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Leitura e Deficiência Visual: Guia Prático

O documento aborda a importância da leitura para pessoas com deficiência visual, destacando o papel do ledor, que é a pessoa que lê para aqueles que não podem. Apresenta técnicas de leitura, recursos tecnológicos e a necessidade de formação e empatia no trabalho do ledor. Além disso, discute as barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência visual e a importância da inclusão e acessibilidade na educação.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Leitura e Deficiência Visual: Guia Prático

O documento aborda a importância da leitura para pessoas com deficiência visual, destacando o papel do ledor, que é a pessoa que lê para aqueles que não podem. Apresenta técnicas de leitura, recursos tecnológicos e a necessidade de formação e empatia no trabalho do ledor. Além disso, discute as barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência visual e a importância da inclusão e acessibilidade na educação.
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LEDOR E

TRANSCRITOR
2
Sumário

A PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL E A LEITURA ............................................. 3


O QUE É SER LEDOR? .............................................................................................. 8
A LEITURA E A COMUNICAÇÃO. .............................................................................. 9
TÉCNICAS DE LEITURA .......................................................................................... 11
TREINANDO A LEITURA .......................................................................................... 12
O QUE É TRANSCRITOR?....................................................................................... 14
SOBRE OS TIPOS DE DISLEXIA: ............................................................................ 21
ÉTICA ........................................................................................................................ 22
ATIVIDADES PRÁTICAS .......................................................................................... 23
ENTONAÇÃO DA VOZ PARA DIFERENTES GÊNEROS TEXTUAIS ...................... 35
INGREDIENTES ....................................................................................................... 46
MODO DE PREPARO ............................................................................................... 46
ATIVIDADE PRÁTICA 01 .......................................................................................... 47
ATIVIDADE PRÁTICA 02 .......................................................................................... 48
TÉCNICAS DE GRAVAÇÃO DE ÁUDIO ................................................................... 49
TÉCNICAS DE FILMAGEM....................................................................................... 49
PRÁTICA DE LEITURA PARA QUESTÕES DA ÁREA DE EXATAS ....................... 50
COMO ESTÁ NO CADERNO DO LEDOR: ............................................................... 58
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL ..................................................................................... 60
COLABORADORES E SUAS ATRIBUIÇÕES .......................................................... 63
Referências ............................................................................................................... 66

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3
A PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL E A LEITURA

O que é Deficiência Visual?

Trata-se de limitação parcial ou total das funções básicas do sistema visual. A


deficiência visual pode ser classificada como: cegueira ou baixa visão.

Cegueira:

Imagem mista, ao fundo, uma fotografia de uma calçada de um prédio, o


mesmo tem sua porta aberta, ao lado esquerdo um banner pendurado. No plano
principal, há um desenho de um homem de cabelos pretos, óculos escuros,
sobrancelhas hasteadas, pele clara, vestindo uma camisa amarela, calças azuis,
sapatos e bolsa marrons, tem em sua mão direita uma bengala e a mão esquerda
segura a alça de sua bolsa.
Ele anda sobre o piso tátil da calçada.

[Link]
preconceitos-enfrentados-por- eles/

É a situação em que o indivíduo perde a percepção visual, podendo ser


consequência de fatores fisiológicos ou neurológicos. A cegueira total ou
simplesmente amaurose, apresenta-se pela completa perda de visão sem percepção
visual de luz e forma. Pode ser congênita (nascença) ou adquirida. De acordo com
Jesus (2020):

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Pessoa cega, no entanto, é aquela que possui acuidade visual abaixo de 0,5
ou o campo visual menor do que 10%. Essa é a definição legal. Existe uma definição
mais prática que utilizamos na escola: se a pessoa não consegue enxergar
caracteres convencionais, mesmo com a melhor lupa ou outro recurso óptico, ela é
cega. E se consegue enxergar tipos ampliados (geralmente uma fonte Arial 24), ela
tem baixa visão. (JESUS, 2020, p.40).

Baixa Visão:

Fotografia em preto e branco. Há, no plano principal uns óculos de graus


sobre uma Tabela de Snellen.

[Link]
baixa-visao-15-orientacoes- importantes/

Condição em que a visão do indivíduo não pode ser totalmente corrigida por
lentes. Segundo Jesus (2020): Considera-se pessoa com baixa visão a que, depois
de receber a melhor correção óptica, possui acuidade visual, no melhor olho, menor
do que 0,3 e maior ou igual a 0,05, ou cujo campo visual é menor do que 20% no
melhor olho com a melhor correção óptica. (JESUS, 2020, p.40)
A baixa visão é o resultado de condições oftalmológicas como degeneração
macular, glaucoma, retinopatia diabética, ou catarata. Cada uma destas condições
causam diferentes tipos de efeitos na visão da pessoa, dificultando suas atividades

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pessoais. As pessoas com baixa visão necessitam de auxílios ópticos como óculos,
lentes corretivas, lupas simples e/ou eletrônicas, e não ópticos que se caracterizam
pelos textos com caracteres ampliados, uso de tecnologia assistiva como softwares
ampliadores e leitores de tela, bem como os livros digitais acessíveis MEC Daisy.

A deficiência e leitura

Desde início da humanidade, quando o homem adquiriu a capacidade de


interpretar e/ou ler as figuras e códigos grafados nas rochas e paredes das
cavernas, ele deu, inocentemente, o que seria o primeiro passo em direção a um
mundo profundamente rico em informações escritas de onde provém grande parte
do seu saber.
Segundo Jesus (2020), a leitura e a escrita possibilitam a comunicação de
forma sistematizada, demonstram-se como “extensão da memória”.
Quando ingressamos na escola, nosso principal objetivo é aprender a ler e a
escrever. Meta essa, logo que atingida, oferece a oportunidade de obter uma
infinidade de conhecimentos, através das várias manifestações e expressões
humanas.
Quando pensamos em deficiência visual, logo imaginamos que a leitura e a
escrita pode ser difícil ou impossível, o que não é bem a realidade. A maior
dificuldade está no processo de ensino e aprendizagem. Mas a aquisição é possível
e real, desde que sejam utilizados mecanismos apropriados, isto é, o que para a
criança vidente é apresentado por imagem, para a criança com cegueira deve ser
apresentado através dos demais sentidos remanescentes.
Diariamente, pessoas com deficiência visual ultrapassam as barreiras e
provam que a leitura é uma das suas práticas mais possíveis e frequentes. As novas
tecnologias possibilitam essas atividades através de aplicativos e softwares, tanto
para estudo, quanto para divertimentos extracurriculares.
As pessoas com deficiência estão, cada dia mais, tendo acesso aos seus
direitos, e assim, assumindo lugares de destaque na sociedade, compreendendo
que são capazes de ocupar cargos e funções importantes no mercado de trabalho.

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Há três maneiras que tornam a leitura possível na vida das pessoas com
deficiência visual, são elas: Sistema Braille, o uso de leitores de texto e o auxílio do
Ledor.

Sistema Braille

Dedos de duas mãos, de pele clara, fazem a leitura de um texto, no Sistema


Braille.

É um sistema de leitura e escrita para pessoas com cegueira. Trata-se de um


modelo de análise combinatória, perfeito. São “celas” com seis pontos, e a
combinação desses pontos (em relevo) possibilitam a codificação e decodificação. A
leitura é feita com as pontas dos dedos, identificando os códigos em relevo, contidos
no papel.
O Sistema pode representar letras, sinais de pontuação, números, partituras
musicais, etc. Para a escrita Braille, é necessário o uso do punção (objeto
pontiagudo), reglete, objeto em material plástico ou de metal, onde estão localizados
os espaços (celas) para a escrita das letras, números, sinais... (em algumas
situações, usa-se a prancheta para segurar o papel e reglete) ou até mesmo o uso
da máquina Perkins (um tipo de máquina de escrever para escrita Braille) e papel
com gramatura específica

Punção

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Reglete Prancheta

Máquina Perkins

Leitores de textos – Trata-se de programas de computador que convertem


as letras para voz. Nem sempre, os programas são para uso específico de pessoas
com deficiência, como o leitor de PDF, por exemplo, mas podem ser muito bem
utilizados por eles.
Os leitores permitem a leitura de livros eletrônicos, consulta à internet e
redação de atividades acadêmicas, por exemplo. Atualmente, existem vários nomes,
podendo variar de preço e qualidade.
Dos softwares mais conhecidos, podemos citar:

2 3.

1. à esquerda, logomarca do Dosvox – Sistema DOSVOX – Versão 5.0 beta


Instituto Tércio Pacitti – NCE/UFRJ. 2. À direita, a logomarca do Projeto Mec Daisy.
3. Abaixo das duas imagens, centralizada, está a logomarca do Virtual Vision –
Acessibilidade para pessoas com deficiência visual.
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O Dosvox – Programa nacional, criado pela UFRJ;

MecDaisy – Desenvolvido pela UFRJ, permite leitura de livros no formato


Daisy – Digital Accessible Information System (padrão para produção de livros);
Virtual Vision – programa que funciona como um leitor de tela para o
ambiente Windows.

Além desses recursos, há, ainda, outro recurso de leitura que ocorre e realiza-
se através do auxílio de um ledor – uma pessoa que se dispõe a ler para o sujeito
que se encontra impossibilitado de tal prática.
Em fundo branco, 4 silhuetas de bonecos 3D, um dos bonecos usa óculos
com armação redonda preta, ele segura um livro de capa vermelha e está um pouco
mais a frente dos demais. Aparentemente, o boneco que segura o livro o lê e os
outros acompanham atentamente.

O QUE É SER LEDOR?

É a pessoa que se dispõe a realizar leituras para aqueles que estão


impossibilitados de ler.
Normalmente, encontramos profissionais em locais frequentados por pessoas
com cegueira, tais como: escolas, institutos de reabilitação e audiotecas.
Enfim, Ledor é a pessoa que “empresta” a sua voz para que pessoas com
deficiência possam ter a possibilidade da leitura de diferentes textos, em diferentes
situações avaliativas (ou de aprendizagem).
Basta saber ler? Não, não é apenas abrir a boca e “sair lendo”, são
necessárias técnicas de leitura que aqui tentaremos colocá-las em prática.
A tarefa do ledor inclusivo encontra apoio em instrumentos legais que regulam
a acessibilidade como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, nº
13.146, de 6 de julho de 2015, a qual é “destinada a assegurar e a promover, em
condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais para
a pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania” (BRASIL,

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2015). A carência de material específico para as PcDV (livro em Braille, audiolivro,
livro falado) é uma constante, dificultando a essas pessoas um melhor aprendizado.
Elas enfrentam uma luta diária em busca de maiores informações para obter seu
conhecimento. Barreiras sociais, socioeconômicas e geográficas também contribuem
para esse déficit educacional, sobretudo as barreiras atitudinais.

Características necessárias:

 Gostar de ler diferentes gêneros textuais;


 Conhecer o fenômeno da deficiência visual e tudo que envolve a
percepção das pessoas com esse tipo de deficiência;
 Ter boa dicção;
 Buscar informações sobre as tecnologias utilizadas por pessoas com
DV;
 Amor ao próximo;
 Paciência, pois necessitará ler mais de uma vez determinados trechos
e apresentar de formas diferentes a mesma imagem, para que melhore a percepção
do leitor;
 Responsabilidade e pontualidade;
 Proatividade;
 Comunicação empática - Capacidade de se imergir no mundo subjetivo
do outro;
 Dominar as técnicas propostas, mas respeitar, caso o leitor queira
personalizar alguma delas.

É necessário entender o limite da sua responsabilidade. O Ledor não é um


Super-herói ou semideus, não está ali para salvar o dia da pessoa com
necessidades específicas, mas sim para possibilitar a garantia de direitos adquiridos.
Compreendendo a sua função e conhecendo as características necessárias, o
Ledor poderá auxiliar seu ouvinte e cooperar no processo a qual ele está designado.
A LEITURA E A COMUNICAÇÃO.
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As várias atuações do ledor:

O ledor pode atuar em várias tarefas, contudo, as mais procuradas são:

 Leituras
 Gravações
 Explicações e ajudas em pesquisas.

Todas elas exigem preparo do profissional, sendo que umas são mais
simples, outras mais complexas; no entanto, todas bem possíveis.

A leitura

 A leitura deve ser clara e efetiva, porém executada de forma neutra,


sem gerar benefícios ou prejuízos ao candidato. O objetivo é eliminar as barreiras
que impedem a autonomia do candidato em decidir sem interferir, sugerir ou
influenciar na decisão.
 O objetivo do atendimento especializado é dar isonomia dentro das
diferenças. Mesmos direitos, mesmos deveres, mesmas oportunidades.
 A leitura deve ser confortável para o ledor e leitor.
 O tom deve ser agradável a ambos. Para tanto, é importante que seja
regulado o volume e tom, de acordo com o ambiente.
 Deve ser confortável o necessário para que o ledor não force
demasiadamente, bem como não abaixar muito a cabeça ou levantar, durante a
leitura, pois isso pode forçar as pregas vocais, pois pode precisar usá-las durante
um tempo prolongado.
 Velocidade constante, evitando a mudança durante uma mesma frase
ou mesmo parágrafo. A mudança na velocidade pode causar dúvidas ou induzir o
candidato ao erro.
 Combine com o participante o volume e a velocidade adequados.
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 É preferível que o ledor sente à frente do ouvinte, pois o som se
propagará sem obstáculos.
 As imagens (mesmo que de forma imaginária e com analogias, por
exemplo) fazendo com que o receptor entenda a informação final;
 O toque, por exemplo, para desenhar uma curva de gráfico na palma
(ou dorso) da mão do receptor.
 Lembre-se que as pessoas com limitações sensoriais podem utilizar
sentidos diferentes das que possuem os cinco sentidos inalterados ou sem perdas
significativas. No caso, relacionam-se com o mundo de modo diferenciado. Tátil-
auditiva é a maneira como os indivíduos com déficit visual interagem com o mundo.

As gravações – Exigem bastante cuidado. Normalmente, o ouvinte precisará


deste material para estudo ou uma eventual consulta posterior.
Em situações onde o ouvinte não está em um exame, o ledor pode auxiliar,
dando colaborações e explicações, segundo a sua área de domínio do
conhecimento, com o objetivo de aproximar a compreensão, levando em
consideração que esta não é uma atribuição deste profissional.
Além de tudo o que já foi dito, o ledor pode ser convocado para desempenhar
pesquisas JUNTO ao seu ouvinte. Em locais que nem sempre existe leitura
acessível, a colaboração de um ledor é imprescindível.

TÉCNICAS DE LEITURA

Recursos gráficos – As marcações gráficas estão ali por um motivo, certo?


Logo, é necessário que o ledor dê a devida atenção. Elas, muitas vezes, enfatizam e
assinalam características necessárias para a compreensão do texto.
Gráficos e imagens – Podem ser descritos com detalhes para que o ouvinte
possa imaginar a situação o que lhe fará fixar, com mais eficiência, as informações
recebidas.
Parênteses – deve ser lido da seguinte maneira: “Abre parênteses...” e “fecha
parênteses” – Quando entre eles estiverem mais de uma palavra. Já quando entre

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eles estiver uma palavra, apelas, lê-se da seguinte forma: “entre parênteses”
Aspas – Devem ser lidos da mesma dos parênteses. Podendo acrescentar
efeito vocal para marcar a mudança de interlocutores, quando as aspas exercerem
esta função.
Travessão – Quando tiver a função de marcar as falas, no discurso, pode ser
omitido. Contudo, quando estiver ali com outra função, deve ser lido.
Notas de rodapé – Devem ser lidas imediatamente após seu aparecimento.
Caso sejam lidas após toda a página, o ouvinte poderá perder o contexto da nota. A
leitura das notas se faz assim:
- “...Nota de rodapé...” – Lê-se a nota e depois “...voltando ao texto...” para
prosseguir na leitura.
Palavras estrangeiras – Devem ser lidas da maneira que for possível ao
ledor e, se necessário, soletradas.
Caixa alta – deve ser lida.
Demais pontuações – Não serão lidas. Pois com a entonação serão
percebidos.
Em gravações – Usa-se a expressão “Fim da gravação”, quando for
necessário.

Obs.: Principia-se a gravação de um livro, lendo todos os seus elementos:


capa, orelha, contracapa, prefácio, índice, capítulo, título, etc.

TREINANDO A LEITURA
Questão 01.

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isponível em: [Link]
original#notes

Questão 01

Obs.: Que gênero textual foi apresentado na imagem? Quais os pontos


principais em relação ao gênero?
Analise rapidamente a imagem e retire dela informações importantes.
(Personagens, características físicas, utensílios, expressões faciais e corporais...).

Questão 3

Ao colocar o conteúdo do refresco em pó em um pouco de água e mexer até


a obtenção de uma só fase, prepara-se uma solução. O mesmo acontece ao se
adicionar um pouquinho de sal à água e misturar bem. Uma substância capaz de

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dissolver um soluto é denominada solvente; por exemplo, a água é um solvente para
o açúcar, para o sal e para várias outras substâncias. A figura a seguir ilustra essa
citação.

Disponível em: [Link]

É importante que o Ledor descreva a imagem, apresentando ao seu


ouvinte as informações principais, mas que não dê as respostas. Tudo sempre
com simplicidade de detalhes. “O menos é mais”.

O QUE É TRANSCRITOR?

Como o próprio nome já diz, transcritor é aquele que transcreve. É a pessoa


que deve estar habilitada para a prestação de um serviço especializado de
preenchimento de provas objetivas e discursivas, bem como cartão de resposta,
para candidatos impossibilitados de tais práticas.
Geralmente, atuam com a parceria de ledores e, frequentemente, atuam em
dupla, prestam serviço individualizado, em salas com, apenas, um participante.
A solicitação do serviço deve ser feita no ato da inscrição (de qualquer
concurso ou exame), sendo necessário que o participante especifique o tipo de
serviço e recurso(s) necessário(s), sempre apresentados em campos específicos.

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As características deste profissional devem ser as mesmas do ledor, acima de
tudo, é necessário que este tenha paciência e empatia.
Segue o fragmento do Projeto de Lei nº 647/2007 do Rio de Janeiro:

Capítulo II
Das Modalidades de Adequação das Condições para Realização das
Provas

Art.3º - O candidato com deficiência visual, em razão da necessária igualdade


de condições com os demais candidatos, fará jus às condições especiais durante a
realização das provas de que trata o Art.1º, optando por realizá-las por um dos
meios seguintes:

I - através do sistema Braille;


II - com auxílio de ledor;
III - com auxílio de computador;
IV - através do sistema convencional de escrita e com caracteres ampliados.

Parágrafo único - As condições especiais previstas neste artigo não impedem


que o candidato com deficiência visual solicite outros meios que melhor atendam as
suas necessidades, ficando a aceitação dos mesmos sujeita aos critérios de
viabilidade e de razoabilidade.

Art.4º - O formulário de inscrição no concurso público ou processo seletivo


oferecerá ao candidato com deficiência visual as opções previstas no artigo anterior
e seus incisos, ficando o mesmo obrigado a assinalar desde logo a alternativa de
sua preferência.

§1º - O candidato com deficiência visual não poderá arrepender-se da opção


assinalada no formulário de inscrição no concurso público ou processo seletivo,
ainda que promova nova inscrição para o mesmo cargo.

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§2º - O candidato com deficiência visual que deixar de efetuar a opção
referida nos Art. 3º e 4º desta Lei realizará as provas com auxílio de ledor, ainda que
se trate de candidato com baixa visão.

§3º - O candidato com deficiência visual prestará igualmente as provas com


auxílio de ledor caso a comissão do concurso público ou processo seletivo não
acolha a opção solicitada no parágrafo único do
Art.3º, comunicando-se a decisão ao interessado até 10 (dez) dias antes da
realização das provas.

Capítulo III Do Ledor

Art.5º - Ledor é a pessoa indicada pela comissão do concurso público


ou processo seletivo para, durante a realização das provas, transmitir ao
candidato com deficiência visual o conteúdo das questões respectivas e
preencher o cartão-resposta nas provas subjetivas, reproduzindo fielmente
as afirmações do interessado.

Parágrafo único - A prova realizada com auxílio de ledor será gravada em


fita cassete ou qualquer outra mídia congênere fornecida pela comissão do concurso
público ou processo seletivo e seu conteúdo será preservado até o final do certame,
podendo o candidato com deficiência visual requerer a degravação das mesmas
caso exista divergência entre as suas respostas e a marcação ou transcrição do
ledor.

Art.6º - A escolha do ledor será feita pela comissão do concurso, com auxílio
de órgão ou entidade especializada na educação de pessoas com deficiência visual
ou que tenha por objeto a defesa dos interesses dos deficientes visuais, devendo, no
caso de entidade privada, estar legalmente constituída e em funcionamento há pelo
menos 01 (um) ano.

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Art.7º - A escolha de que trata o artigo anterior buscará na pessoa do ledor,
dentre outros, os seguintes atributos:
I. Boa dicção;
II. Entonação;
III. Inteligibilidade de textos da área de atuação específica;
IV. Transmissão inteligível do conteúdo da prova.

Art.8º - Poderá funcionar como ledor qualquer pessoa que satisfaça os


atributos definidos no artigo anterior, recaindo a escolha preferencialmente sobre:
I - os servidores públicos estaduais que tenham diploma universitário na área
de conhecimento objeto do concurso público ou processo seletivo;
II - os universitários, servidores ou não, que estejam matriculados em cursos
afetos à área de conhecimento objeto do concurso público ou processo seletivo.

Parágrafo único - O universitário que funcionar como ledor terá o tempo de


leitura computado em dobro para efeito de estágio profissional perante os conselhos
profissionais respectivos, ficando o Poder Executivo autorizado a firmar convênio
com entidades para este fim.

Art.9º - Não poderá funcionar como ledor de candidato beneficiário desta Lei:
I. O cônjuge;
II. O companheiro ou companheira;
III. O parente consangüíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o
terceiro grau.

Art.10 - Nas provas com consulta, o candidato com deficiência visual que
optar por realizá-la com auxílio de ledor terá direito a 02 (dois) auxiliares, ficando um
deles responsável pela leitura das questões e preenchimento das respostas e o
outro pela consulta do material permitido pelo edital do concurso público ou processo
seletivo.
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Em 2020, uma das novidades da edição do Exame Nacional do Ensino Médio
(Enem), será a leitura em tela para pessoas com deficiências visuais. Diferente dos
anos passados, onde Ledores faziam este serviço, este ano, um software
possibilitará a leitura de textos que estarão na tela do computador, ao converter, por
meio de voz sintetizada, tudo o que aparece escrito no monitor.
A solicitação deve ser realizada durante o processo de inscrição, na Página
do Participante.
Com esse recurso, pessoas com cegueira, surdocegueira, baixa visão ou
visão monocular têm mais autonomia porque podem ler a prova na ordem em que
desejarem, repetir a leitura quantas vezes considerarem necessário ou retomarem
uma questão no ponto em que escolherem. O software disponibilizado será o NVDA,
e o sistema, o Dosvox. O mesmo pode ser feito com o ledor, porém, alguns dos
candidatos se sentem envergonhados em pedir para repetir ou retornar a
uma questão, onde não ficou esclarecido. O objetivo desta estratégia é
a ampliação de oportunidades e na intenção de responder a solicitações das
pessoas com deficiências, que se sentem prejudicadas por leituras inadequadas.

Outras novidades do Enem 2020 em acessibilidade

 Participantes surdocegos serão atendidos, a partir desta


edição, por três guias-intérpretes, que se revezam durante a aplicação, não mais por
um profissional;
 Banca especializada irá corrigir as provas de participantes
surdos, portadores de dislexias e autistas;
 Participante com deficiência visual terá a possibilidade de
escrever sua redação em Braille e terá as provas corrigidas neste Sistema;
 Tempo adicional de 60 minutos para lactantes que solicitarem
atendimento especializado na inscrição, desde que comprovem a necessidade,
conforme previsto em edital.
 Neste ano, a versão em Libras do edital do Enem impresso está
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disponível no canal do Inep no YouTube.
O Inep oferece 16 recursos de acessibilidade. Todas as solicitações devem
ser realizadas no ato da inscrição. Quem teve o laudo médico aceito em 2017, 2018
e 2019 não precisa novamente do documento, desde que a solicitação de
atendimento seja a mesma dos anos anteriores. O Enem Digital terá aplicação-piloto
e, por isso, não oferece recursos de acessibilidade em 2020.
O participante com deficiência auditiva, surdez ou surdocegueira deve indicar,
durante a inscrição, se utiliza aparelho auditivo ou implante coclear, o que dispensa
a vistoria nos dias da prova, por parte do aplicador. O Inep publica versões dos
editais do Enem traduzidos em Língua Brasileira de Sinais (Libras) desde 2013.

Confira a lista de recursos de acessibilidade por tipo de atendimento

 Autismo: tempo adicional, auxílio para leitura, auxílio para transcrição;


 Baixa visão: tempo adicional, auxílio para leitura, auxílio para
transcrição, prova ampliada ou superampliada, sala de fácil acesso, leitor de tela;
 Cegueira: tempo adicional, prova em braile, auxílio para leitura, sala de
fácil acesso, leitor de tela;
 Deficiência auditiva: tempo adicional, tradutor-intérprete de Libras,
videoprova em Libras, leitura labial;
 Deficiência física: tempo adicional, auxílio para transcrição, sala de
fácil acesso, mesa para cadeira de rodas, apoio para pernas e pés, auxílio para
leitura;
 Deficiência intelectual: tempo adicional, auxílio para leitura, auxílio
para transcrição, sala de fácil acesso;
 Déficit de atenção: tempo adicional, auxílio para leitura, auxílio para
transcrição;
 Discalculia: tempo adicional, auxílio para leitura, auxílio para
transcrição;
 Dislexia: tempo adicional, auxílio para leitura, auxílio para transcrição;

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 Gestante: sala de fácil acesso, mesa e cadeira sem braços, apoio para
pernas e pés
 Idoso: sala de fácil acesso;
 Lactante: tempo adicional, sala de fácil acesso, mesa e cadeira sem
braços, apoio para pernas e pés. É obrigatório levar um acompanhante para cuidar
da criança;
 Surdez: tempo adicional, tradutor-intérprete de Libras, videoprova em
Libras, leitura labial;
 Surdocegueira: tempo adicional, guia-intérprete, auxílio para
transcrição, sala de fácil acesso, prova em Braille ou prova ampliada ou super
ampliada, leitor de tela;
 Visão monocular: tempo adicional, auxílio para leitura, auxílio para
transcrição, prova em Braille ou prova ampliada ou super ampliada, sala de fácil
acesso, leitor de tela.

Tipos de atendimento

Pessoa com mobilidade reduzida ou usuária de cadeira de rodas:

 Lembre-se de sentar, para que ambos fiquem com os olhos em um


mesmo nível. Para uma pessoa sentada, é incômodo ficar olhando para cima por
muito tempo.
 Não tome a direção da cadeira de rodas, automaticamente, sempre
lembre de perguntar se a pessoa necessita de sua ajuda.

Paralisia cerebral:

 Uma pessoa com paralisia cerebral tem necessidades específicas. É

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muito importante respeitar o ritmo da pessoa. Geralmente, ela é mais lenta para
realizar determinadas atividades, como falar, pegar a caneta, ou coisas, etc.
 Seja paciente ao ouvir;
 Sempre é importante que seja perguntado como pode ajudar e se por
acaso ela pedir sua ajuda, esteja pronto e disponível, sempre perguntando como,
nunca aja por impulso.

SOBRE OS TIPOS DE DISLEXIA:

A dislexia nada mais é do que um distúrbio causador de dificuldades no


aprendizado. O que a dislexia irá atingir serão dificuldades na escrita, na leitura,
dificuldades com a ortografia e audição. Veja abaixo os tipos de dislexia que existem
e as suas principais características:

• Dislexia Auditiva ou Disfonética: esse tipo de dislexia ocorre devido a


carência de percepção dos sons, o que irá acarretar dificuldades com a fala, erros na
escrita trocando as sílabas, erros na leitura por ter dificuldades com os grafemas-
fonemas;

• Dislexia Visual ou Diseidética: esse tipo de dislexia irá ocasionar


dificuldades em diferir os lados direito e esquerdo, erros na leitura devido à má
visualização das palavras além de erros ortográficos.

• Dislexia Mista: a dislexia mista é a união de dois ou mais tipos de


dislexia, a pessoa terá dificuldades representadas por esses tipos, como por
exemplo, poderá ter dificuldades visuais e auditivas ao mesmo tempo.

Autismo – Transtorno Espectro Autista (TEA)

A pessoa com TEA, por apresentar algumas características e por este motivo,

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também faz parte dos que recebem atendimento do Ledor/transcritor.
Segundo Pimentel (2017): O autismo é apenas um dos transtornos que
integram o quadro de Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA foi definido pela
última edição do DSM-V como uma série de quadros (que podem variar quanto à
intensidade dos sintomas e prejuízo gerando na rotina do indivíduo). Outros
exemplos de transtornos que fazem parte do espectro – e que anteriormente eram
considerados diagnósticos distintos – são: a Síndrome de Asperger e o Transtorno
Global do Desenvolvimento. (PIMENTEL, 2017, n.p)
Cada pessoa com TEA, possui características próprias. Durante o
atendimento, cabe ao profissional tentar manter a atenção do sujeito,
compreendendo que, quase sempre, o toque ou o contato visual não são bem
vindos. Importante manter um volume da voz baixo e tranquilo, tendo em vista que
eles possuem uma sensibilidade auditiva considerável (bem como as pessoas com
deficiência visual).
Dados a considerar:

 Estima-se que 50.000 adolescentes com autismo tornam-se adultos – e


perdem serviços de autismo escolarizados – a cada ano.
 Cerca de um terço das pessoas com autismo permanecem não-verbais.
 Cerca de um terço das pessoas com autismo têm uma deficiência
intelectual.
 Certos problemas médicos e de saúde mental frequentemente
acompanham o autismo. Eles incluem distúrbios gastrointestinais, convulsões,
distúrbios do sono, déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), ansiedade e fobias.

ÉTICA

Entendemos que o principal papel do Ledor é servir como elo entre as


realidades, adaptando informação de uma para ser compreendido pela outra, um
processo amplo e de via dupla. Outro papel importante é o de entender a

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complexidade dessa ação. Essa compreensão é uma das chaves do sucesso do
Ledor.
Mas para que este sujeito realize a sua função com maestria, é importante
compreender que esta função necessita de características importantes e
fundamentais, tais como: Respeito pela pessoa (seja quem for), beneficência e
justiça. Reconhecer seu real papel nesse processo, que nada mais é de ser a
mediação entre o texto e o candidato.
Ser fiel ao que está no exame. Se imagem, fazer a leitura com clareza e
entendendo que informações em excesso ou a falta delas causarão confusão e
poderão induzir ao erro. A fidelidade se estende, igualmente, na transcrição das
respostas. Por mais que o candidato escolha a alternativa errada, por mais que o
profissional tenha certeza da resposta, o mesmo precisa ter consciência que o
exame não está sendo feito por ele, ali, é apenas um mediador.
Não há necessidade de sentir “pena”, se a pessoa chegou até ali, foi por
competência e condições, mesmo que injustas.
Seja ético!

Disponível em: [Link]


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ATIVIDADES PRÁTICAS
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Questão 04

Disponível em: [Link]

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É importante que o Ledor compreenda os tipos de balões, pois eles
representam muita importância no processo de leitura e compreensão do texto, bem
como as expressões corporais e faciais.
Esteja atento!!

Questão 05

O grupo O Teatro Mágico apresenta composições autorais que têm

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referências estéticas do rock, do pop, e da música folclórica brasileira. A
originalidade dos seus shows tem relação com a ópera europeia do século XIX a
partir da
(A) Disposição cênica dos artistas no espaço teatral.
(B) Integração de diversas linguagens artísticas.
(C) Sobreposição entre música e texto literário.
(D) Manutenção de um diálogo com o público.
(E) Adoção de um enredo como fio condutor.

Audiodescrição
Fotografia. Imagem de um teatro, ao fundo, cortinas vermelhas fechadas,
várias pessoas sentadas nas cadeiras centrais. Na galeria da lateral esquerda, um
rapaz, sentado, o mesmo tem pele morena, cabelos pretos, veste camisa verde e
calças brancas, porta fones de ouvidos para ouvir a audiodescrição da
apresentação.

Disponível em: [Link]


lugares-em-diferentes- [Link]

Entende-se por audiodescrição a tradução ou transformação das imagens em


palavras. É aplicada a tudo o que pode ser visto/ enxergado, tanto estático como em
movimento. É dar possibilidade para que a pessoa com deficiência compreenda todo

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o contexto. Segundo o site Intérpretes Profissionais, esse recurso é utilizado com o
objetivo de possibilitar a compreensão de conteúdos audiovisuais, tais como filmes,
peças de teatros e eventos em geral.
Em resumo é uma narrativa adicional para as pessoas com algum tipo de
limitação e que são consumidores de meios de comunicação visual, como a
televisão, o cinema, a dança, a ópera e as artes visuais.
Em espaços culturais, com apresentações para várias pessoas (com e sem
deficiência), o recurso pode ser utilizado através de fones receptores, a partir de
gravações de áudios originais de filmes e descrições das imagens (cenário,
figurinos, expressões e ações sem presença de texto).
Obedece critérios de acessibilidade, segue regras e técnicas, respeita as
características do público a que se destina. Seu alvo são as pessoas com deficiência
visual, mas tem sido muito bem aceita por pessoas com dislexia, deficiência
intelectual ou TDAH – Transtorno de Défice de Atenção e Hiperatividade (ou apenas
déficit de atenção), por exemplo.

As descrições feitas pelo Ledor, devem seguir regras simples:

 Gênero – apresentar o tipo da imagem, se é uma fotografia, ilustração,


caricatura, charge, tirinha, cartum, xilogravura, etc.;
 Seguir a ordem de leitura natural de escrita e leitura ocidentais: De
cima pra baixo, da esquerda para a direita;
 Informar as cores da imagem: se é em preto e branco, sépia, colorida,
etc.;
 Apresentar os pontos e elementos de acordo com o seu
posicionamento. Exemplo: descrever os elementos de um determinado ponto da
imagem e só depois passar para o próximo.
 Ser claro e objetivo. Em alguns casos, não há necessidade de muitos
detalhes, pois isso retira o foco do texto ou objetivo da imagem;
 Opinião do Ledor é desnecessária. Nunca descrever segundo a ótica
ou interpretação própria. Cabe ao ledor apresentar a imagem, nunca dar o seu
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posicionamento se enxerga beleza ou ausência dela, se atrai ou repulsa. Esse é um
papel do leitor (receptor).
 Questione se a sua descrição responde as perguntas: Quem? (quê?),
Onde? Como?

Questão 06

Disponível em: [Link]


vontade-de- fazer-exercicios-850

Questão 07

Disponível em: [Link]


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Questão 08

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Questão 09

Disponível em: [Link]


yUMjLn8x0Ic/VwbzEc_QZsI/AAAAAAAAPpc/7fSmrD94QrAZvr1IUbMWcjObJRQ0zbz
fg/s1600/mafald [Link]

Questão 10

Disponível em: [Link]


haroldo-e-foi-assim-que- tudo-come%C3%A7ou

Questão 11

Conta-se que a czarina russa Maria Fyodorovna certa vez salvou a vida de
um homem, apenas mudando a pontuação de uma sentença. O czar enviara o
prisioneiro para prisão e morte no calabouço da Sibéria. No fim da ordem de prisão,
escrevera: “Perdão impossível, enviar para a Sibéria”. Maria ordenou que redigissem
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nova ordem e, fingindo ler o documento original, mudou a pontuação. Identifique
reformulação que salvou a vida do homem.

(A) Perdão, impossível enviar para a Sibéria.


(B) Perdão impossível: enviar para a Sibéria.
(C) Perdão impossível! Enviar para a Sibéria.
(D) Perdão. Impossível enviar para a Sibéria?

QUESTÃO 12

Disponível em: [Link]

Questão 13

Disponível em: [Link]

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Questão 14

Questão 15

Disponível em: [Link]

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Questão 16

Disponível em: [Link]

Questão 17

Disponível em: [Link]

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Questão 18

Disponível em:
[Link]

Questão 19

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Disponível em: [Link]
conex%C3%B5esculturais- 57db8f82bb5d

ENTONAÇÃO DA VOZ PARA DIFERENTES GÊNEROS TEXTUAIS

Para que se obtenha sucesso com a contação de histórias, causos ou leituras


para pessoas com necessidades específicas, não se precisa de cenários
encantadores, apetrechos ou artifícios para a sua execução. A narração só precisa
de uma boa entonação e conhecimento do texto – ou domínio da língua utilizada.
É importante ter em mente que é necessário que o ledor seja observador e
seletivo. Isto é, não só ler as letras ou decodificar os códigos, mas ler as imagens,
entender as entrelinhas e repassá-las ao ouvinte.
O ledor é aquele que lê para alguém, qualquer pessoa, crianças em
alfabetização, pessoas que não sabem ler e idosos. Este ser tão antigo e ao mesmo
tempo desconhecido que, hoje, ressurge com outra roupagem e já não é a voz
feminina ou a do ancião do tempo de outrora.
Pode-se identificar uma diversidade de ledores:

 Os de casa que podem ser os pais, parentes próximos ou amigos,


que emprestam a sua voz para dar sonoridade aos textos.
 Os ledores da escola comum que são os professores e voluntários,
que auxiliam os alunos na compreensão dos textos lidos.
 Os da academia e de concursos, que fazem a leitura, promovendo a
interação e a inclusão de alunos com deficiência visual. Estes são os ledores
inclusivos.
Para tanto, para um bom desempenho da função, o ledor precisa conhecer os
gêneros textuais, para poder utilizar a entonação correta.
Vamos praticar?

Cartaz:

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Disponível em: [Link]


semana-nacional-de-mobilizacao-para-combater-o-aedes-aegypti/todos-contra-a-
dengue/

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Bula de remédio:

Reportagem

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Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 5/6, o Programa
Sistema FIEC de Sustentabilidade / Núcleo de Meio Ambiente (NUMA), da
Federação das Indústrias, promoveu o concurso “Eu estou com a natureza”, no qual
os colaboradores do Sistema encaminhavam uma selfie em meio a natureza. O
concurso foi destaque no caderno Verde, do jornal O Estado, nesta terça-feira, 13/6.
Durante o concurso, foram recebidas um total de 50 fotos, registrando
diversos lugares e registrando momentos de proximidade do fotógrafo com o
ambiente natural. A premiação aconteceu no dia 6/6, com entrega de um kit
ecológico para a vencedora Luciana Sampaio da Cruz, com sua fotografia “Passeio
de parapente em Tianguá, Ceará”. Outras três fotos receberam menção honrosa.

Disponível em: [Link]


fotografia-da-fiec-e-destaque- no-jornal-o-estado

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Textos poéticos

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SONETO DE FIDELIDADE
são Paulo , 1946
De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento


E em louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de


quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):


Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.

Estoril, outubro de 1939 Vinícius de Moraes

Tirinha

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Charge

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Fábula
O lobo e a cegonha

Um lobo devorou sua caça tão depressa, com tanto apetite, que acabou
ficando com um osso entalado na garganta.
Cheio de dor, o lobo começou a correr de um lado para outro soltando uivos,
e ofereceu uma bela recompensa para quem tirasse o osso de sua garganta. Com
pena do lobo e com vontade de ganhar o dinheiro, uma cegonha resolveu enfrentar
o perigo.
Depois de tirar o osso, quis saber onde estava a recompensa que o lobo tinha
prometido.
– Recompensa? – berrou o lobo. – Mas que cegonha pechinchona! Que
recompensa, que nada! Você enfiou a cabeça na minha boca e em vez de arrancar
sua cabeça com uma dentada deixei que você a tirasse lá de dentro sem um
arranhãozinho. Você não acha que tem muita sorte, seu bicho insolente! Dê o fora e

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se cuide para nunca mais chegar perto de minhas garras!

Moral: Não espere gratidão ao mostrar caridade para um inimigo.

Tipologia dissertativa argumentativa

(Dissertação escolar - Redação)

"Segundo as ideias do sociólogo Habermas, os meios de comunicação são


fundamentais para a razão comunicativa. Visto isso, é possível mencionar que a
internet é essencial para o desenvolvimento da sociedade. Entretanto, o meio virtual
tem sido utilizado, muitas vezes, para a manipulação do comportamento do usuário
pelo controle de dados, podendo induzir o indivíduo a compartilhar determinados
assuntos ou a consumir certos produtos. Isso ocorre devido à falta de políticas
públicas efetivas que auxiliem o indivíduo a “navegar”, de forma correta, na internet,
e à ausência de consciência, de grande parte da população, sobre a importância de
saber utilizar adequadamente o meio virtual. Essa realidade constitui um desafio a
ser resolvido não somente pelos poderes públicos, mas também por toda a
sociedade.

No contexto relativo à manipulação do comportamento do usuário, pode-se


citar que, no século XX, a Escola de Frankfurt já abordava sobre a “ilusão de
liberdade do mundo contemporâneo”, afirmando que as pessoas eram controladas
pela “indústria cultural”, disseminada pelos meios de comunicação de massa.
Atualmente, é possível traçar um paralelo com essa realidade, visto que milhões de
pessoas no mundo são influenciadas e, até mesmo, manipuladas, todos os dias,
pelo meio virtual, por meio de sistemas de busca ou de redes sociais, sendo
direcionadas a produtos específicos, o que aumenta, de maneira significativa, o
consumismo exacerbado. Isso é intensificado devido à carência de políticas públicas
efetivas que auxiliem o indivíduo a “navegar” corretamente na internet, explicando-
lhe sobre o funcionamento do controle de dados e ensinando-lhe sobre como ser um

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consumidor consciente.

Ademais, é importante destacar que grande parte da população não tem


consciência da importância da utilização de forma correta da internet, visto que as
instituições formadoras de conceitos morais e éticos não têm preconizado, como
deveriam, o ensino de uma “polarização digital”, como faz o projeto Digipo (“Digital
Polarization Iniciative”), o qual auxilia os indivíduos a acessarem páginas confiáveis
e, assim, diminui o compartilhamento de notícias falsas, que, muitas vezes, são
lançadas por moderadores virtuais. Nesse sentido, como disse o empresário Steve
Jobs, “A tecnologia move o mundo”, ou seja, é preciso que medidas imediatas sejam
tomadas para que a internet possa ser usada no desenvolvimento da sociedade,
ajudando as pessoas a se comunicarem plenamente.

Portanto, cabe aos Estados, por meio de leis e investimentos, com um


planejamento adequado, estabelecer políticas públicas efetivas que auxiliem a
população a “navegar”, de forma correta, na internet, mostrando às pessoas a
relevância existente em utilizar o meio virtual racionalmente, a fim de diminuir, de
maneira considerável, o consumo exacerbado, que é intensificado pela manipulação
do comportamento do usuário pelo controle de dados. Além disso, é de suma
importância que as instituições educacionais promovam, por meio de campanhas de
conscientização, para pais e alunos, discussões engajadas sobre a
imprescindibilidade de saber usar, de maneira cautelosa, a internet, entendendo a
relevância de uma “polarização digital” para a conscientização da razão
comunicativa, com o intuito de utilizar o meio virtual para o desenvolvimento pleno
da sociedade."

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enem- 2018/[Link]

Crônica

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Cobrança (Moacyr Scliar)

Ela abriu a janela e ali estava ele, diante da casa, caminhando de um lado
para outro. Carregava um cartaz, cujos dizeres atraíam a atenção dos passantes:
"Aqui mora uma devedora inadimplente".
— Você não pode fazer isso comigo ― protestou ela.

— Claro que posso ― replicou ele. ― Você comprou, não pagou. Você é uma
devedora inadimplente. E eu sou cobrador. Por diversas vezes tentei lhe cobrar,
você não pagou.
— Não paguei porque não tenho dinheiro. Esta crise...

— Já sei ― ironizou ele. ― Você vai me dizer que por causa daquele ataque
lá em Nova York seus negócios ficaram prejudicados. Problema seu, ouviu?
Problema seu. Meu problema é lhe cobrar. E é o que estou fazendo.
— Mas você podia fazer isso de uma forma mais discreta...

— Negativo. Já usei todas as formas discretas que podia. Falei com você,
expliquei, avisei. Nada. Você fazia de conta que nada tinha a ver com o assunto.
Minha paciência foi se esgotando, até que não me restou outro recurso: vou ficar
aqui, carregando este cartaz, até você saldar sua dívida.

Neste momento começou a chuviscar.

— Você vai se molhar ― advertiu ela. ― Vai acabar ficando doente. Ele riu,
amargo:
— E daí? Se você está preocupada com minha saúde, pague o que deve.

— Posso lhe dar um guarda-chuva...

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— Não quero. Tenho de carregar o cartaz, não um guarda-chuva. Ela agora
estava irritada:
— Acabe com isso, Aristides, e venha para dentro. Afinal, você é meu marido,
você mora aqui.
— Sou seu marido ― retrucou ele ― e você é minha mulher, mas eu sou
cobrador profissional e você é devedora. Eu avisei: não compre essa geladeira, eu
não ganho o suficiente para pagar as prestações. Mas não, você não me ouviu. E
agora o pessoal lá da empresa de cobrança quer o dinheiro. O que quer você que eu
faça? Que perca meu emprego? De jeito nenhum. Vou ficar aqui até você cumprir
sua obrigação.
Chovia mais forte, agora. Borrada, a inscrição tornara-se ilegível. A ele, isso
pouco importava: continuava andando de um lado para outro, diante da casa,
carregando o seu cartaz.

Receita

PIPOCA DE LEITE NINHO

INGREDIENTES

 1 xícara de milho de pipoca


 1/2 xícara de óleo
 1 xícara de água
 1 xícara de açúcar
 1 xícara de leite ninho

MODO DE PREPARO

1. Coloque o óleo, a água, o açúcar e o milho de pipoca em uma panela


grande e mexa bastante (sim, tudo junto).
2. Mexa em fogo alto até começar a estourar a pipoca (pode demorar uns 15

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minutos), tenha cuidado para não se queimar quando a pipoca pular.
3. Baixe o fogo, feche a panela e mexa de vez em quando (sacudindo a
panela), até você ouvir as pipocas pararem de estourar.
4. Assim que as pipocas demorarem mais de 5 segundos para estourar,
desligue o fogo.
5. Quando sua pipoca estiver pronta, ela vai ficar "caramelizada" e um pouco
colada uma na outra por causa da calda.
6. Coloque o leite ninho em uma vasilha e misture bem a pipoca com o leite
ninho.

Disponível em: [Link]


[Link]

ATIVIDADE PRÁTICA 01

[Link]
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ih=608#imgrc=1EPhm8ZpWDuqiM:

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ATIVIDADE PRÁTICA 02

Disponível em:
[Link]
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LjAhWSLLkGHWWZAucQsAR6BAgGEAE&biw=1366&bih=608#imgrc=JdQqLymR3
Gn7AM:

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TÉCNICAS DE GRAVAÇÃO DE ÁUDIO

 Local – Escolha um lugar calmo e sem ruídos que possam atrapalhar a


gravação e, consequentemente, a audição;
 Altura – A voz deve ter uma altura média. De forma que seja agradável
tanto para o ledor, quanto para o ouvinte;
 Ritmo – A velocidade deve ser regular, constante. Deve-se evitar a
lentidão (que causa enfado) e a rapidez (que causa dúvida ou falta de
compreensão), isto é, a não ser que o ouvinte solicite.
ATIVIDADE PRÁTICA – após receber o texto, grave um áudio seguindo as
instruções estudadas até aqui.

TÉCNICAS DE FILMAGEM

1. Limpar a lente;
2. Cuidar da iluminação do local, use a luz a seu favor;
3. Atenção ao áudio;
4. Apoiar a câmera ou celular – Se tentar filmar com o celular em
mãos, possivelmente, a imagem ficará tremida.
5. Filmar com o celular na horizontal;
6. Não use filtros, a menos que seja necessário;

Existem ótimos aplicativos de edição de vídeos em aplicativos.

ATIVIDADE PRÁTICA

01. Filmar a leitura e enviar para a mediadora.

02. Descreva a imagem abaixo (vídeo):

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Disponível em: [Link]
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PRÁTICA DE LEITURA PARA QUESTÕES DA ÁREA DE EXATAS


(Questões do ENEM)

QUÍMICA:

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Como aparece no caderno do ledor:

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FÍSICA

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COMO ESTÁ NO CADERNO DO LEDOR:

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PARTICIPAÇÃO ESPECIAL

O número de pedidos de atendimento especializado e específico para o


Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 foi menor que o registrado em 2016.
Neste ano foram feitos 52.270 pedidos de atendimento especializado e 8.716 de
atendimento específico, segundo balanço divulgado hoje (30) pelo Ministério da
Educação (MEC). No ano passado, foram registrados 72 mil pedidos de atendimento
especializado e 107,4 mil atendimentos específicos.
Grande parte da redução dos atendimentos específicos se deve aos
sabatistas. No ano passado, 78,8 mil candidatos pediram para começar a prova mais

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tarde no sábado, após o sol se pôr, por motivos religiosos. Neste ano, o exame será
aplicado em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro.
O atendimento especializado é concedido àqueles com condições de autismo,
baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência intelectual/mental, déficit de
atenção, discalculia, dislexia, surdez, deficiência auditiva, surdocegueira e visão
monocular. Já o atendimento específico é garantido a gestantes, lactantes, idosos,
estudantes em classe hospitalar e, a partir de 2017, a outras condições específicas,
como diabéticos que usem bomba de insulina.
Neste ano, os estudantes que solicitaram esse tipo de atendimento tinham de
inserir no sistema de inscrição documentos que comprovassem a necessidade,
como o laudo médico com o código de Classificação Internacional de Doenças
(CID). Cerca de 5,6 mil pedidos foram negados. "Neste ano pedimos que, no ato da
inscrição, o estudante anexasse o laudo médico, a medida reduziu o número de
solicitações", disse a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini.
Neste ano, o exame terá 2,1 mil gestantes, 6,3 mil lactantes e 308 idosos.
Além disso, 13 mil candidatos com alguma deficiência física; cerca de 2,2 mil surdos
e 4,9 mil com deficiência auditiva; 964 cegos, 2 mil com visão monocular e 8,2 mil
com baixa visão; 2,6 mil com deficiência intelectual, além de outros candidatos que
solicitaram atendimento especializado.

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de- pedidos-de-atendimento-especializado-e-especifico-cai

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COLABORADORES E SUAS ATRIBUIÇÕES

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Disponível em: [Link]

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Disponível em:
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conteudos/mec-aplicara-videoprovas-em-libras-no-enem/
Fonte: Repórter da Agência Brasil/Heloisa Cristaldo Imagem: iconcorner
/ Fotolia

[Link]@[Link]
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Referências

AUDIOTECA: Manual dos Ledores e Usuários. Organização: Maria da Glória


Schaper dos Santos. Rio de Janeiro: PROGRAMA ROMPENDO BARREIRAS
BORGES, Wanja. Dicas para o ENEM
[Link]
[Link]. S.d.
BRASIL. Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da
Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, 2015
Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. A Educação Especial na
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