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Desaparecimentos em Arealva: Mistério e Ação

Em Arealva, uma série de desaparecimentos assombra a cidade, levando estudantes a se envolverem em uma investigação noturna na escola. Durante a busca, eles encontram uma das desaparecidas e um corpo, desencadeando um confronto com uma criatura aterrorizante. A bibliotecária Natália revela ser uma guerreira espiritual e os jovens se tornam substitutos, adquirindo poderes para enfrentar os hollows que ameaçam suas vidas.

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Pedro Hiarlley
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Desaparecimentos em Arealva: Mistério e Ação

Em Arealva, uma série de desaparecimentos assombra a cidade, levando estudantes a se envolverem em uma investigação noturna na escola. Durante a busca, eles encontram uma das desaparecidas e um corpo, desencadeando um confronto com uma criatura aterrorizante. A bibliotecária Natália revela ser uma guerreira espiritual e os jovens se tornam substitutos, adquirindo poderes para enfrentar os hollows que ameaçam suas vidas.

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Capítulo I – 1 POR 1

Uma cidade que não era nada movimentada tem sua rotina balançada por uma
série de desaparecimentos que do dia pra noite aumentam e se tornam algo
preocupante para os pais, estudantes e qualquer um que preze por sua vida. Os ventos
do litoral balançam as árvores bem podadas da cidade, o asfalto esquenta sem as
nuvens que o verão leva, os sinos das escolas tocam, os alunos saem de sua casa para
estudar, os trabalhadores já cansados levantam para mais um dia, definitivamente mais
um dia começou em Arealva.
Está na hora da aula, os estudantes se direcionam a escola de ensino médio da
cidade, os portões recebem os alunos para mais um ano e para nossos heróis... o
último ano dessa etapa da vida. As férias não foram fáceis, desaparecimentos, nenhum
corpo foi encontrado, as pessoas só somem sem deixar nenhum rastro para trás. Suas
famílias desesperadas espalham cartazes nos postes, a prefeitura há pouco tempo
estabeleceu um toque de recolher para aqueles que, essencialmente, não dependem
da noite.
A escola apesar disso não perdeu seu brilho, as brincadeiras, os intervalos fora
do comum de tão longos para alguns, ainda estão como sempre foram: divertidos. Um
dos amigos dos nossos heróis usa óculos redondo de grau, cabelo tigela, é pardo com
uma voz irritantemente fina e pegajosa. Ele não tem muitos amigos, mas com certeza é
o melhor que eles poderiam ter. Os dentes do meio grandes e amostra evidenciam a
alegria de revê-los.
Toddy chega animado com algo na mão dele que se parece com uma HQ: - OI
GENTE! Viajei com meus pais nas férias nem pude ver vocês, mas mais um ano se
aproxima né. O que vocês esperam?
Os 3 amigos entram para a escola e dentro da sala de aula a professora Roberia
apresenta mais um inicio de semestre, como sempre a voz calma e serena daquela
mulher adormece qualquer aluno, até mesmo o mais estudioso, o tédio consome e a
sala trava uma luta silenciosa contra o sono. Um papel atinge a cabeça de um, depois
do outro, ambos olham para trás e Toddy com seus 4 graus e meio de miopia
comemora, pois dessa vez, o papel não voou na cabeça da pessoa errada (-1 uma surra
e algum dos grandes).
No papel está escrito: “hoje, escola, 23h no portão” e abaixo da mensagem dois
parênteses um com “to dentro” ao lado e outro escrito “bato em idosas e como bosta
hehe”.
Depois da aula ele chama os dois para a biblioteca, a bibliotecária Natália, uma
jovem estagiária manca, tímida, os recebe, guarda seus pertences e libera a entrada
deles para a biblioteca. Lá ele explica que o plano é conseguir recuperar as provas que
a professora robéria guarda na sua escrivaninha, ele planeja arrumar sua nota, já que
ele passou muitas noites sem estudar vendo anime. Ele precisa da ajuda deles, já que é
ele que sempre passou cola e salvou o ensino médio dos meninos.
De noite eles encontram Toddy na frente do colégio com uma roupa toda preta,
segundo ele, é um paramento de disfarce e camuflagem. Ele convocou os 2 para uma
investigação, a professora Robéria esconde algo que a faz ficar calma, Toddy quer para
ficar calmo também e estudar melhor. O portão grande e de ferro, alto e com muros
em volta bloqueia a passagem.
Ao passar do portão, eles se deparam com algo anda comum... o silêncio
grotesco que grita em aviso: voltem! Mas o coração jovem puxa cada um deles para
aqueles corredores escuros, o guarda faz sua ronda no segundo andar, sua lanterna é
percebida por qualquer que atento se dedique a vê-la e escutar seus passos. No
primeiro andar os armários rodeiam o salão principal que dá caminho para as salas de
aula, agora vazia, as portas de madeira estalam causando calafrios a quem ouve. A sala
da professora Robéria ainda está longe, no segundo e último andar.
Eles andam sem fazer barulho e chegam nas escadas em semiespiral que sobe
para onde o guarda, esposo da professora Robéria se encontra. Jaime é um profissional
simpático que quando está no turno da manhã, cumprimenta todo mundo que vê. Pela
noite, as coisas mudam, Jaime é bruto, rígido com quem vê, como quase um alterego.
Quando eles conseguem entrar dentro da sala correta, procuram algo que
professora Robéria esconde com chave na sua escrivaninha, mas... o frio aumenta, o
bafo gélido sai da boca deles, Amanda, uma das desaparecidas aparece atrás, no fundo
da classe, com um choro que implora por ajuda. “Me ajudem, quero meus pais, minhas
amigas devem estar me esperando”. Toddy se desespera, seus dentes grandes se
expõem em um grande ar, ofegante, ele paralisa.
Os 2 reconhecem que aquela menina é uma das desaparecidas que tiveram seu
rosto estampado naqueles cartazes. Toddy corre pelos corredores pedindo ajuda para
Jaime e o encontra morto, o primeiro corpo dos desaparecidos é encontrado, a
imagem é horrível, seu corpo contorcido, a cabeça para trás, as pernas e pés trocados,
o tronco girou em 180°.
Ao se deparar com aquela cena, Toddy não vê somente o corpo daquela pessoa
que todo dia o recebia com um sorriso, mas vê uma aberração, um monstro gordo,
careca, aparenta ter 2 corpos costurados em 1, seus braços desalojados e pernas que
compõem todo o quadril (para trás dele e para a frente), sua barriga aberta com dentes
em volta dela, pontudos, babando sangue.
Ele paralisa, quando os meninos escutam seu grito, desesperados correm para
ver, aquela cena aterroriza os dois (rolar sanidade, dt 18). Eles pegam o Toddy e tentam
correr (rolar iniciativa e a cada rodada rolam atletismo com vigor). Toddy se separa da
galera e some, eles o encontram na saída da escola, sua cabeça separada do corpo
compunha uma arte grotesca com os outros membros.
Encurralados por aquele ser desconhecido e temendo a morte, uma figura
surge atrás da criatura, cabelos longos, ruivos, e uma perna manca que não toca no
chão. Essa figura diz “psiu” e ao passo que coloca o pé no chão, uma aura azul gira e
gera vento, uma katana preta afiada começa a ganhar brilho na mão dela, as vestes
antes não identificadas agora revelam Natália com uma roupa tradicional japonesa
preta, sandálias de dedo branca. Ela some, e surge como um relâmpago acima da
cabeça do bicho, cortando um dos braços dele. A energia que ela exala é assustadora,
algo que os dois nem sabem o que é.
Ela corta um dos braços dele, enquanto ambos admiram aquela cena de
salvação, um dos braços restantes a atira na parede dando uma ricocheteada, a sua
katana cai aos pés da criatura que agora distraída busca matar Natália com sua mão
gigante.
 A primeira katana que o kael pegar desperta o poder de um humano
espiritual, a katana se desfaz em arco que se aloja em matéria espiritual, as
marcas nos braços dele brilham em azul escuro e um arco sem flecha fica
em posse dele. Agora ele pode disparar flechas de energia espiritual em seu
inimigo.
 A segunda katana gerará uma zampakutou, ela agora está em posse e gera
roupas de shinigami. Agora o segundo player pode lutar corpo a corpo com
aquela criatura.
Ao segurarem cada um sua espada, eles se deslocam de seus corpos e
percebem uma corrente no peito deles. Depois de derrotarem aquele Hollow, Natalia
ainda desacordada é levada por eles para alguma das duas casas. Lá ao acordar e ainda
assustada ela levanta dando um bakudo no que estava mais perto e imobiliza ele.
Agora sem arma, ela conta sobre o outro lado e explica o que é um hollow. Ela explica
que agora que eles foram expostos, o cheiro deles está circulando e pode atrair hollows
ainda mais poderosos.
Natalia desenha um símbolo em sua mão e ao se aproximar do kael e do outro,
toca suas testas e de repente tudo volta ao normal, as roupas são as mesmas roupas de
antes, a espada e o arco sumiram e a corrente também. Ela explica que agora, sem
poderes, eles dois tomaram seus poderes e agora são substitutos. A corrente era a
chamada corrente do destino, a corrente que liga a alma ao corpo humano, hollows
são formados a partir do momento que essa corrente é corrompida com o passar do
tempo e consome aquela alma, é por isso que os shinigamis existem, para mandar
essas almas para o além o mais rápido possível.
Ela diz: temos que voltar lá, precisamos ceifar a alma daquela pobre garoto, por
isso fui lá, mas os idiotas conseguiram chamar atenção de um hollow maior. Temos que
voltar lá, ensino esse da espada a ceifar alguém.
De volta a escolar, tudo parece normal, nada de sangue, se portas destruídas ou
de corpos. Eles encontram a Amanda, o espírito da menina ainda se encontrava
naquela salinha, escondida, com medo, a sua corrente ainda estava lá, mas se assunta
e corre para o corredor. Quando eles iam saindo da sala, um hollow menor aparece e
os força a lutar (rolar iniciativa e esquiva – dt 17), quando derrotam e ceifam Amanda,
eles veem um homem alto, mais velho, mechas brancas, mas o cabelo preto, as vestes
são brancas e de cima pra baixo encara os meninos, o seu subordinado, um jovem que
aparente ter a mesma idade deles os encara com a esperança de uma boa luta. O
primeiro tem Natália nas costas, ele com certeza usou de um bakudo muito forte e
incapacitou ela. Ele entrega natália para seu companheiro que some, ele os encara e
sem nenhuma palavra pega sua zampakuto (rolem iniciativa). Ele saca, e sem exalar
nenhum poder espiritual some e reaparece atrás dos dois, a espada armada, o fio
gelado... ele vai matá-los.
Em um piscar de olhos, eles estão numa mercearia bem simples, o dono
sorrindo diz: é... vocês mexeram com gente grande agora. Ao lado dele, há uns
produtos comuns de mercado e um banquinho. Os dois ainda meio tontos veem um
homem alto, forte, com vestes brancas e verdes com um chapéu estilo bucket. Duas
crianças entram correndo “são eles.. são eles... senhor urahara?”

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