Gêneros de Hydradephaga no Brasil
Gêneros de Hydradephaga no Brasil
1. Departamento de Ecología y Biología Animal, Facultad de Ciencias, Universidad de Vigo. 36200 - Vigo, Espanha.
e-mail: cjbenetti@[Link]
2. Departamento de Biología Animal, Facultad de Biología, Universidad de León. 24071 - León, Espanha
3. Laboratório de Entomologia, Centro de Ciências da Saúde, UNISINOS. CP 275 - 93001-970 São Leopoldo, RS
Abstract
The Brazilian fauna of adephagus beetles (Hydradephaga) comprised by the families Dytiscidae, Gyrinidae, Haliplidae
and Noteridae is represented by 47 genera and 496 species. We present a list of genera and respective number of species
occurring in the Brazilian fauna. Idenfication keys are also provided for the genera of the families Dytiscidae, Gyrinidae and
Noteridae. (Haliplidae is represented only by Haliplus).
Resumo
A fauna brasileira de coleópteros adéfagos aquáticos (Hydradephaga) formada pelas famílias Dytiscidae, Gyrinidae,
Haliplidae e Noteridae está representada por 48 gêneros e 497 espécies. Neste trabalho é apresentada uma listagem de
gêneros e respectivo número de espécies citadas para a fauna brasileira. Também são fornecidas chaves para identificação
dos gêneros das familias Dytiscidae, Gyrinidae e Noteridae. (Haliplidae está representada somente por Haliplus).
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 3
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 4
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 5
10 espécies
Bidessodes Régimbart, 1900(Figura 10)
4 espécies
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 6
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 7
D. (Desmopachria) 17 espécies
D. (Hintonella) 3 espécies
D. (Nectoserrula) 1 espécie
Figura 18 – Vista dorsal de Derovatellus (Derovatellus) lentus
D. (Pachiridis) 3 espécies (Wehncke, 1876). Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
D. (Pachriodesma) 2 espécies coletados no município de Gramado, RS.
D. (Pachriostrix) 6 espécies
D. (Portmania) 5 espécies D. (Derovatellus) 1 espécie
Pachydrus Sharp, 1882 Macrovatellus Sharp, 1882 (Figura 19)
3 espécies
Methlini Branden, 1884
Celina Aubé, 1837 (Figura 17)
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 8
5 espécies
Laccophilinae Gistel, 1856
Laccodytes Régimbart, 1895 Figura 22 – Vista dorsal de Laccophilus ovatus Sharp, 1882. Foto
(Figura 21) de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no município de
Gramado, RS.
47 espécies
Hydrodytinae Miller, 2001
Hydrodytes Miller, 2001
2 espécies
Microhydrodytes Miller, 2002
1 espécie
Copelatinae Branden, 1884
Agaporomorphus Zimmermann, 1921
5 espécies
Aglymbus Sharp, 1882
5 espécies
2 espécies
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 9
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 10
11 espécies
Aubehydrini Guignot, 1942
Notaticus Zimmermann, 1928
1 espécie
Cybistrini Sharp, 1882
Cybister Curtis, 1827
C. (Meganectes) 2 espécies
Megadytes Sharp, 1882 (Figura
27)
H. (Guignotites) 6 espécies
H. (Hydaticinus) 1 espécie
Figura 27 - Vista dorsal de Megadytes (Megadytes) fraternus
Sharp, 1882. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
coletados no município de Gramado, RS.
M. (Megadytes) 5 espécies
M. (Bifurcitus) 3 espécies
M. (Trifurcitus) 6 espécies
M. (Paramegadytes) somente
M. glaucus (Brullé)
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 11
Haliplidae
Somente Haliplus
Gyrinidae
1. Élitros com pubescência lateral, sem fileiras de pontos (Fig.29). Escutelo não visível. Último segmento abdominal alongado,
cônico e de aspecto triangular......................................................................................................................Orectochilinae, Gyretes
1’ Élitros glabros, normalmente com 11 fileiras de pontos. Escutelo visível. Último segmento abdominal obtuso, arredondado,
não alongado ......................................................................................................................................................................................2
2. Coxas posteriores mais largas na parte interna que na externa. A área côncava é mais estreita que a convexa. Asas
metasternais em forma de triângulo. 17 a 22 mm .......................................................................................Enhydrinae, Enhydrus
2’ Coxas posteriores mais largas na parte externa que na interna (Fig.30). Asas metasternais estreitas e alongadas. 3,0 a 9,0
mm ........................................................................................................................................................................Gyrininae, Gyrinus
Noteridae
1. Tíbia anterior dilatada além da base dos tarsos com uma franja de espinhos marginais e com um esporão robusto e curvo
(Fig.31). Processo prosternal truncado atrás ...................................................................................................................................4
1’ Tíbia anterior não dilatada além da base dos tarsos, sem espinhos e um esporão apical, ou com um espinho curto e débil
(Fig.32). Processo prosternal arredondado atrás (Fig.33) ....................................................................................[Notomicrini]...2
2. Tíbia anterior sem espinhos; fêmures posteriores com um pequeno tufo de cerdas longas no ângulo apical. Bordas da
placa ventral não marginadas, tamanho inferior a 1,6 mm ..........................................................................................Notomicrus
2’ Tíbia anterior com uma espinho pequeno e débil; fêmures posteriores sem um tufo de cerdas largas no ângulo apical, ou
somente com umas poucas cerdas isoladas, tamanho superior a 1,75 mm. ................................................................................3
4. Forma do corpo muito alargada e convexa, quase esférica (Fig.36). Ápice dos élitros ligeiramente pontiagudo (Fig.37).
Margem posterior da lâmina ventral quase reta, com duas indentações simétricas situadas a cada lado de sua linha
média.....................................................................................................................................................................[Suphisini], Suphis
4’ Corpo de forma alongada, oval, não esférico, acuminado atrás. Margem posterior da lâmina ventral com uma indentação
mediana................................................................................................................................................................................................ 5
5. Margem interna do fêmur posterior com uma franja submarginal de cerdas curtas, porém sem penacho de cerdas no
ângulo apical (Fig.38)......................................................................................................................................... [Noterini], Siolius
5’ Margem interna do fêmur posterior com uma franja submarginal de cerdas curtas e com um penacho de cerdas no ângulo
apical..................................................................................................................................................................... [Hydrocanthini]...6
6. Processo prosternal quase tão largo como longo (Fig.39), no ápice com o triplo da largura da base; pronoto completamente
marginado por um sulco.............................................................................................................................................Hydrocanthus
6’ Processo prosternal não tão largo como longo (Fig.40), no ápice com o dobro da largura da base..................................7
7. Bordas laterais do pronoto totalmente marginadas por um sulco que alcança a borda anterior.....................Canthydrus
7’ Bordas laterais do pronoto não inteiramente marginadas (Fig.41), com um sulco que não alcança a borda
anterior................................................................................................................................................................................Suphisellus
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 12
Dytiscidae
2. Protarsômeros masculinos 1-3 dilatados, com cerdas adesivas ventrais e com ápices circulares em forma de ventosa;
comprimento do corpo geralmente maior que 6.5 mm; élitros marrom escuros com uma banda transversal mais clara
(Fig.42)....................................................................................................................................Dytiscinae; Aubehydrini, Notaticus
2' Protarsômeros masculinos 1-3 não dilatados, sem cerdas adesivas ventrais e com ápices ovais sem ventosas; comprimento
do corpo menor que 6.5 mm; desenho elitral diferente do anterior ..............................................................................................3
3. Prosterno fortemente deprimido, com processo prosternal situado em plano distinto da porção anterior de prosterno;
metatarsômeros 1-4 não lobulados na margem postero-apical ...................................................................Hydroporinae (1)...6
3' Prosterno não fortemente deprimido, com processo prosternal no mesmo plano que a porção anterior do prosterno;
metatarsômeros 1-4 fortemente lobulados na margem postero-apical ..........................................................Laccophilinae...25
4. Élitros acuminados posteriormente; tergito VIII fortemente acuminado, na forma de espinho apical (Fig.43); protarsos
pseudotetrâmeros em ambos sexos ............................................................................................Hydroporinae, Methlini, Celina
4' Élitros não acuminados posteriormente; tergito VIII não acuminado; protarsos pentâmeros em ambos sexos...............5
5. Olhos marginados ântero-lateralmente (Fig.44); machos com a superfície ventral dos pro- e mesotarsômeros expandida
e com cerdas adesivas, porém não unidas formando uma ventosa oval ou arredondada (Fig.45) .....................................26
5' Olhos não marginados ântero-lateralmente; machos com a superfície ventral dos pro- e mesotarsômeros expandida e
com cerdas adesivas formando uma ventosa oval ou arredondada (Fig.46) ...................................................Dytiscinae...33
6. Metaepisterno separado das mesocoxas pelo mesoepímero; prosterno separado do metasterno (Fig.47)Vatellini....12
6' Metaepisterno em contato com as mesocoxas; prosterno em contato com o metasterno (Fig.48) ...................................7
7. Unhas metatarsais desiguais em comprimento, a externa mais curta que a interna..................................... Hyphydrini...13
7' Unhas metatarsais iguais ou quase iguais em comprimento ...................................................................................................8
8. Cavidades metacoxais separadas; processo metacoxal dividido em três porções por duas excavações laterais, formando
uma área mediana deprimida e um lóbulo lateral de cada lado que se estende à cavidade metacoxal , cobrindo a base do
trocânter (Fig.49) .....................................................................................................................................................Hydrovatini...14
8' Cavidades metacoxais não separadas; processo metacoxal não dividido, com ou sem os lóbulos laterais cobrindo a base
do trocânter (Fig.50) ..........................................................................................................................................................................9
9. Processo metacoxal situado em plano diferente ao do segmento abdominal adjacente, com os lóbulos laterais extendidos
sobre as cavidades metacoxais e base do trocânter. Base do metafêmur em contato com o processo metacoxal (Fig.51)
Hydroporini, Laccornellus
9' Processo metacoxal situado no mesmo plano ao do segmento abdominal adjacente, sem lóbulos laterais extendidos
sobre as cavidades metacoxais e base do trocânter ....................................................................................................................10
11. Pronoto com estria basal conectada a um sulco transversal irregular ..............................................................Amarodytes
11' Pronoto sem estria basal conectada a um sulco transversal ............................................................................Hydrodessus
12. Mesosterno grande, claramente visível a cada lado do processo prosternal; comprimento total do corpo: 5,0-8,0
mm.................................................................................................................................................................................Macrovatellus
12' Mesosterno pequeno, não visível; largura pronotal máxima na base, comprimento total do corpo: 3,8 - 4,1 mm
..........................................................................................................................................................................................Derovatellus
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 13
13. Processo prosternal alargado, ápice obtuso; mesocoxas separadas por aproximadamente a largura de uma coxa; labro
não visível dorsalmente ...................................................................................................................................................P achydrus
13' Proceso prosternal muito agudo, ápice bifurcado; mesocoxas separadas por quase a metade da largura de uma coxa;
labro visível dorsalmente ..........................................................................................................................................Desmopachria
14. Incisões metacoxais mais curtas longitudinalmente que transversalmente (Fig.54); corpo não acuminado posteriormente;
machos sem aparelho estridulador ventral; labro encoberto (Fig.55) ..............................................................................Queda
14' Incisões metacoxais mais longas longitudinalmente que transversalmente (Fig.49); corpo acuminado posteriormente;
machos com ou sem aparelho estridulador ventral; labro visível, em parte, na região ventral .........................Hydrovatus
15. Cabeça com estria cervical transversal entre as margens posteriores dos olhos (Fig.56a) .............................................16
15' Cabeça sem estria cervical (Fig.56b) ........................................................................................................................................21
16. Epipleura escavada na base e limitada posteriormente por uma quilha oblíqua ...............................................................17
16' Epipleura com a base escavada ou não, porém sem quilha oblíqua ...................................................................................18
18. Élitros com quilha sublateral; pontuação dorsal grossa, formando fileiras; pontuação ventral também
grossa............................................................................................................................................................................Anodocheilus
18' Élitros sem quilha sublateral, pontuação dorsal e ventral fina a moderadamente grossa ...............................................19
19. Protarsos com cinco tarsômeros (Fig.57a); mesotíbias fortemente curvadas ..............................................Bidessonotus
19' Protarsos pseudotetrâmeros, quarto tarsômero pequeno e coberto pelos lóbulos do terceiro segmento (Fig.57b);
mesotíbias retas ...............................................................................................................................................................................20
20. Élitros com estria acessória de pontos entre a estria elitral principal e a sutura .............................................Neobidessus
20' Élitros sem estria acessória (Fig.58) ........................................................................................................................Liodessus
21. Estrias pronotais reduzidas ou ausentes. Último esternito abdominal visível e marginado apicalmente.....Hypodessus
21' Estrías pronotais bem desenvolvidas (Fig.59). Último esternito abdominal visível mas não marginado
apicalmente........................................................................................................................................................................................22
23. Processo prosternal não marginado, ápice arredondado, truncado ou lanceolado (Fig.60); epipleuras escavadas na
base, linhas metacoxais paralelas ..................................................................................................................................Bidessodes
23' Processo prosternal marginado, ápice afilado; epipleuras não escavadas na base, linhas metacoxais divergentes
anteriormente ................................................................................................................................................................Gramadessus
24. Edeago muito modificado, com vários processos apicais (Fig.61) .................................................................Microdessus
24' Edeago simples, sem processos apicais (Fig.62)..........................................................................................................Uvarus
27. Fêmur posterior com uma fileira linear de cerdas situadas no ângulo posterior externo
(Fig.64)...........................................................................................................................................................Agabinae, Platynectes
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 14
27' Fêmur posterior sem fileira linear de cerdas com essa disposição......................................................................................28
28. Unhas metatarsais desiguais em comprimento, sendo a anterior mais curta ..............................Colymbetinae, Rhantus
28' Unhas metatarsais iguais ou subiguais em comprimento; se desiguais, com a posterior levemente mais curta..........29
29. Cerdas natatórias dos metatarsos ausentes em ambos sexos, espermateca não reduzida, apódema anterior das gonocoxas
presente...................................................................................................................................................................Hydrodytinae ...30
29' Cerdas natatórias dos metatarsos presentes em ambos sexos ou somente em machos, espermateca reduzida, apódema
anterior das gonocoxas ausente. ...........................................................................................................................Copelatinae...31
30. Superfície dorsal brilhante, sem pontuação ou com pontos pequenos e indistintos. Tamanho superior a 2,5
mm......................................................................................................................................................................................Hydrodytes
30' Superfície dorsal sem brilho, opaca, com pontuação clara e distinta sobre os élitros. Tamanho inferior a 2,2
mm............................................................................................................................................................................Microhydrodytes
32. Pronoto sem borda lateral, ou com uma borda pouco aparente; comprimento geralmente inferior a 3 mm
.................................................................................................................................................................................Agaporomorphus
32' Pronoto com uma borda lateral estreita porém distinta; comprimento geralmente superior a 3 mm
...............................................................................................................................................................................................Copelatus
33. Espinhos metatibiais similares em forma. Protarsos dos machos transformados em uma paleta arredondada, ápice das
cerdas adesivas ventrais arredondado, em forma de ventosa ...................................................................................................34
33' Com um espinho metatibial grande e fortemente dilatado, e outros mais curtos e não dilatados. Protarsos dos machos
transformados em uma paleta transversal de forma oval; ápice das cerdas adesivas ventrais não arredondado ou em forma
de ventosa ....................................................................................................................................................................Cybistrini..35
35. Com duas unhas metatarsais iguais ou quase iguais em ambos os sexos, ou fêmeas com a unha interna mais curta que
a externa .............................................................................................................................................................................Megadytes
35' Com somente uma unha metatarsal em ambos os sexos, ou fêmeas com uma segunda unha muito
reduzida...................................................................................................................................................................................Cybister
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 15
Figura 36 - Vista dorsal de Suphis sp. Modificada de Pederzani, Figura 40 - Processo prosternal de Suphisellus sp. Modificada de
1995 Tremouilles et al 1995
Figura 38 - Fêmur posterior de Noterus sp. Modificada de Figura 42 - Vista dorsal de Notaticus fasciatus Zimmermann,
Pederzani, 1995 1928. Modificada de Spangler, 1973.
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 17
Figura 46 - Protarsos de Megadytes sp. Modificada de Tremouilles Figura 50 - Processo metacoxal de Derovatellus sp. Modificada
et al 1995 de Biström, 1996.
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 18
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 19
Figura 61 - Edeago de Microdessus atomarius (Sharp, 1882). Figura 65 - Linhas metacoxais de Copelatus sp. Modificada de
Modificada de Biström, 1988 Tremouilles et al 1995
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 20
[Link]