Eletricidade básica
Prof° Igor Carvalho
Me. em Engenharia Elétrica Aula VII
Análise de circuitos
João Pessoa/PB
2022
1
Divisor de tensão
Eletricidade Básica 2 2
Divisor de tensão
Vt = 24 V
R1 = 330 ohm
R2 = 1.2 Kohm
VR1 = ?
VR2 = ?
𝑉 ∗ 𝑅1 𝑉 ∗ 𝑅2
𝑉1 = 𝑉2 =
𝑅1 + 𝑅2 𝑅1 + 𝑅2
12 ∗ 300 12 ∗ 200
𝑉1 = 𝑉2 =
300 + 200 300 + 200
𝑉1 = 7,2 𝑉 𝑉2 = 4,8 𝑉
Eletricidade Básica 2 3
Divisor de corrente
Eletricidade Básica 2 4
Divisor de corrente
Eletricidade Básica 2 5
Eletricidade Básica 2 6
Leis de Kirchhoff
Leis de Kirchhoff: Duas leis fundamentais e simples do circuito elétrico
recebem o nome de Leis de Kirchhoff. Elas são leis fundamentais aplicadas
às condições do fluxo da corrente elétrica em um circuito ou em uma rede de
condutores elétricos. que foram formuladas pelo físico de origem russa Gustav
Kirchhoff em 1847.
Eletricidade Básica 2 7
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
A Primeira Lei de Kirchhoff, também chamada de Lei das Correntes de Kirchhoff (LCK) ou Lei
dos Nós, refere-se à forma como a corrente se distribui nos circuitos em paralelo. A partir da
Primeira Lei de Kirchhoff e da Lei de Ohm, podemos determinar a corrente em cada um dos
componentes associados em paralelo. Para compreender essa primeira lei, precisamos conhecer
algumas características do circuito em paralelo.
Eletricidade Básica 2 8
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
O circuito em paralelo apresenta três características fundamentais:
• 1) Fornece mais de um caminho à circulação da corrente elétrica;
Eletricidade Básica 2 9
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
O circuito em paralelo apresenta três características fundamentais:
• 2) A tensão em todos os componentes associados é a mesma
Observe que tanto a primeira como a segunda lâmpada têm um dos terminais ligado diretamente
ao polo positivo e o outro, ao polo negativo. Dessa forma, cada lâmpada conecta-se diretamente à
pilha e recebe 1,5 VCC nos seus terminais. Observar a polarização
Eletricidade Básica 2 10
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
O circuito em paralelo apresenta três características fundamentais:
• 3) Cargas são independentes ;
Eletricidade Básica 2 11
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
As correntes na associação em paralelo
• Com essas noções sobre o circuito em paralelo, podemos compreender melhor a Primeira Lei
de Kirchhoff que diz: "A soma das correntes que chegam a um nó é igual à soma das correntes
que dele saem."
Eletricidade Básica 2 12
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
As correntes na associação em paralelo
• Com essas noções sobre o circuito em paralelo, podemos compreender melhor a Primeira Lei
de Kirchhoff que diz: "A soma das correntes que chegam a um nó é igual à soma das correntes
que dele saem."
Eletricidade Básica 2 13
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Eletricidade Básica 2 14
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Eletricidade Básica 2 15
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Eletricidade Básica 2 16
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Eletricidade Básica 2 17
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
As correntes na associação em paralelo
• A partir do nó (no terminal positivo da pilha), a corrente total (IT) divide-se em duas partes.
Essas correntes são chamadas de correntes parciais e podem ser denominadas I1 (para a
lâmpada 1) e I2 (para a lâmpada 2). A forma como a corrente IT se divide a partir do nó depende
unicamente da resistência das lâmpadas. Assim, a lâmpada de menor resistência permitirá
a passagem de maior parcela da corrente IT.
Eletricidade Básica 2 18
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Matematicamente, isso resulta na seguinte equação:
𝐼𝑇 = 𝐼1 + 𝐼2
Aplicando uma tensão de 220 V. Obtenha as correntes do circuito
𝑉 220
𝐼1 = = = 1,1 𝐴
𝑅1 200
𝑉 220
𝐼2 = = = 0,73 𝐴
𝑅2 300
𝐼𝑇 = 𝐼1 + 𝐼2
𝐼𝑇 = 1,1 + 0,73 = 1,83𝐴
Eletricidade Básica 2 19
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Matematicamente, isso resulta na seguinte equação:
𝐼𝑇 = 𝐼1 + 𝐼2
Em um circuito existem duas resistências em paralelo, com os valores de 100 Ω e 400 Ω
respectivamente, e este possui uma tensão de 220 V. Calcule a corrente total que percorre o
circuito:
Eletricidade Básica 2 20
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Matematicamente, isso resulta na seguinte equação:
𝐼𝑇 = 𝐼1 + 𝐼2 + 𝐼3
Em um circuito existem três resistências em paralelo, com os valores de 300 Ω, 60 Ω e 500 Ω
respectivamente, e este possui uma tensão de 50 V. Calcule a corrente total que percorre o
circuito:
Eletricidade Básica 2 21
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Matematicamente, isso resulta na seguinte equação:
𝐼𝑇 = 𝐼1 + 𝐼2 + 𝐼3
Aplicando uma tensão de 50 V. Obtenha as correntes do circuito
𝑉 50
𝐼1 = = = 0,16 𝐴
𝑅1 300
𝑉 50
𝐼2 = = = 0,83 𝐴
𝑅2 60
𝑉 50
𝐼3 = = = 0,1 𝐴
𝑅3 500
𝐼𝑇 = 𝐼1 + 𝐼2 + 𝐼3
𝐼𝑇 = 0,16 + 0,83 + 0,1 = 1,09 𝐴
Eletricidade Básica 2 22
Leis de Kirchhoff: Primeira Lei de Kirchhoff
Eletricidade Básica 2 23
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
A 2ª Lei de Kirchhoff, também conhecida como Lei das Malhas ou Lei das Tensões
de Kirchhoff (LTK), refere-se à forma como a tensão se distribui nos circuitos em
série. Por isso, para compreender essa lei, é preciso conhecer antes algumas
características do circuito em série.
Eletricidade Básica 2 24
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
O circuito série apresenta três características importantes:
1) fornece apenas um caminho para a circulação da corrente elétrica;
2) A intensidade da corrente é a mesma ao longo de todo o circuito em série;
Eletricidade Básica 2 25
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
O circuito série apresenta três características importantes:
Isso significa que um medidor de corrente (amperímetro, miliamperímetro...) pode ser colocado em
qualquer parte do circuito. Em qualquer posição, o valor indicado pelo instrumento será o mesmo. A
figura a seguir ajuda a entender a segunda característica do circuito em série.
Eletricidade Básica 2 26
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
3) O funcionamento de qualquer um dos consumidores depende do funcionamento
dos consumidores restantes.
A forma de ligação das cargas, uma após a outra, mostradas na figura abaixo, ilustra a terceira
característica. Caso uma das lâmpadas (ou qualquer tipo de carga) seja retirada do circuito, ou
tenha o filamento rompido, o circuito elétrico fica aberto, e a corrente cessa.
Eletricidade Básica 2 27
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Corrente na Associação em Série
Pode-se determinar a corrente de igual valor ao longo de todo o circuito em série, com o
auxílio da Lei de Ohm. Nesse caso, deve-se usar a tensão nos terminais da associação e
a sua resistência total será como é mostrado na expressão a seguir.
𝑉𝑇
𝐼=
𝑅𝑇
𝑉𝑇 = tensão total
𝑅𝑇 = resistência total
Eletricidade Básica 2 28
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Corrente na Associação em Série
𝑉𝑇 = 5V 𝑉𝑇
𝑅𝑇 = Req 𝐼=
𝑅𝑇
Req = R1 + R2
Req = 500 Ω
5
𝐼=
500
𝐼 = 0,01 = 1𝑚𝐴
Eletricidade Básica 2 29
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Tensões no Circuito em Série
Como os dois terminais da carga não estão ligados diretamente à fonte, a
tensão nos componentes de um circuito em série difere da tensão da fonte
de alimentação. O valor de tensão em cada um dos componentes é sempre
menor que a tensão de alimentação.
A parcela de tensão que fica sobre cada componente do circuito denomina-se
queda de tensão no componente. A queda de tensão é representada pela
notação V.
Eletricidade Básica 2 30
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Tensões no Circuito em Série
Observe no circuito a seguir o voltímetro que indica a queda de tensão em R1
(VR1) e o voltímetro que indica a queda de tensão em R2 (VR2).
Eletricidade Básica 2 31
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Tensões no Circuito em Série
A queda de tensão em cada componente da associação em série pode ser
determinada pela Lei de Ohm. Para isso é necessário dispor-se tanto da corrente
no circuito como dos seus valores de resistência.
Eletricidade Básica 2 32
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Tensões no Circuito em Série
Sabemos que a corrente que sai da bateria é a mesma que passa
pelo resistor R1 e pelo resistor [Link]ém já calculamos a
corrente total do circuito equivalente.
R1=200 Ω
R2= 300 Ω
𝐼 = 0,01 = 1𝑚𝐴
Calcular a tensão em cada resistor:
𝑉𝑅1 = 𝑅1 × 𝐼 = 200 × 0,01 = 2 𝑉
𝑉𝑅2 = 𝑅2 × 𝐼 = 300 × 0,01 = 3 𝑉
Eletricidade Básica 2 33
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Tensões no Circuito em Série
Observando os resultados obtidos entre os valores de resistência e a queda de
tensão, notamos que:
a) o resistor de maior resistência fica com uma parcela maior de tensão; e
b) o resistor de menor resistência fica com a menor parcela de tensão.
Eletricidade Básica 2 34
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Com essas noções sobre o circuito em série, fica mais fácil entender a Segunda
Lei de Kirchhoff, que diz:
“A soma das quedas de tensão nos componentes de uma associação em série é
igual à tensão aplicada nos seus terminais extremos.”
Eletricidade Básica 2 35
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Chega-se a essa lei tomando-se como referência os valores de tensão nos
resistores do circuito determinado anteriormente e somando as quedas de tensão
nos dois resistores (VR1 + VR2).
Disso resulta: 2V + 3V = 5V, que é a tensão de alimentação.
Eletricidade Básica 2 36
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Determinação da Queda de Tensão
O circuito em série, formado por dois ou mais resistores, divide a tensão aplicada na sua entrada em
duas ou mais partes. Portanto, o circuito em série é um divisor de tensão.
O divisor de tensão é usado para diminuir a tensão e para “polarizar” componentes eletrônicos,
tornando a tensão adequada quanto à polaridade e quanto à amplitude. É também usado em medições
de tensão e corrente, dividindo a tensão em amostras conhecidas em relação à tensão medida.
Eletricidade Básica 2 37
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Calcule a queda de tensão do seguinte circuito:
R: Como as resistências estão em série:
𝑅𝑒𝑞 = 𝑅1 + 𝑅2 = 176 Ω
Com a resistência total eu encontro a corrente total do circuito
𝑉 70
𝐼= = = 0,39 𝐴
𝑅𝑒𝑞 176
Com a corrente e as resistências eu calculo as quedas de tensão
𝑉𝑅1 = 𝑅1 × 𝐼 = 66 × 0,39 = 𝑉
𝑉𝑅2 = 𝑅2 × 𝐼 = 91 × 0,39 =
𝑉𝑅3 = 𝑅3 × 𝐼 = 19 × 0,39 =
Eletricidade Básica 2 38
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Calcule a queda de tensão do seguinte circuito:
R: Como as resistências estão em série:
𝑅𝑒𝑞 = 𝑅1 + 𝑅2 = 10000 + 5600 = 15600 Ω
Com a resistência total eu encontro a corrente total do circuito
𝑉 25
𝐼= = = 0,0016 𝐴
𝑅𝑒𝑞 15600
Com a corrente e as resistências eu calculo as quedas de tensão
𝑉𝑅1 = 𝑅1 × 𝐼 = 10000 × 0,0016 = 16 𝑉
𝑉𝑅2 = 𝑅2 × 𝐼 = 5600 × 0,0016 = 8,96 𝑉 = 9𝑉
Eletricidade Básica 2 39
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
Calcule a queda de tensão do seguinte circuito:
R: Como as resistências estão em série:
𝑅𝑒𝑞 = 𝑅1 + 𝑅2 = 61 + 29 + 35 = 125 Ω
Com a resistência total eu encontro a corrente total do circuito
𝑉 89
𝐼= = = 0,712 𝐴
𝑅𝑒𝑞 125
Com a corrente e as resistências eu calculo as quedas de tensão
𝑉𝑅1 = 𝑅1 × 𝐼 = 61 × 0,712 = 43,31 𝑉
𝑉𝑅2 = 𝑅2 × 𝐼 = 29 × 0,712 = 20,59 𝑉
𝑉𝑅3 = 𝑅3 × 𝐼 = 35 × 0,712 = 24,85 𝑉
Eletricidade Básica 2 40
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
AS LEIS DE KIRCHHOFF E AS LEIS DE OHM EM CIRCUITOS MISTOS
As Leis de Kirchhoff e as Leis de Ohm permitem determinar as tensões ou as
correntes em cada componente de um circuito misto. Os valores elétricos de cada
componente do circuito podem ser determinados por meio dos procedimentos a
seguir:
a) determinação da resistência equivalente;
b) determinação da corrente total; e
c) determinação das tensões
d) determinação das correntes.
Eletricidade Básica 2 41
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
1) determinação da resistência equivalente;
Eletricidade Básica 2 42
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
1) determinação da resistência equivalente;
Eletricidade Básica 2 43
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
2) determinação da corrente total;
Eletricidade Básica 2 44
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
2) determinação da corrente total;
𝑉𝑇
𝐼=
𝑅𝑇
5
𝐼=
500
𝐼 = 0,01 = 1𝑚𝐴
Eletricidade Básica 2 45
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
2) determinação das tensões
IT= 2,42 A
R1 = 32 Ohm
R2 = 17,64 Ohm
Eletricidade Básica 2 46
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
2) determinação das tensões
IT= 2,42 A
R1 = 32 Ohm
𝑉𝑅1 = 𝑅1 × 𝐼 = 32 × 2,42 = 77,36 𝑉
𝑉𝑅2 = 𝑅2 × 𝐼 = 17,64 × 2,42 = 42,64 𝑉
R2 = 17,64 Ohm
Eletricidade Básica 2 47
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
2) determinação das tensões
𝑉𝑅1 = 𝑅1 × 𝐼 = 400 × 0,01 = 4 𝑉
𝑉𝑅2 = 𝑅2 × 𝐼 = 100 × 0,01 = 1 𝑉
Eletricidade Básica 2 48
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
2) determinação das correntes nos elementos do circuito
44,64
𝐼= = 0,94 𝐴
45
44,64
I2 = = 1,47 𝐴
29
It = 0,94+ 1,47 = 2,41 V= 42,64 V
Eletricidade Básica 2 49
Leis de Kirchhoff: Segunda Lei de Kirchhoff
2) determinação das correntes nos elementos do circuito
𝑉 1
𝐼1 = = = 0, 0033𝐴
𝑅1 300
𝑉 1
𝐼2 = = = 0, 0066𝐴
𝑅2 150
𝐼𝑇 = 𝐼1 + 𝐼2
𝐼𝑇 = 0,0033 + 0,0066 = 0,01 𝐴
Eletricidade Básica 2 50
LKT
𝐸 − 𝑉𝑟1 − 𝑉𝑟2 − 𝑉𝑟3 = 0
𝐸 − 𝑖 ∗ 𝑅1 − 𝑖 ∗ 𝑅2 − 𝑖 ∗ 𝑅3 = 0
20 − 𝑖 ∗ 2 − 𝑖 ∗ 1 − 𝑖 ∗ 2 = 0
20 − 𝑖 ∗ 2 + 1 + 2 = 0
−𝑖 ∗ 5 = −20
−20
−𝑖 = = -4
5
𝑖 =4𝐴
3
5 − 4𝑖2 = 3𝑖2 +
2
3
−7𝑖2 = −5 +
2
3
7𝑖2 = 5 − 2
7𝑖2 = 5 − 1,5
➔ 2𝑖1 = 10 − 8𝑖2 7𝑖2 = 3,5
3,5
𝑖2 =
7
➔ 4𝑖3 = 6 + 8𝑖2
MMC – Mínimo
múltiplo comum
𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 1: 𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 2:
58 − 4𝑖1 − 3𝑖3 = 0 10 − 2𝑖2 − 3𝑖3 = 0
−4𝑖1 = 3𝑖3 − 58 −2𝑖2 = 3𝑖3 − 10
3𝑖3 58 3𝑖3
𝑖1 = − −𝑖2 = −5
−4 −4 2
3𝑖3 3𝑖3
𝑖1 = − + 14,5 𝑖2 = − +5
4 2
𝑖2 + 𝑖1 = 𝑖3
𝑖2 + 𝑖1 = 𝑖3 3𝑖3
𝑖1 = − + 14,5
3𝑖3 3𝑖3 4 𝑉1 = 4 ∗ 10
− +5 − + 14,5 = 𝑖3 𝑉1 = 40 𝑉
𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 1: 2 4 3∗6
58 − 𝑉𝑟1 − 𝑉𝑟2 = 0 𝑖1 = − + 14,5 ⇒ 𝑖1 = 10 𝐴
−1,5𝑖3 − 0,75𝑖3 + 19,5 = 𝑖3 4 𝑉2 = 3 ∗ 6
58 − 4𝑖1 − 3𝑖3 = 0
𝑉2 = 18 𝑉
−𝑖3 − 1,5𝑖3 − 0,75𝑖3 = −19,5 3𝑖3
𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 2: 𝑖2 = − +5
2 𝑉3 = 2 ∗ (−4)
10 − 𝑉𝑟3 − 𝑉𝑟2 = 0
−3,25𝑖3 = −19,5 𝑉3 = −8 𝑉
10 − 2𝑖2 − 3𝑖3 = 0 3∗6
𝑖2 = − + 5 ⇒ 𝑖2 = −4 𝐴
19,5 2
𝑖3 = ⇒ 𝑖3 = 6 𝐴
3,25
12 − 8𝑖1 − 2𝑖3 = 0 6 + 2𝑖3 + 4𝑖2 + 2𝑖2 = 0
−8𝐼1 = 2𝐼3 − 12 6𝑖2 = −2𝑖3 − 6
2𝑖3 12 2𝑖3 6
𝑖1 = − + 𝑖2 = − −
8 8 6 6
𝑖1 = −0,25𝑖3 + 1,5 𝑖2 = −0,33𝑖3 − 1
𝑖1 + 𝑖2 = 𝑖3 𝑖1 + 𝑖2 = 𝑖3 𝑉2 = 𝑖3 ∗ 𝑅2
𝑖2 = −0,33𝑖3 − 1
𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 1: Sentido horário −0,25𝑖3 + 1,5 − 0,33𝑖3 − 1 = 𝑖3 𝑉2 = 0,3164 ∗ 2
12 − 𝑉1 − 𝑉2 = 0 𝐼2 = −0,33 ∗ 0,3164 − 1
+12 − 8𝑖1 − 2𝑖3 = 0 −0,25𝑖3 − 0,33𝑖3 − 1𝑖3 = −0,5 V2 = 0,6328 V
𝐼2 = −1,1044 𝐴
𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 2: Sentido horário −1,58𝑖3 = −0,5
6 + 𝑉2 + 𝑉3 + 𝑉4 = 0 𝑖1 = −0,25𝑖3 + 1,5
6 + 2𝑖3 + 4𝑖2 + 2𝑖2 = 0 0,5
𝑖3 = 𝑖1 = −0,25 ∗ 0,3164 + 1,5
1,58
𝑉2 = 𝑖3 ∗ 𝑅2
𝑖3 = 0,3164 𝐴 𝑖1 = 1,4209 𝐴
190 − 15𝑖2 − 20𝑖2 − 5𝑖3 = 0
110 − 5 𝑖1 − 190 + 5𝑖3 = 0
−35𝑖2 = 5𝑖3 − 190
−5𝑖1 = −5𝑖3 + 80
5𝑖3 190
𝑖2 = − +
𝑖1 = 𝑖3 − 16 35 35
𝑖2 = −0,142𝑖3 + 5,428
𝑖1 + 𝑖3 = 𝑖2 𝑖1 = 𝑖3 − 16
𝑖1 + 𝑖3 = 𝑖2
𝑖3 − 16 + 𝑖3 = −0,142𝑖3 + 5,428 𝑖1 = 10 − 16
𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 1:
110 − 5 𝑖1 − 190 + 5𝑖3 = 0 2,142𝑖3 = 21,428 𝑖1 = −6 𝐴
21,428
𝑖3 = 𝑖2 = −0,142𝑖3 + 5,428
𝑀𝑎𝑙ℎ𝑎 2: 2,142
190 − 15𝑖2 − 20𝑖2 − 5𝑖3 = 0
𝑖2 = −0,142 ∗ 10 + 5,428
𝑖3 = 10,003 𝐴
𝑖2 = 4 𝐴
Ponte de Wheatstone Exemplo: (UNESP) Um circuito contendo 4
resistores é alimentado por uma fonte de tensão,
conforme a figura:
Calcule o valor da resistência R, sabendo-se que o
potencial eletrostático em A é o mesmo que em B.
𝑅 ∗ 120 = 90 ∗ 60
𝑅𝑥 ∗ 𝑅2 = 𝑅1 ∗ 𝑅3 120𝑅 = 5400
5400
𝑅=
Assistir ao vídeo: 120
[Link]
𝑅 = 45 Ω
Transformação Y-Δ
Delta (Δ) Estrela (Y)
Estrela (Y) ➔ Delta (Δ) Delta (Δ) ➔ Estrela (Y)
Qual a resistência equivalente do circuito a seguir?
Dúvidas?
Eletricidade Básica 59