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Prática de Comunicação Modbus: Guia Completo

O documento aborda a prática de comunicação Modbus, incluindo Modbus Serial e Modbus TCP/IP, com foco em instalação, configuração e monitoramento utilizando softwares Modscan e Modsim. Ele detalha a arquitetura da rede, componentes de hardware e software, e fornece instruções sobre a configuração de registros e comunicação entre mestre e escravo. Além disso, apresenta gráficos para visualização de dados e exemplos de tramas Modbus.

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Prática de Comunicação Modbus: Guia Completo

O documento aborda a prática de comunicação Modbus, incluindo Modbus Serial e Modbus TCP/IP, com foco em instalação, configuração e monitoramento utilizando softwares Modscan e Modsim. Ele detalha a arquitetura da rede, componentes de hardware e software, e fornece instruções sobre a configuração de registros e comunicação entre mestre e escravo. Além disso, apresenta gráficos para visualização de dados e exemplos de tramas Modbus.

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PRÁTICA MODBUS

Comunicação Modbus Serial


Y Modbus Ethernet
Modsim e Modscan

1
Conteúdo
Abreviaturas 3
Sistema 3
Arquitetura
Descrição Geral 4
Componentes
Hardware 5
Software 5
Comunicação 6
Instalação
Introdução 7
Esquema de conexionado 8
Menu de configuração de registros 9
Menus, janelas e tipos de dados 9
Modbus serial
Comunicação 12
Status da bobina 15
Status de entrada 17
Registro de retenção 18
Trama Modbus serial 20
Modbus TCP/IP
Conexão 22
Modbus TCP/IP 24
Gráficas (Minis HMI) 25
Contato 28

2
Abreviações

Expressão Significado
PLC Controlador Lógico Programável
ATV Variador de Velocidade Altívar
UTP Par Trenzado Não Apantallado

Sistema

Introdução

O sistema basicamente consiste em uma rede de campo (Modbus) orientada ao


comunicação de até 32 nós por meio de um equipamento mestre (Computador com
Modscan) e um equipamento escravo (Computador com Modsim). O sistema é capaz de realizar
ações de controle assim como ações de monitorização de usando algumas da
funções básicas desses programas de simulação de Mestre e escravos Modbus.

3
Arquitetura

Descrição geral

A arquitetura que se ilustra a seguir descreve uma rede RS232 de 3 fios. A


a topologia da rede consiste em dois equipamentos (Computador pessoal) para realizar a
configuração conectada através de um cabo cruzado ponto a ponto entre dois
DTE.

4
Hardware

Descrição ou
Componente Imagem
Esquemático
Computador Pessoal Estação de trabalho
Estação de Trabalho disposta para
Cantidad: 1 configurar e usar a rede
RS232

Software

Geral

O software que será utilizado para a realização da prática é o Modscan e o Modsim, o


qual é a ferramenta para monitorar e administrar redes Modbus Serial e Modbus
TCP/IP.

Modscan e Modsim é um programa baseado em Windows de 32 bits para um computador


personal (PC) que é executado nos sistemas operacionais Microsoft Windows 2000/XP
Profissional/Vista/7.

A configuração mínima necessária para utilizar tanto o ModScan quanto o ModSim é


a seguinte:

Recomenda-se um equipamento com processador Pentium a 1,2 GHz ou superior.


Recomenda-se 256 MB de RAM ou mais.
1 MB de espaço livre no disco rígido.

Sistema operativo: Windows 2000, Windows XP ou Windows Vista/7

5
Comunicação

Geral

São basicamente necessários cabos RS232 com conector DB9 para realizar as
conexões entre os dois dispositivos que pertencem à rede. Além disso se
precisa de dois conversores USB-RS232.

Lista de elementos

Cabo Conexão
Conversor USB a RS232
Número de nós

Cable RS232 conector fêmea DB9


Número de nodos

6
Instalação

Introdução

Este capítulo descreve os passos necessários para a instalação do hardware e


para cumprir com a seguinte arquitetura da prática.

Sinais do Cabo RS232.

Nesta tabela descrevemos os diferentes sinais usados no RS232.

Pino Sinal Descrição


1 DCD Detector de portadora

2 RXD Recepção de dados


3 TxD Transmissão de dados
4 DTR DTE pronto
5 GND(SG) Sinal de Referência
6 DSR DCE pronto
7 RTS Pedido de envio
8 CTS Habilita envio
9 R Indicador de chamada

7
Esquema de conectividade
A tabela de conexão que é mostrada a seguir, descreve todas as
conexões que deve fazer para realizar a prática.

Pino DB9 Sinal 1 Pino DB9 Sinal 2


1 DCD 1 NC

2 RXD 3 TxD
3 TxD 2 RXD
4 DTR 6 DSR
5 GND(SG) 5 GND(SG)
6 DSR 4 DTR
7 RTS 8 CTS
8 CTS 7 RTS
9 R 9 R

8
Menu de configuração de registros

A seguir encontraremos alguns menus de configuração


de el Modscan como do Modsim
Endereço do escravo Modbus

Endereço do registro Número de pedidos feitos

Restabelecer contador
Quantidade de registros Função Modbus

Menus, janelas e tipos de dados (algumas configurações)

Conexão ou Definição de
desconexão dados Mostrar dados Mostrar Tramas

Formato de
visualização de dados

9
Clicando no ícone, podemos ver os quadros Modbus, em
a cor negra se vê a pergunta enquanto que sem cor se vê a
resposta do escravo Modbus.

Nos ícones Formato de visualização de dados podemos


selecionar o formato de visualização dos dados.

10
Mudamos o tempo do poolls para selecionar com que frequência
tempo enviamos as tramas Modbus.

11
MODBUSSERIAL

Comunicação

Abrimos o programa ModScan32

Configuração dos parâmetros da rede para estabelecer


comunicação através de uma rede RS485 ou RS232

12
Abrimos o Modsim (escravo Modbus)

Selecionamos a porta de comunicação serial (Depende de


onde está conectado o cabo.

13
Configuramos a porta no Modsim conforme mostrado na figura
seguinte (ENFATIZANDO QUE OS PARÂMETROS FICAM
IGUAL AOS CONFIGURADOS NO MODSCAN).

14
Status da bobina

Selecionamos o número de bobinas ou entradas digitais que


queremos ler ou escrever, assim como o endereço do escravo Modbus.

Modificamos o estado de qualquer bobina, nesse caso a bobina 1


a colocamos em ON, para fazer isso fazemos um duplo clique no círculo
vermelho.

Endereço do
escravo Modbus

Endereço de memória em
escravo
Estado da bobina 1 (LIGADO) ou
0(OFF)

15
Vemos como muda o valor no (escravo Modbus).

Agora queremos mudar o valor de uma bobina a partir do escravo


hacia o mestre da mesma forma fazemos duplo clique sobre uma
bobina.

Endereço da memória em
o Mestre

Vemos como muda o valor no mestre (Modscan).

16
Status de entrada

Usamos a função dois do Modbus, ao invés do status da bobina.


a função não permite alterar o valor do mestre somente o
o escravo pode modificar este valor. É muito usado em aplicações
onde é necessária a monitorização de sensores ON-OFF, já que ele apenas dá
reporte de seu estado seu valor não pode ser modificado.

Mude o registro 1

17
Registro de retenção

Como o seu nome diz, registro que mantêm, ao escrever um valor


neste registro ele fica guardado até ser modificado por um
escravo ou um mestre seu valor vai de 0 a FFFF_H que é
equivalente 65535.
Assim como no caso anterior, ao dar um duplo clique sobre o valor, se
abra a janela (Escrever registro), onde se altera o valor.

Endereço do
escravo Modbus

Endereço do registro na
memória do Mestre

Valor atribuído à memória


de escravo

Ao alterar o valor no registro, vemos refletido este novo valor


no registro (1) um do escravo.

18
De la misma forma escribimos un registro pero desde el esclavo
em direção ao Mestre.

Ao olhar o registro 2, vemos como seu valor muda.

Uma vez terminada esta prova, fazemos o mesmo com a função 4


de Registro de Entrada Modbus.

19
Trama Modbus serial

Ao mudar os dados, o que se muda é a informação


que mandamos pela nossa rede Rs485 esta informação pode ser
ver como uns e zeros, em forma hexadecimal, ou decimal entre
outros.

A pergunta que o mestre faz ao escravo aparece em cinza, enquanto


que a resposta pode ser vista com um fundo preto.

PERGUNTA (MESTRE)

05 Direção do escravo (ID do dispositivo)


03 Função Modbus (REGISTRO DE MANUTENÇÃO)
00 00 Endereço de onde comissou a ler
00 02 Número de registro que vou ler (Comprimento)
C5 8f CRC (Código de Verificação de Erros)

20
ESCRAVO

05 Endereço do escravo que responde (Id do dispositivo)


03 Função Modbus (REGISTRO DE MANUTENÇÃO)
04 Número de bytes que retorno, 2 bytes é uma palavra.
00 64 Primeiro registro que lemos em hexadecimal.
02 2E Segundo registró que leemos en hex decimal.
7F 50 CRC (Código de verificação de erros).

Se mudarmos os dados, veremos como esses campos mudam.

Dependendo da função Modbus, este quadro vai mudando em


sua forma.
Para verificar a checagem de erros, podemos conferi-la com o
programaHexterminalhaciendo dupla clique em CRC16
Entramos os dados para os quais queremos calcular nosso
CRCen este caso a resposta do escravo.

Como podemos ver, este número é igual à verificação de erros.


que manda o Modsim.

21
MODBUS TCP/IP
Conexão
Verificamos o endereço IP nos escravos da rede, abrindo a
janela de comandos CMD, digitamos o comando IPconfig,
onde poderemos ver o nosso endereço IP.

Agora abrimos conexão e nos conectamos por TCP/IP remoto.

22
Inserimos o endereço IP do equipamento com o qual vamos a
conectar e a porta que para Modbus TCP/ip que sempre é 502.

Endereço TCP/IP
do escravo Modbus

Puerto Modbus
TCP/IP

Da mesma forma, vamos selecionar Modbus/TCP,


neste caso não é necessário inserir o endereço IP do mestre já
que simplesmente ele abre o porto esperando que alguém se
comunique-se com ele.

23
Trama em Modbus TCP/Ip

Fazemos os mesmos testes com cada uma das funções Modbus


y mudamos para o modo Mostrar tráfego, vemos que na mesma trama
se acrescentam outros valores que correspondem à camada de enlace
de Ethernet.

Modbus na unidade de dados de aplicação TCP-ip

Cabeçalho MBAP
d8 00 Identificador de transferência
00 00 Identificador do protocolo (Modbus 00 00)
00 06 Número de bytes que se enviam a seguir
05 Endereço do escravo que responde (Id do Dispositivo)

O resto dos parâmetros é igual ao quadro seriais.

24
Gráficas (Minis HMI)

Arquivo
Formulários de fantasia

Fazemos um quadro do tamanho que queremos para nosso gráfico,


selecionando Gráfico de Tendência Simples para fazer nossa gráfica.

Marcamos os campos tal como estão na figura

2. Cores da
1. Cada quanto
tempo faz a

3. fazemos clique para


selecionar a
informação que
vamos pintar

25
Inserimos as informações necessárias para o gráfico que será
pintar.
Mudamos a cor
da nossa linha
Valor máximo de la
Habilitamos esta gráfica
trasa
Valor mínimo da
gráfica
Formato do
registro, neste
caso le damos
REGISTRO DE HOLDING

Direção do
escravo de onde
está a informação Formato do dado
inteiro sem sinal
Endereço do
registro onde leia
os dados

Nós damos Ok e depois Atualizar.

26
No escravo (Modsim) vamos simular a mudança de um valor
aleatório para ir vendo como a gráfica muda.

No mestre vemos como vai mudando o valor da nossa


gráfica.

27

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