinalizados serão considerados local Tipo A.

[Link] de Terras

Para garantir a proteção das pessoas contra contactos indiretos, terá de se usar para tal
um circuito geral de terra, ao qual devem ser ligadas todas as massas metálicas da instalação,
que em funcionamento, não devem estar em tensão, tais como:

- Polos de terra das tomadas;

- Base metálica dos aparelhos de Iluminação;

- Canalizações metálicas;

- Todas as carcaças metálicas dos equipamentos de alimentação elétrica.

Para uma instalação deste tipo torna-se essencial adotar uma solução que para além de
garantir uma adequada proteção de pessoas e bens, garanta a máxima continuidade de serviço
possível. A ligação à terra dos diversos aparelhos de utilização deve ser feita a partir dos
correspondentes quadros elétricos, sendo os respetivos condutores de proteção do mesmo tipo
que o condutor ativo da canalização a que dizem respeito e fazendo parte integrante da
mesma.

16
O corte automático das instalações, em caso de defeitos à terra, deve ser assegurado
por interruptores/disjuntores, sensíveis à corrente residual-diferencial, de média/alta
sensibilidade, a instalar nos diferentes quadros elétricos.

A rede de terras de um edifício consiste em vários piquetes de terra interligados por


um cabo de cobre nu com uma secção de 50mm2, enterrado ao nível das fundações do
edifício, a uma profundidade mínima de 0,80m, como podemos verificar no exemplo da
figura 6. Os piquetes devem ser de aço-cobreado, nunca inferior a 2000x15x0,5mm, enterrado
verticalmente no solo, a uma profundidade tal que entre a superfície do solo e a parte superior
do elétrodo haja uma distância mínima de 0,80m. O valor da resistência de terra deve ser
inferior a 20Ω (E-REDES, E-REDES Distribuição de Eletrecidade, s.d.).

Figura 6 - Piquete de Terra

[Link] de Ligação à Terra

Os esquemas de ligação à terra, no âmbito das RTIEBT, são identificados por duas
letras, sendo: (RTIEBT, 2000)

A primeira letra, relativa à situação da alimentação em relação à terra:

T - Ligação direta de um ponto à terra;

I - Isolamento de todas as partes ativas em relação à terra ou ligação de um ponto à


terra por meio de uma impedância.

E a segunda letra, relativa à situação das massas da instalação elétrica em relação à


terra:

T - Massas ligadas diretamente à terra, independentemente da eventual ligação à terra


de um ponto da alimentação;

17
N - Ligação elétrica direta das massas ao ponto de alimentação ligado à terra (em
corrente alternada, o ponto ligado à terra é, em regra, o ponto neutro ou, se este não for
acessível, um condutor de fase).

Outras Letras, (eventuais) - relativa à disposição do condutor neutro e do condutor de


proteção:

S - Função de neutro e de proteção garantidas por condutores distintos (condutor N e


condutor PE);

C - Função de neutro e de proteção combinadas num único condutor (condutor PEN).

[Link] e Equipamentos

Na implementação dos circuitos de tomadas e equipamentos devem ser adotados


esquemas e equipamentos que visam incrementar a segurança das pessoas contra os riscos
associados a aplicações da eletricidade, salientando:

- Utilização generalizada de tomadas com borne de terra, tipo SCHUKO 250V/16A,


para montagem embebida e serem instaladas a uma altura uniforme de 0,30m, medida desde o
pavimento acabado ao bordo interior da caixa de aparelhagem.

- Distribuição dos circuitos de tomadas por disjuntores diferenciais de alta


sensibilidade.

Nos quadros elétricos, alimentados com uma potência trifásica, deve ser realizada uma
distribuição de forma equilibrada consoante as cargas de cada circuito, ligando as tomadas
alternadamente a cada fase, para assim ficarem equilibradas.

Os circuitos de alimentação a equipamentos devem terminar em caixa de ligação


dotadas de placas de ligação em cerâmica fixas à sua base, e a ligação aos equipamentos deve
ser realizada através de cabos flexíveis. Estes cabos devem ser convenientemente fixados às
caixas referidas por meio de abraçadeiras que os mantenham solidários com a caixa, para que
não se transmitam à placa eventuais tensões mecânicas devido a acidentais movimentações
indevidas dos recetores.

A proteção das pessoas contra contatos indiretos deve ser feita por meio de
interruptores ou disjuntores sensíveis à corrente diferencial residual, com alta sensibilidade de
30mA para os circuitos de tomadas e equipamentos.

18
[Link] Elétricos

Os quadros elétricos a instalar devem ser próprios para montagem saliente, em nichos
com portas de dimensões apropriadas devendo ter entrada e saídas por cima e por baixo, e
possuindo apenas um painel no qual terá origem todas as canalizações.

Os quadros devem ser dotados de um barramento de proteção, ao qual devem ser


ligados os condutores de proteção. Estes devem ainda ser dotados de barramentos
dimensionados relativamente ao aquecimento, quanto à resistência e aos esforços
eletrodinâmicos que possam ser submetidos e devem ainda estar devidamente identificados
com as cores regulamentares.

O quadro geral deve ser instalado próximo da entrada principal e este fará a
distribuição de energia, em BT. O quadro terá de conter sinalização e os dispositivos de
manobra necessários para o comando e controlo da rede de distribuição que lhe está afeta.

A proteção das pessoas contra contatos indiretos deve ser feita por meio de
interruptores ou disjuntores sensíveis à corrente diferencial residual, com média e alta
sensibilidade 300mA (circuitos de iluminação) e 30mA (circuitos de tomadas e
equipamentos), respetivamente.

Os barramentos existentes devem ser dimensionados para uma densidade de corrente


que não ultrapasse os 2A/mm² e ficarem assentes em suportes isolantes de forma a resistirem
aos esforços eletrodinâmicos de curto-circuito.

Nas ligações aos barramentos devem ser utilizados terminais de compressão e


parafusos, não sendo permitido a execução de olhais com os próprios condutores.

Toda a montagem e ligações devem ser executadas de modo a permitirem retirar


qualquer aparelho para trabalhos de conservação, sem necessidade de desmontar os restantes.
O número de barras nos barramentos trifásicos corresponderá às fases L1, L2 e L3, ao neutro
e à terra e devem de estar devidamente identificados por meio das cores convencionais
(RTIEBT, 2000).

Os invólucros dos quadros devem garantir o grau de proteção adequado ao local onde
forem instalados de acordo com a NP EN 60529 e EN 50102. Se forem metálicos esses
invólucros devem ser ligados ao barramento de terra, assegurando-se a continuidade elétrica
com as portas no mesmo material por meio de condutores flexíveis.

19
[Link] de Colunas

No Quadro de Colunas (QC) é onde se realiza a chegada da energia proveniente da


portinhola, e onde se executa a distribuição da mesma por todas as frações do edifício, sejam
elas habitacionais ou das respetivas áreas comuns. O QC é constituído pela caixa de corte
geral, caixa de barramento, caixas de proteção, e caixa de contadores. A montagem do QC
pode classificar-se de duas formas (RTIEBT, 2000):

- Quadro de Colunas Centralizado

É designado por quadro de colunas centralizado, quando todos os constituintes do QC


estão centralizados num só bloco, saindo diretamente desse bloco a alimentação para cada
habitação, como é o caso do projeto em estudo, e como podemos observar na figura 7
(RTIEBT, 2000).

Figura 7 - Esquema unifilar e pormenor do quadro de colunas centralizado

- Quadro de Colunas Com Coluna Montante

Este tipo de montagem é designado por quadro de colunas com coluna montante,
devido à distribuição ser feita em cada piso através de uma caixa de colunas, e não se
encontrar centralizada no piso de entrada do edifício como podemos observar na figura 8. A
coluna montante requer um ducto técnico, com dimensões tabelados consoante a tabela 11.

20
Figura 8 - Quadro de Colunas Com Coluna Montante

Tabela 11 - Dimensões ducto técnico


Colunas L1 (cm) L2 (cm) Largura das portas (cm)
In ≤ 200 A (1) 60 73 63
400 A ≥ In > 200 A (1) 103 116 106
(1) - In é a corrente estipulada da coluna de maior capacidade de transporte colocada no ducto
Fonte: Elaboração própria a partir de (RTIEBT, 2000)

[Link] Serviços Comuns

O quadro de serviços comuns, destina-se a alimentar todas as zonas comuns do


edifício, como por exemplo a iluminação da caixa de escadas, iluminação exterior, iluminação
de segurança e outros quadros que alimentem equipamentos de utilização comum. O quadro
de serviços comuns deve ser localizado junto da entrada do edifício e sempre que possível, na
proximidade do QC. O esquema deste quadro será idêntico ao das habitações.

2.2.10. Cálculo de Cablagem

O cálculo de cabelagem é um dos componentes mais importante do projeto, pois um


cálculo de cabelagem mal efetuado pode pôr em causa toda a segurança da instalação. É no
cálculo de cablagem que definimos as secções dos cabos, que são adequadas às potências que
neles passam.

Quando estamos a calcular um cabo de alimentação devemos ter em atenção a


distância e corrente admissível do cabo, para que as quedas de tensão estejam abaixo dos
valores aconselháveis de 1% na coluna montante e 0,5% nas entradas.

21
2.2.11. Iluminação de Segurança

Nos estabelecimentos sujeitos a receberem público e no caso de haver uma interrupção


da iluminação normal, é obrigatório existir um sistema de iluminação alternativo, que auxilie
as pessoas a procederem à sua evacuação de modo simples e seguro para o exterior do
edifício, bem como para a execução de manobras relativas à segurança e à intervenção dos
meios de socorro (Indusmelec, 2014).

A iluminação de segurança pode ser dividida em 5 categorias, segundo a lotação do


edifício, como podemos observar na tabela 12.

Tabela 12 - Caracterização da iluminação de segurança quanto a lotação

Categoria Lotação (N)

1º N > 1000
2º 500 < N ≤ 1000
3º 200 < N ≤ 500
4º 50 < N ≤ 200
5º N ≤ 50

Fonte: Elaboração própria a partir de (Indusmelec, 2014)

Segundo as RTIEBT a iluminação de segurança é ainda classificada em quatro tipos


sendo eles:

Iluminação de Segurança do Tipo A

Nesta categoria a alimentação tem de ser assegurada por uma fonte central,
como por exemplo uma bateria ou um grupo de geradores. Nos estabelecimentos em que esta
se aplique, quando na presença de público, as lâmpadas de iluminação de segurança devem
ser alimentadas em permanência (RTIEBT, 2000).

Iluminação de Segurança do Tipo B

Nesta categoria a alimentação tem de ser assegurada por uma fonte central,
como por exemplo uma bateria ou um grupo de geradores, ou podem ser utilizados blocos
autónomos. Quando utilizados blocos autónomos tem de se verificar os seguintes requisitos
(RTIEBT, 2000):

22
- Para iluminação de ambiente, os blocos têm de ser fluorescentes do tipo permanente;
- Para iluminação de circulação os blocos podem ser fluorescentes do tipo permanente
incandescentes.
Iluminação de Segurança do Tipo C

Nesta categoria a alimentação tem de ser assegurada por uma fonte central,
como por exemplo uma bateria ou um grupo de geradores, ou podem ser utilizados blocos
autónomos. Quando utilizados estes blocos podem ser do tipo permanente ou não permanente
(RTIEBT, 2000).

Iluminação de Segurança do Tipo D

Nesta categoria a iluminação pode ser constituída por lanternas portáteis,


alimentadas por pilhas ou por baterias, colocadas à disposição das entidades responsáveis pela
segurança do estabelecimento (RTIEBT, 2000).

Tabela 13 - Tipo de iluminação de segurança a aplicar


Categoria (Segundo a Lotação)
Natureza do Edifício
1º 2º 3º 4º 5º
Administrativo C C C C D
Escolar C C C C D
Hospitalar B B B B D
Turístico e Estabelecimentos Similares C C C C D
Comercial A/B A/B B B D
A1 (Salas de Espetáculos) B B B C D
A2 (salas de Diversão) B B C C D
A3 (Pavilhões Desportivos) B C C C D
A4 (Recintos Itinerantes ou Improvisados) C C C C D
A5 (Locais ao Ar Livre) C C C - -
De Culto C C C C/D D

Fonte: Elaboração própria a partir de (Indusmelec, 2014)

As partes constituintes dos aparelhos da iluminação de segurança (tais como, os


invólucros dos dispositivos de fixação, os difusores, os dispositivos de ocultação, os suportes
de lâmpadas de incandescência e os terminais desses aparelhos) devem satisfazer o ensaio “do
fio incandescente” para uma temperatura de 850 °C, com um tempo de extinção das chamas,
após retirada do fio incandescente, não superior a 5 s.

23
Em edifícios de habitação de altura superior a 28 m devem ser previstas, nas zonas
comuns, instalações de segurança, independentemente do número de pessoas que no mesmo
possam permanecer ou circular as quais devem satisfazer às seguintes regras:

- Os edifícios devem dispor de fontes de alimentação de segurança destinadas a


garantir o funcionamento de instalações cuja operacionalidade importa manter em caso de
falta de energia da rede de abastecimento (pública) de energia elétrica, para facilitar a
evacuação dos seus ocupantes e a intervenção dos bombeiros, nomeadamente:

a) a instalação da iluminação de segurança dos caminhos de evacuação;

b) a instalação de ventilação mecânica para desenfumagem dos caminhos de


evacuação;

c) a instalação de alerta do encarregado de segurança e de alarme dos residentes, em


caso de incêndio.

- Nos caminhos de evacuação devem ser instalados aparelhos de iluminação de


segurança por forma a facilitar a evacuação das pessoas e a intervenção dos bombeiros. Esses
aparelhos de iluminação devem entrar automaticamente em serviço em caso de interrupção da
alimentação normal do edifício.

- O número e a localização dos aparelhos da iluminação de segurança devem ser


escolhidos tendo em conta as configurações das comunicações horizontais comuns e das
escadas e a necessidade de garantir a visibilidade dos indicativos de segurança nelas
existentes.

- Os aparelhos da iluminação de segurança podem ser do tipo blocos autónomos ou


serem alimentados por uma fonte central de segurança.

2.2.12. Canalizações e Caminhos de Cabos

As canalizações nos estabelecimentos comerciais, devem ser na sua generalidade


instaladas em caminhos de cabos ou embebidos nos elementos da construção. Os caminhos de
cabos devem ser metálicos, construídos em chapa de aço macio, perfurada e estampada,
galvanizada a quente em banda contínua antes da maquinação conforme a norma EN 10346,
para correntes fortes e fracas em conformidade com as peças desenhadas, dimensionados de
forma a facilitar a instalação, a manutenção e futuras ampliações.

24
Os acessórios de suporte e fixação devem possuir galvanização igual ou superior à da
esteira, ser do mesmo fabricante, e escolhidos tendo em conta o peso total que os diversos
troços de esteira possam vir a suportar, bem como a distância entre suportes. Em todo o caso,
devem ser consultadas as especificações do fabricante.

De modo a evitar esforços de tração dos cabos, um dos lados da esteira deve ficar
completamente livre, pelo que devem ser utilizados pendurais de teto, do tipo consola de teto.
A ligação equipotencial entre segmentos contínuos da esteira está assegurada, sem acessórios,
conforme teste segundo a norma EN 61537, não obstante o anteriormente mencionado, por
opção técnica, considerou-se existir a necessidade de executar uma ligação equipotencial
suplementar que ligue rigidamente as esteiras à terra junto a todos os quadros elétricos e de 5
em 5m em todo o seu percurso, recorrendo a um cabo contínuo, com secção de 10 mm² e
ligadores de aperto, com isolamento adequado às condições climatéricas. Nas zonas de união
com acessórios devem ser aplicados “shunts” com condutor de cobre com a mesma secção.

2.2.13. Índice de Restituição Cromática da Iluminação

Um ponto importante na realização do projeto de iluminação de um estabelecimento


comercial, é o índice de restituição cromática da iluminação, pois esta muitas vezes é a
imagem do estabelecimento e faz com que o próprio tenha mais êxito. Segundo estudos, a cor
dos produtos é o atributo mais importante para o cliente no ato de decidir a sua compra.

Logo uma boa iluminação dos expositores, destacando os produtos e as suas cores
naturais, faz com que o consumidor se sinta mais atrativo para comprar (Dicasled, 2019).

As secções que obtêm mais relevância dentro dos estabelecimentos comerciais são os
expositores de alimentos frescos, tais como as zonas do talho, peixaria, padaria, frutas e
legumes, pois são nestes em que o fator iluminação distingue um comercio normal de um
superior. Além de reduzir o consumo, muitas vezes a escolha da iluminação adequada,
assegura com que o estado de conservação dos alimentos seja mais prolongado (Dicasled,
2019).

2.2.14. Gestão Técnica Centralizada

O Sistema de Gestão Técnica Centralizada (GTC), é um sistema essencial para uma


boa eficiência e racionalização energética do edifício.

25
Optar por estratégias corretas em todas as áreas técnicas do edifício, em especial nas
de AVAC e eletricidade, devidamente planificadas e coordenadas, a par da correta seleção de
equipamentos, convenientemente dimensionados, são essenciais para poder atingir esses
objetivos (Controls, 2013).

A GTC é, sem dúvida, o instrumento que permite, ao longo dos muitos anos de vida
expectável do edifício, estabelecer, adaptar e readaptar, estratégias operacionais, monitorizar
todos os sistemas e órgãos vitais do edifício e ajudar efetivamente o seu gestor técnico na
condução diária de modo a satisfazer, com eficiência, as suas reais necessidades. A GTC para
realizar a monotorização das várias áreas técnicas do edifício, usa os seguintes equipamentos
(Controls, 2013):

- Sondas de temperatura;

- Sondas de humidade;

- Sondas de Pressão;

- Sondas de Velocidade;

- Sondas de Qualidade do Ar Interior;

- Luxímetros;

- Analisadores de Energia;

- Contadores de Consumo.

Um sistema que trabalha em paralelo com a GTC, é o Digital Addressable Lighting


Interface (DALI). Este é um sistema comum para todos os componentes da iluminação,
permitindo controlá-los de forma digital. Com este sistema, todos os controladores, sensores,
equipamentos de controlo eletrónico e luminárias trabalham em conjunto. Esta interface
funciona como uma estrutura de master e slave, onde a informação flui de um controlador,
que opera como mestre, até aos equipamentos de iluminação ou outros controladores que
funcionam como escravos, executando os comandos ou respondendo aos pedidos de
informação recebidos. O fluxo de informação do DALI é bidirecional, pois para além de
comandar o nível de iluminação, também permite obter informações sobre e em que estado se
encontra cada equipamento (Brilumen, 2022).

26
Com esta interface de controlo profissional da iluminação é possível ligar, desligar e
regular a iluminação, assim como automatizá-la, sendo possível regular os fluxos luminosos
ou cores e programar os diferentes cenários de iluminação para cada altura do dia,
aproveitando da melhor forma a luz natural.

Com o sistema DALI é possível integrar sensores de presença ou de luminosidade,


permitindo que a instalação seja mais eficiente, pois a luz emitida pelas luminárias vai
adaptar-se às condições existentes no espaço (Brilumen, 2022).

2.3. Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios

[Link]ção Geral

O projeto de Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios (ITED), tem como


objetivo a construção de uma rede individual de tubagem e cabelagem, a qual será
estabelecida de acordo com a 4ª edição do manual de ITED (ANACOM, 2020).

Serão projetadas tomadas de pares de cobre (PC) e cabo coaxial (CC) em todas as
divisões principais do edifício, será ainda previsto uma zona de acesso privilegiada (ZAP),
com duas tomadas mistas de PC, duas tomadas de CC com conectores macho para TV/FM e
IEC fêmea para satélite, será ainda dotada de uma tomada dupla de fibra ótica (FO) com
conector SC/APC. De acordo com as atuais prescrições técnicas de ITED, terá de se garantir
como mínimo a seguinte cabelagem segundo as categorias de materiais abaixo:

- A rede de cabos PC, deverá garantir a categoria 6, Classe E e CPR, Eca;

- A rede de CC deverá garantir a categoria TCD-C, classe A e CPR, Eca;

- A rede de cabos FO deverá garantir a categoria OS1a, e CPR Eca;

As redes de tubagens em edifícios coletivos, são concebidas para permitir a instalação


das três tecnologias de redes de cabos, nomeadamente, PC, CC e FO, todas com tipologia em
estrela a partir de um Armário de Telecomunicações em Edifícios (ATE). Quando um edifício
tiver quatro ou mais pisos, é necessário o desdobramento do ATE, ficando assim a rede
dotada de dois ATE´s, sendo estes designados por ATE Inferior e ATE Superior (ANACOM,
2020).

27
[Link]

Os tubos devem seguir enterrados ou embebidos ao longo das lajes, tetos ou nas
paredes, e as suas características devem estar de acordo com os locais onde serão
estabelecidos, de acordo com a EN 50086. A ligação entre a CVM e o ATI será subterrânea,
através de um tubo de material maleável e isolante, de referência ML ou FL, 750N / 2 joules,
com um diâmetro nominal de 40mm, garantindo um índice de proteção quanto à penetração
de líquidos IP55.

[Link] de Aparelhagem

As caixas de aparelhagem devem ser instaladas de forma simétrica em relação aos


elementos da construção. Tendo ainda de se ter o cuidado de colocar as caixas sempre à
mesma altura. As tomadas nos quartos devem ser instaladas a 1,80m do chão e nas restantes
divisões a 0,30m, medidas do centro da tomada.

O IP mínimo, para as tomadas com montagem embida será de IP40 e IK01 e para as
tomadas de montagem à vista de IP40 e IK05. Na ligação dos tubos às caixas devem ser
utilizados bocins, boquilhas ou moldados de forma evitar arestas vivas. As caixas devem estar
preparadas para receber tubos de diâmetro nominal de 20mm, dispondo de pelo menos de
duas entradas para tubos de diâmetro nominal de 25mm (ANACOM, 2020).

[Link]ário de Telecomunicações de Edifício

O ATE, é um dispositivo de acesso restrito onde se encontram alojados os repartidores


gerais que permitem a interligação entre as redes do edifício e as redes das empresas de
telecomunicações ou as provenientes das infraestruturas de telecomunicações em loteamentos,
urbanizações e conjuntos de edifícios. O ATE é comumente instalado numa zona comum ou
numa sala técnica do edifício de livre acesso (ANACOM, 2020).

28
[Link]ário de Telecomunicações Individual

O ATI deve garantir um volume útil disponível de 5dm3, para a instalação de


equipamentos ativos, garantindo, individualmente em cada uma das 3 dimensões, o seguinte
dimensionamento mínimo (ANACOM, 2020):

- Largura: 150mm

- Altura: 200 mm

- Profundidade: 100 mm

O ATI deve ser de material metálico, embutido na parede. Será dotado de porta, com a
identificação de forma indelével a palavra “Telecomunicações”, marcada na face exterior e
dotada de fecho de pressão ou fechadura normalizada do tipo triangular. O armário deve
possuir dimensões e características técnicas para alojamento dos equipamentos repartidores,
RC, de receção e distribuição para cada uma das três tecnologias previstas, nomeadamente,
pares de cobre RC-PC, coaxial PC-CC e fibra ótica RC-FO (ANACOM, 2020).

O RC-PC será constituído pelos painéis de ligação, primário onde será rececionado o
cabo proveniente do operador, e o secundário, que ligará todas as tomadas PC previstas,
deverá suportar equipamento para pelo menos dois operadores em PC, assim como permitir a
criação de uma rede local, Ethernet.

O RC-CC é constituído por dois repartidores com o número de saídas necessárias para
o edifício, sendo um para CATV (Community Television), e um para MATV/SMATV
(Master Antenna Television / Satellite Master Antenna Television), possibilitará a distribuição
dos sinais pelas tomadas coaxiais.

O RC-FO é constituído no secundário por dois adaptadores SC/APC, onde terminarão


as fibras provenientes da tomada de FO localizada na ZAP.

Dada a possibilidade da existência de equipamentos ativos, o ATI deverá ser dotado de


condições para a instalação de ventilação por convecção. Deverá ser equipado com pelo
menos uma tomada elétrica monofásica com polo de terra de proteção, 230V,16A, alimentada
a partir do quadro elétrico geral da habitação e protegida contra contactos diretos por um
disjuntor magneto térmico de In=16 A, e contra contactos indiretos por proteção diferencial
de alta sensibilidade de 30mA.

29
Deverá ainda ser dotado de um barramento de terra que permita a ligação de pelo
menos 6 ligações de terra. Na figura 9 podemos observar um exemplo de um ATI
(ANACOM, 2020).

Figura 9 - Exemplo de ATI

[Link] de Colunas

A caixa de colunas é uma caixa de passagem de cabos da coluna montante, que


permite a fácil derivação de cabos para cada fogo do edifício. A instalação destas é
obrigatória sempre que o edifício tenha três ou mais pisos. Foi prevista uma caixa de coluna
em cada piso, e foram projetadas de forma a evitar e minimizar, as curvas e cruzamentos de
cablagem. Nos pisos em que é projetado a instalação dos ATE´s dispensa-se a instalação da
caixa de coluna.

Nas situações em que um fogo se desenvolve por vários pisos, só é obrigatório a


instalação de uma caixa de coluna num dos pisos, preferencialmente no piso onde será
instalado o ATI da habitação.

[Link]

Ao abrigo da legislação em vigor, será estabelecida na rede MATV, uma antena de


UHF, Ellipse. O sistema de amplificação MATV deverá ser seletiva, através da Central Avant
X, a instalar no ATI. As antenas serão instaladas em suportes com mastro, de forma a

30
poderem assegurar a correta captação dos sinais de Televisão Digital Terrestre e FM
(ANACOM, 2020).

Assim, as antenas e respetivos elementos de suporte, fixação e amarração, devem


obedecer aos seguintes requisitos mínimos (ANACOM, 2020):

- Altura de 2m no mínimo, com diâmetro do mastro 40mm, espessura parede 15mm;

- Conjunto de 2 chumbadouros, espaçados de 0,50m, fixados numa empena vertical ao


plano de terra pelo menos por três pontos;

- Constituídos por materiais resistentes à corrosão, ou com garantia de um tratamento


anticorrosivo;

- Concebidos de modo a impedir, ou dificultar, a entrada de água no interior.

- Concebidos de forma a assegurar o escoamento de água que eventualmente penetre


nos mesmos;

- Os suportes, mastros, torres e amarrações serão ligados á terra de proteção de ITED.

[Link] de Proteção

Ao sistema de terras devem ser ligadas as massas metálicas da estrutura da rede de


telecomunicações prevista, nomeadamente as massas metálicas dos armários, equipamentos e
cabos. As antenas e mastro devem ser diretamente ligados ao ligador de terra de proteção por
canalização própria.

A secção mínima do condutor de terra será de 1,5 mm2, podendo ser usados outros
condutores com secções superiores.

Os condutores de secção superior a 6 mm2 serão multifilares. O condutor que interliga


o ligador amovível - ITED ao mastro das antenas, terá a secção de 16mm2 (RTIEBT, 2000).

O descarregador atmosférico, será localizado junto das antenas. A rede ITED deve ser
protegida contra perturbações provocadas por descargas elétricas atmosféricas, assim como
contra a influência eletromagnética das linhas de transporte de energia de AT e BT, que
poderão provocar o aparecimento de potenciais estranhos, quer por contacto direto quer por
indução. A proteção é conseguida com a colocação de órgãos de proteção, que têm como
objetivo interromper o circuito e escoar para a terra as correntes provocadas pelas descargas
elétricas.

31
[Link] da Rede de Cabelagem

O projeto ITED compreende o dimensionamento dos três tipos de tecnologia, pares e


cobre, cabo coaxial e fibra ótica. O dimensionamento dos primários dos repartidores gerais é
da responsabilidade dos operadores. O dimensionamento da rede é definido em função do tipo
de edifício, devendo estar de acordo com manual ITED, bem como com os seguintes
requisitos:

- As ligações às tomadas de telecomunicações são realizadas em estrela, para jusante


dos pontos de distribuição;

- As ligações entre pontos de distribuição e entre as tomadas de telecomunicação são


consideradas ligações permanentes;

- As redes coletivas de cablagem são aquelas que estabelecem a ligação entre o


secundário dos repartidores gerais e os repartidores cliente;

- As redes individuais de cablagem são aquelas que estabelecem a ligação entre os


repartidores cliente e as tomadas de telecomunicações.

Rede de Par de cobre


O projeto da rede de cablagem, na tecnologia de pares de cobre, poderá obrigar ao
dimensionamento de redes coletivas e individuais. Todas as ligações permanentes de PC não
devem ter um comprimento superior a 90 metros. Para comprimentos que excedem os 90
metros deve ser instalado um ponto de distribuição suplementar para possibilitar a
regeneração dos sinais. Alternativamente, para a ligação entre pontos de distribuição pode ser
considerada a utilização de cabos de fibra ótica e respetivos equipamentos de conversão
PC/FO e FO/PC.

O dimensionamento da rede de pares de cobre deve estar de acordo com os seguintes


requisitos:

- Os cabos e dispositivos devem ser da categoria 6, ou superior, de forma a garantir a


classe E de ligação;

- Proveniente do ATE deve chegar, a cada ATI, um cabo com 4 pares de cobre;

32
- Proveniente do ATI deve chegar, a cada tomada de telecomunicações, um cabo com
4 pares de cobre;

- Os cabos devem ser terminados em tomadas ou conetores RJ45 ou equivalente.

Rede de Cabos Coaxial


O projeto da rede de cablagem de cabo coaxial poderá obrigar ao dimensionamento de
redes coletivas e individuais. O dimensionamento de uma rede coaxial deve estar de acordo
com os seguintes requisitos:

- Proveniente do ATE pode chegar, a cada ATI, um ou dois cabos coaxiais;

- Os cabos devem ser terminados em conetores do tipo F ou em tomadas de


telecomunicações;

- Nos pontos de distribuição, onde existam ligações a mais do que uma tomada de
telecomunicação, é obrigatória a existência de um repartidor de sinal;

- Os repartidores de sinal, nomeadamente os que constituem o repartidor cliente,


devem ser dimensionados de modo a introduzir a menor atenuação possível;

- Todos os cabos provenientes de tomadas de telecomunicações devem estar ligados a


repartidores. Dado que um dos cabos provenientes da ZAP é normalmente utilizado para
efeitos de retorno de sinal para o ponto de distribuição, admite-se que este possa não ser
ligado ao repartidor, caso seja vantajoso em termos de dimensionamento do mesmo.

- As ligações permanentes de cada rede (individual e coletiva) devem garantir a classe


de ligação TCD-C-M. Assim, devem ser realizados cálculos para determinar as atenuações e o
slope para cada ligação permanente;

- Quando os resultados dos cálculos referidos na alínea anterior não permitam garantir
a classe de ligação TCD-C-M, deve ser efetuado um novo dimensionamento da rede. A
escolha de cabos coaxais com atenuações mais baixas, ou a instalação de pontos de
distribuição suplementar em pontos estratégicos da rede, são soluções que poderão garantir a
referida classe de ligação. Alternativamente, para as ligações entre pontos de distribuição,
pode ser considerada a utilização de cabos de fibra ótica e respetivos equipamentos de
conversão CC/FO e FO/CC;

- A classe de ligação TCD-C-M fica garantida quando os valores de atenuação e de


slope estiverem abaixo dos limites indicados na tabela 14;

33
Tabela 14 – Valores limite de atenuação e de slope

Frequência Parâmetro Valor Limite


Atenuação 13,8 dB
47 MHz a 862 MHz
Slope 10,8 dB
Atenuação 23,4 dB
950 MHz a 2150 MHz
Slope 8,4 dB

- Os valores de atenuação e de slope devem ser calculados por aplicação das seguintes
fórmulas;

ALP=ACabo+ 𝑛 x AC + ATT
ALP: atenuação da ligação permanente (dB)

ACabo: atenuação do cabo (dB)

𝑛: número de conetores considerados

AC: atenuação por conetor (dB)

ATT: atenuação da tomada de telecomunicações (dB)

SlopeLP=ALP(freq.2)-ALP(freq.1)
SlopeLP: slope da ligação permanente (dB)

ALP(freq.2): atenuação da ligação permanente à frequência mais alta do intervalo


considerado (dB)

ALP(freq.1): atenuação da ligação permanente à frequência mais baixa do intervalo


considerado (dB)

Rede Individual De Cabos Coaxiais


As redes individuais coaxiais permitem a distribuição de sinais de CATV e de
S/MATV. Para o dimensionamento da rede individual devem ser calculadas as atenuações e o
slope de todas as ligações permanentes, presentes nesta rede. Os cálculos de atenuação devem
ser realizados às frequências de 47 MHz, 862 MHz, 950 MHz e 2150 MHz.

34
Os cálculos de slope devem ser realizados considerando os intervalos [47 MHz; 862
MHz] e [950 MHz; 2150 MHz]. Deve ainda ser calculada a atenuação de cada ligação da rede
individual, de acordo com a fórmula a baixo permitindo identificar a tomada mais favorável
(+F) e a menos favorável (-F) de cada fogo. A tomada mais favorável e a tomada menos
favorável são as tomadas que apresentam, dentro de um determinado conjunto e para as
frequências consideradas, os valores mais baixos de atenuação e os valores mais altos de
atenuação, respetivamente.

Os valores obtidos de atenuação e de slope, bem como as tomadas (+F) e (-F), devem
ser apresentados no diagrama de cabos ou em tabela.

AL(ind)=ADR(ATI) + ALP(ind)
AL(ind): atenuação da ligação da rede individual (dB)

ADR: atenuação do DR (Dispositivo de Repartição) de sinal no ATI (dB)

ALP(ind): atenuação da ligação permanente da rede individual (dB)

De acordo com a maior ou menor complexidade da rede individual, as ligações


(AL(ind)) podem ser constituídas por mais do que uma ligação permanente, podendo também
existir outros dispositivos de repartição, além do existente no ATI. Para estas situações devem
ser tidos em conta os seguintes aspetos:

- Para as ligações constituídas por mais de uma ligação permanente, o valor a


considerar para ALP(ind), corresponderá ao somatório das atenuações de todas as ligações
permanentes;

- Para as ligações com vários dispositivos de repartição, o valor a considerar de ADR


corresponderá ao somatório das atenuações introduzidas por todos os dispositivos de
repartição. Os valores de atenuação e de slope das respetivas ligações individuais devem ser
avaliadas, no sentido de garantir que os mesmos são adequados para o fim a que a rede
coaxial se destina, podendo ser necessário prever a instalação de amplificadores de modo a
compensar os valores de atenuação ou de slope.

35
Rede Coletiva De Cabos Coaxiais
As redes coletivas coaxiais permitem a distribuição de sinais de CATV e de S/MATV.
A rede coletiva pode ser constituída por duas redes independentes (SCI - Sistema Coaxial
Independente) ou por uma única rede coaxial (SCU - Sistema Coaxial Único).

Na escolha do sistema coaxial a implementar, o projetista deve ter em consideração a


oferta de serviços de operador de distribuição por cabo (CATV) e o n.º de pisos do edifício.

O dimensionamento de um SCU deve permitir a opção de distribuição entre os sinais


de CATV e os sinais de S/MATV. Devem, para cada uma das ligações permanentes, ser
calculadas as atenuações às frequências de 47 MHz, 862 MHz, 950 MHz e 2150 MHz, sendo
o slope calculado para os intervalos [47 MHz; 862 MHz] e [950 MHz; 2150 MHz].

No dimensionamento de um SCI, para a rede destinada à distribuição de sinais de


S/MATV, os cálculos a realizar são idênticos à da rede do SCU. Na rede destinada à
distribuição dos sinais de CATV, o projetista pode optar por efetuar os cálculos de atenuação
somente nas frequências de 47 MHz e 862 MHz e os de slope somente no intervalo [47 MHz;
862 MHz]. No caso de um SCI, a rede destinada à distribuição de S/MATV poderá ser
projetada por recurso a uma solução de Hybrid Fiber Coaxial (HFC), em que a rede coletiva é
garantida em fibra ótica. A solução HFC projetada não deve comprometer os níveis de sinal
nas TT, constantes da tabela 15.

As redes destinadas à distribuição de sinais CATV devem ser realizadas através duma
topologia em estrela. As redes de distribuição exclusiva de S/MATV podem ser realizadas em
qualquer tipo de topologia, embora se recomende a sua instalação em estrela.

Em todas as redes em que a topologia é em estrela, a atenuação de cada ligação da


rede coletiva é coincidente com a respetiva atenuação da ligação permanente. Para as redes
com outras topologias, nomeadamente em cascata, as atenuações dos dispositivos de
repartição devem ser contabilizadas no cálculo da atenuação da ligação.

A atenuação de cada ligação da rede coletiva deve ser calculada de acordo com a
seguinte fórmula.

AL(col)=ALP(col)+ADR(col)

36
AL(col): atenuação da ligação da rede coletiva (dB)

ALP(col): atenuação da ligação permanente da rede coletiva (dB)

ADR(col): atenuação combinada dos DR (Dispositivo de Repartição) da rede coletiva


(dB)

Obtidas as atenuações das ligações da rede coletiva, estas em conjunto com as tomadas
(+F) e (-F), identificadas no dimensionamento da rede individual, permitem identificar a
tomada mais favorável (++F) e a menos favorável (--F) do edifício. Caso seja projetado um
SCI, teremos dois conjuntos (++F) e (--F), um para a rede de CATV e outro para a rede de
S/MATV. Os valores obtidos de atenuação e de slope, bem como as tomadas (++F) e (--F),
devem ser apresentados no diagrama de cabos ou em tabela.

Os valores de atenuação e de slope das respetivas ligações coletivas devem ser


avaliadas, no sentido de garantir que os mesmos são adequados para o fim a que a rede
coaxial se destina, podendo ser necessário prever a instalação de amplificadores de modo a
compensar os valores de atenuação ou de slope.

Sistema S/MATV
O sistema de S/MATV é projetado para a receção e distribuição de sinais do tipo A -
via terrestre ou do tipo B - via satélite, de acordo com a zona de receção.

Os sistemas de S/MATV e respetivos mastros ou suportes podem ser instalados fora


da área de implantação do edifício, desde que instalados dentro dos limites da propriedade. Os
cabos provenientes das antenas dos sistemas de S/MATV, quando instalados no edifício,
devem utilizar a tubagem da PAT. Os sistemas coletivos de receção e distribuição do sinal de
TDT são sempre preferíveis face aos sistemas individuais, evitando assim a proliferação de
antenas.

O sistema é constituído pelas antenas (receção), DST (proteção) e CR (tratamento e


repartição). O dimensionamento de um sistema de S/MATV deve estar de acordo com os
seguintes requisitos:

- Em função da localização do edifício, determinar se a zona de receção da TDT é do


tipo A ou B e:

- Definir o tipo de antena mais adequado e respetivas caraterísticas técnicas;

37
- Definir as caraterísticas dos elementos constituintes da CR (filtros, pré
amplificador, amplificador, derivadores e repartidores).

- O descarregador de sobretensão (DST) deve ser instalado o mais próximo possível da


antena, preferencialmente antes de qualquer outro dispositivo;

- O Filtro RF (LTE), se existir, deve ser instalado após o DST;

- O pré-amplificador deve ser instalado após o filtro RF;

- Os dispositivos de repartição de sinal, bem como aqueles que necessitem de ser


alimentados diretamente da rede elétrica, devem ser instalados em PD, preferencialmente no
ATE superior. O sistema de S/MATV deve ser dimensionado de forma a garantir, nas
tomadas de telecomunicações, os valores de sinal apresentados na tabela 15.

Tabela 15 - Níveis de sinal nas Tomadas de Telecomunicação

Nível de Sinal na Tomadas (dBμV)

5 MHz - 862 MHz 950 MHz - 2150 MHz


Sistema TDT Modulação

Limites Inferior- Limites Inferior-


Recomendado Recomendado
Superior Superior

Zona digital A -
64 QAM 55 - -
DVB-T

Zona digital B -
8PSK - - 55 47 - 77
DVB-S2 (satélite)

De forma a garantir os níveis de sinal nas tomadas, o dimensionamento do sistema de


S/MATV é efetuado tendo em consideração as atenuações das ligações entre a saída da CR e
as TT do edifício. A atenuação referida é obtida pela soma das atenuações das ligações da
rede individual e as atenuações das ligações da rede coletiva.

A atenuação da ligação entre a saída da CR e cada TT é calculada com base na


seguinte fórmula.

AL(CR→TT) = AL(ind) + AL(col)

38
AL(CR→TT): atenuação da ligação entre a CR e a TT (dB)

AL(ind): atenuação da ligação da rede individual (dB)

AL(col): atenuação da ligação da rede coletiva (dB)

Dimensionamento da Cabeça de Rede de S/MATV

No dimensionamento da cabeça de rede deve constar o seguinte:

- Os elementos constituintes da CR e o seu respetivo dimensionamento (amplificador,


filtros, derivadores e repartidores), que devem ser apresentados em esquema;

- As atenuações de todas as ligações das redes individuais, referentes a cada um dos


fogos do edifício. Dentro de cada fogo, existe uma ligação por cada TT coaxial;

- A tomada mais favorável (+F) e a menos favorável (-F) de cada fogo, de acordo com
as atenuações da alínea anterior;

- As atenuações de todas as ligações, tantas quanto o n.º de fogos da rede coletiva de


S/MATV;

- A tomada mais favorável (++F) e a menos favorável (--F) do edifício, com base nos
valores anteriores;

- O valor máximo e mínimo do nível de sinal na saída da CR. Admite-se que para
efeitos da determinação dos níveis de sinal referidos, estes possam ser dimensionados na saída
do amplificador, desde que sejam contabilizados os dispositivos de repartição da CR.

Para o dimensionamento da CR é igualmente importante o cálculo do valor máximo e


mínimo do nível de sinal na saída desta, para cada faixa de frequências de 47 MHz a 862
MHz e de 950 MHz a 2150 MHz.

O nível de sinal à saída da CR mínimo (𝑆𝐶𝑅𝑀𝑖𝑛 ), bem como o nível de sinal à saída
da CR máximo (𝑆𝐶𝑅𝑀𝑎𝑥 ), são calculados com base na fórmulas seguintes.

SCRMin = STTMin + AL(CR→TT(--F))


39
SCRMax = STTMax + AL(CR→TT(++F))

SCR Min: nível mínimo de sinal à saída da CR (dBμV)

SCR Max: nível máximo de sinal à saída da CR (dBμV)

STT Min: nível mínimo de sinal admissível na saída da TT (dBμV)

STT Max: nível máximo de sinal admissível na saída da TT (dBμV)

AL(CR→TT(--F)) : atenuação da ligação entre a CR e a TT(--F) do edifício (dB)

AL(CR→TT(++F)): atenuação da ligação entre a CR e a TT(++F) do edifício (dB)fsd

Dimensionamento da Cabeça de Rede de S/MATV


De acordo com o tipo de edifício poderá existir a necessidade de dimensionar uma
rede coletiva e uma rede individual de FO.

No projeto da rede de FO devem constar os seguintes elementos:

- Para cada ligação permanente deve ser indicado o cálculo do respetivo valor de
atenuação;

- Os valores obtidos de atenuação e respetivo comprimento devem ser apresentados no


diagrama de cabos ou em tabela.

O dimensionamento da rede de FO deve estar de acordo com os seguintes requisitos:

- Os cálculos de atenuação devem ser efetuados para os comprimentos de onda de


1310 nm e 1550 nm;

- As fibras óticas são do tipo monomodo, categoria OS1a ou OS2;

- Nos edifícios com redes coletivas devem chegar a cada fogo duas fibras terminadas
nas suas extremidades com conetores do tipo SC/APC;

- Os cabos de fibra ótica terminam em tomadas, ou conetores, do tipo SC/APC.

- Podem utilizar-se cabos de distribuição, com ou sem pré-conetorização, que


permitam a extração ou derivação de fibras;

40
- A pré-conetorização ou, em alternativa, a ligação através da fusão de conetores
manufaturados em ambiente industrial são processos aconselháveis, uma vez que a sua
qualidade se revela superior, com perdas significativamente menores face à conetorização
manual. A atenuação de cada ligação permanente é calculada pela seguinte fórmula.

ALP = ACN + AJ + AFO

ALP - Atenuação da ligação permanente

ACN - Atenuação nos conetores

AJ - Atenuação nas juntas

AFO - Atenuação das fibras

Para os valores típicos de atenuação, devem ser considerados os seguintes valores de


referência máximos:

- Por conetor 0,75 dB;

- Por junta 0,3 dB;

- Por metro de fibra OS1a: 0,001 dB; Por metro de fibra OS2: 0,0004 dB.

Para o caso de serem utilizadas soluções do tipo pigtail, deverá ser considerado o valor
de 0,3 dB por cada conetor de cada pigtail. O comprimento da fibra referente a cada pigtail
deve ser contabilizada no valor de AFO.

Para comprimentos de fibra até 300 m, devem ser considerados os seguintes valores
máximos para a ligação permanente:

- Para fibra categoria OS1a: 1,8 dB;

- Para fibra categoria OS2: 1,62 dB.

Para comprimentos de fibra superiores a 300 m deve ser adicionado aos dois valores
máximos anteriormente mencionados, 0,001 dB/m para a fibra OS1a e 0,0004 dB/m para fibra
OS2.

41
Capítulo 3. Elaboração de um de Projeto de
Instalações Elétricas – Caso Prático

3.1. Moradia Unifamiliar

3.1.1. Instalações de Utilização

O projeto de IE de uma moradia unifamiliar tem como objetivo o planeamento das


infraestruturas elétricas da moradia e pode ser composto pelas seguintes plantas:

- Diagrama de Alimentação de Quadros Elétricos;

- Rede de Terras;

- Classificação de Locais e Alimentação de Quadros Elétricos;

- Comandos de Domótica (Facultativo);

- Iluminação;

- Tomadas e Equipamentos;

- Estores Elétricos (Facultativo);

- CCTV - Closed Circuit Television (Facultativo);

- Videoporteiro (Facultativo);

- Quadros Elétricos;

[Link]ção de Locais

Após se saber quais as influências que cada divisão está exposta e qual o IP e IK
adequado para os materiais a instalar, deve-se identificar os locais com uma letra de A a I,
conforme é apresentado no Anexo A.

42
3.1.3. Rede de Energia

Neste caso específico o edifício deverá ser alimentado por uma portinhola P100. A
rede de energia de BT terá origem na portinhola que alimentará o quadro geral, o qual
consequentemente alimentará os restantes quadros da instalação.

Fazem parte desta rede todos os quadros elétricos que servem de alimentação dos
equipamentos elétricos.

[Link] e Equipamentos

Como mencionado nos capítulos anteriores os circuitos de tomadas e equipamentos


desta moradia foram distribuídos por interruptores diferenciais com uma sensibilidade de
30mA, e distribuídos pelas fases de modo que estas ficassem equilibradas.

No Anexo B podemos observar a distribuição das tomadas e os respetivos circuitos


pertencentes. Todo o tipo de aparelhagem deverá obedecer às caraterísticas dos locais onde é
estipulada a sua instalação, devendo por isso obedecer ao IP indicado para esse tipo de local.

3.1.5. Mobilidade Elétrica

Na moradia em causa, estão previstos 2 postos de carregamento de veículos elétricos,


localizados de acordo com as peças desenhadas no Anexo B. A ligação do Veículo Elétrico
(VE), à instalação de alimentação, será feita utilizando o Modo de carga - 3, ou seja, a ligação
do VE será por meio de tomadas normalizadas de corrente estipulada não superior a 32A e de
tensão estipulada não superior a 250V em circuitos monofásicos, ou a 480V quando em
circuitos trifásicos.

O circuito de alimentação será constituído por condutores de fase, neutro e de


proteção, com uma função piloto e com um sistema de proteção das pessoas contra choques
elétricos por meio de um dispositivo diferencial, localizado entre o VE e a ficha ou caixa de
controlo integrado no cabo.

O sistema de alimentação de veículos elétricos será constituído pelo cabo de carga


(com condutores de fase, neutro, de proteção e piloto), pelos conetores dos VE, pelas fichas e
por todos os outros acessórios, dispositivos, tomadas ou aparelhos específicos com o objetivo

43
de fornecer energia ao VE a partir da instalação elétrica de alimentação, permitindo, se
necessário, a comunicação entre eles.

O carregamento dos VE deve ser feito, em regra, em zonas dedicadas para o efeito e as
respetivas canalizações devem ser concebidas de forma a não interferirem com as restantes
instalações afetas a outros serviços.

Desta forma, garante-se uma maior racionalização das instalações e uma maior
segurança das operações de carregamento, bem como uma maior economia e flexibilidade na
execução destas instalações específicas. A ligação de cada VE deve ser feita por meio de um
circuito dedicado.

O circuito de alimentação de um posto de carregamento ou de uma tomada apenas


pode alimentar, para além destes, os consumos auxiliares com ele diretamente relacionados e
a secção mínima dos seus condutores não deve ser inferior a 2,5 mm2.

Com vista a garantir a continuidade de serviço dentro dos valores expectáveis, o


circuito que alimenta os VE não deve, em regra, ser afetado pela falha de outros circuitos. A
queda de tensão entre a origem da instalação e o ponto de conexão de VE não deve ser
superior a 5%. Os postos de carregamento e as tomadas dos pontos de conexão dos VE devem
ser fixos de forma adequada e permanente aos elementos de construção.

[Link]ção

A localização dos pontos de luz foi definida em função:

- Das dimensões e da configuração das diversas dependências;

- Disposição dos seus elementos construtivos;

- Implantação provável para equipamentos e mobiliário;

- Tipologia dos tetos.

Os circuitos de iluminação foram dimensionados de acordo com:

- O número de aparelhos de iluminação;


- Potências em jogo;
- Condições de exploração previstas;
- Recomendações e imposições regulamentares.

44
O principal objetivo da iluminação, neste projeto, foi proporcionar ambientes de lazer
confortáveis, flexíveis. Os circuitos de iluminação devem ser protegidos por um interruptor
diferencial de 300mA de sensibilidade. A distribuição dos mesmo encontra se representada no
Anexo C.

[Link] Elétricos

Os quadros elétricos a instalar devem ser próprios para montagem saliente, em nichos
com portas de dimensões apropriadas devendo ter entrada e saídas por cima e por baixo, e
possuindo apenas um painel no qual terá origem todas as canalizações.

Os quadros devem ser dotados de um barramento de proteção, ao qual devem ser


ligados os condutores de proteção. Estes devem ainda ser dotados de barramentos
dimensionados relativamente ao aquecimento, quanto à resistência e aos esforços
eletrodinâmicos que possam ser submetidos e devem ainda estar devidamente identificados
com as cores regulamentares.

O quadro geral deve ser instalado próximo da entrada principal e este fará a
distribuição de energia, em BT. O quadro terá de conter sinalização e os dispositivos de
manobra necessários para o comando e controlo da rede de distribuição que lhe está afeta.

A proteção das pessoas contra contatos indiretos deve ser feita por meio de
interruptores ou disjuntores sensíveis à corrente diferencial residual.

Os barramentos existentes devem ser dimensionados para uma densidade de corrente


que não ultrapasse os 2A/mm² e ficarem assentes em suportes isolantes de forma a resistirem
aos esforços eletrodinâmicos de curto-circuito.

Nas ligações aos barramentos devem ser utilizados terminais de compressão e


parafusos, não sendo permitido a execução de olhais com os próprios condutores.

Toda a montagem e ligações devem ser executadas de modo a permitirem retirar qualquer
aparelho para trabalhos de conservação, sem necessidade de desmontar os restantes.

O número de barras nos barramentos trifásicos corresponderá às fases L1, L2 e L3, ao


neutro e à terra e devem de estar devidamente identificados por meio das cores convencionais
(RTIEBT, 2000). No Anexo D podemos observar os quadros elétricos da instalação.

45
Os invólucros dos quadros devem garantir o grau de proteção adequado ao local onde
forem instalados de acordo com a NP EN 60529 e EN 50102. Se forem metálicos esses
invólucros devem ser ligados ao barramento de terra, assegurando-se a continuidade elétrica
com as portas no mesmo material por meio de condutores flexíveis.

Para esta moradia, foi prevista uma potência de 20,70kVA, ou seja, 30A por fase. A
figura 10 é referente à folha de cálculo e dimensionamento dos cabos de alimentação dos
quadros elétricos e respetivos cortes gerais.

Figura 10 - Cálculo de cabelagem

3.2. Edifício Multifamiliar


Comparando o projeto das IE de um edifício multifamiliar com o de uma moradia
unifamiliar, alguns dos pontos que diferem na sua execução são, o fornecimento de energia
pois neste caso é necessário a instalação de um quadro de colunas para fazer a distribuição
pelos diversos apartamentos, e a iluminação de segurança.

3.2.1. Fornecimento de Energia

O edifício em estudo, trata-se de um prédio de 4 frações, onde cada fração será


alimentada com uma potência de 6,90kVA (30A mono.). Devido a tratar-se de uma instalação
coletiva necessita ainda de uma alimentação para os serviços comuns do prédio, que será
alimentado com uma potência de 3,45kVA (15A mono.).

Após obtermos a potência de cada uma das frações, aplicou-se o coeficiente de


simultaneidade para se obter a potência de dimensionamento do edifício.

46
Esse coeficiente é tabelado consoante o número de frações existentes como podemos
observar na tabela 16, tendo em conta que apenas se contabiliza as habitações como frações.
Logo todas as áreas comuns do edifício, como por exemplo os serviços comuns e as garagens,
será aplicado um coeficiente de valor 1 (RTIEBT, 2000).

Tabela 16 - Coeficientes de simultaneidade


Número de Instalações Coeficiente de Simultaneidade
2a4 1,00
5a9 0,75
10 a 14 0,56
15 a 19 0,48
20 a 24 0,43
25 a 29 0,40
30 a 34 0,38
35 a 39 0,37
40 a 49 0,36
≥ 50 0,34
Fonte: Elaboração própria a partir de (RTIEBT, 2000)

Dado o facto de termos 4 frações habitacionais, aplicasse um coeficiente de


simultaneidade de valor igual a 1, sendo assim, a potência total do edifico perfaz um total de
31,05kVA (45A Tri.), uma vez que temos um total de 45A por fase, a alimentação do edifício
será feita pelo distribuidor a partir de uma portinhola P100.

[Link]ção de Segurança

Como o edifico em estudo se trata de um edifico com uma altura inferior a 28m de
altura, este não carece de iluminação de segurança, no entanto para uma maior segurança do
mesmo foi projetada de igual forma.

A iluminação de circulação deve ser realizada por armaduras do tipo bloco autónomo
com logotipo indicativo do sentido de saída, equipados com uma lâmpada fluorescente de
8W.A iluminação de ambiente deve ser realizada por intermédio de algumas armaduras de
iluminação normal equipadas com kits de emergência e que assegurem a alimentação em caso
de falha do abastecimento normal de energia. No Anexo E podemos observar a localização
em projeto da iluminação de segurança.

47
3.3. Estabelecimento Comercial
O projeto de IE relativo ao estabelecimento comercial em estudo, trata-se de uma
remodelação de uma loja Pingo Doce, onde é necessário realizar um aumento de potência de
250kVA para 400kVA. O que difere neste tipo de estabelecimento dos demais anteriormente
mencionados, é principalmente o fornecimento de energia pois neste caso específico o
estabelecimento é alimentado por um PT.

[Link]ção de Energia

O edifício será alimentado a partir de um PT, onde se irá substituir o transformador


existente de 250 kVA por um de 400 kVA. Toda a instalação de utilização do estabelecimento
comercial será feita em BT. O QGBT alimentará o quadro de entrada, através de uma rede
subterrânea, e por sua vez este irá alimentar os restantes quadros.

3.3.2. Sistema de Alimentação Ininterrupta

Neste tipo de estabelecimentos tem de se garantir que caso haja uma interrupção de
energia, o estabelecimento continue em funcionamento com os recursos mínimos, sendo para
tal, necessário instalar um Sistema de Alimentação Ininterrupta (UPS) com uma potência
nominal de 6kVA, do tipo On-Line de dupla conversão permanente, com uma autonomia de
60 [Link] equipamento devem estar ligados equipamentos, como por exemplo, as
tomadas socorridas que existem nas demais balanças e checkouts, o sistema de sinalização das
instalações sanitárias, o sistema automático de deteção de incêndios e o sistema de iluminação
de segurança. No Anexo F podemos observar a distribuição dos euipamentos alimentados
pela UPS.

3.3.3. Canalizações

As canalizações serão na sua generalidade instaladas em caminhos de cabos ou


embebidos nos elementos da construção.

Os caminhos de cabos serão metálicos, construídos conforme a norma EN 10346, para


correntes fortes e fracas em conformidade com as peças desenhadas do Anexo G.

48
3.3.4. Iluminação Normal

A distribuição, quantidade e tipo de luminárias, será definida, garantindo a obtenção


de um ambiente coerente com a linguagem da arquitetura, com o ambiente próprio para cada
espaço e de acordo com a sua funcionalidade. Todos os locais devem ser devidamente
iluminados, garantindo uma fácil e segura circulação no interior de todos os espaços.

A distribuição dos circuitos de iluminação deve ser efetuada garantindo o


cumprimento das RTIEBT, salvaguardando que, em todos os espaços acessíveis ao público, a
iluminação é alimentada, no mínimo, por dois circuitos distintos, protegidos por dispositivos
diferenciais distintos. Para além da proteção contra sobrecargas e curto-circuitos, todos os
circuitos de iluminação interior devem ter ainda, uma proteção diferencial assegurada por
dispositivos de média sensibilidade. No Anexo H podemos observar a distribuição da
iluminação pelos circuitos correspondentes.

Todas as canalizações que alimentem pontos de luz por equipar, terminarão num
ligador bipolar ou de baquelite, instalado no interior de uma caixa dotada de tampa.

Nas instalações sanitárias, com banheiras ou chuveiro, as fontes de alimentação das


luminárias devem ser instaladas no volume 3 cumprindo com as condições expressas nas
RTIEBT (RTIEBT, 2000).

Não foi prevista a instalação de comandos locais no interior das instalações sanitárias,
no entanto, caso se opte pela sua colocação, a sua instalação deve cumprir com as RTIEBT.

O comando dos circuitos de iluminação das zonas permanentemente acessíveis ao


público será efetuado no interior dos quadros elétricos. Nos locais inacessíveis ao público, os
comandos dos circuitos de iluminação devem ser locais (RTIEBT, 2000).

[Link]ão Técnica Centralizada

Como neste tipo de estabelecimentos é necessário uma boa eficiência e racionalização


energética foi instalado um sistema de GTC, em paralelo com o sistema DALI para que toda a
iluminação da loja se adapte às condições existentes no espaço uma forma mais eficiente. No
Anexo I podemos observar a implementação desses dois sistemas.

49
Capítulo 4. Elaboração de um Projeto de
Infraestruturas de Telecomunicações em Edifícios
– Caso Prático

4.1. Moradia Unifamiliar

[Link] de Tubagens

A rede de tubagem para a moradia foi projetada para que permitisse o fácil enfiamento
e acomodação dos cabos previstos na instalação, protegendo-os devidamente das influências
externas.

Está prevista a instalação de uma Caixa de Visita Multioperador (CVM), de um


Armário de Telecomunicações Individual (ATI), com características e capacidade para
alojamento das três redes de cabos previstas, com capacidade para a receção de pelo menos
dois operadores. O ATI será ainda interligado à Passagem Aérea de Topo (PAT). Todos os
componentes da rede de tubagem serão de materiais não propagadores de chamas. A rede de
tubagens deverá ser inspecionada antes do enchimento dos roços. No Anexo J podemos
observar rede de tubagem do projeto em estudo.

[Link]

Os tubos devem seguir enterrados ou embebidos ao longo das lajes, tetos ou nas
paredes, e as suas características devem estar de acordo com os locais onde serão
estabelecidos, de acordo com a EN 50086. A ligação entre a CVM e o ATI será subterrânea,
através de um tubo de material maleável e isolante, de referência ML ou FL, 750N / 2 joules,
com um diâmetro nominal de 40mm, garantindo um índice de proteção quanto à penetração
de líquidos IP55.

A ligação entre o ATI e a PAT, será efetuada por um tudo de diâmetro nominal de
40mm. No terminal exterior da PAT deverá ser efetuada uma ansa para a drenagem de água
com uma inclinação igual ou superior a 45º. Na figura 11 podemos observar o diagrama da
rede de tubagem projetada (ANACOM, 2020).

50
Figura 11 - Diagrama da rede de tubagem

4.1.3. Rede Individual de Cabos de Pares de Cobre

Como já foi dito anteriormente, será prevista por cada divisão principal, uma tomada
de PC com conector fêmea do tipo RJ45, estando também prevista uma tomada dupla na
ZAP. A rede de PC será estabelecida utilizando componentes e cabos da categoria 6, de forma
a garantir uma classe de ligação E, de características elétricas e mecânicas de acordo com EN
50288-5-1, EN 50288-6-1 e EN 50575. Serão utilizados cabos U/UTP, de 4 Pares de Cobre,
Categoria 6, composto por condutores unifilares, em cobre, com espessura 0,55mm 23AWG,
com bainha exterior em LSFH, Cabo U/UTP Cat6 LSFH Eca. A rede de PC possibilitará o
estabelecimento de uma rede local com base em equipamentos ativos como Routers e
Switches. Na figura 12 podemos observar o diagrama da rede de PC (ANACOM, 2020).

As tomadas de PC serão dotadas de conectores fêmea, RJ45, oito contatos, categoria 6,


com ligação típica TIA/EIA 568 B, conforme indicado na tabela 17.

51
Tabela 17 – Distribuição dos Pares de Cobre
Par 1 Par 2

Terminal 4 – condutor azul Terminal 1 – condutor branco/laranja

Terminal 5 – condutor branco/azul Terminal 2 – condutor laranja

Par 3 Par 4

Terminal 3 – condutor branco/verde Terminal 7 – condutor branco/castanho

Terminal 6 – condutor verde Terminal 8 – condutor castanho

Fonte: Elaboração própria a partir de (ANACOM, 2020)

Figura 12 - Diagrama de PC

[Link] Individual de Cabos Coaxiais

A rede de CC foi dimensionada de forma que os níveis de sinal a atingir no ponto de


tomada mais desfavorecido não seja inferior a 55dBμV. Na rede entre o secundário do RC-CC
e as Tomadas Telecomunicações (TT), devem ser utilizados cabos coaxiais com condutor
central em cobre e malha em cobre e revestimento em PVC (ANACOM, 2020).

Os CC a utilizar na rede individual, serão do tipo T100 Plus PVC, ref. 214102 Eca, da
Televés, ou equivalente. Na ligação entre o RC-CC e a PAT, o CC deverá ter prestações
idênticas ao atrás referido, mas dotado de revestimento exterior em Polietileno Negro
(ANACOM, 2020).

52
As TT, para a rede coaxial, serão previstas para TV/FM-SAT com terminal IEC
Macho para TV e FM, na gama de frequências 5-862 MHz, e um terminal IEC- Fêmea para
SAT, na gama de frequências 950-2400 MHz.

Devem ainda, garantir a blindagem da classe A, impedância de 75Ω, isolamento RF


entre saídas maior ou igual que 20dB, passagem DC, e mínimo 350mA, na saída SAT. Na
figura 13 podemos observar o diagrama da rede de CATV. (ANACOM, 2020)

Figura 13 - Diagrama de CATV (Community Antenna Television)

[Link] Individual de Cabos de Fibra Ótica

Na rede entre o secundário do RC-FO e as TT, serão utilizados cabos de FO


monomodo de acordo com a norma EN 60793-2-50, com revestimento PVC, Eca.

Os dispositivos a instalar nesta rede devem cumprir os requisitos de segurança


estabelecidos nas normas EN 60825-1 e EN 60825-2. (ANACOM, 2020)

As TT de FO devem ser SC/APC e possuir dispositivos de proteção não amovível, na


figura 14 podemos observar o diagrama da rede de FO.

Figura 14 - Diagrama de FO

53
[Link] de Terras de Proteção

Ao sistema de terras devem ser ligadas as massas metálicas da estrutura da rede de


telecomunicações prevista, nomeadamente as massas metálicas dos armários, equipamentos e
cabos. As antenas e mastro devem ser diretamente ligados ao ligador de terra de proteção por
canalização própria. Na figura 15 podemos observar o diagrama da rede de terras do projeto
ITED.

Figura 15 - Diagrama de rede de terras

[Link] da Rede de Cabelagem

Nas tabelas 18, 19 e 20, podemos observar os valores dos cálculos da rede de
cabelagem efetuados para a rede CATV, S/MATV e FO, segundo o manual de ITED.

54
Tabela 18 - Cálculo Rede CATV

ATI TT ALP (dB) Slope (dB) AL (dB)

2150-
CABO (++F) 47 862 950 2150 862-47 47 862 950 2150
TIPO Nº (ZAP) ID 950
ATI→TT (--F) MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz
MHz
ATI 8 6 8m (ZAP) C01 (+F) 1,3 2,3 2,9 3,7 1,0 0,8 12,3 14,3 14,9 18,7
8m (ZAP) C02 (+F) 1,3 2,3 2,9 3,7 1,0 0,8 12,3 14,3 14,9 18,7
23 m C03 1,9 4,8 5,5 7,8 2,9 2,3 12,9 16,8 17,5 22,8
15 m C04 1,6 3,5 4,1 5,6 1,9 1,5 12,6 15,5 16,1 20,6
13 m C05 1,5 3,2 3,8 5,1 1,6 1,3 12,5 15,2 15,8 20,1
26 m C06 (-F) 2,1 5,3 6,1 8,7 3,3 2,6 13,1 17,3 18,1 23,7

Tabela 19 - Cálculo Rede S/MATV

TT ACR-TT (dB) STT (dBμV)


ATI
TIPO CABO (++F) 47 862 950 2150 47 862 950 2150
ID
ATI→TT (--F) MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz
ATI
C01 8 m. (++F) 12,3 14,3 14,9 18,7 55,7 58,0 53,2 55,0
8
C02 8 m. (++F) 12,3 14,3 14,9 18,7 55,7 58,0 53,2 55,0
C03 23 m. 12,9 16,8 17,5 22,8 55,1 55,5 50,5 50,8
C04 15 m. 12,6 15,5 16,1 20,6 55,5 56,8 51,9 53,0
C05 13 m. 12,5 15,2 15,8 20,1 55,5 57,2 52,3 53,6
C06 26 m. (--F) 13,1 17,3 18,1 23,7 55,0 55,0 50,0 50,0

Tabela 20 - Cálculo Rede FO

ATI TT ALP (dB)

CABO
TIPO ID (ZAP) 1310nm 1550nm
ATI→TT
8 F01 (ZAP) 8 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 8 m. 0,70 0,70

4.2. Edifício Multifamiliar


Apesar dos projetos de ITED em edifícios multifamiliares terem várias regras iguais
aos projetos de ITED nas moradias unifamiliares, existem outras regras especificas, para
edifícios, que se tem de ter em consideração de maneira a realizar o projeto de acordo com o
manual de ITED da 4ª Edição.

55
4.2.1. Conceção Geral

O projeto de ITED, de um edifício multifamiliar, tem como objetivo a construção de


uma rede coletiva interligada à rede individual de tubagem de cada local de habitação, esta
será estabelecida de acordo com a 4ª edição do manual de ITED (ANACOM, 2020).

As redes de tubagens coletiva e individuais, são concebidas para permitir a instalação


das três tecnologias de redes de cabos, nomeadamente, PC, CC e FO, todas com tipologia em
estrela a partir de um Armário de Telecomunicações em Edifícios (ATE). Como o edifício em
estudo tem quatro pisos, é necessário aplicar dois ATE´s, onde a rede de SMATV terá início
no ATE superior, e as demais tecnologias terão início no ATE Inferior.

O ATE Inferior terá a capacidade para comportar as tecnologias de PC, FO, além da
CC para CATV, sendo os Repartidores Gerais das diferentes tecnologias, instalados (RG-FO
e RG-PC) (ANACOM, 2020).

O ATE Superior terá a capacidade para comportar a tecnologia de CC, sendo lá


localizado a Cabeça de Rede (CR), referente à rede de MATV/SMATV.

[Link]ário de Telecomunicações de Edifício

O ATE, é um dispositivo de acesso restrito onde se encontram alojados os repartidores


gerais que permitem a interligação entre as redes do edifício e as redes das empresas de
telecomunicações ou as provenientes das infraestruturas de telecomunicações em loteamentos,
urbanizações e conjuntos de edifícios. O ATE é comumente instalado numa zona comum ou
numa sala técnica do edifício de livre acesso (ANACOM, 2020).

[Link] de Tubagens

A rede de tubagem deste edifício multifamiliar foi projetada para permitir o fácil
enfiamento e acomodação dos cabos previstos na instalação, protegendo-os devidamente das
influências externas. Está prevista a instalação de uma CVM, e de dois ATE´s, com
características e capacidade para alojamento das três redes de cabos previstas, com capacidade
para a receção de pelo menos dois operadores.

56
O ATE inferior deve ainda ser interligado aos ATI´s, um em cada fogo. Dentro de
cada fogo a rede de tubagens será idêntica á rede de tubagens de uma moradia unifamiliar.

Será ainda instalado um ATE Superior o qual será interligado à PAT, e o mesmo será
também interligado a todos os ATI´s. Todos os componentes da rede de tubagem serão de
materiais não propagadores de chamas. A rede de tubagens deverá ser inspecionada antes do
enchimento dos roços. No Anexo K podemos observar a rede de tubagens do edifício.

[Link]

A tubagem será enterrada ou embebida ao longo das lajes, tetos ou paredes, e possuirá
características de acordo com os locais onde será estabelecida e de acordo com a EN 50086.
A ligação subterrânea entre a CVM e o ATE Inferior será efetuada por tubos de material
maleável e isolante, do tipo corrugado com manga interior lisa, de referência MC-F, 6 Joules,
garantindo um grau de proteção à penetração de líquidos IP55, IK08 (ANACOM, 2020).

Os tubos das condutas subterrâneas devem ter curvas com ângulos superiores a 120 º.
A ligação entre o ATE Superior e a PAT, deve ser efetuada por dois tubos com diâmetro de
40mm. No terminal exterior da PAT, deve ser efetuada uma ansa para drenagem de água com
uma inclinação igual ou superior a 45º. Devem ser evitados os ângulos retos, pelo que em
toda a rede de tubagens deve ser efetuada garantindo ângulos de curvatura superiores a 90º.
No Anexo L podemos observar o diagrama da rede de tubagem (ANACOM, 2020).

4.2.5. Diagrama de MATV/SMATV

Como já foi descrito no ponto anterior e devido ao facto do edifício em estudo, ter
quatro pisos habitacionais, a rede de MATV/SMATV, deriva a partir do ATE Superior,
alimentando os demais ATI´s de cada habitação através da coluna montante, de forma
descendente. No Anexo M podemos observar o diagrama da rede de MATV/SMATV.

4.2.6. Diagrama de Par de Cobre / Fibra Ótica / CATV

Como podemos observar no Anexo N, independentemente do número de pisos do


edifício, a derivação das três tecnologias, parte do ATE Inferior, alimentando os demais ATI´s
de cada habitação através da coluna montante, de forma ascendente.

57
4.2.7. Sistema de Terras de Proteção

Ao sistema de terras serão ligadas as massas metálicas da estrutura da rede de


telecomunicações prevista, nomeadamente as massas metálicas dos equipamentos e cabos.

As antenas e mastro serão diretamente ligados ao ligador de terra de proteção por


canalização própria. Será instalado em cada ATE, um ligador de terra amovível – ITED,
ligado ao barramento geral de terras do edifício. O condutor que interliga o ligador amovível -
ITED ao barramento geral de terras, terá a secção de 16mm2. No Anexo O podemos observar
o diagrama da rede de terras.

[Link] da Rede de Cabelagem

No Anexo P , podemos observar os valores dos cálculos da rede de cabelagem


efetuados para a rede CATV, S/MATV e FO, para o edifício multifamiliar segundo o manual
de ITED.

58
Capítulo 5. Elaboração de um Projeto de Instalação
de Gás – Caso Prático

5.1. Moradia Unifamiliar

5.1.1. Conceção Geral

O projeto em estudo deste capítulo, tem como objetivo definir o traçado, o


dimensionamento e a caracterização da rede de distribuição e utilização, destinada ao
abastecimento de gás natural de uma moradia unifamiliar.

5.1.2. Descrição da Instalação

A instalação irá ter início na caixa de corte geral, situada no limite da propriedade da
moradia em local permanentemente, acessível a partir do exterior, contendo os seguintes
elementos:

- Válvula de corte geral, com dispositivo de encravamento, apenas rearmável pela


concessionária / distribuidora;

- Redutor de pressão;

- Contador (a ser instalado na ligação a gás natural);

- Ligação Terra.

A tubagem terá início na caixa de corte geral, em tubo de cobre de diâmetro 28 mm


onde seguirá até uma derivação, após esta, a tubagem passa a ser em cobre de diâmetro 22 e
segue até uma segunda derivação, onde irá passar para cobre de diâmetro 18 mm para
alimentar um fogão. Da segunda derivação a tubagem alimentará uma caldeira em cobre de
diâmetro 22 mm e um outro fogão em cobre de diâmetro 18 mm. A instalação de gás
terminará na válvula de corte aos equipamentos. Toda a tubagem deve seguir embebida no
chão.

59
5.1.3. Aparelhos de Queima

Todos os aparelhos a instalar serão do tipo multigás, e devem respeitar as categorias


definidas na Norma NP EN 437, bem como as normas NP EN 30, NP EN 26 e EN 297. Como
a moradia possuirá duas cozinhas terá de se instalar, dois fogões e uma caldeira. Na tabela 21
podemos averiguar qual a potência de cada aparelho instalar.

Tabela 21 - Aparelhos de queima a instalar


Aparelho Quantidade Potencia (kWh) Tipo de Aparelho
Fogão 2 9 A
Caldeira 1 30 C
Fonte: Elaboração própria

Os aparelhos de queima podem ser classificados por 3 tipos, sendo eles:

Tipo A: Aparelhos em que não está prevista a sua ligação a condutas de evacuação
dos produtos de combustão (ex.: Fogão).

Tipo B: Aparelho em que é prevista a ligação a condutas de evacuação de produtos de


combustão (ex.: Esquentador).

Tipo C: Aparelhos em que o circuito de combustão (entrada de ar, camara de


combustão e saída dos produtos de combustão) é estanque em relação ao compartimento em
que o aparelho está instalado (ex.: Caldeira).

5.1.4. Especificações Técnicas dos Materiais

Todos os materiais a aplicar devem ser próprios para a utilização de Gás Natural,
serem isentos de defeitos, incombustíveis e obedecer ao descrito nas respetivas
especificações, documentos de homologação e normas portuguesas em vigor. As válvulas,
redutores, tubagens e ligações devem ser adquiridos com certificado da qualidade de acordo
com a norma NP EN 10204.

60
[Link] de Corte e Contagem

A caixa do contador deve ser do tipo normalizada, fechada e ventilada, com a palavra
“GÁS” escrita indelével e a expressão ou símbolo equivalente “Proibido Fumar ou Foguear”
na face exterior da porta da mesma.

5.1.6.Válvula de Corte Geral

A válvula de corte geral deve ser da classe de pressão PN 6, e ser do tipo ¼ de volta,
possuindo dispositivo de encravamento, sendo o seu rearme exclusivo pela
concessionária/distribuidora.

5.1.7.Válvulas de Seccionamento

As válvulas de seccionamento devem ser do tipo um quarto de volta, possuir um


obturador de macho esférico, vedação por junta plana, rosca gás macho cilíndrica segundo NP
EN ISO 228-1 e indicação do sentido do fluxo e de posição Aberta/Fechada.

As válvulas devem estar de acordo com a norma NP EN 331 e pertencerem à classe


MOP 5, não podem possuir qualquer dispositivo de encravamento na posição de aberto. As
que se localizarem a montante do contador devem ser seláveis na posição de fechado. O
movimento dos manípulos de atuação das válvulas deve ser limitado por batentes fixos e não
reguláveis, de forma que os manípulos se encontrem:

- Perpendicular à direção do escoamento, na posição de fechado;

- Com a direção do escoamento do gás, na posição de aberto.

Para além do dispositivo de corte geral, as instalações de gás devem possuir


dispositivos de corte, do tipo de um quarto de volta, pelo menos nos seguintes pontos:

- No ponto de entrada da tubagem em cada fogo, caso o contador se encontre a mais de


20m da entrada do fogo;

- A montante de cada aparelho de queima, deve ser tão próximo quanto possível da
extremidade da tubagem rígida e a uma altura entre 1,0 m e 1,4 m acima do pavimento.

61
[Link] e Contador

O Redutor é o dispositivo de segurança que, automaticamente, provoca a interrupção


do fluxo de gás sempre que se verifique pelo menos uma das seguintes condições.

- A pressão a montante seja inferior ou exceda uma certa percentagem do seu valor
nominal;

- A pressão a jusante não atinja (por excesso de caudal) ou exceda valores prefixados;

O contador a instalar no projeto em estudo, deve ser um G4, e o redutor deve ser de
800mbar de pressão mínima de entra e máxima de 4bar, com uma pressão de saída de 21mbar
e com um caudal de 6m3/h.

5.1.9. Rede de Tubagem

A rede de tubagem da instalação deve cumprir as indicações contidas no projeto, logo


não pode:

- Ficar em contacto direto com o metal das estruturas de betão das paredes, pilares ou
pavimentos;

- Atravessar juntas de dilatação nem juntas de rutura de alvenaria ou betão, ser


instalada em chaminés;

- Ser causa, pela construção de roços de diminuição da solidez ou de redução da


ventilação, da estanquidade ou isolamento térmico ou sonoro da obra.

E não devem ainda:

- Locais que contenham reservatórios de combustível líquidos, depósitos de


combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos;

- Condutas de lixos domésticos e alvéolos sanitários;

- Condutas diversas, nomeadamente de eletricidade, água telefone e correio;

- Casas das máquinas, caixas de elevadores e monta cargas;

- Cabinas de transformadores ou de quadros elétricos;

- Espaços vazios das paredes duplas, salvo se no atravessamento a tubagem for


protegida por manga sem soluções de descontinuidade;

62
- Parques de estacionamento cobertos, e outros locais com perigo de incêndio.

No Anexo Q podemos observar a rede de distribuição de gás do edifício em estudo,


bem como a rede de uma vista isométrica.

63
Capítulo 6. Conclusão

A oportunidade de poder desenvolver este estágio curricular na empresa xProject –


Projetos e Estudos energéticos, foi uma mais-valia, para o desenvolvimento profissional e
pessoal. Pois devido a este estágio, foi possível estar diretamente em contacto com os
obstáculos que surgem na vida de um profissional da área de projetos. Houve ainda a
oportunidade de estar em contacto com os clientes e com profissionais com grande
experiência de trabalho nesta área.

A realização deste estágio permitiu adquirir e aperfeiçoar os conhecimentos no que diz


respeito à elaboração de projetos, tais como, quais a diferenças dos projetos em edifícios
multifamiliares, unifamiliares e comerciais, nas distintas áreas, sendo elas as instalações
elétricas, as ITED e redes de gás natural. De salientar ainda o conhecimento e contacto direto
tido com o procedimento para a realização da ligação à rede de uma instalação elétrica,
carecendo esta ou não, de um posto de transformação.

Em suma, considero satisfatória a realização do estágio, por todo o trabalho que foi
desenvolvido nesta empresa, pois permitiu também adquirir novas competências,
nomeadamente na elaboração de projetos de instalações elétricas, ITED e gás natural.

64
Referências
ANACOM. (2020). Manual ITED. 4º Edição.
Brilumen. (2022). Obtido de [Link] - Acedido a
12/06/2022
CENERTEC. (2022). Obtido de [Link]
centralizada-monitorizacao-e-
controlo?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=cursos-
8&utm_source=google&utm_medium=cpc – Acedido a 14/06/2022
Controls, J. (10 de 2013). Contimetra. Obtido de
[Link]
[Link] - Acedido a 27/06/2022
DGEG. (2022). DGEG. Obtido de [Link]
eletrica/instalacoes-eletricas-de-utilizacao-de-energia-eletrica/instalacoes-eletricas-de-
servico-particular-tipo-a-b-e-c/ - Acedido a 27/06/2022
Dicasled. (09 de 2019). Obtido de [Link]
supermercados/ - Acedido a 30/06/2022
EDP - Distribuição. (2020). Obtido de [Link]
06/DMA-C52-125_0.pdf - Acedido a 08/05/2022
E-REDES. (04 de 2021). Derivações e Baixadas. Obtido de [Link]
[Link]/sites/eredes/files/2021-04/DIT-C14-100_0.pdf - Acedido a 08/05/2022
E-REDES. (2021). Manual de Ligações à Rede Elétrica de Serviço Público. 10ª Edição.
E-REDES. (08 de 2021). Material Para Derivações e Entradas BT. Obtido de [Link]
[Link]/sites/eredes/files/2021-08/[Link] - Acedido 17/08/2022
E-REDES. (2022). As melhores soluções, personalizadas para cada cliente. Obtido em 2022,
de [Link]
E-REDES. (2022). Pedidos de Ligação à Rede. Obtido de [Link]
pt/ajuda/perguntas-frequentes/pedidos-de-ligacao-rede#faq_26601 - Acedido
17/08/2022
(E-REDES, E-REDES Distribuição de Eletrecidade, s.d.) - Acedido 17/08/2022
iep. (2022). Intalções Elétricas de Serviço Particular. Obtido de
[Link] - Acedido 20/08/2022
Indusmelec. (08 de 2014). Iluminação de Emergência. - Acedido 20/08/2022

65
legrand. (2022). Índice de Proteção- IP. Obtido de
[Link]
Melhor Segurança. (15 de 03 de 2021). Obtido de [Link]
protecao-ip-e-ik/ - Acedido 20/08/2022
REXEL. (08 de 2021). Obtido de [Link]
instalacoes-eletricas-de-servico-particular/ - Acedido 04/06/2022
RTIEBT. (2000) Regras Técnicas de Instalações Elétricas em Baxia Tensão

66
Anexo A

67
R/Chão

Factores de Influência Externa


Locais
Classificação
A B C D E F G H I
Temperatura Ambiente AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4
Condições Climátericas AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4
Altitude AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1
Presença de Água AD1 AD7 AD5 AD4 AD3 AD3 AD1 AD4 AD1
Presença de Corpos AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1
Sólidos Estranhos
Presença de Substâncias AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1
Corrosivas ou Poluentes
Impactos AG1 AG1 AG1 AG1 AG1 AG1 * AG1 AG1 AG1
Vibrações AH1 AH1 AH2 AH1 AH1 AH1 AH1 AH1 AH1
Outras Acções Mecânicas AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ
Presença de Flora ou AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1
de Bolores
Presença de Fauna AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1
Influências Eletromagnéticas AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1
Eletrostáticas ou Ionizantes
Piscina

Radiações Solares AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1
Efeitos Sísmicos AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1
Descargas Atmosféricas AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1
Movimento do Ar AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1
Vento AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1

Competência das Pessoas BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1
RC
Resistência Elétrica do BB1 BB3 BB3 BB3 BB3 BB2 BB1 BB3 BB1
Corpo Humano
Contacto das Pessoas com
exaustão

C BC2 BC3 BC3 BC3 BC3 BC2 BC2 BC3 BC2


placa

o Potencial da Terra
D B Evacuação das Pessoas BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1
em Caso de Emergência
Natureza dos Produtos BE1 BE1 BE2 BE1 BE1 BE1 BE2 BE1 BE3
Armazenados

P100
Ligar às Infraestruturas
C B B C Materiais de Construção CA1 CA2 CA2 CA1 CA1 CA1 CA1 CA1 CA1
forno frigo
QE Entrada Estrutura dos Edificios
Existentes CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1
XV-R4x16
Para QEP P-1
XV-R5G6
C Materiais de Construção IP20 IP67 IP65 IP54 IP21 IP43 IP43 IP55 IP65
Estrutura dos Edificios IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 * IK07 IK04 IK04

* AG3 e IK09 para Instalações Eletricas estabelecidas a vista a menos de dois metros do piso
* Os Locais não sinalizados serão considerados local de risco tipo A
Piso -1

Factores de Influência Externa


Locais
Classificação
A B C D E F G H I
Temperatura Ambiente AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4 AA4
Condições Climátericas AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4 AB4
Altitude AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1 AC1
Presença de Água AD1 AD7 AD5 AD4 AD3 AD3 AD1 AD4 AD1
Presença de Corpos AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1 AE1
Sólidos Estranhos
Presença de Substâncias AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1 AF1
Corrosivas ou Poluentes
Impactos AG1 AG1 AG1 AG1 AG1 AG1 * AG1 AG1 AG1
Vibrações AH1 AH1 AH2 AH1 AH1 AH1 AH1 AH1 AH1
Outras Acções Mecânicas AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ AJ
Presença de Flora ou AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1 AK1
de Bolores
Presença de Fauna AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1 AL1
Influências Eletromagnéticas AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1 AM1
Eletrostáticas ou Ionizantes
Radiações Solares AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1 AN1

QEP Piscina
Efeitos Sísmicos AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1 AP1
Descargas Atmosféricas

Jardim
AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1 AQ1
Lavandaria

QEP M.E.
máquinas/
Casa das

XV-R5G4 G Movimento do Ar AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1 AR1
Vento AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1 AS1
QEP S. M.
Competência das Pessoas BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1 BA1
Resistência Elétrica do BB1 BB3 BB3 BB3 BB3 BB2 BB1 BB3 BB1
Corpo Humano
G Contacto das Pessoas com BC2 BC3 BC3 BC3 BC3 BC2 BC2 BC3 BC2

salão
XV-R5G6
o Potencial da Terra
Garagem

XV-R5G6 Evacuação das Pessoas


em Caso de Emergência BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1 BD1
Natureza dos Produtos BE1 BE1 BE2 BE1 BE1 BE1 BE2 BE1 BE3
Armazenados

Materiais de Construção CA1 CA2 CA2 CA1 CA1 CA1 CA1 CA1 CA1
Do QE Entrada
XV-R5G6 Estrutura dos Edificios CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1 CB1
QEP P-1

C
(2 peças)

Despensa
wc

Materiais de Construção IP20 IP67 IP65 IP54 IP21 IP43 IP43 IP55 IP65
Estrutura dos Edificios IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 IK04 * IK07 IK04 IK04

* AG3 e IK09 para Instalações Eletricas estabelecidas a vista a menos de dois metros do piso
Os Locais não sinalizados serão considerados local de risco tipo A
*
Anexo B

68
R/Chão

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

Canalização em caminho de cabos


Conjunto de Cabos no tecto

Canalização embebida paredes ou tectos


Canalização embebida no pavimento
Piscina

Quadro eléctrico pertencente Quadro eléctrico não pertencente


à empreitada à empreitada

1,5m
Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra 32A Tom. trif. c/ alvèolos proteg. c/terra
montagem encastrada montagem saliente 32A

C62 Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra 16A


Tom. trif. c/ alvèolos proteg. c/terra
montagem saliente com tampa montagem saliente 16A
x2 x4
1,5m 1,5m
USB USB

USB

USB
MO RC
T

C69
MLL Caixa de derivação Caixa Terminal
exaustão

C60 montagem Embutida montagem Embutida


placa

C53C56

x4
C57
C55

USB
x2

USB
C58 x2 USB
Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra Caixa de aparelhagem funda
T T
montagem encastrada + Porta USB montagem encastrada
x2 C64 C65 C67 C66 C68
x2 C54
C60 C60
QE Entrada forno frigo x4
4 Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra
C63 Tomada Embutida com tampa montagem embutida no chão
C59
C60 C63

Mobilidade Elétrica
T Caixa de derivação Toalheiro
Carregador Automovél
Piso -1

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

Canalização em caminho de cabos


Conjunto de Cabos no tecto

Canalização embebida paredes ou tectos


Canalização embebida no pavimento

Quadro eléctrico pertencente Quadro eléctrico não pertencente


à empreitada à empreitada

QEP Piscina
Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra 32A Tom. trif. c/ alvèolos proteg. c/terra

Jardim
montagem encastrada montagem saliente 32A
Lavandaria

QEP M.E.
máquinas/
Casa das

Cong. C4 C2 C1
BC
C7 MSR MLR
C6 C5 TA C3 C2
Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra 16A
Tom. trif. c/ alvèolos proteg. c/terra
QEP S. M.
montagem saliente com tampa montagem saliente 16A

Caixa de derivação Caixa Terminal


montagem Embutida montagem Embutida

salão
Portão
Garagem

USB
Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra Caixa de aparelhagem funda
montagem encastrada + Porta USB montagem encastrada
C14

C13
x4
C12 4 Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra
Tomada Embutida com tampa
QEP P-1

C11 montagem embutida no chão


(2 peças)

Despensa
wc

C12

Mobilidade Elétrica
T Caixa de derivação Toalheiro
Carregador Automovél
Anexo C

69
R/Chão

Índice de Comandos Domótica


- (1) - Circuitos - C1/ C7/ C46 + Termóstato
- (2) - Circuitos - C1/ C2/ C3/ C4/ C25/ C26
- (3) - Circuitos - C4/ C5/ C6/ C27/ C28
- (4) - Circuitos - C37/ C38 + Termóstato
- (5) - Circuitos - C5/ C6/ C4/ C9/ C27/ C28
- (6) - Circuitos - C9/ C10/ C39/ C40 + Termóstato
- (7) - Circuitos - C10/ C11/ C12 /C29
- (8) - Circuitos - C9/ C41/ C42/ C13 + Termóstato
- (9) - Circuitos - C14/ C15/ C13/ C30
- (10) - Circuitos - C9/ C18/ C45/ C17/ C19/ C33
- (11) - Circuitos - C43/ C44/ C17/ C19 + Termóstato
Piscina

- (12) - Circuitos - C17/ C19/ C20/ C21/ C31/ C32


- (13) - Circuitos - C17/ C19/ C20/ C21/ C31/ C32

x4

(3)
(7) x4 x4 (9) x4 x4
(12) (13)
RC
exaustão
placa

(11) 23º
x4

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

QE Entrada forno frigo x4 (2) (6) 23º


x4
23º
x4
(8) Canalização embebida paredes ou tectos Q.E.
Quadro eléctrico pertencente
(5) x4

23º
x4
(4)
x4
à empreitada
(10)
x4
23º
x4
(1)
23º
x4 Comandos de Domótica com 4 teclas Comandos de Domótica com 4 teclas
e Termóstato
Piso -1

Índice de Comandos Domótica


- (1) - Circuitos - C7([Link])/ C1/ C2/ C3 + Termóstato
- (2) - Circuitos - C4/ C5/ C6/ C7 + Termóstato

QEP Piscina

Jardim
Lavandaria

QEP M.E.
máquinas/
Casa das

QEP S. M.

salão
Garagem

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

23º
x3
(2)
Canalização embebida paredes ou tectos Q.E.
Quadro eléctrico pertencente
QEP P-1

à empreitada
(2 peças)

Despensa
wc

23º
x4
(1)
x4
23º
x4 Comandos de Domótica com 4 teclas Comandos de Domótica com 4 teclas
e Termóstato
R/Chão

SIMBOLOGIA
Piscina

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

Conjunto de Cabos Canalização embebida paredes ou tectos

C68 Canalização em caminho de cabos Canalização á vista em abraçadeiras


C19
no tecto
Caixa de derivação
C20 C21
Detector de Movimento 360º
montagem Saliente
RC
C12 C15 Quadro eléctrico pertencente
Detector de Movimento 140º
C44 à empreitada
exaustão

C43
placa

Quadro eléctrico não pertencente


C10
C11 C14
C13
à empreitada Perfil de Embutir Led
C63
C4
Ponto de luz teto Ponto de luz no Pavimento
C2 C3
C39 C40 C42 C41 C17
C5 C35 C36 C36 Aplique de parede Armadura Estanque
forno frigo
QE Entrada C6
C18
C35 Interruptor unipolar Comutador de lustre
C45
C46 C1 C7 montagem encastrada montagem encastrada
C38 C37
C9
Comutador de escada Comutador de escada duplo
montagem encastrada montagem encastrada
Piso -1

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

QEP Piscina
Conjunto de Cabos Canalização embebida paredes ou tectos

Jardim
Lavandaria

QEP M.E.
máquinas/
Casa das

C1.1
Canalização em caminho de cabos Canalização á vista em abraçadeiras
no tecto
Caixa de derivação
QEP S. M. Detector de Movimento 360º
C1.1 montagem Saliente
Quadro eléctrico pertencente
Detector de Movimento 140º
à empreitada

salão
Quadro eléctrico não pertencente
Garagem

C2 C4
à empreitada Perfil de Embutir Led

C5 Ponto de luz teto Ponto de luz Pavimento


C1
C3 C6
Aplique de parede Armadura Estanque
QEP P-1
(2 peças)

Despensa
C9.1 C7
C9.1 Interruptor unipolar Comutador de lustre
wc

montagem encastrada montagem encastrada


Comutador de escada Comutador de escada duplo
montagem encastrada montagem encastrada
Anexo D

70
Para QEP P-1
Cabo BUS
2x16A
30mA
4x25A

D-GATEWAYIP-3
Cabo BUS
DESTINO CANALIZAÇÃO

Circ.
D-BUSSUPPLY

Fases
Cabo BUS
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C1
ENTRADA VD16

2x16A
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C2
COZINHA VD16

Ligador de massa
H07V-U2,5(V/A)/VD16
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C3
ILHA COZ. VD16
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C4
MESA JANTAR VD16
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C5
SALA 1 VD16
ILUMINAÇÃO

MÓDULO D-8ONOFF
HO7V-U3G1,5

*
C6
SALA 2 VD16
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C7
ESCADAS VD16
RESERVA HO7V-U3G1,5

*
C8
EQUIPADA VD16

Cabo BUS
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C9
CIRCULAÇÃO VD16

2x16A
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C10
QUARTO 1 VD16
ILUMI. QT1 HO7V-U3G1,5

*
C11
MESA CAB. 1 VD16
ILUMI. QT1 HO7V-U3G1,5

*
C12
MESA CAB. 2 VD16

Barramento I
ILUMINAÇÃO

Icc=6KA(mínimo)
HO7V-U3G1,5

*
C13
QUARTO 2 VD16

4Cu
ILUMI. QT2

MÓDULO D-8ONOFF
HO7V-U3G1,5

*
C14
MESA CAB. 1 VD16
ILUMI. QT2 HO7V-U3G1,5

*
20x2mm

C15
MESA CAB. 2 VD16
RESERVA HO7V-U3G1,5

*
C16
EQUIPADA VD16

Cabo BUS
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C17
SUITE VD16

2x16A
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C18
CLOSET VD16

4x25A
300mA
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C19
SUITE 1 VD16
ILUMI. SUITE HO7V-U3G1,5

*
C20
MESA CAB. 1 VD16
ILUMI. SUITE HO7V-U3G1,5

*
C21
MESA CAB. 2 VD16
CONT. SECO

MÓDULO D-8ONOFF
HO7V-U3G1,5

*
C22
PORTA HOMEM VD16
RESERVA HO7V-U3G1,5

*
C23
EQUIPADA VD16
RESERVA HO7V-U3G1,5

*
C24
EQUIPADA VD16

Cabo BUS
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C25
ESTORE COZ. 1 VD16

2x16A
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C26
ESTORE COZ. 2 VD16
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C27
ESTORE SALA 1 VD16

MÓDULO D-4SHUTT
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C28
ESTORE SALA 2 VD16
Cabo BUS

ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C29
ESTORE QT. 1 VD16
2x16A

ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5

*
C30
ESTORE QT. 2 VD16
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5 *
C31

ESTORE SUITE 1 VD16


MÓDULO D-4SHUTT

ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C32

ESTORE SUITE 2 VD16


Cabo BUS

ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C33

ESTORE CLOSET VD16


2x16A

RESERVA HO7V-U3G1,5
*
D-2SHUTT

C34

EQUIPADA VD16

RESERVA EQUIP. HO7V-U3G1,5


*
XV - R4x16

C35

ILUMI. ARMÁR. VD16


Cabo BUS

RESERVA EQUIP. HO7V-U3G1,5


*
C36

ILUMI. ARMÁR. VD16


Da Portinhola E-REDES

1x10A 1x10A

ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C37

ESP. WC SERV. VD16


4x63A

2x16A

ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C38

WC SERVIÇO VD16
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
Q.E. Entrada

C39

WC QUARTO 1 VD16
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C40

NICHO WC QT.1 VD16


ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C41

WC QUARTO 2 VD16
ILUMINAÇÃO
MÓDULO D-8ONOFF

HO7V-U3G1,5
*
C42

NICHO WC QT.2 VD16


ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C43

WC SUITE VD16
ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C44

NICHO WC SUITE VD16


Cabo BUS

ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C45

VARANDA SUITE VD16


30mA
4x25A

2x16A

ILUMINAÇÃO HO7V-U3G1,5
*
C46

EXTERIOR VD16
RESERVA HO7V-U3G1,5
*
C47

EQUIPADA VD16
RESERVA
MÓDULO D-4ONOFF

HO7V-U3G1,5
*
C48

EQUIPADA VD16
Cabo BUS

PISO RADIANTE HO7V-U3G1,5


*
C49

SALA + CIRCUL. VD16


2x16A

PISO RADIANTE HO7V-U3G1,5


*
C50

QUARTO 1 VD16
PISO RADIANTE HO7V-U3G1,5
*
C51

QUARTO 2 VD16
PISO RADIANTE HO7V-U3G1,5
*
MÓDULO D-4THERMO

C52

SUITE VD16

TOMADAS HO7V-U3G2,5
*
C53

U.G. COZINHA VD20


TOMADA HO7V-U3G2,5
*
C54

FRIGORIFICO VD20
TOMADA HO7V-U3G2,5
*
C55

MLL VD20
TOMADA HO7V-U3G2,5
*
C56

MICRO ONDAS VD20


ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G2,5
*
C57

HOTTE VD20
30mA
4x40A

ALIMENTAÇÃO XV-R3G4
*
C58

PLACA VD32
ALIMENTÇÃO XV-R3G4
*
C59

FORNO VD32
TOMADAS HO7V-U3G2,5
*
C60

WC´s VD20
RESERVA HO7V-U3G2,5
*
C61

EQUIPADA VD20
V

1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x20A 1x20A 1x16A 1x16A


X3

ALIMENTAÇÃO XV-R3G4
*
gG

C62
1x32A

RECUPERADOR VD32
10.3x38

TOMADAS HO7V-U3G2,5
*
C63

SALA + CIRCUL. VD20


TOMADAS HO7V-U3G2,5
*
C64

QUARTO 1 VD20
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G2,5
*
C65

TOALHEIRO QT.1 VD20


TOMADAS HO7V-U3G2,5
*
C66

QUARTO 2 VD20
ALIMENTAÇÃO XV-R3G4
*
C67

TOALHEIRO QT.2 VD32


TOMADAS
30mA

XV-R3G4
*
4x40A

C68

SUITE VD32
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G2,5
*
C69

TOALH. SUITE VD20


ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G2,5
*
C70

VIDEOPORTEIRO VD20
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G2,5
*
IP20 IK04
CLASSE II

C71

ATI VD20
ALIMENTAÇÃO HO7V-U3G2,5
*
C72

CCTV VD20
1x20A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A

ALIMENTAÇÃO XV-R5G6
***
C73

Q.E. PISO -1 VD40


3x32A

RESERVA XV-R3G6
*
C74

AL. Q.E. EXT. VD40


2x32A
SÍMBOLO

Disjuntor
Interruptor

Sinalizador
Merlin Gerin

Amperímetro

Ligação à terra
Transformador

Borne de ligação
Interruptor horário
Interruptor crepuscular
Detector de movimento

Barra colectora de terras


Aparelho de corte de entrada
REFª. / INSTALAÇÃO

Contador electrónico do tipo ME da


SIMBOLOGIA

SÍMBOLO

Fusível

Voltímetro

Contactor

Ligador amovível

Filtro de portadora
Disjuntor diferencial
Contador de energia

Interruptor diferencial

Bloco de telecomando
Automático de escada
Comutador de voltímetro
REFª. / INSTALAÇÃO

Transformador de intensidade

Descarregador de sobretensões
SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

Aparelho de corte de entrada Contador de energia

Q.E.P. Piso -1 Contador electrónico do tipo ME da


Merlin Gerin
Fusível

Interruptor Interruptor diferencial

Disjuntor Disjuntor diferencial


Do Q.E. Entrada
XV- R5G6
Amperímetro Voltímetro

V Sinalizador Comutador de voltímetro


X3

4x40A 10.3x38
1x32A Transformador Transformador de intensidade
Barramento I
gG CLASSE II
Icc=6KA(mínimo) 4Cu 15x2mm IP20 IK04
Ligador de massa Detector de movimento Automático de escada
H07V-U2,5(V/A)/VD16

4x25A 4x40A Interruptor crepuscular Bloco de telecomando


300mA 30mA

Interruptor horário Contactor

Do QE ENTRADA 2x16A 1x10A 2x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 1x16A 3x32A 3x32A
Borne de ligação Descarregador de sobretensões

Cabo BUS Cabo BUS Barra colectora de terras Ligador amovível

MÓDULO D-8ONOFF D-THERMO Ligação à terra Filtro de portadora

Circ. C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 C13 C14 C15 C16 C17 C18
Fases * * * * * * * * * * * * * * * * *** ***
HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5
HO7V-U3G1,5

HO7V-U3G1,5

HO7V-U3G1,5

HO7V-U3G1,5

HO7V-U3G1,5

RESERVA ILUM. HO7V-U3G1,5

HO7V-U3G1,5

HO7V-U3G1,5

PISO RADIANTE HO7V-U3G1,5


HO7V-U3G1,5
CANALIZAÇÃO

XV-R5G6

XV-R5G6
XV-R3G4
VD16

VD16

VD16

VD16

VD16

VD16

VD16

VD16

VD40

VD40
VD20

VD20

VD20

VD20

VD32
VD20
VD16

VD16

Q.E. SALA MÁQ.


ALIMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO
Q.E. MOBI. EL.
ILUMINAÇÃO

ILUMINAÇÃO

ILUMINAÇÃO

ILUMINAÇÃO

ILUMINAÇÃO

ILUMINAÇÃO

ILUMINAÇÃO
GARAGEM 1

GARAGEM 2

DESPENSA

EQUIPADA

EQUIPADA

EQUIPADA
EXTERIOR

GARAGEM
TOMADAS

TOMADAS

TOMADAS
RESERVA

RESERVA

RESERVA
DESTINO

PORTÃO
SALÃO 1

SALÃO 2
JARDIM

SALÃO

SALÃO
WC

WC
SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

Aparelho de corte de entrada Contador de energia

Q.E.P. Sala Máquinas Contador electrónico do tipo ME da


Merlin Gerin
Fusível

Interruptor Interruptor diferencial

Disjuntor Disjuntor diferencial


Do Q.E.P. Piso -1
XV- R5G6
Amperímetro Voltímetro

V Sinalizador Comutador de voltímetro


X3

4x40A 10.3x38
1x32A Transformador Transformador de intensidade
Barramento I
gG CLASSE II
Icc=6KA(mínimo) 4Cu 15x2mm IP20 IK04
Ligador de massa Detector de movimento Automático de escada
H07V-U2,5(V/A)/VD16

4x40A Interruptor crepuscular Bloco de telecomando


30mA

Interruptor horário Contactor

1x10A 1x16A 1x16A 1x16A 1x20A 1x20A 1x16A 1x16A 3x25A


Borne de ligação Descarregador de sobretensões

Barra colectora de terras Ligador amovível

Ligação à terra Filtro de portadora

Circ. C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9
Fases * * * * * * * * ***
HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5

HO7V-U3G2,5
HO7V-U3G1,5
CANALIZAÇÃO

XV-R5G4
SALA MÁQUINAS VD16

VD40
SALA MÁQUINAS VD20

VD20

VD20

VD20

VD20

VD20

VD20
BOMBA CALOR
ALIMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO
CONGELADOR
TERMOACUM.

Q.E. PISCINA
ILUMINAÇÃO

EQUIPADA
TOMADAS

RESERVA
DESTINO

TOMADA

TOMADA
MSR
MLR
SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

Aparelho de corte de entrada Contador de energia

Q.E.P. Mobilidade Elétrica Contador electrónico do tipo ME da


Merlin Gerin
Fusível

Interruptor Interruptor diferencial

Disjuntor Disjuntor diferencial


Do Q.E.P. Piso -1
XV- R5G6
Amperímetro Voltímetro

Sinalizador Comutador de voltímetro

4x40A
Transformador Transformador de intensidade
Barramento I
CLASSE II
Icc=6KA(mínimo) 4Cu 15x2mm IP20 IK04
Ligador de massa Detector de movimento Automático de escada
H07V-U2,5(V/A)/VD16

4x40A 4x40A Interruptor crepuscular Bloco de telecomando


30mA 30mA

Interruptor horário Contactor


3x32A 3x32A

Borne de ligação Descarregador de sobretensões

Barra colectora de terras Ligador amovível


Circ. C1 C2
Fases *** ***
CANALIZAÇÃO

Ligação à terra Filtro de portadora


XV-R5G6

XV-R5G6
VD40

VD40
ALIMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO
C. AUTO 1

C. AUTO 2
DESTINO
Anexo E

71
RÉS-DO-CHÃO PISO 1 PISO 2

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

Q.E.
Canalização embebida
[Link].C
Telecomando Cabo 2x1.5 em paredes ou tectos
Ligar ao Circuito de IL.
Existente (C1.2 do Q.S.C) Quadro eléctrico pertencente * Ponto de ligação do
à empreitada circuito já existente
Ligar ao Circuito de IL. Sinalização para Identificação Sinalização para Identificação

Q.E.
Existente (C1.3 do Q.S.C)
das Vias de Evacuação das Vias de Evacuação
[Link].D
Sinalização para Identificação Iluminação de segurança
Q.E.

das Vias de Evacuação não permanente e Autónoma


[Link].B
Q.E.

[Link].A
Ligar ao Circuito de IL.
Existente (C1.1 do Q.S.C)
Q.S.C.
Q.C.
Anexo F

72
GERADOR
A16

G09
Cong.
G08

A22
C7
G17

PSR
G17
ZONA REFRIGERADA
D11
PASTELARIA S/T

G17
109 m2

G17
G17

A21
ATENDIMENTO

D12
CAFÉ & BOLOS

Q.E P.& TK

Q.E SEC.
187.5

G05 G17 G17

G05
CAMARA PEIXE

G17
G17

(Zona Climatizada)
CAMARA CAMARA

APOIO PEIXARIA
11 m2
D13

5 m2
CONGELADOS BACALHAU (Zona Climatizada) G03 G03
11 m2 9 m2
G05

G05
D14 D15

G08G09

(Zona Climatizada)
6 m2
APOIO FRUTAS E
LEGUMES
C4 C14
T05 G01 G04
A16

(Zona Climatizada) T11 G24


SANDES

G02
Q.E UPS S.
GTC Q.E AVAC (Zona Climatizada)

G24
G25
94

APOIO TALHOT03

G04 G03
G04
CAMARA

G04
X13 G07 10 m2
A06
A04
A07

F01
A05

AVES
POS X 2

G01 X12
G17

P02

P02
LAVAGENS 5 m2
D16

G19 F02
94

3 m2

G02
2.74 X14 X14 C20 PCF
D08

T04 G09 G08


BEBIDAS & SOBREMESAS

D03

T14 G05
G25
G24 G18

G27
ATENDIMENTO

G25
G24
COMIDAS

1.05

C04

C04
X16
Forno Pizza

Retrobalcão X04 C12

G09
C8

P04
G02 X13
G17

G17
G02 X08 X07X06 G04 G18 SIMBOLOGIA
X09 G02G03
156

P04

G01 C19
Cortina Pára-Chamas
T01 T02 G13 G07

C03
G17 G17 PLATAFORMA
PADARIA DE A T E N D I M E N T ATENDIMENTO
O P E I X APEIXARIA
R I A G17
G17 ATENDIMENTO TALHO CAMARA G05 NIVELADORA
G17 G17
CONGELADOS G17
PD = 3.00m PD = 3.00m TALHO
SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

G05
ATENDIMENTO TAKE-AWAY 11 m2 27 cacifos
ATENDIMENTO CHARCUTARIA G12
X03 C13 bipartidos Limpeza
C5 C6 C11
C15 PSR (Zona Climatizada) G22
C10 C17 C18 ESPACO 4 m2 G16
G08 135 G08 375
G19
Canalização à vista em abraçadeiras Canalização em caminho de cabos
250 250
187.5 PISO
NUMERO
BA 375

G27
G27
NH 94 125 G25 A= AREA m²
O 250 250
M
AR
I A PD = 2.20m PEDIREITO
PD= m Conjunto de Cabos Conjunto de Cabos
125 125 125 125 125
CHAPA QUEIJOS SELF (3.75) LUVAS LUVAS FATIADORA PÃO A/S
CH. QUENTE S/T PCF

133 X 54
TAKE -AWAY S/T DE PÃO
QUENTE A/S C9 PEIXE FRESCO (4 x 1.25) PEIXE EMBALADO BACALHAU PEIXE CONGELADO (3.75) C16 TALHO A/S (5.00)
PD = 3.50m
C3 Canalização embebida paredes ou tectos Canalização Enterrada

G24

G24
G25
ESPACO
PISO
NUMERO
Conjunto de Cabos Conjunto de Cabos
38 LUGARES

133 X 54
& Talheres A= AREA m²

G17
Bandejas
BOLOS PEDIREITO
PD= m
Quadro eléctrico pertencente Quadro eléctrico não pertencente

G A R R A F E I R A
C19 C20
à empreitada à empreitada

133 X 54
G19 1
FLORES

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


ESPACO 2

BACALHAU
FRUTOS SECOS PISO
NUMERO 3
125
ilha autonoma EXPO 106 x 85
A= AREA m²
4 Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra 32A
Tom. trif. c/ alvèolos proteg. c/terra
BANCADA DE FRUTAS & LEGUMES

133 X 54
5
ESPACO PEDIREITO
PD= m

133 X 54
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
PISO
NUMERO
6
montagem encastrada montagem saliente com tampa 32A
125
A= AREA m²

SE
Q.E.
PEDIREITO
PD= m PSR Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra 16A Tom. trif. c/ alvèolos proteg. c/terra
COMIDA FRESCA A/S (5.00) LEGUMES & 4ª GAMA A/S (6.25)

133 X 54
montagem saliente montagem saliente 16A
SUMO LARANJA

x4
SEGURANÇA

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


G25

TETO EM RÉGUAS METÁLICAS 5X20CM, A IMITAR MADEIRA (H=3,00m)

133 X 54
x4 C4 250 250 375 250
133 X 64 133 X 64

Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra

133 X 54
C5

133 X 54
7 Caixa Terminal

133 X 54
8 x4 x4 6 x4
ATM
C7 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 montagem embutida com tampa
G24

34 cacifos
C3 C6 ÁREA DE VENDAS: 870 m2 133 X 64 133 X 64

133 X 64
C8 C18 bipartidos 30 Módulos
Q.E ENTRA. Q.E
[Link] LOJA
[Link] Tom. monof. c/ alvèolos proteg. c/terra

100 X 54
x4
Caixa Derivação
C9 montagem enbutida no chão
133 X 64 133 X 64
PCF
5 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
133 X 54

133 X 54

100 X 54
x4

133 X 64
4 TXK51
50
Caixa de aparelhagem funda

133 X 54

133 X 54
100 C10
IC Tomada Insectocaçador
CARROS 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 [Link]
133 X 64 133 X 64
montagem encastrada

133 X 64
Q.E.1 133 X 64 133 X 64

x4 4 m2
3 C11
ESTA SEMANA

LACTÍCINIOS A/S
1.00
x4 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 Q.E FRIO [Link]
[Link].
2
133 X 54

TXK51
50

C12

125
133 X 54
133 X 64 133 X 64

133 X 54
312.5 250 250 375 100 X 60 100 X 60

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54

ESTA SEMANA
133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64

LACTÍCINIOS A/S (10.625)

PSR
x4 PCF

G17
C15
1
E05

x2 TOTAL LACTÍCINIOS: (20 m/l)


C13 XK40
C14 90
29 módulos
133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64
MURAL CONGELADOS A/S (17.50)
E05

E04

x4
E02

LACTÍCINIOS A/S (8.125)


E01

C16 CHARCUTARIA A/S (5.00)


P A R A F A R M Á C I A
E01

133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64


E03
Q.E INF.

C14

CARRETEL
E04

C15 x4 C26
CARRETEL

C17 Bast.
C25 375 375 375 375 250 250 250 250 250
x2 S.E. 312.5
E02

Q.E.
S.E.
Anexo G

73
GERADOR
A16

G09
Cong.
G08

A22
G17

PSR
G17
AL - 400x60 AL - 400x60 ZONA REFRIGERADA
CFr - 200x60 CFr - 200x60
D11
PASTELARIA S/T

G17
109 m2

G17
G17

A21
ATENDIMENTO

D12

CF -300x60 CF -300x60
CAFÉ & BOLOS

Q.E P.& TK

Q.E SEC.
187.5

G05
CF -400x60 G17 G17

G05
CAMARA PEIXE

G17
G17
Seg -200x60 Seg G03
-200x60 G03

(Zona Climatizada)
CAMARA CAMARA
CF -300x60

APOIO PEIXARIA
11 m2
D13

5 m2
CONGELADOS BACALHAU (Zona Climatizada)
GTC -100x60 11 m2 9 m2
GTC -100x60
G05

G05
D14 D15

G08G09

(Zona Climatizada)
6 m2
APOIO FRUTAS E
LEGUMES
T05 G01 G04
A16

(Zona Climatizada) T11 G24


SANDES

G02
Q.E UPS S.
GTC Q.E AVAC (Zona Climatizada)

G24
G25
94

APOIO TALHOT03

G04 G03
G04
CAMARA

G04
X13 G07 10 m2
A06
A04
A07

F01
A05

AVES
POS X 2

G01 X12
G17

P02

P02
LAVAGENS 5 m2
D16

G19 F02
94

3 m2

G02
2.74 X14 X14 PCF
D08

T04 G09 G08


BEBIDAS & SOBREMESAS

D03

T14 G05
G25
G24
G18

G27
ATENDIMENTO

G25
G24
COMIDAS

1.05

C04

C04
X16
Forno Pizza

Retrobalcão X04

G09

P04
G02 X13 X08 G04
G17

G17
G02 X07X06 G18
X09 G02G03
156

P04

G01
Cortina Pára-Chamas
T01 T02 G13 G07

C03
G17 G17 PLATAFORMA
PADARIA DE A T E N D I M E N T ATENDIMENTO
O P E I X APEIXARIA
R I A G17
G17 ATENDIMENTO TALHO CAMARA G05 NIVELADORA
G17 G17
CONGELADOS G17
PD = 3.00m PD = 3.00m TALHO

G05
ATENDIMENTO TAKE-AWAY 11 m2 27 cacifos
ATENDIMENTO CHARCUTARIA G12
X03 bipartidos Limpeza
PSR (Zona Climatizada) G22
ESPACO 4 m2 G16
G08 135 G08 375 250 250
G19
187.5 PISO
NUMERO
BA 375

G27
CFr - 200x60 CFr - 200x60

G27
NH 94 125 G25 A= AREA m²
O 250 250
M
AR PEDIREITO
PD= m
IA
CH. QUENTE S/T CHAPA QUEIJOS SELF (3.75) CF -300x60 LUVAS LUVAS FATIADORA PÃO A/S
125 125 125 125 125
PD = 2.20m
CF -300x60 PCF

133 X 54
TAKE -AWAY S/T DE PÃO
QUENTE A/S
Seg -100x60 PEIXE FRESCO (4 x 1.25) PEIXE EMBALADO BACALHAU PEIXE CONGELADO (3.75)
PD = 3.50m Seg -100x60 TALHO A/S (5.00)

GTC -100x60 GTC -100x60

G24
AL - 400x60

G24
G25
ESPACO
PISO
NUMERO

CF - 300x60 38 LUGARES

133 X 54
& Talheres A= AREA m²

G17
Bandejas
BOLOS
CFr-200x60 PEDIREITO
PD= m

G A R R A F E I R A
Seg -200x60

133 X 54
G19 1
FLORES

GTC -100x60
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
ESPACO 2

BACALHAU
FRUTOS SECOS PISO
NUMERO 3
125
ilha autonoma EXPO 106 x 85 4
A= AREA m²
BANCADA DE FRUTAS & LEGUMES
AL - 400x60

133 X 54
5
ESPACO PEDIREITO
PD= m

133 X 54
6

CF - 300x60
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
PISO
NUMERO
125
A= AREA m² SIMBOLOGIA

SE
Q.E.
CFr-200x60 PEDIREITO
PD= m PSR CFr-200x60
COMIDA FRESCA A/S (5.00) LEGUMES & 4ª GAMA A/S (6.25)
Seg -200x60 Seg -100x60

133 X 54
SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO
SUMO LARANJA

GTC -100x60
SEGURANÇA

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


G25

TETO EM RÉGUAS METÁLICAS 5X20CM, A IMITAR MADEIRA (H=3,00m)

133 X 54
133 X 64 133 X 64
250 250 375 250

Quadro eléctrico pertencente Quadro eléctrico não pertencente

133 X 54

133 X 54
7

133 X 54
8 6 à empreitada à empreitada
CF - 300x60 CF - 200x60 CF - 200x60
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
ATM
G24

34 cacifos
CFr-200x60 ÁREA DE VENDAS: 870 m2
CFr-200x60
133 X 64 133 X 64

Seg -100x60

133 X 64
bipartidos 30 Módulos
Q.E ENTRA. Q.E LOJA
[Link]
[Link]
Caminho de Cabos (Esteira)

100 X 54
Seg -100x60 Seg -100x60 133 X 64 133 X 64
Seg - Segurança
C.C Caminho de Cabos
GTC5 -100x60
PCF
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
GTC -100x60 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
133 X 54

133 X 54

100 X 54

133 X 64
4 TXK51
50
Caminho de Cabos (Esteira) Caminho de Cabos (Esteira)

133 X 54

133 X 54
100
CARROS 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 [Link]
133 X 64 133 X 64
CFr - Correntes Fracas CF - Correntes Fortes

133 X 64
CFr - 200x60 Q.E.1 133 X 64 133 X 64

Caminho de Cabos (Esteira)


CF - 300x60 3 ESTA SEMANA
4 m2
Calha Técnica DLP 130x50mm

LACTÍCINIOS A/S
1.00
GTC - Cablagem GTC
Seg -100x60 2
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 Q.E FRIO [Link]
[Link].
133 X 54

TXK51

GTC -100x60
50

125
133 X 54

133 X 64 133 X 64

133 X 54
312.5 250 250 375 100 X 60 100 X 60

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54

ESTA SEMANA
133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64

CF - 200x60 CF - 200x60 CF LACTÍCINIOS


- 200x60 A/S (10.625)

PSR
CFr-200x60 CFr-200x60 CFr-200x60 PCF

G17
1
E05

Seg -100x60
XK40 Seg -100x60 TOTAL LACTÍCINIOS: (20 m/l)
Seg -100x60
GTC -100x60 GTC -100x60 GTC -100x60
90 133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64
MURAL CONGELADOS A/S (17.50) 29 módulos
E05

E04
E02

LACTÍCINIOS A/S (8.125)


E01

CHARCUTARIA A/S (5.00)


P A R A F A R M Á C I A
E01

133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64


E03
Q.E INF.

CARRETEL
E04

CARRETEL

Bast. 375 375 375 375 250 250 250 250 250
S.E. 312.5
E02

Q.E.
S.E.
Anexo H

74
SÍMBOLO DESCRIÇÃO UN. SÍMBOLO DESCRIÇÃO UN.
-

Instalação Saliente A15


Instalação de embutir
A0
Luminária 7651 DSL 100-840 ETDD L225 daTrilux, 51 JMPD 69O LED 4000K 1500mm DIF. PRISMÁTICO da Expolux, 13
de cor branca, c/ reg. fluxo Dali na cor negra (ral 7022)

GERADOR
Instalação Saliente Instalação de embutir
A1 A16
Luminária 7651 DSL 60-840 ETDD L150 da Trilux, 1 JMPD 69O LED 4000K 900mm DIF. PRISMÁTICO da Expolux, -
de cor branca, c/ reg. fluxo Dali na cor negra (ral 7022)

Instalação Saliente A17


Instalação de embutir
A2
Luminária Estanque LED WT120C LED34S 1500mm da Philips - JMPD 68O LED 3000K 1500mm DIF. PRISMÁTICO da Expolux, 17
A29 A29 A29 A29 A29 na cor negra (ral 7022)

Instalação Saliente Instalação Saliente Suspensa


A3
Luminária Estanque LED WT120C LED60S 1500mm da Philips 12 A18 CIRCLE TE SU Ø600, 3000K, da Exporlux 6
na cor negra
A16

G09

Cong.
G08 C29
A4 A4 A4 A4 A4 A4
A22

A18
G17

PSR
G17
Instalação Saliente Instalação Saliente Suspensa
A4 A4 A4 A4 A4 A4 A4
A4
A29

A6 ZONA REFRIGERADA
Luminária Estanque LED WT120C LED27S 1200mm da Philips 44 A19 CIRCLE TE SU Ø840, 3000K, da Exporlux 7
D11
A17
PASTELARIA S/T

na cor negra
A17
G17

109 m2
G17

A4

A4

A4
G17

A29
A19
A21
ATENDIMENTO

D12
CAFÉ & BOLOS

Q.E P.& TK

Q.E SEC.
187.5

G17 G17
A4

A4
G05

G05

C4 CAMARA PEIXE

G17
A6 G17
A4 C11 Instalação Fixa ao Teto

(Zona Climatizada)
CAMARA CAMARA

APOIO PEIXARIA
A18 11 m2 Instalação Saliente
D13

5 m2
CONGELADOS BACALHAU A5
C3 (Zona Climatizada) G03 G03 1 A20 CIRCLE TE SU Ø600, 3000K, da Exporlux -

A4
11 m2 9 m2 Luminária Estanque LED WT120C LED40S 1200mm da Philips
G05

G05
D14 D15

G08G09

(Zona Climatizada)
A17

6 m2
APOIO FRUTAS E
C4 C6

LEGUMES
T05C8
G01 G04 A13
A16

na cor negra
A17

(Zona Climatizada) T11 G24


A4
SANDES

G02
Q.E UPS S.
GTC Q.E AVAC (Zona Climatizada)
A6
G24
G25
94

A4
APOIO TALHOT03 C15

G04 G03
C7 G04

A3
A18 C11 C2 C1 CAMARA Instalação embutida Instalação Fixa ao Teto

G04
C8 X13 G07 10 m2
A06
A04

C6 A6
A07

C5

F01
A05

AVES
POS X 2

G01 X12
G17

VENERE PRO I XE EXTRA WARM 48º da Imoon, CIRCLE TE SU Ø840, 3000K, da Exporlux
P02

P02
LAVAGENS

A4

A4

A4
5 m2 21 A21 -
D16

G19 F02

A4
94

3 m2 A13
A4
A17

A6

G02
A3
de cor branca na cor negra

A4

A4
X14 X14
A17

2.74 PCF
A19
D08

T04 G09 G08


BEBIDAS & SOBREMESAS

D03

C1 C9 C5 T14 G05 C18


G25
G24

G18

G27
ATENDIMENTO

G25
G24
COMIDAS

1.05
Instalação embutida
C04

C04

X16
Forno Pizza

Retrobalcão X04 C10 Instalação Saliente Suspensa


G09

P04

G02 X13 A7
G17

A6 G17
G02 X08 X07X06 G04 G18
X09 G02G03
156

P04

A19 G01 A22


VENERE PRO I FISH/MEAT HD 3800L 48º da Imoon,

A4
Cortina Pára-Chamas
A15 A15 A15 A15 A15 A15 G17 A15 A16 T01 T02 G13 G07 15 JMPD 69O LED 4000K 3000mm DIF. PRISMÁTICO da Exporlux 5
C03

G17
A17

PLATAFORMA
A17 A17 A17 A17 A17 A17 A17 A17 PADARIAA17
DE
CONGELADOS
A17 A T E N D I M E N T ATENDIMENTO
O P E I X APEIXARIA
R I A A15 G17 ATENDIMENTO
A15 A15
G17
TALHO CAMARA A13
A4 A4
G05 NIVELADORA de cor branca na cor negra (ral 7022)

A4
G17 G17 G17
PD = 3.00m PD = 3.00m TALHO
G05

A6 ATENDIMENTO TAKE-AWAY 11 m2 27 cacifos


ATENDIMENTO CHARCUTARIA G12
A18 C10 C7 X03 bipartidos Limpeza G22 Instalação embutida Instalação em Calha Trifásica

A4

A4
PSR C13 (Zona Climatizada)
ESPACO 4 C9
m2 A7.1 A23
G16
VENERE PRO I 373SE575 4000k 48º 5800LM da Imoon,

A4
A6 187.5
G08 135 G08 375
375
250 250
G19
PISO
NUMERO 3 LightP G2 3P OTR 8000-830 ET da Trilux, 8
A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A6 A7 A7 A7 A7 A7 A7 A7.1 A7 A7 A7 A7 A25 A7 A7 A7 A7 A7 de cor branca

G27
G27
94
na cor branca

A4

A4
125
BA

G25 A= AREA m²
NH
A29

250 250
O

PEDIREITO
PD= m
M

PD = 2.20m
AR

Instalação em calha trifásica


IA

125 125 125 125 125


A19 A18 QUEIJOS SELF (3.75) LUVAS LUVAS PÃO A/S Instalação Saliente Suspensa
CH. QUENTE S/T CHAPA FATIADORA
C14 PCF

133 X 54
TAKE -AWAY S/T DE PÃO
PEIXE FRESCO (4 x 1.25) PEIXE EMBALADO BACALHAU PEIXE CONGELADO (3.75) TALHO A/S (5.00) A25 A25 A8 A24
QUENTE A/S
VENERE PRO P XE 5700LM 3000K 48º da Imoon,

x3
PD = 3.50m 40 JMPD 69O LED 4000K 2100mm DIF. PRISMÁTICO da Exporlux 5

A26
de cor negra na cor negra (ral 7022)

A4
G24

G24
C1

G25
ESPACO
A19 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0
A8

A8

A8

A13
A8

A8

A8

A8

A8
9A

9A
9A

9A

9A

A8
A8

8A

8A

8A

8A

8A

8A
A9

PISO
NUMERO
38 LUGARES A8 Instalação em calha trifásica Instalação de embutir

133 X 54
& Talheres A25

x3
A= AREA m²
A19

G17
Bandejas A9
BOLOS C16 VENERE PRO P FULL COLOUR 48º da Imoon, 17 Downlight Plate 15, 15W, 1900lm, da Onlight, 16

A26
PEDIREITO
PD= m
A8 A8
A18 A9 A25 A25 de cor negra de cor branca

G A 0RA R A F E0AI R A
A25 A25 A8 A8
9A 9A

133 X 54
G19 1
FLORES

Instalação em calha trifásica


A30

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54

x3
C25 A8 A9 C17 ESPACO
Instalação em prateleira
2
A8

BACALHAU
A8 A8 A10 A26
VENERE PRO I XE 36W 4000K 5800LM 48º da Imoon,

A26
FRUTOS SECOS A10 PISO
NUMERO 3
ilha autonoma EXPO 106 x 85
125
42 x3

Fita LED ( PERFIL + DIF OPAL+2 CLIPS MIC38 9,6W/M 1,20M 30K 9

A4
4
A= AREA m²
de cor branca
A10
BANCADA DE FRUTAS & LEGUMES

133 X 54
A8

A29
A19

A4
5
ESPACO A25 PEDIREITO
PD= m
A25

133 X 54
A8
A9

A8

A8

A8

A8

A8

A8
8A
A9

A9

A9

A9

A9

A9

6
A25
8A

8A

8A

8A

8A
8A

x3
A8

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


A24 125
PISO
NUMERO

A11 Instalação de embutir Instalação em prateleira

A26
A= AREA m²
C19

SE
Q.E. A27
A23
A0 A0 A0 A0 A0 A0 - x3

-
PEDIREITO
PD= m PSR
Downlight DN060 LED18S/840 PSU WH da Philips Fita LED ( PERFIL + DIF OPAL+2 CLIPS MIC38 9,6W/M 1,00M 30K
LEGUMES & 4ª GAMA A/S (6.25)
A30

COMIDA FRESCA A/S (5.00) C6 A10

133 X 54
A3

x3
SUMO LARANJA
SEGURANÇA

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54

Instalação de embutir

A26

A4
A10
G25

TETO EM RÉGUAS METÁLICAS 5X20CM, A IMITAR MADEIRA (H=3,00m)

Instalação de embutir
133 X 54

250 250 375 250


133 X 64 133 X 64
A28
A10
A25 A25 A10 A10 A12
Luminária RC132V G4 LED334_43S/830_840 PSU W60L60 OC 2 Leila refª 536055 da Ares, -
133 X 54

A24 A22 cor a confimrar pela arquitetura

133 X 54
7

133 X 54
8 6

x3
C24
C23

A26
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
ATM
G24

34 cacifos A13 Instalação Saliente c/ Det. Mov. Instalação Saliente


A0

0A
A30

ÁREA DE VENDAS: 870 m2 A0 133 X 64 133 X 64

133 X 64
A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 bipartidos 30 Módulos
A23

ENTRA. Q.E LOJA Aplique WL140V LED20S/840 PSR MDU WH C/ Detector Presença 6 BVP125 LED80-4S/740 OFA52 da Philips 15

A4
Q.E
[Link] [Link]

100 X 54
A10 A3 A29

x3
A4 C21 C22 C7

A27
C7 133 X 64 133 X 64
A24
PCF
A22 5 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
133 X 54

A14
133 X 54

100 X 54
Instalação Saliente c/ Det. Mov. Instalação embutida

133 X 64
x3
C16 A10 A13
C27 4 TXK51 A10 2 7

A27
50 A10 A10 Aplique WL140V LED34S/840 PSR MDU WH C/ Detector Presença A30 Projector Leila da Ares refª 536055
133 X 54

133 X 54
A0

0A
100 C2
C18
A30

CARROS 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 [Link]
133 X 64 133 X 64
C10

133 X 64
A12 A3
A24 A22 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A23 A23 A23 A23 A23 A23 01A C13 A4 Detector de Movimento Caixa Terminal
36 1
A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10
A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10
A23

Q.E.1
01A
01A

01A
A10

133 X 64 133 X 64

4 m2
3 ESTA SEMANA
C8
LACTÍCINIOS A/S

1.00
01A C4 A10 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 Q.E FRIO [Link]
[Link].
2 01A
133 X 54
A0

0A
TXK51
50

C20 01A A10 A10


A10
A30

A12 A24 A22


125
133 X 54

A10 A10 133 X 64 133 X 64

133 X 54
312.5 250 250 375 100 X 60 100 X 60
A3 A3 SIMBOLOGIA
01A 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54

ESTA SEMANA 01A


133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64

C5
A10

A10

A10

A10

C15 LACTÍCINIOS A/S (10.625) SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

PSR
C3 PCF

G17
A0

0A
C19 A1 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0

A29
A25 A25 A25
1
E05

A22 TOTAL LACTÍCINIOS: (20 m/l) Quadro eléctrico pertencente Quadro eléctrico não pertencente
A30

XK40
C14 90 C11 C12 29 módulos
133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64
MURAL CONGELADOS A/S (17.50) A3 A3 à empreitada à empreitada
E05

E04
E02

LACTÍCINIOS A/S (8.125)


E01

CHARCUTARIA A/S (5.00)


A25 A25 A25 P A R A F A R M Á C I A
E01

133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64

Canalização Embebida em Paredes


E03

C12 Canalização Enterrada


CARRETEL
E04

CARRETEL

Bast. 375 375 375 375 250 250 250 250 250 ou Tetos
S.E. C28 312.5
E02

Q.E.
S.E.
Conjunto de Cabos Conjunto de Cabos

Canalização em Caminho de Cabos Canalização á vista com abraçadeiras


A29 A29 A29 A29 A29
Conjunto de Cabos Conjunto de Cabos

Caixa de Derivação
Detector de Movimento 360º
Montagem Encastrada

Interruptor unipolar Comutador de lustre


montagem encastrada montagem encastrada
Anexo I

75
GERADOR
A16

G09
Cong.
G08

A22
G17

PSR
G17
A18
ZONA REFRIGERADA
D11
PASTELARIA S/T

G17
109 m2

G17
G17

A21
ATENDIMENTO

D12
CAFÉ & BOLOS

Q.E P.& TK

Q.E SEC.
187.5

A19 G17 G17


G05

G05
CAMARA PEIXE

G17
G17

(Zona Climatizada)
CAMARA CAMARA

APOIO PEIXARIA
11 m2
D13

5 m2
A18 CONGELADOS BACALHAU (Zona Climatizada) G03 G03
11 m2 9 m2
G05

G05
D14 D15

G08G09

(Zona Climatizada)
6 m2
APOIO FRUTAS E
LEGUMES
T05 G01 G04
A16

(Zona Climatizada) T11 G24


SANDES

G02
Q.E UPS S.
GTC Q.E AVAC (Zona Climatizada)

G24
G25
94

APOIO TALHOT03

G04 G03
G04
CAMARA

G04
X13 G07 10 m2
A06
A04
A07

F01
A05

A18 AVES
POS X 2

G01 X12
G17

P02

P02
LAVAGENS 5 m2
D16

G19 F02
94

3 m2

G02
2.74 X14 X14 PCF
D08

T04 G09 G08


BEBIDAS & SOBREMESAS

D03

A19 T14 G05


G25
G24
G18

G27
ATENDIMENTO

G25
G24
COMIDAS

1.05

C04

C04
X16
Forno Pizza

Retrobalcão X04

G09

P04
G02 X13
G17

G17
G02 X08 X07X06 G04 G18
X09 G02G03
156

P04

G01
Cortina Pára-Chamas
T01 T02 G13 G07

C03
A19 G17 G17 PLATAFORMA
PADARIA DE A T E N D I M E N T ATENDIMENTO
O P E I X APEIXARIA
R I A G17
G17 ATENDIMENTO TALHO CAMARA G05 NIVELADORA
G17 G17
CONGELADOS G17
PD = 3.00m PD = 3.00m TALHO

G05
ATENDIMENTO TAKE-AWAY 11 m2 27 cacifos
ATENDIMENTO CHARCUTARIA G12
X03 bipartidos Limpeza
PSR (Zona Climatizada) G22
A18 G08
ESPACO 4 m2 G16
375
G19
G08 135 250 250 PISO
NUMERO
187.5 375

G27
G27
94 125
BA

G25 A= AREA m²
NH

250 250
O

PEDIREITO
PD= m
M

PD = 2.20m
AR
IA

125 125 125 125 125


CHAPA QUEIJOS SELF (3.75) LUVAS LUVAS FATIADORA PÃO A/S
A18 CH. QUENTE S/T PCF

133 X 54
TAKE -AWAY S/T
A19 QUENTE A/S
DE PÃO
PEIXE FRESCO (4 x 1.25) PEIXE EMBALADO BACALHAU PEIXE CONGELADO (3.75) TALHO A/S (5.00)
PD = 3.50m
DALI 1

G24
DALI 3

G24
G25
ESPACO
A19 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 PISO
NUMERO
38 LUGARES

133 X 54
A19 & Talheres DALI 4 A= AREA m²

G17
Bandejas
BOLOS PEDIREITO
PD= m

G A R R A F E I R A
A18

133 X 54
G19 1
FLORES

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


DALI 2 ESPACO 2

BACALHAU

A0
FRUTOS SECOS PISO
NUMERO 3
125
ilha autonoma EXPO 106 x 85 4
A= AREA m²
BANCADA DE FRUTAS & LEGUMES

133 X 54
5
ESPACO PEDIREITO
PD= m

133 X 54
6
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
PISO
NUMERO
A19 125
A= AREA m²
A24

SE
Q.E.
A0 A0 A0 A0 A0 PEDIREITO
PD= m PSR
COMIDA FRESCA A/S (5.00) LEGUMES & 4ª GAMA A/S (6.25)

133 X 54
A0
SUMO LARANJA
SEGURANÇA

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


G25

TETO EM RÉGUAS METÁLICAS 5X20CM, A IMITAR MADEIRA (H=3,00m)

133 X 54
133 X 64 133 X 64
250 250 375 250

133 X 54
A24 A22

133 X 54
7

133 X 54
8 6
ATM 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
SÍMBOLO DESCRIÇÃO
G24

34 cacifos
A0

A0
ÁREA DE VENDAS: 870 m2 133 X 64 133 X 64

133 X 64
A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 bipartidos 30 Módulos
Q.E ENTRA. Q.E
[Link] LOJA
[Link]

100 X 54
Cablagem do tipo LiHCH 2x0,75mm2
5
133 X 64 133 X 64
A24
PCF
A22 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
133 X 54

133 X 54

100 X 54

133 X 64
4 TXK51
50
Prumadas ascendentes com mudança de piso

133 X 54

133 X 54
A0

A0
100
CARROS 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 [Link]
133 X 64 133 X 64
Prumadas descendentes com mudança de piso

133 X 64
A12 A24 A22 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A23 A23 A23 A23 A23

A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10
A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10

A10
Q.E.1 xx
Numeração dos circuitos
133 X 64 133 X 64

4 m2
3 ESTA SEMANA

LACTÍCINIOS A/S
1.00
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 Q.E FRIO [Link]
[Link].
2
133 X 54
A0

A0
TXK51
50

A12 A24 A22

125
133 X 54

133 X 64 133 X 64

133 X 54
312.5 250 250 375 100 X 60 100 X 60

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54

ESTA SEMANA
133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64

LACTÍCINIOS A/S (10.625)

PSR
PCF

G17
A0

A0
A1 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0 A0
A221
E05

TOTAL LACTÍCINIOS: (20 m/l)


XK40
90 133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64
MURAL CONGELADOS A/S (17.50) 29 módulos
E05

E04
E02

LACTÍCINIOS A/S (8.125)


E01

CHARCUTARIA A/S (5.00)


P A R A F A R M Á C I A
E01

133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64


E03
Q.E INF.

CARRETEL
E04

CARRETEL

Bast. 375 375 375 375 250 250 250 250 250
S.E. 312.5
E02

Q.E.
S.E.
GERADOR
A16

G09
Cong.
G08

A22
G17

CLARABOIAS

PSR
G17
BP2 ZONA REFRIGERADA
D11
PASTELARIA S/T

G17
109 m2

G17
G17

A21
ATENDIMENTO

D12
CAFÉ & BOLOS

Q.E P.& TK

Q.E SEC.
187.5

G05 G17 G17

G05
CAMARA PEIXE

G17
G17

(Zona Climatizada)
CAMARA CAMARA

APOIO PEIXARIA
11 m2
D13

5 m2
CONGELADOS BACALHAU (Zona Climatizada) G03 G03
11 m2 9 m2
G05

G05
D14 D15

G08G09

(Zona Climatizada)
6 m2
APOIO FRUTAS E
LEGUMES
T05 G01 G04
A16

(Zona Climatizada) T11 G24


SANDES

G02
Q.E UPS S.
GTC Q.E AVAC (Zona Climatizada)

G24
G25
94

APOIO TALHOT03

G04 G03
G04 THE
CAMARA

G04
X13 G07 10 m2
A06
A04
A07

F01
A05

AVES
POS X 2

G01 X12
G17

P02

P02
LAVAGENS 5 m2
D16

G19 F02
94

3 m2

G02
2.74 X14 X14 PCF
D08

T04 G09 G08


BEBIDAS & SOBREMESAS

D03

T14 G05
G25
G24
G18

G27
ATENDIMENTO

G25
G24
COMIDAS

1.05

C04

C04
X16
Forno Pizza

Retrobalcão X04

G09

P04
G02 X13
G17

G17
G02 X08 X07X06 G04 G18
X09 G02G03
156

P04

G01
(1.60m) Cortina Pára-Chamas
T01 T02 G13 G07

C03
G17 G17 PLATAFORMA
PADARIA DE A T E N D I M E N T ATENDIMENTO
O P E I X APEIXARIA
R I A G17
G17 ATENDIMENTO TALHO CAMARA G05
[Link] G17 G17
CONGELADOS G17
PD = 3.00m PD = 3.00m TALHO
NIVELADORA

G05
ATENDIMENTO TAKE-AWAY 11 m2 27 cacifos
ATENDIMENTO CHARCUTARIA G12
X03 bipartidos Limpeza
PSR (Zona Climatizada) G22
ESPACO 4 m2 G16
G08 135 G08 375 250 250
G19
187.5 PISO
NUMERO
BA 375

G27
G27
NH 94 125 G25 A= AREA m²
O 250 250
LUX.2 M
AR
IA PD = 2.20m PEDIREITO
PD= m
125 125 125 125 125
CHAPA QUEIJOS SELF (3.75) LUVAS LUVAS FATIADORA PÃO A/S
CH. QUENTE S/T PCF

133 X 54
TAKE -AWAY S/T DE PÃO
QUENTE A/S PEIXE FRESCO (4 x 1.25) PEIXE EMBALADO BACALHAU PEIXE CONGELADO (3.75) TALHO A/S (5.00)
PD = 3.50m

G24

G24
G25
ESPACO
PISO
NUMERO
38 LUGARES

133 X 54
& Talheres A= AREA m²

G17
Bandejas
BOLOS PEDIREITO
PD= m

G A R R A F E I R A
TH.AV2

133 X 54
G19 1
FLORES

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


ESPACO 2
(h=1.8m)

BACALHAU
FRUTOS SECOS PISO
NUMERO 3
125
ilha autonoma EXPO 106 x 85 4
A= AREA m²
BANCADA DE FRUTAS & LEGUMES

133 X 54
5
ESPACO PEDIREITO
PD= m

133 X 54
6
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
PISO
NUMERO
125 À UEC RT 1
A= AREA m²

SE
Q.E. Na Zona Técnica Exterior
PEDIREITO
PD= m PSR SIMBOLOGIA
LiHCH 4x0,75mm2
COMIDA FRESCA A/S (5.00) LEGUMES & 4ª GAMA A/S (6.25)

133 X 54
SUMO LARANJA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO


SEGURANÇA

133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54


G25

TETO EM RÉGUAS METÁLICAS 5X20CM, A IMITAR MADEIRA (H=3,00m)

133 X 54
133 X 64 133 X 64
250 250 375 250

133 X 54

133 X 54
7

133 X 54
8 6 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 Traçado Principal Traçado Final
ATM
G24

34 cacifos
ÁREA DE VENDAS: 870 m2 LUX.3 133 X 64 133 X 64

133 X 64
bipartidos 30 Módulos
Q.E ENTRA. Q.E
[Link] LOJA
[Link]

100 X 54
(Junto às Filas de Iluminação)
BP1 133 X 64 133 X 64
KNX EIB 4x0,8mm2 + LiHCH 4x0,75mm2 Prumadas ascendentes
PCF
5 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54
133 X 54

133 X 54

100 X 54

133 X 64
4 TXK51
50

Quadro eléctrico pertencente Quadro eléctrico não pertencente

133 X 54

133 X 54
100
CARROS
CORT 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 [Link]
133 X 64 133 X 64
à empreitada à empreitada

133 X 64
PT LUX.1 Q.E.1 133 X 64 133 X 64

4 m2
3
(Junto às Filas de Iluminação) ESTA SEMANA

LACTÍCINIOS A/S
1.00
133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 133 X 54 Q.E FRIO [Link]
[Link].
2
133 X 54

TXK51
50

125
133 X 54
133 X 64 133 X 64

133 X 54
250 250 375 100 X 60 100 X 60
CO2 312.5

Ligar ao QGBT (1.60m) 133 X 54 133 X 54

ESTA SEMANA
133 X 54 133 X 54 133 X 54
133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64

LACTÍCINIOS A/S (10.625)

PSR
PCF

G17
[Link]
1
E05

(1.60m) TOTAL LACTÍCINIOS: (20 m/l)


XK40
[Link] 90
MURAL CONGELADOS A/S (17.50) 29 módulos
133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64
E05

E04
E02

LACTÍCINIOS A/S (8.125)


E01

P A R A F A R M Á C I A
CHARCUTARIA A/S (5.00) (1.60m)
E01

133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64 133 X 64


E03
Q.E INF.

TH.AV1

CARRETEL
E04

CARRETEL

Bast. 375 375 375 375 250 250 250 250 250
S.E. 312.5
E02

Q.E.
S.E.
RAD
(h>=5m)
Anexo J

76
SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras


P
tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo

07 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes


P C
tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo
AP
Ø25
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento
F
tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo
Ø25 Ø25

I3 Caixa de passagem do tipo I3 Canalização em tubo enterrada em vala


I.s Ø - Diâmetro do tubo

MIC NO
FO
7.59M2

RO
R
FR
04 P P 05 Cozinha

IG
AR
12.92M2

C
04 C C 05 CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado
Ø25

ML
L
I.s
Quarto 4.70M2
23.98
03 03 M2 Quarto Quarto
13.38 M2 13.38 M2 AP Access Point PAT Passagem Aérea de Topo
P C I.s
2.37M2
Caixa de Passagem do tipo C1
C1 BTD Bastidor
Dimensões 265x430x128
Sala comum
35.10 M2 Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico
C2
Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada

Para PAT
Ponto de ligação Limite de Propriedade
Ø40

Q.E ATI
Para Piso -1 (C1) 3Ø25 02 P
Ø40 2 01 C ZA
escritório 10
0 P C
8.55 M2 02
01 F P
F
SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras


P
tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes


C
tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento


F
tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo
CAVE
84.96 M2

I3 Caixa de passagem do tipo I3 Canalização em tubo enterrada em vala


Ø - Diâmetro do tubo

CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado

AP Access Point PAT Passagem Aérea de Topo


Do Piso 0 (ATI)
06 06 Ø40
Ø25 Caixa de Passagem do tipo C1
P C C1 C1 BTD Bastidor
Dimensões 265x430x128

Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico


C2
Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada

Ponto de ligação Limite de Propriedade


Anexo K

77
R/Chão

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

ZAP
F F P P C C
01 02 01 02 01 02 ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
500x600x200 200x300x100mm
I.S.
A: 6,49 m2

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras


P
tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo

05 Quarto
05 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes
Ø25 P C
A: 12,52 m2
C
Ø25 tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo
3Ø25 P Quarto
C
Sala Comum 04 04
A: 12,08 m2

A: 30,24 m2
Cozinha Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento
A: 5,58 m2 Entrada F
A: 4,70 m2
tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo

ATI
Q.E.
I.S. Caixa de Colunas
Lav. A: 2,88 m2
CC Canalização em tubo enterrada em vala
[Link].1
A: 1,70 m2
265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo
Ø40+Ø25
[Link].2
Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado

Q.E.
CVM

10

11
8

9
I.S.
A: 3,83 m2
12
7

P 03

ATI
13
6

Cozinha
5
14

Ø40+Ø25
Entrada C 03 A: 9,95 m 2

Access Point Passagem Aérea de Topo


4
15
A: 4,62 m2 AP PAT
Ø25
16

1
Para Caixa Colunas
Piso Superior Caixa de Passagem do tipo C1
Ø25 3Ø40 C1 Bastidor
BTD
Dimensões 265x430x128

ATE
Q.S.C.
Vest.
A: 2,90 m2 Vest. Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico
A: 6,34 m2 C2
Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada

Q.C.
Quarto 04 P
A: 13,57 m2
04 C Sala Comum
A: 30,60 m2 xx Designação
Ponto de ligação
Ø25
10

12

13

14

15
11

03 P 9 Limite de Propriedade
03 C I.S.
8
7

A: 6,00 m2
3Ø25
Quarto 01 02 01 02 01 02

ZAP
2
A: 12,09 m
F F P P C C

2Ø40

CVM
Ligar às Infraestruturas
mais próximas
2Ø40
Piso 1 e 2

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

ZAP
F 01 ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
F 02 Sala Comum
A: 26,81 m2
500x600x200 200x300x100mm
I.S. P 01
A: 5,25 m2
P 02
C 01 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras
P
C 02 tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo
Quarto
04 04
A: 12,06 m2
P C
Ø25 3Ø25
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes
P C C
Quarto
03 03 m
A: 10,05 2 Ø25 tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento


Vest.
I.S.
A: 3,68 m2 Cozinha F
A: 4,60 m 2
Desp.
1,50 m2
A: 9,60 m2 tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo

Entrada Caixa de Colunas


A: 5,11 m2
CC Canalização em tubo enterrada em vala
265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo

ATI
Quarto
A: 12,60 m2 CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado

Q.E.
Cozinha

10

11
8

9
12 Desp. A: 12,17 m2
7
A: 1,90 m2
6
13
[Link].3
Ø40+Ø25
14
5

P 06
4
15
AP Access Point PAT Passagem Aérea de Topo
16

1
C 06
P C
05 05 Caixa de Passagem do tipo C1
P 03 C1 BTD Bastidor
Ø25 Dimensões 265x430x128
C 03
Para Piso Superior
3Ø40 Ø25 Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico
Sala Comum
I.S. CC A: 36,72 m2 C2
2
A: 3,67 m
Do Piso Inferior Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada
Quarto
2
A: 12,68 m
3Ø40
xx Designação
Ponto de ligação
Ø25 Ø40+Ø25
Ø25
ATI
04 P Entrada
04 C
Q.E.
[Link].4
A: 7,61 m2
Limite de Propriedade
Vest. I.S.
A: 4,10 m2 A: 5,33 m2

Quarto
3Ø25 01 02 01 02 01 02

ZAP
A: 11,50 m2 Lav.
A: 2,10 m2 F F P P C C
Piso 3

SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

ZAP
F 01 ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
F 02 Sala Comum
A: 26,81 m2
500x600x200 200x300x100mm
I.S. P 01
A: 5,25 m2
P 02
C 01 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras
P
C 02 tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo
Quarto
04 04
A: 12,06 m2
P C
Ø25 3Ø25
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes
P C C
Quarto
03 03 m
A: 10,05 2 Ø25 tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento


Vest.
I.S.
A: 3,68 m2 Cozinha F
A: 4,60 m 2
Desp.
1,50 m2
A: 9,60 m2 tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo

Entrada Caixa de Colunas


A: 5,11 m2
CC Canalização em tubo enterrada em vala
265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo

ATI
Quarto
A: 12,60 m2 CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado

Q.E.
Cozinha

10

11
8

9
12 Desp. A: 12,17 m2
7
A: 1,90 m2
6
13
[Link].7
Ø40+Ø25
14
5

P 06
4
15
AP Access Point PAT Passagem Aérea de Topo
16

1
C 06
P C
05 05 Caixa de Passagem do tipo C1
P 03 C1 BTD Bastidor
Ø25 Dimensões 265x430x128
C 03
Para PAT
2Ø40 Ø25 Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico
Sala Comum
C2

ATE
I.S. A: 36,72 m2
2
A: 3,67 m
Do Piso Inferior Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada
Quarto
2
A: 12,68 m
3Ø40
xx Designação
Ponto de ligação
Ø25 Ø40+Ø25
Ø25
ATI
04 P Entrada
04 C
Q.E.
[Link].8
A: 7,61 m2
Limite de Propriedade
Vest. I.S.
A: 4,10 m2 A: 5,33 m2

Quarto
3Ø25 01 02 01 02 01 02

ZAP
A: 11,50 m2 Lav.
A: 2,10 m2 F F P P C C
Anexo L

78
REDE DE TUBAGENS

Cobertura

Quarto 2 Suite Zap/S. Estar Zap/S. Estar Sala Jantar Suite Quarto 2 Quarto 3
04 04 03 03 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 03 03 04 04 05 05 06 06
P C P C F F C C P P F F C C P P P C P C P C P C
2Ø40

Ø25 3Ø25 3Ø25 Ø25


Ø25 ATI Ø25 Ø25 ATI Ø25
Q.E Q.E
Ø25 Ø25
AP.7 AP.8
SIMBOLOGIA
Ø40 + Ø25 Ø40 + Ø25
ATE SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO
Piso 3

Quarto 2 Suite Zap/S. Estar Zap/S. Estar Sala Jantar Suite Quarto 2 Quarto 3 ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
500x600x200 200x300x100mm
04 04 03 03 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 03 03 04 04 05 05 06 06
P C P C F F C C P P F F C C P P P C P C P C P C
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras
P
tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo
3Ø40
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes
C
3Ø25 3Ø25 tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo
Ø25 Ø25 ATI Ø25 Ø25 ATI Ø25 Ø25
Q.E Q.E
Ø25 Ø25 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1
AP.5 AP.6 F Canalização embebida no pavimento
tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo

Ø40 + Ø25 Ø40 + Ø25 Caixa de Colunas


CC CC Canalização em tubo enterrada em vala
265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo
Piso 2

Quarto 2 Suite Zap/S. Estar Zap/S. Estar Sala Jantar Suite Quarto 2 Quarto 3 CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado

04 04 03 03 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 03 03 04 04 05 05 06 06
P C P C F F C C P P F F C C P P P C P C P C P C AP Access Point Passagem Aérea de Topo
PAT

3Ø40 Caixa de Passagem do tipo C1


C1 BTD Bastidor
Dimensões 265x430x128
Ø25 3Ø25 3Ø25 Ø25
Ø25 ATI Ø25 Ø25 ATI Ø25 Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico
Q.E Q.E
Ø25 Ø25 C2
AP.3 AP.4 Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada

xx Designação
Ø40 + Ø25 Ø40 + Ø25 Ponto de ligação
CC
Piso 1
Limite de Propriedade
Quarto 2 Suite Zap/S. Estar Zap/S. Estar Cozinha Suite Quarto 2
04 04 03 03 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 01 02 03 03 04 04 05 05
P C P C F F C C P P F F C C P P P C P C P C

3Ø40

Ø25 3Ø25 3Ø25 Ø25


Ø25 ATI Ø25 Ø25 ATI Ø25
Q.E Q.E
Ø25
AP.1 AP.2

Ø40 + Ø25 Ø40 + Ø25


ATE
R/Chão

2Ø40

CVM
Exterior
Anexo M

79
DIAGRAMA DE MATV

Ref.149902

Ref.1201

Ref.3075
Cabo Coaxial T100 PE - Ref.215501

Cabo Coaxial T100 PE - Ref.215501

Ref.2401

Ref.2401

Ref.4947 Ref.4947
Ref.4947

Ref.4947

Cobertura

(-F) (+F) (+F) (+F) (--F)


SIMBOLOGIA
C4 C3 C2 C1 CR - MATV C1 C2 C3 C4 C5 C6
C C C C C C C C C C SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

ATI 6 ATI 8
9m ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
9m 9m 500x600x200mm 200x300x100mm
9m 7m
11m 7m 6m 10m
12m 12m
11m Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras
P
Cabo Coaxial T100 AP.7 AP.8 Cabo Coaxial T100 tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo
PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102
Piso 3 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes
C
tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo
(-F) (+F) (+F) (+F) (-F)
C4 C3 C2 C1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 F
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1
tomada fibra optica SC/APC
Canalização embebida no pavimento
Ø - Diâmetro do tubo
C C C C C C C C C C Caixa de Colunas
CC Canalização em tubo enterrada em vala
ATI 6 ATI 8 265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo
9m
9m 9m
9m 7m CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado
11m 10m 9m 10m
12m 12m
11m
Cabo Coaxial T100 AP.5 AP.6 Cabo Coaxial T100 Access Point Passagem Aérea de Topo
AP PAT
PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102
Piso 2
Caixa de Passagem do tipo C1
C1 BTD Bastidor
(-F) (+F) (+F) (+F) (-F) Dimensões 265x430x128
C4 C3 C2 C1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico
C2
C C C C C C C C C C Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada

ATI 6 ATI 8 xx Designação


Ponto de ligação
9m
9m 9m
9m 7m
11m 13m 12m 10m
12m 12m Limite de Propriedade
11m
Cabo Coaxial T100 AP.3 AP.4 Cabo Coaxial T100
PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102
Piso 1

(-F) (+F) (+F) (-F) (-F) (++F)


C4 C3 C2 C1 C1 C2 C3 C4 C5
C C C C C C C C C
ATI 6 ATI 6
10m 10m
10m 10m
14m 18m 15m 4m
13m 7m
8m
Cabo Coaxial T100 AP.1 AP.2 Cabo Coaxial T100
PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102
R/Chão

Exterior
Anexo N

80
DIAGRAMA DE CATV
Cobertura
SIMBOLOGIA
(-F) (+F) (+F) (+F) (--F)
SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO
C4 C3 C2 C1 C1 C2 C3 C4 C5 C6
C C C C C C C C C C
ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
ATI 6 ATI 8 500x600x200mm 200x300x100mm
9m
9m 9m Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras
9m 7m P
11m 16m 15m 10m tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo
12m 12m
11m
Cabo Coaxial T100 AP.7 AP.8 Cabo Coaxial T100 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes
C
Piso 3 PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102 tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento


(-F) (+F) (+F) (+F) (-F) F
tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo
C4 C3 C2 C1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 Caixa de Colunas
Canalização em tubo enterrada em vala
C C C C C C C C C C CC
265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo

ATI 6 ATI 8 ZAP


CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 Zona de acesso previligiado
9m
9m 9m
9m 7m
11m 13m 12m 10m
12m 12m Access Point Passagem Aérea de Topo
11m AP PAT
Cabo Coaxial T100 AP.5 AP.6 Cabo Coaxial T100
PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102 Caixa de Passagem do tipo C1
Piso 2 C1 BTD Bastidor
Dimensões 265x430x128
(-F) (+F) (+F) (+F) (-F) Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico
C4 C3 C2 C1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 C2
Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada

C C C C C C C C C C Ponto de ligação xx Designação


ATI 6 ATI 8
9m
9m 9m Limite de Propriedade
9m 7m
11m 10m 9m 10m
12m 12m
11m
Cabo Coaxial T100 AP.3 AP.4 Cabo Coaxial T100
PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102
Piso 1

(-F) (+F) (+F) (-F) (-F) (++F)


C4 C3 C2 C1 C1 C2 C3 C4 C5
C C C C C C C C C
ATI 6 ATI 6
10m 10m
10m 10m
14m 9m 6m 4m
13m 7m
8m
Cabo Coaxial T100 AP.1 AP.2 Cabo Coaxial T100
PVC - Ref.214102 PVC - Ref.214102

R/Chão
RG - CC

Exterior
DIAGRAMA DE PAR DE COBRE
SIMBOLOGIA
Cobertura
SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO
P1 P2 P3 P4 P6 P5 P4 P3 P2 P1
P P P P P P P P P P ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
500x600x200 200x300x100mm
ATI 6 ATI 8
AP.7 AP.8 Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras
P
tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes


Cabo UTP CAT 6 C
tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo
RC-PC RC-PC Cabo UTP CAT 6
Piso 3
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento
F
tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo
P1 P2 P3 P4 P6 P5 P4 P3 P2 P1 Caixa de Colunas
CC Canalização em tubo enterrada em vala
P P P P P P P P P P 265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo

ATI 6 ATI 8 CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado
AP.5 AP.6

AP Access Point PAT Passagem Aérea de Topo

Cabo UTP CAT 6 Caixa de Passagem do tipo C1


RC-PC RC-PC Cabo UTP CAT 6 C1 Bastidor
BTD
Piso 2 Dimensões 265x430x128

Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico


C2
P1 P2 P3 P4 P6 P5 P4 P3 P2 P1 Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada

xx
P P P P P P P P P P Ponto de ligação Designação

ATI 6 ATI 8
AP.3 AP.4 Limite de Propriedade

Cabo UTP CAT 6


RC-PC RC-PC Cabo UTP CAT 6
Piso 1

P1 P2 P3 P4 P5 P4 P3 P2 P1
P P P P P P P P P
ATI 6 ATI 6
AP.1 AP.2

Cabo UTP CAT 6


Cabo UTP CAT 6
RC-PC RC-PC

R/Chão
RG - CC

Exterior
SIMBOLOGIA

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO

DIAGRAMA DE FIBRA ÓPTICA ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
Cobertura 500x600x200 200x300x100mm

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras


P
ATI 6 ATI 8 tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo
Cabo FO - EN 60793-2-50 AP.7 AP.8 Cabo FO - EN 60793-2-50
01 F F 01 C
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1
tomada de cabo coaxial
Canalização embebida em paredes
Ø - Diâmetro do tubo
Cabo FO - EN 60793-2-50 Cabo FO - EN 60793-2-50
02 F F 02 F
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento
RC-FO RC-FO tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo
Piso 3 Caixa de Colunas
CC Canalização em tubo enterrada em vala
265x430x138mm Ø - Diâmetro do tubo
ATI 6 ATI 8
Cabo FO - EN 60793-2-50 AP.5 AP.6 Cabo FO - EN 60793-2-50 Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado
01 F F 01 CVM

Cabo FO - EN 60793-2-50 Cabo FO - EN 60793-2-50


02 F F 02 AP Access Point PAT Passagem Aérea de Topo

RC-FO RC-FO Caixa de Passagem do tipo C1


Piso 2 C1 BTD Bastidor
Dimensões 265x430x128

Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico


ATI 6 ATI 8 C2
Cabo FO - EN 60793-2-50 AP.3 Cabo FO - EN 60793-2-50 Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada
AP.4
01 F F 01 Ponto de ligação xx Designação
Cabo FO - EN 60793-2-50 Cabo FO - EN 60793-2-50
02 F F 02
RC-FO RC-FO Limite de Propriedade
Piso 1

ATI 6 ATI 6
Cabo FO - EN 60793-2-50 AP.1 AP.2 Cabo FO - EN 60793-2-50
01 F F 01
Cabo FO - EN 60793-2-50 Cabo FO - EN 60793-2-50
02 F F 02
RC-FO RC-FO

R/Chão
RG - FO

Exterior
Anexo O

81
DIAGRAMA DE REDE DE TERRAS

Ref.149902

Ref.1201

Ref.3075

SIMBOLOGIA

Cabo Coaxial T100 PE - Ref.215501

Cabo Coaxial T100 PE - Ref.215501


Ref.2401

SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO SÍMBOLO REFª. / INSTALAÇÃO


Ref.2401

Ref.4947 Ref.4947

Ref.4947

Ref.4947
Cobertura 1G16 ATE Armario de Telecomunicações de Edificio ATI Armario de Telecomunicações Individual
500x600x200 200x300x100mm

CR Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização à vista em abraçadeiras


ATI ATI P
tomada de cabo de par de cobre RJ45 Ø - Diâmetro do tubo
[Link].7 AP.7
ATE
SUPERIOR
AP.8 [Link].8
C
Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida em paredes
tomada de cabo coaxial Ø - Diâmetro do tubo

Caixa de aparelhagem ou saída do tipo I1 Canalização embebida no pavimento


1G2,5 1G2,5 F
tomada fibra optica SC/APC Ø - Diâmetro do tubo
Piso 3
Caixa de Colunas
CC Canalização em tubo enterrada em vala
220x220x90mm Ø - Diâmetro do tubo

ATI ATI CVM Caixa de visita multioperador 40x40x40 ZAP Zona de acesso previligiado
[Link].5 AP.5 AP.6 [Link].6
1G4
C.C.
AP Access Point PAT Passagem Aérea de Topo

1G2,5 1G2,5 Caixa de Passagem do tipo C1


C1 BTD Bastidor
Piso 2 Dimensões 265x430x128

Caixa de Passagem do tipo C2 Quadro Elétrico


C2
Dimensões 420x420x150 Q.E Pertencente á empreitada
ATI ATI
[Link].3 AP.3 AP.4 [Link].4 xx
1G4 Ponto de ligação Designação
C.C.
Limite de Propriedade
1G2,5 1G2,5
Piso 1

ATI ATI
1G4
[Link].1 AP.1 ATE
INFERIOR
AP.2 [Link].2

BGT
1G2,5

1G6 1G2,5

TPT Q.S.C.

R/Chão

Exterior
Anexo P

82
CÁLCULOS ITED4 - CATV

COLECTIVO INDIVIDUAL

Slope
FOGO CABO ALP (dB) (dB)
ATI TT ALP (dB) Slope (dB) AL (dB)

ATE→ATI 47 862 862-47 CABO (++F) 47 862 950 2150 862-47 2150-950 47 862 950 2150
ID (DIST.)
TIPO Nº (ZAP) ID
MHz MHz MHz ATI→TT (--F) MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz

AP.1 9m 0,4 1,5 1,1 ATI 6 4 10 m (ZAP) C01 (+F) 1,4 2,7 3,3 4,3 1,3 1,0 10,4 13,7 14,3 18,3
10 m (ZAP) C02 (+F) 1,4 2,7 3,3 4,3 1,3 1,0 10,4 13,7 14,3 18,3
14 m C03 (-F) 1,6 3,3 4,0 5,4 1,8 1,4 10,6 14,3 15,0 19,4
13 m C04 1,5 3,2 3,8 5,1 1,6 1,3 10,5 14,2 14,8 19,1
AP.2 6m 0,2 1,0 0,8 ATI 6 5 10 m (ZAP) C01 (-F) 1,4 2,7 3,3 4,3 1,3 1,0 10,4 13,7 14,3 18,3
10 m (ZAP) C02 (-F) 1,4 2,7 3,3 4,3 1,3 1,0 10,4 13,7 14,3 18,3
4m C03 (++F) 1,2 1,7 2,2 2,6 0,5 0,4 10,2 12,7 13,2 16,6
7m C04 1,3 2,2 2,7 3,4 0,9 0,7 10,3 13,2 13,7 17,4
8m C05 1,3 2,3 2,9 3,7 1,0 0,8 10,3 13,3 13,9 17,7
AP.3 10 m 0,4 1,7 1,3 ATI 6 4 9m (ZAP) C01 (+F) 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 10,4 13,5 14,1 18,0
9m (ZAP) C02 (+F) 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 10,4 13,5 14,1 18,0
11 m C03 1,5 2,8 3,4 4,5 1,4 1,1 10,5 13,8 14,4 18,5
12 m C04 (-F) 1,5 3,0 3,6 4,8 1,5 1,2 10,5 14,0 14,6 18,8
AP.4 9m 0,4 1,5 1,1 ATI 8 6 9m (ZAP) C01 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 12,4 14,5 15,1 19,0
9m (ZAP) C02 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 12,4 14,5 15,1 19,0
7m C03 (+F) 1,3 2,2 2,7 3,4 0,9 0,7 12,3 14,2 14,7 18,4
10 m C04 1,4 2,7 3,3 4,3 1,3 1,0 12,4 14,7 15,3 19,3
12 m C05 (-F) 1,5 3,0 3,6 4,8 1,5 1,2 12,5 15,0 15,6 19,8
11 m C06 1,5 2,8 3,4 4,5 1,4 1,1 12,5 14,8 15,4 19,5
AP.5 13 m 0,5 2,2 1,6 ATI 6 4 9m (ZAP) C01 (+F) 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 10,4 13,5 14,1 18,0
9m (ZAP) C02 (+F) 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 10,4 13,5 14,1 18,0
11 m C03 1,5 2,8 3,4 4,5 1,4 1,1 10,5 13,8 14,4 18,5
12 m C04 (-F) 1,5 3,0 3,6 4,8 1,5 1,2 10,5 14,0 14,6 18,8
AP.6 12 m 0,5 2,0 1,5 ATI 8 6 9m (ZAP) C01 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 12,4 14,5 15,1 19,0
9m (ZAP) C02 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 12,4 14,5 15,1 19,0
7m C03 (+F) 1,3 2,2 2,7 3,4 0,9 0,7 12,3 14,2 14,7 18,4
10 m C04 1,4 2,7 3,3 4,3 1,3 1,0 12,4 14,7 15,3 19,3
12 m C05 (-F) 1,5 3,0 3,6 4,8 1,5 1,2 12,5 15,0 15,6 19,8
11 m C06 1,5 2,8 3,4 4,5 1,4 1,1 12,5 14,8 15,4 19,5
AP.7 16 m 0,7 2,7 2,0 ATI 6 4 9m (ZAP) C01 (+F) 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 10,4 13,5 14,1 18,0
9m (ZAP) C02 (+F) 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 10,4 13,5 14,1 18,0
11 m C03 1,5 2,8 3,4 4,5 1,4 1,1 10,5 13,8 14,4 18,5
12 m C04 (-F) 1,5 3,0 3,6 4,8 1,5 1,2 10,5 14,0 14,6 18,8
AP.8 15 m 0,6 2,5 1,9 ATI 8 6 9m (ZAP) C01 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 12,4 14,5 15,1 19,0
9m (ZAP) C02 1,4 2,5 3,1 4,0 1,1 0,9 12,4 14,5 15,1 19,0
7m C03 (+F) 1,3 2,2 2,7 3,4 0,9 0,7 12,3 14,2 14,7 18,4
10 m C04 1,4 2,7 3,3 4,3 1,3 1,0 12,4 14,7 15,3 19,3
12 m C05 (--F) 1,5 3,0 3,6 4,8 1,5 1,2 12,5 15,0 15,6 19,8
11 m C06 1,5 2,8 3,4 4,5 1,4 1,1 12,5 14,8 15,4 19,5
CÁLCULOS ITED4 - SMATV

COLECTIVO

ALP (dB) Slope (dB)


ATI
TT ACR-TT (dB) STT (dBμV)
FOGO CABO
ATE→ATI TIPO
47 862 950 2150 862-47 2150-950 CABO (++F) 47 862 950 2150 47 862 950 2150
ID
MHz MHz MHz MHz MHz MHz ATI→TT (--F) MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz MHz
AP.1 9 m. 0,4 1,5 1,6 2,5 1,1 0,9 ATI 6 C01 10 m. (+F) 10,8 15,2 15,8 20,7 57,6 58,3 53,5 54,9
C02 10 m. (+F) 10,8 15,2 15,8 20,7 57,6 58,3 53,5 54,9
C03 14 m. (-F) 10,9 15,8 16,5 21,8 57,4 57,7 52,8 53,8
C04 13 m. 10,9 15,7 16,4 21,6 57,5 57,8 52,9 54,0
AP.2 6 m. 0,2 1,0 1,1 1,7 0,8 0,6 ATI 6 C01 10 m. (-F) 10,7 14,7 15,3 19,9 57,8 59,3 54,5 56,5
C02 10 m. (-F) 10,7 14,7 15,3 19,9 57,8 59,3 54,5 56,5
C03 4 m. (++F) 10,4 13,7 14,3 18,3 58,1 60,3 55,6 58,2
C04 7 m. 10,5 14,2 14,8 19,1 57,9 59,8 55,0 57,3
C05 8 m. 10,6 14,3 15,0 19,4 57,9 59,7 54,9 57,1
AP.3 10 m. 0,4 1,7 1,8 2,8 1,3 1,0 ATI 6 C01 9 m. (+F) 10,8 15,2 15,8 20,7 57,5 58,2 53,3 54,6
C02 9 m. (+F) 10,8 15,2 15,8 20,7 57,5 58,2 53,3 54,6
C03 11 m. 10,9 15,5 16,2 21,3 57,5 57,8 52,9 54,0
C04 12 m. (-F) 10,9 15,7 16,4 21,6 57,4 57,7 52,8 53,8
AP.4 9 m. 0,4 1,5 1,6 2,5 1,1 0,9 ATI 8 C01 9 m. 12,7 16,0 16,7 21,5 55,6 57,5 52,6 54,1
C02 9 m. 12,7 16,0 16,7 21,5 55,6 57,5 52,6 54,1
C03 7 m. (+F) 12,7 15,7 16,3 20,9 55,7 57,8 53,0 54,7
C04 10 m. 12,8 16,2 16,8 21,7 55,6 57,3 52,5 53,9
C05 12 m. (-F) 12,9 16,5 17,2 22,3 55,5 57,0 52,1 53,3
C06 11 m. 12,8 16,3 17,0 22,0 55,5 57,2 52,3 53,6
AP.5 13 m. 0,5 2,2 2,3 3,6 1,6 1,3 ATI 6 C01 9 m. (+F) 10,9 15,7 16,4 21,6 57,3 57,2 52,2 52,9
C02 9 m. (+F) 10,9 15,7 16,4 21,6 57,3 57,2 52,2 52,9
C03 11 m. 11,0 16,0 16,7 22,1 57,2 56,8 51,9 52,4
C04 12 m. (-F) 11,0 16,2 16,9 22,4 57,2 56,7 51,7 52,1
AP.6 12 m. 0,5 2,0 2,1 3,3 1,5 1,2 ATI 8 C01 9 m. 12,9 16,5 17,2 22,3 55,4 56,5 51,6 52,5
C02 9 m. 12,9 16,5 17,2 22,3 55,4 56,5 51,6 52,5
C03 7 m. (+F) 12,8 16,2 16,8 21,7 55,5 56,8 51,9 53,0
C04 10 m. 12,9 16,7 17,4 22,6 55,3 56,3 51,4 52,2
C05 12 m. (-F) 13,0 17,0 17,7 23,1 55,2 56,0 51,1 51,7
C06 11 m. 12,9 16,8 17,5 22,8 55,3 56,2 51,2 51,9
AP.7 16 m. 0,7 2,7 2,8 4,4 2,0 1,6 ATI 6 C01 9 m. (+F) 11,0 16,2 16,9 22,4 57,0 56,2 51,2 51,3
C02 9 m. (+F) 11,0 16,2 16,9 22,4 57,0 56,2 51,2 51,3
C03 11 m. 11,1 16,5 17,2 22,9 57,0 55,8 50,8 50,7
C04 12 m. (-F) 11,1 16,6 17,4 23,2 56,9 55,7 50,7 50,5
AP.8 15 m. 0,6 2,5 2,6 4,1 1,9 1,5 ATI 8 C01 9 m. 13,0 17,0 17,7 23,1 55,1 55,5 50,5 50,8
C02 9 m. 13,0 17,0 17,7 23,1 55,1 55,5 50,5 50,8
C03 7 m. (+F) 12,9 16,7 17,4 22,6 55,2 55,8 50,9 51,4
C04 10 m. 13,0 17,2 17,9 23,4 55,1 55,3 50,4 50,6
C05 12 m. (--F) 13,1 17,5 18,2 23,9 55,0 55,0 50,0 50,0
C06 11 m. 13,1 17,3 18,1 23,7 55,0 55,2 50,2 50,3
CÁLCULOS ITED4 - FIBRA ÓTICA

ATENUAÇÃO (dB) REF. Aten. 1310nm 1550nm

Fibra óptica monomodo G657 231901 [dB/Km] 0,4 0,3

Conetores 233203 [dB] 0,3 0,3

Junção 232602 [dB] 0,05 0,05

COLECTIVO INDIVIDUAL

FOGO CABO ALP (dB) ATI TT ALP (dB)

ATE→ATI CABO
ID (DIST.)
1310nm 1550nm TIPO ID (ZAP) 1310nm 1550nm
ATI→TT

AP.1 9 0,70 0,70 6 F01 (ZAP) 10 m. 0,70 0,70


F02 (ZAP) 10 m. 0,70 0,70
AP.2 6 0,70 0,70 6 F01 (ZAP) 10 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 10 m. 0,70 0,70
AP.3 10 0,70 0,70 6 F01 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
AP.4 9 0,70 0,70 8 F01 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
AP.5 13 0,71 0,70 6 F01 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
AP.6 12 0,70 0,70 8 F01 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
AP.7 16 0,71 0,70 6 F01 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
AP.8 15 0,71 0,70 8 F01 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
F02 (ZAP) 9 m. 0,70 0,70
Anexo Q

83
CCG

1
Cu
Ø2
8m
m

11

m
8m
Ø1
Cu
6
9,5
A
FOG.1

CuØ22mm
CAL.

1,2
2,6
CuØ22mm

1,2
B
0,5 3
0,7 Cu
Ø1
8m
m
8

FOG.2

1,2
2,6

SIMBOLOGIA
Cozinha
SÍMBOLO DESCRIÇÃO

FOG.2
CCG
Caixa de Corte Geral
Cozinha de
Jardim
Escritório
Eletroválvula

Valvula de Corte aos Aparelhos


FOG.1

Válvula de Hotte

Válvula de Corte Geral


Garagem Sala de Jantar
Tampão

Purga

Coluna Ascendente de Gás


Sala de Estar

Coluna Descendente de Gás


CuØ18mm

Transição de PE/Cu

[Link]ço
C Contador

Caixa de Visita de Soldadura

Zona Técnica Redutor


CAL. CuØ18mm
CuØ22mm B A

PE Ø ... Tubo de Poliétileno

Cu Ø ... Tubo de Cobre

Tubagem à Vista

Tubagem embebida,
enterrada ou encastrada

GÁS
Reservatório de Gás

CuØ28mm

CCG

Piso -1 Piso 0

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