0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações14 páginas

Entendendo o Acidente Vascular Cerebral

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações14 páginas

Entendendo o Acidente Vascular Cerebral

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

NOME RESUMIDO DO INSTITUTO

Nome completo do instituto

Cadeira

O grupo

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Nome 1
Nome 2
Nome3

Quelimane
2025
Nome 1

Nome 2

Nome 3

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Trabalho em grupo de Pesquisa Científica a ser


avaliado na disciplina de

Docente:

Quelimane

2025
1 Índice
2 INTRODUCÃO.........................................................................................................4
3 OBJETIVOS..............................................................................................................5
3.1 Gerais..........................................................................................................................................5

3.2 Específicos..................................................................................................................................5

4 O que é um AVC?......................................................................................................6
1. Tipos de AVC........................................................................................................6

4.1 AVC Isquêmico..........................................................................................................................6

5 SINTOMAS DE AVC................................................................................................8
6 Fatores Associados ao Acidente Vascular Cerebral...................................................8
6.1 FATORES DE RISCO................................................................................................................9

6.1.1 Diabetes.......................................................................................................9

6.2 Sedentarismo...............................................................................................................................9

6.3 A dieta e o colesterol..................................................................................................................9

A obesidade.............................................................................................................................................9

6.4 Álcool e drogas...........................................................................................................................9

O uso de cocaína ou crack......................................................................................................................9

7 Diagnóstico do AVC..................................................................................................9
8 Tratamento do AVC.................................................................................................10
8.1 O tratamento preventivo...........................................................................................................11

8.2 O tratamento agudo do acidente vascular cerebral isquêmico..................................................11

8.3 Reabilitação pós-acidente vascular cerebral.............................................................................11

9 CONCLUSÃO.........................................................................................................13
10 BIBLIOGRAFIA..................................................................................................14
2 INTRODUCÃO

Falcão et al. (2004) diz que o Acidente Vascular Cerebral (AVC), representa a terceira causa de
morte em países industrializados e a primeira causa de incapacidade entre adultos. No sentido
geral, a distribuição dos óbitos por doenças do aparelho circulatório vem apresentando
crescente importância entre adultos jovens, já a partir dos 20 anos, assumindo o patamar de
primeira causa de óbito na faixa dos 40 anos e predominando nas faixas etárias subseqüentes.
Dessa forma, o mesmo autor diz que o AVC é causa de insatisfação com a vida e de limitações
funcionais diversas, pela perda da autonomia decorrente das incapacidades. Além disso, o
mesmo acarreta também grandes gastos, tanto para o seu tratamento específico como para a
reabilitação, ocasionando um ônus familiar e social elevados.

Em 2021, imersos na pandemia da Covid-19, não podemos esperar pelo mês de outubro e
estamos começando com várias ações. Com medo da exposição ao vírus, muitas pessoas
hesitam em buscar atendimentos de saúde, esperando mais tempo para buscar auxílio, o que
pode acarretar sequelas graves, irreversíveis, e em muitos casos, óbito.

Com sinais e sintomas de AVC, você não pode esperar em casa. Cada minuto conta e pode
salvar vidas, preservando memória, movimento, fala e assegurando qualidade de vida após o
AVC.

2
3 OBJETIVOS

3.1 Gerais

 Compreender no sentido geral o AVC.

3.2 Específicos

 Investigar os tipos do AVC


 Desenvolver as causas e os factores do AVC
 Esclarecer o tratamento do AVC.

3
4 O que é um AVC?

De acordo com Radanovic (2000) O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é usado para
designar o surgimento de um déficit neurológico súbito causado por um problema nos vasos
sanguíneos do sistema nervoso central.

1. Tipos de AVC

4.1 AVC ISQUÊMICO

Obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria cerebral, geralmente por um
coágulo, causando falta de circulação no seu território vascular.

Tambem descreve o déficit neurológico resultante da insuficiência de suprimento sanguíneo


cerebral, podendo ser temporário (episódio isquêmico transitório) ou permanente , e tendo
como principais fatores de risco a HAS, as cardiopatias e o Diabetes Mellitus.

O AVC isquémico é subdividido entre dois tipos de episódio: trombótico e embólico. Um


episódio de AVC isquémico trombótico cerebral resulta de uma obstrução aterosclerótica de
artérias cerebrais ou cervicais de grande calibre, com isquémia em toda ou apenas em parte da
área afetada. Isto pode dever-se a uma oclusão no local da lesão aterosclerótica, podendo afetar
assim artérias cerebrais distais. Para além disso, existe também o AVC isquémico embólico
cerebral que decorre nas artérias cerebrais, devido à embolia de um coágulo vindo de outras
partes do sistema arterial, como consequência de, por exemplo, lesão cardíaca ou alteração da
estase do sangue, que permite a coagulação no coração, como acontece na fibrilhação auricular.

Os sintomas refletem o território vascular envolvido e afetado, sendo que, em episódios


lacunares, em vasos de pequenas dimensões, é comum a hemiparesia da face, braço e perna,
assim como dificuldade na articulação do discurso ou ataxia, que representa a perda de
coordenação motora

4
4.2 AVC Hemorrágico

Ruptura espontânea (não traumática) de um vaso, com extravasamento de sangue para o


interior do cérebro (hemorragia intracerebral), para o sistema ventricular (hemorragia
intraventricular) e/ou espaço subaracnóideo (hemorragia subaracnóidea). AVC hemorrágico
(AVCh) compreende a hemorragia subaracnóide, em geral decorrente da ruptura de aneurismas
saculares congênitos localizados nas artérias do polígono de Willis e a hemorragia
intraparenquimatosa, cujo mecanismo causal básico é a degeneração hialina de artérias
intraparenquimatosas cerebrais, tendo como principal doença associada a Hipertensão Arterial
Sistêmica (HAS);

O AVC hemorrágico é subdividido em duas categorias principais: Hemorragia


Intracerebral (HIC) e Hemorragia Subaracnoidea (HSA). A HIC é definida pela rutura de
uma artéria, causando hemorragia nos tecidos circundantes do parênquima cerebral. O mesmo
se aplica a HSA, sendo neste caso a rutura situada no espaço subaracnoideo, entre a aracnoide e
a pia-máter .

A HIC está associada aos maiores níveis de mortalidade entre os subtipos de AVC .

Este, não se trata apenas de um evento que cessa abruptamente após os danos instantâneos
causados. O hematoma continua a sua expansão por um período de tempo elevado, sendo este
fator determinante e justificativo do baixo sucesso clínico nestas situações. Hematomas de
grandes dimensões levam, geralmente, a uma diminuição dos níveis de consciência como
consequência do aumento da pressão intracraniana (PIC). Clinicamente, a distinção entre HIC e
AVC isquémico é de elevada dificuldade. No entanto, sintomas como cefaleia intensa, náuseas,
vómitos e perda parcial de consciência podem indicar uma suspeita de episódio hemorrágico,
sendo que em casos de HIC existe um aparecimento mais gradual dos sintomas, ao contrário da
HSA. Para além disso, a pressão arterial sistémica é, regra geral, mais elevada em casos de HIC
do que em AVC isquémico.

Resumidamente o Acidente Vascular Isquêmico, corresponde a 80% dos AVC’s, que baseia-
se na oclusão de um vaso sanguíneo, impossibilitando que o fluxo de sangue alcance uma parte
especifica do cérebro. Enquanto o Acidente Vascular Hemorrágico, estimado em 20% dos
AVC’s, por sua vez, está associado a outros fatores complicadores, entre os quais podemos
citar pressão intracraniana e o edema cerebra (GAGLIARD, 2010).

5
5 SINTOMAS DE AVC
 Fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do
corpo;
 Confusão, alteração da fala ou compreensão;
 Alteração na visão (em um ou ambos os olhos);
 Alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;
 Dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente.

6 Fatores Associados ao Acidente Vascular Cerebral


Os fatores relacionados aos AVCs são os mais diversos possíveis. Assim, pode-se apontar o
tabagismo, as doenças cardíacas, diabetes, hiperlipidemia, álcool, pílulas anticoncepcionais,
distúrbios da coagulação, as doenças inflamatórias e imunológicas, bem como o uso de drogas.
No entanto, o principal fator apontado por especialistas em geral é a Hipertensão Arterial.
Desse modo, Gagliard (2010, p.03)

considera que:

A hipertensão arterial (HA) é o principal fator de risco modificável para as doenças


cerebrovasculares (DCV) principalmente para o AVC. Cerca de 80% dos AVCs estão
relacionados à HA, que pode causar todos os diferentes tipos de AVC, como infarto,
hemorragia, grandes AVCs ou lacunares e as demências vasculares. A detecção e controle da
pressão arterial é um ponto básico e fundamental de qualquer programa de prevenção de AVC,
devendo ser esse o maior foco.

Falcão et al. (2004) destaca a hipertensão arterial como um dos mais importantes e mais fortes
fatores de risco correlacionados ao AVC, como também ressalta que a terapia anti-hipertensiva
é capaz de reduzir a morbidade e mortalidade por essa causa.

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é o principal fator de risco preditivo para AVC, pois
está presente em cerca de 70% dos casos de DCV. Cardiopatias são consideradas o segundo

6
fator de risco mais importante para AVC, (cuja freqüência é 41,9% para AVCi, contra cerca de
2% para AVC hemorrágico). Fibrilação atrial crônica (FA) é a doença cardíaca mais associada
com AVC, representando cerca de 22% destes casos. Diabete Melito (DM) é fator de risco
independente para a DCV, uma vez que acelera o processo aterosclerótico. Cerca de 23% de
pacientes com AVCi são diabéticos (PIRES et al., 2004).

6.1 FATORES DE RISCO

6.1.1 Diabetes
A diabetes é causada por uma deficiência do hormônio chamado insulina ou por uma
resistência a ele. Um bom controle da diabetes com dieta adequada e medicamentos torna os
problemas circulatórios menos comuns. Pessoas com diabetes devem cuidar atentamente dos
níveis da pressão arterial.

6.2 Sedentarismo
A atividade física confere redução do risco de doença vascular. O sedentarismo leva ao
aumento de peso, predispondo à hipertensão, diabetes, níveis inadequados de colesterol no
sangue, todos fatores de risco para AVC já comentados.

6.3 A dieta e o colesterol


O excesso de gordura no sangue (dislipidemias), especialmente de colesterol, leva à formação
de placas nas paredes das artérias. Isto as torna mais estreitas e reduz o fluxo sanguíneo,
aumentando a chance de a pessoa ter um AVC.

A obesidade deve ser controlada, principalmente por sua associação com a diabetes,
inatividade física, hipertensão arterial e dislipidemias.

6.4 Álcool e drogas


O consumo excessivo de bebidas alcoólicas associa-se a grande aumento na incidência de
AVC. O consumo rotineiro de álcool leva a hipertensão e níveis inadequados de colesterol no
sangue – fatores de risco já citados.

O uso de cocaína ou crack é capaz de gerar lesão arterial e picos hipertensivos, sendo
associado ao desenvolvimento de AVC. Obesidade Quase 1/5 de todos os AVCs estão
relacionados ao sobrepeso e obesidade. Manter um peso saudável pode reduzir o risco.
Depressão e stress Administrar o stress, depressão e ansiedade pode reduzir o risco de AVC.

7
7 Diagnóstico do AVC
A avaliação diagnóstica torna-se um elemento primordial, uma vez que tal avaliação possibilita
um trabalho clínico mais consistente. Assim, são analisados o conjunto de sinais e sintomas
apresentados pelo paciente (critério clínico) como são utilizados métodos específicos como
ultrassom de carótidas e vertebrais, ecocardiografia, angiografia e tomografia computadorizada
(diagnóstico radiológico) (GAGLIARD, 2010).

Para o mesmo autor, os sintomas podem ser: cefaléia, vertigem, rebaixamento do nível de
consciência, alienação visual, disfasia, paresia, convulsão, náusea e vômito, perda da
coordenação, tremor, dispnéia, mal-estar epigástrico, agitação psico-motora, disfasia ou
liberação esfincteriana.

Em estudo realizado por Radanovic (2000), foi constatado que 19% dos pacientes não
realizaram TC de crânio, sendo o diagnóstico atribuído com base apenas em critérios clínicos.
Tal fato certamente tem impacto negativo sobre o tratamento do AVC na fase aguda, bem
como sobre a possibilidade de orientar adequadamente o paciente do ponto de vista da
profilaxia de novos eventos, dada à dificuldade de se estabelecer qual o tipo e etiologia do
AVC sem exame de neuroimagem.

O atendimento adequado ao paciente com AVC ainda constitui um desafio, pelo alto potencial
de morbidade e mortalidade associados a este diagnóstico. O cuidado ideal deste paciente é
caro, pois demanda a realização de exames subsidiários de alto custo para confirmação do
diagnóstico, etiologia e planejamento terapêutico (TC de crânio, arteriografia cerebral,
ressonância magnética de encéfalo), pode requerer internação em UTI ou intervenção
neurocirúrgica e necessita de equipe de reabilitação desde as fases mais precoces
(RADANOVIC, 2000).

8 Tratamento do AVC
Várias modalidades terapêuticas têm sido preconizadas, todas objetivando minimizar o grau de
lesão neuronal que ocorre após uma oclusão ou sangramento arterial. As intervenções
objetivam a otimização do fluxo sanguíneo (farmacológicas e cirúrgicas), melhorar o
metabolismo neuronal (drogas neuroprotetoras, uso de agentes anestésicos) e controlar a
hipertensão intracraniana. Além disso, um intenso esforço tem sido despendido na tentativa de
controlar os fatores de risco e na profilaxia de novos eventos, também através da terapêutica

8
medicamentosa ou intervenção cirúrgica precoce (endarterectomias) nos pacientes de alto risco
(RADANOVIC, 2000).

Em nosso meio, constatamos que, mesmo sabendo-se portador de doença hipertensiva e ainda
após a primeira hospitalização por AVC, muitos pacientes continuavam sem um controle
adequado da hipertensão arterial. Fato que pode determinar a ocorrência de novos episódios de
AVC, de aumento do potencial de instalação de incapacidades, além do aumento da letalidade
(FALCÃO et al., 2004).

Segundo Gagliard (2010), o AVC pode ser tratado através de 3 estágios: tratamento
preventivo, tratamento do acidente vascular cerebral agudo e o tratamento de
reabilitação pós-acidente vascular cerebral.

8.1 O tratamento preventivo


abarca a identificação e o controle dos fatores de risco. Assim, a avaliação e o
acompanhamento neurológicos adequados são artifícios do tratamento preventivo. Desse
modo, o domínio da hipertensão, da diabete, a interrupção do tabagismo e o uso de
determinadas drogas (anticoagulantes) que contribuem para a diminuição da incidência de
acidentes vasculares cerebrais também trazem benefícios.

8.2 O tratamento agudo do acidente vascular cerebral isquêmico


Por sua vez, incide sobre a utilização de terapias antitrombóticas que tentam interromper o
acidente vascular cerebral quando ele está acontecendo, mediante a ligeira dissolução do
coágulo que está originando a isquemia. Portanto, a possibilidade de recobramento aumenta
quanto mais rápida for a ação terapêutica nestes casos. Em alguns casos selecionados pode ser
usada a endarterectomia de carótida. Desse modo, o acidente vascular cerebral em
desenvolvimento compõe uma emergência médica, devendo ser tratado rapidamente em
ambiente hospitalar.

8.3 Reabilitação pós-acidente vascular cerebral


Auxilia o indivíduo a suplantar os problemas resultantes dos danos causados pela lesão. Assim,
o uso de terapia antitrombótica é importante para evitar recorrências. Além disso, deve-se
controlar outras complicações, principalmente em pacientes acamados (pneumonias,
tromboembolismo, infecções, úlceras de pele) onde a instituição de fisioterapia e a terapia
ocupacional previne e tem papel importante na recuperação funcional do paciente.

9
De acordo com Falcão et al. (2004), o fato de uma pessoa ter conhecimento de ser hipertenso e
receber medicação não é o bastante para prevenir suas conseqüências, uma vez que, de acordo
com estudo realizado pelos autores, poucos pacientes (apenas 20%) associavam hipertensão e
AVC, demonstrando um conhecimento menor que o desejável. O estudo mostra ainda que
diagnosticar e tratar o AVC agudo não significa diagnosticar e tratar as incapacidades
resultantes, que se o diagnóstico e o tratamento são apenas da doença, a assistência pode não
ser suficiente para que o indivíduo volte a interagir normalmente com o seu meio e a incluir-se
socialmente.

10
9 CONCLUSÃO
O AVC constitui, como já referido, uma das principais causas de morbilidade e mortalidade na
população mundial. A implementação de medidas de prevenção na população, no sentido de
capacitar as pessoas de conhecimento relativamente a uma correta alimentação e diminuição de
hábitos tabágicos, é considerada relevante no combate ao AVC. Além destes, certas medidas
educativas referentes ao reconhecimento de sinais e sintomas deste episódio vascular,
estabelecem um forte impacto no desfecho clínico do doente, sendo considerados essenciais
para iniciar a atuação médica no menor período de tempo possível. Concluiu-se que diante dos
danos e prejuízos de ordem física, psíquica e social causados pelo AVC que a melhor
justificativa de gastos deveria ser direcionado para campanhas e mutirões de detecção precoce
de doenças hipertensivas. Esta ação provavelmente reduziria a incidência de AVC nesta faixa
etária. Outros estudos deveriam ser realizados visando conhecer o impacto sócio-econômico
que esta população causa em uma sociedade em desenvolvimento e suas implicações.

11
10 BIBLIOGRAFIA

FALCÃO, I.V. et al. Acidente vascular cerebral precoce: implicações para adultos em idade
produtiva atendidos pelo Sistema Único de Saúde. Revista Brasileira de Saúde Materno-
Infantil, v.4, nº1, Recife jan/mar 2004.

FILHO, R.D.S., MARTINEZ, T.L.R. Fatores de Risco para Doença Cardiovascular: Velhos
e Novos Fatores de Risco, Velhos Problemas. Arquivo Brasileiro de Endocrinologia e
Metabolismo, v.46, nº3, junho, 2002.

GOMES, M.M. Doenças do cérebro: prioridade de política de saúde pública no Brasil?


Revista Brasileira de Neurologia, v.28, p.11-16, 1992.

GAGLIARD, Rubens José. Hipertensão arterial e AVC. Revista Brasileira de Jornalismo


Cientifico, São Paulo, 2010 Bandura, A.

RADANOVIC, Márcia. Características do Atendimento de pacientes com Acidente Vascular


Cerebral em Hospital Secundário. Arquivo de Neuropsiquiatria, v.58, p. 99106,

12

Você também pode gostar