g′(x) = 20x3.
EXEMPLO 3. Calcule f′(x) em que
Solução
Pela regra do quociente
Como
(2x + 3)′ = 2 e (x2 + 1)′ = 2x
resulta
Exercícios 7.4
ou 1. Determine a equação da reta tangente ao gráfico de f (x) = ex no ponto
de abscissa 0.
2. Determine a equação da reta tangente ao gráfico de f (x) = ln x no
ponto de abscissa 1. Esboce os gráficos de f e da reta tangente.
EXEMPLO 4. Seja f (x) = (3x2 + 1) ex. Calcule f′(x). 3. Seja f (x) = ax, em que a > 0 e a ≠ 1 é um real dado. Mostre que f′(x)
= ax ln a.
Solução
4. Calcule f′(x).
Pela regra do produto
a) f (x) = 2x
f′(x) = (3x + 1)′ e + (3x + 1) (e )′.
2 x 2 x
b) f (x) = 5x
c) f (x) = πx
Como
(3x2 + 1)′ = 6x e (ex)′ = ex d) f (x) = ex
resulta
5. Seja g (x) = loga x, em que a > 0 e a ≠ 1 é constante. Mostre que
6. Calcule g′(x)
a) g (x) = log3 x
b) g (x) = log5x Observação. A notação [f (x)]′ é usada com frequência para indicar a
c) g (x) = logπx derivada de f (x) em x.
d) g (x) = ln x EXEMPLO 1. Seja f (x) = 4x3 + x2. Calcule.
a) f′(x).
7.5. DERIVADAS DAS FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS b) f′(1).
Solução
Teorema. São válidas as fórmulas de derivação.
a) sen′x = cos x.
b) cos′x = −sen x. Pela (D2), (4x3)′ = 4 · (x3)′ = 4 · 3x2 = 12x2.
c) tg′x = sec2 x.
d) sec′x = sec x tg x. Segue
e) cotg′x = −cosec2 x.
f) cosec′x = −cosec x cotg x. f′(x) = (4x3)′ + (x2)′ = 12x2 + 2x,
ou seja,
Demonstração
f′(x) = 12x2 + 2x.
b) Como f′(x) = 12x2 + 2x, segue f′(1) = 14. ■
EXEMPLO 2. Calcule g′(x) em que g(x) = 5x4 + 4.
Solução
g′(x) = [5x4 + 4]′ = (5x4)′ + (4)′.
Já vimos que a derivada de uma constante é zero, assim, (4)′ = 0. Como
(5x4)′ = 20x3 resulta
Observe que, pelo fato de g ser derivável em p, g será contínua em p, e,
assim,
(Em palavras: a derivada do produto de duas funções é igual à derivada da
primeira multiplicada pela segunda mais a primeira multiplicada pela
derivada da segunda.) ■
Teorema 2. (Regra do quociente). Se f e g forem deriváveis em p e se
g (p) ≠ 0, então será derivável em p e
(Em palavras: a derivada de um quociente é igual à derivada do
numerador multiplicado pelo denominador menos o numerador
multiplicado pela derivada do denominador, sobre o quadrado do
denominador.)
Demonstração
Fazendo t = x + h (t → x quando h → 0)
Somando e subtraindo f(p) g (p) ao numerador resulta
e, portanto,
tg′x = sec2 x.
(d), (e) e (f) ficam a seu cargo. ■
Teorema 1. Sejam f e g deriváveis em p e seja k uma constante. Então
Exercícios 7.5 as funções f + g, kf e f · g são deriváveis em p e têm-se
1. Seja f (x) = sen x. Calcule. (D1) (f + g)′(p) = f′(p) + g′(p).
(D2) (kf)′(p) = kf′(p).
a) f′(x) (D3) (f · g)′(p) = f′(p) g(p) + f (p) g′(p).
Demonstração
2. Determine a equação da reta tangente ao gráfico de f (x) = sen x no
ponto de abscissa 0.
3. Seja f (x) = cos x. Calcule.
a) f′(x)
b) f′(0)
(Em palavras: a derivada de uma soma é igual à soma das derivadas das
parcelas.)
4. Calcule f′(x) sendo
(kf)′ (p) = kf′(p).
a) f (x) = tg x
b) f (x) = sec x
(Em palavras: a derivada do produto de uma constante por uma função é
5. Determine a equação da reta tangente ao gráfico de f (x) = tg x no
igual ao produto da constante pela derivada da função.)
ponto de abscissa 0.
6. Seja f (x) = cotg x. Calcule.
a) f′(x)
7. Seja g (x) = cosec x. Calcule.
a) g′(x)
7.6. DERIVABILIDADE E CONTINUIDADE
A função f (x) = | x | não é derivável em p = 0 (Exemplo 7-7.2); entretanto,
esta função é contínua em p = 0, o que nos mostra que uma função pode ser
contínua em um ponto sem ser derivável neste ponto.
Logo, f é derivável em 1 e f′(1) = 2.
b) Como f é derivável em 1, segue que f é contínua em 1. ■
Exercícios 7.6
1. Deste modo, continuidade não implica derivabilidade.
Seja
Entretanto, derivabilidade implica continuidade, como mostra o seguinte
teorema.
a) f é contínua em 2? Por quê?
b) f é derivável em 2? Por quê?
Teorema. Se f for derivável em p, então f será contínua em p.
2.
Seja Demonstração
Pela hipótese, f é derivável em p, logo existe e é igual
a) f é derivável em 0? Justifique. a f′(p). Precisamos provar que f é contínua em p, isto é, que
b) f é contínua em 0? Justifique.
Temos
3.
Seja
a) f é derivável em 3? Justifique.
daí,
b) f é contínua em 3? Justifique.
7.7. REGRAS DE DERIVAÇÃO
ou seja,
e, portanto,
Assim,
Observação. Segue do teorema que, se f não for contínua em p, então f não
poderá ser derivável em p. logo, não existe, ou seja, f não é derivável em 1.
EXEMPLO 1. A função é derivável em p = 1? Por
quê?
Solução
f não é contínua em 1, pois é diferente de
Como f não é contínua em 1, segue que f não é derivável em 1. ■
EXEMPLO 2. Seja EXEMPLO 3. Seja
a) f é derivável em 1?
a) f é contínua em 1? b) f é contínua em 1?
b) f é diferenciável em 1?
Solução Solução
logo, f é contínua em 1.
b) Como f é contínua em 1, f poderá ser derivável ou não em 1. Temos