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Dicas para Prova de Cirurgia SES-RJ

O documento aborda temas relevantes para provas de cirurgia e medicina, incluindo obstruções intestinais, anatomia visceral, endocardite, sepse, febre reumática, tuberculose e ginecologia. Destaca a importância de revisar conceitos básicos e apresenta diretrizes de diagnóstico e tratamento para diversas condições. O conteúdo é voltado para estudantes e profissionais da área médica, preparando-os para questões práticas e teóricas em exames.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Dicas para Prova de Cirurgia SES-RJ

O documento aborda temas relevantes para provas de cirurgia e medicina, incluindo obstruções intestinais, anatomia visceral, endocardite, sepse, febre reumática, tuberculose e ginecologia. Destaca a importância de revisar conceitos básicos e apresenta diretrizes de diagnóstico e tratamento para diversas condições. O conteúdo é voltado para estudantes e profissionais da área médica, preparando-os para questões práticas e teóricas em exames.
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Dr.

Pier Paolo Paradisi


Em cirurgia não tem multimídia aqui Subcoordenador de Cirurgia
na SES-RJ
Caixinha de surpresas essa prova
O máximo que vejo eles cobrando é avaliar uma
radiografia de abdome agudo: O perfil da banca especialmente da cirurgia é completamente
errático, antes caía até questão de infecto na cirurgia. Tem
questão completamente sem salvação de tão específica.
Obstrução alta:
Intestino Delgado
Nos últimos anos a prova ter apresentado esse formato de pedir
Vômitos precoces biliosos
muitas questões do mesmo tema, se vai continuar assim
Menos distensão ninguém sabe.
Principal causa: Bridas
Outras causas: O que eu recomendo, rever aqui os básicos de assuntos mais
Hérnias – íleo paralítico. importantes para se garantir.

Obstrução baixa: Arrasem! Boa sorte e nos vemos na correção mais tarde!
Cólon e reto
Vômitos tardios fecalóides
Mais distensão
Principal causa: Neoplasia
Vias Biliares e colecistectomia
Outras causas:
Volvo – megacólon – Ogilvie Hérnia

Abdome Agudo

Obesidade

CAD Esôfago Estômago

Abdome Agudo - Sindrômico Câncer Colorretal Obstruído

Costuma cair junto do abdome agudo obstrutivo e é


Categoria Exame Físico um tema que ainda não caiu, no geral o tratamento é
sempre cirúrgico seja com ressecção ou ostomia
Dor de evolução progressiva,
Inflamatório que se localiza Febre,
náuseas e vômitos

Dor + Distensão + Parada de


Obstrutivo
eliminação de fezes e flatus

Dor aguda, intensa, difusa


Perfurativo
Peritonite

Dor abdominal forte palidez, Princípios cirúrgicos:


Hemorrágico hipotensão, anemia, Ressecção em bloco
peritonite Mínimo 12 linfonodos
Margens ≥ 5 cm
Dor não compatível com
Vascular
exame físico
Anatomia Visceral Acalásia
Tema quente, sempre cai algo de anatomia na SES-RJ, Lembrar da apresentação em imagem classificação
vou trazer aqui algumas das informações mais principalmente!
importantes

Dilatação
Estase
Ondas terciárias
Estreitamento do EEI
Ausência de bolha
gástrica

Rezenze:
I – Até 4cm.
II – Esôfago entre 4-7cm.
III – Esôfago entre 7-10cm.
IV – Esôfago maior 10cm. Dolicomegaesôfago.

Relembrem pcinipalmente a anatomia do tronco Tratamento geral:


celíaco:
O primeiro principal ramo é o tronco celíaco, dando I – Incipiente: tratamento clínico ou dilatação
origem a: (cardiomiotomia e POEM são opções)
1. Artéria hepática comum. II e III – Não avançada: cardiomiotomia (POEM é um
2. Artéria esplênica opção)
3. Artéria gástrica esquerda IV – Avançada: esofagectomia (thal-hatafuku e Serra
Dória são opções

Cirurgia bariátrica - procedimentos


Patologias agudas das vias biliares
Neste tema, precisamos conhecer as principais
indicações e as duas principais opções cirúrgicas!
No tema recorrente de vias biliares nas provas acho Sleeve
interessante revermos as principais patologias agudas Extremos de Idade (jovens e Idosos).
Exa Hérnia Incisional Gigante.
m
USG e de e Osteoporose.
de s
Colelitíase: vias colha: Esteatose pós Transplante hepático.
Presença de cálculos na vesícula bilia
res Uso de Anticoagulantes.
Cólica biliar
Comorbidades Graves (Hepatopatia, DRC, Anemia
Operar eletivamente Coledocolitíase: intensa, DII).
- Obstrução da via Super Superobesos (procedimento ponte).
Colecistite:
biliar.
- Icterícia
→Cirurgia mais realizada nos EUA.
Inflamação aguda da vesícula intermitente +
Dor refratária, febre, leucocitose cólicas
Murphy +
Operar de urgência
- CPRE X
Colangite:
Bypass
Infecção aguda da via biliar
Diabetes Tipo 2.
Charcot = Dor em HCD, febre, icterícia
Síndrome Metabólica.
Reynaulds = + hipotensão e RNC
DRGE.
CPRE de urgência
Superobesos.
→ Cirurgia mais realizada no BR
Dr. Thomas Israel Dornelas
Pouco provável que surja alguma Professor da Clinica Médica

questao de multimídia... masss


Uma possibilidade de multimídia de aparecer
em sua prova, são os fenômenos vasculares e A prova da SMS-RJ costuma ter pouca dificuldade, é uma prova
imunológicos da endocardite! justa... mas as vezes gosta de um pouco de rodapé de livro! Não
se assuste se algo dito absurdo aparecer na sua prova, parta pra
Manchas de Janeway: São fenômenos próxima questão e segue o jogo!!!
vasculares encontrados em palma das mãos
e planta dos pés que podem sugerir Apesar da atual tendência do uso de imagens, as questões
dessa prova são mais teóricas e vão direto ao ponto... não tente
embolização pela endocardite!
ir muito além. No dia da prova pense: aqui é o arroz com feijão
bem feito.

Excelente prova, pessoal! Espero vê-los como R1 em 2026, hein?

Manchas de Roth: São fenômenos


imunológicos encontrados na fundoscopia
que sugerem a deposição de complexo na
retina! Emergência | Sepse e Choque Séptico

Cardiologia | Endocardite

Reumatologia | Febre Reumática

Gastroenterologia | DRGE

Infectologia | Tuberculose

ENDOCARDITE ENDOCARDITE - Critérios de Duke


Não tem como pensarmos em endocardite sem Para diagnóstico é necessário a presença de:
considerar os fatores de risco dessa condição: uso 2 maiores OU
drogas EV; prótese valvar e cardiopatia estrutural. 1 maior e 3 menores OU
5 menores.
De maneira geral, os pacientes com valva nativa CRITÉRIOS MAIORES
devem ter o S. aureus e Enterococus como principais
agentes. Já os pacientes com prótese valvar, você Microbiológico
2 HMC positivas com germes típicos: S. viridans, S. bovis, S. aureus e
precisa lembrar dos agentes hospitalares como a P. Enterococcus ou 1 HMC positiva: C. burnetti ou títulos de IgG de fase I >1:800.
aeruginosa. Imagem
Lesões sugestivas em: Ecocardiograma, TC, FDG-PET/CT, SPECT/CT.
A suspeita clínica deve aparecer quando o paciente
apresentar FEBRE + SOPRO NOVO! E, além disso, você CRITÉRIOS MENORES
deve considerar os fenômenos clínicos que podem Temperatura > 38 °C
surgir por embolização séptica (hemorragia Predisposição
subungueal, aneurisma micótico e manchas de Valvopatia; Doenças congênitas não corrigidas; Próteses valvares.
Janeway) e por deposição de complexo (nódulos de Fenômenos vasculares
Osler e manchas de Roth). Infarto séptico pulmonar; Embolia arterial; Aneurisma micótico; Hemorragia
intracraniana; Hemorragia conjuntival; Lesões de Janeway.
Fenômenos imunológicos
O diagnóstico envolve os Critérios de Duke (confere Glomerulonefrite; Nódulos de Osler; Manchas de Roth; Fator reumatoide
lá no BET2) e o tratamento é com antimicrobianos. positivo.
Valva Nativa: Ampicilina + Oxacilina Evidência microbiológica
Valva Protérica < 1 ano: Vancomicina + Gentamicina HMC + que não preenche os critérios maiores ou sorologia para
microrganismo compatível com EI.
FEBRE REUMÁTICA SEPSE
É uma complicação tardia da faringoamidalite por S.
Na presença de uma infecção associada a disfunção
pyogenes que pode levar a acometimento articular,
orgânica, a sepse deve ser sua hipótese diagnóstica!
cardíaco, cutâneo e neurológico.
As questões desse assunto costumam ser tranquilas e
Um ponto importante para sua prova é a profilaxia
você não pode perder esse ponto!
secundária:
Sem cardite
A disfunção orgânica na sepse deve ser mensurada
Até 21 anos ou 5 anos após último surto
através do SOFA, dito alterado quando varia mais de 2
Cardite sem sequela ou insuficiência leve
Até 25 anos ou 10 anos após último surto.
pontos em relação ao basal do paciente!
Cardite sequelar ou insuficiência grave/estenose Entram no SOFA: pO2/FiO2; plaquetas; bilirrubina; PAM e
droga vasoativa; Glasgow; creatinina e débito urinário.
Até 40 anos ou resto da vida.
Cardite com cirurgia valva
Para sempre.
Com a suspeita, devemos iniciar o manejo inicial
Reposição volemica, coleta de culturas e introdução
CRITÉRIOS DE JONES de ATB empírico, adequado ao foco.

No choque séptico, o paciente não apresenta


OBRIGATÓRIO
Sorologia/TR positivo; ASLO/AntiDNAse
resposta frente à ressuscitação volêmica inicial e
MAIORES mantém elevação de lactato/perfusão inadequada.
Artrite; Cardite; Eritema Marginatum; Coreia Nesses casos, iniciamos droga vasoativa.
MENORES A noradrenalina é a droga de primeira escolha, podendo
ser associada à vasopressina.
Artralgia; Febre; Aumento de PCR/VHS; Aumento de
intervalo PR

Para diagnóstico é necessário a presença de:


2 maiores + obrigatório OU
1 maior + 2 menores + obrigatório OU
Coreia Isolada (lembrar que a coréia é complicação
tardia!!)

TUBERCULOSE PULMONAR DRGE


O tratamento deverá ser EFEITOS COLETERAIS RIPE Ocorre pela perda da competência do EIE, com
feito com esquema RIPE relaxamento transitório ⟶ refluxo ácido.
(Rifampicina, Isoniazoda, RIP: Hepatoxicidade Cursa com sintomas:
Pirazinamida e Etambutol) R: Asma/NIA
TÍPICOS: Pirose + Regurgitação
por 2 meses, depois 4 I: Neuropatia periférica
meses de RI. P: Uricemia e hepatotoxicidade
ATÍPICOS: Sintomas Respiratórios
E: Neuromielite óptica Diagnóstico: Clínico com prova terapêutica
Lembrando que em pHmetria: padrão-ouro, reservado para pré-
crianças e adolescentes, O diagnóstico radiológico pode operatório.
formas pulmonares não revelar a presença de cavernas na EDA: apenas se fator de risco ou refratariedade.
graves e não bacilíferas, tuberculose latente reativa (pós Tratamento: IBP pleno 8 semanas
depois pode ser feito só 2 primária) ou padrão de
meses de RI. distribuição difuso (miliar). ESÔFAGO DE BARRETT

CONTROLE DE CONTACTANTES Metaplasia intestinal


Áreas vermelho-salmão
ASSINTOMÁTICOS: Solicitar RX + PPD Diagnóstico
Se PPD ≥ 5, diagnóstico de TB latente, tratar com EDA com biópsia
Isoniazida + Rifapentina 3 meses.
Se PPD<5, repetir em 8 semanas.
Tratamento
IBP Crônico + Seguimento conforme achado
SINTOMÁTICOS : Solicitar RX + BAAR/TRM-TB
Se só puder 1 exames, é o TRm-TB. RIPE, se diagnóstico.
Seguimento
Metaplasia: EDA 3 - 5 anos
COINFECÇÃO HIV-TB Displasia Baixo Grau: Repetir EDA 6 - 12 meses para
confirmação com patologias mais experiente.
Se TB/HIV diagnosticada ao mesmo tempo: iniciar Displasia Alto Grau: Ressecção ou ablação mucosa com
tratamento com RIPE, iniciar TARV em até 7 dias EDA 3 - 6 meses por 1 ano, depois seguir anual.
com dose dobrada de DTG.
Fazer coleta de cultura de escarro.
Dra. Graciella Calsolari
Subcoordenador de GO

A prova de Ginecologia da SES-RJ gosta de cobrar temas que


Investigação da Infertilidade
fazem parte do dia a dia do médico, como vulvovaginites,
conjugal:
sangramento uterino anormal, anticoncepção e distúrbios
Fator tubário menstruais. Em oncologia, temas relacionados ao câncer de
colo do útero e de mama são esperados.
O principal exame para investigação é a
histerossalpingografia, que mostra tubas Já para as questões de Obstetrícia, esteja atento(a) a assuntos
uterinas pérvias com a prova de Cotte é como: diabetes mellitus gestacional, sangramentos
positiva quando o exame é normal. Na imagem associados a gestação, gestação de alto risco e emergências
abaixo temos uma hidrossalpinge à direita: obstétricas.

Os enunciados costumam envolver casos clínicos e cobrar


respostas diretas, sem grandes pegadinhas. Boa prova!

Distúrbios menstruais

Sangramentos de segunda metade da gestação

Vulvovaginites

Assistência ao trabalho de parto


Hidrossalpinge à direita. [Link]. Campinas: Dr
Pixel, 2018. Sangramento uterino anormal

Anticoncepção Diabetes mellitus gestacional (DMG)


< 92 ⟶ normal;
❌Contraindicações ao uso de estrogênio: Glicemia de jejum
92-125 ⟶ DMG;
a partir de 126 ⟶ DM prévio.
História de TEV ou trombofilia;
Cirurgia grande porte/imobilização; Teste de tolerância oral à glicose (TTOG 75g)
Enxaqueca com aura;
Tabagismo 15 cigarros > 35 anos; Se não houver diagnóstico de diabetes, realizar entre
24-28 semanas de gestação:
DM/HAS/Doença hepática descompensada;
Lactante; ⟶ Jejum <92 e 1h <180 e 2h < 153.
Exame normal
Câncer de mama atual ou prévio.

DM gestacional ⟶ Jejum ≥ 92 ou 1h ≥ 180 ou 2h ≥153.

DM pré-gestacional ⟶ Jejum ≥ 126 ou 2h ≥ 200.

❌ Contraindicações ao uso de Seguimento Glicemia capilar (perfil glicêmico):


progesterona:
Simples: 4 aferições ao dia (jejum + pós prandiais);
Câncer de mama atual ou recente; Completo: 7 aferições ao dia (+ pré prandiais).
Meta: jejum < 95 mg/dL, pré prandial < 100 mg/dL e 1h
após a refeição < 140 mg/dL.
Hemorragia pós-parto
Vulvovaginites
Se manifestam como corrimento vaginal: Causas

Micro T = atonia;
Trata
Diagnóstico Agente Sintomas pH scopi
mento T = trauma;
a
T = tecido;
T = trombina.
Corrimento Metron
Bactéria
Vaginose acinzentad Clue izadol
anaeróbi > 4,5
bacteriana o com odor cells VV ou
a
fétido. VO.
Índice de choque = FC/PAS
Corrimento Hifas
Antifún
Candidíase Candida branco e
< 4,5 gico VV
vaginal sp grumoso e leved ou VO.
prurido. uras Tratamento Atonia uterina (70%):

Corrimento Massagem uterina bimanual (manobra de Hamilton);


Proto
Trichomo amarelado Metron
zoário Ocitocina 5UI IV lento + 20-40 UI em SF 500ml;

Tricomoníase nas bolhoso e > 4,5 idazol
flagel
vaginalis colo em
ado
VO. Metilergometrina 0,2 mg IM ( não fazer nas
morango.
hipertensas);
Misoprostol 800 mcg via retal;
Microscopia: Ácido Tranexâmico 1g IV em 10 minutos;
Balão de Bakri;
Sutura de B-Lynch;
Ligadura de artérias uterinas;
Ligadura de artérias hipogástricas;
Embolização de artéria uterina;
Histerectomia.

Amenorreia primária e secundária Restrição de crescimento fetal (RCF)

Amenorreia Diagnóstico

PRIMÁRIA SECUNDÁRIA

Sem menarca até 13 anos Ausência de menstruação


sem caracteres sexuais ou por >3 ciclos (regulares) ou
15 anos com caracteres. >6 meses (irregulares).
Conduta de acordo com a classificação e parto:

PFE < p3 ou p3-p10 com doppler A ut 38 sem, via


Estágio 1
Investigação da alteado obstétrica
Amenorreia 2ª:
Doppler A umb ou ACM alterados ou 37 sem, via
Estágio 2
1) Anamnese e Exame físico RCP < 1 obstétrica
completos;
2) Afastar gestação;
34 sem,
3) Dosar FSH. Estágio 3 Doppler A umb com diástole zero
cesárea

Compartimentos:
Doppler A umb com diástole reversa ou viabilidade,
Estágio 4
IP DV > p95 cesárea
IV ⟶ hipotálamo
III ⟶ hipófise
II ⟶ ovários viabilidade,
Estágio 5 Onda a reversa no DV ou CTB alterada
I ⟶ útero-vaginal cesárea
Dr. Guilherme Garcia
Assim como a maioria das provas Time da Pediatria
SES, essa não costuma ter imagem!
Uma prova que poderia ser bem melhor do que é (e olha que
SES-RJ não é uma prova muito elaborada,
melhorou, hein!)
portanto, a chance de termos imagens é
praticamente nula.
Um dos pontos positivos é que os enunciados são mais curtos e
Caso a banca decida colocar alguma imagem, objetivos e, boa parte das questões, é feita de conteúdo básico.
SARAMPO é uma grande aposta, ainda mais que Percebam que mais de 50% da prova é praticamente
retornou a dose zero de SCR pela alta PUERICULTURA.
incidência da doença no território brasileiro.
Poucas questões cobram nota de rodapé. Dificilmente veremos
pegadinhas.

Portanto, saber o básico de um atendimento ambulatorial e


seguimento de puericultura é primordial. Vem comigo que vou te
ajudar a gravar os principais pontos!

[Link] Aleitamento Materno


As Manchas de Koplik são patognomônicas do
Vacinação
Sarampo, aparecendo 2 dias antes do
exantema. São lesões enantematosas brancas Parasitoses Intestinais
ou azuladas, localizadas na altura do segundo
Exantemáticas
pré-molar.
Pneumonia

Atualizações Vacinais - 2024/2025 Pneumonia Comunitária

ROTAVÍRUS Principais agentes: vírus


1ª dose: até 11 meses e 29 dias >7m - 5 anos: Pneumococo, Hemófilos, S. aureus
2ª dose: até 23 meses e 29 dias

QC: febre + tosse + TAQUIPNEIA


POLIO - VIP ou SALK
Internação: <2m, Sat<92%, desconforto
Tchau VOP - não existe mais
moderado/grave, toxemia, complicação, não
Doses: 2, 4 e 6 meses + reforço 15 meses
melhora em 48-72h de ATB

COVID
Pfizer (escolha) - 3 doses: 6, 7 e 9 meses TTO hospitalar: Peni Crista/Ampi (<2m: + Genta)
Moderna - 2 doses: 6 e 7 meses TTO ambulatorial: Amoxicilina VO
Se imunodeficiente: 3 doses (ambas as marcas)
Derrame Pleural: toracocentese + USG
MENINGO Drenagem: pus, Gram presente, pH <7,2; glicose <
MenC: 3 e 5 meses 50, LDH > 1000, derrame grande, loculação
MenACWY: 12 meses; entre 11-14 anos Pneumonia necrosante: TC de tórax

SCR TTO se BEG: Ampicilina ou Penicilina cristalina


Dose Zero: aos 6 meses TTO se TOXEMIA: Cefalo 3ª +/- Vanco +/- Oselta
Investigação ILTB < 10 anos Parasitoses Intestinais

Sem sintomas de TB - Fazer RX


HELMINTOS

RX sem alteração - Fazer IGRA ou PPD PROTOZOÁRIOS

NEMATELMINTOS PLATELMINTOS
PT ≥ 5mm ou PT < 5mm ou IGRA -
IGRA + Repetir em 8 semanas
Entamoeba
Ancylostoma duodenale Schistosoma mansoni
hystolitica/dispar
Tratar ILTB PT ≥ 10mm do Necator americanus

anterior ou IGRA
positivo
Taenia solium Giardia lambia
Enterobius vermicularis
Taenia saginatta

TRATAMENTO ILTB (Atualização 2024)

Strongyloides
Rifampicina + Isoniazida: <10 anos entre 4-25kg; stercoralis
NASA (Loeffler): Necator, Ancylostoma,
3 meses - 90 doses (não consegue engolir cp). Strongyloides, Ascaris
Rifapentina + Isoniazida: >2 anos, capaz de SANS (Larvas): Strongyloides, Ancylostoma,
Necator, Schistossoma
deglutir cp; 3 meses (12 doses - 1x/semana) GOTA (Não faz eosinofilia): Giardia, Oxiurus,
Rifampicina: apenas para <4kg; 4 meses - 120 Trichuris trichiura Trichuris, Ameba
Eosinofilia intermitente → pista infecção
doses. crônica por Strongyloides
Isoniazida: usar quando nenhuma das acima for Tratamento empírico SBP → Albendazol (exceto
amebíase e esquistossomose) / Nitazoxanida
possível; 6 meses - 180 doses ou 9 meses - 270 (exceto esquistossomose)
Ascaris lumbricoides
doses.

Doenças Exantemáticas Sífilis Congênita


Mucocutâneo: rinite, exantema
Ósseo: periostite,
maculopapular, pênfigo
Agente QC e Manejo osteocondrite
palmoplantar

Paramyxovi- Exantema morbiliforme (cefalocaudal)


Sarampo rus - + febre + 1 : respiratório (tosse, coriza) Avaliação Básica:
Morbilivirus ou conjuntivite​. Manchas de Köplik. Tratamento Materno: adequado se - penicilina
benzatina, iniciado 30 dias antes do parto, dose
<2 anos, febre.​
Exantema Herpes 6 e 7​
Após: exantema maculopapular​
adequada
súbito
Sintomas RN e VDRL Pareado

Eritema Parvovírus Pré-escolar, escolar. Face


esbofeteada, exantema rendilhado Criança exposta (mãe TTO adequado + RN
infeccioso B19​
(poupa mão e pé)​
assintomático + VDRL até 1 diluição maior): apenas
seguimento ambulatorial
Faringoamigdalite, língua em
Strepto A framboesa, Filatov (palidez), Pastia
Escarlatina
(pyogenes)​ (dobras), pele lixa​.
Peni benzatina ou Amoxi Sífilis Congênita: HMG, RX ossos longos e LCR e tratar
Se apenas TTO materno inadequado: Penicilina
Mononucleose Vírus
Sistêmico (febre, linfadenopatia, benzatina DU
amigdalite, hepatoespleno). Rash após
infecciosa Epstein-Barr
ATB. Linfocitose com atipia
Sífilis congênita sem Neurossífilis: Penicilina
Procaína ou Cristalina 10 dias
Coxsackie A Febre, lesões vesiculares em mãos, pé Neurossífilis (LCR >25cel, >150 proteína, VDRL +):
Mão-pé-boca eB e boca. Penicilina Cristalina 10 dias

Febre, mal-estar, pleomorfismo,


Herpes
Varicela centrípeto, acomete mucosas e couro
zoster
cabeludo
Dr. Felipe Daiko
Subcoord. Preventiva

MULTIMÍDIA NUNCA FOI USADA EM Pode sair da prova procurando recurso! A taxa de anulação de
PREVENTIVA PELA BANCA. questões subiu de 6,7% em 2021 para 10% da prova e se
manteve nesse patamar em 2024 e em 2025.

A SES-RJ é a prova da prevenção “de manual” com


Bancas que historicamente não cobram
epidemiologia fria. De 2021 a 2025, o recorte é estável: cobra
multimídia em Preventiva tendem a
conceitos clássicos.
manter o padrão: não cobrar.
Cuidado redobrado com comandos INCORRETA/EXCETO, com
A prova é essencialmente textual, com termos trocados (universalidade × equidade; princípio × diretriz)
muitos conceitos e jogos de palavras. e qualquer assertiva absoluta.

É prova para quem lê com lupa e faz conta simples sem vacilar
Fortaleça a interpretação de texto para a
prova!

Boa sorte.

Estudos Epidemiológicos

Medicina Baseada em Evidências e GRADE

Testes Diagnósticos

Vigilãncia e Documentos Legais

Atributos e Ferramentas da APS

Aplicações dos estudos epidemiológicos USPSTF: Classificação das Recomendações


Preventivas
Mapa mental

Ecológico
Hipóteses de associação no A – Alta certeza e benefício substancial →Faça.
nível agregado B – Alta certeza de benefício moderado ou moderada
certeza de benefício moderado a substancial → faça.
C – Moderada certeza de benefício pequeno → Não
Hipóteses de associação no recomendar rotineiramente; decisão individualizada
Transversal D – Moderada ou alta certeza de que os danos
nível individuado / prevalência
superam os benefícios → Recomendar contra.
I – Insuficiente/Inconclusivo → Informe incertezas;
Fatores de risco / incidência / decisão compartilhada.
Coorte
prognóstico
Como a banca cobra:

Caso- Informações sobre doenças


Pede a INCORRETA:
controle raras
Exemplo “A recomendação D da USPSTF significa
evidência de baixa qualidade.”
Falso!
Ensaio Clínico Efeitos de intervenções
O correto é: significa que os danos superam os
benefícios.
Testes Diagnósticos Notificação Compulsória

Critérios para Notificação Compulsória

Magnitude: número de casos e/ou óbitos que a


doença causa.
Potencial de disseminação: capacidade de se
espalhar na população.
Transcendência: impacto social, econômico e
Dica: Em cima (numerador): só quem é verdadeiro político da doença.
Embaixo (denominador): total da coluna ou linha analisada Vulnerabilidade: possibilidade de prevenção ou
controle eficaz.
Sensibilidade (S) = VP ÷ Doentes
Disponibilidade de medidas de controle: existência
Especificidade (E) = VN ÷ Sadios
de ações e recursos para enfrentar a doença.
Valor Preditivo Positivo = VP ÷ Positivos
Valor Preditivo Negativo = VN ÷ Negativos

Acidente de trabalho ⟶ notificação


imediata (24h)
Acidente de trabalho com material
Últimas
atualizações biológico ⟶ notificação semanal
SINAN Doenças e Agravos Relacionados ao
Trabalho ⟶ notificação semanal
Alta Sensibilidade: Bom para RASTREAR
Esporotricose humana ⟶ notificação
Alta Especificidade: Bom para CONFIRMAR
semanal

Atributos da APS Ferramentas da APS Declaração de óbito

Essenciais Genograma
Acesso/Primeiro Contato Mapeia a Estrutura Familiar
Quem preenche?
Longitudinalidade 3 ou mais gerações
Integralidade Identifica padrões de doenças,
Coordenação do Cuidado conflitos, vínculos e suporte.
Morte natural Causas externas
Derivados:
Abordagem Familiar Ecomapa
Rede de apoio
Abordagem Comunitária Médico que vinha IML (1ª opção) ou
Interações com equipamentos
Competência Cultural prestando assistência profissional investido
sociais e de saúde
ou SVO (se morte sem por juíz (se local sem
assistência médica) IML)
Princípios do SUS
Doutrinários:
Universalidade 3 vias
Integralidade ATENÇÃO AO NOVO
Equidade PRINCÍPIO DO SUS
Organizativos: Branca Rosa
Descentralização Amarela
Lei nº 15.126/2025:
Regionalização Atenção humanizada
Hierarquização (princípio legal do SUS)
Participação Social Segue para as Entregue à família Permanece na
Resolubilidade Secretarias de para registro no unidade
Complementariedade Saúde Cartório Civil notificadora

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