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Programa de Gerenciamento de Riscos PGR

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da Empresa 'Massaranduba' estabelece diretrizes para a segurança e saúde no trabalho, com vigência de 2022 a 2024. O documento aborda a identificação da empresa, disposições gerais, responsabilidades e metodologias para avaliação e controle de riscos ocupacionais. O PGR visa promover um ambiente de trabalho seguro e saudável, em conformidade com as normas regulamentadoras.

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Luclecio Bastos
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Programa de Gerenciamento de Riscos PGR

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da Empresa 'Massaranduba' estabelece diretrizes para a segurança e saúde no trabalho, com vigência de 2022 a 2024. O documento aborda a identificação da empresa, disposições gerais, responsabilidades e metodologias para avaliação e controle de riscos ocupacionais. O PGR visa promover um ambiente de trabalho seguro e saudável, em conformidade com as normas regulamentadoras.

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PROGRAMA DE

GERENCIAMENTO DE RISCOS

PGR

Empresa “Massaranduda”

Janeiro 2022
Revisão 2023
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE
RISCOS.

NR-01
Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos
Ocupacionais

VIGÊNCIA:

03.01.2022 a 03.01.2024

2022

Empresa “Massaranduba”

2
Sumário
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ............................................................................................ 5
2. REGIME DE TRABALHO ........................................................................................................ 6
3. PARTE I – DISPOSIÇÕES GERAIS ....................................................................................... 6
3.1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 6
3.2. OBJETIVO .............................................................................................................................. 7
3.3. TERMOS E DEFINIÇÕES ....................................................................................................... 7
• Limite de Exposição - Valor Teto (NR-15/Brasil), TLV-C (Threshold Limit Value – Ceiling - ACGIH-
EUA): Concentração que não deverá ser excedida durante nenhum momento de exposição na jornada. ..... 8
• Mobilidade: Percentual de tempo de permanência nos diversos locais durante a rotina de trabalho, em
relação ao número de horas trabalhadas. ...................................................................................................... 8
• Grupos Similares de Exposição - GSE: Grupos de colaboradores que experimentam exposição
semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação de qualquer membro do grupo seja
representativo do grupo como um todo.......................................................................................................... 9
• ACGIH: American Conference of Governmental Industrial Hygiene. ....................................................... 9
• AIHA: American Industrial Hygiene Association. ..................................................................................... 9
• OSHA: Occupational Safety and Health Administration. ......................................................................... 9
3.4. RESPONSABILIDADES.......................................................................................................... 9
3.4.1. Empregador .......................................................................................................................... 10
3.4.2. Diretoria................................................................................................................................. 10
3.4.3. Coordenador Geral do PGR .................................................................................................. 10
3.4.4. Liderança .............................................................................................................................. 10
3.4.5. Segurança do Trabalho ......................................................................................................... 11
3.4.6. Colaboradores ....................................................................................................................... 11
3.4.7. CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .......................................................... 12
4. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES (Excel) .................................................................... 12
5. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO ....................................................................... 13
6. PARTE II – ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO AVALIAÇÃO DOS RISCOS
AMBIENTAIS...................................................................................................................................... 14
2.1 Antecipação ...................................................................................................................................... 14
6.1. Reconhecimento dos Riscos Ambientais .............................................................................. 15
6.2. Avaliação dos Riscos Ambientais ......................................................................................... 15
6.3. Matriz de Riscos do PGR ...................................................................................................... 15
7. PARTE III – AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS RISCOS AMBIENTAIS ............................. 16

3
7.1. Objetivos e Critérios .............................................................................................................. 16
7.1.1. Critérios para amostragem dos agentes químicos ................................................................ 17
7.1.2. Critérios para amostragem do agente físico (ruído) .............................................................. 17
7.1.3. Interpretação dos resultados : ............................................................................................... 17
7.2. Medidas de Controle ............................................................................................................. 18
7.2.1. Níveis de Ação ...................................................................................................................... 18
7.2.2. Priorização das medidas de controle .................................................................................... 19
7.2.3. Treinamentos sobre as medidas de controle ........................................................................ 20
7.2.4. Eficácia das medidas de controle .......................................................................................... 20
7.3. Registro, manutenção e divulgação dos dados do PGR ....................................................... 20
7.3.1. Revisões do desenvolvimento do PGR ................................................................................. 20
7.3.2. Registro ................................................................................................................................. 21
7.3.3. Divulgação ............................................................................................................................ 21
8. PARTE VI – CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES............................................................ 21
8.1. Procedimentos de trabalho e controles administrativos ........................................................ 22
8.2. Treinamentos ........................................................................................................................ 22
8.3. Monitoramento ...................................................................................................................... 23
8.4. Equipamentos de Proteção Individual ................................................................................... 23
9. PARTE VII – RESPONSABILIDADES .................................................................................. 23
9.1. Responsáveis pela elaboração/revisão do PGR: .................................................................. 23
9.2. Responsável técnico e pela revisão do PGR: ....................................................................... 24
9.3. Responsável pela validação e aprovação institucional do PGR: ........................................... 24
10. ANEXO I - INVENTÁRIO DE RISCOS DO PGR ................................................................... 25
(Antecipação, Reconhecimento e Avaliação dos Riscos). ................................................................. 25
Mostrar Excel ..................................................................................................................................... 25
11. ANEXO II - PLANO DE AÇÃO DO PGR ............................................................................... 26
(Controle dos Riscos Ocupacionais). ................................................................................................. 26
Mostrar Excel ..................................................................................................................................... 26
12. ANEXO III-TABELA DE CARGOS. ....................................................................................... 27

4
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social: Empresa “Massaranduba” CNAE: 86.10-1-01 Comentado [GEdCPF1]:


[Link]

8610-1/02 Atividades de atendimento em pronto socorro e


unidades hospitalares para atendimento a urgências
Endereço: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Grau de Risco: 03
Comentado [GEdCPF2]: Abrir a NR-04 – SESMT –
Serviços Especializados em Segurança e Medicina do
Trabalho

REVISÃO MOTIVO DA DATA


REVISÃO DO PGR

00 EMISSÃO INICIAL 03.01.2022

01 ORGANOGRAMA FUNCIONAL 18.02.2022

Total de colaboradores:
CNPJ: XXXXXXXXXXXXXXXXXXX Fone: XXXXXXXXXXXXXXXX
1.060

Ramo de Atividade: Atividades de Atendimento Hospitalar, exceto Pronto Socorro e Unidades para
Atendimento a Urgências.

5
2. REGIME DE TRABALHO

Na area Administrativa o regime de trabalho na “Empresa


Massaranduba” é dividido e segue basicamente o horário
comercial e turnos Operacionais.

☑ Administrativo – Horário comercial diário:

A jornada de trabalho comercial é de 08 (oito ) horas diárias que obedece ao seguinte


esquema:

Segunda-feira a sexta-feira: entrada pode ser registrada das 07h até às 14h, com almoço
de 01 hora (registrado na metade do período trabalhado) a saída pode ser registrada das
16h até às 2h, em consequência ao horário de registro de entrada.

☑ Turnos Operacionais

1º Turno - A jornada de trabalho é de 12 horas diurno e 36 horas


de descanso com almoço das 12h às 13h.

2º Turno
3. PARTE - A jornada de GERAIS
I – DISPOSIÇÕES trabalho é de 12 horas noturno e 36 horas de
descanso com almoço das 12h às 13h.

CONTEÚDO REVISADO

3.1. INTRODUÇÃO

O Documento base do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) está inserido


no contexto da Política de Gestão da “Empresa Massaranduba”, buscando a melhoria
contínua do ambiente de trabalho e a preservação da saúde dos colaboradores. Está
estruturado conforme disposto na NR-1(Disposições Gerais e Gerenciamento de
Riscos Ocupacionais), Portaria 3214 de 08 de junho de 1978, com redação atualizada

6
pela Portaria 6.730 de 12 de Março de 2020.

3.2. OBJETIVO

Visa estabelecer as disposições gerais, o campo de aplicação, os termos e as


definições comuns às Normas Regulamentadoras - NR relativas à segurança e saúde
no trabalho.

Este documento possui o objetivo de estabelecer as diretrizes para o Gerenciamento


de Riscos Ocupacionais - GRO e as medidas de prevenção em Segurança e Saúde
no Trabalho – SST.

3.3. TERMOS E DEFINIÇÕES

• Risco Ambiental ou ocupacional: Combinação da probabilidade de ocorrer lesão


ou agravo à saúde, causados por um evento perigoso, exposição a agente nocivo
ou exigência da atividade de trabalho e da severidade dessa lesão ou agravo à
saúde.

• Agente físico: Qualquer forma de energia que, em função de sua natureza,


intensidade e exposição, são capazes de causar lesão ou agravo à saúde do
trabalhador. Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas
extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes.

• Agente químico: Substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu


estado natural, quer seja produzida, utilizada ou gerada no processo de trabalho,
que em função de sua natureza, concentração e exposição, são capazes de causar
lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: fumos de cádmio, poeira
mineral contendo sílica cristalina, vapores de tolueno, névoas de ácido sulfúrico.

• Agente biológico: Microrganismos, parasitas ou materiais originados de


organismos que, em função de sua natureza e do tipo de exposição, são capazes
de acarretar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: bactéria Bacillus
anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon agente de doença de
Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides immitis.

7
• Limite de Tolerância – LT (NR-15 / Brasil): A concentração ou intensidade
máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente,
que não causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral.

• Limite de Exposição - Média Ponderada pelo tempo – TLV-TWA1 (Threshold


Limit Value / Time Weighted Average - ACGIH-EUA): A concentração média
ponderada pelo tempo para uma jornada normal de 8h diárias e 40h semanais,
para a qual a maioria dos colaboradores pode estar repetidamente exposta, dia
após dia, sem sofrer efeitos adversos a sua saúde.

• Limite de Exposição - Curta Duração – TLV-STEL (Threshold Limit Value-


Short Term Exposure ACGIH-EUA): A concentração máxima a que os
colaboradores podem estar expostos continuamente por um período curto, de até
15 minutos, sem sofrer irritação, lesão tissular crônica ou irreversível, narcose em
grau suficiente para aumentar a predisposição a acidentes, impedir auto-
salvamento ou reduzir significativamente a eficiência no trabalho, desde que não
sejam permitidas mais de 4 exposições diárias, com pelo menos 60 minutos de
intervalo entre os períodos de exposição e também que não seja excedido o TLV-
TWA.

• Limite de Exposição - Valor Teto (NR-15/Brasil), TLV-C (Threshold Limit Value


– Ceiling - ACGIH-EUA): Concentração que não deverá ser excedida durante
nenhum momento de exposição na jornada.

• IDLH: Concentração máxima imediatamente perigosa para a vida ou saúde, da


qual o trabalhador poderá escapar, dentro de 30 minutos, sem sintomas graves
nem efeitos irreversíveis para a saúde (NIOSH/OSHA/EUA).

• Mobilidade: Percentual de tempo de permanência nos diversos locais durante a


rotina de trabalho, em relação ao número de horas trabalhadas.

• Nível de Ação: Valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas
(monitoramento periódico, informação aos colaboradores e controle médico) de
forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais
ultrapassem os limites de exposição. Para agentes químicos corresponde a

8
metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH, acordos coletivos) e
para o ruído a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15,
Anexo 1, item 6.

• Grupos Similares de Exposição - GSE: Grupos de colaboradores que


experimentam exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela
avaliação de qualquer membro do grupo seja representativo do grupo como um
todo.

• NR-15: Norma Regulamentadora Nº 15 - Portaria 3214.

• ACGIH: American Conference of Governmental Industrial Hygiene.

• NIOSH: National Institute for Occupational Safety and Health.

• AIHA: American Industrial Hygiene Association.

• ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas.

• OSHA: Occupational Safety and Health Administration.

3.4. RESPONSABILIDADES

A “Empresa Massaranduba”, cumpridora de requisitos legais, vem através deste


Documento Base, implantar o seu PGR, conforme preconiza a Lei nº 6.514 de 22 de
dezembro de 1977 e a Portaria n.º 6.730 de 12 de Março de 2020 que traz a redação
da Norma Regulamentadora 01 – NR 01.

A reavaliação do PGR é de responsabilidade da instituição, que se compromete a dar Comentado [GEdCPF3]:

continuidade ao programa supracitado implementando e assegurando o cumprimento Item [Link].6

das medidas de controle que se fizerem necessárias, de acordo com o cronograma de Contudo há exceções:

ações estabelecido, bem como seu monitoramento contínuo. [Link].6.1 No caso de organizações que possuírem certificações em
sistema de gestão de SST, o prazo poderá ser de até 3 (três) anos

O “Empresa Massaranduba” promoverá uma análise global do PGR, quando


necessário, ou no prazo máximo de 2 (dois) anos conforme NR-01. A análise se dará
sobre seu desenvolvimento a fim de promover ajustes e estabelecer novas metas e
prioridades quando for o caso.

9
3.4.1. Empregador

• Assumir responsabilidade no que se refere às medidas técnicas e operacionais, que


devem ser implantadas para atender as exigências registradas no presente
documento (PGR) constantes na NR-01;

• Esclarecer que os resultados obtidos no presente levantamento e as


recomendações citadas neste documento implicam parecer essencialmente técnico
e científico das condições de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho,
constatados durante a avaliação de cada cargo/local de trabalho na ocasião em que
exerciam suas atividades laborais.

3.4.2. Diretoria

• Estabelecer, implementar e assegurar recursos para o cumprimento do PGR


conforme preconiza a legislação.

3.4.3. Coordenador Geral do PGR Comentado [GEdCPF4]:


Quem pode ser coordenador?

a) Natural que seja um EST


• Coordenar a implantação e desenvolvimento do PGR;
b) Onde houver SESMT - Serviços Especializados em Segurança e
Medicina do Trabalho – NR 4
• Rever informações sobre o controle do programa;
4.3.4 O SESMT deve ser coordenado por um dos profissionais
integrantes deste serviço.
• Delegar responsabilidade e autoridade; (médico do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho,
técnico de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho e
auxiliar/técnico em enfermagem do trabalho)
• Elaborar os orçamentos anuais do Programa, alocando recursos financeiros
E onde não for obrigado SESMT?
necessários à execução do Relatório Anual de Atividades.
c) Interessante que seja algum membro da CIPA?
→Presidente ou Vice-Presidente?

3.4.4. Liderança

• Supervisionar os colaboradores para assegurar a execução correta dos


procedimentos;

• Assegurar o perfeito estado dos equipamentos e máquinas em funcionamento;

• Garantir a ordem e limpeza de seu setor/área de trabalho;

• Comunicar informações sobre os riscos ambientais e procedimentos de controle adotados;

10
• Divulgar questões de segurança e saúde aos colaboradores orientando caso haja
nescessidade, considerando a opnião dos mesmos para a definição dos temas.

• Manter os colaboradores informados sobre as questões de segurança e saúde do


setor/área, sempre com o apoio do SESMT;

• Colaborar com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA (NR – 05) na


investigação de acidentes ou doenças e na adoção de medidas preventivas.

3.4.5. Segurança do Trabalho

• Assessorar a instituição no desenvolvimento e implantação do PGR;

• Realizar anualmente em conjunto com a CIPA e a alta administração a reavaliação do


PGR;

• Manter registros de toda documentação própria ao programa;

• Assegurar que todos os colaboradores recebam treinamento adequado para as


funções que desempenham ou venham a desempenhar relativos ao escopo do PGR
presentes no inventário de riscos;

• Manter a integridade dos equipamentos de Segurança e Higiene Ocupacional no


que se refere à manutenção, calibração e guarda;

• Prever e manter disponíveis os recursos financeiros para a execução das atividades


deste programa seja por recursos próprios ou de terceiros;

• Divulgar os dados e resultados relativos ao programa.

3.4.6. Colaboradores

• Colaborar e participar da implantação do PGR, como agentes de melhoria, com


permanente vigilância às condições de segurança e saúde nos ambientes de
trabalho;

• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos previstos no PGR;

11
• Cumprir as Normas de Segurança e Saúde Ocupacional, visando seu bem-estar físico e
mental;

• Comunicar o responsável imediato, todas as ocorrências de condições inseguras


encontradas, que possam implicar riscos à saúde;

• Cooperar com a CIPA na prevenção de acidentes;

• Utilizar obrigatoriamente o Equipamento de Proteção Individual – EPI (NR – 06),


onde sinalizado e quando julgar necessário;

• Estar ciente sobre a implementação do PGR e os resultados das avaliações;

• Participar do processo de identificação de situações de risco e proposição de


medidas de controle através do diálogo contínuo com seus Líderes, Área de
Segurança/Higiene e membros da CIPA;

• Participar da etapa de reconhecimento de riscos quanto à priorização de ações,


através do mapa de riscos, elaborado pela CIPA;

• Estar ciente dos riscos relacionados com suas atividades, através das integrações e
durante os treinamentos recebidos, bem como através de orientações de seus
Líderes e atualizações periódicas do PGR.

3.4.7. CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

• Acompanhar e avaliar o desempenho deste programa;

• Zelar pelo cumprimento das medidas preventivas e corretivas;

• Manter uma cópia atualizada do Relatório Anual de Atividades no livro Ata;

• Estar ciente das informações contidas no PGR para desenvolver o Mapa de Risco da
Empresa e demais atividades prevencionistas que a legislação, em especial NR – 5
determina.

4. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES (Excel)

12
• Inventário de Riscos do PGR

• Matriz de Riscos do PGR

• Plano de Ação no Gerenciamento de Riscos

5. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO

O presente programa foi elaborado com base na ANTECIPAÇÃO,


RECONHECIMENTO e AVALIAÇÃO dos RISCOS AMBIENTAIS existentes nas
atividades dos colaboradores da “Empresa Massaranduba”, levando em consideração
os diversos locais de trabalho. Esses dados foram realizados por profissionais do
Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho –
SESMT e inseridos no INVENTÁRIO DE RISCOS deste PGR.

O CONTROLE de RISCOS AMBIENTAIS foi inserido no GERENCIAMENTO DOS


RISCOS OCUPACIONAIS e na PLANILHA DE AÇÃO também conhecida como
PLANILHA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS.

Para o reconhecimento dos riscos foram consideradas as constatações do SESMT


provenientes do exercício dos trabalhos realizados nas instalações / setores da
“Empresa Massaranduba”, bom como as informações prestadas pelos profissionais e
representantes da CIPA. Comentado [GEdCPF5]: Quando houver

NR-1
[Link] A organização deve adotar mecanismos para:
A estratégia tem como finalidade alcançar os seguintes objetivos: a) consultar os trabalhadores quanto à percepção de riscos
ocupacionais, podendo para este fim ser adotadas as manifestações
da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio - CIPA,
• Reconhecimento dos riscos ambientais - referente ao processo de trabalho quando houver; e (Portaria MTP nº 4.219, de 20 de dezembro de
2022 - redação que entra em vigor no dia 20 de março de 2023)
executado e a condição de exposição dos colaboradores;

• Avaliação quantitativa – com base na NR-09.4.2, sempre que se constate a Comentado [GEdCPF6]:
NR-9 - AVALIAÇÃO E CONTROLE DAS EXPOSIÇÕES OCUPACIONAIS
possibilidade do trabalhador estar submetido à exposição ao agente de risco, cujo A AGENTES FÍSICOS,
QUÍMICOS E BIOLÓGICOS
limite de tolerância possa estar superior ao previsto na legislação; 9.4.2 A avaliação quantitativa das exposições ocupacionais aos
agentes físicos, químicos e biológicos,
quando necessária, deverá ser realizada para:
• Interpretação dos resultados - avaliação e julgamento profissional com proposição a) comprovar o controle da exposição ocupacional aos agentes
identificados;
de medidas de controle; b) dimensionar a exposição ocupacional dos grupos de
trabalhadores;
c) subsidiar o equacionamento das medidas de prevenção.
• A metodologia aplicada será a da legislação atualizada das Normas

13
Regulamentadoras – NR do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, Lei 6514 de
22 de dezembro de 1977, onde se encontram estabelecidos os parâmetros mínimos
e diretrizes gerais, as quais foram aplicadas neste PGR.

• Com base na NR-[Link], na ausência de limites de tolerância previstos na NR-15 e


seus anexos ou quando necessário, serão utilizados “critérios técnicos“ adotados
pela American Conference of Governamental Hygienist (ACGIH) tomando como base
os limites de tolerância (TLV – TWA, TLV – STEL e TLV – C) adotados por essa
Associação.

6. PARTE II – ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS.

2.1 Antecipação

A antecipação visa identificar riscos potenciais. As informações que deverão ser


consideradas para a elaboração ou revisão do PGR são originadas de:

• Alteração de processos de trabalho: toda alteração de processo de trabalho que Comentado [GEdCPF7]:
É o conjunto de atividades de uma organização ou
envolva riscos para os colaboradores deverão necessariamente ser avaliada pelo unidade executado sistematicamente em uma lógica
sequencial para a transformação de entradas (inputs) em
saídas (outputs).
SESMT antes de executada,

• Projetos de novas instalações: Projeto Conceitual, a Engenharia, com apoio das


áreas de Segurança do Trabalho, deverá avaliar, dentro das estratégias de
segurança e de saúde, quais os riscos ambientais que estão previstos no projeto,
prevendo, se possível, medidas de redução e controle já na fase do projeto, bem
como os recursos necessários para monitoramento das exposições. Estes riscos
deverão ser incorporados na revisão do PGR quando da conclusão do projeto.

• Modificações de projetos: A área de Segurança do Trabalho deve avaliar os novos


riscos ambientais se estão previstos, ou se ocorreram a eliminação dos mesmos.
Estas alterações deverão ser incorporadas na revisão do PGR quando da conclusão
da modificação.

• Manipulação de novos produtos químicos: Todo produto novo para ser


armazenado deverá ter como base as informações sobre a toxicologia e suas
especificações de segurança contidas na FISPQ do produto. Se após a análise

14
crítica das áreas envolvidas forem favoráveis para a manipulação e armazenamento
do referido produto, deverá ser feita avaliação ambiental.

6.1. Reconhecimento dos Riscos Ambientais

O reconhecimento dos riscos ambientais é realizado através de inspeções nas diversas


áreas / locais da Empresa; ocasião em que são consolidadas as constatações
técnicas, levando em consideração os riscos ambientais, as informações repassadas
pelos colaboradores sobre o processo produtivo; informações / registros realizados
pela CIPA, bem como tudo que venha a contribuir como suporte técnico para o
enriquecimento do reconhecimento.

O reconhecimento visa o registro / avaliação das possíveis interferências na saúde /


integridade física do trabalhador em razão da relação entre exposição e riscos
ambientais oriundos da área / setor como um todo, somado aos riscos provenientes
das atividades realizadas pelo trabalhador no seu posto/local de trabalho frente ao
tempo e a frequencia de exposição.

6.2. Avaliação dos Riscos Ambientais

A avaliação dos riscos ambientais é realizada após a antecipação e reconhecimento


do agente, da fonte geradora, do grupo similar de exposição - GSE, da função e
atividade desses, das medidas de controle existentes e propostas. Somente o
resultado das avaliações deve ser inserido no Inventário de Riscos deste PGR
conforme NR-09.4.3.

A antecipação, o reconhecimento e a avaliação dos riscos ambientais estão registrados


no inventário de riscos anexo a este PGR.

6.3. Matriz de Riscos do PGR

A avaliação da classificação de riscos é realizada para cada GSE em relação aos


agentes e atividades no inventário de riscos, possibilitando conhecer, em função do
risco e da exposição qual a consequência para a saúde. A classificação de risco é
obtida relacionando-se as informações anteriormente obtidas pela interação da
probabilidade x severidade do risco, conforme a matriz de risco apresentada na tabela

15
abaixo:

MATRIZ DE RICO (e) - NR [Link] NÍVEL DE RISCO


NÍVEL DE RISCO = Probabilidade x Severidade
SEVERIDADE
INSIGNIFICANTE MENOR MODERADA MAIOR CATASTRÓFICA
1 2 4 8 16
PROBABILIDADE

RARO 1 1 2 4 8 16
IMPROVÁVEL 2 2 4 8 16 32
POSSÍVEL 3 3 6 12 24 48
PROVÁVEL 4 4 8 16 32 64
CERTO 5 5 10 20 40 80
NÍVEL DE RISCO ZONA DE DECISÃO TRATAMENTO NO PLANO DE AÇÃO

NR ≤ 4 TOLERÁVEL MANTER CONTROLES EXISTENTES


NR > 4 - ≤ 8 SIGNIFICATIVO AVALIAR NECESSIDADES DE NOVOS CONTROLES
NR > 8 - ≤ 16 SÉRIO IMPLEMENTAR NOVOS CONTROLES
NR > 16 até 90 INTOLERÁVEL PARALISAR A ATIVIDADES

7. PARTE III – AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS RISCOS AMBIENTAIS

7.1. Objetivos e Critérios

O objetivo das determinações quantitativas é dimensionar a exposição dos


colaboradores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle. Estas
avaliações devem ser planejadas conforme cronograma estabelecido no PGR,
segundo os seguintes critérios:

• Para a determinação das avaliações quantitativas das exposições dos GSE,


deverão ser consideradas as atividades que apresentem grau de exposição ao risco
alto e muito alto. A não existência destes graus implica na determinação de graus
considerados moderados, baixo e muito baixo, com o objetivo de obter dados
estatísticos e subsidiar a necessidade de avaliações futuras.

• Serão priorizadas as atividades onde existe contato direto com os agentes mais
agressivos, e que possuem limite de exposição ocupacional para curta duração
(STEL), valor teto (VT) e dos agentes que estão presentes em altas concentrações
sem que haja controles eficazes de exposição.

16
A avaliação deverá considerar as seguintes atividades:

• Definir e planejar a estratégia de quantificação dos riscos, com base nos dados e
informações coletadas anteriormente relativas às atividades e frequências, se
existirem.

• A quantificação da concentração ou intensidade deve ser feita com equipamentos e


instrumentos calibrados e compatíveis aos riscos identificados e utilizando técnicas
e metodologias validadas e reconhecidas.

7.1.1. Critérios para amostragem dos agentes químicos

Os métodos para coleta de amostras e determinação analítica dos agentes químicos,


sempre que possível, devem ser baseadas nas NHO da Fundacentro, NIOSH ou
OSHA.O número de amostragens deve ser representativo e que permita um tratamento
estatístico dos valores.

7.1.2. Critérios para amostragem do agente físico (ruído)

A dose e o nível de pressão sonora deverão ser obtidos através de utilização de


dosímetro de ruído e medidor de pressão sonora, adotando-se:

• Os limites de tolerância definidos no quadro anexo I da NR-15 do MTE;

• As metodologias e os procedimentos definidos na NHO-01 do FUNDACENTRO.

O colaborador portador do dosímetro de ruído deverá ser conscientizado quanto ao


não desvio de sua rotina de trabalho para que não haja alterações no resultado real da
exposição.

Os valores encontrados deverão estar em conformidade com os limites de tolerância


estabelecidos e o tempo de exposição dos colaboradores.

7.1.3. Interpretação dos resultados :

• Para qualquer agente de risco, cujo monitoramento seja realizado com mais de uma
amostra, caso os resultados obtidos apresentem um desvio padrão elevado,

17
recomenda-se nova avaliação quantitativa, com maior número de amostragens, e
realização de tratamento estatístico por meio de “média ponderada”. O resultado do
tratamento estatístico será considerado como “representativo” do risco de exposição
para o respectivo GSE.

• Caso o resultado da avaliação quantitativa mais recente confirme o resultado obtido


na matriz de análise qualitativa do ano vigente, permanece como válida a
priorização definida na planilha de avaliação qualitativa do presente documento.

• Caso o resultado da avaliação quantitativa mais recente seja diferente do resultado


obtido na matriz de análise qualitativa do ano vigente, permanece como válido o
resultado obtido nos monitoramentos ambientais realizados (resultado real).

• O resultado das avaliações quantitativas deve ser inserido no inventário de riscos do PGR.

7.2. Medidas de Controle

As medidas de controle devem ser adotadas para a eliminação, a minimização ou o


controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das
seguintes situações:

• Identificação, na fase de antecipação, de um risco potencial à saúde;

• Constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde;

• Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos colaboradores


excederem os valores dos limites previstos na norma de referência;

• Quando, através do controle médico de saúde, ficar caracterizado o nexo entre


danos observados na saúde e a situação de trabalho. Neste caso, as medidas de
controle devem ser discutidas pelas áreas de engenharia, segurança e serviço
médico e incorporadas ao plano anual de atividades.

Quando os valores de exposições apresentarem resultados acima dos níveis de ação,


as medidas de controle devem ser sistemáticas de forma a reduzir as exposições.

7.2.1. Níveis de Ação

18
• Agentes químicos: metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH,
NIOSH, OSHA, ou acordos coletivos).

• Ruído: a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6.

As medidas de controle devem ser, sempre que possíveis medidas de engenharia e


não depender de instrução, disciplina ou vontade do colaborador.

7.2.2. Priorização das medidas de controle

Sempre que possível, as medidas de controle de caráter coletivo devem ser priorizadas
obedecendo a seguinte hierarquia:

• Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à


saúde;

• Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de


trabalho;

• Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de


trabalho.

Seguem exemplos de algumas medidas de controle, em ordem de aplicação:

• Substituição do agente agressivo;

• Mudança ou alteração do processo ou operação;

• Enclausuramento da fonte;

• Segregação do processo ou operação;

• Modificação de projetos;

• Limitação do tempo de exposição;

• Utilização de equipamento de proteção individual.

Caso medidas de controle coletivo não possam ser implementadas imediatamente por

19
motivos técnicos ou financeiros, uma justificativa deve ser registrada no plano anual de
atividades e medidas de contingenciamento devem ser estudadas. Neste caso o uso
de equipamento de proteção individual pode ser adotado desde que a seleção do EPI
seja tecnicamente adequada ao risco que o colaborador poderá estar exposto e a
atividade exercida.

7.2.3. Treinamentos sobre as medidas de controle

Todos os colaboradores devem receber treinamentos sobre as medidas de controle


adotadas e ações preventivas quanto a riscos potenciais que possam ser evidenciados
e estes devem ser devidamente registrados.

7.2.4. Eficácia das medidas de controle

Critérios e mecanismos de avaliação da eficácia das medidas de controle devem ser


estabelecidos podendo contemplar:

• Auditorias nos processos;

• Inspeções da CIPA;

• Inspeções de SEGURANÇA;

• Vigilância de monitoramento do agente ambiental;

• Avaliação dos resultados dos exames médicos previstos no PCMSO;

• As medidas de controle e seu gerenciamento serão inseridos no plano de ação


do PGR representado pela planilha de gerenciamento de ações.

7.3. Registro, manutenção e divulgação dos dados do PGR

7.3.1. Revisões do desenvolvimento do PGR

O PGR deve ser alterado / revisado sempre que houver alguma alteração nas
instalações da unidade ou dentro da periodicidade máxima de 01 (um) ano, cabendo
ao setor de setor de segurança do trabalho realizar inclusões / atualizações, se
entender pertinente.

20
7.3.2. Registro

O histórico das atualizações do PGR deve ser mantido por um período mínimo de 20
(vinte) anos ou pelo período estabelecido em normatização específica – NR-[Link].3.1.

O documento base deve ser apresentado à CIPA durante uma de suas reuniões,
devendo sua cópia ser anexada ao livro de atas desta comissão.

O registro de dados deve estar sempre disponível para os colaboradores interessados ou


seus representantes e para as autoridades competentes.

7.3.3. Divulgação

Os dados registrados estarão disponíveis aos colaboradores e interessados através de


disponibilização de cópia, a qual deve ter uma folha para registro de conhecimento e
ser rubricada pelos interessados, que tomaram conhecimento.

A divulgação dos dados pode ser feita de diversas maneiras, entretanto, as mais comuns são:

• Treinamentos específicos;

• Reuniões setoriais;

• Reuniões de CIPA;

• Boletins e jornais internos;

• Programa de integração de novos colaboradores;

• Palestras avulsas.

NOTA1: Os registros gerados após as divulgações / treinamentos permanecerão


disponíveis para consulta nos arquivos de segurança do trabalho.

8. PARTE VI – CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES

Os propósitos de uma avaliação de exposição a agentes de risco ambientais devem cumprir


no mínimo os seguintes objetivos:

21
✓ Determinar os agentes de risco potenciais à saúde a que estão sujeitos os colaboradores,
avaliando e diferenciando entre exposições aceitáveis e inaceitáveis e implementando
medidas de controle quando exposições inaceitáveis são identificadas.

✓ Estabelecer e documentar os níveis de exposição de todos os colaboradores, ficando


assim definido um ponto de partida que servirá como guia para cada nova avaliação de
exposição, permitindo verificar sua tendência ao longo do tempo. Estes registros são
também de vital importância para estudos futuros de epidemiologia.

✓ Assegurar e demonstrar conformidade das exposições com padrões governamentais ou


outros mais restritivos.

No sentido de alcançar estes objetivos a “Empresa Massaranduba” deve prosseguir com


seus programas de controle de exposições, introduzindo as melhorias propostas e novas que
se fizerem necessárias.

8.1. Procedimentos de trabalho e controles administrativos

Estas recomendações referem-se ao controle de exposição baseado em ações específicas


do empregador e empregado, relativo à execução dos trabalhos, não incluindo o uso de EPI.

✓ Assegurar e incentivar os colaboradores a adotarem as seguintes posturas de


trabalho, para reduzir as exposições:

• Observar, informar e corrigir imediatamente não conformidades nos locais de


trabalho bem como nos processos, principalmente as relacionadas aos riscos
biológicos, ergonômicos e físicos, mais comuns no processo de trabalho.

• Movimentar-se por locais onde as exposições a riscos sejam de menor


concentração ou intensidade.

• Reavaliar anualmente o PGR, conforme exigência legal prevista na NR-1.5, para


avaliação do seu desenvolvimento, ajustes necessários e estabelecimento de
novas metas e prioridades.

8.2. Treinamentos

22
É necessário prover treinamentos sobre os seguintes aspectos:

✓ Saúde/Higiene Ocupacional: PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos; Resultados


das Avaliações Quantitativas e Qualitativas de Exposição aos Agentes de Risco, efeitos à
saúde e primeiros socorros;

✓ Segurança Hospitalar: utilização de EPIs, melhores práticas de trabalho.

✓ Primeiros Socorros – NR 32: Treinamentos para colaboradores da área hospitalar.

✓ Exposição à Radiação – RDC 330-2019: Treinamentos para colaboradores que


executam procedimentos envolvendo radiação ionizante.

✓ Exposição à produtos químicos – NR 09: Treinamentos para colaboradores que


executam procedimentos envolvendo produtos químicos.

✓ Demais treinamentos que se fizerem necessários referentes

8.3. Monitoramento

Para uma efetiva demonstração e confirmação quanto aos graus de risco de exposição dos
GSE aos agentes de risco, a Empresa Massaranduba”, deverá continuar com sua estratégia
de avaliação quantitativa e qualitativa para os agentes de riscos priorizados, conforme PGR.

8.4. Equipamentos de Proteção Individual

Ressalta-se que onde os procedimentos de trabalho não forem suficientes para reduzir
completamente a exposição a níveis aceitáveis, a Empresa Massaranduba”, deve adotar
como último recurso à utilização de EPI.

9. PARTE VII – RESPONSABILIDADES

9.1. Responsáveis pela elaboração/revisão do PGR:

NOME: Getúlio Ezequiel da Costa Peixoto Filho – Engenheiro de Segurança – CREA 0000/DF

23
ASSINATURA: DATA: 03/01/2022

NOME:

ASSINATURA: DATA:

NOME:

ASSINATURA: DATA:

NOME:

ASSINATURA: DATA:

9.2. Responsável técnico e pela revisão do PGR:

NOME: Getúlio Ezequiel da Costa Peixoto Filho – Engenheiro de Segurança – CREA 0000/DF

ASSINATURA: DATA: 03/01/2022

9.3. Responsável pela validação e aprovação institucional do PGR:

NOME:

ASSINATURA: DATA: 03/01/2022

24
10. ANEXO I - INVENTÁRIO DE RISCOS DO PGR

(Antecipação, Reconhecimento e Avaliação dos Riscos).

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Link do google planilha

[Link]
OEl4JEWY/edit?usp=sharing&ouid=101494517984694201540&rtpof=true&sd=true

25
11. ANEXO II - PLANO DE AÇÃO DO PGR

(Controle dos Riscos Ocupacionais).

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[Link]
sharing&ouid=101494517984694201540&rtpof=true&sd=true

26
12. ANEXO III-TABELA DE CARGOS.

27
SETOR CARGO QUANT.
ADMINISTRAÇÃO GERENTE GERAL 1
ANALISTA DE HEMOTERAPIA 10
AGENCIA TRANSFUSIONAL
GERENTE DE SERVICOS 1
ANALISTA DE ESTOQUE 1
ALMOXARIFADO
AUXILIAR DE ALMOXARIFE 4
COORDENADOR 1
AMBULATÓRIO MEDICO ASSISTENTE 6
TECNICO DE ENFERMAGEM 3
AMBULATÓRIOS - MÉDICOS MEDICO ASSISTENTE 2
ASSESSORIA DE COM E REL ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 1
ANALISTA DE MARKETING PL 1
ANALISTA DE COMUNICAÇÃO 1
ASSESSOR DE COMUNICACAO 1
ASSESSORIA DE COM E REL INSTITUCIONAIS
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 1
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 1
EDITOR DE WEB 1
AUDITORIA ENFERMEIRO AUDITOR 1
AUDITOR ADMINISTRATIVO 1
CADASTRO ANALISTA DE CADASTRO PL 1
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 1
CENTRAL DE MARCACAO OPERADOR DE TELEATENDIMENTO 1
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 1
ASSISTENTE DE GOVERNANÇA 1
CENTRAL DE MARCACAO DE EXAMES E CONSULTAS
LIDER DE CALL CENTER 1
OPERADOR 18
COORDENADOR 1
ENFERMEIRO 7
ENFERMEIRO DE QUALIDADE 1
PERFUSIONISTA 10
CENTRO CIRURGICO
PERFUSIONISTA CHEFE 1
TECNICO 11
TECNICO DE ENFERMAGEM 21
TECNICO DE INSTRUMENTACAO 4
AUXILIAR DE TRANSPORTE 1
COORDENADOR 1
CME
ENFERMEIRO 5
TECNICO DE ENFERMAGEM 20
COMPRAS COMPRADOR 4

28
COORDENACAO DE ENSINO E PESQUISA SUPERVISOR DE ENSINO 1
ANALISTA ADMINISTRATIVO 1
CREDENCIAMENTO
GERENTE 1
DEPTO PESQUISA CLINICA ENFERMEIRO ENS E PESQUISA 1
ECG AMBULATORIO TECNICO DE ENFERMAGEM 1
ENFERMEIRO 2
ECOCARDIOGRAFIA ADULTO MEDICO ASSISTENTE 13
TECNICO DE ENFERMAGEM 1
ECOCARDIOGRAFIA PEDIATRICO TECNICO DE ENFERMAGEM 1
ENFERMEIRO 5
EMERGENCIA
TECNICO DE ENFERMAGEM 4
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 1
ENG CLINICA BIOMÉDICA AUXILIAR DE EQUIPAMENTOS 1
TECNICO DE EQUIPAMENTOS 5
ENGENHARIA CLINICA ENGENHEIRO CLINICO 1
MEDICO ASSISTENTE 1
ERGOMETRIA
TECNICO DE ENFERMAGEM 2
ANALISTA DA QUALIDADE 1
ENFERMEIRO DE QUALIDADE 3
MEDICO ASSISTENTE 2
ESCRITORIO DA QUALIDADE
SUPERVISOR DE FARMACIA 1
SUPERVISOR DO NÚCLEO 1
TECNICO DE ENFERMAGEM 1
ANALISTA DE ESTOQUE 2
FARMACIA - OPME AUXILIAR DE FARMACIA 3
SUPERVISOR BIOQUIMICO 1
ANALISTA DE ESTOQUE 1
AUXILIAR DE FARMACIA 16
FÁRMACIA CENTRAL
FARMACEUTICO 5
SUPERVISOR DE FARMÁCIA 1
AUXILIAR DE FARMACIA 2
FARMACIA CENTRO CIRURGICO
ANALISTA DE ESTOQUE 1
FARMÁCIA HEMODINAMICA AUXILIAR DE FARMACIA 6
FARMACIA UTI AUXILIAR DE FARMACIA 4
ANALISTA DE CADASTRO PL 1
ANALISTA DE FATURAMENTO 2
ANALISTA DE FATURAMENTO PL 1
FATURAMENTO
FATURISTA 8
SUPERVISOR 1
TECNICO DE ENFERMAGEM 1
FINANCEIRO ANALISTA ADMINISTRATIVO 1

29
ANALISTA FINANCEIRO MS 2
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 2
SUPERVISOR FINANCEIRO 1
FISIOTERAPEUTA 47
FISIOTERAPIA SUPERVISOR DE FISIOTERAPIA 1
TERAPEUTA OCUPACIONAL 1
GERENCIA MULTIDISCIPLINAR PSICOLOGO HOSPITALAR 1
GERENCIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA SUPERVISOR DE COMPRAS
GERENCIA DE INFRAESTRUTURA ARQUITETO 1
GERENCIA DE SUPRIMENTOS GERENTE DE SUPRIMENTOS 1
GERENCIA GERAL DE ADMINISTRACAO GERENTE GERAL 1
ANALISTA DE CONTRATOS 1
GERENCIA GERAL DE ASSESSORAMENTO ANALISTA 1
GERENTE 1
ENFERMEIRO 9
MAQUEIRO HOSPITALAR 1
HEMODINAMICA MEDICO ASSISTENTE 17
TECNICO DE ENFERMAGEM 22
TECNICO DE IMAGEM 3
HEMODINAMICA MEDICOS MEDICO ASSISTENTE 1
AUX. DE SERV. GERAIS 81
HIGIENIZACAO
LIDER DE HIGIENIZAÇAO 7
HOLTER TECNICO DE ENFERMAGEM 1
TECNICO DE ENFERMAGEM 4
HOSPITAL DIA
ENFERMEIRO 1
ASSISTENTE DE GOVERNANÇA 1
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 1
AUXILIAR DE LAVANDERIA 4
COSTUREIRA 4
HOTELARIA
GERENTE DE HOTELARIA 1
LIDER DE HOTELARIA 1
ROUPEIRO 20
SUPERVISOR DE HOTELARIA 1
ANALISTA DE 1
ANALISTA DE SISTEMAS PL 1
ANALISTA DE SISTEMAS SR 1
INFORMÁTICA ANALISTA DE SUPORTE PL 1
COORDENADOR 1
SUPERVISOR DE TI 1
TECNICO DE SUPORTE 2
INFRAESTRUTURA/MANUTENÇAO ASSISTENTE DE APOIO 1

30
AUXILIAR DE MANUTENÇÂO 2
AUXILIAR DE MARCENEIRO 1
ENCARREGADO 2
OFICIAL DE MANUTENÇÃO 12
COORDENADOR 1
ENFERMEIRO 16
INTERNACAO ADULTO
MAQUEIRO HOSPITALAR 1
TECNICO DE ENFERMAGEM 36
INTERNAÇÃO MÉDICOS MEDICO ASSISTENTE 1
ENFERMEIRO 4
INTERNACAO PEDIATRICA
TECNICO DE ENFERMAGEM 7
ANALISTA DE LABORATÓRIO 7
AUXILIAR DE TRANSPORTE 2
LABORATÓRIO
SUPERVISOR 1
TECNICO DE LABORATORIO 9
OFICIAL DE MANUTENÇÃO 1
MANUTENCAO
SUPERVISOR 1
MAPA TECNICO DE ENFERMAGEM 1
TEC ENFERMAGEM DO 1
MEDICINA DO TRABALHO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 1
ENFERMEIRO DO TRABALHO 1
ENFERMEIRO 1
NEFROLOGIA
TECNICO DE ENFERMAGEM 5
NEFROLOGIA MÉDICOS MEDICO ASSISTENTE 9
GERENTE DE ORCAMENTO 1
NUC PROG ORCAMENTARIA DE PRESTACAO ASSISTENTE DE CUSTOS 1
ANALISTA DE ORÇAMENTO 1
ENFERMEIRO 1
ENFERMEIRO DE ENS 1
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 1
NUCLEO DE ENSINO
ANALISTA DE ENSINO 1
ASSISTENTE COMISSAO 1
ENFERMEIRO ENS E PESQUISA 1
NUCLEO DE ENSINO MULTIPROFISSIONAL ENFERMEIRO 1
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 2
ANALISTA DE ENSINO 1
NUCLEO DE PESQUISA
ENFERMEIRO ENS E PESQUISA 1
ENFERMEIRO DE ENS 1
ADVOGADO 1
NUCLEO JURUDICO ANALISTA DE CUSTOS 1
ANALISTA CONTABIL MS 1

31
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 1
COPEIRA 27
NUTRICAO NUTRICIONISTA 9
NUTRICIONISTA 1
TECNICO DE NUTRICAO 4
ANALISTA ADMINISTRATIVO 1
PATRIMONIO
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 1
ENCARREGADO DE PORTARIA 1
PORTARIA
PORTEIRO 28
PSICOLOGIA CLINICA PSICOLOGO HOSPITALAR 2
RADIOLOGIA TECNICO DE RADIOLOGIA 17
ANALISTA ADMINISTRATIVO 1
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 8
RECEPÇÃO CENTRAL
LIDER DE RECEPÇÃO 1
RECEPCIONISTA 21
ANALISTA DE RECURSOS 4
ANALISTA DE RECURSOS HUMANOS 1
RECURSOS HUMANOS ASSISTENTE DE RECURSOS 3
GERENTE DE RECURSOS 1
SUPERVISOR DE 1
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 8
REGULACAO
ENFERMEIRO 1
BIOMEDICO 4
RESSONANCIA MAGNETICA TECNICO DE ENFERMAGEM 3
ENFERMEIRO 1
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 2
SAP
LIDER SAP 1
BOMBEIRO PARTICULAR 13
CHEFE DA BRIGADA 1
SEGURANCA DO TRABALHO
[Link] TRABALHO 1
TECNICO SEGUR. TRABALHO 4
SUPERVISOR DE SERVIÇO 1
SERVICO SOCIAL
ASSISTENTE SOCIAL 5
MEDICO CLINICO GERAL 1
MEDICO DO TRABALHO 1
SIP/SAME
SESMT/BRIGADA
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 8
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 9
LIDER SIP/SAME 1
GERENTE DE PLANEJAMENTO 1
SUPERINTENDENCIA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO 2

32
ASSESSOR DE 1
SUPERINTENDENTE 1
TILT-TEST TECNICO DE ENFERMAGEM 1
TECNICO DE ENFERMAGEM 5
TOMOGRAFIA
ENFERMEIRO 3
MOTORISTA 8
TRANSPORTES SUPERVISOR DE SEGURANÇA 1
LIDER DE PORTARIA 1
UDT - AMBULANCIA ENFERMEIRO 4
UNIDADE DE COORTE TECNICO DE ENFERMAGEM 1
COORDENADOR 1
ENFERMEIRO 9
UNIDADE DE CUIDADOS ESPECIAIS MEDICO ASSISTENTE 3
MEDICO PLANTONISTA 4
TECNICO DE ENFERMAGEM 13
COORDENADOR 1
ENFERMEIRO 11
UNIDADE DE DOR TORACICA MEDICO ASSISTENTE 3
MEDICO PLANTONISTA 6
TECNICO DE ENFERMAGEM 25
ENFERMEIRO 4
ENFERMEIRO SUPERVISOR 1
UNIDADE DE TRANSPLANTES
MEDICO ASSISTENTE 1
TECNICO DE ENFERMAGEM 4
COORDENADOR 1
UTI ADULTO ENFERMEIRO 14
TECNICO DE ENFERMAGEM 34
COORDENADOR 1
ENFERMEIRO 14
UTI CARDIOPEDIATRICA
MEDICO PLANTONISTA 1
TECNICO DE ENFERMAGEM 32
UTI GERAL MÉDICOS MEDICO PLANTONISTA 1

33

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