Como avaliar uma imagem em 6 passos?
• 1- Localizar a região anatômica.
• 2- Identificar qual a modalidade de diagnóstico.
• 3- Identificar qual o plano de corte.
• 4- Identificar as principais estruturas anatômicas.
• 5- Identificar qual Ponderação ou Filtro/Janela.
• 6- Identificar patologia caso tenha.
• Nesta primeira parte da aula prática, iremos identificar:
• 1- Qual a Região anatômica.
• 2- Qual o Plano de corte.
• 3- Qual a Modalidade de diagnóstico.
• EX: Crânio, axial, RM ou crânio, axial, TC.
Imagem 01
Crânio, axial, RM
Imagem 02
ABD, axial, TC
Imagem 03
ABD, coronal, TC
Imagem 04
Quadril, coronal, RM
Imagem 05
ABD, sagital, TC
Imagem 06
TNZ, sagital, RM
Imagem 07
Ombro, coronal, RM
Imagem 08
Tórax, axial, TC
Imagem 09
Pelve, axial, TC
Imagem 10
Crânio, axial, RM
Imagem 11
ABD, coronal, TC
Imagem 12
Ombro, sagital, RM
Imagem 13
Pé, sagital, TC
Imagem 14
Face, sagital, RM
Imagem 15
ABD, sagital, TC
Imagem 16
TNZ, coronal, TC
Imagem 17
Ombro, axial, RM
Imagem 18
Crânio, axial, RM
Imagem 19
Tórax, axial, TC
Imagem 20
Ombro, axial, RM
Imagem 21
Tórax/ABD, coronal, TC
Imagem 22
Crânio, axial, RM
Ressonância
Vamos Começar...
RM em 7 Passos
• 1- Equipamentos
• 2- Princípios Físicos
• 3- Sequências de Pulsos
• 4- Formação das Imagens
• 5- Segurança
• 6- Meios de contrastes
• 7- Protocolos Básicos
1- EQUIPAMENTOS
Equipamento de RM
• Baixo campo <1T (aberto)
• Alto campo >1T (fechado)
RM dois itens principais
• Campo magnético – Tesla (T) B0
• Radiofrequência- (RF) MHz
7 Tesla
Sir Peter Mansfield’s 80th birthday
From left, engineer Sir Martin Wood, surgeon Professor Donald Longmore, Sir Peter Mansfield and
Professor Peter Morris, Head of the Sir Peter Mansfield Magnetic Resonance Centre at The University of
Nottingham
11 Tesla
Dois tipos de magneto
• Permanente: equipamento baixo campo.
• Supercondutor: hélio e nitrogênio
Criogenia
SE VOCÊ SOUBESSE O PODER DA
SUA MENTE, NUNCA MAIS
PENSARIA NEGATIVO.
2- Princípios Físicos
PRINCÍPIOS FÍSICOS RF
• Características:
• Comprimento de onda grande;
• Baixa energia;
• Não ioniza;
• Atua no próton;
• Transparência do sistema biológico.
• Função:
• Excitar os prótons.
PRINCÍPIOS FÍSICOS
• Núcleos ativos da RM, aquele que possui polaridade
e peso molecular ímpar.
• Hidrogênio é o núcleo ativo da RM.
• H+ alta concentração no organismo e a constante
giro magnética mais alta de todas.
PRINCÍPIOS FÍSICOS
• Prótons: Paralelos e Antiparalelos
• Campo magnético: Baixo tem mais prótons
antiparalelos devido a baixa intensidade do CM e o
alto movimento precessional do H+
HIDROGÊNIO
• O hidrogênio é um átomo constituído por uma carga positiva no
seu núcleo (próton +) e uma carga negativa em sua eletrosfera
(elétron e-).
• Apresenta movimento de rotação do núcleo (SPIN nuclear) em
torno do próprio eixo. Este movimento, dependendo do campo
magnético externo, pode ser discretamente alterado gerando
um movimento característico conhecido por precessão.
Hidrogênio
• Abundante na natureza
• Usado para imagem em RM
• Constante giromagnética
• 1 próton
• 1 elétron
=
=42,6MHz/Tesla
Núcleos fo (0.5 T) fo (1.0 T) fo (1.5 T)
1
H 21.3 MHz 42.6 MHz 63.9 MHz
19
F 20.0 MHz 40.1 MHz 60.2 MHz
31
P 8.6 MHz 17.2 MHz 25.7 MHz
23
Na 5.7 MHz 11.3 MHz 17.1 MHz
13
C 5.4 MHz 10.7 MHz 16.1 MHz
Carga elétrica
+
Rotação
+ magnetismo
Z
Soma
X
Z
Soma
X
Z
MAGNETIZAÇÃO
Soma
X
Precessão e Frequência de Larmor
B0
f 0 = x B0
f = frequência ressonância
= constante giromagnética
B = campo magnético
ESCOLHA SEMPRE A OPÇÃO QUE
MAIS TE ASSUSTA, ELA VAI
TE FAZER CRESCER MAIS.
3- Sequências de pulsos
SEQUÊNCIAS BÁSICAS
• Núcleo, prótons e spins
• Excitação e Relaxação
• T1 – Relaxação longitudinal
• T2 – Relaxação transversal
• Relação entre T1 e T2
• DP – Densidade de prótons
TR TE
T1 100 á 650ms 10 á 40ms
T2 >1000ms >90ms
DP >1000ms 20 á 85ms
Água Gordura
T1 Hipo Hiper
T2 Hiper Hipo
DP Iso Iso
Sequências de Pulsos
• Gradiente ECO
• Spin ECO
• Turbo Spin Eco
Spin Eco
Pulso de 180º - SE
180
sinal
90
T2
T2*
B0
Imagem SE ponderada em ?
Imagem SE ponderada em ?
•A tremenda flexibilidade de contraste nas imagens por RM
são resultados da grande variedade das técnicas de
sequências de pulsos.
•A inda que a RM seja uma modalidade de diagnóstico
consolidada, novas sequências de pulso continuam sendo
desenvolvidas, melhorando as aplicações já existentes ou na
criação de novas sequências.
•As sequências de pulso apresentam dois objetivos
básicos:
1.A magnetização transversa deve ser criada usando um ou
mais pulsos de RF e esta magnetização deve ser codificada,
determinando a posição espacial do tecido e formando a
imagem.
2.O contraste desejado entre os tecidos deve ser criado
baseado no tempo de aplicação e duração dos vários
pulsos de RF e pulsos de gradiente.
2 . Formação de uma Sequência de Pulso.
•Quando a energia do pulso de RF é aumentada, a
intensidade do sinal observada no VME (plano transverso)
atinge um máximo.
•O VME induz uma voltagem na bobina receptora.
Num momento posterior específico, as duas margens se
sobrepõem, ficando então momentaneamente em fase.
•O transmissor de RF é desligado ou inativado quando se deseja
detectar o sinal de RM, de forma que este último não seja abafado.
•Dessa forma são colhidas várias centenas de sinais, consistindo
em uma série de eventos com a seguinte ordem:
pulso de RF, leitura, aguardar...
pulso de RF, leitura, aguardar...
•Cada série é uma repetição da anterior na ordem e momento
dos pulsos de RF adequados
•A combinação específica é denominada sequência de pulso de
RF.
O VME é transferido para o plano transverso ao plano do campo
magnético principal e inicia a precessão em fase.
•Ao ser removido o pulso de 90º,é produzido um sinal de declínio de
indução livre(DIL).
Este sinal é coletado formando a imagem em RM.
Os pulsos de RF fazem com que os Vetores de magnetização efetiva que
precessionam em torno do plano longitudinal passem a precessionar no plano
transversal, todos em fase, constituindo o estado de maior energia do sistema.
Frequência de Larmor
Pulso de RF 90º
B0 M
•Na sequência TSE, o tempo de exame é
reduzido efetuando-se mais de uma etapa de
codificação de fase e preenchendo-se
subsequentemente mais de uma linha do
espaço K por TR.
•Utiliza-se uma sequência de ecos que
consiste em vários pulsos de restituição de
fase de 180º.
•Quanto menor o trem de eco, maior o
efeitoT1.
•Quanto maior o trem de eco, maior o
efeitoT2.
TR TE Trem de
eco
T1 Curto 100 á Curto 10 á Curto de 3 á
650ms 40ms 5
T2 Longo Longo Longo 10 á
>1000ms >90ms 35ms
DP Longo Médio 20 á Médio 5 á
>1000ms 85ms 25ms
Vantagens
►Tempos de exames muitos reduzidos
►Utilização de matriz de alta resolução
►Melhor resolução dos tecidos
►Melhor qualidade da imagem
Desvantagens
►Alguns efeitos de fluxo e movimentos aumentados;
►Incompatível com algumas opções de aquisições de
imagens;
►Tecido adiposo claro ás imagens ponderadas em T2;
►Turvação de imagens pode ocorrer porque os dados
são colhidos em TE diferentes.
Inversion Recovery (IR)
►IR: Inversão Recuperação, é uma sequência que se inicia
com um pulso de inversão de 180º, isto é, inverte o VME até
a saturação plena da gordura, o pulso de 180º é retirado
então o VME relaxa e volta ao B0.
►Um pulso de excitação de 90º é então aplicado num tempo a
partir de um pulso de inversão de 180º.
►Este tempo é preestabelecido e é chamado de TI (Tempo de
Inversão).
Sequência Stir
►O stir usa um tempo de inversão curto que é o tempo
necessário para que o VME se recupere integralmente após o
pulso de inversão de 180º, ou seja, nenhuma magnetização
longitudinal do tecido adiposo, então é dado um pulso de 90º, o
vetor da gordura é arremessado por 90º a 180º e a saturação é
plena, o STIR é geralmente usado para ter saturação plena em
imagem ponderada em T1;
►Detalhe, não se deve usar a sequência STIR no pós
contraste pois o tecido intensificado pelo GD pode ser
anulado.
Sequência Flair
►Flair: Recuperação da Inversão com atenuação Liquida:
►O flair é a outra variante da sequência IR, porém, nesse caso
a saturação plena é do LCR, ou seja o liquor é anulado pela
escolha de um TI de inversão que corresponda ao tempo de
recuperação do LCR de 180º para o plano transverso, portanto
não há magnetização transversa presente no LCR.
TI TI
STIR CURTO <400ms
IR MÉDIO 400 á 800ms
FLAIR LONGO >800ms
SINAL
ÁGUA GORDURA
STIR HIPER HIPO
(Saturado)
IR HIPO HIPER
FLAIR HIPO HIPER
(Saturado)
►FAT SAT é apenas uma ferramenta que é usada para
causar mudanças de parâmetros, por exemplo T1 Fat Sat pós
contraste, é utilizado para poder visualizar o GD que aparece
claro como a gordura, as sequências STIR são as que tem
saturação plena da gordura comandadas pelo pulso de
inversão curto.
A LEI DA MENTE É IMPLACÁVEL.
O QUE VOCÊ PENSA, VOCÊ CRIA;
O QUE VOCÊ SENTE, VOCÊ ATRAI;
O QUE VOCE ACREDITA, TORNA-SE
REALIDADE.
4- Produção da imagem
Produção da imagem
• A partir de um campo magnético utilizando a RF como
forma de energia para se obter uma imagem.
• RM sempre trabalha em 3D
• Planos ortogonais.
Imagens dos 3 planos
Formação da Imagem
• Um paciente no interior do magneto experimenta um
campo magnético proporcional à Bo. Todos os prótons
que ficam sob ação do campo principal precessionam
na mesma frequência ( Equação de Larmor).
Formação de Imagens
• O gradiente Z seleciona os cortes
CORONAIS.
X
Formação de Imagens
~B
Pulso de RF
Transmitido
posição
Formação de Imagens
• O gradiente Y seleciona os cortes AXIAIS.
X
Formação de Imagens
~ B
Pulso de RF
Transmitido
posição
Formação de Imagens
• O gradiente X seleciona os cortes
SAGITAIS.
Z
X
Formação de Imagens
~B
Pulso de RF
Transmitido
posição
Espaço K
• Armazena os ECOS de forma temporária
• Onde ocorre a conversão dos ECOS em imagens
“Transformada de Fourier”
• É representado por linhas e colunas
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SUNBEAM_ACRYLIC_CASE4
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Bobina de RF
• Podem ser transmissoras, receptoras,
transmissoras e receptoras.
• Classificam em dedicadas e não dedicadas
Bobina de RF transmissora
Gerador de RF
Amplificador de Sinal
Bobina de RF receptora
TUDO PARECE IMPOSSÍVEL
ATÉ QUE SEJA FEITO.
5- Segurança em RM
Aspectos de segurança
• As pessoas envolvidas na marcação dos exames
devem apresentar um conhecimento mínimo sobre o
método, bem como, as suas contraindicações. Este
procedimento é importante para se evitar possíveis
acidentes.
Estão contra indicados de realizar
o exame os pacientes:
• Portadores de marca-passo cardíaco
• Portadores de implantes eletrônicos
• Portadores de grampos de aneurisma ou clips metálicos
• Com cirurgia pregressa do ouvido interno
• Que apresentam fragmentos metálicos
• Que contenham metal no interior de seu(s) olho(s).
• Gravidez durante o primeiro trimestre (embriogênese).
Apresentam contra indicação parcial os
pacientes:
• Portadores de próteses metálicas em geral.
• Portadores de claustrofobia.
• Gestantes após o terceiro mês de gravidez.
Proibido na sala de RM
• Nenhum objeto ferromagnético que possa ser
atraído pelo magneto deve entrar na sala de
exame.
•Relógios, brincos, colares, correntes, adornos de
metal para cabelo, celulares, cartões magnéticos,
bilhetes de metrô ou quaisquer outros objetos
metálicos que possam sofrer atração magnética.
Uma equipe despreparada
Segurança
Força de Atração do B0
•Quanto mais próximo do
magneto,maior a força de
atração.
Cuidados com o paciente
Cuidados com o paciente
Queimadura causada por RF
Marca-passo
Tatuagem
“QUANTO MAIOR O
CONHECIMENTO, MENOR O EGO,
QUANTO MAIOR O EGO, MENOR
O CONHECIMENTO.” ALBERT EINSTEIN
6- Meios de Contrastes
Meio de contraste
• Razões de uso:
• 1. Diferenças de relaxamento entre um tecido normal e
patológico nem sempre produzem variações
significativas na intensidade do sinal.
• 2. Patologias ocultas.
• 3. Informações dinâmicas fisiopatológicas
OMNISCANTM
(Gadodiamide injection USP)
287 mg/mL (0.5 mmol/mL)
For intravenous Injection Only
Agente quelante: DTPA (ácido dietil triamino pentacético)
Produto Estrutura molecular Osmolalidade Viscosidade Constante de Constante de Relaxamen
mOsmol/Kg mPas estabilidade estabilidade to
termodinâmi condicional em
ca (pH 7,4) T1
(1,5
T)
Magnevist 0,5 mol/l Gadopentetato de 1.960 2,9 22,1 18,1 4,9
– Bayer dimeglumina
HealthCare (Gd-DTPA)
Linear, iônico
MultiHance 0,5 gadobenate 1.970 5,3 22,6 18,4 9,7
mol/l - Bracco Dimeglumine
(Gd-BOPTA)
Linear iônica
Omniscan 0,5 Gadodiamide 650 1,4 16,9 14,9 4,8
mmol/l – GE (Gd-DTPA-BMA)
HeathCare Linear não-iônico
OptiMARK 0,5 mol/l Gadoversetamide 1.110 2,0 16,6 15,0 4,7
- Mallinckrodt (Gd-DTPA-BMEA)
Linear não-iônico
Dotarem 0,5 mol/l - gadoterate 1.350 2,0 25,8 18,8 4,3
Guerbet Meglumine
(Gd-DOTA )
Cíclica iônica
ProHance 0,5 mol/l Gadoteridol 630 1,3 23,8 17,1 4,6
- Bracco (Gd-HP-DO3A)
Cíclica não-iônica
Gadovist 1,0 mol/l – gadobutrol 1.600 4,96 21,8 ? 5,6
Bayer (Gd-DO3A-butrol)
Schering Cíclica não-iônica
Pharma
Peso Corporal Volume de Contraste (ml)
10 2
20 4
30 6
40 8
50 10
60 12
70 14
80 16
90 18
100 20
As reações ocorrem subitamente
dentro de 20 minutos
• Proposto pelo Comitê Sobre Drogas e Meios de Contraste
• Leve: náusea, vômito, tosse, febre, dor de cabeça, tontura,
prurido, calafrio, erupções cutâneas e ansiedade.
• Moderada: taquicardia/bradicardia, hipertensão/hipotensão,
reação cutânea pronunciada, broncoespasmo, respiração
ofegante e edema laringeal.
• Grave: edema laringeal, hipotensão profunda, falência
cardiopulmonar e convulsões.
Angiografia por ressonância magnética com gadolínio demonstrando tortuosidade proeminente de
ambas as artérias carótidas internas na presença de pseudoaneurismas bilaterais (setas).
Aplicações de Angio RM com contraste
Aplicações de Angio RM com contraste
Aplicações de Angio RM com contraste
gadolinium-enhanced MRA, the kidneys In a patient with severe
and renal arteries appear normal, and atherosclerosis, arrows indicate
there is no aortic aneurysm. bilateral renal artery stenosis
Gadolínio provoca fibrose
sistêmica nefrogênica
“O SEGREDO DA SABEDORIA, DO
PODER E DO CONHECIMENTO É A
HUMILDADE.” Ernest Hemingway
7- Protocolos Básicos
A RM do crânio está indicada principalmente:
• Cefaleia / enxaqueca
• Nas pesquisas de Tumores
• Nos processos Inflamatórios
• Nos estudos das alterações da substância branca
e cinzenta.
• Nas malformações.
• Nos estudos vasculares; venoso e/ou arterial.
• Nas patologias isquêmicas.
• Nas síndromes convulsivas.
• Em análises funcionais.
• Em estudos de espectroscopia por RM.
Protocolos: Crânio
Programação
Programação
FOV Programação Sagital
Programação Alinhamento
Programação Programação
FOV CoronalAlinhamento
Programação Axial
Programação Alinhamento FOV
Exercícios
• A programação do crânio é feita da seguinte
forma:
Coluna Lombar ou Lombo-Sacra.
• O exame de coluna na RM está especialmente
indicado nos estudos das compressões radiculares
por hérnia de disco ou estreitamento de canal,
tumores, processos infecciosos, e no pós operatório.
Programação
Sequências
• Protocolo Básico:
• SAGITAL T1
• SAGITAL T2
• AXIAL T1
• AXIAL T2*
Indicações comuns para exame de RM de joelho.
• Alterações internas da estrutura articular
• (lesões meniscais, lesões do ligamento
cruzado);
• Condromalácia da patela;
• Tumores ósseos e lesões ósseas no interior
da articulação.
Programação
• A programação do joelho realiza-se da seguinte forma:
Programação
• A programação do joelho realiza-se da seguinte forma:
Programação
• A programação do joelho realiza-se da seguinte forma:
Programação
Exercícios.
Sequências
• SAG T2 C/SATURAÇÃO
• SAG T1
• SAG DP
• COR T2 C/SATURAÇÃO
• AXI T2 C/SATURAÇÃO
Obrigado.
rodrigorm09@[Link]