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Táticas e Sistemas Defensivos no Handebol

O documento aborda ações táticas defensivas no handebol, como basculação, flutuação e triângulo defensivo, que visam melhorar a defesa em situações de jogo. Também descreve diferentes sistemas defensivos, como 3:2:1, 3:3, 4:2, 5:1 e 6:0, cada um com suas características e estratégias específicas para lidar com ataques adversários. A compreensão dessas táticas é essencial para otimizar a performance defensiva da equipe.

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Táticas e Sistemas Defensivos no Handebol

O documento aborda ações táticas defensivas no handebol, como basculação, flutuação e triângulo defensivo, que visam melhorar a defesa em situações de jogo. Também descreve diferentes sistemas defensivos, como 3:2:1, 3:3, 4:2, 5:1 e 6:0, cada um com suas características e estratégias específicas para lidar com ataques adversários. A compreensão dessas táticas é essencial para otimizar a performance defensiva da equipe.

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Trabalho de reposição – Handebol

Laura Baldan – RA 22000391

1. São consideradas ações táticas defensivas:

BASCULAÇÃO – Deslocamentos laterais defensivos determinados pela posição da bola e do


jogador, com objetivo de obter superioridade numérica defensiva no setor em que se encontra
a bola.

FLUTUAÇÃO – Ação de aproximação-afastamento de um defensor frente a seu oponente. O


objetivo é jogar com espaços disponíveis para o atacante: por meio da redução, aproximamo-
nos do oponente, em uma zona eficaz de deslocamento; por meio do aumento, para bloquear
a bola na direção que ela fosse.

TRIÂNGULO DEFENSIVO – Exercício que combina basculação e flutuação, com objetivo de


reforçar as zonas defensivas correspondentes à posição da bola, ou seja, formar superioridade
numérica defensiva em torno da bola.

DOBRA – Conhecido também como “ajuda” ou “fechamento”, consiste em evitar a progressão


de um jogador adversário em posse da bola que superou um companheiro em um posto
específico ao lado do seu. Implica em atuar sobre um adversário em posse de bola que não
seja seu oponente direto.

TROCA DE OPONENTES – É uma permuta de funções de marcação como consequência de


ações dos atacantes com a finalidade de não romper a estrutura espacial de uma organização
defensiva.

DESLIZAMENTO – Resposta defensiva às trocas de posicionamento dos atacantes, e cada


defensor acompanha seu adversário, marcando-o de perto.

MARCAÇÃO – Podendo ser à distância ou em proximidade; oponente com ou sem a bola.

BLOQUEIO DO LANÇAMENTO – Cortar a trajetória da bola lançada ao gol.

INTERCEPTAÇÃO DA BOLA – Cortar o envio da bola em determinado espaço livre, atuando


sobre a possível trajetória da bola entre o passador e o possível receptor.

ROUBAR A BOLA – Ações para tirar ou desviar a bola do adversário.

2. Sistemas defensivos

[Link]
Defesa em três linhas estruturada, fundamentalmente em função da bola. É uma defesa mais
profunda e densa, mas pouco ampla. Favorece o desenvolvimento do contra-ataque. Funciona
apenas se houver muito deslocamento.

3:3
São estabelecidas duas linhas defensivas. É mais profunda, pouco ampla e densa. A pressão
sobre a primeira linha do ataque adversário é máxima, acarretando uma situação de
desvantagem posicional em torno da linha dos 6m, já que o espaço para defender é maior.
Dificulta arremessos na linha dos 9m e pode ser adaptada com facilidade. Facilita a infiltração
adversária e dificulta a cobertura.
4:2
São estabelecidas duas linhas defensivas. Quatro jogadores na linha dos 6m e dois defensores
perto da linha dos 9m. É profunda, densa e de média amplitude. Evita arremessos a longa
distância e tem eficácia na zona central. É fraca contra sistemas de ataque 3:3.

5:1
Duas linhas defensivas. A segunda é formada por apenas um jogador, denominado avançado,
que tem como principal função dificultar a circulação da bola na primeira linha ofensiva e
marcar o central. É profunda, densa e ampla. Neste caso há boa versatilidade e o pivô pode ser
bem marcado e ter cobertura. Caso o time tenha dois pivôs, a defesa fica fragilizada e permite
arremesso a curtas distâncias.

6:0
Sistema principal ou padrão. Apenas uma linha defensiva próxima dos 6m. É um sistema muito
fechado e tem como objetivo evitar a penetração do adversário com a bola, permitindo o
lançamento de longa distância. É profunda, densa e ampla.
Dificulta o trabalho do pivô, tem boa eficácia na cobertura e não permite arremessos de curta
distância.
Frágil na retomada de posse de bola.

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