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Patologias Nutricionais e Oculares em Crianças

O documento aborda as patologias mais frequentes em crianças relacionadas ao estado nutricional, oftalmologia e estomatologia, destacando a importância da prevenção e intervenção no contexto moçambicano. São apresentados objetivos gerais e específicos, definições, epidemiologia, causas, diagnóstico e tratamentos para desnutrição, problemas oculares e saúde oral. O trabalho conclui com recomendações práticas para profissionais de saúde, escolas e famílias visando melhorar a saúde infantil.

Enviado por

António Chauck
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Patologias Nutricionais e Oculares em Crianças

O documento aborda as patologias mais frequentes em crianças relacionadas ao estado nutricional, oftalmologia e estomatologia, destacando a importância da prevenção e intervenção no contexto moçambicano. São apresentados objetivos gerais e específicos, definições, epidemiologia, causas, diagnóstico e tratamentos para desnutrição, problemas oculares e saúde oral. O trabalho conclui com recomendações práticas para profissionais de saúde, escolas e famílias visando melhorar a saúde infantil.

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Instituto Técnico Profissional Samora Machel

Medicina Geral

Módulo: Pediatria

TMG -1 (Tarde) 2° Ano

Tema:
Patologias mais frequentes nas crianças de estado nutricional, foro oftalmologia e estomatologia

Formanda:

 Leila Bernardo Marrengula

Formador:Domingos Ajane

Marracuene, Outubro de 2025


ÍNDICE
Introdução............................................................................................................................................................3
Objectivos............................................................................................................................................................4
Objectivo geral.................................................................................................................................................4
Objectivos específicos.....................................................................................................................................4
Parte I - Estado nutricional..........................................................................................................5
Definição..............................................................................................................................................................5
Classificação........................................................................................................................................................5
Epidemiologia .....................................................................................................................................................5
Causas .................................................................................................................................................................5
Quadro clínico.....................................................................................................................................................6
Diagnóstico..........................................................................................................................................................6
Métodos preventivos............................................................................................................................................6
Exames auxiliares de diagnóstico........................................................................................................................7
Tratamento farmacológico e não farmacológico.................................................................................................7
Parte II — Foro oftalmologia (problemas oculares mais frequentes em crianças).................8
Definição e importância.......................................................................................................................................8
Principais patologias............................................................................................................................................8
Epidemiologia.....................................................................................................................................................9
Causas .................................................................................................................................................................8
Quadro clínico.....................................................................................................................................................9
Diagnóstico..........................................................................................................................................................9
Métodos preventivos............................................................................................................................................9
Tratamento farmacológico e não farmacológico...............................................................................................10
Parte III — Foro estomatologia (saúde oral)............................................................................10
Definição e importância.....................................................................................................................................10
Principais patologias..........................................................................................................................................11
Epidemiologia ...................................................................................................................................................11
Causas ...............................................................................................................................................................11
Quadro clínico...................................................................................................................................................11
Diagnóstico........................................................................................................................................................12
Métodos preventivos..........................................................................................................................................12
Tratamentos farmacológicos e não farmacológicos..........................................................................................12
Conclusão..........................................................................................................................................................13
Referências bibliográficas.................................................................................................................................14
Introdução

As doenças que afectam o estado nutricional, a saúde ocular e a saúde oral das crianças têm
impacto directo no desenvolvimento físico, cognitivo e social. Em Moçambique, factores
socioeconómicos, acesso limitado a cuidados de saúde, práticas alimentares, condições sanitárias
e a distribuição desigual de recursos contribuem para a prevalência dessas patologias. Este
trabalho apresenta uma visão abrangente das principais patologias nestas três áreas - estado
nutricional, oftalmologia e estomatologia - abordando definição, classificação, epidemiologia (no
contexto moçambicano), quadro clínico, diagnóstico, métodos preventivos, exames auxiliares,
tratamentos farmacológicos e não farmacológicos, e conclui com recomendações.
Objectivos

Objectivo geral

 Descrever e analisar as patologias mais frequentes nas crianças relacionadas com o estado
nutricional, oftalmologia e estomatologia no contexto moçambicano, propondo medidas
de prevenção e intervenção.

Objectivos específicos

 Identificar as principais doenças nutricionais em crianças e explicar a sua fisiopatologia e


impacto.
 Descrever as condições oftalmológicas mais comuns em idade pediátrica, sinais e
métodos de detecção precoce.
 Listar as patologias orais mais frequentes em crianças e medidas de prevenção domiciliar
e institucional.
 Apresentar estratégias de diagnóstico, terapêutica e prevenção adaptadas à realidade
moçambicana.
 Propor recomendações práticas para profissionais de saúde, escolas e famílias.
Parte I - Estado nutricional

Definição

Estado nutricional refere-se ao equilíbrio entre ingestão e necessidades de nutrientes que permite
crescimento, saúde e actividade. Em pediatria, é avaliado por indicadores antropométricos (peso,
altura/comprimento, perímetro braquial), e por marcadores bioquímicos quando disponíveis.

Classificação

 Desnutrição proteico-energética (DPE): inclui magreza aguda (emaciação), atraso do


crescimento (nanismo/baixo comprimento para a idade) e formas mistas.
 Deficiências de micronutrientes: ferro (anemia), vitamina A, iodo, zinco, entre outras.
 Excesso nutricional: sobrepeso e obesidade infantil.

Epidemiologia

Em Moçambique, como noutros países de baixa e média renda, a desnutrição crónica continua a
ser um problema importante, sobretudo em áreas rurais e em estratos sociais vulneráveis.
Deficiências de micronutrientes (em especial ferro e vitamina A) são recorrentes e a obesidade
tem aumentado em zonas urbanas por mudanças alimentares e sedentarismo.

Causas

 Alimentação inadequada (quantidade e qualidade insuficientes).


 Desmame precoce ou aleitamento materno ineficaz.
 Insegurança alimentar familiar.
 Doenças infecciosas recorrentes (diarreia, malária, parasitoses intestinais).
 Baixas condições de saneamento e higiene.
 Carência de micronutrientes (ferro, vitamina A, zinco, iodo).
 Desconhecimento dos cuidadores sobre nutrição infantil.
 Pobreza e dificuldade de acesso a alimentos diversificados.
 Obesidade: consumo excessivo de alimentos processados e sedentarismo.
Quadro clínico

 Desnutrição aguda: perda de peso rápido, apatia, irritabilidade, queda da massa muscular,
imunodepressão e susceptibilidade a infecções.
 Desnutrição crónica: estatura baixa para a idade, desenvolvimento cognitivo
comprometido.
 Anemia por deficiência de ferro: palidez, fadiga, taquicardia, atraso no desenvolvimento.
 Deficiência de vitamina A: cegueira nocturna, xeroftalmia e, em casos graves, ulceração
corneana.
 Obesidade infantil: excesso de peso, risco de doenças metabólicas futuras.

Diagnóstico

 Avaliação antropométrica: peso para a idade, altura para a idade, peso para a altura,
índice de massa corporal (IMC) ajustado para idade; perímetro braquial superior em
lactentes e crianças pequenas.
 História clínica e inquérito alimentar: padrão de alimentação, aleitamento materno,
frequência de refeições, consumo de alimentos ricos em ferro e vitamina A.
 Exames laboratoriais (quando disponíveis): hemograma (para identificar anemia), ferro
sérico, ferritina, vitamina A sérica, iodúria (avaliação do estado em populações), glicose,
perfil lipídico em casos de obesidade.

Métodos preventivos

 Promoção do aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses e alimentação


complementar adequada e segura após essa idade.
 Educação alimentar e nutricional dirigida a cuidadores e escolas.
 Monitorização do crescimento nas consultas de saúde infantil (Caderneta da Criança) e
encaminhamento precoce.
 Melhorias em saneamento, água potável e vacinação (reduzem infecções que agravam o
estado nutricional).
Exames auxiliares de diagnóstico

 Hemograma completo, ferritina, avaliação de vitamina A (quando possível), iodúria,


testes bioquímicos conforme a suspeita clínica.

Tratamento farmacológico e não farmacológico

Tratamento da desnutrição aguda

 Não farmacológico: terapêutica nutricional escalonada (reanimação com soluções de


reidratação oral ou intravenosa se desidratação; alimentação progressiva com fórmulas
terapêuticas prontas para uso - RUTF - em casos de desnutrição severa, quando
disponíveis), controlo de infeções, cuidados integrados.
 Farmacológico: tratamento de infecções associadas (antibióticos quando indicados),
correcção de hipoglicemia e outras alterações; suplementação de micronutrientes
conforme protocolos.

Tratamento de deficiência de ferro

 Suplementação oral de ferro, investigação e tratamento da causa (parasitoses intestinais,


alimentação inadequada), promoção de consumo de alimentos ricos em ferro e vitamina
C para melhorar absorção.

Suplementação de vitamina A

 Administração de doses terapêuticas em surtos e rotina conforme recomendações do


Ministério da Saúde/OMS.

Manejo da obesidade

 Intervenções não farmacológicas prioritárias: educação alimentar, aumento da actividade


física, redução de alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas; acompanhamento por
equipa multiprofissional.
 Farmacoterapia raramente indicada em pediatria e apenas em casos seleccionados por
especialista.
Parte II — Foro oftalmologia (problemas oculares mais frequentes em crianças)

Definição e importância

Doenças oculares na infância podem comprometer o desenvolvimento visual, escolar e social. A


detecção precoce permite intervenções que previnem perda visual permanente.

Principais patologias

 Erros refractivos (miopia, hipermetropia, astigmatismo): muito comuns; quando não


corrigidos, podem causar ambliopia.
 Conjuntivite: infecciosa (bacteriana, viral) ou alérgica — causa comum de procura de
cuidados de saúde.
 Ambliopia (olho preguiçoso): perda da acuidade visual numa das vistas durante a
infância, frequentemente secundária a erros refractivos não corrigidos, estrabismo ou
opacidade ocular.
 Estrabismo: desalinhamento ocular; pode provocar diplopia e ambliopia.
 Trauma ocular: lesões relacionadas com acidentes domésticos ou escolares.
 Infeções oculares graves (Exː ceratite, endoftalmite neonatal): menos comuns mas
potencialmente devastadoras.
 Doenças congénitas (Exː catarata congénita, glaucoma congénito): raras, mas
importantes pela necessidade de intervenção precoce.

Epidemiologia

Os erros refractivos e a conjuntivite são causas frequentes de consulta em pediatria e serviços de


oftalmologia. Deficiências de vitamina A persistem em zonas vulneráveis, especialmente onde a
vigilância nutricional e a suplementação são insuficientes. Trachoma tem áreas de ocorrência
histórica em África; dados locais devem ser consultados nos programas nacionais de saúde
ocular.

Causas

 Deficiência de vitamina A.
 Erros refractivos hereditários ou não corrigidos.
 Infecções bacterianas, virais ou alérgicas (conjuntivites).
 Estrabismo congénito ou adquirido.
 Condições congénitas (catarata, glaucoma congénito).
 Falta de higiene ocular e exposição a poeiras.

Quadro clínico

 Erros refractivos: dificuldade em ver ao quadro na escola, queixas de dor de cabeça e


fadiga visual.
 Conjuntivite: olhos vermelhos, prurido (alérgica), secreção purulenta (bacteriana) ou
serosa (viral).
 Ambliopia: redução da visão em um olho, sem alteração detectável na parte anterior do
olho; frequentemente detectada quando a criança tem dificuldade na escola.
 Estrabismo: olhos desalinhados, imagens duplas ou cobertura de um olho.

Diagnóstico

 Exame clínico oftalmológico: avaliação da acuidade visual adaptada à idade (cartões de


visão, preferências visuais em lactentes), teste de alinhamento ocular, exame de segmento
anterior com lâmpada de fenda quando disponível, fundo de olho em casos indicados.
 Avaliação de reflexos pupilares, teste de luz vermelha para detectar opacidades como
catarata.
 Exame por optometrista ou oftalmologista pediátrico quando necessário.

Métodos preventivos

 Rastreamento visual nas consultas de puericultura e em meio escolar.


 Promoção do aleitamento materno e nutrição adequada (prevenção da deficiência de
vitamina A).
 Programas de imunização e educação para prevenção de traumas oculares.
 Educação sobre higiene para reduzir conjuntivites infecciosas.

Exames auxiliares de diagnóstico


 Testes de acuidade visua , exame com lâmpada de fenda, autorefractor/retinoscopia para
medir refracção, oftalmoscopia directa/indirecta, fotografia de segmento anterior, exames
laboratoriais em infeções quando indicado.

Tratamento farmacológico e não farmacológico

 Erros refractivos: correção com óculos; em alguns casos ortóptica ou cirurgia refractiva
apenas em idades avançadas e casos seleccionados.
 Conjuntivite bacteriana: colírios ou pomadas antibióticas tópicas conforme prescrição;
viral é geralmente de suporte (compressas, higiene); alérgica: anti-histamínicos
tópicos/ou sistémicos.
 Ambliopia: oclusão do olho dominante, correção óptica e terapia visual; tempo e adesão
são críticos.
 Estrabismo: exercícios ortópticos, correção óptica, e cirurgia em casos que não
respondam ao tratamento conservador.
 Deficiência de vitamina A: suplementação imediata e medidas nutricionais.
 Trachoma: estratégia SAFE (Surgery, Antibiotics, Facial cleanliness, Environmental
improvement) quando aplicável como política de saúde pública.

Parte III — Foro estomatologia (saúde oral)

Definição e importância

A saúde oral na infância influencia nutrição, fala, autoestima e sucesso escolar. As doenças orais
são altamente prevalentes globalmente e requerem respostas preventivas e terapêuticas precoces.

Principais patologias
 Cárie dentária (cárie precoce da infância): a doença crónica mais comum na infância;
associada à ingestão frequente de açúcares e higiene oral insuficiente.
 Gengivite e doenças periodontais iniciais: inflamação gengival por má higiene ou
factores locais.
 Candidíase oral: comum em lactentes, especialmente com uso prolongado de chupeta ou
transmissão da microbiota materna.

Epidemiologia

A cárie dental é uma condição frequente entre crianças urbanas e rurais, sendo fortemente
influenciada por hábitos alimentares (consumo de açúcar), práticas de higiene oral e acesso a
cuidados dentários. A disponibilidade limitada de serviços de odontologia preventiva e curativa
em algumas áreas rurais contribui para elevada carga de doença.

Causas

 Má higiene oral (escovagem irregular ou incorreta).


 Consumo frequente de alimentos e bebidas açucaradas.
 Instrução insuficiente em saúde oral por parte dos pais ou cuidadores.
 Falta de consultas preventivas de odontopediatria.
 Candidíase oral: uso prolongado de antibióticos, chupetas contaminadas ou
imunodeficiência.
 Traumatismos dentários por quedas ou acidentes.

Quadro clínico

 Cárie: manchas brancas iniciais, dor dentária, perfurações, presença de abscessos e


dificuldade alimentar.
 Gengivite: gengivas vermelhas, inchadas, sangramento ao toque ou escovagem.
 Candidíase: placas brancas removíveis, desconforto ao alimentar-se.
 Traumatismo dental: mobilidade, perda do dente, dor.

Diagnóstico
 Exame clínico oral completo: inspeção visual, sondagem leve para identificar cáries
cavitadas, avaliação da oclusão e exame de tecidos moles.
 Radiografias dentárias quando disponíveis para avaliar extensão de lesões e presença de
infecções periapicais.

Métodos preventivos

 Escovagem com fluoreto duas vezes ao dia, supervisão parental até idade apropriada.
 Redução do consumo frequente de alimentos e bebidas açucaradas; promoção de
alimentação saudável.
 Educação em saúde oral nas escolas e em cuidados primários.
 Atenção à higiene de mamadeiras e chupetas; incentivo ao aleitamento materno.

Exames auxiliares de diagnóstico

 Radiografias periapicais para diagnosticar lesões interproximais; testes microbiológicos


raramente necessários em rotina.

Tratamentos farmacológicos e não farmacológicos

 Cárie inicial não cavitada: medidas de remineralização (fluoreto tópico, orientação


dietética), restaurações em cavitações.
 Cárie avançada: obturações, tratamento endodôntico de dentes decíduos quando indicado,
exodontia em casos irreversíveis.
 Infecções orais: antibióticos quando há evidência de propagação sistémica ou abscesso;
drenagem de abscessos quando necessária.
 Candidíase oral: antifúngicos tópicos (nistatina) ou sistémicos em casos extensos.
 Traumatismos: reimplante (no caso de avulsão do dente permanente) seguindo protocolos
de urgência; proteção e encaminhamento especializado.
Conclusão

No contexto moçambicano, as patologias relacionadas com o estado nutricional, a saúde ocular e


a saúde oral em crianças são interligadas e frequentemente amplificadas por determinantes
sociais da saúde: pobreza, insegurança alimentar, acesso desigual a serviços de saúde, educação
limitada e infra-estrutura sanitária insuficiente. A resposta exige intervenções integradas:
promoção da nutrição materno-infantil, rastreios escolares e em centro de saúde para visão e
dentição, programas de suplementação e fortificação, reforço dos serviços de saúde primária e
educação comunitária. A implementação de políticas baseadas em evidências, aliada a formação
contínua de profissionais e maior acesso a serviços preventivos, reduzirá significativamente a
carga destas doenças e melhorará o desenvolvimento das crianças em Moçambique.

Recomendações práticas

 Implementar rastreios regulares do crescimento, visão e saúde oral nas consultas de


puericultura e nas escolas.
 Manter programas de suplementação de vitamina A e fortificação alimentar, conforme
políticas nacionais.
 Promover aleitamento materno e práticas alimentares saudáveis.
 Capacitar técnicos de saúde e professores para identificar sinais de alerta e realizar
encaminhamentos.
 Desenvolver campanhas comunitárias de higiene, saneamento e prevenção do consumo
excessivo de açúcar.
Referências bibliográficas

 World Health Organization (WHO). Childhood undernutrition and health (documentos e


guias técnicos).
 World Health Organization. Visual impairment and blindness — Preventing blindness in
children.
 World Health Organization. Oral health: key facts and guidelines.
 Ministério da Saúde, República de Moçambique — Direcção Nacional de Saúde Pública
(documentos e programas sobre nutrição e saúde infantil).
 UNICEF — relatórios sobre nutrição infantil e suplementação de vitamina A em países
africanos.
 Textbooks: Nelson Tratado de Pediatria (capítulos sobre nutrição e doenças infecciosas),
Oftalmologia Pediátrica (textos de referência) e Odontopediatria (capítulos sobre cárie e
prevenção).

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