Entrevista Diagnóstica de Autismo Resumida
Entrevista Diagnóstica de Autismo Resumida
Entrevista
Diagnóstica
de Autismo
Revisada
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Índice (Lista dos itens da ADI-R (forma abreviada))
Introdução
Histórico/Antecedentes
Família/Criança
História médica/social
Educação do sujeito (escolar e pré-escolar)
Medicação
Diagnóstico
Questões Preliminares
[Link]ções Atuais
Desenvolvimento Precoce
Início dos sintomas
[Link] (em meses) em que os pais notaram pela primeira vez que algo não estava bem com a
linguagem, relacionamentos ou comportamento
[Link] primeiros sintomas que despertaram a preocupação parental
[Link]ício percebido com atraso
Etapas Motoras
[Link] sem ajuda
Controle de esfíncteres
[Link]ção do controle do intestino e da bexiga:diurno
[Link]ção do controle do intestino e da bexiga:noturno
Comunicação
[Link] do corpo de outra pessoa para se comunicar
[Link] de aquisição das primeiras palavras isoladas
10. Idade de aquisição das primeiras frases
[Link]ção/Pronúncia
[Link] de expressões não repetitivas
(13-17) Nível de linguagem comunicativa antes da perda/perda das habilidades da linguagem
depois da aquisição
13. Nível de linguagem comunicativa antes da perda
Perda das habilidades da linguagem depois da perda
[Link] comunicativa, espontânea e com significado
[Link] usadas espontaneamente, mas sem intenção comunicativa clara
[Link] simples
[Link]ção
[Link] imediata
[Link]ões estereotipadas e ecolalia retardada
20.Nível global de linguagem
[Link]ção social/ “conversação”
[Link]ção recíproca
[Link] ou afirmações inadequadas
[Link]ão pronominal
[Link]/ linguagem idiossincrática
[Link] verbais
[Link]ção / Volume / Ritmo / Velocidade
[Link]ção espontânea das ações
[Link] para expressar interesse
[Link] convencionais/instrumentais
2
[Link] com a cabeça (sim)
[Link] com a cabeça (não)
[Link]ção à voz
[Link]ções com a audição
[Link] excessiva ao barulho
[Link]ão da linguagem simples
Desenvolvimento social e o jogo
[Link] visual direto
[Link] social
[Link] e dirige a atenção
[Link]
[Link] compartilhar o seu prazer com outros
[Link] conforto
[Link] do comportamento social
44.Série de expressões faciais usadas para comunicar
[Link]ão facial inadequada
[Link] sociais adequadas
Atividades e brinquedos favoritos
[Link]ício de atividades adequadas
[Link] imaginativo
[Link] imaginativo com colegas
[Link] social imitativo
[Link] por crianças
[Link] à aproximação de outras crianças
[Link] grupal com colegas
[Link]
Interesses e Comportamentos
[Link] circunscritos
[Link]ções incomuns
[Link] repetitivo de objetos ou interesse por partes de objetos
[Link]ões / rituais
[Link] sensoriais incomuns
[Link] de mãos e dedos
[Link] maneirismos complexos ou movimentos de corpo estereotipados
[Link]ço
[Link] de andar
[Link] com mudanças mínimas nas próprias rotinas do sujeito ou ambiente pessoal
[Link]ência às mudanças insignificantes no ambiente
Comportamentos Gerais
[Link]ão aos educadores ou membros da família
[Link]ão às pessoas estranhas ao seu convívio familiar
[Link]-agressão
[Link] em casa e em outro lugar
[Link]/Convulsões/Ausências
(71-79) Perda de habilidades/ Perda de habilidades associadas com enfermidade física
[Link] de habilidades/Perda de habilidades
[Link] de habilidades (associada com enfermidade física)
Áreas de perda
[Link]ção
[Link] e resposta social
3
[Link] e imaginação
[Link] de adaptação
[Link] pré-acadêmicas, acadêmicas ou vocacionais
[Link] motoras
[Link] em que a perda principal de habilidade se evidenciou
[Link]ção progressiva
[Link]ção do período de deterioração
[Link] em que a anomalia se evidenciou pela primeira vez
[Link] do entrevistador sobre a idade em que as anormalidades do desenvolvimento
se manifestaram inicialmente
(84-89) Habilidades isoladas especiais
[Link] viso espacial
[Link] de memória
[Link] musical
[Link] de desenhar
[Link] de leitura
[Link] de cálculo
Avaliação Global
Impressões e circunstâncias da entrevista
Resumo das discrepâncias entre as descrições do informante e a observação do entrevistador
Estilo da Entrevista
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comportamentais para pontuação e não no fato todas as questões terem sido feitas. Se restar
dúvida sobre a pontuação, espera-se que o entrevistador considere quais questões adicionais
ajudariam a solucionar tais dúvidas, e lhes pergunte adequadamente. O entrevistador pode
fazer questões adicionais com propósitos clínicos quando surgirem assuntos durante a
entrevista.
É crucial compreender que esta abordagem é diferente das empregadas em entrevistas
estruturadas que se baseiam em respostas do informante. Em tais entrevistas, as questões
padronizadas são especificadas e devem ser perguntadas na forma dada, com pontuação
baseada somente na resposta positiva ou negativa do informante aos comportamentos
questionados. Isto significa que estas entrevistas estão dependentes de todos os informantes
interpretarem a pergunta da mesma forma, e destes possuírem, ainda, a compreensão
conceitual para fazerem as distinções requeridas. Na ADI-R, o entrevistador deve fazer
questões até ter certeza de que obteve toda a informação necessária para poder fazer as
distinções requeridas para cada pontuação. Respostas “sim” ou “não” nunca são pontuadas
como tal. Pelo contrário, descrições comportamentais são pontuadas/classificadas.
Este aspecto significa que há uma ênfase importante na necessidade de obter
descrições detalhadas do comportamento real. Afirmações gerais não são aceitas. Em vez
disso, os informantes são questionados para oferecer uma descrição seqüencial do
comportamento do sujeito em acontecimentos ou episódios recentes. Estas descrições devem
ser escritas abaixo do roteiro, usando as páginas em branco à [Link] permite a
comparação entre entrevistadores e verificar a extensão a que estas pontuações aderem aos
critérios especificados para cada código. Além disso, fornece matéria prima para reavaliação
de comportamentos particulares, se o conhecimento subseqüente que distinções adicionais
têm ser feitas.
Ao longo da entrevista, a pontuação (e, conseqüentemente, as questões designadas
para obter os comportamentos relevantes) foi projetada com o propósito de diferenciar atraso
de desenvolvimento, ou prejuízo de alguma função, de desvio, ou anormalidade qualitativa
nessa função. Além disso, cada pontuação procura enfocar sobre um tipo específico de desvio
em vez de uma anormalidade geral indiferenciada.
Porque este tipo de entrevista baseada no investigador depende da perícia na técnica de
entrevista de entrevistador com conhecimento detalhado das distinções conceituais envolvidas
em cada pontuação é essencial que os entrevistadores recebam treinamento no uso do ADI-R.
Dependendo da experiência prévia do entrevistador em entrevista clínica e nos aspectos
comportamentais que possam estar associados com TGD, variará a duração do treinamento.O
treinamento deve incluir o exame (observação) das entrevistas gravadas, juntamente com
supervisão e discussão das entrevistas conduzidas, para adquirir as habilidades necessárias
para entrevistar. O treinamento deve também incluir a pontuação das entrevistas gravadas,
juntamente com a discussão da mesma, para apreender seus conceitos e convenções. Todos os
dados psicométricos do ADI-R foram computados, os quais foram adquiridos em entrevistas
“face a face” por entrevistadores treinados, que é o formato esperado do instrumento. Assim,
dados adquiridos de outras maneiras ou por outros entrevistadores sem treinamento
padronizado, precisarão ser sustentados com estatísticas adicionais para indicar
comparabilidade do ADI-R e a confiabilidade e a validade de ambos os itens e os níveis do
algoritmo.
Formato da Entrevista
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perguntar ao informante que compare o sujeito com seus irmãos. Contudo, isto exige que o
entrevistador esteja atento à idade e sexo dos irmãos e saber se eles têm algum tipo de
“deficiência”. Do mesmo modo, é importante para o entrevistador saber qual tipo de escola é
freqüentada e se o sujeito se encontra sob alguma forma de cuidado residencial. A seção
inicial da entrevista é destinada somente para o propósito de orientação e não se pretende
fornecer dados pormenorizados sobre a família.
A segunda seção da entrevista inclui a história do desenvolvimento precoce com
questionamentos sobre o momento em que inicialmente os pais notaram que algo não estava
bem com o sujeito (e o que é que causou essa preocupação naquele momento) e em várias
etapas importantes do desenvolvimento (ex: caminhar, controle de esfíncteres). Ao identificar
as idades em que ocorreram estas etapas importantes (bem como outros aspectos na
entrevista), é alguma vez desejável para personalizar o “momento escolhido” através de
referências aos aniversários, ou eventos familiares importantes (chaves) (tais como feriados
ou mudança de casa ou o início do jardim de infância). As pessoas raramente lembram
acontecimentos por datas ou idades, e o propósito desta personalização é desencadear
recordações do que é que o sujeito estava fazendo em alguns períodos ou ocasiões
pessoalmente memoráveis.
As próximas três seções de entrevista enfocam os comportamentos do sujeito em idade
precoce e atual, com “atual” definido como os 3 meses anteriores à entrevista, exceto para
crianças com idade inferior a 3 anos. Cada uma das 3 seções, por sua vez,dirigidas a uma área
diferente ou combinação de áreas relacionadas com o diagnóstico de autismo, isto
é:comunicação e linguagem, desenvolvimento social e jogo, e interesses e comportamentos
excepcionais (incomuns). A sexta e última seção refere-se às dificuldades comportamentais
não específicas, habilidades especiais, e algumas questões para completar a entrevista.
Porque a entrevista é destinada para ser aplicada sobre uma faixa etária abrangente
(em termos de ambas as idades cronológica e mental), há a necessidade de definir o período
de idade no qual os códigos se aplicam, e faze-lo de modo que é que forneça o máximo de
comparação entre os sujeitos. Isto é feito de três maneiras de acordo com o tipo de item.
Primeiro, há a categoria de comportamentos que indicam anormalidades qualitativas que
seriam desvios em qualquer idade. Exemplos incluem ecolalia tardia, rituais e auto-agressão.
Estes são codificados em termos de atual (significando os 3 meses imediatamente
precedentes à entrevista de avaliação) e alguma vez (significando qualquer período durante a
vida do sujeito, incluindo o período de tempo atual). Porque alguma vez inclui atual, o
entrevistador precisa conferir se no código alguma vez se indica tanta anormalidade quanto as
evidentes no código atual.
Segundo, há uma categoria de comportamentos que é provavelmente fortemente
influenciada pelo nível maturacional. Estes incluiriam muitos aspectos do comportamento
social e comunicação. Teoricamente, estes seriam codificados em termos de anormalidades
em relação ao nível de desenvolvimento dos sujeitos. Contudo, a quantificação exata do nível
de desenvolvimento pode não estar disponível na ocasião da entrevista e, até mesmo quando
disponível, pode não ser útil por não existirem dados comportamentais válidos na área de
normalidade em idades diferentes. Há duas preocupações principais com respeito a esta
categoria de comportamentos. Primeiro, porque os fatores maturacionais são tão influentes,
sujeitos mais velhos podem ter superado ao menos as deficiências mais grosseiras;
conseqüentemente há necessidade de enfocar em uma faixa etária na infância precoce.
Segundo, sujeitos muito jovens severamente retardados podem mostrar deficiências como
resultado somente de um atraso do desenvolvimento e não de outro distúrbio ou
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anormalidade; conseqüentemente há a necessidade de evitar pontuações baseadas em
comportamento da infância muito precoce. A experiência mostrou que o compromisso mais
satisfatório é pontuar o comportamento que é que se mostrou mais anormal durante o
período de 4.0 para 5.0 anos, e pontuar o comportamento como atual. O enfoque no quinto
ano de vida não significa que autismo ou outro transtorno global do desenvolvimento não
possa ser diagnosticado em idade inferior a 4 anos. Porém, significa que o diagnóstico de
crianças muito jovens tem menor validade e confiabilidade. Para crianças de idade inferior a 4
anos, todos os códigos mais anormal 4.0 a 5.0 devem ser pontuados “8” para não aplicável.
Terceiro, há alguns comportamentos que são relevantes somente durante períodos de
idades particulares (precoces ou tardios) ou que mudam qualitativamente tão acentuadamente
com a idade, que infância “precoce ou tardia” não pode ser empregada da mesma maneira.
Nestes casos, restrições específicas de idade são determinadas para cada código. Exemplos
incluem contato visual direto (item 37), jogo imaginativo (item 48) e amizades (item 54).
Uma preocupação adicional para todos os códigos é a duração em tempo que é que os
comportamentos devem ter estado presentes para serem pontuados. O período especificado
(com muitas poucas exceções) é 3 meses. Isto porque muitas crianças demonstravam
anormalidades passageiras de tipos que se aproximam de características de autismo (mas que
provavelmente não têm o mesmo significado).Conseqüentemente, para que comportamentos
anormais sejam pontuados como presentes, têm que durar no mínimo 3 meses.
Para cada seção da entrevista, há uma questão inicial obrigatória impressa em texto
datilografado em cores fortes.O entrevistador deve continuar a fazer questões adicionais até
que possa fazer o código para cada seção ou item. Além da questão inicial obrigatória para
cada seção da entrevista, há um número variável de questões suplementares. O entrevistador
pode selecionar se quer ou não usar esta ou aquela questão adicional, conseqüentemente, se é
útil para esclarecer aspectos do comportamento em avaliação. Na elaboração das questões, o
entrevistador deve ser orientado pelas instruções e definições dos códigos.
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O entrevistador tem a responsabilidade de obter e registrar exemplos suficientes de
comportamentos reais, antes de tomar cada decisão relativa à pontuação. A pontuação deve
então ser feita e inscrita no local pertinente no roteiro, antes de passar para o próximo item da
entrevista. Isto assegura que o entrevistador está certo de que coletou informação suficiente
para fazer a pontuação. Observe que, para facilitar a escolha das questões, alguns itens
fornecem instruções e diretrizes para o entrevistador. Todas as instruções são digitadas em
letra maiúscula e incluídas entre parênteses. Estas instruções não são para o informante.
Como já mencionado, exceto se explicitamente especificado o contrário no roteiro, os
comportamentos têm que ter estado presentes repetidamente ou persistentemente acima de um
período de pelo menos 3 meses para ser pontuados como anormais. Um único episódio de
comportamento anormal deve ser registrado por escrito, mas normalmente isto não deve ser
considerado suficiente para pontuação. Contudo, quando o informante afirma explicitamente
que o comportamento foi (ou é) recorrente, embora só possa dar um exemplo real, a
anormalidade deve ser pontuada como presente. Se em qualquer momento da entrevista, o
informante der informações adicionais ou lembrar detalhes que possam afetar uma pontuação
anterior, o entrevistador deve retornar ao item para esclarecer e alterar a pontuação como
conveniente. A cada passo da entrevista, o entrevistador deve anotar quaisquer discrepâncias
óbvias entre a informação dada pelo informante e outras fontes de informação. Estas
discrepâncias devem ser resumidas na última página da entrevista.
Ao término da entrevista, o entrevistador deve assegurar que todos os códigos tenham
sido feitos e anotar suas impressões da entrevista e em que circunstâncias, esta foi
administrada/conduzida. Deve anotar também se qualquer gravação foi feita (áudio ou visual).
Há vários momentos que decisões devem ser tomadas sobre a aplicação de questões
particulares. O princípio geral é de que a aplicabilidade deve ser assumida, a menos que esteja
claro que é que o comportamento em questão não podia ser mostrado pelo sujeito. Esta
questão surge obviamente na seção que é que trata das anormalidades da linguagem falada.
Claramente, não há razão para perguntar se o sujeito não tem fala suficiente para fazer a
pontuação. Neste caso, “8” deve ser pontuado.
É desejável para o algoritmo do diagnóstico ter uma regra sobre aplicabilidade que se
estenda por todos os itens de comunicação, um único código Global do nível de linguagem
(item 20) é usado para dividir os sujeitos entre os que são verbais (para os quais todos os itens
de comunicação são aplicados) e os que são não verbais (para os quais todos os itens sobre
anormalidades da linguagem falada são tratados como não aplicáveis). Para este propósito,
Verbal é definido como “o uso funcional da linguagem espontânea, ecoada ou estereotipada
da que, diariamente, inclui frases de três palavras ou mais, as quais pelo menos às vezes
inclua um “verbo” e seja compreensível aos outros. Sujeitos não verbais são, além disso
subdivididos dentro de falantes e não falantes conseqüentemente se a fala é ou não usada
diariamente com um vocabulário de pelo menos 5 palavras. A diferenciação entre “verbal” e
“não verbal”, embora necessária para propósitos de aplicabilidade não tem a intenção de
descrever o nível de comunicação do sujeito, mas serve para obter um algoritmo que é que
considere a possibilidade de certas anormalidades.
Deve ser observado também que “frases” são definidas diferentemente para o código
da idade do início do uso de frases (item 10) do que é que são para determinar categoria
verbal e não verbal. Para este código uma frase é definida como duas palavras que inclua um
verbo e que seja espontânea, e não ecolálica. Estas definições não são consideradas como
sinônimas das empregadas por psicolingüistas, porque tem sido necessário planejar definições
8
que maximizem a informação fornecida pelos pais/educadores (em lugar das que são usadas
por peritos em análises de amostras de fala gravadas).
Muitos comportamentos complexos têm múltiplos aspectos que são abordados por
códigos separados. Quando este é o caso, cada aspecto deve ser anotado nos códigos
pertinentes. Por exemplo, quando há comportamento ritualístico com evidência clara de
componentes verbais e comportamentais, estes devem refletir nas pontuações de rituais
verbais e compulsões/rituais. Contudo, o mesmo aspecto do comportamento não deve ser
pontuado em dobro. Quando há ambigüidade sobre qual código deveria ser feito, o
entrevistador deve decidir sobre qual é o mais adequado.
Quando decidir sobre a pontuação dos itens individuais, o entrevistador deve assegurar
que o comportamento descrito é realmente do tipo especificado na definição e pontuação e
que isto não é simplesmente uma conseqüência secundária de qualquer outro aspecto mais
generalizado (como alta atividade ou breves lapsos de atenção ou agressividade). Um
problema é algumas vezes colocado pela incerteza sobre se um comportamento particular
teria se manifestado se o sujeito não estivesse sob efeito de medicação, a qual se imagina ter
controlado esse comportamento. Nestas situações, o entrevistador não deve tentar realizar esta
experiência em sua cabeça. Pelo contrário, o comportamento, deve ser pontuado como
aconteceu.
Cada item (exceto aqueles que se referem a marcos importantes e equivalentes)
pretende especificar algum tipo particular de anormalidade (freqüentemente, mas não alguma
vez, de um tipo de conceito associado com PDD). A pontuação de “2” ou “3” deve ser feita
quando esta anormalidade específica está presente (a distinção entre “2” e “3”, quando
admitida, é feita baseando-se em sua severidade). Uma pontuação “1” deve ser feita quando
está claro que o sujeito exibiu o comportamento do tipo especificado pelo código, mas que
este não é severo, freqüente, ou acentuado o bastante para garantir uma pontuação “2”. A
pontuação “1” não deve ser usada para mostrar anormalidades vagas, duvidosas ou incertas;
estas devem ser pontuadas “0”. A pontuação “0” significa que o comportamento especificado
no código não está presente. Isto não pressupõe que o comportamento seja completamente
normal, mas significa que os desvios da normalidade não eram do tipo especificado neste
código em particular.
Quando um comportamento é não aplicável (como no exemplo não verbal dado
acima), a pontuação é “8”.Em geral, há três circunstâncias principais em que uma pontuação é
não aplicável: 1)a idade da criança está fora da faixa etária para codificar (ex:uma criança de
3 anos para pontuação do comportamento “mais anormal 4.0 a 5.0” ou uma criança de 11
anos para pontuação do comportamento “corrente” no código “jogo imaginativo” com os
colegas); 2)a criança não tem o nível de comportamento exigido para exibir a anormalidade
(ex: uma criança não verbal para códigos de anormalidades da linguagem); e 3)a criança
nunca esteve nas circunstâncias exigidas para evocar o comportamento (ex: uma criança de
escola primária muito isolada que nunca tinha sido exposta a outras crianças seria codificada
“8” sobre “Interesse por outras crianças”). Esta última situação é rara e só deve ser evocada
quando está bastante claro que é que realmente não houve nenhuma oportunidade.
Quando não se sabe se o comportamento ocorreu (i.e. o entrevistador não questionou
adequadamente ou o informante não pode fornecer a informação necessária), a pontuação
deve ser “9”.
Somente em algumas situações, uma pontuação adicional “7” é admissível para
registrar uma anormalidade clara, não do tipo especificado, que estava presente na área geral
da codificação.
9
O entrevistador deve concentrar-se sobre as especificidades de cada código para evitar
erros que surgem de pré-concepções com o fato da criança ter ou não um PDD. Isto é comum
em crianças severamente retardadas que mostram algumas anormalidades dos tipos
associados com PDD, embora seja menos habitual para estas crianças mostrar estas
dificuldades através de uma área, padrão ou severidade suficientes para preencher os critérios
diagnósticos de PDD.
As determinações das cotações podem ser resumidas como segue:
0:O comportamento do tipo especificado na pontuação não está/esteve presente
1:O comportamento do tipo especificado está/esteve presente de forma anormal (ou “ausência
do comportamento” esteve presente), mas não suficientemente severa, freqüente ou acentuado
para cumprir os critérios para “2”
2:Clara anormalidade do tipo especificado a qual reúne/cumpriu os critérios dados para esse
código
3:Uma manifestação mais severa de “2”
7:Clara anormalidade na área geral do código, mas não do tipo especificado
8:Não aplicável (nenhuma oportunidade para exibir o comportamento porque estava fora da
faixa etária pertinente, não tem o nível exigido de comportamento ou porque nunca pôde
apresenta-lo nestas circunstâncias)
9:Desconhecido (não sabido)
As determinações das cotações dos itens do desenvolvimento são um tanto diferente
porque as idades atuais são necessárias. Onde o roteiro da entrevista solicita a pontuação de
uma idade, esta deve ser registrada em meses. Se o informante puder dar somente uma faixa
etária (ex:6-9 meses ou 10-12 semanas), o ponto médio deveria ser tomado e arredondado
para cima (isto é, registrando 8 meses e 3 meses respectivamente). Quando nenhuma data
pode ser obtida, a seqüência seguinte deve ser usada ao longo da entrevista.
993: Regressão - a etapa foi atingida, mas o sujeito regrediu (ex:controle de esfíncteres ,mas
regrediu e suja-se regularmente)
994:A etapa nunca foi atingida (ex:nunca sorriu socialmente, nunca balbuciou, nunca conteve
as fezes e a urina)
995: A etapa ainda não foi atingida (controle de esfíncteres, mas para menor que um ano de
idade)
996: Desconhecido, mas aparentemente normal
997: Desconhecido, mas aparentemente atrasado
998:Não aplicável por alguma razão (ex:impedimento físico que é que impede a realização de
uma etapa motora particular)
999: Desconhecido ou não perguntado
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ADI-R EDIÇÃO RESUMIDA Maio de 1999
Entrevista
Diagnóstica
de Autismo
Revisada
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Nome do probando:......................................................................................... ____________
Sexo do sujeito:...............................................................................................
0=masculino 1=feminino
Estado clínico:................................................................................................
Mês da entrevista:...........................................................................................
Dia da entrevista:............................................................................................
Ano da entrevista:...........................................................................................
Investigador:.....................................................................................................
Nome do informante:........................................................................................
Informante:........................................................................................................
0=mãe 1=pai 2=outro educador 3=associação
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Antecedentes Familiares (Histórico)
“Para começarmos, talvez você pudesse me dar uma idéia da estrutura familiar"
Você tem alguma outra criança?Você pode me falar seus nomes e idades?Algum deles é
casado?Algum deles tem criança?São todas suas crianças?Algum deles é adotivo ou criado?
(SE UM OU OUTRO DOS PAIS CASOU-SE ANTERIORMENTE) Você teve alguma criança do
casamento anterior?Alguém mais vive em sua casa?
Algum de seus filhos está atrasado em seu desenvolvimento?....ou teve algum problema
especial que você buscou tratamento quando eles eram crianças (ou posteriormente)?
Você ou seu marido tiveram alguma dificuldade de desenvolvimento (ou andou ou falou
atrasado)?...ou problemas especiais para os quais você recebeu tratamento quando você era
criança (ou posteriormente)?Há alguém em sua extensa família que tenha dificuldades
similares que as do sujeito?”
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Antecedentes (continuação)
Educação do sujeito (escolar e pré-escolar)
“Agora,eu gostaria de lhe perguntar sobre que tipo de programas,jardim de infância e escolas
_________ freqüentou? Era uma escola ou jardim de infância regular? Quanto tempo ele/ela
freqüentou?Ele/ela precisava de alguma ajuda especial/reparatória? Ele/ela teve algum
problema especial com leitura ou escrita? (QUESTIONAR SOBRE O PERCURSO ESCOLAR A
IDADE E OBTER DETALHES SOBRE OS RESULTADOS OBTIDOS) (SE ADEQUADO) O que é que é
que ele/ela fez desde que deixou a escola?”
“Alguém já disse que ele/ela tinha um problema médico ou deu a você algum diagnóstico
médico dele/dela?” (ESCREVA DETALHADAMENTE ABAIXO)
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Antecedentes (continuação)
Questões preliminares
(O PROPOSITO DESTAS QUESTOES INICIAIS é FORNECER UMA ESTRUTURA DE REFERÊNCIA
PARA OS ITENS A SEGUIR.)
[Link]ções atuais
(PONTUE PREOCUPAÇÕES POR ORDEM DE PRIORIDADE)
(Cote a maior preocupação atual na caixa etiquetada “A”.Outra preocupação deverá ser codificada em ordem de
prioridade nas caixas “B” para “D”.Se houver mais do que é que quatro grandes preocupações,codifique somente
as quatro com mais alta prioridade na percepção do [Link] houver menos do que é que quatro
preocupações principais, deixe o espaço das caixas em [Link] cada caso, os detalhes das preocupações
devem ser especificados por escrito.)
0=nenhuma preocupação, parental ou profissional
1=atraso/desvio do desenvolvimento da fala e/ou da linguagem expressiva
(incluindo possível surdez, fracasso para responder aos sons ou parece não A:
entender o que é que é dito)
2=problemas médicos (como convulsões) ou atraso nas aquisições do
desenvolvimento diferente da linguagem (pode incluir ausência do crescimento
físico, do desenvolvimento motor,controle de esfíncteres ou ser lento) B:
3=ausência de interesse ou anormalidade/excentricidade em responder social e
emocionalmente às pessoas (pode incluir dificuldades específicas em brincar
com outras crianças ou estar “em seu próprio mundo” ou incompetência social
global) C:
4=dificuldade comportamental não especifica de autismo (ex:problemas para
dormir ou comer,nível de atividade global excessiva,
vadiar/vagar,comportamento agressivo ou destrutivo)
5=comportamentos autistas típicos (ex:maneirismos de mão e dedo;apegos D:
incomuns;extremas dificuldades com mudança;comportamentos não funcionais
e altamente repetitivos,nenhum jogo adequado com objetos ou jogo incomum)
6=possível ausência de habilidade para viver independentemente ou “feliz”
(incluindo dificuldades para encontrar emprego,cuidar-se,etc.)
7=preocupações não diretamente associadas com o comportamento ou
desenvolvimento do sujeito (ex:problemas familiares ou disputa sobre os
cuidados ou educação ou preocupações sobre compensação financeira)
8=Profissionais preocupados, pais não
9=não conhecido ou não perguntado
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Desenvolvimento precoce
“Podemos voltar a falar sobre os 1° anos dele/dela?”
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Desenvolvimento precoce (continuação)
4. Início percebido com atraso
(O PROPÓSITO DESTE ITEM É RECORDAR SINAIS PRECOCES, NO DESENVOLVIMENTO DA
CRIANÇA, DE QUE QUALQUER COISA INCOMUM OCORREU, DE ACORDO COM O JULGAMENTO
DO INFORMANTE EM RETROSPECTIVA.)
“Olhando para trás com atenção, quando você pensa que ele/ela mostrou pela 1° vez
algum problema ou dificuldade no desenvolvimento ou comportamento? Você pensa
que tudo estava bem anteriormente?” (COTE O JULGAMENTO DO EDUCADOR.)
Anote: lembre-se de registrar o ponto médio e arredonde para o mês acima mais
próximo. Quando possível, tente codificar a idade real no lugar de usar o 996,
etc.
(Codifique em meses, normal ≤ 18 meses;)
995 = ainda não alcançado
996 = Desconhecido, mas aparentemente normal
997 = Desconhecido, mas aparentemente atrasado
998 = não aplicável
999 = não conhecido ou não perguntado
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Controle de esfíncteres
“Ele/ela fica limpo e seco durante o dia? Que idade tinha quando o controle foi
alcançado? Quando foi que se manteve limpo e seco durante 12 meses sem incidentes?”
“Ele/ela fica limpo e seco à noite? Que idade tinha quando permaneceu limpo e seco à
noite pela primeira vez? Quando foi que permaneceu limpo e seco durante 12 meses sem
incidentes, pela primeira vez?”
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Comunicação
“Como ele/ela normalmente lhe deixa saber que ele quer algo?” (Se ele/ela usa a fala
atual, pergunte: “Como ele/ela lhe deixava saber, antes de falar, que ele/ela queria algo?”)
“Ele/ela alguma vez lhe mostrou o que é que queria pegando a sua mão ou pulso ou
alguma outra parte de seu corpo? O que é que exatamente ele/ela faz? O que é que ele/ela
faz quando você o leva até o objeto desejado? Ele/ela alguma vez usa sua mão como se fosse
uma ferramenta ou uma extensão do próprio braço dele (como apontar com sua mão ou pegar
sua mão para virar uma maçaneta de porta)? Ele/ela lhe olha quando estão fazendo isto?
Ele/ela associa pegar sua mão com tentar comunicar com sons ou palavras? Ele/ela tenta se
comunicar primeiro através de sons ou gestos?”
0 = Nenhum uso do corpo de outra pessoa para comunicar, exceto em situações Atual
onde outras estratégias não resultaram (ex: quando os pais conversaçãom com
alguém e o sujeito não consegue a atenção dele)
1 = Colocação ocasional das mãos em objetos ou o uso disto como uma
ferramenta ou para apontar, mas há alguma combinação com outros modos de
comunicação (apenas agarrar a mão de alguém para levar a lugares, deve ser
cotado “0”)
2 = Colocação ocasional da mão de outro ou uso da mão de outro como uma
ferramenta “pelo” sujeito para demonstrar, sem integração com outros modos
de comunicação
3 = O sujeito usa regularmente a mão de outra pessoa como uma ferramenta ou Alguma vez
para se exprimir “pelo” sujeito
8 = Pouca ou nenhuma comunicação espontânea
9 = Desconhecido ou não perguntado
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Comunicação (continuação)
“Que idade ele/ela tinha quando disse as primeiras palavras com significado, à parte de
“mama” e “papa”? Quais foram suas primeiras palavras? Como é que ele/ela mostrou que
sabia seu significado? (DAR EXEMPLOS) Ele/ela alguma vez usou estas palavras para referir-se
a qualquer outra coisa ou como sons que não pareciam ter nenhum significado específico?”
10. Idade de aquisição das primeiras frases (se alguma vez usadas)
(PARA O PROPÓSITO DESTA COTAÇÃO, UMA FRASE TEM QUE CONSISTIR DE 2 PALAVRAS, UMA
DAS QUAIS DEVE SER UM VERBO. NÃO COTAR COMBINAÇÕES DE ADJETIVO-SUBSTANTIVO
NEM FALA ECOLÁLICA, NEM FRASES EM QUE FORAM APRENDIDAS COMO UMA ÚNICA
PALAVRA REPRESENTANDO UM ÚNICO SIGNIFICADO, [EX: “ATÉ LOGO”]. OBSERVE QUE ESTA
DEFINIÇÃO DIFERE DAS QUE CONSIDERAM COMO VERBAL PARA O ITEM 20, DO NÍVEL
GLOBAL DE LINGUAGEM, POSTERIOR NA ENTREVISTA NA PÁGINA 13)
“Que idade ele/ela tinha quando disse as primeiras palavras que continham algum
significado, (ex: usando 2 ou 3 palavras por frases)? O que é que ele/ela disse? Quais
frases incluíam um verbo?” (DAR EXEMPLOS).
20
Comunicação (continuação)
11. Articulação / Pronúncia
(PONTUE SOMENTE PARA OS SUJEITOS COM IDADE DE 4 ANOS OU MAIS, A ARTICULAÇÃO
REFERE-SE À ENUNCIAÇÃO DOS SONS DA LINGUAGEM.)
“Como é a pronuncia dele/dela? Há algumas palavras ou sons que ele/ela não consegue
dizer muito bem? Quais são elas? Outra pessoa o entende facilmente? Que outra pessoa
fora da família? Como era sua articulação quando ele/ela tinha 5 anos? Que erros ele/ela
fazia na ocasião?” (ANOTE EXEMPLOS). “Um estranho conseguia entende-lo?” (OBTENHA
DETALHES DAS DIFICULDADES COM ARTICULAÇÃO).
0 = Compreendido por todos (ex: clara enunciação da maioria dos sons, mas Atual
pode incluir algumas omissões ou substituições de consoantes)
1 = Compreendido melhor pela família que por outros por causa da dificuldade
com alguns sons, mas bastante compreensível por estranhos no primeiro
encontro
2 = Dificuldades de articulação definidas como: algumas palavras são muito
difíceis para o entendimento de estranhos até que consigam conhece-lo
3 = Os estranhos acham quase impossível de entender ou os pais têm Aos 5 anos
significativa dificuldade de entendimento por causa da articulação
8 = Não aplicável; não fala
9 = Desconhecido ou não perguntado.
“Agora, quando ele/ela fala, que tipo de combinações de palavras ou frases faz?Qual a
extensão média das frases?(1/2/6 palavras – ou como? E quando ele/ela não está
ecolálico? Pode fazer tipos diferentes de frases, como perguntas, ordens e negações? Pode
unir duas idéias usando “mas” ou “se”?” (ANOTE EXEMPLOS) “E quando tinha 5 anos ou
mais?
21
Comunicação (continuação)
13/17. Nível de Linguagem comunicativa antes da perda/ Perda de habilidades da
linguagem depois da aquisição
(DEFINIÇÃO DA PERDA: NENHUMA IMITAÇÃO DE PALAVRAS, USO DE PALAVRAS PARA
COMUNICAR OU VERBALIZAÇÕES ESPONTÂNEAS, DEPOIS DE TER TIDO DIARIAMENTE, PELO
MENOS, UMA DESTAS HABILIDADES DURANTE 3 MESES, COM PELO MENOS 5 PALAVRAS,
DIFERENTES DE “MAMA” E “PAPA” USADOS REGULARMENTE.)
22
Comunicação (continuação)
18. Ecolalia imediata
(A REPETIÇÃO DE PALAVRAS/FRASES HÁ POUCO FALADO POR OUTRA PESSOA.)
(SE O SUJEITO FALAR, PERGUNTE) “Muitas crianças, quando aprendem a falar, repetem
palavras que ouviram as pessoas dizerem. Ele/ela alguma vez repetiu a última palavra ou
duas do que é que você disse, ou ele/ela alguma vez repete, outra vez, frases inteiras na
mesma entonação que é que você disse? Você pode dar algum exemplo? Ele/ela alguma
vez fez isto?”
(SE O SUJEITO FALAR, PERGUNTE) “Ele/ela alguma vez tendeu a usar frases bastante
estranhas ou dizer a mesma coisa repetidas vezes, com a mesma entonação com que foi
dita a 1° vez? Isto é, frases que ouviu outras pessoas usarem ou que inventou? ([Link]. “é
ruim morder o pulso”, “isto parece um semáforo”, diz que agora está bem”). Ele/ela tem
tendência para falar com você desta maneira quando está ocupado, aflito sobre algo que é que
aconteceu durante o dia? Ele/ela usa frases adequadamente ou não para querer dizer algo em
particular ou como parte de uma conversação com ele/ela? Você pode dar exemplos? Como
era quando ele/ela era mais jovem? Ele/ela alguma vez faz algum comentário sobre o que é
que está fazendo? Ele/ela alguma vez fez isto com maior freqüência?”
23
Comunicação (continuação)
20. Nível global de linguagem
(PARA SUJEITOS NÃO-VERBAIS E QUE NUNCA TIVERAM QUALQUER FALA E QUE PONTUEM “1”
OU “2” SOBRE O NÍVEL GLOBAL DA LINGUAGEM, COTAR “8” NOS ITENS ABAIXO 21-27, E
PROSSEGUIR NO ITEM 28)
(PARA OS SUJEITOS QUE TIVERAM ALGUMA LINGUAGEM ATÉ A IDADE DE 4 OU 5 ANOS, MAS
SÃO ATUAL NÃO-VERBAIS, COTE “8” EM “ATUAL” PARA OS ITENS 21-30, MAS COTAR COMO
APROPRIADO PARA “MAIS ANORMAL” 4 OU 5 ANOS. PARA SUJEITOS QUE TIVERAM
LINGUAGEM PRECOCE, MAS PERDERAM-NA PELA IDADE DE 4 A 5 ANOS, COTAR “8” SOBRE
“MAIS ANORMAL” 4 A 5, MAS ANOTE OS DETALHES SOBRE A LINGUAGEM QUE TIVERAM.)
(PARA SUJEITOS CUJO NÍVEL GLOBAL DE LINGUAGEM É COTADO “0”, PROSSEGUIR PARA O
ITEM 21 ABAIXO.)
24
Comunicação (continuação)
22. Conversação recíproca (qualquer que seja o nível de complexidade verbal)
“Você pode ter uma “conversação” com ele/ela? Isto é, se você disser alguma coisa para
ele/ela, sem fazer uma questão direta, o que é que ele/ela fará normalmente? Dirá alguma
coisa? Ele/ela alguma vez lhe fará alguma questão ou constrói sobre o que é que você lhe diz,
de tal modo, que ele/ela acrescenta algo de novo, de forma que a conversação continuará? Em
outras palavras, ele/ela conversação compreendendo e respondendo sobre o assunto que você
iniciou? Ele/ela também pode expor assuntos adequados? E quando tinha 4 para 5 anos?”
(O ENFOQUE ESTÁ NAS FRASES SOCIALMENTE INADEQUADAS QUE REFLETEM UMA AUSÊNCIA
DE COMPREENSÃO DO IMPACTO SOCIAL DE TAIS COMENTÁRIOS OU UM DESPREZO DIANTE
DISTO. ESTES PODEM CONSISTIR EM FRASES QUE SÃO INTRINSECAMENTE ESTRANHAS
([Link]: “QUE ALTURA TINHA O SR; JOÃO COM 2 ANOS?”) OU FRASES INADEQUADAS POR
CAUSA DA SUA NATUREZA PESSOAL OU EM RELAÇÃO À SITUAÇÃO, A REPETIÇÃO PODE
CONTRIBUIR PARA A EXTRANHEZA, MAS É TERAPIA OCUPACIONAL SUFICIENTE POR SI
MESMA.)
“Há momentos em que ele/ela usa declarações ou questões socialmente inadequadas? Por
exemplo, ele/ela faz regularmente questões pessoais ou comentários pessoais em momentos
delicados?” (DAR EXEMPLOS) “Isto alguma vez foi um problema no passado?”
25
Comunicação (continuação)
24. Inversão Pronominal
(A ÊNFASE ESTÁ NA CONFUSÃO,CONSISTENTE E ANORMAL, DOS PRONOMES ENTRE A 1° E 2°
OU 3° PESSOA. NÃO INCLUI A CONFUSÃO ENTRE “EU/MIM”, À MEDIDA QUE ISTO É VISTO
COMO USO “SUBCULTURALMENTE” ACEITÁVEL.)
“Ele/ela alguma vez usou os pronomes pessoais de modo errado? Poe exemplo, ele/ela
alguma vez se atrapalha com “você” e “eu”? Ele/ela diz “ele” ou “ela” em vez de “eu”? Por
exemplo, dizendo “Você quer uma bebida”, em vez de “eu quero uma bebida” ou “ele está
faminto” em vez de “eu estou faminto”” (ANOTE EXEMPLOS).SE SIM, “Quando usa “você” ou
“ele/ela” em vez de “eu”, como ele/ela diz isto? Por exemplo, a afirmação dele/dela tem a
entonação de uma pergunta? E quando ele/ela era mais novo? ”
“Ele/ela alguma vez usou palavras que pareciam ter sido inventadas por ele/ela mesmo?
Ele/ela alguma vez colocou as coisas de modo estranho, indireto...ou de modo
“idiossincrático”, como dizer “chuva quente” para “vapor” ou referir-se à avó pela
idade dela? Será que ele/ela se referiria à uma mulher como “55”? Você pode dar alguns
exemplos? Ele/ela alguma vez usou este tipo de palavras ou frases estranhas no
passado?” (OBTENHA EXEMPLOS E AJUDE COMO NECESSÁRIO)
26
Comunicação (continuação)
26. Rituais Verbais
“Ele/ela alguma vez repete a mesma coisa várias vezes ou exatamente do mesmo modo
ou insiste dizendo a você para repetir várias vezes a mesma coisa novamente? Alguma
vez ele/ela repete a mesma coisa várias vezes, até que você responda de um certo modo? O
que acontece se você o interrompe ou recusa-se a fazer o que ele/ela lhe pede? Isto alguma
vez foi um problema, no passado?” (OBTENHA DETALHES)
0 = nenhum Atual
1 = tendência a dizer as coisas de modo ritualizado ou exigir que os outros
façam assim, mas sem indicação de que isso seja compulsiva, e interrompe
prontamente se assim for pedido.
2 = sujeito tem que dizer uma ou duas coisas de modo especial. Rituais podem
intrometer-se na vida familiar. Talvez inclua outros membros da família e
alguma angústia nas interrupções. Pode causar algum distúrbio ou
reorganização secundaria da vida familiar que pode ser tolerada pela maioria
das famílias
3 = Como para “2”, mas com acentuada dificuldade de controle e acentuada
intrusão na vida familiar. Os membros da família estão envolvidos num grau Alguma vez
que causa deterioração social definitiva, rompimento ou limitação de algumas
atividades familiares. Séria angústia perante qualquer tentativa de interrupção
8 = sujeitos que cotem “1” ou “2” no item 20, Nível Global de Linguagem
9 = desconhecido ou não perguntado
27
Comunicação (continuação)
27. Entonação / Volume / Ritmo / Velocidade
“Há alguma coisa de excepcional no modo dele/dela falar? Isto é, a fala dele/dela é de
volume normal ou consistentemente alto ou muito baixo? E quanto ao ritmo e a
velocidade da fala dele/dela? E quanto à entonação ou afinação? Ele/ela alguma vez
repete frases inteiras ou monólogos exatamente no mesmo tom de voz no qual ele/ela ouviu
pela primeira vez?” (OBTENHA EXEMPLOS) “Como era no passado?”
28
Comunicação (continuação)
28. Imitação espontânea das ações
(A ÊNFASE É DADA À IMITAÇÃO ESPONTÂNEA DE UMA GRANDE VARIEDADE DE AÇÕES E
COMPORTAMENTOS INDIVIDUAIS NÃO ENSINADOS OU CARACTERÍSTICAS DE OUTRAS
PESSOAS. EXCLUIR IMITAÇÕES DE CARACTERÍSTICAS DE PERSONAGENS DE FILMES/TV. PARA
SUJEITOS COM IDADE DE 10.0 OU MAIS, OU INVESTIGUE O PERÍODO DE 4.0 PARA 5.0 ANOS)
“Como ele/ela imita você ou outra pessoa da família? O que é que você faz para
conseguir que ele/ela não imite? Ele/ela imita algo que é que você tenha feito, mas usando
um objeto substituto (como cortar a grama com algum carrinho de brinquedo)? A imitação é
somente no momento em que você está fazendo aquilo que ele/ela está imitando ou faz parte
do jogo dele/dela ou em outros momentos? São variadas as coisas que ele/ela imita? A
imitação alguma vez inclui alguma característica pessoal, como o seu modo de andar ou gesto
ou modo que é que você segura algo?” (OBTENHA EXEMPLOS.NÃO COTAR, NESTE CASO, AS
IMITAÇÕES PEDIDAS OU VOCAIS AQUI.) “E quando ele tinha entre 4 ou 5 anos ou mais?”
0 = imitou espontaneamente uma grande variedade de ações não ensinadas, Atual
com pelo menos algumas das quais são incorporadas dentro do jogo fora do (menor de 10 anos)
contexto do comportamento observado da pessoa imitada
1 = alguma indicação de imitação espontânea que vai além do uso freqüente de
um objeto, mas não há flexibilidade suficiente ou número para reunir os
critérios para “0”
2 = imitação espontânea limitada por algumas rotinas familiares que não estão
incorporadas no jogo. Inclui uso freqüente adequado de algum objeto,
provavelmente aprendido por imitação (ex: cortar a grama com um objeto
cortante) Mais Anormal
3 = muito rara ou nenhuma imitação espontânea 4.0-5.0
8 = Não aplicável
9 = desconhecido ou não perguntado
“Ele/ela alguma vez aponta espontaneamente as coisas ao seu redor? Com um dedo ou
mão estendidos desejando alcançar? Em que circunstâncias? Ele/ela alguma vez aponta as
coisas a uma certa distância, como através de uma janela de casa ou um carro ou ônibus?
Como você sabe se ele/ela quer conseguir que você olhe algo, “eu poderia olhar primeiro um
objeto, então olho você, então aponto e olho o objeto novamente, e então olho para você de
novo para ver se você entendeu”. Ele/ela pode fazer isto? E quando ele/ela tinha 4 para 5
anos?”
0 = aponta espontaneamente objetos à distância com dedo, para expressar Atual
interesse, usando contato visual coordenado para comunicar
1 = faz algumas tentativas para expressar interesse através de apontar, mas com
limitada flexibilidade e/ou ausência de coordenação (ex: uso do braço ou dedo,
mas sem coordenação consistente com olhar)
2 = nenhuma tentativa espontânea de apontar para expressar interesse, mas Mais Anormal
algumas vezes aponta quando ajudado e/ou expressa interesse, de outros modos 4.0-5.0
8 = não aplicável
9 = desconhecido ou não perguntado
29
Comunicação (continuação)
30. Gestos instrumentais/convencionais
(GESTOS INSTRUMENTAIS SÃO ESPONTÂNEOS, CULTURALMENTE ADEQUADO, OU
MOVIMENTOS DE BRAÇOS OU MÃOS QUE TRANSMITEM UMA MENSAGEM PELA SUA FORMA,
COMO UM SINAL SOCIAL. EXCLUI SINAIS PURAMENTE EMOCIONAIS (COMO AS MÃOS NO
ROSTO COM EMBARAÇO OU SE ENCOLHENDO COM MEDO), DEMONSTRAÇÕES, E TOCAR OU
PUXAR ALGUÉM PARA GANHAR A SUA ATENÇÃO OU MOSTRAR-LHE ALGUMA COISA.
TAMBÉM EXCLUIR MANEIRISMOS COMO O TOCAR O ROSTO OU O COÇAR . TODOS OS GESTOS
DEVEM SER/TER SIDO USADOS POR UM PERÍODO DE 3 OU MAIS MESES PARA SER PONTUADO.
FREQÜENTEMENTE, AJUDAR OS PAIS PARA LEMBRAREM GESTOS, É ÚTIL PARA ENFOCAR
SOBRE COMO O SUJEITO CHAMA SUA ATENÇÃO OU GESTOS USADOS QUANDO OUTRAS
MANEIRAS DE COMUNICAÇÃO NÃO FORAM CLARAS OU BEM SUCEDIDAS.)
“Ele/ela acena até logo? Quando é que isto acontece? Ele/ela usa alguma vez outros
gestos comuns, como jogar um beijo, bater palmas para um trabalho bem feito, e por
dedo nos lábios para pedir “silêncio” ou tremer um dedo para “mau”? Ele/ela alguma
vez usa gestos, diferentes de apontar ou estender os braços para cima, lhe deixa saber o que é
que ele/ela quer? Usa gestos quando quer conseguir que você lhe ajude ou para conseguir que
sua atenção (por exemplo, acenando para alguém ou estendendo uma mão com a palma para
cima para pedir que você lhe dê algo)? E quando ele tinha 4 para 5 anos?”
“Ele/ela acena com a cabeça para querer dizer “sim”? E quando ele tinha 4 para 5
anos?” (OBTENHA DETALHES)
30
Comunicação (continuação)
32. Acenar com a cabeça (não)
(ESTE ITEM PRETENDE DETERMINAR SE O SUJEITO USA OU ALGUMA VEZ USOU O GESTO
CONVENCIONAL DE ACENAR COM A CABEÇA PARA COMUNICAR “NÃO”. NEGAR COM A
CABEÇA DEVE TER OCORRIDO EM VÁRIAS SITUAÇÕES DIFERENTES, MAS PODE TER
DIMINUÍDO EM FREQÜÊNCIA QUANDO O SUJEITO APRENDEU A FALAR.)
“Ele/ela balança a cabeça querendo dizer “não”? E quando ele tinha 4 para 5 anos?”
(OBTENHA DETALHES)
(PARA SUJEITOS COM IDADE DE 5.0 ANOS OU MAIS, PESQUISAR PARA O PERÍODO DE 4.0-5.0
ANOS)
(O FOCO ESTÁ SOBRE SE O SUJEITO MOSTRA UMA REAÇÃO DE ALERTA QUANDO FALAM PARA
ELE E NÃO SE OBEDECE AO QUE LHE É DITO. A REAÇÃO DE ALERTA DEVERÁ CONSISTIR DE
UM OLHAR AUTOMÁTICO AO SOM, ACOMPANHADO DE UMA ADEQUADA EXPRESSÃO FACIAL
E OCORRER SEM A NECESSIDADE ADICIONAL DE CHAMAR O SUJEITO PELO NOME, OU IR PARA
JUNTO DELE.)
“Se você entra em um quarto e começa a falar com ele, sem chamar pelo nome dele/dela
o que é que ele/ela faz? Eu quero dizer, quando você diz algo “neutro” em lugar de você
tentar conseguir que ele/ela faça algo. Ele/ela observa e presta atenção a você? Como é
que ele/ela responde? Como é com outras pessoas? Você precisa dizer o nome dele/dela ou
percebe seu olhar, ou você pode simplesmente dizer no qual ele/ela nem sequer se interessa,
tal como “Oh não, está chovendo” ou “Meu Deus, quantos brinquedos!” O que é que ele/ela
fazia quando tinha entre os 4 a 5 anos? (OBTENHA DETALHES)
0 = normalmente olha para cima e presta atenção quando falam com ele de uma Atual
maneira positiva, em contextos diferentes, do que para fazer algo que ele não (menor de 5 anos)
queira fazer
1 = não parece prestar atenção consistentemente (pode observar brevemente,
mas sustenta pouco a atenção), mas às vezes responde ao que é que foi dito, ou
responde na ocasião somente quando lhe falam em voz alta
2 = normalmente não olha para cima ou presta atenção quando lhe falam e não
responde ao que é que é dito ou só responde ao nome dele/dela ou quando a sua
atenção é apanhada muito cuidadosamente
3 = raramente responde, embora ouvindo normalmente
Mais Anormal
8 = Não aplicável 4.0-5.0
9 = desconhecido ou não perguntado
31
Comunicação (continuação)
34. Preocupações com a audição
“Alguém alguma vez pensou que ele/ela poderia ser surdo ou ter um problema de
audição? O ele/ela faz quando lhes dizem isto ? Isto ainda é uma preocupação? Ele/ela
responde aos barulhos como o de uma campainha ou olha para cima quando passa um avião ?
E quanto a outros barulhos que venham de coisas que ele/ela não pode ver?”
“Ele/ela alguma vez pareceu muito sensível ao ruído? Ele/ela alguma vez pôs as mãos
intencionalmente e regularmente sobre as orelhas, em resposta para sons comuns? Ele/ela faz
isto no momento? Para que tipo de sons? Você alguma vez teve que adaptar o que fazia
porque ele/ela estava muito aflito pelos ruídos?” (NOTA: PARA PONTUAR, MAIS DE UMA
OCORRÊNCIA É EXIGIDA, MESMO QUE NÃO DETALHADAMENTE RECORDADA.)
0 = nenhum Atual
1 = só levemente, um pouco sensível aos sons altos como o aspirador de pó,
motocicletas ou outros eletrodomésticos
2 = sim: sensibilidade comprovada para ruídos que não estão afligindo a
maioria das pessoas, a sensibilidade que é acompanhada por uma mudança de
comportamento clara (tais como esquiva, mãos sobre as orelhas, ou chorando)
3 = sim,a ponto da perturbação do sujeito em relação aos outros ruídos, Alguma vez
interferir nas rotinas domésticas ou familiares
9 = desconhecido ou não perguntado
32
Comunicação (continuação)
36. Compreensão da linguagem simples
“Quanto você pensa que ele/ela entende de linguagem se você não gesticula? E quando
ele/ela não pode saber o que é que vai acontecer na situação? Por exemplo, você pode
manda-lo para o outro quarto para pegar alguma coisa como seus sapatos ou manta?
Como a sua bolsa ou um livro? Você pode lhe pedir que os coloque em algum lugar, diferente
do habitual? Ele/ela pode entregar um recado simples? Ele/ela pode seguir uma instrução com
um “se” e um “em seguida”? Ele/ela lhe entende se você não gesticular ou elevar a sua voz?
Como “sim” ou “esta bem”? E quanto aos nomes de comidas favoritas ou brinquedos ou das
pessoas de sua família? Você pensa que ele/ela entende 10 palavras? 50? E quando tinha 4
ou 5 anos?”
0 = normalmente pode executar uma ação inesperada com um objeto, diferente Atual
de algo para ser usado por si mesmo (como botas ou um brinquedo), em um
local inesperado, em um quarto diferente (“ponha as chaves sobre a mesa da
cozinha”)
1 = pode normalmente pegar um objeto, algo diferente do que para si mesmo ou
alguma coisa altamente contextualizada, de outro quarto (“pegue as chaves da
mesa da cozinha”), mas não pode normalmente terminar uma nova ação com
este objeto ou coloca-lo em um “novo” lugar
2 = entende muitas palavras (mais que 50), inclusive “sim”, nomes de pessoas
da família, brinquedos, ou comidas, mas não cumpre os critérios para “0” ou
“1” Mais Anormal
3 = entende menos de 50 palavras, mas compreende um pouco o “não”, nomes 4.0-5.0
de alguns objetos favoritos, comidas ou pessoas, ou palavras dentro das rotinas
familiar
4 = pouca ou nenhuma compreensão das palavras, mesmo em contexto
33
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO
“Obrigada. Isso me deu uma idéia clara sobre a linguagem dele/dela; agora nós podemos falar
sobre como ele/ela se dava com as pessoas, quando ele/ela era pequeno?”
37. Contato visual direto
(O CONTATO VISUAL DIRETO INCLUI O USO DE AMBOS, O OLHAR DIRETO DO SUJEITO PARA
COMUNICAR E SUA RESPOSTA PARA TENTAR PERCEBER DO OUTRO O SEU OLHAR.)
0 = contato visual recíproco normal, usado para comunicar em várias situações Atual
e com diferentes pessoas (menor 4.0)
1 = contato visual claro, mas somente de breve duração ou inconsistente
durante interações sociais
2 = contato visual ocasional, ou raramente usado durante interações sociais
3 = contato visual estranho ou não usual
8 = Não aplicável Mais Anormal
9 = desconhecido ou não perguntado 4.0-5.0
“Quando ele/ela se aproxima de alguém para obter alguma coisa, ou falar algo, então
ele/ela saúda com um sorriso? Como é que ele/ela reage quando vê você pela primeira vez
depois de você ter se ausentado? Ou quando encontra alguém conhecido? Se ele/ela não sorri
primeiro, o que faz se outra pessoa lhe sorri? Ou lhe diz algo agradável? E quando tinha de 4
para 5 anos?”
0 = Sorriso socialmente previsível em resposta aos sorrisos de várias pessoas, Atual
além dos pais/educadores
1 = alguma evidência de sorriso social recíproco, mas não suficiente para
pontuar “0”
2 = alguma evidência de sorriso quando olha para as pessoas, mas geralmente
não é recíproco. Cotar aqui somente se somente sorri para pais/educadores ou
somente quando solicitado para fazer assim ou se acontece em situações Mais Anormal
estranhas ou de maneiras estranhas 4.0-5.0
3 = pouco ou nenhum sorriso às pessoas, entretanto pode sorrir por outras
coisas
8 = Não aplicável
9 = desconhecido ou não perguntado
34
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
39. Demonstra e dirige a atenção
(O PROPÓSITO DESTE ITEM É DETERMINAR SE, COMO E PORQUÊ O SUJEITO DIRIGE A ATENÇÃO
DE OUTRAS PESSOAS PARA OUTROS BRINQUEDOS OU OBJETOS NOS QUAIS ELE/ELA ESTÁ
INTERESSADO. O ENFOQUE É SOBRE O DIRIGIR ESPONTÂNEO DA ATENÇÃO PURAMENTE PARA
COMPARTILHAR INTERESSE.)
“Ele/ela alguma vez lhe mostra coisas do próprio interesse? Por exemplo, ele/ela traria um
brinquedo novo para você ver ou chamar sua atenção para algo com o qual ele/ela esteja
brincando ou fazendo? Que tipos de coisas são estas? Isto alguma vez acontece com coisas
que não sejam parte dos interesses especiais dele/dela e não coisas que necessitem sua ajuda?
E quando ele/ela tinha 4 para 5 anos?”
[Link]
(ESTE ITEM REFERE-SE À OFERTA DE PARTILHA ESPONTÂNEA, NÃO ROTINEIRA, DE UMA SÉRIE
DE OBJETOS COM OUTRAS PESSOAS.)
“Ele/ela alguma vez se oferece para compartilhar coisas, quer dizer, comida ou
brinquedos ou objetos favoritos, com você? E com as outras crianças? Ele/ela faz isto
espontaneamente ou você precisa sugerir? Com que freqüência isto acontece? E quando ele
tinha de 4 para 5 anos?” (É NECESSÁRIO DIFERENCIAR CLARAMENTE, OFERTA CLARA E
ESPONTÂNEA PARA COMPARTILHAR UM OBJETO, DE RESPOSTAS À SUGESTÃO, DE RENUNCIA
A OBJETOS SE OUTRAS CRIANÇAS TENTAM TIRAR DELE/DELA; PERGUNTAS PARA OUTRAS
CRIANÇAS MAIS VELHAS OU ADULTAS, PODERIAM INCLUIR COMPARTILHAR UMA CANETA,
LÁPIS OU GIZ, GUARDANAPOS, ESPAÇO SOBRE UM BANCO OU SOFÁ, COBERTOR OU IR
BUSCAR UMA XÍCARA DE CHÁ OU UMA BEBIDA.)
35
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
41. Busca compartilhar o seu prazer com outros
“Que tipos de coisas que lhe tornam contente e feliz? Como ele/ela mostra estes
sentimentos? Ele/ela alguma vez quer que você compartilhe com ele/ela seu prazer de
alguma coisa? Ele/ela tenta compartilhar estes sentimentos com você? Por exemplo, se
ele/ela construiu algo ou viu algo que gosta particularmente, ele/ela lhe deixará saber sobre
sua alegria, sorrindo, falando ou fazendo ruídos? E quando ele/ela tinha 4 para 5 anos ou
mais?”
“Ele/ela alguma vez tenta confortar você, se você está triste, doente ou magoada? O que
ele/ela faz se você chorar ou estiver magoada ? As expressões faciais dele/dela se modificam?
Como é com o irmão/irmã? Ele/ela oferece conforto em mais de uma situação? As pessoas
têm que demonstrar que estão chateadas de uma maneira exagerada para evocar conforto? E
com a idade de 4 para 5 anos?” (COTE SOMENTE SE AS OFERTAS DE CONFORTO FOREM
INICIADAS ESPONTANEAMENTE PELO SUJEITO.)
36
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
43. Qualidade do comportamento social
“Quando ele/ela quer alguma coisa ou quer ajuda, como ele consegue sua atenção?
Ele/ela aponta, dá objetos para você, ou lhe busca quando ele/ela precisa de sua ajuda?
Ele/ela olha para o objeto ou você? Ele/ela alguma vez usa gestos ou movimentos com
sons ou palavras para conseguir sua atenção? Se você não lhe entende a princípio, o que é
que ele/ela faz? Ele/ela olha para você e então fala ou emite um som? E quando ele/ela tinha
de 4 para 5 anos?” (OBTENHA EXEMPLOS) “Ele/ela mostra interesse por outra pessoa ou
alguma outra atividade? Como é que ele/ela mostra seu interesse, ou chama a atenção de outra
pessoa? Com que freqüência ele/ela faz isto?” (COTAR DE ACORDO COM A MAIORIA DAS
INTERAÇÕES.)
37
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
45. Expressão facial inadequada
“Você acha que as expressões faciais dele/dela parecem adequadas em cada situação
particular? Ele/ela está alguma vez riu ou sorriu em situações que não parecem engraçadas
para a maior parte das pessoas ou quando você não entende o que é que ele/ela achou
divertido? Isto alguma vez ocorreu no passado?” (ANOTE EXEMPLOS)
“Agora, nós podemos voltar a falar sobre como ele/ela responde para ao que é que
outras pessoas dizem ou fazem? Ele/ela responde consistentemente às aproximações de
adultos em situações familiares? Como ele/ela responde se um amigo seu, a quem ele/ela
não conhece bem, aproxima-se e lhe fala? Como é quando ele/ela realmente gosta de alguém?
Como ele/ela responde se é alguém desconhecido (como numa igreja ou numa loja), conversa
adequadamente ou tenta chamar sua atenção? Ele/ela olha diretamente para ele/ela? Ele/ela
sorri ou mostra prazer? Ele/ela mostra outras reações como interesse e tenta corresponder?”
(OBTENHA EXEMPLOS. PESQUISE PARA DETERMINAR CONSISTÊNCIA E CIRCUNSTÂNCIAS. SE
A CRIANÇA É ACANHADA, BUSQUE EXEMPLOS DE PESSOAS QUE ESTÃO MAIS
FAMILIARIZADAS.) “E quando ele/ela tinha de 4 para 5 anos ?”
38
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
“Agora, eu gostaria de falar sobre a maneira que ele/ela brinca e os tipos de brinquedos que
ele/ela se interessa.”
ATIVIDADES/BRINQUEDOS FAVORITOS
“Se ele/ela pudesse escolher alguma atividade que ele/ela gosta de fazer, quais seriam suas
atividades favoritas? Quais são seus brinquedos ou qualquer outro tipo de objeto favorito?”
(COTE ATIVIDADES E BRINQUEDOS SEPARADAMENTE, E REGISTRE O MAIS POSSÍVEL.)
“Como é que ele/ela organiza o próprio jogo/brincar ou atividades sem a sua ajuda?
Quer dizer, ele acha as coisas para fazer sem a sua orientação? Que tipo de coisas ele faz se
deixado à própria vontade?” (OBTENHA EXEMPLOS) “E quando ele/ela tinha de 4 para 5
anos?”
39
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
48. Jogo imaginativo
(PARA SUJEITOS COM 10 ANOS OU MAIS, PESQUISE PARA O PERÍODO DE 4 PARA 5 ANOS.)
“Como criança ele/ela brinca de “faz de conta”? Ele/ela brinca com jogos de chá de
brinquedo ou bonecas ou figuras de ação ou carros?” (OBTENHA EXEMPLOS) “Ele/ela bebe
o chá/empurra o carro/beija o animal de tecido? Ele/ela alguma vez deu uma bebida à boneca
ou colocou uma figura de ação para andar de carro ? Ele/ela alguma vez usou uma boneca ou
figura de ação para começar a servir o chá à boneca ou fez uma figura de ação caminhar até o
carro e entrar nele? Conversa com as bonecas ou animais? Alguma vez ele/ela lhes fez falar
ou fazer ruídos? Este tipo de brincadeira varia à cada dia? Alguma vez inventou uma
seqüência ou tipo de história (ex: corridas de carros, o carro estar estacionado na garagem
ou uma viagem à casa da avó)? “E quando ele/ela tinha de 4 para 5 anos?” (OBTENHA
EXEMPLOS)
40
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
(NOTA; ITENS 50-53 INCLUSIVE, PARA CRIANÇAS COM MENOS DE 4.0 ANOS, SOMENTE O
CÓDIGO “ATUAL” É APLICÁVEL: PARA AQUELES DE 10.0 ANOS OU MAIS, SOMENTE “MAIS
ANORMAL ENTRE 4 E 5 ANOS” É APLICÁVEL.)
“Quando ele/ela era uma criança pequena, participava de brincadeiras sociais, como por
exemplo: o gato e o rato, o jogo do lencinho, etc? Quer dizer, ele/ela associava-se
espontaneamente e tentava iniciar várias ações? Como são os jogos do tipo
provocativo,como: “Eu vou pegar você!”, ou ter seus dedos caminhando para ele/ela? Como
é com outro adulto? Ele/ela se associa em brincadeiras de vai e vem? Ele/ela pode brincar de
esconde-esconde? Como brinca disto? E quando tinha de 4 para 5 anos?”
0 = jogo social normal, incluindo clara evidência de que a criança inicia e Atual
responde para jogos sociais infantis simples e pode desempenhar ambos os (menor de 10.0)
papéis
1 = alguma reciprocidade no jogo social de “vai e vem”, mas limitado em
quantidade, duração e contextos em que desempenha (ex: somente brinca de
“esconde-esconde” ou “faz bolo” com pais/educadores)
2 = pouca brincadeiras recíprocas de “vai e vem” (ex: brinca de “esconde- Mais Anormal
esconde” ou “faz bolo” mas somente de maneira limitada, mas não recíproca) 4.0-5.0
3 = nenhuma evidência de jogos sociais recíprocos como “vai e vem”
8 = Não aplicável
9 = desconhecido ou não perguntado
“O que é que ele/ela pensa sobre crianças da mesma idade, que ele/ela desconhece? Ele/ela se
interessa por elas? O que é que ele/ela faz quando outra criança vem para sua casa ou ele/ela
vê uma criança em outra situação familiar (ex: igreja, parque)? E quando tinha de 4 para 5
anos?” (Cote em relação às crianças desconhecidas e da mesma idade que o sujeito. Não cote
o interesse em bebês, aqui.)
0 = freqüentemente observa crianças, às vezes faz um esforço claro para se Atual
aproximar ou conseguir a atenção delas (menor de 10.0)
1 = normalmente observa outras crianças e indica seu interesse nelas para os
pais/educadores de alguma maneira (ex: sinaliza, vocaliza ou tenta imitar o que
é que as outras crianças estão fazendo, mas não tenta procurar ou se aproximar
de outras crianças, sem tentar conseguir a atenção delas)
2 = observa ocasionalmente outras crianças, mas quase nunca tenta se
aproximar delas/ou dirigir a atenção dos pais/educadores para elas ou para Mais Anormal
imita-las
3 = não mostra, ou quase nunca se interessa por outras crianças 4.0-5.0
8 = Não aplicável
9 = desconhecido ou não perguntado
41
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
52. Resposta à aproximação de outras crianças
(PARA OS SUJEITOS COM 10 ANOS OU MAIS, PERGUNTE PELO PERÍODO DE IDADE DE 4.0-5.0
ANOS. O PROPÓSITO AQUI É DETERMINAR COMO O SUJEITO RESPONDE QUANDO OUTRA
CRIANÇA SE APROXIMA DELE/DELA E SE ESTA RESPOSTA CONSTITUI UM ESFORÇO PARA
CONTINUAR A INTERAÇÃO EM ANDAMENTO.)
“O que ele/ela faz se alguma criança se aproxima dele/dela? Ele/ela se comporta de maneira
diferente com seus irmãos ou com uma criança conhecida? A idade da outra criança faz
diferença? Ele/ela se esquiva de outras crianças ativamente? E com a idade de 4 para 5
anos?” (COTE EM RELAÇÃO AOS COLEGAS E CRIANÇAS MAIS VELHAS; NÃO INCLUIR
RESPOSTAS PARA BEBÊS.)
42
DESENVOLVIMENTO SOCIAL E O JOGO (continuação)
54. Amizades
(SUJEITOS COM 5 ANOS OU MAIS. PARA O PROPÓSITO DESTE ITEM, AMIZADE É DEFINIDA
COMO UMA RELAÇÃO SELETIVA, RECÍPROCA ENTRE DUAS PESSOAS DE APROXIMADAMENTE
A MESMA IDADE QUE BUSCAM UM AO OUTRO DE COMPANHIA E COM INTERESSE DE
COMPARTILHAR ATIVIDADES.)
“Ele/ela tem algum amigo particular ou o melhor amigo? De que maneira ele/ela mostra
que eles são seus amigos? Você sabe os nomes de alguns de seus amigos? Ele/ela busca
algum deles fora da escola, como na vizinhança ou em outra situação social (ex: clubes)?
Ele/ela alguma vez saiu com eles, como ir ao cinema, teatro, concertos? Eles compartilham
interesses?” (PERGUNTE ADEQUADAMENTE E ANOTE EXEMPLOS) “As suas amizades com
outros são normais?” (SE NÃO), “De que maneira são anormais?” [ENFOQUE SOBRE O NÍVEL
DE DESENVOLVIMENTO MENTAL DO SUJEITO (EX: IDADE MENTAL E NÃO IDADE
CRONOLÓGICA)] “Era igual no passado, ou ele/ela tinha menos/mais amigos do que
agora?”
0 = um ou mais amigos, amizades com pessoas do mesmo grupo de idade com Atual
quem compartilham atividades não estereotipadas de variedade pessoal, visto (menor de 5.0)
fora de grupos pré-fixados (como clube), e com quem há reciprocidade clara e
compreensão mútua
1 = uma ou mais amizades que envolvem alguma atividade pessoal
compartilhada fora de situações pré-fixadas, com alguma iniciativa do sujeito,
mas limitada a interesses restritos, (ex: modelos de estrada de ferro), ou menos
que o normal de compreensão mútua/reciprocidade
2 = pessoa com quem o sujeito tem algum tipo de amizade pessoal, envolvendo
busca de contato, mas somente em situação grupal (ex: como clube, a igreja,
etc) ou na escola ou trabalho
3 = nenhuma amizade com colegas ou que envolva seletividade e partilha Mais Anormal
8 = Não aplicável, porque há falta de oportunidade para contato sério entre 10.0-15.0
iguais ou porque o sujeito está abaixo da idade de 5 anos
9 = desconhecido ou não perguntado
43
INTERESSES E COMPORTAMENTOS
“Ele/ela tem algum interesse especial ou hobby que são incomuns em sua intensidade?
Quanto tempo ele/ela apresentou este interesse? De que maneira isto era incomum? Evoluiu
ou mudou totalmente ao longo do tempo? Ele/ela compartilha este interesse com outra
pessoa? De que maneira? Este interesse parece compulsivo? O que é que acontece se você lhe
interromper? Este interesse interfere com o seu desempenho em outras áreas? Houve algum
interesse especial no passado?” (DAR DETALHES)
A cotação 2 inclui alguma perturbação ou reorganização da vida familiar que pode ser tolerada pela maioria das
famílias OU inclui alguma interferência com envolvimento do sujeito em outras atividades.
A cotação 3 requer maior grau de rompimento ou impedimento de algumas atividades familiares OU
rompimento ou impedimento das atividades pelo sujeito.
44
INTERESSES E COMPORTAMENTOS (continuação)
56 . Preocupações incomuns
“Eu tenho questionado sobre seus hobbies especiais, mas há também interesses
peculiares ou incomuns- Eu quero dizer, algumas coisas que lhe preocupam até mesmo
quando o foco de interesse não está fisicamente presente e isso poderia parecer estranho
às outras pessoas? Por exemplo, ele/ela é excepcionalmente interessado por coisas como
objetos de metal, semáforos, sinais de rua ou banheiros? Como ele/ela fala sobre isto? Este
interesse influencia como ele/ela se comporta? Quanto tempo isto dura ? Isto interfere com
suas outras atividades ou vida familiar? Há coisas que você faz de maneira diferente, como
família, por causa deste interesse? Quanto isto é um problema para a família? Alguma vez
houve algo como isto no passado?”
45
INTERESSES E COMPORTAMENTOS (continuação)
57. Uso repetitivo de objetos ou interesse por parte de objetos
“Como ele/ela brinca com seus brinquedos ou coisas de casa?” (OBTENHA EXEMPLOS)
“Ele/ela brinca com um brinquedo inteiro ou ele/ela parece se interessar mais por uma
certa parte do brinquedo (ex: girar as rodas de um carro ou abrir e fechar a porta), em
vez de usar isto como seria esperado? Há tipos particulares de objetos que ele/ela realmente
gosta? Ele/ela alguma vez coleciona ou reúne certos tipos de objetos? O que é que ele/ela faz
com eles? Ele/ela costuma enfileirar objetos uns sobre os outros ou faz a mesma coisa com
eles repetidas vezes, como deixar coisas à mesma distância? Estas atividades mudam com o
passar do tempo ou elas são exatamente as mesmas? Ele/ela alguma vez usou objetos deste
modo no passado?”
USO REPETITIVO DE OBJETOS OU INTERESSE POR PARTES DOS OBJETOS (DEVEM TER
OCORRIDO POR UM PERÍODO DE PELO MENOS 3 MESES)
46
INTERESSES E COMPORTAMENTOS (continuação)
58. Compulsões/Rituais
“Há coisas que ele/ela parece ter que fazer de maneira ou ordem muito particular, quer
dizer rituais que ele/ela tem de fazer, ou faz você fazer? Como tocar coisas particulares
ou colocar coisas em lugar especial antes de ir fazer qualquer outra coisa? Como ele/ela
reage se estiver impossibilitado de completar a seqüência inteira de sua atividade ou se é
interrompido durante o curso de suas ações?” (OBTENHA DETALHES E EXEMPLOS) “Isto foi
um problema no passado?” (PESQUISE QUANDO ADEQUADO, SUGERINDO UMA
DEMONSTRAÇÃO BREVE, SE NECESSÁRIO.)
0 = nenhuma Atual
1 = algumas atividades com seqüências fixas incomuns, mas nenhuma
atividade que pareça de qualidade compulsiva
2 = uma ou mais atividades que o sujeito executa de uma maneira especial. O
sujeito parece estar sob pressão ou fica ansioso se a atividade é interrompida
e/ou a família funciona de modo incomum para evitar interromper o ritual ou
assegurar que o sujeito está prevenido se é necessário interrompe-lo. Qualidade
compulsiva presente, mas com pouca interferência na vida familiar ou
deterioração social
3 = uma ou mais atividades que o sujeito executa de uma maneira especial. O
sujeito parece estar sob forte pressão ou fica extremamente ansioso ou aflito se Alguma vez
a atividade é interrompida. Grau de compulsão se intromete na vida familiar ou
causa deterioração social definitiva para o sujeito
9 = desconhecido ou não perguntado
47
INTERESSES E COMPORTAMENTOS (continuação)
59. Interesses sensoriais incomuns
(INTERESSES SENSORIAIS INCOMUNS SÃO DEFINIDOS COMO REAÇÕES EXCEPCIONALMENTE
FORTES OU REPETITIVAS OU BUSCANDO ESTIMULAÇÕES DAS SENSAÇÕES BÁSICAS DA VISÃO,
TATO, AUDIÇÃO, GOSTO OU OLFATO DISSOCIADAS DE SEU SIGNIFICADO. O FOCO SE ESTENDE
SOBRE OS DISTÚRBIOS DE INTERESSE ANORMAL OU SUBSTITUI “USO ANORMAL” DO OBJETO.)
INTERESSES SENSORIAIS INCOMUNS (DEVEM TER OCORRIDO POR PELO MENOS 3 MESES)
0 = nenhum Atual
1 = mostra regularmente um ou dois interesses incomuns
2 = interesse sensorial incomum que toma uma grande quantidade de tempo, ou
evita ou limita o uso alternativo daquele material em sua função comum
9 = desconhecido ou não perguntado Alguma vez
“Ele/ela tem algum maneirismo ou modo estranho de movimentar suas mãos ou dedos?
Como torcer ou sacudir os dedos na frente dos próprios olhos? Eles interferem na
execução de outras tarefas? De que maneira? O que é que acontece se você tentar que ele/ela
pare? Há alguma circunstância particular na qual ele/ela faz isto mais do que em outra?”
(OBTENHA DETALHES) “Ele/ela mostrou algum destes tipos de maneirismos ou
movimentos estranhos no passado?” (ANOTE EXEMPLOS)
MANEIRISMOS DE MAOS E DEDOS (DEVEM TER OCORRIDO POR PELO MENOS 3 MESES)
0 = nenhum Atual
1 = nenhum tipo ou somente ocasional ou não claramente especificado para
cotar “2”
2 = freqüentes maneirismos de mãos e/ou sacudir/torcer de dedos, mas
nenhuma interferência com outras atividades ou angústia se interrompido
3 = maneirismos acentuados do tipo especificado; associado com deterioração
social ou angústia quando interrompido ou é raramente interrompido por causa
da preocupação sobre a reação do sujeito Alguma vez
8 = Não aplicável (ex: fisicamente incapacitado)
9 = desconhecido ou não perguntado
48
INTERESSES E COMPORTAMENTOS (continuação)
61. Outros maneirismos complexos ou movimentos de corpo estereotipados (não inclui
balanço isolado)
0= nenhum Atual
1 = somente ocasional
2 = outros maneirismos freqüentes, distintos ou estereotipados, mas parará sem
angústia se interrompido
3 = maneirismos acentuados associados com deterioração social
9 = desconhecido ou não perguntado Alguma vez
62. Balanço
“Ele/ela se balançou alguma vez? Ele/ela faz isto agora? O que acontece quando você
tenta faze-lo parar?” (OBTENHA EXEMPLOS, INCLUINDO QUANTIDADE DE TEMPO GASTA E A
FORMA QUE O BALANÇO TOMA.) “Isto foi alguma vez um problema no passado?”
49
INTERESSES E COMPORTAMENTOS (continuação)
63. Modo de andar
(O FOCO É SOBRE A MANEIRA INCOMUM DE CAMINHAR, PARTICULARMENTE ANDAR NA
PONTA DOS PÉS E SALTAR, ISTO NÃO É ASSOCIADO CLARAMENTE COM IMPEDIMENTO
FÍSICO.)
“Há alguma coisa incomum no modo como ele/ela caminha? (ex: saltar, anda sobre os
dedos do pé, exagera na utilização dos calcanhares?)” (OBTENHA DESCRIÇÕES) “Você pensa
que outras pessoas notam isto? Alguma vez houve alguma coisa incomum? Como ele/ela
caminhava quando tinha de 4 para 5 anos?” (NÃO COTAR MODO DE ANDAR DE BASE
ALARGADA, IMATURA OU DESAJEITADA)
0 = normal Atual
1 = um tanto incomum
2 = modo de andar distintamente estranho (ex: andar na ponta dos pés ou saltar
anormal)
3 = modo de andar suficientemente estranho para ser notado por outros
diferentes da família ou professores Mais Anormal
8 = Não aplicável 4.0-5.0
9 = desconhecido ou não perguntado
64. Dificuldades com mudanças mínimas nas próprias rotinas do sujeito ou ambiente
pessoal
(NESTE ITEM O INTERESSE É POR REAÇÕES ACENTUADAS, EXTREMAS PARA UMA VARIEDADE
DE MUDANÇAS MÍNIMAS “EM COMO”, OU “ONDE”, OU “QUANDO” O SUJEITO REALIZA
ATIVIDADES DIÁRIAS. ESTAS MUDANÇAS DEVEM SER MÍNIMAS. NÃO INCLUIRIA MUDANÇA
DE CASA OU DE ESCOLA OU UMA MAIOR TRANSIÇÃO A QUAL ESPERA-SE QUE AFETARIA
QUALQUER SUJEITO. A ÊNFASE PARA ESTE ITEM ESTÁ SOBRE UMA INTENSIDADE INCOMUM
DE AFEIÇÃO OU INSISTÊNCIA EM MANTER A CONDIÇÃO ORIGINAL SE UM ASPECTO MÍNIMO
DA ROTINA DO SUJEITO É MUDADO.)
“Ele/ela fica aborrecido com mudanças mínimas em sua rotina? Ou da maneira que
suas coisas pessoais estão organizadas? Por exemplo, o aborrece trocar um par de mitenes
ou luvas por outro ou vestir-se do inverno para o verão (mangas longas para mangas curtas)?
Como são as mudanças de horário? Faz alguma diferença para ele/ela se você ou ele/ela toma
banho 15 minutos mais cedo ou mais tarde que o habitual, ou é vestido antes ou depois do
café da manhã, se isto quebra sua rotina? O que é que acontece? Fazer pequenas mudanças
nas rotinas alimentares, como onde o sal e a pimenta estão na mesa ou onde é colocada a
comida no prato dele, causa alguma dificuldade? Isto foi um problema no passado?”
(PESQUISE DETALHES E ANOTE EXEMPLOS)
DIFICULDADES COM MUDANÇAS MÍNIMAS, NAS PRÓPRIAS ROTINAS DO SUJEITO OU
AMBIENTE PESSOAL (DEVEM TER OCORRIDO POR PELO MENOS 3 MESES)
0 = nenhuma Atual
1 = reação negativa incomum para pequenas mudanças na própria rotina do
sujeito, mas sem angústia séria ou com pouca ou nenhuma interferência na vida
da família
2 = reações distintas, incomuns para pequenas mudanças na própria rotina do
sujeito, causando resistência ou angústia e/ou levando a família a funcionar de
modo incomum para evitar mudança de aspectos secundários das rotinas do
sujeito ou para preparar o sujeito para essas mudanças, mas sem substancial
interferência na vida da família
3 = resistência distinta, incomum e acentuada para pequenas mudanças nas
próprias rotinas do sujeito, com substancial interferência ou deterioração das Alguma vez
atividades familiares
9 = desconhecido ou não perguntado
50
INTERESSES E COMPORTAMENTOS (continuação)
65. Resistência às mudanças insignificantes no ambiente (não afetando diretamente o
sujeito)
“Como é que ele/ela reage para as mudanças em casa, ou mudar pequenos detalhes do
ambiente? Por exemplo, como é que ele/ela reage a mudanças na rotina diária de outra
pessoa, ou como a mobília é organizada, ou se você usar óculos ou um chapéu? Ele/ela fica
aflito?E quando ele/ela mais novo? Isto foi um problema no passado?” (SE ISTOFOI/É UM
PROBLEMA, PEÇA DETALHES E ANOTE EXEMPLOS)
0 = nenhuma Atual
1 = reação negativa incomum, para mudanças insignificantes no ambiente, mas
sem nenhuma angústia séria, e pouca ou nenhuma interferência na vida familiar
2 = reações distintas, incomuns para mudanças insignificantes no ambiente,
causando acentuada angústia e/ou levando a família a funcionar de modo
incomum para evitar mudanças insignificantes no ambiente ou para preparar o
sujeito para tais mudanças, mas sem interferência substancial na vida da família
3 = resistência distinta, incomum e acentuada para mudanças insignificantes no
ambiente, com substancial interferência com ou deterioração das atividades
familiares
9 = desconhecido ou não perguntado Alguma vez
51
COMPORTAMENTOS GERAIS
66. Agressão aos educadores ou membros da família
“Houve momentos em que ele/ela foi agressivo com outras pessoas da família (ou outros
educadores)? Ele/ela alguma vez bateu ou mordeu alguém? E quando ele/ela era mais
novo?” (OBTENHA DETALHES DAS CIRCUNSTÂNCIAS E DOS ATOS AGRESSIVOS) “O que é
que ele/ela faz? Quais são as circunstâncias? O que é que parece provocar a agressão? Ele/ela
alguma vez realmente feriu alguém? O que é que aconteceu? Ele/ela alguma vez usou algum
tipo de instrumento como uma vara ou uma faca? Quanto tempo dura/durou o episódio
agressivo (alguns minutos ou várias horas)? Com que freqüência ocorreu/ocorre?”
52
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
68. Auto-agressão
[AUTO-AGRESSÃO É UM ATO AGRESSIVO DELIBERADO, DIRIGIDO AO PRÓPRIO SUJEITO (EX:
MORDER O PULSO, BATER A CABEÇA). ISSO RESULTA EM DANO AO TECIDO,E QUE DEVE
OCORRER DURANTE PELO MENOS 3 MESES]
“Ele/ela alguma vez se auto-agrediu deliberadamente, tal como morder o braço ou bater
a cabeça ou qualquer outra coisa parecida?” (OBTENHA DETALHES) “Isto alguma vez foi
um problema no passado?”
0 = nenhuma Atual
1 = somente ligeiramente (ex: ocasionalmente morde a própria mão/braço
quando aborrecido, puxa cabelo ou se esbofeteia) sem danos substanciais aos
tecidos
2 = definitivamente presente (ex: machucado real ou calejado, bater a cabeça
repetidamente, puxar o cabelo, morder associado com dano definitivo ao
tecido) (não registrar mexer em espinhas) Alguma vez
3 = distinta auto-agressão com sérios danos (ex: fratura de crânio, lesão ocular,
etc)
9 = desconhecido ou não perguntado
“Algumas pessoas acham difícil se sentar por algum tempo – por exemplo, na hora da
refeição ou quando assistem TV ou enquanto viajam em um ônibus.”
“Ele/ela acha difícil ficar quieto? Ele/ela tende a correr ao redor? Ele/ela está sempre em
movimento?” (OBTENHA UMA DESCRIÇÃO DAS SITUAÇÕES PERTINENTES E DO
COMPORTAMENTO DO SUJEITO.) (ENFOCAR SOBRE O COMPORTAMENTO QUE É MAIS
INADEQUADO PARA A SUA IDADE MENTAL)
SE SIM:
“Ele/ela sempre se levanta da cadeira na hora das refeições?”
“Ele/ela pode permanecer na cadeira se dito para fazer isto?”
“E quando você o leva para sair, como de ônibus ou na igreja?”
“O que é que acontece em casa quando ele/ela está fazendo o que gosta e não há
nenhuma expectativa para ficar em algum lugar?”
“O que é que acontece nas situações fora de casa, por exemplo, na escola ou na casa de
amigos ou em lugares públicos?”
“Alguém comentou alguma vez com você ou se queixou do nível de atividade dele/dela?”
“Isto alguma vez foi um problema no passado?”
0 = raramente um problema, capaz de permanecer sentado se esperado fazer Atual
assim.
1 = se levanta e se movimenta várias vezes quando esperado que fique em
silêncio; responde aos pedidos de retorno, mas logo sai do assento novamente.
2 = quase nunca se senta, quase sempre em movimento, hiperatividade até
mesmo quando lhe é permitido fazer o que quer; a família é capaz de enfrentar
e o sujeito é capaz de realizar algumas atividades, mas há muitas/sérias
reclamações e/ou informações que a hiperatividade definitivamente interfere
com as atividades sociais/trabalho
3 = hiperatividade é tão intrusiva e significativa que a família esta severamente
afetada e/ou o sujeito é severamente prejudicado Alguma vez
9 = desconhecido ou não perguntado
53
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
70. Desmaios/Convulsões/Ausências
(O ENFOQUE É SOBRE EPISÓDIOS ENVOLVENDO UMA MUDANÇA INEXPLICÁVEL DO NÍVEL DE
CONSCIÊNCIA, COM OU SEM QUEDAS OU MOVIMENTOS BRUSCOS DOS BRAÇOS.)
“Ele/ela alguma vez desmaiou ou teve uma convulsão/ataque/acesso? Ele/ela alguma vez
tomou medicação para controlar as convulsões?” (SE SIM, PESQUISE ALÉM DISSO OS
DETALHES, INCLUINDO IDADE DE INÍCIO, COM QUE FREQÜÊNCIA AS “CONVULSÕES”
OCORRERAM, UMA CLARA DESCRIÇÃO DAS “CONVULSÕES” E SE ELAS EXIGIRAM
INVESTIGAÇÃO E TRATAMENTO, INCLUSIVE MEDICAÇÃO ATUAL OU NO PASSADO E
HOSPITALIZAÇÃO.)
0 = nenhum Atual
1 = história de crises que podem ser epiléticas, mas diagnóstico não foi
estabelecido
2 = diagnóstico preciso de epilepsia
7 = somente convulsões febris, sem medicação contínua diária fora do período
febril Alguma vez
9 = desconhecido ou não perguntado
71/78. Perda de habilidades/Perda de habilidades associadas com enfermidade física
(PERDA, COMO DEFINIDA NESTE ITEM, SIGNIFICA QUE UMA HABILIDADE QUE TEVE
PREVIAMENTE UM NÍVEL NORMAL, E ESTABELECIDA DE TAL FORMA QUE ERA MANIFESTA
ESPONTÂNEA E CONSISTENTEMENTE ACIMA DE UM PERÍODO DE PELO MENOS 3 MESES FOI
SUBSTANCIALMENTE OU COMPLETAMENTE PERDIDA POR UM PERÍODO DE 3 MESES.)
“Eu lhe perguntei sobre possíveis perdas precoces de habilidades de linguagem e
movimentos de mãos. Eu gostaria de voltar agora a perguntar sobre possíveis perdas de
outras habilidades. Houve algum período em que ele/ela pareceu ficar acentuadamente
pior ou atrasado no seu desenvolvimento? Quando foi isto? Quais habilidades ele/ela
perdeu? Isto afetou o controle esfincteriano? O entendimento da linguagem? Ou o uso da
fala? Ou o jogo? Ou capacidade para cuidar de si próprio? Ou coordenação? Postura ou
caminhar?E sua habilidade de manipular objetos? E as habilidades escolares?” [NÃO INCLUIR
VARIAÇÕES NO USO DE HABILIDADES, ÀS VEZES, PIORANDO O COMPORTAMENTO, SE O
SUJEITO NITIDAMENTE SE RECUPERA (I.E., SE A “PERDA” É PARTE DE UM PADRÃO GERAL DE
MELHORA E PIORA). A PERDA DEVE SER CONSISTENTE, ACIMA DE UM PERÍODO DE PELO
MENOS 3 MESES. ANOTE A IDADE DO SUJEITO QUANDO A PERDA DE HABILIDADE OCORREU.]
SE SIM: “Houve alguma sugestão de que a perda de habilidade fosse associada com uma
enfermidade física?” (SEM PERDA, COTAR 8 PARA PERDA DAS HABILIDADES ASSOCIADA
COM ENFERMIDADE FÍSICA.)
(SE HÁ PERDA DAS HABILIDADES, PROSSEGUIR NO PRÓXIMO ITEM, SE NÃO HÁ PERDA PASSAR
PARA O ITEM 82.)
71. Perda de habilidades (por pelo menos 3 meses)
0 = nenhuma perda consistente de habilidades (embora o comportamento possa Antes dos 5 anos
variar às vezes)
1 = provável perda de habilidade, mas de um grau que não cumpre os critérios
2 = perda precisa de habilidades durante um período de tempo
8 = Não aplicável à idade
9 = desconhecido ou não perguntado Depois dos 5 anos
54
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
72. Perda de habilidades (associada com enfermidade física)
0 = perda de habilidades, com sintomas físicos insignificantes (ex: erupção Antes dos 5 anos
cutânea ou febre após vacinação)
1 = perda de habilidades associada com sintomas que não podem ser tomados
como evidência clara de meningite ou de origem encefálica (ex: febre alta com
infecção de ouvido)
2 = perda de habilidade associada com evidência clínica de meningite ou de
encefalite (ex: estupor, coma e/ou ataques/convulsões) Depois dos 5 anos
8 = nenhuma perda de habilidade notada ou não aplicável à idade
9 = desconhecido ou não perguntado
Áreas de perda
(Cotar 0 se não houver, 1 se possível, 2 se clara)
55
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
80. Deterioração progressiva
56
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
82. Idade em que a anomalia se evidenciou pela vez
(SE JÁ ESTÁ CLARO QUE A CRIANÇA APRESENTAVA COMPORTAMENTO ANORMAL POR VOLTA
DOS 3 ANOS, PERGUNTE SOMENTE SOBRE IDADES ANTERIORES PARA AVALIAR A PROVÁVEL
ÉPOCA DE INICIO. SE CONSIDERAR DISTANTE, SUGIRA QUE O SUJEITO APRESENTA-SE
NORMAL ATÉ OS 3 ANOS, ENFOCAR PRIMEIRO SOBRE A IDADE DE 3 ANOS PARA DETERMINAR
SE O DESENVOLVIMENTO DEFINITIVAMENTE ERA NORMAL ATÉ ESTA IDADE, E ENTÃO
EXPLORE IDADES ANTERIORES. ESTA COTAÇÃO É FEITA SOBRE O JULGAMENTO DO
ENTREVISTADOR USANDO TODAS AS INFORMAÇÕES DISPONÍVEIS DA ENTREVISTA.)
“Quando nós começamos a falar sobre ele/ela, eu perguntei a você quando cogitou que ele/ela
tinha apresentado as primeiras dificuldades no desenvolvimento ou comportamento. Você
disse que pensou ____/____/____ (COTAÇÃO NO ITEM 2). Eu gostaria agora de analisar
estes anos mais precoces. Você poderia me contar como ele/ela era, por volta da época
do terceiro aniversário dele/dela? Como ele/ela brincava? Com que brinquedos ele/ela
brincava? Algum jogo de “faz de conta”? Como era a sua fala? Como era cuidar de si
próprio? Alimentação? Controle esfincteriano? Vestir-se? Como eram suas amizades com
outras crianças?Voltando atrás novamente, como era com a idade de 1 e 2 anos?”
57
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
84/89. Habilidades especiais isoladas (Para todos os sujeitos)
“Ele/ela tem alguma habilidade especial? Há algo que parece ser excepcionalmente bom,
atualmente ou no passado?” (OBTENHA DETALHES E EXEMPLOS) “Estas habilidades estão
relacionadas com algum interesse especial ou preocupação incomum?”
(AO LONGO DESTA SEÇÃO, O ENFOQUE É SOBRE UMA HABILIDADE OU TALENTO ESPECÍFICO.
UMA VEZ UMA DECISÃO TOMADA SOBRE A PRESENÇA OU AUSÊNCIA DE UMA HABILIDADE, A
PRÓXIMO PASSO É RELACIONAR COMPARATIVAMENTE ESTA HABILIDADE COM O NÍVEL
GLOBAL DE FUNCIONAMENTO DO SUJEITO E COMO É ISTO COMPARADO COM A POPULAÇÃO
GERAL. POR EXEMPLO, UMA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA MENTAL QUE PODE MULTIPLICAR
NÚMEROS DE 3 CASAS EM SUA CABEÇA, MAS QUE NÃO PODE APLICAR ESTA HABILIDADE DE
CÁLCULO, SERIA PONTUADO “3”. SE ELE/ELA PODE APLICAR A HABILIDADE EM SITUAÇÕES
DA VIDA REAL, ELE/ELA SERIA PONTUADO “4”.SE SUA HABILIDADE DE CÁLCULO FOSSE
MÉDIA PELAS NORMAS POPULACIONAIS, MAS BEM ACIMA DE SUA IDADE MENTAL, ISTO
SERIA PONTUADO “2”.)
58
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
84/89. Habilidades especiais isoladas (continuação)
0 = nenhuma excelente habilidade/conhecimento em relação ao nível global de habilidade, seja alto ou baixo
1 = habilidade/conhecimento isolada, comentada pelos outros, mas não muito acima do próprio nível geral de
funcionamento do sujeito
2 = habilidade/conhecimento isolada que está claramente fora, de acordo com o nível geral de habilidade do
sujeito, mas não acima da média das crianças de sua idade
3 = habilidade/conhecimento isolada que é claramente acima do nível geral de capacidade do sujeito e acima do
nível médio das crianças de sua idade, mas não é usada funcionalmente ou significativamente para qualquer
medida relevante (ex: uma criança pré-escolar que pode ler sem compreensão ou uma outra que faz cálculos de
calendário seriam cotadas aqui)
4 = habilidade/conhecimento isolada que está acima do nível geral do sujeito e do nível de capacidade médio das
crianças de sua idade e é usada significativamente (i.e. talento genuíno ou capacidade usada adequadamente,
como tocar música para os outros por prazer, participando de passatempos infantis de idade adequadas, como
construção de modelos ou programação de computador) e reconhecida por seus iguais como tendo habilidade
excepcional
8 = não aplicável (ex: leitura em sujeito não verbal)
9 = desconhecido ou não perguntado
59
COMPORTAMENTOS GERAIS (continuação)
60