e, portanto,
ou seja,
[eg (x)]′ = eg (x) g′(x).
b) y = ln u, u = g(x)
EXEMPLO 1. Calcule a derivada.
a) y = xx.
b) y = 3x. (c) e (d) ficam a seu cargo. ■
Solução EXEMPLO 6. Seja y = x2 e3x. Calcule a derivada.
a) xx = ex ln x. Solução
(x )′ = e
x x ln x
(x ln x)′ = x (ln x + 1),
x
Pela regra do produto,
ou seja,
(xx)′ = xx (1 + ln x). Como (x2)′ = 2x e (e3x)′ = e3x (3x)′ = 3e3x resulta
b) 3x = ex ln 3.
(3x)′ = ex ln 3 (x ln 3)′.
ou seja,
Como ln 3 é constante, (x ln 3)′ = x ′ ln 3 = ln 3. Assim,
(3x)′ = 3x ln 3. ■
EXEMPLO 7. Seja y = xe−2x. Verifique que
EXEMPLO 2. Seja a > 0, a ≠ 1, constante. Mostre que, para todo x,
(ax)′ = ax ln a.
Solução Solução
27. Seja f uma função diferenciável e suponha que, para todo x ∈ Df, 3x2
+ x sen f (x) = 2. Mostre que para todo x ∈
Df, com x cos f (x) ≠ 0.
28. A função diferenciável y = f (x) é tal que, para todo x ∈ Df, o ponto
Então (x, f (x)) é solução da equação xy3 + 2xy2 + x = 4. Sabe-se que f(1) =
1. Calcule f′(1).
29. Seja f : ]−r, r[ → ℝ uma função derivável. Prove
a) Se f for uma função ímpar, então f′ será par.
b) Se f for função par, então f′ será ímpar.
EXEMPLO 8. Calcule sendo y = cos 5x.
30. Seja g : ℝ → ℝ uma função diferenciável tal que g(2) = 2 e g′(2) = 2.
Solução Calcule H′(2), sendo H dada por H (x) = g(g(g(x))).
7.12. DERIVADA DE f (x)g(x)
Sejam f e g duas funções deriváveis num mesmo conjunto A, com f (x) > 0
para todo x ∈ A. Consideremos a função definida em A e dada por
EXEMPLO 9. Calcule y = f (x)g(x).
Aplicando ln aos dois membros obtemos
ln y = g(x) ln f (x)
e, assim,
y = eg (x) ln f (x),
Solução
ou seja,
f (x)g(x) = eg (x) ln f (x).
Então,
22. Seja y = y (x) definida no intervalo aberto I e tal que, para todo x em Como
I,
Verifique que, para todo x em I, resulta
23. Seja y = f (x) uma função derivável num intervalo aberto I, com 1 ∈
I. Suponha f(1) = 1 e que, para todo x em I, f′(x) = x + [f (x)]3.
a) Mostre que f″(x) existe para todo x em I.
b) Calcule f″(1).
c) Determine a equação da reta tangente ao gráfico de f no ponto de
abscissa 1. Assim,
24. Seja y = y (r) derivável até a 2.ª ordem. Verifique que
EXEMPLO 10. Seja g derivável e n ≠ 0 inteiro. Verifique que
25. Seja em que x = x (t) é uma função definida e derivável
em ℝ. Verifique que, para todo t real,
26. Seja em que x = x (t) é uma função derivável num intervalo Solução
aberto I. Suponha que, para todo t em I, β a) y = un, u = g(x).
constante. Verifique que
ou seja, a) y = tg 3x
b) y = sec 4x
c) y = cotg x2
d) y = sec (tg x)
b) Fica a seu cargo. ■ e) y = sec x3
f) y = etg x2
EXEMPLO 11. Seja f : ℝ → ℝ uma função derivável até a 2.ª ordem e seja g
dada por g(x) = f (x2). Calcule g″ (2), supondo f′(4) = 2 e f″ (4) = 3. g) y = cosec 2x
h) y = x3 tg 4x
Solução i) y = ln (sec 3x + tg 3x)
j) y = e−x sec x2
g′(x) = f′(x2) (x2)′ = 2x f′(x2).
l) y = (x2 + cotg x2)3
g″(x) = [2x f′ (x2)]′ = (2x)′ f′(x2) + 2x [f′(x2)]′. m) y = x2 tg 2x
Como [f′(x2)]′ = f″(x2) (x2)′ = f″(x2) 2x, resulta
17. Seja y = cos ωt, ω constante. Verifique que
g″(x) = 2 f′(x2) + 4x2 f″(x2).
Então,
18. Seja y = e−t cos 2t. Verifique que
g″(2) = 2 f′(4) + 16 f″(4)
ou seja,
g″(2) = 52. ■ 19. Seja Verifique que
EXEMPLO 12. A função diferenciável y = f (x) é tal que, para todo x ∈ Df,
xf(x) + sen f (x) = 4. 20. Seja y = f (x) derivável até a 2.ª ordem. Verifique que
Mostre que
21. Seja Verifique que
para todo x ∈ Df, com x + cos f (x) ≠ 0.
f′(x) = g(x2) + 2x2 g′(x2).
Solução
7. Seja g : ℝ → ℝ uma função diferenciável e seja f dada por f (x) = x g
(x2). Calcule f′(1) supondo g(1) = 4 e g′(1) = 2. [xf (x) + senf (x)]′ = 4′.
8. Seja g : ℝ → ℝ diferenciável tal que g(1) = 2 e g′(1) = 3. Calcule [xf (x)]′ + [senf (x)]′ = 0.
f′(0), sendo f dada por f (x) = ex g (3x + 1).
f (x) + xf′ (x) + [cosf (x)] · f′(x) = 0
9. Seja f : ℝ → ℝ derivável até a 2.ª ordem e seja g dada por g(x) =
f(e2x). Verifique que daí
g″(x) = 4e [f′(e ) + e f″(e )].
2x 2x 2x 2x
f′(x) [x + cos f (x)] = −f (x),
10. Seja y = e2x. Verifique que
ou seja,
11. Seja y = xe2x. Verifique que
12. Determine α de modo que y = eαx verifique a equação em todo x ∈ Df com x + cos f (x) ≠ 0. ■
13. Determine α de modo que y = eαx verifique a equação
EXEMPLO 13. Seja y = x3, em que x = x(t) é uma função derivável até a 2.ª
ordem. Verifique que
14. Seja y = eαx, em que α é uma raiz da equação λ2 + aλ + b = 0, com a e
b constantes. Verifique que
Solução
15. Seja g uma função derivável. Verifique que
a) [tg g(x)]′ = sec2 g(x) · g′(x) ou seja,
b) [sec g(x)]′ = sec g(x) tg g(x) · g′(x)
c) [cotg g(x)]′ = −cosec2 g(x) · g′(x)
d) [cosec g(x)]′ = −cosec g(x) cotg g(x) · g′(x)
16. Derive.
Como
resulta
ou seja,
Exercícios 7.11
1. Determine a derivada. 5. Calcule a derivada segunda.
2. Seja f : ℝ → ℝ derivável e seja g(t) = f(t2 + 1). Supondo f′(2) = 5,
calcule g′(1).
3. Seja f : ℝ → ℝ derivável e seja g dada por g(x) = f(e2x). Supondo f′(1)
= 2, calcule g′(0).
4. Derive. 6. Seja g : ℝ → ℝ uma função diferenciável e seja f dada por f (x) = x g
(x2). Verifique que