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Atualização do Estatuto da ARSCTS Salina

A ASSOCIAÇÃO RECREATIVA SOCIAL E CULTURAL «TA BANCA» DE SALINA, é uma entidade não-governamental e sem fins lucrativos, com sede em Salina, que visa promover atividades culturais e sociais. A associação é composta por membros fundadores, ordinários, honorários e beneméritos, e possui órgãos como a Assembleia-Geral, o Conselho Directivo e o Conselho Fiscal, responsáveis pela administração e fiscalização. O estatuto estabelece diretrizes para a admissão, direitos e deveres dos membros, além de normas para a gestão do patrimônio e a extinção da associação.
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Atualização do Estatuto da ARSCTS Salina

A ASSOCIAÇÃO RECREATIVA SOCIAL E CULTURAL «TA BANCA» DE SALINA, é uma entidade não-governamental e sem fins lucrativos, com sede em Salina, que visa promover atividades culturais e sociais. A associação é composta por membros fundadores, ordinários, honorários e beneméritos, e possui órgãos como a Assembleia-Geral, o Conselho Directivo e o Conselho Fiscal, responsáveis pela administração e fiscalização. O estatuto estabelece diretrizes para a admissão, direitos e deveres dos membros, além de normas para a gestão do patrimônio e a extinção da associação.
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ACTUALIZAÇÃO DO

ESTATUTO
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA SOCIAL E
CULTURAL «TA BANCA» DE SALINA-
“ARSCTS”
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
SECÇÃO I
DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS
Artº. 1º.
É constituída a ASSOCIAÇÃO RECREATIVA SOCIAL E CULTURAL «TA
BANCA» DE SALINA, abreviadamente designada por “ARSCTS”, é uma
associação não-governamental independente de todas as organizações
partidárias, de fim não lucrativo e constituída por mulheres e homens que
comungam dos objectivos definidos nestes Estatutos.
Artº. 2º.
SEDE
A Associação tem a sua sede em Salina, Pedra Badejo, podendo, por
proposta da Direcção e aprovação da Assembleia-geral, deslocá-la para
qualquer outro ponto do território nacional.
Artº. 3º.
OBJECTIVOS
A A.R.S.C. «Ta banca» prosseguirão os seguintes objectivos:
Criar e promover atividades culturais;
Participar ativamente no enriquecimento da nossa cultura;
Desenvolver a cooperação e intercâmbio entre os seus associados
dirigentes, sociedade civil com outras associações culturais nacionais e
internacionais;
Promover estudos, investigação e difusão de notícias sobre a cultura Cabo
Verdiana.
A.A.R.S. «Ta banca» Salina é um grupo sem fins lucrativos, dotado de
autonomia administrativa e financeira, visando fins sociais nomeadamente:
Melhorar o comportamento dos jovens na sociedade;
Desenvolver actividades de ocupação de tempo livre;
Apostar seriamente na prevenção e combates aos males sociais.
Na prossecução dos seus fins, a associação propõe-se a:
Cooperar com as individualidades e autoridades quer governamentais quer
não governamentais;
Promover acções de intercâmbios com outros grupos com congéneres
nacionais e internacionais; Cooperar na proteção e combate as doenças e
demais males sociais.
Artº. 4º.
PATRIMÓNIO
1. O património da Associação é constituído pela soma das jóias e quotas
dos membros e de todos os bens móveis e imóveis que vierem a pertencer-
lhe.
2. O património inicial é de 10.000$00 (dez mil escudos).
CAPÍTULO II
MEMBROS
Definição
Artº. 5º.
1. São membros da Associação todos os que se identifiquem com os
objectivos constantes destes Estatutos, preencham os requisitos aqui
estabelecidos e como tal forem admitidos.
2. A qualidade de associado pode ser retirada em caso de comportamento
considerado lesivo aos interesses da Associação.

Artº. 6º.
1. Associação admite as seguintes categorias de membros:
a) Membros fundadores;
b) Membros ordinários;
c) Membros honorários;
d) Membros beneméritos;
2. São membros fundadores os que tenham participado na respectiva
Assembleia constitutiva, directamente ou por intermédio de representante.
3. São membros ordinários além dos fundadores, todos os que livremente
aderirem à Associação.
4. São membros honorários os indivíduos ou instituições que, pelos serviços
prestados à Associação, mereça, tal distinção.
5. São membros beneméritos os indivíduos ou instituições que prestem
apoio material ou financeiro à Associação.
Artº. 7º.
Direitos dos Membros
1.São direitos dos Membros ordinários e fundadores:
a) Eleger e ser eleito para os órgãos da Associação.
b) Criticar responsavelmente qualquer órgão ou membro da
Associação independentemente do seu grau hierárquico.
c) Ser ouvido pelo órgão competente quando são decididas
sanções sobre a sua pessoa e dela recorrer.
d) Intervir nas assembleias- gerais.
e) Consultar os estudos e documentos produzidos.
f) Ser tratado com respeito no desempenho das suas funções.
g) Participar nas actividades da Associação, nomeadamente,
propondo medidas que melhor sirvam à prossecução dos seus
fins e objectivos.
h) Propor a admissão de novos membros.
2. São direitos dos membros honorários e beneméritos os referidos no
número anterior, com excepção do disposto nas alíneas a) e e).
Artº. 8º.
Deveres dos Membros
São deveres dos Membros ordinários e fundadores:
a) Cumprir escrupulosamente os Estatutos, os regulamentos e as
deliberações dos órgãos da Associação.
b) Pagar pontualmente as quotas e jóias.
c) Cultivar o espírito de solidariedade e entreajuda entre os seus
membros.
d) Velar pela conservação dos bens da Associação.
e) Zelar pelo bom-nome e prestígio da Associação.
f) Desempenhar gratuitamente e com zelo os cargos ou funções
para que forem eleitos ou designados.
Artº. 9º.
Perda e Qualidade de Membros
1. Perdem a qualidade de membros:
a) Os que se autodemitirem.
b) Os que não tenham pago as quotas durante três meses
seguidos ou cinco meses interpolados.
c) Os que hajam sido expulsos da Associação.
2. Podem ser readmitidos, por deliberação da Assembleia-geral os membros
excluídos da Associação com base no disposto na alínea b) do número
anterior, mediante pagamento das quotas em atraso e multa equivalente à
metade do montante da dívida.
Artº. 10º.
Expulsão
1. A pena de expulsão só pode ser aplicada aos membros que violarem
gravemente os seus deveres associativos, desrespeitarem de forma grave e
reiterada os objectivos ou interesses morais e patrimoniais da Associação.
2. A aplicação da pena de expulsão compete à Assembleia-geral por maioria
qualificada de dois terços dos seus membros e mediante proposta do
Conselho Directivo.
CAPÍTULO III
DOS ÓRGÃOS
Secção I
Disposições gerais
Artº. 11º.
Enumeração
1.São órgãos da Associação:
a) A Assembleia- Geral.
b) O Conselho Directivo.
c) O Conselho Fiscal.

[Link] titulares dos órgãos da Associação são eleitos pela Assembleia-geral


em sufrágio secreto, nos termos estabelecidos no Regulamento Eleitoral.
Secção II
Assembleia-Geral
Artº. 12º.
Definição e Constituição
1. A Assembleia-geral é o órgão máximo da Associação e é constituída por
todos os membros efectivos em pleno gozo dos seus direitos associativos
podendo nela participar os membros honorários e beneméritos, sem
direitos a voto.
2. Nas sessões da Assembleia-geral poderão ser convidados entidades
nacionais e estrangeiros.
Artº. 13º.
Mesa
A Mesa da Assembleia Geral é constituída por 05 (cinco) membros, sendo
Presidente, Secretário e três vogais.
Artº. 14º.
Sessões
1. A Assembleia-geral reúne-se ordinariamente duas vezes por ano,
devendo, na reunião do primeiro semestre apreciar o relatório e contas do
ano social anterior, e no segundo semestre discutir e aprovar o orçamento e
o programa de actividade para o ano seguinte.
2. Reúne-se extraordinariamente sempre que convocado pelo Presidente da
Mesa da Assembleia-geral, por iniciativa do Conselho Directivo, Conselho
Fiscal ou a requerimento de um terço dos membros em pleno gozo dos seus
direitos.
Artº. 15º.
Quorum
A Assembleia-geral não poderá deliberar validamente, em primeira
convocatória, sem presença de três/quarto dos membros.
Artº. 16º.
Competência
Compete à Assembleia Geral:
a) Garantir a manutenção dos principais inspiradores da Associação.
b) Eleger os titulares dos órgãos da Associação.
c) Discutir e aprovar relatório e contas do Conselho Directivo.
d) Discutir e apreciar a actividade dos restantes órgãos.
e) Criar comissões de trabalho permanentes para a realização de
estatutos ou actividades no âmbito dos fins da Associação.
f) Aprovar o programa anual, o orçamento e as linhas gerais de
acção do Conselho Directivo.
g) Discutir e aprovar projectos de alteração de Estatutos e
regulamento.
h) Fixar e alterar, sob proposta do Conselho Directivo o quantitativo
das quotas e jóias.
i) Exercer as demais funções previstas nestes estatutos,
regulamentos internos e na lei.
SECÇÃO III
CONSELHO DIRECTIVO
Artº. 17º.
Definição e Constituição
O Conselho Directivo é o órgão executivo e da administração da Associação,
constituída por 05 (cinco) elementos eleitos em lista maioritária, sendo um
deles o Presidente, Vice-Presidente, Secretário, Tesoureiro e Vogal.
Artº. 18º.
Sessões
1. O Conselho Directivo reúne-se em sessão ordinária mensalmente.
2. Reúne-se em sessão extraordinariamente mediante convocação do
Presidente ou solicitação de, pelo menos, três dos seus membros.
Artº. 19º.
Quórum
O Conselho Directivo não pode deliberar validamente sem a presença de
dois terços dos seus membros.
Artº. 20º.
Votação
O Conselho Directivo delibera por maioria absoluta dos seus membros,
tendo o Presidente voto de qualidade.
Artº. 21º.
Competência
Compete ao Conselho Directivo:
a) Aplicar as orientações traçadas pela Assembleia-geral.
b) Dirigir e controlar a actividade geral da organização no intervalo
da Assembleia-geral.
c) Velar pelo cumprimento da lei, dos estatutos e Regulamentos da
Associação e deliberação dos seus órgãos.
d) Estabelecer relações de cooperação com entidades nacionais ou
estrangeiras.
e) Criar comissões de trabalho eventuais para a realização de
estudos ou actividades no âmbito dos fins da Associação.
f) Autorizar o Presidente a propor acções judiciais, confessar, desistir
e transigir.
g) Elaborar e submeter o relatório, contas, orçamento e plano de
actividades a apreciação da Assembleia-geral.
h) Aprovar o regulamento interno.
i) Administrar o património associativo e zelar pela sua conservação.
j) Exercer as demais funções previstas neste Estatutos e nos
regulamentos internos.
Artº. 22º.
Competência do Presidente
Compete ao Presidente convocar e orientar as reuniões do Conselho
Directivo e representar a Associação em juízo ou fora dele.
Artº. 23º.
Substituição do Presidente
O Presidente é substituído nas suas faltas ou impedimentos pela segunda
pessoa na hierarquia.
SECÇÃO IV
CONSELHO FISCAL
Artº. 24º.
Constituição
O Conselho Fiscal é constituído por 5 (três) membros que designarão entre
si, Presidente, Vice- Presidente, Secretário e 02 (dois) vogais.
Artº. 25º.
Sessões
O Conselho Fiscal reúne-se pelo menos uma vez por semestre.
Artº. 26º.
Competência
1. Compete ao Conselho Fiscal controlar e fiscalizar as actividades da
Associação designadamente:
a) Examinar e dar parecer sobre o relatório e contas da Associação;
b) Fiscalizar a execução do orçamento.
c) Participar nas reuniões do Conselho Directivo, sempre que o
entender conveniente, terá direito a voto.
d) Emitir parecer sobre qualquer matéria de carácter económico,
financeira, a solicitação dos restantes órgãos.
2. Os membros do Conselho Fiscal não podem exercer funções em qualquer
outro órgão, excepto na Assembleia-geral.
CAPÍTULO IV
Disposições Diversas
Artº. 27º.
Receitas da Associação
Constituem receitas da associação:
a) As jóias e quotas pagas pelos membros.
b) Os subsídios, donativos, heranças, legados ou doações de
entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras.
c) Os rendimentos de bens ou capitais próprios.
d) Quaisquer outras receitas.
Artº. 28º.
Despesas da Associação
1. As despesas da Associação são contraídas na realização dos seus fins
estatutários em conformidade com os orçamentos aprovados pela
Assembleia-geral.
2. A utilização de fundos especiais carece de parecer favorável do Conselho
Fiscal.
CAPÍTULO V
Disposições Finais e Transitórias
Artº. 29º.
Duração do Mandato
Os órgãos da Associação são eleitos em lista única por um período de 02
(dois) anos.

Artº. 30º.
Dúvidas e Casos Omissos
As dúvidas e casos omissos serão resolvidos mediante deliberação da
Assembleia- geral.
Artº. 31º.
Revisões dos Estatutos
As disposições estatutárias, só poderão ser revistas ou alteradas por
deliberação maioritária da Assembleia-geral.
Artº. 32º.
Vinculação
1. A Associação vincula-se pela assinatura de dois membros da Direção,
sendo uma a do Presidente e outra do Tesoureiro.
2. Em caso de ausência ou impedimentos do Presidente, este é substituído
pelo Vice-Presidente.
Artº. 33º.
Extinção da Associação
1. A extinção da Associação só poderá ocorrer em Assembleia-geral
extraordinária, expressamente convocada para esse fim, mediante votação
favorável de três quartos dos membros.
2. Em caso de extinção da Associação o património desta terá o destino que
a Assembleia- geral julgar conveniente.
3. Sempre que se realizem eleições ou esteja em causa juízo de valor sobre
pessoas, a votação será feita por escrutínio secreto.

Cidade de Pedra Badejo, aos 13 de Junho de 2022

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