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Ubuntu: Sistema Operacional e Filosofia

Sistema operacional baseado em software livre e de código aberto e de software proprietário, construído a partir do núcleo Linux, baseado no Debian.
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© All Rights Reserved
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Ubuntu: Sistema Operacional e Filosofia

Sistema operacional baseado em software livre e de código aberto e de software proprietário, construído a partir do núcleo Linux, baseado no Debian.
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Ubuntu é um sistema operacional composto de software livre e de código aberto e

de software proprietário na forma de blobs, construído a partir do núcleo Linux, baseado


no Debian e utiliza GNOME como ambiente de desktop de sua mais recente versão com
suporte de longo prazo (LTS). Esta distribuição Linux é desenvolvida pela Canonical Ltda.

Geralmente é executado em computadores pessoais e também é popular em servi-


dores de rede, geralmente executando a versão Ubuntu Server, com recursos de classe
empresarial. Até 2017, o Ubuntu também estava disponível para tablets e smartphones,
com a edição Ubuntu Touch.

A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema que qualquer pessoa possa utilizar


sem dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limita-
ções físicas. O sistema deve ser constituído principalmente por software livre e deve tam-
bém ser isento de qualquer taxa.

Denominação

O nome "Ubuntu", deriva do conceito sul-africano de mesmo nome, diretamente tra-


duzido como "humanidade com os outros" ou "sou o que sou pelo que nós somos todos".

“Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível para outros, apoia os outros, não se
sente ameaçada quando outros são capazes e bons, baseada em uma autoconfiança que
vem do conhecimento que ele ou ela pertence a algo maior e é diminuída quando os ou-
tros são humilhados ou diminuídos, quando os outros são torturados ou oprimidos.” - Ar-
cebispo Desmond Tutu no livro "No Future Without Forgiveness" (em português: "Sem
Perdão Não Há Futuro")

Esse nome busca passar a ideologia do projeto, baseada nas liberdades do softwa-
re livre e no trabalho comunitário de desenvolvimento. O sistema é muito comumente cha-
mado "Ubuntu Linux", porém, oficialmente a Canonical, desenvolvedora do sistema, usa
apenas o nome "Ubuntu", uma vez que o sistema ao ser portado para outros núcleos li-
vres para além do Linux recebe outros nomes (por exemplo, o Ubuntu implementado so-
bre o OpenSolaris recebe o nome de "Nexenta") - ao contrário do Debian, por exemplo,
que recebe este nome independentemente do núcleo usado.

História

O Ubuntu é construído sobre a arquitetura e a infraestrutura do Debian, e com-


preende as versões de sistema operacional para telefones e tablets Linux, desktop e ta-
blets descontinuados. O Ubuntu lança versões atualizadas previsivelmente a cada seis
meses, e cada lançamento recebe suporte gratuito por nove meses (dezoito meses antes
da versão 13.04) com correções de segurança, correções de bugs de alto impacto e corre-
ções de bugs conservadoras e substancialmente benéficas de baixo risco. O primeiro lan-
çamento foi em outubro de 2004.

As versões atuais de suporte de longo prazo (LTS) são suportadas por cinco anos e
são lançadas a cada dois anos. As versões LTS recebem lançamentos de pontos regula-
res com suporte para novo hardware e integração de todas as atualizações publicadas na-
quela série até o momento.

Os pacotes do Ubuntu são baseados em pacotes do ramo instável do Debian. Am-


bas as distribuições usam o formato de pacote .deb do Debian e ferramentas de gerencia-
mento de pacotes (por exemplo, APT e Ubuntu Software). Pacotes Debian e Ubuntu não
são necessariamente binariamente compatíveis entre si, no entanto; pacotes podem preci-
sar ser reconstruídos a partir do código-fonte para serem usados no Ubuntu. Muitos de-
senvolvedores do Ubuntu também são mantenedores de pacotes-chave no Debian. O
Ubuntu coopera com o Debian, empurrando as mudanças de volta para o Debian, embora
tenha havido críticas de que isso não acontece com frequência suficiente. Ian Murdock, o
fundador do Debian, expressou preocupação com os pacotes do Ubuntu divergindo muito
do Debian para permanecerem compatíveis. Antes do lançamento, os pacotes são impor-
tados do Debian unstable continuamente e mesclados com modificações específicas do
Ubuntu. Um mês antes do lançamento, as importações são congeladas e os empacotado-
res trabalham para garantir que os recursos congelados funcionem bem juntos.

Em 8 de julho de 2005, Mark Shuttleworth e a Canonical Ltda anunciaram a criação


da Ubuntu Foundation e providenciaram um aporte inicial de US$ 10 milhões. A finalidade
da fundação é garantir apoio e desenvolvimento a todas as versões posteriores a 5.10.

No dia 5 de maio de 2007, Matt Zimmerman anuncia o novo projeto da Canonical, o


"Ubuntu Mobile and Embedded", que seria uma versão do Ubuntu otimizada para uso com
o Dispositivo de Internet Móvel da Intel. A primeira versão, 8.04, foi lançada em 30 de ju-
lho de 2008, porém o projeto foi cancelado na versão 9.10 Alpha 6, lançada em 17 de se-
tembro de 2009.

Em 12 de março de 2009, o Ubuntu anunciou o suporte de desenvolvedores para


plataformas de gerenciamento de nuvem de terceiros, como as usadas no Amazon EC2.

Desde o Ubuntu 17.10, o GNOME 3 é a GUI padrão do Ubuntu Desktop, enquanto


o Unity ainda é o padrão em versões mais antigas, incluindo todas as versões atuais do
LTS. A versão Ubuntu GNOME foi descontinuada após a versão padrão adotar este ambi-
ente de desktop e os esforços de desenvolvimento foram combinados. Uma bifurcação do
Unity 8, chamada Yunit, foi criada para continuar o desenvolvimento do Unity. Shuttleworth
escreveu em 8 de abril de 2017:

Vamos investir no Ubuntu GNOME com a intenção de fornecer um fantástico desktop "to-
do GNOME". Estamos ajudando a equipe do Ubuntu GNOME, não criando algo diferente
ou competitivo com isso. Embora eu seja apaixonado pelas ideias de design do Unity, e
espero que o GNOME esteja mais aberto para eles agora, acho que devemos respeitar a
liderança de design do GNOME entregando o GNOME da maneira que o GNOME quer
que ele seja entregue. Nosso papel nisso, como sempre, será garantir que as atualiza-
ções, a integração, a segurança, o desempenho e a experiência completa sejam fantásti-
cos.

Shuttleworth também mencionou que a Canonical cessará o desenvolvimento do


Ubuntu Phone, Tablet e convergência.
Características

Desenvolvimento
O Ubuntu é produzido pela Canonical e pela comunidade em um modelo de gover-
nança meritocrático. A Canonical fornece atualizações gratuitas de segurança e suporte
para cada versão do Ubuntu, a partir da data de lançamento e até o lançamento atingir
sua data de fim de vida (EOL - End Of Life). Todas as versões são disponibilizadas sem
custo algum, a Canonical gera receita através da venda de serviços premium relacionados
ao Ubuntu.

Novas versões são lançadas duas vezes ao ano, uma no mês de Abril e outra no
mês de Outubro. Tendo relação direta com suas versões: Ano.Mês. Sua mais recente ver-
são é a 25.10 Questing Quokka (lançada em Outubro de 2025).

Debian vs. Ubuntu


Diferencia-se do Debian pela filosofia em torno de sua concepção, por ter versões
lançadas semestralmente, por disponibilizar suporte técnico nos 9 meses seguintes ao
lançamento de cada versão e as versões LTS (Long Term Support, suporte de longo pra-
zo) para desktop e servidores receberem 5 anos de suporte. O Ubuntu possui uma forte li-
gação com a comunidade Debian, contribuindo direta ou indiretamente com qualquer mo-
dificação nos códigos fonte, ao invés de apenas anunciar essas mudanças em uma data
posterior. Muitos programadores do Ubuntu mantêm pacotes chave do próprio Debian.

Usabilidade e acessibilidade
Um dos focos principais é a usabilidade, incluindo o uso da ferramenta sudo para
tarefas administrativas (similar ao Mac OS X) e a oferta de uma gama de recursos com-
pleta a partir de uma instalação padrão.

Outros focos são a acessibilidade e internacionalização, permitindo a utilização do


sistema pelo maior número de pessoas possível. A partir da versão 5.04, a codificação de
caracteres padrão é o UTF-8 (permitindo a utilização de caracteres não utilizados no alfa-
beto latino). O projeto visa também a oferecer suporte técnico nos idiomas de seus usuá-
rios.

Popularidade
Atualmente (2025) a página do Ubuntu no Distrowatch da versão de desktop é a
nona mais acessada no ranking dos últimos seis meses. Ela já foi apontada como uma
das melhores distribuições para o uso em computadores pessoais. É o sistema operacio-
nal mais popular em ambientes hospedados (computação em nuvem) por ser a distribui-
ção Linux mais popular para servidores, e a distribuição Linux mais popular para a execu-
ção de servidores web, onde é usada por 34% dos top 10 milhões de sites analisados pe-
la W3Techs.

Aparência
O visual padrão até a versão 5.10 e na versão 9.10 caracteriza-se pela utilização
de tons castanhos;[43] entre as versões 6.06 (Dapper Drake) e 9.04 (Jaunty Jackalope),
no entanto, passou-se a usar um padrão de cores mais próximo do laranja. A versão
10.04 passou a adotar um padrão de cores mais diversificado, misturando tons de púrpura
no padrão de cores. O padrão púrpura e laranja se mantêm até hoje.

Aplicativos
Além das ferramentas de sistema padrão e outros aplicativos menores, o Ubuntu é
oferecido com diversos programas pré instalados que atendem às funcionalidades bási-
cas, entre os quais estão a suíte de aplicativos LibreOffice e o navegador de internet Fire-
fox. Programas para visualizar conteúdos multimídia, clientes de e-mail e jogos simples
completam o sistema básico. A gestão de instalação de software é realizada pelo APT e
pelo Synaptic e, mais recentemente, pelo Centro de Software do Ubuntu.

Classificação de pacotes e suporte


O Ubuntu divide a maioria dos softwares em quatro domínios para refletir as dife-
renças de licenciamento e o grau de suporte disponível.[44] Alguns aplicativos não supor-
tados recebem atualizações de membros da comunidade, mas não da Canonical Ltd.

Os software livres incluem softwares que atenderam aos requisitos de licenciamen-


to do Ubuntu, que correspondem aproximadamente ao Debian Free Software Guidelines.
As exceções, no entanto, incluem firmwares e fontes, na categoria Main, porque, embora
não possam ser modificados, sua distribuição é desimpedida.

Os softwares não-livres geralmente não são suportados (Multiverse), mas algumas


exceções (Restricted) são feitas para softwares não-livres importantes. Os softwares não-
livres suportados incluem drivers de dispositivo que podem ser usados para executar o
Ubuntu em alguns hardwares atuais, como drivers de placas gráficas somente binárias. O
nível de suporte na categoria Restricted é mais limitado que o Main, porque os desenvol-
vedores podem não ter acesso ao código-fonte. Pretende-se que Main e Restricted conte-
nham todo o software necessário para um ambiente de desktop completo. Programas al-
ternativos para as mesmas tarefas e programas para aplicações especializadas são colo-
cados nas categorias Universe e Multiverse.

Além do acima, em que o software não recebe novos recursos após uma versão ini-
cial, o Ubuntu Backports é um repositório oficialmente reconhecido para backporting de
software mais recente de versões posteriores do Ubuntu. O repositório não é abrangente;
ele consiste principalmente em pacotes solicitados pelo usuário, que são aprovados se
atenderem às diretrizes de qualidade. O Backports não recebe nenhum suporte da Cano-
nical e é totalmente mantido pela comunidade.

O repositório -updates fornece atualizações de versão estáveis (SRU - stable relea-


se updates) do Ubuntu e geralmente são instaladas através do gerenciador de atualiza-
ções. Cada release recebe seu próprio repositório de -updates (por exemplo, atualizações
intrépidas). O repositório é suportado pela Canonical Ltda. para pacotes no Main e Res-
tricted, e pela comunidade para pacotes no Universe e Multiverse. Todas as atualizações
para o repositório devem atender a determinados requisitos e passar pelo repositório -pro-
posed antes de serem disponibilizados para o público. As atualizações estão programa-
das para estarem disponíveis até o final da vida útil da versão de lançamento.

Além do repositório -updates, o repositório instável -proposed contém uploads que


devem ser confirmados antes de serem copiados em -updates. Todas as atualizações de-
vem passar por este processo para garantir que o patch realmente conserte o bug e não
haja risco de regressão. As atualizações propostas são confirmadas pela Canonical ou pe-
los membros da comunidade.

O repositório de parceiros da Canonical permite que os fornecedores de software


proprietário forneçam seus produtos aos usuários do Ubuntu, sem custo, usando as mes-
mas ferramentas familiares para instalar e atualizar o software. O software no repositório
de parceiros tem suporte de segurança oficial e outras atualizações importantes por seus
respectivos fornecedores. A Canonical suporta o empacotamento do software para o
Ubuntu e fornece orientação aos fornecedores. O repositório de parceiros está desativado
por padrão e pode ser ativado pelo usuário. Alguns produtos populares distribuídos pelo
repositório de parceiros em 28 de abril de 2013 são o Adobe Flash Player, o Adobe Rea-
der, o Skype e o Wine também podem ser instalados para executar o software do Win-
dows, se o usuário desejar.

PPAs
Um Personal Package Archive (PPA) é um repositório de software para o upload de
pacotes a serem construídos e publicados como um repositório do Advanced Packaging
Tool (APT) pelo Launchpad. Enquanto o termo é usado exclusivamente no Ubuntu, o host
do Launchpad, Canonical, prevê a adoção além da comunidade Ubuntu.

Software de terceiros
O Ubuntu possui um sistema de certificação para software de terceiros. Alguns
softwares de terceiros que não limitam a distribuição estão incluídos no componente Multi-
verse do Ubuntu. O pacote ubuntu-restricted-extras contém adicionalmente software que
pode ser legalmente restrito, incluindo suporte para reprodução de MP3 e DVD, fontes Mi-
crosoft TrueType, ambiente de execução Java da Sun, plug-in Flash Player da Adobe,
muitos codecs de áudio/vídeo comuns e unrar, um descompactador para arquivos com-
pactados no formato de arquivo RAR.

Além disso, suítes de aplicativos de terceiros estão disponíveis para compra atra-
vés do Ubuntu Software, incluindo muitos jogos como o Braid e o Oil Rush, software para
reprodução de DVD e codecs de mídia. Mais jogos estão disponíveis através do Steam.

Segurança
O objetivo do Ubuntu é ser seguro "out-of-the-box". Por padrão, os programas do
usuário são executados com poucos privilégios e não podem corromper o sistema opera-
cional ou os arquivos de outros usuários. Para maior segurança, a ferramenta sudo é usa-
da para atribuir privilégios temporários para executar tarefas administrativas, o que permi-
te que a conta raiz permaneça bloqueada e ajuda a evitar que usuários inexperientes fa-
çam alterações catastróficas no sistema ou abram brechas de segurança. O PolicyKit tam-
bém está sendo amplamente implementado no desktop. A maioria das portas de rede é
fechada por padrão para evitar invasões. Um firewall vem integrado e este possui uma
GUI (GUI para Uncomplicated Firewall) disponível para configurá-lo, ele permite que usuá-
rios finais que instalam servidores de rede controlem o acesso. O Ubuntu compila seus
pacotes usando recursos do GCC, como PIE e proteção contra buffer overflow, para prote-
ger seu software. Esses recursos extras aumentam bastante a segurança com um custo
de desempenho de 1% em 32 bits e 0,01% em 64 bits.

O Ubuntu também suporta criptografia de disco completo, bem como criptografia de


diretórios Home e Private.
Instalação

Live media e DVD


Qualquer versão até a 12.04 ocupava apenas um CD (até 700 MB); a partir da ver-
são 12.10, era necessário um DVD ou um pen drive, pelo fato da nova versão ultrapassar
o limite de 700 MB.[60] A distribuição livre dos CDs do Ubuntu pelo ShipIt foi descontinua-
da e os CDs passaram a ser vendidos na loja virtual da Canonical, recurso que não existe
mais para focar na distribuição via downloads. Atualmente, um simples pen drive de 4GB
suporta o Ubuntu, com possibilidade de salvar os dados e configurações do usuário, se
configurado dessa maneira. A atualização e instalação de mais programas poderá ser rea-
lizada via internet, num processo fácil e em ambiente gráfico.

Para quem pretende experimentar o Ubuntu sem o instalar no disco rígido, o siste-
ma funciona em uma live media(pendrive ou DVD), sem necessidade de ser instalado. Es-
tes modos são mais lentos e destinam-se essencialmente a proporcionar um primeiro con-
tato com o Ubuntu, seus programas inclusos e saber quais programas podem ser eventu-
almente instalados; além de ser útil para manutenção de hardware. Existe também a op-
ção de instalar via rede, utilizando a opção network installer na página de download.

O programa remastersys permite a qualquer um facilmente (em modo gráfico) criar


um Live CD/DVD personalizado, com os programas e opções que o utilizador desejar, a
partir de uma instalação existente do Ubuntu. Também existem os programas Reconstruc-
tor e Ubuntu Customization Kit com um propósito semelhante.

Requisitos de sistema recomendados


A versão desktop do Ubuntu atualmente suporta as arquiteturas Intel x86 e AMD64.
Suporte não-oficial é disponibilizado para PowerPC, IA-64 (Itanium) e PlayStation 3 (con-
tudo observe que a Sony removeu oficialmente o suporte para o Linux no PS3 com o
firmware 3.21, lançado em 1 de abril de 2010).

Para instalar o Ubuntu são necessários:


Desktop
Processador: 2 GHz Dual-Core ou superior
Memória RAM: 4 GB
Espaço em disco: Mínimo de 25GB
Mídia Pendrive ou DVD com a mídia de instalação (ISO)

Projetos

Oficiais
As edições oficiais do Ubuntu são criadas pela Canonical e pela comunidade Ubun-
tu, recebendo também o suporte delas:

Ubuntu Desktop: Voltada para desktops, laptops com interface gráfica Gnome
Shell.

Ubuntu Server: Voltada para servidores, não instala interface gráfica, é distribuída
gratuitamente e o suporte pode ser adquirido separadamente.

Ubuntu Cloud: Voltada para computação em nuvem.

Ubuntu Core: Voltada para internet das coisas (IoT).


Versões derivadas oficiais
Além do Ubuntu, existem versões derivadas que são oficialmente reconhecidas:

Kubuntu - versão do Ubuntu que utiliza o ambiente de desktop KDE

Ubuntu Budgie - com ambiente de desktop Budgie

Ubuntu MATE - com ambiente de desktop MATE

Ubuntu Unity - com ambiente de desktop Unity

Computadores menos potentes


O LXDE e o Xfce são às vezes recomendados para uso com PCs mais antigos que
podem ter menos memória e poder de processamento disponíveis:

Lubuntu - utiliza o ambiente de desktop LXDE

Xubuntu - utiliza o ambiente de desktop Xfce

Uso específico
Ubuntu Kylin - versão específica para usuários da China

Ubuntu Studio - para edição e criação de conteúdos multimídia

Versões derivadas não-oficiais


Dentre as versões não-oficiais destacam-se:

- elementary OS
- KDE neon
- Linux Lite
- Linux Mint
- Pop! OS
- Zorin OS

Outros
Além desses, Mark Shuttleworth aprovou a criação de uma distribuição que usa ex-
clusivamente software livre aprovado pela FSF, a gNewSense. Estes projetos estão liga-
dos oficialmente ao Ubuntu, com lançamentos simultâneos e compatibilidade de pacotes,
obtidos dos mesmos repositórios oficiais. Espalhou-se o boato que o Google estava de-
senvolvendo um derivado do Ubuntu chamado Goobuntu, e que iria vendê-lo. A empresa
confirmou a criação dessa versão modificada, mas deixou claro que não tem planos para
distribuí-la fora da companhia.

Lançamentos

Uma nova versão do Ubuntu é lançada semestralmente, e cada lançamento tem


um codinome e um número de versão. O número de versão é baseado no ano e no mês
de lançamento. Por exemplo o Ubuntu 4.10 foi lançado em outubro de 2004, na data: ano
2004, mês 10. Abaixo está uma lista dos lançamentos anteriores e os lançamentos plane-
jados. A partir da versão 13.04 em diante, o suporte em versões não-LTS foi alterado de
18 para 9 meses.
Adesão internacional ao Ubuntu

O Ubuntu contou durante o primeiro semestre de 2007 com situações de migração


ou adoção por parte de organizações e entidades de renome. O fabricante internacional
de equipamento informático Dell que adotou, em maio, o Ubuntu como o sistema operati-
vo de código aberto selecionado para equipar os seus computadores desktop e notebook
destinados aos usuários finais; e o anterior anúncio, em Março, por parte do Parlamento
francês de que em Junho de 2007 daria início à migração de toda a sua rede informática
(máquinas clientes e servidores, num total de cerca de 1.154 máquinas) para o Ubuntu,
com ênfase no uso da suite OpenOffice e do browser Firefox por parte dos utilizadores do
Parlamento (577 Deputados).

Hoje em dia, o Ubuntu está presente em múltiplos governos e ministérios, como é o


caso do Ministério da Educação Grego, do Governo de Andalucía, do Ministério da Educa-
ção Romeno, do Governo de Punjab, no Paquistão, do Governo de Assam e de Uttar Pra-
desh, na Índia, no Ministério da Educação da Macedónia, no Governo de Gauteng, na Áfri-
ca do Sul e nas Forças Armadas Brasileiras.

Para além disso, já são múltiplas as faculdades e universidades que confiam no


Ubuntu para seu sistema operativo principal, como é o caso da Universidade de Oxford,
no Reino Unido, da Universidade de Harvard, em Massachusetts, da Universidade Johns
Hopkins, em Baltimore, da Universidade de Oakland, no Michigan, na Universidade de
Nantes, em França, na Universidade de Deli, na Índia, entre outras.

Segundo estimativas o Ubuntu, em 2015, já possuiria mais de 40 milhões de utiliza-


dores e cerca de 30.000 utilizadores do sistema operativo Microsoft Windows descarre-
gam o Ubuntu diariamente.

Para conhecer melhor o Ubuntu, visite o site oficial:

[Link]

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