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Estrutura e Contexto da Unitins

O Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) delineia a identidade e as diretrizes para a formação de pedagogos, alinhando-se às necessidades regionais e às legislações educacionais. O curso visa desenvolver habilidades e competências essenciais para a atuação profissional, com um currículo inovador e uma estrutura que promove a educação pública de qualidade. A Unitins, por meio de seus campus, busca atender as demandas locais e contribuir para o desenvolvimento cultural e econômico da região.

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Estrutura e Contexto da Unitins

O Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) delineia a identidade e as diretrizes para a formação de pedagogos, alinhando-se às necessidades regionais e às legislações educacionais. O curso visa desenvolver habilidades e competências essenciais para a atuação profissional, com um currículo inovador e uma estrutura que promove a educação pública de qualidade. A Unitins, por meio de seus campus, busca atender as demandas locais e contribuir para o desenvolvimento cultural e econômico da região.

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO TOCANTINS

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

Reitor da Unitins
Augusto de Rezende Campos

Vice-Reitora da Unitins
Darlene Teixeira Castro

Pró-Reitora de Graduação
Alessandra Ruita Santos Czapski

Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação


Ana Flavia Gouveia de Faria

Pró-Reitora de Extensão
Kyldes Batista Vicente

Diretora De Ensino
Jeany Castro dos Santos

Diretora de Administração Acadêmica


Leomara Maurício Lustosa

Coordenadora Pedagógico Geral


Taís Bogo Monteiro da Silva

Diretor do Campus
Sergio Mendes de Anchieta Marinho

Coordenadora do Curso
Aquenúbia Gonçalves da Silva
SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO.................................................................................................... 1

1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES ............................................................................ 3

1.1 Identificação da Instituição .............................................................................. 3

1.1.1 Identificação do Campus .................................................................. 4

1.2 Histórico Institucional – IES............................................................................. 5

1.3 Missão da Instituição ..................................................................................... 11

1.4 Princípios e valores ....................................................................................... 11

1.5 Base Legal da IES ........................................................................................ 12

2 CONTEXTO DA REGIÃO ................................................................................... 13

2.1 Contexto socioambiental ............................................................................... 13

2.2 Princípios ...................................................................................................... 15

2.3 Área de influência ......................................................................................... 17

3. CENÁRIO SOCIOECONÔMICO ........................................................................ 18

3.1 Cenário da Saúde ......................................................................................... 20

3.2 Cenário Educacional ..................................................................................... 22

3.3 Empreendedorismo e Inovação .................................................................... 24

4 CONTEXTO DO CURSO .................................................................................... 26

4.1 Identificação do curso ................................................................................... 26

4.2 Objetivos do Curso ........................................................................................ 26

4.2.1 Objetivo geral .................................................................................. 26

4.2.2 Objetivos Específicos...................................................................... 27

4.3 Endereço de Funcionamento ........................................................................ 27

4.4 Coordenação de Curso e Identificação do Coordenador de Curso ............... 28


4.5 Característica do Curso ................................................................................ 29

4.6 Atos legais do Curso ..................................................................................... 30

4.6.1 Autorização/reconhecimento/renovação de reconhecimento ......... 30

4.7 Forma de Acesso ao Curso e condições de oferta ....................................... 30

4.8 Relação de Convênios vigentes com outras instituições .............................. 30

5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ...................................................... 32

5.1 Perfil Profissional do egresso ........................................................................ 32

5.2 Diferenciais competitivos do curso ................................................................ 34

5.3 Políticas Institucionais e sua correlação com o curso ................................... 35

5.4 Organização Curricular ................................................................................. 35

5.4.1 Estrutura Curricular ......................................................................... 36

5.4.2 Oferta de componentes curriculares em EaD ................................. 45

5.4.3 Conteúdos Curriculares .................................................................. 49

5.4.4 A Integralização da Carga Horária Total do Curso ......................... 50

5.5 Curricularização da Extensão ....................................................................... 65

5.6 Cooperação e Internacionalização Universitária ........................................... 67

6. PROPOSTA PEDAGÓGICA ............................................................................ 111

6.1 Metodologia de Ensino ................................................................................ 112

6.1.1 O papel do aluno........................................................................... 112

6.1.2 O papel do professor .................................................................... 112

6.2 Coerência do Currículo com a Proposta Pedagógica ................................. 113

6.3 As Tecnologias e os materiais didáticos do Curso ...................................... 114

7. ATIVIDADES ARTICULADAS AO ENSINO GERAL ........................................ 115

7.1 Práticas de Ensino como Componente Curricular....................................... 115

7.2 Estágio Curricular Obrigatório e Não-Obrigatório........................................ 118


7.1.1 Estágio Curricular Obrigatório ....................................................... 120

7.1.2 Estágio Curricular Não Obrigatório ............................................... 123

7.2 Trabalho de Conclusão de Curso................................................................ 124

7.4 Atividades Complementares ....................................................................... 125

7.5 Programas ou projetos de Extensão ........................................................... 127

8 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO ........................................................... 130

8.1 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem....................................... 130

8.2 Sistema de autoavaliação do curso ............................................................ 130

8.3 Avaliações oficiais do curso ........................................................................ 131

8.4 Comissão Permanente de Avaliação – CPA ............................................... 132

8.5 Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE ..................... 133

8.5.1 Resultado do ENADE .................................................................. 134

8.5.1 Conceito do curso ........................................................................ 134

9 corpo discente ................................................................................................... 136

9.1 Atenção aos Discentes ............................................................................... 136

9.2 Programas de Apoio Pedagógico e Financeiro ........................................... 137

9.3 Inclusão e Cidadania ................................................................................... 141

9.3.1 Núcleo de Apoio Psicossocial e Educacional – NAPE .................. 142

9.3.2 Núcleo de Estudos em Direitos Humanos – NEDIH ..................... 144

9.4 Estímulos à permanência (Programa de Nivelamento e Atendimento


Psicopedagógico)........................................................................................ 145

9.5 Apoio Psicossocial e Educacional ............................................................... 146

9.5.1 Assistência Prioritária ................................................................... 147

9.5.2 Promoção e Prevenção ................................................................ 147

9.6 Organização Estudantil (Espaço para Participação e Convivência Estudantil)


148

9.7 Ouvidoria ..................................................................................................... 148

9.8 Acompanhamento de egressos................................................................... 148

9.9 Registros acadêmicos ................................................................................. 150

9.10 Acesso dos alunos a TICs......................................................................... 150

9.11 Organização Estudantil ............................................................................. 152

9.11.1 Diretório Central dos Estudantes – DCE..................................... 152

9.11.2 Diretório Acadêmico – DA ........................................................... 152

9.11.3 Centro Acadêmico – CA ............................................................. 152

10 GESTÃO DO CURSO ..................................................................................... 153

10.1 Quadro de docentes .................................................................................. 153

10.2 Titulação do Corpo docente ...................................................................... 157

10.3 Composição e Funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE .. 157

10.4 Composição e Funcionamento Colegiado de Curso ................................. 158

11 INFRAESTRUTURA ....................................................................................... 160

11.1 Espaços físicos utilizados no desenvolvimento do curso .......................... 160

11.1.1 Estrutura Geral do Campus ........................................................ 160

11.1.2 Instalações Físicas ..................................................................... 160

11.2 Biblioteca................................................................................................... 163

11.2.1 Formação e desenvolvimento de Acervo .................................... 165

11.2.2 Estrutura física ............................................................................ 165

11.2.3 Estrutura Organizacional ............................................................ 166

11.2.4 Equipe Técnico-Administrativa.................................................... 166

11.3 Secretaria Acadêmica ............................................................................... 166

11.3.1 Registros Acadêmicos ................................................................ 167


11.3.2 Organização do Controle Acadêmico ......................................... 167

11.4 Laboratórios para o curso ......................................................................... 168

REFERÊNCIAS.................................................................................................... 175

ANEXOs ............................................................................................................... 178

ANEXO I – normativas ......................................................................................... 178

Anexo Ii – Tabela dos Projetos e ações nas atividades de ensino, pesquisa e


extensão .......................................................................................................... 179
1

APRESENTAÇÃO

O Projeto Pedagógico do Curso – PPC – do curso de Pedagogia reflete a


identidade, as ações educativas e as características necessárias para formação do
profissional pedagogo. Nele encontra-se explicitado tanto a organização do curso
quanto o trabalho pedagógico na sua globalidade. Especificamente no caso do
Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Tocantins – Unitins, a elaboração
do Projeto Pedagógico resultou da participação do corpo docente, por meio de seus
representantes no Núcleo Docente Estruturante – NDE e do colegiado, os quais
articularam as bases legais à concepção de formação profissional de modo a
favorecer ao estudante, o desenvolvimento de habilidades e competências
necessárias ao exercício da capacidade de observação, criticidade e
questionamento, sintonizado com a dinâmica da sociedade nas suas demandas
locais, regionais e nacionais, assim como com os avanços científicos e tecnológicos.
Coerente com o que é preconizado nas Diretrizes Curriculares Nacionais e no
Projeto Pedagógico Institucional, o presente PPC explicita o conjunto de diretrizes
organizacionais e operacionais tais como: objetivos, perfil do egresso, metodologia,
estrutura curricular, programas de aprendizagem, sistema de avaliação, estrutura
física a ser utilizada pelo curso, dentre outros aspectos.
Consciente de sua responsabilidade com a sociedade e com o
desenvolvimento regional, a Unitins mantém o Curso de Pedagogia tendo por base
as seguintes legislações: Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a Resolução
CNE/CP n. 1, de 15 de maio de 2006 que Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
para o curso de graduação em Pedagogia e Licenciaturas, Resolução n° 02, de 01
de julho de 2015, define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial
em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para
graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada..Além
dessa fundamentação legal, o curso de Pedagogia se norteará pelas seguintes
Resoluções: RESOLUÇÃO CNE/CP N. 2, de 22/12/2017 que institui e orienta a
implantação da Base Nacional Comum Curricular e da – Resolução CEE/TO n. 24,
de 14/03/2019, Documento Curricular do Tocantins e o Plano de Desenvolvimento
Institucional - PDI-2018/2022 (UNITINS, 2018).
Apresenta um currículo inovador que sistematiza teorias, reflexões e práticas
acerca do processo de formação profissional, além de traduzir a filosofia
2

organizacional e pedagógica interdisciplinar da unidade acadêmica, as diretrizes e


estratégias de seu desenvolvimento e atuação a curto, médio e longo prazo.
A Universidade Estadual do Tocantins – Unitins em Araguatins surgiu pela
necessidade da população norte-tocantinense por uma Universidade pública para a
região também conhecida como Bico-do-papagaio. Assim, na busca em atender aos
anseios da população da região Tocantins, a implantação do campus de Araguatins
se fez necessário no intuito de fomentar a formação de professores e tornar-se
referência no cenário nacional. Se comprometendo com a oferta de um curso de
relevância social que assegura a qualidade da formação acadêmica, com vistas a
atender as necessidades de formação de professores em Araguatins e nas regiões
circunvizinhas, considerando os pilares: aprender a conhecer; aprender a fazer,
aprender a conviver e aprender a ser, como essenciais para a construção da
cidadania.
O presente projeto foi revisto e reelaborado pelo Núcleo de Desenvolvimento
Estruturante do Curso – NDE e Colegiado do curso sob as orientações do
coordenador do respectivo curso e da Pró-reitoria de Graduação.
3

1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES

1.1 Identificação da Instituição

A Lei Estadual n. 2.829, de 16 de março de 2014, foi criado na estrutura


operacional da Unitins os Campus universitários dos municípios de Araguatins,
Augustinópolis e Dianópolis/TO.
A partir desta Lei, a Unitins iniciou um novo período de investimento na
expansão de novos cursos, cujo objetivo é atender as demandas da população dos
municípios de Augustinópolis e Araguatins situados na região do Bico do Papagaio,
ampliando assim, o acesso ao ensino superior, promovendo e viabilizando
oportunidades e desenvolvimento cultural, e econômico das regiões abrangidas.
A IES por meio da criação e instalação dos Campus assumiu o compromisso
de ofertar uma educação pública de qualidade, referenciada no ensino, pesquisa e
extensão, contribuindo assim, com o desenvolvimento cultural, social, econômico
local e regional, nos três municípios considerados centros econômicos e
populacionais estrategicamente localizados e com condições ideais para ampliar por
meio da Unitins, a difusão do ensino superior.
O Campus de Araguatins foi credenciado pelo Decreto n. 5.107, de 21 de
Agosto de 2014. Neste Campus foi autorizado a oferta dos cursos de Licenciatura
em Letras e Licenciatura em Pedagogia, criados pela RESOLUÇÃO/CONSELHO
CURADOR/N.001/2014.
A administração do Campus é realizada pela Direção, constituída pelo Diretor;
Coordenadores de cursos, Assessor Pedagógico; Professor Coordenador de
Estágios; Assessor de Biblioteca; Assessor de Secretaria Acadêmica; Colegiados e
NDE dos cursos de graduação; Docentes, Servidores Técnicos e Assistentes
Administrativos; Auxiliares de Serviços Gerais, além das estruturas
complementares/suplementares, caso necessário.
Nesse sentido, a organização administrativa e didático-científica dos Campus
Universitários, está dotada de servidores docentes, equipe pedagógica etécnicos
administrativos, com a responsabilidade de realizar a gestão do ensino, da pesquisa
e da extensão.
Para o funcionamento dos cursos presenciais no Campus de Araguatins a
Unitins oferece um espaço que está localizado em uma escola estadual, localizada
4

na Rua Marechal Castelo Branco S/N, Bairro: Nova Araguatins, CEP: 77.950-000
Araguatins/TO. Cuja Estrutura Física dos cursos consta neste PPC.
DADOS DA MANTENEDORA
Razão Social: UNIVERSIDADE ESTADUAL DO TOCANTINS – UNITINS
CNPJ: 01.637.536/0001-85
Categoria
Pessoa Jurídica de Direito Público Estadual
Administrativa:
Quadra 108 sul, Alameda 11 - lote -03, Centro. Palmas –
Endereço:
TO. CEP: 77.020-122
Telefone(s): (63) 218-2941
E-mail: reitoria@[Link]
Pagina (site): [Link]
Norma de
Lei n. 3.124, de 14 /07/2016.
Criação:
Decreto n. 4.898, de 27/09/2013, publicado no Diário Oficial
Recredenciamento:
n. 3.971, de 30/09/2013.
REPRESENTANTE LEGAL
Nome: Augusto de Rezende Campos
CPF: 793 465 701 – 30
RG: 016.504 (2ª Via) /SSP/TO
Telefone: (63) 32182940
E-mail: reitoria@[Link]

1.1.1 Identificação do Campus


DADOS DO CÂMPUS
Universidade Estadual do Tocantins – UNITINS – Câmpus
Nome:
Araguatins
Endereço: Rua Castelo Branco, SN
CEP: 77.950-000

Telefone: (63) 3474-2238

O Campus de Araguatins foi credenciado pelo Decreto No 5.107, de 21 de


Agosto de 2014. Neste Câmpus foi autorizada a oferta dos cursos de Licenciatura
em Letras e Licenciatura em Pedagogia, criados pela RESOLUÇÃO/CONSELHO
CURADOR/N.001/2014.
5

1.2 Histórico Institucional – IES

A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) tem sua história vinculada à


do estado, criado pelo Art. 13 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da
Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988 como Estado do Tocantins, inserido
na Região Norte. O senso 2010 apontou uma população de 1.383.445 habitantes
com estimativa para 2019 de 1.572.866 em 139 municípios, apontando um
crescimento de 1,13%, segundo o IBGE.
Com posição geográfica considerada privilegiada com limites entre Goiás,
Bahia, Piauí, Maranhão, Pará e Mato Grosso, a infraestrutura dos serviços públicos
disponíveis à população se tornou um fator importante de desenvolvimento do
estado, entre eles, e de demasiada relevância, a formação profissional de nível
superior. Nesse contexto, se inscreve a história da Unitins, entrelaçada com o
processo de desenvolvimento do estado desde sua criação como primeira
universidade pública, que além disso estabeleceu um vigoroso suporte na formação
educativa e profissional das pessoas.
A época da criação do estado funcionavam na região duas instituições de
ensino superior mantidas pelo estado de Goiás: a Faculdade de Filosofia do Norte
Goiano em Porto Nacional com oferta de cursos de licenciatura em História,
Geografia, letras e Ciências; e a Faculdade de Educação, Ciências e Letras em
Araguaína com os cursos de Geografia, História e Letras. Com recursos municipais,
também teve início a Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas de Gurupi.
Essas recém-criadas entidades de ensino representaram a primeira
oportunidade de formação superior na região, principalmente para professores que,
em sua quase totalidade, exerciam uma docência ancorada na formação de nível
médio. Criado o estado do Tocantins, tornou-se visível a necessidade de formação
de quadros para atender sua operacionalidade, gestão e desenvolvimento de
políticas públicas.
A criação de uma universidade, portanto, apresentou-se como uma
necessidade para qualificação de recursos humanos, produção de conhecimento e
desenvolvimento de tecnologias, principalmente voltadas às questões do
desenvolvimento regional. Desse modo, a Universidade do Tocantins (UNITINS),
instituída pela Lei n. 136/90 e efetivada via Decreto 252/90, foi autorizada a
funcionar por meio do Decreto Estadual n. 2.021/90, incorporando as faculdades de
6

Porto Nacional e Araguaína.


Foi concebida como uma instituição que além de formadora deveria ser
crítica, comprometida com o encargo de atuar de forma efetiva na transformação da
realidade do estado, conforme proposto em seu Projeto Pedagógico, após estudo
realizado sobre o contexto socioeconômico, cultural, educacional e financeiro do
Estado. O propósito do Projeto Pedagógico da recém-criada Unitins foi a
estruturação de uma universidade democrática e acessível às populações das
diferentes regiões do estado, bem como a superação de mazelas presentes em
outras universidades brasileiras, como a dependência ilimitada de recursos públicos
(PRETO; PEREIRA, 2008).
Portanto, a Unitins deveria ter a cara do Tocantins (CASSIMIRO, 1996), ser
pensada e organizada para atender às demandas do estado e da região Norte do
país. Em janeiro de 1991 foi criada uma comissão com o fim de realizar uma ampla
consulta à sociedade. As consultas, estudos e informações dos setores de
planejamento estratégico do estado foram os subsídios que indicaram como
prioridade para a universidade oferta de cursos tecnológicos para interferir na
realidade do estado, formação profissional e melhoria da qualidade de ensino em
todos os níveis, de modo a favorecer o desenvolvimento socioeconômico da região
(PRETO; PEREIRA, 2008).
Com a Lei Estadual n. 326, de 24 de outubro de 1991, a UNITINS foi
transformada em autarquia e passou a integrar o Sistema Estadual de Ensino. Para
melhor atendimento à população do estado, implantou centros de extensão,
incorporou as faculdades existentes e estabeleceu em seu sistema multicampi
centros universitários, destacando-se como instituição de ensino superior em
localizações estratégicas para o desenvolvimento regional, com as seguintes áreas
de formação:
● Arraias – Pedagogia e Matemática.
● Araguaína – Geografia, História, Letras, Matemática, Medicina veterinária.
● Colinas – Direito.
● Guaraí – Pedagogia.
● Miracema do Tocantins – Matemática, Administração (com habilitação em
Adm. Rural, Adm. Pública e Adm. de Empresas).
● Palmas – Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Ambiental, Direito,
Comunicação Social, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis.
7

● Paraíso do Tocantins – Engenharia de Alimentos, Processamento de Dados.


● Porto Nacional – História, Geografia, Letras, Ciências Biológicas.
● Tocantinópolis – Pedagogia, Matemática.

A personalidade jurídica da instituição era de direito público, com autonomia


didático-científica, disciplinar, financeira e patrimonial, pautada pelo art. 207 da
Constituição Federal de 1988. Em 1996, novas mudanças com a aplicação da Lei n.
872 remodelaram a universidade, transformando-a em Fundação Universidade do
Tocantins (PEREIRA, 2007).
No ano 2000, a Unitins retornou a seu caráter de universidade pública e
gratuita, pela Lei n. 1.160/00, uma mudança que resultou na aplicação da Lei
Federal n. 10.032, de 23 de outubro de 2000, determinando a doação de todos os
campi da Unitins para a criação da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Com a
transferência de patrimônio, alunos e cursos regulares à UFT constituiu-se uma nova
realidade acadêmica e física para a Unitins. O Decreto 1.672/2002 e a Lei
1.478/2004 atribuíram novos rumos à instituição, além de outras modalidades de
cursos superiores.
Embora compelida pelas circunstâncias a voltar ao ponto de partida e traçar
uma nova trajetória em seu papel de instituição estadual de ensino superior, a
Unitins assumiu lugar de destaque no processo de desenvolvimento do estado,
realizando atividades relevantes de caráter formativo, científico, tecnológico, cultural.
Entre os papéis desempenhados pela instituição nessa fase de recomeço é
importante destacar:
● oferta em regime especial em períodos de férias dos cursos de Letras,
Geografia, História, Pedagogia, Normal Superior, Ciências Biológicas e
Ciências com habilitação em Matemática, Química e Física, para a formação
de aproximadamente 12.000 professores das redes estadual e municipal de
ensino. Com esse esforço, garantiu que o estado do Tocantins atendesse o
cumprimento à Lei de Diretrizes e Bases – LDB/96 no tocante à qualificação
de professores, como um dos quesitos essenciais para efetivação de uma
educação de qualidade;
● Coordenação Estadual da Pesquisa Agropecuária – OEPA, por meio da Lei n.
1.478/2004, de 25 de junho de 2004, com o objetivo de desenvolver pesquisa
agropecuária, gerar tecnologias e inovações que propiciem soluções
8

competitivas para o desenvolvimento rural e territorial sustentável do


Tocantins;
● estruturação do Núcleo Tocantinense de Arqueologia (NUTA) e inserção do
Núcleo Estadual de Meteorologia e Recursos Hídricos da UNITINS (NEMET-
RH) no Programa do Ministério de Ciência e Tecnologia de Monitoramento de
Tempo, Clima e Recursos Hídricos – PMTCRH;
● Instituição da modalidade EaD na UNITINS com o curso Normal Superior para
atender à demanda de formação superior de professores para os anos iniciais
da Educação Básica.

Os passos seguintes nessa trajetória levaram à oferta exclusiva de cursos de


graduação na modalidade telepresencial (PRETTO, AIRES, 2008), com a criação
dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia e Serviço Social em
EaD, conforme Parecer CNE/CES 140/2004, com a disponibilização de seis mil
vagas para o estado do Tocantins. Pela Portaria no 2.145, de 16 de julho de 2004,
do Ministério da Educação, a Unitins foi credenciada para a oferta de cursos em EaD
a nível nacional.
A fase EaD da Unitins representou um período de notável expansão de
conhecimento, de inovação e de aprendizado institucional, tanto para docentes
quanto para técnicos e gestores. Ao lidar com um novo modo de formação superior
foi necessário à universidade operacionalizar metodologias apropriadas ao ensino à
distância, elaborar e disponibilizar materiais pedagógicos de apoio à aprendizagem
do aluno e apreender novos gestos para a docência em espaços virtuais. Todos
esses processos resultaram em uma expertise técnica e pedagógica da Unitins
sobre o formato EaD.
Este período EaD da universidade alcançou ascensão no Tocantins e no
Brasil, não obstante ter sido posteriormente descredenciada. Novamente foi
necessário elaborar rotas próprias de atuação, cujo processo foi iniciado com a
formação em 2010 de uma Comissão Multilateral composta por membros de órgãos
do Estado (Unitins, Tribunal de Contas, Procuradoria Geral, Tribunal de Justiça,
Ministério Público, Gabinete do Governador e Assembleia Legislativa) com o
propósito de subsidiar a Unitins na elaboração de um projeto de reestruturação
institucional. A partir desse esforço conjunto entre a Instituição e instâncias da
sociedade, a Unitins foi autorizada a ofertar cursos presenciais, os conselhos
9

(Consepe e Consuni) foram rearticulados, os regimentos institucionais foram


revisados, novas políticas e planos de ação das pró-reitorias foram realinhadas. O
plano de Empregos, Carreiras e Salários da Fundação Universidade do Tocantins –
Lei n. 2.317 – foi aprovado pela Assembleia Legislativa Estadual e publicado no
Diário Oficial n. 3.107, de 31 de março de 2010.
Por aprovação unânime nas instâncias do Consepe, do Consuni e do
Conselho Curador (Resolução n. 003/2010/Conselho Curador), concretizou-se o
primeiro concurso vestibular em julho de 2010 para os cursos presenciais em
Engenharia Agronômica, Direito, Sistemas de Informação e Serviço Social. A Unitins
foi credenciada junto ao Sistema UAB por meio da Portaria MEC n° 837/2010, de 24
de junho de 2010, para oferta dos cursos de licenciaturas em Letras e Pedagogia, a
partir de 2011.
Ações, como o Programa de Correção de Fluxo e o Projeto de Reingresso,
foram implementadas no mesmo período, para finalização dos oito cursos de
graduação na modalidade EaD (Administração, Ciências Contábeis, Fundamentos e
Práticas Jurídicas, Letras Português-Espanhol, Matemática, Pedagogia, Serviço
Social, Tecnologia e Análise de Sistemas).
Em 26 de março de 2014, por meio da Lei Estadual n. 2.829, a Unitins voltou
ao modelo multicampi: em Araguatins, com os cursos de Letras e Pedagogia; em
Augustinópolis, com os cursos de Ciências Contábeis, Direito e Enfermagem; em
Dianópolis, com os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito e em
Palmas com os cursos de Direito, Engenharia Agronômica, Serviço Social e
Sistemas de Informação.
Em julho de 2014, foi lançado edital para provimento do quadro de docentes
da Unitins. Um momento importante para a história da universidade, uma vez que
seu primeiro e único concurso foi realizado em 1991, a partir do Decreto n. 2.044,
tendo ocorrido pela Lei n. 326 (GOMES; SCHIER; MAGRO, 2013). Os docentes
aprovados representaram o início de oportunidades que faltavam à universidade,
como a oportunidade de estabelecer novos cursos, de desenvolver pesquisas na
graduação, pós-graduação lato-sensu e stricto-sensu.
O ano de 2016 assinalou mais uma mudança no regime jurídico da Unitins por
meio da Lei n. 3.124, que a tornou uma autarquia de regime especial, com gestão
administrativa, financeira, patrimonial, didática e científica, vinculada à Secretaria da
Educação, Juventude e Esporte. Com essa mudança, voltou a ser intitulada
10

“Universidade Estadual do Tocantins”.


A alteração estruturou um novo perfil para a universidade, devido ao quadro
pequeno de docentes concursados, para pleno exercício de suas atividades. Algo
necessário para constituir o viés teórico e epistemológico dedicado ao
enriquecimento intelectual voltado à produção de pesquisas e publicações, para uma
formação profissional e intelectual mais ampla e capacitada para atuação social e no
mercado de trabalho.
A Unitins atual conta com órgãos vinculados ao ensino, pesquisa e extensão
dentre os quais se destacam: Complexo de Ciências Agrárias e seus Núcleos:
NEMETH/RH (Núcleo Estadual de Meteorologia e Recursos Hídricos), NUDAM
(Núcleo de Desenvolvimento e Avaliação do Desempenho Ambiental), NUTA
(Núcleo Tocantinense de Arqueologia), NZT (Núcleo de Zoologia e Taxidermia), NIT
(Núcleo de Integração Tecnológica), com forte intento na pesquisa agropecuária.
Quanto à produção científica, os destaques são para as revistas
Humanidades e Inovação, Revista Ciência Agroambiental e Revista Extensão, que
têm sido importantes na produção acadêmica regional e nacional, incentivando a
iniciação científica do estado e abrindo oportunidade para que docentes e discentes
de outras instituições, do estado e do Brasil, tenham oportunidade e proximidade
com a divulgação científica acadêmica. No que tange à Revista Humanidades e
Inovação, criada em 2014, alcançou estrato A2 na avaliação em 2019, tornando-se
referência como periódico de publicações científicas na área das humanidades no
estado e região.
Diante dessa história de mudanças, da luta por proporcionar uma educação
de qualidade na região norte do Brasil e de investimentos no seu quadro de
professores concursados, que busca o pleno exercício de atividades de pesquisa, a
Unitins propõe a criação do curso stricto sensu com o título Educação, Estado e
Conflitos Sociais, o qual, de natureza interdisciplinar, pretende investir em pesquisas
sobre instituições sociais e questões sobre violência, as relações entre a
contribuição das tecnologias na contemporaneidade e expressões sociais
envolvidas, conflitos e penalizações sociais.
Por fim, objetiva criar caminhos multirreferenciais na produção do
conhecimento que se destinam desenvolver pesquisas capazes de envolver
questões relacionadas à região e à sociedade que a constitui. Em face à carência de
programas stricto sensu no norte do país, em especial, cursos de mestrados
11

interdisciplinares em sociedade e humanidades, a proposta aqui pleiteada pretende


contribuir para o desenvolvimento da Unitins e comunidade acadêmica da região.
A proposta da IES destina-se a atender com relevância social, política e
educacional a demanda reprimida de oportunidades de estudos e formação
profissional no estado do Tocantins e regiões circunvizinhas como, sul do Maranhão,
sul do Piauí, sudeste do Pará, norte de Goiás, nordeste do Mato Grosso, sudoeste
da Bahia. Como também, atender aos estudantes da Unitins, egressos de seus
cursos de graduação em Direito, Serviço-Social, Administração, Pedagogia e demais
licenciaturas.

1.3 Missão da Instituição

Promover o ensino, a pesquisa e a extensão com qualidade e inovação, a fim


de contribuir para a formação profissional e cidadã, priorizando o desenvolvimento
social, econômico, cultural, político e sustentável do estado do Tocantins.

1.4 Princípios e valores

A UNITINS pauta-se sobre os principais pilares conceituais da


responsabilidade social: Respeito aos diversos sujeitos envolvidos (colaboradores
internos, acadêmicos, fornecedores e parceiros institucionais), responsabilidade
ambiental e cooperação para a minimização dos impactos sociais trazidos pela
atividade humana.
Sob o olhar da ética, a universidade vem oferecendo uma educação de
qualidade, voltada para o avanço da ciência e da tecnologia, que carrega especial
destaque no aspecto inclusivo da modalidade presencial e a distância permitindo
assim, a todo cidadão a oportunidade de uma graduação.
No que se refere aos valores da instituição, os mesmos são pautados:
● Ética
● Transparência
● Democracia participativa
● Comprometimento e envolvimento
● Integração social
● Inovação
12

● Respeito à dignidade humana


● Sustentabilidade ambiental

1.5 Base Legal da IES

A Universidade Estadual do Tocantins, criada através da Lei n. 3.124, de


14/07/2016 e Recredenciada pelo Decreto n.4.898, de 27/09/2013, publicado no
Diário Oficial n. 3.971, de 30/09/2013.
Com base nos princípios legais e no cumprimento de sua função social, a
Unitins procura sistematizar suas diretrizes e desenvolver suas ações de acordo com
as seguintes legislações:
● Constituição da República Federativa do Brasil (1988, Art.207);
● Plano Nacional de Educação - Lei N. 13.0052014;
● Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional.
● Resolução CNE/CP n. 1, de 15 de maio de 2006 - Diretrizes Curriculares
Nacionais para o curso de graduação em Pedagogia e Licenciaturas.
● Resolução n. 02 de 1° de Julho de 2015 - Diretrizes Curriculares Nacionais
para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de
formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e
para a formação continuada.
● Lei 11.788 de 25/09/2008 que dispõe sobre o estágio de estudantes.
● Resolução CNE/CP N. 2, de 22/12/2017 que institui e orienta a implantação
da Base Nacional Comum Curricular. - Resolução CEE/TO n. 24, de
14/03/2019 - Documento Curricular do Tocantins.
● Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004 - SINAES – Dispositivos legais e
orientações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.
● Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI2018/2022 – UNITINS.
13

2 CONTEXTO DA REGIÃO

2.1 Contexto Socioambiental

A região do Bico do Papagaio é a área de transição entre o Cerrado e a


Floresta Amazônica. Araguatins, a mais populosa do Bico do Papagaio, se destaca
pelas praias do Rio Araguaia, que lotam durante toda a temporada de verão. Local
de encontro dos rios Araguaia e Tocantins, a cidade de Esperantina tem praias de
areia branca e uma vegetação preservada, além de ser importante município onde
se pode ver a riqueza do bioma amazônico.
Compõem a região os municípios de Angico, Ananás, Aguiarnópolis,
Augustinópolis, Esperantina, Itaguatins, Praia Norte, São Bento, São Sebastião e
Tocantinópolis.
O Campus da Unitins-Araguatins, situado no extremo Norte do Estado do
Tocantins, na região conhecida como Bico do Papagaio devido ao formato do mapa
cujas extremidades territoriais com outros Estados configuram-se no formato deste
animal (papagaio). Esta região é conhecida nacionalmente por suas belezas
naturais, o encontro das águas por meio dos afluentes do Rio Tocantins e Araguaia,
as praias de água doce que em períodos de veraneios tornam-se atrações turísticas
e também geram fontes de renda para muitas famílias neste período.
A educação ambiental é um processo de reconhecimento de valores e
clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e
modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-
relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos.A educação
ambiental também está relacionada com a prática das tomadas de decisões e a ética
que conduzem para a melhora da qualidade de vida.
Para Quitas (2008), a Educação Ambiental deve proporcionar as condições
para o desenvolvimento das capacidades necessárias; para que grupos sociais, em
diferentes contextos socioambientais do país,intervenham, de modo qualificado tanto
na gestão do uso dos recursos ambientais quanto na concepção e aplicação de
decisões que afetam a qualidade do ambiente, seja físico-natural ou construído, ou
seja, educação ambiental como instrumento de participação e controle social na
gestão ambiental pública.
Na visão de Sato et al. (2005), a Educação Ambiental deve se configurar
14

como uma luta política, compreendida em seu nível mais poderoso de


transformação: aquela que se revela em uma disputa de posições e proposições
sobre o destino das sociedades, dos territórios e das desterritorializações; que
acredita que mais do que conhecimento técnico científico,o saber popular igualmente
consegue proporcionar caminhos de participação para a sustentabilidade através da
transição democrática.
Um processo educativo eminentemente político, que visa ao desenvolvimento
nos educandos de uma consciência crítica a cerca das instituições, atores e fatores
sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma
estratégia pedagógica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos
de exercício da cidadania, pautados na criação de demandas por políticas públicas
participativas conforme requer a gestão ambiental democrática.(LAYRARGUES,
2001).
Outro ponto de destaque no “Bico do Papagaio” é a presença dos povos
tradicionais como Povos indígenas e comunidades quilombolas, as quais pela sua
cultura de preservação e cuidado com o meio ambiente, preservando a flora e fauna,
vivendo apenas da coleta de alimentos e da plantação para sobrevivência e da
captura de animais. A partir deste breve panorama da região, é perceptível a
necessidade de uma formação integral amparada numa concepção de Educação
Ambiental, que permita uma vivência harmoniosa entre homem, sociedade e
natureza, de acordo com a Lei n. 9.795/04/1999, Art.1º.
Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o
indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades,
atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bens de
uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.
Neste sentido, preservar as riquezas naturais, como fauna, flora, os rios, bem como
respeitar e preservar a cultura dos povos tradicionais são primordiais para o
desenvolvimento de uma economia sustentável nesta região, composta pelos
seguintes municípios: Tocantinópolis, Nazaré, Angico, Ananás, Luzinópolis,
Cachoeirinha, São Bento do Tocantins, Aguiarnópolis, Marurilândia, Itaguatins, Sítio
Novo, São Miguel do Tocantins, Axixá do Tocantins, Augustinópolis, Praia Norte,
Samapaio, São Sebastião do Tocantins e Esperantina.
Assim sendo, o Curso de Pedagogia desenvolve atividades socioambiental
por meio das atividades de curricularização de extensão (palestras, roda de
15

conversa), da disciplina “Políticas de Educação Ambiental”. Bem como, o Projeto de


extensão (PIBIEX), “Educação Ambiental: a reutilização dos resíduos sólidos na
confecção de brinquedos pedagógicos”. Nesse sentido desenvolve-se nos
estudantes o despertar do importante papel da universidade no que se refere a
responsabilidade socioambiental aos problemas e processos sociais, tendo em
conta sua relação com o meio ambiente.

2.2 Princípios

Os princípios que norteiam o Curso de Licenciatura em Pedagogia são


definidos por meio de valores relacionados aos aspectos profissionais e éticos,
ajustáveis aos diversos níveis de desenvolvimento do estudante:
● Compromisso com a Educação e com os Educadores – o curso assume a
responsabilidade para com a formação de professores que
sejam comprometidos com seu papel de educador, competentes no exercício
de suas atividades, criativos e versáteis para lidar com situações diferentes,
conscientes do valor do profissional da educação, hábeis na gestão do
processo ensino-aprendizagem e capazes de trabalhar em equipe, numa
perspectiva interdisciplinar.
● Compromisso com a Ciência – Muito mais que a formação de profissionais
ricos em conteúdo e hábeis no manejo de classe para atendimento à
demanda, deseja-se a educação para a ciência, possível com a formação de
professores habilitados, qualificados e engajados na construção de uma
educação que proporcione uma visão lógica e sistêmica do mundo em que
vivemos.
● Compromisso com a Humanidade – Objetiva-se participar na construção de
uma geração capaz de desenvolver autonomia intelectual. Buscam-se
incessantemente formas de levar o conhecimento e o desenvolvimento
científico e tecnológico a todas as camadas da população. Acredita-se que o
círculo vicioso da desigualdade social só será rompido quando todas as
pessoas puderem usufruir das informações e avanços que a ciência pode
proporcionar ao ser humano.
● Compromisso com o Desenvolvimento – Deseja-se um curso proativo, no
sentido de buscar a participação em ações concretas para o desenvolvimento
16

científico, social, ambiental e econômico por meio da educação, preparando


cidadãos autônomos e competitivos. Procura-se desenvolver projetos que
estejam também voltados para a geração de renda, desenvolvimento
sustentável, melhoria da qualidade de vida e geração de conhecimentos
relevantes, aliados à aplicação e ao desenvolvimento de novos métodos e
técnicas de ensino.
● Compromisso do Corpo Docente – Todos os docentes do curso assumem a
responsabilidade pelo desenvolvimento do curso e auxiliam no
desenvolvimento dos próprios estudantes, com efetivo compromisso com a
educação e a qualidade dos profissionais que ajudam a formar. Pelo exemplo
profissional e pessoal, buscam manter uma postura proativa, dispondo-se a
permanente atualização, socialização de experiências e novos aprendizados,
participando ativamente dos grupos em que estão envolvidos.
● Compromisso com a Comunidade – Busca-se manter estreitas relações com
a comunidade, através da realização de projetos conjuntos e participação em
associações profissionais e de classe. Os estudantes são estimulados desde
o início do curso a vivenciar experiências profissionais que possam contribuir
com o desenvolvimento de sua competência profissional.
● Excelência Profissional – Objetiva-se que todos os atores comprometidos com
o curso sejam docentes ou estudantes orientem sua atuação pela busca
incessante da excelência profissional, pela realização de atividades úteis,
relevantes e de alta qualidade técnica.
● Compromisso com a Ética – Todas as ações consideram não apenas os
aspectos técnicos, mas também os éticos, sejam estes relacionados ao estrito
exercício do magistério, sejam vinculados ao estabelecimento de relações
humanas baseadas no respeito ao próximo e a si mesmo. Não se advoga
qualquer ideologia político-partidária, mas as discussões e valores éticos que
permeiam o curso orientam as opções políticas dos corpos docentes e
discentes.

Todos esses princípios devem servir como referência para a formação de


profissionais com competências para atuar nos espaços escolares e não escolares e
como cidadãos capazes de transformar o mundo em que vivem.
17

2.3 Área de influência

O Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Estadual do


Tocantins-Unitins, criado em 2014, formou no primeiro semestre de 2018, a primeira
turma, com 12 alunos. A colação de grau aconteceu no dia 3 de agosto de 2018 e a
segunda turma do semestre 2018/2, com 21 alunos formados, com data de
formatura em 08 de fevereiro de 2019.
O campus da Unitins teve início na cidade com uma aula magna no dia 15 de
agosto de 2014. Os cursos oferecidos são Letras e Pedagogia, totalizando 211
acadêmicos no primeiro semestre de 2022. O Estado mais novo do Brasil – o
Tocantins – se caracteriza por ser um Estado multicultural. O caráter heterogêneo de
sua população coloca para a Unitins o desafio de promover práticas educativas que
possibilitem o desenvolvimento do ser humano e que elevem o nível de vida de sua
população.
Atualmente, o curso de Pedagogia atende a população de Araguatins, onde
possui maior número de alunos matriculados, o distrito de Macaúba a cerca de 40
km, o município de São Bento do Tocantins aproximadamente, 60 km, a cidade de
Augustinópolis a 32 km, a cidade de São Miguel do Tocantins e também em alguns
municípios circunvizinhos pertencentes ao estado do Pará.
O curso de Pedagogia ofertado pela Unitins em Araguatins é o único gratuito
na cidade, sendo o mais próximo ofertado gratuitamente na cidade de Tocantinópolis
pela Universidade Federal do Tocantins – UFT, localizada há 150 km.
Desse modo, constata-se que o curso tem uma grande área de abrangência
dada as suas características como gratuidade e excelência em qualidade e que,
certamente impacta no desenvolvimento econômico, cultural e social do estado do
Tocantins e suas áreas de influência.
18

3. CENÁRIO SOCIOECONÔMICO

A região norte de Goiás, antes de se tornar o estado do Tocantins


representava uma das regiões de baixo desenvolvimento educacional, tecnológico e
infraestrutura. Com sua criação e investimentos no início dos anos 1990 a região
alcançou o Produto Interno Bruto do Tocantins determinado pela Agropecuária
(17,8%), Indústria (24,1%) Serviços (58,1%), sendo o setor de serviços o principal
responsável pela formação do PIB estadual (FRANCISCO, 2020).
Segundo censo IBGE (2010), o Estado do Tocantins tem uma População de
1.383.453. A Área (em km2) é de 277.620,914. A densidade Demográfica
(habitantes por km2) é de 4,98, distribuídos por 139 municípios. Em termos
econômicos o quadro apresentado pelo IBGE (2010) é o Produto Interno Bruto (PIB):
R$ 14,6 bilhões (2009); Renda Per Capita: R$ 11.278 (2009); Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH): 0,756 (2005).
A composição étnica do Tocantins é composta por: brancos (25,5%); negros
(4%); pardos (70%); indígenas (0,5%). Uma das peculiaridades do estado é
suabacia hidrográfica. Os Rios mais importantes são: Araguaia, Tocantins, Do Sono,
Das Balsas e Paranã. As principais cidades: Palmas, Araguaína, Porto Nacional,
Gurupi e Paraíso do Tocantins (IBGE, 2010).
O curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS) está
localizado em Araguatins, cidade mais populosa da macrorregião Bico do Papagaio,
que conta com uma população urbana de 129.851 e rural por volta de 66.516
habitantes respectivamente e apresenta o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
entre baixo e médio, segundo dados do IBGE 2010.
O município de Araguatins está localizado na região do Bico do papagaio que
tem uma população oriunda de várias regiões principalmente na região do Pará e do
Maranhão. A população caracteriza-se por pessoas de baixa renda. De acordo com
o perfil socioeconômico do curso de Pedagogia constata-se em sua maioria, que são
acadêmicos com uma renda mensal de até três salários mínimos e que eles são
egressos de escolas públicas e ingressaram na UNITINS, em sua maioria por meio
do vestibular, e alguns por meio do SISU. O percurso feito da residência ou do
trabalho até o campus em sua maioria é de bicicleta, motocicleta ou a pé.
Em relação à busca de conhecimento, identificou-se que 40,7% dos
acadêmicos raramente utiliza a biblioteca. Com relação ao domínio de outras
19

línguas, os acadêmicos relataram que no que de refere à língua inglesa, 51,8%


afirmaram que não têm domínio nenhum e quanto à língua espanhola, 48,2%
afirmaram não ter nenhum domínio.
A performance da cidade, banhada pelo rio e suas praias favorece a
prevenção de doenças e colabora para a boa saúde física dos acadêmicos; muitos
praticam caminhada e participam de jogos esportivos.
Diante dessa realidade, temos consciência que estes acadêmicos são jovens
e estão em processo de construção de seus conhecimentos pessoais eprofissionais
que, de certa forma implicam na sua saúde mental, pois também sentem medos e
anseios, que podem refletir no seu desempenho acadêmico.
Nessa perspectiva observou-se que existem vários fatores de suas vidas
pessoais contribuindo no seu desempenho: segundo os dados obtidos nota-se
68,3% não tem renda própria, No que se refere às questões emocionais e
psicológicas, observou-se que 32,6% sentem que a ansiedade interfere no seu
desempenho escolar. Todavia, e apesar dessa situação, foi observado que 75,9%
nunca fizeram uso de álcool e outras drogas.

Os investimentos na infraestrutura do Estado têm atraído empresários de


diversos setores, o que tem contribuído para o aumento do emprego na região
melhorando as condições da população urbana – Segundo dados do IBGE de 2010,
78,81% da população vive na zona urbana, apenas 21,19 na zona rural; Dos 139
municípios, 136 possuem menos de 10 mil habitantes – 76 destes têm menos de 5
mil habitantes. Ainda segundo o IBGE, 49% da população do Estado concentra-se
em apenas dez cidades.
O Produto Interno Bruto-PIB do Tocantins possui o 4º melhor Produto Interno
Bruto (PIB) da região Norte do País e ocupa o 24º lugar no ranking nacional. Dados
do IBGE mostram que o Estado cresceu 69,8% no ranking das vendas do comércio
varejista entre os anos de 2007 e 2010, número duas vezes maior que a média
nacional. O Tocantins é uma das economias mais promissoras da região Norte do
país. Os agricultores do Estado produzem principalmente grãos e conta com
estrutura de água em abundância, energia e logística de escoamento como fatores
positivos.
O Tocantins está em 11º lugar no ranking nacional de pecuária, tornando esta
como a segunda maior atividade em termos de exportação do Estado. Dezenas de
20

empresas de laticínios, frigoríficos e matadouros estão ativas no Estado,


empregando milhares de pessoas de forma direta ou indireta. Cidades como o
Jalapão e Cantão atraem turistas de todos os países do mundo por conta do contato
com a natureza e paisagens com cachoeiras, rios e lagos.
A cidade de Araguatins, segundo IBGE (2017) possui população 31.329
pessoas, densidade demográfica de 11,93 hab/km2
Em 2017, o salário médio dos araguatinenses era de 1,9 salários mínimos. A
proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 6.6%. Na
comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 18 de 139 e
108 de 139, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava
na posição 2403 de 5570 e 4583 de 5570, respectivamente. Considerando
domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha
46,1% da população nessas condições, o que o colocava na posição 62 de 139
dentre as cidades do estado e na posição 2016 de 5570 dentre as cidades do Brasil
(IBGE, 2017).

3.1 Cenário da Saúde

Ocorreu na década de 90 e início do ano 2000 uma forte adesão dos


municípios à descentralização da gestão da atenção básica e vigilâncias com as
Normas Operacionais Básicas – NOBs, mais, por imposição do financiamento das
políticas públicas do que por aceitação de responsabilidade sanitária. Por sua vez, a
descentralização de ações de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar
ainda é lenta e desafiadora no Estado. No que se refere à descentralização pela
NOB, 96, apenas 08 municípios aderiram a alguma forma de habilitação da Gestão
Plena do Sistema Municipal; na Norma Operacional de Assistência à saúde
NOAS/01 apenas a capital Palmas, que depois retrocedeu, e o Estado que foi um
dos últimos da federação a se habilitar no ano de 2004. Em compensação, no Pacto
pela Saúde o Estado foi o primeiro a aderir no País - em setembro de 2006, seguido
no decorrer dos anos, por 84 dos seus 139 municípios, sendo que a maioria só
possuía atenção básica.
Os e Vigilância em Saúde, no período de 1997 a 2005; 08 municípios foram
descentralizados na Média Complexidade pela NOB (Almas, Formoso do Araguaia,
Gurupi, Itacajá, Nazaré, Palmas, Palmeirópolis e Paranã) e passaram a ser gestores
21

e gerentes das unidades de saúde de seu território, sendo que o município de Almas
perdeu a habilitação, ficando apenas 7. Atualmente 92 municípios solicitaram a
descentralização de ações e serviços de saúde enquanto modalidade de gestão e
gerência de serviços seja pelo Pacto pela Saúde ou pelo Decreto n. 7.508/11 -
envolvendo a atenção básica, a vigilância em saúde e serviços de média
complexidade. Hoje há uma forte pressão dos gestores municipais nos espaços das
Comissões Intergestores, numa tentativa de (des)responsabilização sanitária, com
um discurso de “devolver” ao Estado os poucos serviços e unidades de baixa e
média complexidade ambulatorial e hospitalar sobre responsabilidade destes entes
(gestão e/ou gerências), principalmente Hospitais de Pequeno Porte (HPP),
Hospitais Municipais e Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), com a
justificativa de que “não suportam mais o alto custo para manter estes serviços,
denotando um retrocesso na operacionalização das PLANO ESTADUAL DE SAÚDE
– TOCANTINS – 2016/2019.
No que tange a regionalização, atualmente o Estado possui 8 Regiões de
Saúde com conformações distintas de serviços e interdependência das regiões onde
estão situados os maiores municípios que agregam mais serviços de média e alta
complexidade. Com alto custo para implantação e manutenção de ações e serviços
de saúde e de recursos humanos, o Estado é o 2º da federação na aplicação de
Receita Própria em Saúde: em 2014 com 21,47% e no segundo quadrimestre de
2015 já passou de 22% (22,12%, sendo: 18,78% Pessoal, 3,31% Custeio e apenas
0,03% para Investimentos). A Rede de Atenção a Saúde vem se estruturando de
forma fragmentada por meio de Redes Temáticas que não se integram,
subfinanciada, além do desafio de consolidação da governança regional no âmbito
do SUS.
Nos termos do Decreto Federal n. 7.508/11, a região tem a finalidade de
integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde.
Desta forma, foram estabelecidos vários estudos nas reuniões da Câmara Técnica
de Gestão da Comissão Inter gestores Bipartite - CIB, em articulação com gestores
municipais e técnicos do estado, que compuseram o 3º redesenho de
Regionalização definindo as novas regiões de saúde passando de 15 para 8,
aprovadas consoante a Resolução CIB – TO n. 161/[Link] meio de critérios
específicos definiram o recorte regional, de ações e serviços de saúde mínimos para
composição da Região em 05 eixos: atenção primária: 80% de cobertura ESF e
22

suficiência da AB na região; urgência e emergência: 1 Pronto Socorro funcionando


24hs todos os dias da semana com cirurgião geral e atendimento obstétrico de risco
habitual (cesárea) na região; atenção psicossocial: pelo menos 1 CAPS I na região;
atenção ambulatorial especializada e hospitalar: atendimento ambulatorial em clínica
médica e cirurgia geral e hospitalar nas clinicas médicas, cirúrgicas e obstétricas;
Vigilância em saúde: equipe de vigilância constituída legalmente no município.
Quanto ao saneamento, Araguatins apresenta 1.8% de domicílios com
esgotamento sanitário adequado, 86.9% de domicílios urbanos em vias públicas com
arborização e 0.3% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização
adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando
comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 122 de 139, 48 de
139 e 45 de 139, respectivamente. Já quando comparado a outras cidades do Brasil,
sua posição é 5255 de 5570, 1805 de 5570 e 4686 de 5570, respectivamente (IBGE,
2017).
Araguatins, com área de 2.625,286 km2, em número da Saúde, tem taxa de
mortalidade infantil média na cidade de 12.30 para 1.000 nascidos vivos. As
internações devido a diarreias são de 2.4 para cada 1.000 habitantes, considerando
um número de 9 estabelecimentos do SUS (IBGE, 2009). Comparado com todos os
municípios do estado, fica nas posições 62 de 139 e 19 de 139, respectivamente.
Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 2510 de 5570 e
1360 de 5570, respectivamente (IBGE, 2017).

3.2 Cenário Educacional

O Estado do Tocantins é o mais jovem do Brasil. Sua fundação se deu no dia


5 de outubro de 1989, quando foi promulgada a primeira Constituição do Estado,
feita nos moldes da Constituição Federal. Foram criados mais 44 municípios, além
dos 79 já existentes. Dados do Censo IBGE (2010) informam que o estado do
Tocantins tem uma População de 1.383.453. A Área (em km²) é de 277.620,914. A
densidade Demográfica (habitantes por km²) é de 4,98, distribuídos por 139
municípios. Em termos econômicos o quadro apresentado pelo IBGE (2010) é o
seguinte: Produto Interno Bruto (PIB): R$ 14,6 bilhões (2009); Renda Per Capita:
R$11.278 (2009); Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,756 (2005);
Principais Atividades Econômicas: agricultura, pecuária e extrativismo.
23

A composição étnica do Tocantins é composta por: brancos (25,5%); negros


(4%); pardos (70%); indígenas (0,5%). Uma das peculiaridades do estado é sua
bacia hidrográfica. Os Rios mais importantes são: Araguaia, Tocantins, Do Sono,
Das Balsas e Paranã. As principais cidades: Palmas, Araguaína, Porto Nacional,
Gurupi e Paraíso do Tocantins (IBGE, 2010).
O Projeto Pedagógico do Curso Licenciatura em Pedagogia da Universidade
Estadual do Tocantins – UNITINS considera as metas do Plano Nacional de
Educação (PNE) no que diz respeito à valorização do magistério e à qualidade da
educação, à qualidade da oferta e de atendimento na educação superior, ao
desenvolvimento econômico, à demanda do setor produtivo da região, à população
do ensino médio e técnico local e à política institucional de expansão para a área
tecnológica, de maneira plenamente adequada.
A partir desse referencial, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da
Unitins, e considerando que o campus da Unitins está instalado na cidade de
Araguatins Estado do Tocantins, região norte do Brasil apresentou, a seguir, o
contexto educacional regional e local em que se insere essa Instituição.
No tocante à conjuntura educacional da região norte do Brasil, dados do
Censo da Educação de 2010 (MEC/Inep, 2012), informa que esta região lidera o
crescimento do acesso ao Ensino Superior no País, com uma evolução de 148,3%
na última década, acima da média nacional que foi de 110,1%. OMEC/Inep (2012)
indicam também que a região norte registrou, entre 2001 e 2010, o maior
crescimento do País quanto ao índice de acesso à graduação e pós-graduação. O
Censo da Educação Superior registrou 352.358 estudantes matriculados em cursos
presenciais na região Norte. Em 2010, eram apenas 141.892 alunos.
Para o Ministério da Educação, o crescimento das vagas no Norte é explicado
pelo aumento da oferta de cursos tecnológicos e à distância.
De acordo com o Censo Escolar de 2015, a rede estadual de educação de
Tocantins é composta por 508 escolas. São 380 unidades (60%) localizadas em
área urbana e 128 (40%) em área rural. As matrículas das escolas estaduais –
reunindo todas as etapas e modalidades de ensino – somam um total de 176.083.
São 162.877 matrículas em área urbana e 13.206 na área rural.
Do total de escolas do estado, 262 compõem a rede de Ensino Médio regular
estadual, estando 205 (78%) delas localizadas na área urbana e 57 (22%) escolas
na área rural. O total de matrículas em escolas com Ensino Médio regular totaliza
24

61.809 que estão distribuídas da seguinte forma: 58.735 matrículas em escolas


urbanas e 3.073 matrículas em escolas situadas em área rural.
O IDEB de Tocantins subiu de 2,9 para 3,3 entre os anos de 2005 e 2015. No
entanto, essa variação não foi totalmente linear: entre 2005 e 2011 o estado
apresentou sucessivas melhoras em seu desempenho, chegando a superar o país
em 2011.
Araguatins, de acordo com censo de (2010) possui População de 31.329
pessoas, e uma taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade de 95,5 %. O IDEB –
Anos iniciais do ensino fundamental (Rede pública) de 5,2, atingiu a meta e cresceu,
garantindo mais alunos aprendendo e com um fluxo escolar adequado. 32
estabelecimentos de ensino fundamental e 5.894 matrículas (2018), 07
estabelecimentos de ensino médio e 1.931 matrículas e 288 docentes vinculados no
ensino fundamental.
No que tange à educação, Araguaína é uma referência estadual. Além de
ensino básico e profissionalizante, a cidade conta com quatro importantes
Instituições de Ensino Superior: Instituto Federal do Tocantins (IFTO) que oferta
Cursos técnicos presenciais integrado regular de técnico em agropecuária,
técnicoem redes de computadores e cursos subsequentes em técnico em
agropecuária. O Instituto oferta também curso superior de graduação em Bacharel
em Agronomia, Licenciatura em Ciências Biológicas e Computação.
Em Araguatins também possui, instituição particular ofertante dos cursos
superiores em Pedagogia, Administração, Letras/Portugues-Inglês e outros.

3.3 Empreendedorismo e Inovação

Disseminar a cultura do empreendedorismo constitui uma das funções


precípuas da universidade no intuito de incentivar e apoiar a elaboração de projetos
inovadores. Uma universidade empreendedora desenvolve ações que estimulam a
inovação, a proatividade, as parcerias e os riscos organizacionais.
O empreendedorismo proporciona uma mudança no ambiente acadêmico
conservador no sentido de valorizar o conhecimento por meio de aplicações práticas
de pesquisa e ensino, gerando um aumento no desenvolvimento econômico e social.
Ele estimula a inovação, o estímulo à criatividade, protege a propriedade intelectual,
a transferência de tecnologia, além de formar pessoas qualificadas para o mercado.
25

A universidade com o viés empreendedor fomenta a utilização dos benefícios


da tecnologia para descentralizar o poder, redefinir valores, criar novas alianças e
reformular o status quo, buscando disseminar o conhecimento entre
universidade/empresa: universidade produzindo pesquisa e tecnologia e as
empresas, apropriando-se dos conhecimentos, transfere-os para a sociedade,
beneficiando-a.
As atividades de empreendedorismo entre os estudantes, por meio da
pesquisa, torna-se uma maneira de disseminar a cultura empreendedora no meio
acadêmico. O desenvolvimento das atividades acadêmicas, associadas às
pesquisas, contribuirá para o atendimento das demandas do Estado do Tocantins no
que se refere ao desenvolvimento econômico e social na comunidade, além de
proporcionar à atual geração, um novo perfil profissional adaptado ao mercado.
Como universidade empreendedora, Etzkowitz (2003), define como sendo
aquela que é capaz de gerar uma direção estratégica, formulando objetivos
acadêmicos claros e transformando o conhecimento gerado na Universidade em um
valor econômico e social. Considera a Universidade um ambiente propício à
inovação, pela concentração de conhecimento e de capital intelectual, onde os
estudantes constituem uma fonte de potencial empreendedor.
A Universidade Estadual do Tocantins, ciente do seu papel na formação do
cidadão empreendedor estabelece que, caberá aos colegiados de cursos e seus
respectivos NDEs definirem quais competências empreendedoras pretendem
desenvolver e por meio de quais métodos. Para tanto, adotará as competências
empreendedoras definidas pela ONU em 2011, tais como: a busca de oportunidade,
iniciativa, persistência, comprometimento, exigência de qualidade, eficiência,
estabelecer metas, busca de informações, planejamento, monitoramento contínuo,
persuasão, independência, autoconfiança, rede de contatos e o assumir riscos
calculados.
O desenvolvimento das competências empreendedoras, a critério do NDE e
Colegiado de Curso, poderá ocorrer em disciplina específica em que o objeto de
estudo seja Empreendedorismo e Inovação, e/ou em outras disciplinas no decorrer
do curso. Tais competências a serem trabalhadas deverão constar nos PPCs, por
meio das disciplinas específicas (ementas e respectivas bibliografias) ou, de forma
transversal em outras disciplinas, de maneira a contemplar e contextualizar a área
de atuação do referido curso.
26

4 CONTEXTO DO CURSO

A missão do Curso de Licenciatura em Pedagogia é atender a demanda por


educadores capacitados na área da Educação para atuarem na rede de ensino
público e privado, no atendimento aos seus níveis de ensino fundamental, ensino
médio e educação profissional técnico de nível médio, bem como, promover o
ensino, a pesquisa e a extensão com qualidade e inovação, a fim de contribuir para
a formação profissional e cidadã, priorizando o desenvolvimento social, econômico,
cultural, político e sustentável de Araguatins.

4.1 Identificação do curso

Nome do curso Pedagogia


Habilitação Licenciado em Pedagogia
Eixo ou área Ciências Humanas
Modalidade Presencial
Carga horária 3.200 horas-relógio
3.762,5 horas-aula
Vagas ofertadas de 40 a 50 (cinquenta) alunos por turma
Regime de matrícula Semestral
Turno de oferta Noturno
Duração do curso 4 (quato) anos
Integralização Mínimo de 4 anos, máximo de 6 anos.

4.2 Objetivos do Curso

Conforme as legislações que embasam o curso de Pedagogia da UNITINS,


vários objetivos devem ser alcançados com vistas à formação de profissionais
capacitados para atuar em instituições escolares e espaços não escolares no estado
do Tocantins e em todo território nacional.

4.2.1 Objetivo geral

O Curso de Pedagogia da Unitins tem por objetivo formar o pedagogo para


27

atuar na Docência, na Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e


na Gestão Educacional, favorecendo a compreensão a prática educativa em
diferentes tempos e espaços escolares e não escolares comprometidos com as
questões educacionais locais, regionais e nacionais e com a realidade social de um
modo crítico e transformador.

4.2.2 Objetivos Específicos

A licenciatura em Pedagogia – preconiza a formação de professores para


atuação na docência da Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental e gestão escolar, com os objetivos a seguir.
● Formar professores para atuação nas funções de docência da Educação
Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e gestão escolar e em
outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.
● Compreender o processo de construção do conhecimento, analisando as
diferentes concepções pedagógicas e suas implicações no processo de
ensino e de aprendizagem com vistas a assumir a responsabilidade político-
social da educação.
● Oportunizar a compreensão da prática educativa nos diferentes contextos e
tempos, escolares e não escolares, da Educação Infantil e dos Anos Iniciais
do Ensino Fundamental.
● Desenvolver habilidades para pesquisar, projetar, implementar e sistematizar
processos de ensino e de aprendizagem.
● Contribuir com a atuação na organização e gestão educacional em espaços
escolares e não escolares.
● Contribuir para a produção e socialização do conhecimento científico e
tecnológico do campo sócio educacional.
● Capacitar o pedagogo para compreender a profissão docente como
fundamental na construção da sociedade numa ação transformadora e crítica.
● Dinamizar práticas capazes de trabalhar com as singularidades humanas.

4.3 Endereço de Funcionamento

O Curso Licenciatura em Pedagogia da Universidade Estadual do Tocantins –


28

UNITINS tem seu funcionamento no prédio cedido na Escola Estadual Aldinar


Gonçalves de Carvalho, localizada na Rua Marechal Castelo Branco S/N, Bairro:
Nova Araguatins, CEP: 77.950-000 Araguatins/TO.

4.4 Coordenação de Curso e Identificação do Coordenador de Curso


COORDENADORA
Nome: Aquenubia Gonçalves da Silva
End.: Rua Presidente Kennedy
Cidade: Araguatins UF TO CEP: 77.950-000
Fones: (63) 9 9931-2695
E-mail: aquenubiagoncalves@[Link]@[Link]
CPF: 822.709.371-04 RG: 3605336 SSP/GO

● Formação: Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Goiás


(2003). Especialização - Gestão Pública Municipal pela Universidade Federal
do Tocantins- UFT (2015). Mestranda em Desenvolvimento Regional -UFT
(2021).
● Experiência: Coordenadora educacional na implantação do Ensino
Fundamental de 9 anos – Chefe Divisão de Planejamento da Secretaria
Municipal de Administração – Tesoureiro da Secretaria Municipal de Finanças
– Secretária Municipal de Finanças – Professora efetiva – Prefeitura Municipal
de Mundo Novo - GO. Professora na Secretaria Estadual de Goiás – SEDUC.
Professor/Pedagogo/Gestão Educacional – SEMEC (Efetiva) – Tesoureiro do
Fundo Municipal de Saúde. Diretora do Departamento de Tributos e Cadastro
Imobiliário – Prefeitura Municipal de Araguatins – TO. Apoio Administrativo
Externo em Cursos do PRONATEC – Instituto Federal do Tocantins –
IFTO/Araguatins – TO. Gerente de Execução Orçamentária e
Financeira/Coordenação de Apoio. Acompanhamento dos Sistemas de
prestação de contas – SIGPC – Sistema de Gestão de Prestação de Contas,
SIMEC – Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle e o
Plano de Ações Articuladas (PAR). Professora formadora – Programa
Formação pela Escola – FNDE. Coordenadora voluntária no município de
Araguatins, do Projeto Caminhada Passos Que Salvam – Hospital de Amor,
agora institucionalizado na Unitins. Professora – UNITINS-CAMPUS
Araguatins –TO. Coordenadora de curso do curso de Pedagogia – Unitins –
29

CampusAraguatins – TO.

4.5 Característica do Curso

O Curso de Pedagogia da Unitins caracteriza-se por ofertar íntegra formação


teórica e prática por meio de um rol diversificado de disciplinas que abrangem
a área de humanas, o currículo escolar, o contexto da legislação e das políticas
educativas, de forma a possibilitar aos futuros pedagogos e pedagogas a
experiência investigativa, bem como de reflexão acerca de aspectos políticos e
culturais da ação educativa, para atuarem na sociedade, seja em sala de aula, nos
cargos de gestão ou em quaisquer outras áreas que requisitam um trabalho político-
pedagógico, capaz de intervir nas mais diversas realidades educacionais.
 Titulação: Licenciado em Pedagogia.
 Modalidade de ensino: Presencial.
 Turno de Funcionamento: Nortuno.
 Duração do curso (semestre/ano): 8 Semestres - 4 anos.
 Integralização: Mínimo de 4 anos, Máximo de 6 anos.
 Regime de Matrícula: Semestral.
 Número de vagas: de 40 a 50 (cinquenta) alunos por turma

Ressalta-se ainda, que o Projeto Pedagógico do curso de Pedagogia está


pautado na observância aos dispositivos legais e dispositivos regimentares
Institucionais, - Constituição da República Federativa do Brasil (1988, Art.207); Plano
Nacional de Educação – Lei n. 13.0052014; Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de
1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; Resolução CNE/CP n. 1, de
15 de maio de 2006 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação
em Pedagogia e Licenciaturas; Resolução n° 02 de 1° de Julho de 2015 –Diretrizes
Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de
licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda
licenciatura) e para a formação continuada; Lei n. 11.788 de 25/09/2008 que dispõe
sobre o estágio de estudantes; RESOLUÇÃO CNE/CP n. 2, de 22/12/2017 que
institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular; Resolução
CEE/TO n. 24, de 14/03/2019 – Documento Curricular do Tocantins.
30

4.6 Atos legais do Curso

4.6.1 Autorização/reconhecimento/renovação de reconhecimento

● Ato de Criação: RESOLUÇÃO/CONSELHO CURADOR/N.001/2014.


● Criação de Vagas: RESOLUÇÃO/CONSELHO CURADOR/N.004/2014.
● CEE/TO: Credenciado pelo Decreto N. 5.107, de 21/08/2014 D.O.E. n. 4.197
de 21/08/2014.
● Reconhecimento: Decreto n. 5.995, de 19 de setembro de 2019.

4.7 Forma de Acesso ao Curso e condições de oferta

Conforme o regimento acadêmico da instituição o ingresso nos cursos de


graduação da UNITINS dar-se-á nas seguintes modalidades:
I. vestibular;
II. transferência interna;
III. mudança de turno;
IV. reingresso;
V. transferência externa, nas seguintes formas:
a) transferência facultativa;
b) transferência ex-officio.
VI. admissão de portador de diploma;
VII. admissão de acadêmicos estrangeiros;
VIII. outras modalidades de ingresso aprovadas pelo Consepe, ou emanadas de
legislação superior, homologadas pelo Consuni.

O curso de Licenciatura em Pedagogia está previsto para funcionar com


turmas de no mínimo 40 alunos e no máximo 50 alunos no turno noturno.

4.8 Relação de Convênios vigentes com outras instituições

A Unitins possui convênios com outras instituições de ensino para atender às


políticas estágios e outros convênios que proporcionam a efetivação do programa de
31

mobilidade estudantil.
O curso de Pedagogia, por meio da Pró-Reitora de Graduação possui
convênios estabelecidos com as seguintes instituições:
Período de
Intituições Cidade Cnpj vigência do
convênio
Delegacia Regional de 06/10/2021
Ensino de Ensino de Araguatins - TO 25.053.083/0001-08 à
Araguatins – TO 20/08/2023
Augustinópolis - 06/10/2021
Escola Comunitária de
TO 00.207.318/0001-92 à
Augustinópolis – TO
07/10/2025
Centro de Educação 09/02/2022
Dona Marina Pereira de Araguatins - TO 19.433.720/0001-79 à
Miranda 31/12/2026
Araguatins - TO 10/02/2022
Escola Arte de Crescer 14.775.162/0001-06 à
31/12/2024
Augustinópolis - 02/01/2021
Escola Herdeiros do
TO 13.495.608/0001-86 á
Futuro
31/12/2022
Araguatins - TO 22/02/2022
Escola Municipal São
30.276.997/0001-78 à
Vicente Ferrer
31/12/2024
Instituto Federal de
Educação, Ciência e 21/06/2017
Tecnologia do Tocantins Araguatins - TO 10.742.006/0002-79 à
– Campus Araguatins 21/06/2022
(IFTO)
São Bento do 17/03/2022
Prefeitura Municipal de
Tocantins- TO 25.063.983/0001-36 á
São Bento do Tocantins
31/12/2027
Augustinópolis - 21/09/2021
Secretaria Municipal de
TO 33.338.353/0001-55 à
Educação
31/12/2024
Fonte: Coordenação de Estágio – PROGRAD, 2022.
32

5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

5.1 Perfil Profissional do egresso

Conforme as legislações em vigor, a Universidade Estadual do Tocantins, a


partir de sua missão, pretende-se que seus egressos apresentem atitudes éticas,
políticas e humanistas, com o conhecimento e reflexão crítica, suficientes para
contribuir para a transformação da sociedade. Além disso, o egresso deve estar apto
a se inserir nos diversos setores profissionais e ser capaz de promover a
sustentabilidade da sociedade e sua formação continuada; ser um cidadão cônscio
de seus direitos e deveres; ter interesse, aptidão e competência para transformar
saberes em soluções de problemas, em suas áreas de formação nas dimensões
local, regional, nacional; buscar permanentemente o aperfeiçoamento cultural e
profissional e ainda deverá manter laços (contato) com a universidade, contribuindo
para o crescimento, o aperfeiçoamento e o desenvolvimento recíprocos.
Conforme os documentos oficiais e institucionais que fundamentam o curso
de Pedagogia, o perfil do egresso foi assim delineado:
I. atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade
justa,equânime, igualitária;
II. compreender, o cuidar, o educar e o brincar de crianças com zero a
cincoanos, de forma a contribuir, para o seu desenvolvimento nas
dimensões,entreoutras,física, psicológica, intelectual,social;
III. fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino
Fundamental,assim como daqueles que não tiveram oportunidade de
escolarização na idade própria;
IV. trabalhar, em espaços escolares e não escolares, na promoção da
aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento
humano,em diversos níveis e modalidades do processo educativo;
V. reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas,
emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuaise coletivas;
VI. ensinar os componentes curriculares de acordo com as áreas do
conhecimento, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do
desenvolvimento da criança na Educação Infantil e Ensino Fundamental;
VII. relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos
33

processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de


informação e comunicação adequada sao desenvolvimento de aprendizagens
significativas;
VIII. promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa,a
família e a comunidade;
IX. identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa,
integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a
contribuir para superação de exclusões sociais,étnico-raciais, econômicas,
culturais, religiosas, políticas e outras;
X. demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de
natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas
geracionais,classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas
sexuais, entreoutras;
XI. desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a
áreaeducacionale asdemais áreasdo conhecimento;
XII. participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração,
implementação,coordenação, acompanhamento e avaliação do Projeto
Político Pedagógico;
XIII. participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando
e avaliando projeto se programas educacionais, em ambientes escolares e
não escolares;
XIV. realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros:sobre
alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas
experiências não escolares; sobre processos de ensinar e de aprender, em
diferentes meios ambiental-ecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre
organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas;
XV. utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de
conhecimentos pedagógicos e científicos;
XVI. estudar e aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras
determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar
o resultado de sua avaliação às instâncias competentes;
XVII. promover o diálogo entre conhecimentos, valores e culturas dos povos
indígenas, quilombolas, ou demaispopulações/etnias, com vista à valorização
de sua cultura, de modo a contribuir e atuar como agentes educacionais e
34

interculturais em suas unidades de ensino;


XVIII. estimular à construção do conhecimento, valorizando a pesquisa e a extensão
como princípios pedagógicos essenciai sao exercício e aprimoramento do
profissional do magistério e ao aperfeiçoamento da prática educativa;
XIX. acessar com propriedade às fontes nacionais e internacionais de pesquisa, ao
material de apoio pedagógico e produção acadêmica de qualidade,
viabilizando assim os programas e projetos de fomento à pesquisa sobre a
educação básica;
XX. compreenderadinamizaçãopedagógicaquecontribuamparaoexercício
profissional e o desenvolvimento do profissional do magistério pormeio de
visão ampla do processo formativo, possibilitando as condições para o
exercício do pensamento crítico, a resolução de problemas,o trabalho coletivo
e interdisciplinar, a criatividade, a inovação, a liderança e a autonomia;
XXI. elaborar processos de formação docente em consonância com as mudanças
educacionais e sociais, acompanhando as transformações epistemológicas do
conhecimento;
XXII. utilizar competentemente as Tecnologias de Informação e Comunicação(TIC)
parao aprimoramento da prática pedagógica e a ampliação da formação
cultural dos(das) professores(as) e estudantes;
XXIII. promover espaços para a reflexão crítica sobre as diferentes linguagens e
seus processos de construção, disseminação e uso, incorporando-os ao
processo pedagógico, com a intenção de possibilitar
odesenvolvimentodacriticidadeedacriatividade;
XXIV. promover à consolidação da educação inclusiva através do respeito às
diferenças, reconhecendo e valorizando a diversidade étnico-racial, de
gênero, sexual, religiosa,de faixa geracional, entre outras;
XXV. trabalhar os componentes curriculares de acordo com as áreas do
conhecimento, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do
desenvolvimento da criança na Educação Infantil e Ensino Fundamental, de
acordo com a BaseNacional Comum CurricularNacionaleTerritorial.

5.2 Diferenciais competitivos do curso

O diferencial competitivo do profissional pedagogo da Unitins está em saber


35

desenvolver qualidades específicas às necessidades profissionais que surgem em


seu caminho de modo que suas habilidades o destaque a partir de
qualidadesespecíficas que superam os espaços educacionais. Capacidade de saber
se articularcom eficiência em trabalho em equipe, conhecimento no uso de
tecnologias dacomunicação, na promoção de sujeitos, em diversos níveis e
modalidades doprocesso educativo.
Com experiência em aprendizagem híbrida se fundamenta em um profissional
híbrido, aberto aos diferentes tipos de conhecimentos. Focado em sua atuação além
do conhecimento científico acumulado, com capacidade própria na elaboração de
metodologias que correspondam às necessidades emergentes. Na promoção
deresultados positivos, no trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a
áreaeducacional e as demais áreas, contribuindo para solução de conflitos e
problemas e articulando o conhecimento pedagógico e científico à sua atuação
profissional.

5.3 Políticas Institucionais e sua correlação com o curso

As políticas de ensino de graduação são efetivadas pela Pró-reitoria de


Graduação (Prograd), que atua no desenvolvimento constante de mecanismos de
acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico institucional e dos seus cursos,
dos talentos humanos (docentes, discentes, técnico-administrativos) e da gestão
acadêmica. Essas ações são exercidas de forma colaborativa entre os diversos
órgãos que a compõem e com as demais unidades administrativas da Unitins, com a
finalidade de promover ações que garantam a articulação entre o ensino, a pesquisa
e a extensão, em consonância com as diretrizes emanadas do Ministério da
Educação – MEC.
As ações são pautadas nos princípios democráticos de responsabilidade e de
inclusão voltados à promoção da cidadania, bem como na indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão, a fim de proporcionar aos alunos a inserção e
comprometimento com as demandas locais e regionais, promovendo a melhoria da
qualidade de vida em prol da coletividade.

5.4 Organização Curricular


36

Os professores não devem simplesmente repassar conteúdos previamente


programados e massificados sem analisar sua importância e necessidade no
contexto social em que os egressos estarão inseridos. Pelo contrário, a seleção e a
organização dos conteúdos devem ser feitas a partir do pressuposto de que teoria e
prática se constituem numa unidade, além de se trabalhar em uma perspectiva
interdisciplinar.
Deve-se dar ao aluno a oportunidade de redescobrir o conhecimento existente
a partir de sua exposição aos conteúdos selecionados.
A seleção de conteúdo, portanto, leva em consideração: a superação linear e
hierarquizada dos saberes; enfoques multirreferencializados com a ciência e a
tecnologia; respeito aos conhecimentos prévios de todos os alunos e articulação
com novos conhecimentos construídos no processo de formação; busca de
interfaces entre ensino, pesquisa e extensão; sinalizações teóricas e práticas sobre
os entrelaçamentos entre habilidades técnicas e humanísticas; predominância da
formação sobre a informação e o comprometimento com os valores éticos e
humanísticos.

5.4.1 Estrutura Curricular

A estrutura curricular do curso de Pedagogia é fruto de estudos e discussões


realizados pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) na elaboração e revisão do
PPC, considerando também a experiência do grupo na área, tanto por meio da
docência, como em funções relacionados às diversas possibilidades de atuação do
pedagogo, o que contribuiu para um rico debate a respeito dos desafios e
possibilidades da profissão.
Foram levantados alguns desafios ligados à formação e valorização docente,
bem como as principais necessidades formativas que deveriam fazer parte da
formação inicial para que possibilitasse a construção de um projeto pedagógico
pautado nas legislações vigentes e em atendimento ao perfil profissional exigido pelo
contexto social.
O curso de Pedagogia da Unitins – Campus Araguatins, formará o profissional
para atuar na Docência da Educação infantil, dos anos iniciais do Ensino
Fundamental e Gestão Educacional e espaços não escolares. Nesse sentido, a
estrutura curricular está baseada na oferta dos componentes curriculares e nos
37

princípios que norteiam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), tais como:
Conhecimento, Pensamento científico, crítico e criativo, repertório cultural,
comunicação, cultura digital, trabalho e projeto de vida, argumentação,
autoconhecimento e autocuidado, empatia, cooperação, responsabilidade e
cidadania.
Buscando a garantia de integralização da formação e da organização
curricular pautar-se á nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN, 2015), que se
expressam em eixos e núcleos, que contemplem: os conhecimentos relativos à
reflexão crítica sobre sociedade, educação e escola e os conhecimentos
relacionados à Docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, além da organização do Trabalho Pedagógico na educação formal e
não formal. Na concepção de Libâneo sobre a formação, logo, a comunidade de
educadores da Unitins assume que:

A Pedagogia é um campo de conhecimento teórico e de práticas a que


integra e sistematiza diferentes conhecimentos e processos de outros
campos científicos visando dar unicidade à investigação e às ações em
relação ao seu objeto, a prática educativa. Como teoria e prática, a
Pedagogia formula objetivos e propõe formas organizativas e metodologia
de viabilização da educação humana. A questão central da Pedagogia é,
portanto, a formação humana mediante a qual os indivíduos adquirem
aquelas características humanas necessárias para a vida em sociedade,
considerando uma realidade sempre em mudança. Mas trata-se da
formação humana de sujeitos concretos, com suas condições físicas,
emocionais, intelectuais, sociais, culturais, vivendo em um determinado
contexto sociocultural hoje visão na relação entre o global e o local, entre o
homogêneo e o diverso, entre o individual e o comunitário. É para esse
mundo que a Pedagogia precisa dar sua contribuição para a formação de
pessoas. Decorre daí, o desafio social da Pedagogia que consiste em saber
como ajudar os indivíduos a agir num mundo de mudança (LIBÂNEO, 2006,
p.1).

Nesse sentido, o pedagogo deverá possuir um repertório de informações e


habilidades constituídas pela pluralidade de conhecimentos teóricos e práticos,
decorrente do projeto pedagógico e do percurso formativo vivenciado, assim como
da consolidação posterior da atuação profissional, conforme os princípios que
norteiam a base nacional comum para formação inicial e continuada (DCN, 2015):
sólida formação teórica e interdisciplinar, unidade teoria-prática, trabalho coletivo e
interdisciplinar, compromisso social e valorização do profissional da educação,
gestão democrática, avaliação e regulação do curso de formação.
Na busca para a garantia da formação proposta, a organização curricular
38

pautar-se-á em Eixos1, que se expressam em Núcleos2. Que contemple:


conhecimentos relativos à reflexão crítica sobre a educação, escola e sociedade.

EIXO 1: Processos Formativos Geral e Básico


Esse eixo contempla a formação geral e básica, voltado a capacitar o
acadêmico a entender a sociedade na qual está inserido; fornecer subsídios teóricos
acerca de conhecimentos filosóficos, sociológicos e antropológicos, com vistas à
formação de um profissional cidadão, crítico e reflexivo.

EIXO 2: Práticas Investigativas e Profissionais


Congrega unidades de aprendizagens dirigidas para a apreensão e
fundamentação de metodologias associadas, investigação do cotidiano educacional
e à iniciação científica.
Em decorrência, com base neste primeiro eixo, os componentes curriculares
que compõem os três Núcleos de Estudos (Básicos; Aprofundamento e
Diversificação; e Integradores), entre eles os que tratam dos Fundamentos da
Educação, buscarão propiciar visão ampla do processo educativo como uma prática
cultural, na qual estão incluídos os aspectos que constituem o uno e o múltiplo da
sociedade, quais sejam, os determinantes de natureza histórica, filosófica,
econômica, antropológica, psicológica, política, linguística, entre outras. Por
conseguinte, esses aspectos com suas determinações portam saberes que
caracterizam e subsidiam uma base epistemológica do processo ensino
aprendizagem, haja vista que englobam teorias, pareceres legais para a atuação
docente, em particular, o conjunto de saberes necessários e suficientes à gestão
educacional.

Núcleos de
Componentes Curriculares
Estudos
Didática e Formação de Professores
Básicos Fundamentos e Metodologia do Ensino de Arte
Metodologia da Pesquisa Científica

1 EIXO 1: Processos Formativos Geral e Básico e EIXO 2: Práticas Investigativas e Profissionais.


2 Núcleo 1: Básicos: formação geral (fundamentos, metodologias e outros); Núcleo 2:
Aprofundamento e diversificação (conteúdos específicos e pedagógicos em sintonia com os sistemas
de ensino); Núcleo 3: Integradores (seminários, estudos curriculares, projetos de iniciação científica,
iniciação à docência, residência pedagógica, monitoria, extensão, entre outros). (DCN 2015, Art. 12 e
13).
39

Fundamentos e Metodologia do Ensino de História


Política Educacional Brasileira - BNCC
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Geografia
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática
Gestão Pedagógica e Administrativa na Educação Básica
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa
Currículo no Contexto Escolar
Alfabetização e Letramento
Fundamentos da Educação Psicomotora
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências
Fundamentos da Metodologia de Educação de Jovens e
Adultos
Fundamentos da Metodologia da Educação Especial
Fundamentos e Metodologia do Ensino Religioso
Fundamentos e Metodologia do Ensino da Educação Física
Políticas das Relações Étnico-raciais, Afro-brasileira e
Indígena
História da Educação
Políticas de Educação Ambiental
Mídias e Produção Cultural
Psicologia do Desenvolvimento
Antropologia da Educação
Morfologia e sintaxe da Língua Portuguesa
Matemática na Educação Infantil e no Ensino Fundamental
Aprofundamento Política de Inclusão e Dificuldades de Aprendizagem
e Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos
Diversificação Tecnodocência
Fundamentos Sociológicos e Filosóficos da Educação
Psicologia da Aprendizagem
Avaliação Institucional
Jogos, Recreação e Educação
Pensamento Interdisciplinar na Atuação Docente
Literatura Infanto-juvenil
Ética e Direitos Humanos
Educação Empreendedora e Inovação
Língua Brasileira de Sinais-LIBRAS
Docência e Identidade Profissional em Instituições Escolares
e não-Escolares
Planejamento e Avaliação da Aprendizagem
Fundamentos e Organização da Educação Infantil
Estágio Supervisionado na Educação Infantil
Integradores Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental I
Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental II
Estágio Supervisionado na Gestão Escolar
TCC I
TCC II
Programas e Projetos Educacionais na Educação Básica
40

Assim, a prática pedagógica perspectivada neste PPC constitui


intencionalidade mediada pela reflexão crítica das práticas educativas instituídas.
Desse modo, perspectiva a compreensão dos sentidos e significado do processo
ensino-aprendizagem.
O currículo está organizado em semestres, sendo que, para efetivação das
disciplinas de uma forma menos complexa para os alunos, em cada um dos
semestres, cursa-se seis disciplinas. Entre elas, constam as que dão suporte
conceitual às atividades práticas.
Currículo tessitura com sentido, direção e duração precisos, e sempre e
intencionalmente voltados para trabalhar com o repositório de conhecimento crítico
nas dimensões dos diferentes saberes nos espaços de formação e aprendizagem na
sociedade.

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA


C/H
CH/ CH/
CH/ Horas- Horas TOTAL
Disciplinas Créditos Teórica Prática
Estágio relógio aula

N. I Semestre
1 Leitura e Produção de Textos 04 60 - - 60 75 60
Didática e Formação de -
2 04 40 20 60 75 60
Professores
Política das Relações Étnico- -
raciais, Afro-brasileira, 04 60 - 60 75 60
3
Africana e Indígena
4 Alfabetização e Letramento 04 45 15 - 60 75 60
5 História da Educação 04 60 - - 60 75 60
Políticas de Educação -
6 04 50 10 60 75 60
Ambiental
Subtotal - 315 45 0 360 450 360
II Semestre -
1 Mídias e Produção Cultural 04 50 10 - 60 75 60
Psicologia do -
2 04 60 - 60 75 60
Desenvolvimento
-
3 Morfologia e Sintaxe da
04Língua Portuguesa
60 - 60 75 60

Matemática na -
Educação
Infantil e no 04 60 - 60 75 60
4
Ensino
Fundamental
Fundamentos e Metodologia -
5 04 45 15 60 75 60
da Educação Especial
41

Política de Inclusão e Dificuldades de-


Aprendizagem
6 04 60 - 60 75 60

Subtotal - 335 25 0 360 450 360


III Semestre
Compreensão e Produção de -
1 04 50 10 60 75 60
Textos Acadêmicos
-
2 Currículo no Contexto Escolar 04 45 15 60 75 60

3 Tecnodocência 04 50 10 - 60 75 60
Fundamentos e Metodologia -
4 04 45 15 60 75 60
do Ensino de Geografia
5 Avaliação Institucional 04 60 - - 60 75 60
6 Psicologia da Aprendizagem 04 45 15 - 60 75 60
Subtotal - 295 65 0 360 450 360
IV Semestre
Metodologia da -
1 Pesquisa 04 60 - 60 75 60
Científica
Fundamentos Sociológicos e -
2 04 45 15 60 75 60
Filosóficos da Educação
Planejamento e Avaliação da -
3 04 60 - 60 75 60
Aprendizagem
Fundamentos e Metodologia -
do Ensino de 04 45 15 60 75 60
4
Língua Portuguesa
Fundamentos e Organização -
5 04 45 15 60 75 60
da Educação Infantil
Jogos, Recreação e -
6 04 40 20 60 75 60
Educação
Subtotal - 295 65 0 360 450 360
V Semestre
Pensamento -
Interdiscipl
1 04 45 15 60 75 60
inar
na Atuação Docente
2 Literatura Infanto-juvenil 04 60 - - 60 75 60

Fundamentos e Metodologia - 75
3 04 45 15 60 60
do Ensino de Ciências
Fundamentos da Educação - 75
4 04 45 15 60 60
Psicomotora
Programas e Projetos - 75
Educacionais na Educação 04 40 20 60 60
5
Básica
Estágio Supervisionado I:
6 06 30* 70* 100 - 125 100
Educação Infantil
Subtotal - 235 65 100 300 500 400
VI Semestre
Educação Empreendedora e -
1 04 60 - 60 75 60
Inovação
2 Política Educacional Brasileira 04 50 10 - 60 75 60
42

Língua Brasileira de Sinais – -


3 04 50 10 60 75 60
LIBRAS
Fundamentos e Metodologia -
4 04 45 15 60 75 60
do Ensino de Matemática
Fundamentos e Metodologia -
5 04 45 15 60 75 60
do Ensino de História
Estágio Supervisionado
6 II: Ensino Fundamental – 06 30* 70* 100 100 125 100
Séries iniciais
Subtotal - 250 50 100 400 500 400
VII Semestre
Trabalho de Conclusão de -
1 04 50 10 60 75 60
Curso (TCC) I
2 Ética e Direitos Humanos 04 60 - - 60 75 60
Fundamentos e Metodologia
do Ensino da Educação -
3 04 50 10 60 75 60
Física
Gestão Pedagógica e
Administrativa na Educação -
4 04 60 - 60 75 60
Básica
Fundamentos e Metodologia -
5 04 45 15 60 75 60
do Ensino de Arte
Estágio Supervisionado
6 III: Ensino Fundamental - 06 30* 70* 100 100 125 100
Séries iniciais
Subtotal 265 35 100 400 500 400
VIII Semestre
Trabalho de Conclusão de -
1 04 50 10 60 75 60
Curso (TCC) II
Fundamentos e Metodologia -
2 04 50 10 60 75 60
do Ensino Religioso
Fundamentos da -
Metodologia de Educação de
3 04 50 10 60 75 60
Jovens e Adultos
Docência e Identidade -
112,5
Profissional em Instituições
4 04 60 30 90 90
Escolares e não-Escolares
Estágio Supervisionado
5 IV: 06 30* 70* 100 100 125 100
Gestão Escolar
Subtotal 210 60 100 370 462,5 370
Total 2200 410 400 3010 3.762,50 3010
Disciplinas Formativas 2200
Estágio Curricular Obrigatório * 400
Prática Pedagógica **** 410
Atividades complementares ** 200
Total/Hora-relógio 3210

* Obs.: A carga horária das disciplinas de Estágio Supervisionado é contabilizado na


somatória da carga horária em uma coluna específica. Sendo contemplado na descrição e somatório,
conforme descrito na tabela acima.
43

DISCIPLINAS – EAD
CH/ CH/
CH/total
Disciplinas Créditos Teórica Prática -PCC

N. Semestre I - - - -
1 Políticas de Educação Ambiental 04 50 10 60
Subtotal - 50 10 60
Semestre II - - - -
Política de Inclusão e
1 04 60 - 60
Dificuldades de Aprendizagem
Subtotal - 60 60
Semestre III - - - -
1 Avaliação Institucional 04 60 - 60
Subtotal - 60 - 60
Semestre IV - - - -
Fundamentos Sociológicos e
1 04 60 - 60
Filosóficos da Educação
Subtotal - 60 - 60
Semestre V - - - -
Programas e Projetos
Educacionais na Educação
1 04 40 20 60
Básica
Subtotal - 40 20 60
Semestre VI - - - -
1 Política Educacional Brasileira 04 60 - 60
Subtotal - 60 - 60
Semestre VII - - - -
1 Ética e Direitos Humanos 04 60 - 60
Subtotal - 60 - 60
Subtotal 390 30 420
Total 390 30 420

DISCIPLINAS - CURRICULARIZAÇÃO DE EXTENSÃO


CH/ CH/
CH/total
Disciplinas Créditos Teórica Prática -PCC

N. Semestre I - - - -
1 Política das Relações Étnico- raciais, Afro- 04 60 - 60
brasileira, Africana e Indígena
Subtotal - 60 60
Semestre II - - - -
1 Mídias e Produção Cultural 04 50 10 60
Subtotal - 50 10 60
Semestre III - - - -
1 Tecnodocência 04 50 10 60
Subtotal - 50 10 60
Semestre IV - - - -
44

1 Planejamento e Avaliação da Aprendizagem 04 60 - 60

Subtotal - 60 - 60
Semestre V - - - -

1 Fundamentos e Metodologia do Ensino de 04 45 15 60


Arte
Subtotal - 45 15 60
Semestre VI - - - -

1 Educação Empreendedora e 04 60 - 60
Inovação
Subtotal - 60 - 60
Subtotal 325 35 360
Total 325 35 360

DISCIPLINAS OPTATIVAS
CH/ CH/
CH/total
Disciplinas Créditos Teórica Prática -PCC

1 Inglês para fins acadêmicos 04 60 - 60


2 Espanhol para fins acadêmicos 04 60 - 60
Políticas de Educação em Direitos
3 04 60 - 60
Humanos
Subtotal 180 180
Total 180 180
A duração da hora-aula é de 48 minutos.
*Estágio Curricular obrigatório = estágio em educação infantil e séries iniciais, gestão escolar,
conforme a seção Estágio Curricular Obrigatório, deste Projeto Pedagógico de Curso.

**Atividades Curriculares Complementares = atividades que deverão ser comprovadas, conforme


a seção Atividades Curriculares Complementares, deste Projeto Pedagógico de Curso.

***ENADE –Exame Nacional de Desempenho de Estudantes = componente curricular obrigatório


para a conclusão do curso, instituído pela Lei n. 10.861 de 14/04/2004.

****As Práticas Pedagógicas foram distribuídas nos componentes curriculares da nova Matriz, onde
possibilitará o diálogo na proposição de projetos, pesquisas e intervenções pedagógicas no decorrer
de cada semestre.
Base Legal:
- A estrutura curricular, definida pelo MEC, PARECER 5/2005, 3/2006 e Resolução CNE/CP N. 2,
de 1º de julho de 2015, estabelece para o Curso de Pedagogia uma carga horária de 3.200 horas de
efetivo trabalho acadêmico.
- Conforme o Parecer CNE/CES n. 15/2005, “(...) a prática como componente curricular é o
conjunto de atividades formativas que proporcionam experiências de aplicação de conhecimentos ou
de desenvolvimento de procedimentos próprios ao exercício da docência”.
- Diretrizes Curriculares para a Educação Ambiental (Resolução N. 02/2012); Diretrizes
Curriculares para a Educação em Direitos Humanos (Resolução n. 01/2012) e as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
brasileira, Africana e Indígena (Resolução n. 01/2004).
- A formação do pedagogo, conforme o que expressa a Resolução n° 2 de 1° de julho de 2015,
entre outros aspectos, deve assegurar a base comum nacional, pautada pela concepção de educação
45

como processo emancipatório e permanente, para que se possa desafiar o egresso.


- O curso de Pedagogia está pautado na Resolução CNE/CP n. 2, publicada em 22 de dezembro
de 2017 que institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, a ser
respeitada obrigatoriamente ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação
Básica.
- RESOLUÇÃO N. 024, DE 14 DE MARÇO DE 2019. Aprovao Documento Curricular da
Educação Infantil e do Ensino Fundamental, para o Território do Tocantins, fundamentado na
Resolução CNE/CP n. 02, de 22 de dezembro de 2017, que institui e orienta acerca da Base Nacional
Comum Curricular (BNCC).
- A RESOLUÇÃO N. 4, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2018. Institui a Base Nacional Comum
Curricular na Etapa do Ensino Médio (BNCC-EM), como etapa final da Educação Básica, nos
termos do artigo35 da LDB, completando o conjunto constituído pela BNCC da Educação Infantil e do
Ensino Fundamental, com base na Resolução CNE/CP n. 2/2017, fundamentada no Parecer CNE/CP
n. 15/2017.

5.4.2 Oferta de componentes curriculares em EaD

Ensino a distância – EaD – é a modalidade educacional na qual a mediação


didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a
utilizaçãode meios e tecnologias de informação e comunicação entre estudantes e
professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos
(BRASIL, 2005). Essa modalidade é regulada por uma legislação específica
(PORTARIA nº 2017, 2018) podendo ser implantada na educação básica (educação
de jovens e adultos,educação profissional técnica de nível médio) e na educação
superior.
Considerando a história da Unitins e sua contribuição educacional e social por
meio desta modalidade de ensino e regulamentada pela Portaria no 2.117, de 06 de
dezembro de 2019, publicada no DOU no 239, 11 de dezembro de 2019, a oferta
dedisciplinas com metodologias à distância, os cursos de graduação da Unitins têm
como possibilidade, até o limite de 40% (quarenta por cento) da carga horária
total,conforme art. 2o da referida portaria.
Especificamente, o PPC descreve em detalhes como as disciplinas EaD são
planejadas, tendo a indicação dos componentes curriculares sinalizadas na matriz
curricular. Tais componentes são informados previamente aos estudantes
matriculados e divulgada pelos coordenadores de curso de forma clara e objetiva.
Os métodos e práticas de ensino-aprendizagem das atividades pedagógicas
durante a realização das disciplinas na modalidade à distância do Curso de
Pedagogia elencadas na matriz curricular desse PPC segue orientações da Prograd
da Unitins no sentido das atividades docente/tutor devem primar e privilegiar a
46

qualidade dos conteúdos, materiais disponiveis, a promoção do uso e apropriação


das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), o estímulo à inserção e
interação dos estudantes com a plataforma de ensino.
Todas as aulas das disciplinas ofertadas na modalidade à distância são
planejadas com antecedência, antes do início do semestre, e no plano de ensino da
disciplina deve ser descrito, de forma detalhada, todas as atividades a serem
realizadas a distância, bem como a sua carga horária para integralização, destinada
às atividades on-line e o uso das tecnologias digitais (ferramentas) da
própriainstituição, contidas na Plataforma Educa.
Os objetos de aprendizagem são selecionados de acordo com a modalidade
de ensino, de modo que atenda a necessidade do meio tecnológico e mediação
entre docente e discente. Conforme Regimento Acadêmico, cada disciplina tem no
mínimo duas avaliações presenciais, realizadas de acordo com o cronograma
previsto no calendário acadêmico. Considera-se que a EaD reforça a expertise da
Unitins nessa modalidade, contribui para o avanço da educação inovadora e da
transformação social.
O corpo docente do curso de Pedagogia é responsável pelas atividades de
ensino, pesquisa e extensão ao nível de graduação. Ademais o professor que
ministra a disciplina EAD é responsável pela elaboração do planejamento,
organização dos conteúdos, atividades e avaliação. O professor, encarregado pela
disciplina, é também o incumbido pela mediação com os alunos e atendimento
presencial.
Considerando as disciplinas EAD, cujos professores atuam como professores
presenciais, pesquisadores e professores tutores ao mesmo tempo, não havendo
diferença nas referidas funções, tem-se um grupo de profissionais com experiência e
perfil para trabalhar na referida modalidade.
Para tanto, a equipe docente do curso de Pedagogia e o perfil de um
profissional com conhecimento e habilidades na área da Educação e áreas afins são
caracteríticas de uma equipe multidisciplinar. Ou seja, profissionais colaborativos,
dispostos a dialogar com seus pares e os profissionais das demais áreas, que
compreendam o contexto sócio-econômico da região, as especificidades tanto da
modalidade presencial e à distãncia, e principlamente o perfil dos estudantes do
referido curso.
Assim os indicadores de experiência no exercício da docência, titulação,
47

podem ser verificados nos descritivos da Tabela docente do PPC. Apesar de


previsto no PPC, não tivemos ainda as Ead, por conta da pandemia e alinhamento
as orientações legais dos orgãos competentes.

1º Planejamento
Na educação a distância prima-se pelo processo de planejamento, a reflexão
e a tomada de decisões que são muito importantes, tendo em vista que o professor
nesse momento deve privilegiar a qualidade dos conteúdos, materiais disponíveis, a
promoção do uso e apropriação das Tecnologias de Informação e Comunicação
(TIC), o estímulo à inserção e interação dos alunos com a plataforma de ensino,
além do acompanhamento do processo ensino-aprendizagem.
O planejamento da aula a distância possui o mesmo rigor de uma aula
presencial, com a mesma ementa e objetivos, com variação do método de ensino e
avaliação. A disciplina EaD é ministrada pelo professor responsável pela elaboração
do planejamento, organização dos conteúdos, atividades e avaliação. O professor do
campus, encarregado pela disciplina, é também o incumbido pela mediação com os
alunos e atendimento presencial. No caso em que o professor responsável pelo
planejamento seja de outra cidade, terá como tutor um professor de mesma área do
conhecimento para suporte e mediação.
As datas e horários do planejamento são em conformidade com o calendário
acadêmico contendo os conteúdos, atividade de pesquisa, exercícios com o uso de
recursos do Educa com data de envio e entrega definidos.
Na disciplina EaD ocorrem no mínimo dois encontros presenciais previstos no
PPC, de acordo com o planejamento do professor, podendo acontecer no turno da
disciplina ou em outro horário agendado, registrado com lista de frequência do
docente e acadêmico. O registro de frequência dos alunos são lançadas no SAP
(Sistema de Apoio ao Professor), da mesma forma como ocorre com as disciplinas
presenciais com acompanhamento e aprovação da Coordenação de Curso.
Em detalhes, o planejamento de cada aula semanal consta:
● Período: datas correspondentes à aula ministrada durante a semana.
● Recurso: meio utilizado para aula: EaD (Educa) ou presencial.
● Conteúdo: assunto que será trabalhado durante a semana.
● Objetivos: Indicação do que o aluno deverá atingir para alcançar o
conhecimento principal daquela aula.
48

● Justificativa: Descrição de como o conhecimento daquela aula contribui para


formação do aluno.
● Descrição: texto que explica o método utilizado na aula, os recursos que
auxiliarão no aprendizado, descrição de como o conteúdo será trabalho na
aula.
● Atividade: descrição de como o acadêmico deverá proceder para responder
a atividade, o que será necessário para alcançar o objetivo da aula.
● Referência: fonte de informação que o professor disponibilizou para aula e
realização da atividade.
● Critério da avaliação: descrição de como o acadêmico deverá proceder ao
responder as atividades de modo que alcance os objetivos propostos.
● Nota: valor atribuído à atividade solicitada na aula.

2º Recursos
Os recursos são possibilidades dos meios digitais que podem ser utilizados
para embasar os processos de ensino e aprendizagem durante as aulas, bem como
impulsionar a interação entre professor e aluno no planejamento das atividades.
Dentre os recursos temos:
● Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA: plataforma virtual utilizada para
realização de cursos ofertados nas modalidades à distância.
● Biblioteca digital: tem um acervo digitalizado e disponibilizado de forma
digital por meio da Internet que permite o acesso à distância pelos alunos.
● Chat/[Link]: meio on-line de conversação entre alunos e professores.
● Google Meet: ferramenta on-line que permite a interação síncrona entre
alunos e professores.
● Produção de Vídeo: é uma ferramenta pedagógica que possibilita visualizar
o conteúdo audiovisual, ou seja, a ação direta do professor com os alunos.
● Texto- base e texto - complementar: texto selecionado pelo professor de
acordo com a modalidade de ensino e que atenda a necessidade do curso
de graduação.
● Fórum: espaço que possibilita a interatividade, a discussão de ideias entre
aluno e professor.
● YouTube: compartilhamento de conteúdo e outras produções em formato de
vídeo que complementam o conteúdo trabalhado na aula.
49

3º A postagem da disciplina na plataforma Educa da UNITINS


● O conteúdo de cada aula tem imbuído todo o planejamento elaborado
anteriormente com Período, Recurso, Conteúdo, Objetivos, Justificativa,
Descrição, Atividade, Referência, Critério da avaliação, Nota.
● Para cada aula, os recursos mínimos exigidos constam no texto de
apresentação do planejamento e recursos utilizados.
● Dentro do período selecionado o aluno terá que cumprir o planejado para
alcançar os objetivos da aula delineados pelo professor.

4º Critérios de avaliação (formas de avaliação, pontuação mínima exigida e


participação mínima)
● Busca-se durante as aulas alcançar o processo de avaliação contínua com
variados métodos e recursos possibilitados pela modalidade EaD.
● A avaliação contínua almeja um processo de desenvolvimento da
aprendizagem por inteiro, o qual por diferentes dimensões o aluno
demonstra sua evolução em relação ao conteúdo.
● Para cada aula há possibilidade de avaliação a partir da entrega e resposta
dos alunos por meio dos recursos via Educa.
● Tempo dedicado ao acesso à leitura, exercícios e outros recursos
disponibilizados na plataforma Educa.
● O desempenho nos espaços de interação e resposta às atividades.
● Interação com o professor e participação durante o levantamento de
questionamentos.
● Entrega e resposta à interação do professor dentro do prazo estipulado.

5.4.3 Conteúdos Curriculares

O conjunto de temas transversais (ética, meio ambiente, pluralidade cultural,


saúde, direitos humanos e orientação sexual) e o conjunto orgânico e progressivo de
aprendizagens essenciais como direitos das crianças, jovens e adultos no âmbito da
Educação Básica previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) integram o
currículo do Curso de Pedagogia, considerando o princípio de sólida formação
teórica e interdisciplinar, unidade teoria- prática, trabalho coletivo, entre outros.
50

Não restam dúvidas que a operacionalização dos princípios no contexto da


prática docente, defendidos nesta proposta, requer reflexão crítica e ética, tendo em
vista que envolve posicionamentos e concepções a respeito das causas e efeitos, de
sua dimensão histórica e política.
Reiteramos “os dois Eixos Formativos prática sócio-histórico cultural e prática
pedagógica e pesquisa” deste PPC, são operacionalizados por meio dos três
Núcleos Formativos (DCN, 2015, Art. 12), favorecem o princípio de
interdisciplinaridade perspectivado nas DCN (2015) e corroborado na BNCC (2017).
Essa ênfase à interdisciplinaridade não pretende negar as especificidades de
cada disciplina e tampouco desconsiderar seus respectivos pressupostos
epistemológicos e abordagens metodológicas. Ela traduz, antes, a preocupação de
garantir que o profissional formado seja capaz de processar sua prática pedagógica,
articulando e integrando os olhares sobre a realidade e, especialmente, sobre a
Educação, produzidos pelos diferentes campos de conhecimento.

5.4.4 A Integralização da Carga Horária Total do Curso

A carga horária do curso de Pedagogia da Unitins atende a Resolução


CNE/CP n. 2, de 1º de julho de 2015 (licenciatura), em seu art. 13(Brasil, 2015,
p.,10) e a Instrução Normativa n. 01GAB/REITOR de 23 de maio de 2019 (carga
horária mínima exigida) e a IN n. 006/2019 GAB/REITOR 17 de dezembro de 2019
que estabelece a carga horária mínima de 3.200 (três mil e duzentas) horas de
efetivo trabalho acadêmico, distrbuídas da seguinte forma: 410 (quatrocentas e dez)
horas de prática como unidade curricular (PCC); 400 (quatrocentas) horas de estágio
supervisionado; 2.200 (duas mil e duzentas) horas dedicadas às atividades e aos
conteúdos formativos disciplinares dos Núcleos I e II, e 200 (duzentas) horas de
Atividades Complementares, totalizando assim, 3210 horas/ relógio.

5.45 Reformulação do Projeto Pedagógico do Curso – 2019

Aos estudantes que ingressaram no Curso de Pedagogia da Unitins antes de


2019, das mudanças aqui definidas e que ainda estiverem em processo de
formação, não farão a migração de matri, será garantido o direito de permanecer nas
matrizes de origem sem nenhum prejuízo, ou seja, receberam complementação e
51

ampliação de saberes através de atividades diversificadas como: ações, cursos


ofertados pelo curso de Pedagogia para a ampliação da formação, conforme
proposta curricular arualizada.
A transição compulsória acontecerá para os alunos que ingressaram a partir
de 2019/1, considerando que a presente reformulação entrará em vigor em 2020/1.
No quadro abaixo, os componentes curriculares com suas respectivas equivalências.
Na primeira coluna da esquerda as disciplinas do currículo proposto e na segunda
coluna da direita, correponde ao currículo atual.
Para apontar como e por que se deu a reformulação do Projeto Pedagógico
do Curso de Pedagogia, é preciso considerar a reorganização de proposta curricular
apresentada pela Pró-reitoria de Graduação da UNITINS. As discussões relativas à
reformulação do Projeto Pedagógico do Curso, foram realizadas pelos membros do
NDE e do Colegiado do então curso de Pedagogia. Trata-se, portanto, de um
documento que é, ao mesmo tempo, a reformulação do primeiro Projeto Pedagógico
do Curso de Pedagogia de 2014, a elaboração de um novo projeto de 2018 e a
proposta de reformulação do projeto de 2019 para o curso de Licenciatura em
Pedagogia, como se afirmou antes.
Os procedimentos adotados pelos professores encarregados pelas
reformulações do antigo Projeto Pedagógico do Curso foram os seguintes:
a) leitura do material fornecido pelo NDE do antigo curso de Pedagogia;
b) leitura da legislação que determina a estrutura e o funcionamento do curso
de licenciatura em Pedagogia;
c) identificação dos pontos de legislação não contemplados pelo Projeto
Pedagógico então em vigor; e
d) identificação dos pontos de legislação contemplados pelo Projeto
Pedagógico então em vigor, mas passíveis de melhor tratamento no âmbito do
curso.
Após discussões realizadas pelos membros do NDE e do Colegiado do Curso,
chegou-se a, pelo menos, quatro fortes razões para se elaborar um novo Projeto
Pedagógico de Curso, a saber:
a) a estrutura curricular do antigo Projeto Pedagógico do Curso não estava
plenamente de acordo com as diretrizes constantes nos documentos oficiais;
b) o antigo Projeto Pedagógico do Curso não estava adequado quanto à
estrutura e à finalidade;
52

c) o antigo Projeto Pedagógico do Curso não se orientava pelo Plano de


Desenvolvimento Institucional (PDI) 2018-2023 da UNITINS, sendo, em realidade,
mais antigo que este; e
d) a estrutura curricular do antigo Projeto Pedagógico do Curso não previa a
efetiva integração de atividades de pesquisa e de docência.
e) a organização curricular deveria ser adequada conforme Resolução em
vigor.
Assim, para efeito de enfrentamento dos problemas acima indicados, são
apresentadas as alterações e a proposta de Matriz Curricular definida pela Pró-
reitora de Graduação que constam neste Projeto Pedagógico. Essas, por sua vez,
podem ser consideradas a partir de duas orientações mais amplas assumidas pelo
curso para assegurar uma formação mais ajustada às necessidades dos egressos e
mais adequada às orientações político-pedagógicas indicadas.
Em primeiro lugar, os conteúdos dos componentes curriculares do curso
previstos neste projeto são concebidos em função das competências que, de acordo
com os dispositivos legais e as orientações oficiais, a formação em Pedagogia –
deve desenvolver no seu corpo discente.
Por esse motivo, a estrutura curricular que aqui será apresentada reflete tanto
um processo de revisão de componentes curriculares adotados no curso como
também de elaboração de novos componentes, por meio dos quais se busca
articular, de forma produtiva, ações voltadas para o ensino-aprendizagem, para a
pesquisa e para a extensão.
Em segundo lugar, promove-se aqui um estímulo a uma maior integração
entre a formação do aluno e sua futura prática docente, pela previsão de diferentes
espaços destinados seja à observação do cotidiano da comunidade escolar e à
iniciação à docência, seja à reflexão sobre diferentes aspectos da realidade do
trabalho do professor, seja ainda ao exercício de diferentes ações requeridas do
futuro docente. O estímulo a essa articulação teoria-prática busca contornar um
problema perceptível na antiga estrutura curricular, na qual a preparação para a
prática docente estava restrita aos componentes curriculares destinados aos
estágios supervisionados e as disciplinas de pesquisa na prática pedagógica.
No presente projeto, a prática docente será contemplada não apenas em
diferentes espaços, mas também em diferentes períodos do curso. Em suma, o que
se pretende ao final com este documento, considerando tanto os dispositivos legais
53

sobre o tema quanto as orientações previstas e legais acerca da autonomia da


Universidade (CF/1988, LDB/1966, CNE/CES 67/2003), alinhamento com a
Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de julho de 2015 e orientações da nova BNCC para a
articulação em relação à formação de professores. Ademais o Plano de
Desenvolvimento Institucional da UINITINS prevê a promoção de uma formação
sólida que atenda não somente às demandas do mercado profissional, mas também
às necessidades humanísticas e culturais de seus formandos.
Apresentados os componentes do curso e a distribuição dos tempos ao longo
do processo de formação oferecida, faz-se necessário explicitar as equivalências
entre os componentes da estrutura curricular organizada por este Projeto
Pedagógico de Curso Pedagogia/2019 e a estrutura dos projetos anteriores de 2014
e 2018.
Contudo, apresenta-se um quadro de equivalências, elaborado pelo NDE do
curso, após definição das novas unidades curriculares pela Pró-reitoria de
Graduação, para orientar, sobretudo no momento de transição, a convivência de
estruturas curriculares diferentes. Segue no quadro abaixo as Matrizes de
Equivalência.
.
54

EQUIVALÊNCIAS – DISCIPLINAS MATRIZ DE EQUIVALÊNCIA – 2014


Matriz 2020 (NOVA) Matriz 2014
Disciplinas T P E Total Disciplinas
N. Semestre I - - - - N Período T P Total
Leitura e Produção de
1 60 - - 60 1 Língua Portuguesa 1º 60 - 60
Textos
Didática e Formação
2 40 20 - 60 2 Didática 2º 60 - 60
de Professores
Política das Relações
Étnico-raciais, Afro-
3 60 - - 60 3 Educação e Diversidade 3º 60 - 60
brasileira, e Indígena
Alfabetização e Fundamentos, Processos e
4 45 15 - 60 4 3º 60 - 60
Letramento Métodos da Alfabetização
5 História da Educação 60 - - 60 5 História da Educação 1º 60 - 60
Políticas de Educação
6 50 10 - 60 6 Educação e Meio Ambiente 8º 60 - 60
Ambiental
Subtotal 315 45 - 360 Subtotal
Semestre II - - - -
Mídias e Produção Introdução a Educação a
1 50 10 - 60 1 1º 60 - 60
Cultural Distância
Psicologia do Psicologia do
2 60 - - 60 2 2º 60 - 60
Desenvolvimento Desenvolvimento
3 Morfologia e Sintaxe 60 - - 60 3 1º 60 30 90
Pesquisa na Prática
da Língua Portuguesa
Pedagógica I
Matemática na
Pesquisa na Prática
Educação Infantil e no
4 60 - - 60 4 Pedagógica II 2º 60 45 105
Ensino Fundamental
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia da
5 45 15 - 60 5 da Educação Especial 7º 60 - 60
Educação Especial
55

Dificuldades de Aprendizagem
Política de Inclusão e
Escolar Educação e Politica
Dificuldades de 60 - 60
6 60 - - 60 6 de 4º 8º
Aprendizagem 60 - 60
Inclusão
Subtotal 335 25 360 Subtotal
Semestre III - - - -
Compreensão e
Pesquisa na Prática
Produção de Textos
1 50 10 60 1 Pedagógica III 3º 60 45 105
Acadêmicos
Currículo no Contexto
2 45 15 60 2 Currículos e Programas 3º 60 - 60
Escolar
3 Tecnodocência 50 10 60 3 Tecnologias Educacionais 8º 60 - 60
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do Ensino
4 45 15 60 4 do Ensino de Geografia 6º 60 - 60
de Geografia
Estatística Aplicada a
5 Avaliação Institucional 60 - 60 5 2º 60 - 60
Educação
Psicologia da
6 45 15 60 6 Psicologia da Aprendizagem 3º 60 - 60
Aprendizagem
Subtotal 295 65 - 360 Subtotal
Semestre IV
Metodologia da Metodologia da Pesquisa
1 60 - 60 1 1º 60 - 60
Pesquisa Científica Científica
Fundamentos
Sociológicos e Filosofia da Educação 60 - 60
2 45 15 60 2 2º 2º
Filosóficos da Educação Sociologia da Educação 60 - 60
Planejamento e Avaliação do Desenvolvimento
Avaliação da e da
3 60 - 60 3 5º 60 - 60
Aprendizagem Aprendizagem
Fundamentos e Fundamentos e Metodologia
4 Metodologia do Ensino 45 15 60 4 do Ensino de Língua 5º 60 - 60
56

de Língua Portuguesa Portuguesa


Fundamentos da Educação
Infantil
Fundamentos e
Organização do Trabalho 60 - 60
Organização da 3º 4º
5 45 15 60 5 Pedagógico na Educação 60 - 60
Educação Infantil
Infantil
Jogos, Recreação e
6 40 20 60 6 Jogos, Recreação e Educação 6º 60 - 60
Educação
Subtotal 295 65 360 Subtotal
Semestre V
Pensamento
Sociedade, Trabalho e
1 Interdisciplinar na 45 15 60 1 1º 60 - 60
Educação
Atuação Docente
2 Literatura Infanto- juvenil 60 15 60 2 Literatura Infanto-juvenil 8º 60 - 60
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do
3 45 15 60 3 do Ensino de Ciências 5º 60 - 60
Ensino de Ciências
Fundamentos da Fundamentos da Educação
4 Educação Psicomotora 45 20 60 4 Psicomotora 5º 60 - 60
Programas e Projetos
Educacionais na
5 40 45 - 60 5 Projetos Educacionais 5º 60 - 60
Educação Básica
Estágio Supervisionado
105
6 I: Educação Infantil 55* 45* 100 100 6 Estágio Supervisionado I 4º 45* 60
Subtotal 235 65 100 400 Subtotal
Semestre VI - - - -
Educação
Educação, Trabalho e
Empreendedora e
1 60 - - 60 1 Cidadania 4º 60 - 60
Inovação
57

Fundamentos e Politica e
Política Educacional
Legislação Educacional
2 Brasileira 50 10 - 60 2 4º 60 - 60
Brasileira
Língua Brasileira de Língua Brasileira de Sinais –
3 50 10 - 60 3 8º 60 - 60
Sinais – LIBRAS LIBRAS
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
4 Metodologia do
45 15 - 60 4 do Ensino de Matemática 6º 60 - 60
Ensino de Matemática
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do Ensino de
5 45 15 - 60 5 do Ensino de História 6º 60 - 60
História
Estágio Supervisionado II:
6
Ensino Fundamental I 55* 45* 100 100 6 Estágio Supervisionado II 5º 45 60 105
Subtotal 250 50 100 400 Subtotal
Semestre VII
Trabalho de
Trabalho de Conclusão de
Conclusão de Curso
1 50 10 - 60 1 Curso 8º 45* 55 100
(TCC) I
2 Ética e Direitos Humanos 60 - - 60 2 Sem Equivalência
Fundamentos e
Metodologia do Ensino da Fundamentos e Metodologia
3 Educação 50 10 - 60 3 do Ensino da Educação Física 7º 60 - 60
Física
Gestão Pedagógica e
Organização e Gestão
Administrativa na
4 60 - - 60 4 Educacional 4º 60 - 60
Educação Básica
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do Ensino de
5 45 15 - 60 5 do Ensino de Arte 7º 60 - 60
Arte
58

Estágio Supervisionado
6
III: Ensino Fundamental I 55* 45* 100 100 6 Estágio Supervisionado III 6º 45 60 105

Subtotal 265 35 100 400 Subtotal


Semestre VIII - - -
Trabalho de Conclusão Trabalho de Conclusão de
1
de Curso (TCC) II 50 10 - 60 1 Curso (TCC) 8º
Fundamentos e
Metodologia do Ensino das
2 Metodologia do Ensino
50 10 - 60 2 Religiões 7º 60 - 60
Religioso
Fundamentos da
Fundamentos da Metodologia
Metodologia de
de Educação de Jovens e
3 Educação de Jovens e 50 10 - 60 3 6º 60 - 60
Adultos
Adultos
Docência e Identidade
Profissional em
Educação e Processos não
4 Instituições Escolares 60 30 - 60 4 7º 60 - 60
Escolares
e não-Escolares
Estágio
Supervisionado IV:
5 55* 45* 100 100 5 Estágio Supervisionado IV 7º 45 60 105
Gestão Escolar
Subtotal 210 50 100 400
Total 2200 410 400 3000
Disciplinas e Conteúdos Formativos 2200
Prática de Ensino 410
Estágio Curricular Obrigatório *** 400
Atividades complementares** - 200
TOTAL - 3210h
59

EQUIVALÊNCIAS – DISCIPLINAS MATRIZ DE EQUIVALÊNCIA – 2018


Matriz 2020 (NOVA) Matriz 2018
Disciplinas T P E Total Disciplinas
N. Semestre I - - - - N Semestre I Período T P Total
Leitura e Produção de
1 60 - - 60 1 Língua Portuguesa 1º 60 - 60
Textos
Didática e Formação
2 40 20 - 60 2 Didática 2º 60 - 60
de Professores
Política das Relações
Étnico-raciais, Afro- Sem Equivalência
3 60 - - 60 3
brasileira, e Indígena
Alfabetização e Fundamentos, Processos e
4 45 15 - 60 4 3º 60 - 60
Letramento Métodos da Alfabetização
5 História da Educação 60 - - 60 5 História da Educação 1º 60 - 60
Políticas de Educação Educação e Meio Ambiente 60 60
6 50 10 - 60 6 8º 6º -
Ambiental Educação do Campo 60 60
Subtotal 315 45 - 360 Subtotal
Semestre II - - - - Semestre II
Mídias e Produção Introdução a Educação a
1 50 10 - 60 1 1º 60 - 60
Cultural Distância
Psicologia do Psicologia do
2 60 - - 60 2 2º 60 - 60
Desenvolvimento Desenvolvimento
Morfologia e Sintaxe da Pesquisa na Prática
60 60 30 90
3 Língua Portuguesa 60 - - 3 Pedagógica I 1º
Matemática na
Pesquisa na Prática
Educação Infantil e no 60 2º 45 105
4 60 - - 4 Pedagógica II 60
Ensino Fundamental
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia da 60 7º 60 - 60
5 45 15 - 5 da Educação Especial
Educação Especial
6 Política de Inclusão e 60 - - 60 6 Dificuldades de Aprendizagem 4º 8º 60 - 60
60

Dificuldades de Escolar Educação e Política 60 - 60


Aprendizagem de Inclusão
Subtotal 335 25 360 Subtotal
Semestre III - - - - Semestre III
Compreensão e
Pesquisa na Prática
Produção de Textos 60 1 3º 60 45 105
1 50 10 Pedagógica III
Acadêmicos
Currículo no Contexto
2 45 15 60 2 Currículos e Programas 3º 60 - 60
Escolar
3 Tecnodocência 50 10 60 3 Tecnologias Educacionais 8º 60 - 60
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
4 Metodologia do 60 4 6º 60 - 60
45 15 do Ensino de Geografia
Ensino de Geografia
Estatística Aplicada à
5 Avaliação Institucional 60 - 60 5 2º 60 - 60
Educação
Psicologia da
6 45 15 60 6 Psicologia da Aprendizagem 3º 60 - 60
Aprendizagem
Subtotal 295 65 - 360 Subtotal
Semestre IV Semestre IV
Metodologia da Metodologia da Pesquisa
1 60 - 60 1 1º 60 - 60
Pesquisa Científica Científica
Fundamentos
Sociológicos e Filosofia da Educação 60 - 60
60 2 2º Optativa
2 Filosóficos da 45 15 Sociologia da Educação 60 - 60
Educação
Planejamento e Avaliação do Desenvolvimento
Avaliação da 60 3 e da 5º 60 60
3 60 - -
Aprendizagem Aprendizagem
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do Ensino
45 15 60 4 do Ensino de Língua 5º 60 60
4 de Língua -
Portuguesa
Portuguesa
61

Fundamentos da Educação
Fundamentos e Infantil
60 60
Organização da 45 15 60 5 Organização do Trabalho 3º 4º -
5 60 60
Educação Infantil Pedagógico na Educação -
Infantil
Jogos, Recreação e
6 40 20 60 6 Jogos, Recreação e Educação optativa 60 - 60
Educação
Subtotal 295 65 360 Subtotal
Semestre V Semestre V
Pensamento
Sociedade, Trabalho e
Interdisciplinar na 45 15 60 1 1º 60 - 60
1 Educação
Atuação Docente
Literatura Infanto-
2 60 15 60 2 Literatura Infanto-juvenil 8º 60 - 60
juvenil
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do 45 15 60 3 5º 60 - 60
3 do Ensino de Ciências
Ensino de Ciências
Fundamentos da
Fundamentos da Educação
Educação
4 45 20 60 4 Psicomotora 5º 60 - 60
Psicomotora
Programas e Projetos
Educacionais na 40 45 - 60 5 Projetos Educacionais
5 5º 60 - 60
Educação Básica
Estágio Supervisionado
I: 55* 45* 100 100 6 Estágio Supervisionado I 4º 45* 60 105
6
Educação Infantil
Subtotal 235 65 100 400 Subtotal
Semestre VI - - - - Semestre VI
Educação
Educação, Trabalho e
1 Empreendedora e 60 - - 60 1 4º 60 - 60
Cidadania
Inovação
62

Fundamentos e Política e
Política Educacional
2 Legislação Educacional
Brasileira 50 10 - 60 2 4º 60 - 60
Brasileira
Língua Brasileira de Língua Brasileira de Sinais –
3 50 10 - 60 3 8º 60 - 60
Sinais – LIBRAS LIBRAS
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
4 Metodologia do
45 15 - 60 4 do Ensino de Matemática 6º 60 - 60
Ensino de Matemática
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do Ensino
5 45 15 - 60 5 do Ensino de História 6º 60 - 60
de História
Estágio Supervisionado
II: Ensino Fundamental
6 55* 45* 100 100 6 Estágio Supervisionado II 5º 45 60 105
- Séries iniciais
Subtotal 250 50 100 400 Subtotal
Semestre VII Semestre VII
Trabalho de Conclusão Trabalho de Conclusão de
1 8º 45* 55 100
1 de Curso (TCC) I 50 10 - 60 Curso
Ética e Direitos Direitos Humanos, Gênero e
2 60 - - 60 2 3º 60 - 60
Humanos Diversidade
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do Ensino 50 10 - 60 3 7º 60 - 60
3 do Ensino da Educação Física
da Educação Física
Gestão Pedagógica e
Organização e Gestão
4 Administrativa na 60 - - 60 4 4º 60 - 60
Educacional
Educação Básica
Fundamentos e
Fundamentos e Metodologia
Metodologia do Ensino 45 15 - 60 5 7º 60 - 60
5 do Ensino de Arte
de Arte
Estágio Supervisionado
55* 45* 100 100 6 Estágio Supervisionado III 6º 45 60 105
6 III: Ensino
63

Fundamental -- Séries
iniciais
Subtotal 265 35 100 400 Subtotal
Semestre VIII - - - Semestre VIII
Trabalho de Conclusão Trabalho de Conclusão de
1 de Curso (TCC) II 50 10 - 60 1 Curso (TCC) 8º
Fundamentos e
Metodologia do Ensino das
Metodologia do Ensino
2 50 10 - 60 2 Religiões 7º 60 - 60
Religioso
Fundamentos da
Fundamentos da Metodologia
Metodologia de
de Educação de Jovens e
3 Educação de Jovens 50 10 - 60 3 6º 60 - 60
Adultos
e Adultos
Docência e Identidade
Profissional em
Educação e Processos não
4 Instituições Escolares 60 30 - 60 4 7º 60 - 60
Escolares
e não-Escolares
Estágio Supervisionado
5 IV: 55* 45* 100 100 5 Estágio Supervisionado IV 7º 45 60 105
Gestão Escolar
Subtotal 210 50 100 400
Total 2200 410 400 3000
Disciplinas e Conteúdos Formativos 2200
Prática de Ensino 410
Estágio Curricular Obrigatório *** 400
Atividades complementares** - 200
TOTAL - 3210h
64

DISCIPLINAS UNIFICADAS
Disciplinas T P E Total
1 1. Dificuldades de Aprendizagem Escolar 60 - - 60
2. Educação e Política de Inclusão 60 60
2 1. Filosofia da Educação 60 - - 60
2. Sociologia da Educação 60 60
3 1. Fundamentos da Educação Infantil 60 - - 60
2. Organização do Trabalho Pedagógico na Educação Infantil 60 60
4 1. Educação e Meio Ambiente 60 - - 60
2. Educação do Campo 60 - - 60
Total 480 - - 480
65

5.5 Curricularização da Extensão

Os Núcleos de Pesquisa e Geradores de Extensão são apresentados


institucionalmente e convergem para a consecução da missão da Universidade e de
seus princípios, gerando os respectivos produtos de interação de ensino – uma vez
que são desenvolvidos no âmbito das disciplinas de forma complementar; de
pesquisa – na medida em que promove a aquisição de competências inerentes ao
ato investigativo no processo de ensino, identificando a necessidade de geração de
novos conhecimentos; e de extensão – que possibilita a associação direta dos
conteúdos e metodologias desenvolvidas no ensino e nas práticas investigativas
com as ações de interação e intervenção social. Na Universidade Estadual do
Tocantins, a articulação entre ensino, pesquisa e extensão é concebida como
princípio institucional e pedagógico indispensáveis para a formação profissional.
O desenvolvimento das atividades acadêmicas associadas tem por objetivo
possibilitar ao estudante os meios adequados para ampliar os conhecimentos
indispensáveis à sua formação, além de despertar e fomentar suas habilidades e
aptidões para a produção de cultura. Apresentando com princípio nortear a
INSTRUÇÃO NORMATIVA/CONSEPE/N. 001/2017 que objetiva e estabelece os
procedimentos para institucionalização das ações de extensão no âmbito da
Universidade Estadual do Tocantins – UNITINS.
As atividades curriculares de extensão estarão inseridas na Matriz Curricular,
distribuídas ao longo do processo de formação e serão realizadas de modo
indissociável com as atividades de ensino, nas disciplinas obrigatórias ou eletivas e
através dos programas, projetos institucionalizados, Trabalho de Conclusão de
Curso, de Pesquisas e ainda através das Atividades de Complementares.
A proposta atende à necessidade de adequação à Resolução CNE/CES n. 7,
de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na
Educação Superior Brasileira e regulamenta o disposto na Meta 12.7 da Lei n.
13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024, queparte
da concepção de que a extensão universitária é um processo educativo, cultural e
científico que articula atividades de ensino e pesquisa promovendo, assim, o vínculo
e aproximação necessária para estabelecer a relação transformadora entre
Universidade e Sociedade.
A proposta atende ainda à Política Nacional de Extensão e ao disposto no
66

Plano de Desenvolvimento Institucional da Unitins (2018-2022), no item 4.2


Plano/Estudo e Estratégias de Curricularização, no qual consta a meta
“Curricularização (creditação da Extensão)”, bem como à Instrução Normativa
005/2019 GABREITOR.
Nesse caso, a integrar a prática extensionista na matriz curricular do Curso de
Pedagogia se torna uma ação-resposta a estas demandas e mais ainda, como forma
de consolidar o caráter transformador da relação Universidade e seu entorno. A
Extensão universitária é pensada aqui na mesma perspectiva sinalizada por Freire
(2001): não é um processo impositivo da lógica universitária para a comunidade; não
se trata de uma comunicação de um núcleo intelectual que objetifica o outro sujeito
ou cenário social, mas trata-se de um verdadeiro diálogo, que se propõe sistemático,
porém sempre aberto à multiplicidade de representações de mundo.
A perspectiva da Universidade será sempre a de compreensão e acolhimento
das diferentes lógicas culturais e visões sobre comportamento social, organização e
desenvolvimento cultural e humano e os diversos significados e subjetividades que
constitui as comunidades que estarão vinculadas à prática extensionista definida no
Curso de Pedagogia A opção metodológica que orientará essas ações é a
metodologia participativa que é entendida como um conjunto de procedimentos
através dos quais os sujeitos (internos ou externos à universidade), envolvidos no
projeto estão interligados em dispositivos de consulta, diagnósticos, ensino,
pesquisa, capacitação, diálogos efetivamente elaborados para alcançar objetivos em
comum.
Do mesmo modo, utilizaremos a pesquisa-ação como fundamental para o
desenvolvimento de uma visão e uma prática educativa que permite aos estudantes
e professores a compreensão das singularidades do cotidiano comunitário e a
participação dele. Essas ações contribuirão para consolidar o sentido de práxis
extensionista em uma visão aberta do trabalho intelectual, possibilitando que a
extensão se constitua em seu compromisso social, fonte de conhecimento e de
capacitação para todos os envolvidos, uma vez que ela propicia às comunidades
externas à universidade acesso a informações científicas e tecnológicas em áreas
diversas de atuação, bem como a formas de expressão artística ou cultural,
cooperando, de certo modo, na construção de novos conhecimentos.
Nessa perspectiva, a extensão torna-se um importante veículo de informação
para o mundo acadêmico, já que institui-se como uma riqueza de contatos; estimula
67

a vida cultural nos campus e de seu entorno e revigoram-se ações transformadoras


na sociedade. A extensão universitária pode ser conduzida através de metodologias
diversas, no entanto, a metodologia participativa e a pesquisa-ação conquistam um
lugar importante em projetos de extensão que mobilizam as comunidades externas.
Por fim, as Ações Curriculares de Extensão do curso de Pedagogia se
estruturam em três áreas temáticas de extensão: Comunicação; Cultura; Direitos
Humanos e Justiça; Educação; Meio Ambiente; Saúde; Tecnologia e Produção;
Trabalho.
As ações de extensão (ACEs) do curso de Pedagogia serão contempladas
dentro do prazo estipulado pela Resolução CNE/CES n. 7, de 18 de dezembro de
2018.

5.6 Cooperação e Internacionalização Universitária

Atualmente um dos maiores desafios da ciência no Brasil é disseminá-la para


além do território nacional. A internacionalização, neste contexto, se
tornafundamental para o fortalecimento do ensino e disseminação da pesquisa
desenvolvida no Brasil em nível global. A Unitins como universidade pública e
Estadual do Tocantins, compreendendo esta necessidade e entendendo que
associações em rede e parcerias interinstitucionais fortalecem a universidade como
entidade geradora de conhecimento, visa neste momento se conectar em nível:
regional, nacional e internacional. A troca de expertise promovida pelo intercâmbio
de alunos e professores significa o primeiro passo da universidade para
ganhosainda maiores, ou seja, aqueles provenientes da troca científica, tecnológica
e cultural impulsionada pela vinda de professores e alunos estrangeiros para a
Unitins e o Estado do Tocantins. Nos últimos anos, o Brasil registrou avanços
significativos em relação à internacionalização no Ensino Superior, por meio de
iniciativas como: O programa Ciências Sem Fronteiras, e Capes-PrInt, da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A
internacionalização no Ensino Superior se insere no contexto de desenvolvimento
global, trazendo impactos positivos nas esferas educacionais, sociais, econômicas e
culturais das universidades. Além de posicionálas em um cenário mundial. Nesta
perspectiva, a Unitins buscará desenvolver Políticas de 110 Internacionalização para
68

a promoção de cooperações internacionais bilaterais com Instituições do exterior,


visando à mobilidade acadêmica e o desenvolvimento de pesquisa em parceria;
oferta de cursos em plataforma online; participação em editais de fomento a ações
de internacionalização; participação em projetos internacionais de popularização de
ciências e projetos internacionais culturais e educativos; e a criação do Plano
Institucional de Internacionalização. Além disso, buscará alinhar a
internacionalização “em casa” com políticas linguísticas que promovam o ensino de
idiomas estrangeiros para fins acadêmicos a partir da graduação. Dentro desta
visão, a Unitins reconhecendo a importância de formar cidadãos conscientes e
proativos diante de necessidades globais, elege a internacionalização como uma das
áreas prioritárias de seu planejamento de desenvolvimento institucional (PDI) no
âmbito do ensino, pesquisa e extensão.
1º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Estudo da conceituação de linguagem, língua e fala. Leitura: concepções,
aspectos cognitivos e habilidades. Técnicas de leitura e interpretação de texto.
Concepções de linguagem e produção de textos. Texto e textualidade. Produção
textual: texto, contexto e intertexto; Fatores de textualidade; Coesão e coerência;
Estrutura do texto, do parágrafo e da frase. Tipologias e Gêneros textuais. Gêneros
Textuais Acadêmicos. Prática de produção e reescrita de textos acadêmico científicos
em diferentes situações de uso profissional. Variações e Mudanças Linguísticas e
Gramática Normativa. Regras do Novo Acordo Ortográfico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ABREU, Antônio Suárez. Curso de Redação. São Paulo: Ática, 2005.
2. FIORIN, José Luiz. Argumentação. São Paulo: Contexto, 2015.
3. GERALDI, J. W. (Org.). O texto na sala de aula: leitura e produção. São
Paulo: Ática, 2006.
4. KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual.
São Paulo: Contexto, 2009

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALMEIDA, Rita de Cássia Santos. Práticas de leitura e produção de textos.
Petrópolis, Rj: Vozes, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 14
jan. 2022.
2. GRAFF, Gerald; BIRKENSTEIN, Cathy. Eles falam, eu falo: Um guia completo
para a arte da escrita. Novas Ideias, 2011.
3. KÕCHE, Vanilda Salton.; BOT, Odete Maria Benetti; MARINELLO, Adiane
Fogalli. Leitura e produção textual: gêneros textuais do argumentar e expor.
69

6. ed. Petropolis, Rj: Vozes, 2017. Disponível em: 19.


[Link] Acesso em 14 jan.
2022.
4. PEREIRA, Leda Tessari Castelo. Leitura de estudo: ler para aprender a
estudar e estudar para aprender a ler. Campinas: Alínea, 2003
5. PLATÃO, Francisco Savioli; FIORIN, José Luiz. Lições de Texto: leitura
eredação. São Paulo: Ática, 2006.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: DIDÁTICA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES
C/H teórica: 40 C/H prática: 20 Créditos: 4
EMENTA: A Didática e as questões epistemológicas: conceito e sentido da didática,
objeto, relação didática e Pedagogia. Concepções pedagógicas atuais de educação e
as mudanças nos processos de trabalho, nas relações entre trabalho e educação e
suas implicações na formação docente. O processo interdisciplinar para produção do
conhecimento. Metodologias ativas como favorecedora do processo ensino
aprendizagem. Elaboração de projetos interdisciplinares. Elaboração de plano de
ensino e plano de aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CORDEIRO, Luciana Peixoto; MAIA, Christiane Martinatti. Didática:
Organização do trabalho pedagógico (livro eletrônico).
Curitiba:Intersaberes,2017. Disponível
em:[Link] Acesso em:
17 jan. 2022.
2. LIBLIK, Ana Maria Petraitis. Aprender Didática, ensinar Didática.
Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível
em: [Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
3. VEIGA, Ilma Passos Alecastros. A prática pedagógica do professor de
didática. São Paulo: Papirus,2001. Disponível
em:[Link] em; 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CANDAU, Vera Maria (Org.); LÜDKE, Menga; LUCKESI, Cipriano Carlos;
SANTOS, Carlos Alberto Gomes dos; RAYS, Oswaldo Alonso; BRANDÃO,
Zaia; OTT, Margot Bertolucci (Coautores). A didática em questão. Petrópolis,
Rj: Vozes, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
2. DÁVILA, Cristina Maria; VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Didática e Docência
na Educação Superior: implicações para a formação dos professores.
Campinas, SP: Papirus, 2019. Disponível em:
[Link] em: 17
jan. 2022.
3. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Didática e Interdisciplinaridade.
Campinas, SP: Papirus, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
70

2022.
4. OLIVEIRA, Marli E.D.A. de André OLIVEIRA; SALES, Maria Rita Neto.
Alternativas no ensino de didática. Campinas, SP: Papirus Editora, 12 ed.
2011. [Link] Acesso em:
17 jan. 2022.
5. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Coord.). Repensando a didática. 29. ed. rev.
e atual. Campinas, SP: Papirus, [Link] em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: POLÍTICA DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS, AFRO-BRASILEIRA,
AFRICANA E INDIGENA
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Aspectos caracterizadores da formação cultural brasileira: história e
memória dos povos afro-brasileiros e indígenas. A multiplicidade como essência da
formação sócio-histórica do povo brasileiro. As diversidades culturais delineadas
através das singularidades nas línguas, nas religiões, nos símbolos, nas artes e nas
literaturas. O legado dos povos Quilombolas e Guarani.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília, 2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan. 2022.
2. GOMES, Flávio, Domingues, Petrônio (Coautor). Políticas da raça. São Paulo:
Selo Negro edições, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
3. MICHALISZYN, Mario Sergio. Relações étnico-raciais para o
ensino da identidade e da diversidade cultural brasileira. Curitiba:
InterSaberes, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Lei n. 12.288, de 20 de julho de 2010. Institui o Estatuto da Igualdade
Racial. Disponível em: [Link]
2010/2010/Lei/[Link]. Acesso em: 17 jan. 2022.
2. GOMES, Flávio, Domingues, Petrônio (Coautor). Políticas da raça. São Paulo:
Selo Negro edições, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
3. MATTOS, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira. Campinas
71

São Paulo: Contexto, 2013. Disponível em:


[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
4. MARÇAL, José Antônio. Educação Escolar das relações étnico-raciais:
história e cultura afro-brasileira e indígena no Brasil. Curitiba: InterSaberes,
2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
5. SANTOS, Simone Ritta dos. Comunidades quilombolas: as lutas
por reconhecimento de direitos na esfera pública brasileira. Porto Alegre, RS:
EPIDUCRS, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Conceito de alfabetização. Conceito de letramento. História da
alfabetização e seus principais períodos que marcaram o ensino no Brasil. Principais
teóricos da aprendizagem. Psicogênese da Língua. Programas e projetos de
alfabetização. Planejamento e avaliação na alfabetização. Projetos de Leitura e
escrita na proposta do letramento. Atividades práticas para alfabetizar na perspectiva
do letramento. Análise de livros didáticos do 1º ano do ensino fundamental. Estudo da
BNCC e outros documentos legais que norteiam a educação do nosso país.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CASTANHEIRA, Maria Lucia; MACIEL, Francisca Isabel Pereira.
RaquelMARTINS, Márcia Fontes (Orgs.). Alfabetização e letramento na sala
de aula. Belo horizonte: Autêntica; Ceale, 2008. (Coleção alfabetização na
sala de aula). Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
2. COLELO, Silvia M. Gasparian. Alfabetização: por que, o que? E como? [Link].
São Paulo: Summus, 2021. Disponivel em:
[Link] Acesso em 17
jan. 2022.
3. SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever.
São Paulo: Contexto, 2020. Diponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BORGES, Eliana Correa de Albuquerque;LEAL, Telma Ferraz (Orgs.).


Alfabetização de Jovens e Adultos – em uma perspectiva de letramento. 3.
ed. São Paulo: CELL, 2020.
72

2. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC).Educação é a Base.


Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
n al_site.pdf. Acesso em: 17 jan. 2022.
3. LIMA, Ana Paula Xisto costa e FEDATO, Renata Burgo. Alfabetização e
letramento na educação especial. .Curitiba: Inter saberes, 2020. (Séries
pressupostos da educação especial). Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
4. SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 7. ed. São Paulo: Contexto,
2017. Diponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
5. SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo:
Contexto, 2016. Disponível em:
[Link] Acessoem: 17 jan.
2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: O contexto histórico da educação brasileira: inter-relações e importância
para a compreensão da realidade educacional atual. Concepção de educação e da
pedagogia dos diferentes momentos da história da humanidade: elementos
determinantes da tarefa pedagógica e da formação do indivíduo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FRANCISCO FILHO, Francisco. História geral da educação. São Paulo:
Ática, 2017. Jélvez, Julio Alejandro Quezda. História da educação. Curitiba PR:
InterSaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
2. GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2002.
3. PILETTI, Claudio Nelson. História da Educação: de Confúcio a Paulo Freire.
São Paulo: Contexto, 2012. Disponível em:
[Link] . Acesso em: 17
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. GILES, Thomas Ransom. História da Educação. São Paulo: EPU, 1987.


2. GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. História da Educação. São Paulo: Cortez,
2019.
3. LOPES, Eliane Marta Teixeira, FILHO, Luciano Mendes de Faria. Pensadores
sociais e história da educação. V. 2. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 17 jan. 2022.
4. STEPHANOU, Maria; BASTOS, Maria Helena Camara (Orgs.). Histórias e
memórias da educação no Brasil. v. [Link]ópolis, Rj: Vozes, 2011.
[Link] Acesso em: 17
73

jan. 2022.
5. TERRA, M. de L. E. História da Educação. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Políticas ambiental e educacional no Brasil. Educação ambiental e
cidadania. Teoria e prática da educação ambiental. Educação ambiental – rumos e
perspectivas. Princípios da sustentabilidade. Relação educação ambiental e
qualidade de vida. Ecopedagogia. Abordagens interdisciplinares e transdisciplinares.
A temática ambiental e a educação – o papel dos Parâmetros Curriculares Nacionais
e da BNCC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Política de Educação Ambiental.
Brasília, DF, 1999. Disponível em: [Link]
ambiental. Acesso em: 17 jan. 2022.
2. LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Educação Ambiental no Brasil: Formação
identidade e desafios. Campinas, SP: Papirus. 2015 -
[Link]
3. BUHRING, Marcia Andrea; FUHRMANN, Ítalo Roberto;TABARELLI, Liane.
Direitos fundamentais e os novos direitos para o desenvolvimento
socioeconômico. Caxias do Sul, RS: Educs, 2018. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC. 2017.


Disponível em: [Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
2. BRASIL. Ministério da Educação (MEC), Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente, saúde,
1997. Brasília – DF. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 17 jan. 2022.
3. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Ambiental. Brasília, 2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan. 2022.
4. GUIMARÃES, Mauro. A dimensão ambiental na educação. Campinas, SP:
Papirus, 2020. Disponível em:
[Link] Acesso em; 17
jan. 2022.
5. OLIVEIRA, Fernanda Borges. Educação ambiental e interdisciplinaridade.
Curitiba: Contentus, 2020. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
74

2º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: MÍDIAS E PRODUÇÃO CULTURAL
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Educação, comunicação e cultura das mídias. As mídias e suas
linguagens. Recepção: crítica, estética e mediações culturais. Recepção e efeito:
mediações culturais e processos de ressignificação simbólica. Crianças, jovens e as
interações com as mídias e as tecnologias na escola, na família e cultura. Conceitos,
objetivos e perspectivas da mídia-educação. Tecnologia, produção de conhecimento
e formação de professores. Formas de apropriação da cultura e das mídias:
apreciação, crítica e produção em contextos educativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BORGES, Valterlei. Cultura digital, educação midiática e o lugar
da escolarização. Estudos e cultura Produção cultural e identidade cultura.
Provisório Permanente. São Paulo: Vozes, 2020.
2. MARINHO, L.M.S. Teoria das mídias Digitais: Linguagens, ambientes,
redes. Petropoles, Rj: Vozes, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em:
17 jan. 2022.
3. SETTON, Maria da Graça. Mídia e educação. São Paulo: Contexto, 2010.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 17 jan. 2022.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. DELANHESE, IdianaFaversani. Rádio na sala de aula. Curitiba: Contentus,


2021. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
2. HAN, B.C. No enxame: Perspectivas do digital. São Paulo: Vozes, 2018.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 17 jan. 2022.
3. SOUZA, M.V.; GIGLIO, K. Mídias digitais, redes sociais e educação em
rede: experiências na pesquisa e extensão universitária. São Paulo: Blucher,
2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
4. SANTOS, Edméa. Mídias e Tecnologias na Educação Presencial e a
Distância. São Paulo: LTC,2016.
5. VASCONCELOS, Maria Lucia. Educação básica: a formação do professor,
relação professor-aluno, planejamento, mídia e educação. 1. ed. São Paulo:
Contexto, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
75

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTAAbordagensPsicológicas dodesenvolvimento.
Bases conceituais de Piaget, Vygotsky e Wallon e as implicações para o
[Link]ões biológica,cognitiva,
social e emocional. A Neurociência e a Psicologia do Desenvolvimento.
Infância,adolescência, idade adulta e velhice. Prática da Psicologia do
Desenvolvimento com a Pedagogia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ESCORSIN, Ana Paula. Psicologia e desenvolvimento humano. Curitiba:
InterSaberes,2016. Disponível em:
[Link] Acesso em:
17 jan. 2022.
2. PILETTI, Nelson. Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Contexto,
2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan.2022.
3. TAILLE, Yves de La. Piaget, Vigotski, Wallon: teorias psicogenéticas em
discussão. São Paulo: Summus, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FERREIRA, Maria Gabriela Ramos. Neuropsicologia e Aprendizagem.
Curitiba: Intersaberes, 2014. Disponível
em:[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
2. MAIA, Christiane Martinatti. Psicologia do desenvolvimento e
[Link] PR: InterSaberes, 2017. Disponível em:
[Link] . Acesso em:
17 jan. 2022.
3. PALAGANA, Isilda Campaner. Desenvolvimento e aprendizagemem Piaget
e Vigotski. São Paulo: Summus, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
4. QUADROS, Amércio Arnaldo de. Psicologia e desenvolvimento humano.
Petrópolis, Rj: Vozes, 2017. Disponível em:
[Link] em: 17
jan. 2022.
5. VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes,
2007.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: MORFOLOGIA E SÍNTASE DA LINGUA PORTUGUESA
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Princípios básicos do Estruturalismo. As palavras e sua estrutura.
Morfemas: conceito, tipologia e análise morfológica. Composição e derivação.
76

Classificação e classes de palavras e categorias gramaticais. Princípios da análise


mórfica. Critérios de classificação e flexão das palavras. Flexões nominal e verbal.
Gramatica da Língua Portuguesa: Gramatica Normativa. Integração entre o estudo da
língua sob uma perspectiva tradicional e o desenvolvimento de habilidades
redacionais. Sintaxe da oração e do período. Coordenação e subordinação. Nova
Ortografia do Português do Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUNHA, C. Nova gramática do português contemporâneo. 7. ed. Rio de
Janeiro: Lexikon, 2016.
2. PEIXOTO FILHO, Fernando Vieira. Morfossintaxe do português. 2. ed. Rio
de Janeiro: Lexikon, 2021. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
3. SILVA, Maurício. O Novo Acordo Ortográfico da Língua portuguesa: o que
muda, o que não muda. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2009. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CELSO, Ferrarezi Junior. Sintaxe para educação básica. 1. ed. São Paulo:
Contexto, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
2. GEIGER, Paulo; SILVA, Renata de Cássia Menezes da. A nova ortografia
sem mistério. Do ensino fundamental ao uso profissional. Rio de Janeiro:
Lexikon, 2009.
3. MIOTO, Carlos. Novo Manual de Sintaxe. São Paulo: Contexto, 2013.
Disponível em: [Link] .
Acesso em: 17 jan. 2022.
4. RODRIGUES, Angela; ALVES, Ieda Maria. Gramática do Português Culto
Falado no Brasil. A Construção Morfológica da Palavra. V. VI. 1. ed. São
Paulo: Contexto, 2015.
5. SACCONI, Luiz Antonio. Nossa gramática teoria e prática. São Paulo: Globo;
Nova Geração, 2011.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO ENSINO
FUNDAMENTAL
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Construção, conceito de números e formas no cotidiano. Construção,
conceitos e propriedades dos Números Naturais, Inteiros e Racionais.
Desenvolvimento das operações básicas com os números naturais, inteiros e
Racionais. Geometria Plana: Conceitos de ponto reta e plano, polígonos e ângulos,
perímetro, área, ampliações e reduções. Geometria Espacial: noções de espaço,
poliedros, corpos redondos. Combinatória. Probabilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MACHADO, Nilson José. Ensino de Matemática: pontos e contrapontos, São
77

Paulo: Summus, [Link] em:


[Link] Acessoem:20 jan.
2022.
2. NACARATO, Adair Mendes. A matemática nos anos iniciais do ensino
fundamental: tecendo fios do ensinar e do aprender. Belo Horizonte:
Autêntica, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso
em: 17 jan. 2022.
3. SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil. Porto
Alegre:Artmed, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALVES, Eva Maria Siqueira. A ludicidade e o ensino da matemática: Uma
prática possível. Campinas, SP: Papirus, 2020. Disponível em:
[Link] Acesso
em: 17 jan. 2022.
2. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 17 jan.2022.
3. KAMILI, Constance. A criança e o número. 11. ed. Campinas: Papirus, 2012.
4. REIS, Silvia Marina Guedes dos. A matemática no cotidiano infantil: jogos
e atividadescom crianças de 0 a 6 anos para o desenvolvimento do raciocínio
lógico-matemá[Link], Sp: Papirus, 2016. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
5. SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil. Porto
Alegre:Artmed, 2007. BARBOSA, Ruy Madsen. Conexões e Educação
Matemática: Brincadeiras, Explorações e ações. Belo Horizonte: Autêntica
Editora, 2009. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Educação Especial. Necessidades Educacionais Específicas.
Uniformização termológica e conceitual das deficiências. Superdotação. Condutas
típicas. Deficiência auditiva, física, intelectual, visual, múltipla. Adaptações
Pedagógicas, Curriculares, Metodológicas, Avaliativas e Individuais. Atendimento
educacional as pessoas com deficiência. Práticas pedagógicas inclusivas. A pessoa
com deficiência e o mundo do trabalho. Deficiência e Cidadania.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MAZZOTTA, Marcos J. S. Educação Especial no Brasil. São Paulo: Cortez,
2021.
2. SANTOS, Geandra Claúdia Silva; FALCÃO, Geovana Maria Belém (Orgs).
Educação Especial Inclusiva e Formação de Professores: contribuições
Teóricas e Práticas. Curitiba: Appris, 2020.
78

3. SILVA, Aline Maria da. Educação Especial e Inclusão Escolar: História e


[Link]-PR: Intersaberes, 2012. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Ministério da Educaçã[Link] de Educação [Link]
nacionais para a educação especial na educação básica. Brasília:
MEC/SEESP, 2001.
2. BORGES, Carline Santos. Atendimento Educacional Especializado na
Escola Comum Como Ação Pedagógica Favorecedora da Educação
Inclusiva. Curitiba-PR: Appris, 2021.
3. FERNANDES, Sueli. Fundamentos para educação
[Link]: InterSaberes, 2013. Disponivel em:
[Link] Acessoem: 17 jan.
2022.
4. MICHELS, Maria Helena. A formação de professores de Educação Especial
no Brasil: proposta em questão. Florianópolis: UFSC/CED/NUP, 2017.
[Link]
[Link].
5. SOARES, Maria Aparecida Leite; CARVALHO, Maria de Fátima. O Professor
E O Aluno Com Deficiência. São Paulo: Cortez, 2015.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: POLÍTICA DE INCLUSÃO E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Crédito: 4
EMENTA: Cidadania e Inclusão. Educação Inclusiva: contextualização histórica,
fundamentos, concepções e políticas públicas. A prática pedagógica inclusiva.
Adaptação Curricular. Inclusão étnico – racial. Acessibilidade e Tecnologia Assistiva.
Família, Escola e Inclusão. Dificuldades de aprendizagem: Características, Fatores.
Distúrbios do Desenvolvimento. Avaliação e Atendimento pedagógico ao aluno com
dificuldades de aprendizagem
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HUDSON, Diana. Dificuldades específicas de aprendizagem: Ideias práticas
para trabalhar com: dislexia, discalculia, disgrafia, dispraxia, Tdah, TEA,
Síndrome de Asperger e TOC. Petrópolis – RJ: Vozes, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
2. PRAIS, Jacqueline Lidiane de Souza. Das Intenções à Formação Docente
Para a Inclusão. Curitiba-PR: Appris, 2017.
3. SOUSA, Ivan Vale de. Educação Inclusiva no Brasil. História, Gestão e
Políticas. Jundiaí – SP: Paco Editorial, 2019.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CONSENZA, Ramon M.; GUERRA, Leonor B. Neurociência e Educação:
Como o Cérebro Aprende. São Paulo: Artmed, 2011.
2. FACION, José Raimundo. Inclusão escolar e suas implicações. Curitiba:
Intersaberes, 2012. Disponível
em:[Link] Acesso em: 17
jan. 2022.
79

3. GARCÍA, Jesus Nicasio. Manual de dificuldades de aprendizagem. Porto


Alegre: Artes Médicas, 2001.
4. ROZEK, Marlene; DOMINGUES,Cristiane Lumertz Klein. As dificuldades de
aprendizagem e os processos de escolarização. Porto Alegre: EDIPUCRS,
2017. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 17 jan.
2022.
5. VIANIN, Pierre; CAPELINNI, Simone Aparecida. Estratégias de Ajuda a
Alunos com Dificuldade de Aprendizagem. Porto Alegre-RS: Penso, 2012.

3º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: COMPREENSÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Desenvolver habilidades de leitura e produção de textos de diferentes
gêneros acadêmicos, estabelecendo relações entre recursos discursivos e
linguísticos de cada gênero textual trabalhado aos seus diferentes efeitos de sentido,
promovendo, assim, a reflexão sobre a adequação comunicativa em diferentes
contextos de comunicação escrita e oral. Gêneros textuais de divulgação cientifica:
artigo acadêmico, resumo, resenha, artigo de divulgação cientifica, relatório.
Recursos discursivos e linguísticos. Tipologia textual. Meio eletrônico na leitura e
produção textual. Comunicação oral. A leitura e a produção de texto em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez,
2017.
2. KÖCHE, VanildaSalton; BOFF, Odete Maria Benetti; PAVANI, Cinara Ferreira.
Prática textual: atividades de leitura e escrita. Petrópolis: Vozes, 2015.
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. IHESCA, Daniela Duarte. Redação acadêmica. Curitiba: InterSaberes, 2013.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASILEIRO, Ada Magaly Matias. Como produzir textos acadêmicos e
cientificos. São Paulo: Contexto, 2021. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
2. CARIOCA, Claúdia Ramos. A evidencialidade em textos acadêmicos.
Fortaleza,CE: UFC,2011.
3. CABRAL, Zuleica Aparecida. Prática de análise gramatical. Curitiba:
Contentus, 2020. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
4. FAZENDA, Ivani. A pesquisa em educação e as transformações do
80

conhecimento. Campinas, SP: Papirus, 2015. Disponível em:


[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
5. KÖCHE, Vanilda Salton; BOFF, Odete Maria Benetti; MARINELLO,
AdianeFogali. Leitura e produção textual: gêneros textuais do argumentar e
expor. 6. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: CURRICULO NO CONTEXTO ESCOLAR
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Teorias do currículo; Concepção e compreensão identitária do currículo;
Currículo e relação de poder; Currículo e multirreferencialidade; Sistemas de
representação do conhecimento; Currículo e construção do conhecimento; Currículo
tácito e explícito; Currículo autobiográfico; Currículo e atuação docente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. EYNG, Ana Maria. Currículo Escolar. Curitiba: InterSaberes, 2013. Disponível
em: [Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
2. MOREIRA, António Flávio Barbosa. Currículo e questões atuais. Campinas:
Papirus, 2010. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. TADEU, Tomás. Documentos de identidade: uma Introdução às teorias do
currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALMEIDA, Rosangela Doin de. Novos rumos da cartografia escolar:
currículo, linguagem e tecnologia. São Paulo: Contexto, 2011. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
2. ALMEIDA, Siderly do Carmo Dahle de. Convergências entre currículo e
tecnologia. Curitiba: InterSaberes, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
3. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 20 jan.2022.
4. MATTOS, Airton Pozo de. Escola e currículo. Curitiba: InterSaberes, 2013.
Disponível
em:[Link] em: 20
jan. 2022.
5. PORTO, Humberto (Org.). Currículos, programas e projetos pedagógicos.
81

São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2019. Disponível em:


[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: TECNODOCÊNCIA
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Aprendizagem significativa; Cultura digital; Integração do docente as
tecnologias digitais da comunicação; Metodologias e didáticas do ensino a partir do
uso das tecnologias contemporâneas; Criação de grupos e projetos de extensão
interdisciplinar com escola da Educação Básica; Plano de aula articulado com a
construção de Materiais Autorais Digitais Educacionais (MADE).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CARVALHO, Fábio Câmara Araújo de. Tecnologias que Educam: ensinar e
aprender com as tecnologias de informação e comunicação. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2010. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
2. LAKOMY, Ana Maria. Teorias cognitivas da aprendizagem. Curitiba PR:
Intersaberes, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. MUNHOZ, Antonio Siemsen. Aprendizagem ativa via tecnologias. Curitiba
PR: Intersaberes, [Link]ível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALMEIDA, Siderly do Carmo Dahle de. Convergências entre currículo e
tecnologias. Curitiba PR: Intersaberes, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
2. AMAROLINDA, Sacool; SCHLEMMER, Eliane;BARBOSA, Jorge. M-Learning
e U- Learning: novas perspectivas da aprendizagem móvel e ubíqua. São
Paulo: Pearson, 2010. Disponível em
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. BLIKSTEINI, Paulo. Viagens em Troia com Freire: a tecnologia como um
agente de emancipação. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 42, n. 3, p. 837-856,
jul./set. 2016. Disponível em: [Link]
42-3- [Link]. Acesso em: 20 jan. 2022.
4. FAZENDA, Ivani (Org.) Didática e interdisciplinaridade. Campinas SP:
Papirus, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
5. VALENTINI, Carla Beatris; SOARES, Eliana Maria do
[Link] em ambientes virtuais:
compartilhando ideias e construindo cenários. Dados eletrônicos.
Caxias do Sul. RS: Educs,2010. Disponível em:
82

[Link] Acesso em: 20


jan.2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Análise teórica e prática de propostas curriculares e didático-
metodológicas para o ensino de geografia na Educação Infantil e nos anos iniciais do
ensino fundamental. O ensino de geografia conforme a BNCC da educação infantil e
do ensino fundamental. O Referencial curricular nacional para educação infantil
(RECNEI), e ensino de geografia a partir do eixo natureza e sociedade. O Saber
geográfico: estruturação dos conteúdos, metodologia, recursos aplicáveis ao ensino
de geografia. Direitos, objetivos atividades, metodologias e avaliação da
aprendizagem para geografia, expressos na BNCC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BELTHER, Josilda Maria. Metodologia do ensino da geografia. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2016. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
2. CARLOS, Ana Fani Alessandriet. A geografia na sala de aula. São Paulo:
Contexto, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos. Ensino da Geografia: caminhos e
encantos. Porto Alegre: ediPUCRS, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ANTUNE, Celson. A geografia e as inteligências múltiplas na sala de aula.
Campinas, SP: Papirus, 2018. Disponível em:
[Link] Acesso
em:20 jan. 2022.
2. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em
[Link]
n al_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
3. CAVALCANTI, Lana de Souza. O ensino de geografia na escola. Campinas
SP: Papirus, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
4. VASENTINI, José William. O ensino da geografia no século XXI. Campinas,
SP: Papirus, 2015. Disponível em:
[Link] em:20 jan.
2022.
5. VEIGA, Ilma Passos Alencastro;SILVA, Edileuza Fernandes da. Ensino
fundamental: da LDB à BNCC. Campinas,SP: Papirus, 2019. Disponivel em:
[Link] Acesso
em:20 jan. 2022.
83

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Avaliação educacional e institucional; Avaliação da escola: conceitos,
contextos e relações; A prática da avaliação institucional na educação brasileira; Auto
avaliação da escola; Avaliação externa promovida pelos órgãos oficiais: SAEB;
ENEM, IDEB, ENADE, PISA; Instrumentos de avaliação institucional: elaboração,
aplicação, análise e interpretação dos dados. Inter-relação entre a avaliação
educacional e institucional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BALZAN, Newton Cezar. Avaliação Institucional: teorias e experiências. São


Pualo: Cortez, 2011.
2. FREITAS, Luiz Carlos de. Avaliação educacional. Petrópolis RJ: Vozes,
2018. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. GROCHOSKA, Marcia Andreia. Contribuições da autoavaliação
institucional para a escola de educação básica - Uma experiência de
gestão democrática. Petrópolis RJ: Vozes, 2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.


Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional – LDB. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação (PNE) 2014
a 2024. Disponível em: [Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
4. GRACINDO, Regina Vinhaes. O gestor escolar e as demandas da gestão
democrática, exigências, práticas, perfil e formação. Revista Retratos da
Escola, Brasília, v. 3, n. 4, p. 135-147, jan./jun. 2009.
5. VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas (Org.). Conversas sobre Avaliação
(livro eletrônico). Campinas, SP: Papirus, 2020. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Modelos teóricos da aprendizagem. Conceituação de desenvolvimento e
84

aprendizagem. Aprendizagem e construção do conhecimento. Processode


aprendizagem. Problemas de aprendizagem. A psicologia da aprendizagem na
prática do professor. Avaliação da aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMARA, Suzana Aparecida dos Santos. (Org.) Psicologia da
aprendizagem. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. Disponível em:
[Link] . Acesso em:
20 jan. 2022.
2. MAIA, Christiane Martinatti. Psicologia do desenvolvimento e da
aprendizagem. Curitiba PR: intersaberes, 2018. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. TAILLE, Yves de La. Piaget, Vigotski, Wallon: teorias psicogenéticas em
discussão. São Paulo: Summus, 2019.
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CARMO, João dos Santos. Fundamentos Psicológicos da Educação.
Curitiba PR: Intersaberes, 2012. Disponível em:
[Link] . Acesso em: 20
jan. 2022.
2. MORRIS, Charles G.; MAISTO, Albert A. Introdução à Psicologia. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2013. Disponível em:
[Link] . Acesso em: 20 jan.
2022.
3. PILETTI, Nelson; ROSSATO, Solange Marques. Psicologia da
aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo. São Paulo:
Contexto, 2012. Disponível em:
[Link] . Acesso em: 20
jan. 2022.
4. SOUZA, Raquel Castilho. Psicologia da Aprendizagem. Palmas: Unitins,
2013.
5. VYGOTSKY, L.S. A. Formação Social da Mente. São Paulo: Martins, 2007.

4º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
85

EMENTA: Epistemologia do conhecimento científico. Tipos de conhecimento.


Elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos. A Associação Brasileira de
Normas Técnicas ABNT e suas orientações para os trabalhos científicos: citações;
referências. Classificação de pesquisas. Projeto de Pesquisa: elementos
constitutivos. Processos e procedimentos que envolvem a introdução ao fazer
científico; Pesquisa: teoria e prática; Pesquisa bibliográfica; Pesquisa empírica;
Resumo; Fichamento; Paráfrase; Resenha; Projeto de Pesquisa. Plataforma Lattes:
Currículo Lattes. Tipos de trabalhos científicos e normas de elaboração e
comunicação científica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2009.
2. PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa:
abordagem teórica-prática. Campinas, SP: Papirus, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em
20 jan. 2022.
3. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo,
SP: Atlas, 2016.
4. MASCARENHAS, Sidney Augusto. Metodologia científica. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ABNT. Associação Brasileira de Normas e Técnica. NBR 10522: abreviação na
descrição bibliográfica. Rio de Janeiro: ABNT, out. 2002 Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
2. ANDRE, Marli Eliza D. A. O papel da pesquisa na formação e prática dos
professores. Campinas, SP: Papirus, 2010. (Série Prática Pedagógica).
Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.
3. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
4. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica – Teoria da
ciência e iniciação à pesquisa. Petropólis, Rj: Vozes, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
5. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico:
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório
- publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2009.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS SOCIOLOGICOS E FILOSOFICOS DA EDUCAÇÃO
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: O homem e sua relação com o mundo. História do pensamento ocidental
e suas implicações pedagógicas. História da educação dentro do contexto
sociocultural de cada época. A educação no século XX: tendências da educação
contemporânea e suas perspectivas. A formação do pensamento pedagógico
brasileiro. A educação como processo social. A função social da escola. Educação e
86

estrutura social. Tendências teóricas da sociologia da educação e sua influência na


educação brasileira. Educação e mudança social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. AMARAL, Leila Dias Pereira do.. Fundamentos históricos, sociologicos e
filosoficos da educação. Palmas:Unitins, 2014.
2. PERISSÉ, Gabriel. Introdução à Filosofia da Educação. Belo Horizonte:
Autêntica, 2008. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. SOUZA, João Valdir Alves de. Introdução à Sociologia da Educação. 3. ed.
rev. amp. Belo Horizonte: Autêntica, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ANTONIO, José Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo: Pearson
EducationBrasil, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
2. GHIRALDELLI JR., P. Filosofia e história da educação brasileira. São
Paulo: Manole, 2009.
3. MEKSENAS, P. Sociologia da educação: introdução ao estudo da escola no
processo de transformação social. 11. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
4. PINHEl, Andre Marega. Sociologia Brasileira. Curitiba: InterSaberes,2019.
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
5. SELL, Carlos Eduarso. Sociologia clássica: Marx, DurKheim e Weber.
Petrópolis, Rj: Vozes; Marx, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Conceito, objetivos e tipos de planejamento. Processo de planejamento
em seus diferentes enfoques. Projeto Político-Pedagógico: construção,
desenvolvimento e avaliação. Planejamento no sistema de ensino e nas escolas.
Avaliação da aprendizagem: conceito, concepções, modalidades e princípios
orientadores. A avaliação integrada ao processo de planejamento. As diferentes
maneiras de avaliação na prática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BOTH, Ivo José. Avaliação “Voz da consciência” da aprendizagem (livro
eletronico). Curitiba: Intersaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
2. CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e Avaliação Educacional.
Curitiba, PR: Intersaberes, 2013. Disponível em:
[Link] Acessoem:20 jan.
87

2022.
3. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo:
Cortez, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GANDIM, Danilo. Planejamento como prática educativa. [Link]. São Paulo:
Edições Loyola, 2011.
2. PADILHA, R. P. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-
pedagógico da escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2019.
3. RANGEL, Mary. Métodos de ensino para a aprendizagem e a dimanização
das aulas. Campinas, SP: Papirus, 2010. Disponível em:
[Link] Acessoem: 20 jan.
2022.
4. SILVA, Rodrigues Barbosa. Avaliação do Desenvolvimento e da
Aprendizagem. Palmas: Unitins/UAB,2014.
5. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino-
aprendizagem, projeto político pedagógico – elementos metodológicos para a
elaboração e realização. 10. ed. São Paulo: Libertad, 2002.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA
PORTUGUESA
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Fundamentos teórico-metodológicos para o ensino de Língua Portuguesa.
A fala, a leitura, a escrita e a análise linguística como prática de sistematização do
conhecimento linguístico. Conteúdos e materiais didáticos de Língua Portuguesa nos
anos iniciais do Ensino Fundamental. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e a
língua portuguesa e os eixos de integração considerados na BNCC de Língua
Portuguesa
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FERRO, G.; MAROTE, J.T. Didática da língua portuguesa. 11. ed. São
Paulo: Ática, 2002.
2. NOGUEIRA, Patricia Lima. Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Silva, Edileuza Fernandes da. Ensino
fundamental: da LDB à BNCC. Campinas, SP: Papirus Editora, 2018.
Disponível em: [Link]
Acesso 20 jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais: língua portuguesa. Brasília, DF, 1997. Disponivel em:
88

[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.


3. GOMES, Maria Lúcia de Castro. Metodologia do ensino de
língua portuguesa. 2. ed. Curitiba: InterSaberes, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
4. LEAL, Telma Ferraz; SUASSUNA, Lívia. Ensino de Língua Portuguesa na
Educação Básica: reflexões sobre o currículo. Belo Horizonte: Autêntica,
2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
5. PALOMARES, Roza; BRAVIN, Angela Marina. Práticas do ensino de
português. 1. ed. São Paulo: Contexto, 2012.
[Link] Acesso 20 jan.
2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Educação infantil: aspectos históricos, legais e pedagógicos.
Desenvolvimento infantil: aspectos moral, cognitivo, afetivo e motor. O desenho, o
jogo e o brinquedo na Educação Infantil. Políticas de atendimento à infância e à
criança, conhecer as funções da Educação Infantil, bem como suas relações como
ensino fundamental. Devem ainda, reconhecer a importância do papel do papel do
professor na Educação Infantil, assim como, o espaço e o tempo como protagonista
da ação educativa. Conhecer Aspectos da higiene física e mental as crianças.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CARTAXO, Simone Regina Manosso. Pressupostos da Educação infantil.
Curitiba: InterSaberes, 2013. (Série Fundamentos da Educação). Disponpível
em: [Link] Acesso em:
20 jan. 2022
2. NUNES, Leonília de Souza. Fundamentos da Educação Infantil. Palmas:
Unitins, 2013.
3. NUNES, Leonília de Souza. Organização do trabalho pedagógico na
educação infantil. Palmas: Unitins, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALMEIDA, Claudia Mara. Professor de educação infantil e anos iniciais do
ensino fundamental: aspectos históricos e legais da formação [livro
eletrônico]. [Link]. Curitiba: Intersaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
2. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
3. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Parâmetros Nacionais de
Qualidade para a Educação Infantil. Brasília, 2018. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
4. OSTETO, Luciana Esmeralda (Org.). Educação infantil: saberes e fazeres da
89

formação de professores. Campinas, SP: Papiros, 2013. (Vários autores).


Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.
5. RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Educação Infantil: práticas pedagógicas
de ensino e aprendizagem. Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: JOGOS, RECREAÇÃO E EDUCAÇÃO
C/H teórica: 40 C/H prática: 20 Créditos: 4
EMENTA: O processo histórico da recreação e do lazer na sociedade. Estudo
histórico da ludicidade. As concepções que norteiam a recreação e o lazer e seus
conceitos básicos, contextualizando-se no processo educativo na intenção de
instrumentalizar o aluno-professor para o resgate da essência lúdica seu valor
educativo e social.O brincar e a criança. Definição dos termos brinquedo, brincadeira
e jogo. A influência das brincadeiras no desenvolvimento da criança. As práticas
lúdicas da educação infantil a superior.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ARAÚJO. Fabíola Peixoto de. Jogos, Recreação e Educação. Palmas:
Unitins, 2014.
2. BEMVENUTI, Alice. SANTAIANA, Rochele da Silva. FUHRMANN, Lucrécia
Raquel. BRAZIL, Fábio. SILVEIRA, Márcia Castiglio da. BEMVENUTI, Abel.
MARQUES, Isabel. HOFMANN, Angela Ariadne. O lúdico na prática
pedagógica. Curitiba: InterSaberes, 2012.(Série Pedagogia Conteporânea).
Disponível em:
[Link] em: 20 jan
2022.
3. CÓRIA-SABINI, Maria Aparecida. Jogos e brincadeira na educação infantil
(livro eletrônico). 1. ed. Campinas, SP: Papirus, 2015. Disponivel em:
[Link] Acessoem: 20 jan.
2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. FERLIN, Ana Maria. 90 ideias de jogos e atividades para sala de aula. [Link].
Petrópolis, Rj: Vozes, 2011.
[Link] Acessoem: 20 jan.
2022.
3. KISHIMOTO, Tizuko. Jogo e educação infantil. São Paulo: Pioneira, 1998.
4. KRAEMER, M. L. Quando brincar é aprender. São Paulo: Edições Loyola,
2007.
5. ORNELAS, M. O Lúdico na Educação: mais que um jogo de palavras.
Brasília: Mimeo, 2002.
90

5º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: PENSAMENTO INTERDISCIPLINAR NA ATUAÇÃO DOCENTE
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Pensamento interdisciplinar como área do conhecimento; Conceitos
epistemológicos do pensar interdisciplinar; Complexidade e interdisciplinaridade;
Conhecimento interdisciplinar como proposta produtividade na atuação docente;
Interdisciplinaridade e prática diversificada e especializada em processos
cooperativos; Pensamento interdisciplinar como perspectiva metodológica e
ontológica de produção do conhecimento; Construção de projeto interdisciplinar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ACOSTA, Ana Jamila, João; COSTA, Paulo Pooli Márcia Rosa da; SCHEIBEL,
Maria Fani; PICAWY; Maria Maira. Projetos interdisciplinares. Curitiba:
Intersaberes, 2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
2. IVANI, Fazenda (Org.) Didática e interdisciplinaridade. Campinas SP:
Papirus, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. PAVIANI, Jaime. Interdisciplinaridade: conceitos e distinções. Caxias do Sul:
Educs, 2008. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. FAZENDA, Ivani C. Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa.
Campinas: Papirus, 2016. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. PAVIANI, Jaime. Interdisciplinaridade: conceito e distinções. 2. ed. rev.
Caxias do Sul, RS: Educs, 2008. Disponível em:
[Link] Acesso em 20 jan.
2022.
4. QUEIROZ, Tania Dias. Pedagogia de projetos interdisciplinares: uma
proposta prática do conhecimento a partir de projetos de 1º a 5º ano. São
Paulo: Rideel, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022
5. SILVA, Claudia Sebastiana Rosa da. Projetos interdisciplinares e
experiências em educação infantil. Curitiba: Contentus, 2020. Disponível
em: [Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
91

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: LITRATURA INFANTOJUVENIL
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Formação do repertório da Literatura infantil: contos de fadas, fábulas.
Formação do leitor por meio da Literatura Infantil. Técnicas de contar histórias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura infantil: teoria e prática. São
Paulo, SP: Ática, 2005.
2. PEREIRA, Mara Elisa Matos Pereira. Literatura Infantojuvenil. Curitiba:
InterSaberes, [Link]ível em:
[Link] Acessoem: 22 jul.
2020.
3. ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global,
2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. [Link], Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro,
RJ: Paz e Terra, 2012. (Literatura e Teoria Literária, 24).
2. LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história
e histórias. 6. ed. São Paulo, SP: Ática, 2017. (Fundamentos, 5).
3. HUNT, Peter. Crítica,Teoria e Literatura Infantil. Tradução Cid Knipel. São
Paulo: Cosac Naify, 2010.
4. MEIRELES, Cecilia. Problemas da literatura infantil.4. ed. São Paulo, SP:
Summus, 2016. (Novas Buscas em Educação, 3).
5. QUADROS, Deisily de. Metodologia do ensino da literatura juvenil. Curitiba:
InterSaberes, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Concepção de ciência e ambiente. Contextualização do ensino de ciências
naturais na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Objetivos e
função social do ensino de ciências. Estudo de conteúdos e procedimentos
metodológicos para o ensino de ciências na Educação Infantil e nos anos iniciais do
Ensino Fundamental. Elaboração de propostas metodológicas e recursos didáticos
para a ciência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A
avaliação da aprendizagem em ciências. Experiências e projetos de ensino de
Ciências na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ARAÚJO, Fabíola Peixoto de. Fundamentos e Metodologia do Ensino de
Ciências. Palmas: Unitins, 2014.
2. ARANTES, Amorim(Org.). Ensino de ciências: pontos e contrapontos. São
Paulo: Summus, 2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022
92

3. NIGRO, Rogério G. Ciências: soluções para dez desafios do professor, 1º ao


3º ano do ensino fundamental. São Paulo: Ática, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Parâmetros curriculares


nacionais:Ciências. Brasília: SEF, 1997. Disponível em:
[Link] Acesso 20 jan. 2022.
2. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
al_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
3. GUIMARÃES, Luciana Ribeiro. Atividades para aula de ciências: ensino
fundamental de 6º ao 9° ano. Série professor em ação. [Link]. São Paulo: Nova
espiral, 2009.
4. LIPPE, Eliza Márcia Oliveira. Metodologia do ensino da ciência. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2016. Disponível em:
[Link] 20 jan.
2022.
5. MORAIS, Marta Bouissou. Ciências: ensinar e aprender. Belo Horizonte:
Dimensão, 2009.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO PSICOMOTORA
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Fundamentos e teorias das práticas psicomotoras. Psicomotricidade e
desenvolvimento. Esquema Corporal. Orientação Espaço – Temporal. Coordenação
Psicomotora. Sociabilidade. Importância da educação psicomotora para o processo
de aprendizagem. Educação Psicomotora. Currículo em Movimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DUARTE, Adriana Falcão. Psicomotricidade e suas Implicações na
Alfabetização. Petrópolis: Vozes, 2020.
2. FONSECA, Vitor da. Neuropsicomotricidade. Rio de Janeiro: Wak, 2018.
3. _______________. Dificuldades de Coordenação Psicomotora na Criança.
Rio de Janeiro: Wak, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GUSI, Elisângela Gonçalves Branco. Psicomotricidaderelacional:
conhecendo o método e a prática do psicomotricista. Curitiba: InterSaberes,
2019. Disponível em:
[Link] em: 20 jan
2022.
2. LE BOULCH, J. O desenvolvimento psicomotor do nascimento até 6 anos:
a psicocinética na idade pré-escolar. 7. ed. Porto Alegre: Artes médicas, 2001.
3. OLIVEIRA, Gislene de Campos. Psicomotricidade: Educação e Reeducação
Num Enfoque Psicopedagógico. [Link]ópolis: Vozes, 2015.
4. OLIVEIRA, Aniê Coutinho de. Ludicidade epsicomotricidade.
Curitiba: InterSaberes, 2017. Disponivel em:
93

[Link] em: 20
jan. 2022
5. PEREIRA, Rachel de Carvalho. Transtorno Psicomotor e Aprendizagem.
Rio de Janeiro-RJ:Thieme Revinter, 2017.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS NA EDUCAÇÃO
BÁSICA
C/H teórica: 40 C/H prática: 20 Créditos: 4
EMENTA: Fundamentos teórico-práticos e metodologia da elaboração e projetos.
Tipos de projetos educativos. A importância da pedagogia de projetos. Viabilidade,
aplicabilidade e impactos dos projetos. Integração do projeto ao currículo escolar.
Programas, ações, projetos e atividades implementadas pela secretaria de
Educação Básica (SEB). Programas educacionais ofertados no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). A pesquisa em educação e as
transformações do conhecimento. Campinas: Papirus, 2017. (Coleção
praxis). Disponível em:
[Link] Acesso: 20 jan.
2022.
2. MOURA. Décio; BARBOSA, Eduardo. Trabalhando
com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais.
Petrópolis: Vozes, 2017.
3. QUEIROZ, Tânia Dias. Pedagogia de projetos interdisciplinares: proposta
prática de construção de conhecimento a partir de projetos. 2 ed. São Paulo:
Rideel, 2012. Disponivel em:
[Link] Acesso em 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ARAÚJO, Ulisses F. Temas transversais, pedagogia de projetos e as
mudanças na educação. São Paulo: Summus,2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
2. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação. Programas
e ações educacionais, 2022. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.
3. MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículos e Programas no Brasil:
Formação e Trabalho Pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2014.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.
4. MINAYO, M. C. de S. (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade.
Petrópolis: Vozes, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso
em: 20 jan. 2022.
5. PORTO, Humberta. Currículos, programas e projetos pedagógicos. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2017. Disponível em:
94

[Link] Acesso em: 20


jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: EDUCAÇÃO INFANTIL
C/H teórica: 30 C/H prática: 70 Créditos: 6
EMENTA: Observação e caracterização do trabalho da equipe escolar, estrutura e o
funcionamento do processo educativo no contexto da educação infantil, articulado
aos fundamentos teóricos desenvolvidos no curso às situações reais do cotidiano
escolar. Observação da ação docente numa perspectiva crítico-reflexiva.
Planejamento, Avaliação e desenvolvimento de projetos de atuação pedagógica com
crianças de 0 a 5 anos, pautada num processo de ensino-aprendizagem. Registro
formal do processo: Elaboração de Fichas, Relato de experiências e elaboração de
Relatórios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. NUNES, Leonília de Souza. Organização do trabalho pedagógico na
educação infantil. Palmas: Unitins,2013.
2. OLIVEIRA, Z. M.(org). A criança e seu desenvolvimento: perspectivas para
se discutir a educação infantil. São Paulo: Cortez, 2017.
3. TARDIF, M.; LESARD, C. Educação infantil: entrelaçamento dos saberes.
São Paulo: EDUFMA, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base
nacional comum curricular. Brasília-DF, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. MENEGOLLA, Maximiliano; SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar?
Como planejar? Petrópolis: Vozes, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e Docência. S. Paulo: Cortez, 2012.
4. NEGRINE, Airtonda Silva;NEGRINE, Cristiane Soster. Educação infantil:
pensando, refletindo, propondo. Caxias do Sul, RS: Educs, 2010. Disponível
em: [Link] em: 22
jul 2020.
5. VASCOCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-
aprendizagem. São Paulo: Libertad, 2013.

6º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA E INOVAÇÃO
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Histórico e pensadores do empreendedorismo. Fundamentos da educação
empreendedora. Plano de desenvolvimento pessoal: autonomia para aprender;
95

atributos e atitudes essenciais na gerência da vida pessoal, profissional e social;


características e comportamento empreendedor; comunicação empreendedora e
motivação na busca de oportunidades. Cooperação, sustentabilidade, tendências e
geração de ideias inovadoras. Tipos de empreendedorismo e metodologias
empreendedoras. Empreendedorismo nos espaços escolares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BESSANT, John; TIDD, Joe. Inovação e empreendedorismo. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2019.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito
empreendedor. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
3. SMITH, Anddrew. Jeito brasileiro: criatividade, o que é, como eles
desenvolveram e o que pode aprender. São Paulo: Saraiva, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BARON, Robert A.; SHANE, Scott A. Empreendedorismo: uma visão do
processo. São Paulo: Cengage Learning, 2017.
2. BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Plano de negócios para
empreendimentos inovadores. São Paulo: Atlas, 2008.
3. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias
em negócios. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008.
4. DORNELAS, José Carlos Assis. Seja dono do próprio nariz: aprenda a criar
e administrar seu próprio negócio. São Paulo: Saraiva, 2009.
5. ROSENTHAL, Raul. Sonhar acordado: faça o que você sempre sonhou fazer.
São Paulo: Saraiva, 2012.
6. NASCIMENTO, Belmiro. Professor empreendedor: do mito. Caxias do Sul:
Educs, 2021. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: POLITICA EDUCACIONAL BRASILEIRA
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Políticas Públicas e Educacionais: conceito; e Processos educacionais;
Contexto histórico das Políticas Educacionais Brasileiras; Políticas Públicas:
Interrelações sociedade/mídia/cultura e economia; políticas de Educação Infantil:
Etapas da Educação Infantil; Construção da autonomia e identidade da Criança;
Processos de Desenvolvimento e Aprendizagem: Cognitivo, motor e emocional;
Relações entre a Educação Infantil e o Ensino fundamental; A Política e a Legislação
Educacional Brasileira: Constituição da República Federativa do Brasil (1988); A LDB
Lei 9394/96; A Constituição Estadual; Base Nacional Comum Curricular– BNCC;
Políticas educacionais: contextualização das práticas da realidade local e regional da
Educação Infantil eEnsino Fundamental no Tocantins e no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BALL, Stephen J. MAINARDES, Jefferson. Políticas educacionais: Questões
e dilemas. 1. ed. São Paulo: Cortez, 2018.
2. DEMERVAL, Saviani. Da LDB (1996) ao novo PNE (2014-2024): por uma
politica educacional. Campinas, SP: Autores associados, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em 20
jan. 2022.
96

3. TERRA, Márcia de Lima Elias (Org.). Políticas públicas e educação. São:


Paulo: Person Education do Brasil, 2016. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF:
Senado Federal, 1988. Disponível em:
[Link]
EC91_2016.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
2019. Disponível em: [Link]
EI_EF_110518_versao final_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
3. BRASIL. Lei Diretrizes e Base da Educação Nacionaln. 9.394, de 20 de
dezembro de 1996. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
4. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes
curriculares nacionais para a educação infantil. Secretaria de Educação
Básica. Brasília: MEC, SEB, 2010. Disponível em:
[Link]
basica-2013-pdf/file . Acesso em: 20 jan. 2022.
5. SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas– Conceitos, Esquemas de Análise,
Casos Práticos. São Paulo: CENGAGE LEARNING, 2014.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS
C/H teórica: 50 C/H prática:10 Créditos: 4
EMENTA: Apresentação e desenvolvimento da Língua Brasileira de Sinais como
língua legítima da comunidade surda. Aspectos gramaticais e teóricos da Língua
Brasileira de Sinais. Abordar conceitos históricos, culturais e a identidade surda.
Desafios da inclusão no âmbito educacional e social. A legislação aplicada às
pessoas surdas. O Intérprete no contexto educacional e social. Aspectos da tradução
e interpretação em Língua Brasileira de Sinais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BAGGIO, Maria Auxiliadora. Libras. Curitiba: InterSaberes, 2017. Disponível
em: [Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
2. LACERDA, Cristina Broglia Feitosa de; SANTOS, Lara Ferreira dos; MARTINS,
Vanessa Regina de Oliveira (Org.). Libras: aspectos fundamentais (livro
eletrônico). Curitiba: InterSaberes, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
3. SILVA, Rafael Dias (Org.) Língua brasileira de sinais – LIBRAS. São Paulo:
Pearson, 2016. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
97

1. ARANHA, M. S. F. (Org.). Desenvolvendo competência para o atendimento


às necessidades educacionais de alunos surdos. Brasília: Ministério da
Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005.
2. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário
Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua Brasileira de Sinais. 3. ed.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Imprensa Oficial do Estado,
2001.
3. FELIPE, Tânia. Libras em contexto. Rio de Janeiro. MEC, 2007.
4. FERNANDES, Sueli. Educação de Surdos. Curitiba: Intersaberes, 2013.
(SérieInclusão Escolar-Livro Eletrônico). Disponivel em:
[Link] Acesso em 20 jan.
2022.
5. INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS. A língua brasileira de
sinais: série atualidades pedagógicas. V. III, fasc. 7. Disponível em:
[Link]/ines_livros/[Link]. Acesso em: 20 jan. 2022.
6. HONORA, Márcia; FRIZANCO Mary Lopes Esteves; SARUTA Flaviana Borges
da Silveira. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: desenvolvendo a
comunicação usada pelas pessoas com surdez. Jandira, SP: Ciranda Cultural,
2012.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Objetivos da matemática na Educação Infantil e nos anos iniciais do
Ensino Fundamental. O processo do pensamento matemático. A função da
matemática na formação da criança. Os conteúdos curriculares da matemática na
Educação infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Análise teórica e prática
de propostas curriculares e didático-metodológicas para o ensino de matemática na
Educação Infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental. O saber matemático:
estruturação dos conteúdos, metodologia, recursos aplicáveis ao ensino da
matemática. A avaliação em matemática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BIEMBENGUT, Maria Salett. Modelagem nos anos iniciais do Ensino
Fundamental: ciências e matemática e ciências. São Paulo: Contexto, 2019.
Disponível em:
[Link] em: 20
jan. 2022.
2. BONAFINI, Fernanda César. Metodologia do ensino da matemática. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016.
[Link] Acesso em
21/072020.
3. BRIZUELA, Bárbara M. Desenvolvimento matemático na criança:
explorando notações. Porto Alegre: Artmed, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
4. BRASIL. Ministério da Educação. Parametros Curriculares Nacionais.
Brasilia: MEC, 1998. Disponível em:
[Link]
[Link] Acesso em 20 jan. 2022.
98

5. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC, 2017.


Disponível em:
[Link] Acesso
em 20 jan. 2022.
6. D’AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática – elo entre as tradições e a
modernidade. 6. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2019. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
7. GÓES, Anderson Roges Teixeira. Ensino da matemática: concepções,
metodologias, tendências e organização do trabalho
pedagógico. Curitiba: InterSaberes, 2015. Disponivel em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
8. PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influência
francesa. [Link]. Belo Horizonte: Autêntica, 2019. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
C/H teórica: 45 C/H prática: 15 Créditos: 4
EMENTA: Concepções de ensino-aprendizagem de história. Aspectos teórico-
metodológicos no ensino de história nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Conteúdos e materiais didáticos no ensino de história nos anos iniciais do Ensino
Fundamental. Experiências e projetos no ensino de história.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FONSECA, Selva Guimaraes. Didática e prática de ensino de história:
experiências, reflexões e aprendizados. Campinas, SP: Papirus, 2014.
2. FIRMIANO, Maria Belintane. Ensino de história para ensino fundamental 1:
teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2014. Disponível em:
[Link] Acessoem: 20 jan.
2022.
3. VASCONCELOS, José Antonio. Metodologia do ensino de história. Curitiba:
InterSaberes,2012. Disponível em:
[Link] Acessoem: 20 jan.
2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Ministério da Educação. Parametros Curriculares
Nacionais. Brasilia: MEC, 1998. Disponível em:
[Link] Acesso em: jan. 2022.
2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base
nacional comum curricular. Brasília-DF, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
3. GUIMARÃES, Selva. Didática e prática do ensino de história: Experiências
e aprendizados (livro eletrônico). Campinas, SP: Papirus, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
4. SILVA, Marcos. História: Que ensino é esse?(livro eletrônico). Campinas, SP:
Papirus, 2016. Disponível em:
99

[Link] Acesso em: 20


jan. 2022.
5. PAULINO, Carla Viviane. Perspectiva do ensino da história: teorias,
metodologias e desafios para o Século XXI. Curitiba: InterSaberes, 2018.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: ENSINO FUNDAMENTAL I
C/H teórica: 30 C/H prática: 70 Créditos: 6
EMENTA: Observação e caracterização da instituição ofertante dos anos iniciais do
ensino fundamental: tempo, espaço e atividades. Reflexão sobre o exercício da
docência no ensino fundamental. Orientações sobre elaboração de planos de aulas.
Planejamento e avaliação do processo didático-pedagógico. Regência nos anos
iniciais do Ensino Fundamental. (1º ao 3º ano). Competências específicas da área de
Linguagens. Registro formal do processo:(Elaboração de Fichas, Relato de
experiências e elaboração de Relatórios).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BURIOLLA, Marta A. Feiten; BURIOLLA, Marta Alice Feiten. O estágio
supervisionado. São Paulo: Cortez, 2019.
2. LUCENA, Maria do Socorro; PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência.
São Paulo: Cortez, 2012.
3. PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
4. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base
nacional comum curricular. Brasília-DF, 2017. Disponível
em: [Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
5. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Brasília: MEC/SEF,1997. Disponível em:
[Link] Acesso em: 22 jul. 2020.
6. PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estágio
supervisionado (livro eletrônico). Campinas: Papirus, 2010. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022
7. TARDIF, M.; LESSARD, C. O trabalho docente: elementos para uma teoria
da docência como profissão de interações humanas. 9. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2014.
8. VEIGA, I. P. (Org). Projeto Político pedagógico na escola: uma construção
possível. Campinas: [Link]. Cidade: Papirus, 2011. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

7º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
100

Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) I


C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Trabalhos acadêmicos e normas de elaboração: monografias, artigos.
Atividade orientada de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
Pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica. Processos e métodos da pesquisa
e aplicação na confecção de um tema com aprofundamento metodológico.
Metodologia. A pesquisa em educação; normas de elaboração de trabalho cientifico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo,
SP: Atlas, 2017. 184p.
2. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da
ciência e iniciação à pesquisa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. Diponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
3. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa,
elaboração, análise e interpretação de dados. 7 ed. São Paulo, SP: Atlas,
2011. 1v.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
4. ABNT. Associação Brasileira de Normas e Técnicas. NBR 10522: abreviação
na descrição bibliográfica. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
5. ______. NBR 6023: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro, 2018. 74 p
6. _____. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 9 p
7. ______. NBR 6028: Informação e documentação: resumo: apresentação. Rio
de Janeiro, 2003. 2 p.
8. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia
científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: ÉTICA E DIREITOS HUMANOS
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Perspectivas historiográficas dos direitos humanos. Direitos humanos de
primeira, segunda e terceira geração. Estado, sociedade e Direitos Humanos no
Brasil. As Conferências Mundiais de Direitos Humanos e o Programa Nacional de
Direitos Humanos. Violação dos direitos humanos. Direitos humanos e formação para
a cidadania. Ética e Direitos Humanos nos espaços escolares. Ética profissional como
direito e dever do professor nos espaços escolares e extraescolares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CHICARINO,Tathiana (Org). Educação em direitos humanos. São Paulo:
Pearson, 2018. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
2. FELIZARDO, Aloma Ribeiro (Org.) Ética e direitos humanos: uma
perspectiva profissional. Curitiba PR: InterSaberes, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
101

2022.
3. MARCON, Kenya. Ética e cidadania. São Paulo: Pearson Education Brasil,
2017. [Link] Acesso
em: 20 jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. Comitê
Nacional de Educação em Direitos Humanos. 5. ed. Brasília: Secretaria
Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação; Ministério da Justiça;
UNESCO, 2009. Disponível em: [Link]
nacional-pdf/file. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. BOBBIO, N. A era dos direitos. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
3. MONDAINI, Marco. Direitos humanos no Brasil. São Paulo: Contexto, 2017.
4. MAZZUOLI, Valeiro de Oliveira. Tratados internacionaisde
direitos humanos e direito interno. São Paulo: Saraiva, 2010.
5. NOVAES, Regina (Org.). Direitos Humanos: temas e perspectivas. Rio de
Janeiro: Mauad, 2001.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA EDUCAÇÃO
FISICA
C/H teórica: 45 C/H prática:15 Créditos: 4
EMENTA: Fundamentos e Metodologia do Ensino da Educação Física na Educação
Infantil e Ensino Fundamental dos anos Iniciais, conforme habilidades previstas na
BNCC, suas características biopsico e físico social nos diferentes níveis; Subsídios
práticos e fundamentos metodológicos para o ensino de Educação Física. Recreação
e jogos. Atividades pré-desportivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GRESPAN, Marcia Regina. Educação física no ensino fundamental:
Primeiro ciclo. Campinas, SP: Papirus, 2010. Disponível em:
[Link] em: 20 jan.
2022.
2. SILVA, Marcos Rui da. Metodologia do Ensino de Educação Fisica: teoria e
prática. Curitiba: intersaberes, 2016. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. SOARES, Carmen Lúcia. Metodologia do ensino de educação física. 2. ed.
São Paulo, SP: Cortez, 2014. 200p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais.
Brasilia: MEC, 1998. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
2. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 17 jan. 2022.
3. DARIDO, Suraya Cristina. Para ensinar educação física: Possibilidades de
intervençao na escola. Campinas, SP: Papirus, 2015. Disponível em:
102

[Link] Acesso em:


20 jan. 2022.
4. FINCK, Silvia Christina Madrid. Educação Física escolar: saberes, práticas
pedagógicas e formação (livro eletrônico). Curitiba: InterSaberes, 2014.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.
5. KUNZ, Elenor. Didática da educação física. 4. ed. Ijuí, RS: Unijui, 2016.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: GESTÃO PEDAGÓGICA E ADMINISTRATIVA NA EDUCAÇÃO
BÁSICA
C/H teórica: 60 C/H prática:0 Créditos: 4
EMENTA: Visão introdutória do fenômeno administrativo. Administração e
Administração Escolar. Abordagens teóricas na administração e suas implicações
para a administração escolar: O conceito de administração. Trabalho e gerência. A
gerência científica. Modelo burocrático de administração. Novas tendências na
administração. O Trabalho pedagógico e a administração escolar: Educação e
educação escolar. Os fins da educação escolar e o caráter mediador da
administração. Processo pedagógico e administração escolar. Os sujeitos do trabalho
pedagógico. Trabalho coletivo, participação e a organização do ensino: Coordenação
e orientação do processo de planejamento, acompanhamento e avaliação do ensino.
Registro e documentação do trabalho pedagógico. Dinamização das atividades
educativas. Integração escola família comunidade. Implementação de programas de
educação continuada aos docentes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. LUCK, Heloísa. Liderança em gestão escolar. Petropólis, Rj: Vozes, 2014.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.
2. LIBÂNEO, José Carlos. Educação escolar: política, estrutura e organização.
[Link]. São Paulo: Cortez, 2012.
3. SANTOS, Suzana. Gestão pedagógica. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática.
[Link]. Goiânia: Alternativa, 2013.
2. MORAN, José manuel. Nova tecnologias e a mediação pedagógica (livro
eletrônico). Campinas, SP: Papirus, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
4. OLIVEIRA, Marcia Cristina de. Caminhos para gestão compartilhada da
educação escolar (livro eletrônico). Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível
em: [Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
5. PARO, Vitor Henrique (Org). Administração escolar à luz dos clássicos da
pedagogia. São Paulo: Xamã, 2011.
6. PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. [Link]. São
103

Paulo: Ática, 2012.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE
C/H teórica: 45 C/H prática:15 Créditos: 4
EMENTA: História da arte. Arte como objeto de conhecimento. A diversidade das
formas de arte e concepções estéticas. A arte como expressão e comunicação na
vida dos indivíduos. Funções e objetivos da arte na educação. As quatro modalidades
da arte no ensino aprendizagem. A mediação do professor nas atividades lúdicas. O
multiculturalismo e a arte como fator de inclusão social. Propostas metodológicas no
ensino da arte nas escolas de Educação Infantil e Educação Básica. Avaliação em
arte.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos. Inquietações e mudanças no ensino
da arte. São Paulo, SP: Cortez, 2018.
2. DÓRIA, Lilian Freury. Metodologia do ensino de arte. Curitiba: Intersaberes,
2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. OSINSKI, Dulce Regina Baggio. Arte, história e ensino: uma trajetória. [Link].
São Paulo: Cortez, 2002. (Coleções da nossa Época: v. 79).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base.
Brasília, 2017. Disponível em:
[Link]
nal_site.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
2. CAMARGO, Luís. Arte-educação: da pré-escola a universidade. São Paulo,
SP: Nobel, 2018.
3. FUSARI, Maria Filisminda de Rezende e; FERRAZ, Maria Heloisa Correa de
Toledo Colab. Arte na educação escolar. 4. ed. São Paulo, SP: Cortez, 2015.
4. MATTAR, Sumaya. Sobre arte e educação: Entre a oficina artesanal e a sala
de aula. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. de 2022.
5. PORTO, Humberta. Arte e Educação. São Paulo: Perason Education do
Brasil, 2014. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: ENSINO FUNDAMENTAL I
C/H teórica: 30 C/H prática:70 Créditos: 6
EMENTA: Observação e caracterização da instituição ofertante dos anos iniciais do
ensino fundamental: tempo, espaço e atividades. Reflexão sobre o exercício da
docência no ensino fundamental. Orientações sobre elaboração de planos de aulas.
Planejamento e avaliação do processo didático-pedagógico. Regência nos anos
104

iniciais do Ensino Fundamental. (4º e 5º ano). Competências específicas da área de


Matemática e Ciências da Natureza e Humanas. Registro formal do
processo:(Elaboração de Fichas, Relato de experiências e elaboração de Relatórios).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora. São Paulo:
Cortez, 2013.
2. LUCENA, Maria do Socorro, PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência.
São Paulo: Cortez, 2018.
3. PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estágio
supervisionado (livro eletrônico). Campinas: Papirus, 2010. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base
nacional comum curricular. Brasília-DF, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
2. BRASIL. Ministério da Educação. Ensino fundamental de nove anos:
orientação para a inclusão. Brasília, 2007. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.
3. MARQUES, Mario Osorio. Aprendizagem na Mediação Social do Aprendido
e da Docência. Rio Grande do Sul: Unijui, 2006.
4. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estágio Supervisionado em Pedagogia.
Campinas: Alínea, 2016. Edição Especial.

8º Semestre

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) II
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Atividade orientada de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso -
TCC. Conclusão e apresentação pública do TCC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FAZENDA, I. Metodologia da pesquisa educacional.4. ed. São Paulo:
Cortez, 2004.
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologiacientífica.
São Paulo: Atlas, 2017.
3. MARTINS, Vanderlei; MELLO, Cleyton de Moraes. Metodologia Cientifica:
fundamentos, métodos e técnicas. Rio de janeiro: Freitas Barros, 2016.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ABNT. Associação Brasileira de Normas e Técnicas. NBR 10522: abreviação
na descrição bibliográfica. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
2. MINAYO, Maria Cecília de Souza. GOMES, Suely Ferreira Deslandes Romeu.
105

Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 28. ed. Petrópolis: Vozes,


2014. Disponível em:
[Link] Acesso em
20 jan. 2022.
3. ______. NBR 6023: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro, 2018. 74 p.
4. ______. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
5. apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 9 p.
6. ______. NBR 6028: Informação e documentação: resumo: apresentação. Rio
de Janeiro, 2003. 2 p.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO RELIGIOSO
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Princípios pedagógicos em Ensino Religioso. Proposta de Currículo
Nacional do Ensino Religioso. Metodologias em Ensino Religioso. Inserção no
cotidiano escolar. O processo de ensino-aprendizagem na prática do cotidiano da
sala de aula em consonância com os documentos nacionais dessa aplicação da área
de conhecimento das Ciências da Religião, conforme BNCC. O Ensino Religioso no
contexto da atualidade brasileira. Currículos. Legislação. Formação de docentes.
Desafios e perspectivas. Inserção no cotidiano escolar da Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALVES, Rubem. O que é religião. São Paulo: Brasiliense, 1999.
2. JUNQUEIRA, Sérgio Rogério Azevedo. História Legislação e Fundamentos
do Ensino Religioso. Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em 20 jan.
2022.
3. RODRIGUES, Edile Maria Fracaro. Fundamentando
pedagogicamente o ensino religioso. Curitiba: InterSaberes, 2013.
Disponível em: [Link]
Acesso em:20 jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALVES, Luiz Alberto Sousa. Cultura religiosa: caminhos para construção do
conhecimento. Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base
nacional comum curricular. Brasília-DF, 2017. Disponível
em: [Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. HOCK, Klaus. Introdução à ciência da religião. São Paulo: Loyola, 2010.
4. SANTOS, Silvana Fortaleza dos. Ensino religioso uma perspectiva para
educação infantil e os anos iniciais do ensino fundamental. Curitiba:
InterSaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em
22/07/2020.
5. VASCONCELOS, Ana. Manual compacto de Ensino Religioso. São Paulo:
106

Rideel, 2020. Disponível em:


[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E
ADULTOS
C/H teórica: 50 C/H prática: 10 Créditos: 4
EMENTA: Aspectos sócios históricos e filosóficos da educação de jovens e adultos
no Brasil. Função social e política da educação de jovens e adultos. A realidade social
do adulto, sua condição de trabalhador e o conjunto de conhecimentos que
pressupõe. O sistema organizacional brasileiro e a educação de jovens e adultos.
Concepções e tendências metodológicas da alfabetização de jovens e adultos. A
formação do educador e as especificidades no trabalho com o jovem e o adulto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José. Educação de Jovens e Adultos: teoria,
prática e proposta. São Paulo: Cortez, 2006.
2. BARCELOS, Valdo; DANTAS, Tânia Regina. Políticas e práticas na
Educação de Jovens e Adultos - Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022.
3. PICONEZ, Stela C. Bertholo. Educação escolar de jovens e adultos.
Campinas, SP: Papirus, 2010. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Diretrizes Curriculares para a
Educação de Jovens e Adultos. Brasília-DF, 2013: Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros em Ação – Educação de Jovens e Adultos. Brasília: MEC/SEF,
1999. Disponível em:
[Link] Acesso
em: 20 jan. 2022.
3. Brasil. Ministério da Educação. Diretrizes Operacionais para a Educação de
Jovens e Adultos nos aspectos relativos ao seu alinhamento à Política
Nacional de Alfabetização (PNA) e à Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), e Educação de Jovens e Adultos a Distância. Brasília/DF, 2021.
RESOLUÇÃO Nº 1, DE 28 DE MAIO DE 2021. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan. 2022.
4. HEIN, Ana Catarina Angeloni. Educação de Jovens e Adultos. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2017. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
5. MAYO, Peter. Gramsci, Freire e a educação de jovens e adultos:
possibilidades para uma ação transformadora. Porto Alegre: Artmed, 2004.
107

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: DOCÊNCIA E IDENTIDADE PROFISSIONAL EM INSTITUIÇÕES
ESCOLARES E NÃO ESCOLARES
C/H teórica: 60 C/H prática: 30 Créditos: 4
EMENTA: Princípios, finalidades e práticas da educação em espaços educativos não
escolares. Pedagogia como ciência de educação e sua aplicabilidade em vários
espaços: Empresarial, Hospitalar, Comunidade, Rua. Projetos de ação educativa em
espaços não escolares. Planejamento, implementação e avaliação de ações
socioeducativas e de formação profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BRZEZINSKI, Iria. Pedagogia, pedagogos e formação de professores:
busca e movimento. Campinas, SP: Papirus, 2020. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
2. PÁDUA, Gelson Luiz Daldegan de. Pedagogia Social. Curitiba: Intersaberes,
2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.
3. SCHMITZ, Taís. Pedagogia e ambientes não escolares. Curitiba:
Intersaberes, 2012. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20 jan.
2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CARVALHO, Maria do Carmo Brant de. Avaliação: Construindo
parâmetros das ações sócio educativas. São Paulo: Cenpec, 2005.
2. GOHN, [Link] G. Educação não-formal e cultura política: impactos sobre o
associativismo do 3º Setor. 1ª. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
3. FREI, Altieres Edemar. Organização do trabalho educativo em espaços não
escolares. Curitiba: Contentuss, 2020. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
4. MATOS, Elizete; MUGIATTI, Margarida Maria Teixeira de Freitas. Pedagogia
Hospitalar: A humanização integrando educação e saúde.7. ed. Rio de
Janeiro: Vozes, 2013. Disponivel em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
5. MENDES, Débora; SOUZA, José Edimar de Marques; TEIXEIRA, Lezilda
Maria. Pedagogia USC: caminhos de construção profissional e humana.
Caxias do Sul. RS: Educs, 2021. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: GESTÃO ESCOLAR
C/H teórica: 30 C/H prática: 70 Créditos: 6
108

EMENTA: Observação e Acompanhamento dos processos de gestão escolar.


Atuações e funções do trabalho pedagógico e dos processos educativos escolares. A
Organização e a coordenação do trabalho pedagógico. A construção do projeto
político-pedagógico da escola. O papel do Diretor, Coordenador Pedagógico, dos
Conselhos e Colegiados. Rotinas Básicas Pedagógicas, preenchimento de
documentação do aluno: matrícula, frequência, boletins, arquivamento de
documentos. Realização de atividades de Observação, Participação e
Acompanhamento dos processos relacionados à Gestão Escolar.
RelatórioSimplificado: Elaboração do Relato de experiência
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HORA, Dinair Leal da. Gestão Democrática na escola: artes e ofícios da
participação coletiva. Campinas: Papirus, 2016.
2. LIBÁNEO, José Carlos. Educação escolar: políticas, estrutura e organização.
10. ed. São Paulo: Cortez, 2018.
3. KLIPPEL, Sandra Regina. A prática da gestão democrática no ambiente
escolar. Curitiba: InterSaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em:
20 jan. 2022
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DIAS, José Augusto. Gestão da escola fundamental. São Paulo: Cortez,
2005.
2. LIBÁNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. 6.
ed. Goiânia: Alternativa, 2013.
3. OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro (Org.). Gestão Educacional: novos
olhares, novas abordagens. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
[Link] Acesso: 20 jan.
2022.
4. PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria do Socorro Lucena. Estágio e
docência. 8. ed. São Paulo, SP: Cortez, 2018.
5. WELLEN, Henrique André Ramos. Gestão organizacional e escolar: uma
análise crítica. Curitiba: InteSaberes, 2012. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

DISCIPLINAS OPTATIVAS

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: INGLÊS PARA FINS ACADÊMICOS
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Introdução aos princípios básicos da comunicação oral e escrita em âmbito
acadêmico (língua inglesa); Identificação dos diferentes gêneros textuais (ex.
Resumos, e-mails, carta de motivação, artigos científicos, entre outros) e as
expectativas de cada um em âmbito acadêmico e profissional; Métodos de leitura:
“Skimming e Scanning”; Estudo das quatro habilidades da língua, escuta, fala, leitura,
escrita relevantes à situações reais e aplicáveis em âmbito acadêmico e profissional:
práticas discursivas; uso de tom apropriado para maior credibilidade; gramática;
coesão e coerência; apresentação oral de trabalhos científicos em língua inglesa;
109

Aquisição de habilidades para revisão, auto-edição, reescrita de texto acadêmico-


científico, tom, vocabulário e como evitar o plágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. B. FEAK & C. SWALES, M. JOHN. Academic Writing for Graduate
Students. Essential Tasks and Skills. 3. ed. An Arbor. Michigan: ELT, 2017.
2. MCCARTHY, M. O’DELL, F. Academic Vocabulary in Use. Edition with
Answers. 2. ed. Cambridge, UK: Cambridge Press, 2016.
3. O’CONNEL, S. Focus on IELTS. 1. ed. Londres: Pearson, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GEAR J.; GEAR, R. Cambridge Preparation for TOEFL test. 4. ed.
Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2014.
2. GERSHON, S. Present Yourself 2. View Points. Teacher’s Manual.
Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2015.
3. GUSE, J. Communicative Activities for EAP. Cambridge, UK: Cambridge
Press, 2011.
4. LEWIS, M.; O’NEILL, R. Prism Reading Level [Link], UK: Cambridge
5. Press, 2018.
6. SERPA, Oswaldo Ferreira. Dicionário escolar inglês - português. 8. ed. [S.l.:
s.n.], 1990.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: ESPANHOL PARA FINS ACADÊMICOS
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Introdução aos princípios básicos da comunicação oral e escrita em âmbito
acadêmico (língua espanhola); Identificação dos diferentes gêneros textuais (ex.
resumos científicos, e-mails, carta de motivação, artigos científicos, entre outros) e as
expectativas de cada um em âmbito acadêmico e profissional; Métodos de leitura:
“Skimming e Scanning”; Estudo das quatro habilidades da língua, escuta, fala, leitura,
e escrita relevantes à situações reais e aplicáveis em âmbito acadêmico e
profissional: práticas discursivas; uso de tom apropriado para maior credibilidade;
gramática; coesão e coerência; apresentação oral de trabalhos científicos em língua
espanhola; Aquisição de habilidades para revisão, auto-edição, reescrita de texto
acadêmico-científico, tom, vocabulário e como evitar o plágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. AGUIRRE BELTRÁN, Blanca. Aprendizaje y enseñanza de español con
fines específicos. Comunicación en ámbitos académicos y profesionales.
Madri: SGEL, 2012.
2. ARAGONÉS, L.; PALENCIA, R. Gramática de uso de español para
extranjeros. Madri: SM, 2012.
3. CASSANY, Daniel; MORALES, Óscar. Leer y escribir en la universidad: los
géneros científicosen D. Cassany (comp.). Para ser letrados. Voces y miradas
sobre la lectura, Barcelona: Paidós, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
4. FANJÚL, A. Gramática y práctica de español para brasileños.
Madrid:Santillana,2005.
110

5. GONZÁLEZ HERMOSO, Alfredo. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 1997.


6. DI TULLIO, A. Manual de gramática del español. Desarrollos
teó[Link]. Buenos Aires: Wadhuter, 2010.
7. REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Ortografía de la lengua española. Madrid:
Espasa,1999.

IDENTIFICAÇÃO
Curso: Pedagogia
Disciplina: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
C/H teórica: 60 C/H prática: 0 Créditos: 4
EMENTA: Perspectivas historiográficas dos direitos humanos. Direitos humanos de
primeira, segunda e terceira geração. Estado, sociedade e Direitos Humanos no
Brasil. As Conferências Mundiais de Direitos Humanos e o Programa Nacional de
Direitos Humanos. Violação dos direitos humanos. Direitos humanos e formação para
a cidadania.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CHICARIO, Tathiana. Educação em direitos humanos. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2016. Disponível em:
[Link] Acessoem:
20 jan. 2022.
2. FELIZARDO, Aloma Ribeiro (Org.) Ética e direitos humanos. Curitiba PR:
InterSaberes, 2014. Disponível em:
[Link] . Acesso em: 10
dez. 2013.
3. LAFER, Celso. A Internacionalização dos Direitos Humanos: constituição,
racismo e relações internacionais. Barueri SP: Monole, 2013. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20
jan. 2022.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos/Comitê
Nacional de Educação em Direitos Humanos. 5. ed. Brasília: Secretaria
Especial dos Direitos Humanos; Ministério da Educação; Ministério da Justiça;
UNESCO, 2009.
2. LOEWE, Daniel. Multiculturalismo e direitos humanos. Caxias do Sul, RS:
Educs, [Link]://[Link]/Acervo/Publicacao/[Link]
em: 20 jan. 2022
3. JUBILUT, Liliana Lyra, Rei, Fernandes, Fernando Cardozo, Soldano, Garcez,
Gabriela. Direitos humanos e meio ambiente: minorias ambientais. Barueri
SP: Monole, 2017. Disponível em:
[Link] . Acesso em: 10
dez. 2013.
4. MACHADO, Martha de Toledo. A Proteção Constitucional de Crianças e
Adolescentes e os Direitos Humanos. Barueri SP: Monole, 2013. Disponível
em: [Link] Acesso em: 20
jan. 2022.
5. PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional.
[Link]. São Paulo: Saraiva, 2013.
111

6. PROPOSTA PEDAGÓGICA

A proposta pedagógica da Unitins, busca o desafio da formação de um novo


profissional capacitado para exercer mais que sua profissão. Um profissional que
seja capaz de contextualizar o conhecimento adquirido, utilizando suas
competências e habilidades na perspectiva de contribuir positivamente no meio em
que vive e em que trabalha. Para tanto, trabalhar os conteúdos de forma
fragmentada, cartesiana, disciplinar e individualizada não será suficiente para a
formação de um cidadão capaz de contribuir para a transformação do meio em que
vive.
A perspectiva interdisciplinar envolve a diversidade das disciplinas, que se
complementam, gerando uma nova metodologia, um novo tipo de pessoa, mais
humana, democrática e, ao mesmo tempo, mais crítica. As disciplinas se interagem,
gerando o sujeito participativo e colaborador, que valoriza todo o processo do
conhecimento, como ele acontece, não somente pensando em seu resultado.
O conceito de interdisciplinaridade é fundamental na educação
contemporânea, porém a sua compreensão implica em um desafio para os
professores. Ivani Fazenda (2013) assegura que a atitude interdisciplinaridade
requer reciprocidade, diálogo, humildade, envolvimento e comprometimento e
compromisso.
A interdisciplinaridade pressupõe uma maneira de produção do conhecimento
que implica em uma troca de teorias e metodologias, produzindo então novos
conceitos, procurando assim atender a natureza múltipla de complexidades
fenomenológicas, tratando-se a importância de averiguar a pertinência e a relevância
das diversas áreas do conhecimento a serem trabalhados e estimulados no
currículo.
Esse desafio interdisciplinar exige colaboração, tempo para planejar, refletir e
agir sobre o significado e a repercussão na vida acadêmica do estudante. Muitas
vezes, nas instituições, apenas se prepara uma atividade para se desenvolver em
conjunto entre as disciplinas, e o objetivo desse trabalho não fica claro para os
participantes, prejudicando o resultado, diminuindo o conceito e o benefício da
interdisciplinaridade no contexto universitário, que fica somente no plano conceitual.
O planejamento, os conteúdos, a metodologia utilizada pelos educadores
112

fazem toda diferença na formação do estudante. Nesse sentido, a educação deve


ser trabalhada, de forma interdisciplinar, na qual este acadêmico é ativo, capaz de
desenvolver seu próprio conhecimento, por meio de ações, atitudes, que vão além
das teorias, como nos diz Severino: “(...) só se é algo mediante um contínuo
processo de agir; só se é algo mediante a ação” (FAZENDA, 2009, p.31).
Nesse sentido, o Projeto Político Pedagógico – PPC – da Unitins propõe a
interdisciplinaridade como uma atitude de ousadia necessária e fundamental para
formação profissional, humana e social, bem como para a sustentabilidade do ensino
superior.

6.1 Metodologia de Ensino

6.1.1 O papel do aluno

Pela forma como o currículo se organiza, o aluno do Curso de Pedagogia é


um dos agentes do processo de ensinar e de aprender. Neste processo de
construção de conhecimento ele deve assumir uma postura de curiosidade
epistemológica, marcada pelo interessar-se por novas aprendizagens e desenvolver
a capacidade de trabalhar coletivamente, com atitudes éticas e de humanização,
responsabilidade e espírito crítico-reflexivo.

6.1.2 O papel do professor

A natureza epistemológica do papel do professor está condicionada a uma


inteligibilidade ou a um saber-fazer que fomenta outros saberes que vão além de
saberes éticos, morais e técnico-científicos, estéticos, lúdicos, artísticos e
biossociais. Requer saberes afetivos, interpessoais, pessoais, comunicacionais e
dialógicos, inerentes a processos de aprendizagem, de socialização e de construção
do conhecimento, no âmbito do diálogo entre diferentes visões de mundo para que a
relação estabelecida entre alunos e professores possa favorecer o processo de
ensino-aprendizagem.
No Curso de Pedagogia estes saberes assumem importância uma vez que os
professores, agindo como mediadores do conhecimento, podem desempenhar a
função de orientadores seja do processo de ensino-aprendizagem situado na
113

ecologia de sala de aula, no ambiente acadêmico ou nas instituições onde é


realizado o estágio obrigatório, seja no acompanhamento do Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC). Um dos papéis fundamentais do professor é associar a teoria com
a prática, com vistas à práxis pedagógica, haja vista a carga horária de 400 horas de
prática contemplada nas diversas disciplinas da estrutura curricular no decorrer de
todo o curso. Portanto, é função do professor criar as condições para produção do
conhecimento por meio da reflexão crítica, valorizando o ensino, a pesquisa e a
extensão como princípios pedagógicos essenciais ao desenvolvimento do
profissional do magistério e da prática educativa.

6.2 Coerência do Currículo com a Proposta Pedagógica

Considerando a proposta do curso de Pedagogia coadunando coerentemente


com suas bases metodológicas e concepções voltadas para um processo de ensino-
aprendizagem significativo no âmbito de uma formação humana e profissional,
apresentamos a interdisciplinaridade prevista e realizadas nas ações pedagógicas
do curso.
Para tanto, são preconizadas perspectivas de interação e atividades
interdisciplinares entre os componentes curriculares do curso, sempre levando em
consideração a integração entre ensino, pesquisa e extensão – conforme já
previstas pelas diretrizes da própria instituição. Nesse sentido, a organização
sequencial dos componentes curriculares foi pensada para que os graduandos
possam cursá-los a partir dos agrupamentos semestrais, podendo participar de
atividades de pesquisa e extensão ofertadas em outros turnos.
Procura-se, portanto, construir uma metodologia de ensino ─ isto e, percorrer
um caminho pedagógico interdisciplinar ─ que possa intermediar diferentessaberes,
conectando aspectos diversos da pesquisa, do conhecimento, da formação
pedagógica e da atuação profissional.
Assim, a Pedagogia como prática social procura organizar e dar sentido as
práticas educativas que existem na sociedade, partimos do pressuposto que a
formação humana é desenvolvida no sentido de buscar a superação da opressão, da
submissão e da alienação na perspectiva histórico e cultural. Nesse sentido, a
compreensão de prática pedagógica e de pesquisa passa pela compreensão da
114

Pedagogia e de suas manifestações de práticas no âmbito da práxis. Educação é


processo que acontece por meio do diálogo entre os atores e as relações tecidas
com o meio que, mutuamente se implicam e se transformam. Pedagogia tem como
objeto a educação que, por sua vez não se restringe a instrução, ao visível, ao
aparente, ao observável do ensino-aprendizagem, haja vista que precisa dar conta
de suas possibilidades de formação e humanização.

6.3 As Tecnologias e os materiais didáticos do Curso

As novas tecnologias propiciam ferramentas que se constituem em recursos


didáticos auxiliares que aprimoram os processos de ensino e aprendizagem.
Tais recursos se tornam cada vez mais acessíveis, com multiplas funcionalidades e
formas de uso, constatadas como forte tendência, imprescindiveis no cenário
educacional atual. Nessa perspectiva, a Unitins adota essas tecnologias em todos os
ambientes virtuais institucionais, sendo mais recente a repaginação do Portal
institucional, dessa forma integra sistemas que permitem aos alunos, docentes,
técnicos administrativos e comunidade em geral o acesso celere as mais diversas
informações.
O Portal possui dos tipos de acesso as informações, o acesso público e o
acesso restrito, permitido apenas a usuários cadastrados e que possuem algum tipo
de vínculo com a IES. No acesso restrito é disponibilizada uma área de aplicativos a
alunos, docentes e técnicos administrativos, onde estão dispostos os aplicativos de
acordo com o usuário, como sistema de protocolo, ambiente virtual de aprendizagem
Educ@, sistema de auxilio ao professor - SAP, biblioteca virtual, sistema de eventos,
RH online e sistema Foca, dentre outros. No acesso público estão disponíveis as
mais diversas informações das áreas e setores, além de noticias, galerias de fotos e
vídeos, áreas da reitoria, Pró-Reitorias, câmpus e cursos, acesso a informação e
ouvidoria, dentre outros.
O matetrial didático considera a formação de um profissional crítico e
altamente capacitado para interações sociais mediadas pela tecnologia da língua
escrita, grande parte dos materiais didáticos utilizados nas aulas reflete as práticas
sociais relacionadas ao uso da escrita, em situações de leitura ou de produção de
texto. Como materiais de apoio didático, facilitadores do processo de ensino e
aprendizagem, são utilizados textos e livros de gêneros discursivos diversos,
115

compatíveis com as disciplinas, de acordo com a curadoria de cada docente. Esses


materiais são disponibilizados no formato fisico, por meio da biblioteca do câmpus, e
digital, por meio da Biblioteca Pearsons, e ainda, por meio do ambiente virtual de
aprendizagem Educ@.
Os professores têm a opção de suplementar seus materiais didáticos com
slides, links, sites, vídeos, formulários de exercícios, fóruns, trilhas de aprendizagem,
podcasts, áudios e vídeos, dentre outros, disponibilizando-os para acesso no
ambiente virtual de aprendizagem Educ@.
Observa-se que o ambiente mencionado, bem como a disponibilização de
sinal de internet no câmpus (wi-fi) e computadores no Labin e Biblioteca,
permitemcaracterizar o curso de Letras como um curso inserido no contexto
educacional de inserção das novas Tecnologias de Informação e Comunicação
(TIC), utilizados como recurso didático facilitador para a leitura e produção de textos
de linguagem multimídia existentes na atualidade.
A linguagem multimídia possibilitada pelo uso de aplicativos, sites e canais da
internet, se caracteriza por ser composta pelas variações da língua escrita e falada,
em combinação com imagens pictóricas e fotográficas, estáticas ou em movimento,
as quais fazem parte do escopo de objetos do curso de Letras, à medida que
remetem ao nível da comunicação verbal e escrita em seus desdobramentos
comunicacionais e interpretativos. Assim, a utilização desses recursos tecnológicos
como suporte didático se dá de acordo com as necessidades das disciplinas, sob a
curadoria dos professores.
Cabe ressaltar que o processo de adoção e implantação de novas tecnologias
de informação e comunicação na Unitins é um processo contínuo, a fim de
implantação de novos sistemas e implementação de soluções tecnológicas que
venham a atender as demandas levantadas pelos vários setores e cursos, por essa
e razão a equipe da Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação está
sempre atenta aos novos recursos que vão surgindo.

7. ATIVIDADES ARTICULADAS AO ENSINO GERAL

7.1 Práticas de Ensino como Componente Curricular

A Prática como Componente Curricular deste PCC, está definida nos


116

princípios curriculares dessa proposta para formação docente da Educação Básica,


ocorrerá desde o início do curso, articulando-se de forma orgânica e sistemática. A
prática nas disciplinas teóricas será desenvolvida a partir de procedimentos de
observação direta e reflexão do futuro pedagogo para a sua atuação contextualizada
como profissional, devendo essa execução configurar-se como uma expressão da
ação conjunta dos professores envolvidos com o curso.
As Práticas como Componente Curricular será distribuída ao longo do
processo formativo, como determinam as orientações da Resolução n. 02 do CNE,
2015 (artigo 13, inciso I). Nesse sentido, a Prática como Componente Curricular
(PCC) nesta reformulação está explicitada nos componentes curriculares,
perpassando os três eixos integradores materializados nos Núcleos Formativos,
normatizados pela DCN de 2015.
Destarte, este projeto de curso prevê a presença dessas atividades desde o
inicio da trajetória acadêmica do discente, estendendo-se ao longo de todo o seu
processo de formação e articulando-se com o estagio supervisionado e com as
atividades de trabalho acadêmico. A prática como componente curricular possibilita
experiências de aplicação de conhecimentos ou de desenvolvimento de
procedimentos próprios ao exercício da docência, por meio das quais ocorre a
aplicação pratica de conhecimentos, de competências e de habilidades adquiridas
nas diversas atividades formativas que compõem o currículo do curso.
Este Projeto Pedagógico prevê, assim, que essas atividades sejam
desenvolvidas como núcleo de disciplinas. Dentre as atividades práticas poderão
constar atividades de preparação pedagógica envolvendo elaboração e analise de
material didático, planos de aula, apresentação de micro aulas, seminários, visitas
técnicas, atividades de avaliação e correção, análise de produções textuais,
apresentações artísticas, aplicação de técnicas de ensino, propostas de atividades
de inclusão e educação ambiental, bem como coleta e discussão de dados
referentes à realidade das escolas da região.
O Quadro a seguir demonstra as disciplinas que constituem intencionalmente
a Prática como Componente Curricular (PCC).

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR


Semestre Disciplinas PCC/CH (hora-
relógio)
117

Didática e Formação de Professores 20h


I Alfabetização e Letramento 15h
Políticas de Educação Ambiental 10h
Total do Semestre 45 horas
Mídias e Produção Cultural 10 h
II Fundamentos e Metodologia da Educação Especial 15 h
Total do Semestre
25 horas
Compreensão e Produção de Textos Acadêmicos 10 h
Currículo no Contexto Escolar 15 h
III Tecnodocência 10 h
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Geografia 15 h
Psicologia da Aprendizagem 15 h
Total do Semestre 65 horas
Fundamentos Sociológicos e Filosóficos da Educação 15 h
IV Fundamentos e Metodologia do Ensino de Língua
15 h
Portuguesa
Fundamentos e Organização da Educação Infantil 15 h
Jogos, Recreação e Educação 20 h
Total do Semestre 65 horas
Pensamento Interdisciplinar na Atuação Docente 15 h
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências 15 h
V Fundamentos da Educação Psicomotora 15 h
Programas e Projetos Educacionais na Educação
20 h
Básica
Total do Semestre 65 horas
Política Educacional Brasileira 10 h
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 10 h
VI Fundamentos da Metodologia do Ensino de Matemática 15 h
Fundamentos da Metodologia do Ensino de História 15h
Total do Semestre 50 horas
TCC I 10 h
VII Fundamentos da Metodologia do Ensino da Educação
10 h
Física
Fundamentos da Metodologia do Ensino da Arte 15h
Total do Semestre 45 horas
TCC II 10 h
VIII Fundamentos da Metodologia do Ensino Religioso 10 h
Fundamentos da Metodologia de Educação de Jovens e
10 h
Adultos
Docência e Identidade profissional em Instituições
30h
Escolares e não-Escolares
Total do Semestre 50 horas
Total Geral em hora-relógio 410 horas
Fonte: Quadro elaborado pelo NDE do Curso de Licenciatura em Pedagogia, 2019.

Síntese das disciplinas e outras atividades curriculares com carga horária


118

Atividades Formativas (Disciplinas de formação) = 2.200 h


Estágio Supervisionado de Ensino = 400 h
Prática como Componente Curricular (PCC) = 410 h
Atividades Complementares (AC) 200 h
Carga Horária Total = 3.210 h
Carga horária em hora relógio = 3.210h

NOTA: O total geral de 3.210h (atendendo ao mínimo de 3.210h de efetivo trabalho


acadêmico) compreende as horas referentes à Prática como Componente Curricular
(PCC-410h), ao Estágio Supervisionado (400h) e às Atividades Complementares
(AC-200h). As atividades formativas (disciplinas de formação) importarão em 2.200h
(atendendo à DCN/2015, que exige um mínimo de 2.200h).

7.2 Estágio Curricular Obrigatório e Não-Obrigatório

Na Unitins, as atividades práticas e específicas de estágio supervisionado


obrigatório são concebidas como elementos primordiais para a formação dos alunos
e integrantes do processo de ensino-aprendizagem dos cursos de graduação. Nos
projetos pedagógicos dos cursos da Unitins, estão definidas a relação entre teoria e
prática, bem como a forma de realização das práticas e dos estágios. Na Unitins, as
práticas pedagógicas caracterizam-se como um espaço de integração teoria-prática
curricular, sendo uma forma de aproximação do aluno à realidade social e ao mundo
do trabalho.
O estágio é um componente curricular de caráter teórico-prático obrigatório
que tem por objetivo principal proporcionar ao estudante a aproximação com a
realidade profissional, com vistas ao aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e
pedagógico de sua formação acadêmica, no sentido de prepará-lo para o exercício
da profissão e da cidadania. Além disso, o estágio possibilita a integração do ensino
com pesquisa, e ensino com extensão, contribuindo assim para qualificação
profissional e pessoal. Na Unitins os estágios curriculares obrigatórios são
planejados e supervisionados pelo coletivo dos docentes nos respectivos cursos de
graduação.
A política de estágio da Unitins está alicerçada na Lei Federal n. 11.788/2008
e na Lei n. 9394/96 de Diretrizes e Bases – LDB. O Estágio caracteriza-se como um
119

dos grandes desafios acadêmicos, dado às especificidades da área, concernentes a


cada curso, sua relação com o mercado de trabalho e às particularidades que o
trabalho vem ostentando no mundo contemporâneo. Na Unitins os estágios estão
normatizados e regulamentados pela Política e Regulamento do Estágio Obrigatório
e Não-Obrigatório e respectivos Manuais de Estágio de cada curso.
O Estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,
acrescido à carga horária regular e obrigatória, caracterizado como atividade
adicional à formação, realizado por livre escolha, com aprovação da instituição. Esse
estágio tem por objetivo proporcionar e ampliar a formação acadêmico/profissional
promovendo a integração social do estudante.
Nos termos da Lei n. 11.788 de 25 de setembro de 2008, art. 1º

estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente


de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos
que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação
superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial
e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da
educação de jovens e adultos.

O Estágio poderá ser executado em órgãos da administração pública direta e


indireta, nas esferas municipal, estadual e federal; organizações do setor privado;
e/ou organizações não governamentais, desde que apresentem as condições
adequadas para a formação profissional do acadêmico e para celebração de
convênio com a UNITINS.
O Estágio Obrigatório dos diversos cursos de graduação da Unitins está
estruturado em etapas, de acordo com cada Projeto Pedagógico de Curso (PPC),
podendo ser oferecido em um ou mais períodos letivos, sempre em estreita
observância à legislação vigente e às Diretrizes Curriculares de cada curso. O
estágio obrigatório refere-se às disciplinas de estágio curricular supervisionado e
disciplinas de práticas da matriz curricular dos respectivos cursos.
Poderá realizar o estágio obrigatório, o acadêmico que está regularmente
matriculado no período referente ao oferecimento da atividade, de acordo com a
matriz curricular do curso.
Será considerado aprovado nas disciplinas de Estágio, o estagiário que
obtiver média aritmética igual ou superior a 6,0 (seis), alcançar o mínimo de
frequência igual a 75% das aulas constantes na carga horária curricular e 100% de
120

frequência nas atividades práticas do estágio. As disciplinas de estágio não são


passíveis de realização de avaliação substituta, bem como de avaliação final.
O estágio deve ser planejado e realizado conforme a Política e Regulamento
do Estágio Obrigatório e Não-Obrigatório, aprovado pelo CONSEPE e CONSUNI,
em novembro de 2019.

7.1.1 Estágio Curricular Obrigatório

A atual política de estágio da Universidade Estadual do Tocantins está


alicerçada na Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008, na Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional – LDBN n. 9392/96, no Plano de Desenvolvimento
Institucional – PDI da IES e Projeto Pedagógico do curso – PPC. A valorização da
atividade extracurricular expande e abarca uma série de práticas de cunho
pedagógico e atribuem a obrigatoriedade da revisão da relação teoria e prática,
indicando um movimento permanente de diálogo, entre essas duas dimensões.
A regulamentação do estágio obrigatório e não obrigatório do curso de
Pedagogia da Unitins também está alinhado com a Resolução n. 2, de 1º de julho de
2015, que Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em
nível superior e para a formação continuada, a Portaria/Unitins de n.
060/2019/GABREITOR, que define as atribuições do Coordenador e Professor do
Estágio supervisionado e também pelo Manual de Estágio do Curso de Pedagogia,
elaborado e aprovado pelo NDE do curso e pelo colegiado, sendo um instrumento
jurídico que dispõe a respeito das condições para a realização da referida atividade.
De acordo com Parecer CNE/CP no 02/2015, estágio curricular
supervisionado é componente obrigatório da organização curricular das
licenciaturas, sendo uma atividade específica intrinsecamente articulada com a
prática e com as demais atividades de trabalho acadêmico, que tem por objetivo
principal, proporcionar ao acadêmico a aproximação com a realidade profissional,
com vistas ao aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e pedagógico de sua
formação acadêmica, no sentido de prepará-lo para o exercício da profissão e da
cidadania.
Em função do caráter formador, que favorece a relação entre teoria e prática
social, o Estágio Supervisionado é disciplina obrigatória e deve ser planejada de
acordo com o projeto pedagógico do curso.
121

Dessa forma, Santos (2004), afirma que para entender a prática enquanto
práxis é necessário assumir a indissolubilidade entre a teoria e a prática. Contudo,
via de regra, a área de formação de um sujeito não pode ser caracterizada de forma
mecânica, visto que, trata-se da construção de um trabalho produtivo baseado em
concepções epistemológicas e historicamente situado, visando à relação entre
trabalho material e imaterial. Nesse sentido, a práxis requer dinamismo, interação e
o diálogo necessário para o aprofundamento do fazer reflexivo e refletido.
Os objetivos da prática de estágio supervisionado no Curso de Pedagogia da
UNITINS voltam-se para:
● proporcionar espaço para reflexão, auto avaliação que encaminhem
ao amadurecimento pessoal, fundamental à atuação do educador;
● resgatar a fundamentação teórica construída durante o curso visando
definir “o quê?”, “para quê?”, “para quem?”, “em que condições?” e”
como” ensinar;
● permitir aos acadêmicos, comparações entre os diferentes tipos de
ensino que ocorrem na docência da educação infantil, nos primeiros
anos do ensino fundamental e das práticas de gestão educacional,
bem como em espaços- escolares;
● comprometer-se com a relação prática-teoria-prática a fim de imprimir
uma direção à sua ação docente, o que implica a relação ensino,
pesquisa, produção e divulgação do conhecimento;
● integrar-se no campo de estágio, apoiando-se nos conhecimentos
teórico- metodológicos já consolidados ou em elaboração, para
analisar e interpretar a realidade educacional;
● trabalhar aspectos indispensáveis à construção da identidade, dos
saberes e das posturas específicas ao exercício profissional docente.

Os Campos do Estágio curricular a ser realizado a partir da metade do curso,


deve assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, em ambientes
escolares e não escolares que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos
e competências que envolvem observação, participação, planejamento e regência:
na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, prioritariamente; na
participação em atividades da gestão de processos educativos, no planejamento,
implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de atividades e
122

projetos educativos.
Assim, o requisito para a integralização da carga horária do Estágio
supervisionado do curso de Pedagogia, alinhado com as Diretrizes Curriculares
Nacionais, é de 400 (quatrocentas) horas, dedicadas na área de formação e atuação
na educação básica, contemplando também outras áreas específicas, divididas em
quatro disciplinas na segunda metade do curso, conforme apresentado na Matriz
Curricular. O estágio está distribuído da seguinte forma:
Estágio Supervisionado I: Educação Infantil (100h), sendo 30h (teórica) e
70h(prática), envolve: Observação e caracterização do trabalho da equipe escolar,
estrutura e o funcionamento do processo educativo no contexto da educação infantil,
articulado aos fundamentos teóricos desenvolvidos no curso às situações reais do
cotidiano escolar. Observação da ação docente numa perspectiva crítico-reflexiva.
Planejamento e desenvolvimento de projetos de atuação pedagógica com crianças
de 0 a 5 anos, e regência na educação infantil, pautado num processo de ensino-
aprendizagem. Como forma de Registro formal do processo: (Elaboração de Fichas,
Relato de experiências e elaboração de Relatórios).
Estágio Supervisionado II: Ensino Fundamental I – Séries Iniciais (100h),
sendo, 30h (teórica) e 70h (prática), envolve: Observação e caracterização da
instituição ofertante dos anos iniciais do ensino fundamental: tempo, espaço e
atividades. Reflexão sobre o exercício da docência no ensino fundamental.
Orientações sobre elaboração de planos de aulas. Planejamento e avaliação do
processo didático-pedagógico. Regência nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
(1º ao 3º ano). Competências específicas da área de Linguagens. Registro formal do
processo: (Elaboração de Fichas, Relato de experiências e elaboração de
Relatórios).
Estágio Supervisionado III: Ensino Fundamental I – Séries Iniciais (100h),
sendo 30h (teórica) e 70h (prática), envolve: Observação e caracterização da
instituição ofertante dos anos iniciais do ensino fundamental: tempo, espaço e
atividades. Reflexão sobre o exercício da docência no ensino fundamental.
Orientações sobre elaboração de planos de aulas. Planejamento e avaliação do
processo didático-pedagógico. Regência nos anos iniciais do Ensino Fundamental(4º
e 5º ano).
Competências específicas da área de Matemática e Ciências da Natureza e
Humanas. Registro formal do processo: (Elaboração de Fichas, Relato de
123

experiências e elaboração de Relatórios).


Estágio Supervisionado IV: Gestão Escolar – (100h), sendo 30h (teórica) e
70h (prática), envolve: Observação e Acompanhamento dos processos de gestão
escolar. Atuações e funções do trabalho pedagógico e dos processos educativos
escolares. A Organização e a coordenação do trabalho pedagógico. A construção do
projeto político-pedagógico da escola. O papel do Diretor, Coordenador Pedagógico,
dos Conselhos e Colegiados. Rotinas Básicas Pedagógicas, preenchimento de
documentação do aluno: matrícula, frequência, boletins, arquivamento de
documentos. Realização de atividades de Observação, Participação e
Acompanhamento dos processos relacionados à Gestão Escolar. Registro formal do
processo: Relatório Simplificado (Relato de experiência).
Ao longo de cada Estágio Supervisionado, o aluno/estagiário deverá cumprir
rigorosamente a carga horária de aulas presenciais, para que o professor(a)
orientador(a) possa avaliar e preparar e atuação do aluno no campo de estágio,
sendo que o Professor deverá elaborar o descritivo das partes do relatório de acordo
com as especificidades de cada estágio. A supervisão do estágio curricular envolve
o acompanhamento sistemático, com frequência mínima do estagiário na execução
das atividades planejadas.
O Estágio Supervisionado Curricular é obrigatório e, portanto, uma condição
para a conclusão do curso. O Estágio Não Obrigatório pode ser considerado
atividade complementar, desde que atenda às normas legais estabelecidas em
regulamento próprio.

7.1.2 Estágio Curricular Não Obrigatório

O Estágio não obrigatório é uma atividade complementar de natureza prático


pedagógico e opcional, com a finalidade de complementar os conhecimentos
teóricos recebidos pelo acadêmico ao longo das atividades de ensino e
aprendizagem, buscando complementar a formação através do aperfeiçoamento
técnico, científico e de relacionamento humano. O estágio supervisionado não
obrigatório obedecerá ao regulamento específico da UNITINS nos termos da Lei n.
11.788 de 25 de setembro de 2008, podendo ser realizado a partir do segundo
período do curso.
124

7.2 Trabalho de Conclusão de Curso

O trabalho de conclusão de curso (TCC) corresponde a uma produção


acadêmica que expressa as competências e habilidades desenvolvidas pelo aluno,
assim como os conhecimentos adquiridos durante o curso de graduação. Ao longo
das vivências formativas, o acadêmico irá exercitando a construção de sínteses
reflexivas textuais evidenciando tais expedientes objetivamente em avaliações
elaboradas e supervisionadas para tal fim, bem como a elaboração de planos de
trabalho, relatórios de atuação acompanhados pelo professor da disciplina.
O TCC caracteriza-se como um trabalho de iniciação científica escrito,
individual, decorrente preferencialmente das atividades de Estágio Supervisionado
com foco na prática reflexiva, que leva o acadêmico, a aprofundar e sistematizar os
conhecimentos sobre a teoria e a prática educativa vivenciadas com a orientação do
professor da disciplina, consoante a profissão e o curso de graduação.
A avaliação dos trabalhos será realizada por uma comissão de docentes. O
objetivo da proposta apresentada centra-se em situações concretas para que o
estudante busque refletir e compreender com ferramentas conceituais, os objetivos
necessários para uma prática reflexiva dentro do universo profissional da sua
escolha. Para tal prioriza-se o desenvolvimento da autonomia cognitiva, o despertar
para a construção de cartografias de aprendizagem e a experimentação do aprender
mediante suportes convencionais da presencialidade in loco dos acadêmicos.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) integra o Projeto Pedagógico dos
Cursos (PPC) de licenciatura e bacharelado da Universidade Estadual do Tocantins
(Unitins), constitui atividade acadêmica de sistematização do conhecimento sobre
um objeto de estudo, sendo o resultado do desenvolvimento de um projeto de
pesquisa bibliográfica, descritiva e/ou experimental, realizada sob orientação
docente, cuja exigência é requisito obrigatório para integralização curricular dos
cursos.
O TCC busca integrar diversas áreas do conhecimento e, principalmente,
articular os conhecimentos vivenciados e relacionados às competências e
habilidades desenvolvidas pelo acadêmico ao longo do curso, contribuindo, assim,
para a sua formação profissional. Como produto final de um trabalho de pesquisa
fundamentado no rigor metodológico da ciência, o TCC sistematiza concepções e
práticas dos processos sociais.
125

No âmbito da Unitins, o TCC poderá ser apresentado no formato de


monografia, relatório, memorial, artigo científico para publicação, desenvolvimento
de equipamentos, protótipos ou outra forma definida em regulamento próprio. Tanto
no formato de monografia, quanto no de artigo, o TCC deve seguir a finalidade, a
abordagem, os objetivos e os procedimentos da pesquisa científica.
O Trabalho de Conclusão do Curso deverá ser planejado e realizado
conforme as diretrizes gerais do TCC da Unitins, aprovado pelo CONSEPE e
CONSUNI, em novembro de 2019.

7.4 Atividades Complementares

A formação profissional tendo como um dos seus princípios explicitar a


unidade teoria-prática busca mediar o aprofundamento da formação acadêmica em
áreas específicas relacionadas à formação para a docência, contemplados
nos seguintes aspectos: iniciação científica, iniciação à docência e monitoria. Esses
aspectos compõem na organização curricular as Atividades Complementares (AC).
Em consonância com o artigo 12 (inciso III-DCN, 2015) que trata dos núcleos
de estudos integradores, tais aspectos envolvem participação nas seguintes
atividades: seminários, projetos de iniciação científica e de iniciação à docência, bem
como a residência pedagógica; mobilidade estudantil; e atividades artísticas e
culturais que visem a apropriação das diferentes linguagens do processo formativo.
As Atividades Complementares (AC) desenvolvidas pela IES, possibilitam ao
estudante fazer escolhas, conforme suas motivações e necessidades pessoais e
profissionais no contexto das opções acadêmicas. Tais atividades ampliam o espaço
de participação do aluno no processo de ensino-aprendizagem, no qual deve
ser sujeito da relação pedagógica, consoante a tendência da legislação e das
políticas educacionais no sentido de flexibilizar os cursos, dando oportunidade ao
aluno de buscar uma formação de acordo com suas escolhas profissionais. Assim,
as atividades complementares constituem prática relevante para o aprendizado e
desenvolvimento permanente de conhecimentos, além de proporcionar autonomia e
flexibilidade para o aluno integralizar o curso.
O cumprimento da carga horária de atividades Complementares é requisito
para a diplomação do aluno, a quem cabe desenvolver e controlar as atividades por
ele desenvolvidas. Essas atividades, para o Curso de Licenciatura em Pedagogia -
126

podem ser desenvolvidas em quatro categorias: ensino, pesquisa, extensão e ação


social, conforme regulamento.
Assim, durante o desenvolvimento do curso, os acadêmicos deverão
participar de atividades com objetivo de produzir ou sistematizar conhecimentos
técnico-científicos da área, de ampliar os horizontes de formação profissional, com
uma formação sociocultural abrangente, composta de múltiplas visões sobre o
mundo, as quais poderão favorecer a sua consciência social, econômica, ecológica,
profissional e de cidadania.
As Atividades Curriculares Complementares deverão totalizar 200 horas, a
serem integralizadas no decorrer do Curso, conforme a Matriz Curricular. Para
efeitos de integralização, cada atividade complementar realizada pelo discente em
hora será computada em pontos, sendo que 01 hora equivale a 01 ponto. Sendo
assim, o discente devera totalizar 200 pontos em atividades Complementares.
Todas as atividades são validadas pelo Coordenador de Curso. São
consideradas como atividades Complementares no curso as constantes na tabela
abaixo ou outras a serem regulamentadas pelos órgãos competentes.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Descrição Limite Máximo
Atividades de Ensino
Participação em projetos de ensino 30h
institucionalizados
Monitorias em disciplina de ensino básico 30h
Monitoria em disciplina da graduação 30h
Estágio Curricular não obrigatório na área 60h
do curso afim
Ministrantes de oficina na área do curso 20 h
matriculado
Docência Voluntária 40 h
Monitoria voluntária de disciplina na área de 70 h
Pedagogia
Estágio extracurricular nas áreas de 70h
Pedagogia sob supervisão de um professor
Curso à distância 40h
Atividades de Extensão
Participação em projetos de extensão 70h
institucionalizados
Participação em visitas técnicas 20h
Participação em seminários, simpósios, 30h
congressos, encontros, oficinas etc.
nacionais
127

Participação em seminários, simpósios, 50h


congressos,encontros, oficinas etc.
internacionais.
Representação Estudantil em Órgãos 20h
Colegiados da Universidade
Participação em eventos culturais, artísticos 40h
e sociais
Apresentação de trabalhos em evento local, 40h
regional e Nacional
Apresentação de trabalhos em evento 50h
internacional
Autor de resumos em evento de extensão 40h
Atividades de Pesquisa
Apresentação de trabalhos de pesquisa em 60 h
evento local,regional e nacional.
Apresentação de trabalhos de pesquisa em 60h
evento Internacional
Participação em eventos científicos 60h
relacionados à área do Curso
Participação em programas de iniciação 60h
científica PIBIC, PIVIC e outros
Participação em projetos de pesquisa 40 h
institucionalizados
Publicação de resumos em anais de 30 h
congressos
Publicação de artigos em revista científica e 60 h
capítulo de Livros
Atividades de Ação Social
Ação social e comunitária – ações 50h
desenvolvidas em projetos sociais vinculadas
a entidades assistenciais e sem fim
lucrativos, e também em núcleo institucional
(NAPE e outros)

7.5 Programas ou projetos de Extensão

Com base no princípio e na função social, a UNITINS procura sistematizar


suas diretrizes e desenvolver suas ações de extensão, de acordo com: a
Constituição da República Federativa do Brasil (1988, Art.207); com a Política
Nacional de Extensão Universitária (Forproex /2012); Plano Nacional de Educação
Lei n. 13.0052014 (Meta 12; Estratégia 12.7), com seu estatuto, entre outras.
A Pró-Reitoria de Extensão da Unitins organiza seus Programas de Extensão,
seguindo as orientações das áreas temáticas, definidas pelo Forproex, conforme
classificação a seguir:
I - Comunicação;
128

II - Cultura;
III - Direitos Humanos e Justiça;
IV - Educação;
V - Meio Ambiente;
VI - Saúde;
VII - Tecnologia e Produção;
VIII - Trabalho.

As ações/atividades extensionistas da Pró-Reitoria de Extensão da Unitins se


concretizam em consonância com o Plano Nacional de Extensão, e seguem as
seguintes modalidades de ações estruturais de extensão: programas; projetos;
cursos e oficinas; eventos; prestação de serviços; produtos acadêmicos.
No âmbito da extensão o curso de Pedagogia (a coordenação, os docentes e
estudantes) desenvolve ações extencionistas para superar a desigualdades sociais,
possibilitando a constante busca de equilibrio entre as demandas exigidas e as
inovações surgidas do trabalho acadêmico. A extensão é fundamental para a
formação profissional cidadão, pois, em seu espaço dinâmico de aprendizagem,
enseja a interdisciplinaridade, a dialogicidade e viabiliza uma relação transformadora
entre a Universidade e a sociedade.
Assim as atividades/ações extencionistas em execução no curso de
Pedagogia segue representada no quadro a seguir.
AÇÕES ESTRUTURAIS DE EXTENSÃO – CURSO DE PEDAGOGIA

PERÍODO
MODALIDADE TÍTULO DA AÇÃO OBJETIVO COORDENOR(A)/ ACADÊMICO(A) DE
ORIENTDORA(O) EXECUÇÃO
Aplicar a
metodologia
da
A Aprendizagem
APRENDIZAGEM por Pares em
POR PARES uma Escola
COMO no municipio
Projeto
FERRAMENTA de Araguatins,
Programa
FACILITADORA visando a
Institucional de Cidiléia Firmino
NO PROCESSO melhoria dos Antônio Clerton Out/2021 à
Bolsas de de Sousa (7º
ENSINO E índices de Santana Set/2022
Iniciação à período)
APRENDIZAGEM retenção de
Extensão
DE CIÊNCIAS DA conteúdo em
(PIBIEX)
NATUREZA NO alunos com
ENSINO mais
FUNDAMENTAL dificuldades
SÉRIES INICIAIS de
aprendizagem
e baixo
desempenho.
129

Projeto EDUCAÇÃO
Programa AMBIENTAL: a Confeccnionar
Institucional de reutilização dos brinquedos Paula Meirelles
Francisca da Silva Fev/2022 à
Bolsas de resíduos sólidos pedagógicos Lopes da
Feitosa Set/2022
Iniciação à na confecção de com resíduos Silva(5º período)
Extensão brinquedos sólidos
(PIBIEX) pedagógicos.
Desenvover
habilidades no
manuseio e
utilização de
recursos
Cleidivan Bispo
tecnologicos
SOFTWARES Gomes
para o ensino
LIVRES Marlucia Vieira
de
APLICADOS À Vaz
matemática
EDUCAÇÃO Nária Alves da
nos egressos José Filho Ferreira
MATEMÁTICA: O Cruz
do curso de Nobre/ Antônio
GIGANTE Jayne Mara Mar/2022 à
Curso Pedagogia, Clerton Santana
GEOGEBRA - Almeida Santos Maio/2022
professores Araújo/Aquenubia
Módulo II – Thassyla Vitória
atuantes no Gonçalves da Silva
Programando de Oliveira
ensino
objetos Jacob
fundamental e
Educacacionais Ketuly da Silva
médio, bem
Inclusivos Peixoto (7º
como divulgar
período)
a importência
da UNITINS
na região do
extremo norte
do Tocantins.
O curso visa
1)Lívia Eduarda
O lúdico e o brincar atender
Lourenço -
Projeto como forma de crianças e
Bolsista (5º
Programa aprendizagem para adolecentes
período)
Institucional de crianças e que estão em
Silvanis dos Reis 2)Geovana Dez/2021 à
Bolsas de adolescentes situação de
Borges Pereira Borges da Silva, Jun/2022
Iniciação à vulneraveis às risco sofrendo
3)Ludimila
Extensão situações tipos de
Sousa Ferreira
(PIBIEX) ambientais e abusos e
(voluntárias, 5º
sociais. violência em
período)
seus lares.
Fonte: Coordenação do curso de Pedagogia, 2022.
130

8 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO

8.1 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem

Os princípios defendidos no Projeto Pedagógico Institucional e pela prática


acadêmica, ao que se refere a avaliação do processo ensino/aprendizagem
concebida pela Universidade Estadual do Tocantins - UNITINS, resguarda a
contextualização da avaliação para estimular o desenvolvimento de habilidades e
competências, através de técnicas e metodologias de intervenção em
situaçõespossíveis de atuação.
As avaliações são efetuadas ao final de cada unidade programática, em
número de duas a cada período letivo. A composição das avaliações é expressa em
notas e desenvolvida em cada unidade programática.
Para aprovação, o aluno deverá obter média igual ou superior a 6,0 (seis),
resultante da média aritmética das avaliações do semestre (A1 e A2), além de no
mínimo, 75% de frequência. Para os estágios curriculares e para os cursos que
tenham Trabalho de Conclusão de Curso – TCC os critérios para aprovação estão
descritos das diretrizes gerais do Trabalho de Conclusão de Curso.

8.2 Sistema de autoavaliação do curso

A metodologia utilizada pela comissão de avaliação institucional é uma


metodologia participativa, buscando trazer para o âmbito das discussões as opiniões
de toda comunidade acadêmica, de forma aberta e cooperativa, e se dará
globalmente a cada semestre, ou, ainda, a qualquer momento em função de uma
necessidade identificada. Os métodos adotados para a autoavaliação partem do
individual para o coletivo, favorecendo a convergência de informações em torno de
objetivos comuns, bem como a busca compartilhada de soluções para os problemas
apresentados.

Passos para a Realização da Avaliação Interna

1ª Etapa: preparação
● Constituição da CPA.
131

● Elaboração do Plano de Trabalho.


● Sensibilização.

2ª Etapa: desenvolvimento
● Realização de seminários, reuniões e debates.
● Sistematização de demandas/ideias/sugestões.
● Definição dos grupos de trabalho e dos instrumentos de coleta de dados.
● Elaboração dos relatórios de cada tema.
● Apresentação e discussão dos resultados.

3ª Etapa
● Elaboração, divulgação e análise do relatório parcial.
● Balanço crítico do processo avaliativo.

Formas de utilização dos resultados das avaliações


O objetivo dessa etapa é incorporar os resultados encontrados na avaliação e
buscar, a partir deles, a melhoria da qualidade na IES. As ações previstas nessa
etapa são:
● organização das discussões dos resultados pela comunidade acadêmica;
● elaboração de um relatório final que deve expressar os resultados das
discussões e a análise e interpretação dos dados;
● divulgação para a comunidade dos resultados obtidos;
● planejamento da aplicação dos resultados visando sanar as deficiências
encontradas.

8.3 Avaliações oficiais do curso

A proposta de avaliação do curso atende a uma exigência formal de caráter


acadêmico e se impõe como necessidade política e pedagógica no sentido da
contínua busca de aperfeiçoamento do trabalho pedagógico na direção de novas
oportunidades de conhecimento. Para tanto, se constituirá num marco favorável à
explicitação da unidade teoria-prática e ao diálogo entre alunos e professores com a
finalidade de compreender os processos desenvolvidos na relação pedagógica e os
resultados alcançados.
132

Nesse sentido, a avaliação interna será constante, com momentos específicos


para discussão, contemplando a análise global e integrada das diferentes
dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades e finalidades da
instituição e do respectivo curso em questão. Para isso, a Comissão Permanente de
Avaliação (CPA), com atuação autônoma e atribuições de conduzir os processos de
avaliação internos da instituição, tem como uma de suas atribuições, sistematizar e
prestar as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
Além disso, serão consideradas nas avaliações externas, os resultados
obtidos pelos alunos do curso no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes
(ENADE) e os dados apresentados pelo Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior (SINAES). O resultado dessas avaliações periódicas apontará a
adequação e pertinência do projeto do curso e para que se preveja as ações
acadêmico-administrativas necessárias a serem implementadas.

8.4 Comissão Permanente de Avaliação – CPA

A Avaliação Institucional da Universidade Estadual do Tocantins – UNITINS,


realizada pela Comissão Própria de Avaliação – CPA – segue os princípios
estabelecidos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes,
instituídos pela Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004, que tem por objetivo avaliar as
instituições de educação superior, os cursos de graduação e o desempenho
acadêmico.
Essa lei que avalia a melhoria da qualidade da educação superior, a
orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia
institucional, a efetividade acadêmica e social e, especialmente, a promoção do
aprofundamento dos compromissos e das responsabilidades sociais das instituições
de educação superior é aplicada na UNITINS, por meio da valorização de sua
missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à
diversidade, da afirmação da autonomia e identidade institucional.
A autoavaliação compreende estudo e reflexão do corpo docente, discente e
gestores, abrangendo as dimensões da avaliação institucional que tem como
objetivos:
I. produzir conhecimento;
133

II. discutir os sentidos do conjunto de atividades e finalidades da IES;


III. identificar as causas de seus problemas e suas deficiências;
IV. aumentar a consciência pedagógica e a capacidade profissional do corpo
docente, gestor e técnico-administrativo;
V. incentivar os acadêmicos na construção da autonomia nos estudos e
pesquisas e da responsabilidade com a própria aprendizagem;
VI. fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais;
VII. fortalecer e ampliar os vínculos da IES com a comunidade;
VIII. ampliar e cumprir, permanentemente, sua responsabilidade social;
IX. avaliar a relevância científica e social de suas atividades e produtos;
X. utilizar os resultados da Avaliação Institucional para a elaboração de metas e
ações da Instituição com a finalidade de corrigir falhas ou de melhorar o
ensino, a pesquisa e a extensão;
XI. prestar contas à sociedade dos recursos públicos nela investidos.

Composição da CPA
Representatividade
● Coordenação Geral
● Coordenador e Representante dos Técnicos Administrativos
● Representante dos Técnicos Administrativos
● Representante dos Docentes
● Representante dos Discentes
● Representante da Sociedade Civil

8.5 Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE

A UNITINS possui uma política baseada no Sistema Nacional de Avaliação da


Educação Superior – SINAES, voltada especificamente para o Exame Nacional de
desempenho de estudantes – ENADE, cujo objetivo é aferir o desempenho dos
estudantes em relação a conhecimentos, competências e habilidades desenvolvidas
ao longo do curso, ou seja, acompanhar o processo de aprendizagem e o
desempenho acadêmico dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos
previstos nas diretrizes curriculares do Curso Superior de Tecnologia em Gestão
Pública e suas habilidades para ajustamento às exigências necessárias.
134

Seus resultados permitirão a construção de referenciais que permitam a


definição de ações voltadas à melhoria da qualidade dos cursos por parte de
professores, técnicos, dirigentes e autoridades educacionais. O ENADE é
componente curricular obrigatório aos cursos de graduação, conforme determina a
Lei n. 10.861/2004. É aplicado periodicamente aos estudantes de todos os cursos de
graduação, durante o primeiro (ingressantes) e último (concluintes) ano do curso.
Será inscrita no histórico escolar do estudante somente a situação regular em
relação a essa obrigação, atestada por sua efetiva participação ou, quando for o
caso, dispensa oficial pelo Ministério da Educação, na forma estabelecida em
regulamento.
A referida política possui um plano contendo ações permanentes que
perpassam por todos os cursos desde o ingresso do acadêmico na instituição até a
integralização de seu curso e ações específicas para os cursos a serem avaliados
conforme o cronograma do INEP. Tal política reafirma a responsabilidade e o
compromisso acadêmico e social dessa instituição de educação superior.

8.5.1 Resultado do ENADE


O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) é um dos pilares da
avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), criado
pela Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004. Além do Enade, os processos de
Avaliação de Cursos de Graduação e de Avaliação Institucional constituem o tripé
avaliativo do Sinaes; os resultados desses instrumentos avaliativos, reunidos,
permitem conhecer em profundidade o modo de funcionamento e a qualidade dos
cursos e Instituições de Educação Superior (IES) de todo o Brasil.
O resultado do Enade 2017, do curso de Pedagogia, campus Araguatins,
apresenta, para a mensuração quantitativa decorrente do desempenho dos
estudantes na prova, a potencialidade da correlação entre indicadores quantitativos
e qualitativos acerca das características desejadas à formação do perfil profissional
pretendido, tendo como resultado final nota 3,0 no último triênio

8.5.1 Conceito do curso

O Conceito Preliminar de Curso (CPC) é um indicador do INEP que avalia,


previamente, a qualidade dos cursos de graduação do país. Sua nota é divulgada no
135

ano posterior a realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes -


ENADE- e variam de 1 a 5. O CPC do Curso de Pedagogia do Câmpus de
Araguatins possui nota 4,0.
Esse indicador reúne:
I- Desempenho dos Estudantes: mensurado a partir das notas do Enade;
II- Valor agregado pelo processo formativo: calculado a partir da
diferença entre o Desempenho Observado e Esperado (IDD);
III- Titulação do Corpo Docente: oriundas do Censo de Educação Superior;
IV- Percepção discente sobre o processo formativo: adivindas do Questionário
do Estudante.
Para que a nota do CPC seja consolidada, ou seja, se transforme no Conceito
do Curso (CC) é necessário que uma comissão de avaliadores visite a instituição e
corrobore com as notas atribuídas ou as altere. Na Unitins, o CC é atribuído pelo
Conselho Estadual de Educação, após visita in loco. O CC do Curso de Pedagogia
do Câmpus de Araguatins 3,0.
As informações podem ser consultadas em <[Link]
br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/indicadores-de-qualidade-
da-educacao-superior>
136

9 CORPO DISCENTE

9.1 Atenção aos Discentes

A Unitins entende a necessidade da promoção de políticas de democratização


para o ingresso e permanência dos discentes nessa IES, por isso proporciona
diferentes formas de acesso aos estudantes das diferentes regiões do Tocantins e
do país.
Compõem a política de atendimento aos discentes todos os esforços da
Universidade que se empenham para garantir o acesso, a permanência e a
conclusão da educação superior pública, de modo a alcançar o melhor desempenho
acadêmico, culminando na assistência estudantil. No sentido de ampliar e consolidar
a Política de atendimento ao discente, foi instituído em 2015 no âmbito da Pró-
reitoria de Extensão, a Coordenação de Assuntos Estudantis e Registros,
atualmente a Coordenadoria de Assuntos Estudantis e Esporte, responsável pela
coordenação, planejamento, execução, controle, avaliação e monitoramento das
ações e serviços inerentes aos assuntos estudantis, de esportes, bem como das
ações relacionadas ao estágio não obrigatório e projetos direcionados aos discentes
no âmbito da Unitins. Tendo suas atribuições especificadas no Art. XVIII do
Regimento da Extensão da Unitins.
Em 2017, iniciou-se um processo de construção da Política de Assistência
Estudantil, com a participação dos acadêmicos da Unitins.
Essa Política de Assistência Estudantil visa à implementação de ações e
serviços, integrados e indissociados do ensino, da pesquisa e da extensão, que
impactem na diminuição da evasão, da retenção nos cursos da IES, no
enfrentamento das desigualdades estruturais e regionais, produzidas pelo
desenvolvimento socioeconômico, e na promoção da participação, da autonomia, e
do respeito às pluralidades e diversidades.
A Universidade desenvolve ações e serviços orientados ao bem-estar, à
segurança, à afirmação da cidadania e à autoestima do discente. Busca, entre
outros, a retenção do estudante na Universidade, bem como potencializar o seu
aprendizado e, enfim, sua formação profissional e humana, proporcionando
equidade de oportunidades.
A política de atenção ao discente da Unitins se efetiva por meio de ações que
137

estimulam a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, permitindo a


permanente e contextualizada atualização profissional específica. Além disso, têm
as atividades de extensão e curricularização, projetos sociais, artísticos, culturais,
iniciação científica, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos,
conferências, representação estudantil, entre outros, como o Núcleo Docente
Estruturante, o Projeto de Nivelamento, da inclusão digital, acessibilidade, cultura e
apoio pedagógico e psicológico.
A Instituição mantém programas sistemáticos de iniciação científica como o
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – Pibic Unitins/CNPq, com a
concessão de bolsas aos estudantes e disponibilização de recursos pelo governo do
estado. A Unitins conta também com programa de monitoria acadêmica nos cursos
presenciais desde 2013 e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à
Extensão Universitária, PIBIEX.

9.2 Programas de Apoio Pedagógico e Financeiro

Por meio da Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da UNITINS é


desenvolvido Programa Institucional de Bolsas e Voluntários de Iniciação Científica,
Tecnológica e de Inovação – PIBIC/PIBITI/PIVIC, com enfoque para o apoio
pedagógico e financeiro. A Iniciação Científica é entendida como um instrumento
formativo, que possibilita ao estudante de graduação da IES o engajamento na
pesquisa e o contato direto com a atividade científica, aprimorando os
conhecimentos acadêmicos e as práticas profissionais em suas respectivas áreas de
conhecimento. O programa de iniciação científica da UNITINS conta com três
modalidades de pesquisa:
I. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC);
II. Programa Institucional de Bolsas de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação
(PIBITI);
III. Programa Institucional de Voluntário em Iniciação Científica (PIVIC).

No ano de 2021, um total de 78 (setenta e oito) propostas de projetos foram


submetidas a 5 editais e 1 chamada de seleção de bolsistas e voluntários, do ciclo
2021-2022. Dessas, um total de 69 (sessenta e nove) projetos foram contemplados
dentre as cinco modalidades vigentes e preenchendo diferentes áreas do
138

conhecimento. Por sua vez, dentre os 66 (sessenta e seis) projetos em vigor são
disponibilizados um total de 32 (trinta e duas) bolsas com recursos do Tesouro
Estadual, das quais 28 (vinte e oito) correspondem à modalidade PIBIC, 02
(duas) correspondem à modalidade PIBIC-Af e 02 (duas) à modalidade PIBITI e um
total de 24 (vinte e quatro) bolsas com recursos do CNPq, das quais 10 (dez)
correspondem à modalidade PIBIC, 01 (uma) corresponde à modalidade PIBIC-Af,
05 (cinco) correspondem a modalidade PIBIC-EM e 08 (oito) à modalidade PIBITI.
Os programas oferecidos seguem normas estabelecidas na Resolução Normativa n.
017/2006 (CNPq) e os Regimentos Internos da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-
Graduação (Resolução CONSUNI nº 027/2019) e da Coordenadoria dos Programas
de Iniciação Científica e Tecnológica (Resolução CONSUNI nº 030/2019).
Na Tabela os tipos de Bolsas e Fomento.
Ling.
,
Tipo CiênciasAgr CiênciasEx CiênciasSo Ciência
CiênciasHum Letra Total
de bolsas/fom árias e atas e ciais sda
anas se geral
ento Biológicas da Terra Aplicadas Saúde
Arte
s
0 0
PIBITI/CNPq 07 01 00 00 00
0 8
0 1
PIBIC/CNPq 06 00 01 02 01
0 0
0 0
PIBIC-Af/CNPq 00 00 01 00 00
0 1
PIBIC- 0 0
03 00 00 02 00
EM/CNPq 0 5
0 0
PIBITI/UNITINS 01 00 01 00 00
0 2
0 2
PIBIC/UNITINS 06 00 04 08 07
3 8
PIBIC- 0 0
00 00 01 01 00
Af/UNITINS 0 2
0 1
PIVIC 02 00 04 03 01
0 0
0 6
Total parcial 28 07 06 12 12
1 6
Fonte: PIBIC/UNITINS,2022

A Pró-reitoria de extensão vem empreendendo diversos esforços para ampliar


as condições de permanência na Universidade, por meio do Programa Institucional
de Bolsa de Extensão (PIBIEX), que visa apoiar o desenvolvimento de projetos de
Extensão no âmbito da UNITINS, e de modo estratégico, estimular discentes e
docentes a integração no contexto da Extensão Universitária, voltadas para a
melhoria da qualidade de vida da população, prioritariamente as populações em
139

situação de vulnerabilidade social. Desenvolvendo ainda cursos de Inglês, Espanhol


e Libras por meio da Escola de Línguas, na modalidade presencial e EAD, que em
2022 ofertou 262 (duzentas e sessenta e duas) vagas, possibilitando o
conhecimento e o aperfeiçoamento em Línguas Estrangeiras e Língua Brasileira de
Sinais (Libras).
A temática da formação docente inicial apresenta-se num campo de embate
acadêmico pedagógico em constante movimento. É nesse contexto que na
UNITINS, por meio da Pró-reitoria de Graduação, surge o Programa Institucional de
Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, que foi inicialmente lançado como um
programa de formação e depois transformado em política pública de educação.
Saviani (2007) diz que as políticas públicas, como o PIBID, devem ser propostas
para articular e socializar experiências, extrapolando os muros das Universidades e
rompendo as barreiras interpostas na relação Universidade-Escola, sobretudo no
tocante a formação docente inicial. Ao promover a inserção dos estudantes no
contexto universitário a UNITINS tem como objetivo aprimorar a formação
acadêmica propiciando a convivência e o desenvolvimento de atividades didático
pedagógicas. Assim, o PIBID emerge como uma possibilidade de superar as
mazelas e sanar as principais lacunas no processo de formação docente inicial
havendo maior integração entre teoria e prática, entre Universidade e Escola, entre
conhecimentos e cotidiano escolar.
A monitoria, também desenvolvida no bojo das ações e serviços da Pró-
reitoria de Graduação, consiste em uma atividade discente, por direito, que tem
como objetivo auxiliar o professor no monitoramento de grupos de estudantes em
projeto acadêmico, visando à melhoria da qualidade do ensino de graduação. Nesse
programa, o monitor tem a oportunidade de vivenciar, precocemente, o trabalho da
docência. Por estar em contato direto com outros acadêmicos, estando também na
condição de acadêmico, o estudante-monitor é suscitado a reflexões profundas a
respeito do modelo de formação acadêmica e dos processos e ensino e
aprendizagem. Estimulando a vocação acadêmica do aluno monitor, por meio do seu
engajamento em práticas docentes, sobretudo de gestão acadêmica, integradas à
pesquisa, ensino e extensão, atreladas às disciplinas de licenciaturas e
bacharelados.
Em seu desenvolvimento histórico, a UNITINS passou por diversas mudanças
que lhe imprimiram uma forte identificação com o estado do Tocantins e com a
140

Região Norte do Brasil. Nesse contexto, as atividades de internacionalização na


universidade desempenham um papel importante no fortalecimento do ensino e da
divulgação científica para além da sua região, desenvolvendo projetos com o
restante do Brasil e do mundo. As atividades de internacionalização vêm ocorrendo
desde a fundação da universidade, seja por meio de eventos institucionais
internacionais, como o “Seminário Internacional de Educação à Distância”, realizado
em 2008, como, também, através da criação de um mestrado em parceria com a
Universidad Nacional de Educación a Distancia – UNED/Espanha, implementado em
2007. Observando-se a relevância cada vez maior da internacionalização para a
instituição, foi criado em 2019 o setor de Relações Internacionais – RINT –,
vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. A partir desse momento, o
setor passou a se regulamentar por meio de regimento próprio e construção do
Plano Institucional de Internacionalização – PII – que determinará as ações e
políticas de internacionalização da UNITINS. Desde então, diversas ações foram
realizadas, tais como:
1) Celebração de acordos de cooperação com instituições de ensino
estrangeiras como a Universidade da Beira Interior – UBI/Portugal – e a
Universidade de Castilla de La Mancha/Toledo/Espanha, bem como com
organizações internacionais como a AISEC, uma das maiores organizações de
intercâmbio estudantil. Além disso, a UNITINS é associada da Associação Brasileira
de Educação Internacional – FAUBAI- desde 2020 e compõe a Regional Norte dessa
entidade;
2) Em parceria com a DICOM, a universidade faz a divulgação de editais de
mobilidade na página da universidade e já realizou diversas orientações para
interessados(as) em participar, sejam professores ou estudantes;
3) A RINT tem desenvolvimento políticas linguísticas de internacionalização
ofertando a disciplina optativa de Inglês para Fins Acadêmicos que compõe a grade
curricular de alguns cursos: Serviço Social, Enfermagem, Sistemas de Informação,
Direito e pretende expandir essa oferta para todos os cursos da universidade;
4) Por meio da RINT a universidade aderiu a programas de fortalecimento
à internacionalização (PEC-G/MEC/MRE) para a recepção de alunos estrangeiros e
a programas de Intercâmbio Virtual em nível de graduação e pós-graduação
(InilatMov+) com estudantes fazendo intercâmbio virtual ao se inscreverem em
disciplinas em outras IEs na América Latina;
141

5) A RINT realizou uma chamada de tradução de artigos para a comunidade


acadêmica com o objetivo de fomentar publicações em língua inglesa em periódicos
com fator de impacto relevante;
6) Por meio de diversos workshops em eventos institucionais como a Jornada
de Iniciação Científica e o Colóquio de Ensino, Pesquisa e Extensão, a RINT tem
colocado a comunidade acadêmica informada de suas ações, bem como orientado
como fazer submissão a uma chamada de intercâmbio e mobilidade internacional.

9.3 Inclusão e Cidadania

Como caminho para promover a acessibilidade e a inclusão social dos


diferentes sujeitos que compõem o corpo discente da Universidade, contribuindo
para o desenvolvimento de suas atividades acadêmicas, bem como para a
promoção da igualdade étnico-racial e de gênero, da diversidade sexual, das ações
afirmativas e da formação para a cidadania, a UNITINS tem empreendido diversas
ações.
A UNITINS adota o Sistema especial de reserva de vagas que tem como
proposta democratizar o acesso à educação superior pública, destinando 50% das
vagas dos cursos de graduação da IES para egressos da rede pública de ensino,
cota racial e Sistema de Seleção Unificada – SISU e as demais 50% são destinadas
à ampla concorrência.
Compreendido o papel da Universidade, especialmente da que é pública, que
é proporcionar a formação acadêmica cientifica não somente para o mercado de
trabalho, mas para a cidadania, para a participação e a transformação social, a
UNITINS tem trabalhado para o fortalecimento do movimento estudantil e suas
instâncias representativas, com vista à sua autonomia e protagonismo. Deste modo,
a IES vem concedendo orientações, fomentando a participação política na
Universidade, garantindo espaços de diálogo e deliberação no âmbito da UNITINS,
bem como dando aporte estrutural para o funcionamento das instâncias
representativas.
A UNITINS também tem desenvolvido ações afirmativas para fomentar o
respeito às diversidades de forma articuladas por meio do Núcleo de Apoio
Psicossocial (NAPE) e o Núcleo de Estudos em Direitos Humanos (NEDIH).
142

9.3.1 Núcleo de Apoio Psicossocial e Educacional – NAPE

A UNITINS implantou em 2012 um programa de orientação Apoio


Psicossocial e Educacional – NAPE, criado com uma Psicóloga Cadastrada ao
Conselho Regional de Psicologia capacitada a oferecer suporte psicológico.
Integra a Pró-reitoria de Graduação – PROGRAD, é uma estrutura de caráter
permanente, de natureza institucional e multiprofissional, destinado a atender a
comunidade acadêmica da Universidade em cada campus. O NAPE tem como
finalidades: oferecer serviço de apoio e orientação psicológica, social e educacional
aos discentes, docentes e servidores do quadro técnico-administrativo da instituição;
promover o envolvimento do público alvo nas ações ofertadas pela instituição;
contribuir com a permanência dos discentes no ciclo acadêmico e sua autonomia;
potencializar o desenvolvimento acadêmico, profissional e pessoal do seu público
alvo.
Todas as pessoas que compõem o público alvo do NAPE poderão acessar os
serviços ofertados: por livre iniciativa ou por meio de encaminhamentos pelos
docentes, coordenadores dos cursos, assessoria pedagógica, direção dos campus e
também por indicação de outro discente. O público-alvo do NAPE é constituído
pelos: os discentes regularmente matriculados nos cursos presenciais oferecidos
pela UNITINS multicampi; os docentes que apresentarem demandas de ordem
pessoal e/ou laborativas, relacionadas ao desempenho de suas atribuições; os
servidores do quadro técnico-administrativo da instituição.
O acesso aos serviços do NAPE será realizado a partir das demandas
apresentadas por cada público-alvo: os discentes, por indicação dos docentes,
coordenadores dos cursos, assessoria pedagógica e direção dos campus; os
docentes, por indicação dos coordenadores dos cursos, assessoria pedagógica e
direção dos campus; os servidores técnico-administrativos, por solicitação das
chefias imediatas ou pela Diretoria de Recursos Humanos.
São atribuições do NAPE:
 realizar acompanhamentos psicossocial e pedagógico a discentes, docentes e
servidores do quadro técnico-administrativo, oriundas das demandas relativas
ao seu desempenho nesta IES;
 promover estudos e pesquisas sobre os processos de ensino-aprendizagem
no ensino superior;
143

 emitir parecer e/ou laudo de atendimento para discentes, docentes e


servidores do quadro técnico-administrativo, quando solicitados em processo;
 conhecer o perfil socioeconômico e cultural dos discentes de graduação da
IES;
 contribuir na ambientação de novos discentes quanto ao funcionamento da
Universidade e orientar quanto à finalidade do NAPE;
 contribuir para maior adesão dos discentes aos respectivos cursos e à
instituição, com vista à prevenção da evasão e melhor desempenho
acadêmico;
 promover espaços de discussão sobre os aspectos sociais, pedagógicos e
psicológicos que interferem no processo ensino-aprendizagem;
 apoio a projetos e articulação de parcerias que visem ações de prevenção às
diversas faces da violência, do uso e abuso de álcool e outras drogas, bem
como esclarecimentos e informações sobre doenças infectocontagiosas e
demais questões de saúde pública;
 orientar ações de intervenção socioeducativas nas áreas: social, pedagógica
ou psicológica nos casos de necessidades educativas especiais;
 colaborar nos projetos de capacitação pedagógica aos docentes visando a
prática da interdisciplinaridade;
 estimular e colaborar para o desenvolvimento de projetos e ações que
contribuam para a convivência da comunidade acadêmica com a diversidade
biopsicossocial e cultural;
 apresentar proposta de parcerias e convênios com instituições públicas e
privadas, em concordância com a política institucional;
 colaborar na recepção, ambientação e orientação de novos docentes quanto
ao funcionamento, às práticas didático-pedagógicas e administrativas da
instituição;
 colaborar na orientação dos docentes quanto à compreensão e manejo de
questões didático-pedagógicas no contexto educativo dos estudantes com
deficiência, numa perspectiva inclusiva;
 atender os discentes, acompanhando o seu desempenho no processo ensino-
aprendizagem e fazendo, quando necessário, encaminhamentos aos serviços
especializados externos;
144

 proporcionar aos discentes oportunidades de reflexão acerca de seus


percursos de carreira e planejamento do seu futuro profissional;
 fomentar junto à Diretoria de Recursos Humanos e Coordenação de
Desenvolvimento de Pessoal, ações que atendam às demandas dos docentes
e servidores do quadro técnico-administrativo, com a finalidade de sua
integração ao ambiente de trabalho, à plena expressão de suas capacidades
laborais, qualificação e aperfeiçoamento.

O NAPE deve ser constituído por uma Equipe Executiva, de caráter colegiada,
com suas respectivas competências sistematizadas neste regimento. A Equipe
Executiva tem o caráter de planejamento e execução das ações pertinentes,
devendo ser multiprofissional, composta, no mínimo, por: 1 (um/a) Assistente Social;
1 (um/a) Pedagogo(a); 1 (um/a) Psicólogo(a); 1 (um/a) Assistente Administrativo(a).
A Equipe Executiva do NAPE figura como órgão deliberativo e propositivo às
ações do próprio setor, competindo a ela a proposição, aprovação e execução das
atividades a que se destina o núcleo.
O NAPE está funcionando em sala devidamente equipada. Os atendimentos
são realizados em horários flexíveis que se adaptam às necessidades dos discentes
e docentes e demais colaboradores desta IES.

9.3.2 Núcleo de Estudos em Direitos Humanos – NEDIH

O Núcleo de Estudos em Direitos Humanos (NEDIH), constitui-se de um


programa diretamente vinculado à Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos
Comunitários, com caráter permanente e interdisciplinar. O NEDIH foi
institucionalizado em novembro de 2011 na UNITINS e objetiva agregar atividades e
estudos voltados à proteção e defesa dos direitos humanos no estado do Tocantins.
Em novembro de 2011 o NEDIH realizou o I Simpósio de Direitos Humanos, que
discutiu os direitos humanos da criança e do adolescente, por meio do lançamento
de duas atividades de extensão vinculadas ao Núcleo: a Escola de Conselhos e o
Observatório Estadual da Criança e do Adolescente (OECA).
O NEDIH tem como objetivos: a) desenvolver estudos e pesquisas
relacionadas aos direitos humanos; b) promover o intercâmbio técnico-científico
entre instituições de ensino e pesquisas entidades de defesa e promoção em
145

Direitos Humanos; c) contribuir e participar da elaboração, implementação e


monitoramento de políticas públicas em cidadania e direitos humanos; d) organizar e
participar de eventos científicos; e) apresentar proposta de parcerias e convênios
com instituições públicas e privadas.
As finalidades do NEDIH é: a) desenvolver estudos e pesquisas relacionadas
aos direitos humanos; b) promover o intercâmbio técnico-científico entre instituições
de ensino e pesquisas, entidades de defesa e promoção em Direitos Humanos,
públicos e privadas, em nível nacional e internacional; c) fomentar a pesquisa em
direitos humanos, divulgar a produção científica e a produção bibliográfica produzida
pelos seus membros e de interesse institucional; d) contribuir e participar da
elaboração, implementação e monitoramento de políticas públicas em cidadania e
direitos humanos; e) emitir e apresentar, anualmente, à Pró-reitoria de Extensão, o
relatório das atividades desenvolvidas no período; f) organizar e participar de
eventos científicos, atribuindo publicidade institucional aos resultados dos trabalhos
desenvolvidos pelo Núcleo; g) fomentar o debate sobre os direitos humanos na
comunidade acadêmica, bem como na sociedade em geral; h) apresentar proposta
de parcerias e convênios com instituições públicas e privadas, em concordância com
a política institucional.
A relação com a graduação ocorre a partir do Grupo de Estudos em Direitos
Humanos (GEDIH), quando na oportunidade a partir das linhas temáticas expostas
no núcleo são formados grupos entre os acadêmicos para discutir os direitos
humanos e os mesmos terem conhecimento de maneira ampla acerca da
importância de se debater esses direitos nos mais variados setores como os idosos,
as crianças e os adolescentes, a pessoa com deficiência, entre outras minorias
sociais existentes na sociedade.
Além do grupo de estudos, a pesquisa, da mesma forma, está sendo
disseminada a partir da criação de um grupo de pesquisa nessa área para fomentar
o interesse dos acadêmicos em pesquisas e, terem o conhecimento “in loco” das
vulnerabilidades sociais existentes.

9.4 Estímulos à permanência (Programa de Nivelamento e Atendimento


Psicopedagógico)

A UNITINS propõe um Projeto de Nivelamento para auxiliar àqueles


146

estudantes ingressantes na IES, esse projeto será coordenado pelo Núcleo de Apoio
Psicológico e Psicopedagógico ao discente – NAPE, que visa atender e diagnosticar
evidentes problemas de aprendizagem dos acadêmicos que chegam a IES e que
não conseguem acompanhar o ritmo de aprendizado da turma da qual estão
inseridos. O Projeto de Nivelamento tem como objetivo:
● proporcionar um aumento qualitativo no crescimento do aluno em relação ao
ensino básico da Língua Portuguesa, Física, Matemática; Inglês e Espanhol;
● desenvolver as habilidades em leitura, interpretação de textos;
● desenvolver as habilidades em operações matemáticas básicas;
● apreciar diversos tipos de texto através de um trabalho integrado e
interdisciplinar;
● provocar uma modificação de atitude do aluno em relação ao processo de
ensino e aprendizagem, isto é, a autoaprendizagem;
● proporcionar interatividade entre docentes e estudantes nesse processo de
ensino e aprendizagem;
● estimular os estudantes a raciocinar em tempos lógicos;
● desenvolver a capacidade de análise de problemas e de sua resolução por
meio de estudo de caso;
● proporcionar experiências para a aquisição dos fundamentos essenciais e
básicos da língua inglesa e língua espanhola;
● evidenciar o conhecimento da língua inglesa e língua espanhola como
oportunidade para o crescimento pessoal e profissional na
contemporaneidade, visando o pontapé inicial para participação do programa
de Ciências Sem Fronteiras, pois sabemos que, para participar desse
programa o aluno deverá possuir certificado em proficiência no idioma do
país que pretende ingressar.

Com essa iniciativa vamos proporcionar aos nossos acadêmicos melhores


condições de aproveitamento no decorrer de sua graduação.

9.5 Apoio Psicossocial e Educacional

A Unitins implantou em 2012 um programa de orientação ApoioPsicossocial e


Educacional ao discente o NAPE, criado desde 2012, com uma Psicóloga
147

Cadastrada ao Conselho Regional de Psicologia capacitada a oferecer suporte


psicológico.
Os serviços do NAPE são ofertados por uma equipe interdisciplinar
(Psicólogos e Assistentes Sociais e Pedagogos). O NAPE está funcionando em sala
devidamente equipada. Os atendimentos são realizados em horários flexíveisque se
adaptam às necessidades dos discentes e docentes e demais colaboradores desta
IES.

9.5.1 Assistência Prioritária

No âmbito da assistência prioritária, que visa à redução das desigualdades


sociais e à inclusão social na educação superior, a UNITINS desenvolve ações
voltadas para viabilizar transporte para a participação nas atividades acadêmicas.

9.5.2 Promoção e Prevenção

No que toca a qualidade de vida, esporte e cultura, vislumbrando a integração


estudantil são realizados os Jogos Internos da Unitins – Jiuni em duas etapas, sendo
a primeira local, e a segunda estadual; a recepção aos calouros tem como intuito
proporcionar uma integração entre calouros, comunidade e universidade. Para
recepção dos estudantes, em especial dos/as calouros/as, como proposta de
substituição ao trote; o Caipiritins, ação festiva em alusão a cultura junina regional; e
a sala de convivência dos/as estudantes, espaço que visa à socialização e acolhida
dos/as estudantes, atualmente institucionalizada apenas no campus Palmas.
Outras ações e serviços desenvolvidas e a desenvolver pela UNITINS para a
promoção e prevenção e apoio, para viabilizar a participação de estudantes da IES
em eventos acadêmicos, e a disponibilização do laboratório de informática para uso
dos estudantes que não tem acesso as tecnologias para o desenvolvimento de
atividades acadêmicas.
A Unitins desenvolve no âmbito do apoio psicossocial, no campus de Palmas,
ações e serviços por meio do Núcleo de Apoio Psicossocial e Educacional – NAPE,
espaço que se articula com a rede de saúde e assistência social, em especial da
saúde mental, para garantir maior capilaridade do atendimento às demandas
apresentadas pelos/as discentes da IES, além de promover ações diversas para
148

potencializar o desempenho acadêmico.

9.6 Organização Estudantil (Espaço para Participação e Convivência


Estudantil)

A UNITINS, conforme previsto no Regimento Acadêmico da Unitins, garante a


participação do corpo discente junto aos órgãos Colegiados. Sendo assim, a política
institucional prevê em seu regimento:

Art.149 [...]
1º A representação estudantil tem por objetivo congregar os acadêmicos e
expressar os interesses e anseios do corpo discente bem como promover a
cooperação entre administradores, professores e alunos nas atividades
acadêmicas e na integração comunitária.
§ 2º A representação estudantil será definida pelos próprios acadêmicos e
seu respectivo regimento deverá ser apresentado e aprovado pelo Conselho
Universitário e registrado na Reitoria (Regimento Acadêmico da Unitins,
2020, p.33- 34).

A Unitins considera que a educação desenvolve atitudes, princípios e valores


que impulsiona o crescimento humano. Dessa forma, valoriza a participação
estudantil permeada pelo respeito ao próximo, a solidariedade e a autonomia com
responsabilidade. Os espaços de convivência e participação estudantil acontecem
nas localidades onde os alunos residem ou estudam, uma vez que a IES tem área
de atuação em nível local e regional.

9.7 Ouvidoria

Ouvidoria Geral é órgão responsável pela promoção, integração e defesa dos


direitos dos estudantes, docentes, servidores técnico-administrativos e comunidade
externa em suas relações com a Unitins, em suas diferentes instâncias
administrativas e acadêmicas voltadas a excelência e transparência do Serviço
Público ofertado pela IES.

9.8 Acompanhamento de egressos

As políticas e as ações de acompanhamento dos egressos na Unitins se


concretizam na forma de avaliações contínuas das condições de oferta dos cursos,
149

pois o objetivo é formar profissionais capazes de se integrarem no mercado de


trabalho. Nesse sentido, a UNITINS procura aprimorar a formação oferecida aos
alunos.
Esse programa vai se constituir em uma ferramenta cujo os dados e
informações servirão para a auto avaliação da Universidade. Ressaltamos ainda,
que é por meio dessa Política de Acompanhamento que a Unitins vai buscar dados
sobre a inserção de seus egressos no mercado de trabalho,ou seja, é por meio
dessas informações e dados que a IES tem a oportunidade de acompanhar a
trajetória profissional dos seus egressos (dos cursos de graduação e pós-graduação)
identificando assim a evolução de sua situação no mercado de trabalho.
O resultado dessas avaliações promovidas junto aos egressos será
comparado com as avaliações dos cursos. Ciente do resultado dessas avaliações a
UNITINS pretende investir no aprimoramento e na melhoria de seus cursos e de
seus egressos, por meio de uma série programas, capacitações, cujo o objetivo é
formação de profissionais cada vez mais qualificados e competentes para o
exercício de suas atribuições, bem como a continuidade da relação institucional.
Esses estudos comparativos entre a atuação do egresso e a formação recebida irão
possibilitar a contínua avaliação dos cursos e da própria IES.
A Universidade estadual do Tocantins – Unitins, ciente de sua missão
institucional para com a formação de cidadãos qualificados e comprometidos com a
sociedade, estabelece uma política de acompanhamento dos egressos dos cursos
de graduação em conformidade com (Sinaes).
Em cumprimento de sua responsabilidade social, a UNITINS está sempre
buscando conhecer a situação profissional dos egressos, sua inserção no mundo do
trabalho e os índices de empregabilidade associada à sua formação profissional.
Para tanto, esta situação implica na obrigação social da universidade em
ofertar uma educação superior de qualidade, integrada a um processo de
indissociabilidade com a pesquisa e a extensão, e a implementação de políticas que
estimulem o desenvolvimento de competências e de habilidades em conhecimentos
acadêmicos aprendidos na universidade durante a graduação, em conformidade
com a profissionalização.
Desse modo, a política de acompanhamento do egresso da Unitins,
representa a possibilidade de se ter um feedback acerca da formação ofertada.
Portanto o objetivo é manter aberto o canal de comunicação, ou seja, fortalecer a
150

relação com os egressos que concluíram seus cursos nesta Instituição. Esse retorno
é importante para avaliar a qualidade dos cursos ofertados, para a formulação e
implementação de políticas institucionais bemcomo para conhecer resultados do
compromisso da missão da Unitins com as comunidades locais e regionais do
Tocantins.
A Pró-Reitoria de Graduação, responsável pela gestão da política de
acompanhamento dos egressos, pretende nesse trabalho em parceria com as
demais instâncias, propor constantemente, estratégias de planejamentos, pesquisas
e ações que favoreçam os egressos da UNITINS.

9.9 Registros acadêmicos

A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão


Acadêmica RMClassis da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada
num Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a
confiabilidade das informações, além de contar com um sistema de backup da base
de dados. O sistema RM como ferramenta de gestão, permite aos professores,
coordenadores de curso e diretores acompanharem os apontamentos de notas e
faltas dos alunos, bem como permite aos alunos acompanharem o seu desempenho
acadêmico.
O controle acadêmico é exercido pela Secretaria Acadêmica da IES, apoiando
os demais órgãos da Instituição, que é estruturada pelas atividades de atendimento,
protocolo e arquivamento de documentos. É a responsável pelo controle e expedição
de toda a documentação acadêmica, tais como: registro da documentação legal
exigida pelos órgãos oficiais; emissão de documentos e relatórios relativos à vida
acadêmica dos alunos; recebimento e arquivamento dos registros de frequência às
atividades didáticas e pedagógicas; processos de matrícula, de trancamento e de
transferência; entre outros. Por meio das atividades de protocolo e atendimento os
alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo de solicitação: da matrícula de
ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do curso. Esse setor é
responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição, incluindo o dossiê
de todos os alunos.

9.10 Acesso dos alunos a TICs


151

Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) como um conjunto de


recursos tecnológicos que, quando integrados entre si, proporcionam a automação
e/ou a comunicação nos processos existentes nos negócios, no ensino e na
pesquisa científica e etc. São tecnologias usadas para reunir, distribuir e
compartilhar informações.
No processo de ensino-aprendizagem (EA), é importante destacar a
importância do aprender fazendo, do aprender a aprender, do interesse, da
experiência e da participação como base para a vida em uma democracia. As
modernas pedagogias têm apontado na direção da aprendizagem ativa.
A Instituição considera que a existência humana adquire significados e
sentidos, à medida que o ser humano passa a atuar de forma crítica e consciente na
construção da sociedade em que está inserido. A Unitins assume a educação como
fenômeno e processo de formação e interação social que conduz as pessoas à
plena participação produtiva e crítica na sociedade. Princípios e valores, como a
dignidade, a solidariedade, a justiça, o respeito ao próximo e a autonomia com
responsabilidade, permeiam por todas as ações ofertadas a fim de contribuir para o
crescimento humano e profissional dos indivíduos em suas respectivas
comunidades.
O conhecimento evolui rapidamente, exige uma educação voltada para a
autonomia do acadêmico, o que implica uma metodologia do “aprender a aprender”,
ancorada na produção do conhecimento, por meio da investigação e da solução de
problemas. Paralelamente, grandes mudanças têm ocorrido no campo virtual a partir
dos avanços das tecnologias da informação e da comunicação, trazendo um desafio
enorme para as áreas de conhecimento.
As metodologias devem auxiliar nos processos de democratização do
conhecimento acadêmico, promoção da interdisciplinaridade, valorização da
dimensão tempo/espaço escolar-acadêmico, como construção subjetiva;
(re)significação de paradigmas educacionais e ampliação do processo dialético
teoria-prática. Com isso, amplia-se mais seu compromisso político-social, o acesso e
a permanência com êxito no ensino superior; respeitar a diversidade e os ritmos
próprios nos processos de aprendizagem discentes; utilizar as tecnologias de
informação e comunicação como apoio à ação pedagógica; e socializar o
conhecimento por meio da convergência das mídias, complexo de laboratórios e
152

núcleos na prestação de serviços à comunidade e à sociedade.

9.11 Organização Estudantil

9.11.1 Diretório Central dos Estudantes – DCE

O DCE é a entidade estudantil representante dos alunos de todos os Câmpus


de sua IES - Instituição de Ensino Superior seja ela, um Centro Universitário, uma
Faculdade ou Universidades. Tem como funções a orientação do corpo discente
para debater e se mobilizar a respeito de desafios e/ou problemas que estejam
relacionados com sua Instituição.

9.11.2 Diretório Acadêmico – DA

O Diretório Acadêmico é a parte responsável por representar os cursos, em


relação aos interesses do seu campus, ou seja, melhorias na estrutura física,
limpeza interna e externa, iluminação, acessibilidade, equipamentos de multimídia,
informática, articulação quanto à participação dos acadêmicos em eventos fora do
domicílio, além de outros assuntos acadêmicos.

9.11.3 Centro Acadêmico – CA

O Centro Acadêmico tem por finalidade representar os acadêmicos


especificamente, em relação aos interesses do seu próprio curso, nos assuntos
acadêmicos, organização de eventos relacionados ao curso, bem como a articulação
nas participações em congressos, seminários fora do domicílio do seu campus.
153

10 GESTÃO DO CURSO

O corpo docente do curso de Licenciatura em Pedagogia contam atualmente com os docentes apresentados, no quadro a
seguir , sendo responsáveis pelas atividades de ensino, pesquisa e extensão ao nível de graduação.

10.1 Quadro de docentes


FORMAÇÃO ACADÊMICA TC/ DEDICAÇÃO
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Unitins DO CURSO
GRADUADO ESPECIALISTA MESTRE DOUTOR FP
DOCENTE IES-ANO IES-ANO IES-ANO IES-ANO Displinas e ou atuação na
TEB
FMS
Unitins
Ciência da
Antônio Análise e Computação 1)Mídias e Produção Cultural
Desenvolvimento de Engenharia de Softaware
Clerton (2015) 25
Sistemas (2011) Não 03 anos Parcial
Santana de Universidade 2)Tecnodocência anos
Universidade Gama Filho Não Sim (20h)
Araújo Federal do
Maranhão
Gestão Escolar Integrada com
Licenciado em habilitação em administração,
Ana Irene 1)Asessoria Pedagogica
Pedagogia inspeção, orientação e
Carneiro 15 15
Centro Universitário supervisão 07 anos
Borges 2)NAPE anos anos Integral
Luterano de Palmas - (2019)
Lucena Não Não Sim (40h)
ULBRA Faculdade São Marcos -
FASAMAR
Docência do Ensino Superior 1)Avaliação Institucional
(2017) 2)Fundamentos e
Licenciadoem Faculdade FAPAF Educação Metodologia do Ensino de
Ana Maria Pedagogia(2003) Gestão Pública Municipal (2021) Geografia
19 19 Integral
Freitas Dias Fundação (2012) Universidade 3)Fundamentos Sociológicos 02 anos
anos anos (40h)
Lima Universidade do Universidade Federal do Federal do e Filosóficos da Educação
Tocantins Tocantins (UFT) Tocantins Não Sim 4)Política das Relações
Orientação Educacional Étnico-raciais, Afro-brasileira,
Universidade Salgado Africana e Indígena
Licenciado em
Gestão Pública
Aquenubia Pedagogia(2003)
Municipal(2015)
Gonçalves Universidade
Universidade Federal do Coordenadora do curso de 16 05 Integral
da Silva Estadual de Goiás - Não Não Sim 5 anos
Tocantins -UFT Pedagogia anos anos (40h)
UEG
Eliene Licenciada em Educação, Pobreza e Ensino de Ensino de 1)Compreensão e Produção
10 10 Integral
Rodrigues Letras(2009) Desigualdade Social(2015) Língua e Língua e de Textos Acadêmicos 1 ano
anos anos (40h)
Sousa Universidade Universidade Estadual do Literatura Literatura Sim 2)Fundamentos e
154

Estadual do Tocantins - (UFT) Universidade Universidad Metodologia do Ensino de


Tocantins –( UFT) Federal do e Federal do Língua Portuguesa
Tocantins - UFT Tocantins - 3)Leitura e Produção de
UFT Textos
4)Morfologia e Sintaxe da
Lingua Portuguesa
Licenciado em
1)Estágio Supevisionado;
Pedagogia (2009) Gestão de Rucursos
2)Políticas de Educação 10
Francisca da Bacharel em Humanos(2014) 10 Integral
Não Não Ambiental anos
Silva Feitosa Administração(2018) Educação Infantil(2012) Sim anos 04 anos (40h)
3)Planejamento e Avaliação
Faculdade Integrada Faculdade Integrada (FAIARA)
da Aprendizagem
(FAIARA)
Serviço Social
Docência do Ensino 1)Educação
S Empreendedora
Henna Gilsa Serviço Social (2003) (2017)
Superior(2007) e Inovação Integral
Pereira Pontifica Pontifica Sim 0 0 03 anos
Universidade Federal do 2)Ética e Direitos Humanos; (40h)
Barros Universidade Católica Universidade Não
Tocantins – (UFT) 3) NAPE
Católica
Matemática em 1)Fundamentos e
Licenciado em
Rede Metodologia do Ensino de
José Filho Matemática (2000) Avaliação Escolar em
Nacional(2018) Matemática 15 15 Parcial
Ferreira Fundação matemática(2009) 03 anos
Universidade 2)Matemática na Educação anos anos (20h)
Nobre Universidade do Fundação Cesgrario Não Sim
Federal do Infantil e no Ensino
Tocantins
Tocantins - UFT Fundamental
Licenciado em
Pedagogia(2010)
Universidade Federal
1) Currículo no Contexto
do Maranhão – Docência do Ensino Superior
Escolar
(UFMA) (2012)
Lívia Maria 2) Didática e Formação de
Artes(2016) Faculdade Rio Sono 10
de Carvalho Professores 10 Integral
Claretiano Centro Gênero e Diversidade na anos 05 anos
Cardoso 3)História da Educação anos (40h)
Universitário Esolca (2016)
Montel 4) Fundamentos e
Licenciatura Plena Universidade Federal do Não Não Sim
Metodologia do Ensino
em Ingês(2018) Tocantins - UFT
Religioso
Faculdade Integrada
de Arguatins
(FAIARA)
Psicologia(2014)
Psicologia do Trânsito(2015)
Faculdade Integrada
Pontifica Universidade 1)Psicologia da
de Ensino Superior
Maria Católica de Goiás Aprendizagem
de Colinas Integral
Adenilda da MBA em Gestão de Pessoas e 2)Psicologia do 0 0 05 anos
Licenciada em (40h)
Silva Coaching(2015) Desenvolvimento
Geografia(2006)
Universidade Federal do Não Não Sim 3) NAPE
Fundação Univerdade
Tocantins - UFT
do Tocantins
Licenciado em Psicopedagogia Clinica e Ciências 1)Alfabetização e Letramento
Maria Ovídia
Pedagogia Intitucional(2016) Ambientais(202 2)Fundamentos e 21
Muniz 0 03 anos Parcial
Universidade Federal Faculdde Integrada de 0) Metodologia do Ensino de anos
Portilho Sim (20h)
do Maranhão - UFMA Araguatins – FAIARA Universidade de Ciências
155

Saúde Mental (2003) Taubaté - 3)Fundamentos e


Universidade Federal do Rio UNITAU Organização da Educação
de Janeiro Infantil
1)Fundamentos e
Metodologia da Educação
Especial
Neuropsicopedagogia Clínica
Licenciada em 2)Fundamentos da Educação
(2016) Educação(2019
Miliana Pedagogia(2002) Psicomotora
Neuropsicopedagogia e )
Augusta Centro Universitário 3)Língua Brasileira de Sinais 04
Educação Especial(2014) Universidade Não Sim 0 07 anos Integral
Pereira Luterano de Palmas - – LIBRAS anos
Faculdade São Fidelis – FSF Federal do (40h)
Sampaio ULBRA 4)Política de Inclusão e
Tocantins - UFT
Dificuldades de
Aprendizagem
5)Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC) I
Licenciada em
Letras(2019)
Letras: Ensino
Centro Univesitário 1)Estágio Supervisionado no
de Língua e
Internacional – Metodologia do Ensino Ensino Fundamental I
Literatura(2017)
Simara de UNINTER Superior(2014) 2)Trabalho de Conclusão de Integral
Universidade Não Sim 0 0 03 anos
Sousa Muniz Licenciada em Faculdade de Ciências do Curso (TCC) II (40h)
Estadual do
Pedagogia(2014) Tocantins - FACIT 3) Metodologia da Pesquisa
Tocnatins - UFT
Faculdade Científica
Educacional da Lapa
-FAEL
1)Fundamentos e
Metodologia do Ensino de
Arte
2)Fundamentos e
Licenciado em Ensino Religioso(2002) Metodologia da Educação de
Educação(2021
Pedagogia(1998) Pontifica Universidade Jovens e Adultos
)
Silvanis dos Fundação Católica de Minas Gerais 3)Gestão Pedagógica e 05 05 Integral
Universidade 08 anos
Reis Borges Educacional Psicopedagogia(200) Administrativa na Educação anos anos (40h)
Federal do
Monsenhor Messias Fundação Educacional Básica
Tocantins - UFT
Monsenhor Messias Jogos, Recreação e
Não Sim
Educação
4)Programas e Projetos
Educacionais na Educação
Básica
Licenciado em Letras-
Língua Portuguesa
Inglesa e respectivas Língua Portuguesa e
Rosana Literaturas(2007) Literatura(2011)
Quadros Licenciada em Faculdade de Tecnologia Não Não Sim 1)Literatura Infantojuvenil 0 0 06 anos Parcial
Santos Leite Pedagogia(2014) Antõnio Propício Aguiar (10h)
Faculdade Integrada Franco - Fapaf
de Araguatins -
FAIARA
156

Legenda:
FP - Formação Pedagógica (Sim ou Não). Caracterizada pela comprovação de realização de cursos, de matérias, de disciplinas, de treinamentos ou de capacitação de conteúdo didático-
pedagógico;
TEB – Tempo de experiência (em ano) Na Educação Básica;
FMS - Tempo de experiência profissional (em ano) Fora Magistério Superior;
TC – Tempo (em ano) de Contrato na IES; Na formação Acadêmica informar a sigla da instituição concedente da titulação e o ano de conclusão; O número de anos deve ser arredondado para o
inteiro mais próximo, ou seja, menos de 6 meses para o inteiro inferior e a partir de 6 meses para o inteiro superior
157

10.2 Titulação do Corpo docente


Titulação Quantitativo Percentual
Especialista 6 40,0%
Mestre 8 43,3%
Doutores 1 6,79%
Total 15 100%

Fonte: Elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante – (NDE), 2022.

10.3 Composição e Funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE

A garantia de solidez do corpo docente do curso de Pedagogia da


Unitins/Araguatins encontra-se no Núcleo Docente Estruturante, composto por
docentes que assumem a dedicação preferencial e integral ao curso.
Todos os membros do referido núcleo possuem titulação e ampla experiência
em suas respectivas áreas de atuação e, ao lado da Pró-Reitoria de Graduação da
Unitins assumem a responsabilidade pela formulação das propostas pedagógicas,
bem como implementação integral dos projetos e programas.
Dentre outras atribuições, o Núcleo Docente Estruturante está a participação
efetiva no cumprimento das propostas de valorização de todo o corpo docente da
Universidade, na elaboração e preservação do Projeto Pedagógico do Curso de
Pedagogia. Além de participar de questões acadêmicas, participam nos processos
de estímulo e apoio à titulação e à fiscalização do cumprimento de plano de carreira
adequado, manutenção de quadro docente permanente, regularização e observância
158

do total de horas/aula, especialmente, com as novas normativas sobre cargas


horárias, respeitando os anseios, preocupações e reivindicações dos professores.
Os membros do Núcleo Docente Estruturante estão cientes da missão de
elaborar e acompanhar a evolução do curso, e para isso, contam com respaldo total
da Instituição. Na composição do NDE, a universidade optou pela inserção de no
mínimo 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso e com 80%
dos membros com titulação obtida em curso de pós-graduação stricto-sensu. Todos
os membros apresentam 100% regime de trabalho integral.
Docentes Titulação Regime de Trabalho
Aquenubia Gonçalves da Silva –
Especialista (40h)
Coordenadora
Ana Maria Freitas Dias Lima Mestre (40h)
Henna Gilsa Pereira Barros Mestre (40h)
Miliana Augusta Pereira Sampaio Mestre (40h)
Simara de Sousa Muniz Mestre (40h)

São atribuições do NDE:


1. Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso, definindo suas concepções e
fundamentos legais;
2. Estabelecer o perfil profissional do egresso do Curso;
3. Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso;
4. Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação do
Colegiado de Curso, sempre que necessário;
5. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do Curso
definidas pelo Colegiado;
6. Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares;
7. Promover a integração horizontal e vertical do Curso, respeitando os
eixosestabelecidos pelo Projeto Pedagógico;
8. Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao
Colegiadode Curso a indicação ou substituição de docentes, quando
necessário.

10.4 Composição e Funcionamento Colegiado de Curso

Atendendo à Legislação vigente e ao Regimento Geral da UNITINS, o Curso


de Pedagogia constitui seu Colegiado de Curso a partir de suas atividades
159

acadêmicas. De acordo com os artigos 43 a 44 do Estatuto da UNITINS: Artigo 43 –


O Colegiado de Curso por sua vez, como órgão deliberativo responsável pela
organização didático-pedagógica, além das competências de organização e
acompanhamento da qualificação didático-pedagógica dos docentes e articulador da
formação acadêmica, precisa acompanhar e monitorar, juntamente com a
Coordenação, o processo ensino-aprendizagem para que a formação do futuro
profissional prevista no PPC, ocorra de forma plena.
Colegiado de Curso é composto:
I. pelo Coordenador de curso;
II. pelos docentes lotados no respectivo colegiado;
III. por 1 (um) representante discente, dentre estudantes matriculados no curso,
eleito pelos seus pares.
Ademais tem atendido as demandas por parte da Coordenação de Curso em
alinhamento com a Pró-reitoria de Graduação em questões de aproveitamento de
estudos de disciplinas do Currículo de Curso e atendimento do cumprimento da
Regularização de disciplinas.
Vale ressaltar que todos os membros do Colegiado têm voz e direito de votar,
revelando sua representatividade nessa instância coletiva colegiada e também de
discussão e deliberações às instâncias superiores nos princípios democráticos
inerentes ao bom funcionamento do curso e no acompanhamento de sua evolução
didático-pedagógica.
Assim, o Colegiado de Curso reúne-se, mensalmente, segundo calendário de
reuniões, e, extraordinariamente, por convocação do Coordenador de Curso,
devendo constar da convocação a pauta dos assuntos a serem tratados. As
decisões do Colegiado de Curso são tomadas por maioria simples, cabendo o voto
do coordenador, quando necessário o voto de desempate, sendo todas as reuniões
lavradas em Atas e após sua respectiva leitura o recolhimento das assinaturas em
alinhamento aos documentos oficiais da Unitins.
160

11 INFRAESTRUTURA

11.1 Espaços físicos utilizados no desenvolvimento do curso

Para formação do Licenciado em Pedagogia é necessário criar as condições


objetivas, referentes a infraestrutura para operacionalização das atividades de
docentes e discentes.
Nesse contexto, a Universidade Estadual do Tocantins-Unitins disponibiliza
uma infraestrutura física, administrativa e de programas especiais, necessários e
capazes de garantir formação devidamente qualificada para o acesso, gestão e
permanência dos discentes do Curso de Pedagogia.
Para o desenvolvimento das atividades administrativas e pedagógicas são
utilizados dois espaços: a Escola Estadual Aldinar Gonçalves de Carvalho cedida
pelo Estado e o prédio alugado onde funciona a Sede Administrativa.

11.1.1 Estrutura Geral do Campus

O campus possui estrutura administrativa composta pela Direção do Campus,


constituída pelo Diretor; Coordenadores de cursos, Assessor Pedagógico;
Coordenador de Estágios; Assessor de Biblioteca; Assessor de Secretaria
Acadêmica; colegiados dos cursos de graduação; servidores docentes, técnicos e
Assistentes administrativos; auxiliares de serviços gerais além das estruturas
complementares/suplementares, caso necessário. Para todos os efeitos a
organização administrativa e didático-científica, estará dotado de servidores
docentes e técnicos administrativos, com a responsabilidade de realizar a gestão do
ensino, da pesquisa e da extensão.

11.1.2 Instalações Físicas

Para o funcionamento dos cursos presenciais a Unitins oferece um prédio


provisório da rede estadual de ensino, tendo ainda, sua Sede Administrativa em
prédio alugado.
O prédio onde está instalada a Sede Administrativa do Câmpus Araguatins
possui uma área construída de 506,23m2, dividida em 2 pisos, onde estão alocados
161

os setores e servidores que compõem o quadro do câmpus, onde são realizadas as


atividades administrativas e técnico-pedagógicas. Seguem especificações.
IDENTIFICAÇÃO QUANTIDADE ÁREA TOTAL(m²) OBS.

Assessoria Pedagógica 01 8,9 -


Banheiro (1º piso) 01 3,08
Banheiro (térreo) 01 2,26
Coordenação do curso de Letras 01 8,96
Coordenação do curso de Pedagogia 01 9,44
Cozinha 01 5,18 -
Depósito 2,58
Direção 01 5,88 -
Laboratório de Informática 2 01 14,40
NAPE 01 7,20 -
Recepção (térreo) 01 11,50 -
Recepção (1º piso) 01 10,30
Supervisão de TI 01 7,13 -
Secretária Acadêmica 01 10,08 -
Secretária Administrativa/CPA 01 9,0 -
Fonte: Direção do Câmpus, 2022.

Além dos espaços elencados acima, ao fundo da sede administrativa,há um


espaço coberto utilizado para eventos acadêmicos. Nesse local também há 1
banheiro feminino e 1 masculino.
As aulas do curso de Pedagogia são realizadas no período noturno, na Escola
Estadual Aldinar Gonçalves de Carvalho, que tem suas atividades realizadas durante
o dia, sendo um espaço amplo, arejado, limpo e bem conservado, onde estão
dipostos:
IDENTIFICAÇÃO QUANTIDADE ÁREA TOTAL(m²) OBS.

Áreas de Convivência/Cantina 01 115,0 -


Banheiros feminino e masculino 08 96,0
Biblioteca/Sala de estudo em grupo 01 28,0 -
Laboratório de informática 01 30,0 -
Quadra de esportes 01 874,0
Sala dos Professores 01 11,24
Salas de Aula 08 392,0
Fonte: Direção do Câmpus, 2022.

A Escola Aldinar possui área externa de estacionamento e espaço interno


adequado para a guarda de bicicletas. Os corredores e áreas de convivência são
mobiliados com mesas e cadeiras diversas e equipados com bebedouros, de forma
que são comumente utilizados por docentes e discentes para as mais diversas
atividades, como por exemplo, para refeição nos intervalos, socialização e estudo. A
escola possui ainda uma quadra coberta, onde são realizadas sobretudo, atividades
fisicas voltadas para os Jogos Internos da Unitins, e um espaço aberto e coberto que
162

com capacidades para até 100 pessoas, utilizado sob agendamento, com a
disponibilização de cadeiras e equipamentos como caixas de som, microfone,
Datashow, notebook, etc).
As salas de aula com capacidade média de 40 alunos atendem ao número de
turmas dos dois cursos ofertados, são amplas, arejadas, limpas e bem conservadas,
equipadas com ventiladores e aparelhos de ar-condicionado e possui mobiliário
suficiente e em bom estado de conservação, para o pleno desenvolvimento das
atividades acadêmicas.
O Câmpus Araguatins dispõe de dois (2) laboratórios de informática, o
laboratório 1, que fica nas dependências da Escola Aldinar, e o laboratório 2 que fica
na Sede Administrativa. Ambos apresentam um espaço acolhedor e organizado, seja
para estudo, pesquisa ou ensino-aprendizagem. Esses espaços podem ser
utilizados por docentes e discentes, nos diferentes turnos, mediante agendamento,
no caso do laboratório informática e do centro de idiomas. Seguem especificações:
 Laboratório 1: equipado com 15 computadores dispostos em bancadas fixas;
2 aparelhos de ar-condicionado; 2 ventiladores; quadro branco e cadeiras.
 Laboratório 2: equipado com 9 computadores dispostos em bancadas fixas; 1
aparelho de ar condicionado e cadeiras executivas ergonômicas.

Os computadores dos laboratórios de informática do Câmpus Araguatins


possuem sistema operacional Windows 7 com acesso a rede de internet de 20gb.
Nas aulas em laboratórios, os professores dispõem ainda de aparelho data show,
caixa de som e microfone sem fio para aulas expositivas presenciais, além da
plataforma Educ@ para as aulas no ambiente virtual e as ferramentas e aplicações
da Google (podcast, youtube, classroom, jamboard, padlet, formulários, meet, etc.)
de forma complementar.
Quanto aos equipamentos disponíveis, são adequados para as atividades de
ensino-aprendizagem do Curso de Pedagogia e estão elencados a seguir, por sala e
quantidade, sendo em alguns disponibilizados para uso mediante reserva.

Computadores para utilização dos estudantes e professores:


Local Quantidade
Biblioteca 3 computadores c/ acesso a internet

Laboratório de Informática I 15 computadores c/ acesso a internet


163

Laboratório de Informática II 9 computadores c/ acesso a internet


Computadores para utilização dos professores e servidores:
Local Quantidade
Assessoria Pedagógica 2 computadores completos c/ acesso a internet
Coordenações de curso 2 computadores completos c/ acesso a internet
CPA 1 computadores completos c/ acesso a internet
1 computadores completos c/ acesso a internet
Direção
1 notebook
Sala dos Professores 1 computadores completos c/ acesso a internet
Secretaria Acadêmica 2 computadores completos c/ acesso a internet
1 impressora multifuncional (atende a Secretaria
Sede Administrativa - Piso Superior Acadêmica, CPA, Direção, TI e Supervisão
Administrativa)
Sede Administrativa – Térreo 1 impressora multifuncional (atende a Coordenações,
Assessoria Pedagogica e NAPE)
Supervisão Administrativa 1 computadores completos c/ acesso a internet
TI 2 computadores completos c/ acesso a internet
Outros equipamentos de apoio ao docente:
2 grandes
Caixa de som
1 portátil
Data Show 6
KIT MÌDIA (Caixa de som +
2
Microfone)
Notebook 1

11.2 Biblioteca

O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Estadual do Tocantins


(SIBUNI), formado pelas Bibliotecas dos Campus de Palmas, Dianópolis, Araguatins
e Augustinópolis, possui como objetivo principal a interação de suas bibliotecas de
acordo a política educacional e administrativa da Universidade, servindo de apoio
aos programas de ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, busca fomentar a
colaboração e a produção técnico-científica, cultural, literária e artística, através do
desenvolvimento de serviços e produtos de informação.
Funcionalmente o SIBUNI vincula-se à Pró-Reitoria de Graduação
(PROGRAD) e, administrativamente, à Direção dos respectivos Campus, conforme
Estatuto Geral da Universidade Estadual do Tocantins.
O Sistema de Integral de Bibliotecas da Unitins adapta-se ao papel que a
sociedade atual tem reservado às bibliotecas universitárias – ser um centro de
informação e disseminação do conhecimento e da cultura – com adoção de
modernas tecnologias e informatização de serviços. Possui uma área disponível
para estudo onde possibilita ao aluno um ambiente climatizado e confortável para a
164

produção do conhecimento.
O acesso aos serviços das Bibliotecas da Universidade, bem como as demais
informações para sua utilização estão descritas no Regimento da Biblioteca,
disponível no endereço eletrônico <[Link]
Visando atender às novas diretrizes expressas nos Instrumento de Avaliação
de Cursos utilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (INEP), no que tange à necessidade e importância da utilização de
Bibliografias Virtuais, por Instituições de Ensino Superior, foi incorporado ao acervo
bibliográfico da UNITINS quase 8.000 (oito mil) títulos de e- books, que poderão ser
acessados na plataforma da Biblioteca Virtual Pearson, virtualmente, de qualquer
lugar ou tempo, permitindo acesso simultâneo ao mesmo documento eletrônico,
criando assim instâncias múltiplas de cópias do documento solicitado.
A UNITINS disponibiliza a todos os alunos regularmente matriculados e ao
corpo docente, acesso ao acervo da plataforma da Biblioteca Virtual Pearson,
considerada hoje a maior plataforma de e-books universitários e de formação
profissional do Brasil, formada por 25 editoras do grupo Pearson.
Essa disponibilização online dos livros digitais, reflete na democratização do
conhecimento e universalização da informação, já que os acadêmicos terão acesso
irrestrito a livros digitais completos que podem subsidiar a produção de seus
trabalhos acadêmicos e pesquisas científicas, a qualquer hora, dia ou lugar. Outros
benefícios desse acervo são a redução de espaços físicos e diminuição de custos
com aquisição, processamento técnico e preservação de acervo. Com unidades
divididas entre os Campus de Augustinópolis, Araguatins, Dianópolis, Palmas e
Paraíso, as Bibliotecas do SIBUNI possuem basicamente estruturas físicas
compostas por: salões de estudo climatizados, computadores disponíveis para
consulta ao catálogo eletrônico, salas de estudo em grupo, computadores
disponíveis para acesso à Internet, cobertura wireless.
O acervo na área de educação disponível na Biblioteca Virtual apresenta
suporte bibliográfico às atividades de ensino, pesquisa e extensão. A leitura e o
acesso a títulos bibliográficos e periódicos de referência são essenciais para a
formação do graduando em pedagogia e dos graduandos nos demais cursos
ofertados.
Além disso, como se trata de uma área que exige atualização e inovação
contínuas, a bibliografia também é constantemente atualizada. Logo, ter acesso a
165

uma variedade ampla na bibliografia é indispensável.

11.2.1 Formação e desenvolvimento de Acervo

A política de desenvolvimento de coleções determina todo o planejamento do


acervo, é parte de um processo consecutivo e cotidiano. A política de seleção está
voltada a campos específicos do conhecimento, compondo o acervo de títulos e
assuntos das áreas dos cursos ofertados. O acervo e os serviços desenvolvidos são
orientados pela busca constante em atender às necessidades de informação e
pesquisa dos usuários da instituição. A formação de acervo se dá por aquisição por
compra, doação ou permuta, de acordo as bibliografias descritas nos Planos de
Cursos.
Visando atender as novas diretrizes expressas nos Instrumento de avaliação
de cursos utilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (INEP), no que tange sobre a necessidade e importância da
utilização de Bibliografias Virtuais, por Instituições de Ensino Superior.
Recentemente foi incorporado ao acervo bibliográfico da Unitins quase 5000 (cinco
mil) títulos de e-books, que poderão ser acessados virtualmente de qualquer lugar
ou tempo, permitindo acesso simultâneo ao mesmo documento eletrônico criando
assim instancias múltiplas de cópias do documento solicitado. Essa disponibilização
online dos livros digitais reflete na democratização do conhecimento e
universalização da informação, já que os acadêmicos terão acesso irrestrito a livros
digitais completos que podem subsidiar a produção de seus trabalhos acadêmicos e
pesquisas científicas, a qualquer hora, dia ou lugar. Outros benefícios desse acervo
é a redução de espaços físicos, e diminuição de custos com aquisição,
processamento técnico e preservação de acervo.

11.2.2 Estrutura física

Com unidades divididas entre os Câmpus de Augustinópolis, Araguatins,


Dianópolis e Palmas, as Bibliotecas do SIBUNI possuem basicamente estruturas
físicas compostas por salões de estudo climatizados, computadores disponíveis para
consulta ao catálogo eletrônico, salas de estudo em grupo, balcão de atendimento,
escaninhos, mesas de estudo em grupo, baias para estudos individual,
166

computadores disponíveis para acesso à Internet, cobertura wireless.


A Biblioteca do Câmpus de Araguatins, por sua vez, está estruturada em um
espaço físico de 28m2 (vinte e oito metros quadrados),destinado à leitura, estudo
individual, trabalho em grupo e disponibilização do acervo bibliográfico. A Biblioteca
conta com duas mesas, seis cadeiras, duas cabines para estudo individual e cinco
prateleiras para disponibilização do acervo e uma estação de trabalho, além de
computadores com acesso à internet para pesquisa e demais recursos para
elaboração de trabalhos, dentre outros.

11.2.3 Estrutura Organizacional

Funcionalmente o Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Estadual


do Tocantins (SIBUNI) vincula-se à Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), e
possui uma estrutura administrativa formada por coordenador Geral de Bibliotecas,
supervisores de bibliotecas; assistentes administrativos; pessoal de apoio. Todos
esses com funções administrativas previamente dispostas no Regimento de Interno
de Bibliotecas da Unitins.

11.2.4 Equipe Técnico-Administrativa

A equipe técnica administrativa da biblioteca é formada por pessoal


contratado pela instituição, com formação superior completa ou em andamento. A
contratação de pessoal é feita pelo setor de Recursos Humanos, depois de terem
passado por processo seletivo, conforme Legislação Trabalhista.

11.3 Secretaria Acadêmica

A Secretaria Acadêmica é o setor responsável por gerenciar e supervisionar


as demandas de contexto acadêmicos administrativos referentes ao ingresso, ao
registro e à diplomação do/a [Link] ao setor realizar o processamento dos
serviços abertos na Central de Atendimento Integrado, bem como informar à
comunidade acadêmica os prazos, fluxos, normas, e o calendário acadêmico.
Além disso, também fornece atualizações e informações gerais sobre os
processos de matrícula, serviços existentes, notícias, e demais atividades
167

acadêmicas.

11.3.1 Registros Acadêmicos

O registro acadêmico é um procedimento administrativo e operacional, de


caráter obrigatório, para o qual devem ser fornecidos documentos pessoais e
acadêmicos, por parte do candidato aprovado no processo seletivo de acesso aos
cursos de graduação, atendendo ao que é requerido pela Secretaria Acadêmica da
Instituição com fundamentação no Regimento Acadêmico e demais legislações
vigentes.
A partir do registro, o acadêmico passa a ter de fato e de direito, um vínculo
com a Universidade, obtendo um código identificador denominado de matrícula.
Esse ato é de suma importância, sendo considerado único e intransferível, em
conformidade com a legislação vigente. O controle acadêmico é mantido por meio da
utilização de sistemas operacionais e de arquivo físico e digitalizado que ficam sob a
guarda e zelo da Secretaria Acadêmica, tendo como objetivo manter organizado
todo o registro de notas e frequências, além dos documentos e solicitações
acadêmicas ao longo do curso e depois de sua finalização.
Atualmente, é utilizado o sistema RMClassis da TOTVS como ferramenta para
operacionalização do registro acadêmico, permitindo também acompanhamento das
notas e frequências, por parte de coordenadores e docentes de cada curso. A
plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema Gerenciador de Banco
de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das informações, além
de contar com um sistema de backup da base de dados.

11.3.2 Organização do Controle Acadêmico

A organização do controle acadêmico se dá por meio da guarda, zelo e


manutenção periódica dos arquivos físicos que são dispostos na Secretaria
Acadêmica e pela utilização de sistemas de gestão acadêmica nos quais são
realizados os registros do desempenho e solicitações acadêmicas.
As solicitações acadêmicas e lançamentos feitos nos sistemas são também
arquivados nas pastas de assentos individuais. Para manutenção dessa organização
respeita-se uma periodicidade de atualização dos arquivos, sendo necessário que os
168

registros sejam realizados em conformidade com os prazos estabelecidos no


Calendário Acadêmico de cada semestre letivo.
O I-PROTOCOLO é o sistema eletrônico de registro e controle de solicitações
acadêmicas, disponível para acesso dos acadêmicos por meio do endereço
eletrônico<[Link]

11.4 Laboratórios para o curso

Na perspectiva de garantir uma formação articulada com o campo de trabalho


e que possa responder às exigências da atualidade, incluindo-se neste particular o
contexto das novas tecnologias da comunicação e da informação, o Curso de
Pedagogia da Unitins conta com laboratórios e espaços onde podem ser
desenvolvidas aulas e demais atividades voltadas para o aluno, a fim de garantir ao
futuro pedagogo elementos necessários ao domínio dos conhecimentos de sua
formação e atuação profissional, bem como, mais especificamente, os domínios das
novas tecnologias aplicadas ao processo educacional.
O aspecto da aplicabilidade, ou seja, da concretização da relação orgânica da
teoria com a prática, princípio basilar desse currículo, terá, necessariamente, no
campo de pesquisa, estágio e atuação do futuro profissional – a escola, o mais
importante espaço de execução dessa proposta de formação. Assim, tanto o
laboratório propriamente dito quanto a escola comporão os espaços privilegiados
dessa articulação.
Especificamente o Curso de Pedagogia contará com o Laboratório de
Informática da Unitins, destinado ao desenvolvimento de atividades propiciadoras da
articulação entre as novas tecnologias da comunicação e informação e o campo da
educação, onde, além das aulas, os estudantes poderão fazer seus trabalhos
acadêmicos.
● Laboratório de Informática: localizado no Prédio Administrativo e no Prédio
cedido para Unitins. Espaço para o desenvolvimento de pesquisas e trabalhos
voltados as tecnologias educacionais, com vistas a contribuir para a formação
dos futuros licenciados, além de servir de apoio para a comunidade escolar.
● Brinquedoteca: o espaço para a implantação da brinquedoteca ainda a
definir. O Espaço contribuirá na formação dos futuros licenciados,
proporcionando um ambiente de construção de material pedagógico, estudos
169

de práticas pedagógicas, exposição de trabalhos/materiais elaborados nas


unidades curriculares do curso, bem como viabilizar o acesso da comunidade
externa às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas ao longo
do processo de formação acadêmica dos discentes, compreendendo,
também, a criação e exploração de brinquedos, jogos e estratégias
formativas.
Na coordenação do curso de Pedagogia está materiais que comporam
o Brinquedoteca (Laboratório de Práticas Pedagógicas). No quadro
demonstra-se a relação dos itens.
Discriminação do material Quantidade Local
Caixa Tátil – 75 peças 02 Disponível na
coordenação do curso
de Pedagogia
Caixa Visual de Representações 01 Disponível na
Geométricas coordenação do curso
de Pedagogia
Fracsoma – 43 peças 10 Disponível na
coordenação do curso
de Pedagogia
Material dourado individual – 111 10 Disponível na
peças coordenação do curso
de Pedagogia
Fonte: Coordenação do curso de Pedagogia, 2022.
● Laboratório de Educação Especial (sala de recursos): o espaço para a
implantação do Laboratório de Educação Especial ainda a definir. O espaço
contribuirá para a formação dos futuros licenciados, proporcionando a
oportunidade de vivenciar as atividades pedagógicas voltadas para os alunos
com necessidades especiais e com altas habilidades, por meio do estágio
bem como com as atividades práticas das aulas. O laboratório também
atenderá as crianças da comunidade de Araguatins e do entorno, caso
necessário.

A Brinquedoteca, de acordo com a Referência Curricular Nacional para


Educação Infantil (BRASIL, 1998) o brincar é um processo fundamental ao
desenvolvimento da imaginação, criatividade, sociabilidade, motricidade, autonomia
e identidade da criança sendo essencial a construção de um adulto funcional. Desse
modo, a brincadeira é considerada uma atividade muito importante para a educação
infantil tendo incomparável relevância no processo de desenvolvimento das crianças,
170

já que é por meio dela que o domínio da realidade se torna mais acessível à criança,
favorecendo seu desenvolvimento psíquico e sua inserção social.
Nesse ínterim, compreender a importância da ludicidade como fator de
desenvolvimento basilar do ser humano é algo essencial na formação do profissional
da Educação, pois o brincar é reconhecido pelos estudiosos da infância, da
sociologia, da psicologia e do desenvolvimento humano, como sendo a atribuição
mais peculiar e necessária ao seu pleno desenvolvimento: cognitivo, motor, afetivo e
social.
É nesse sentido, que as diretrizes curriculares do Ministério da Educação –
MEC para os cursos de formação de professores, preconizam que o espaço da
Brinquedoteca nos cursos de Pedagogia e das demais licenciaturas, como algo
imprescindível na formação docente, por se constituir um campo privilegiado de
estudos aplicados dos fundamentos da ciência da Pedagogia.
A Brinquedoteca é, pois, um espaço que favorece as brincadeiras, a
criatividade a imaginação, para Cunha (2010, p. 36), brinquedoteca é:

[...] um espaço preparado para estimular a criança a brincar, possibilitando o


acesso a uma grande variedade de brinquedos, dentro de um ambiente
especialmente lúdico. É um lugar onde tudo convida a explorar, a sentir, a
experimentar. Quando uma criança entra na brinquedoteca deve ser tocada
pela expressividade da decoração, porque a alegria, o afeto e a magia
devem ser palpáveis.

Quando nos referimos aos cursos de Pedagogia e de Licenciatura, em sua


proposta de formação de educadores, notamos que os mesmos devem ter esforços
no sentido de fazer com que os alunos adquiram, ao longo de sua graduação,
conhecimentos consistentes sobre o desenvolvimento infantil e os processos de
ensino aprendizagem. Defende que os futuros profissionais devem ser preparados
em sua dimensão técnica, científica e humana, de forma compromissada com a
sociedade na qual está inserido.
A brinquedoteca deve ser um espaço para promover a aprendizagem e o
desenvolvimento integral das crianças, por meio do lúdico. É por este motivo, que
propomos a construção do espaço da Brinquedoteca na Universidade Estadual do
Tocantins, iniciativa esta, que além de incrementar a formação dos alunos de todos
os cursos de licenciatura e de Pedagogia, atendendo as exigências do Ministério da
Educação, trará benefícios sociais importantes, além de funcionar como um Projeto
171

de Extensão, reafirmando a visibilidade da Universidade como instância inovadora e


formadora, além de firmar a imagem da Instituição como referência em qualidade de
ensino.
Neste sentido, na Brinquedoteca da UNITINS, os futuros licenciados poderão
ampliar seus conhecimentos teórico-práticos a respeito do desenvolvimento infantil,
reconhecendo a diversidade de jogos (simbólicos e de regras), suas características e
contribuições para o desenvolvimento psicomotor, cognitivo e socioafetivo da
criança. Além disso, por meio da história de desenvolvimento dos brinquedos e
brincadeiras, poderão compreender a importância cada vez maior que o universo e o
patrimônio cultural da infância vêm tendo na sociedade contemporânea, decorrência
de estudos científicos na área da Pedagogia e das ciências correlatas (Psicologia,
Antropologia, Sociologia, Linguagem), que ampliaram sobremaneira a forma de se
pensar o universo infantil e, consequentemente, de se compreender e organizar os
processos de ensino aprendizagem.
A relevância da futura brinquedoteca da UNITINS estará em favorecer o fazer
pedagógico dos docentes e discentes, possibilitando uma práxis pedagógica em que
se perceba o quão importante é o espaço do brincar para o desenvolvimento infantil,
de sendo tal lócus, de suma importância para a formação docente e para o
desenvolvimento infantil, considerando que é papel do docente e futuro docente,
criar situações significativas, que possam contribuir para o desenvolvimento das
crianças, percebendo que o brincar se faz importante no dia a dia das mesmas.
Deste modo, se pensar em uma brinquedoteca nas dependências da
UNITINS, é pensar não só num espaço de reconhecimento de direitos dos alunos e
alunas e das crianças, mas também pensar na possibilidade de formar profissionais
como mediadores entre a criança e o objeto da brincadeira, criando também
espaços de formação em vários aspectos, primando e objetivando, especialmente, a
formação de professores, mediadores, possibilitando pesquisas e extensões sobre o
brincar e o brinquedo, e concretização intenções educativas emancipatórias e de
qualidade.
O Laboratório de Educação Especial, conforme a Constituição da República
Federativa do Brasil/1988, especialmente no inciso IV, do artigo 208, bem como a
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96), particularmente no
artigo 59, inciso I, juntamente com as Diretrizes Nacionais para Educação Especial
na Educação Básica (Resolução número 2/2001), versam sobre a necessidade de
172

ajuda técnica, além de elementos que permitem compensar uma ou mais limitações
funcionais motoras, sensoriais ou mentais da pessoa com deficiência, ou aquelas
que possuem algum tipo de limitação de aprendizagem, com o objetivo de lhes
permitir superar as barreiras.
Nesse sentido, a formação dos profissionais que lidarão diretamente com as
mais diversas demandas dentro do sistema educacional, deve estar pautada no
aspecto inclusivo, construindo olhares e atitudes, que possibilitem o atendimento
escolar de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades / superdotação, almejando de lhes garantir qualidade de ensino.
Deve se partir da premissa que com Necessidades Educacionais Especiais
(NEE) têm por direito à matrícula nas escolas regulares e garantida a igualdade de
condições para o acesso e para a permanência na escola, através de “atendimento
educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede
regular de ensino” (BRASIL, 1988). Além disso, a Política Nacional de Educação
Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008) especificou a
necessidade de garantir, entre outras coisas, a “formação de professores para o
atendimento educacional especializado e demais profissional da educação para a
inclusão escolar” (BRASIL, 2008a, p. 8).
Desta forma, a implantação do Laboratório de Educação Especial da
Universidade Estadual do Tocantins, promoverá, além de uma aprendizagem
significativa, uma prática pedagógica concreta que dará suporte ao curso de
Pedagogia e poderá ajudar no desenvolvimento da competência necessária à
formação do futuro profissional de Educação.
O Programa de Implantação do Laboratório de Educação Especial consiste na
construção de um novo espaço institucional, que pretende agregar projetos de
ensino, pesquisa e extensão visando investigar formas de oferecimento de apoio
pedagógico às pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais no
âmbito da UNITINS.
O Laboratório de Educação Especial da Universidade Estadual do Tocantins,
tem como objetivos:
● oferecer opções de estágios aos estudantes dos cursos de Pedagogia e
Licenciatura da UNITINS, garantindo supervisão aos estagiários;
● estabelecer parcerias com instituições públicas e privadas de educação
especial e com movimentos sociais com a finalidade de abrir frentes para a
173

realização de outros estágios;


● desenvolver conhecimentos sobre a elaboração de materiais pedagógicos de
apoio a pessoas com deficiência e outras necessidades educacionais
especiais; produzir, analisar, catalogar e disponibilizar tipos variados de
materiais didáticos, equipamentos especiais, literatura específica e outros
tipos de documentos (DVD, fitas VHS, relatórios de pesquisa, teses e
dissertações etc.).
● implantação do Atendimento Educacional especializado, por meio da
implantação de salas de recursos multifuncionais, fortalecendo o processo de
inclusão de alunos da UNITINS nas classes comuns de ensino regular;
● oferecer formação para profissionais e comunidade, que se pautem em temas
sobre a inclusão na sociedade, orientando e capacitando, oferecendo- lhes
elementos de reflexão, sensibilização e domínio de práticas pedagógicas e de
atitudes sociais concernentes à construção de processos de inclusão escolar;
● planejar e realizar palestras, seminários, encontros, cine-debate, cursos e
oficinas sobre Educação Inclusiva.

A relevância do Laboratório também será a de constituir como um núcleo de


estudos e pesquisas, por meio de trabalhos e projetos desenvolvidos pelos docentes
e discentes envolvidos nas diferentes ações de inclusão da Universidade. Essa
perspectiva consolidará a produção científica em ensino, aprendizagem e educação
da UNITINS, consolidando o Campus enquanto referencia científica e polo difusor e
construtor de conhecimento em Educação Especial.
O Laboratório de Educação Inclusiva da UNITINS permitirá a instituição
educar e promover educação na perspectiva da diversidade, respondendo a uma
demanda social e ainda pouco assistida no Estado do Tocantins, se constituindo
como uma instância em que são desenvolvidas ações nos âmbitos legais,
tecnológicos, pedagógicos, psicológicos e institucionais, atendendo a uma
significativa parcela da população que requer diversos tipos de apoios à sua
aprendizagem para concretização de sua formação acadêmica e a outras
necessidades que emergem do paradigma inclusivo no contexto da sociedade
contemporânea.
Ressalta-se ainda que o curso conta também com a infraestrutura do prédio
cedido a Unitins, por exemplo, Biblioteca que se constitui como espaço de uso
174

comum das licenciaturas nas dependências do campus Araguatins, destinado a


promover a interação entre diferentes cursos de formação de professores, de modo
a incentivar o desenvolvimento de metodologias voltadas para: inovação das
práticas pedagógicas; formação de caráter interdisciplinar a discentes de
licenciatura; elaboração de materiais didáticos de caráter interdisciplinar; uso de
tecnologias da informação e comunicação.
Os laboratórios a serem implementadados serão destinados ao uso pelos
docentes, discentes e técnicos administrativos, acessíveis à toda comunidade
acadêmica da UNITINS câmpus Araguatins e população escolar de Araguatins e
região.
Os laboratórios supracitados estão fase de tramitação documental interna
para aquisição dos materiais.
Desse modo, o processo para aquisição dos materiais para a implementação
dos laboratórios será anexado ao final do PPC.
175

REFERÊNCIAS

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TOCANTINS. Lei n. 2.829, de 26 de março de 2014. Cria na estrutura operacional


da Fundação Universidade do Tocantins - Unitins os campi universitários dos
municípios de Araguatins, Augustinópolis e Dianópolis, e adota outras
providências. Palmas, TO, mar 2014.
TOCANTINS. lei n. 1.160, de 19 de junho de 2000. Reestrutura a Fundação
Universidade do Tocantins e adota outras providências. Palmas, TO, jun 2000.

TOCANTINS. Lei n. 872, de 13 de novembro de 1996 do Governo do Tocantins.


Determina o processo de extinção da autarquia em que se constitui a
Universidade do Tocantins. Palmas, TO, nov 1996.
TOCANTINS. Lei no 872, de 13 de novembro de 1996. Determina o processo de
extinção da autarquia em que se constitui a Universidade do Tocantins.
Palmas, TO, nov 1996.
TOCANTINS. Lei no 326, de 24 de outubro de 1991. Reestrutura a Universidade
do Tocantins e dá outras providências. Palmas, TO,out 1991.
TOCANTINS. Decreto n° 252, de 21 de fevereiro de 1990. Cria a Universidade do
Tocantins. Tocantins. Palmas, TO, fev 1990.
TOCANTINS. Lei no 136, de 21 de fevereiro de 1990. Cria a Fundação
Universidade do Tocantins. Palmas, TO, fev 1990.
TOCANTINS. Decreto n. 2021, de 27 de dezembro de 1990 do Governo do
Tocantins. Autoriza o funcionamento da Universidade do Tocantins. Palmas, TO, dez
1999.

UNITINS. Comissão Própria de Avaliação: autoavaliação institucional. Unitins,


2018.

UNITINS. Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão. Resolução n. 003/2010.


Aprova o regimento interno dos colegiados dos cursos de graduação. Disponível em:
Acesso em: 18 nov. 2019.
178

ANEXOS
ANEXO I – NORMATIVAS

RESOLUÇÃO CNE/CP N. 2, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2017


Institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser
respeitada obrigatoriamente ao longo das etapas e respectivas modalidades no
âmbito da Educação Bá[Link]ário Oficial da União, Brasília, 22 de dezembro de
2017, Seção 1, pp. 41 a 44.

INSTRUÇÃO NORMATIVA/No 01/2019/GABREITOR, DE 23 DE MAIO DE 2019.


Dispõe sobre a estruturação e definição das cargas horárias relativas à
integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, tecnólogos na
modalidade presencial da Universidade Estadual do Tocantins - UNITINS. Diário
Oficial do Estado do Tocantins em 27 de maio de 2019.

RESOLUÇÃO N. 024, DE 14 DE MARÇO DE 2019.


Aprova o Documento Curricular da Educação Infantil e do Ensino
Fundamental, para o Território do Tocantins, fundamentado na Resolução CNE/CP
no02, de 22 de dezembro de 2017, que institui e orienta acerca da Base Nacional
Comum Curricular (BNCC).Diário Oficial do Estado do Tocantins - 29 de abril de
2019.

RESOLUÇÃO N. 4, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2018


Institui a Base Nacional Comum Curricular na Etapa do Ensino Médio (BNCC-
EM), como etapa final da Educação Básica, nos termos do artigo 35 da LDB,
completando o conjunto constituído pela BNCC da Educação Infantil e do Ensino
Fundamental, com base na Resolução CNE/CP n. 2/2017, fundamentada no Parecer
CNE/CP n. 15/2017.
179

ANEXO II – TABELA DOS PROJETOS E AÇÕES NAS ATIVIDADES DE ENSINO,


PESQUISA E EXTENSÃO

CURSO DE PEDAGOGIA –CÂMPUS ARAGUATINS-TO

COORDENOR(A)/ PERÍODO DE
MODALIDADE TÍTULO DA AÇÃO OBJETIVO ACADÊMICO(A)
ORIENTDORA(O) EXECUÇÃO
Bruna Alves de
Melo
Albuquerque,
Práticas Érica Alves
Pedagógicas Analisar como está Pereira, Kelma
étnico-raciais: sendo desenvolvidos Lima de
um estudo sobre as práticas Almeida,
aplicabilidde da pedagógicas para Lunnara
Lei 11.645/2008, educação das Gabriela Souza
no ensino Relações Étnico Miranda,
Ana Maria
fundamental 1º Raciais, Afro- Lucivane
Freitas Dias Fev/2022
fase à luz da brasileira, africana e Fernandes
Pesquisa Lima/Francis à
criatividade nas Indígena, nas Lima, Maria
ca da Silva Dez/2022
escolas Escolas Públicas de Joaquina
Feitosa
públicas: Escola Augustinópolis- Fernandes de
Comunitária de Escola Comunitária Almeida, Maria
Augustinópolis/T de Augustinópolis - Aparecida da
O e Escola Escola Municipal São Silva, Renilde
Municipal São Vicente Ferrer, à luz Lopes Costa,
Vicente Ferrer – da criatividade Nathalya da
Araguatins/TO. Silva Santos,
Shaiane
Pereira da Silva
(1º período)
A
APRENDIZAGE
M POR PARES Aplicar a metodologia
COMO da Aprendizagem por
FERRAMENTA Pares em uma
Projeto
FACILITADOR Escola no municipio
Programa
A NO de Araguatins,
Institucion
PROCESSO visando a melhoria Antônio Cidiléia Firmino Out/2021
al de
ENSINO E dos índices de Clerton de Sousa (7º à
Bolsas de
APRENDIZAGE retenção de Santana período) Set/2022
Iniciação à
M DE conteúdo em alunos
Extensão
CIÊNCIAS DA com mais
(PIBIEX)
NATUREZA NO dificuldades de
ENSINO aprendizagem e
FUNDAMENTA baixo desempenho.
L SÉRIES
INICIAIS
Projeto EDUCAÇÃO
Programa AMBIENTAL: a
Institucion reutilização Confeccnionar Paula Meirelles
Fev/2022
al de dos resíduos brinquedos Francisca da Lopes da
à
Bolsas de sólidos na pedagógicos com Silva Feitosa Silva(5º
Set/2022
Iniciação à confecção de resíduos sólidos período)
Extensão brinquedos
(PIBIEX) pedagógicos.
Cleidivan Bispo
SOFTWARES Desenvover José Filho Mar/2022
Curso Gomes
LIVRES habilidades no Ferreira Marlucia Vieira à
180

APLICADOS À manuseio e utilização Nobre/ Vaz Maio/2022


EDUCAÇÃO de recursos Antônio Nária Alves da
MATEMÁTICA: tecnologicos para o Clerton Cruz
O GIGANTE ensino de Santana Jayne Mara
Almeida Santos
GEOGEBRA - matemática nos Araújo/Aquen Thassyla Vitória
Módulo II – egressos do curso de ubia de Oliveira Jacob
Programando Pedagogia, Gonçalves Ketuly da Silva
objetos professores atuantes da Silva Peixoto (7º
Educacacionai no ensino período)
s Inclusivos fundamental e médio,
bem como divulgar a
importência da
UNITINS na região
do extremo norte do
Tocantins.
Analisar a
contribuição do
Cursos de
Licenciatura em
Letras e Pedagogia
FORMAÇÂO,
desenvolvido pela
PERSPECTIVA
Universidade
S
Estadual do
LINGUÍSTICAS
Tocantins –
E
Araguatins no Antonia
TRAJETÓRIAS Denyse Mota
sentido Kelly Gomes Fev/2022
DE da Silva /
Pesquisa da sua formação Araújo/ Daíra à
EGRESSOS: O Simara de
docente inicial, Pereira Reis(7º Dez/2023
caso das Sousa Muniz
habilidades período)
licenciaturas da
linguísticas nas
Araguatins da
diversas situações
Universidade
comunicacionais e do
Estadual
desempenho
do Tocantins
profissional docente
e cidadão dos
egressos
no período de 2018 a
2021
1)Lívia Eduarda
O lúdico e o
Lourenço -
Projeto brincar como
O curso visa atender Bolsista (5º
Programa forma de
crianças e período)
Institucion aprendizagem
adolecentes que Silvanis dos 2)Geovana Dez/2021
al de para crianças e
estão em situação de Reis Borges Borges da à
Bolsas de adolescentes
risco sofrendo tipos Pereira Silva, Jun/2022
Iniciação à vulneraveis às
de abusos e violência 3)Ludimila
Extensão situações
em seus lares. Sousa Ferreira
(PIBIEX) ambientais e
(voluntárias, 5º
sociais.
período)

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