0% acharam este documento útil (0 voto)
9 visualizações77 páginas

Segurança do Paciente em Cirurgias

O documento aborda a implementação de medidas para a segurança do paciente em cirurgias, destacando a importância do checklist e do 'time out' no centro cirúrgico. Além disso, discute a classificação e o processamento de produtos para saúde, incluindo limpeza, desinfecção e esterilização, de acordo com as normas da ANVISA. O manual enfatiza a rastreabilidade e a documentação necessária para garantir a segurança e eficácia dos procedimentos realizados.

Enviado por

kleicianyg
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
9 visualizações77 páginas

Segurança do Paciente em Cirurgias

O documento aborda a implementação de medidas para a segurança do paciente em cirurgias, destacando a importância do checklist e do 'time out' no centro cirúrgico. Além disso, discute a classificação e o processamento de produtos para saúde, incluindo limpeza, desinfecção e esterilização, de acordo com as normas da ANVISA. O manual enfatiza a rastreabilidade e a documentação necessária para garantir a segurança e eficácia dos procedimentos realizados.

Enviado por

kleicianyg
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Módulo 1

Da teoria á prática

Enfª Lia Jeronymo Romero


Gerente Corporativa do CME
Cirurgias Seguras Salvam Vidas

“Soluções Simples para a Segurança do Paciente“

O Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Pan-


Americana da Saúde da Organização Mundial da Saúde
(OPAS/OMS) apresentou o

Manual de Implementação Medidas para o Projeto


Segurança do Paciente.

[Link]
QUAL A SEMELHANÇA
ENTRE AS PROFISSÕES,
ALÉM DO CHECKLIST?
Checklist e “Time out” – Centro
Cirúrgico

FASES DO PROCEDIMENTO CIRÚRGICO:

- Antes da indução anestésica (“sign in”)

- Antes da incisão na pele (“time out”)

- Antes do paciente sair da sala cirúrgica (“sign


out”)
Cirurgia Segura é somente no
Centro Cirúrgico?!?
Está
seguro?!?
Central de Material e Esterilização

Att 4º, item III RDC 15/2012

CME: unidade funcional destinada


ao processamento de produtos para
saúde dos serviços de saúde;
Ciência da Esterilização

ANVISA
NBR ISO
Resoluções Nacionais
SOBECC ISO 17665 partes I, II, III
RDC 50
RDC 15 AAMI
IAHCSMMM ISO 11604
RDC 6
RDC 156 AORN
ISO 111140 partes I, II,
RDC 2605 e 2606
III e IV
RDC-15 de 15/03/2012

Dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de


produtos para saúde

• Aplicação Centros de material e esterilização

• CME dos serviços de saúde públicos e privados, civis e militares, e


às empresas processadoras
Classificação da CME
Art. 5º

• § 1º
O CME Classe I é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde
não-críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa, passíveis de
processamento.

• XX - produto para saúde de conformação não


complexa: produtos para saúde cujas superfícies
internas e externas podem ser atingidas por
escovação durante o processo de limpeza e
tenham diâmetros superiores a cinco milímetros
nas estruturas tubulares
Classificação da CME
• § 2º O CME Classe II é aquele que realiza o processamento de produtos para
a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação complexa e não
complexa passíveis de processamento.

• XIX - produto para saúde crítico de conformação


complexa: produtos para saúde que possuam
lúmem inferior a cinco milímetros ou com fundo
cego, espaços internos inacessíveis para a fricção
direta, reentrâncias ou válvulas
Classificação do Produto x Escolha do
Processamento

• Art. 11 Produtos para saúde classificados como críticos devem ser


submetidos ao processo de esterilização, após a limpeza e demais etapas
do processo.
• Art. 12 Produtos para saúde classificados como semicríticos devem ser
submetidos, no mínimo, ao processo de desinfecção de alto nível, após a
limpeza.
• Art. 14 Produtos para saúde classificados como não-críticos devem ser
submetidos, no mínimo, ao processo de limpeza.

• Art. 15 O processamento de produtos devem seguir um fluxo


direcionado sempre da área suja para a área limpa.
RDC nº 35, de 16 de agosto de 2010 - Apêndice V Microrganismos para
avaliação da atividade antimicrobiana
GUIA DE PROCESSAMENTO
LIMPEZA + álcool DESINFECÇÃO ESTERILIZAÇÃO –
– NÃO CRÍTICO FRICÇÃO ÁLCOOL DESINFECÇÃO IMERSÃO – SEMI-CRÍTICO CRÍTICO E SEMI-CRÍTICO

Traquéia
Kit Venturi Máscara Circuito
Kit reservatório Respirador
Cânula de Frasco
Laringoscópio* Nebulização Umidificador
Conectores
Frascos1*
Pinça Endoscopia

Papagaio* Kit Inalação Ar


Máscara
Máscara coxim Traqueostomia

Cabo de
Aparadeira* Laringoscópio* Ambu
Espaçador + reservatório Instrumentais e
Cânula de Guedel Kit Inalação O2 equipamentos

30 DIAS 30 DIAS** 30 DIAS** Grau cc – 90 dias**


SMS – 180 dias / Tecido – 15 dias
* Por vezes é descentralizado ** os prazos de validades devem ser acompanhados da análise da manutenção dos invólucros e suas características
Fluxo do Processamento de Produto
para Saúde

Pré- Armaze-
Limpez Esterili- Distri- Time
limpez Preparo namen-
a zação buição Out
a to

Rastreabilidade

Art. 25 No CME Classe II e na empresa processadora o processo de esterilização deve


estar documentado de forma a garantir a rastreabilidade de cada lote processado.
LIMPEZA
Pré-limpeza: remoção da
sujidade visível
presente nos produtos
para saúde;
Recebimento na CME

21-023

2 2 2 2
1 1 1 1
1 1 1 1
4 4 4 4
1 1 1 1
1 1 1 1
8 8 8 8

1 1 1 1 ✓ Recebimento da caixa cirúrgica


6
1
6
1
6
1
6
1 ✓ Conferência dos dados do impresso
1 1 1

1
1
1
1
1
1
1
1
1
Conferência item a item

1 1 1 1
1 1 1 1 Validação dos itens completos
1 1 1 1
1 1 1 1
10 10 10 10
1 1 1 1
1 1 1 1

1 1 1 1
1 1 1 1
1 1 1 1
1 1 1 1
1 1 1 1

50 50 50 50
Limpeza: Remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas,
redução da carga microbiana presente nos produtos para
saúde, utilizando água, detergentes, produtos e acessórios
de limpeza, por meio de ação mecânica (manual ou
automatizada), atuando em superfícies internas (lúmen) e
externas, de forma a tornar o produto seguro para
manuseio e preparado para desinfecção ou esterilização;
Tipos de Limpeza

Manual Automatizada

Escovas especiais,
pistola água
Detergente Enzimático – risco e sucesso
RDC55

➢ Diluir de acordo com a indicação do


fabricante;

➢ Descartar após o uso único;

➢ Escolher caixas plásticas que otimizam o


consumo e o tamanho da caixa;

➢ O detergente não deve espumar


Pré-Limpeza e Limpeza Manual
FACILITE A INFORMAÇÃO
Escovas Especiais

Escovas Especiais

• Avaliar o teto
• Solicitar e verificar de/para

codigo Descrição qtde semanal

168797 ESCOVA C/CERDAS NYLON CABO ANATOM.25,5/2,54CM - 1 UD 3


168798 ESCOVA C/CERDAS NYLON CABO LONGO 30CM - 1 UD 3
168799 ESCOVA C/CERDAS NYLON C/PEGA FACIL 12,5CM - 1 UD 3
168800 ESCOVA C/CERDAS [Link] L. [Link] AC TOR - 1 UD 3
168801 ESCOVA C/HASTE DE NYLON FLEX. RESIST.C/CERDA - 1 UD 3
60240 ESCOVA UNHA 10
Limpeza Automatizada –
Lavadora Ultrassônica

• PROCESSO DE CAVITAÇÃO

• NECESSITA DE ENXAGUE

• ÚTEIS EM ARTIGOS C/ LÚMENS

• PODEM CAUSAR DANOS AOS ARTIGOS DELICADOS

5 a 15 minutos de
cavitação pós
45ºC
Limpeza Automatizada –
Termodesinfectadora

• LIMPEZA E DESINFECÇÃO
• PRÉ ENXAGUE C/ ÁGUA FRIA
• LIMPEZA À 45°C C/ DET. ENZIMÁTICO
• ENXAGUE C/ ÁGUA FRIA
• DESINFECÇÃO: 75°C POR 20 MINUTOS

Termodesinfecção de
implantes
PREPARO E
ESTERILIZAÇÃO
Preparo da Caixa Cirúrgica

➢ Secar com auxílio de pistola de ar

➢ Montar seguindo o nome, quantidade e dimensão do instrumentaL

➢ Conferir o CHECKLIST a cada pinça

➢ Inspeção da qualidade de limpeza

➢ Teste de alinhamento e corte

➢ Uso de lupas (8x)


Inspeção
Análise da qualidade e funcionalidade de
equipamentos e óticas
Preparo

Selagem Correta

Embalagem Correta Selagem Incorreta


Identificação da Caixa Cirúrgica

21-027
Código da Caixa
1
1
8

1 Básica
6
1
Adulto
1
1
1 21-027
1
1

1
1
1
0
1
1

1
1
1
1
1

5
0
Marcadores da Montagem
CPPS
Art. 83 É obrigatória a identificação nas embalagens.

• Art. 85 O rótulo de identificação da embalagem


deve conter:
I - nome do produto;
II - número do lote;
III - data da esterilização;
IV - data limite de uso;
V - método de esterilização;
VI - nome do responsável pelo preparo
Embalagem

• Art. 81 Não é permitido o uso de caixas metálicas sem furos para


esterilização de produtos para saúde.

• Art. 82 O CME que utiliza embalagem de tecido de algodão, deve possuir um


plano contendo critérios de aquisição e substituição do arsenal de embalagem
de tecido mantendo os registros desta movimentação.

• Parágrafo único. Não é permitido o uso de embalagens de tecido de algodão


reparadas com remendos ou cerzidas e sempre que for evidenciada a
presença de perfurações, rasgos, desgaste do tecido ou comprometimento da
função de barreira, a embalagem deve ter sua utilização suspensa.
Esterilização

• É a destruição de todas as formas de vida microbiana (vírus, bactérias,


esporos, fungos, protozoários e helmintos) por um processo que utiliza agentes
químicos ou físicos.

• A incapacidade de reprodução de todos os organismos presentes no


material a ser esterilizado, causando a morte microbiana até que a
probabilidade de sobrevivência do agente contaminante seja menor que
1:1.000.000, quando um objeto pode então ser considerado estéril
Esterilização
CARGA MOLHADA ATACAR!
Qualidade da água

• Geração de vapor

• Último enxague de
implantes e pps
oftalmológicos

Laudo mensal
Tipos de Ciclo de Esterilização –
vapor saturado

CICLO INSTRUMENTAL PESADO


134ºC – 5 min exposição

CICLO TECIDO
134ºC – 5 min exposição

CICLO SUPERFíCIE
121ºC – 20 min exposição
Montagem da Carga
✓ Utilizar 80% da capacidade da câmara;

✓ Separar as caixas pesadas identificando de maneira refazer seu conteúdo;

✓ Evitar caixas pesadas na altura do dreno;

✓ Grau cirúrgico (papel/papel; plástico/plástico);


Registro do Processo de Esterilização

• Art. 97 O monitoramento do processo de esterilização com indicadores físicos


deve ser registrado a cada ciclo de esterilização.
Formulário

12 06 2019

132
Ana Paula Franco Ines Romero

1 Básica Adulto 21-027 CC


Monitoramento do Processo de
Esterilização
• Art. 93 É obrigatório a realização de teste para avaliar o desempenho do sistema
de remoção de ar (Bowie & Dick) da autoclave assistida por bomba de vácuo, no
primeiro ciclo do dia.

• Art. 96 O monitoramento do processo de esterilização deve ser realizado em


cada carga em pacote teste desafio com integradores químicos (classes 5 ou 6),
segundo rotina definida pelo próprio CME ou pela empresa processadora.
Monitoramento do Processo de
Esterilização
• Art. 98 No monitoramento do processo de esterilização dos produtos para
saúde implantáveis deve ser adicionado um indicador biológico, a cada
carga. • Parágrafo único. A carga só deve ser liberada para utilização após
leitura negativa do indicador biológico.

• Art. 99 O monitoramento do processo de esterilização com indicador


biológico deve ser feito diariamente, em pacote desafio disponível
comercialmente ou construído pelo CME ou pela empresa processadora,
que deve ser posicionado no ponto de maior desafio ao processo de
esterilização, definido durante os estudos térmicos na qualificação de
desempenho do equipamento de esterilização.
LEITURA SUPER RÁPIDA

ENTREGA DO RELATÓRIO:
DIA 10 JUNTO COM A PRODUÇÃO
DA ESTERILIZAÇÃO
DESINFECÇÃO
Processamento - desinfecção
• Limpeza • Desinfecção

• - Todos passam pelo • - Físico: temperatura


Detergente Enzimático
• - Químico: soluções para
imersão
Desinfecção
Baixo Nível

Indicação: quando a
garantia da baixa
toxicidade é prioritária
Desinfecção
Nível Intermediário
Álcool : etílico ou isopropílico 70% - fricção com pano limpo;
Embalagem e Identificação

Material processado
Data desinfecção:
Validade:

Responsável
Ácido Peracético
Segurança na
Desinfecção por Imersão
Controle de Desinfecção
Concentração do Saneante
Entrada/saída de Material
ENCAMINHAMENTO E RETIRADA DE MATERAIS PARA CME - SETOR: _____________
UTI 5º
Entrega na CME: ____/____/_____ Horário: ______ Func. setor: _______ Func. CME _________

OBS: materiais não relacionados, quebrados ou incompletos, não deverão ser retirados sem a ciência do
enfermeiro.

MATERIAL D MATERIAL E
E
S
S
T ENCAMINHAMENTO E RETIRADA DE MATERAIS PARA CME - SETOR: _____________
I É
N R
F I

Entrega na CME: ____/____/_____ Horário: ______ Func. setor: _______ Func. CME _________
L

Alicate de Unha/Ortopedia Avental Opas c/ 1


OBS: materiais não relacionados, quebrados ou incompletos, não deverão ser retirados sem a ciência do enfermeiro.
MATERIAL DESINF MATERIAL ESTÉRIL
Ambu Adulto*-válvula Simples ( Bacia Estéril Alicate de Unha/Ortopedia Avental Opas c/ 1
)Compl. ( )Incomp.
Ambu Adulto*-válvula Sim ples ( )Compl. ( )Incomp. Bacia Estéril
Ambu Neo* - válvula. Popoff ( )Compl. ( )Incomp. Bandeja Cateterismo vesical
Ambu Neo* - válvula. Popoff ( Bandeja Cateterismo vesical Ambu Ped.* - válvula. Popoff ( )Compl. ( )Incomp. Bandeja Curativo
)Compl. ( )Incomp.
Bacia Desinfetada Bandeja Avulsa Estéril P M G
Balde Inox Bandeja DIN Delicados
Ambu Ped.* - válvula. Popoff ( Bandeja Curativo
)Compl. ( )Incomp.

Bacia Desinfetada Bandeja Avulsa Estéril P


M G

Balde Inox Bandeja DIN Delicados

Bandeja Avulsa Desinfectada P Bandeja DIN Punção


M G

Banheira Bandeja DIN Vascular

BIPAP: - Máscara Bipap P M Bandeja Pequena Cirurgia


G

- Fixador cefálico Bandeja Pequeno


Procedimento

*Os ambús serão desinfetados, caso algum paciente esteja infectado com Tb ou VRE, deverá ser infomado a CME para ser esterilizado.
Devolução: ____/____/_____ Horário: _______ Func. setor__________ Func. CME _________
-Traquéia cinza Bandeja Pequeno
Procedimento NEO

Bóia de Gel Câmara de Umidificação


(acrílico amarelo)
Fatores de eficiência na
desinfecção

UTI 5º
Preparo do material

• Higienizar as mãos;

• Retirar materiais do saneante;

• Enxaguar com auxílio de pistola d´água – se necessário;

• Secar material com auxílio de ar comprimido;

• Não deixar materiais pendurados em torneiras e varais;


Embalagem e Identificação

Material processado
Data desinfecção:
Validade:

Responsável
Entrada/saída de Material
ENCAMINHAMENTO E RETIRADA DE MATERAIS PARA CME - SETOR: _____________

Entrega na CME: ____/____/_____ Horário: ______ Func. setor: _______ Func. CME _________

OBS: materiais não relacionados, quebrados ou incompletos, não deverão ser retirados sem a ciência do
enfermeiro. UTI 5º
MATERIAL D MATERIAL E
E S
S T
I É
N R
F I
L

Alicate de Unha/Ortopedia Avental Opas c/ 1

Ambu Adulto*-válvula Simples (


)Compl. ( )Incomp.
Bacia Estéril
Materiais
Ambu Neo* - válvula. Popoff (
)Compl. ( )Incomp.
Bandeja Cateterismo vesical
completos
Ambu Ped.* - válvula. Popoff ( Bandeja Curativo
)Compl. ( )Incomp.

Bacia Desinfetada Bandeja Avulsa Estéril


M G
P
Identificados
Balde Inox Bandeja DIN Delicados

Bandeja Avulsa Desinfectada P Bandeja DIN Punção


M G

Banheira Bandeja DIN Vascular


Conferidos na
BIPAP:
G
- Máscara Bipap P M Bandeja Pequena Cirurgia
COMANDA
- Fixador cefálico Bandeja Pequeno
Procedimento

-Traquéia cinza Bandeja Pequeno


Procedimento NEO

Bóia de Gel Câmara de Umidificação


(acrílico amarelo)
Peças sempre completes!
Criem guias com fotos
Arsenal
Controle de umidade relativa do ar
entre 35%-70%

Temperatura entre 20°C-24°C


Medidas de segurança do arsenal
• Controle de temperatura

• Controle da umidade

• Limpeza adequada das prateleiras

• Manuseio adequado dos invólucros

• Uso direcionado – melhora da montagem


cirúrgica
Controle e limpeza do arsenal

Limpeza quinzenal (1/2 semanal) das prateleiras

➢ Inspeção do invólucro;

➢ Priorizar uso dos materiais a vencer,


antes de precisar processar sem uso;

➢ Sistema: primeiro que entra/primeiro que sai;


➢ Desafio é o avulso!
Controle VENCIMENTO
Rastreabilidade

Registro no Prontuário do Paciente Registros na CME

16/06/2019
16/12/2019
132
Lia Jeronymo Romero
Como a CME e o Instrumentador
contribuem para Cirurgia Segura?

• Contagem das pinças - “time out” e “sign out”;

• Manutenção do instrumental limpo na mesa cirúrgica;

• Checagem do material ao chegar na sala de limpeza;

• Pré-limpeza imediata do instrumental;


Como a CME e o Instrumentador
contribuem para Cirurgia Segura?

• Gestão dos riscos de falhas através da montagem da caixa


com o checklist (nome e dimensão do instrumental);

• Análise da funcionalidade do instrumental;

• Montagem de carga correta – garantia de um ciclo de


esterilização seguro sem CONDENSADO;

• Monitorização e registro corretos;


Conferência antes do fechamento dos
planos de tecidos

21-027

1 1 1
1 1 1
8 8 8
Qualquer divergência
1 1
1
6 6
entre a contagem do
6
1
1
1
1
1
1
Time Out e Sign Out
1 1
1
1 1
1
1
1
acionar
1
1 1 1
imediatamente o
1 1
1
1 1
1
1
1
enfermeiro!
1
0 0 0
1 1 1
1 1 1

1 1 1
1 1 1
1 1 1
1 1 1
1 1 1

5 5 5
0 0 0

Conferência no Sign Out


Quando está tudo bem...
Tudo fica bem...
E quando não está?

Qual a sua contribuição?


[Link]
E as consequências?

[Link]
medico/
[Link]

Você também pode gostar