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Curso de Administração de Injetáveis

O documento aborda a administração de injetáveis na enfermagem, enfatizando a importância do conhecimento e das técnicas corretas para garantir a segurança do paciente. Inclui informações sobre biossegurança, materiais necessários e procedimentos para as vias intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa. O objetivo é minimizar erros e promover a excelência na assistência de enfermagem.
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Curso de Administração de Injetáveis

O documento aborda a administração de injetáveis na enfermagem, enfatizando a importância do conhecimento e das técnicas corretas para garantir a segurança do paciente. Inclui informações sobre biossegurança, materiais necessários e procedimentos para as vias intradérmica, subcutânea, intramuscular e endovenosa. O objetivo é minimizar erros e promover a excelência na assistência de enfermagem.
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INJETÁVEIS

1
Curso Injetáveis.

Centro Educacional Interdisciplinar do Brasil Técnico CEIBTEC.


Várzea Grande MT. Março 2024.
Elaborado por: Miriel L Romualdo.
Enfermeira pós-graduada e docente na Unidade VG.

Quanto mais você estuda, mais se aproxima dos seus sonhos.

Autor desconhecido.

2
SUMÁRIO

Introdução.....................................................................................................................1

Injetáveis......................................................................................................................2

Biossegurança..............................................................................................................3

Material.........................................................................................................................4

Manuseio correto..........................................................................................................5

Via Intradérmica...........................................................................................................6

Via Subcutânea..........................................................................................................10

Via Intramuscular........................................................................................................14

Via Endovenosa..........................................................................................................19

Referências................................................................................................................27

3
INTRODUÇÃO

O preparo e administração de medicamentos faz parte da rotina do profissional de


enfermagem. A segurança neste procedimento favorece a qualidade da assistência prestada
garantindo benefícios ao profissional, ao serviço e ao paciente.
A administração de injetáveis assim como qualquer outra técnica de fundamentos em
enfermagem, requer conhecimento e atenção afim de minimizar eventos adversos que podem
levar o paciente a lesões graves e até ao óbito. O conhecimento, o estudo e a prática reduz erros
relacionados a esta técnica aumentando com isso a excelência profissional na assistência
prestada e por consequência a mudança de hábitos errôneos que empobrece o profissional.
Este material reúne a principais atualizações a respeito da administração de injetáveis.
Visa ensinar todos os aspectos relacionados ao tema, bem como noções de farmacologia.
Espera-se que através deste, colaborar para o autoconhecimento reduzindo assim erros
referentes a negligência, imprudência e imperícia.

Bons estudos.

Miriel Leonel Romualdo

1
INJETÁVEIS
Injetáveis são medicamentos administrados na via PARENTERAL para fins
preventivos, terapêuticos e diagnósticos. Possuem particularidades individuais que quando
seguidas proporcionam efeitos benéficos esperados ao paciente e eficiência no trabalho do
profissional.
O objetivo dos injetáveis são uma absorção rápida e concentrada, comparada a outras
vias de administração pois não sofrem efeito de primeira passagem pelo fígado e maior
biodisponibilidade.
Todos injetáveis atingem o sistema circulatório, por isso a importância de técnicas
assépticas e rigor nos ¨9 certos¨ para administração, porém para a técnica de administração,
os ¨5 certos¨ são obrigatórios durante o preparo e administração. PACIENTE CERTO,
MEDICAMENTO CERTO, VIA CERTA, DOSE CERTA, HORA CERTA.
A via parenteral corresponde às vias de administração: INTRADÉRMICA (ID),
SUBCTÂNEA (SC), INTRAMUSCULAR (IM) E ENDOVENOSA. O uso correto destas vias
garante a correta absorção do fármaco e reduz eventos adversos que podem gerar lesões graves
até óbito ao paciente.
É obrigação e responsabilidade do profissional de saúde conhecer tais vias bem como
seus cuidados pré, durante e pós manipulação. Esta ação, condiz com cumprimento das
normativas do Código de Ética de Enfermagem - COFEN que cita:
Art. 45 – Prestar assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia,
negligência ou imprudência; Art. 55 – Aprimorar os conhecimentos técnico-científicos, ético-políticos,
sócio educativos e culturais, em benefício da pessoa, família e coletividade e do desenvolvimento da
profissão.

2
BIOSSEGURANÇA
A biossegurança na manipulação de injetáveis visa a prevenção da disseminação de code
doenças no ambiente de trabalho e proteção ao público envolvido. Indispensável e obrigatória,
dispõe sobre normativas a respeito da higienização das mãos, uso de adornos e uso de EPIs
no serviço de saúde.
O principais Equipamentos de proteção individual para técnica de injetáveis são: Luvas
de procedimento; Avental; Sapatos fechados; Máscara. Sua correta colocação e retirada
também são fundamentais para a eficácia da biossegurança.
É vedado o uso de adornos no ambiente de trabalho em saúde. Constitui-se adornos:
anéis, piercigns, colares, cordão, unhas cumpridas com apliques, relógios, pulseiras
A correta Higienização das mãos com Lavagem simples e Fricção com solução alcoólica
dispostas pela ANVISA e NR32, também são importantes ações neste trabalho. Segundo a
normativa: ¨ Os 5 momentos de higienização das mãos¨ são:
1. Antes de contato com um paciente;
2. Antes da realização de procedimentos assépticos;
3. Após risco de exposição a fluidos corporais;
4. Após contato com um paciente;
5. Após contato com as áreas próximas ao paciente.

Sobre o uso de luvas a Norma Regulamentadora 32 – NR32 dispõe: ¨[Link].2 O uso


de luvas não substitui o processo de lavagem das mãos, o que deve ocorrer, no mínimo, antes
e depois do uso das mesmas. Art. 8º A fricção antisséptica das mãos com preparação alcoólica
não substitui a higienização simples das mãos, na presença de sujidade visível nas mãos que
deve ser realizada entre 20 e 30 seg¨.

3
MATERIAL
Agulhas

Seringas

Cateter sob agulha

Cateter agulhado

Soros e\ou diluentes

Fixadores;

Acessórios de
conexão:

Material de
antissepsia:

Resíduos:

4
MANUSEIO CORRETO ATENÇÃO!!!
DISPOSITIVO TOCAR NÃO TOCAR
 CORPO  BICO
 FLANGE  EMBOLO
 EXTREMIDADE
DO ÊMBOLO

 LATERAL DO  HASTE
CANHÃO  BISEL
EXTERNO  PARTE INFERIOR
CANHÃO

 FILTRO EXTERNO  PARTE PLÁSTICA


 CANHÃO (JELCO)
LATERAL  CANHÃO INTERNO
EXTERNO  MANDRIL (AGULHA)
 TAMPA EXTERNA

 ASAS  AGULHA
 TUBO EXTENSOR  INTERIOR ADAPTADOR
 ADAPTADOR
EXTERNO

 CLAMP  INTERIOR TAMPAS


 TUBO EXTERNO  INTERIOR CONECTOR
 TAMPAS TUBO
EXTERNAS  ADAPTADOR
 TAMPA 
ADAPTADOR

 PINÇA  PARTE INTERA INJETOR


 TUBO EXTENSOR  CONECTOR
 TAMPA  ADAPTADOR
ADAPTADOR
 TAMPA EXTERNA
DO FILTRO;

5
VIA INTRADÉRMICA
Conceito Administração de medicamentos diretamente na via intradérmica (debaixo da pele)
Objetivos: Absorção lenta.
Responsáveis pela execução: Enfermeiro, Técnicos em enfermagem, auxiliar de enfermagem.
INTRADÉRMICA
SIGLA VOLUME MÁX SERINGA AGULHA BISEL ANGULO ALGODÃO
ID O,5ML 1 ML 13X 4,5 CIMA 15º SECO
4MM
5MM
LOCAL 1. Face inferior deltoide;
2. Face anterior antebraço.

Materiais necessários
 Prescrição médica;
 Luvas de procedimento;
 Bandeja e álcool 70%;
 Caneta;
 Fita crepe;
 Medicação;
 Seringa 1 ml
 Agulha 13 x 4,5;

6
 Bola de algodão seco;
 Gases;
Etapas para execução:
1. Lavar as mãos;
2. Verificar na prescrição médica a medicação a ser administrada;
3. Na fita crepe anotar com a caneta os ¨5 certos da medicação¨ NOME DO PACIENTE-
MEDICAÇÃO- DOSE- VIA- HORÁRIO e reservar;
4. Lavar as mãos e colocar luvas de procedimento;
5. Realizar assepsia em bancada de preparo de medicação e bandeja com álcool 70% e algodão
deixando-as limpa, seca e organizada;
6. Preparar o material e colar a fita de identificação com ¨5 certos¨ na capa plástica da seringa;
7. Abrir medicação mão dominante utilizando gaze e reservar;
8. Conectar agulha na seringa com técnica asséptica e realizar aspiração da medicação
colocando o bisel da agulha voltado para baixo na região do gargalo. Tombar a ampola para
baixo de modo que consiga aspirar todo conteúdo;
9. Aspirar a medicação com a mão dominante, com cuidado para não tocar no êmbolo da
seringa e agulha;
10. Retirar bolhas de ar que eventualmente se formam dentro da seringa aspirando todo
conteúdo para o final do êmbolo e retornando lentamente até aparecer a gota no bisel.
Desprezar a ampola vazia na caixa de perfuro cortante;
11. Encapar a agulha com a tampa da mesma e colocar a seringa dentro do envelope com o
embolo protegido;
12. Colocar medicação direto na bandeja junto com bola de algodão seca;
13. Se dirigir ao paciente informando o procedimento a ser realizado;
14. Conferir os ¨5 certos¨ antes de administrar a medicação;
15. Com a mão não dominante realizar a estabilização da pele esticando o sítio de inserção
com dedos indicador e polegar;
16. Escolher o local para aplicação: realizar antissepsia da pele com bola de algodão seca em
movimentos firmes e únicos reservando na mão não dominante com dedos mínimo e
anular;
17. Segurar a seringa com a mão dominante, com ângulo de 15º introduzir agulha com bisel
voltado para cima até a metade da agulha; não aspirar e empurrar o êmbolo da seringa
administrando a medicação;

7
18. Verificar a formação da pápula;
19. Retirar a agulha delicadamente, não pressionar, não limpar após administração; massagear
levemente;
20. Colocar na bandeja a agulha desencapada e seringa utilizada. NÃO REENCAPAR
AGULHA APÓS USO NO PACIENTE.
21. Reunir material, deixar paciente em confortável, desprezar embalagens em local próprio,
deixar bandeja e ambiente de preparo em ordem;
22. Retirar luvas, lavar as mãos;

CUIDADOS COM VIA INTRADÉRMICA


23. A formação da pápula é obrigatória. Em caso de não formação da pápula, não repita a
medicação. Comunique o superior responsável;
24. O álcool 70% não deve ser utilizado pois inativa a medicação;
25. Em caso de doses acima de 0,5 ml preparar em seringas separadas e locais separados
26. Proibido o reencape de agulha após uso no paciente;
27. Manter a bandeja de medicação sempre organizada para evitar risco de acidente;
28. Não menospreze o medo e a dor do paciente.
29. Não administrar medicações caso haja erros no ¨5 certos¨. Anotá-los de forma legível;
30. Manter assepsia do procedimento em todas as etapas do processo até a administração;
31. Verificar características da medicação: cor, odor, validade, condições de
armazenamento antes do preparo. Não administrar em caso de dúvidas;
32. Não administrar medicação preparada por terceiros;
33. Preparar medicação o mais próximo do horário de administração;
34. O uso de luvas, no preparo e administração de medicamentos é obrigatório;
35. Explicar o paciente o procedimento a ser realizado, a indicação e possíveis reações
adversas;
36. Manter bandeja de medicação próximo, nunca entregue à acompanhantes ou colocar sob a
cama do paciente. Nunca entregar medicações para que o acompanhante administre;
37. Evitar distrações ao preparar medicações: conversas, brincadeiras, telefones, tumulto;
38. A bancada de preparo de medicação deve estar sempre limpa, seca e organizada;
39. Preparar uma medicação por vez. Desprezar imediatamente sobras de medicações (frascos,
cartelas); manter ambiente de preparo organizado. Em caso de quedas do medicamento,
desprezar e preparar novamente;

8
40. Nunca administrar medicações com penumbra;
41. Manter vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns;
42. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente
ao superior responsável;

9
VIA SUBCUTÂNEA

Conceito: Administração de medicamentos diretamente na via subcutânea (tecido gorduroso)


Objetivos: Absorção 6 a 12 horas (lenta e gradual)
Responsáveis pela execução: Enfermeiro, Técnicos enfermagem, Auxiliar de enfermagem.
SUBCUTÂNEA
SIGLA VOLUME MAX SERINGA AGULHA BISEL ANGULO ALGODÃO
SC 1,5 ML 1 ML 13X 4,5 CIMA 90º SECO
3 ML 4MM 45º *
5 ML 5MM
LOCAIS 1. Face superior externa do braço;
2. Abdome 3 dedos distância cicatriz umbilical;
3. Face anterior externa da coxa;
4. Face anterior do antebraço;
5. Deltoide terço proximal;
6. Região escapular;

Materiais necessários
 Prescrição médica;
 Luvas de procedimento;
 Bandeja e álcool 70%;
10
 Caneta;
 Fita crepe;
 Medicação;
 Seringa apropriada;
 Agulha 13x 4,5;
 Bola de algodão seco;
 Gases;
Etapas para execução:
1. Lavar as mãos;
2. Verificar na prescrição médica a medicação a ser administrada;
3. Na fita crepe anotar com a caneta os ¨5 certos da medicação¨ NOME DO PACIENTE-
MEDICAÇÃO- DOSE- VIA- HORÁRIO e reservar;
4. Lavar as mãos e colocar luvas de procedimento;
5. Realizar assepsia em bancada de preparo de medicação e bandeja com álcool 70% e algodão
deixando-as limpa, seca e organizada;
6. Preparar o material e colar a fita de identificação com ¨5 certos¨ na capa plástica da seringa;
7. Abrir medicação mão dominante utilizando gaze e reservar;
8. Conectar agulha na seringa com técnica asséptica e realizar aspiração da medicação
colocando o bisel da agulha voltado para baixo na região do gargalo. Tombar a ampola para
baixo de modo que consiga aspirar o líquido por completo;
9. Aspirar a medicação com a mão dominante, com cuidado para não tocar no êmbolo da
seringa e na agulha. Retirar bolhas de ar que eventualmente se formam dentro da seringa
aspirando todo conteúdo para o final do êmbolo e retornando lentamente até aparecer a
gota no bisel;
10. Desprezar a ampola vazia na caixa de perfuro cortante;
11. Encapar a agulha com a tampa da mesma e colocar a seringa dentro do envelope com o
embolo protegido;
12. Colocar medicação direto na bandeja junto com bola de algodão seca;
13. Se dirigir ao paciente informando o procedimento a ser realizado;
14. Conferir os ¨5 certos¨ antes de administrar a medicação;
15. Escolher o local para aplicação: realizar antissepsia da pele com bola de algodão seca;
16. Com a mão não dominante, faça a antissepsia da pele com bola de algodão em movimentos
firmes e únicos;

11
17. Realizar a prega subcutânea com dedos polegar e indicador;
18. Segurar a seringa com a mão dominante, com ângulo de 90º introduzir agulha até o canhão
com bisel voltado para cima\ baixo, e administrar a medicação;
43. Retirar a agulha delicadamente em ângulo de 90º e ocluir orifício com algodão seco e soltar
a prega. Massagear delicadamente;
44. Colocar na bandeja a agulha desencapada e seringa utilizada. NÃO REENCAPAR
AGULHA APÓS USO NO PACIENTE.
45. Reunir material, deixar paciente em confortável, desprezar embalagens em local próprio,
deixar bandeja e ambiente de preparo em ordem;
46. Retirar luvas, lavar as mãos;
47. Realizar checagem de administração na prescrição médica colocando horário e nome do
profissional que administrou;

CUIDADOS COM VIA SUBCUTÂNEA


48. Verifique a ausência de bolhas de ar antes da administração;
49. Mantenha a assepsia do procedimento antes, durante e após a administração;
50. No caso de falta de agulha 13x4,5 pode-se utilizar agulhas maiores, porém o ângulo passa
a ser de 45º e obrigatório. Aspiração antes da administração;
51. Obrigatório o rodízio de aplicações a fim de evitar lipodistrofia e hematomas;
52. Orientar o paciente a não massagear o local após a administração em caso de uso de
heparina e insulina;
53. Para evitar dor, evite administrar medicações geladas. Em caso de doses acima de 1,5 ml
preparar em seringas separadas e locais separados;
54. Não menospreze o medo e a dor do paciente;
55. Proibido o reencape de agulha após uso no paciente;
56. Manter a bandeja de medicação sempre organizada para evitar risco de acidente;
57. Não menospreze o medo e a dor do paciente.
58. Não administrar medicações caso haja erros no ¨5 certos¨. Anotá-los de forma legível;
59. Verificar características da medicação: cor, odor, validade, condições de armazenamento
antes do preparo. Não administrar em caso de dúvidas;
60. Não administrar medicação preparada por terceiros;
61. Preparar medicação o mais próximo da hora da administração;
62. O uso de luvas, no preparo e administração de medicamentos é obrigatório;

12
63. Explicar o paciente o procedimento a ser realizado, a indicação e possíveis reações
adversas;
64. Manter bandeja de medicação próximo, nunca entregue à acompanhantes ou colocar sob a
cama do paciente. Nunca entregar medicações para que o acompanhante administre;
65. Evitar distrações ao preparar medicações: conversas, brincadeiras, telefones, tumulto;
66. A bancada de preparo de medicação deve estar sempre limpa, seca e organizada;
67. Preparar uma medicação por vez. Desprezar imediatamente sobras de medicações (frascos,
cartelas); manter ambiente de preparo organizado;
68. Manter vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns. Nunca administrar medicações com penumbra;
69. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente
ao superior responsável;

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VIA INTRAMUSCULAR
Conceito: Administração de medicamentos diretamente na via intramuscular (músculo).
Objetivos: Absorção em 15 minutos
Responsáveis pela execução: Enfermeiro, Técnicos enfermagem e Auxiliar de enfermagem.
INTRAMUSCULAR
SIGLA VOLUME MAX SERINGA AGULHA BISEL ANGULO ALGODÃO
IM 3 ML 1 ML 20 X 5,5 LADO 90º ÚMIDO
4 ML 3 ML 25 X 7
5 ML 25 X 8
30 X 7
LOCAIS 1. Deltoide 2. Vasto lateral da coxa
[Link] glútea [Link] glúteo

DELTÓIDE: 2 a 3 cm (2 ou três dedos) abaixo do acrômio e trace um triângulo imaginário


com a base voltada para cima aplicar na região central;
DORSOGLÚTEO: Dividir nádega em quadrantes traçando linha horizontal do trocanter do
fêmur até começo de prega interglútea e traçar linha vertical da crista ilíaca até a parte
central do sulco infraglúteo. Aplicar no quadrante superior externo;
VENTRO GLÚTEO: Mão não dominante no quadril contralateral apoiando a extremidade
do dedo indicador sobre a espinha íliaca anterossuperior e o dedo médio acima da crista
ilíaca, espalmar a mão sobre a base do grande trocâner do fêmur, formando ânulo invertido
em V. Aplicar no triângulo formado.
VASTO LATERAL DA COXA: Dividir a coxa lateralmente em três partes, tomando
como referência o trocanter e joelho. Aplicar na região medial.

14
VENTRO GLÚTEA DORSO GLÚTEA

VASTO LATERAL DA COXA DELTÓIDE

Materiais necessários
 Prescrição médica;
 Luvas de procedimento;
 Bandeja e álcool 70%;
 Caneta;
 Fita crepe;
 Medicação;
 Gases;
 1 Seringa apropriada
 2 Agulhas apropriada para intramuscular
 1 Bola de algodão úmido com antisséptico;
Etapas para execução:
1. Lavar as mãos;
2. Verificar na prescrição médica a medicação a ser administrada;

15
3. Na fita crepe anotar com a caneta os ¨5 certos da medicação¨ NOME DO PACIENTE-
MEDICAÇÃO- DOSE- VIA- HORÁRIO e reservar;
4. Lavar as mãos e colocar luvas de procedimento;
5. Realizar assepsia em bancada de preparo de medicação e bandeja com álcool 70% e algodão
deixando-as limpa, seca e organizada;
6. Preparar o material e colar a fita de identificação com ¨5 certos¨ na capa plástica da seringa;
7. Abrir medicação mão dominante utilizando gaze e reservar;
8. Conectar agulha na seringa com técnica asséptica; abrir frasco de medicação utilizando gase;
9. Com a mão dominante, realizar aspiração da medicação colocando o bisel da agulha voltado
para baixo na região do gargalo tombando a ampola para baixo de modo que consiga aspirar
o líquido por completo. Não tocar no embolo da seringa nem na parte inox da agulha;
10. Desprezar a ampola vazia na caixa de perfuro cortante;
11. Trocar a agulha e retirar bolhas de ar que eventualmente se formam dentro da seringa
aspirando todo conteúdo para o final da seringa e retornando lentamente até aparecer a gota
no bisel
12. Colocar medicação direto na bandeja junto com bola de algodão úmida com solução
antisséptica;
13. Se dirigir ao paciente informando o procedimento a ser realizado;
14. Conferir os ¨5 certos¨ antes de administrar a medicação;
15. Escolher o local para aplicação: realizar antissepsia da pele com bola de algodão úmida
com movimentos únicos e firmes
16. Segurar o algodão com os dedos mínimo e anular da mão não dominante;;
17. Segurar a seringa com a mão dominante e dedos polegar e indicador em ângulo de 90º ;
18. Fazer a prega e introduzir agulha com bisel voltado para lado até o canhão;
19. Soltar a prega, aspirar e verificar a presença de sangue; caso negativo, administrar a
medicação e aguardar de 3 a 5 segundos para retirar agulha;
20. Retirar a agulha delicadamente e rápido em ângulo 90º, ocluir e comprimir delicadamente
orifício com bola de algodão que estava na mão não dominante;
21. Colocar na bandeja a agulha desencapada e seringa utilizada. NÃO REENCAPAR
AGULHA APÓS USO NO PACIENTE.
22. Reunir material, deixar paciente em confortável, desprezar embalagens em local próprio,
deixar bandeja e ambiente de preparo em ordem;
23. Retirar luvas, lavar as mãos;

16
TÉCNICA EM Z
24. Após preparar medicação e posicionar paciente corretamente, tracionar pele para cima ou
para baixo, introduzir agulha com ângulo de 90º, aspirar; caso negativo para refluxo
sanguíneo, administrar medicação, retirar agulha e soltar a pele massageando e ocluindo
local com bola de algodão que estava na mão dominante.

CUIDADOS COM ADMINISTRAÇÃO INTRAMUSCULAR:


25. Verifique a ausência de bolhas de ar antes da administração;
26. Mantenha a assepsia do procedimento antes, durante e após a administração;
27. Obrigatória aspiração antes da administração. Caso refluxo sanguíneo, desprezar
medicação e reiniciar procedimento de preparo e administração;
28. Utilizar agulhas compatíveis com superfície corporal do paciente: Quanto maior músculo
maior a agulha;
29. Medicações oleosas requerem agulhas mais calibrosas, medicações aquosas com agulhas
menos calibrosas;
30. Pedir ao paciente que relaxe a musculatura a ser aplicado a fim de diminuir dor;
31. Realizar rodizio para evitar lipodistrofia;
32. Não misturar medicamentos na mesma seringa. Risco de interação medicamentosa;
33. A Técnica em Z diminui a dor e risco de extravasamento da medicação;
34. Observe paciente por alguns minutos no caso de reação adversa aguda específico para
algumas medicações;
35. Se necessário solicitar ajuda para segurar crianças;
36. Em caso de vacinas, é contraindicado a aspiração antes da administração e o uso de luvas;
porém obrigatório antissepsia das mãos para cada paciente;
37. Não menospreze o medo e a dor do paciente. Previna quedas;
38. Proibido o reencape de agulha após uso no paciente;
39. Manter a bandeja de medicação sempre organizada para evitar risco de acidente;
40. Não administrar medicações caso haja erros no ¨5 certos¨. Anotá-los de forma legível;
41. Verificar características da medicação: cor, odor, validade, condições de armazenamento
antes do preparo. Não administrar em caso de dúvidas;
42. Não administrar medicação preparada por terceiros;
43. Preparar medicação o mais próximo do horário da administração;

17
44. O uso de luvas, no preparo e administração de medicamentos é obrigatório;
45. Explicar o paciente o procedimento a ser realizado, a indicação e possíveis reações
adversas;
46. Manter bandeja de medicação próximo, nunca entregue à acompanhantes ou colocar sob a
cama do paciente. Nunca entregar medicações para que o acompanhante administre;
47. Evitar distrações ao preparar medicações: conversas, brincadeiras, telefones, tumulto;
48. A bancada de preparo de medicação deve estar sempre limpa, seca e organizada. Desprezar
imediatamente sobras de medicações (frascos, cartelas); manter ambiente de preparo
organizado;
49. Preparar uma medicação por vez. Nunca administrar medicações com penumbra;
50. Manter vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns;
51. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente
ao superior responsável;

18
VIA ENDOVENOSA
Conceito: Administração de medicamentos diretamente na via endovenosa (veia).
Objetivos: Absorção imediata.
Responsáveis pela execução: Enfermeiro, Técnicos enfermagem e Auxiliar de enfermagem.
ENDOVENOSA
SIGLA VOLUME MAX SERINGA AGULHA BISEL ANGULO ALGODÃO
EV Não existe 1 ML 20 X 5,5 CIMA 15º ÚMIDO
3 ML 25 X 7
5 ML 25 X 8
10 ML 30 X 7
20 ML 30X8
DISPOSITIVOS 1. Cateter agulhado (ESCALP)
PUNÇÃO VENOSA 2. Cateter sob agulha ( ABOCATH)
LOCAIS [Link] cefálicas;
1. Veias digitais e metacarpianas;
2. Veias braço e antebraço;
3. Veia jugular externa *
4. Veias dos membros inferiores;
5. Veias nos pés*

Materiais necessários
Para punção:
 Luvas de procedimento;
 Bandeja e álcool 70%;

19
 Garrote;
 Bola de algodão seca;
 Bola de algodão embebida com solução antisséptica;
 Esparadrapo, polifix, torneirinha ou extensor;
 Cateter agulhado (ESCALP) ou cateter sob agulha (ABOCATH);
 SF0,9% 10 ml
 Agulha 40x12;
 Caneta;
 Medicação preparada (diluída em seringa ou soroterapia se houver)
Para retirar acesso venoso:
 Bandeja;
 Luvas de procedimento;
 Algodão seco.
 Esparadrapo;
Para Salinização\Flushing e Turbilhonamento:
 Bandeja;
 Seringa de 10 ml;
 Agulha 25x7;
 Soro fisiológico 10 ml;
 Luvas de procedimento;
 Gaze embebida em solução antisséptica;
 Tampa de dispositivo intermediário;

Etapas para execução:

PUNÇÃO VENOSA COM CATETER SOB AGULHA (ABOCATH):


1. Lavar as mãos e preparar material e calçar luvas
2. Preencher extensor ou equipo polifix que ficará conectado ao cateter agulhado com SF0,9%
deixando seringa conectada na extremidade (cerca de 5 ml SF0,9%);
3. Recortar fixação esparadrapo e deixar próximo na bandeja manuseando somente pelas
extremidades;
4. Explicar procedimento ao paciente;

20
5. Escolher o melhor vaso venoso compatível com calibre do cateter;
6. Posicionar o garrote em torno de 10 a 15 cm do ponto da punção;
7. Realizar antissepsia do sítio anatômico com solução antisséptica em movimentos firmes e
únicos de baixo para cima ou circulares de dentro para fora; deixar secar gradualmente;
8. Com mão não dominante estabilizar a pele próximo ao sítio da punção;
9. Com mão dominante e dedos polegar e indicador segurar cateter pelo filtro com bisel
voltado para cima, introduzir com ângulo de 15º até a metade do cateter observando
refluxo sanguíneo; sendo positivo, deslizar jelco até o canhão mantendo filtro fixo;
10. Retirar garrote e pressionar ponta proximal do jelco, retirar filtro e conectar dupla via\
torneirinha e\ou equipo de soro; NÃO REENCAPAR FILTRO;
11. Verificar permeabilidade da punção, caso positivo, estabilizar cateter e proceder fixação
do mesmo com esparadrapo: base esparadrapo para não machucar a pele abaixo do canhão,
cobertura esparadrapo em cima do canhão para evitar movimentos verticais, tira fina
esparadrapo para evitar movimento laterais do canhão e cobertura esparadrapo final para
segurar toda a estrutura;
12. Identificar punção: data, hora, número do cateter, responsável pelo procedimento;
13. Trocar cateter em até 96 horas;
14. Realizar salinização\flushing a cada 12 horas;

PUNÇÃO VENOSA COM CATETER AGULHADO (ESCALP)


15. Lavar as mãos e preparar material e calçar luvas;
16. Explicar procedimento ao paciente;
17. Escolher o melhor vaso venoso compatível com calibre do cateter;
18. Posicionar o garrote em torno de 10 a 15 cm do ponto da punção;
19. Realizar antissepsia do sítio anatômico com solução antisséptica em movimentos firmes e
únicos de baixo para cima ou circulares de dentro para fora; deixar secar gradualmente;

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20. Com mão não dominante estabilizar a pele próximo ao sítio da punção;
21. Com mão dominante e dedos polegar e indicador segurar cateter pelas aletas\asas com bisel
voltado para cima, introduzir com ângulo de 15º para perfuração seguido de introdução de
toda agulha verificando o retorno venoso;
22. Soltar o garrote e proceder a fixação do cateter com esparadrapo em 3 metades: base com
finco para proteger a pele da aleta\asas, fita fina para fixar aletas\asas e cobertura para
proteger todo dispositivo;
23. Deixar sangue refluir até a ponta do dispositivo e conectar seringa com medicação; pode-
se também preencher toda extensão do escalp com medicação antes da punção venosa;
lembrar de pinçar tubo condutor antes de conectar e desconectar dispositivos;
24. Proceder a identificação da punção: data, hora, nº cateter, nome do responsável pela
punção;
25. NÃO REENCAPAR ESCALP UTILIZADO.
26. Segurar pela base do escalp e realizar a fixação: cobertura única por cima da parte plástica.
27. Verificar retorno venoso e administrar a medicação lenta e continua CPM;
28. Reunir material, deixar paciente confortável, desprezar lixo em local apropriado, lavar as
mãos e deixar unidade em ordem. Lavar as mãos.
29. Manter cateter por máximo de 24 horas devido risco de flebite e lesão mecânica;
30. Quanto maior o número do cateter, menos calibroso será e vice-versa.
31. Não puncionar em áreas de articulações;

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RETIRAR DISPOSITIVO
32. Reunir material; calçar luvas e explicar paciente o procedimento;
33. Retirar cada fixação com calma até retirar todas a camadas, puxar jelco ou escalp e
imediatamente pressionar local com algodão seco, ocluindo orifício com esparadrapo e
pressão por 1 minuto.
34. Reunir material, deixar paciente confortável, desprezar lixo em local apropriado, manter
unidade em ordem e lavar as mãos.

SALINIZAÇÃO \ FLUSHING e TURBILHONAMENTO


35. Lavar as mãos e calçar luvas de procedimento;
36. Aspirar 10 ml de SF0,9% em seringa e proteger com agulha;
37. Orientar o paciente e/ou seu acompanhante sobre o procedimento a ser realizado;
38. Fechar o equipo de infusão e clampear a via do dispositivo intermediário a ser salinizada;
39. Realizar antissepsia na conexão (equipo/dispositivo intermediário) com gaze embebida em
álcool à 70%;
40. Desconectar o equipo do dispositivo intermediário; conectar a seringa preenchida com
solução salina ao dispositivo intermediário e infundir 5ml de solução salina através de
turbilhonamento (infundir 1 ml e pausa rápida, infundir 1 ml e pausa rápida... antes de
terminar 5 ml clampear polifix);
41. Clampear e fechar a via utilizada do dispositivo intermediário;
42. Descartar o material utilizado, deixar paciente confortável, descalçar as luvas e higienizar as
mãos.

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CUIDADOS COM PUNÇÃO VENOSA
43. Complicações da punção venosa: Dor, ausência de retorno venoso, soroma, hematoma,
infecção, flebites e necrose;
44. Nunca empurrar coágulos e ar: risco de embolia gordurosa, embolia sanguínea e embolia
gasosa;
45. Salinização\Flushing e Turbilhonamento consiste na irrigação do dispositivo intravascular,
sob pressão positiva em períodos regulares de tempo com infusão de SF0,9% sendo
necessário verificar refluxo venoso antes do procedimento; procedimento realizado 6\6 horas
ou de acordo com necessidade;
46. Sempre verificar o peso e idade do paciente para adequar o volume da salinização ou
flushing. Não utilizar água destilada.
47. Para infusão de 2 ou mais medicações em ¨bolus¨ em mesmo horário, faz-se necessário a
salinização para evitar interações medicamentosas;
48. Em caso de punção venosa em veias jugular externa e pés a ponta do cateter ficará com face
voltada para coração;
49. Não reutilizar o cateter de punção venosa devido formação de tampão cutâneo;
50. Em caso sujidade em grande quantidade, lavar pele com água e sabão antes da antissepsia
com álcool 70%;
51. O sítio de inserção do cateter não deve ser tocado após a aplicação de antisséptico, risco de
bacteremia e sepse;
52. Jamais tocar parte metálica do cateter;
53. O tempo máximo de uso do garrote deve ser de 1 minuto: risco hipoperfusão tissular por
colabamento vascular;
54. O uso de antisséptico deve secar gradualmente, realizar antissepsia com movimentos
circulares ou movimentos únicos;
55. Limite o número de tentativa de 2 a 4 vezes no mesmo sítio de inserção, solicitar ajuda caso
necessário ou avaliação de equipe multidisciplinar;
56. O sítio de inserção deve ser visualizado diariamente, dando preferência a adesivos
transparentes; caso necessário, realizar a troca da fixação frequentemente.
57. Em caso de urgência, emergência, cirurgias sempre dar preferência a administração de
medicação em veias calibrosas;
58. Caso necessário a infusão poderá ser realizada em 2 ou mais acessos venosos;

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59. Em caso de acesso venoso profundo (INTRACATH, DISSECÇÃO, PICC, PORT
ACATH), a manipulação deverá ser feita com técnica asséptica, uso de luvas de
procedimento, gases estéreis, álcool 70%;
60. Em caso de acesso venoso profundo (INTRACATH, DISSECÇÃO, PICC) manter
manutenção com infusão de soro fisiológico 0,9% lento e contínuo: risco de obstrução e
perda de cateter;
61. O uso de luvas é obrigatório para este procedimento.

CUIDADOS ADMINISTRAÇÃO MEDICAÇÃO ENDOVENOSA


62. Não administrar medicações caso haja erros no ¨5 certos¨. Anotá-los de forma legível;
63. Verificaras características da medicação a ser preparada: cor, odor, validade, condições de
armazenamento. Não administrar em caso de dúvidas;
64. Preparar uma medicação por vez. Desprezar imediatamente sobras de medicações (frascos,
cartelas); manter ambiente de preparo organizado e bandeja limpo e seco. Em caso de quedas
do medicamento, desprezar e preparar novamente;
65. Proibido administrar medicações preparada por terceiros;
66. Preparar medicação próximo ao horário de administração;
67. Explicar informar o paciente o procedimento a ser realizado e possíveis reações adversas;
68. Mantenha bandeja de medicação próximo, nunca entregue à acompanhantes ou coloque sob
a cama do paciente. Nunca o deixe administrar;
69. Evite distrações ao preparar medicações: conversas, brincadeiras, telefones, tumulto;
70. A bancada de preparo de medicação deve estar sempre limpa, seca e organizada;
71. É obrigatório a colocação dos ¨5 certos¨ na fita de identificação;
72. Nunca administre medicações com penumbra;
73. O uso de luvas é obrigatório para este procedimento;
74. PROIBIDO O REENCAPE DE AGULHA, ABOCATHS E ESCALPS APÓS USO;
75. Verifique a ausência de bolhas de ar antes da administração;
76. Deixe a bandeja de medicação sempre organizada para evitar risco de acidente com perfuro
cortante;
77. Não existe volume máximo a ser administrado, porém a dose sempre deve ser de acordo com
a prescrição médica, porém obrigatório ser gradual e contínua;
78. Evite ao máximo misturar medicações numa mesma diluição: risco de interação
medicamentosa; salinizar entre trocas;

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79. Atento aos rótulos de medicação: algumas são letais quando administradas puras;
80. Verifique a necessidade de diluição;
81. Não contamine a extremidade de equipos, agulhas e seringas: risco de choque séptico;
82. Medicações que mudam de cor e aspecto não devem ser administradas;
83. Não manipule medicações intravenosas sem o uso de EPIs: Luvas e álcool 70%;
84. Nunca utilizar medicações com embalagens contaminadas por água, sabão, poeira;
85. Nunca perfurar frascos de soro (sistema fechado).
86. Mantenha vigilância completa do paciente após a administração de medicações pois reações
adversas são comuns. Não menospreze o medo e a dor do paciente;
87. Em caso de intercorrências (erros, perdas, recusas, acidentes) comunique imediatamente ao
superior responsável;

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REFERÊNCIAS

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