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Dona Lúcia e a Rede de Atenção à Saúde

O documento discute a Rede de Atenção à Saúde (RAS) através do caso de Dona Lúcia, uma paciente com diabetes e hipertensão, que enfrenta desafios no acesso e continuidade do cuidado. Destaca a importância da Atenção Primária à Saúde (APS) como centro de comunicação e coordenação do cuidado, enfatizando a necessidade de uma abordagem integrada e interprofissional. Além disso, aborda os fundamentos e diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) e a importância de um sistema de saúde que priorize a promoção, prevenção e cuidado contínuo.

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Dona Lúcia e a Rede de Atenção à Saúde

O documento discute a Rede de Atenção à Saúde (RAS) através do caso de Dona Lúcia, uma paciente com diabetes e hipertensão, que enfrenta desafios no acesso e continuidade do cuidado. Destaca a importância da Atenção Primária à Saúde (APS) como centro de comunicação e coordenação do cuidado, enfatizando a necessidade de uma abordagem integrada e interprofissional. Além disso, aborda os fundamentos e diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) e a importância de um sistema de saúde que priorize a promoção, prevenção e cuidado contínuo.

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Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes

Hospital Universitário Clemente de Faria - HUCF


Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade - Taiobeiras

RAS

Tutor: Me. Matheus Mendes Pereira


RAS
?
“O que conecta esses pontos? Como
Pontos de Atenção à Saúde
o usuário transita entre eles?”
Dona Lúcia e o Caminho pela RAS
Dona Lúcia, 58 anos, mora com o marido em uma comunidade urbana.
É diabética e hipertensa há mais de 10 anos, faz acompanhamento
irregular na UBS.

Há três semanas começou a sentir ferida no pé direito, que piorou.


Procurou a UPA com dor e secreção. Lá foi feito curativo, iniciado
antibiótico e orientado retorno à UBS.

Dois dias depois, o quadro piora, e ela retorna à UPA, sendo


encaminhada para o hospital de referência, onde é internada. Após
tratamento clínico e ajuste de medicações, recebe alta hospitalar com
recomendação de acompanhamento ambulatorial e visita domiciliar.

Dona Lúcia relata dificuldade para andar e medo de voltar a trabalhar


como diarista. Demonstra preocupação com a alimentação e com os
custos dos medicamentos.
Dona Lúcia e o Caminho pela RAS
Quais pontos de atenção da RAS estão envolvidos neste caso?
Qual o papel da APS antes, durante e após a internação?
Como garantir continuidade do cuidado e vínculo após a alta
hospitalar?
Quais profissionais e serviços devem ser acionados?
Que fragilidades da rede podem ser percebidas nesse caso?
Que estratégias interprofissionais podem fortalecer a articulação
entre os pontos?
Dona Lúcia e o Caminho pela RAS
“Se Dona Lúcia fosse acompanhada de forma
integrada pela RAS desde o início, o que poderia
ter sido evitado? Como nossa equipe pode
contribuir para esse cuidado contínuo?”
RAS
EUGÊNIO VILAÇA (2011)
RAS
A REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE
EUGÊNIO VILAÇA (2011)
A mudança dos sistemas piramidais e hierárquicos
para as redes de atenção à saúde
Concepção hierárquica e
piramidal.

Redes poliárquicas de atenção


à saúde.
Diferenças nas densidades
tecnológicas,
Rompem-se as relações
verticalizadas,
Redes policêntricas
horizontais.
As RASs apresentam uma
singularidade: seu centro de
comunicação situa-se na APS.
RAS ATS
ASS
ATS

ASS
ASS

ATS
ATS

ASS ASS
ATS
A mudança dos sistemas piramidais e hierárquicos
para as redes de atenção à saúde
A APS Não é menos complexa que a média e alta complexidade.
É a APS que deve atender mais de 85% dos problemas de saúde; é aí que situa a clínica
mais ampliada com tecnologias de alta complexidade:
mudanças de comportamentos e estilos de vida em relação à saúde: cessação do hábito
de fumar, adoção de comportamentos de alimentação saudável e de atividade física etc.

Os níveis de atenção secundários e terciários constituem-se de tecnologias de maior


densidade tecnológica, mas não de maiores complexidades.
Essa percepção distorcida faz com que políticos, gestores, profissionais de saúde e a
população valorizem excessivamente as práticas dos níveis secundário e terciário,
contribuindo para a desvalorização da APS.
RAS
As RASs estruturam-se para enfrentar uma condição de saúde
específica, por meio de um ciclo completo de atendimento, o que
implica a continuidade da atenção à saúde (primária, secundária
e terciária) e a integralidade da atenção à saúde (promoção da
saúde, prevenção das condições de saúde e gestão das condições
de saúde estabelecidas por meio de intervenções de cura,
cuidado, reabilitação e paliação).
RAS
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS
EUGÊNIO VILAÇA (2011)
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DA RAS

Estrutura Modelos de Atenção


População
Operacional à Saúde
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS:
1. População
A população de responsabilidade das RAS vive em territórios sanitários
singulares, organiza-se socialmente em famílias e é cadastrada e registrada em
subpopulações por riscos sóciossanitários.
A população total de responsabilidade de uma RAS deve ser totalmente
conhecida e registrada em sistemas de informação potentes.
Não basta, contudo, o conhecimento da população total: ela deve ser
segmentada, subdividida em subpopulações por fatores de riscos e estratificada
por riscos em relação às condições de saúde estabelecidas.
PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS:
2. Estrutura Operacional

1. Centro de comunicação: a APS;

2. Pontos de atenção à saúde secundários e terciários; Nós das redes

3. Sistemas de apoio;

4. Sistemas logísticos ⟶ ligações que comunicam os diferentes nós

5. Sistema de governança da RAS ⟶ gestão da rede


Rede Cegonha

Rede de Atenção
Psicossocial
2. Estrutura Operacional

Rede de Atenção às
Condições Crônicas

Rede de Atenção às
Urgências e Emergências
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS:
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS:
2. Estrutura Operacional
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS:
3. Modelos de Atenção à Saúde
É um elemento constitutivo central: define como o sistema de saúde organiza
suas ações e serviços para responder às necessidades de saúde da população.
O modelo de atenção à saúde é o arranjo lógico e organizativo que articula
tecnologias, práticas, saberes e processos de trabalho, orientando a forma
como se produzem as ações de promoção, prevenção, tratamento, reabilitação
e cuidados paliativos.
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS:
3. Modelos de Atenção à Saúde
RAS
FUNDAMENTOS
EUGÊNIO VILAÇA (2011)
FUNDAMENTOS DA RAS
[Link] de Escala

[Link] de recursos

[Link] e acesso

[Link]ção horizontal e vertical

[Link] de substituição

[Link]órios sanitários

7.Níveis de atenção
APS
ATRIBUTOS E FUNÇÕES
EUGÊNIO VILAÇA (2011)
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS

Primeiro contato
Implica a acessibilidade e o uso
de serviços para cada novo
problema ou novo episódio de um
problema para os quais se
procura atenção à saúde.
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS
Longitudinalidade
Aporte regular de cuidados pela
equipe de saúde e seu uso
consistente ao longo do tempo,
num ambiente de relação mútua
de confiança e humanizada entre
equipe, indivíduos e famílias.
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS
Integralidade
Prestação de serviços que atendam às
necessidades da população nos campos da
promoção, prevenção, cura, cuidado e
reabilitação, a responsabilização pela
oferta de serviços em outros pontos de
atenção e o reconhecimento adequado dos
problemas biológicos, psicológicos e sociais
que causam as doenças.
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS

Coordenação
Conota a capacidade de garantir a
continuidade da atenção, através da equipe
de saúde, com o reconhecimento dos
problemas que requerem seguimento
constante e se articula com a função de
centro de comunicação das RASs.
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS

Focalização na família
Implica considerar a família como o sujeito
da atenção, o que exige uma interação da
equipe de saúde com essa unidade social e
o conhecimento integral de seus problemas
de saúde.
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS
Orientação Comunitária
Significa o reconhecimento das
necessidades das famílias em função
do contexto físico, econômico, social e
cultural em que vivem, o que exige
uma análise situacional das
necessidades de saúde das famílias
numa perspectiva populacional e a sua
integração em programas
intersetoriais.
ATRIBUTOS E FUNÇÕES DA APS
Competência Cultural
Exige uma relação horizontal
entre a equipe de saúde e a
população que respeite as
singularidades culturais e as
preferências das pessoas e das
famílias.
FUNÇÕES DA APS
1. Resolubilidade: significa que a APS deve ser resolutiva, capacitada
(cognitiva e tecnologicamente) para atender mais de 85% dos problemas
de sua população.
2. Comunicação: a APS como centro de comunicação, o que significa ter
condições de ordenar os fluxos e contrafluxos das pessoas, dos produtos e
das informações entre os diferentes componentes das redes.
3. Responsabilização: conhecimento e o relacionamento íntimo, nos
microterritórios sanitários, da população adscrita e o exercício da
responsabilização econômica e sanitária em relação a ela.
[Link]
PNAB
PORTARIA 2.436 DE 21/09/2017
PNAB
HISTÓRICO
PORTARIA 2.436 DE 21/09/2017
HISTÓRICO
1988: Constituição federal
1990: leis 8.080/90 e 8.142/90

Fortalecer a AB com equipes


Atualização da PNAB
multiprofissionais responsáveis por
com a Portaria 2.436 de
áreas definidas, priorizando a promoção,
21 de setembro de 2017.
prevenção e cuidado contínuo.

1991 1994 2011 2017


PACS PSF ESF PNAB

Reduzir mortalidade infantil e materna Substituindo o PSF e ampliando


e ampliar o acesso aos serviços de sua atuação para garantir acesso
saúde nas regiões mais pobres, por universal, cuidado integral e
meio da atuação dos ACS. coordenação do cuidado.
PNAB
PORTARIA
PORTARIA 2.436 DE 21/09/2017
PNAB
PROMOÇÃO

PREVENÇÃO
PNAB

PROTEÇÃO

DIAGNÓSTICO

TRATAMENTO

REABILITAÇÃO

REDUÇÃO DE
DANOS

CUIDADOS
PALIATIVOS

VIGILÂNCIA
EM SAÚDE
PNAB
Práticas de cuidado
integrado,
Gestão qualificada,
Equipe multiprofissional,
População em território
definido,
Equipes com
responsabilidade sanitária.
PNAB Principal porta de entrada;
Centro de comunicação da RAS;
Coordenadora do cuidado;
Ordenadora das ações e serviços;
Alta resolutividade.

⟶ Necessidades e demandas do
território.
⟶ Considerando os determinantes e
condicionantes de saúde.
PNAB: Princípios
UNIVERSALIDADE

EQUIDADE

INTEGRALIDADE
PNAB: Diretrizes
1. Regionalização e 6. 7. Coordenação do
Hierarquização Longitudinalidade cuidado

8. Ordenação da
2. Territorialização 5. Resolutividade
rede

3. População 4. Cuidado 9. Participação da


Adscrita centrado na comunidade
pessoa
PNAB

Outras
estratégias
de AB
PNAB
UBS

Estabelecimentos de
saúde que prestem ações
e serviços de AB
PNAB

Secretaria Secretaria
Ministério
Comuns Estadual de Municipal de
da Saúde
Saúde Saúde
1. Reorientação do modelo de atenção e gestão
2. Fortalecimento da ESF
3. Infraestrutura adequada das UBS e acessibilidade
4. Financiamento tripartite da Atenção Básica Ministério
Secretaria Secretaria
Comuns Estadual Municipal
da Saúde
5. Acesso universal e equânime ao SUS de Saúde de Saúde

6. Planejamento e metas nos Planos de Saúde


7. Qualificação da força de trabalho e educação permanente
8. Fixação de profissionais na Atenção Básica
9. Sistemas de Informação qualificados
10. Transporte em saúde tripartite
11. Planejamento, monitoramento e avaliação das ações
12. Autoavaliação e regulação dos resultados
13. Divulgação de informações e uso de dados
14. Intercâmbio de experiências e pesquisas
Comuns 15. Participação popular e controle social
16. Ambientes de formação e educação permanente nas UBS
17. Assistência farmacêutica e uso racional de medicamentos
18. Amplo escopo de ações e serviços na Atenção Básica
19. Autoavaliação das equipes
20. Articulação com o subsistema indígena
1. Definição e revisão das diretrizes da PNAB
(CIT) Ministério
Secretaria Secretaria
Comuns Estadual Municipal
da Saúde
2. Financiamento federal da Atenção Básica de Saúde de Saúde

3. Repasse fundo a fundo (custeio e


investimento)
4. Apoio técnico e institucional aos gestores
estaduais e municipais
5. Articulação tripartite para avaliação e qualificação da
Atenção Básica
6. Diretrizes nacionais e instrumentos pedagógicos para
Ministério gestão e formação
da Saúde 7. Parceria com o MEC para mudanças curriculares na
formação em saúde
8. Educação permanente e continuada dos profissionais da
Atenção Básica
1. Pactuação na CIB (estratégias, diretrizes e normas)
2. Financiamento estadual com repasse fundo a fundo Secretaria Secretaria
Ministério
3. Corresponsabilidade no monitoramento das ações
Comuns Estadual Municipal
da Saúde
de Saúde de Saúde

municipais
4. Análise e uso dos dados para planejamento
5. Verificação da qualidade dos sistemas de informação
6. Divulgação de relatórios e indicadores

7. Apoio institucional aos municípios (implantação e


qualificação da AB e ESF)
8. Articulação com gestões municipais para monitoramento e
Secretaria avaliação
Estadual
9. Instrumentos técnicos e pedagógicos para formação e
de Saúde
educação permanente
10. Parceria ensino-serviço para capacitação das equipes
11. Fortalecimento da ESF como estratégia prioritária
1. Organização e gestão local dos serviços de Atenção Básica
2. Programação das ações conforme necessidades do território
3. Fluxos assistenciais e linhas de cuidado na RAS
4. Encaminhamento responsável e coordenação do cuidado Comuns Ministério Secretaria
Estadual
Secretaria
Municipal
da Saúde
de Saúde de Saúde
5. Atualização do CNES (equipes, profissionais e serviços)
6. Atenção Básica como porta de entrada preferencial do SUS
7. Participação comunitária e controle social
8. Financiamento municipal (tripartite)
9. Monitoramento do uso dos recursos
10. Inserção e fortalecimento da ESF
11. Apoio institucional às equipes
12. Avaliação da Atenção Básica
13. Educação permanente e continuada das equipes
Secretaria 14. Gestão de recursos humanos (seleção, contratação e
Municipal remuneração)
de Saúde 15. Infraestrutura, insumos e equipamentos adequados nas UBS
16. Acesso a diagnóstico e exames laboratoriais
17. Alimentação e análise dos sistemas de informação
18. Garantia de referências e contrarreferências
19. Cumprimento da carga horária profissional
PNAB: Infraestrutura e ambiência
PNAB: Infraestrutura e ambiência
TIPO DE UNIDADE PRINCIPAIS AMBIENTES

Consultórios médico, de enfermagem e odontológico;


UBS sala de vacina, curativos, esterilização; acolhimento,
administração, farmácia, sala de atividades coletivas

Consultórios (médico, enfermagem, odontológico),


UBS Fluvial vacina, farmácia, laboratório, cabines com leitos, cozinha,
expurgo, banheiros

Veículo adaptado com cadeira e equipo odontológico,


Unidade Odontológica
raio-x, autoclave, fotopolimerizador, compressor e
Móvel
refrigerador
PNAB: Funcionamento
Mínimo de 40 horas/semanais e 5 dias da semana.
Máximo de Quatro equipes por UBS.
População adscrita por eSF e eAB: 2.000 a 3.500 pessoas.
***
Teto máximo de eAB e de eSF: População/2.000.
***Os gestores, junto às equipes e conselhos de saúde,
podem ajustar o número de pessoas adscritas por
equipe conforme as vulnerabilidades, risco e
características do território. Podendo ser maior ou
menor do que o parâmetro recomendado, garantindo a
qualidade do cuidado.
PNAB: Funcionamento
As ações e serviços da Atenção Básica, deverão seguir
Padrões Essenciais e Ampliados.
Monitoramento da satisfação do usuário.
Ter afixado em local visível:
Identificação e horário de atendimento;
Mapa de abrangência, com a cobertura de cada equipe;
Identificação do Gerente e dos componentes de cada equipe;
Relação de serviços disponíveis;
Detalhamento das escalas de atendimento de cada equipe.
PNAB: Oferta de Serviços
Padrões Essenciais:
Ações e procedimentos básicos relacionados a condições
básicas/essenciais de acesso e qualidade na Atenção
Básica;

Padrões Ampliados:
Ações e procedimentos considerados estratégicos para se
avançar e alcançar padrões elevados de acesso e
qualidade na Atenção Básica, considerando
especificidades locais, indicadores e parâmetros
estabelecidos nas Regiões de Saúde.
DIU, Pequenas cirurgias, Endodontia, Exo de maior complexidade, Apoio
matricial...
PNAB: Tipos de Unidades
UBS
UBS FLUVIAL
UNIDADE ODONTOLÓGICA MÓVEL
PORTARIA Nº 635
22/05/23

Equipe de AB
para Populações
Específicas
eSFR eSFF eCR eABP
PNAB: Tipos de equipes
Equipe de Saúde da Família (eSF):
Prioritária para consolidação da AB;
Processo progressivo e singular;
Considera dinâmica e especificações do território;
Considera os fatores condicionantes e determinantes de saúde.
Composta no mínimo por: médico, enfermeiro, auxiliar ou técnico
de enfermagem e ACS.

Podendo fazer parte da equipe o ACE e os profissionais de saúde


bucal.
PNAB: Tipos de equipes
Equipe de Saúde da Família (eSF):
Em áreas de grande dispersão territorial, áreas de risco e
vulnerabilidade social, recomenda-se a cobertura de 100% da
população com número máximo de 750 pessoas por ACS.
Para equipe de Saúde da Família, há a obrigatoriedade de carga
horária de 40 horas semanais para todos os profissionais de
saúde membros da ESF.
Os profissionais da ESF poderão estar vinculados a apenas uma
equipe de Saúde da Família, no SCNES vigente.
PNAB: Tipos de equipes
Equipe da Atenção Básica (eAB):
Deve atender aos princípios e diretrizes propostas para a AB. A
gestão municipal poderá compor eAB de acordo com
características e necessidades do município.
As equipes deverão ser compostas minimamente por médicos,
enfermeiro, auxiliares de enfermagem e ou técnicos de
enfermagem.
Poderão agregar outros profissionais como dentistas, auxiliares
de saúde bucal e ou técnicos de saúde bucal, agentes
comunitários de saúde e agentes de combate à endemias.
A composição da carga horária mínima por categoria deverá ser de
10 horas, com no máximo de 3 profissionais por categoria, devendo
somar no mínimo 40 horas/semanais
PNAB: Tipos de equipes
Equipe de Saúde Bucal (eSB):
Modalidade que pode compor as equipes que atuam na atenção
básica, constituída por um cirurgião-dentista e um técnico em
saúde bucal e/ou auxiliar de saúde bucal.
Os profissionais de saúde bucal que compõem as eSF e eAB devem
estar vinculados à uma UBS ou a Unidade Odontológica Móvel,
podendo se organizar nas seguintes modalidades:
Modalidade I: Cirurgião-dentista e ASB ou TSB;
Modalidade II: Cirurgião-dentista, TSB e ASB, ou outro TSB
PNAB: Atribuições
TECNICO DE
COMUNS ENFERMEIRO ENFERMAGEM MÉDICO

GERENTE TSB ASB DENTISTA

ACS ACE
PNAB: Atribuições comuns
PNAB: Financiamento e Suspensão do Repasse

NOVO FINANCIAMENTO‌‌
DA APS‌
PNAB: Processo de Trabalho
Definição do território e Territorialização;
Responsabilização Sanitária;
Porta de Entrada Preferencial;
Adscrição de usuários e desenvolvimento de relações de vínculo e responsabilização;
Acesso de modo universal e sem diferenciações excludentes;
Acolhimento presente em todas as relações de cuidado;
Trabalho em Equipe Multiprofissional
Resolutividade desde o contato inicial, até demais ações e serviços;
Atenção integral, contínua e organizada à população adscrita;
Realização de ações de atenção domiciliar;
Programação e implementação das atividades de atenção à saúde;
Implementação da Promoção da Saúde como um princípio para o cuidado;
Desenvolvimento de ações de prevenção de doenças e agravos;
Desenvolvimento de ações educativas;
Desenvolver ações intersetoriais;
Implementação de diretrizes de qualificação dos modelos de atenção e gestão;
Participação do planejamento local de saúde;
Implantar estratégias de Segurança do Paciente na AB;
Apoio às estratégias de fortalecimento da gestão local e do controle social;
Formação e Educação Permanente em Saúde.
PNAB: Formação em Saúde
Obrigado!
Até a próxima aula!

matheusmendesp4@[Link]
[Link]@[Link]

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