Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distancia
Cadeira: Praticas Pedagógicas II
Estudante: Araibo Vachamuteco. Código do Estudante:708203151
Relatório de Praticas Pedagógicas II: Escola Secundaria de Napipine – Cidade de
Nampula
Nampula
2021
1
Estudante: Araibo Vachamuteco. Código do Estudante:708203151
Relatório de Praticas Pedagógicas II: Escola Secundaria de Napipine – Cidade de
Nampula
O presente trabalho da cadeira de Praticas Pedagógicas
II (PP – II) ,é de carácter avaliativo, 2º ano curso de
Licenciatura em Geografia
Docente: Armindo Atusse
Universidade Católica de Moçambique
Nampula
2021
2
Folha de Feedback
Classificação
Categorias Indicadores Padrões Pontuação Nota / Subtotal
Máxima tutor
Aspectos Capa 0.5
organizacionais Índice 0.5
Introdução 0.5
Estrutura Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Contextualização (indicação 1.0
clara do problema)
Introdução Descrição dos objectivos 1.0
Metodologia adequada ao 2.0
objecto do trabalho
Articulação e domínio do
discurso académico (
Conteúdo expressão escrita cuidada, 2.0
Analise coerência/ coesão textual).
discussão Revisão bibliográfica 2.0
nacional e internacional
revelantes na área de estudo
Exploração dos dados 2.0
Conclusão Contributos teóricos práticos 2.0
Paginação, tipo e tamanho de
Aspectos Formatação letra, paragrafo, espaçamento 1.0
gerais entre linhas
Normas APA Rigor e coerência das
6ª ed. e citações citações / referências 4.0
e bibliografia bibliográficas
3
Índice
[Link]ção ................................................................................................................................ 5
CAPÍTULO I: DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GERAIS, HISTORIAL E
LOCALIZAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE NAPIPINE ............................................ 6
[Link] Descrição E Orientações, Conceito De Práticas Pedagógicas ................................... 6
[Link]ância das práticas pedagógicas .................................................................................. 6
[Link] das práticas pedagógicas .................................................................................... 7
2.4.Métodos usados na colecta de dados para a elaboração do relatório.................................... 7
2.4.1.Método de observação ....................................................................................................... 8
2.4.2.Método de entrevista ......................................................................................................... 8
[Link].Método de questionário .................................................................................................. 8
[Link].Método de estudo documental ........................................................................................ 9
[Link].Método de análise dos documentos ................................................................................ 9
[Link] historial da Escola Secundária de Napipine ............................................................... 9
[Link]ção da Escola Secundaria de Napipine ................................................................. 10
[Link]ísticas físicas da Escola Secundária de Napipine .................................................. 11
Capítulo II :DESCRIÇÃO DA ÁREA ORGANIZACIONAL ................................................ 12
[Link]ção do conceito organização........................................................................................ 12
[Link] ministerial ............................................................................................................ 12
[Link] geral da Escola e Planos sectoriais ........................................................................... 12
[Link] da avaliação .................................................................................................. 13
[Link] da avaliação ................................................................................................... 13
[Link]ções e Despachos Ministeriais .................................................................................. 13
[Link] de Estudos Curriculares ............................................................................................ 13
[Link]ência do Director da Escola ................................................................................... 14
[Link]ência do director adjunto pedagógico .................................................................... 14
[Link]ência do chefe da secretaria ................................................................................... 14
4
3.9Competência do director adjunto administrativo ................................................................ 14
[Link]ência do director da turma ................................................................................... 15
[Link] de Documentos Normativos................................................................................ 15
[Link] de turma .................................................................................................................. 16
CAPÍTULO III: LECCIONAÇÃO DAS AULAS ................................................................... 17
[Link] da área Pedagógica ........................................................................................... 17
[Link]ção da área pedagógica na Escola Secundaria de Napipine ................................. 17
[Link] de Estudos de Classes, Ciclos e Grupos de Disciplinas .......................................... 17
[Link]ões do sector pedagógico .......................................................................................... 17
[Link] de Leccionação .................................................................................................... 18
[Link]ções didácticas: .......................................................................................................... 18
[Link]ção das aulas .......................................................................................................... 19
[Link]ção Formal e Informal .............................................................................................. 19
[Link] adquiridas ...................................................................................................... 20
[Link]ão .............................................................................................................................. 21
[Link]ências Bibliografia ........................................................................................................ 22
5
[Link]ção
O presente relatório constitui um trabalho de Práticas Pedagógicas Gerais, resultante de um
trabalho científico destinado á pesquisa de determinadas questões pedagógicas relacionadas
com as actividades realizadas nas escolas, em que essas actividades vão se basear em área
organizacional da escola, área administrativa e por fim área de Leccionação das aulas. Através
delas o estudante articula os saberes científicos específicos e didácticos
Este relatório tem como objectivos geral conhecer a realidade da escola, no que consiste numa
observação tanto interna e externa do edifício escolar e sua estrutura, organização e o seu
funcionamento.
E para tornar mais compreensível na elaboração resultou na recolha de dados através da
observação, consulta bibliográfica das obras que abordam aspectos relevantes para o
funcionamento de uma escola em particular secundária.
6
CAPÍTULO I: DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GERAIS,
HISTORIAL E LOCALIZAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE NAPIPINE
[Link] Descrição E Orientações, Conceito De Práticas Pedagógicas
As práticas pedagógicas compreendem três (3) fases das quais a primeira consiste na
aquisição das noções básicas sobre a cadeira e o estudo dos métodos, metodologias e técnicas
com a fórmula de tornar delicado a fases a seguir: Observação, recolha de dados finalmente
ultima fase que é a elaboração de relatório.
As Práticas pedagógicas são um conhecimento seguros que visam levar o estudante a
aquisição da noção da socialização com o meio físico escolar e a maneira com funciona, ou
seja são de actividades académicas que consistem na observação e identificação das
actividades realizadas nas instituições educativas. Estas ocorrem ao longo das aulas, portanto,
constitui marco e ensaio, de modo a habilitar e incentivar o estudante a ter mais ousadia no
contacto com o seu futuro palco.
Segundo o Programa De Práticas Pedagógicas (2003:03), “praticas pedagógicas é umas
actividades curriculares dos planos de formação inicial do professor’’.
Segundo Cruz, etall, (2008,15), “práticas pedagógicas destina-se a aproximar o futuro
professor a situações reais do ensino e aprendizagem em que permite a intenção dos
conhecimentos teóricos e práticos”.
[Link]ância das práticas pedagógicas
As práticas pedagógicas sendo consideradas conjuntos de actividades curriculares da teoria e
prática que garante o contacto experimental com a situação psico-pedagógica e didáctica
concretas elas contribuem para:
A vida social, conciliar teoria e a pratica onde põe o estudante em contacto a realidade
da escola;
Contribuem para a preparação de uma forma gradual e orienta os instrumentos da vida
profissional.
7
[Link] das práticas pedagógicas
Integrar progressivamente o estudante em contextos reais de ensino e aprendizagem;
Conhecer a instituição escolar e a comunidade envolvente;
Desenvolver capacidades de análise crítica, para uma melhoria da qualidade do PEA;
Realizar trabalho de campo na instituição escolar nos aspectos organizacionais,
pedagógicos e administrativos;
Fazer estudos dos documentos básicos que orientam as actividades escolares;
Questionar a realidade educativa para nela sabem intervir.
2.4.Métodos usados na colecta de dados para a elaboração do relatório
Durante a realização de um trabalho científico o pesquisador deve em primeiro lugar
seleccionar os métodos necessários para a obtenção dos resultados da pesquisa, e neste
trabalho uma das características das Praticas Pedagógicas é a indissolubilidade entre a teoria e
a prática. E para a elaboração deste trabalho usou-se duas (2) técnicas para recolher os dados;
que são:
Observação:
a) Directa – acontece quando o investigador procede directamente na recolha de
informações, sem se dirigir aos sujeitos interessados. Apela directamente ao seu
sentido de observação. Para obter informações, o investigador pode usar uma ficha
de observação ou pode ir registando as observações num diário.
b) Indirecta – O questionador contacta o sujeito para obter a informação desejada.
Os instrumentos usados para a recolha de informação na observação indirecta são:
roteiro (guião de entrevista) e análise documental.
Entrevista: questionário, estudo documental e método de análise dos documentos.
Sendo assim, para analisar as informações podemos usar dois métodos principais: Analise
estatísticos e analise dos documentos.
8
2.4.1.Método de observação
A palavra observar provém do vocábulo latim “observar”que significa olhar ou examinar
com minúcia a atenção, com esse significado a acção de observar implica considerar
atentamente os factos para os conhecimentos.
Segundo ALARCÃO e TAVARES (1987:103), O conjunto de actividades destinadas a obter
dados e informações sobre o que se passa no processo de ensino e aprendizagem com a
finalidade de mais tarde, proceder a uma análise do processo numa ou noutra das variáveis em
foco. Isto quer dizer que o objecto da observação pode recair num aspecto: no aluno, no
ambiente sócio-racional, na utilização de matérias de ensino, na utilização de espaço ou
tempo, nos conteúdos, nos métodos, nas características dos sujeitos.
Para MARCONI e LAKATOS“ a observação é a réplica ou faz-se da investigação científica
na qual são tratados fenómenos tais como ocorrem sem interferência do observador”
2.4.2.Método de entrevista
Segundo RICHARDSON (2007:207), “ Entrevista é uma técnica importante que permite o
desenvolvimento de uma estreita relação entre as pessoas. É um modo no qual determinada
informação é transmitida de sujeito (A) a um sujeito (B)”. Ela é uma das técnicas de colecta
de dados mais utilizados nas ciências sociais, e neste tipo de método antes de entrevistar o
entrevistador deve informar o entrevistado sobre o interesse, utilidade e objectivo.
Para Carlos António Gil, define a entrevista como a técnica em que o investigador se
apresenta frente ao investigado e lhe formula perguntas com objectivo de obtenção dos que
interessam a investigação. A entrevista é uma fórmula de diálogo assistemáticos em que uma
das partes busca a colecta de dados e outras se apresentam como fundo de informações.
[Link].Método de questionário
“Questionário é um conjunto de questões pré-elaborado sistemática e sequencialmente
dispostas em itens que constituem o tema da pesquisa, com o objectivo de suscitar dos
informantes respostas por escrito ou verbalmente sobre assunto que os informantes saibam
opinar ou informar “ (CHIZZOTT; 2000:55).
9
Ela é uma das técnicas compostas por um numero mais ao menos elevados de questões
apresentadas por escrito as pessoas. Tendo por objectivo o conhecimento de opiniões, crenças
e sentimentos.
[Link].Método de estudo documental
“Documento é toda base de conhecimento fixada materialmente susceptível de ser utilizado
para consulta, estudo ou prova” (LAKATOS e MARCONI; 1992:100).
[Link].Método de análise dos documentos
A equipa de análise devera desenvolver basicamente as seguintes actividades:
Verificar a origem e a época em que foram elaboradas os documentos colectados;
Fazer uma análise comparativa em relação da época da publicação dos documentos e a
respectiva origem, apurado a situação actual com a utilização de outras de
levantamentos, a fim de verificar a validade da documentação.
[Link] historial da Escola Secundária de Napipine
A Escola Secundária de Napipine surge desde 1987 e foi inaugurada para o seu
funcionamento, em 1988, com a introdução do Sistema Nacional de Educação (S.N.E)
6aclasse.
Nessa altura, decorria o seminário sobre a introdução do S.N.E. de 2 ao 21 de Janeiro do
mesmo ano. A escola funcionava como EP2 apenas nas tardes, enquanto nas manhas, ela
funcionava como Instituto Médio Pedagógico. Desde o inicio do seu funcionamento, a
Escolar Secundaria de Napipine tinha o estatuto de escola primária completa, leccionado da 1ª
6ª classe do antigo sistema, mais tarde passou a funcionar com salas anexas do Instituto
Médio Pedagógico que estava instaurada nas actuais instalações da Universidade Pedagógica
de Nampula.
Durante um certo período as aulas ocorriam ao relento devido a guerra dos dezasseis anos que
degradou por completo a escola, o facto que veio a contribuir para baixo aproveitamento
pedagógico no período consequente, com vista a responder o problema do fraco
aproveitamento pedagógico, a escola usufruiu de uma reabilitação de raiz. As reabilitações
foram patrocinadas pela empresa TDM e MCEL; cuja essas obras de reabilitação teve o seu
10
inicio no ano de 2003 tendo terminado em 2004 culminando com a sua reinauguração e
começou a funcionar em Janeiro de 2004, já com categoria de escola secundaria, leccionado
da 8ª a 10ª Classe.
Em 2007 a escola delimitou a sua área que é aproximadamente a 100m 2 por um número feito
de tijolos, cimento e areia. No ano de 2008 a escola beneficiou da construção de 6 salas de
aulas que culminaram com a introdução do 2º Ciclo (11ª Classe). Devido ao atraso das obras
possível ser entregue no mês de Março de 2009, que levou a arrancar as aulas naquele mês,
algumas turmas funcionavam nas antigas salas de aulas.
Portanto a escola em análise não reúne tais condições, sendo detentora de 19 salas de aulas,
quatro (4) blocos, sem áreas desportivas, não possui cantina escolar, dispõe uma sala de
material didáctico, uma sala de informática. Número de salas excede de trinta (30) graças as
salas anexas da escola primária completa de Napipine.
No concernente a direcção, após a inauguração a escola foi dirigida pela dra. Maria Guida,
auxiliado pelo director adjunto, do curso diurno e nocturno Macamo e Natalia
respectivamente.
Dadas as funções do elenco acima, tomou posse o director Ernesto Nhaleque ate meados de
2005 da sua morte. Após o falecimento deste a escola foi encarregue a um director interno que
dirigiu a escola ate Dezembro de 2005, altura da sua nomeação da [Link]
auxiliada pelo dr. Sinésio de Rosário do curso diurno, [Link]úl José Fernando do curso
nocturno e Sr. Costa Vilelotheia acumulando as pastas de chefe de secretaria e administrativo.
[Link]ção da Escola Secundaria de Napipine
A Escola Secundaria de Napipine, situa-se no bairro do mesmo nome, com os seguintes
limites:
Norte: Posto de saúde de Napipine;
Sul: Prolongamento do bairro;
Este: Rio de Napipine;
Oeste: Universidade pedagógica Delegação de Nampula.
11
[Link]ísticas físicas da Escola Secundária de Napipine
A Escola Secundária de Napipine possui 4 blocos de sala de aulas, um bloco que funciona a
direcção da escola e duas casas de banho. Todos esses blocos são de construção com material
convencional.
O 1º bloco é composto por 4 salas de aulas, uma sala de informática que se junta a secretaria,
segundo bloco tem 3 salas, o 3º bloco com cinco salas e o 4º bloco constituído por 6 salas. O
bloco que funciona a direcção tem gabinete dos DAP (1º e 2º ciclo), gabinete do director da
escola e uma biblioteca.
A todo a escola possui 15 salas divididas em 4 blocos, uma direcção e um centro social com
uma cantina e serviços de fotocopiadores.
A escola secundária de Napipine tem condições de segurança com uma vedação em volta da
escola feita de blocos com um portão frontal ao 1º bloco, também possui dois guardas (um
diurno e outro nocturno).
O pátio escolar tem local de estacionamento de viaturas e motorizadas com árvores de sombra
com acácia amarela. De referir as salas possui corrente eléctrica da EDM, as salas tem portas
no 1º e o 2º bloco e os dois restantes não possuem portas nas salas e a escola possui água
proveniente da FIPAG.
Outro ponto, em que a escola não possui um campo de realização de várias modalidades
desportivas ou para aulas de Educação Física, e para tal a escola entra com o memorando de
entendimento com o campo de Texmoque.
12
CAPÍTULO II :DESCRIÇÃO DA ÁREA ORGANIZACIONAL
[Link]ção do conceito organização
No entanto, ao falar da área organizacional queremos destacar principalmente da
documentação básica da escola de acordo com a citação abaixo.
Segundo ALVES (1976:61), “organização é um sistema social complexo multi-variado e
independente cuja dinâmica depende não só das aptidões, valore, atitudes dos seus membros
dos processos sociais interno e externo mas também das mudanças culturais e técnicas do seu
contexto”.
A área organizacional é responsável pela monitoria de todas as actividades da escola inseridas
noutras áreas, é responsável nesta área o Director/a da escola.
Segundo LIBANEO (1976:72), “a direcção da escola se ocupa na definição de políticas,
valores de orientações gerais”.
[Link] ministerial
Em conformidade com os documentos em nossa posse o presente trabalho foi publicado pelo
ministério de educação, em Maputo aos 14 de Maio de 2010.
Está organizado em artigos o teor da mensagem é de procurar, mecanismos que possam
adequar o PEA, nas instituições de ensino no âmbito da reforma curricular a nível do
subsistema do ensino secundário geral no país.
E salientar que a escola acima citada cumpre com o que está previsto com o presente diploma.
[Link] geral da Escola e Planos sectoriais
É importante saber que para um bom funcionamento a escola deve elaborar um plano que
pode ser longo, de curto, médio ou longo prazo. O mesmo pode ser semanal, mensal,
trimestral, ou anual desde que englobe o plano anual, no entanto é um dos documentos
básicos da área organizacional, pois nele estão apresentados todos os programas das
actividades que a escola vai realizar durante o ano. Não só, mas também onde apresentam-se
as ordens das actividades, objectivo das mesmas, das tarefas, executora, responsabilidade, o
prazo do cumprimento e o controlo das mesmas. Com vista o desenvolvimento de cada sector.
13
[Link] da avaliação
Avaliação é um processo continuo de pesquisa que visa interpretar os conhecimentos,
habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista mudanças operadas no comportamentos,
propostos nos objectivos, a fim de que condições de decidir sobre alternativas do
panejamento de trabalho do professor da escola como uma toda, (PILLETTI; 1991:190).
A avaliação ocorre em todos momentos do PE-A, diversificadas segundo os objectivos a
alcançar, por essa razão encontramos os seguintes tipos:
Actividades do controlo sistemático (ACS);
Actividades do controlo parcial (ACP);
Exames.
[Link] da avaliação
A avaliação tem como seguintes objectivos:
Verificar o grau de cumprimentos de objectivos específicos fixados nos planos de
estudos de ensino secundário geral;
Contribuir para a avaliação do professor;
Contribuir para a elevação da qualidade de ensino através do conhecimento das
principais dificuldades do aluno de modo a permitir a orientação do professor.
[Link]ções e Despachos Ministeriais
A direcção provincial da educação e cultura de Nampula representa nesta cidade pelos
serviços de educação, juventude e tecnologia da cidade, oferece anualmente os despachos, as
instruções ministeriais, regulamentos, para o seu cumprimento pelos órgãos desta escola.
[Link] de Estudos Curriculares
Segundo o programa curricular do ensino e do estudo preconizado (2003:20), “ consiste na
dosificarão dos programas e planificação das aulas dos professores ao longo da sua
actividades docente educativa, para permitir que esse seja organizada e planificada”.A
escola obedece o plano curricular e de estudo preconizado pela Direcção Nacional de
Educação através do SNE e do programa do ensino secundário.
14
A responsabilidade educativa decorre do conhecimento da mesma, sendo elas que indicam o
rumo e o destino. No entanto para um bom funcionamento a Escola é constituída por seguinte
maneira:
Director da escola;
Director adjunto Pedagógico do curso diurno;
Director adjunto administrativo;
Chefe da secretaria;
Director de turma.
[Link]ência do Director da Escola
O director da escola tem a função de:
Garantir o funcionamento legal da escola com base nos comandos normativos do
estado e da educação em partícula;
Assistir as reuniões do director pedagógico da sua escolha e orientar as suas secções
sempre que julgar oportuno;
Garantir o cumprimento de todas as actividades das escolas, despacho e orientações das
estruturas superior.
[Link]ência do director adjunto pedagógico
Gerir os aspectos pedagógicos da escola;
Assistir as reuniões do grupo da disciplina sempre que possível;
Dirigir o conselho pedagógico;
Organizar e controlar o cumprimento dos planos de estudo do programa de ensino;
[Link]ência do chefe da secretaria
Garantir o processamento e arquivos de expediente gerais e escritos da escola;
Dirigir e fiscalizar o sector da secretaria;
Proceder ao pagamento de salário á outros proveitos, aos professores e outros
funcionários da escola.
[Link]ência do director adjunto administrativo
Gerir fundos;
15
Acompanhar e participar na fiscalização da obra;
Zelar pela conservação e latências das instalações de acordo com a planta do
respectivo edifício;
Avaliar periodicamente o património e propor a sua substituição de acordo com as
normas vigentes.
[Link]ência do director da turma
Segundo CASTRO (1995:23), “Não encena a figura do director da turma pela posição
estratégica que ocupa relativamente os actores nucleares do ensino educativo (alunos, pais e
encarregados de educação e professores), um potencial de intervenção inigualável face a
constrangimentos de várias ordens, não esta a ser devidamente explorado igualizado nas
escolas”.
Proceder ao conselho de avaliação da turma que dirige e fazer o controlo de equipa de
trabalho;
Estruturar a turma que dirige de acordo com o presente regulamento da escola;
Fazer semanalmente o levantamento das faltas dos alunos;
Estudar e regularizar o carácter de cada aluno da turma para um conhecimento real de
cada estudante;
Permitir a comunicabilidade na turma e direcção pedagógica, o que quer que este tem a
responsabilidade de zelar pela turma dentro e fora da sala de aulas.
[Link] de Documentos Normativos
Depois de estudo profundo dos documentos normativos encontrados nos diferentes sectores
da escola, sua presença obrigatória e os modos de conservação positiva, acredito que sem eles
haveriam grandes desordens e atropelos. Isto na parte dos professores, trabalhadores, alunos e
quer na parte da direcção da escola onde quaisquer intervenientes do PE-A, pois, são eles que
norteiam, regulam e definem as normas laborais e suas assindotas para garantir o bem-estar de
toda comunidade escolar e suas realizações.
Para o caso do Estatuto dos Professores e regulamento define objectivos, direitos, deveres
aplicações de medidas a serem tomadas a quaisquer elementos que viole as tais normas nelas
estabelecidas, enquanto as instruções ministeriais suplementos, aditamentos, calendários
16
escolares, planos de estudos curriculares entre outros documentos que transmitem orientações
superiores emanadas pelo MINEDH com vista a alterar umas deliberações na introdução de
novas mudanças com a revogação das versões anteriores para imprimir a nova dinâmica
política nacional de educação que define o acesso a educação e a melhoria da qualidade de
ensino como principais desafios.
[Link] de turma
O livro de turma é um instrumento didáctico que permite controlar todas as actividades do
PE-A e os elementos neles intervenientes. O livro de turma contém o registo diário e semanal
sobre a presença dos alunos e professores. São também registadas as matérias dadas pelos
professores, a identificação de cada aluno e o seu respectivo aproveitamento pedagógico,
regulamento da turma entre outros aspectos. O registo de notas é feito em pautas de
frequências no caso das classes de exames e pautas finais em livros de turma e em cadastros
de notas.
O livro da turma está estruturado da seguinte maneira:
Lista dos alunos da turma;
Notas semestrais e anuais;
Marcação de presenças de alunos;
Participação de pais ou encarregados de educação nas reuniões da escola;
Contacto de director da turma e outros professores;
Participação dos alunos em actividades fora das aulas;
Sumario semanal;
Horário dos alunos;
Lista dos professores;
Indicações para o uso da turma.
17
CAPÍTULO III: LECCIONAÇÃO DAS AULAS
[Link] da área Pedagógica
Segundo MARTINS (1999:249), “Área Pedagógica é o centro de todas as actividades
realizadas na escola, é a base de todo processo de ensino e aprendizagem, a eficácia do
funcionamento é um sucesso de todo trabalho de instituição”.
A secção pedagógica é a principal componente de qualquer escola. Neste sector orienta-se e
organiza-se de todo processo de ensino e aprendizagem e garante a manutenção dos informes
do Ministério de Educação. Este serve de Elo de ligação entre o director e os professores, é
neste sector onde são tratados e conservados todos documentos relacionados com o programa
de ensino, como é o caso de mapas estatístico, pautas, livros de turmas, processos de exames,
mapas de aproveitamento pedagógico e horário escolar.
[Link]ção da área pedagógica na Escola Secundaria de Napipine
A área pedagógica dessa escola está composta por 4 sectores, os quais se dividem da seguinte
maneira: dois para diurno e os mesmos se dividem em primeiro e segundo ciclo, os outros
dois sectores são pertencentes a curso nocturno em que também se dividem em dois ciclos.
[Link] de Estudos de Classes, Ciclos e Grupos de Disciplinas
Os planos de estudos de classes, ciclos e grupos de disciplinas são trabalhados pelos
delegados da disciplina, professores e directores de classe que se reúnem trimestralmente para
fazer a respectiva dosificarão das aulas e quinzenalmente para avaliação de implementação do
plano. Para além disso o delegado da disciplina e os professores da mesma cuidam da
planificação das aulas.
[Link]ões do sector pedagógico
Para um bom funcionamento da área pedagógica decorrem encontros ordinários dos directores
de classe, estes encontros são dirigidos pelos directores pedagógicos e pelos delegados das
disciplinas para concretizar as actividades do sector para além dos documentos normativos,
que são orientados por seguintes documentos:
Programa do ensino;
18
Manual do professor;
Plano curricular;
Material didáctico.
No sector pedagógico estão guardados os processos dos alunos, organizados em turmas e
classes.
[Link] de Leccionação
As funções didácticas são elementos ou partes que constituem a actividade principal do
processo de ensino-aprendizagem, o qual se manifesta na coordenação, subordinação,
combinação e relação destas, de modo a garantir que o PEA se realize de forma eficaz, isto é,
que as várias partes do PEA possam constituir uma unidade de conhecimentos.
A organização das funções didácticas é uma sequência lógica de aquisição e apropriação
dos conhecimentos e a sua posterior aplicação na vida prática. Uma aula é realizada com mais
de uma função didáctica.
As Funções Didácticas são estudadas separadamente, mas são aplicadas de forma
interrelacionada durante uma aula.
Cada etapa ou passo da aula corresponde a uma função didáctica, que é dominante, o que
significa que pode haver o envolvimento das restantes, com o fim de, no conjunto, elas
assegurarem a eficácia da assimilação da matéria. Em cada função didáctica é proposto o
tempo da sua duração, o método dominante, o conjunto de meios e formas de ensino e
também as actividades do professor e do aluno. Assim, as funções didácticas encontram-se
interligadas e fazem parte integrante de uma aula que compreende um sistema , sobressaindo
a ideia de que, na prática docente, elas devem ser usadas de forma integrada, ou seja, numa
relação dialéctica entre todas elas. Por esse facto, enquanto num dado momento o professor
realiza uma certa função didáctica como sendo a predominante, nela integra elementos
doutras funções didácticas.
[Link]ções didácticas:
i) Introdução e Motivação;
ii) Mediação e Assimilação;
iii) Domínio e Consolidação
19
iv) Controlo e Avaliação
[Link]ção das aulas
O papel da coordenação pedagógica é melhorar a prática docente na formação continuada na
escola. E, para saber das necessidades da equipe para ensinar melhor, quem exerce essa
função tem inúmeros recursos, como analisar o planejamento das actividades, as produções
dos alunos e o resultado das avaliações. Contudo, existe uma ferramenta que vai directo ao
ponto e permite um conhecimento mais estreito dos problemas didácticos: é a observação feita
na sala de aula. O objectivo dessa ferramenta de formação é analisar as interacções que são
construídas entre o professor, os estudantes e os conteúdos trabalhados .Muitas vezes, o
próprio docente não percebe que uma pequena mudança em sua prática pode levar a
resultados mais positivos - e uma pessoa de fora tem mais facilidade para apontar um
caminho. Nesta reportagem, você, coordenador pedagógico, vai saber como romper eventuais
barreiras para usar a observação da sala de aula como uma ferramenta formativa.
Numa primeira fase, entrei na classe, assiste a uma aula, fiz anotações.
[Link]ção Formal e Informal
Segundo Gohn (2006, p. 28), quando se fala em educação não formal, é quase impossível não
compará-la com a educação formal. A autora faz uma distinção entre as três modalidades,
demarcando seus campos de actuação:
A educação formal é aquela desenvolvida nas escolas, com conteúdos
previamente demarcados; a informal como aquela que os indivíduos
aprendem durante seu processo de socialização - na família, bairro, clube,
amigos, etc., carregada de valores e cultura própria, de pertencimento e
sentimentos herdados; e a educação não formal é aquela que se aprende “no
mundo da vida”, via os processos de compartilhamento de experiências,
principalmente em espaços e acções colectivas cotidianas.
Sendo assim, a educação formal tem um espaço próprio para ocorrer, ou seja, é
institucionalizada e prevê conteúdos, enquanto a educação informal pode ocorrer em vários
espaços, envolve valores e a cultura própria de cada lugar. Já a educação não formal ocorre a
partir da troca de experiências entre os indivíduos, sendo promovida em espaços coletivos.
20
Quanto aos objectivos de cada uma das modalidades, Gohn destaca para a educação formal os
concernentes ao “ensino e aprendizagem de conteúdos historicamente sistematizados”, que
preparam o indivíduo para actuar em sociedade como cidadão activo. A educação informal
tem como objectivo socializar os indivíduos e desenvolver hábitos e atitudes. Já a finalidade
da educação não formal é proporcionar conhecimento sobre o mundo que envolve os
indivíduos e suas relações sociais (GOHN, 2006, p. 29).
A Escola Secundaria de Napipine é portanto, um estabelecimento de ensino formal.
[Link] adquiridas
Apesar dos vários momentos críticos e caóticos, tive a ousadia de sentir e aprender de perto
quão é difícil o funcionamento duma escola ao mesmo tempo a importância do trabalho em
equipa. Apesar das dificuldades encontradas no terreno consegui me nteirar sobre como uma
escola funciona e quais as actividades desenvolvidas nas mais variadas área.
21
[Link]ão
Em forma de conclusão deste trabalho, congratular os docentes da instituição da Universidade
Católica de Moçambique pela pertinência desta cadeira, que tem pressuposto de propor o
estudante em conformidade com a realidade da sua futura estadia. E realçar que com aquilo
que foram as Praticas Pedagógicas, é uma cadeira que contribui em grande medida no PEA
que se desenvolve no interior do estudante e o impulsiona a agir.
Após a confrontação directa com as fontes orais e bibliográficas que de um modo fiável
contribuíram para elaboração deste relatório chegou-se a conclusão de práticas pedagógicas
Gerais têm uma função de familiarização de estudante com a realidade de uma instituição de
ensino. É obvio que depois de tanto caminhar no mundo das praticas pedagógicas
constatamos que o tema que nos proposto é de carácter formador a partir do momento que nos
comportarmos de boa forma no acto de colecta de dados e com todos elenco desta instituição.
No entanto as Praticas Pedagógicas Gerais, culminaram com a observação de algumas
actividades em diferentes áreas tais como: Organizacional, Pedagógica. Sobretudo na recolha
de dados, cujos mesmos permitiram-me a conhecer a realidade da própria escola, a sua
constituição e outros componentes básicos.
22
[Link]ências Bibliografia
ALARCÂO, I & TAVARES, J. Supervisão Das Praticas Pedagógicas, Uma Perspectiva De
Desenvolvimento E Aprendizagem. S/ed. Coimbra: Livraria Almeida; 1987.
CASTRO, Engrácia. O Director Da Turma Nas Escolas Portuguesas. S/ed. Porto editora.
1995.
CHIZZOTT, António. Pesquisas Em Ciência Humana E Sociais. S/ed. Editora Cortez, 2000.
CRUZ, Paula et. all, Manual De Praticas Pedagógicas. Editora educar, Maputo, 2008.
GIL, António Carlos. Métodos E Técnicas De Pesquisa Social. 6ª Ed. São Paulo, Atlas; 2010.
GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas
colegiadas nas escolas. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v.14, n.50, p. 27-38,
jan./mar. 2006
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Maria de Andrade. Metodologia De Trabalho
Científico. 4ª ed. Editora Atlas, 1992.
LIBÂNEO, José Carlos. Didáctica. Cortez, São Paulo. 1994.
MARTINS, Hélder. Metodologia De Aprendizagem Para A Solução Do Problema. S/ed.
Maputo, 1999.
NÉRICE, Emídio. Didáctica Geral: Uma Introdução.16ª ed., Atlas São Paulo, 1989.
PILLETI, Cláudio. Didáctica Geral. 14ª Ed. Editora Ática, São Paulo, 1991.
RICHARDSON, Jarry Roberto. Pesquisa Social. Métodos E Técnicas.3ª Edição. Atlas São
Paulo, 2007.