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Educação do Campo: Projetos em Ribeirinhas

O documento apresenta a trajetória de Milena Machado da Costa na educação do campo, destacando suas experiências em comunidades ribeirinhas e seu compromisso com a qualidade educacional. Ela propõe um projeto educacional voltado para crianças dessas comunidades, focando na educação ambiental e financeira, com um currículo adaptado às suas realidades. Milena busca estruturar esse projeto por meio de uma especialização, visando atender às necessidades locais e promover a preservação do meio ambiente.

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Milena costa
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Educação do Campo: Projetos em Ribeirinhas

O documento apresenta a trajetória de Milena Machado da Costa na educação do campo, destacando suas experiências em comunidades ribeirinhas e seu compromisso com a qualidade educacional. Ela propõe um projeto educacional voltado para crianças dessas comunidades, focando na educação ambiental e financeira, com um currículo adaptado às suas realidades. Milena busca estruturar esse projeto por meio de uma especialização, visando atender às necessidades locais e promover a preservação do meio ambiente.

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Milena Machado da Costa

Possibilidades educativas em uma


escola do campo do baixo Tocantins

Especialização em Educação do
Campo/ IFPA

Castanhal
Outubro de 2022
Milena Machado da Costa

Maria Rita Brandão Machado e Geminiano Lima da Costa

18/09/1980 Belém/Pará, Brasileira

Professora PEB I

Condomínio Rios Abaeté- bloco 06 Arapapu, apt. 207

Contato: e-mail: milenamac1@[Link]

Fone: 991121555

Licenciatura Plena em Educação do Campo- Habilitação em Ciências Humanas.

Concluída em 2003.

Especialização em Educação de Jovens e Adultos

Concluída em 2015.

Inicialmente meu primeiro contato com a educação do campo foi em experiencias


vividas em igrejas localizadas em comunidades ribeirinhas onde constantemente eu
visitava durante a minha adolescência, na década dos anos 90 na casa de alguns
familiares. Por esse motivo sempre tive nas minhas raízes a educação dos povos do
campo, especialmente comunidades ribeirinhas de agricultores. No inicio da minha
juventude já tinha decidido por ingressar na vida acadêmica em uma licenciatura, antes
ainda fiz o antigo magistério fazendo parte da ultima turma da escola IEEP. Em seguida
tive um envolvimento bem próximo com entidades sindicais, cooperativas que me deram
um apanhado geral do que seria as demandas do campo e o processo que se passava na
educação do campo da Amazônia. Como nesse período a busca pela qualidade dos
educadores dessas comunidades se faz necessária.

Durante o período acadêmico em educação do campo, cursado no IFPA-Campus


Abaetetuba, tive a oportunidade de viver grandes momentos de aprendizagem. E ao
mesmo tempo vivi a minha primeira experiencia em educação do campo no município de
Igarapé Miri, em escolas municipais do campo que compreendem 80% das escolas
municipais desse município. Após o período acadêmico tive a certeza que estava no
caminho de uma missão que me realizava como pessoa e profissional. e essa certeza
envolveu lutas locais com desenvolvimento de trabalhos acadêmicos e a conquista de uma
escola do campo em localidade povoada que ate a data referente não tinha uma escola de
educação infantil próxima, causando um deslocamento grande de crianças em idade
escolar. Essas experiencias vividas ocorridas na licenciatura e no magistério me fizeram
compreender as diversidades que existem nas comunidades de campo principalmente nas
ribeirinhas. Diante desse turbilhão de vivencias e muitas inquietações diante da realidade
vivida, busco deixar em cada entidade de ensino meu legado com uma educação de
qualidade, nunca deixando de estudar, pesquisar, aprimorar e modernizar as minhas
praticas educativas de sala de aula. Meu principal objetivo hoje é aperfeiçoar um projeto
educacional que eu vejo como ideal pra realidade das crianças de comunidades
ribeirinhas, com as características impactantes relacionadas a agricultura, onde o principal
meio de subsistência esta no manejo do açaí, Cuja a vida das crianças e dos adultos esta
diretamente envolvidas no cultivo desta cultura, por esse motivo penso em um projeto
voltado para os primeiros anos escolares dessas crianças em escolas diferenciadas com
educação econômica, incentivo a formação de subsistência da floresta a partir da base da
educação infantil ambiental, alcançando degraus de conscientização geral, a partir dos
nossos pequenos a partir do ensino fundamento com um currículo diferenciado e efetivo
em escolas ribeirinhas. Seriam escolas de educação básica com regime intervalar, ou seja,
durante o período da entressafra os alunos passariam a semana na escola com um
calendário escolar diferenciado pra receberem a educação formal, a educação financeira
e ambiental com ênfase em atividades extrativistas, e assim valorizando seu território e
se fixando nele.

Este projeto ao meu ver é possível assim me lanço a concorrer a uma vaga neste
curso para estruturar este projeto com dados reais dessas comunidades, atendendo suas
reais necessidades que além de educação de qualidade hoje precisamos lutar ainda
unidades de ensinam que venham educar pessoas que cuidem, preservem e usufruam da
natureza que os cercam.

Faz se necessário saber a dinâmica que hoje é a realidade das comunidades do


campo, me reporto aqui as comunidades ribeirinhas na qual eu tenho mais contato e
apresso por esse motivo quero fazer parte deste curso de especialização, desde já sou grata
pela atenção a mim dispensada e espero despertar interesse sobre o meu projeto de
pesquisa.

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