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Análise do PIB e Emprego no Brasil

O documento analisa a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil entre 1996 e 2012, destacando sua importância como indicador econômico e sua relação com a criação de empregos, poupança interna e gastos públicos. O PIB reflete a soma de bens e serviços produzidos, sendo crucial para entender a dinâmica econômica do país. A análise revela desafios enfrentados pela economia brasileira, incluindo a queda da poupança doméstica e a necessidade de investimentos para sustentar o crescimento.
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Análise do PIB e Emprego no Brasil

O documento analisa a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil entre 1996 e 2012, destacando sua importância como indicador econômico e sua relação com a criação de empregos, poupança interna e gastos públicos. O PIB reflete a soma de bens e serviços produzidos, sendo crucial para entender a dinâmica econômica do país. A análise revela desafios enfrentados pela economia brasileira, incluindo a queda da poupança doméstica e a necessidade de investimentos para sustentar o crescimento.
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ANHANGUERA UNIDERP – PÓLO RONDONÓPOLIS / MT

CURSO: ADMINISTRAÇÃO – 8º SEMESTRE


DOCENTE: PROF.º ME. JEFFERSON DIAS
DISCIPLINA: JOGOS DE EMPRESA

INTEGRANTES DO GRUPO

ANA PAULA XAVIER CAMPOS DE MOURA RA 363970


BRUNO MARCEL PEREIRA DE SOUSA RA 363979
EDMILSON PEREIRA DE MORAES RA 364606
PAULO LUIZ DE OLIVEIRA KURAHARA RA 374111
PATRICIO NOGUEIRA LIMA RA 368491

ATPS JOGOS DE EMPRESA


RONDONÓPOLIS, NOVEMBRO/2015

1
ANHANGUERA UNIDERP – PÓLO RONDONÓPOLIS / MT
CURSO: ADMINISTRAÇÃO –8º SEMESTRE
DOCENTE: PROF. ME. JEFFERSON DIAS
DISCIPLINA: JOGOS DE EMPRESA

INTEGRANTES DO GRUPO

ANA PAULA XAVIER CAMPOS DE MOURA RA 363970


BRUNO MARCEL PEREIRA DE SOUSA RA 363979
EDMILSON PEREIRA DE MORAES RA 364606
PAULO LUIZ DE OLIVEIRA KURAHARA RA 374111
PATRICIO NOGUEIRA LIMA RA 368491

ATPS JOGOS DE EMPRESA

ATPS apresentado ao Curso de Bacharel


em Administração da Faculdade
Anhanguera Uniderp – Pólo de
Rondonópolis/MT, como requisito
parcial de obtenção de nota da 8º
Semestre.
Sob orientação da Ead Prof. Me. Jefferson
Dias e Profª. Tutora Presencial Elizabela
Gomes R. Alves.

RONDONÓPOLIS, NOVEMBRO /2015

2
RESUMO

O PIB é um dos principais indicadores da economia de um país, e é também a


soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve para medir a evolução da
economia. A análise da variação do Produto Interno Bruto (PIB) retrata o desempenho
econômico do Brasil, visto que este indicador engloba a dinâmica de todos os setores da
economia e toda renda por eles gerada.

Palavras chaves: Economia, crescimento e desenvolvimento.

3
ABSTRAT

GDP is a leading indicator of the economy of a country, and is


also the sum of all goods and services produced in the country, and
serves to measure the evolution of the economy. The analysis of the
variation of the Gross Domestic Product (GDP) portrays Brazil's
economic performance, since this indicator encompasses the dynamic
of all sectors of the economy and all income generated by them.

Key words: economy, growth and development

4
SUMÁRIO

[Link]ÇÃO........................................................................................................06

[Link].........................................................................................07

2.1. – Evolução PIB Brasil de 1996 a 2012 ..............................................................08

2.1.1. – Análise do Grafico........................................................................................08

2.1.2 - Geração de Empregos Formais.......................................................................10

2.1.3. - Análise do Gráfico.........................................................................................10

2.1.4. - Poupança Doméstica.......................................................................................12

2.1.5. - Gastos Públicos...............................................................................................12

2.1.6. - Evolução Emprego na Industria......................................................................12

2.1.7. - Nível de Poupança Interna...............................................................................12

2.1.8. - Matriz de Decisões..........................................................................................14

3 – CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................16

4 – BIBLIOGRAFIA...................................................................................................17

5
1 - INTRODUÇÃO

Neste trabalho apresentaremos um modelo que nos permita cruzar os gastos


públicos com a poupança privada, baseado em alguns dados que vão nos permitir
analisar a situação em que o país se encontra nesse momento.
Dentro de nossa realidade econômica, hoje temos problemas mais prementes
que temos, sim, condições de resolver no curto prazo, mas isso depende da atuação
daqueles que nós, eleitores, colocamos no poder.
Nosso desafio é apresentar a relação existente entre o crescimento do PIB, a
evolução da criação de empregos, o nível de poupança interna, os gastos públicos e a
falta de investimento no país. E que o PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os
serviços e bens produzidos num período (mês, semestre, ano) numa determinada região
(país, estado, cidade, continente). O PIB é expresso em valores monetários (no caso do
Brasil em Reais). Ele é um importante indicador da atividade econômica de uma região,
representando o crescimento econômico.

6
2 – DESENVOLVIMENTO

O PIB é um dos principais indicadores da economia de um país. Ele


representa a soma das riquezas geradas pelo conjunto dos diversos setores da cadeia
produtiva, mas pouca gente sabe dizer o impacto que esse dado tem sobre o seu dia a
dia.
A economia brasileira deve ter este ano o pior desempenho desde 2009,
segundo estimativa pelo Banco Central. De acordo com o relatório de inflação, a
expectativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 0,7% em 2014.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve para


medir a evolução da economia. Em 2013, a economia cresceu 2,5%.

O Banco Central avaliou que, apesar de a inflação ainda se encontrar


"elevada", pressões inflacionárias atualmente presentes na economia – como aquelas
decorrentes de ganhos salariais incompatíveis com ganhos de produtividade e dos
processos de realinhamento dos preços domésticos em relação aos internacionais e dos
preços administrados em relação aos
Livres – tendem a arrefecer ou, até mesmo, a se esgotar ao longo do horizonte
relevante para a política monetária (até setembro de 2016).

7
2.1. - EVOLUÇÃO PIB BRASIL DE 1996 A 2012

Fonte: [Link]
[Link], acessado em 26 de
setembro de 2015.

2.1.1 - Análise do gráfico


O gráfico até 2010 teve oscilação, Uma conjunção de fatores negativos levou
a agropecuária a registrar em 2009 o seu pior desempenho no PIB brasileiro desde 1996,
a crise econômica global, a seca que reduziu a safra de grãos e o elevado
endividamento.
A análise da variação do Produto Interno Bruto (PIB) retrata o desempenho
econômico do Brasil, visto que este indicador engloba a dinâmica de todos os setores da
economia e toda renda por eles gerada.

O crescimento de uma economia é influenciado por inúmeras variáveis que


devem ser observadas e interpretadas criteriosamente com a finalidade de se conseguir
determinar quais delas são realmente responsáveis pela variação dos indicadores. Para

8
analisar um determinado indicador é necessário procurar conhecer os acontecimentos
que influenciam sua variação ou que provocaram profundas alterações, como as crises
econômicas, guerras e desastres ambientais. É importante também atentar para o cenário
e os agentes econômicos envolvidos no processo, para que as realizações das escolhas
sejam bem definidas.

A partir de 2011, Foi um fraco desempenho da economia brasileira se


comparado ao crescimento de 2010, foi marcado pela política de queda dos juros. O
objetivo do governo foi estimular o crédito e o consumo, o que impulsionaria a
economia, mas foi preciso enfrentar um ambiente de calote em alta. Em 2012, de acordo
com o resultado revisado pelo IBGE frustrou a expectativa do governo brasileiro de ter
um PIB melhor em 2012, o que impactaria a correção do salário mínimo em ano
eleitoral e ajudaria a elevar a média de crescimento.
Com o objetivo de acelerar o crescimento do PIB em 2012, o governo
brasileiro adotou algumas medidas como, por exemplo, diminuição da taxa básica de
juros (SELIC). Redução de impostos como, por exemplo, o IPI (Produto sobre Produtos
Industrializados) para alguns setores da economia (eletrodomésticos, automóveis,
materiais de construção) também fez parte do arsenal do governo para evitar a
desaceleração da economia brasileira ao longo de 2012.

9
2.1.2 - Geração de Empregos Formais
Conteúdo do emprego formais

Fonte: [Link]
[Link], acessado em 30 de outubro de 2015.

2.1.3. - Análise do Gráfico

O estoque de empregos na Rais3 continua o movimento já verificado desde a


década anterior. Em 2010 e 2011, o crescimento foi de 5,1% e 6,9%, respectivamente.
Em 2012, a variação do estoque de empregos, ainda que positiva (2,5%), apresentou
uma desaceleração em relação aos anos imediatamente anteriores. Já em 2013, o
crescimento dos empregos formais foi ligeiramente maior (3,1%), atingindo um estoque
de 48.948.433 vínculos formais de emprego. Isso representa a incorporação de mais de
7 milhões de vínculos em quatro anos, um crescimento acumulado de 18,8% desde 2009
A economia brasileira tem crescido de forma modesta desde 2011. Era esperado que a
taxa de desemprego aumentasse. Mas isto não ocorreu. Muitos dizem que ainda vai

10
ocorrer, que existiria uma suposta defasagem: primeiro a economia desacelera, depois
vem o aumento da taxa de desemprego. Há muitos que torcem por isso. Mas não é
provável que isto ocorra. O ponto focal é que a taxa de desemprego depende da oferta e
da demanda de mão de obra. Quando é feita a comparação da geração de empregos com
carteira de janeiro a julho de 2009 a 2013 é revelado o tamanho do problema. Trata-se
de uma lição que precisa ser aprendida urgentemente pelo Brasil. De 2008 para cá, a
poupança doméstica, que corresponde a todo o dinheiro que não foi gasto em consumo,
caiu de 19% para 14% do PIB. Para o tamanho de nossa economia. A razão para isso é
que, na história recente do Brasil, o estímulo aos gastos — com medidas como os cortes
de impostos de geladeiras e carros e a ampliação do crédito — tem sido superior à
indução a poupar. Uma das implicações é a incapacidade de o país manter períodos
longos de prosperidade. A taxa de poupança do setor privado, que em 2011 reproduziu
praticamente a média observada entre 2000 a 2011 (18,7% do PIB) cai cerca de 3
pontos, para apenas 15,8% em no ano que termina em junho de 2013. Trata-se do menor
valor observado desde o inicio da série em 2000. Embora ainda apresente valores
negativos, a variação da taxa de poupança do setor público tem impacto insignificante
na variação da taxa de poupança doméstica nos últimos dois anos. Em estudos
anteriores, o Centro de Estudos do IBMEC tem examinado também a evolução da taxa
de poupança do setor privado em relação ao PIB líquido da carga tributária bruta. Nesse
critério, a taxa de poupança do setor público é calculada em relação ao valor da carga
tributária bruta. Entre 2011 e 2013 queda da taxa doméstica de poupança é o principal
fator de elevação do déficit em contas correntes (poupança externa). Verifica-se que a
taxa de investimentos reduziu-se de 19,7% do PIB em 2011 para 18,1% em 2013.
Embora tenha apresentado uma pequena elevação de 0,5 ponto porcentual entre 2012 e
2013 (12 meses terminados em junho) fica evidente que o aumento da poupança externa
de 2,5% para 3,7% do PIB reflete basicamente a redução de 2,8 pontos porcentuais da
taxa de poupança doméstica a partir de 2011 (de 17,4% para 14,4% do PIB). Note-se
que se trata da menor taxa de poupança doméstica dos últimos dez anos. Redução da
taxa doméstica de poupança reflete queda da poupança do setor privado É possível
verificar que essa queda da poupança doméstica resulta de forte redução da taxa de
poupança do setor privado. No gráfico 02 são apresentadas enquanto a taxa de poupança
do setor público, embora negativa, se mantém constante entre 2011 e 2013 (cerca de -
4% da carga tributária bruta), verifica-se forte redução da taxa de poupança do setor

11
privado depois de 2011. Por outro lado, embora alguns indicadores sugiram alguma
redução da taxa de poupança das famílias nos últimos anos, não é razoável atribuir a
essa componente a maior parcela da redução da taxa de poupança bruta.

2.1.4. - Poupança Doméstica

Fonte: [Link]
acessado em 30 de outubro de 2015.

2.1.5. - Gastos Públicos

Fonte: [Link] acessado em 31 de


outubro de 2015.

Relação existente entre o crescimento do PIB, a evolução da criação de


empregos, o nível de poupança interna, os gastos públicos e a falta de investimento no
país. A evolução do PB na economia brasileira, ao longo dos últimos anos 50 anos,
mostra duas características importantes, no curto prazo registra alta taxa de crescimento,
e no longo do prazo, revela perda de dinamismo do processo de desenvolvimento. Após
a implantação do real, a tendência de expansão do PIB tem se mostrado, bastante
modesta se observada em relação ao período do pós-guerra até o final dos anos 70. A
análise dessas questões passa, necessariamente, por uma discussão sobre os fatores que
determinaram o nível de produto no curto e no longo prazo A evolução positiva do
mercado de trabalho na última década mostra que não é necessário atrelar a criação de
emprego a uma maior flexibilização do mercado de trabalho ou a uma reforma das leis
trabalhistas, visando a ganhos de eficiência e competitividade associados à redução dos
custos salariais. A indústria tem o potencial de gerar empregos mais qualificados e bem
remunerados que a média da economia. Mais que gerar seus próprios empregos, a
indústria é responsável pela geração de emprego em outros setores a montante e a
jusante na cadeia produtiva, como nos setores básicos e de serviços. É importante
reconhecer que retomar o crescimento industrial, de maneira articulada com a expansão
dos investimentos é uma tarefa bastante complexa, em especial em um cenário externo
de baixo crescimento da demanda global e acirramento da concorrência por bens
manufaturados que ainda deve perdurar por tempo relativamente longo. Uma política
industrial que seja pautada somente pela busca de criar competitividade a qualquer

12
custo, promovendo uma regressão em termos de emprego, salários, formalização e
condições de trabalho, não apenas não conseguirá lidar com esta tarefa complexa, como
também irá desatrelar inexoravelmente o crescimento industrial do desenvolvimento
econômico, social e regional do País.

2.1.6. - Evolução Emprego na Industria Fonte:


[Link] acessado em 31
de outubro de 2014.

2.1.7. - Nível de Poupança Interna O aumento do PIB impacta positivamente a


poupança interna. Isso já era esperado pela própria lógica que evolve a formação da
poupança como parcela da renda disponível. A poupança interna no período estudado
sofreu influência positiva das depreciações cambiais no longo prazo, pois uma taxa de
câmbio mais elevada, impacta positivamente na competitividade das exportações,
proporcionando maior lucratividade às empresas, aumentando a renda interna e os
investimentos futuros. Na tentativa de elevar a poupança interna através do incentivo ao
ingresso de capital externo no Brasil, o aumento da oferta de divisas proporcionou

13
valorização do real. Com uma moeda nacional mais forte as exportações perdem
competitividade e as importações passam a assumir destaque dentro da balança
comercial, impactando o saldo em transações correntes. Isso acaba ocasionando déficits
no balanço de pagamentos e assim, aumentado a dependência por capitais externos.
Quando ocorre fuga de capitais pela percepção do grande endividamento e da grande
dependência externa, uma brusca desvalorização cambial acontece. Essa é a dinâmica
que têm caracterizado as oscilações da taxa de câmbio no Brasil. Gastos Públicos: São
os valores gastos pelo Estado para custear os serviços públicos prestados à sociedade.
As despesas correntes são divididas em despesas com pessoal, juros e encargos e outras
despesas correntes. As outras despesas correntes correspondem às despesas executadas
na manutenção dos serviços públicos existentes, tais como: Educação, Saúde e
Segurança e ainda na conservação de bens móveis e imóveis. As despesas de capital são
divididas em amortização da dívida, investimentos e inversões financeiras. Os
investimentos representam as despesas destinadas ao planejamento e à execução de
obras públicas, à aquisição de instalações, de equipamentos e de materiais permanentes.
As inversões financeiras, que de forma geral também podem ser consideradas
investimentos, são as despesas com aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em
utilização, a aquisição de títulos representativos de capital mesmo ocupando o 6. ° lugar
no ranking do PIB mundial, o Brasil ainda não aprendeu a investir em seu futuro.
Contando com as inúmeras oportunidades que um país em desenvolvimento pode
abrigar, perdemos em competitividade para outras nações que souberam cuidar da
educação de seus jovens e investir em novas tecnologias, pesquisa e desenvolvimento.
A taxa de investimento não vai aumentar enquanto a economia não voltar a crescer, Se o
governo não tomar medidas para reverter esse quadro, acho que vai continuar o
problema da falta de investimento.

2.1.8. - Matriz de Decisões Comprovação, através da teoria dos jogos, de quais


são efetivamente as duas melhores estratégias a serem buscadas tanto para os gastos do
governo como para a poupança das famílias brasileiras: Poupança das Famílias Gastos
Públicos Redução Payoff de 0 Manteve Payoff de 1 Aumento de Payoff de 2 Aumento
de Payoff de -2 (-2,0) (-2,1) (-2,2) Manteve Payoff de -1 (-1,0) (-1,1) (-1,2) Redução
Payoff de 0 (O,O) (O,1) (O,2) Comprovação: Poupança das Famílias Gastos Públicos
Manteve Payoff de 1 Aumento de Payoff de 2 Manteve Payoff de -1 (-1,1) (-1,2)

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Redução Payoff de 0 (O,1) (O,2) Poupança das Famílias Gastos Públicos Manteve
Payoff de 1 Aumento de Payoff de 2 Redução Payoff de 0 (O, 1) (O,2) Poupança das
Famílias Gastos Públicos Aumento de Payoff de 2 Redução Payoff de 0 (O,2).

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3 - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Neste trabalho tivemos a visão sobre a relação existente entre o crescimento


do PIB, a evolução da criação de empregos, o nível de poupança interna, os gastos
públicos e a falta de investimento no país e que um depende do outro, e entendemos que
através de uma análise mais profunda sobre as questões dos gastos públicos e da
poupança privada, as quais têm sido consideradas as principais razões para os baixos
níveis de crescimento apresentados por nossa economia. PIB (Produto Interno Bruto) é
um dos principais indicadores do potencial da economia de um país. Ele revela o valor
(soma) de toda a riqueza (bens, produtos e serviços) produzida por um país em um
determinado período, geralmente um ano. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de
luxo. O primeiro fator que influencia diretamente a variação do PIB é o consumo da
população. Quanto mais as pessoas gastam, mais o PIB cresce. Se o consumo é menor,
o PIB cai. O consumo depende dos salários e dos juros. Se as pessoas ganham mais e
pagam menos juros nas prestações, o consumo é maior e o PIB cresce. Com salário
baixo e juro alto, o gasto pessoal cai e o PIB também. Por isso os juros atrapalham o
crescimento do país. Os investimentos das empresas também influenciam no PIB. Se as
empresas crescem, compram máquinas, expandem atividades, contratam trabalhadores,
elas movimentam a economia. Os juros altos também atrapalham aqui: os empresários
não gastam tanto se tiverem de pagar muito pelos empréstimos para investir. Os gastos
do governo são outro fator que impulsiona o PIB. Quando faz obras, como a construção
de uma estrada, são contratados operários e é gasto material de construção, o que ele
eleva a produção geral da economia. As exportações também fazem o PIB crescer, pois
mais dinheiro entra no país e é gasto em investimentos e consumo.

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4 – BIBLIOGRAFIA

[Link]/transparencia/gasto-p%C3%BAblico, acessado em 26 de
setembro de 2015. [Link]/economia/noticia/2015/09/bc-baixa-para-07-
[Link], acessado em de 26 de setembro de 2015..
[Link]/ultimas-noticias/reuters/2010/03/11/apos-pior-pib-desde-
[Link], acessado em 26 de setembro de 2015..
[Link]/indicadores/pib/brasil/2013, acessado em 26 de setembro de 2015..
[Link]/notatecnica/2015/[Link], acessado em 26 de
setembro de 2015. [Link]/publicacoes/downloads/bif/2013/9_20-31-rog-
[Link], acessado em 26 de setembro de 2015. [Link]/sul/2013/submissao,
acessado em 26 de setembro de 2015. [Link]/os-empregos-
qualificados-gerados-pela-industria/#[Link], acessado em 26 de
setembro de 2015.

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