Curso de Administração de Injetáveis
Curso de Administração de Injetáveis
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Curso Injetáveis.
Autor desconhecido.
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SUMÁRIO
Introdução.....................................................................................................................1
Injetáveis......................................................................................................................2
Biossegurança..............................................................................................................3
Material.........................................................................................................................4
Manuseio correto..........................................................................................................5
Via Intradérmica...........................................................................................................6
Via Subcutânea..........................................................................................................10
Via Intramuscular........................................................................................................14
Via Endovenosa..........................................................................................................19
Referências................................................................................................................27
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INTRODUÇÃO
Bons estudos.
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INJETÁVEIS
Injetáveis são medicamentos administrados na via PARENTERAL para fins
preventivos, terapêuticos e diagnósticos. Possuem particularidades individuais que quando
seguidas proporcionam efeitos benéficos esperados ao paciente e eficiência no trabalho do
profissional.
O objetivo dos injetáveis são uma absorção rápida e concentrada, comparada a outras
vias de administração pois não sofrem efeito de primeira passagem pelo fígado e maior
biodisponibilidade.
Todos injetáveis atingem o sistema circulatório, por isso a importância de técnicas
assépticas e rigor nos ¨9 certos¨ para administração, porém para a técnica de administração,
os ¨5 certos¨ são obrigatórios durante o preparo e administração. PACIENTE CERTO,
MEDICAMENTO CERTO, VIA CERTA, DOSE CERTA, HORA CERTA.
A via parenteral corresponde às vias de administração: INTRADÉRMICA (ID),
SUBCTÂNEA (SC), INTRAMUSCULAR (IM) E ENDOVENOSA. O uso correto destas vias
garante a correta absorção do fármaco e reduz eventos adversos que podem gerar lesões graves
até óbito ao paciente.
É obrigação e responsabilidade do profissional de saúde conhecer tais vias bem como
seus cuidados pré, durante e pós manipulação. Esta ação, condiz com cumprimento das
normativas do Código de Ética de Enfermagem - COFEN que cita:
Art. 45 – Prestar assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia,
negligência ou imprudência; Art. 55 – Aprimorar os conhecimentos técnico-científicos, ético-políticos,
sócio educativos e culturais, em benefício da pessoa, família e coletividade e do desenvolvimento da
profissão.
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BIOSSEGURANÇA
A biossegurança na manipulação de injetáveis visa a prevenção da disseminação de code
doenças no ambiente de trabalho e proteção ao público envolvido. Indispensável e obrigatória,
dispõe sobre normativas a respeito da higienização das mãos, uso de adornos e uso de EPIs
no serviço de saúde.
O principais Equipamentos de proteção individual para técnica de injetáveis são: Luvas
de procedimento; Avental; Sapatos fechados; Máscara. Sua correta colocação e retirada
também são fundamentais para a eficácia da biossegurança.
É vedado o uso de adornos no ambiente de trabalho em saúde. Constitui-se adornos:
anéis, piercigns, colares, cordão, unhas cumpridas com apliques, relógios, pulseiras
A correta Higienização das mãos com Lavagem simples e Fricção com solução alcoólica
dispostas pela ANVISA e NR32, também são importantes ações neste trabalho. Segundo a
normativa: ¨ Os 5 momentos de higienização das mãos¨ são:
1. Antes de contato com um paciente;
2. Antes da realização de procedimentos assépticos;
3. Após risco de exposição a fluidos corporais;
4. Após contato com um paciente;
5. Após contato com as áreas próximas ao paciente.
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MATERIAL
Agulhas
Seringas
Cateter agulhado
Fixadores;
Acessórios de
conexão:
Material de
antissepsia:
Resíduos:
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MANUSEIO CORRETO ATENÇÃO!!!
DISPOSITIVO TOCAR NÃO TOCAR
CORPO BICO
FLANGE EMBOLO
EXTREMIDADE
DO ÊMBOLO
LATERAL DO HASTE
CANHÃO BISEL
EXTERNO PARTE INFERIOR
CANHÃO
ASAS AGULHA
TUBO EXTENSOR INTERIOR ADAPTADOR
ADAPTADOR
EXTERNO
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VIA INTRADÉRMICA
Conceito Administração de medicamentos diretamente na via intradérmica (debaixo da pele)
Objetivos: Absorção lenta.
Responsáveis pela execução: Enfermeiro, Técnicos em enfermagem, auxiliar de enfermagem.
INTRADÉRMICA
SIGLA VOLUME MÁX SERINGA AGULHA BISEL ANGULO ALGODÃO
ID O,5ML 1 ML 13X 4,5 CIMA 15º SECO
4MM
5MM
LOCAL 1. Face inferior deltoide;
2. Face anterior antebraço.
Materiais necessários
Prescrição médica;
Luvas de procedimento;
Bandeja e álcool 70%;
Caneta;
Fita crepe;
Medicação;
Seringa 1 ml
Agulha 13 x 4,5;
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Bola de algodão seco;
Gases;
Etapas para execução:
1. Lavar as mãos;
2. Verificar na prescrição médica a medicação a ser administrada;
3. Na fita crepe anotar com a caneta os ¨5 certos da medicação¨ NOME DO PACIENTE-
MEDICAÇÃO- DOSE- VIA- HORÁRIO e reservar;
4. Lavar as mãos e colocar luvas de procedimento;
5. Realizar assepsia em bancada de preparo de medicação e bandeja com álcool 70% e algodão
deixando-as limpa, seca e organizada;
6. Preparar o material e colar a fita de identificação com ¨5 certos¨ na capa plástica da seringa;
7. Abrir medicação mão dominante utilizando gaze e reservar;
8. Conectar agulha na seringa com técnica asséptica e realizar aspiração da medicação
colocando o bisel da agulha voltado para baixo na região do gargalo. Tombar a ampola para
baixo de modo que consiga aspirar todo conteúdo;
9. Aspirar a medicação com a mão dominante, com cuidado para não tocar no êmbolo da
seringa e agulha;
10. Retirar bolhas de ar que eventualmente se formam dentro da seringa aspirando todo
conteúdo para o final do êmbolo e retornando lentamente até aparecer a gota no bisel.
Desprezar a ampola vazia na caixa de perfuro cortante;
11. Encapar a agulha com a tampa da mesma e colocar a seringa dentro do envelope com o
embolo protegido;
12. Colocar medicação direto na bandeja junto com bola de algodão seca;
13. Se dirigir ao paciente informando o procedimento a ser realizado;
14. Conferir os ¨5 certos¨ antes de administrar a medicação;
15. Com a mão não dominante realizar a estabilização da pele esticando o sítio de inserção
com dedos indicador e polegar;
16. Escolher o local para aplicação: realizar antissepsia da pele com bola de algodão seca em
movimentos firmes e únicos reservando na mão não dominante com dedos mínimo e
anular;
17. Segurar a seringa com a mão dominante, com ângulo de 15º introduzir agulha com bisel
voltado para cima até a metade da agulha; não aspirar e empurrar o êmbolo da seringa
administrando a medicação;
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18. Verificar a formação da pápula;
19. Retirar a agulha delicadamente, não pressionar, não limpar após administração; massagear
levemente;
20. Colocar na bandeja a agulha desencapada e seringa utilizada. NÃO REENCAPAR
AGULHA APÓS USO NO PACIENTE.
21. Reunir material, deixar paciente em confortável, desprezar embalagens em local próprio,
deixar bandeja e ambiente de preparo em ordem;
22. Retirar luvas, lavar as mãos;
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40. Nunca administrar medicações com penumbra;
41. Manter vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns;
42. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente
ao superior responsável;
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VIA SUBCUTÂNEA
Materiais necessários
Prescrição médica;
Luvas de procedimento;
Bandeja e álcool 70%;
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Caneta;
Fita crepe;
Medicação;
Seringa apropriada;
Agulha 13x 4,5;
Bola de algodão seco;
Gases;
Etapas para execução:
1. Lavar as mãos;
2. Verificar na prescrição médica a medicação a ser administrada;
3. Na fita crepe anotar com a caneta os ¨5 certos da medicação¨ NOME DO PACIENTE-
MEDICAÇÃO- DOSE- VIA- HORÁRIO e reservar;
4. Lavar as mãos e colocar luvas de procedimento;
5. Realizar assepsia em bancada de preparo de medicação e bandeja com álcool 70% e algodão
deixando-as limpa, seca e organizada;
6. Preparar o material e colar a fita de identificação com ¨5 certos¨ na capa plástica da seringa;
7. Abrir medicação mão dominante utilizando gaze e reservar;
8. Conectar agulha na seringa com técnica asséptica e realizar aspiração da medicação
colocando o bisel da agulha voltado para baixo na região do gargalo. Tombar a ampola para
baixo de modo que consiga aspirar o líquido por completo;
9. Aspirar a medicação com a mão dominante, com cuidado para não tocar no êmbolo da
seringa e na agulha. Retirar bolhas de ar que eventualmente se formam dentro da seringa
aspirando todo conteúdo para o final do êmbolo e retornando lentamente até aparecer a
gota no bisel;
10. Desprezar a ampola vazia na caixa de perfuro cortante;
11. Encapar a agulha com a tampa da mesma e colocar a seringa dentro do envelope com o
embolo protegido;
12. Colocar medicação direto na bandeja junto com bola de algodão seca;
13. Se dirigir ao paciente informando o procedimento a ser realizado;
14. Conferir os ¨5 certos¨ antes de administrar a medicação;
15. Escolher o local para aplicação: realizar antissepsia da pele com bola de algodão seca;
16. Com a mão não dominante, faça a antissepsia da pele com bola de algodão em movimentos
firmes e únicos;
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17. Realizar a prega subcutânea com dedos polegar e indicador;
18. Segurar a seringa com a mão dominante, com ângulo de 90º introduzir agulha até o canhão
com bisel voltado para cima\ baixo, e administrar a medicação;
43. Retirar a agulha delicadamente em ângulo de 90º e ocluir orifício com algodão seco e soltar
a prega. Massagear delicadamente;
44. Colocar na bandeja a agulha desencapada e seringa utilizada. NÃO REENCAPAR
AGULHA APÓS USO NO PACIENTE.
45. Reunir material, deixar paciente em confortável, desprezar embalagens em local próprio,
deixar bandeja e ambiente de preparo em ordem;
46. Retirar luvas, lavar as mãos;
47. Realizar checagem de administração na prescrição médica colocando horário e nome do
profissional que administrou;
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63. Explicar o paciente o procedimento a ser realizado, a indicação e possíveis reações
adversas;
64. Manter bandeja de medicação próximo, nunca entregue à acompanhantes ou colocar sob a
cama do paciente. Nunca entregar medicações para que o acompanhante administre;
65. Evitar distrações ao preparar medicações: conversas, brincadeiras, telefones, tumulto;
66. A bancada de preparo de medicação deve estar sempre limpa, seca e organizada;
67. Preparar uma medicação por vez. Desprezar imediatamente sobras de medicações (frascos,
cartelas); manter ambiente de preparo organizado;
68. Manter vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns. Nunca administrar medicações com penumbra;
69. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente
ao superior responsável;
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VIA INTRAMUSCULAR
Conceito: Administração de medicamentos diretamente na via intramuscular (músculo).
Objetivos: Absorção em 15 minutos
Responsáveis pela execução: Enfermeiro, Técnicos enfermagem e Auxiliar de enfermagem.
INTRAMUSCULAR
SIGLA VOLUME MAX SERINGA AGULHA BISEL ANGULO ALGODÃO
IM 3 ML 1 ML 20 X 5,5 LADO 90º ÚMIDO
4 ML 3 ML 25 X 7
5 ML 25 X 8
30 X 7
LOCAIS 1. Deltoide 2. Vasto lateral da coxa
[Link] glútea [Link] glúteo
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VENTRO GLÚTEA DORSO GLÚTEA
Materiais necessários
Prescrição médica;
Luvas de procedimento;
Bandeja e álcool 70%;
Caneta;
Fita crepe;
Medicação;
Gases;
1 Seringa apropriada
2 Agulhas apropriada para intramuscular
1 Bola de algodão úmido com antisséptico;
Etapas para execução:
1. Lavar as mãos;
2. Verificar na prescrição médica a medicação a ser administrada;
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3. Na fita crepe anotar com a caneta os ¨5 certos da medicação¨ NOME DO PACIENTE-
MEDICAÇÃO- DOSE- VIA- HORÁRIO e reservar;
4. Lavar as mãos e colocar luvas de procedimento;
5. Realizar assepsia em bancada de preparo de medicação e bandeja com álcool 70% e algodão
deixando-as limpa, seca e organizada;
6. Preparar o material e colar a fita de identificação com ¨5 certos¨ na capa plástica da seringa;
7. Abrir medicação mão dominante utilizando gaze e reservar;
8. Conectar agulha na seringa com técnica asséptica; abrir frasco de medicação utilizando gase;
9. Com a mão dominante, realizar aspiração da medicação colocando o bisel da agulha voltado
para baixo na região do gargalo tombando a ampola para baixo de modo que consiga aspirar
o líquido por completo. Não tocar no embolo da seringa nem na parte inox da agulha;
10. Desprezar a ampola vazia na caixa de perfuro cortante;
11. Trocar a agulha e retirar bolhas de ar que eventualmente se formam dentro da seringa
aspirando todo conteúdo para o final da seringa e retornando lentamente até aparecer a gota
no bisel
12. Colocar medicação direto na bandeja junto com bola de algodão úmida com solução
antisséptica;
13. Se dirigir ao paciente informando o procedimento a ser realizado;
14. Conferir os ¨5 certos¨ antes de administrar a medicação;
15. Escolher o local para aplicação: realizar antissepsia da pele com bola de algodão úmida
com movimentos únicos e firmes
16. Segurar o algodão com os dedos mínimo e anular da mão não dominante;;
17. Segurar a seringa com a mão dominante e dedos polegar e indicador em ângulo de 90º ;
18. Fazer a prega e introduzir agulha com bisel voltado para lado até o canhão;
19. Soltar a prega, aspirar e verificar a presença de sangue; caso negativo, administrar a
medicação e aguardar de 3 a 5 segundos para retirar agulha;
20. Retirar a agulha delicadamente e rápido em ângulo 90º, ocluir e comprimir delicadamente
orifício com bola de algodão que estava na mão não dominante;
21. Colocar na bandeja a agulha desencapada e seringa utilizada. NÃO REENCAPAR
AGULHA APÓS USO NO PACIENTE.
22. Reunir material, deixar paciente em confortável, desprezar embalagens em local próprio,
deixar bandeja e ambiente de preparo em ordem;
23. Retirar luvas, lavar as mãos;
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TÉCNICA EM Z
24. Após preparar medicação e posicionar paciente corretamente, tracionar pele para cima ou
para baixo, introduzir agulha com ângulo de 90º, aspirar; caso negativo para refluxo
sanguíneo, administrar medicação, retirar agulha e soltar a pele massageando e ocluindo
local com bola de algodão que estava na mão dominante.
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44. O uso de luvas, no preparo e administração de medicamentos é obrigatório;
45. Explicar o paciente o procedimento a ser realizado, a indicação e possíveis reações
adversas;
46. Manter bandeja de medicação próximo, nunca entregue à acompanhantes ou colocar sob a
cama do paciente. Nunca entregar medicações para que o acompanhante administre;
47. Evitar distrações ao preparar medicações: conversas, brincadeiras, telefones, tumulto;
48. A bancada de preparo de medicação deve estar sempre limpa, seca e organizada. Desprezar
imediatamente sobras de medicações (frascos, cartelas); manter ambiente de preparo
organizado;
49. Preparar uma medicação por vez. Nunca administrar medicações com penumbra;
50. Manter vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns;
51. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente
ao superior responsável;
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VIA ENDOVENOSA
Conceito: Administração de medicamentos diretamente na via endovenosa (veia).
Objetivos: Absorção imediata.
Responsáveis pela execução: Enfermeiro, Técnicos enfermagem e Auxiliar de enfermagem.
ENDOVENOSA
SIGLA VOLUME MAX SERINGA AGULHA BISEL ANGULO ALGODÃO
EV Não existe 1 ML 20 X 5,5 CIMA 15º ÚMIDO
3 ML 25 X 7
5 ML 25 X 8
10 ML 30 X 7
20 ML 30X8
DISPOSITIVOS 1. Cateter agulhado (ESCALP)
PUNÇÃO VENOSA 2. Cateter sob agulha ( ABOCATH)
LOCAIS [Link] cefálicas;
1. Veias digitais e metacarpianas;
2. Veias braço e antebraço;
3. Veia jugular externa *
4. Veias dos membros inferiores;
5. Veias nos pés*
Materiais necessários
Para punção:
Luvas de procedimento;
Bandeja e álcool 70%;
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Garrote;
Bola de algodão seca;
Bola de algodão embebida com solução antisséptica;
Esparadrapo, polifix, torneirinha ou extensor;
Cateter agulhado (ESCALP) ou cateter sob agulha (ABOCATH);
SF0,9% 10 ml
Agulha 40x12;
Caneta;
Medicação preparada (diluída em seringa ou soroterapia se houver)
Para retirar acesso venoso:
Bandeja;
Luvas de procedimento;
Algodão seco.
Esparadrapo;
Para Salinização\Flushing e Turbilhonamento:
Bandeja;
Seringa de 10 ml;
Agulha 25x7;
Soro fisiológico 10 ml;
Luvas de procedimento;
Gaze embebida em solução antisséptica;
Tampa de dispositivo intermediário;
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5. Escolher o melhor vaso venoso compatível com calibre do cateter;
6. Posicionar o garrote em torno de 10 a 15 cm do ponto da punção;
7. Realizar antissepsia do sítio anatômico com solução antisséptica em movimentos firmes e
únicos de baixo para cima ou circulares de dentro para fora; deixar secar gradualmente;
8. Com mão não dominante estabilizar a pele próximo ao sítio da punção;
9. Com mão dominante e dedos polegar e indicador segurar cateter pelo filtro com bisel
voltado para cima, introduzir com ângulo de 15º até a metade do cateter observando
refluxo sanguíneo; sendo positivo, deslizar jelco até o canhão mantendo filtro fixo;
10. Retirar garrote e pressionar ponta proximal do jelco, retirar filtro e conectar dupla via\
torneirinha e\ou equipo de soro; NÃO REENCAPAR FILTRO;
11. Verificar permeabilidade da punção, caso positivo, estabilizar cateter e proceder fixação
do mesmo com esparadrapo: base esparadrapo para não machucar a pele abaixo do canhão,
cobertura esparadrapo em cima do canhão para evitar movimentos verticais, tira fina
esparadrapo para evitar movimento laterais do canhão e cobertura esparadrapo final para
segurar toda a estrutura;
12. Identificar punção: data, hora, número do cateter, responsável pelo procedimento;
13. Trocar cateter em até 96 horas;
14. Realizar salinização\flushing a cada 12 horas;
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20. Com mão não dominante estabilizar a pele próximo ao sítio da punção;
21. Com mão dominante e dedos polegar e indicador segurar cateter pelas aletas\asas com bisel
voltado para cima, introduzir com ângulo de 15º para perfuração seguido de introdução de
toda agulha verificando o retorno venoso;
22. Soltar o garrote e proceder a fixação do cateter com esparadrapo em 3 metades: base com
finco para proteger a pele da aleta\asas, fita fina para fixar aletas\asas e cobertura para
proteger todo dispositivo;
23. Deixar sangue refluir até a ponta do dispositivo e conectar seringa com medicação; pode-
se também preencher toda extensão do escalp com medicação antes da punção venosa;
lembrar de pinçar tubo condutor antes de conectar e desconectar dispositivos;
24. Proceder a identificação da punção: data, hora, nº cateter, nome do responsável pela
punção;
25. NÃO REENCAPAR ESCALP UTILIZADO.
26. Segurar pela base do escalp e realizar a fixação: cobertura única por cima da parte plástica.
27. Verificar retorno venoso e administrar a medicação lenta e continua CPM;
28. Reunir material, deixar paciente confortável, desprezar lixo em local apropriado, lavar as
mãos e deixar unidade em ordem. Lavar as mãos.
29. Manter cateter por máximo de 24 horas devido risco de flebite e lesão mecânica;
30. Quanto maior o número do cateter, menos calibroso será e vice-versa.
31. Não puncionar em áreas de articulações;
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RETIRAR DISPOSITIVO
32. Reunir material; calçar luvas e explicar paciente o procedimento;
33. Retirar cada fixação com calma até retirar todas a camadas, puxar jelco ou escalp e
imediatamente pressionar local com algodão seco, ocluindo orifício com esparadrapo e
pressão por 1 minuto.
34. Reunir material, deixar paciente confortável, desprezar lixo em local apropriado, manter
unidade em ordem e lavar as mãos.
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CUIDADOS COM PUNÇÃO VENOSA
43. Complicações da punção venosa: Dor, ausência de retorno venoso, soroma, hematoma,
infecção, flebites e necrose;
44. Nunca empurrar coágulos e ar: risco de embolia gordurosa, embolia sanguínea e embolia
gasosa;
45. Salinização\Flushing e Turbilhonamento consiste na irrigação do dispositivo intravascular,
sob pressão positiva em períodos regulares de tempo com infusão de SF0,9% sendo
necessário verificar refluxo venoso antes do procedimento; procedimento realizado 6\6 horas
ou de acordo com necessidade;
46. Sempre verificar o peso e idade do paciente para adequar o volume da salinização ou
flushing. Não utilizar água destilada.
47. Para infusão de 2 ou mais medicações em ¨bolus¨ em mesmo horário, faz-se necessário a
salinização para evitar interações medicamentosas;
48. Em caso de punção venosa em veias jugular externa e pés a ponta do cateter ficará com face
voltada para coração;
49. Não reutilizar o cateter de punção venosa devido formação de tampão cutâneo;
50. Em caso sujidade em grande quantidade, lavar pele com água e sabão antes da antissepsia
com álcool 70%;
51. O sítio de inserção do cateter não deve ser tocado após a aplicação de antisséptico, risco de
bacteremia e sepse;
52. Jamais tocar parte metálica do cateter;
53. O tempo máximo de uso do garrote deve ser de 1 minuto: risco hipoperfusão tissular por
colabamento vascular;
54. O uso de antisséptico deve secar gradualmente, realizar antissepsia com movimentos
circulares ou movimentos únicos;
55. Limite o número de tentativa de 2 a 4 vezes no mesmo sítio de inserção, solicitar ajuda caso
necessário ou avaliação de equipe multidisciplinar;
56. O sítio de inserção deve ser visualizado diariamente, dando preferência a adesivos
transparentes; caso necessário, realizar a troca da fixação frequentemente.
57. Em caso de urgência, emergência, cirurgias sempre dar preferência a administração de
medicação em veias calibrosas;
58. Caso necessário a infusão poderá ser realizada em 2 ou mais acessos venosos;
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59. Em caso de acesso venoso profundo (INTRACATH, DISSECÇÃO, PICC, PORT
ACATH), a manipulação deverá ser feita com técnica asséptica, uso de luvas de
procedimento, gases estéreis, álcool 70%;
60. Em caso de acesso venoso profundo (INTRACATH, DISSECÇÃO, PICC) manter
manutenção com infusão de soro fisiológico 0,9% lento e contínuo: risco de obstrução e
perda de cateter;
61. O uso de luvas é obrigatório para este procedimento.
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79. Atento aos rótulos de medicação: algumas são letais quando administradas puras;
80. Verifique a necessidade de diluição;
81. Não contamine a extremidade de equipos, agulhas e seringas: risco de choque séptico;
82. Medicações que mudam de cor e aspecto não devem ser administradas;
83. Não manipule medicações intravenosas sem o uso de EPIs: Luvas e álcool 70%;
84. Nunca utilizar medicações com embalagens contaminadas por água, sabão, poeira;
85. Nunca perfurar frascos de soro (sistema fechado).
86. Mantenha vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns. Não menospreze o medo e a dor do paciente;
87. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente ao
superior responsável;
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REFERÊNCIAS
27
EBESERH. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ADMINISTRAÇÃO
INTRAMUSCULAR. Disponível em: [Link] -
universitarios/regia-sudeste/hugg-unirio/acesso-a-informacao/documentos-institucionais
/pops/enfermagem-geral/pop-1-8_administracao-de-medicamentos-via [Link]
Acesso 07\03\24.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. MANUAL DE VACINAÇAO. Disponível em:
[Link]
icador=0014128030&codigo_crc= &visualizacao=1&id_orgao_acesso_externo=0 Acesso
07\03\24.
EBESERH PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ADMINISTRAÇÃO
ENDOVENOVA. Disponível em: [Link]
universitarios/regiao-sudeste/hugg-unirio/acesso-a-informacao/documentos-institucionais
/pops/enfermagem-geral/pop-1-8_administracao-de-medicamentos-via [Link]
Acesso 07\03\24.
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