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Tipos e Consequências das Drogas

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REPÚBLICA DE ANGOLA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO MÉDIO INDUSTRIAL DE LUANDA (IMIL)

TRABALHO DE FORMAÇÃO DE ATITUDES INTEGRADORAS


(F.A.I)

TEMA:

11ª Classe

Turma: EI11AN

Sala: 59

Turno: Noite

Nº: 27

Nome: Joaquim da Costa Teca

DOCENTE
______________________
Neusa Courgel
ÍNDICE

1. Introdução………………………………………. 3
2. Tipos de Drogas ………………………………4
3. Classificação Das Dragas ………………. 5
4. Consequências Das Dragas ……………6
5. Factores Que Podem Levar um Indivíduo Ao Consumo De
Drogas …………………………………………. 7
6. Conclusão……………………………………….8
7. Bibliografia…………………………………….9

2
1. Introdução

Droga é toda e qualquer substância natural ou sintética que Introduzida no


organismo, modifica as funções psíquicas e físicas.

Este vocábulo deriva do Francês Drogue e do Neerlandês Droog, que equivale a


coisa seca, e define – se como narcótico entorpecente ou estupefaciente.

Estas substâncias, que provocam dependência, podem ser depressoras ou


estimulantes, Provocando diversos estímulos em indivíduo diferentes.

Este termo envolve também os analgésicos estimulantes, bem como os


alucinemos, os tranquilizantes e ainda o álcool e outras substâncias voláteis.

Estes podem ser absorvidos de várias formas: Por Injecção; Por Inalação; Via
Oral, Injecção Intravenosa ou Aplicado por via rectal (Supositório).

Droga, em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande quantidade de
substâncias - desde o carvão vegetal à aspirina.

Em medicina, refere-se a qualquer substância com o potencial de prevenir ou curar


doenças ou aumentar o bem-estar físico ou mental; em farmacologia, refere-se a
qualquer agente químico que altera os processos bioquímicos e fisiológicos de tecidos
ou organismos. Portanto, droga é uma substância que é, ou pode ser, incluída numa
farmacopeia.

Contudo, em um contexto legal e no sentido corrente (fixado depois de quase um


século de repressão ao consumo de certas drogas), o termo "droga" refere-se,
geralmente, a substâncias psicopáticas e, em particular, às drogas ilícitas ou àquelas
cujo uso é regulado por lei, por provocarem alterações do estado de consciência do
indivíduo.

Certos fármacos de uso médico controlado, tais como os opiáceos, também podem ser
tratados como drogas ilícitas, quando produzidos e comercializados sem controlo dos
ou se consumidos sem prescrição médica.

O termo tem origem na palavra francesa drogue, cuja origem é controversa. Seria
provavelmente derivada da expressão neerlandesa medieval droge vate, tonéis secos,
de onde, por substantivação, droge passou a designar o conteúdo, o produto seco[2].
Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, uma vez introduzida no
organismo, modifica suas funções

3
2. Tipos de Drogas

Quanto á sua forma podem ser de classificadas em:

Drogas naturais (Obtidas através de determinadas plantas, Animais e de alguns


minerais): ópio, maconha, psilcocibina, DMT, liamba.

Drogas semi-sintéticas (Obtidas a partir de drogas naturais com alterações químicas e,


posteriormente, fabricadas em laboratórios): Crack, Cocaína Cristais de Haxixe.

Drogas Sintéticas (fabricadas em laboratórios): Anafetamina, LSD25,quetamina, etc.

O termo "droga" envolve os analgésicos, estimulantes, alucinemos, tranquilizantes e


barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas são as drogas que
tem tropismo e afitam o Sistema Nervoso Central, modificando as actividades
psíquicas e o comportamento.

Quanto ao efeito

Quanto ao tipo de efeito no sistema nervoso podem ser classificadas como:


Depressoras (psicodislépticas) - diminuem a actividade do sistema nervoso actuando
em receptores (neurotransmissores) específicos. Exemplos:

Álcool, barbitúricos, diluentes, quetamina, cloreto de etila ou lança perfume,


clorofórmio, ópio, morfina, heroína, e inalantes em geral (cola de sapateiro, etc.).

Psicodistropticas ou psicodislépticas (drogas perturbadoras/modificadoras) – têm por


característica principal a despersonalização ou modificação da percepção (daí o termo
alucinógeno para sua designação) em maior ou menor grau. Exemplos:

Algumas espécies de cogumelos, LSD, maconha, MDMA ou ecstasy e o DMT.

Psicológicas ou estimulantes - produzem aumento da actividade pulmonar (acção


adrenérgica), diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos
activados. Exemplos: cocaína, crack, cafeína, teobromina (presentes em chocolates),
GHB, metanfetamina, anfetaminas (bolinha, arrebite) etc.

Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via
oral ou injecção intravenosa.

4
3. Classificação Das Dragas

As drogas podem ainda classificar-se como:

Estimulantes: Provocam aumento das actividades pulmonares diminuem a


fadiga (exemplos: Cocaína, Cafeína, Crack e Anfetamina)

Depressivas: Diminuem actividade cerebral (exemplos: Álcool, Maconha, Diluentes,


Ópio, Morfina e Heroína);

Perturbadoras: Provocam a despersonalização (exemplo: LSD e ecstasy).

Constate-se ainda que as drogas se podem dividir da seguinte forma:

Droga Legais – Medicamentos; Dissolventes; Colas; Tira nódoas; Dissolventes; Tabaco,


Álcool.

Drogas Ilegais – Cannabis, Alucinógenos; Cocaína; Opiáceos; Drogas sintéticas.

É comum distinguir o abuso de drogas (dependência) do seu consumo experimental,


ou já em fase de risco de dependência. Esta classificação refere-se à quantidade e
periodicidade em que ela é usada. Os usuários podem ser classificados, segundo CID 10
revê., em:

 Experimentador
 Usuário ocasional
 Habitual
 Dependente

Outra classificação se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como
por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, entre outras substâncias químicas,
para provocar um estado de euforia ou torpor.

5
4. Consequências Das Dragas

As drogas prejudicam a saúde do homem, provocando-lhe graves


consequências na sua vida pessoal mas também no meio onde se insere.

A morfina, crack, cocaína são, entre outra, as drogas mais perigosas e as mais viciantes
e, muitas delas, provocam overdose ao indivíduo consumidor.

Sob o efeito de determinadas drogas, o indivíduo parece ver além do comum em


objectos, em gestos ou até mesmo no vazio, daí a utilização de termos como
despersonalização, alucinação ou sintomas paranóicos e psicóticos na descrição do seu
comportamento.

Sob o efeito de drogas, algumas pessoas tendem a parecer mais introspectivas ou mais
extrovertidas e agressivas, a depender do tipo de substância consumida, assim como
do contexto de utilização e dos próprios traços de personalidade individual.

A dependência de drogas está relacionada tanto ao prazer produzido, usualmente


designado como euforia, sensação de bem-estar, estimulação ou entorpecimento
(analgésica), como à compreensão deformada de seus efeitos nocivos (tóxicos) ao
organismo, além dos mecanismos químicos ou crise de abstinência induzidos pela
ausência da substância após um período de uso continuado. Ademais, ao adquirir
drogas no mercado negro, o indivíduo se expõe a outros riscos - agressão, roubo,
consumo involuntário de outras substâncias nocivas misturadas às drogas, violência
policial e prisão.

As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de


alguns minerais - a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na
papoila) e o THC ou tetrahidrocanabinol (da Cannabis).

As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnico especiais.

O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma


substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as
sensações, o humor e o comportamento.

No Brasil, a legislação define como droga "as substâncias ou produtos capazes de


causar dependência, assim especificados em lei ou relacionados em listas atualizadas
periodicamente pelo Poder Executivo da União" segundo o parágrafo único do art. 1.º
da Lei n.º 11.343, de 23 de Agosto de 2006 (Lei de Drogas).

Isto significa dizer que as normas penais que tratam do usuário, do dependente e do
traficante são consideradas normas penais em branco. Actualmente, no país, são
consideradas drogas todos os produtos e substâncias listados na Portaria n.º SVS/MS
344/98 do Ministério da Saúde.

6
5. Factores Que Podem Levar um Indivíduo Ao Consumo
De Drogas
 Desequilíbrio Mental.
 Perda de um bem-querido.
 Falta de capacidade de se adaptar a um determinado meio.
 Más companhias, etc.

Sobre a "fuga da realidade", expressão usada para descrever a sensação de prazer


derivada do uso de certas drogas, Sigmund Freud (1856-1939) escreveu, em 1930:
“ O serviço prestado pelos veículos intoxicantes na luta pela felicidade e no
afastamento da desgraça é tão altamente apreciado como um benefício, que
tanto indivíduos quanto povos lhes concederam um lugar permanente na
economia de sua libido. Devemos a tais veículos não só a produção imediata
de prazer, mas também um grau altamente desejado de independência do
mundo externo, pois sabe-se que, com o auxílio desse ‘amortecedor de
preocupações’, é possível, em qualquer ocasião, afastar-se da pressão da
realidade e encontrar refúgio num mundo próprio, com melhores condições
de sensibilidade. Sabe-se igualmente que é exactamente essa propriedade
dos intoxicantes que determina o seu perigo e a sua capacidade de causar
danos. São responsáveis, em certas circunstâncias, pelo desperdício de uma
grande quota de energia que poderia ser empregada para o aperfeiçoamento
do destino humano. ”

“ Através do uso de anestésicos, analgésicos e soporíferos, reduzem-se os


estímulos dolorosos ou distrai dores que não podem ser facilmente alterados
de outra maneira. Aperitivos e afrodisíacos algumas vezes são usados na
crença de que duplicam os efeitos da privação nos campos da fome e do sexo,
respectivamente. Usam-se outras drogas para efeitos opostos. Os estímulos
eversivos condicionados na "culpa" são contra-atacados mais ou menos
eficientemente pelo álcool. Padrões típicos de comportamento eufórico são
gerados pela morfina e drogas parecidas, e com menor escala pela cafeína e
nicotina. ”

Um outro aspecto do efeito de drogas e das razões que causam relações de


dependência psicológica é a forma como estas interagem com o que, na perspectiva de
teoria comportamental, se considera como variáveis de autocontrolo, ou seja, na
medida em que substituem as condições controladoras do ambiente (religião,
economia, governo etc.). Segundo B. F. Scanner (1904-1990), usam-se drogas que
estimulam o efeito de variáveis no autocontrole.
Ver também

7
6. Conclusão

Resumido Concluído As drogas é toda e qualquer substância, natural ou


sintética que, uma vez introduzida no organismo, modifica suas funções.

Contudo, em um contexto legal e no sentido corrente (fixado depois de quase


um século de repressão ao consumo de certas drogas).

O termo "droga" refere-se, geralmente, a substâncias psicopáticas e, em


particular, às drogas ilícitas ou àquelas cujo uso é regulado por lei, por provocarem
alterações do estado de consciência do indivíduo.

Certos fármacos de uso médico controlado, tais como os opiáceos, também


podem ser tratados como drogas ilícitas, quando produzidos e comercializados sem
controlo dos órgãos sanitários ou se consumidos sem prescrição médica.

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7. Bibliografia

 ↑ Freud, S. (1930). O mal-estar na civilização. Rio de Janeiro:


edição standard das Obras Completas de S Freud, 2006.
Parâmetro desconhecido volumes ignorado (ajuda)

 ↑ Scanner, Burrhus Frederic, 1904-1990. Ciência e


comportamento humano. SP, Martins Fontes, 2003. - P.260
 SHEFF, Nec. Cristal na Veia. Agir, 2009. ISBN 8522008302

 ↑ «Glossário de álcool e drogas'» (PDF). Brasília: Secretaria


Nacional de Políticas sobre Drogas. 2010. p. 57

 ↑ Vocabulário Trepano: "droga"

 ↑ «Lei nº 11.343». 23 De Agosto de 2006 Institui o Sistema


Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - Sismas; prescreve
medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção
social de usuários e dependentes de drogas; estabelece normas
para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de
drogas; define crimes e dá outras providências.

 ↑ «Portaria n.º SVS/MS 344/98»

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