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Sistema de Comando em Operações (SCO)

O documento apresenta o Sistema de Comando em Operações (SCO), uma ferramenta gerencial para gerenciar situações críticas, destacando suas características, princípios fundamentais e estrutura organizacional. O SCO é projetado para ser flexível e adaptável, utilizando terminologia comum, cadeia de comando clara e administração por objetivos para facilitar a comunicação e a eficácia nas operações. Além disso, descreve as instalações e áreas padronizadas necessárias para a execução das atividades durante uma emergência.

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Sistema de Comando em Operações (SCO)

O documento apresenta o Sistema de Comando em Operações (SCO), uma ferramenta gerencial para gerenciar situações críticas, destacando suas características, princípios fundamentais e estrutura organizacional. O SCO é projetado para ser flexível e adaptável, utilizando terminologia comum, cadeia de comando clara e administração por objetivos para facilitar a comunicação e a eficácia nas operações. Além disso, descreve as instalações e áreas padronizadas necessárias para a execução das atividades durante uma emergência.

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SCO

INTRODUÇÃO

➔ Desastres: resultado de evento adverso, de origem natural ou induzido pela ação


humana, sobre ecossistemas e populações vulneráveis que causa significativos
danos humanos, materiais ou ambientais e prejuízos econômicos e sociais"
➔ Situação Crítica: exigem, além de uma intervenção imediata de profissionais
capacitados com equipamentos adequados, uma postura organizacional não
rotineira para o gerenciamento integrado das ações de resposta
1. Alto risco: Os riscos decorrentes de situações críticas são elevados e a
possibilidade de que resultados indesejados se concretizem é sempre grande
2. Dinâmicas: os cenários se modificam com muita rapidez, às vezes de maneira
surpreendente, em função da interação complexa de múltiplos fatores
3. Complexas: situações críticas envolvem ações de elevada complexidade
(resgates técnicos, controle de derramamento de produtos perigosos,
evacuação de populações)
4. Confusas: são confusas porque a falta de informações faz com que o cenário
pareça fragmentado, surgem deficiências de comunicação entre os
envolvidos, sobrecarga no comando da operação

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

➔ SCO: O Sistema de Comando em Operações (SCO) pode ser conceituado como


uma ferramenta gerencial (modelo), de concepção sistêmica e contingencial, que
padroniza as ações de resposta em situações críticas de qualquer natureza ou
tamanho
1. O Sistema de Comando de Incidentes (SCI) ou Incident Command System
(ICS) foi desenvolvido na década de 70 nos Estados Unidos, após uma série de
incêndios florestais que devastaram a Califórnia
2. 11 de setembro de 2001 – data emblemática para consolidação do ICS
➔ Concepção Sistêmica: todo o aparato (agência, pessoas, recursos) envolvido na
reação a uma situação e/ou preparação para ela, deve ser visto de forma
integrada. Na operação deve possuir objetivos em comum mesmo tendo agencias
diversas.
➔ Concepção Contingencial: a Estrutura Organizacional de resposta deve ser
capaz de adaptar-se ao ambiente de acordo com cada situação mediante o
emprego de estruturas modulares e flexíveis → as estruturas administrativas do
SCO podem expandir ou reduzir conforme a necessidade
➔ Concepção Para todos os riscos e operações: o modelo tem caráter universal,
ou seja, deve ser utilizável como ferramenta gerencial para planejar, organizar,
dirigir e controlar situações críticas de qualquer natureza ou tamanho

Características
➔ Emprego de terminologia comum: facilitar a comunicação entre as pessoas e as
organizações envolvidas na operação, o uso de expressões peculiares deve ser
evitado.
➔ Estabelecimento e transferência formal de comando:
1. Desde o início da operação deve-se ter quem comanda, seja um comando
único ou unificado
A transferência de comando ocorre:
2. há uma pessoa mais qualificada
3. a situação se altera ao longo do tempo demandando tal transferência
4. o evento se prolonga exigindo uma rotatividade normal de comando
5. a situação volta à normalidade e o comando retorna à organização de
origem
➔ Cadeia e Unidade de Comando: A Cadeia de Comando é uma linha ininterrupta
de autoridade que liga as pessoas dentro do SCO (Onde fluem as ordens). →
Unidade de Comando significa que cada indivíduo responde a apenas uma
pessoa
➔ Comando único ou unificado:
1. Comando Único: quando apenas uma pessoa, representando sua
organização, assume formalmente o comando da operação
2. Comando Unificado: abordagem mais cooperativa, na qual representantes
das organizações envolvidas na resposta à situação crítica atuam em
conjunto
➔ Administração por Objetivos: Consiste em converter prioridades e objetivos
comuns em metas específicas para cada indivíduo dentro do sistema. Cada
integrante deve possuir um objetivo claro
➔ Organização Modular e Flexível: O SCO utiliza uma estrutura organizacional
padronizada, mas flexível na sua implantação. Apenas as necessárias serão
ativadas
➔ Uso de formulários padronizados:
1. Padronização do registro de informações e recursos
2. Consolidação do plano de ação
3. estabelece os canais de comunicação vertical e horizontal do SCO
➔ Uso do Plano de Ação:
1. Inicialmente, ele pode ser apenas verbal, mas durante o desenvolver ele
acaba tornando-se formal sendo colocado em um formulário Padronizado
2. Fornece às pessoas e organizações envolvidas uma ideia geral da situação,
dos recursos disponíveis e, especialmente, dos objetivos e prioridades a
➔ Amplitude de Controle: Refere-se ao número ideal de pessoas que um superior
pode supervisionar, não devendo ser inferior a três, nem superior a sete
➔ Instalação e áreas padronizadas:
1. As instalações e recursos recomendados pela ferramenta visam atender às
diversas necessidades e propósitos da operação
2. recomenda também a organização da área envolvida em uma situação crítica
em diferentes zonas de trabalho
➔ Gerenciamento Integrado do Recurso: todos os recursos (operacionais ou
logísticos), assim que cheguem próximos à cena da emergência, sejam
imediatamente encaminhados para uma área de espera previamente definida,
local onde esses recursos são recepcionados, cadastrados e permanecerão
disponíveis até seu emprego → Deverão ser anotados em Formulários
Padronizados
➔ Comunicação Integrada: desenvolvimento de um plano de comunicações que
diz quem conversa com quem e como
➔ Gestão da Informação e Inteligência: Devem ser adotadas ações para
padronizar processos e meios de busca, coleta, análise e compartilhamento de
informações para a efetiva produção de conhecimento voltado para o
assessoramento do processo de tomada de decisão
➔ Controle de Ações e Responsabilidade: Todos os envolvidos devem
compreender a responsabilidade que possuem e, com isso, devem direcionar
suas atitudes visando o atendimento dos princípios destacados pela ferramenta.
➔ Designação e dispensa de missão por comando: Ligado ao gerenciamento do
recurso (unidade de mobilização/desmobilização) no planejamento. → Todo
recurso, humano ou logístico, somente pode ser empenhado pela autoridade
competente

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Comando
1. É fundamental que o responsável pelo Comando adote um organograma
padrão para sistematizar o SCO
2. o responsável por direcionar as ações e estabelecer as diretrizes e prioridades
para cada fase operacional
3. instalação do Sistema de Comando em Operações (SCO)
4. avaliação da situação e definição de prioridades
5. estabelecimento de objetivos, estratégias e táticas
6. desenvolvimento do Plano de Ação do Incidente
7. Possui toda função do seu staff: Segurança dos envolvidos, coordenação com
órgãos externos, divulgação de informações à mídia, registro e documentação

Staff de Comando
➔ Responsáveis por algumas atribuições diretas do comando, evita que o comando
seja sobrecarregado.
➔ Segurança: encarregado de monitorar, avaliar e mitigar os riscos de segurança,
garantindo a proteção do pessoal envolvido
1. monitoramento e avaliação de riscos
2. garantia da segurança do pessoal;
3. prevenção de atos inseguros
4. revisão e aprovação de documentos de segurança
5. investigação de acidentes
➔ Informação ao público: gestão da comunicação durante operações e incidentes,
garantindo que as informações sejam precisas, acessíveis e oportunas para todas
as partes interessadas, incluindo a mídia e o público em geral
1. divulgação de informações
2. comunicação com mídia e comunidade
3. determinar, de acordo com as instruções do comandante da operação,
quaisquer limites na divulgação de informações
4. realizar entrevistas periódicas com a mídia e organizar passeios e outras
entrevistas ou briefings necessários
➔ Secretária: prover suporte administrativo e na gestão de documentos,
concentrando-se em funções administrativas
1. gestão documental e registro
2. suporte administrativo
➔ Ligações: facilitação da comunicação entre diferentes agências e partes
interessadas durante operações e incidentes
1. facilitação da comunicação entre agências
2. coordenação de informações
3. resolução de conflitos]

Staff Geral

➔ Conduzem as atividades operacionais no nível tático, executando o plano de ação


do incidente (PAI)
➔ Operações
1. responsável pela execução das atividades de resposta no terreno
O chefe de operações:
2. deve adequar o organograma de acordo com a necessidade
3. garantir a segurança das operações táticas
4. gerenciar e supervisionar a execução das operações táticas conforme
delineado no PAI
5. solicitar recursos adicionais conforme necessário
6. determinar a estrutura organizacional dentro da Seção de Operações

Área de Espera: A Área de Espera é o local onde todos os recursos empenhados


na operação devem se apresentar inicialmente, Deve ser controlada por um
encarregado

1. delimitar e sinalizar adequadamente a área de espera


2. cadastrar os recursos mobilizados que chegam ao local da emergência ou
situação crítica
3. prestar orientações iniciais sobre a emergência ou situação crítica ao
pessoal que chega na área de espera
4. controlar a situação dos recursos
5. designar recursos disponíveis conforme solicitado
Seção Operacional : controla os seus recursos disponíveis usando como critério
a afinidade das atividades ou os objetivos de ação tática ( Seção de BM, PM )

Setor Operacional: controla os seus recursos disponíveis usando como critério a


divisão geográfica ( Setor norte, sul, A, B)

➔ Planejamento: Prepara e documenta o plano de ação para alcançar os objetivos e


prioridades estabelecidas pelo comando, coleta e avalia informações, mantém
um registro dos recursos e da emergência ou situação crítica como um todo

Chefe de Planejamento

1. manter o status de todos os recursos e exibir o status da situação


2. preparar um Plano de Ação de Incidente (PAI)
3. preparar o plano de desmobilização
4. coordenar a participação de especialistas técnicos designados para um incidente

Situação: Coleta e analisa informações sobre a situação atual, preparando displays e


resumos da situação,

Recursos: Registra e monitora os recursos operacionais envolvidos na operação

Documentação: Responsável por toda a parte escrita do plano de ação, mas também
registra, controla e arquiva documentos importantes para o evento

Mobilização/Desmobilização: Responsável pela solicitação ou dispensa dos recursos


necessários à operação. Evita excesso de recursos ou falta de recurso.

Especialistas: Pessoas com conhecimentos especializados que cooperam em situações


especiais

➔ Logistica: Fornece suporte, recursos e outros serviços necessários


Chefe Logistica
1. adquirir, manter e rastrear todos os recursos necessários para apoiar as
operações
2. gerenciar a distribuição e alocação de recursos, garantindo que sejam
utilizados de forma eficiente
3. coordenar o transporte de pessoal, equipamentos e suprimentos para o local
do incidente
4. fornecer apoio de comunicações, instalações de acampamento, alimentação,
água, saneamento e outros serviços de apoio
5. manter registros precisos de todos os recursos e atividades logísticas,
incluindo custos e despesas associadas
Suporte: Providenciam e distribuem suporte material para as operações e as
instalações ativadas ( Seção suprimento + Seção de Instalação)
Serviços: Prestam serviços para os integrantes da operação por meio de
seções de comunicações, serviços médicos e alimentação
➔ Administração/Finanças: Controla e monitora os custos relacionados à
operação como um todo, horas trabalhadas para fins de indenização, compras,
orçamentos, contratos, pagamentos
Chefe Administração
1. gerenciar todas as operações financeiras
2. coletar e analisar dados financeiros
3. supervisionar a documentação e solicitação de reembolso

Emprego: controlam as horas de trabalho do pessoal e equipamentos


empregados na operação para fins de pagamento, além de indenizações por
mortes ou lesões de trabalho.

Compras: efetuam os procedimentos legais para a compra ou contratação de


bens e serviços

Custo: controlam os gastos da operação, a fim de determinar o custo da mesma e


identificar a necessidade de recursos financeiros adicionais

INSTALAÇÕES E ÁREAS PADRONIZADAS

➔ Espaços físicos, tanto móveis quanto fixos, nos quais um conjunto predefinido de
atividades do Sistema de Comando em Operações (SCO) é realizado

Instalações Padronizadas

➔ Cada instalação possui simbologia própria a fim de facilitar a localização e


identificação das mesmas no mapa da operação
➔ Posto de Comando
1. constitui o ponto central para a execução das atividades de comando durante
uma operação
2. implementação deve ser realizada imediatamente após a ativação do SCO
3. retângulo de cor laranja, com as letras PC em cor preta no centro
4. Local seguro, boa visualização, fácil acesso, capacidade de ampliação.
➔ Base de Apoio
1. Local destinado ao desenvolvimento de atividades logísticas
2. o abastecimento e a manutenção de veículos, reparo e substituição de
equipamentos e materiais
3. armazenamento de suprimentos
4. estabelecidas apenas em eventos mais complexos que demandam uma
logística mais robusta ou durante operações de maior duração
5. círculo de cor amarela, com a letra B em cor preta no centro.
6. Local seguro, distancia equilibrada, fácil acesso, capacidade de ampliação e
vigilância
➔ Acampamento
1. Local destinado a fornecer suporte às necessidades humanas
2. alojamento, alimentação, atendimento médico, assistência psicológica, áreas
para banho, entre outros serviços
3. apenas em eventos de maior duração ou em situações em que a natureza do
evento requer o deslocamento de recursos operacionais de áreas mais
distantes
4. círculo de cor amarela, com a letra A em cor preta no centro
5. Local seguro, distancia equilibrada, fácil acesso, capacidade de ampliação e
vigilância

➔ Centro de informação ao público


1. Local designado para conduzir as atividades de atendimento à mídia
2. instalados apenas quando a situação crítica gera uma expectativa significativa
de presença de profissionais da imprensa
3. triângulo de cor amarela, com a letra I em cor preta no centro
4. Local seguro, distancia equilibrada, fácil acesso, capacidade de ampliação e
vigilância
➔ Helibase
1. onde ocorrem atividades de suporte às operações aéreas
2. estacionamento, abastecimento e manutenção de aeronaves
3. distância entre o incidente e o aeródromo/heliporto mais próximo prejudica a
autonomia e agilidade das operações
4. círculo de cor amarela, com a letra H em cor preta no centro
5. Normas específicas de segurança e vigilância continuada
➔ Heliponto
1. Área destinada exclusivamente ao embarque e desembarque de pessoal e
equipamentos em aeronaves
2. sem uma estrutura de suporte específica
3. instalados de acordo com as necessidades operacionais
4. círculo de cor amarela, com a letra H acrescida de um numeral indicativo,
ambos em cor preta no centro
5. Normas específicas de segurança e vigilância continuada
Áreas Padronizadas
➔ Área de Espera
1. Local delimitado e identificado, também pode ser chamada de
Estacionamento
2. Local onde os recursos de apoio irão se apresentar para o Chefe da Área de
Espera e aguardar as ordens
3. círculo de cor amarela, com a letra E em cor preta no centro
4. Local seguro, próximo a emergência, fácil identificação, vigilância
➔ Área de Concentração de vítima
1. Local designado para reunir, triar e fornecer atendimento inicial aos afetados
pela situação crítica
2. A instalação da Área de Concentração de Vítimas ocorre logo após a
identificação da existência de múltiplas vítimas
3. círculo de cor amarela, com as letras ACV em cor preta no centro
4. Local seguro, próximo a emergência, fácil identificação, vigilância, fluxo de
atendimento acelerado e seguro

Zonas de trabalho

➔ Zona quente
1. A zona quente é o local onde os efeitos do fenômeno causador da emergência
ou situação crítica são mais intensos
2. É nessa área que as operações de maior risco e complexidade serão
realizadas
➔ Zona morna
1. uma localidade intermediária entre a zona quente, de maior risco, e a zona
fria, totalmente segura
2. Local onde os profissionais envolvidos podem repassar orientações, trocar
equipamentos e materiais, realizar verificações de segurança e passar por
procedimentos de descontaminação
➔ Zona fria
1. A zona fria é o local que abriga as instalações e os recursos destinados a
oferecer suporte às atividades da operação como um todo
2. Embora seja considerada uma zona segura com circulação livre, é necessário
implementar procedimentos de segurança para restringir o acesso às
instalações de apoio

FORMULÁRIOS PADRONIZADOS
➔ São instrumentos de registro que facilitam controlar e organizar os incidentes
➔ Sua utilização é facultativa, a critério do Comandante da Operação
➔ ICS 201
1. Briefing do Incidente
2. fornecer ao Comandante da Operação informações básicas sobre a situação
do incidente e os recursos alocados para ele
3. funciona como uma planilha de ação inicial → serve como registro
permanente da resposta inicial ao incidente
➔ ICS 202
1. Formulário de Objetivos do Incidente
2. descreve a estratégia básica do incidente, os objetivos do incidente, as
prioridades do comando e as considerações de segurança para uso durante o
próximo período operacional
3. pode ser por si só o Plano de Ação do Incidente (PAI) ou pode fazer parte do
PAI
➔ ICS 204
1. A Lista de Designações
2. informa o chefe de cada Divisão, Grupo ou recurso sobre suas atribuições
durante a resposta
3. é anexado ao ICS 202 e entregue a todos os destinatários como parte do PAI.
➔ ICS 205
1. Plano de Comunicações Incidente
2. fornece informações sobre a comunicação via rádio ou telefone para cada
período operacional
3. ICS 205 é anexado ao ICS 202 e entregue a todos os destinatários como parte
do PAI
➔ ICS 206
1. Triagem de Vítimas
2. foco direcionado às próprias vítimas dos sinistros, através do método START
de triagem, possibilitando melhor controle de identificação, rápida avaliação e
transporte para unidades hospitalares
➔ ICS 207
1. Organograma do Incidente
2. um gráfico visual que descreve as atribuições de posições da organização do
SCO
3. possui tamanho padrão em A3 e é destinado a ser montado na parede dos
postos de comando
➔ ICS 211
1. Lista de Registro
2. Ao chegar em uma operação, é fundamental que as equipes se apresentem na
área de espera para seu registro
3. registrar os horários de chegada de todos os recursos, a quantidade de
equipamentos e pessoas disponíveis em cada equipe, dentre outros
4. Seu preenchimento é realizado prioritariamente pelo Encarregado da Área de
Espera
➔ ICS 215
1. Planejamento Operacional
2. comunica as decisões tomadas pelo Chefe da Seção de Operações durante o
debriefing sobre as atribuições e necessidades de recursos para o próximo
período operacional

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