Fator de Risco Psicossocial:
Excesso de Demandas no
Trabalho
Alunos: Eulício Neto, Cauã Melo, Vinícius Silva,
João Hnerique e Alexandre Miranda
Turma:TI432
Docente: Olandia Ferreira Lopes
Gestão de Pausas
Controle de horas extras: estabelecer
limites e monitorar horas extraordinárias
(CLT, art. 59).
Pausas regulares para descanso e refeição
(NR-17 e CLT, art. 71).
Incentivar os trabalhadores a não
ignorarem os intervalos obrigatórios.
Comunicação e Participação
Criar canais de escuta (caixa de sugestões,
reuniões periódicas) para que os
trabalhadores relatem sobrecarga.
Comissão interna ou CIPA (quando
aplicável) para avaliar riscos psicossociais
e propor melhorias (NR-5).
Tecnologia e Processos
Automatização de tarefas repetitivas com
softwares de gestão, reduzindo carga
manual.
Melhorar a divisão de processos
administrativos, fiscais e jurídicos,
evitando sobreposição de funções.
Implementação de Programa de
Gerenciamento de Riscos
Ocupacionais (PGR)
Conforme NR-1 e NR-17, incluir riscos
psicossociais (como sobrecarga de
trabalho) no inventário de riscos.
Estabelecer um *plano de ação com
medidas de prevenção, acompanhamento
e avaliação periódica.
Contratação de Funcionários
Contratar novos funcionários surge como uma medida estratégica
essencial para enfrentar o excesso de demandas e a sobrecarga de
trabalho identificada no ambiente organizacional. Com a
redistribuição adequada das tarefas entre um maior número de
colaboradores, torna-se possível reduzir significativamente a pressão
exercida sobre as equipes já existentes. Isso contribui para a
diminuição da necessidade de horas extras, garantindo que os
intervalos de descanso e refeição sejam respeitados, o que preserva a
saúde física e mental dos trabalhadores.
Redução das demandas
Uma medida importante para reduzir o excesso de demandas no
trabalho é a organização adequada da jornada, garantindo pausas
para descanso e alimentação. Essa prática contribui para prevenir o
estresse, a fadiga e problemas de saúde associados à sobrecarga de
atividades. A NR-17 (Ergonomia) orienta que as condições de
trabalho devem ser adaptadas às características psicofisiológicas dos
trabalhadores, incluindo a observância de intervalos que favoreçam o
bem-estar e a eficiência.
Organização do Trabalho
Adequação da carga de trabalho: redistribuir
tarefas entre equipes para reduzir sobrecarga
(NR-17 – Ergonomia, MTP, 2022).
Planejamento de prazos realistas: ajustar
metas e demandas para níveis exequíveis,
evitando pressão excessiva.
Contratação de pessoal de apoio: quando o
volume de trabalho ultrapassar a capacidade
da equipe.
Saúde Física e Mental dos
Trabalhadores
Manter a saúde física e mental dos trabalhadores exige ações
individuais, como o desenvolvimento da inteligência emocional, a
prática de atividades físicas e a busca por equilíbrio. “As novas
gerações valorizam um propósito no trabalho, tornando essencial que
as empresas invistam em programas de bem-estar que vão além do
cumprimento legal. O respeito ao tempo de desconexão, especialmente
durante as férias, é crucial para a recuperação dos colaboradores.
Além disso, um salário compatível com o custo de vida e
oportunidades claras de crescimento garantem segurança financeira,
reconhecimento e um ambiente corporativo mais justo e motivador”,
destaca.
Políticas de Saúde Mental e
Qualidade de Vida
Implementar Programa de Apoio Psicossocial
(EAP): acompanhamento psicológico, rodas
de conversa, canais de apoio.
Promoção da qualidade de vida no trabalho
(QVT) com atividades de bem-estar,
campanhas de saúde e ginástica laboral
(Fundacentro, 2021).
Treinamento de gestores para identificar sinais
de esgotamento e atuar preventivamente.
Referências
Ministério do Trabalho e Emprego
(MTE/MTP) – Normas Regulamentadoras
(NR-1, NR-5, NR-17).
Fundacentro (2021) – Publicações sobre
riscos psicossociais e saúde mental no
trabalho.
Organização Internacional do Trabalho
(OIT, 2020) – Diretrizes sobre estresse e
riscos psicossociais.
Orgaiação Mundial da Saúde (OMS,
2019)* – Guia sobre saúde mental no
trabalho.