FACULDADE DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
ESCOLA PROFISSIONAL DE ENGENHARIA CIVIL
Método de Rigidez
AUTOR (ES):
Cruzalegui Sánchez, Lener
Falcon Varas, Fredy Miguel
Hermoza Vasquez, Ana Sofia
Martinez Carpio, Nicole Jasury
Perez Julca, Franklin
ASESOR:
Mgtr. Del Castillo Villacorta Henry Joseph
LINEA DE INVESTIGACIÓN:
Design sísmico e semiestrutural
LINEA DE RESPONSABILIDAD UNIVERSITARIA:
Desenvolvimento Sustentável e Adaptação às Mudanças Climáticas
Chimbote–Peru
2023
ÍNDICE
Capa
ÍNDICE
I. INTRODUÇÃO
II. DESENVOLVIMENTO
2.1. MÉTODO DE RIGIDEZ. - FUNDAMENTOS. - GRADO
LIBERDADE E INDETERMINAÇÃO CINEMÁTICA. -
COEFICIENTES DE RIGIDEZ. -APLICAÇÃO A VIGAS
III. CONCLUSIONES
REFERENCIAS
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I. INTRODUCCIÓN
Os engenheiros que se dedicam à análise estrutural de edificações
garantem que seus designs atendam a um padrão para alcançar
objetivos constituídos de segurança, ou seja, que a estrutura não se
desplome sem dar nenhum aviso prévio ou de nível de serviço, por
exemplo, que a vibração em um edifício não incomode seus ocupantes.
Por outro lado, são responsáveis por fazer uso eficiente do dinheiro e
materiales necesarios para obtener estos objetivos. El análisis
estrutural é o uso das equações da resistência dos materiais
para encontrar os esforços internos, deformações e tensões que
atuam sobre uma estrutura resistente, como edificações ou
esqueletos resistentes de maquinaria. Este relatório tem como finalidade
conocer los conceptos sobre elementos de vigas en dos y tres
direções. Critérios de convergência e continuidade.
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II. DESENVOLVIMENTO
2.1. Método de Rigidez.
-Fundamentos
A Análise matricial de estruturas é um tópico da análise estrutural em que
as equações que regem o problema a ser resolvido são formuladas
matricialmente, sejam equações de equilíbrio de forças ou de compatibilidade
de deformações, dependendo do método utilizado (método das forças ou
método de los desplazamientos), siendo el método de los desplazamientos el
mais adequado para a implementação computacional.
O objetivo desta disciplina é o modelamento da análise estática e linear de
estruturas reticuladas (constituídas por elementos onde uma dimensão
predomina em relação às outras duas–barras), utilizado principalmente o
método de los desplazamientos con formulación matricial, capacitando a los
alunos a utilizar de forma racional os programas de análise estrutural e a
desenvolver seus próprios programas.
Fundamentos Teóricos dos Métodos da Flexibilidade e Rigidez
Nesta oportunidade, veremos os fundamentos teóricos dos métodos da
rigidez y de la flexibilidad. A pesar que estos fundamentos pueden ser
aplicáveis à análise estrutural em geral, veremos isso especificamente
aplicados a estruturas reticuladas, o que, por outro lado, cobre um número
razonable de elementos estructurales usualmente utilizados en la ingeniería
de estruturas.
A formulação dos métodos será desenvolvida em álgebra matricial, o que
permite escrever equações generalizadas para qualquer tipo de estrutura
com a vantagem adicional de que a abordagem matricial é facilmente assimilável
em algoritmos computacionais, permitindo o uso de computadores no
análise, qual é a maior vantagem desses métodos, desde que o computador
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seja capaz de analisar um grande número de estruturas em tempo reduzido,
aumentando consideravelmente a produtividade da análise.
-Introducción al método de la Rigidez- Abordaje general
A formulação física do método da rigidez é inversa à adotada no
método da flexibilidade, enquanto a formulação matemática é idêntica. Em
o método de flexibilidade as incógnitas a serem calculadas eram as redundantes
estáticas, significando que o número de incógnitas a calcular era igual ao
grado de indeterminación estática.
Já no método da rigidez, as incógnitas a serem calculadas são os
desplazamientos nodales conocidos, significando que el número de incógnitas
a calcular-se é igual ao grau de indeterminação cinemática da estrutura.
Uma característica particular do método da rigidez é o uso intensivo de
ações de extremidade em membros restritos que podem ser obtidas
utilizando o método da rigidez e depois de colocados em uma tabela, aplicados
ao método da rigidez.
Para ilustrar uma abordagem generalizada do método da rigidez, analisaremos
a viga cujo esquema estrutural é apresentado a seguir.
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-Introdução ao Método da Rigidez –Abordagem Matricial
A viga da figura anterior representa um caso simples de apenas um grau de
indeterminação cinemática, didaticamente válido para ilustrar o método de
a rigidez, ao analisar uma estrutura mais complexa, com um número
mayor de indeterminaciones cinemáticas, es necesario un procedimiento más
sistematizado e facilmente generalizável.
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-Obtención de la matriz de rigidez de la estructura
A matriz de rigidez da estrutura pode ser obtida pela
conceitualização de seus coeficientes e das relações existentes na
barra submetida a carregamentos axiais.
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S11é a força na coordenada 1 resultante da imposição de um
deslocamento unitário também na coordenada 1, mantendo-se as
demais coordenadas restringidas.
S22é a força da coordenada 2 resultante da imposição de um
deslocamento na coordenada 1, mantendo as demais coordenadas
restringidas.
S12é a força na coordenada 1 resultante da imposição de um
deslocamento unitário na coordenada 2, mantendo as demais
coordenadas restritas
E assim obtém-se a matriz de rigidez da estrutura
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- Graus de liberdade e Indeterminação Cinemática. Coeficiente de
Rigidez
O grau de indeterminação cinemática ou número de graus de liberdade é
o número mínimo de movimentos com o qual é possível definir a
configuração cinemática completa da estrutura, ou seja, o
número de movimientos independientes incógnita de la misma. Son
incógnitas cinemáticas os movimentos de nudo e os movimentos de
extremo de barra. Ao aplicar as condições de compatibilidade na barra e
entre extremo de barra e nudo, essas incógnitas ficam reduzidas aos
movimientos de los nudos (3 para cada nudo libre, 1 o 2 para los apoyos si
as condições de contorno permitem movimentos livres e 1, 2 ou 3 se se
trata de apoios estáticos e aos movimentos das extremidades da barra que
são diferentes dos seus nós associados, ou seja, desconexões
totais ou parciais na extremidade da barra. Deste modo, o número mínimo
de movimentos com o qual é possível definir a configuração cinemática
completa da estrutura, GIC, será o movimento dos nós e de
extremos de barra com desconexões, desde que estes sejam
independentes.
O GIC pode ser obtido subtraindo do número total de movimentos
incógnita o número de movimentos dependentes.
NÚMERO DE MOVIMENTOS INCÓGNITA
As coordenadas cinemáticas são os componentes de movimento
associadas ao nó (tomando como origem a posição inicial deste) e a
extremo de barra (se difere do movimento nudo).
O número de coordenadas cinemáticas (NCC) de uma estrutura plana
será:
NCC=3(NL+A)+∑Dtb+∑Dpb
Sendo:
número de nós livres
A: número de nós de apoio
∑Dtb:número de desconexiones totales en extremo de barra muelles
∑Dpb:número de desconexiones parciales en extremo de barra
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A capacidade cinemática (CC) da estrutura é definida como o número
total de movimentos incógnita, ou seja, todos os movimentos de nós
e extremos de barra com desconexões que não sejam nulas.
Obteremos a capacidade cinemática descontando do número de
coordenadas cinemáticas os movimentos nulos (nos apoios).
CC=NCC−MN=3(NL+A)+∑Dtb+∑Dpb−MN
Sendo:
MN: número de movimentos nulos
Como o número de movimentos livres em cada apoio será 3 a menos do que o
número de sus movimientos nulos:
3(A)−MN=∑Dta+∑Dpa
A capacidade cinemática pode ser expressa também como:
CC=3NL+∑Dtb+∑Dta+∑Dpb+∑Dpa
Siendo: ∑Dta:número de desconexiones totales en los apoyos muelles
∑Dpa:número de desconexiones parciales los apoyos
- Aplicação a vigas
Uma vez que conhecemos o gráfico de momentos
de uma viga,
a determinação das curvaturas locais é
trivial:
Bastará dividir a viga em fatias, desenhar cada
rebanada com sua curvatura real, e desenhar a
imagen compuesta de la viga para medir la flecha
e verificar a rigidez. É conveniente ressaltar
respecto a este procedimento
conceitualmente simples, mas escassamente
prático, que os únicos fatores que intervêm são os puramente
geométricos, d, L, portanto, independentemente do material, da forma
da seção, e até do tamanho da viga, nos casos em que
deformações unitárias s sejam iguais—
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E isso geralmente acontece com os materiais normalmente utilizados em
estruturas de edificação: madeira, aço e concreto armado—, duas vigas
com a mesma sustentação e a mesma proporção X = L / d que
denominaremos habitualmente esbeltez, darán lugar ao mesmo desenho e
terão a mesma flecha relativa. Cabe ressaltar também que se
dimensiona estritamente cada uma das seções de uma viga de canto
constante—o que é pouco prático, mas possível—, teremos em todas
elas o mesmo smáx e, em consequência, a mesma curvatura, pelo que a
a deformação da viga seria um arco de circunferência. Este dimensionamento,
impraticável em madeira e aço, pois requer uma mão de obra
considerável para uma economia teórica de material de 1/3 em relação a uma viga
de seção constante, tenta-se com uma aproximação bastante grosseira em
o concreto armado, no qual, embora a seção externa seja constante, as
as armaduras são dispostas em função da resistência necessária em cada
sección. En todo caso, las deformaciones obtenidas suponiendo que las
vigas deformadas são arcos de circunferência de curvatura:
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2.1. EXERCÍCIO PROPOSTO
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III. CONCLUSIONES
- Conseguiu-se aprofundar os conhecimentos sobre as vigas, que são
elementos importantes que conformam a estrutura de uma edificação.
- Foi realizada a pesquisa de textos que contenham informações
importante acerca del Método de rigidez.
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REFERENCIAS
- Elena, B. (2015).ANÁLISE MATRICAL DE ESTRUTURAS
Extraído de:
[Link]
- Angie, V. G. (2021).DINÂMICA ANALÍTICA
Extraído de:[Link]
- Adolfo Terrazas Olivera, Kontikicorp, 2017.
Disponível em:[Link]
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