António Paulo Chapepa
Arlindo Vitorino Nhamucane
Frederico Pedro Come
Orlando Francisco Bene
Sónia António Niquice
ANALISE CRITICA SOBRE ESTRATÉGIA NACIONAL DE ADAPTAÇÃO E MITIGAÇÃO DE
MUDANÇAS CLIMÁTICAS (2013-2025)
Mestrado em Ambiente e Desenvolvimento Sustentável das Comunidades
Universidade Save
Massinga
2023
António Paulo Chapepa
Arlindo Vitorino Nhamucane
Frederico Pedro Come
Orlando Francisco Bene
Sónia António Niquice
ANALISE CRITICA SOBRE ESTRATÉGIA NACIONAL DE ADAPTAÇÃO E MITIGAÇÃO DE
MUDANÇAS CLIMÁTICAS (2013-2025)
Trabalho do módulo de riscos e Mudanças
ambientais, a ser apresentado ao Professor
Doutor Jeronimo Victor Texeira para efeitos de
avaliação.
O Docente: PhD. Jerônimo Victor Texeira
Universidade Save
Massinga
2023
Índice
Introdução......................................................................................................................................................4
Objectivos......................................................................................................................................................5
Metodologias..................................................................................................................................................5
Objectivo geral da estratégia nacional de adaptação e mitigação das mudanças climáticas.........................6
Objectivos estratégicos..................................................................................................................................6
Ambiente sócio econômico............................................................................................................................6
Impacto das Mudancas climaticas.................................................................................................................6
Vulnerabilidade..............................................................................................................................................7
Oportunidades................................................................................................................................................8
Estado Actual da Integração às Mudanças climáticas.................................................................................10
Principais pilares da ENAMMC..................................................................................................................10
Factores limitantes da eficácia da Estratégia Nacional de Mitigação a Mudanças Climáticas...................11
Pontos positivos da implementação da Estratégia Nacional de Mitigação a Mudanças Climáticas...........12
Conclusão.....................................................................................................................................................14
Referencias bibliografiacas..........................................................................................................................15
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Introdução
Desde estudos feitos por nações unidas assim como Hyago incorporation, chega-se a entender
que o mundo está sendo tomado maioritariamente pelo aumento de gases de efeito estufa (GEE),
assim como alterações dos factores do clima que condicionam em Moçambique a alteração das
caracteristicas pluviométricas e termométricas. É nesta senda que o governo Moçambicano viu a
necessidade de traçar Estratégias Nacional de adaptação e mitigação das mudanças climáticas
que, constitui o tema do presente reflexao
Estas estratégias foram propostas após o estudo feito pelo INGD, outrora designado INGC, o
qual demostra que até 2075, o pais poderá registar aumento esporádico da temperatura, redução
das precipitações e aumento dos raios ultravioletas (que em contacto com as células do
organismo gera câncer maléfico) o que de alguma forma poderá causar perda de vidas humanas,
colapso de recursos econômicos, faunísticos, entre outros.
Moçambique, devido ao facto de ser um país com índices de pobreza extremamente altos,
dependente em grande medida de doações e investimentos internacionais, coloca-se na situação
de vulnerabilidade, embora inevitável. Face a isso, urge a necessidade em adoptar estratégias
nacionais de adaptação e mitigação das mudanças, com planos muti setoriais, divulgado e com
acções concretas.
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Objectivos
Geral
Analisar as estratégias nacionais de adaptação e mitigação das mudanças climáticas
Específicos
Identificar as principais estratégias nacionais de adaptação e mitigação das mudanças
climáticas
Explicar as estratégias nacionais de adaptação e mitigação das mudanças climáticas
Propor estratégias de mitigação e adaptação as mudanças climáticas.
Metodologias
Segundo Oliveira (2011), a pesquisa bibliográfica abrange toda bibliografia já tornada pública
em relação ao tema estudado, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros,
pesquisas, monografias, teses, materiais cartográficos, etc. [...] e sua finalidade é colocar o
pesquisador em contato direto com tudo o que foi escrito, dito ou filmado sobre determinado
assunto.
Desta feita, a presente resenha busca forma de manter-nos em contacto com a obra escrita sobre
estratégia nacional de adaptação e mitigação de mudanças climáticas (ENAMMC).
De referir que o grupo esteve reunido, cada membro trouxe sua compreensão da obra e produziu-
se o presente resumo.
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Objectivo geral da estratégia nacional de adaptação e mitigação das mudanças climáticas
Estabelecer as directrizes de acção para criar resiliência, incluindo a redução dos riscos
climáticos, nas comunidades e na economia nacional e promover o desenvolvimento de baixo
carbono e a economia verde, através da sua integração no processo de planificação sectorial e
local.
Objectivos estratégicos
Tornar Moçambique resiliente aos impactos das MC, reduzindo ao máximo os riscos
climáticos para pessoas e bens, restaurando e assegurando o uso racional e a protecção do
capital natural e edificado
Identificar e implementar as oportunidades de redução das emissões de GEE que
contribuam para o uso sustentável dos recursos naturais e acesso a recursos financeiros,
tecnológicos a preços acessíveis e a redução da poluição e da degradação ambiental,
promovendo um desenvolvimento de baixo carbono
Criar a capacidade institucional e humana, bem como explorar oportunidades de acesso a
recurso tecnológicos e financeiros para implementar a ENAMMC
Ambiente sócio econômico
No ambiente sócio econômico, espera se o aumento da população em uma escala percentual de
quase 75% em relação ano 2007 até 2030. Neste âmbito, é necessário a criação de mecanismos
com vista e retirar as pessoas que vivem a baixo da linha da pobreza, os quais de um certo modo
tornam se mais vulneráveis a quaisquer alterações climática prevista até 2015. Assim, olhando
para esta tendência de crescimento demográfico, e o crescente aumento demográfico nas cidades,
é necessário que se criem condições que contribuam para a resiliência das poluções das cidades,
criando centros de abastecimento de agua potável, saneamento do meio, da gestão de resíduos,
de infraestruturas resilientes e da proteção de ecossistemas frágeis no processo de planificação e
edificação dos assentamentos. Não deixando de fora as populações que vivem nas zonas
suburbanas, que deve se criar condições para que adaptem se ou mitigue os efeitos das mudanças
climáticas (MC).
Impacto das Mudancas climaticas
Os impactos das mudanças climáticas em termos globais, a ocorrência de eventos climáticos
extremos resulta em perdas de vidas humanas e de bens, em danos nos ecossistemas e na maior
probabilidade de ocorrência de doenças cujos vectores são dependentes do clima. Estas doenças
resultam também da deterioração das condições ambientais.
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Dados marcam em 2021 muitos intervenientes do ecossistema frageis foram tomados por
morbindade devido a escasses de agua e as elvadas temperaturas que quese chegavam a 45 oc.
Neste periodo foi possivel acharem se ao no parque nacional de zinave passaros, antilopes entre
outras especies mortas.
Registos sobre os tempos passados, pode se perceber que por causa das mudanças climáticas, o
país esteve afetado por cheias, ciclones, perda de ecossistemas frágeis e consequentemente,
doenças, falta de alimento devido a destruição das culturas entre outros impactos. Na avalição
feita, compreende-se que são vários óbitos tidos nos anos passados que devido ao trabalho feito
pelo governo, como o caso de reassentamentos, criação de mecanismos de adaptação, nível de
óbitos que hoje pode se ver baixo. Os efeitos das mudanças climáticas podem ter impactos
medidos desde moderados, médio ao elevado.
Contudo, poucos estudos e monitoria têm sido realizados nesta área com o objectivo de avaliar o
impacto das MC e de outros fenómenos de pressão no ambiente.
O INGD, faz estudos de impactos da MC climáticas que variam desde alterações dos padrões
termométricas, pluviométricas, ocorrência de chuvas, secas, erosão, perda de recursos faunísticos
e hídricos.
Vulnerabilidade
Apesar de avanços significativos de desenvolvimento, Moçambique é o 5º exposto a riscos de
Mudanças climáticas e vulnerabilidade devido aos factores como:
Exposição a Riscos: pelo facto de ser banhado na sua maior extensão pela bacia do indico que é
propenso a ciclones, maior altitude na costa que faz com que as quedas pluviométricas, tenham
maior velocidade, arrastando elementos ecossistêmicos e criando erosão.
Fraco desenvolvimento sócio econômico: maior índice da população analfabeta que varia de 32%
para homens e 68% de mulheres; assim como maior índice de pobreza absoluta, sem infra-
estruturas solidas nem vias de acesso que possam facilitar o escoamento dos produtos agrícolas.
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No caso do último ciclone que assolou o pais acompanhado de altas precipitações, registos
noticiosos mostraram que há distritos que tiveram vias de acesso intransitáveis, cortando a
comunicação deste com outras partes do mundo.
Consultas feitas entre vários actores sócios econômicos e doadores, entende-se que os efeitos das
mudanças climáticas são inevitáveis, então urge a necessidade de estudas estratégias de
adaptação e mitigação. país
Realça-se aqui o papel das partes interessadas – sector público, privado, OCBs, ONGs e
parceiros de cooperação – que são eles também uma força motriz fundamental para
implementação eficaz da ENAMMC. Não obstante já muitos projectos terem sido planeados e
estejam a ser implementados a vários níveis (comunitário, regional ou nacional; pelo estado ou
por privados por si só, em consórcio entre si, ou em cooperação bilateral ou multilateral) é agora
reconhecido que é necessária uma maior coordenação para garantir que a gestão de recursos
escassos como os meios humanos, financeiros e os recursos naturais, permita uma aplicação
eficaz e eficiente e uma resposta articulada a estas enormes ameaças impostas pelas MC já
reconhecidas por muitos como os maiores obstáculos ao sucesso dos esforços aplicados no
desenvolvimento mundial e, neste caso, de Moçambique e do povo Moçambicano.
Oportunidades
No âmbito da CQNUMC foram definidas linhas de financiamento para apoiar a adaptação às
MC. Mais ainda, a presente ENAMMC apresenta oportunidades para:
Explorar sinergias e complementaridade com outros processos que promovam o uso eficiente e
racional dos recursos existentes visando o desenvolvimento sustentável, melhorando a
coordenação entre os diferentes sectores e actores.
Priorizar as intervenções nas áreas de adaptação e mitigação assim como nas áreas de suporte,
como por exemplo o a sistematização das observações e recolha de informação relevante para a
pesquisa, visando a produção de informação que ajude na tomada de decisão par a
implementação de medidas adequadas, o a capacitação através de treinamento, educação e
sensibilização a todos os níveis e no posicionamento do país nos processos internacionais em
resposta as várias solicitações.
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As emissões de GEE de Moçambique são relativamente baixas em termos absolutos e em termos
globais quando comparadas com a maior parte dos países do mundo, mas a intensidade
energética e carbónica da indústria e do PIB em Moçambique são, por oposição, relativamente
elevadas, o que revela algumas ineficiências e oportunidades para melhoria destes indicadores,
que podem ser alcançadas com o apoio de algumas políticas e medidas, projectos e programas de
mitigação das MC. O desenvolvimento de baixo carbono e a economia verde não poderão ser
alcançados com sucesso em Moçambique se sectores-chave da economia não identificarem e
implementarem, de uma forma articulada, medidas e acções específicas que vão no sentido de
alcançar o máximo potencial de mitigação. Neste contexto, a ENAMMC deverá contribuir
positivamente para o processo de elaboração e implementação de uma estratégia de Moçambique
rumo à Economia Verde. Deverão ser priorizadas medidas de mitigação com múltiplos
benefícios que vão ainda permitir:
Explorar e utilizar de forma mais sustentável os recursos energéticos de Moçambique
(incluindo carvão e gás natural)
Promover o acesso e a eficiência no uso da energia e dos recursos naturais (incluindo matérias
primas e água)
Maior utilização de fontes de energias renováveis pelos sectores público e privado, produzindo
electricidade para a rede nacional ou em sistemas independentes
Promover o combate à pobreza e um desenvolvimento social equitativo
Acelerar o desenvolvimento rural
Garantir serviços sociais básicos e infra-estruturas
Integrar as componentes da mitigação e adaptação às MC na tomada de decisão e planeamento.
A existência de oportunidades de financiamento internacional na área da mitigação foi explorada
por Moçambique mas, há semelhança de muitos outros países africanos, os esforços iniciais
deram poucos resultados até ao momento, No entanto, e exactamente pelo reconhecimento
internacional desta situação, existem já mecanismos de financiamento adicionais, bem como
instrumentos e metodologias de quantificação disponíveis para a mitigação de emissões (com
especial ênfase ao nível de projectos, mas também de programas e sectores), mais adequados às
necessidades e condições de países como Moçambique.
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Estado Actual da Integração às Mudanças climáticas
Actualmente o pais contém políticas de erradicação da pobreza absoluta, índices de fome zero,
que incluem o acesso a cuidados básicos de saúde, melhoria da segurança alimentar e nutrição,
abastecimento de água e saneamento do meio, acesso a energias limpas e renováveis.
O PES (plano econômico social), indica que até 2014 devia se ter uma organização especifica de
controlo e gestão de MC. Mas parece que os integrantes privados ou até mesmo do governo não
levam a peito esse assunto de mudanças climática.
Principais pilares da ENAMMC
A adaptação e gestão de riscos climáticos: um dos pilares básicos desta estratégia que está
associado a princípios de estudos de entendimento e construção de infra-estruturas resilientes,
criação de campos de reassentamento, estabelecimento de critérios de abordagem tecnológicas de
identificação de efeitos de risco como ciclone tropicais, aumento ou escassez pluviométrico.
Mitigação e desenvolvimento de baixo carbono: que envolve a geração de actividades que
possam reduzir o índice de emissão de substancias que contribuem para as mudanças climáticas.
Esta última, podem não ter maior enfoque em Moçambique por ser um pais pobre, pois
considera-se que as maiores fontes de emissão de tais substâncias são as fabricas, uso de carros
que o sistema de motor é via combustíveis fosseis, que de uma forma certa ainda estavam em
pouca quantidade.
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Factores limitantes da eficácia da Estratégia Nacional de Mitigação a Mudanças Climáticas
Moçambique é especialmente vulnerável às Mudancas climaticas devido à sua
localização geográfica na zona de convergência inter-tropical e a jusante de bacias
hidrográficas partilhadas à sua longa costa e à existência de extensas áreas com altitude
abaixo do actual nível das águas do mar.
Baixa capacidade adaptativa, entre outros factores, a pobreza, os limitados investimentos
em tecnologia avançada e a fragilidade das infra-estruturas e serviços sociais com
destaque para a saúde e o saneamento.
No país as MC manifestam-se através de alterações nos padrões de temperatura e
precipitação, do aumento do nível da águas do mar, tanto em termos de frequência como
de intensidade, de eventos climáticos extremos tais como secas, cheias e ciclones
tropicais que afectam diferentes regiões do país todos os anos.
As consequências incluem perda de vidas humanas, de culturas agrícolas, de animais
domésticos e fauna bravia, a destruição de infra-estruturas sociais e económicas, o
aumento da dependência da ajuda internacional, o aumento dos preços dos produtos
agrícolas e a deterioração da saúde humana, degradação ambiental e perda de
ecossistemas.
As Mudancas climaticas representam, assim, um retrocesso nos esforços do Governo e
seus parceiros no combate à pobreza e persecução dos ODM.
Apesar de várias políticas sectoriais reconhecerem as Mudanças climáticas como uma questão
importante, de vários actores (públicos, privados e sociedade civil) contribuírem com acções
concretas quer de adaptação quer de mitigação, bem como o facto de existir um Programa no
qual se pretende promover políticas e estratégias de mitigação e adaptação às MC no Plano
Económico Social ao nível central e distrital (PES e PESOD5) do Sector do Ambiente, as acções
correspondentes são ainda muito parcas devido à fraca coordenação entre sectores e fraca
capacidade de integração das questões das MC nos documentos de planificação e de
orçamentação e na implementação concreta, o que resulta em acções independentes e
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esporádicas pouco eficazes. É agora urgente coordenar as acções de resposta às MC, assegurando
que os processos de planificação, tanto ao nível espacial (do local, para o comunitário, distrital,
provincial e nacional) como sectorial, integrem a temática das MC e que estas passem a fazer
parte dos vários instrumentos e do PES e PESOD, no Programa de MC. É com base nestas
constatações que se desenhou a presente Estrategia nacional de mitigação as mudanças
climaticas, com a finalidade de integrar as diferentes iniciativas, reforçar as instituições e
evidenciar as MC como um factor que pode ser entrave no desenvolvimento social e económico,
contrariando esta tendência através do aumento da resiliência e da promoção do desenvolvimento
de baixo carbono. Em 2011 Moçambique elaborou a sua Segunda Comunicação Nacional (SCN),
um importante instrumento de avaliação do desempenho na área de Mudanças Climáticas.
Pontos positivos da implementação da Estratégia Nacional de Mitigação a Mudanças
Climáticas
explorar e utilizar de forma mais sustentável os recursos energéticos de Moçambique
(incluindo carvão e gás natural)
promover o acesso e a eficiência no uso da energia e dos recursos naturais (incluindo
matérias primas e água)
maior utilização de fontes de energias renováveis pelos sectores público e privado,
produzindo electricidade para a rede nacional ou em sistemas independentes
promover o combate à pobreza e um desenvolvimento social equitativo
acelerar o desenvolvimento rural
integrar as componentes da mitigação e adaptação às MC na tomada de decisão e
planeamento
Portanto, o sucesso das acções de mitigação depende da criação prévia de capacitação a
vários níveis. A capacitação para a mitigação passa por criar competências para a
elaboração de inventários sectoriais suficientemente robustos e em linha com directrizes
do IPCC e,
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a existência de oportunidades de financiamento internacional na área da mitigação foi
explorada por Moçambique mas, há semelhança de muitos outros países africanos, os
esforços iniciais deram poucos resultados até ao momento. No entanto, reconhecimento
internacional desta situação, existem já mecanismos de financiamento adicionais, bem
como instrumentos e metodologias de quantificação disponíveis para a mitigação de
emissões (com especial ênfase ao nível de projectos, mas também de programas e
sectores), mais adequados às necessidades e condições de países como Moçambique.
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Conclusão
O nível da evolução ou aumento dos gases de efeito de estufa, tem sido meteria de estudo nos
últimos dias, pois entende –se como sendo o originador do aumento da temperatura anualmente.
Diz-se que os gases de efeito estufa são de origem de gases de carbono, nitratos entre outros. O
critério da produção de tais gases é meio de reações inorgânicas na queima de combustíveis
fosseis usados na maioria dos casos em viaturas. Isto contribui grandemente para a alteração das
características do clima denominadas Mudanças climáticas.
As estratégias de adaptação e mitigação de mudanças climáticas, são um caminho para possível
solução aos efeitos nefastos das mudanças climáticas.
A conscientização e a colaboração multi-setorial na expansão dos estudos sobre a gestão
ambiental são uma das soluções assim como colocação de espaços verdes que contribuam para a
absorção de dióxido de carbono.
As alterações climáticas contribuem para várias consequências tais como: a elevação da
temperatura média anal, aumente do nível das precipitações causando cheias, baixa do nível de
precipitação causando secas.
Moçambique entre várias razoes que o fazem vulnerável, a existência de várias pessoas que
vivem a baixo da linha da pobreza, o relevo de Moçambique, e a facto de estar ajustado junto a
faixa costeira.
Assim, o governo está preparado para garantir o reassentamento das pessoas que vivem em
locais vulneráveis.
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4.0. Referencias bibliografiacas.
MINISTERIO DA COORDENACAO AMBIENTAL, Estratégia Nacional de Adaptação e
Mitigação de Mudanças Climáticas, Maputo, 2012
MAXWELL, F. O; METODOLOGIA CIENTÍFICA: um manual para a realização de pesquisas
em administração, catalao UFG, 2011.