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Diretrizes Orçamentárias 2025 Mirassol

A Lei nº 4.876, de 23 de julho de 2024, estabelece diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária do Município de Mirassol para 2025, abordando aspectos como metas fiscais, prioridades de investimento e a execução orçamentária. Os objetivos incluem combater a pobreza, melhorar a educação e a infraestrutura urbana, além de garantir acesso aos serviços de saúde. A lei também define regras para a execução de programas e a transferência de recursos a entidades privadas sem fins lucrativos.
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A Lei nº 4.876, de 23 de julho de 2024, estabelece diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária do Município de Mirassol para 2025, abordando aspectos como metas fiscais, prioridades de investimento e a execução orçamentária. Os objetivos incluem combater a pobreza, melhorar a educação e a infraestrutura urbana, além de garantir acesso aos serviços de saúde. A lei também define regras para a execução de programas e a transferência de recursos a entidades privadas sem fins lucrativos.
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Municipais

LEI Nº 4.876, DE 23 DE JULHO DE 2024

Estabelece as diretrizes a serem


observadas na elaboração da Lei
Orçamentária do Município para o
exercício de 2025 e dá outras
providências.

Edson Antonio Ermenegildo, Prefeito do Município de Mirassol - SP, usando das atribuições
que lhe são conferidas por Lei, faz saber que a Câmara Municipal "Renato Zancaner" aprovou
e que ele sanciona e promulga a seguinte Lei:

Nos termos da Constituição Federal, artigo 165, § 2º da Lei nº 4.320, de 17 de março


Art. 1º
de 1964 e Lei Orgânica do Município, esta Lei fixa as diretrizes orçamentárias do Município
para o exercício de 2025, orienta a elaboração da respectiva Lei Orçamentária Anual, dispõe
sobre as alterações na legislação tributária e atende às determinações impostas pela Lei
Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, e Portarias da Secretaria do Tesouro Nacional.

Parágrafo único. As normas contidas nesta Lei alcançam todos os órgãos da


Administração Direta e Indireta do município.

A elaboração da proposta orçamentária abrangerá os Poderes Legislativo, Executivo,


Art. 2º
entidades da Administração Direta e Indireta, nos termos da Lei Complementar nº 101, de 04
de maio 2000, observando-se os seguintes objetivos estratégicos:

I - Combater a pobreza e promover a cidadania e a inclusão social;

II - Implantar programa de gestão dos recursos da educação garantindo melhoria da


qualidade dos serviços da rede municipal de educação básica;

III - Promover o desenvolvimento do Município e o crescimento econômico;

IV - Reestruturação e reorganização dos serviços administrativos, buscando maior


eficiência de trabalho e arrecadação;

V - Assistência à criança e ao adolescente, ao idoso e às pessoas com deficiência;

VI - Melhoria da infraestrutura urbana; e

[Link] - Lei Ordinária 4876/2024 ([Link] - Gerado em: 02/08/2024 11:29:22


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VII - Garantia de acesso aos serviços de saúde a todo cidadão através de um


atendimento mais eficiente com respeito e qualidade.

CAPÍTULO II
METAS E PRIORIDADES

Art. 3º As metas-fim da Administração Pública Municipal para o exercício de 2025 estão


estabelecidas por programas constantes do Plano Plurianual relativo ao período 2022/2025 e
especificadas nos Anexos I, V e VI, que integram esta Lei.

CAPÍTULO III
DAS METAS FISCAIS, PASSIVOS CONTINGENTES E OUTROS RISCOS

As metas de resultados fiscais do Município para o exercício de 2025 são aquelas


Art. 4º
apresentadas no demonstrativo de Metas Fiscais, integrante desta Lei, desdobrado em:

I - Demonstrativo de Riscos Fiscais;

II - Tabela 1 - Metas Anuais;

III - Tabela 2 - Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior;

IV - Tabela 3 - Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Metas Fiscais Fixadas nos Três
Exercícios Anteriores;

V - Tabela 4 - Evolução do Patrimônio Líquido;

VI - Tabela 5 - Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos;

VII - Tabela 6 - Receitas e Despesas Previdenciárias e Projeção Atuarial do Regime


Próprio de Previdência Social - RPPS;

VIII - Tabela 7 - Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita; e

IX - Tabela 8 - Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado.

Parágrafo único. As tabelas de que tratam os incisos II e IV deste artigo, serão expressas
em valores correntes e constantes, sendo que no caso de mudanças no cenário
macroeconômico ou ainda mudanças relevantes decorrentes de convênios assinados, seus
valores poderão ser alterados através da edição de Projeto de Lei ou Decreto do Executivo.

Art. 5ºIntegra esta Lei o Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos
contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, com indicação das
providências a serem tomadas pelo Poder Executivo caso venham a se concretizar.

[Link] - Lei Ordinária 4876/2024 ([Link] - Gerado em: 02/08/2024 11:29:22


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CAPÍTULO IV
DAS ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DA LEI ORÇAMENTÁRIA DE
2025

Atendidas as metas priorizadas para o exercício de 2025, a Lei Orçamentária poderá


Art. 6º
contemplar o atendimento de outras metas, desde que façam parte do Plano Plurianual
correspondente ao período de 2022/2025.

Art. 7ºA Lei Orçamentária não consignará recursos para início de novos projetos, se não
estiverem adequadamente atendidos aqueles em andamento e contempladas ainda as
despesas de conservação do patrimônio público.

Parágrafo único. Entende-se por adequadamente atendidos, os projetos cuja execução


física esteja em conformidade com o cronograma físico-financeiro pactuados em vigência.

Para fins do disposto no artigo 16, § 3º, da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de
Art. 8º
2000, consideram-se irrelevantes as despesas realizadas anualmente até o valor de R$
17.600,00 (dezessete mil e seiscentos reais), nos processos de despesas de aquisição de
bens ou prestação de serviços, e de até R$ 33.000,00 (trinta e três mil reais), nos processos
de despesas de execução de obras públicas ou serviços de engenharia.

Art. 9º Em atendimento ao disposto no artigo 4º, inciso I, alínea "e" da Lei Complementar
n º 101, de 04 de maio de 2000, os custos dos programas finalísticos financiados pelo
orçamento municipal deverão ser apurados mediante liquidação da despesa.

§ 1º As despesas serão apropriadas de acordo com a efetiva destinação dos gastos,


baseados em critérios de rateio de custos dos programas.

§ 2º A avaliação dos resultados far-se-á a partir da apuração dos custos e das


informações físicas referentes às metas fiscais estabelecidas na LDO.

§ 3º Para os efeitos deste artigo, considera-se programa finalístico aquele cujo objetivo
estratégico é o de proporcionar a incorporação de um bem ou serviço para atendimento direto
das demandas da sociedade.

Art. [Link] da execução de programas de competência do Município, poderá este adotar


a estratégia de transferir recursos a instituições privadas sem fins lucrativos, desde que
especificamente autorizadas em lei municipal e seja firmado Termos de Parceiras nas
modalidades Fomento ou Colaboração ou ainda, outros ajustes ou congênere, pelo qual
fiquem claramente definidos os deveres e obrigações de cada parte, forma e prazos para
prestação de contas.

Parágrafo único. Do processo de transferência de recursos às Instituições Privadas sem


fins lucrativos, deverá fazer constar minimamente as seguintes exigências:

I - Certificação da entidade junto ao respectivo conselho municipal;

[Link] - Lei Ordinária 4876/2024 ([Link] - Gerado em: 02/08/2024 11:29:22


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II - O beneficiário deve aplicar, nas atividades-fim, ao menos 50% de sua receita total;

III - Manifestação prévia e expressa do setor técnico e da assessoria jurídica do órgão


concedente;

IV - Declaração de funcionamento regular, emitida por no mínimo uma autoridade de


outro nível de governo;

V - Vedação para entidades cujos dirigentes sejam também agentes políticos do governo
concedente, e

VI - Prestação de contas dos recursos recebidos, em conformidade com o programa de


trabalho pactuado e regras do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

As transferências financeiras entre órgãos dotados de personalidade jurídica própria,


Art. 11.
assim como os fundos especiais, que compõem a Lei Orçamentária, ficam condicionadas às
normas constantes das respectivas leis instituidoras, leis específicas ou regras determinadas
pela Secretaria do Tesouro Nacional, não se aplicando o disposto no artigo anterior.

Art. 12. Na forma do artigo 8º da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, o


Executivo estabelecerá, até 30 dias após a publicação do orçamento, a programação
financeira e o cronograma mensal de desembolso, de modo a compatibilizar a realização de
despesas ao efetivo ingresso das receitas municipais.

§ 1º Também integrarão a programação financeira e o cronograma de desembolso:

I - Transferências financeiras a conceder para outras entidades integrantes do orçamento


municipal, inclusive ao regime próprio de previdência;

II - Eventual estoque de restos a pagar de exercícios anteriores; e

III - Saldo financeiro do exercício anterior.

§ 2º O cronograma de que trata este artigo dará prioridade ao pagamento de despesas


obrigatórias e de caráter continuado do Município em relação às despesas de caráter
discricionárias e respeitará todas as vinculações constitucionais e legais existentes.

§ 3º As transferências financeiras ao Poder Legislativo serão realizadas de acordo com o


cronograma anual de desembolso mensal, respeitando o limite máximo estabelecido no artigo
29-A da Constituição Federal de 1988.

Art. 13. A reserva de contingência do Poder Executivo e demais órgãos da administração


indireta, excluindo conforme o caso a entidade de Previdência municipal, equivalerá a no
máximo 3% (três por cento) da receita corrente líquida prevista na proposta orçamentária de
2025, e será destinada a:

[Link] - Lei Ordinária 4876/2024 ([Link] - Gerado em: 02/08/2024 11:29:22


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I - C obertura de créditos adicionais; e

II - Atender passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

Art. 14. Na forma do artigo 13 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, até 30
(trinta) dias após a publicação da lei orçamentária, o Executivo estabelecerá e publicará
metas bimestrais para a realização das receitas estimadas, inclusive as receitas próprias dos
órgãos da Administração Indireta.

§ 1º Na hipótese de ser constatado ao final de cada bimestre frustração na arrecadação


de receitas capaz de comprometer a obtenção das metas de resultados nominal e primário, os
Chefes dos Poderes Executivo e o Legislativo determinarão a limitação de empenho e
movimentação financeira, em montantes necessários à preservação dos resultados
estabelecidos.

§ 2º Ao determinarem a limitação de empenho e movimentação financeira, deverão ser


adotados critérios que produzam o menor impacto possível nos programas e ações de caráter
finalístico da administração, especialmente nas áreas voltadas à educação, saúde e
assistência social.

§ 3º Não serão objeto de limitação de empenho e movimentação financeira as despesas


vinculadas a finalidades específicas, bem como aquelas que constituam obrigações legais do
Município, inclusive as destinadas ao pagamento do serviço da dívida e precatórios judiciais e
folha de pagamento de servidores municipais.

§ 4º A limitação de empenho e movimentação financeira também será adotada na


hipótese de ser necessária a redução de eventual excesso da dívida consolidada em relação à
meta fixada no Anexo de Metas Fiscais, obedecendo-se ao que dispõe o artigo 31 da Lei
Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000.

Fica o Poder Executivo autorizado a custear despesas de responsabilidade de outras


Art. 15.
esferas de Governo, desde que firmados os respectivos convênios, termos de acordo, ajustes
ou congêneres e haja recursos orçamentários e financeiros disponíveis.

Ficam o Poder Executivo e Legislativo, autorizados, nos termos do artigo 167, inciso
Art. 16.
VI da Constituição Federal e observadas as normas de controle e acompanhamento da
execução orçamentária, autorizada a abrir créditos nas seguintes condições:

I - a transpor recursos entre atividades e projetos de um mesmo programa, no âmbito de


cada órgão, até o limite de 5% (cinco por cento) da despesa fixada para o exercício e
obedecida a distribuição por grupo de despesa;

II - entre atividades e projetos de um mesmo programa e grupo de despesa, até o limite


de 5% (cinco por cento) da despesa fixada em seu respectivo orçamento, desde que os
recursos sejam provenientes de anulação total ou parcial de suas próprias dotações

[Link] - Lei Ordinária 4876/2024 ([Link] - Gerado em: 02/08/2024 11:29:22


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orçamentárias.

Art. 17. O Projeto de Lei Orçamentária será elaborado de forma consolidada, em


conformidade com as diretrizes fixadas nesta Lei, com o artigo 165, §§ 5º, 6º, 7º e 8º, da
Constituição Federal, com a Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964, com a Lei
Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, Portaria Interministerial nº 163, de 04 de maio
de 2001, da Secretaria do Tesouro Nacional e atualizações posteriores.

§ 1º A Lei Orçamentária Anual compreenderá:

I - O orçamento fiscal; e

II - O orçamento da seguridade social.

§ 2º Os orçamentos fiscal e da seguridade social discriminarão a despesa por unidade


orçamentária, detalhada por categoria econômica, grupos de despesa, modalidade de
aplicação, elementos de despesa e fontes de recursos.

Art. 18.A Mesa da Câmara Municipal elaborará sua proposta orçamentária para o exercício
de 2025 e a remeterá ao Executivo até 30 (trinta) dias antes do prazo previsto para remessa
do Projeto de Lei Orçamentária àquele Poder.

Parágrafo único. O Poder Executivo colocará à disposição do Poder Legislativo, no


mínimo 30 (trinta) dias antes do prazo determinado no "caput" deste artigo, sua proposta
orçamentária consolidada, os estudos e estimativas das receitas para o exercício
subsequente, inclusive da corrente líquida e as respectivas memórias de cálculo, na forma
prevista no artigo 12, § 3º da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000.

CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS A DESPESAS COM PESSOAL

Art. 19. O aumento da despesa com pessoal, em decorrência de qualquer das medidas
relacionadas no artigo 169, § 1º, da Constituição Federal, poderá ser realizado mediante lei
específica, desde que obedecidos os limites previstos nos artigos 20, 21 e 22, parágrafo único,
todos da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, e cumpridas as exigências
previstas nos artigos 16 e 17 do referido diploma legal, ficando autorizado o aumento da
despesa com pessoal para:

I - Concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos,


empregos e funções ou alteração de estruturas de carreiras; e

II - Admissão de pessoal ou contratação a qualquer título.

§ 1º Os aumentos de que trata este artigo somente poderão ocorrer se houver:

I - Prévia dotação orçamentária para atender às projeções de despesa de pessoal e aos

[Link] - Lei Ordinária 4876/2024 ([Link] - Gerado em: 02/08/2024 11:29:22


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acréscimos dela decorrentes;

II - Lei específica para as hipóteses previstas no inciso I do "caput" deste artigo;

III - Observância da legislação vigente no caso do inciso II do "caput" deste artigo; e

IV - Estimativa do impacto orçamentário-financeiro de que trata do inciso I do artigo 16 da


Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000.

§ 2º No caso do Poder Legislativo, deverão ser obedecidos, adicionalmente, os limites


fixados nos artigos 29 e 29-A da Constituição Federal.

Na hipótese de ser atingido o limite prudencial de que trata o artigo 22 da Lei


Art. 20.
Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, a manutenção de despesas variáveis da folha
de pagamento somente poderá ocorrer nos casos de calamidade pública, na execução de
programas emergenciais de saúde pública ou em situações de extrema gravidade,
devidamente reconhecida por Decreto do Chefe do Executivo.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS

Art. 21. Todo projeto de lei enviado pelo Executivo versando sobre concessão de anistia,
remissão, subsídio, crédito presumido, concessão de isenção em caráter não geral, alteração
de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos
ou contribuições, e outros benefícios que correspondam a tratamento diferenciado, além de
atender ao disposto no artigo 14 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, deve
ser instruído com demonstrativo de que não prejudicará o cumprimento de obrigações
constitucionais, legais e judiciais a cargo do município; que não afetará as metas de resultado
nominal e primário, bem como as ações de caráter social, especialmente a educação, saúde e
assistência social.

Art. 22.O Poder Executivo poderá encaminhar à Câmara Municipal projetos de lei dispondo
sobre alterações na legislação tributária, especialmente sobre:

I - Revisão e atualização do Código Tributário Municipal, de forma a corrigir distorções;

II - Revogações das isenções tributárias que contrariem o interesse público;

III - Revisão das taxas, objetivando sua adequação aos custos efetivos dos serviços
prestados e ao exercício do poder de polícia do Município;

IV - Atualização da Planta Genérica de Valores ajustando-a aos movimentos de


valorização do mercado imobiliário; e

V - Aperfeiçoamento do sistema de fiscalização, cobrança, execução fiscal e arrecadação


de tributos.

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Se a Lei Orçamentária não for promulgada até o último dia do exercício de 2024, fica
Art. 23.
autorizada a realização das despesas até o limite mensal de um doze avos de cada programa
da proposta original remetida ao Legislativo, enquanto a respectiva lei não for sancionada.

Parágrafo único. Considerar-se-á antecipação de crédito à conta da Lei Orçamentária a


utilização dos recursos autorizada neste artigo.

Art. 24. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Prefeitura do Município de Mirassol, 23 de julho de 2024.

Edson Antonio Ermenegildo


Prefeito Municipal

Afixada no Quadro de Avisos desta Prefeitura Municipal, na data supra.

Márcio Gomes Okuda


Chefe da Divisão de Comunicações Administrativas

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