Programa ELEA: Linguagem no Jardim Infantil
Programa ELEA: Linguagem no Jardim Infantil
(PROGRAMA ELEA)
Durante muitos anos, sustentou-se, sem discussão, que o ensino da leitura deveria começar
em primeiro de Educação Básica e o Jardim Infantil só deveria preparar a criança para isso
aprendizagem.
No entanto, autores como Ferreiro (1983), Ferreiro e Gómez Palacios (1982) e outros sustentam
que desde que a criança nasce está imersa em um mundo leitor e, portanto, nessa imersão
se produz o aprendizado.
Outros autores como Condemarín (1986, 1987) e Charmeux (1987) afirmam que é verdadeiro
que a criança nasce em um mundo letrado, mas que o Jardim de Infância deve sistematizar isso
a imersão e a Educação Básica devem realizar o ensino sistemático da leitura.
Cohen (1982) e Cohen e Gilabert (1986) sustentam que a leitura é uma aprendizagem
privilegiado para o desenvolvimento da criança e, portanto, deve ser ensinado instrucionalmente o
antes possível.
O programa ELEA tem seus fundamentos nas abordagens chamadas Holísticas Interativas.
Holísticos porque assume a linguagem como uma função humana que abrange todos os processos
lingüísticos: a fala e a escrita, que são produtivos, e a escuta e a leitura, que são
receptivos (Goodman 1979).
Interactivos porque esses enfoques sustentam que os processos linguísticos são construídos em
relação com outras pessoas, em situações funcionais e não são o resultado de um aprendizado
formal e estruturado.
La relación entre lenguaje oral y escrito es determinante para una construcción más sólida de
os processos linguísticos, uma vez que a competência na manipulação do oral é um recurso para a
compreensão do que está escrito.
Esses três tipos de informação devem ser integrados em um processo que resulta em
a compreensão e estruturação de mensagens significativas.
A linguística do texto refere-se aos diferentes suportes que correspondem a cada escrito e
a organização interna que eles têm. Em uma situação de comunicação diferida, como é a
escritura, existem uma série de elementos que apoiam a significação e que substituem os
gestos, tom de voz, etc., que ajudam na comunicação oral. A noção de contexto e
superestrutura são contribuições da linguística do texto que apoiam a compreensão do texto
escrito.
Está projetado para ser aplicado a crianças de Jardim de Infância com idades entre 3 e 6 anos
aproximadamente. Na Educação Geral Básica poderá se complementar com estratégias que
correspondam ao Modelo de Habilidades, caso seja necessário.
A seguir, serão analisadas as estratégias que dizem respeito à linguagem oral, embora
como já foi explicado, todas as estratégias promovem o conhecimento da língua falada e
escrito.
I. LINGUAGEM ORAL
1. ASPECTOS SEMANTICOS
Una lectura eficiente requiere de una integración visual-verbal adecuada. Esto significa que el
lector debe relacionar el estímulo con su correspondencia lingüística. Este tipo de integración
dependeria da habilidade de encontrar as palavras-chave, retê-las na memória e
organizá-las dentro de contextos significativos que deem significado ao texto. Nesse
processo, a velocidade da transmissão simbólica incide na compreensão do significado.
A capacidade de simbolização da criança se inicia, segundo Piaget, aos dois anos, por isso nesse
já é possível iniciar a estimulação do processo de compreensão e expressão verbal.
Para que a criança consiga uma velocidade adequada em encontrar as palavras-chave, ela deve contar
com duas condições: boa organização da memória e vocabulário abundante.
A busca das palavras-chave será mais rápida e eficiente se a criança tiver uma boa
organização em sua memória. Para isso, é necessário exercitar o processo de classificação, já que
isso permitirá que você procure os conteúdos de acordo com a categoria à qual pertence.
Em relação ao vocabulário, o importante é oferecer à criança a possibilidade de ter uma grande quantidade
de experiências que lhe proporcionem uma rica rede de associações que facilite encontrar a
palavra adequada no momento preciso. Através de experiências e do diálogo sobre elas, o
niño crea una red semántica en la que se relaciona experiencia y lenguaje.
Em síntese, para que o processamento semântico funcione como apoio ao processo de leitura, o
o sujeito deve ser hábil na organização da informação na memória para utilizá-la em
forma eficiente quando eu precisar.
1º Objetivo:
Que as crianças tenham experiências concretas e que estas sejam analisadas a partir de diferentes
pontos de vista: descritivos, cognitivos, afetivos e valorativos.
Estrategia:
Conversas em grupo.
La clave para que este análisis redunde en un crecimiento lingüístico para el niño está en el
tipo de perguntas que a Educadora faz.
Las preguntas pueden apuntar a los cuatro ámbitos a que se hizo referencia en la formulación
do objetivo: o descritivo, o cognitivo, o afetivo e o valorativo.
Exemplo:
Visita ao Museu de Ciências Naturais.
- Preguntas descriptivas: ¿A dónde fuimos?, ¿cómo nos fuimos?, ¿qué vimos?
- Preguntas cognitivas: ¿Qué animales había?, ¿qué plantas había?, ¿qué diferencias y
Quais semelhanças são observadas entre os animais do museu e os animais atuais?, quando
viviam aqueles animais?
- Preguntas afectivas: ¿Les gustó el paseo?, razones, ¿qué fue lo que más les gustó del
museo?, ¿qué no les gustó y por qué?, ¿cómo se sentían frente a esos animales tan grandes?
- Perguntas valorativas: Por que vocês acreditam que esses animais já não existem? O que fazemos
nosotros para cuidar a los animales?
2º Objetivo:
Que los niños conceptualicen dramatizaciones.
Estrategia:
Adivinhar mimos.
O importante, neste tipo de atividade, é que as crianças representem situações que provoquem
emoções, sensações, sentimentos e que os verbalizem.
Uma vez representadas as imagens, as crianças se sentam e o outro grupo adivinha o que
representaram. O grupo que criou a cena só pode responder sim ou não às consultas de
seus colegas e o outro grupo devem chegar a realizar a cena usando linguagem.
3º Objetivo:
Que los niños creen oraciones con palabras dadas por la Educadora.
Estrategia:
Inventar sentenças.
Para realizar este trabalho e que seja eficiente para as crianças, é necessário ter hierarquizadas
as palavras. Elas determinam o nível de complexidade da estrutura sintática que acreditam os
crianças.
Por outro lado, também é importante determinar qual conjunto de palavras será entregue a
as crianças, de tal forma que promovam uma busca cognitiva de relações entre as palavras
dadas.
Exemplos:
manzana - fruta - verano
niños - partido - mañana
micro - trasladou - noite
4º Objetivo:
Que los niños completen oraciones cada vez más amplias.
Estrategia:
Agrandar sentenças.
As crianças sentadas em círculo, o primeiro cria uma situação pequena e simples, a criança que lhe
sigue repite lo que dijo su compañero y agrega datos a la situación y así sucesivamente.
Exemplo:
Pedro: Ontem fui à praça.
Juan: Ontem fui à praça jogar.
Andrés: Ontem eu fui à praça para jogar com a bola.
Jaime: Ontem fui à praça para brincar com a bola e encontrei alguns amigos.
5º Objetivo:
Que as crianças organizem conceitos em categorias.
Estrategia:
Ordenar palavras.
A continuación se listan categorías que se pueden trabajar con los niños. Es necesario agregar
aqueles elementos que pertencem a grupos especiais dentro da sociedade. Por exemplo:
colônias, grupos religiosos, etc.
- Peces: salmón, trucha, tiburón, pez espada, corvina, congrio, sierra, etc.
- Minerales: oro, plata, aluminio, cobre, plomo, azufre, platino, bronce, etc.
- Insectos: piojo, pulga, zancudo, chinche, hormiga, mosca, abeja, mariposa, saltamonte,
traça, etc.
- Sensaciones: hambre, sed, cansancio, fatiga, debilidad, dolor, etc.
- Cuerpos celestes: sol, satélites, estrellas, planetas, galaxias, etc.
- Exercícios: caminhar, correr, trotar, pular, etc.
- Religiones: cristianismo, protestantismo, judaísmo, mormones, testigos de Jehová, etc.
- Temperaturas: frío, caliente, helado, congelado, etc.
- Vegetales: lechuga, acelga, espinaca, apio, zanahoria, betarraga, repollo, tomates, pepinos,
salsa, endívias, bruxelas, páprica, coentro, etc.
- Deportes: fútbol, natación, volleyball, basketball, atletismo, rugby, jabalina, disco, ciclismo,
etc.
- Transportes terrestres: automóvel, micro-ônibus, caminhão, trem, bicicleta, ônibus, lebre, etc.
- Transportes aquáticos: barco, velero, transatlântico, vapor, etc.
Transportes aéreos: avião, helicóptero, foguete, etc.
- Profesiones: medicina, ingeniería, arquitectura, pedagogía, dentística, diseño, economía,
psicologia, serviço social, sociologia, etc.
- Oficios: jardinero, gásfiter, electricista, albañil, mueblista, manicura, peluquero, carpintero,
etc.
- Frutas: manzana, naranja, pomelo, bellota, almendra, higo, uva, kiwi, guinda, cereza,
durazno, damasco, etc.
- Acciones: cantar, jugar, reír, mirar, bailar, batir, armar, escribir, peinar, vestir, saludar,
manejar, amar, etc.
- Partes del cuerpo: tronco, brazos, piernas, codo, muñeca, rodilla, tobillo, dedos, pecho,
costas, ombros, etc.
- Órgãos do corpo: estômago, coração, fígado, pulmões, rins, etc.
- Sentimientos: pena, alegría, esperanza, angustia, tristeza, felicidad, susto, depresión, etc.
- Elementos geográficos. río, valle, planicie, desierto, mar, océano, loma, continente,
montanha, vulcão, lagoa, etc.
- Elementos del clima: lluvia, nieve, granizo, niebla, viento, relámpago, etc.
- Bebidas: jugo, vino, té, café, leche, gaseosas, agua, etc.
- Muebles: velador, cama, silla, aparador, etc.
- Instrumentos musicais: violino, piano, tambor, trompete, harpa, guitarra, etc.
- Expressões artísticas: pintura, escultura, música, etc.
6º Objetivo:
Que as crianças completem analogias.
Estratégia:
Descubrir analogías.
A Educadora deverá ensinar as crianças a construção de uma analogia e depois explicar que
éstas pueden construirse en función de diferentes tipos de relaciones.
Exemplo:
Relaciones funcionales:
- faca … carne / colher … ?
- lápis … escreve / tesoura … ?
- teléfono … hablar / televisión … ?
- taza … leche / vaso … ?
- pelo … peineta / dentes … ?
- abrigo … botones / zapatos … ?
- hilo … volantín / ancla … ?
- mesa … comer / cama … dormir ?
- sala ... trabalho / pátio ... ?
Relações causa-efeito:
- invierno … frío / verano … ?
- fright ... scream / pity ... ?
- martelar … cravar / serra … ?
- perseguir … capturar / buscar … ?
Relações de classe-elemento:
- color … azul / vestimenta … ?
- insecto … pulga / transporte … ?
- útiles … regla / bebida … ?
- sentimiento … pena / profesión … ?
- pez … salmón / deporte … ?
Relações entre elementos da mesma categoria:
- pena … alegría / escribir … ?
- deserto … oceano / vinho … ?
- jardinero … gásfiter / frío … ?
Relações de oposição:
- amplio … estrecho / mojado … ?
- ruído ... silêncio / alegre ... triste
- inquieto … tranquilo / mais … ?
receber … dar / tomar … ?
- briga … reconciliação / problema … ?
cerca … longe / rápido … devagar
2. ASPECTOS SINTÁTICOS
O manejo adequado dos fatores sintáticos permite organizar as palavras em frases que
expresam as ideias de forma clara. Por outro lado, também permite obter mais informações
dos mensagens recebidas.
A linguagem oral, assim como a escrita, são processos ativos nos quais se elabora um significado que
é dependente da estrutura gramatical através da qual é enunciada. Portanto, existe uma
estreita relação entre estrutura e significado.
La organización de las oraciones y la complejidad de ellas informan del manejo sintáctico del
sujeito.
1º Objetivo:
Que as crianças dialoguem sobre uma ilustração que represente um lugar onde uma pessoa, por
lo menos, desenvolve uma ação.
Estrategia:
Conversación con una lámina inductora.
O diálogo é iniciado pela Educadora ou Professora com uma pergunta sobre a folha. As perguntas
são aquelas que desencadeiam os processos cognitivos das crianças. Consequentemente, a pergunta deve
apuntar a la conceptualización y no a la pregunta ¿qué hay aquí? ya que la respuesta de los
niños será descriptiva. En cambio, si la pregunta es ¿qué nos muestra esta lámina? la
resposta será globalizante.
Uma vez que as crianças tenham dialogado livremente sobre a lâmina, a Educadora formulará
preguntas que digan relación con el cuándo, con el dónde, con el quién, con el qué. La
descripción es, por naturaleza, estática. Las preguntas sobre sujeto, verbo y complementos,
inter-relacionadas, dão dinamismo à lâmina e podem ativar situações potenciais a
a partir das perguntas.
2º Objetivo:
Ordenar oraciones de diferentes formas, manteniendo el mismo significado.
Estrategia:
Dar a volta nas frases.
A Educadora ou Professora diz uma frase e as crianças devem expressar o mesmo com
diferentes organizações.
Exemplo:
Os astronautas entram no foguete.
Andrés: Os astronautas sobem no foguete.
Jaime: Os astronautas sobem no foguete.
Neste caso, é necessário usar uma estratégia que ajude as crianças a compreender o jogo.
Para isso, são usados cartões que têm desenhados os elementos mais importantes da oração.
3º Objetivo:
Que as crianças limpem orações.
Estrategia:
Limpar sentenças.
A Educadora diz uma oração com frases entrelaçadas. As crianças devem descobrir essas frases e
deixar apenas a oração básica.
Exemplos:
Oração: Ontem, enquanto comíamos, tremeu.
Deve ficar: Ontem tremou.
Oração: Amanhã, se você quiser, vamos passear.
Deve ficar: Amanhã vamos passear.
Oração: As crianças, durante o recreio, tomaram sorvete.
Os meninos tomaram sorvete.
4º Objetivo:
Que los niños reconozcan elsujetode una oración y modifiquen su expresión.
Estrategia:
Descubrir a las personas.
O sujeito pode ser explicado como a pessoa ou as pessoas que realizam ações.
Ao modificar a expressão do sujeito, exercita-se nas crianças o reconhecimento dos deixis.
Exemplo:
Oração: Inés e Carmen saíram para passear.
Pergunta: Quais pessoas foram passear?
Respuestas: Ellas se fueron…
As meninas foram...
Aquelas meninas se foram...
5º Objetivo:
Que as crianças reconheçam o verbo de uma oração e modifiquem seu tempo.
Estrategia:
Descobrir ações.
Essas ações podem ser realizadas agora (presente), mais tarde (futuro), podem ter sido
realizadas (passado) ou poderia ser que se realizarão sob determinadas condições
(condicional).
A Educadora diz uma oração e pergunta que ação é realizada. Uma vez descoberta, os
as crianças modificam o tempo do verbo e se tornam conscientes de que como consequência de
este cambio se modificam também os outros elementos.
Exemplos:
Oração: Os dinossauros caminhavam muito devagar.
Pregunta: ¿Qué hacían los dinosaurios?
Caminhavam.
Mudança de tempo do verbo:
Os dinossauros caminham...
Futuro: Os dinossauros caminharão...
Condicional: Os dinossauros caminhariam...
6º Objetivo:
Que as crianças reconheçam o número de uma oração e as mudanças que isso implica.
modificação desse elemento.
Estrategia:
Descobrir o número de pessoas nas sentenças.
7º Objetivo:
Que los niños reconozcan elgénerode una oración y los cambios que implica la modificación
de dito elemento.
Estrategia:
Descobrir o gênero das frases.
Elgénerose explica fazendo tomar consciência do exodo das pessoas que realizam a
ação.
Exemplo:
Oración: Andrés e Jaime estavam sujos.
Pregunta: ¿Cómo diría la oración si los sujetos fueran Carola y Paula?
Respuesta: Carola y Paula estaban sucias.
3. ASPECTOS FONOLOGICOS
Os autores Borzone (1988); Bravo (1990); Mattingly (1972) e Liberman (1977) apontam que
a linguagem oral é contínua, sem marcas que diferenciem as unidades que a compõem e por isso
tanto as crianças não alfabetizadas não têm consciência delas.
Quando essas pequenas unidades gráficas podem ser representadas visualmente, ou seja, podem
ser transformadas em pequenos objetos manuseáveis, a consciência linguística é maior e o deslinde
sonoro é mais fácil de realizar.
1º Objetivo:
Que as crianças identifiquem sons iniciais e finais.
Estrategia:
Jogar com as rimas.
A identificação de sons iniciais e finais tem sido trabalhada com maior frequência como
rimas e alteração.
Exemplos:
Rima: Chancho - rancho
Beso - peso
Alteración: Manzana - mantequilla
Telefone - televisão
Ejemplos:
Inicial: Sapo - silla
Fogo - foto
Final: Ratón - crimen
Luna - lima
2º Objetivo:
Que as crianças adicionem determinados fonemas às palavras.
Estrategia:
Deformar palavras agregando um som.
Ejemplos:
Som a adicionar: "co"
Educadora: ratón Crianças: racotão
cadeira sicolla
mano macono
libro licobro
mesa mecosa
3º Objetivo:
Que as crianças eliminem um determinado som de palavras.
Estratégia:
Deformar palavras omitindo um som.
Se le dice a los niños palabras de tres sílabas y se les pide que eliminen la sílaba central.
Exemplos:
Educadora: sapato Crianças: zato
camisa casa
câmera cara
cachecol buda
bule tera
4º Objetivo:
Que los niños realicen análisis morfémico.
Estrategia:
Contar palavras.
Exemplo:
Oración: As árvores ficaram sem folhas.
Pergunta: Quantas palavras formam a oração?
Cinco.
Pergunta: Quais são essas palavras?
Resposta: As - árvores - ficaram - sem - folhas.
5º Objetivo:
Que los niños realicen análisis y síntesis silábico.
Estrategia:
Ditado.
A análise e síntese silábica referem-se ao reconhecimento das sílabas que formam a palavra.
Em um segundo nível, é entregue um estímulo visual que representa uma estrutura rítmica (////)
e pede-se à criança uma resposta igual à do primeiro nível.
O quinto nível exige a simbolização do som. Os estímulos são figuras que a Educadora
mostre a criança e ela deve fazer tantas linhas quantas sílabas tem o elemento mostrado. O
o processo é mais complexo, uma vez que a criança deve criar a imagem dos sons sem tê-los.
escutado. Esta atividade é realizada de modo semelhante a um ditado, portanto, a seguir se
pode pedir à criança que relacione os desenhos com a simbolização que ela criou. Ou seja,
deverá identificar as figuras com suas respectivas representações acústicas.
6º Objetivo:
Que as crianças realizem análise fônica.
Estrategia:
Fazer soar as palavras.
A análise e síntese fônica se refere ao reconhecimento dos elementos mínimos que formam
uma emissão linguística. No caso da análise, a tarefa é isolar os elementos e no caso de
a síntese, reconhecer a palavra que formam determinados fonemas.
O programa ELEA propõe que os exercícios de desenvolvimento da linguagem oral devem ser realizados
diariamente com as crianças. Estes devem ser o mais variados possível e não respondem a uma
secuencia con dificultad creciente, sino que son juegos lingüísticos a través de los cuales los
as crianças vão construindo as chaves semânticas e sintáticas da linguagem.
A continuación se analizarán las estrategias que dicen relación con el lenguaje escrito, aunque
Como já foi explicado, todas as estratégias desenvolviam ambas as formas de linguagem.
Esta estratégia se caracteriza pela utilidade que oferecem os cartazes ou títulos que estão
puestos en la sala de trabajo de los niños. La sala letrada, que habitualmente se usa en los
Jardins de Infância, nomeia elementos, em troca da característica de funcionalidade que se lhe
querem adjudicar a esta nova forma de letra a sala está determinada porque os letreiros que
têm um objetivo comunicacional e utilitário para as crianças e adultos que trabalham em
esse lugar.
Los letreros que se usan pueden ser de dos tipos, los artificiales y los naturales. Artificiales son
aquellos creados por la Educadora de Párvulos para servir a un objetivo específico, como por
exemplo os distintivos, os cabideiros ou os registos de experiências. Os naturais são os que
pertencem a um texto do mercado e que atendem à satisfação de alguma necessidade de
los niños, como por ejemplo una receta de cocina tomada de algún recetario o las noticias de
a imprensa tiradas de algum meio de comunicação escrito.
Em relação ao tipo de letra que se usa para etiquetar a sala, existem diferentes posições. Há
autores que piensan que mientras más variedad de letras se use es más natural, ya que el
o mundo da comunicação escrita usa muitas formas de expressão. (Charmeux 1987,
Foucambert 1989, Jolibert 1991, Benichou 1983). No entanto, a experiência mostrou que
A aprendizagem é mais eficiente quando se usa letra de forma nas mensagens funcionais
artificiais junto à letra habitual que usam as mensagens naturais.
Os elementos da sala de aula funcional que são mais úteis para o desenvolvimento do
O conhecimento da linguagem escrita nas crianças é o seguinte:
Distintivos:los distintivos que se usan son los nombres de los niños, respetando el uso de
MAIÚSCULAS E USANDO LETRA SCRIPT. QUANDO A MAIORIA DAS CRIANÇAS RECONHECE SEU NOME E O DE
seus companheiros pode-se adicionar o sobrenome, diminuindo o tamanho das letras. Em
en geral, usam-se três grupos de distintivos, um para os cabides, outro para a assistência e outro.
para as responsabilidades, sendo, as que pertencem a cada criança, iguais.
Sillas:en la parte delantera del respaldo de las sillas se pone el nombre de cada niño con el
objeto que la Educadora, cuando lo necesite, pueda organizar grupos preconcebidos. Los niños
aprendem a reconhecer ou ler seu nome e o de seus colegas. Ao adicionar os sobrenomes aos
distintivos também são adicionados na parte traseira do encosto da cadeira.
Calendário: conhecer a data é uma necessidade permanente das crianças, isso lhes permite
planificar y proyectar diferentes actividades. En la sala se tiene un cartel especial en el que
eles colocam a data diariamente. Usam frases como: "Hoje é ........ de ........ de
1997", "Amanhã será ……… de ……… de 1997". Conta-se com três caixas nas quais se
encontram cartões com os dias da semana, os meses do ano e na última os números
de 1 a 31.
De acordo com a atribuição de responsabilidades, a cada criança corresponde um dia em que deve
completar a data e a tarefa é realizada pela manhã antes de iniciar as atividades que
correspondem à organização horária.
Para que a atribuição de tarefas seja objetiva e possa se tornar responsabilidade das crianças,
sugere-se escrever a lista do grupo de crianças em um cartaz que será pendurado ao lado do quadro
responsabilidades. Desta forma, as crianças sabem quando lhes corresponde cumprir essas tarefas.
2. DICIONÁRIO
As crianças usam este dicionário para lê-lo e o folheiam descobrindo quantas palavras podem
reconhecer sem olhar a figura que representam.
Outra versão desta atividade que também pode ser complementar é a "Caixa de
Palavras”. Cada criança tem uma espécie de cofre em que vai colocando cada palavra que ela
reconhece. A Educadora deve ter muitos cartazes pequenos com as palavras que
correspondem à sala letras e ao dicionário, de tal forma que a criança possa pegá-las e
echarlas em sua alcancía. As palavras podem ser reproduzidas com o hectógrafo.
O diário deve chegar à escola periodicamente. Este pode ser nacional ou comunal. Cada um
tem uma vantagem diferente. O nacional pode se relacionar com o que as crianças viram na
televisão, o que faz com que possam inferir com maior facilidade as informações que este traz.
Em vez disso, o comunal tem maior relação com os problemas próximos a eles. É provável
que as notícias se relacionem com os problemas que a família da criança conversa. Isso faz
que a compreensão da informação seja mais fácil porque é significativa para o seu dia a dia.
4. REGISTROS LINGUISTICOS
Esta estratégia consiste em colocar por escrito uma experiência realizada pelo grupo de crianças.
El objetivo es que los niños vean la transformación de las experiencias vividas en lenguaje
escrito, ao mesmo tempo em que experimentam a experiência de ler e recordar situações
passadas depois de transcorridos muito tempo.
A escrita que realiza a Educadora deve respeitar quatro elementos essenciais para que o
registro tenha valor posterior:
• Respeto por las normas de la grafía.
Respeito pelas normas da ortografia.
Respeito pelas normas de diagramação.
• Respeito pela organização morfosintática.
A letra que a Educadora realizar no texto deve ser cursiva, clara e uniforme. Não deve
apresentar erros ortográficos, e caso tenha dúvidas, é necessário que diante dos
crianças expressam sua dúvida e a solucionam buscando em um dicionário. Deve respeitar maiúsculas e
sinais de pontuação.
A diagramação deve ajudar na compreensão, portanto o texto deve ter recuo,
margem, espaçamento duplo, entre parágrafos, espaçamento do tamanho das letras e não cortar palavras
no final da linha.
À medida que as crianças compreendam o sentido que a diagramação tem, a Educadora pede a ele
a eles que digam onde devem iniciar a escrita, que tipo de letra usar (maiúscula ou
minúscula), o lugar onde se escreve o título, o espaço que deve ser deixado entre as linhas,
quando usar ponto, etc.
Em relação à organização morfosintática, deve-se escrever uma vez que se tenha alcançado uma
organización adecuada. Para este logro es necesario que la Educadora use las preguntas
adequadas para que as crianças se expressem em ordem e depois escrevam a frase completa.
Para que a Educadora possa ajudar as crianças na organização, deve perguntar sobre
os elementos que habitualmente formam as frases: quem...?, o que fizeram...?
Onde...?, Quando...?, etc. Dessa forma, as crianças tomam consciência dos elementos que
formam a oração e pouco a pouco eles constroem, espontaneamente, com uma sintática
correta.
Este registro se mantém pendurado na sala até que seja funcional. Por exemplo, pode
pertencer a um projeto e quando este for concluído, o registro é removido. Os registros grandes
podem ser mantidos em um suporte onde todos eles são guardados, mas é mais eficiente
transcrevê-los em um caderno, que é chamado de álbum de registros linguísticos e as crianças
podem lê-lo e lembrar as experiências passadas.
5. BIBLIOTECA CLASIFICADA
O uso de biblioteca classificada tem como objetivo promover nas crianças o prazer de
lectura, la responsabilidad frente al uso de libros, la autoevaluación del niño, de la periodicidad
com que lê e o uso funcional do alfabeto.
Além disso, na biblioteca são adicionados e classificados os textos artificiais feitos por a
Educadora e/ou pelos crianças. Exemplos: contos criados pelas crianças, álbum de registros de
experiências, álbum das receitas de cozinha que as crianças cozinharam no Jardim de Infância,
álbum con la poesías que ellos han aprendido, álbum con las canciones que a ellos les gustan y
que podem ser infantis ou populares, etc.
Os livros são classificados da seguinte forma: cada coleção ou classe recebe uma cor, por
exemplo: os contos tradicionais são azuis. Em consequência, cada livro que pertence a essa
a classe tem colado na capa e na lombada um círculo de cor azul. Quando as crianças aprenderem
ao usar essa classificação, pode-se fazer uma mais complexa, acrescentando um número a cada
libro sobre el círculo de color. En ese caso cada libro tiene su propia y única identificación. En
na primeira forma, apenas se identifica a classe a que pertence o livro.
Quando uma criança quer pegar um livro da biblioteca, ela vai até lá, escolhe, vai até o primeiro caixa e
busca sua ficha, pega um lápis da cor do livro que escolheu e desenha um círculo. A ficha é colocada
na segunda caixa, no papelão que tem a letra com que começa o seu nome. Ao devolver o
livro, busca sua ficha na caixa em que a havia deixado, faz uma cruz no círculo que havia
desenhe, coloque a ficha na primeira caixa e guarde o livro no lugar que lhe corresponde.
Há duas formas de tornar o processo um pouco mais complexo, na medida em que as crianças
aprendem o sistema. Uma, a explicada com relação a identificar cada livro pela cor da
classe e o número que corresponde a esse livro. A outra forma está relacionada com o momento
em que a Educadora acrescenta o sobrenome aos distintivos. Nesse momento, pode-se mudar a
localização das fichas das crianças nas caixas da biblioteca e organizá-las pela letra inicial
do sobrenome.
6. CREACION DE CUENTOS
A criação de contos é uma atividade individual que tem como objetivo que as crianças
expresam sentimentos, emoções ou experiências e estas sejam registradas através da
escritura.
No início, a estratégia é utilizada apoiando-se no desenho, uma vez que a criança é hábil em
a expressão é oferecida para realizá-lo sem desenho. O trabalho é realizado da seguinte forma: se
entrega a cada niño uma folha dividida em quadrados e se lhe propõe que desenhe um
conto inventado por ele ou uma experiência que ele tenha tido. Ele é avisado que deve deixar um
espaço para a escrita no lugar que ele achar mais adequado.
Una vez hecho el dibujo, la Educadora se sienta en el lugar del niño y él, parado detrás de ella,
com o objetivo de que observe a forma de escrever da Educadora, dita o que quer
expressar em cada quadro.
Uma vez escrito, a criança ocupa seu assento e recorta os quadrados. Em um quadrado retirado de outro
hoje desenhe a capa e peça que escrevam o nome que ele deu ao conto. As folhas e a
A capa do livro pode ser grampeada ou perfurada e unida com fio ou cordão. A Educadora
escribirá el nombre del niño en la tapa del libro y la fecha de realización en la contratapa;
finalmente, juntos, Educadora e criança, inserirã o livro na biblioteca, classificando-o com o
círculo y el número que le corresponda.
8. INTERROGAÇÃO DE TEXTOS
Interrogar um texto é investigar o sentido da escrita, sem oralizar nem decifrar. Também
pode-se entender como a pesquisa que um sujeito realiza sobre conteúdos relevantes e
necessários. Para chegar a interrogar um texto é necessário que exista uma estreita relação
entre os conteúdos do escrito e a necessidade do leitor.
As hipóteses específicas de trabalho sobre as quais se fundamenta este tipo de atividade são as
siguientes:
• A criança se torna leitora lendo. Não é necessário passar por um período de aprendizagem de leitura.
para então chegar a ser leitor e então poder ler.
• A criança não é ensinada a ler. A criança constrói sua noção de linguagem escrita e aprende a
compreender as mensagens escritas com a ajuda de um adulto leitor eficiente.
O texto que se questiona deve ser um texto natural, que responda às necessidades dos
crianças. Pode apresentar uma diagramação em uma desordem aparente, com maiúsculas e
minúsculas misturadas, com figuras informativas, etc. O texto deve ser um texto que pertence
à realidade e não um construído especialmente para aprender a ler.
O relato que os crianças fazem das informações obtidas pode ser realizado em qualquer
ordem e não deveria ser uma lista de palavras. O que as crianças descobrem são os elementos que
tiveram mais sentido para eles, como por exemplo $100. As informações obtidas por ele
será "vale $100". Desde esse momento, a criança está formulando uma hipótese sobre o conteúdo
do texto já que ele não reconhece a palavra “valor”.
Nesse relato das informações obtidas, a criança geralmente não menciona palavras como
preposições ou artigos, já que estes não têm um sentido preciso para ele. O que para a criança
Importa é o sentido geral do texto e a decodificação de sílabas e palavras.
Dentro da sala de aula, as crianças dispõem de diferentes meios para verificar suas hipóteses.
sobre o sentido do texto. Alguns deles podem ser os seguintes:
• Intercâmbio com seus colegas.
• O contexto geral da página dá sentido às palavras.
• O arquivo da classe.
• Pôsteres ou ilustrações.
• Discussão sobre o encadeamento de ações (poemas ou receitas).
Para ajudar a criança nesse aprendizado, é necessário elaborar e utilizar ajudas em referências.
Através de cartazes ou arquivos, pode-se classificar toda a informação conhecida pelas crianças já
seja em grupo ou individualmente. Algumas ideias são:
• Um cartaz com todas as palavras conhecidas em um projeto.
• Arquivos com palavras que são usadas para fazer cartas.
• Arquivos com palavras que começam com…
• Arquivos com hilativos, ou seja, palavras que não podem ser desenhadas.
• Arquivos com palavras que servem para fazer perguntas.
As principais características que devem apresentar os textos que são oferecidos às crianças é que
devem ser naturais e funcionais. Devem ser variados, abrangendo todo tipo de temáticas.
Podem corresponder a:
•Publicidade: folhetos, cartazes, cinema infantil, etc.
•Periódicos: diários, revistas semanais, etc.
Enciclopédias: de animais, de história, de ciências, etc.
•Instruções: cozinha, como montar, como construir, etc.
•Antologia poética: infantis, de adultos, etc.
Segundo Jolibert, J.(op. cit.) a palavra "texto", neste caso, funciona em oposição a "palavras",
"frases" e "manuais confeccionados para aprender a ler". Também a palavra "texto" se
entende no sentido de qualquer texto que tenha superestrutura completa (carta, conto,
ficha, afiche, poema, etc.) funcionando em situações reais de uso. Em síntese, trata-se de
textos completos, desde seu início até seu fechamento (não dividi-los por parágrafos ou listas de
palavras) e autossuficientes, ou seja, sem ilustrações para duplicar o sentido.
Quando o Educador está convencido de que não se ensina as crianças a ler, mas que elas
aprendem com a ajuda de um adulto leitor, a pergunta que surge é: que ajuda pode
oferecer-se à criança, ao longo de seu aprendizado?
Finalmente vale a pena perguntar-se o que acontece com o ensino de código? Isso pode
aplicar-se como uma estratégia a mais entre todas as outras, no entanto não deve ser privilegiada
sistematicamente.
Esta estratégia deve ser usada com aquelas crianças que a utilizam espontaneamente como recurso.
de descoberta. Nas ocasiões em que não se descobre pelo contexto o sentido de algum
palavra, a criança pode vir a descobrir sons que já identifica e associá-los à palavra
nova. Em todo caso, a situação de uso da estratégia de decodificação aparece como o
resultado de uma busca que não foi resolvida por outros meios.
Não é conveniente iniciar a interrogação de um texto a partir do código, pois este não é
significativo e a resposta que se obtém surge de uma análise lógica aplicada à palavra e não
apoiado pela situação de significação e comunicação.
Segundo Jolibert, J.(op. cit.) podem ser encontrados sete elementos que aportam significado a um
texto e que as crianças deveriam ser habilidosas na descoberta deles. Esses elementos ou
As chaves de significação estão em permanente interação dentro de um texto. A atividade de
a leitura é um processo de busca e relação das marcas que correspondem a cada um de
los elementos que dan sentido al escrito.
A tarefa da criança que aprende a ler não é analisar o texto a partir desses sete elementos.
Tampoco cabe ao professor ensinar essas categorias para que a criança as aprenda como
uma sequência de gramática explícita.
1. A noção de contexto
É necessário identificar o contexto de um texto e não de uma palavra. Os índices mostram o
contexto de situação e textual em que se insere o texto que se lê.
- Contexto situacional: Por que vias concretas um texto chegou ao leitor?
- Contexto textual, ou seja, origem do texto a ler: Está retirado de um escrito complexo?
(de un diario, álbum de cuentos, etc.) ¿Es un texto autónomo? (una carta, un panfleto,
etc.).
4. Superestructura
Esta se manifesta através de:
Organização espacial e lógica dos blocos de texto (silhueta).
- Esquema narrativo (caso se trate de uma história, conto, lenda, romance, etc.).
- Dinámica interna: inicio, cierre, progresión.
5. Linguística textual
Corresponde ao funcionamento da língua além da frase.
- Las opciones de la enunciación y sus marcas (manifestaciones): personas, tiempos,
lugares.
- Os nexos: os subtítulos e os hilativos.
Os campos semânticos: redes de significado.
- Puntuación del texto.
6. Lingüística da frase
- Sintaxe: grupos, relações, transformações.
- Vocabulario: las opciones lexicales, las palabras en contexto.
- Ortografía gramatical y la que se puede deducir por el sentido.
Pontuação da frase.
9. TRABAJO DE PROYECTO
Um projeto é um trabalho de longo prazo que deve ser desenvolvido em conjunto, nele devem
participar adultos e crianças tanto na criação quanto na realização.
A conquista do projeto deve ser uma realização concreta, suficientemente explícita para que os
as crianças possam imaginá-la e se comprometam afetiva e intelectualmente.
9.1 O tema
Este pode ser proposto pelos adultos ou pelas crianças, mas deve ser aprovado pelos
adultos e crianças.
9.2 A duração
O tempo durante o qual o projeto será desenvolvido deverá ser discutido e determinado em
conjunto entre professores e crianças. Dentro das pessoas que devem participar estão aquelas que
pertencem à Direção ou Coordenação Escolar para que este (o tempo) não interfira.
organização escolar e não seja interferido pelas atividades gerais programadas pela
Unidade Educativa. O tempo de trabalho deve ser flexível e será formulado de acordo com as
necessidades das pessoas que participam.
Os projetos podem ser de longo, médio ou curto prazo. Em geral, um projeto de curto
o prazo não durará mais de uma semana, mas se pode durar apenas um dia, os de médio prazo
podem durar um ou dois meses e os de longo prazo podem durar um ano escolar. No entanto,
nestes últimos sempre devem existir metas de curto alcance que permitam avaliar o processo
e adaptar as propostas aos resultados alcançados.
9.3 As tarefas
Estas também são propostas em conjunto e aprovadas por todos. Podem ser desenvolvidas em
grupos grandes ou pequenos e cada um pode assumir trabalhos diversos.
A realização de um projeto pode ser planejada considerando a rotina, assim como também pode
realizar-se planteando desde o início que se desenvolverá sem respeitar a rotina diária. No
primeiro caso, a Educadora deverá integrar as tarefas do projeto no momento da rotina que
seja mais adequado.
Hora de Trabajo:en las diferentes áreas se ponen los materiales que se necesitan para el
logro do projeto e cada criança ou grupo de crianças poderá realizar, nesse momento, algum aspecto
de sua tarefa.
Hora do Grupo Chico: durante este período da rotina, as crianças também podem trabalhar
no projeto, mas isso deve ser organizado pela Educadora, já que é o momento em que
que ela organiza as atividades escolares.
Caso o projeto seja planejado sem considerar a organização horária da Rotina Diária,
A Educadora deverá se preocupar para que as crianças tenham bem claro o desenvolvimento do projeto
e a forma como será operado para que não haja desorganização entre as crianças.
Em geral, esta última opção pode ser aplicada a projetos de curto ou médio alcance.
Deve ser realizada uma calendarização aproximada dos tempos e prazos, para que as crianças
podem ter prazos temporais para a realização de cada uma de suas tarefas. Este
A calendarização deve ser flexível.
9.6 La planificación
O planejamento de um projeto requer que pelo menos as seguintes fases sejam cumpridas:
c) Especificación de las fases del proyecto. Es necesario que los niños vean, progresivamente,
resultados concretos para mantener el interés por el proyecto. Cada parte del proyecto que
se realize deverá ter um significado concreto. O nível operativo das crianças do Jardim
Infantil e Primeiro de Educação Geral Básica, não os permite realizar imagens
antecipatórias, portanto não é conveniente construir aspectos ou partes sem significação para
ser integradas e compreendidas posteriormente.
d) Areas del desarrollo del niño y su relación con el proyecto. En la planificación del proyecto,
a professora deverá ter em mente que todas as áreas do desenvolvimento estão em jogo
durante a execução deste. Dessa forma, ela poderá fazer os ênfases enquanto este se
lleva a cabo.
f) Determinação de necessidades.
TEMA: En conjunto con los niños se decide que el tema será “Conozcamos Chile”.
RESULTADO FINAL: Una maqueta de Chile en la que se pondrán los productos característicos
de cada região. A inauguração da maquete ao público será realizada com uma festa na qual
se mostrarán los bailes típicos de cada región.
Las ventajas que presenta, el trabajo de proyecto con los niños, son las siguientes:
d) Favorece a compreensão das situações de aprendizagem, uma vez que estas têm um
carácter significativo para el niño. El niño, apoyándose en sus esquemas cognitivos previos,
dá sentido ao que o rodeia, descobre seu significado e estabelece relações, favorecendo-se
assim a construção de redes de significado.
k) Favorece a generalização dos aprendizados alcançados, uma vez que esses projetos em
geral, se inscrevem em situações da vida cotidiana.