Insetos pragas nas culturas
Lagarta elasmo - Elasmopalpus lignosellus (Pyralidae)
✓ Estiagem (altas temperaturas e baixa umidade), prefere solos arenosos, em SPD tem danos maiores.
✓ Milho: coração morto (folhas centrais secam e são facilmente destacáveis).
✓ Soja: planta nova (galerias, ponteiros murcham), planta lignificada (menor crescimento, tombamento).
✓ NC: primeiros 30 dias 5-10% plantas infestadas.
✓ Manejo: TS, inseticidas no sulco, maior densidade de plantio (Bt não controla).
Tamanduá da soja – Sternechus subsignatus (Curculionidae)
✓ Adultos removem as fibras da haste para ovipositar (anelamento).
✓ Larvas ficam no interior da haste e formam galhas, a partir do 5 instar vai para o solo.
✓ Manejo: rotação de culturas, antecipar semeadura, TS.
Lagarta rosca – Agrotis ípsilon (Noctuidae)
✓ Reboleiras com falhas de germinação, plantas murchas e tombadas.
✓ Manejo: TS com inseticidas sistêmicos, eliminação antecipada de PD.
Corós
✓ Larvas se alimentam de raízes, bulbos, tubérculos e material em decomposição. Não atacam algodão.
✓ Larvas de 3º instar são as mais prejudiciais (rizófagas).
✓ Manejo: TS é uma ferramenta auxiliar, adensamento de plantio, plantar antecipadamente ou priorizar plantar
primeiro em áreas com maiores infestações (larvas de primeiros instares).
Larva alfinete / Brasileirinha – Diabrotica speciosa (Chrysomelidae)
✓ Larvas favorecidas por solos ricos em matéria orgânica com maior retenção de umidade.
✓ Larvas atacam o sistema radicular, reduzindo a capacidade de absorção da planta, pode causar acamamento.
✓ No milho causa pescoço de ganso: planta caída, após danificada, emite raiz adventícias, firmando-as ao solo,
onde a planta volta a crescer, resultando no sintoma típico do caule.
✓ Manejo: TS com inseticidas sistêmicos com bom período residual. Áreas com altas infestações, aplicação de
inseticida no sulco. Associação com controle biológico com fungos (Beauveria bassiana).
Broca da raiz do algodoeiro – Eutinobrothrus brasiliensis (Curculionidae)
✓ Larva broqueia o caule, reduz o crescimento da planta (ou ela morre ou fica improdutiva).
✓ Solos arenosos de baixada (maior umidade).
✓ Plantas atacadas ficam murchas em altas temperaturas.
✓ Não tem amostragem e NC → Deve-se conhecer o histórico da área, pulverização no colo da planta não é
eficaz, TS tem algum resultado.
Percevejo castanho da raiz – Scaptocoris castânea (Cydnidae)
✓ Danos mais frequentes em solos arenosos e pouco férteis (maior impacto nas plantas).
✓ Amarelecimento das folhas, redução no crescimento de plantas e na produção.
✓ Não há controle eficaz, deve-se favorecer a planta com uma boa fertilidade do solo para uma melhor formação
do sistema radicular; rotação com crotalária auxilia em áreas com altas infestações, se possível evitar plantio
em solos arenosos.
Percevejo marrom – Euschistus heros (Pentatomidae)
Percevejo verde – Nezara viridula (Pentatomidae)
Percevejo verde pequeno – Piezodorus guildinii (Pentatomidae)
✓ Marrom: pronoto com espinhos, escutelo com meia lua branca. Massa de ovos irregulares amarelos.
✓ Verde: sem espinho. Massa de ovos hexagonal amarelos.
✓ Verde pequeno: Fileira dupla de ovos negros.
✓ Verde pequeno causa o maior dano, além de provocar retenção foliar pela emissão de toxinas na planta.
✓ Estágio vegetativo é o mais sensível → produtividade e a qualidade das sementes são comprometidas.
✓ 1 e 2 instares não conseguem atingir os grãos (menor tamanho dos estiletes).
✓ Controle começa em R1 (maiores populações de R3 a R7).
✓ Não é necessário controlar percevejo em estágio vegetativo, pois no estágio reprodutivo há uma maior
infestação na área. A partir de R7 não precisa controlar pois a safra já está garantida.
✓ Amostragem: pano de batida.
✓ NC: 2 percevejos/m para grãos, 1 percevejo/m para sementes (Hoje com o valor da soja para grãos o ideal
seria 1 percevejo/m).
✓ Controle: Piretróides, organofosforados, neonicotinoides, variedades precoces.
Insetos pragas nas culturas
Percevejo barriga verde – Diceraeus melacanthus (Pentatomidae)
✓ Muito importante no milho nos estágios iniciais, ataca folhas e colmo, provoca perfilhamento.
✓ Dificuldades para o manejo: controle inadequado de PD (hospedeiras), sucessão de milho e soja, áreas de
milho inferiores à de soja (maior população para uma menor área → maior dano).
✓ Monitoramento com 10 iscas por talhão (2 amostras ou mais com inseto → área infestada).
✓ NC: após a emergência 1 percevejo a cada 10 plantas.
✓ Manejo: controle adequado de PD, reduzir ao máximo as perdas na colheita da soja (grãos no chão), aplicar
inseticidas na dessecação da soja, rotação de culturas se possível, TS é insuficiente.
Percevejo rajado – Horcias nobilellus (Pentatomidae)
✓ Pequeno, oviposição endofítica (folhas, pecíolos). Favorecido por condições de alta temperatura e baixa
umidade.
✓ Adulto suga botão floral e maçãs no algodão.
• Causa queda de botões florais (shedding).
• Causa a maçã bico de papagaio (deformação) → maçã carimã (não abre).
✓ Amostragem com rede entomológica. NA: 20% de plantas com percevejos.
✓ Controle químico e eliminação de PD.
Lagarta da soja – Anticarsia gemmatalis (Noctuidae)
✓ Larvas ficam na região superior da planta, alimentam-se de toda superfície da folha, pecíolos e hastes finas.
✓ 1 até 3 instares causam menor dano (raspagem) → ideal para aplicação de IGR.
✓ Larvas com todas as pernas abdominais. Pupas ficam no solo.
✓ NC: 30% de desfolha → vegetativo, 15% de desfolha →reprodutivo; ou 40 lagartas/m.
✓ Controle: transgênicos, químico e biológico.
Lagarta falsa medideira – Chrysodeixis includens (Noctuidae)
✓ Larvas ficam na região inferior da planta, não comem nervuras.
✓ Larvas com somente 2 pares de pernas abdominais. Pupas ficam na folha.
✓ NC: estágio vegetativo 30% de desfolha; estágio reprodutivo 15% de desfolha.
✓ Controle: transgênicos, químico e biológico.
Lagarta da vagem – Spodoptera eridania (Noctuidae) / Lagarta preta – Spodoptera cosmioides (Noctuidae)
✓ Larvas maiores causam desfolha e atacam vagens e grãos.
✓ NC: estágio vegetativo 30% de desfolha ou 20 lagartas/m; estágio reprodutivo 15% de desfolha ou 10
lagartas/m, 10% de vagens atacadas.
✓ Controle biológico com parasitoides de ovos, baculovírus. Controle químico: rotação de modos de ação.
Lagarta do cartucho / militar – Spodoptera frugiperda (Noctuidae)
✓ Praga polífaga com grande potencial de dano agrícola.
✓ No milho, em seus primeiros instares apenas raspa as folhas, posteriormente causa sérios danos, destrói o
cartucho, causam coração morto, danificam as espigas.
✓ Na soja alimentam-se de folhas, brotações, hastes, vagens e grãos verdes.
✓ Monitoramento com armadilhas com feromônio sexual do tipo delta.
✓ NC: 3 mariposas na armadilha (controle químico após 10 dias). 20% de plantas atacadas (30 dias). 10% de
plantas atacadas (40-60 dias).
✓ Manejo: TS com inseticidas sistêmicos, variedades transgênicas (Bt no milho) → refúgios + piramidamento,
controle biológico com parasitoides de ovos, aplicação de baculovírus, Bacillus, inseticidas seletivos.
Lagarta enroladeira – Omiodes indicatus (Crambidae)
✓ Formam abrigos por uma ou mais folhas enroladas e coladas com teia. Não consomem nervuras.
✓ NC: 20 machos/armadilha a cada 7 dias.
✓ Manejo: eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas se possível, controle com organofosforados,
controle biológico com parasitoides.
Curuquerê do algodoeiro – Alabama argillacea (Noctuidae)
✓ Lagarta do tipo falsa medideira (2 pernas abdominais). Pupas ficam nas folhas.
✓ Desfolhadora, não ataca estruturas reprodutivas. (1 e 2 instares raspam as folhas).
✓ Ataque comum após o florescimento.
✓ Amostragem visual é feita avaliando as folhas e detectando a presença e quantidade de lagartas.
✓ NC: estágio vegetativo 1 lagarta por planta (menos tolerante, formação das folhas mais importantes); estágio
reprodutivo 2 lagartas por planta.
✓ Manejo: algodão transgênico, inseticidas a base de Bacillus, parasitoides de ovos, predadores, IGR, diamidas.
Insetos pragas nas culturas
Lagarta das maçãs – Chloridea virescens (Noctuidae)
✓ 3 faixas nas asas anteriores com manchas arredondadas.
✓ Ovos com estrias. Pupa fica no solo.
✓ 1 e 2 instar as larvas só raspam as folhas, 3 instar em diante se alimenta do botão floral e depois da maçã.
✓ Causa queda dos botões florais.
✓ Amostragem: avaliação visual dos botões florais e maçãs.
✓ NC: 10% de botões ou maçãs atacados.
✓ Manejo: algodão transgênico (Bt), IGR, diamidas, piretróides a partir de 80 dias do plantio (dano menor do
ácaro).
✓ Há fazendas que amostram ovos → avaliar o parasitismo natural (ovos enegrecidos).
Lagarta rosada – Pectinophora gossypiella (Gelechiidae)
✓ Oviposita em flores.
✓ Lagarta emerge e penetra na maçã (orifício é tão pequeno que acaba cicatrizando → praga silenciosa).
✓ Se alimentam da semente (por essa razão possuem a coloração rosada).
✓ Danificam as maçãs.
✓ Amostragem: coleta de maçãs → contagem de maçãs danificadas. (área de 100 ha → 100 maçãs).
✓ NC: 5% de maçãs danificadas.
✓ Armadilhas tipo delta → NC: 15 machos por armadilha após 48h da instalação.
✓ Manejo: confundimento de machos é uma tática viável, algodão transgênico, diamidas não atingem a larva e
não controla os adultos.
Mosca branca - Bemisia tabaci (Aleyrodidae)
✓ Clima quente e úmido favorece o seu desenvolvimento.
✓ Danos diretos: redução no desenvolvimento da planta pela retirada de nutrientes e água.
✓ Danos indiretos: transmissão de vírus → mosaico dourado do feijoeiro, mosaico comum do algodoeiro.
✓ Danos indiretos: excreção de substancia açucarada → favorece a ocorrência de fumagina.
✓ Manejo: controle de PD, rotação com espécies não hospedeiras, controle biológico (predadores, parasitoides
e entomopatógenos), rotação de inseticidas com modo de ação distintos.
Cigarrinha do milho – Dalbulus maidis (Cicadellidae)
✓ Se reproduz somente em plantas de milho (especialista em milho). Oviposição endofítica.
✓ Transmissor de patógenos causadores do enfezamento vermelho, enfezamento pálido, vírus da risca.
✓ Apenas as formas adultas transmitem o enfezamento.
✓ Problemas: Migração para hospedeiros alternativos nos períodos de entressafra.
✓ Manejo: eliminação de plantas tigueras (mais importante), eliminação de PD, rotação de culturas (difícil em
nossa região), utilização de variedades tolerantes ao enfezamento, evitar perdas de grãos na colheita e no
transporte (milho que nasce na beira de estradas e rodovias), controle biológico (Beauveria), sementes
certificadas, monitoramento de VE até V8 (densidade populacional), controle químico → TS e aplicação
(neonicotinoides, piretróides), evitar plantar próximo a lavouras em estágios mais avançados.
Pulgão do milho - Rhopalosiphum maidis (Aphididae)
✓ Favorecido por altas temperaturas e baixa umidade.
✓ Transmissão do vírus do mosaico comum.
✓ Excreção de substancia açucarada no estilo-estigma → fumagina → inviabiliza o grão de pólen.
✓ Os maiores danos ocorrem na fase vegetativa.
✓ NC: 30-40 plantas com mais de 100 pulgões por folha.
✓ Controle: favorecimento de inimigos naturais, eliminar plantas hospedeiras, alta infestação recomenda-se
inseticidas seletivos.
Pulgão do algodoeiro – Aphis gossypii (Aphididae)
✓ Atualmente ganhou importância (as variedades no Brasil não são resistentes a viroses).
✓ Danos diretos: sugam a seiva, causando redução na produção e inibindo o desenvolvimento da planta.
✓ Causam encarquilhamento das folhas.
✓ Danos indiretos: transmissor de viroses (Vermelhão e Mosaico das nervuras).
✓ Fumagina deprecia a qualidade da fibra.
✓ NC: 5-15% de plantas suscetíveis a viroses infestadas; 20-30% plantas tolerantes infestadas; 50-70% plantas
resistentes infestadas.
✓ Manejo: controle durante todo ciclo da cultura, químico (neonicotinoides, organofosforados), controle biológico
por meio de insetos parasitoides e predadores naturais.
Insetos pragas nas culturas
Tripes – Thrips tabaci e Frankliniella schultzei (Thripidae)
✓ Não transmite viroses.
✓ Somente danos diretos → suga folhas novas, causando deformações nas folhas (não é encarquilhamento).
✓ Favorecido por altas temperaturas e baixa umidade.
✓ Adultos e ninfas causam o mesmo dano. Da germinação até 30 dias.
✓ Amostragem com lupa: detectou a presença de tripes vivos, a planta está infestada.
✓ NC: 40% de plantas infestadas.
✓ Manejo: TS funciona bem, controle químico.
Ácaro rajado – Tetranychus urticae (Tetranychidae)
✓ Teias na face inferior da folha do algodoeiro. Ataca principalmente nos estágios reprodutivos.
✓ Suga a folha próximo do pecíolo e nervuras, causando o secamento dessas regiões.
✓ Provoca secamento e queda de folhas.
✓ Favorecido por altas temperaturas, baixa umidade. (!!!!cuidado com piretróides!!!!)
✓ Amostragem com lupa: detectou a presença de ácaros vivos faz o controle (não tem NC).
✓ Manejo: controle somente químico (pirrole, avermectinas) na reboleira e 30m em torno dela. (cuidados com
aplicação pois pode espalhar o ácaro na área).
Ácaro branco – Polyphagotarsonemus latus (Tarsonemidae)
✓ Presente na face inferior das folhas. Ataca principalmente nos estágios reprodutivos.
✓ Favorecido por dias nublados e chuvosos, locais sombreados. (!!!!cuidado com piretróides!!!!)
✓ Provoca rasgaduras nas folhas (folhas atacadas ficam mais duras e quebradiças).
✓ Amostragem com lupa: presença de ácaros vivos → planta infestada.
✓ NC: 40% das plantas infestadas.
✓ Manejo: somente controle químico (avermectinas, pirrole).
Bicudo do algodoeiro – Anthonomus grandis (Curculionidae)
✓ Mais importante praga para o algodão → danos e altos custos de controle.
✓ Se alimenta de grãos de pólen no botão floral.
✓ Botão de alimentação: orifício com presença de grão de pólen.
✓ Botão de oviposição: orifício na base e fechado com cera.
✓ Alimentação da larva provoca a queda dos botões florais.
✓ Bicudo entra na área quando há botões florais e flores → flor é muito atrativa.
✓ Não há coleta massal.
✓ Monitoramento com feromônio: detectar a chegada e a infestação.
✓ Amostragem: inspeção regular da lavoura, com avaliação visual dos botões florais e das maçãs, verificando
se essas estruturas estão com sinais de oviposição ou alimentação.
✓ NC: 5% dos botões danificados.
✓ Manejo:
• Término de safra, entressafra e início de safra: eliminação de algodão tiguera na área de produção ou na
beira de estradas, destruição de restos culturais, tubo mata bicudo (redução na população que vai para os
refúgios e posteriormente para a safra seguinte).
• Durante a safra: amostragens, remoção de botões florais caídos no chão (pequenas propriedades),
controle químico → neonicotinoides, cartap, piridina de azometina (caro, causa perda no controle dos
movimentos), organofosforado, diamida não funciona (não alcança a larva).
• Práticas auxiliares: reguladores de crescimento (controlar a formação de botões florais), desfolhantes
(maior insolação nas maçãs, acelerando sua abertura), maturadores (uniformiza e acelera a abertura das
maçãs).
Insetos pragas nas culturas
NOME COMUM ESPÉCIE FAMÍLIA
Lagarta elasmo Elasmopalpus lignosellus Pyralidae
Lagarta rosca Agrotis ípsilon Noctuidae
Lagarta da soja Anticarsia gemmatalis Noctuidae
Lagarta falsa medideira Chrysodeixis includens Noctuidae
Lagarta enroladeira Omiodes indicatus Crambidae
Lagarta das vagens/folhas Spodoptera eridania Noctuidae
Lagarta preta Spodoptera cosmioides Noctuidae
Lagarta do cartucho/militar Spodoptera frugiperda Noctuidae
Lagarta da espiga Helicoverpa zea Noctuidae
Lagarta das maçãs Chloridea virescens Noctuidae
Lagarta rosada Pectinophora gossypiella Gelechiidae
Curuquerê do algodoeiro Alabama argillacea Noctuidae
Larva alfinete/brasileirinha Diabrotica speciosa Chrysomelidae
Bicudo do algodoeiro Anthonomus grandis Curculionidae
Tamanduá da soja Sternechus subsignatus Curculionidae
Broca da cana Diatrea saccharalis Crambidae
Percevejo castanho Scaptocoris castanea Cydnidae
Percevejo marrom Euschistus heros Pentatomidae
Percevejo verde Nezara viridula Pentatomidae
Percevejo verde pequeno Piezodorus guildinii Pentatomidae
Percevejo barriga verde Diceraeus melacanthus Pentatomidae
Percevejo rajado Horcias nobilellus Lygaeidae
Pulgão do algodoeiro Aphis gossypii Aphididae
Pulgão do milho Rhopalosiphum maidis Aphididae
Tripes Thrips tabaci Thripidae
Cigarrinha do milho Dalbulus maidis Cicadellidae
Ácaro rajado Tetranychus urticae Tetranychidae
Ácaro branco Polyphagotarsonemus latus Tarsonemidae