Índice
Introdução............................................................................................................................1
A importância da Estatística nas Organizações...................................................................2
Estatística origem etimológica............................................................................................2
Definição geral da estatística...............................................................................................2
Conceitos básicos da estatística...........................................................................................3
Importância da estatística nas organizações e em várias áreas do conhecimento...............3
Analise Crítica Dos Relatórios............................................................................................4
Considerações finais............................................................................................................6
Conclusão............................................................................................................................7
Referências bibliográficas...................................................................................................8
Introdução
Na contemporaneidade habitámos circundados por uma porção de informações tão
relevantes que não podemos separar o quão a Estatística nos é proveitosa e o quanto esta
ciência vem caracterizar como uma das competências mais importantes para quem precisa
tomar decisões. Apesar de a Estatística estar associada ao crescimento e ao avanço
tecnológico, sua utilização é reconhecida a tempos mais remotas, o desenvolvimento, a
forma de usar a estatística deve-se também ao facto da evolução tecnológica, o surgimento
de computadores por exemplo foi um dos passos mais adiantado na forma de se fazer a
própria estatística.
Desta feita Este trabalho surge com grande objectivo de descrever a importância da
estatística nas organizações. Falar da estatística dentro das organizações é algo
indispensável, pois a estatística é o maior factor preponderante na tomada de decisões, no
estudo de uma determinada causa, na pesquisa, ainda falar da estatística é trazer de forma
clara a vantagem que por si leva na media que se necessita o apuramento de alguns
resultados obtido dentro de um determinado estudo ou pesquisa.
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A importância da Estatística nas Organizações
Estatística origem etimológica
A palavra estatística tem origem na palavra em latim status, traduzida como o estudo do
Estado e significava, originalmente, uma colecção de informação de interesse para o estado
sobre população e economia. Essas informações eram colectadas objectivando o resumo de
informações indispensáveis para os governantes conhecerem suas nações e para a
construção de programas de governo. No fim do século XVIII estatística foi definida como
sendo “o estudo quantitativo de certos fenómenos sociais, destinados à informação dos
homens de Estado“, desde então esta definição tem agregado uma série de outras funções
além, é claro, a de fornecer informações a nossos governantes. Seja qual for a área ou o
objecto de estudo do pesquisador, este poderá vir a utilizar conceitos de Estatística.
Definição geral da estatística
Para RAO (1999), a estatística é uma ciência que estuda e pesquisa sobre: o levantamento
de dados com a máxima quantidade de informação possível para um dado custo; o
processamento de dados para a quantificação da quantidade de incerteza existente na
resposta para um determinado problema; a tomada de decisões sob condições de incerteza,
sob o menor risco possível.
A Estatística é uma ciência que se dedica ao desenvolvimento e ao uso de métodos para a
colecta, resumo, organização, apresentação e análise de dados.
De acordo com Levin (1987) é quando o pesquisador usa números, quando ele quantifica
seus dados que ele muito provavelmente emprega a estatística como instrumento de
descrição e/ou decisão. A Estatística divide-se em duas partes: descritiva e inferencial: A
área descritiva lida com números para descrever fatos, tornando questões complexas mais
fáceis de Entender e a área inferencial utiliza métodos de estimativas de uma população
com base nos estudos sobre amostras.
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Conceitos básicos da estatística
Para compreender os métodos é preciso conhecer certos conceitos utilizados na área que
são necessários para a interpretação dos resultados. Dentro das análises encontram-se os
seguintes conceitos conforme:
População: conjuntos de todos os itens ou elementos;
Parâmetro: característica que descreve a população;
Amostra: uma parte da população que será analisada;
Variável: característica da população que será analisada;
Dado: valor colectado no estudo;
Estimador: característica numérica estabelecida na amostra e;
Observação: descrição.
Ainda na óptica deste autor acrescenta, ou seja, fala de alguns casos onde estes conceitos se
relacionam. Através dos conceitos pode-se notar que os mesmos se inter-relacionam, porém
é preciso entender suas diferenças. Por exemplo, ao analisar quantas pessoas estudam em
escola privada e quantas pessoas estudam em escola pública numa cidade, têm-se como
população as pessoas, como parâmetro homens e mulheres, como variável os estudantes e
dados seria quantas pessoas foram analisadas. A amostra nesta situação anterior seria uma
parcela do total da população para analisar. É importante lembrar que geralmente nas
grandes empresas ou na economia, enfim em áreas que englobam muitos dados, usa-se a
amostra como forma de execução da pesquisa. Como se torna muito trabalhoso e com um
custo muito alto pesquisar a população toda, faz-se um estudo preliminar da mesma a fim
de encontrar os parâmetros e então buscar a amostra que tem confiabilidade no seu
resultado, sendo menos trabalhoso e com menor custo.
Importância da estatística nas organizações e em várias áreas do conhecimento
A estatística é responsável pelo desenvolvimento científico em geral. Além de sua
aplicabilidade nas ciências biológicas, exactas e económicas, tem sido utilizada como
ferramenta indispensável nas ciências humanas e sociais. É assim que as ciências jurídicas,
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a história, a pedagogia, a psicologia e a sociologia têm-se beneficiado de consideráveis
desenvolvimentos e do aumento de credibilidade junto à população com a sua utilização.
Buscando caminho alternativos para explicar os fatos económicos, utilizando métodos
estatísticos multivariados, através das técnicas de análise factorial, análise discriminante e
correlação canónica, como uma alternativa eficiente para a escolha de variáveis necessárias
ao bom desempenho da economia, dependendo do problema a ser estudado. Através dos
métodos de análise estatística multivariada, torna-se possível seleccionar/excluir as
variáveis que não servem e analisar aquelas que estão explicando as inter-relações entre as
demais variáveis. Estes métodos vêm sendo utilizados amplamente na economia quando
estão envolvidas muitas variáveis e é preciso seleccionar as mais relevantes para uma
análise mais apurada da actividade económica. Em qualquer país, a estatística é ferramenta
fundamental para que se possa traçar planos sociais e económicos e projectar metas para o
futuro. Técnicas estatísticas avançadas permitem estimar com um bom grau de precisão
variáveis como tamanho da população, taxa de emprego e desemprego, índices de inflação,
evasão escolar.
Analise Crítica Dos Relatórios
Relatório Sobre Transparência, Governação E Corrupção em Moçambique
Relatório publicado em Julho de 2019. Este relatório surge numa vertente que se enquadra
mediante os actos de governação e corrupção em Moçambique, onde este autor afirma que
a economia de Moçambique encontra-se num ponto de viragem, e os esforços para abordar
as vulnerabilidades em matéria de governação e corrupção podem ter um impacto positivo
duradouro. Os níveis actuais da dívida pública, fez-nos reexaminar a fundo o nosso quadro
de governação e anti-corrupção, e motivou uma série de reformas para abordar as
vulnerabilidades expostas desse mesmo quadro.
De um modo geral, os males que enfermam a nossa sociedade e, particularmente, da
corrupção, têm sido recentemente objecto de análises pormenorizadas e, sem dúvida,
revestem-se de importância macroeconómica crítica. Um estudo estima que os custos da
corrupção para Moçambique no período de 2002 a 2014 ascendem a USD 4,9 mil milhões
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(aproximadamente 30% do PIB de 2014). O impacto desses custos é difuso, e afecta os
contribuintes, fornecedores de serviços públicos, o sector financeiro e o sector privado,
incluindo a reputação internacional de Moçambique.
Esses custos são especialmente nocivos num momento em que o país é abalado por uma
série de choques, designadamente a queda dos preços das matérias-primas, as secas, a
suspensão do apoio orçamental dos doadores e, mais recentemente, os Ciclones Tropicais
Idai e Kenneth. Ao mesmo tempo, Moçambique está prestes a beneficiar de um aumento
significativo das receitas graças às reservas de recursos naturais, e como Governo temos o
dever de garantir a gestão responsável desses recursos para as gerações presentes e futuras.
Ao tomar medidas decisivas hoje para implementar o quadro de governação e anti-
corrupção de maneira imparcial, coerente e eficaz, e para apoiar os esforços no sentido da
transparência e da responsabilização ao nível individual e institucional, pretendemos, como
Governo, alcançar resultados permanentes. Contudo, reconhecemos que subsistem falhas
em diversas áreas relevantes da economia. O quadro de governação e anti-corrupção não é
aplicado de forma consistente e completa.
O Estado de Direito é enfraquecido pela fraca aplicação das leis e regulamentos existentes
e, nalguns casos, pela ausência de regulamentação e de orientações explicativas necessárias.
A regulamentação dos mercados é marcada pelo excesso de complexidade e opacidade. As
ferramentas ABC/CFT ainda não foram mobilizadas de forma eficaz para apoiar
cabalmente os esforços anti-corrupção, sobretudo no que respeita à garantia de que as
transacções relativas a pessoas politicamente expostas sejam adequadamente monitoradas,
como por exemplo as transacções imobiliárias. Na área de governação orçamental, a
supervisão do SEE e das instituições públicas ainda é fragmentada e incompleta, a gestão
do investimento público carece de disciplina processual, a gestão da dívida é fraca e pouco
transparente e a gestão de tesouraria é marcada por ineficiências e controlos frágeis.
Detectamos falhas na governação do banco central, ligadas a insuficiência autonomia e à
ausência de um órgão de supervisão que sirva como mecanismo de pesos e contrapesos às
funções executivas do banco.
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Ainda este autor diz que Já foram tomadas medidas para abordar as vulnerabilidades em
matéria de governação e corrupção. Nos últimos 15 anos, adoptamos um quadro legislativo
e institucional completo para tratar das questões de governação e corrupção, que abrange
áreas como a administração da justiça, a regulação dos negócios, as medidas anti-
branqueamento de capitais e de combate ao financiamento do terrorismo (ABC/CFT), o
sector empresarial do Estado (SEE) e o sector financeiro.
Considerações finais
Os relatórios de diagnóstico são elaborados pelos países membros com a assistência dos
especialistas do FMI e com base em amplas consultas às partes interessadas. No presente,
há casos em que a informação é compartimentada e de difícil acesso, e as lacunas de
informação podem conduzir à aplicação desigual das regras. Não obstante a adopção de
uma lei de acesso à informação é de recomendar a necessidade de assegurar que a mesma
seja aplicada com imparcialidade. A divulgação mais transparente dos beneficiários
efectivos, dos contratos extractivos e dos relatórios orçamentais pode também ajudar a
acalmar os temores sobre a governação. Acrescentando, que haja uma maior transparência
nas leis e sanções para possam contribuir para assegurar a previsibilidade e a eficiência,
com benefícios em termos da melhoria do ambiente de negócios, em varias actividades.
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Conclusão
Findo este trabalho conclui-se que a estatística é muito importante nas organizações, e em
outros polos de estudos, pois auxilia nas tomadas de decisões para se efectuar uma
determinada pesquisa ou estudo, no apuramento de forma imparcial os resultados obtidos.
A estatística nas organizações tem maior importância porque ajuda também de forma clara
ou pacifica a acreditarem nas investigações feitas, ou também na resolução de um
determinado problema.
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Referências bibliográficas
DOWNING, P. R Estudo da Estatística Aplicada, cc editores Lisboa, 2000;
LEVIN, J. Estatística Aplicada às ciências Humanas. Harbra editores, São Paulo, 1987;
RAO, C.R. Statistic: A technology for millennium internal. statistic vol. 8, No. 1, 1999
VERE, JONES D. the coming of Age statistical Education. International statical , Rio de
Janeiro 1995.