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MATEMÁTICA
1.
Em uma clínica médica, Antonio, Bernardo e Carlos se encontraram em um mesmo dia para fazer
um tratamento prolongado. Deverão retornar à clínica a cada 40 dias, 36 dias e 30 dias, respecti-
vamente. Quando essas três pessoas se encontrarem novamente na clínica em um mesmo dia, terá
sido o
(A) nono retorno do Antonio. (D) décimo quinto retorno do Bernardo.
(B) décimo segundo retorno do Bernardo. (E) décimo quinto retorno do Carlos.
(C) décimo quarto retorno do Antonio.
2.
Em uma atividade, estão participando 10 meninas e 15 meninos. Se nesse grupo apenas duas
meninas e três meninos usam óculos, é correto afirmar que a razão entre o número de meninos
que não usam óculos e o número de meninas que não usam óculos é
(A) 2/1. (B) 5/2. (C) 3/2. (D) 2/3. (E) 2/5.
3.
O número de habitantes de um bairro cresce 20% ao ano. Daqui a 3 anos, o número de habitantes
será
(A) 54% maior. (B) 60% maior. (C) 64% maior. (D) 70% maior. (E) 72,8% maior.
4.
Três funcionários tabularam os dados de uma pesquisa com 100 questionários em 6 dias. Para
tabular os dados de 150 questionários, dois desses funcionários precisarão de
(A) 14,0 dias. (B) 13,5 dias. (C) 12,0 dias. (D) 11,5 dias. (E) 10,5 dias.
5.
Num grupo de 45 pessoas, a idade média das 20 mulheres é 25 anos e a idade média dos homens
é 34 anos. A idade média do grupo, em anos, é
(A) 27. (B) 28. (C) 30. (D) 31. (E) 32.
6.
De um grupo de 20 funcionários, dois serão selecionados para um curso de segurança no trabalho.
O número de duplas possíveis de serem formadas é
(A) 160. (B) 175. (C) 180. (D) 190. (E) 210.
7.
No estacionamento de uma escola, há 15 veículos entre motocicletas e automóveis. Se o total de
rodas é 50, considerando que cada motocicleta tem 2 rodas e cada automóvel tem 4 rodas, então
é correto afirmar que há
(A) 8 motocicletas a mais que automóveis.
(B) 5 automóveis a mais que motos.
(C) o dobro de motocicletas em relação ao número de automóveis.
(D) 5 automóveis.
(E) 8 automóveis.
8.
Uma bebida de um mesmo fabricante é oferecida em três embalagens: A com 225 mililitros, B
com 0,5 litro e C com 1,5 litro, e seus preços são, respectivamente, R$ 5,00, R$ 9,00 e R$ 25,00.
Apenas pela comparação de preços (relação custo-benefício),
(A) tanto faz comprar A ou B.
(B) tanto faz comprar B ou C.
(C) é mais vantajoso comprar A que B.
(D) é mais vantajoso comprar B que C.
(E) é mais vantajoso comprar C que A.
2
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9.
Uma piscina de profundidade de medida 1,5 m, inteiramente cheia d’água, tem a forma de um
paralelepípedo reto-retângulo. A planta é retangular de dimensões de medidas 8 m e 4 m. Para
higienizar a água dessa piscina, são necessários 15 mg de um certo produto por litro de água.
Como esse produto é vendido em embalagens de 120 gramas, para higienizar toda a água dessa
piscina, o número de embalagens necessárias será
(A) 6. (B) 7. (C) 8. (D) 9. (E) 10.
10.
Em um salão de baile cuja área é um trapézio de
dimensões 18 m, 12 m e 6 m (conforme figura),
será permitida a entrada de 3 pessoas para cada 2
m2.
Neste salão, poderão adentrar
(A) 110 pessoas. (B) 115 pessoas. (C) 120 pessoas. (D) 135 pessoas. (E) 150 pessoas.
11.
Um estacionamento apresenta a seguinte tabela de preços para guardar os veículos:
1ª hora: R$ 7,00
2ª hora: R$ 5,00
3ª hora em diante: R$ 3,00 por hora
Ontem, Denise deixou o carro algum tempo nesse estacionamento.
Hoje também deixou, mas pagou R$ 14,00 a mais do que pagou ontem. Portanto, ela pagou hoje
a quantia correspondente a um número de horas igual a
(A) 3. (B) 4. (C) 5. (D) 6. (E) 7.
12.
Considere a sequência de figuras:
Supondo que se mantenha o padrão de regulari-
dade observado na formação dessa sequência,
pode-se concluir que a figura de número 60 será
igual a
13.
1
O combustível contido no tanque de uma “van” de transporte escolar ocupava da sua capacidade
6
1
total. Foram então colocados 18 litros de gasolina, e o combustível passou a ocupar 2 da capaci-
dade desse tanque. Em seguida, o proprietário completou o abastecimento, enchendo totalmente
o tanque com álcool. Para tanto, foram colocados, de álcool,
(A) 10 litros. (B) 18 litros. (C) 22 litros. (D) 25 litros. (E) 27 litros.
14.
Em um treino de basquete, um jogador ganha 5 pontos por cada cesta que acerta e perde 3 pontos
por cada cesta que erra. Em 10 tentativas, um jogador obteve 26 pontos. Logo, o número de cestas
que ele acertou foi:
(A) 3. (B) 4. (C) 5. (D) 6. (E) 7.
3
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15.
A figura mostra um alvo onde são jogados dardos; cada jogador atira 10 dar-
dos, acumulando pontos, sendo que cada faixa concêntrica tem certa pontua-
ção. Rubens acertou 3 dardos na faixa A e 7 dardos na faixa B, totalizando
290 pontos. Rafael se saiu ainda melhor: conseguiu acertar 4 dardos em A e 6
dardos em B, perfazendo 320 pontos. Ricardo chegou depois, mas estava fora
de forma: acertou 2 dardos em A, 5 dardos em B e os restantes fora do alvo.
Portanto, totalizou uma pontuação de
(A) 170. (B) 180. (C) 200. (D) 220. (E) 240.
LÍNGUA PORTUGUESA
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 28.
Holandeses e japoneses
Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto
Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa
até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do
que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma
caixinha de surpresas.
Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos,
esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de
pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar
entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de
embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de
altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.
Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia.
A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dis-
postos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.
A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente,
no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda
de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela
estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um chee-
sebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha
certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar
bem, também.
Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, reco-
mendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o
interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.
Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do
Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a
derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um
exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui
tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo
deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre
os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo
nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos
aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.
(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)
4
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16.
A frase – O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas. – (1.º parágrafo) foi empregada para
expressar que, no Brasil,
(A) os voos durante a Copa apresentaram pequenos atrasos.
(B) as viagens de avião às vezes têm promoções de surpresa.
(C) não existe constância na prestação dos serviços, a imprevisibilidade é frequente.
(D) o tratamento de bordo funciona melhor no aeroporto Santos Dumont.
(E) em tempos fora da Copa, é comum os voos não se atrasarem.
17.
Segundo considerações do autor, os torcedores holandeses
(A) compraram apenas o berimbau, instrumento barato, porque viajaram com pouco dinheiro.
(B) chamaram a atenção dele pelo efeito que os trajes exerciam em seus corpos altos e esguios.
(C) tiveram sua origem logo identificada pela capacidade de observação que apresentavam e
pela escolha do instrumento musical.
(D) viajaram confortavelmente com o berimbau, instrumento musical bastante pesado,
acondicionado em uma caixa.
(E) demonstraram, na escolha do berimbau e na maneira como o carregavam, o apreço e carinho
com os valores musicais brasileiros.
18.
A respeito do holandês que estava no caixa, o autor
(A) julgou-o um malandro porque o estrangeiro pretendia enganar a moça da lanchonete.
(B) percebeu que o rapaz fora desprezado pela moça, a qual se limitou a ajudá-lo na tradução
do pedido do lanche.
(C) considerou-o um indivíduo esperto e com intenções de uma aventura amorosa ao se dirigir
a uma moça bonita para pedir ajuda.
(D) ficou decepcionado com a atitude do forasteiro, o qual tinha a intenção de roubar a
comissária de bordo.
(E) notou que, com a informação dada pela moça, o rapaz não se convenceu a comer um
cheesebread.
19. Considerando o contexto da crônica, no trecho – O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta
Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também. – (4.º parágrafo), o advérbio em destaque
reforça a ideia de que
(A) o time holandês poderia obter uma vitória, assim como o cheesebread.
(B) tanto o cheesebread quanto aquele holandês provavelmente alcançariam o sucesso.
(C) o cheesebread foi, dentre outros, o lanche mais pedido na Copa, e o povo holandês foi quem
teve o maior sucesso.
(D) aquele holandês, assim como o cheesebread, foram muito elogiados.
(E) o time holandês, entre os demais participantes da Copa, é o que mais tinha chance de ser
vitorioso.
20.
Assinale a alternativa em que a preposição em destaque vem seguida, entre parênteses, da correta
relação que estabelece entre os termos.
(A) Mas tive de parar de ler para entender... (finalidade)
(B) Lia o jornal enquanto aguardava voo para São Paulo... (matéria)
(C) Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa... (causa)
(D) Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa... (posse)
(E) ... entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho... (direção)
5
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21.
Com o título – Holandeses e japoneses – e as informações textuais, conclui-se que o autor pre-
tendeu destacar como assunto central da crônica
(A) a competência esportista e o carinho dos dois times demonstrados aos brasileiros.
(B) a rivalidade entre holandeses e japoneses, que desaparece quando se enfrentam no esporte.
(C) o gosto musical diferente dos dois povos e o respeito dos japoneses demonstrado ao povo
brasileiro.
(D) a demonstração de carinho dos holandeses e o respeito pelo meio ambiente dos japoneses.
(E) a superioridade dos dois povos no desempenho futebolístico em uma Copa do Mundo e seus
costumes.
22.
O autor do texto usa, em dois momentos, as seguintes frases – A Copa do Mundo é linda. – (após
o 3.º parágrafo) e – A Copa é linda. – (no final do texto). Considerando o contexto, é correto
afirmar que essa foi uma forma de o autor expressar
(A) seu entusiasmo com os eventos futebolísticos demonstrados em uma Copa do Mundo.
(B) sua admiração pela demonstração de carinho dos holandeses e pela consciência ambiental
dos japoneses.
(C) ironia ao referir-se aos dois times de futebol adversários que competiriam com os jogadores
brasileiros.
(D) sua emoção ao ver o carinho que os torcedores holandeses e japoneses dedicavam aos seus
times.
(E) seu desejo de que o Brasil aprenda com os holandeses e japoneses algumas lições de como
jogar um bom futebol.
23.
A frase do texto que contém expressão empregada com sentido figurado apresenta-se na alterna-
tiva:
(A) O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.
(B) Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção...
(C) Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder.
(D) Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife...
(E) A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela.
24.
Observe os períodos:
• Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.
• Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições
do Mundial.
• A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela.
Os termos em destaque estabelecem relações entre as orações, indicando, respectivamente, sen-
tido de
(A) finalidade, explicação e concessão. (D) consequência, causa e explicação.
(B) condição, finalidade e oposição. (E) finalidade, condição e consequência.
(C) adição, condição e explicação.
25.
Assinale a alternativa em que a frase do texto está corretamente reescrita, obedecendo à regência
verbal ou nominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
(A) ... considerei de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais.
(B) Foi confirmada minha conclusão que viajariam muito com o novo instrumento musical.
6
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(C) Penso de que essa capacidade de observação é meu superpoder.
(D) Emocionei-me da demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira.
(E) Ela estava ciente de que o forasteiro tinha outras intenções ao pedir sua ajuda.
26.
A forma verbal em destaque está no tempo futuro, indicando uma ação hipotética, em:
(A) Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo...
(B) Meus voos todos saíram na hora.
(C) Era um berimbau, meu Deus.
(D) Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical.
(E) Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita...
27.
Considerando a concordância verbal, assinale a alternativa em que a frase do texto, reescrita,
obedece à norma-padrão da língua portuguesa.
(A) Chamou a minha atenção, nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados, um trambolho
grande.
(B) À minha frente, no caixa, haviam dois holandeses com vestes diferentes.
(C) As verdadeiras intenções do forasteiro era conhecida da comissária de bordo brasileira.
(D) Seria de muito valor se algumas lições do Mundial fosse aproveitadas pelo povo brasileiro.
(E) A lição que os japoneses nos deixaram trarão um ganho histórico para o país.
28.
(Avener Prado, Veja São Paulo, 02 de julho de 2014)
Analisando essa foto da rua Aspicuelta, em São Paulo, frequentada por jovens, na época da Copa,
e considerando a crônica de Matthew Shirts, é correto afirmar que
(A) a paisagem da foto demonstra que os frequentadores dessa rua têm em comum com os
japoneses o amor à natureza.
(B) o comportamento dos jovens, na Rua Aspicuelta, em São Paulo, e o dos japoneses, no
estádio, demonstram a proximidade de costumes dos dois países.
(C) é nítida a preocupação dos japoneses com o meio ambiente, no estádio, e a dos
frequentadores da Rua Aspicuelta, no espaço público.
(D) a foto ratifica a necessidade de se aproveitar a lição deixada pelos japoneses, no estádio, na
época da Copa.
(E) durante o jogo, os japoneses coletaram todo o lixo do estádio; os frequentadores da Rua
Aspicuelta recolheram apenas os resíduos sólidos.
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29. Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das tirinhas.
(Watterson, Bill. O progresso científico deu “Tilt”. São Paulo, Best Editora Ltda, 1991. Adaptado)
(Watterson, Bill. A vingança da babá. São Paulo, Best News, 1997. Adaptado)
(A) a ... tem ... à ... Às ... manter (D) à ... têm ... a ... As ... manter
(B) à ... têm ... à ... Às ... mantiver (E) à ... tem ... à ... As ... mantiver
(C) a ... têm ... a ... Às ... manter
30.
Leia a tira a seguir.
(Quino, Mafalda aprende a ler. São Paulo, Martins Fontes, 1999. Adaptado)
Assinale a alternativa que traz a correta pontuação do trecho correspondente ao pensamento de
Mafalda, no 2.º quadrinho.
(A) Considerando que a sopa, é como sabemos, uma porcaria, agradar-me-ia extremamente que
não a tomássemos.
(B) Considerando, que a sopa é como sabemos uma porcaria, agradar-me-ia extremamente que,
não a tomássemos.
8
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(C) Considerando que a sopa é, como sabemos, uma porcaria, agradar-me-ia extremamente que
não a tomássemos.
(D) Considerando que a sopa é, como sabemos uma porcaria agradar-me-ia extremamente, que
não a tomássemos.
(E) Considerando, que a sopa, é, como sabemos uma porcaria, agradar-me-ia extremamente que,
não a tomássemos.
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 35.
Como muitos adolescentes, Márcio tinha uma banda. E como muitos adolescentes, tinha de
aceitar a dura realidade: nem todas as bandas são conhecidas, nem todas fazem sucesso. E,
nessa situação, pediu licença ao pai, Senhor João, para fazer os ensaios da banda na garagem
da casa. Ele concordou. Ele sempre ajudava o filho. Não tinha carro; possuía habilitação, mas
não gostava de dirigir.
O que o Senhor João nem imaginava era a surpresa que a sorte lhe preparava. Um colega de
trabalho ofereceu-lhe uma rifa de automóvel. Comprou um número. E foi contemplado. Foi-lhe
entregue um novo e reluzente automóvel.
A primeira coisa que pensou foi em vender o veículo, todavia os seus chefes tinham uma pro-
posta: se você dirigir, disseram, poderemos encarregá-lo das vendas de nossa empresa em várias
cidades. E aí estava criado o dilema. Porque o uso do automóvel seria esporádico, alguns dias
por mês. O resto do tempo ficaria parado. Na garagem da casa, naturalmente.
Quando anunciou a novidade ao filho, Márcio ficou furioso. Perderia então o seu lugar de
ensaios? Não podia concordar com a colocação do carro na garagem. A discussão azedou de
manhã. A mãe e seus irmãos entraram na briga. Por fim, graças a um tio, Senhor Homero, que
soube da situação, chegaram a uma fácil, rápida e apreciável solução: os rapazes continuariam
ensaiando na garagem e o carro também permaneceria lá.
Um dia, quando os rapazes estavam tocando, o Senhor João entrou de carro na garagem e
deixou-o ligado. Aquilo despertou em Márcio uma inspiração súbita: por que não combinar o
som do motor com os instrumentos musicais? Experimentaram isso, acelerando e desacelerando
a máquina, fazendo soar a buzina de vez em quando e o resultado foi surpreendente. Muita gente
veio ouvi-los: foram até convidados para um “show”. São considerados pioneiros em um novo
movimento, o da música motorizada. O carro agora é da banda. O pai está pensando em comprar
outro, só não sabe onde vai guardá-lo. (Moacyr Scliar, Folha de [Link], 01.03.10. Adaptado)
31.
De acordo com o texto, Márcio, ao ouvir do pai que iria guardar o novo carro na garagem,
(A) pediu-lhe o carro para servir de condução para a banda.
(B) aceitou de um colega a oferta de uma rifa de automóvel.
(C) protestou, pois isso iria atrapalhar os ensaios da banda.
(D) mandou chamar o tio Homero para conversar com o pai.
(E) reclamou com a mãe, que também entrou na briga.
32.
Conforme o texto, a ideia de juntar o som dos instrumentos musicais com o barulho do motor do
carro, nas apresentações da banda, surgiu
(A) após longa pesquisa sobre inovações para aprimorar o desempenho musical.
(B) por sugestão da mãe e dos irmãos de Márcio.
(C) a partir de uma sugestão do tio Homero.
(D) de repente, quando Márcio ouviu o carro funcionando.
(E) durante a discussão de Márcio com o pai sobre a permanência do carro na garagem.
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33.
Leia as afirmações seguintes:
I. Ao iniciar os ensaios na garagem, Márcio já fazia muito sucesso com a sua banda.
II. O som dos instrumentos musicais e o ruído do carro foram reunidos por Márcio em
apresentações da banda.
III. O Senhor João passou a usar o novo carro para vender instrumentos musicais.
Está correto, segundo o texto, o que se afirma apenas em
(A) I. (B) II. (C) III. (D) I e II. (E) II e III.
34.
Passando a frase – Ele sempre ajudava o filho. – (1.º parágrafo) para a voz passiva, conservando-
se o mesmo tempo verbal, obtém-se:
(A) O filho sempre será ajudado por ele. (D) O filho sempre seria ajudado por ele.
(B) O filho sempre é ajudado por ele. (E) O filho sempre era ajudado por ele.
(C) O filho sempre foi ajudado por ele.
35.
Assinale a alternativa em que a parte destacada do trecho – ... chegaram a uma fácil, rápida e
apreciável solução... (4.º parágrafo) está escrita corretamente no plural.
(A) faces, rápidas e apreciáveis soluções. (D) fáceis, rápidas e apreciáveis soluções.
(B) fáceis, rápidas e apreciáveis soluçãos. (E) fáceis, rápida e apreciáveis soluções.
(C) faces, rápidas e apreciáveis soluçãos.
LÓGICA
36.
Dançando como antigamente
Cinco produtores de música (dois homens e três mulheres) deram uma roupagem nova a músicas
clássicas, associando-as a diferentes tipos de dança. Eles se concentraram em cinco compositores,
assim como a um tipo de dança diferente. A partir das dicas abaixo, você consegue identificar o
nome completo de cada produtor – sendo um deles de sobrenome Menezes –, o compositor es-
colhido para a releitura e o tipo de dança relacionado.
1. Violeta Lemos teve de escolher outro compositor quando soube que Deise tinha feito um
arranjo para Handel, que daí também não foi escolhido por Cláudio.
2. O produtor de sobrenome Bastos (que fez um novo arranjo para Tchaikovsky) não é Rosa
(que reestruturou o chá-chá-chá) ou Bruno. O sobrenome de Bruno não é Costa.
3. Ferreira não fez o arranjo para a música de Dvorak (que se tornou um tango) ou para Vivaldi.
4. O produtor de sobrenome Costa fez um arranjo para o Charleston e não para o Foxtrote.
5. O arranjo de Bizet não está relacionado ao twist ou ao Chá-chá-chá.
Nome Sobrenome Compositor Dança
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37.
As Grandes Cozinheiras
Em um concurso gastronômico realizado recentemente na cidade de Petrópolis, no Estado do Rio
de Janeiro, cinco mulheres — entre elas Eva —, consideradas grandes cozinheiras, fizeram um
prato para seus convidados. Utilizando suas virtudes, capricharam no preparo do prato, deixando
os convidados extasiados de tanta emoção. Cada uma das cozinheiras fez sua obra de arte em um
dia da semana — exceto domingo e segunda-feira —, para um número diferente de candidatos.
Com base nas dicas fornecidas, descubra seus nomes, quantas pessoas, de 1 a 5, foram convidadas
para apreciar os quitutes, o prato preparado e em que dia da semana ocorreu a apresentação.
1. Josiane não cozinhou no sábado.
2. Maria preparou uma paella para três pessoas, mas não na quinta-feira.
3. Bernadete preparou um bife role na véspera do dia em que houve uma recepção para dois
convidados.
4. O cuscuz para um só convidado não foi preparado por Rebeca.
5. Os cinco convidados de sexta-feira não comeram vitela.
6. O peixe gratinado foi preparado para um convidado a mais do que os que comeram na
quarta-feira, porém menos do que os de Rebeca.
COZINHEIRA CONVIDADOS PRATO DIA
38.
Em – Ele concordou. – (1.º parágrafo) alterando-se o sujeito para Eles e colocando-se o verbo no
tempo futuro, obtém-se:
(A) Eles concordam. (D) Eles concordavam.
(B) Eles concordaram. (E) Eles concordem.
(C) Eles concordarão.
39.
No trecho – … todavia os seus chefes tinham uma proposta… (3º parágrafo) – substituindo a
expressão uma proposta por um pronome, de acordo com a norma culta da língua, obtém-se:
(A) tinham-nas… (D) tinham-a…
(B) tinham ela… (E) tinham-na…
(C) tinham-as…
40.
Assinale a alternativa em que as palavras estão escritas corretamente.
(A) Os músicos não quiseram dar explicações.
(B) Márcio durmiu mal e acordou cansado.
(C) A banda comportou-se proficionalmente e voutou a agradar.
(D) Não sejam pessimistas, vocês vão conceguir a vitória.
(E) O Sr. João estava sosinho e acompanhou o rítimo da banda.
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41.
Considerando a acentuação gráfica das palavras, assinale a alternativa correta.
(A) Márcio e seus amigos saíram cêdo para pescar lambarís.
(B) A imágem da banda ficou bem destacada neste cartáz.
(C) Foram inúteis as inúmeras reclamações dos vizinhos.
(D) Ontem, o Sr. João, apesar de continuar de fólga, estava muito nervôso.
(E) O chôro de crianças e o barulho de um tratôr atrapalharam a apresentação musical.
42.
Estão corretos, de acordo com a norma culta da língua, a colocação e o emprego do pronome
pessoal apenas em:
(A) Seu Homero nunca perturbava-se com brigas.
(B) Eles não querem viajar sem eu e os músicos da banda.
(C) Eu, amanhã, se encontrarei com você na porta da garagem.
(D) Já estou com o disco e o entregarei a você amanhã.
(E) Márcio viu o pai e disse que chamou-o aos gritos.
43.
Em uma padaria compra-se 1 bisnaga e 1 litro de leite por R$ 1,50 e 2 bisnagas e 3 litros de leite
por R$ 3,90. Então, 2 bisnagas e 1 litro de leite custarão em Reais:
(A) 2,10. (B) 2,20. (C) 2,30. (D) 2,40. (E) 2,50.
44.
Antônio acertou 65 questões da prova objetiva do último simulado. Sabendo-se que a razão entre
o número de questões que Antônio acertou e o número de questões que ele respondeu de forma
incorreta é de 13 para 1, e que 10 questões não foram respondidas por falta de tempo, pode-se
afirmar que o número total de questões desse teste era
(A) 100. (B) 90. (C) 70. (D) 85. (E) 80.
45.
Um relatório de 32 páginas foi fotocopiado na papelaria próxima da escola, onde fotocópias nor-
mais, em preto e branco, custam R$0,20 cada uma, e as coloridas custam R$ 1,50 cada uma. Foi
feita uma cópia de cada página, sendo algumas delas coloridas, e o total gasto foi R$ 27,20.
Assim, pode-se concluir que só as cópias coloridas custaram
(A) R$ 15,00. (D) R$ 24,00.
(B) R$ 16,50. (E) R$ 22,50.
(C) R$ 19,50.
46.
Dona Vera preparou certa quantidade de doces para vender durante um evento. Supondo que
todos esses doces sejam vendidos, se ela cobrar R$ 1,50 por unidade, seu lucro será de R$ 117,00.
No entanto, se ela vender cada unidade por R$ 0,75, terá um prejuízo de R$ 18,00. Nesse caso, a
quantidade de doces preparados por Dona Vera é igual a
(A) 240. (B) 220. (C) 200. (D) 185. (E) 180.
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