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Circuitos Elétricos CA: Análise em Série

O relatório investiga circuitos elétricos de corrente alternada com elementos resistivos, capacitivos e indutivos em série, apresentando resultados experimentais. A metodologia inclui revisão bibliográfica e cálculos relacionados a circuitos RL e RC. O documento também discute conceitos fundamentais como tensão, corrente, impedância e reatância, além de apresentar experiências práticas com dados calculados.
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Circuitos Elétricos CA: Análise em Série

O relatório investiga circuitos elétricos de corrente alternada com elementos resistivos, capacitivos e indutivos em série, apresentando resultados experimentais. A metodologia inclui revisão bibliográfica e cálculos relacionados a circuitos RL e RC. O documento também discute conceitos fundamentais como tensão, corrente, impedância e reatância, além de apresentar experiências práticas com dados calculados.
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ÍNDICE

INTRODUÇÃO.........................................................................................................................2
Objectivos..............................................................................................................................2
Metodologia...........................................................................................................................2
TEORIA (REVISÃO DA BIBLIOGRAFIA)............................................................................3
Circuitos com Resistências....................................................................................................4
Circuitos com Indutâncias (Bobinas).....................................................................................5
Circuitos com Capacitâncias (Condensadores)......................................................................6
Circuito RL em série..................................................................................................................7
Circuito RC em série..................................................................................................................8
CÁLCULOS...............................................................................................................................9
Experiencia R-C em serie.......................................................................................................9
Experiencia R-L em Serie....................................................................................................12
TABELAS RESUMO DOS CALCULOS...............................................................................14
CONCLUSÃO.........................................................................................................................15
BIBLIOGRAFIA......................................................................................................................16
TITULO ANEXO....................................................................................................................17
INTRODUÇÃO
O presente relatório irá abordar acerca dos circuitos eléctricos de corrente alternada com os
elementos ligados em série, este relatório visa apresentar os resultados obtidos
experimentalmente no laboratório acerca dos elementos resistivos (R),capacitivo (C) e
indutivo (L) ligados em série.
Com este trabalho poderá verificar como os elementos resistivos (R), capacitivo (C) e
indutivo (L) se comportam em um circuito eléctrico de corrente alternada com os
supracitados ligados em série.

Objectivos
Geral
 O objectivo geral do presentíssimo relatório é de investigar os circuitos de corrente
alternada com a ligação dos elementos resistivos (R),capacitivo (C) e indutivo (L)
ligados em série.
Específicos
Os objectivos específicos deste relatório são os seguintes:
 Investigar as correlações entre a corrente e a tensão num circuito em série alimentado
por uma fonte sinusoidal;

 Adquirir habilidades na construção e análise dos diagramas vectoriais;

 Verificar na prática um dos métodos de determinação de parâmetros de uma bobina


real, isto é, L e Rbob.

Metodologia

Para a elaboração deste relatório foram realizadas diversas consultas em diversas literaturas e
foram utilizados também os resultados obtidos experimentalmente no laboratório.

1
TEORIA (REVISÃO DA BIBLIOGRAFIA)

Chama-se corrente alternada a um transporte de cargas que se faz tanto num sentido como no
sentido oposto, e cuja intensidade varia periodicamente. Ou seja corrente alternada é aquela
que é alternadamente positiva e negativa. No caso em que essa variação seja da forma
sinusoidal, a corrente é designada alternada sinusoidal.

E corrente alternada sinusoidal é o tipo mais prático e usado no nas redes de distribuição de
energia elétrica.

Grandezas e valores característicos

 A velocidade ou frequência angular (ω): representa a variação do ângulo Ø em função


do tempo t do sinal. Sua unidade é radianos por segundos – rad/s. Se comparado o
domínio angular com o domínio temporal, pode-se observar que o período (tempo T)
do sinal ocorre justamente quando o ângulo (Ø) for igual a 2π.
 A fase inicial θ0: Nos circuitos elétricos alimentados por CA, nem sempre um sinal
senoidal inicia seu ciclo no instante de tempo ou no angulo igual a zero. Por isso a
expressão matemática precisa informar a fase inicial, que nada mais é que o ângulo no
qual o sinal se inicia. Os sinais podem ser considerados adiantados ou atrasados em
relação ao instante t=0 s ou Ø = 0º. Se o sinal estiver adiantado, a fase inicial na
expressão matemática será positiva. Se o sinal estiver atrasado, a fase inicial na
expressão matemática será negativa. Sempre que a fase inicial coincidir com o
instante t= 0s ou Ø= 0º, a expressão matemática não precisará indicá-lo.
 Valor de pico (VP): É o valor de amplitude máxima - positivo ou negativo - que a
tensão ou a corrente podem atingir. Chamados de tensão de pico (VP) ou corrente de
pico (IP).
 Valor de pico a pico (VPP): É a amplitude total entre os valores máximos positivo e
negativo. VPP = 2 x VP
 Valor médio (VM): O valor médio corresponde à média aritmética sobre todos os
valores instantâneos durante meio-ciclo. O meio-ciclo é utilizado para este cálculo,
pois se fosse utilizado o ciclo completo, a média aritmética seria igual à zero. VM =
VP x 0,637
 Valor eficaz (VRMS): O valor eficaz de uma onda CA é chamado de valor RMS e
corresponde à mesma quantidade de corrente ou tensão contínua capaz de produzir a

2
mesma potência de aquecimento. A expressão RMS vem do termo inglês ROOT
MEAN SQUARE e pode ser entendida como RAIZ MÉDIA QUADRATICA. A
tensão e a corrente da rede elétrica são expressas em valores RMS. Aparelhos de
medidas elétricas tais como voltímetros e amperímetros lêem valores em RMS.
Matematicamente o valor de RMS é dado pelas fórmulas: VRMS = VP /√2 ouVRMS
= VP*0,707
 Período (T): Conforme conceituado anteriormente, o sinal senoidal é uma onda com
dois semi-ciclos (um negativo e um positivo) que se repete ao longo do tempo.
Período é o tempo que o sinal necessita para completar um ciclo. T = 1 / f
 Frequência (f): É o número de vezes que este ciclo se repete durante o tempo de 1
segundo. Sua unidade é o Hertz (Hz) que significa ciclos por segundo. f = 1 / T
Quando se compara domínio angular com o domínio temporal, tem-se como resultado a
expressão: 2π = ω.T . É dela que é deduzida a fórmula da velocidade angular:

A análise de circuitos em corrente alternada (CA) implica o estudo do comportamento de três


elementos eléctricos básicos: resistência, indutância (bobina) e capacidade (condensador).

Circuitos com Resistências


Quando um circuito contém apenas resistências puramente ohmicas, a corrente é, em
qualquer instante e devido à Lei de Ohm, proporcional à tensão. Se a tensão aplicada a uma
resistência é alternada sinusoidal, a corrente terá também um formato sinusoidal, anulando-se
nos mesmos instante da tensão e atingindo o máximo nos mesmos instantes da tensão.
Diz-se então que a tensão e a corrente nesse circuito estão em fase, isto é, estão sincronizadas
uma com a outra.

Se tivermos U =Um∗sen(wt ) então I =ℑ∗sen ( wt ) pois a tensão e corrente estão em fase.

Se representarmos estas duas grandezas vectorialmente, teremos dois vectores colineares:

→→
IU

3
Circuitos com Indutâncias (Bobinas)
numa bobina, quando a corrente varia, a f.c.e.m. também varia. Se supusermos que a corrente
instantânea se expressa pela seguinte equação:
π
i = Im*sin (wt) então i=ℑ∗w∗L∗sen(wt + )
2

Verifica-se então que existe um desfasamento de 90º entre a corrente que percorre uma
bobina e a tensão aos terminais dessa bobina:

fase entre corrente e tensão.


Reparando na Figura, pode-se observar que quando a corrente se anula (inclinação máxima),
a tensão é máxima (negativa ou positiva) e que quando a corrente atinge os seus máximos
negativos ou positivos (inclinação nula), a tensão anula-se.
À razão entre o valor máximo da tensão (Um) e o valor máximo da corrente (Im) numa
bobina, igual a w.L, dá-se o nome de reactância indutiva (XL):
XL=wL=2 πfL
A reactância indutiva mede-se em ohms e representa a maior ou menor oposição (resistência)
de uma bobina à passagem da corrente alternada. Ao contrário do que acontece numa
resistência, esta oposição varia com a frequência do sinal. Quanto maior a frequência, maior
será a reactância indutiva, implicando uma maior oposição à passagem da corrente. Para a
frequência nula, a reactância indutiva será também nula, correspondendo a bobina a um
curtocircuito.
Para frequência infinita, a reactância indutiva será também infinita, correspondendo a bobina
a um circuito aberto.
Ao associar bobinas em série, obtêm-se uma bobina equivalente que é dada por:
L=L1+L2+L3+…Ln

4
Circuitos com Capacitâncias (Condensadores)
Tal como nas bobinas, conclui-se então que, num condensador, quando a tensão varia, a
corrente também varia. Se supusermos que a tensão instantânea se expressa pela seguinte
equação:
π
u = Um*sin (wt) então i = Im*sin (wt) então i=Um∗w∗C∗sen(wt + )
2

Verifica-se então também existe um desfasamento de 90º entre a corrente que percorre o
condensador e a tensão aos terminais desse condensador, só que agora, quem “vai à frente” é
a corrente:

fase entre tensão e corrente

A figura anterior permite observar que quando a tensão se anula (inclinação máxima), a
corrente é máxima (negativa ou negativa) e que quando a tensão atinge os seus máximos
negativos ou positivos (inclinação nula), a corrente anula-se.
À razão entre o valor máximo da tensão (Um) e o valor máximo da corrente (Im) num
condensador, igual a 1/(w.L), dá-se o nome de reactância capacitiva (XC):
XC = 1 / (w.C) = 1 / (2π.f.C)

A reactância capacitiva mede-se em ohms e representa a maior ou menor oposição


(resistência) de um condensador à passagem da corrente alternada. Tal como o caso das
indutâncias, esta oposição vária com a frequência do sinal. Quanto menor a frequência, maior
será a reactância capacitiva, implicando uma maior oposição à passagem da corrente. Para a
frequência nula
(CC), a reactância capacitiva será infinita, correspondendo o condensador a um circuito
aberto. Para frequência infinita, a reactância capacitiva será nula, comportando-se o
condensador como um curto-circuito.

5
Ao se associar capacitâncias em série, obtêm-se uma capacitância equivalente que é dada pela
1 1 1 1 1
expressão: = + + +
C C 1 C 2 C 3 Cn

Circuito RL em série

6
U =√ UR 2 +UL 2 mas sabe-se que U R=R . I e U L=X L . I

Define-se então impedância Z como a divisão da tensão U pela corrente I:

U
Z=
I

Como a corrente I tem fase nula, pode desenhar-se um triângulo de vectores para a
impedância Z, reactância indutiva XL e resistência R, similar ao triângulo de tensões:

Obviamente que o módulo de Z, será:


Z=√ R + XL
2 2

O ângulo F é o mesmo que o ângulo entre a tensão na resistência (UR) e a tensão total (U), e
pode calcular-se através de, por exemplo:
F = arccos (R / Z) ou F = arctan (XL / R)

7
Circuito RC em série

U =√ U R2 +U C 2 mas sabe-se que UR = R.I e UC = XC.I então a


A impedância total do circuito Z será:
U
Z=
I
Considerando a tensão U com fase nula, pode desenhar-se um triângulo de vectores para a
impedância Z, reactância capacitiva XC e resistência R, similar ao triângulo de tensões:

Obviamente que o módulo de Z, será: Z=√ R 2+ XC 2

8
CÁLCULOS
Experiencia R-C em serie
F=400Hz C=1µF R=1kΩ
1
Xc=
2 πfC
1
Xc=
2 π 400∗1 µ
Xc=398,08Ω
Z=R-jXc
Z=(1K-j398.08)Ω
Z=1076,32<-21.70o
P=U × I ×cos φ
P=6× 5 , 42 ×cos (−21 ,70)
P=30,20W

Q=U × I ×sin φ
Q=6× 5 , 42 ×sin(−21, 70)
Q= -12.02VAR

S=U×I
S=6×5,42
S=32,50VA
F=400Hz C=1µF R=1,5kΩ
1
Xc=
2 π 400∗1 µ
Xc=398,08Ω
Z=R-jXc
Z=(1,5K-j398.08)Ω
Z=1551,92<-14.86o
P=6× 3.33 ×cos (−14 , 86)
P=19,31W
Q=6× 3 , 33× sin(−14 , 86)

9
Q= -5,12VAR
S=6×3,33
S=19,98VA

F=400Hz C=0,1µF R=1kΩ


1
Xc=
2 π 400∗0 , 1 µ
Xc=3980,89Ω
Z=R-jXc
Z=(1K-j3980,89)Ω
Z=4104,56<-75,89o
P=6× 1 , 47 ×cos (−75 , 89)
P=2,15W
Q=6× 1 , 47 ×sin (−75 , 89)
Q=-8,55VAR
S=6×1,47
S=8,82VA

F=200Hz C=1µF R=1kΩ


1
Xc=
2 π 200∗1 µ
Xc=796,17Ω
Z=(1K-j796,17)Ω
Z=1278,24<-38,52o
P=6× 4 ,58 × cos(−38 ,52)
P=21,50W
Q=6× 4 ,58 × sin(−38 , 52)
Q=-13,38VAR
S=6×4,58
S=27,48VA

1
F=200Hz C=1µF R=1,5kΩ
1
Xc=
2 π 200∗1 µ
Xc=796,17Ω
Z=(1,5K-j796,17)Ω
Z=16,98<-27,95o
P=6× 3 , 44 × cos(−27 , 95)
P=18,23W
Q=6× 3 , 44 × sin(−27 , 95)
Q=-9,67VAR
S=6×3,44
S=20,64VA

F=200Hz C=0,1µF R=1kΩ


1
Xc=
2 π 200∗0 ,1 µ
Xc=7961,78Ω
Z=(1,5K-j7961,78)Ω
Z=8024,32<-82,84o
P=6× 0 , 75× cos (−82 , 84)
P=0,56W
Q=6× 0 , 75× sin(−82 ,84 )
Q=-0,55VAR
S=6×0,75
S=4,5VA

Experiencia R-L em Serie


F=200Hz L=1H R=1kΩ
XL=2πLf
XL=628Ω
Z=R+jXL
Z=(1K+j628)Ω

1
Z=1180,84<32,12o
P=6× 3 , 54 ×cos (32 ,12)
P=17,98W
Q=6× 3 , 54 ×sin (32, 12)
Q=9,56VAR
S=6×3,54
S=21,24VA

F=200Hz L=1H R=1,5kΩ


XL=628Ω
Z=R+jXL
Z=(1,5K+j628)Ω
Z=1626,15<32,71o
P=6× 2 , 91× cos(22, 71)
P=16,106W
Q=6× 2 , 91× sin(22 , 71)
Q=6,74VAR

F=100Hz L=1H R=1,5kΩ


XL=1256Ω
Z=R+jXL
Z=(1,5K+j1256)Ω
Z=1956,40<39,94o
P=6× 3 , 40 ×cos (39 , 94)
P=15,709W
Q=6× 3 , 40 ×sin (39 , 94)
Q=13,01VAR
S=6×3,40
S=20,4VA

F=100Hz L=1H R=1kΩ

1
XL=1256Ω
Z=R+jXL
Z=(1K+j1256)Ω
Z=1605,47<51,57o
P=6× 4 ,56 × cos(51, 57)
P=17W
Q=6× 4 ,56 × sin(51 , 57)
Q=21,43VAR
S=6×4,56
S=27,36VA

TABELAS RESUMO DOS CALCULOS


Estabelecer Medir Calcular
F, Hz C, μF R, KΩ U, V UR, V UC, V I, mA Φo Φo C, F P, W Q,VAr S,V
200 1 1 6 4,502 3.625 4.58 42 38.52 21.50 13.38 27

200 1 1.5 6 5.118 2.773 3.44 30 27.95 18.23 9.67 20

1
200 0.1 1 6 0.751 5.920 0.75 84 82.84 0.56 0.55 4.5

400 1 1 6 5.323 2.166 5.42 27 21.7 30.20 -12.02 32

400 1 1.5 6 4.896 1.326 3.33 18 14.86 19.31 5.12 19

400 0.1 1 6 1.456 5.767 1.47 76.5 75.89 2.15 8.55 8.8

Experiencia 2: INVESTIGAÇÃO DOS CIRCUITOS ELÉCTRICOS DE C.A.


COM LIGAÇÕES DOS ELEMENTOS EM SÉRIE
Experiencia R-C em Serie

Estabelecer Medir Calcular


F, Hz L, H R, KΩ U, V UR, V Ubob, V UC, I, mA Φo Φo L, H Rbob P, W Q,VAr
V
100 1 1 6 4.46 2.84 4.56 31.5 51. 17 21.43
57
200 1 1 6 3.487 4.379 3.54 45 32. 17. 9.56
12 98
200 1 1.5 6 4.27 3.54 2.91 36 32.
71
100 1 1.5 6 4.99 2.11 3.40 27 39. 15. 13.01
94 71

Experiencia R-L em Serie

CONCLUSÃO
Foi entusiasmante fazer essa experiencia em particular dada a sua relevância para o ramos da
eletrónica e da técnica, visto que quase todos circuitos tem lá um capacitor ou uma bobina,
seja em fontes de retificação ou ainda em rádios transmissores casos de bobinas.

Tendo chegado ao fim podemos concluir que conseguimos alcançar os objetivos que nos
propusemos.

1
Durante os cálculos pudemos notar que a fase (Φ), na reactância capacitiva era negativa e
quando era na indutiva era positiva isso devido a desfasagem entre a tensão do capacitor em
relação corrente no primeiro caso que atrasa 90 graus, e no segundo caso devido ao facto de a
tensão na bobina adianta-se em relação a corrente.

Pudemos verificar também uma das leis estudadas nas aulas teóricas nomeadamente: que a
reactância capacitiva é inversamente proporcional a frequência e a capacitância. Conforme se
pode constatar nos cálculos anteriores quando se estabeleceu a frequência 200 e 400Hz, a
reactância diminuiu pela metade. Disto podemos concluir que quando a frequência é alta a
reactância se aproxima de zero, ou seja um capacitor é curto para corrente alternada em altas
frequências.
E quanto a reactância indutiva é o oposto da reactância capacitiva, ela é diretamente
proporcional a frequência e a indutância.

BIBLIOGRAFIA

 Bessonov L. Eletricidade aplicada para engenheiros. 1ª Edição, Edições Lopes da


Silva, 1975, Porto/Portugal
 DEEL. Guião de laboratório: verificação experimental dos métodos de cálculo de
circuitos elétricos de corrente contínua. UEM-2017
 Malvino Albert Paul. Eletrónica. 4ª Edição. Vol I. Makrom Books. Brazil

1
TITULO ANEXO

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