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Educação Ambiental e Práticas ESG

O documento aborda a importância do ESG (Ambiental, Social e Governança) no contexto empresarial, destacando sua relevância para investidores e a necessidade de práticas sustentáveis. Além disso, discute os riscos associados ao não cumprimento dos princípios ESG e a proposta dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI) como forma de promover investimentos mais conscientes. Por fim, menciona o conceito de capitalismo sustentável que busca equilibrar crescimento econômico com responsabilidade social e ambiental.

Enviado por

Warlett Borges
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Educação Ambiental e Práticas ESG

O documento aborda a importância do ESG (Ambiental, Social e Governança) no contexto empresarial, destacando sua relevância para investidores e a necessidade de práticas sustentáveis. Além disso, discute os riscos associados ao não cumprimento dos princípios ESG e a proposta dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI) como forma de promover investimentos mais conscientes. Por fim, menciona o conceito de capitalismo sustentável que busca equilibrar crescimento econômico com responsabilidade social e ambiental.

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FACULDADE DE EDUCAÇÃO MEMORIAL ADELAIDE FRANCO – FEMAF

WARLETT BORGES DOS SANTOS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE

LIMA CAMPOS-MA
17/08/2024
WARLETT BORGES DOS SANTOS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE

Projeto de pesquisa apresentado á escola


de ensino superior faculdade de educação
memorial Adelaide Franco – FEMAF como
exigência para obtenção de nota curricular.

Prof.: Fátima Pinto


Curso: Administração

LIMA CAMPOS-MA
17/08/2024
RESUMO

O ESG tem se tornado cada vez mais relevante no mundo dos negócios,
sendo considerado um indicador-chave para investidores, consumidores e
stakeholders avaliarem o desempenho e a responsabilidade das empresas em
relação a questões ambientais, sociais e de governança. A adoção de práticas
ESG não só contribui para a sustentabilidade e a resiliência das organizações,
mas também para a construção de um mundo mais justo, equitativo e sustentável
para todos. No entanto, há nação se mostrar distante da realidade que foi
apresentada.

Palavras-chaves: ESG, sustentabilidade, meio ambiente, resiliência,


capitalismo.

ABSTRACT

ESG has become increasingly relevant in the business world, being


considered a key indicator for investors, consumers and stakeholders to assess
the performance and responsibility of companies in relation to environmental,
social and governance issues. The adoption of ESG practices not only
contributes to the sustainability and resilience of organizations, but also to
building a more just, equitable and sustainable world for all. However, the nation
appears to be far from the promised reality.

Keywords: ESG, sustainability, environment, resilience, capitalism.


Sumário
AGENDA ESG.................................................................................................... 5
Princípios para o Investimento Responsável PRI ........................................... 6
Capitalismo Sustentável .............................................................................. 7
REFERENCIAS.................................................................................................. 8
AGENDA ESG

ESG é uma sigla que representa três pilares essenciais para a avaliação
da sustentabilidade e responsabilidade social das empresas. Cada letra
corresponde a um aspecto importante a ser considerado na análise do
desempenho de uma organização e na implementação de práticas sustentáveis.

ENVIRONMENTAL (AMBIENTAL)

Refere-se às práticas e políticas adotadas pelas empresas com relação


ao meio ambiente.

SOCIAL (SOCIAL)

Diz respeito às questões sociais relacionadas ao ambiente de trabalho,


às relações com os colaboradores, à diversidade e inclusão, aos direitos
humanos, à segurança e saúde ocupacional, às relações com a comunidade
local e às práticas de responsabilidade social corporativa.

GOVERNANCE (GOVERNANÇA)

Refere-se à estrutura de governança corporativa da empresa, incluindo


a transparência, a ética, a prestação de contas, a independência dos conselhos,
as práticas de gestão de riscos, a conformidade com regulamentações e leis, e
a proteção dos interesses dos acionistas.

O ESG tem se tornado cada vez mais relevante no mundo dos negócios,
sendo considerado um indicador-chave para investidores, consumidores e
stakeholders avaliarem o desempenho e a responsabilidade das empresas em
relação a questões ambientais, sociais e de governança.

Entretanto, o não cumprimento dos princípios ESG (Ambiental, Social e


de Governança) podem impactar significativamente as empresas em diversos
aspectos:

Riscos Ambientais: O não cumprimento de práticas ambientais adequadas


pode resultar em danos ao meio ambiente, como poluição, degradação de
ecossistemas.
Riscos Sociais: A falta de responsabilidade social corporativa pode levar
a condições precárias de trabalho, desrespeito aos direitos humanos.

Riscos de Governança: A má governança corporativa, como falta de


transparência, conflitos de interesses, corrupção, fraudes e violações de leis e
regulamentos, pode minar a confiança dos investidores, acionistas e demais
partes interessadas.

A administração de uma organização alinhada com o “Environmental,


social and Governance” fica mais engessada e com um maior quadro de
funcionários. Há uma tendência de burocratização e perda de velocidade.

Outra desvantagem é apontada por Leandro Ruschel em uma aula


concedida à Brasil Paralelo para o Método BP. Explica que a agenda ESG força
de alguma forma as empresas a adotarem pautas progressistas para conseguir
investimentos na bolsa.

Em resumo, os pontos negativos associados ao não cumprimento dos


princípios ESG pode ter impactos profundos e duradouros nas empresas,
afetando não apenas sua sustentabilidade financeira, mas também sua
reputação, relacionamento com as partes interessadas e contribuição para um
mundo mais justo e sustentável. Por isso, a adoção de práticas responsáveis e
sustentáveis é essencial para o sucesso e a resiliência das organizações no
longo prazo.

“O ESG é apenas um subgrupo inserido no contexto maior do


investimento sustentável. O termo foi criado, especificamente, para focar em
questões materiais. A ideia foi inverter a lógica do que, na época, era chamado
de investimento ético, para se concentrar em fatores relevantes para os
investidores. Se você tem uma responsabilidade fiduciária, como no caso de um
fundo de pensão, não deveria estar pensando num horizonte de nove meses,
mas sim de nove anos, ou de 20 anos. E quando se considera esse horizonte,
temas como mudanças climáticas, riscos sociopolíticos etc., se tornam
relevantes. Algumas pessoas usam o termo de maneira mais ampla, mas o ponto
central é a incorporação de fatores socioambientais nos investimentos para
gerenciar riscos. Não é mais sobre ética.” James Gifford
PRINCÍPIOS PARA O INVESTIMENTO RESPONSÁVEL PRI

Os Princípios para o Investimento Responsável (PRI) são uma iniciativa


internacional liderada pelos investidores, com o apoio das Nações Unidas, que
busca promover a integração de considerações ambientais, sociais e de
governança (ESG) nas decisões de investimento. Incorporar considerações ESG
nas análises de investimento.

• Ser ativo proprietário e incorporar considerações ESG


nas práticas de engajamento com as empresas nas quais
investem.
• Promover a aceitação e implementação dos
Princípios nas indústrias financeiras.
• Trabalhar em conjunto para a ampliação da eficácia
na implementação dos Princípios.
• Promover a transparência e a prestação de contas na
implementação dos Princípios.
• Colaborar para o avanço dos Princípios em toda a
cadeia de investimento.

Os PRI têm como objetivo mobilizar o setor financeiro para considerar não
apenas os retornos financeiros, mas também os impactos sociais e ambientais
de seus investimentos, promovendo práticas mais sustentáveis e responsáveis
no mercado financeiro.

CAPITALISMO SUSTENTÁVEL

O capitalismo sustentável busca conciliar o crescimento econômico com


a preservação ambiental, a equidade social e a governança responsável. Ele
integra considerações ESG nas estratégias de negócios e investimentos,
promove a transparência, a inovação em práticas sustentáveis e o engajamento
com as partes interessadas para gerar impacto positivo e contribuir para um
desenvolvimento mais equitativo e sustentável.
REFERENCIAS:

Franzini, Fábio (2022). Negacionismo no YouTube: um “Brasil


Paralelo” a serviço das novas direitas. Guarulhos: Universidade Federal de
São Paulo.

Rodrigo, Turin (12 de maio de 2020). «OS TEMPOS DA


INDEPENDÊNCIA: ENTRE A HISTÓRIA DISCIPLINAR E A HISTÓRIA COMO
SERVIÇO». SciELO Brasil. Consultado em 22 de julho de 2022.

Pyl, Bianca (18 de maio de 2020). «Os mitos da Brasil Paralelo - Le


Monde Diplomatique Brasil». Le Monde Diplomatique. Consultado em 22 de
setembro de 2023.

Felinto, Erick (22 de outubro de 2023). «"Nenhum Brasil Existe":


Atmosferas Conspiratórias e Cosmovisão Reacionária nos Documentários
da Brasil Paralelo». Significação: Revista de Cultura Audiovisual: 4. ISSN
2316-7114. doi:10.11606/[Link].2023.208380. Consultado em 20 de
novembro de 2023.

Albuquerque, Bianca (30 de março de 2022). «A PRODUTORA BRASIL


PARALELO NA GUERRA CULTURAL DA EXTREMA DIREITA "1964: O
BRASIL ENTRE ARMAS E LIVROS"». INSTITUTO LATINO-AMERICANO DE
ECONOMIA, SOCIEDADE E POLÍTICA (ILAESP): 28. Consultado em 20 de
novembro de 2023.

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