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Introdução ao Arduino e Implementação

O documento apresenta uma introdução ao Arduino, uma plataforma de hardware e software livre criada na Itália em 2005, destinada a facilitar o desenvolvimento de projetos interativos de baixo custo. Ele descreve a história do Arduino, suas características de hardware, como microcontroladores e módulos, e fornece orientações sobre a instalação da IDE e drivers necessários para programação. O Arduino é amplamente utilizado para criar dispositivos que interagem com o ambiente, utilizando sensores e atuadores.
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Introdução ao Arduino e Implementação

O documento apresenta uma introdução ao Arduino, uma plataforma de hardware e software livre criada na Itália em 2005, destinada a facilitar o desenvolvimento de projetos interativos de baixo custo. Ele descreve a história do Arduino, suas características de hardware, como microcontroladores e módulos, e fornece orientações sobre a instalação da IDE e drivers necessários para programação. O Arduino é amplamente utilizado para criar dispositivos que interagem com o ambiente, utilizando sensores e atuadores.
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ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

FACULDADE TECNOLOGICA DO NORDESTE


ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

DEFINIÇÃO E DESNVOLVIMENTO DE PROJETO

EQUIPE: ADS22 - ARDUINO


ACRISIO ALVES DIAS JUNIOR
WALDECI DO NASCIMENTO SILVA
EMANUEL FELIPE DE LIMA
PROFESSOR (A): RANNIELY
TURMA: ADS22

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 1


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

Introdução

O Arduino faz parte do conceito de hardware e


software livre e está aberto para uso e contribuição de toda
sociedade. O conceito Arduino surgiu na Itália em 2005 com
o objetivo de criar um dispositivo para controlar projetos,
protótipos construídos de uma forma menos dispendiosa do
que outros sistemas disponíveis no mercado. Projetada com
um microcontrolador Atmel AVR de placa única, com
suporte de entrada/saída embutido, uma linguagem de
programação padrão, na qual tem origem em Wiring, e é
Figura 1 essencialmente C/C++. O objetivo do projeto é criar
ferramentas que são acessíveis, com baixo custo, flexíveis e
fáceis de se usar por artistas e amadores. Principalmente para aqueles que não teriam
alcance aos controla-dores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas.

Pode ser usado para o desenvolvimento de objetos interativos independentes, ou


ainda para ser conectado a um computador hospedeiro. Uma típica placa Arduino é
composta por um controlador, algumas linhas de E/S digital e analógica, além de uma
interface serial ou USB, para interligar-se ao hospedeiro, que é usado para programá-la e
interagi-la em tempo real. Ela em si não possui qualquer recurso de rede, porém é comum
combinar um ou mais Arduinos deste modo, usando extensões apropriadas chamadas de
shields. A interface do hospedeiro é simples, podendo ser escrita em várias linguagens. A
mais popular é a Processing, mas outras que podem comunicar-se com a conexão serial
são: Max/MSP, Pure Data, SuperCollider, ActionScript e Java. Em 2010 foi realizado um
documentário sobre a plataforma chamada Arduino: The Documentary.

É um kit de desenvolvimento capaz de interpretar variáveis no ambiente e


transformá-las em sinal elétrico correspondente, através de sensores ligados aos seus
terminais de entrada, e atuar no controle ou acionamento de algum outro elemento
eletroeletrônico conectado ao terminal de saída.

Para um melhor entendimento, abaixo na figura 2 é possível identificar os elementos


principais do circuito através de diagrama em blocos.

Figura 2

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 2


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

História
O projeto iniciou-se na cidade de Ivrea, Itália, em 2005, com o intuito de interagir em
projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de
prototipagem disponíveis naquela época. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento
de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006, pela Prix Ars
Electronica, além da marca de mais de 50.000 placas vendidas até outubro de 2008.
Atualmente, seu Hardware é feito através de um microcontrolador Atmel AVR, sendo que
este não é um requerimento formal e pode ser estendido se tanto ele quanto a ferramenta
alternativa suportarem a linguagem Arduino e forem aceitas por seu projeto.
Considerando esta característica, muitos projetos paralelos se inspiram em cópias
modificadas com placas de expansões, e acabam recebendo seus próprios nomes.

Apesar de o sistema poder ser montado pelo próprio usuário, os mantenedores


possuem um serviço de venda do produto pré-montado, através deles próprios e também
por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais.

Plataforma
Hardware

Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR de


8 bits, com componentes complementares para facilitar a
programação e incorporação para outros circuitos. Um
importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são
expostos, permitindo o CPU ser interligado a outros módulos
expansivos, conhecidos como shields. Os Arduinos originais
utilizam a série de chips megaAVR, especialmente os ATmega8,
ATmega168, ATmega328 e a ATmega1280; porém muitos
Figura 3 outros processadores foram utilizados por clones deles.

A grande maioria de placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de


cristal de 16 MHz (podendo haver variantes com um ressonador cerâmico), embora
alguns esquemas como o LilyPad usam até 8 MHz e dispensam um regulador de tensão
embutido, por ter uma forma específica de restrições de fator. Além de ser
microcontrolador, o componente também é pré-programado com um bootloader que
simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido,
comparado com outros aparelhos que usualmente necessitam de um chip programador
externo.

Conceitualmente, quando seu software é utilizado, ele monta todas as placas sobre
uma programação de conexão serial RS-232, mas a maneira que é implementada no
hardware varia em cada versão. Sua placa serial contém um simples circuito inversor para
converter entre os sinais dos níveis RS-232 e TTL. Atualmente, existem alguns métodos
diferentes para realizar a transmissão dos dados, como por placas programáveis via USB,
adicionadas através de um chip adaptador USB-para-Serial como o FTDI FT232. Algumas

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 3


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

variantes, como o Arduino Mini e o não oficial Boarduino, usam um módulo, cabo
adaptador USB, bluetooth ou outros métodos.
A maioria dos pinos de E/S dos microcontroladores são para uso de outros circuitos.
A versão Diecimila, que substituiu a Duemilanove, por exemplo, disponibiliza 14 pinos
digitais, 6 das quais podem produzir sinais MLP, além de 6 entradas analógicas. Estes
estão disponíveis em cima da placa, através de conectores fêmeas de 0,1 polegadas (ou
0,25 centímetros).
O modelo Nano, Boarduino e placas compatíveis com estas, fornecem conectores
machos na parte de baixo da placa, para serem plugados em protoboards.

Micro controlador ATmega328 ou ATmega168


Tensão operacional 5V
Tensão de alimentação (recomendada) 7-12 V
Tensão de alimentação (limites) 6-20 V
Pinos I/O digitais 14 (dos quais 6 podem ser Saídas PWM)
Pinos de entrada analógica 6
Corrente contínua por pino I/O 40 mA
Corrente contínua para o pino 3.3 V 50 mA
Memória flash 32 KB (2KB usados para o bootloader) / 16KB
SRAM 2 KB
EEPROM 1 KB
Frequência de clock 16 MHz
Tabela com as características básicas do arduino Duemilanove.

Figura 4

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 4


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

Módulo Bluetooth
Módulo para efetuar comunicação com outros dispositivos
Ex.: Tablet, Celular, computador, notebook e etc.

Conexões:
RXD -> TX (Arduino) - Recebimento de informação
TXD -> RX (Arduino) - Transferencia
GND -> Gnd (Arduino) - Terra
VCC -> 5v (Arduino)
Características:
• Taxa de Comunicação: 2400 à 1.382.400 bps
• Configuração padrão: 9600, N, 8, 1
• Senha padrão: 1234
• Protocolo: USB 1.1/2.0
• Frequência: 2.4 GHZ
• Tensão: 3,6 - 6,0 volts - 50mA

Instalação da IDE e suas bibliotecas


Iremos explicar como instalar a IDE e conectar a placa Arduino ao computador para
sua programação. Junto com a placa arduino você deve ter um cabo USB tipo AB para
poder conectá-lo ao computador.

Instalando Arduino - Guia Completo


Tenho ministrado cursos sobre Arduino e a principal dificuldade de quem começa a
desenvolver com essa tecnologia é justamente a instalação do ambiente no computador.
Resolvi então escrever esse artigo para ajudar quem está começando nessa nova e
maravilhosa plataforma.

Vamos ao fatos: o grande problema da instalação do Arduino é a quantidade de


Sistemas Operacionais existentes. Temos Windows XP, Vista e 7; Mac OS; e finalmente
uma enorme quantidade de distribuições Linux. Além de tudo isso, temos versões 32 e 64
bits. Isso sem falar que existem várias distribuições do Arduino, como UNO, Duemilanove,
Decimila, Mega etc. Não se preocupe, vou tentar cobrir todas as possibildades.
Para quem não conhece o Arduino, é uma plataforma de desenvolvimento baseada
em microcontroladores da Atmel. Com o Arduino somos capazes de criar dispositivos que
"sentem" e controlam dispositivos. Por exemplo, podemos utilizar um sensor de
luminosidade para "sentir" o cair da noite e acionar o acendimento de uma lâmpada. Mas
este é apenas um exemplo. Podemos também acionar motores, relês, além de detectar
calor, movimento etc. Tudo depende dos dispositivos ligados ao Arduino.

Vamos então partir para a instalação do Arduino no computador. Precisamos de


duas coisas:

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 5


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

• Instalar o programa de desenvolvimento (conhecido por IDE)


• Instalar o driver USB
O mais fácil é baixar e instalar a IDE (Ambiente Integrado de Desenvolvimento).
Para isso, basta acessar o seguinte endereço e fazer o download específico para seu
sistema operacional:

[Link]

Na página do link acima, escolha entre as versões Windows, Mac ou Linux, ou


então clicque diretamente nos links da lista abaixo:

• Windows
• Mac OS X
• Linux 32 bits ou 64 bits

Vamos começar pelo Windows. Não importa se é XP, Vista ou 7. Basta baixar a
versão denominada apenas "Windows". Não existe instalador, o que você vai baixar é um
arquivo compactado, do tipo ZIP. Para abrir este arquivo e descompactar a IDE do
Arduino, você precisará de um programa chamado WinRar. Algumas versões de Windows
lidam com arquivos ZIP de forma transparente, mas para todos os efeitos, segue o link do
programa gratuito WinRar:

[Link]

Descompacte esse arquivo chamado "[Link]" (é a versão atual enquanto


eu escrevo esse artigo) em uma pasta com o mesmo nome, de preferência no drive "C:",
para que o caminho fique assim: "C:\arduino-0022". Vou considerar que você seguiu
essas orientações para facilitar o entendimento desse artigo. Dentro dessa pasta, você
verá que existe um arquivo executável chamado "[Link]". Este é o ponto de entrada
do programa principal do Arduino, ou seja, a IDE ("C:\arduino-0022\[Link]").

Outra coisa importante dentro do diretório "arduino-0022" é a pasta "drivers"


("C:\arduino-0022\drivers"). Nesta pasta é onde gastaremos a maior parte do nosso
esforço. Isso porque já terminamos a instalação da IDE e vamos partir para a instalação
do Driver USB.

Agora precisamos verificar algumas coisas, entre elas qual a versão do seu Arduino.
Vamos começar conectando o Arduino no computador através do cabo USB. Faça isso
agora, mas se você já tentou e não conseguiu, não se preocupe. Vamos aos passos:

Para o Arduino UNO ou Mega 2560 no Windows XP, Vista ou 7

1. Conecte a placa via cabo USB no computador. O assistente de instalação deve


aparecer. Clique em "Avançar" até que o Windows diga que não conseguiu instalar
o driver (não se preocupe, é assim mesmo). Clique em "Concluir" para dispensar
o assistente.

2. Clique então no menu "Iniciar" e selecione a opção "Painel de Controle".

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 6


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

3. No painel de controle, clique no ícone "Sistema" (dependendo do Windows, pode


estar dentro da categoria "Sistema e Segurança"). Na tela que aparecer, selecione
"Hardware" e depois "Gerenciador de Dispositivos" (mais uma vez essa opção
pode variar um pouco dependendo da versão do Windows).

4. Procure pela opção "Portas (COM & LPT)". Clique no sinal de adição (+)
correspondente a essa opção e uma entrada chamada "Arduino UNO (COMxx)"
deve aparecer. Pode ser que você não encontre essa entrada na opção "Portas",
se for esse o caso, procure por um "Dispositivo Desconhecido" na opção "Outros
Dispositivos". Se você tiver mais de um dispositivo desconhecido, ou tiver dúvidas
nesse ponto, desligue e religue o cabo do Arduino e preste atenção qual a entrada
que some quando você desliga o Arduino e que reaparece quando você o
reconecta.

5. Clique então na entrada descrita no passo 4 com o botão direito do mouse para
aparecer o menu de contexto. Selecione a opção "Atualizar driver...".

6. Na tela que aparecer, selecione a opção "Instalar de uma lista ou local específico
(Avançado)" e clique em "Avançar".

7. Na próxima tela, verifique que a opção selecionada é a "Procurar melhor driver


nestes locais". E nas caixas de seleção logo abaixo essa opção, desmarque a
primeira, denominada "Pesquisar mídia removível (disquete, CD-ROM...)"
e marque a segunda "Incluir este local na pesquisa:". Quando você fizer isso, o
campo de pesquisa e o botão "Pesquisar" ficarão disponíveis.

8. Clique então no botão "Pesquisar" e localize a pasta "Drivers" que se encontra no


local "C:\arduino-0022\drivers\" (se você seguiu os passos de instalação desse
tutorial). Atenção: NÃO escolha a sub-pasta "FTDI USB Drivers". Clique em "OK"
para concluir a escolha da pasta.

9. Agora clique em "Avançar" até concluir a instalação do driver. Pode ser que o
Windows apresente uma tela dizendo que o driver pode não ser confiável. Clique
na opção que diz para instalar assim mesmo!

10. Clique em "Concluir" para finalizar a instalação.

Em caso de dúvidas, veja um passo-a-passo ilustrado de como fazer as ações


acima, clicando no link abaixo:
[Link]

Para Arduino Duemilanove, Mega, Nano ou Diecimila no Windows XP, Vista ou 7

Quando você conectar o Arduino via cabo USB, o instalador do Windows deve
aparecer automaticamente.
No Windows Vista, selecione a opção "Instalar automaticamente" (Realmente
funciona!)
No Windows 7 64 bits, baixe e utilize o driver do seguinte link:
[Link]

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 7


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

No Windows XP, o assistente de instalação de novo hardware aparecerá, siga os


passos abaixo:
1. Quando aparecer a tela perguntando "Deseja que o Windows procure
automaticamente o driver na internet?", selecione a opção "Não dessa vez" e
clique em "Avançar".

2. Na tela que aparecer, selecione a opção "Instalar de uma lista ou local específico
(Avançado)" e clique em "Avançar".

3. Na próxima tela, verifique que a opção selecionada é a "Procurar melhor driver


nestes locais". E nas caixas de seleção logo abaixo essa opção, desmarque a
primeira, denominada "Pesquisar mídia removível (disquete, CD-ROM...)" e
marque a segunda "Incluir este local na pesquisa:". Quando você fizer isso, o
campo de pesquisa e o botão "Pesquisar" ficarão disponíveis.

4. Clique então no botão "Pesquisar" e localize a pasta "FTDI USB Drivers" que se
encontra no local "C:\arduino-0022\drivers\FTDI USB Drivers\" (se você seguiu os
passos de instalação desse tutorial). Clique em "OK" para concluir a escolha da
pasta.

5. Agora clique em "Avançar" até concluir a instalação do driver. Pode ser que o
Windows apresente uma tela dizendo que o driver pode não ser confiável. Clique
na opção que diz para instalar assim mesmo!

6. Quando a instalação terminar, o Windows dirá que o "USB Serial Converter" foi
instalado. Clique em "Concluir" para finalizar a instalação.

7. Nesse momento, outro assistente de instalação de hardware deve aparecer. Siga


novamente os passos acima, mas desta vez, ao terminar o Windows dirá que o
"USB Serial Port" foi instalado. Clique em "Concluir" para finalizar essa segunda
instalação.

Você pode verificar se a instalação ocorreu com sucesso, acessando o Gerenciador


de Dispositivos (na aba Hardware do item Sistema, no Painel de Controle). Procure na
seção "Portas (COM & LPT)" pela entrada "USB Serial Port".

Instalando Arduino no Mac OS X

Após fazer o download, conforme indicado no início deste tutorial, a imagem de


disco (.dmg) deve abrir automaticamente. Caso isso não aconteça, clique duas vezes
sobre o arquivo "[Link]".

Para o Arduino UNO e Mega 2560, apenas copie a pasta do Arduino para sua pasta
de Aplicações. Não é necessário instalar nenhum driver.

Se você estiver usando uma versão anterior (Duemilanove, Mega, Nano ou


Diecimila) não esqueça de instalar o driver do FTDI, clicando duas vezes no arquivo
"FTDIUSBSerialDriver_10_4_10_5_10_6.mpkg" e siga as instruções do instalador. Você
precisará reiniciar o computador após a instalação do driver.

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 8


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

Instalando Arduino no Linux

Acredito que a instalação mais complicada de ser explicada é a do Linux, pois


existem muitas distribuições diferentes e muitos detalhes a serem verificados. Vou fazer
uma explicação geral aqui, pois entendo que o usuário do Linux é experiente. O próprio
site do Arduino tem uma seção exclusivamente para detalhes sobre a instalação nas mais
diversas distribuições do Linux, que podem ser encontradas no link abaixo:

[Link]

De uma forma geral, a instalação no Linux depende da instalação dos seguintes


programas (o jeito de instalar as opções abaixo depende da sua distribuição):

openjdk-6-jre (emmbora o java runtime da Sun deve funcionar também: sun-java6-


jre)

avr-gcc (conhecido por "gcc-avr"), versão 4.3.2 ou versões 4.3.x (Versões 4.4.x e
4.5.x apresentam vários problemas)

Versão 4.3.0 tem um problema que afeta multiplicação de inteiros longos. Esta é a
versão padrão do Ubuntu Intrepid (8.10). Verifique usando o comando "avr-gcc --
version" e atualize-a se necessário.

Versões ateriores a 4.3.0 não suportam o ATmega328 (que vem com o Arduino
Duemilanove).

Quem roda versões das distribuições como Hardy Heron (Ubuntu) ou Etch (Debian)
e anteriores precisarão atualizar suas versões do avr-gcc.

avr-gcc-c++ (Senão você experimentará o erro: Cannot run program "avr-g++":


[Link]:Error=2: No such file or directory)

avr-libc
Efetue o download da última versão do Arduino para Linux, conforme indicado no
início deste tutorial. Copie/extraia os arquivos baixados para um diretório (ou seu
desktop) e rode o script do "arduino". Certifique-se que o diretório extraído não
tenha espaços no nome.

Abrindo a IDE do Arduino

Lembra do "[Link]" que está na pasta "C:\arduino-0022", mostrado no começo


do tutorial? Pois é hora de clicar duas vezes nesse arquivo. Isso fará com que o ambiente
de desenvolvimento do Arduino inicie.

Configurando a IDE do Arduino

Com o ambiente iniciado, selecione o menu Tools > Boards e escolha a sua versão
do Arduino. Se você está usando um Arduino UNO, a IDE já deve estar configurada por
padrão. Mas não deixe de verificar essa opção.

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 9


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

No Windows, uma última coisa a ser verificada é no menu Tools > Serial Port.
Selecione a porta COM do seu Arduino. Se você não sabe qual é a porta certa (caso
tenha mais de uma), verifique no Gerenciador de Dispositivos (na aba Hardware do item
Sistema, no Painel de Controle).

Caso seu Arduino seja o UNO, procure na seção "Portas (COM & LPT)" pela entrada
"Arduino UNO (COMxx)", onde "xx" será o número da porta do Arduino.

Caso seu Arduino seja o Duemilanove, Nano ou Diecimila, procure na seção "Portas
(COM & LPT)" pela entrada "USB Serial Port (COMxx)", onde "xx" será o número da porta
do Arduino.
No Mac OS X, caso seu Arduino seja o UNO ou Mega 2560, a porta serial a ser
escolhida deve ser a que começa com "/dev/[Link]", caso seja uma versão
anterior do Arduino (Duemilanove, Mega, Nano ou Diecimila), a porta serial deve ter um
nome que começa com "/dev/[Link]".

Ambiente de programação do Arduino

Figura 5

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 10


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

Desenvolvimento de Projetos

Iremos ver alguns exemplos de aplicações simples com o Arduino, agora com uma
pequena base de C para arduino podemos começar a fazer e explicar exemplos mesmo
para quem não possua uma grande infraestrutura possa realizá-lo.

Exemplo 1
Começaremos com o exemplo Blink, que já vem no aplicativo. Para encontrar o
exemplo clique em File ! Examples ! Digital ! Blink.
O programa tem como objetivo acender e apagar o LED de um em um segundo.
Para compilar este exemplo não é necessário de nenhuma outra infraestrutura que não o
próprio Arduino.
Primeiramente, vamos criar uma variável chamada ledPin que armazenar a o
numero da porta onde o LED está conectado (variável do tipo inteiro):
int ledPin = 13;
Assim quando nos referirmos à variável ledPin estaremos nos referindo à saída 13.
O seguinte passo é classificar o ledpin como pino de Saída, isto é feito da seguinte
maneira:

void setup() {
pinMode(ledPin, OUTPUT);
}

A função pinMode() tem como primeiro parâmetro o pino e como segundo parâmetro
se ele é pino de entrada ou saída. Agora começaremos a escrever o processamento. O
programa rodará em um loop, pois não há ocorrências ou interferências que mudem o
estado. Dentro do loop terá uma função que fará o LED ficar aceso por 1 segundo e
depois ficará apagado por mais um segundo, após isso volta ao loop. Escreva da seguinte
maneira:

void loop() {
digitalWrite(ledPin, HIGH);
delay(1000);
digitalWrite(ledPin, LOW);
delay(1000);
}

A função digitalWrite() escreve uma informação digital, ou seja, 0 (LOW) ou 1


(HIGH).
Seu primeiro parâmetro é o pino de saída, que no caso _e o ledPin. O segundo
parâmetro é o estado, que no caso _e a saída, HIGH ou LOW. Quando uma porta digital
estará em estado baixo (LOW), ela fica com 0V, já quando está em estado alto (HIGH),
fica em 5 V.
A função delay() é um atraso que se dá para a continuação o da leitura do programa,
logo como foi escrito que o ledPin estará aceso, só após um segundo, ou como está
escrito 1000 ms, irá ler a linha seguinte que escreve que a saída do ledPin _e baixa, e o
mesmo ocorre mais uma vez.

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 11


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

Antes de fazer o upload do programa, primeiro deve-se escolher a porta USB em


que o Arduino se encontra. Para isso vá em Tools Serial Port porta, onde porta é o
nome da porta onde está ligado o Arduino (/dev/ttyUSB*, no caso de GNU/Linux, COM*
em Windows).

Para saber em qual porta o Arduino se encontra, faça por tentativa e erro, logo
escolha um e tente rodar, caso não rode, é o outro. Outro passo que deve-se fazer é
escolher o modelo da placa, para isso vá em Tools ! Board e o modelo da sua placa.
Agora sim para fazer o upload,
Clique em Upload, como mostra a figura 5.

Figura 6

O Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java na qual é derivada


dos projetos Processing e Wiring. É esquematizado para introduzir a programação a
artistas e a pessoas não familiarizadas com o desenvolvimento de software. Inclui um
editor de código com recursos de realce de sintaxe, parênteses correspondentes e
identação automática, sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com
um único clique. Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas
em ambientes de linha de comando.
Tendo uma biblioteca chamada "Wiring", ele possui a capacidade de programar em
C/C++. Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída, tendo que
definir apenas duas funções no pedido para fazer um programa funcional:
• setup() – Inserida no inicio, na qual pode ser usada para inicializar configuração, e
• loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja
desligada.

Habitualmente, o primeiro programa que é executado tem a simples função de piscar


um LED. No ambiente de desenvolvimento, o usuário escreve um programa exemplo
como este:

# define LED_PIN 13

void setup () {
pinMode (LED_PIN, OUTPUT); // habilita o pino 13 para saída
digital (OUTPUT).
}

void loop () {
digitalWrite (LED_PIN, HIGH); // liga o LED.
delay (1000); // espera 1 segundo (1000
milissegundos).
digitalWrite (LED_PIN, LOW); // desliga o LED.
delay (1000); // espera 1 segundo.
}

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 12


ARDUINO – DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

O código acima não seria visto pelo compilador como um programa válido, então
quando o usuário tentar carregá-lo para a placa, uma cópia do código é escrita para um
arquivo temporário com um cabeçalho extra incluído no topo, e uma simples função
principal como mostrada abaixo:

# include <WProgram.h>
# define LED_PIN 13

void setup () {
pinMode (LED_PIN, OUTPUT); // habilita o pino 13 para saída
digital (OUTPUT).
}

void loop () {
digitalWrite (LED_PIN, HIGH); // liga o LED.
delay (1000); // espera 1 segundo (1000
milissegundos).
digitalWrite (LED_PIN, LOW); // desliga o LED.
delay (1000); // espera 1 segundo.
}

int main(void)
{
init();

setup();

for (;;)
loop();

return 0;
}

ADS22 – EQUIPE ARDUINO - Introdução ao Arduino 13

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