ASPECTOS LEGAIS
Lis Lino
Fonte: [Link]
• Artigo 208 da Constituição de
1988,
• Artigo 54 do Estatuto da
Criança e do Adolescente
(ECA)
• Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB)
definiu a Educação Infantil
como primeira etapa da
Educação Básica
“a educação das crianças em
unidades de Educação Infantil
passa a ser um direito desses
sujeitos (e não apenas da mãe
trabalhadora) e deve ser
efetivada nos moldes
estabelecidos para toda a
Educação Básica”
Lei de Diretrizes e CAPÍTULO I - Da Composição dos
Base para Níveis Escolares
Educação Infantil
TÍTULO V - Dos Art. 21. A educação escolar compõe-
Níveis e das se de:
Modalidades de I - educação básica, formada pela
Educação e educação infantil, ensino
fundamental e ensino médio;
Ensino
Seção II - Da Educação Infantil
Art. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem
como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco)
anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social,
complementando a ação da família e da comunidade. (Redação dada
pela Lei nº 12.796, de 2013)
Art. 30. A educação infantil será oferecida em:
I - creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos
de idade;
II - pré-escolas, para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de
idade. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)
CRECHE
• Grupo 0 – 0 a 12 meses (até andar) ou 3 a 18 meses
• Grupo I – 1 ano completo até 31 de março
• Grupo II – 2 anos completos até 31 de março
• Grupo III – 3 anos completos até 31 de março
PRÉ-ESCOLA
• Grupo IV – 4 anos completos até 31 de março
• Grupo V – 5 anos completos até 31 de março
Art. 31. A educação infantil será organizada de acordo com as
seguintes regras comuns: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)
I - avaliação mediante acompanhamento e registro do
desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo
para o acesso ao ensino fundamental; (Incluído pela Lei nº 12.796, de
2013)
II - carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, distribuída
por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho
educacional; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)
III - atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas
diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada
integral; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)
IV - controle de frequência pela instituição de educação pré-
escolar, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por
cento) do total de horas; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)
V - expedição de documentação que permita atestar os
processos de desenvolvimento e aprendizagem da
criança. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)
As funções da EI
“...Basicamente eu acho que é de socializar a criança, ensinar a ela algumas
noções de higiene. Quando eu começei com esta turma eles não pediam pra ir
ao banheiro, simplesmente faziam nas calças. Aí eu dizia tem que pedir senão
como é que vou saber que você tá com vontade de ir ao banheiro. Isso são
coisas que eles já poderiam saber, mas sabe como é, né? A gente tem que
ensinar as mínimas coisas... Os meus objetivos seriam justamente esses...
passar noções de valores sociais e morais que eles não têm e com alguns
fazer com que pelo menos identifiquem os números e as letras.”
(Professora de Rede Municipal – Infantil 2 Concluinte de Psicologia)
"Eu vou observando as necessidades dos meus alunos...
Muitas vezes eu trabalho com assuntos que tem a ver com
algum acontecimento em sala de aula ou em casa que é
trazido para a sala de aula. Eu acredito que assuntos atuais
devem ser discutidos desde pequenininho. (...) Gosto de
trabalhar considerando a realidade dos meus alunos e
sempre procurando valorizar suas capacidades e fazendo
com que as minhas crianças acreditem em si mesmas...
acreditando na capacidade deles, nunca subjulgando-os,
achando que eles são inferiores por serem pobres,
conscientizando-os sobre isso. Sempre procuro puxar o
que tem de melhor dos meus alunos“
(Profa. Pré-escolar II Escola pública estadual)
Concepções apresentadas nos relatos
• Visão mais assistencialista, muito presente
na sua maneira de ver a profissão.
• Necessidade que o profissional da
Educação Infantil tem de dominar alguns
conhecimentos que permitam que ele
compreenda melhor as crianças com as
quais trabalha.
Referencial Curricular Nacional para a Educação
Infantil (1998)
Referente às creches,
entidades equivalentes e
pré-escolas, que integra
a série de documentos
dos Parâmetros
Curriculares Nacionais
elaborados pelo
Ministério da Educação e
do Desporto.
O Referencial pretende apontar metas de qualidade que contribuam
para que as crianças tenham um desenvolvimento integral de suas
identidades, capazes de crescerem como cidadãos cujos direitos à
infância são reconhecidos. Visa, também, contribuir para que possa
realizar, nas instituições, o objetivo socializador dessa etapa
educacional, em ambientes que propiciem o acesso e a ampliação,
pelas crianças, dos conhecimentos da realidade social e cultural.
DCNEI - instituídas pela
Resolução CNE/CEB nº 5, de 17
de dezembro de 2009
Educadores
Professores Movimentos
universitários Sociais
Pesquisadores
Diretrizes curriculares
Nacionais de Educação Infantil
• Objetivos:
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil
articulam-se às Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e
reúnem princípios, fundamentos e procedimentos definidos pela
Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, para
orientar as políticas públicas e a elaboração, planejamento, execução
e avaliação de propostas pedagógicas e curriculares de Educação
Infantil.
Sujeito histórico e de direitos que,
nas interações, relações e práticas
cotidianas que vivencia, constrói sua
identidade pessoal e coletiva,
Criança brinca, imagina, fantasia, deseja,
aprende, observa, experimenta,
narra, questiona e constrói sentidos
sobre a natureza e a sociedade,
produzindo cultura.
Conjunto de práticas que buscam
articular as experiências e os
saberes das crianças com os
conhecimentos que fazem parte do
Currículo patrimônio cultural, artístico,
ambiental, científico e tecnológico,
de modo a promover o
desenvolvimento integral de
crianças de 0 a 5 anos de idade.
A proposta pedagógica das instituições de
Educação Infantil deve ter como objetivo
Objetivos garantir à criança acesso a processos de
apropriação, renovação e articulação de
da Proposta conhecimentos e aprendizagens de
diferentes linguagens, assim como o direito
à proteção, à saúde, à liberdade, à
Pedagógica confiança, ao respeito, à dignidade, à
brincadeira, à convivência e à interação
com outras crianças.
As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem
respeitar os seguintes princípios:
➢Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem
comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.
➢Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem
democrática.
➢Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da
ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e
culturais.
Indicadores de qualidade na educação infantil
• Mas como deve ser uma instituição de educação infantil de qualidade?
• Quais são os critérios para se avaliar a qualidade de uma creche ou de uma
pré-escola?
• Como as equipes de educadores, os pais, as pessoas da comunidade e as
autoridades responsáveis podem ajudar a melhorar a qualidade das
instituições de educação infantil?
Foram definidas sete dimensões fundamentais que devem ser consideradas para
a reflexão coletiva sobre a qualidade de uma instituição de educação infantil.
Para avaliar essas dimensões, foram propostos sinalizadores da qualidade de
aspectos importantes da realidade da educação infantil: os indicadores.
As definições de qualidade dependem de muitos
fatores: os valores nos quais as pessoas acreditam;
as tradições de uma determinada cultura; os
conhecimentos científicos sobre como as crianças
aprendem e se desenvolvem; o contexto histórico,
social e econômico no qual a escola se insere.
Dimensões:
1 – planejamento institucional;
2 – multiplicidade de experiências e linguagens;
3 – interações;
4 – promoção da saúde;
5 – espaços, materiais e mobiliários;
6 – formação e condições de trabalho das professoras e demais profissionais;
7 – cooperação e troca com as famílias e participação na rede de proteção social.
Para propor parâmetros de qualidade
Parâmetros para a Educação Infantil, é
imprescindível levar em conta que as
curriculares crianças desde que nascem são:
•
nacionais •
cidadãos de direitos;
indivíduos únicos, singulares;
para a • seres sociais e históricos;
• seres competentes, produtores de
educação cultura;
• indivíduos humanos, parte da
infantil natureza animal, vegetal e mineral.
• Por sua vez, as crianças encontram-se em uma fase de vida em
que dependem intensamente do adulto para sua sobrevivência
(MACHADO, 2001).
• Precisam, portanto, ser cuidadas e educadas, o que implica:
• ser auxiliadas nas atividades que não puderem realizar sozinhas;
• ser atendidas em suas necessidades básicas físicas e psicológicas;
• ter atenção especial por parte do adulto em momentos
peculiares de sua vida.
movimentar-se em espaços
brincar;
As crianças amplos e ao ar livre;
precisam ser
apoiadas em
desenvolver a imaginação, a
suas iniciativas expressar sentimentos e
pensamentos;
curiosidade e a capacidade
de expressão;
espontâneas e
incentivadas a: ampliar permanentemente
diversificar atividades,
conhecimentos a respeito
escolhas e companheiros de
do mundo da natureza e da
interação em creches, pré-
cultura apoiadas por
escolas e centros de
estratégias pedagógicas
Educação Infantil.
apropriadas;
A criança, parte de uma sociedade, vivendo em nosso país, tem direito:
• à dignidade e ao respeito;
• autonomia e participação;
• à felicidade, ao prazer e à alegria;
• à individualidade, ao tempo livre e ao convívio social;
• à diferença e à semelhança;
• à igualdade de oportunidades;
• ao conhecimento e à educação;
• a profissionais com formação específica;
• a espaços, tempos e materiais específicos.
Entraves
• Campos, Füllgraf e Wiggers (2006) evidenciaram a presença de vários problemas no
currículo que é oferecido às crianças que frequentam creches e pré-escolas no
Brasil.
• a pesquisa Educação Infantil no Brasil: avaliação qualitativa e quantitativa (CAMPOS
et al, 2011), realizada em capitais de diferentes regiões do país, que indicou a
persistência de graves carências e inadequações no currículo praticado, o que nos
remete aos desafios que ainda precisam ser enfrentados para oferecer a todas as
crianças a educação a que elas têm direito.
Barbosa et al (2016)
A BASE NACIONAL
COMUM CURRICULAR
(BNCC) NA EDUCAÇÃO
INFANTIL: LIMITES E
POSSIBILIDADES
Fonte: LEE, Suzy. Onda. São Paulo: Cosac Naify, 2008.
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
O que é?
“Documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico
e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos
devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da
Educação Básica” (BRASIL, 2017, p. 7).
• Foco no desenvolvimento de competências;
• Compromisso com a educação integral.
O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DA BNCC – E. I.
LDBEN, Lei RCNEI para a Programa
Declaração Estatuto da
9.394, Educação Currículo em
dos direitos criança e do DCNEI
12/1996 Infantil Movimento
das crianças adolescente
1996 1998 1998 2006-2009
1988 1989 1990
1ª VERSÃO 2ª e 3ª VERSÃO
PNE
2014
2015
2016
Interferências políticas 2017
BNCC DA
EDUCAÇÃO
INFANTIL
A BNCC E SUAS RELAÇÕES COM O DCNEI
• 1ª Etapa da Educação Básica;
• Cuidar e educar;
• Definição de criança;
• Visão compartilhada com KRAMER (2008);
ZABALZA (1998); OLIVEIRA (2011), por exemplo;
• “viabilizar o direito de as crianças, desde seu
nascimento até seis anos de idade, cultivarem sua
curiosidade e terem acesso a processos de
apropriação, renovação e articulação de saberes e
conhecimentos, buscamos chamar a atenção para
a formação humana e cidadã das crianças, sempre
inspirados nas DCNEI” BARBOSA et al (2016).
• Os eixos estruturantes das práticas pedagógicas são as interações e a
brincadeira.
• Interagir:
com as professoras/ adultos
com as crianças
com os brinquedos e materiais
entre criança e ambiente
entre a Instituição, a família e a criança Brincar com:
Corpo
Objetos do cotidiano
Elementos da natureza
Brinquedos comerciais, populares, reciclados
Linguagem
Livros e materiais impressos
Jogos de construção
Materiais artísticos
Fonte: [Link]
ESTRUTURA
Os objetivos de
aprendizagem e
desenvolvimento, que estão
sequencialmente organizados
em três grupos por faixa
etária e correspondem às
possibilidades de
aprendizagem.
OS CÓDIGOS DOS OBJETIVOS
EI 03 EF 04 Competência 04
Campo de experiência: “escuta, fala,
pensamento e imaginação”
Crianças pequenas(4 anos a 5 anos e 11 meses)
Educação Infantil
Vamos analisar cenas da prática
de uma professora…
Creche Municipal
João Eugênio
• Crianças de 2 a 3 anos
• A professora se atentou
ao interesse das
crianças por materiais
simples organizados de
maneira convidativa à
interação.
A brincadeira de puxar,
pular e olhar para cima
começou.
Fonte: [Link]
Fonte: [Link]
“Panelas, copos, colheres
de pau e bule estimularam
batucadas na sala ou
viraram utensílios no
parque – ali descobriram
que as tampas apertadas
na areia formam desenhos
inusitados.”
“As crianças ainda exploraram o corpo e o movimento
correndo entre lençóis, brincando com bacias e sacos com
água. Coisas simples, mas que abrem muitas possibilidades de
experimentação. ”
Fonte: [Link]
“Flores e frutas, como as do
jambeiro da creche, se
tornaram tema de
investigação”.
Previsto na BNCC: o registro
“Os campos de experiências constituem um arranjo curricular
que acolhe as situações e as experiências concretas da vida
cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos
conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural”
(BRASIL, 2017, p. 40)
Fonte: [Link]
“Papéis e caixas foram os primeiros elementos na
sequência de atividades semanais planejada.
[...]Quando tudo veio ao chão, algumas crianças se
enrolaram tal qual esculturas vivas de papel, enquanto
outras observavam pelo buraco do cone de papelão”.
Percebem como a partir dessa proposta
o conhecimento é desfragmentado? Previsto na BNCC: intencionalidade educativa
Fonte: [Link]
Rigidez dos objetivos em
relação a amplitude de
significados das atividades.
experimentações com materiais variados
PAPEL DO PROFESSOR
• Parte do trabalho do educador é
refletir, selecionar, organizar, planejar,
mediar e monitorar o conjunto das
práticas e interações, garantindo a
pluralidade de situações que promovam
o desenvolvimento pleno das crianças.
• Acompanhar tanto essas práticas
quanto as aprendizagens das crianças,
realizando a observação da trajetória de
cada criança e de todo o grupo – suas
conquistas, avanços, possibilidades e
aprendizagens.
Fonte: [Link]
POSSIBILIDADES
• A BNCC não traduz todas as
experiências escolares vividas pelos
educadores, pelas crianças e suas
famílias, mas representa um mínimo
a ser exigido por lei.
O PRINCIPIO DA
• Ainda que com limitações que
EQUIDADE reverberam na prática, é
considerada uma conquista por
muitos que estudam a Educação
Infantil.
OUTRAS POSSIBILIDADES
• A quebra da lógica de disciplinas e a adoção de campos de
experiências também pode ampliar a possibilidade de um
trabalho mais significativo junto às crianças;
• A especificidade dos campos imprime identidade para a etapa da
Educação Infantil;
• Trabalho pedagógico a partir de projetos, considerando os
campos de experiência.
Fonte: [Link]
“[...] o currículo acontece nas práticas escolares
cotidianas. Assim, o currículo é definido na escola,
pelos seus profissionais (professores, coordenadores,
diretores) junto com as crianças e uma BNCC serve
como referência para a tomada de decisões pelas
equipes escolares”
BARBOSA, Maria Carmen Silveira et al. O que é básico
na Base Nacional Comum Curricular para a Educação
Infantil?. Debates em Educação, v. 8, n. 16, p. 11, 2016.
LIMITES
• A presença forte de empresas editoriais em
RELAÇÕES detrimento da sociedade civil e cientifica.
ENTRE • No decorrer das versões as contribuições das
CONCEPÇÕES entidades científicas foram desconsideradas por
serem, supostamente, “não operacionais”, mas,
TEÓRICAS E prioritariamente “teóricas”.
PRÁTICAS • Contudo, a ausência de definições teóricas
explicitas na versão final, acarreta na mera
“adequação” de práticas antigas, sobretudo
priorizando os objetivos em detrimento da
reflexão sobre a organização por campos de
experiências e da garantia de direitos.
• Enfraquecimento de uma perspectiva de garantia de
direitos para uma de visão instrumental de "competência"
individual que corresponde a...
A NOÇÃO DE
[...] mobilização e aplicação dos conhecimentos
COMPETÊNCIA escolares [...] Assim, ser competente significa ser
capaz de, ao se defrontar com um problema,
ativar e utilizar o conhecimento construído”
(BARBOSA; SILVEIRA, 2017, p. 1)
• A ideia de competência individual está muito mais
relacionada às demandas do mercado de trabalho
existentes em uma sociedade essencialmente desigual, do
que a formação crítica para a construção do futuro;
• Avaliação
1. No campo “escuta, fala , pensamento e imaginação”:
Sempre houve um tabu quando o tema é a presença da
escrita na Educação Infantil (KRAMER, 2010):
TENSÕES a) Há os que defendem sua completa exclusão, sob o
argumento de que não se pode forçar o entendimento
CAMPOS DE da relação entre letras e sons antes dos seis anos;
EXPERIÊNCIAS b) Há os que defendem o desenvolvimento da consciência
fonológica para, gradativamente, ampliar a
compreensão da escrita.
Esse tabu ficou evidente em todas as versões da BNCC.
Na última versão, inclusive, foi retirada a palavra "escrita"
do campo de experiência "Escuta, fala, pensamento e
imaginação".
2. No campo “traços, sons, cores e formas” há poucos
objetivos e ausência de situações, como, por exemplo, a de
apreciação de obras artísticas.