Introdução
O presente trabalho aborda acerca da motivação, Motivação e uma ajuda as pessoas a atingir
os seus objectivos, envolvendo comportamentos emocionais e sócias, de forma a garantir as
pessoas a obter energia necessária para alcançar suas metas.
A palavra “motivação” é, actualmente, uma das mais usadas pelos professores e outros
responsáveis pela educação, em particular a educação formal, para justificar quer o insucesso
quer o sucesso dos alunos, em particular no ensino e na aprendizagem da ciência escolar.
Muitos professores colocam a alegada “falta de motivação” dos alunos como primeiro
obstáculo à compreensão e aprendizagem dos conteúdos escolares
Objectivos geral
Identificar os fatores que interferem na motivação dos alunos do ensino superior
Objetivos Específicos
• Identificar os fatores que interferem na motivação do aluno;
• Investigar os impactos nas relações de ensino e de aprendizagem, decorrentes da
desmotivação;
• Relacionar os fatores motivação/desmotivação aos problemas de aprendizagem
Motivação
Motivação é um traço pessoal ou seja, alguns têm e outros não. Na vida prática,os indivíduos
pouco experientes culpam os seus funcionários desmotivados como preguiçosos.. O que
sabemos é que a motivação é o resultado da interação do indivíduo com a situação.
Obviamente, as pessoas diferem quanto às suas tendências motivacionais básicas.
Motivação é uma fora direccionada ao comportamento seja individual ou geral, que faz o
individuo agir para atingir algo que alguém considere um objectivo ou meta.
Existem dois de motivação que são,
Extrínseca
Intrínseca
Motivação extrínseca
A motivação extrínseca, segundo Amabile (1994), tem sido definida como a motivação para
trabalhar em resposta a algo externo,com a finalidade de obter recompensas externas,
materiais ou sociaisl, com a finalidade de atender solicitações ou pressões de outras pessoas
ou de demonstrar competências e habilidades
Motivação intrínseca
Os alunos movidos por motivação intrínseca têm, assim, face às tarefas escolares, o objectivo
de desenvolver as suas competências; aqueles que, ao contrário, são sobretudo
impulsionados por mecanismos de motivação extrínseca, o seu objectivo é apenas obter
avaliações positivas (Fontaine, 1990; Arias, 2004).
A motivação escolar é uma área de investigação que permite, com que haja alguma
explicação para, prever e orientar a conduta do aluno em contexto escolar. A forma como as
pessoas explicam os seus fracassos relacionado com a sua motivação, a qual mostra factores
que levam a pessoa a agir em determinada direcção .
Quando se pensa em motivação escolar é preciso considerar as características do ambiente
escolar. De forma geral, as tarefas e atividades proporcionadas no ambiente escolar estão
relacionadas a processos cognitivos como: capacidade de atenção, concentração,
processamento de informações, raciocínios e resolução de problemas. (Bzuneck,2004)
Motivação na sala de aula
Quando os alunos têm como objectivo pessoal o domínio dos conteúdos, e não apenas a
conclusão de tarefas ou o conseguir nota suficiente, irão se, investir tempo e energia psíquica
em determinadas actividades mentais. Esta postura activa do aluno deve ser reforçada pelo
professor, nomeadamente com o uso de estratégias cognitivas e metacognitivas, que incluem
desde métodos que levem à compreensão de um texto, como fazer resumos, esquemas ou
levantar questões, até à gestão do tempo disponível para o estudo.
Importância do professor na motivação.
O professor deverá ter sempre um papel decisivo, mesmo que se resuma ao fornecimento de
“incentivos motivantes”. Para isso, é necessário o professor actuar activamente para melhorar
a motivação do aluno, ao mesmo tempo que o ensina a pensar, como é importante saber
ensinar a pensar, ao mesmo tempo que se tenta melhorar a motivação para aprender. É
desejável que o professor promova na sala de aula um ambiente afável, transmitindo ao aluno
um sentimento de pertença, onde se sinta integrado e veja legitimadas as suas dúvidas e os
seus pedidos de ajuda. No entender a motivação, em concreto, não é somente uma
característica própria do aluno, mas também mediada pelo professor, pela ambiente de sala de
aula e pela cultura da escola. Das distintas formas de promover a motivação, a principal é que
o próprio professor seja um modelo de pessoa motivada.
Decisão do aluno na sala de aula.
A última palavra cabe, todavia, sempre ao aluno. Martín Díaz e Kempa (1991) defendem, a
esse respeito, que se devem ter em conta as características individuais dos alunos, se o
objectivo for o de melhorar o processo de ensino e de aprendizagem. Na sua opinião, os
materiais didácticos poderão até ser os “melhores”, mas tornarem-se inúteis se os alunos não
estiverem interessados neles; as supostas “melhores” estratégias didácticas não terão qualquer
resultado positivo se os alunos não se encontrarem motivados para elas. Estas preferências
por métodos de ensino e por estratégias de aprendizagem diferentes são determinadas pelo
“estilo motivacional” de cada um. A literatura sobre esta problemática identifica, a esse
respeito, quatro categorias de alunos:
Didáctica na motivação
Do ponto de vista educativo, partilhamos a ideia de que o ideal no acto educativo seria o
professor ter em conta a multiplicidade de estilos motivacionais existentes na sala de aula e
ser capaz de adaptar as características dos procedimentos didácticos a essa multiplicidade. Se
existe grande preocupação face à forma como os conhecimentos prévios dos alunos influem
na forma como aprendem e constroem conhecimento, também devem ser tidos em conta as
suas características motivacionais. Os alunos socialmente motivados, por exemplo, reagem
melhor em situações de aprendizagem em grupo e os curiosos em situações de resolução de
problemas. A força motivadora de determinada estratégia resulta, desse modo, não da
estratégia em si, mas da interacção da mesma com as características individuais dos alunos,
nomeadamente com os seus estilos motivacionais e cognitivos.
Processos pedagógico
Estamos conscientes, no entanto, que, perante a realidade concreta, intrinsecamente complexa
e imprevisível, essa tarefa se apresenta difícil. Seja como for, o professor deverá optar
sempre, em nosso entender, por uma diversidade de processos pedagógicos, visando
promover a motivação (intrínseca, extrínseca ou combinada) do maior número de alunos.
Conclusão
Com o presente trabalho concluímos que Motivação é uma fora direccionada ao
comportamento seja individual ou geral, que faz o individuo agir para atingir algo que
alguém considere um objectivo ou meta.
Existem dois tipos de motivação que são: intrínseca e extrínseca, como base usamos a
motivação escolar.
A motivação escolar é uma área de investigação que permite, com que haja alguma
explicação para, prever e orientar a conduta do aluno em contexto escolar. A forma como as
pessoas explicam os seus fracassos relacionado com a sua motivação, a qual mostra factores
que levam a pessoa a agir em determinada direcção .
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