Medicamentos: Composição e Indicações
Medicamentos: Composição e Indicações
A COMPOSIÇÃO
Aminofilina comprimidos pois cada comprimido contém:
Aminofilina diidratada de 100 mg ou 200 mg
Excipientes de q.s.p. 1 comprimido
(Excipientes: amido de milho, fosfato de sódio dibásico, cacau em pó, ácido
esteárico, talco e água).
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
Uso Oral – Doses
Doses em termos de Aminofilina.
Para melhor absorção, tomar o produto com o estômago vazio (30 a 60
minutos antes de refeição).
Se houver problemas gástricos, tomar com algum alimento.
Adultos: 600 a 1600 mg por dia, divididos em 3 ou 4 tomadas.
Idosos: usar com cautela. Pode ser necessário diminuir as doses para evitar
manifestações tóxicas.
Criança: acima de 6 meses de idade 12 mg por kg de peso corporal por dia,
divididos em 3 ou 4 tomadas.
Uso injetável – preparação
Aminofilina (solução) 240 mg/10 mL – Infusão Intravenosa
Diluição
Diluente: Cloreto de Sódio 0,9% ou Glicose 5%. Volume: para se obter uma
concentração de ate 25 mg/mL.
Uso Injetável – Doses
Doses em termos de Aminofilina.
Adultos: 240 a 480 mg, 1 ou 2 vezes por dia, via intravenosa durante 5 a 10
minutos.
INDICAÇÃO
Essa Aminofilina é indicada para doenças caracterizadas por broncoespasmo,
como a asma brônquica ou o broncoespasmo associado com bronquite crônica
e enfisema.
CONTRA INDICAÇÃO
A aminofilina não deve ser usada por pessoas com úlcera ou que apresentem
qualquer alergia à aminofilina, teofilina ou qualquer outro componente da
fórmula. Além disso, deve ser usado com cautela em crianças.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica. Só deve ser administrado a gestantes ou lactantes se o
médico julgar que os benefícios potenciais ultrapassem os possíveis riscos. O
uso deste medicamento em fumantes pode requerer ajustes na dose.
REAÇÃO ADVERSA
Os efeitos colaterais mais comuns que podem ocorrer durante o tratamento
com aminofilina são distúrbios gastrintestinais como náuseas e vômitos.
[Link] COMPOSIÇÃO
Solução Oftálmica pois cada ml contém: 0,5% 1% sulfato de atropina de 5 mg
10 mg Veículo: ácido bórico, citrato de sódio diidratado, edetato dissódico,
polissorbato 80, cloreto de benzalcônio e água purifi cada q.s.p.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso em colírio; uso injetável.
A dose adulto é de 1 a 2 gotas aplicadas no saco conjuntival, ou de acordo com
critério médico. Deve-se comprimir o saco lacrimal por 1 ou 2 minutos, após a
aplicação do colírio, para reduzir ou evitar a absorção sistêmica da droga.
Uso injetável
Atropina (solução) 0,25 mg/1 mL; 0,5 mg/1 mL – via Subcutânea e via
intramuscular
Administração: em adultos, nas nádegas (quadrante superior externo); em
crianças, na face lateral da coxa.
Atropina (solução) 0,25 mg/1 mL; 0,5 mg/1 mL – via intravenosa direta
Tempo de injeção: pelo menos durante 1 minuto. A administração intravenosa
mais lenta pode paradoxalmente causar diminuição da frequência cardíaca.
Ação esperada do medicamento: dilatação da pupila e paralisação da
acomodação.
Cuidados de administração: instile a dose recomendada, no saco conjuntival,
evitando tocar a ponta do frasco nos tecidos oculares. Siga a orientação do seu
médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
O saco lacrimal deve ser comprimido por 1 ou 2 minutos após a instilação da
solução oftálmica, para evitar ou reduzir a absorção sistêmica.
INDICAÇÃO
Para obtenção de midríase e cicloplegia.
CONTRA INDICAÇÃO
Hipertensão ocular e glaucoma
REAÇÃO ADVERSA
Os anticolinérgicos podem causar aumento abrupto da pressão intra-ocular em
olhos com ângulos estreitos ou com câmaras anteriores achatadas,
precipitando um ataque de glaucoma por fechamento de ângulo, bem como em
casos de glaucoma primário de ângulo aberto. A absorção sistêmica da
atropina pode resultar em efeitos sobre o sistema nervoso central (ataxia,
alucinação, incoerência verbal, hiperatividade, convulsão e febre),
principalmente em pacientes mais sensíveis (crianças e idosos). Podem ocorrer
também taquicardia, vasodilatação, retenção urinária e decréscimo da
secreção salivar. Atropina solução oftálmica ocasionalmente causa irritação
local dos olhos e, em pessoas sensíveis, pode produzir dilatação da pálpebra e
conjuntivite. Com o uso contínuo da droga, a conjuntivite pode se tornar
crônica.
Gastrintestinal: boca seca; constipação intestinal.
Dermatológico: pele seca; vermelhidão e diminuição do suor.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
Solução oral bicarbonato de sódio em pó branco 100g
Solução oral bicarbonato de Sódio 500mg com 60 cápsulas
Solução Injetável 84 mg/mL e 100 mg/Ml
Caixa com 50 ampolas de vidro transparente com 10 mL.
Caixa com 100 ampolas de vidro transparente com 10 mL.
Uso intravenoso.
Uso adulto e pediátrico acima de 2 anos.
INDICAÇÃO
Bicarbonato de sódio está indicado para o tratamento da acidose metabólica
(leve a moderada) e suas manifestações, em caso de desordens renais, na
insuficiência circulatória por choque ou desidratação e na parada cardíaca.
Pode ser utilizado também para a alcalinização da urina e como antiácido.
CONTRA INDICAÇÃO
O bicarbonato de sódio não deve ser usado por pacientes portadores de
alcalose metabólica ou respiratória, pacientes com hipocloremia (diminuição de
cloreto no sangue) que pode ser originada após vômitos ou drenagem
gastrintestinal e após tratamento prolongado com diuréticos. Não utilizar o
bicarbonato de sódio em pacientes com hipocalcemia (diminuição de cálcio no
sangue).
Utilizar o bicarbonato de sódio com cautela em pacientes com ascite ou
“barriga d'água” (acúmulo de líquido na região do abdômen), doença pulmonar,
retenção de líquidos e/ou hipocalemia (diminuição de potássio no sangue).
Este medicamento é contraindicado para pacientes com história
de insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal, cirrose, hipertensão e
em uso contínuo de corticosteroides.
REAÇÃO ADVERSA
O uso de bicarbonato de sódio pode provocar arrotos, aumento dos reflexos
musculares, distensão abdominal, alterações de consciência, alterações
metabólicas, cálculos renais, cólicas, tremor, retenção de líquidos e piora da
insuficiência cardíaca.
O extravasamento da solução de bicarbonato de sódio pode resultar em dor no
local da injeção e necrose tecidual após administração intravenosa.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
Drágea de liberação prolongada 600 mg (8 mEq): Slow-K
Solução oral 900 mg/15 mL: Clotássio
Uso injetável
Injetável(solução) 10%: G
Injetável(solução) 19,1%: G
Solução Oral - 60mg/mL (frasco 150mL) (15mL = 900mg = 12mEq)
INDICAÇÃO
Cloreto de Potássio é indicado no tratamento e/ou prevenção da hipocalemia
em pacientes que não toleram ou se recusam a ingerir potássio líquido ou
efervescente.
CONTRA INDICAÇÃO
Hipersensibilidade à administração de potássio como, por exemplo, em
adinamia episódica hereditária e paramiotomia congenital, ou
hipersensibilidade a algum dos excipientes.
Todas as formas de hipercalemia, desde um pequeno aumento na
concentração sérica de potássio em alguns pacientes pode produzir arritmia
cardíaca e parada cardíaca. Hipercalemia pode complicar qualquer uma das
seguintes condições: insuficiência renal acentuada, condições envolvendo
intensa destruição celular (por exemplo, trauma, queimadura, hemólise
massiva, rabdomiólise, tumor, Síndrome de Addison não tratada,
Hipoaldosteronismo hiporreninêmico, assim como casos de acidose metabólica
descompensada e desidratação aguda.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas gerais incluem náuseas, vômito, diarreia, cólicas
abdominais, redução das lágrimas, taquicardia, pressão alta, falência renal e
edema pulmonar. Em pacientes com ingestão inadequada de água, o excesso
de sódio no sangue pode causar sintomas respiratórios como edema pulmonar,
embolia ou pneumonia.
[Link] COMPOSIÇÃO
Uso Intravenoso/Intramuscular adulto ou pediátrico
Cada mL da solução injetável contém: diazepam 5 mg veículo estétil q.s.p1 mL
Excipientes: álcool benzílico, propilenoglicol e água para injetáveis. Contém:
ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio q.s.p. pH).
Dose de adulto
VO: 5-20mg/dia;
Injetável: 2-30mg/dia, EV ou IM.
Pediatria
2-5 anos: 0,5mg/kg;
6-11 anos: 0,3mg/kg;
≥ 12 anos: Utilizar dose para adultos.
Dose Máxima
Pediatria: 20mg/dia.
Adulto
Mal epiléptico: 3mg/kg/dia;
Eclampsia: 100mg/dia.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
Comprimido 5 mg:
Comprimido 10 mg:
Uso injetável
Injetável (solução) 10 mg/2 mL
INDICAÇÃO
O diazepam injetável é indicado para sedação basal antes de procedimentos
terapêuticos ou intervenções tais como: cardioversão, cateterismo cardíaco,
endoscopia, exames radiológicos, pequenas cirurgias, redução de fraturas,
biópsias, curativos em queimados, etc., com o objetivo de aliviar a tensão,
ansiedade ou o estresse agudo e para diminuir a lembrança de tais
procedimentos. É igualmente útil no pré-operatório de pacientes ansiosos e
tensos.
Na psiquiatria, o diazepam é usado no tratamento de estados de excitação
associados à ansiedade aguda e pânico, assim como na agitação motora e no
delirium tremens. O diazepam também é indicado para o tratamento agudo do
status epilepticus e outros estados convulsivos (por exemplo, convulsões
sofridas por pacientes com tétano). Caso o diazepam seja considerado para o
tratamento da eclampsia, é necessário avaliar os possíveis riscos para o feto e
os benefícios terapêuticos esperados para a mãe.
CONTRA INDICAÇÃO
A orientação mais fundamental é que esse medicamento só pode ser prescrito
dentro de condições muito específicas. Portanto, é essencial que só se use o
Diazepam sob recomendação médica. Além disso, esse medicamento não
pode ser prescrito para: Gestantes; Mulheres que estão amamentando;
Pessoas com glaucoma; Pacientes com insuficiência hepática, renal ou
respiratória; Indivíduos diagnosticados com apneia do sono; Idosos; Crianças
até os 12 anos; Alérgicos a qualquer componente da fórmula.
REAÇÃO ADVERSA
O sono, existem outros efeitos colaterais do uso do Diazepam:.
Sedação; Fadiga; Confusão; Amnésia anterógrada; Depressão; Ataxia (perda
de equilíbrio e coordenação motora); Irritabilidade; Desinibição; Reação no
local da injeção; Dor de cabeça; Tremor; Distonia; Retenção urinária;
Incontinência urinária; Náusea; Constipação; Diplopia (“visão dupla”);
Alterações da libido; Irritação na pele; Irregularidades menstruais.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução injetável contém: cloridrato de dopamina 5 mg
excipientes (cloreto de sódio, metabissulfito de sódio, água para injeção) q.s.p
1 mL
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
Dopamina injetável 5mg/mL - ampola 10mL
Dopamina deve ser administrado exclusivamente através de infusão
intravenosa com a solução diluída antes da administração. Deve ser utilizada
uma veia de grande calibre, preferencialmente o braço, evitando-se
extravasamento para que não ocorra uma necrose tissular.
INDICAÇÃO
O produto é indicado em estados de choque de qualquer natureza: choque
cardiogênico pós-infarto, choque cirúrgico, choque hipovolêmico ou
hemorrágico, choque tóxicoinfeccioso, choque anafilático.
CONTRA INDICAÇÃO
O produto é contra-indicado em pacientes sensíveis ao cloridrato de dopamina
ou a qualquer outro componente da formulação. A dopamina é contra-indicada
a pacientes com feocromocitoma. A relação risco/benefício deve ser avaliada
na presença de acidose, hipoxia, antecedentes de doenças vasculares
oclusivas, embolismo cerebral, endarterite diabética, doença de Raynaud,
taquiarritmias ou arritmias ventriculares.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas com a Dopamina estão relacionadas com a estimulação
adrenérgica. Os agentes simpaticomiméticos podem produzir várias reações
adversas, muitas das quais simulam os resultados de estimulação excessiva do
sistema nervoso simpático. Estes efeitos são mediados via vários tipos de
receptores adrenérgicos. Os efeitos centrais dos agentes simpaticomiméticos
incluem medo, ansiedade, inquietação, tremor, insônia, confusão, irritabilidade
e estados psicóticos. O apetite pode reduzir e pode ocorrer náuseas e vômitos.
Os efeitos no sistema cardiovascular são complexos. Pode ocorrer estimulação
dos receptores alfa-adrenérgicos produzindo vasoconstrição com resultante
hipertensão.
[Link] COMPOSIÇÃO
Uso adulto e pediátrico
Cada mL da solução contém: epinefrina 1mg (equivalente a 1,82 mg de
hemitartarato de epinefrina) veículo estéril q.s.p. 1 mL (Veículo: edetato
dissódico, metabissulfito de sódio, bicarbonato de sódio, cloreto de sódio e
água para injetáveis)
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
Injetável (solução) 1:1.000 (1 mg/mL)
Epinefrina (Vital Brasil)
Epinefrina (solução) 1:1000 (1 mg/mL)
Uso em adultos, no braço; em crianças, na face lateral da coxa.
INDICAÇÃO
O Epinefrina injetável é indicado para o uso concomitante com alguns
anestésicos locais para diminuir a velocidade da absorção vascular,
prolongando a duração de ação da anestesia local e diminuindo o risco de
toxicidade do anestésico local. A epinefrina deve ser usada com precaução e
cuidado, em quantidades limitadas, com anestésico local, quando usada para
anestesiar áreas com artérias terminais (como dedos das mãos e dos pés ou
pênis) ou em áreas com comprometimento de suprimento sanguíneo causado
por isquemia, podendo levar a gangrena. É também indicada para hemorragia
superficial em cirurgias oculares, na congestão conjuntival durante a cirurgia e
como midriátrico.
CONTRA INDICAÇÃO
O produto é contraindicado em casos de hipersensibilidade à epinefrina ou aos
componentes da fórmula. A epinefrina está contraindicada nos casos de
pacientes com dano cerebral orgânico, doença cardiovascular incluindo angina
pectoris, arritmias cardíacas, dilatação cardíaca, arteriosclerose cerebral,
insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial coronária, insuficiência
coronária, doença cardíaca degenerativa, hipertensão, doença cardíaca
isquêmica, doença cardíaca orgânica, colapso circulatório ou hipotensão
induzida por fenotiazina (o efeito pressor da epinefrina pode ser revertido pela
fenotiazina, resultando em uma queda adicional da pressão sanguínea),
diabetes mellitus (uma potencial hiperglicemia induzida por droga pode resultar
em perda do controle da diabete, podendo ser necessário aumentar a dose de
insulina ou agentes hipoglicêmicos, especialmente com a epinefrina), glaucoma
de ângulo fechado ou predisposição a, hipertireoidismo, doença de Parkinson
(rigidez e tremor podem aumentar temporariamente), feocromocitoma
diagnosticado ou suspeito, desordens psiconeuróticas (piora dos sintomas),
suscetibilidade a simpatomiméticos, choque cardiogênico traumático ou
hemorrágico (aumento da demanda de oxigênio miocardial no choque
cardiogênico).
REAÇÃO ADVERSA
Desconforto ou dores no peito, contínua ou grave; calafrio ou febre;
convulsões; vertigem ou tontura contínua ou grave; taquicardia, alucinação,
cefaleia contínua ou grave; hipertensão e hipotensão; arritmias; náusea ou
vômito contínuo ou grave; falta de ar ou distúrbios respiratórios; tremor;
ansiedade; nervosismo ou inquietação; aumento das pupilas ou visão turva;
pele fria ou pálida; fraqueza grave (sinal de superdosagem). Podem ocorrer
alucinações com a administração de altas doses. Reações Adversas não
conhecidas: Alterações de humor ou mentais, entorpecimento das mãos e dos
pés, manchas roxas. Reações Alérgicas aos sulfitos: Coloração azulada na
pele; vertigem grave ou sensação de desmaio; rubor ou vermelhidão da pele;
rash cutâneo, coceira ou urticária; inchaço da face, lábios ou pálpebras; chiado
ou dificuldade respiratória.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém:
100 mg de fenitoína.
Excipientes: amido de milho, estearato de magnésio, lactose
monoidratada, talco e povidona K30.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
Hidantal 100mg/comprimido - Fenitoína Sódica
Hidantal 50mg/mL - injetável (ampola 5mL) - Fenitoína Sódica
Adulto
VO: Iniciar com 100mg, VO, 3 vezes/dia, manter com 300-400mg/dia em doses
fracionadas.
EV (controle de estados agudos): 125-500mg, EV/IM, em uma hora, nunca
exceder 250mg no prazo de 15min.
Pediatria
VO: Iniciar com 5mg/kg/dia fracionados em 2-3 doses, manter com
4-8mg/kg/dia em doses fracionadas. Crianças acima de 6 anos podem
necessitar da dose mínima de adultos (300mg/dia).
EV (controle de estados agudos): 2,0-2,5mg/kg/dose, EV, nunca repetir a dose
antes de 15min.
Dose máxima
Adulto: VO: 600mg/dia. EV: 1000mg/dia.
Pediatria: VO: 300mg/dia. EV: 15mg/ kg/dia.
INDICAÇÃO
Hidantal é destinado ao tratamento de Crises convulsivas (contrações súbitas e
sem controle dos músculos devido a alterações no cérebro) durante ou após
neurocirurgia; Crises convulsivas, crises tônico-clônicas (convulsões motoras
que podem se repetir) generalizadas e crise parcial complexa (estado parado
seguido de movimentos mastigatórios e fora de controle) (lobo psicomotor e
temporal); Estado de mal epiléptico (ataques epilépticos prolongados
erepetidos).
CONTRA INDICAÇÃO
Hidantal é contraindicado para pacientes que tenham apresentado reações
intensas ao medicamento ou a outras hidantoínas. Hidantal solução injetável é
contraindicado em pacientes que apresentam síndrome de Adams-Stokes
(desmaio causado por bloqueio cardíaco), bloqueio A-V de 2º e 3º graus
(retardo ou bloqueio total na condução do impulso do coração), bloqueio sino-
atrial (tipo de bloqueio na propagação dos impulsos elétricos no coração) e
bradicardia (diminuição da frequência cardíaca) sinusal.
REAÇÃO ADVERSA
Nistagmo (movimento involuntários dos olhos), vertigem (tontura), prurido
(coceira), parestesia (sensações como ardor, formigamento e coceira,
percebidos na pele), cefaleia, sonolência e ataxia (falta de coordenação dos
movimentos).
[Link] COMPOSIÇÃO
A administração deve ser somente por via intravenosa. Solução injetável 50
mg/mL; AmioDARONA 50mg/mL (ampola 3mL) injetável
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
Intravenoso: Cada ampola com 3 mL contém 150 mg de cloridrato de
amiodarona. Cada mL da solução injetável contém 50 mg de cloridrato de
amiodarona. Excipientes: polissorbato 80, álcool benzílico e água para
injetáveis.
Adulto: Supressão rápida da arritmia: Injeção lenta por via endovenosa na dose
de no máximo 5mg/kg de peso corporal durante um período de 5 minutos,
podendo repetir uma 2ª injeção na mesma dose após pelo menos 15 minutos
(tempo médio transcorrido até que se produza o efeito terapêutico
máximo). Infusão endovenosa intermitente: 5mg/kg de peso podem ser
infundidos em um período de 20 minutos a 2 horas, usualmente em
concentrações de 300mg de amiodarona em 100 a 250mL de solução
glicosada a 5%. A dose pode ser repetida 2 a 4 vezes, de modo que em 24
horas sejam administrados de 450mg a 1200mg.
Pediatria: Dose de ataque: 5 mg/kg administrados em 20 a 60 minutos (max
10mg/kg ou 300mg). Pode ser repetido duas vezes até a dose total máxima de
15 mg/kg.
INDICAÇÃO
O cloridrato de amiodarona é indicado para os seguintes casos: distúrbios
graves do ritmo cardíaco, inclusive aqueles resistentes a outras terapêuticas;
taquicardia ventricular sintomática; taquicardia supraventricular sintomática;
alterações do ritmo associadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White.
CONTRA INDICAÇÃO
Hipersensibilidade a amiodarona, a qualquer componente da formulação ou ao
iodo; bradicardia sinusal, bloqueio sinoatrial e doença do nó sinusal; distúrbios
graves de condução atrioventricular; doença tireoidiana presente ou anterior.
Associação com medicamentos que possam induzir Torsade de pointes. A
administração intravenosa é contraindicada em caso de hipotensão,
insuficiência respiratória grave, miocardiopatia ou insuficiência cardíaca.
REAÇÃO ADVERSA
Dor, eritema, flebite superficial, inflamação, edema, infiltração por
extravasamento, endurecimento, infecção, necrose, flebite, celulite e
modificação na pigmentação. Cardiovasculares: Bradicardia moderada e
hipotensão. Efeitos gerais: Choque anafilático, hipertensão intracraniana
benigna, sudorese, rubor, broncoespasmo e/ou apneia em caso de
insuficiência respiratória grave, pneumonite intersticial e síndrome da secreção
inapropriada de hormônio antidiurético.
[Link] COMPOSIÇÃO
Uso injetável.
Injetável (solução) 50 mcg/mL
Cada mL da solução injetável contém 78,5 mcg de citrato de fentanila
(equivalente a 50 mcg de fentanila). Excipientes: água para injeção e cloreto de
sódio.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
O Fentanil pode ser administrado por via epidural, intramuscular ou
intravenosa, dependendo da indicação. A solução injetável não deve ser
misturada com outros produtos. Se desejado, Fentani pode ser misturado ao
cloreto de sódio ou glicose para infusões intravenosas.
INDICAÇÃO
Para analgesia de curta duração durante o período anestésico (pré-medicação,
indução e manutenção) ou quando necessário no período pós-operatório
imediato (sala de recuperação). - para uso como componente analgésico da
anestesia geral e suplemento da anestesia regional.
CONTRA INDICAÇÃO
Contraindicado em pacientes com intolerância a qualquer um de seus
componentes ou a outros morfinomiméticos. Assim, Fentanila é
contraindicada em pacientes com hipersensibilidade à Fentanil ou aos adesivos
presentes no sistema terapêutico. O Fentanil é contraindicada para o
tratamento da dor aguda ou da dor pós-operatória, pois não permite ajuste de
dose durante uso em curto período e porque pode ocorrer hipoventilação grave
ou de risco à vida. Fentanil é contraindicada em pacientes
com depressão respiratória significativa.
REAÇÃO ADVERSA
Os efeitos colaterais mais comuns que podem ocorrer com o uso do adesivo
transdermico de fentanil em adultos são insônia, sonolência, tontura, náusea,
vômito ou dor de cabeça. Em crianças, os efeitos colaterais mais comuns que
podem ocorrer são dor de cabeça, vômito, náusea, prisão de ventre, diarreia ou
coceira generalizada.
[Link] COMPOSIÇÃO
Gardenal 50 mg: Cada comprimido contém 50 mg de fenobarbital. Excipientes:
amido de milho, lactose monoidratada, povidona K30 e estearato de magnésio.
GARDENAL 100 mg: Cada comprimido contém 100 mg de fenobarbital.
Excipientes: amido de milho, carbonato de cálcio, estearato de magnésio e
dextrina.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; injetável.
A administração deve ser somente por via oral: Gardenal 40mg solução oral
frasco gotejador com 20ml pediátrico é um medicamento controlado.
Adultos: 2 a 3 mg/kg/dia em dose única ou fracionada. Você deve tomar os
comprimidos com líquido, por via oral.
O uso de gardenal injetável é fenobarbital, sendo mais restrito ao ambiente
hospitalar.
INDICAÇÃO
Este medicamento é destinado à prevenção do aparecimento de convulsões
em indivíduos com epilepsia (doença do sistema nervoso central que causa
convulsões ou ausências do paciente) ou crises convulsivas de outras origens.
CONTRA INDICAÇÃO
Contra-indicações absolutas: porfiria; insuficiência respiratória grave;
insuficiência hepática ou renal grave; antecedentes de hipersensibilidade aos
barbitúricos. Contra-indicações relativas: ao uso de álcool, estrógenos e
progestágenos.
REAÇÃO ADVERSA
Sonolência (dificuldade em acordar e às vezes, dificuldade para falar); distúrbio
cognitivo, comprometimento da memória; Incomum: coordenação anormal e
distúrbios do equilíbrio; Rara: distúrbio da atenção; Desconhecida: amnésia,
discinesia (movimentos involuntários anormais do corpo).
[Link] COMPOSIÇÃO
40 mg de furosemida. Excipientes: amido, amidoglicolato de sódio, estearato
de magnésio e manitol.
Administração, a furosemida está disponível nas formas oral e injetável, sendo
que esta pode ser intramuscular ou intravenosa.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável; uso tópico.
Dose usual Adultos: Via Oral Dose inicial: 20 a 80 mg/dia. Dose de
manutenção: 20 a 40 mg/dia. Injetável: 20 a 40mg, EV ou IM, podendo ser
repetida em intervalos de 2 h, de 20 mg/dose até obter o efeito desejado
(intervalo usual é de 6 a 12 h).
Uso oral
Comprimido 40 mg:
Cápsula de liberação prolongada 60 mg:
Uso injetável
Injetável (solução) 20 mg/2 mL:
INDICAÇÃO
O uso da Furosemida está indicado nas seguintes situações: edemas devido a
doenças cardíacas e renais, ascite, edema pulmonar, edemas cerebrais,
edemas devido a queimaduras, crises hipertensivas (em adição a outras
medidas anti-hipertensivas), indução de diurese forçada em envenenamentos.
Hipertensão arterial estágios 1 e 2 (leve a moderada); Edema devido a
distúrbios cardíacos, hepáticos e renais; Edema devido a queimaduras.
CONTRA INDICAÇÃO
A furosemida não deve ser usada em pacientes com: insuficiência renal com
anúria, pré-coma e coma hepático associado com encefalopatia hepática,
hipopotassemia grave, hiponatremia grave, hipovolemia (com ou sem
hipotensão) ou desidratação, hipersensibilidade a furosemida ou sulfonamidas
e aos demais componentes da fórmula. A furosemida não deve ser utilizada por
lactantes.
REAÇÃO ADVERSA
A furosemida pode levar a um aumento da excreção de sódio e cloro e
conseqüentemente água. Adicionalmente, fica aumentada a excreção de outros
eletrólitos, em particular potássio, cálcio e magnésio. Distúrbios eletrolíticos
sintomáticos e alcalose metabólica podem se desenvolver e se manifestar na
forma de déficit eletrolítico gradualmente aumentado, ou onde, por exemplo,
doses mais altas de furosemida são administradas a pacientes com função
renal normal, como perda aguda grave de eletrólitos. Os sinais de distúrbios
eletrolíticos incluem polidipsia, cefaléia, confusão, dores musculares, tetania,
fraqueza dos músculos, distúrbios do ritmo cardíaco e sintomas
gastrintestinais. O desenvolvimento de distúrbios eletrolíticos é influenciado por
fatores como doenças conjuntas (por exemplo: cirrose hepática, insuficiência
cardíaca), medicação concomitante (ver item Interações) e nutrição. Em
particular, como resultado dos vômitos e diarréia, a deficiência de potássio
pode ocorrer
[Link] COMPOSIÇÃO
O Cloridrato de Prometazina é um derivado fenotiazínico de cadeia lateral
alifática, que possui atividade anti-histamínica, sedativa, antiemética e efeito
anticolinérgico
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável; uso tópico.
Uso oral
Comprimido 25 mg:
Uso injetável
Injetável (solução) 50 mg/2 mL:
INDICAÇÃO
Prometazina é indicado no tratamento dos sintomas das reações anafiláticas
(reação rápida e progressiva a uma substância) e reações alérgicas. Graças à
sua atividade antiemética (proporciona alívio de náuseas e vômitos) é utilizado
também na prevenção de vômitos do pós-operatório e dos enjoos de viagens.
CONTRA INDICAÇÃO
Prometazina é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida
ao Cloridrato de Prometazina, a algum dos excipientes, ou a outros derivados
fenotiazínicos ou a qualquer componente da fórmula, por portadores de
discrasias sanguíneas ou com antecedentes de agranulocitose com outros.
REAÇÃO ADVERSA
Sonolência é a reação adversa mais comum. Outros efeitos, embora raros,
podem ocorrer: tontura, confusão mental, secura da boca, palpitações, queda
de pressão, erupções na pele (como urticária, eczema, e manchas
avermelhadas no corpo), náuseas e vômitos.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cedilanide é um medicamento antiarrítmico que tem como substância ativa
o Deslanósido. Esse medicamento de uso injetável, aumenta a força e a
velocidade da contração do músculo cardíaco sendo indicado para quem sofre
de insuficiência cardíaca e arritmias.
A absorção gastrintestinal é da ordem de 60-75%, o volume de distribuição é
de cerca de 4,5 l/kg (variação 2,0 - 8,1), e a ligação a proteínas é de 25%. A
meia-vida de eliminação é de cerca de 40 horas. Um dos principais metabólitos
é a digoxina.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
Aplicação rápida (24 horas): Injetar de 0,8 a 1,6 mg, via intravenosa, em dose
única ou dividida em 4 vezes.
Aplicação lenta (3 a 5 dias): Injetar 0,6 a 0,8 mg por dia, via intravenosa ou
intramuscular. A dose de manutenção deve ser entre 0,2 e 0,6 mg diários.
INDICAÇÃO
Esse medicamento de uso injetável, aumenta a força e a velocidade da
contração do músculo cardíaco sendo indicado para quem sofre de
insuficiência cardíaca e arritmias.
CONTRA INDICAÇÃO
Este medicamento é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade ao
deslanosídeo ou a qualquer um dos excipientes utilizados na formulação.
Estudos demonstraram que a droga exerce efeito teratogênico em animais,
entretanto não existe estudo controlado em mulheres.
REAÇÃO ADVERSA
Diminuição dos batimentos do coração; parada cardíaca; distúrbios de
frequência; distúrbios no sistema nervoso central; falta de apetite; náusea;
vômito; confusão; convulsões; afasia; distúrbios visuais; sudorese
fria;convulsões, síncope; desorientação.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável; uso oral; uso tópico.
O Sulfato de Magnésio deve ser administrado por via intramuscular ou
intravenosa, diretamente ou diluído em solução apropriada, ou por infusão
intravenosa com diluição em solução apropriada antes da administração.
O medicamento sulfato de magnésio é administrado via oral quando a
deficiência persistir com sintomas mais leves.
Como usar o Sulfato de Magnésio (Pó)? De 5 a 30g (1 colher de chá a 2
colheres de sopa) para adultos, crianças recomenda-se 0,1 a 0,25 g por kg de
peso corporal. Preferencialmente, ingerir a quantidade recomendada com 250
mL de água filtrada antes do café da manhã em jejum.
INDICAÇÃO
O sulfato de magnésio ainda pode ser indicado para o tratamento de
hipomagnesemia e edema cerebral, e é um remédio para convulsões, tetania
uterina, controle de arritmias cardíacas, intoxicação e envenenamento por
bário, em adultos e crianças.
CONTRA INDICAÇÃO
O sulfato de magnésio é contraindicado para pacientes com problemas nos
rins, bloqueio cardíaco, elevada concentração de magnésio no sangue, dano
miocárdico, com insuficiência respiratória grave e com alergia a este
medicamento ou aos componentes da fórmula.
REAÇÃO ADVERSA
Os sintomas incluem: rubor, sudorese, hipotensão, bloqueio da transmissão
neuromuscular com diminuição dos reflexos, hipotonia, colapso cardíaco,
depressão respiratória e depressão do sistema nervoso central, podendo levar
à parada respiratória.
[Link] COMPOSIÇÃO
Composição de Acetato de hidrocortisona
Excipientes: cera autoemulsionante não-iônica, metilparabeno, propilparabeno,
propilenoglicol, edetato dissódico, butilidroxitolueno, polissorbato 80, miristato
de isopropila, petrolato líquido, hidróxido de sódio e água de osmose reversa.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável; uso oral; uso tópico.
Hidrocortisona (succinato sódico) (via intramuscular ou intravenosa)
Inicialmente 100 a 500 mg; repetir, se necessário, cada 2 a 6 horas. O tempo
de administração intravenosa deve ser de 30 segundos para 100 mg, ou 10
minutos para 500 mg.
Injetável (pó) 50 mg
Injetável (pó) 100 mg
Injetável (pó) 500 mg
A hidrocortisona pomada tópico das afecções cutâneas de caráter eczematoso
ou inflamatório, tais como eczema de contato, eczema atópico, eczema
numular, eczema seborreico, líquen simples e crônico, líquen plano, intertrigo,
disidrose e picadas de inseto.
INDICAÇÃO
Para que é indicado Hidrocortisona? A Hidrocortisona injetável é indicada no
tratamento de inflamações causadas por distúrbios endócrinos, reumáticos,
hematológicos, doença do colágeno, doenças dermatológicas, oftálmicas,
gastrointestinais, respiratórias, neoplásicas e em estados edematosos.
CONTRA INDICAÇÃO
Contraindicações e precauções: o produto não deve ser usado na presença de
tuberculose cutânea e na maioria das infecções cutâneas viróticas, incluindo
varicela, herpes e vacínia. Pessoas hipersensíveis à hidrocortisona e aos
outros componentes da fórmula, não devem usar o produto. Evite o contato
com os olhos.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas mais comuns costumam ocorrer em pelo menos 10% dos
pacientes, incluindo euforia, insônia e úlcera no estômago. Outros efeitos
colaterais da Hidrocortisona injetável são inchaços nas pernas, aumento da
produção de suor, aumento do peso, fraqueza muscular, coceira na pele, dores
de cabeça, tonturas e aumento da sede. Caso surjam reações desagradáveis,
como pressão alta e alergias, é preciso informar o médico imediatamente.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cada flaconete de Eparema contém:
1030 mg de extrato fluido composto de boldo, cáscara sagrada e ruibarbo,
calculado para conter 0,08 mg de boldina, 11,3 mg de cascarosídeo e 0,03 mg
de reína.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral.
Via oral o Eparema com 20 drágeas é um medicamento fitoterápico indicado
para o tratamento da má-digestão, distúrbios do fígado e de constipação
intestinal. O fármaco atua ajudando na melhoria da digestão de gorduras. Uso
adulto e pediátrico acima de 10 anos.
O eparema Líquido é indicado para o alívio de distúrbios do fígado e vias
biliares. Pode ser usado também em caso de prisão de ventre leve, pois
funciona como um laxante suave que não induz ao hábito.
INDICAÇÃO
EPAREMA é indicado para os distúrbios do fígado e das vias biliares, pois
estimula a produção e a eliminação da bile, substância que facilita a digestão
de gorduras. EPAREMA também é indicado nos casos de prisão de ventre
leve, porque funciona como um laxante suave, que não induz ao hábito.
CONTRA INDICAÇÃO
O Eparema não deve ser usado em pessoas com hipersensibilidade a
qualquer um dos componentes presentes na fórmula, grávidas, mulheres que
estejam a amamentar, crianças com menos de 10 anos ou pessoas que
tenham doença grave nos rins, fígado ou coração.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas queixas de espasmos intestinais devido a ação laxativa
do produto, distorção ou diminuição do senso de paladar, irritação na garganta,
dor abdominal, diarreia, indigestão, náuseas, vômitos e mal-estar.
[Link] COMPOSIÇÃO
Maleato de Midazolam, é o ingrediente ativo deste medicamento. Este
medicamento tem efeitos hipnóticos e sedativos caracterizados por um início
rápido e de curta duração. Também exerce efeito ansiolítico, anticonvulsivo e
relaxante muscular, sendo que cada comprimido revestido contém:
maleato de midazolam 20,40 mg (correspondente a 15 mg de midazolam)
excipiente q.s.p. 1 comprimido.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável; uso oral.
O midazolam é eficaz como medicação pré-anestésica quando administrado na
dose de 2 a 3 mg por via intramuscular.
Adultos:- A dose usual recomendada para adultos é de ½ a 1 comprimido de 15
mg.
INDICAÇÃO
Tratamento de curta duração de insônia. Os benzodiazepínicos são indicados
apenas quando o transtorno submete o indivíduo a extremo desconforto, é
grave ou incapacitante; Sedação, antecedendo procedimentos cirúrgicos ou
diagnósticos.
CONTRA INDICAÇÃO
Este medicamento não deve ser utilizado por crianças ou por qualquer pessoa
com alergia conhecida a benzodiazepínicos ou a qualquer dos componentes
da fórmula do produto. Não se deve administrar maleato de midazolam
comprimidos a pacientes com miastenia gravis, doença grave no fígado,
insuficiência respiratória grave ou apneia do sono (suspensão da respiração
durante o sono).
REAÇÃO ADVERSA
As Reações paradoxais, como inquietação, agitação, hiperatividade,
nervosismo, ansiedade, irritabilidade, agressividade, raiva, pesadelos, sonhos
anormais, alucinações, comportamento inadequado e outros efeitos
comportamentais adversos podem ocorrer. Nesse caso, o uso do medicamento
deve ser descontinuado.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cada comprimido branco contém 1 mg de haloperidol. Excipientes: amido,
lactose, óleo vegetal hidrogenado, sacarose e talco. Cada comprimido azul
contém 5 mg de haloperidol. Excipientes: amido, corante azul indigotina,
lactose, óleo vegetal hidrogenado e talco.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
Injetável é recomendado apenas para administração intramuscular (IM).
Indicada nos estados agudos de agitação psicomotora ou quando a via oral é
impraticável. Injete de 2,5 a 5 mg por via intramuscular. Repita após cada hora,
se necessário, embora intervalos de 4 a 8 horas sejam satisfatórios.
INDICAÇÃO
É indicado para o alívio de transtornos do pensamento, de afeto e do
comportamento como: - acreditar em ideias que não correspondem à realidade
(delírios); - ouvir ou ver ou sentir coisa que não está presente (alucinações); -
confusão; - agitação psicomotora.
CONTRA INDICAÇÃO
Não deve ser tomado se: - você tiver Doença de Parkinson; - suas reações se
tornarem extremamente lentas ou você se sentir estranhamente confuso, com
tonturas ou sonolento depois de ingerir álcool ou depois de tomar outros
medicamentos; - você tiver um tipo de demência chamada demência de corpos
de Lewy.
REAÇÃO ADVERSA
Pode causar problemas no coração, problemas no controle dos movimentos
do corpo ou dos membros e um sério efeito colateral chamado 'síndrome
neuroléptica maligna'. Também pode causar reações alérgicas graves e
coágulos sanguíneos.
[Link] COMPOSIÇÃO
Nifedipino 10 mg ou 20 mg. Excipientes: manitol, amido de milho, corante laca
vermelho FD&C nº 40 (20mg), corante laca vermelho eritrosina FD&C nº 03
(20mg), amido de sódio, celulose microcristalina, estearato de magnésio,
crospovidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício e lactose.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral.
A cápsula de Nifedipino deve ser deglutida inteira via oral, com um pouco de
líquido, independentemente das refeições. Deve-se observar um intervalo de
pelo menos 2 horas entre as tomadas.
Cápsula 10 mg:
Comprimido 10 mg:
Comprimido 20 mg:
INDICAÇÃO
O nifedipino é indicado para o tratamento de angina crônica estável (angina de
esforço), angina do peito vasoespástica (angina de Prinzmetal e angina
variante), Hipertensão arterial e crise hipertensiva.
CONTRA INDICAÇÃO
É contraindicado em caso de hipersensibilidade à nifedipina, infarto agudo do
miocárdio, hipotensão arterial, insuficiência cardíaca, transtorno do nodo
sinusal, estenose aórtica avançada, angina instável ou angina pós-infarto,
porfirias.
REAÇÃO ADVERSA
Nifedipino pode causar dor de cabeça, inchaço, dilatação dos vasos
sanguíneos, prisão de ventre, sensação de mal estar, ansiedade, problemas de
sono, vertigens, enxaqueca, tontura, tremores, problemas na visão, aceleração
do ritmo cardíaco, palpitações, tensão arterial baixa, desmaio, hemorragia e
congestão nasal, dor gastrointestinal e abdominal, náusea, calafrios, digestão
difícil e dolorosa, gases, secura na boca, alterações nos exames laboratoriais
ao sangue, aparecimento de lesões ou vermelhidão da pele, cãibras
musculares, inchaço nas juntas, aumento ou diminuição da vontade de urinar
ou disfunção erétil.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cada comprimido sublingual de 5 mg contém:
Excipientes q.s.p. Excipientes: lactose monoidratada, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio, amido, celulose microcristalina, vermelho allura e
lactose.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
Comprimidos orais - os comprimidos orais de Isordil devem ser ingeridos, sem
mastigar, com ajuda de um pouco de líquido, na dose de 5 a 30 mg, via oral,
quatro vezes ao dia, preferivelmente com o estômago vazio.
INDICAÇÃO
Indicado na profilaxia (prevenção) da dor isquêmica cardíaca (angina) e na
insuficiência cardíaca congestiva aguda e crônica.
CONTRA INDICAÇÃO
contra-indicado a pacientes alérgicos ao dinitrato de isossorbida ou a qualquer
outro componente da fórmula.
REAÇÃO ADVERSA
Dor de cabeça intensa; vermelhidão na pele; vertigem; fraqueza; queda da
pressão; náusea; vômito; insônia; transpiração; palidez.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
A solução hipertônica de glicose, administrada por via intravenosa, provoca
desidratação celular, podendo assim beneficiar no tratamento de edema
cerebral, choque e colapso circulatório.
INDICAÇÃO
A Glicose Hipertônica é indicada para o tratamento de hipoglicemia insulínica
(hiperinsulinemia ou choque insulínico). Além disso, é utilizada para restaurar
os níveis de glicemia sanguínea e no tratamento da hipoglicemia alcoólica.
CONTRA INDICAÇÃO
O uso de solução de glicose hipertônica é contra indicado em pacientes com
hemorragia intracraniana ou intra-espinhal, delirium tremens em pacientes
desidratados, síndrome de má absorção glicose-galactose e aos pacientes com
hipersensibilidade aos produtos do milho.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas podem ocorrer devido à solução ou à técnica de
administração e incluem resposta febril, infecção no ponto de
injeção, trombose venosa ou flebite irradiando-se a partir do ponto de injeção,
extravasamento e hipervolemia. Se ocorrer reação adversa, suspender a
infusão, avaliar o paciente, aplicar terapêutica corretiva apropriada e guardar o
restante da solução para posterior investigação, se necessário.
[Link] COMPOSIÇÃO
fr.- ampola de 10 ml c/ 500 mg fr.-ampola de 100 ml c/ 100 mg
Cloreto de succinilcolina, metilparabeno,propilparabeno.
É um medicamento usado na anestesia geral.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável
Uso intramuscular - Se necessário e no caso de acesso venoso complicado, o
suxametônio pode ser administrado intramuscularmente. Uma dose de até 3-4
mg/kg pode ser empregada, mas não mais que uma dose total de 150 mg deve
ser administrada por esta via.
INDICAÇÃO
QUELICIN (cloreto de suxametônio) é indicado como adjuvante em anestesia
geral, para facilitar entubação traqueal e promover relaxamento da musculatura
esquelética durante cirurgia ou ventilação mecânica.
CONTRA INDICAÇÃO
Contra indicação para pacientes com história pessoal ou familiar de hipertermia
maligna (doença muscular hereditária latente, potencialmente grave,
caracterizada por resposta hipermetabólica após exposição a este
medicamento), miopatias (doenças musculares) da musculatura esquelética.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas do Cloreto de Suxametônio consistem inicialmente no
prolongamento de efeitos farmacológicos. O Cloreto de Suxametônio causa
relaxamento muscular profundo, resultando em depressão respiratória profunda
a ponto de apneia; este efeito pode ser prolongado. As reações de
hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, raramente ocorrem.
[Link] COMPOSIÇÃO
Flumazenil, um derivado da imidazo-benzodiazepina, é um antagonista
benzodiazepínico que bloqueia especificamente, por inibição competitiva, os
efeitos centrais das substâncias que agem via receptores benzodiazepínicos.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
Flumazenil deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa por
anestesiologista ou médico experiente. Flumazenil pode ser administrado por
infusão intravenosa (I.V.) diluído em solução de glicose a 5%, Ringer Lactato
ou de cloreto de sódio a 0,9%, concomitamente com outros procedimentos de
reanimação.
A dose inicial recomendada é de 0,2 mg, administrada por via i.v., em 15
segundos. Se o grau desejado de consciência não for obtido em 60 segundos,
uma segunda dose (0,1 mg) pode ser administrada. Doses subsequentes (0,1
mg) podem ser repetidas em intervalos de 60 segundos, se necessário, até a
dose total de 1 mg.
INDICAÇÃO
O flumazenil está indicado para interromper o efeito dos medicamentos
benzodiazepínicos no organismo, sendo por isso muito usado para parar o
efeito da anestesia geral ou para tratar a intoxicação provocada por doses
elevadas de benzodiazepínicos. Está indicado na reversão completa ou parcial
dos efeitos sedativos centrais dos benzodiazepínicos.
CONTRA INDICAÇÃO
Contra-indicado em pacientes com reconhecida hipersensibilidade
ao flumazenil ou em pacientes que recebem benzodiazepínicos para controle
de condições que potencialmente representem risco de vida (ex: controle de
pressão intracraniana ou controle do estado epiléptico).
REAÇÃO ADVERSA
Gastrointestinal e Vômitos; Cardiovascular: Palpitações, rubor, tromboflebite,
vasodilatação; Sistema nervoso central: Ataxia, tonturas, vertigem, agitação,
ansiedade, insônia, nervosismo, despersonalização, depressão, disforia,
labilidade emocional, euforia, fadiga, dor de cabeça, hipoestesia, mal-estar,
paranóia, parestesia.
[Link] COMPOSIÇÃO
A Noradrenalina, também chamada de Noraepinefrina, é uma das monoaminas
(também conhecidas como catecolaminas) que mais influenciam o humor,
ansiedade, sono e alimentação junto com a Serotonina, Dopamina e
Adrenalina.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
A noradrenalina só se administra por via intravenosa. Não se recomenda a
administração por via subcutânea ou intramuscular devido ao potente efeito
vasoconstritor da noradrenalina.
INDICAÇÃO
A noradrenalina apresenta grande utilidade em pacientes em choque séptico,
uma condição que pode levar muitas pessoas à morte. Nesse caso, a
noradrenalina é utilizada como uma droga vasopressora, uma vez que, no
choque séptico, é comum um aumento da vasodilatação, que ocasiona a
hipotensão arterial.
CONTRA INDICAÇÃO
Contra-indicações: hipersensibilidade a algum componente da fórmula. Evitar
uso em trombose vascular mesentérica ou periférica. Não utilizar se hipotensão
por hipovolemia, exceto se medida emergencial até que a terapia de reposição
de volume possa ser realizada.
REAÇÃO ADVERSA
Ansiedade, desconforto respiratório, dor de cabeça, tremores, dor no peito, dor
faríngea, sensibilidade excessiva à luz, palidez, suor, vômitos, bradicardia ou
taquicardia.
[Link] COMPOSIÇÃO
Uso injetável.
Cada ampola contém: cloridrato de dobutamina,equivalente a dobutamina 250
mg; bissulfito de sódio 5,84 mg, água esterilizada Farm. Bras. q.s.p. 20 ml.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Cloridrato de dobutamina; Injetável 12,5 mg/mL.
O dobutamina deve ser administrada por infusão intravenosa através de bomba
de infusão ou outro aparelho capaz de controlar a velocidade de infusão, para
evitar a administração de doses maciças. As doses devem ser ajustadas de
acordo com a resposta clínica individual.
INDICAÇÃO
O cloridrato de dobutamina é indicado quando for necessário suporte inotrópico
para o tratamento de pacientes em estado de hipoperfusão e naqueles em que
o débito cardíaco é insuficiente para suprir a demanda circulatória. O cloridrato
de dobutamina é também indicado quando for necessário suporte inotrópico
para o tratamento de pacientes, nos quais a pressão de enchimento ventricular
anormalmente elevada ocasiona o risco de congestão pulmonar e edema.
As condições que podem precipitar tais situações incluem os seguintes estados
de hipoperfusão: inicialmente de origem cardíaca: insuficiência
cardíaca aguda: infarto agudo do miocárdio, choque cardiogênico, após cirurgia
cardíaca, depressão da contractilidade cardíaca induzida por drogas, tal como
aquela que ocorre no bloqueio de receptor beta-adrenérgico. Insuficiência
cardíaca crônica: descompensação aguda de insuficiência cardíaca
congestiva crônica, suporte inotrópico temporário em insuficiência cardíaca
congestiva crônica avançada, como um adjuvante da terapia com agentes
inotrópicos orais convencionais, vasodilatadores sistêmicos e diuréticos.
CONTRA INDICAÇÃO
Pacientes com estenose hipertrófica idiopática subaórtica e em pacientes que
demonstraram hipersensibilidade à droga. - Advertências: cloridrato de
dobutamina pode causar um aumento na freqüência cardíaca ou na pressão
arterial, especialmente na pressão sistólica. A redução da dose usualmente
reverte esses efeitos rapidamente. Pacientes com hipertensão pree2xistente
são mais susceptíveis em apresentar uma resposta pressora exagerada.
Aumento na condução atrioventricular: devido ao cloridrato de dobutamina
facilitar a condução atrioventricular, os pacientes com fibrilação ou flutter atrial
podem apresentar rápida resposta ventricular. Taquiarritmia ventricular: o
cloridrato de dobutamina pode precipitar ou exacerbar a atividade
ventricular ectópica, raramente tem causado taquicardia ventricular ou
fibrilação. Insuficiência de enchimento ventricular e obstrução do fluxo
ventricular. Agentes inotrópicos, incluindo o cloridrato de dobutamina, não
melhoram a hemodinâmica na maioria dos pacientes com obstrução mecânica,
que inibe tanto o enchimento quanto o fluxo ventricular ou ambos.
REAÇÃO ADVERSA
Aumento na frequência cardíaca, pressão arterial e
atividade ectópica ventricular: uma elevação de 10-20 mmHg na pressão
sistólica e de 5-15 batidas/minuto na frequência cardíaca tem sido notada em
muitos pacientes. Hipotensão: ocasionalmente, têm sido relatadas quedas
repentinas na pressão arterial associadas à terapia com dobutamina.
Diminuição da dose ou interrupção da infusão resulta em rápido retorno
da pressão arterial aos valores anteriores. Contudo, em raros casos pode ser
necessária intervenção e a reversão pode não ser imediata. Reações no local
da infusão intravenosa: ocasionalmente, tem sido relatada a ocorrência
de flebite. Tem sido descrita inflamação local após infiltração acidental.
Reações incomuns: as seguintes reações adversas foram relatadas: náusea,
dor de cabeça, dor anginosa, dor torácica inespecífica, palpitações ou
respiração difícil.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cada mL da emulsão para injeção intravenosa contém:
20 mg de propofol. Excipientes: óleo de soja, triglicerídeo de cadeia média,
glicerol, lecitina de ovo, ácido oleico, hidróxido de sódio e água para injetáveis.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
Propofol pode ser administrado via equipo em Y próximo ao local da injeção,
em infusões intravenosas de dextrose a 5%, em infusão intravenosa de cloreto
de sódio a 0,9% ou em infusão intravenosa de dextrose a 4% com cloreto de
sódio a 0,18%.
INDICAÇÃO
Propofol é indicado para indução e manutenção de anestesia geral em
procedimentos cirúrgicos. Isto significa que Propofol faz com que o paciente
fique inconsciente ou sedado durante operações cirúrgicas ou outros
procedimentos.
CONTRA INDICAÇÃO
Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente de sua fórmula; -
Sedação em crianças menores de 3 anos de idade com infecção grave do trato
respiratório, recebendo tratamento intensivo; Sedação de crianças de todas as
idades com difteria ou epiglotite recebendo tratamento intensivo. Este
medicamento é contraindicado para menores de 3 anos. Este medicamento
não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
REAÇÃO ADVERSA
Diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, dor de cabeça,
náuseas e vômitos estão entre os principais efeitos colaterais do Propofol. A
maioria dos sintomas após anestesia geral são reações adversas
farmacologicamente previsíveis dos medicamentos anestésicos.
[Link]ÔNIO COMPOSIÇÃO
Cloreto de Suxametônio é um relaxante muscular esquelético do tipo
despolarizante de ação ultrarrápida para administração endovenosa.
O Cloreto de Suxametônio é ácido (pH 3,5) e não deve ser misturado com
soluções alcalinas que tenham um pH maior que 8,5 (por exemplo, soluções
barbitúricas). Soluções diluídas contendo 1 a 2 mg/mL podem ser preparadas
pela adição de 1 g de Cloreto de Suxametônio em 500 mL ou 1.000 mL de
solução estéril, por exemplo, dextrose 5% ou cloreto de sódio 0,9%.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
O Cloreto de Suxametônio pode ser administrado por via intramuscular quando
um vaso adequado estiver inacessível. Uma dose de até 3 a 4 mg/kg pode ser
dada, mas não mais do que 150 mg da dose total deve ser administrada por
essa via.
INDICAÇÃO
É indicado como adjuvante da anestesia geral, para facilitar a intubação
traqueal e proporcionar relaxamento do músculo esquelético durante a cirurgia
ou ventilação mecânica.
CONTRA INDICAÇÃO
O Cloreto de Suxametônio é contraindicado para pacientes com história
pessoal ou familiar de hipertermia maligna, miopatias da musculatura
esquelética e conhecida hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
Também é contraindicado em casos de queimaduras graves, doença
neuromuscular degenerativa ou distrófica, paraplegia, doença na medula
espinhal ou trauma múltiplo, uma vez que o Cloreto de Suxametônio pode
provocar uma hipercalemia severa que pode resultar em parada cardíaca. O
risco de hipercalemia nesses pacientes aumenta com o tempo e depende da
extensão e localização da patologia e atinge seu pico em 7 a 10 dias após
ocorrer a patologia. O tempo exato para exato início e a duração do período de
risco não são conhecidos.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas do suxametônio consistem inicialmente no prolongamento
de efeitos farmacológicos. O suxametônio causa relaxamento muscular
profundo, resultando em depressão respiratória profunda a ponto de apneia;
este efeito pode ser prolongado. As reações de hipersensibilidade, incluindo
anafilaxia (reação alérgica), raramente ocorrem.
[Link] COMPOSIÇÃO
Adenosina é um medicamento com ação no miocárdio e sistema de condução
cujo princípio ativo é a Adenosina, nucleosídeo endógeno presente em todas
as células do organismo, quimicamente denominada 6-amino-9-beta-
Dribofuranosila-9-H-purina, com peso molecular 267,24 e fórmula empírica
C10H13N5O4.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso injetável.
Adenosina vem em ampolas com 6 mg/2 ml. Sua administração deve ser feita
em via venosa de bom calibre, de preferência em região cubital, e utilizando o
'tree-way' ou 'torneirinha' para facilitar o bolus de 20 ml de solução salina
necessários logo após a infusão da droga.
INDICAÇÃO
A adenosina é a droga de primeira escolha para o tratamento da taquicardia
supraventricular estável, caso a manobra vagal não seja eficaz. Trata-se de um
nucleosídeo endógeno que atua em dois receptores, A1 e A2.
CONTRA INDICAÇÃO
Bloqueio AV de segundo e terceiro graus (exceto em pacientes com marca-
passo artificial funcionante); doença do nó sinusal ou bradicardia sintomática
(exceto em pacientes com marca-passo artificial funcionante);
hipersensibilidade à Adenosina ou aos componentes de sua formulação.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas e efeitos colaterais do Adenosina
Rubor facial (flushing) e respiração ofegante/dispneia; cefaleia; desconfortos
gastrintestinais; atordoamento, tontura, dor de cabeça e na região do pescoço.
[Link] COMPOSIÇÃO
100 mg de cloridrato de tramadol. Excipientes: celulose microcristalina, lactose
monoidratada, estearato de magnésio, hipromelose, propilenoglicol, sílica
coloidal anidra, macrogol, talco e dióxido de titânio.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso invejável.
As necessidades em 24 horas geralmente não são maiores que na
administração normal. Tramal solução injetável é injetado i.v. (usualmente em
uma veia sob a superfície do braço), i.m. (usualmente nas nádegas) ou s.c.
(sob a pele)
INDICAÇÃO
Indicado para analgesia (alívio da dor) de intensidade moderada a grave;
independente do tempo que esta dor atinge o paciente seja a dor do tipo
aguda, sub aguda e crônica.
CONTRA INDICAÇÃO
Cloridrato de Tramadol é contraindicado a pacientes que apresentam
hipersensibilidade a Cloridrato de Tramadol ou a qualquer componente da
fórmula; é também contraindicado nas intoxicações agudas por álcool,
hipnóticos, analgésicos, opioides e outros psicotrópicos.
REAÇÃO ADVERSA
Os efeitos colaterais mais comuns durante o tratamento com Tramal solução
injetável são náusea e tontura, que ocorrem em mais de 10% dos pacientes.
rara: reações alérgicas (por exemplo, dificuldade em respirar, respiração
ruidosa, inchaço da pele) e choque (falha súbita da circulação) ocorreram em
casos muito raros.
[Link] COMPOSIÇÃO
Cada mlda ampola contém: cloridrato de nalbufina 10,0 mg, excipientes q.s.p. 1
ml. Excipientes: ácido cítrico, citrato de sódio, cloreto de sódio, ácido clorídrico
e água para injeção.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso invejável.
Nubain (cloridrato de nalbufina) deve ser administrado por via subcutânea,
intramuscular ou intravenosa. Posologia: Adultos: a dose recomendada para
um adulto de 70 kg é de 10 mg, por via subcutânea, intramuscular ou
intravenosa. Esta dose pode ser repetida, se necessário, a cada 3 a 6 horas.
INDICAÇÃO
É indicado para alívio de dores desde as moderadas até as severas. Pode
também ser utilizado como complemento da anestesia cirúrgica, na analgesia
pré e pós-operatória, na analgesia obstétrica durante o trabalho de parto e para
alívio da dor após infarto agudo do miocárdio.
CONTRA INDICAÇÃO
A hipersensibilidade ao cloridrato de nalbufina e a qualquer outro componente
do produto; abdômen agudo: a nalbufina pode modificar os sintomas , portanto
não é indicada até que o diagnóstico tenha sido estabelecido; tratamento com
I.M.A.O.
REAÇÃO ADVERSA
Estas reações incluem choque, insuficiência respiratória, parada respiratória,
bradicardia, parada cardíaca, hipotensão ou laringo-edema.
Outras reações alérgicas relatadas foram broncoespasmo, estridor, respiração
ofegante, edema, prurido, náusea, vômito, diaforeses, fraqueza, calafrios.
[Link] COMPOSIÇÃO
Composição de Sulfato de terbutalina (ácido cítrico, álcool etílico, aroma de
framboesa, benzoato de sódio, edetato dissódico, glicerol, mentol, sacarose e
água deionizada)
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Uso oral; uso injetável.
O fármaco pode ser utilizado conforme indicação terapêutica, por via
subcutânea, infusão ou ingerido na forma de xarope para bronquite. Via
subcutânea - Em adultos, a dose recomendada é de 0,5 mL a 1 mL por via
subcutânea, no máximo quatro vezes ao dia.
INDICAÇÃO
Sulfato de Terbutalina é destinado ao tratamento da asma brônquica, bronquite
crônica, enfisema e outras pneumopatias que apresentem broncoespasmo.
Também é indicado como miorrelaxante uterino no manuseio do trabalho de
parto prematuro não complicado.
CONTRA INDICAÇÃO
O produto não deve ser administrado a pacientes com alergia conhecida a
terbutalina ou aos outros componentes da fórmula. Informe seu médico, caso
tenha problemas cardíacos, hipertireoidismo ou diabete. Não existem restrições
ou precauções especiais para o uso do produto em pacientes com idade acima
de 65 anos.
Em pacientes com tireotoxicose e com distúrbios cardiovasculares graves,
como cardiomiopatia hipertrófica, isquemia cardíaca, taquidisritmia ou
insuficiência cardíaca grave, como todo agonista beta-2, deve ser administrado
com cuidado e observação.
REAÇÃO ADVERSA
As reações adversas relatadas são todas características das aminas
simpatomiméticas, como: tremor, nervosismo, palpitação, dor de cabeça,
cãibras musculares; náusea ou boca seca; distúrbios do sono e de
comportamento (p. ex.: agitação, hiperatividade e inquietação).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS