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Gêneros de Hydradephaga no Brasil

A fauna brasileira de coleópteros adéfagos aquáticos (Hydradephaga) é composta por 48 gêneros e 497 espécies, abrangendo as famílias Dytiscidae, Gyrinidae, Haliplidae e Noteridae. O documento apresenta uma lista dos gêneros e o número de espécies correspondentes, além de chaves para identificação dos gêneros das famílias Dytiscidae, Gyrinidae e Noteridae. A pesquisa visa contribuir para o conhecimento da fauna aquática do Brasil, que ainda carece de estudos abrangentes.

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Gêneros de Hydradephaga no Brasil

A fauna brasileira de coleópteros adéfagos aquáticos (Hydradephaga) é composta por 48 gêneros e 497 espécies, abrangendo as famílias Dytiscidae, Gyrinidae, Haliplidae e Noteridae. O documento apresenta uma lista dos gêneros e o número de espécies correspondentes, além de chaves para identificação dos gêneros das famílias Dytiscidae, Gyrinidae e Noteridae. A pesquisa visa contribuir para o conhecimento da fauna aquática do Brasil, que ainda carece de estudos abrangentes.

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GÊNEROS DE HYDRADEPHAGA (COLEOPTERA: DYTISCIDAE,

GYRINIDAE, HALIPLIDAE, NOTERIDAE) CITADOS PARA O BRASIL,


COM CHAVES PARA IDENTIFICAÇÃO.

Cesar João Benetti1


Juan Antonio Régil Cueto2
Gelson Luiz Fiorentin3

Biota Neotropica v3 (n1) –[Link]


Recebido em: 14/02/2003
Publicado em: 26/03/2003

1. Departamento de Ecología y Biología Animal, Facultad de Ciencias, Universidad de Vigo. 36200 - Vigo, Espanha.
e-mail: cjbenetti@[Link]
2. Departamento de Biología Animal, Facultad de Biología, Universidad de León. 24071 - León, Espanha
3. Laboratório de Entomologia, Centro de Ciências da Saúde, UNISINOS. CP 275 - 93001-970 São Leopoldo, RS

Abstract
The Brazilian fauna of adephagus beetles (Hydradephaga) comprised by the families Dytiscidae, Gyrinidae, Haliplidae
and Noteridae is represented by 47 genera and 496 species. We present a list of genera and respective number of species
occurring in the Brazilian fauna. Idenfication keys are also provided for the genera of the families Dytiscidae, Gyrinidae and
Noteridae. (Haliplidae is represented only by Haliplus).

Key-words: Keys, Genera, Hydradephaga, Brasil

Resumo
A fauna brasileira de coleópteros adéfagos aquáticos (Hydradephaga) formada pelas famílias Dytiscidae, Gyrinidae,
Haliplidae e Noteridae está representada por 48 gêneros e 497 espécies. Neste trabalho é apresentada uma listagem de
gêneros e respectivo número de espécies citadas para a fauna brasileira. Também são fornecidas chaves para identificação
dos gêneros das familias Dytiscidae, Gyrinidae e Noteridae. (Haliplidae está representada somente por Haliplus).

Palavras-chave: Chaves, Gêneros, Hydradephaga, Brasil


[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 2

Introdução Invertebrados do Inpa e na Coleção Científica do


Laboratório de Entomologia da Unisinos, RS. Os caracteres
Os coleópteros da subordem Adephaga de hábitos utilizados na construção da chave são próprios ou
majoritariamente aquáticos são correntemente denominados modificados dos seguintes autores: Régimbart (1902), Ochs
Hydradephaga. Para o Brasil esta fauna está constituída (1935), Pederzani (1995), Trémouilles et al. (1995) e Miller
por quatro famílias, que segundo Lawrence & Newton (1995), (2000, 2001 e 2002).
integram duas superfamílias: Dytiscoidea, formada por
Dytiscidae, Haliplidae e Noteridae e Gyrinoidea, formada Resultados e Discussão
por Gyrinidae.
O estudo destes coleópteros no Brasil é, até o A fauna de Hydradephaga do Brasil está
momento, muito precário na maioria dos grupos. Somente representada, até o momento, por 497 espécies distribuídas
em alguns gêneros há revisões, porém o estudo das espécies em 48 gêneros de quatro famílias: Dytiscidae, Gyrinidae,
de muitas regiões segue sendo inexistente ou muito pontual. Haliplidae e Noteridae.
Argentina é, provavelmente, o país sul-americano em que Na lista oficial de gêneros não são consideradas as
há mais estudos nesta fauna, ainda que sejam precários em citações para Brasil do gênero Leuronectes Sharp, 1882
muitos grupos. O conhecimento das espécies que ocorrem (Dytiscidae), pois foi comprovado que a espécie Leuronectes
no Brasil, é na sua maioria por descrições ou citações de curtula Régimbart, 1899 citada por Blackwelder (1944) para
espécies, feitas na sua quase totalidade até a metade do Brasil, se refere a uma interpretação errônea do “locus tipo”
século XX, a partir de coletas pontuais. da espécie “San Pablo”, Argentina interpretado como sendo
De forma especial há que destacar alguns autores, “São Paulo”, Brasil. O exame correto esclarece o erro, já que
como Guignot, Zimmermann e sobretudo Ochs que publicou na etiqueta consta “San Pablo Tucumán”, portanto, Ar-
um grande número de trabalhos sobre espécies de Gyrinidae gentina. Trémouilles (2000) cita esta espécie para o Brasil,
com fauna do Brasil, inclusive de regiões pouco estudadas por transcrição de Blackwelder (1944), por isso esta citação
como Amazônia. também é considerada inválida.
Em anos mais recentes autores como Spangler, Young Também não é considera a citação de Andogyrus
e Biström, ou os argentinos Bachmann, Tremouilles e Grosso ellipticus (Brullé, 1838) (Gyrinidae) para o Brasil, feita por
estudaram alguns grupos da fauna neotropical, e publicaram Blackwelder (1944), mencionado como localidade tipo. O
revisões de gêneros e outros estudos taxonômicos. exame correto e a análise do publicado por Régimbart (1903)
No Brasil são poucos os trabalhos recentes, e Ochs (1948), esclarece que o “locus tipo” é Chile, sendo a
destacando-se os estudos de estádios larvais (Ferreira- citação para Brasil considerada como não válida; por isso
Jr.,1993; 1995 e 2000) ou estudos faunístico-ecológicos não se inclui o gênero Andogyrus Ochs, 1924 na listagem
(Ferreira-Jr. et al.,1998; Benetti et al.,1998). da fauna brasileira.
Desta forma o presente trabalho pretende dar uma O número total de espécies destas famílias para a
contribuição ao conhecimento desta fauna, aportando dados fauna brasileira não é exato, já que há duvidas com relação
revisados e atualizados sobre os gêneros conhecidos e a validade de algumas citações de espécies em diferentes
citados para o país, o número de espécies de cada um e uma gêneros. Como o estudo desta fauna no Brasil está todavia
chave para identificação destes gêneros. muito fragmentado e incompleto seria necessária uma revisão
de cada um dos gêneros para que se aclarem muitas dúvidas.
Seguramente o estudo da fauna da maioria das regiões do
Material e Métodos Brasil, tais como Amazônia, fará com que a lista de espécies
aumente de forma considerável.
A listagem de gêneros e espécies foi obtida a partir
de uma completa análise de conteúdos realizada através de
revisão bibliográfica, considerando todos os trabalhos
publicados com descrições de taxons ou citações para o
território nacional e catálogos de espécies.
As chaves foram elaboradas a partir de observações
feitas com exemplares capturados em Gramado, Rio Grande
do Sul, para a tese doutoral do autor, exemplares capturados
na Amazônia Central e material depositado na Coleção de

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Gêneros de Hydradephaga (Coleoptera) citados


para o Brasil
Relação das famílias, subfamílias, tribos, gêneros e
subgêneros de Hydradephaga e o número de espécies
presentes no território nacional.

Haliplidae Kirby, 1837


Haliplus Latreille, 1802 (Figura 01)
H. (Liaphlus) 6 espécies

Figura 02 – Vista dorsal de Gyrinus (Neogyrinus) violaceus


Régimbart, 1882. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
coletados no município de Gramado, RS

Figura 01 - Haliplus sp. Foto de Benetti, C. J., a partir de


exemplares coletados em Gramado, RS.

Figura 03 –. Vista dorso-lateral de Gyretes dorsalis Brullé, 1838.


Gyrinidae Thomson, 1860 Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS
Enhydrinae Régimbart, 1882
Enhydrus Laporte, 1834 Noteridae Thomson, 1860
2 espécies Noterinae Thomson, 1860
Gyrininae Régimbart, 1882 Hydrocanthini Sharp, 1882
Gyrinini Régimbart, 1882 Canthydrus Sharp, 1882
Gyrinus Müller, 1764 (Figura 02) C. (Liocanthydrus) 3 espécies
G. (Neogyrinus) 10 espécies Hydrocanthus Say, 1823 (Figura 04)
G. (Oreogyrinus) 1 espécie H. (Guignocanthus): 3 espécies
Orectochilinae Régimbart, 1882 H. (Hydrocanthus) 4 espécies
Gyretes Brullé, 1834 (Figura 03) Suphisellus Crotch, 1873 (Figura 05)
120 espécies 36 especies
Noterini Thomson, 1860
Siolius Balfour-Brown, 1969
2 espécies

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Figura 04 – Vista dorsal de Hydrocanthus (Hydrocanthus)


paraguayensis Zimmermann, 1928. Foto de Benetti, C. J., a partir
de exemplares coletados no município de Gramado, RS.

Figura 06 – Vista dorsal de Mesonoterus laevicollis Sharp, 1882.


Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.

Figura 05 – Vista dorsal de Suphisellus subsignatus (Sharp, 1882).


Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.

Noterini Thomson, 1860


Siolius Balfour-Brown, 1969
2 espécies
Noteridae Thomson, 1860
Mesonoterus Sharp, 1882 ((Figura 06) Figura 07 – Vista dorsal de Pronoterus punctipennis Sharp, 1882.
3 espécies Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.
Notomicrus Sharp, 1882
4 espécies
Pronoterus Sharp, 1882 (Figura 07)
1 espécie

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Suphisini Sharp, 1882


Suphis Aubé, 1836

Figura 08 – Vista dorsal de Suphis sp. Foto de Benetti, C. J., a


partir de exemplares coletados no município de Camaquã, RS.

Figura 10 – Vista dorsal de Bidessonotus truncatus J. Balfour-


9 espécies Browne, 1947. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
coletados no município de Gramado, RS.
Dytiscidae Leach, 1815
B. (Bidessodes) 8 espécies
Hydroporinae Aubé, 1836
B. (Hughbosdineus) 2 espécies
Bidessini Sharp, 1882
B. (Youngulus) 1 espécie
Anodocheilus Babington, 1841(Figura 09)
Bidessonotus Régimbart, 1895
7 espécies
Brachyvatus Zimmermann, 1919
3 espécies
Gramadessus Benetti & Régil (no prelo)
1 espécie
Hemibidessus Zimmermann, 1921(Figura 11)

Figura 09 – Vista dorsal de Anodocheilus maculatus Babington,


1841. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.

10 espécies
Bidessodes Régimbart, 1900(Figura 10)

Figura 11 – Vista dorsal de Hemibidessus plaumanni Gschwendtner,


1935. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.

4 espécies

[Link]
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Hypodessus Guignot, 1939 Laccornellus Roughley & Wolfe, 1987


2 espécies (Figura 14)
Liodessus Guignot, 1939 (Figura 12)

Figura 14 – Vista dorsal de Laccornellus lugubris (Aubé, 1838).


Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
Figura 12 – Vista dorsal de Liodessus affinis (Say, 1823). Foto de município de Gramado, RS.
Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no município de
Gramado, RS.
1 espécie
Hydrovatini Sharp, 1882
9 espécies Hydrovatus Motschulsky, 1853 (Figura
Microdessus Young, 1967 15)
1 espécie
Neobidessus Young, 1967 (Figura 13)

Figura 13 – Vista dorsal de Neobidessus spangleri Young, 1977. a


partir de exemplares coletados no municípios de Presidente Figura 15 – Vista dorsal de Hydrovatus caraibus Sharp, 1882.
Figueiredo, AM Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.
13 espécies
2 espécies
Uvarus Guignot, 1939
Queda Sharp, 1882
1 espécie
3 espécies
Hydroporini Aubé, 1836
Hyphydrini Sharp, 1882

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Desmopachria Babington, 1841(Figura 16) 19 espécies


Vatellini Sharp, 1882
Derovatellus Sharp, 1882 (Figura 18)

Figura 16 – Vista dorsal de Desmopachria (Pachiridis) aureus


Young, 1980. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
coletados no município de Gramado, RS.

D. (Desmopachria) 17 espécies
D. (Hintonella) 3 espécies
D. (Nectoserrula) 1 espécie
Figura 18 – Vista dorsal de Derovatellus (Derovatellus) lentus
D. (Pachiridis) 3 espécies (Wehncke, 1876). Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
D. (Pachriodesma) 2 espécies coletados no município de Gramado, RS.

D. (Pachriostrix) 6 espécies
D. (Portmania) 5 espécies D. (Derovatellus) 1 espécie
Pachydrus Sharp, 1882 Macrovatellus Sharp, 1882 (Figura 19)
3 espécies
Methlini Branden, 1884
Celina Aubé, 1837 (Figura 17)

Figura 19 – Vista dorsal de Macrovatellus marginalis Sharp, 1882.


Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.
Figura 17 – Vista dorsal de Celina aculeata Aubé, 1838. Foto de
6 espécies
Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no município de
Gramado, RS.

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Hydroporinae - Incertae sedis Laccophilus Leach, 1817


Amarodytes Régimbart, 1900 (Figura 22)
6 espécies
Hydrodessus Balfour-Browne, 1953
(Figura 20)

Figura 20 - Vista dorsal de Hydrodessus surinamensis Young, 1970.


Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Presidente Figueiredo, AM

5 espécies
Laccophilinae Gistel, 1856
Laccodytes Régimbart, 1895 Figura 22 – Vista dorsal de Laccophilus ovatus Sharp, 1882. Foto
(Figura 21) de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no município de
Gramado, RS.

47 espécies
Hydrodytinae Miller, 2001
Hydrodytes Miller, 2001
2 espécies
Microhydrodytes Miller, 2002
1 espécie
Copelatinae Branden, 1884
Agaporomorphus Zimmermann, 1921
5 espécies
Aglymbus Sharp, 1882
5 espécies

Figura 21 – Vista dorsal de Laccodytes sp. a partir de exemplares


coletados no município de Manaus, AM

2 espécies

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Copelatus Erichson, 1832 P. (Platynectes) 5 espécies


(Figura 23) Colymbetinae Erichson, 1837
Colymbetini Erichson, 1837
Rhantus Dejean, 1833 (Figura
25)

Figura 25 - Vista dorsal de Rhantus (Rhantus) signatus signatus


Figura 23 – Vista dorsal de Copelatus incognitus Sharp, 1882. (Fabricius, 1775). Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no coletados no município de Gramado, RS.
município de Gramado, RS.
R. (Rhantus) 5 espécies
39 espécies Lancetinae Branden, 1885
Agabinae Thomson, 1867 Lancetes Sharp, 1882
Agabini Thomson, 1867 1 espécie
Platynectes Régimbart, 1879 Dytiscinae Leach, 1815
(Figura 24) Aciliini Thomson, 1867
Thermonectus Dejean, 1833
(Figura 26)

Figura 26 - Vista dorsal de Thermonectus marginegutathus (Aubé,


Figura 24 - Vista dorsal de Platynectes sp. a partir de exemplares 1838). Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
coletados no município de Manaus, AM município de Gramado, RS.

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11 espécies
Aubehydrini Guignot, 1942
Notaticus Zimmermann, 1928
1 espécie
Cybistrini Sharp, 1882
Cybister Curtis, 1827
C. (Meganectes) 2 espécies
Megadytes Sharp, 1882 (Figura
27)

Figura 28 - Vista dorsal de Hydaticus (Guignotites) palliatus Aubé,


1838. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares coletados no
município de Gramado, RS.

H. (Guignotites) 6 espécies
H. (Hydaticinus) 1 espécie
Figura 27 - Vista dorsal de Megadytes (Megadytes) fraternus
Sharp, 1882. Foto de Benetti, C. J., a partir de exemplares
coletados no município de Gramado, RS.

M. (Megadytes) 5 espécies
M. (Bifurcitus) 3 espécies
M. (Trifurcitus) 6 espécies
M. (Paramegadytes) somente
M. glaucus (Brullé)

Hydaticini Sharp, 1882


Hydaticus Leach, 1817 (Figura
28)

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Chaves de identificação de gêneros de Hydradephaga (Coleoptera) citados para o Brasil

Haliplidae

Somente Haliplus

Gyrinidae

1. Élitros com pubescência lateral, sem fileiras de pontos (Fig.29). Escutelo não visível. Último segmento abdominal alongado,
cônico e de aspecto triangular......................................................................................................................Orectochilinae, Gyretes
1’ Élitros glabros, normalmente com 11 fileiras de pontos. Escutelo visível. Último segmento abdominal obtuso, arredondado,
não alongado ......................................................................................................................................................................................2

2. Coxas posteriores mais largas na parte interna que na externa. A área côncava é mais estreita que a convexa. Asas
metasternais em forma de triângulo. 17 a 22 mm .......................................................................................Enhydrinae, Enhydrus
2’ Coxas posteriores mais largas na parte externa que na interna (Fig.30). Asas metasternais estreitas e alongadas. 3,0 a 9,0
mm ........................................................................................................................................................................Gyrininae, Gyrinus

Noteridae

1. Tíbia anterior dilatada além da base dos tarsos com uma franja de espinhos marginais e com um esporão robusto e curvo
(Fig.31). Processo prosternal truncado atrás ...................................................................................................................................4
1’ Tíbia anterior não dilatada além da base dos tarsos, sem espinhos e um esporão apical, ou com um espinho curto e débil
(Fig.32). Processo prosternal arredondado atrás (Fig.33) ....................................................................................[Notomicrini]...2

2. Tíbia anterior sem espinhos; fêmures posteriores com um pequeno tufo de cerdas longas no ângulo apical. Bordas da
placa ventral não marginadas, tamanho inferior a 1,6 mm ..........................................................................................Notomicrus
2’ Tíbia anterior com uma espinho pequeno e débil; fêmures posteriores sem um tufo de cerdas largas no ângulo apical, ou
somente com umas poucas cerdas isoladas, tamanho superior a 1,75 mm. ................................................................................3

3. Tíbias anteriores triangulares (Fig.34), placa ventral alargada anteriormente.....................................................Pronoterus


3’ Tíbias anteriores delgadas, paralelas (Fig.35), placa ventral estreitada anteriormente..................................Mesonoterus

4. Forma do corpo muito alargada e convexa, quase esférica (Fig.36). Ápice dos élitros ligeiramente pontiagudo (Fig.37).
Margem posterior da lâmina ventral quase reta, com duas indentações simétricas situadas a cada lado de sua linha
média.....................................................................................................................................................................[Suphisini], Suphis
4’ Corpo de forma alongada, oval, não esférico, acuminado atrás. Margem posterior da lâmina ventral com uma indentação
mediana................................................................................................................................................................................................ 5

5. Margem interna do fêmur posterior com uma franja submarginal de cerdas curtas, porém sem penacho de cerdas no
ângulo apical (Fig.38)......................................................................................................................................... [Noterini], Siolius
5’ Margem interna do fêmur posterior com uma franja submarginal de cerdas curtas e com um penacho de cerdas no ângulo
apical..................................................................................................................................................................... [Hydrocanthini]...6

6. Processo prosternal quase tão largo como longo (Fig.39), no ápice com o triplo da largura da base; pronoto completamente
marginado por um sulco.............................................................................................................................................Hydrocanthus
6’ Processo prosternal não tão largo como longo (Fig.40), no ápice com o dobro da largura da base..................................7

7. Bordas laterais do pronoto totalmente marginadas por um sulco que alcança a borda anterior.....................Canthydrus
7’ Bordas laterais do pronoto não inteiramente marginadas (Fig.41), com um sulco que não alcança a borda
anterior................................................................................................................................................................................Suphisellus

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Dytiscidae

1. Escutelo não visível .......................................................................................................................................................................2


1'. Escutelo visível ..............................................................................................................................................................................4

2. Protarsômeros masculinos 1-3 dilatados, com cerdas adesivas ventrais e com ápices circulares em forma de ventosa;
comprimento do corpo geralmente maior que 6.5 mm; élitros marrom escuros com uma banda transversal mais clara
(Fig.42)....................................................................................................................................Dytiscinae; Aubehydrini, Notaticus
2' Protarsômeros masculinos 1-3 não dilatados, sem cerdas adesivas ventrais e com ápices ovais sem ventosas; comprimento
do corpo menor que 6.5 mm; desenho elitral diferente do anterior ..............................................................................................3

3. Prosterno fortemente deprimido, com processo prosternal situado em plano distinto da porção anterior de prosterno;
metatarsômeros 1-4 não lobulados na margem postero-apical ...................................................................Hydroporinae (1)...6
3' Prosterno não fortemente deprimido, com processo prosternal no mesmo plano que a porção anterior do prosterno;
metatarsômeros 1-4 fortemente lobulados na margem postero-apical ..........................................................Laccophilinae...25

4. Élitros acuminados posteriormente; tergito VIII fortemente acuminado, na forma de espinho apical (Fig.43); protarsos
pseudotetrâmeros em ambos sexos ............................................................................................Hydroporinae, Methlini, Celina
4' Élitros não acuminados posteriormente; tergito VIII não acuminado; protarsos pentâmeros em ambos sexos...............5

5. Olhos marginados ântero-lateralmente (Fig.44); machos com a superfície ventral dos pro- e mesotarsômeros expandida
e com cerdas adesivas, porém não unidas formando uma ventosa oval ou arredondada (Fig.45) .....................................26
5' Olhos não marginados ântero-lateralmente; machos com a superfície ventral dos pro- e mesotarsômeros expandida e
com cerdas adesivas formando uma ventosa oval ou arredondada (Fig.46) ...................................................Dytiscinae...33

6. Metaepisterno separado das mesocoxas pelo mesoepímero; prosterno separado do metasterno (Fig.47)Vatellini....12
6' Metaepisterno em contato com as mesocoxas; prosterno em contato com o metasterno (Fig.48) ...................................7

7. Unhas metatarsais desiguais em comprimento, a externa mais curta que a interna..................................... Hyphydrini...13
7' Unhas metatarsais iguais ou quase iguais em comprimento ...................................................................................................8

8. Cavidades metacoxais separadas; processo metacoxal dividido em três porções por duas excavações laterais, formando
uma área mediana deprimida e um lóbulo lateral de cada lado que se estende à cavidade metacoxal , cobrindo a base do
trocânter (Fig.49) .....................................................................................................................................................Hydrovatini...14
8' Cavidades metacoxais não separadas; processo metacoxal não dividido, com ou sem os lóbulos laterais cobrindo a base
do trocânter (Fig.50) ..........................................................................................................................................................................9

9. Processo metacoxal situado em plano diferente ao do segmento abdominal adjacente, com os lóbulos laterais extendidos
sobre as cavidades metacoxais e base do trocânter. Base do metafêmur em contato com o processo metacoxal (Fig.51)
Hydroporini, Laccornellus
9' Processo metacoxal situado no mesmo plano ao do segmento abdominal adjacente, sem lóbulos laterais extendidos
sobre as cavidades metacoxais e base do trocânter ....................................................................................................................10

10. Parâmeros bissegmentados (Fig.52) ..................................................................................................................Bidessini...15


10' Parâmeros com um segmento (Fig.53) ...................................................................................................................................11

11. Pronoto com estria basal conectada a um sulco transversal irregular ..............................................................Amarodytes
11' Pronoto sem estria basal conectada a um sulco transversal ............................................................................Hydrodessus

12. Mesosterno grande, claramente visível a cada lado do processo prosternal; comprimento total do corpo: 5,0-8,0
mm.................................................................................................................................................................................Macrovatellus
12' Mesosterno pequeno, não visível; largura pronotal máxima na base, comprimento total do corpo: 3,8 - 4,1 mm
..........................................................................................................................................................................................Derovatellus

[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 13

13. Processo prosternal alargado, ápice obtuso; mesocoxas separadas por aproximadamente a largura de uma coxa; labro
não visível dorsalmente ...................................................................................................................................................P achydrus
13' Proceso prosternal muito agudo, ápice bifurcado; mesocoxas separadas por quase a metade da largura de uma coxa;
labro visível dorsalmente ..........................................................................................................................................Desmopachria

14. Incisões metacoxais mais curtas longitudinalmente que transversalmente (Fig.54); corpo não acuminado posteriormente;
machos sem aparelho estridulador ventral; labro encoberto (Fig.55) ..............................................................................Queda
14' Incisões metacoxais mais longas longitudinalmente que transversalmente (Fig.49); corpo acuminado posteriormente;
machos com ou sem aparelho estridulador ventral; labro visível, em parte, na região ventral .........................Hydrovatus

15. Cabeça com estria cervical transversal entre as margens posteriores dos olhos (Fig.56a) .............................................16
15' Cabeça sem estria cervical (Fig.56b) ........................................................................................................................................21

16. Epipleura escavada na base e limitada posteriormente por uma quilha oblíqua ...............................................................17
16' Epipleura com a base escavada ou não, porém sem quilha oblíqua ...................................................................................18

17. Clípeo com dois tubérculos marginais evidentes ...............................................................................................Brachyvatus


17' Clípeo com uma depressão marginal .................................................................................................................Hemibidessus

18. Élitros com quilha sublateral; pontuação dorsal grossa, formando fileiras; pontuação ventral também
grossa............................................................................................................................................................................Anodocheilus
18' Élitros sem quilha sublateral, pontuação dorsal e ventral fina a moderadamente grossa ...............................................19

19. Protarsos com cinco tarsômeros (Fig.57a); mesotíbias fortemente curvadas ..............................................Bidessonotus
19' Protarsos pseudotetrâmeros, quarto tarsômero pequeno e coberto pelos lóbulos do terceiro segmento (Fig.57b);
mesotíbias retas ...............................................................................................................................................................................20

20. Élitros com estria acessória de pontos entre a estria elitral principal e a sutura .............................................Neobidessus
20' Élitros sem estria acessória (Fig.58) ........................................................................................................................Liodessus

21. Estrias pronotais reduzidas ou ausentes. Último esternito abdominal visível e marginado apicalmente.....Hypodessus
21' Estrías pronotais bem desenvolvidas (Fig.59). Último esternito abdominal visível mas não marginado
apicalmente........................................................................................................................................................................................22

22. Élitros sem estria basal ..............................................................................................................................................................23


22' Élitros com estria basal .............................................................................................................................................................24

23. Processo prosternal não marginado, ápice arredondado, truncado ou lanceolado (Fig.60); epipleuras escavadas na
base, linhas metacoxais paralelas ..................................................................................................................................Bidessodes
23' Processo prosternal marginado, ápice afilado; epipleuras não escavadas na base, linhas metacoxais divergentes
anteriormente ................................................................................................................................................................Gramadessus

24. Edeago muito modificado, com vários processos apicais (Fig.61) .................................................................Microdessus
24' Edeago simples, sem processos apicais (Fig.62)..........................................................................................................Uvarus

25. Espinho metatibial bifurcado no ápice .................................................................................................................Laccophilus


25' Espinho metatibial simples ......................................................................................................................................Laccodytes

26. Ápice dos élitros sinuoso ou truncado (Fig.63) .................................................................................Lancetinae, Lancetes


26' Ápice dos élitros normal, não sinuoso nem truncado ..........................................................................................................27

27. Fêmur posterior com uma fileira linear de cerdas situadas no ângulo posterior externo
(Fig.64)...........................................................................................................................................................Agabinae, Platynectes

[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 14

27' Fêmur posterior sem fileira linear de cerdas com essa disposição......................................................................................28

28. Unhas metatarsais desiguais em comprimento, sendo a anterior mais curta ..............................Colymbetinae, Rhantus
28' Unhas metatarsais iguais ou subiguais em comprimento; se desiguais, com a posterior levemente mais curta..........29

29. Cerdas natatórias dos metatarsos ausentes em ambos sexos, espermateca não reduzida, apódema anterior das gonocoxas
presente...................................................................................................................................................................Hydrodytinae ...30
29' Cerdas natatórias dos metatarsos presentes em ambos sexos ou somente em machos, espermateca reduzida, apódema
anterior das gonocoxas ausente. ...........................................................................................................................Copelatinae...31

30. Superfície dorsal brilhante, sem pontuação ou com pontos pequenos e indistintos. Tamanho superior a 2,5
mm......................................................................................................................................................................................Hydrodytes
30' Superfície dorsal sem brilho, opaca, com pontuação clara e distinta sobre os élitros. Tamanho inferior a 2,2
mm............................................................................................................................................................................Microhydrodytes

31 Sem linhas metacoxais .................................................................................................................................................Aglymbus


31' Com linhas metacoxais (Fig.65) ...............................................................................................................................................32

32. Pronoto sem borda lateral, ou com uma borda pouco aparente; comprimento geralmente inferior a 3 mm
.................................................................................................................................................................................Agaporomorphus
32' Pronoto com uma borda lateral estreita porém distinta; comprimento geralmente superior a 3 mm
...............................................................................................................................................................................................Copelatus

33. Espinhos metatibiais similares em forma. Protarsos dos machos transformados em uma paleta arredondada, ápice das
cerdas adesivas ventrais arredondado, em forma de ventosa ...................................................................................................34
33' Com um espinho metatibial grande e fortemente dilatado, e outros mais curtos e não dilatados. Protarsos dos machos
transformados em uma paleta transversal de forma oval; ápice das cerdas adesivas ventrais não arredondado ou em forma
de ventosa ....................................................................................................................................................................Cybistrini..35

34. Espinho metatibial com ápice bífido...................................................................................................Aciliini, Thermonectus


34' Espinho metatibial com ápice simples .................................................................................................Hydaticini, Hydaticus

35. Com duas unhas metatarsais iguais ou quase iguais em ambos os sexos, ou fêmeas com a unha interna mais curta que
a externa .............................................................................................................................................................................Megadytes
35' Com somente uma unha metatarsal em ambos os sexos, ou fêmeas com uma segunda unha muito
reduzida...................................................................................................................................................................................Cybister

[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 15

Figura 29 - Vista lateral de Gyretes sp. Modificada de Tremouilles


et al 1995.

Figura 33 - Processo prosternal de Pronoterus punctipennis


Sharp, 1882. Figura de Benetti, C.J., a partir de exemplares
coletados em Gramado, RS.

Figura 30 - Coxa posterior de Gyrinus sp. Modificada de


Tremouilles et al 1995.

Figura 34 - Tíbias anteriores de Pronoterus punctipennis Sharp,


1882. Figura de Benetti, C.J., a partir de exemplares coletados em
Gramado, RS.

Figura 31 - Tíbia anterior de Hydrocanthus sp. Modificada de


Pederzani, 1995.

Figura 35 - Tíbias anteriores de Mesonoterus laevicollis Sharp,


Figura 32 - Tíbia anterior de Notomicrus sp. Modificada de 1882. Figura de Benetti, C.J., a partir de exemplares coletados em
Pederzani, 1995. Gramado, RS.
[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 16

Figura 39 - Processo prosternal de Hydrocanthus sp. Modificada


de Tremouilles et al 1995

Figura 36 - Vista dorsal de Suphis sp. Modificada de Pederzani, Figura 40 - Processo prosternal de Suphisellus sp. Modificada de
1995 Tremouilles et al 1995

Figura 41 - Pronoto de Suphisellus sp. Modificada de Tremouilles


et al 1995

Figura 37 - Élitro direito de Suphis notaticollis Zimmermann,


1921. Figura de Benetti, C.J., a partir de exemplares coletados em
Gramado, RS.

Figura 38 - Fêmur posterior de Noterus sp. Modificada de Figura 42 - Vista dorsal de Notaticus fasciatus Zimmermann,
Pederzani, 1995 1928. Modificada de Spangler, 1973.

[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 17

Figura 47 - Vista ventral anterior direita de Macrovatellus sp.


Modificada de Tremouilles et al 1995

Figura 43 - Extremo apical dos élitros de Celina aculeata Aubé,


1838. Figura de Benetti, C.J., a partir de exemplares coletados em
Gramado, RS.

Figura 48 - Vista ventral anterior direita de Desmopachria sp.


Modificada de Tremouilles et al 1995

Figura 44 - Vista latero-marginal da cabeça de um exemplar


hipotético de Colymbetinae. Modificada de Tremouilles et al 1995

Figura 49 - Processo metacoxal de Hydrovatus villiersi Guignot,


Figura 45 - Protarsos de Rhantus sp. Modificada de Tremouilles et 1955. Modificada de Biström, 1996.
al 1995

Figura 46 - Protarsos de Megadytes sp. Modificada de Tremouilles Figura 50 - Processo metacoxal de Derovatellus sp. Modificada
et al 1995 de Biström, 1996.

[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 18

Figura 51 - Processo metacoxal de Laccornellus sp. Modificada


de Tremouilles et al 1995

Figura 55 - Vista dorsal de Queda compressa Sharp, 1882.


Modificada de Biström, 1990

Figura 52 - Parâmero de Hypodessus cruciatus Régimbart, 1903.


Modificada de Biström, 1988

Figura 56 - Cabeça de um Bidessini hipotético (a - com estria


cervical, b - sem estria cervical). Modificada de Tremouilles et al
1995

Figura 53 - Parâmero de Hydrodessus siolii J. Balfour-Browne,


1953. Modificada de Biström, 1988

Figura 57a - Protarsos de Bidessonotus sp. Modificada de


Pederzani, 1995
Figura 57b - Protarsos de Hydroporus sp . Modificada de
Figura 54 - Processo metacoxal de Queda youngi Biström, 1990. Pederzani, 1995
Modificada de Biström, 1996.

[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 19

Figura 58 - Vista dorsal de Liodessus affinis (Say, 1823).


Modificada de Biström, 1988
Figura 62 - Edeago de Uvarus lacustris (Say, 1823). Modificada
de Biström, 1988

Figura 59 - Vista anterior direita de Gramadessus duponti (Aubé,


1838). Figura de Benetti, C.J., a partir de exemplares coletados
em Gramado, RS.

Figura 63 - Élitro direito de Lancetes marginatus (Steinheil,


1869). Figura de Benetti, C.J., a partir de exemplares coletados
em Gramado, RS.

Figura 60 - Formas de processo prosternal encontradas em


espécies de Bidessodes. Modificada de Young, 1986.

Figura 64 - Fêmur posterior de um exemplar hipotético de


Agabinae. Modificada de Tremouilles et al 1995

Figura 61 - Edeago de Microdessus atomarius (Sharp, 1882). Figura 65 - Linhas metacoxais de Copelatus sp. Modificada de
Modificada de Biström, 1988 Tremouilles et al 1995

[Link]
Benetti, C. J. , Cueto R. A. J. & Fiorentin L. G. - Biota Neotropica, v3 (n1) - BN00803012003 20

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