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Curso de Aperfeiçoamento Sargento PM EaD

BGO Ementa Curso de Sargento

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Curso de Aperfeiçoamento Sargento PM EaD

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POLÍCIA MILITAR

DA BAHIA
Subcomando-Geral - n.º 013 - 20 de janeiro de 2021

SEPARATA

195 Anos servindo a sociedade

BGO
o
SEPARATA 20 de janeiro de 2021 n. 013

1. CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE SARGENTO PM – CAS


PM (Publicação do Projeto Pedagógico)

O Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da PMBA, no uso de

suas atribuições, informou a este Comandante-Geral a aprovação do Projeto

Pedagógico do Curso de Aperfeiçoamento de Sargento PM (CAS PM), com

carga horária de 220h/a (duzentos e vinte horas aula), na modalidade de ensino a


distância (EaD), a contar de 04 de janeiro de 2021.

NBGO n.º IEP/CPCP – 003/01/2021

AN O 20 1 7 N º B G O e D a ta d e Au to riz aç ão 0 81 – 2 7 d e ab ril de 2 01 7

IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO

1. Nome da Unidade: Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças

2. Nome dos Dirigentes: Coronel PM Alfredo José Souza Nascimento

3. Nome do Curso: Curso de Aperfeiçoamento de Sargento

4. Área do conhecimento em que se aplica o Curso: Ciências Policiais -

Sociologia Aplicada a Segurança Pública (* de acordo com a Tabela MEC)

5. Forma de Oferta do Curso: Semipresencial, na modelagem híbrida com

recurso de aula remota e uso de ambiente virtual de aprendizagem (EAD)

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1. APRESENTAÇÃO

O Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da Polícia Militar da Bahia (PMBA),


através da Coordenação de Educação a Distância (CEaD), tem como objetivo
fornecer o suporte pedagógico para o funcionamento do Programa de Educação
a Distância (ProEaD) desenvolvido pela Corporação. Esse programa foi criado e
regulamentado pela Portaria n.º 091-CG/18, publicada no BGO n.º 178, de 19
de setembro de 2018, e prevê a utilização da modalidade de ensino a distância
(EaD) naquilo aplicável a Instituição, promovendo a integralização com os
parâmetros do ensino nacional, trazendo o Curso de Aperfeiçoamento de Sar-
gentos (CAS), como experiência piloto, no ano de 2018, que se apresenta na sua
terceira edição em 2020.

A oferta desse curso a distância responde ao esforço da Corporação de


reestruturar seu sistema de ensino acompanhando as inovações educacionais e
tecnológicas. Atrelado a isto, atende aos anseios dos sargentos-alunos, uma vez
que nas mais diferentes regiões da Bahia os cursos ocorrerão, sempre primando
pela qualidade, além da hierarquia e disciplina. Dessa maneira, o presente docu-
mento visa nortear as práticas pedagógicas atinentes ao CAS, na modalidade
EaD, estabelecendo as diretrizes que serão seguidas na sua implementação e fun-
cionamento, habilitando-os às promoções futuras (Lei 7.990/01; Lei 20.890/14).

Este PPC foi elaborado excepcionalmente para atender a uma demanda


institucional em período de Pandemia da Covid 19, momento em que os cursos
na modalidade presencial, tradicionalmente oferecidos por nossas escolas de for-
mação, foram suspensos em razão dos Decretos Estaduais e Portarias do Co-
mando Geral da PMBA.

Visando retomar as atividades de ensino, o Comando Geral da PMBA,


por meio do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) e do Departamento de Moder-

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nização e Tecnologia (DMT), desenvolveu um modelo híbrido que utilizará simul-


taneamente a Plataforma do Programa de Educação à Distância (ProEaD) da
PMBA, que dispõe do Moodle; e a Ferramenta Teams da Microsoft. Entretanto,
este novo processo buscará a garantia mínima de qualidade dos conteúdos ofere-
cidos, e proporcionará o conhecimento necessário ao exercício da atividade Po-
licial Militar eficaz, visando assegurar o crescimento profissional do PM, mesmo
em tempo de Pandemia.

É importante ressaltar que, findando a Pandemia, o IEP se reservará ao


direito de retornar ao Comando Geral com novas propostas de PPC para análise
em termos ideais, oferecendo ao Sistema de Ensino da PMBA condições de
retomada da normalidade.

O Projeto Pedagógico do CAS foi elaborado levando-se em consideração


a legislação vigente, visando, portanto, a oferta de um Curso que primará pela
formação qualitativa desse profissional para atuar em diversos campos de
abrangência. O documento inicia-se com a descrição do perfil da Unidade de
Ensino que abrigará o Curso em questão e a inserção regional deste. Segue com
a apresentação dos dados gerais do curso e sua organização pedagógica, incluin-
do as concepções teórico-metodológicas. Avança com a apresentação da estru-
tura curricular e descreve os instrumentos para avaliação de aprendizagem. Apre-
senta a infraestrutura de apoio geral oferecida pela Instituição e encerra-se com a
descrição dos recursos humanos envolvidos e os critérios para conclusão do cur-
so.

Em seguida, foram delimitados os sistemas e as regras de avaliação. Lem-


brando que, o CAS conta com apenas 01 (um) momento presencial, no final do
Módulo Único: as aulas práticas/ avaliação final da Disciplina Tiro Policial e a
realização da Verificação Final Multidisciplinar (VFM), correspondente a todas
as disciplinas do módulo, exceto Tiro Policial que será prática.

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2 CONTEXTUALIZAÇÃO

2.1 BREVE HISTÓRICO DA UNIDADE DE ENSINO

O Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), inicialmen-


te com a designação de Escola de Instrução, tem sua origem através de um de-
creto publicado em 06 de março de 1922, sendo a sua missão de formar Oficiais,
Sargentos e Cabos, tendo como primeiro comandante o Coronel Joaquim
Cerqueira Daltro. A escola de Instrução vigorou até o ano de 1926, quando uma
nova estrutura de Companhia Escola a substituiu, objetivando uma suposta melhoria
na qualidade da instrução, a fim de promover a formação dos diversos quadros
na PMBA, algo que, de imediato, não ocorreu.

Historicamente, os primeiros instrutores da Escola de Instrução que se tem


registro, foram os tenentes Arthur de Oliveira Cortes e João Antônio Vanderlei.
Vale frisar, que nessa época, os oficiais e praças da Escola ficavam isentos do
serviço de polícia, propriamente dito. Todavia, apesar da existência da Escola,
ainda não era possível a instrução regular na formação de Sargentos e Cabos,
cuja promoção era adquirida por força de concurso.

O CFAP ao longo dos anos mudou a sua sigla ou designação. No comando


do Coronel Liberato de Carvalho, em 1935, por exemplo, passou a se chamar,
Centro de Instrução, localizado no Forte do Barbalho, antiga sede do 7º Bata-
lhão da Polícia Militar (BPM). Inclusive, através de Decreto Governamental da-
tado de 19/08/1935 torna-se Centro de Instrução Militar (CIM), com incumbên-
cia de formar os graduados, combatentes e o corpo de administração. A frente,
especificamente nos anos de 1940, passou a denominar-se Centro de Instrução
Técnico Profissional (CITP). Contudo, em 1943, sofre mais uma modificação:
um novo regulamento desmembra os cursos existentes na Corporação passando
a formação militar a ser dividida em três Escolas, assim nominadas: Escola de
Candidato a Oficial, Escola de Sargentos e Graduados e a última Escola de Sol-
dados. Em 1948, ganha a denominação de Centro de Instrução da Polícia Militar.

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Em 21 de dezembro de 1957, através do decreto lei n.º 993, foi criado o


Departamento de Instrução, que passa a funcionar na Vila Policial Militar do
Bomfim, tendo em seu organograma a Escola de Formação de Oficiais e Escola
de Formação de Graduados. O CFAP, ainda neste contexto de constantes mu-
danças inerentes a uma Corporação que buscava por excelência, mudou a sua
sigla ou designação. Nos anos de 1967, se chamou Escola de Formação e Aper-
feiçoamento de Graduados (ESFAG). Em 30 de junho de 1976, recebe pela
primeira vez, a denominação de Centro de Formação e Aperfeiçoamento de
Praças (CFAP). Todavia, em 20 de abril de 2000, o CFAP recebe nova denomi-
nação, passando a ser chamado de Escola de Formação e Aperfeiçoamento de
Praças (EFAP). O EFAP volta a ser denominado novamente de CFAP, em 29/
12/2005, permanecendo até os dias atuais.

É interessante comentar que, no final do ano de 1989, a sede do CFAP foi


transferida para a cidade de Governador Mangabeira. No período de 1990 até
2000, a Escola teve seu apogeu em matéria de reconhecimento nacional das suas
atividades escolares, com vários Estados encaminhando para o CFAP novos
alunos. Assim, suas instalações receberam discentes dos Estados de São Paulo,
Goiás, Tocantins, Pará, Amazonas e Brasília, nos mais diversos cursos, especial-
mente, no Curso de Aperfeiçoamento de Sargento (CAS), onde foi considerada
por essas coirmãs, como uma das melhores Escolas de Aperfeiçoamento do Brasil.
Esse período é marcado pelo reforço na tradição da formação unificada e padro-
nizada, com a capacitação de em torno de 1.200 (hum mil e duzentos) policiais
militares em um só lugar, sendo um marco de concepção pedagógica em termos
de ensino militar.

Nos anos de 2000 a 2001, o CFAP volta à capital baiana, onde fixou sua
sede nas instalações do então 6º BPM, no Aquartelamento Lavigne Magalhães,
Alto de Ondina. A instrução das Praças passou a focar na capacitação descen-

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tralizada, por intermédio dos Núcleos de Ensino (NE) instalados temporariamen-


te em Unidades Operacionais da PMBA. A lei n.º 11.356, de 06 de janeiro de
2009, manteve o designativo CFAP, e também estabeleceu novas unidades de
ensino com os Batalhões Escola regionais, ou seja, o que mais tarde seriam deno-
minados de Batalhões de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC’s). Formalizan-
do assim, a descentralização na execução do ensino das praças da Polícia Militar
da Bahia, tendo como Unidade imediata de acompanhamento pedagógico, o CFAP
(maiores informações, consultar manual aluno, site institucional PMBA e CFAP).

Seguindo os objetivos educacionais traçados pelo Instituto de Ensino, por


intermédio, das Normas para o Planejamento e Conduta da Educação (NPCE),
publicado no SUPL/LJNG, n.º 08, de 31 de julho de 2012, o CFAP forma,
aperfeiçoa, qualifica e capacita as Praças da PMBA para o desempenho de suas
atividades profissionais nos âmbitos operacional e administrativo. Além disso, busca
conciliar teoria e prática, por meio das suas respectivas matrizes curriculares e de
importantes processos pedagógicos como o estágio supervisionado ou prática
policial supervisionada (PPS), a Jornada de Instrução Militar, a Jornada de Ins-
trução Policial Militar, a semana de adaptação e o Seminário de Temas Selecio-
nados, com Palestras e Visitas Técnicas, atendendo assim, aos anseios dos dis-
centes e da sociedade baiana.

2.2 MISSÃO INSTITUCIONAL

Ministrar às Praças da Corporação, o ensino profissional e de aperfeiçoa-


mento baseado em uma filosofia de ensino que privilegia o conhecimento como
processo de aprendizagem, através da valorização dos aspectos cognitivos, soci-
ais e emocionais, necessários no preparo do policial militar para o exercício de
suas funções.

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2.3 JUSTIFICATIVA DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO

Pode-se dizer, sem exagero, que o cenário atual se caracteriza, fundamen-


talmente, pela invasão da computação em todos os setores da sociedade. Ela se
faz presente no comércio, na área financeira, indústria, saúde, vida pessoal, e
inevitavelmente, na educação e segurança pública.

É um caminho que se impôs e cativou de tal maneira, sendo regulamentado


em termos de ensino, no Brasil, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Lei n.º 9.394/96), que em seu art. 80 estabeleceu que caberia ao po-
der público o incentivo para o desenvolvimento da EaD em todos os níveis e
modalidade de ensino e educação continuada (BRASIL, 1996).

Quase após o hiato de uma década, é que o presente texto foi editado;
trazendo em seu art. 2º, do decreto n.º 5.622/05, as modalidades educacionais e
níveis de ensino que poderiam recorrer a EaD, sendo uma delas a Educação
Profissional, o que nos interessa. Tanto que, reconhecendo a versatilidade dessa
modalidade de ensino, os seus recursos vêm sendo amplamente utilizados no
âmbito da Segurança Pública, por intermédio da Secretaria Nacional de Segu-
rança Pública (SENASP). Essa longa trilha, pôs-se diante da PMBA, que em
2018, regulamenta o programa de educação a distância na Corporação através
da portaria n.º 091 - CG/18, trazendo o CAS como primeiro curso ofertado
nessa modalidade.

Por certo, o CAS tem um grande diferencial em relação aos cursos


presenciais: ele reduz custos, além de possibilitar um acesso mais ampliado no
que diz respeito ao número da oferta de vagas. Quando se elege a modalidade a
distância, esses gastos são efetivamente reduzidos uma vez que, o curso é reali-
zado em tempo e locais diferentes dos instrutores e aprendizes, sem a necessida-
de de um espaço presencial. Reduz-se, portanto, os custos com manutenção de
núcleos de formação.

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Acrescenta-se ainda, a flexibilização para o Sargento-Aluno que já possui


certo tempo de serviço, não precisando deslocar para outras cidades para rea-
lização do curso, ficando longe de seus familiares e voltando a vivenciar uma
rotina castrense nem sempre fácil. Os desgastes físico e psicológico também são
diminuídos, haja vista, somente a disciplina Tiro Policial permanece com aulas
presenciais.

Mesmo com a adequação do curso à uma nova modalidade de ensino,


seu objetivo formativo permanecerá inalterado: atualizar os conhecimentos dos
Sargentos-Alunos atendendo o perfil profissiográfico desejado pela Instituição,
ou seja, habilitá-los a promoção de Subtenentes, com a missão de auxiliar e
complementar “[...] as atividades dos Oficiais Subalternos no emprego dos mei-
os, na instrução e na administração da OPM [...], devendo ser empregados na
supervisão e no comando de subordinados [...]” (art. 2º, portaria n.º 069 – CG/
2011) sendo empregados na atividade fim da Corporação PMBA.

2.4 BASES LEGAIS

Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017, que reformula o art.80 da lei


n.º 9.394, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, traçando as especificidades
dos programas de ensino à distância, em todos os níveis e modalidades de ensi-
no;

Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada no


Suplemento na Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de
22 de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem
adotadas no âmbito educacional da Corporação;

Portaria n.º 007- CG/08, publicada em 11 de fevereiro de 2008, que traz


os critérios para planejamento e fiscalização das atividades de ensino;

Portaria n.º 040 – CG/08, publicada em 23 de outubro de 2008, que

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esclarece as normas e critérios para indicação de policiais militares à cursos,


estágios e treinamentos;

Portaria do CG s/n [s.i] publicada no Suplemento LJNG N.° 06 de 22 de


fevereiro de 1978, que versa sobre os sistemas de avaliação de aprendizagem
do CFAP;

Portaria n.º 081-CG/99, publicada em 22 de setembro de 1999, que de-


fine os instrumentos de avaliação de aprendizagem e frequência dos alunos em
Cursos de Formação e Aperfeiçoamento de Praças;

Portaria n.º 063-CG/09, publicada em 09 de setembro de 2009, que pro-


move alterações na portaria n.º 081 – CG/99, em especial aos arts. 10º e 11º;

Plano Geral de Ensino do CFAP/2019, publicado pelo CFAP, apresen-


tando o planejamento das atividades administrativo-pedagógicas inerentes às
práticas educacionais referentes ao ano de 2019, que deverão ser adotadas pelo
Centro de Aperfeiçoamento de Praças, Batalhões de Ensino e Núcleos de For-
mação;

Normas para Planejamento de Condutas da Educação (NPCE 2019),


publicada em separata ao BGO n.º 051, de 15 de março de 2019, que norteia o
planejamento, conduta e o ensino na PMBA por meio da fiscalização dos even-
tos educacionais e pedagógicos desenvolvidos pelos órgãos de execução, su-
bordinados tecnicamente ao IEP;

Portaria n.º 069 - CG/11, publicada em BGO n.º 159, de 19 de agosto de


2011, que regula a atuação dos Subtenentes no âmbito da PMBA;

Portaria n.º 091 – CG/18, publicada em 19 de setembro de 2018, que


regulamenta o funcionamento do Programa de Ensino a Distância (ProEaD) na
PMBA.

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3 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO

O perfil profissiográfico desejado para os Subtenentes da PMBA está


alicerçado naquilo descrito na Portaria 069-CG de 2011, que “Regula o emprego
dos Subtenentes no âmbito da Corporação e dá outras providências.”, onde o
Artigo 2º da referida Portaria diz o seguinte:

“Os Subtenentes auxiliam e complementam as atividades dos Oficiais Su-


balternos no emprego de meios, na instrução e na administração da OPM/OBM,
devendo ser empregados na supervisão e no comando de subordinados na exe-
cução das atividades inerentes à missão institucional da Polícia Militar”.

O Art. 3º da referida portaria pontua que o Subtenente será empregado,


preferencialmente, na atividade-fim da Corporação:

§ 1º - No exercício das suas atividades profissionais e no comando de


subordinados, os Subtenentes deverão impor-se pela capacidade técnico-profis-
sional, incumbindo-lhes assegurar a observância minuciosa e ininterrupta das or-
dens, das regras de serviço e das normas operativas, pelos Praças que lhes esti-
verem diretamente subordinados, bem como a manutenção da coesão e do moral
da tropa, em todas as circunstâncias.

§ 2º - Na execução do policiamento, os Subtenentes poderão ser empre-


gados, inclusive no policiamento ostensivo a pé, desde que na supervisão e/ou
comando de subordinados, ainda que seja em um determinado espaço territorial.

É possível assim evidenciar a importância de uma formação que prime por


aspectos ligados à liderança, lealdade e, sobretudo, capacidade crítica para co-
mandar frações de tropa. É considerando esses aspectos que esse PPC elenca os
componentes curriculares a serem ofertados no Curso de Aperfeiçoamento de
Sargentos da PMBA.

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4 OBJETIVOS

4.1 OBJETIVO GERAL

Atualizar os conhecimentos profissionais comuns às qualificações policiais


militares de 1º Sargento PM e habilitar o Sargento-Aluno PM a promoção para o
grau hierárquico de Subtenente PM.

4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Promover o desenvolvimento de competências e habilidades para o exercício


de funções de caráter administrativo na condição de auxiliar das seções;

Desenvolver a capacidade técnico-profissional para o exercício de suas


atividades seja na função de supervisor e/ou comando das Praças que estiverem
diretamente subordinadas, observando o cumprimento das ordens, regras de
serviço e das normas operativas;

Estimular o interesse permanente na busca por aperfeiçoamento no exercício


inerente às suas funções.

5 ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

5.1 DO PROCESSO SELETIVO

O ingresso no CAS/EaD seguirá o critério de antiguidade na graduação de


1º Sargento PM (art. 49, DGE – 2016/2019), verificando-se a quantidade de
vagas disponíveis.

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5.2 DO PERÍODO DE MATRÍCULA

Será estabelecido conforme edital a ser publicado pelo IEP;

A matrícula dos policiais militares, lotados na Capital, Região Metropolitana


e Interior ficarão sob a responsabilidade do Núcleo EaD do CFAP bem como, a
distribuição das respectivas turmas.

5.3 QUANTO AO NÚMERO DE TURMAS

Ficará a cargo do IEP e do CFAP a divisão das turmas, com base na


quantidade de Sargentos-Alunos convocados pelo Comando Geral da PMBA,
bem como a divisão de alunos por BEIC.

5.4 DA SUPERVISÃO GERAL E COORDENAÇÃO DO CURSO/


PÓLOS

O IEP por meio da CEaD será o órgão responsável pela Supervisão


Pedagógica, conforme prevê o art. 6º, I, da portaria n.º 091 – CG/18,
estabelecendo as diretrizes metodológicas para construção dos cursos e disciplinas,
as normas, rotinas administrativas e orientações pedagógicas para a execução do
quanto planejado (portaria n.º 091, art. 18, I – XXVIII) garantindo assim, a
continuidade das ações de ensino-aprendizagem.

Quanto ao CFAP, será de sua competência a Coordenação Geral dos Cursos


sendo que, dividirá a coordenação regional com os BEIC’s ou núcleos delegados,
quando se fizer necessário (art. 6ª, V-VI, portaria n.º 091 – CG/18),
acompanhando e orientando a execução do projeto com objetivo de “[...]
promover a formação, aperfeiçoamento e educação continuada dos quadros de
praças” (art. 36, I, a, DGE – 2016/2019) atentando para as demais atribuições
específicas (art. 36, DGE – 2016/2019).

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COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO AOS DOCENTES


(CFAP)

a) O CFAP organizará, em apoio a Coordenação Geral do Curso, uma


equipe de apoio aos Docentes;

b) O serviço de Apoio aos Professores/Tutores será denominado Serviço


de Apoio ao Tutor (SAT);

c) Para o atendimento dos Docentes, deverá ser disponibilizado um canal


específico;

d) As solicitações dos Docentes no SAT deverão ser solucionadas em até


24 (vinte e quatro) horas.

COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO AOS DISCENTES


(CFAP)

a) O CFAP organizará, em apoio a Coordenação Geral do Curso, uma


equipe de apoio aos Discentes;

b) O serviço de Apoio aos Discentes será denominado SAD;

c) Para o atendimento dos Discentes, deverá ser disponibilizado um canal


específico;

d) As solicitações dos Discentes no SAD deverão ser solucionadas em até


24 (vinte e quatro) horas.

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6 ESTRUTURA CURRICULAR E METODOLOGIA

O CAS EaD se utilizará de uma metodologia pertinente a estrutura curricular


do tipo modular e a distância, definida a partir de um módulo único composto por
um conjunto de disciplinas (apêndice A) agrupadas em eixos-teóricos temáticos
especificados, conforme quadro abaixo:

Quadro 1 – Matriz Curricular do CAS

MÓDULO ÚNICO
EIXOS CARGA
DISCIPLINAS C/H TOTAL
TEMÁTICOS HORÁRIA
Correspondência PM e as
20
I - Comunicação, Regras da ABNT
Informação e Organização, Método e
20 60 h/a
Tecnologias da Planejamento Operacional
Segurança Pública Introdução a Análise
20
Criminal
Direitos Humanos 20
Legislação PM para Feitos
20
II - Conhecimentos Investigatórios
Jurídicos, Saúde e Administração PM 20 100 h/a
Valorização
Profissional Saúde e Qualidade de
20
Vida
Relações Raciais e de
20
Gênero
Primeiras Respostas em
III - Funções, 20
Ocorrências de Crise
Técnicas e
Policiamento Trânsito 20 60 h/a
Procedimentos de
Segurança Pública Tiro Policial 20
CARGA HORÁRIA TOTAL 220h/a

Fonte: Elaboração própria (2020).

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As disciplinas foram agrupadas seguindo as áreas temáticas previstas na


Matriz Curricular Nacional (2014) publicada pela Secretaria Nacional de Segurança
Pública (SENASP) que prevê os conteúdos a serem trabalhados na formação e
capacitação do profissional de segurança pública. Dividida em 08 (oito) áreas
temáticas, apresentadas na figura 1, onde cada uma delas reflete a um conjunto de
conteúdos a serem tratados nos currículos dos cursos de formação policial. São,
portanto, espaços de construção onde cada instituição de ensino, pautada em
seus interesses e especificidades, definirá os assuntos indispensáveis à formação e
capacitação policial para atender as demandas sociais e peculiaridades inerentes
ao serviço.

Figura 1 - Áreas temáticas

Fonte: [Link]ÉRIO DA JUSTIÇA (2014, p. 45).

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Percebe-se que a Matriz Curricular Nacional (MCN) é um referencial teórico


para as ações formativas a serem empreendidas para todas as polícias, com o
intuito de unificar dados, ações e procedimentos a fim de mensurar a atividade e
contribuir para o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública.

Nesse sentido, ao propor ações formativas com o intuito de melhorar a


qualificação dos profissionais da área de segurança pública, permitiu repensar o
currículo e sua organização, bem como os tempos e espaços que pudessem
privilegiar a aprendizagem, seus diferentes tipos e recursos, capazes de desenvolver
as competências cognitivas, afetivas e atitudinais, a construção de conhecimentos
que conduzissem a reflexão e autonomia intelectiva; sem esquecer, das legislações
vigentes em cada região.

Apesar de seguir o que prevê a MCN/SENASP, o currículo do CAS possui


características próprias e inovadoras como o módulo único Intertemático e
interdisciplinar, construído a partir do intercâmbio entre os conteúdos disciplinares
e a portaria n.º 069-CG/11, que traz as atribuições do Subtenente PM.

Eixo I - Comunicação, Informação e Tecnologias da Segurança Pública

Conhecer e utilizar os meios e as modalidades de comunicação, verbal e


não-verbal essenciais no atendimento ao público e a escrita, por meio das técnicas
de difusão de informações que podem estar ligadas as tecnologias da informação,
constitui a meta desse Eixo. Para tanto, relacionou-se como objetivos:

· Reconhecer a importância da comunicação nas relações interpessoais e


para o exercício da profissão;

· Redigir documentos oficiais, atentando às normas gramaticais da língua


materna, suas características e finalidade;

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Conhecer os princípios utilizados na redação técnica: clareza, concisão,


coesão, coerência, objetividade, aplicabilidade dos pronomes de tratamento, a
estrutura frásica com o uso de adjetivos e advérbios;
Compreender os princípios, tipo e a importância do planejamento no âm-
bito da PMBA;
Perceber o papel primordial do levantamento estratégico e do processo de
coleta de dados no planejamento operacional da PMBA e sua importância no
processo decisório;
Conhecer as teorias criminais e sua aplicação no processo de análise crimi-
nal.
Utilizar as informações geradas pela análise criminal no planejamento de
ações policiais.
Eixo II- Conhecimentos Jurídicos, Saúde e Valorização Profissional
Esse Eixo propicia o conhecimento do ordenamento jurídico brasileiro,
princípios e normas que o regulamentam, destacando-se a legislação referente a
atividade policial militar tanto no desempenho profissional quanto na utilização de
técnicas que preservem a vida, incluindo o seu próprio bem-estar. Por certo, a
saúde está relacionada a valorização profissional, que inclui a dimensão psicológica,
física e social, aspectos garantidores da integridade desse profissional. Como
objetivos traçados, apresentam-se:
Conhecer a organização funcional da PMBA;
Estudar os aspectos jurídicos inerentes à atividade policial militar para que
seja capaz de agir demonstrando domínio sobre a legislação e normas aplicadas
ao exercício de sua própria função;
Conhecer os instrumentos legais que constituem a sociedade evitando assim,
o cometimento de ilegalidades;
Analisar de modo crítico a relação entre a proteção dos direitos humanos e

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a ação profissional de segurança pública;


Ter conhecimento sobre procedimentos administrativos disciplinares para
operar demonstrando conhecer e respeitar os direitos humanos e cidadania no
exercício da atividade policial;
Conceituar qualidade de vida e conhecer os fatores que nela interferem;
Compreender os conceitos de saúde/doença mental e sua incidência no
universo policial.
Eixo III - Funções, Técnicas e Procedimentos de Segurança Pública
Este Eixo concentra as disciplinas relacionadas aos aspectos técnicos e
procedimentais da atividade policial militar apresentando como objetivos:
Conhecer as tipologias do evento crítico e as exigências para intervenção
policial em incidentes de crise;
Reconhecer que os meios de resolução pacífica de conflitos contribuem
para a cidadania e para a transformação e contenção da escalada dos conflitos
interpessoais em sua origem (a comunidade), evitando a sua eclosão em episódios
de violência e de crime;
Ter conhecimento sobre o manuseio da arma de fogo e os fundamentos do
tiro policial;
Conhecer os termos técnicos utilizados no manuseio da arma de fogo;
Conhecer as normas gerais de circulação e conduta no trânsito, infrações e
penalidades;
Saber atuar numa blitz policial com atenção a segurança na montagem, fis-
calização, autuação e medidas legais em caso de crime de trânsito;
Vivenciar a prática da profissão através do estágio supervisionado.
O módulo, detalhado anteriormente, contempla o seguinte ementário:

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Quadro 2 – Ementário do CAS


Disciplina: Legislação PM para Feitos Investigatórios (20 h/a)
EMENTA:

Noções de Direito Constitucional. Noções de Direito Administrativo Disciplinar


Militar. Penalidades no Direito Administrativo Disciplinar Militar. Diferenças entre os
tipos de oitivas, processos x procedimentos, Sindicância, Processo Disciplinar
Militar, Processo Disciplinar Sumário (PDS), Processo Administrativo Disciplinar
(PAD), Inquérito Técnico, Inquérito Policial Militar.

Disciplina: Correspondência PM e as regras da Associação Brasileira de


Normas Técnicas (ABNT) (20h/a)
EMENTA:

Noções de ortografia e do Novo Acordo Ortográfico. Uso adequado dos pronomes


de tratamento. Redação Oficial. A linguagem científica e as regras da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Disciplina: Organização, Método e Planejamento Operacional (20 h/a)


EMENTA:

Princípios, tipos e importância do Planejamento. Considerações gerais sobre


organizações e métodos. A organização: suas estruturas e seus níveis
organizacionais. Processos Administrativos: planejamento, organização, direção,
controle e coordenação. Autoridade e seus tipos. Natureza e classificação dos
problemas PM. Levantamento estratégico: pontos críticos, sensíveis, notáveis e
fatores intervenientes. Coleta de dados e documentos empregados na atividade de
planejamento operacional da PMBA. Papel do Sargento PM no planejamento
operacional da PMBA.

Disciplina: Saúde e Qualidade de vida (20h/a)


EMENTA:

Conceito básico de atividade física. Atividade física e saúde. Os riscos da prática do


exercício físico sem orientação profissional. Avaliação diagnóstica. A importância
da alimentação saudável e da água na saúde e qualidade de vida. Doenças

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Disciplina: Direitos Humanos (20 h/a)


EMENTA:

Princípios e normas internacionais que regem os direitos e garantias do homem e


do cidadão. Evolução dos direitos humanos no Brasil e no mundo. Validação da
justiça social, liberdade, dignidade e igualdade perante as leis como corolários dos
direitos e garantias individuais. A PM e os Direitos Humanos. Administração Militar:
fundamentos, base legal e dinâmica organizacional de pessoal. Rede protetiva.

Disciplina: Relações Raciais e de Gênero (20 h/a)

EMENTA:

CONCEITOS PRELIMINARES (raça, racismo, etnia, preconceito, povos e


comunidades tradicionais, discriminação, preconceito racial, discriminação racial,
racismo institucional); RELAÇÕES RACIAIS E SEGURANÇA PÚBLICA (contexto
e histórico, Razões, práticas, consequências); DIVERSIDADE E RESPEITO
RELIGIOSO (conceituação, contexto histórico, alocação jurídica do respeito
religioso, intolerância religiosa e as religiões de matriz africana e o papel da
segurança pública na proteção dos locais de culto); LEGISLAÇÃO ANTI -RACISTA
(Constituição da República Federat iva do Brasil e Lei nº 7.716 de 5 de janeiro de
1989 (Lei Caó)).

Disciplina: Primeiras respostas às ocorrências de crise (20 h/a)


EMENTA:

A crise. Gerenciamento de crises. Organização do teatro de operações. Exigências


para intervenção em um incidente crítico. Tipologias do evento crítico.

Disciplina: Policiamento de Trânsito (20 h/a)


EMENTA:

Policiamento de trânsito. Normas legais que regem o trânsito. Sistema Nacional de


Trânsito (SNT). Conceitos e definições. Normas gerais de circulação e conduta.
Sinalização de Trânsito. Deveres do policial militar. Classificação dos veículos.
Equipamentos obrigatórios. Habilitação. Documentos de porte obrigatório. Acidente
de trânsito. Identificação e fiscalização de veículos. Infrações e penalidades.

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D is c ip lin a: A d m in is traç ã o PM (2 0h /a )
E M EN T A :

A d m in istraçã o P úb lica : P rincíp io s Fu nd a m en ta is; D e ve re s e P od e re s


A d m in istrativo s; E statu to do s Po licia is M ilitares d o E sta d o da B a h ia - L e i n .º
7 .9 90 /20 01 . O rg an iza çã o E stru tu ra l e F un cio na l d a P M B A - P ortaria n º 07 0 – C G
2 0 15 . Plan ejam en to E stra té gico d a P M B A ; S iste m a s A dm inistra tivos.

D is c ip lin a: In trod uç ão à A ná lis e C rim ina l (2 0 h /a )


E M EN T A :
P rin cipa is co n ce ito s e a p lica çõ e s d a A ná lise C rim in a l (A C ); T ipo s d e A C ; T e o ria s
C rim in a is de S up o rte à a ná lise crim ina l; F o n te s e fe rram en ta s p ara o
d e sen vo lvim e n to da AC; D ia gn óstico de p ro b lem as da segu ra n ça p ú b lica .
E le m e n to s co n ce itu a is e m e to do ló gicos n e ce ssá rio s à p rod u ção d o R e la tó rio d e
a n álise crim ina l. C o nce ito s b ásicos d a E sta tística e su a s a plicaçõ e s n a an á lise
crim in a l; A p re se n ta ção d o s d ad o s; N o çõ e s d e A m o stra gem . C on ce itos b á sico s d e
G e o proce ssa m en to ; D e lim ita çã o te rrito ria l d a S S P -B A . A p lica çã o da an á lise
e sp a cial n o p la ne ja m en to d as a çõ e s p o licia is.

D is c ip lin a: T iro P o lic ia l (2 0 h/a )


E M EN T A :
A rm a s d e fog o : co n ce ito e cla ssificaçã o . T e rm os té cn ico s a p lica dos ao a rm am e nto
e tiro . N o rm a s de S e gu ra n ça p a ra m a nu se io d e a rm as d e fo go . L e gislaçã o b á sica
d o T iro P o licia l. Fu n da m e nto s do T iro P o licial. E stud o da S u bm e tra lh ad o ra T a u ru s
ca l.4 0.

Fonte: Elaboração própria (2020).

Sobre a disciplina Tiro Policial, componente do eixo III, esta terá carga
horária de 14 (quatorze) h/a no AVA e 06 (seis) h/a de oficina de prática de tiro,
totalizando 20 (vinte) h/a.

O módulo ficará disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA),


softwares disponibilizados na Internet capazes de agregar ferramentas de criação,
tutoria e gestão de atividades em cursos sendo constituídos mediante o uso de
diferentes mídias e linguagens capazes de promover a interação e interatividade, a
exemplo do Moodle1.

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Os cursos ainda poderão ainda contar com vídeo aulas, chats, fóruns, além
de módulos de leitura, exercícios de fixação do conteúdo on-line, avaliação e
material complementar em formato PDF, que poderá ser impresso pelo aluno.
Além disso, será disponibilizado acesso dentro do AVA aos principais acervos de
material complementar de livre consulta.

6.1 ATIVIDADES DE INSTRUTORIA E TUTORIA

Esta Edição do CAS será oferecida com uma modelagem híbrida, conju-
gando o melhor de cada modal tecnológico. Será utilizado simultaneamente a
Plataforma do ProEaD no ambiente Moodle; e a Ferramenta Teams da Microsoft.
Assim, teremos as vantagens de geração de aulas em uma Plataforma Institucional,
a do ProEaD, que possui atributos próprios aos propósitos do processo de ensi-
no-aprendizagem e a segurança da informação; aliado as vantagens da Ferra-
menta Teams, que possibilita o recurso da aula remota, aumentando o dinamis-
mo, similar a umavídeo conferência, e ampliando o número de acessos simultâne-
os. Com isto, será possível oferecer uma quantidade de vagas maior.

O IEP, CFAP e BEIC’s deverão elaborar um planejamento, com base nos


parâmetros seguintes.

(Footnotes)
1
Modular Object

–OrientDynamic Learning Environmet

trata-se de um software com código aberto e gratuito muito utilizado como


ambiente virtual para aprendizagem devido a sua usabilidade e interface simplificada
que possibilita uma aprendizagem significativa. Disponível em:

[Link]
Ambiente_Virtual_de_Ensino_e_Aprendizagem_(AVEA). Acesso: 27 de jun.
2019.

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Caberá ao IEP/CEaD o treinamento dos Professores Gestores, Professores


Assistentes ePessoal de Apoio do CFAP e dos BEIC’s envolvidos no CAS.

COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES DAS DISCIPLINAS (CFAP) - Cada


Disciplina contará com uma equipe mínima de:

01 (um) Professor à Distância ou online(Gestor);

02 (dois) Professores/Tutores à Distância – Assistentes;

01 (um) Técnico de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC);

· ESTRUTURA FÍSICA DOS AMBIENTES DE EDIÇÃO DAS


AULAS REMOTAS (CFAP)

O CFAP providenciará um ambiente para a apresentação das Aulas


Remotas, exclusivo para o CAS, com iluminação e acústica adequada;

O ambiente deverá conter os equipamentos: 04 (quatro) lap tops (um


para cada Professor e um para o técnico de TIC), um monitor de vídeo ou TV,
um microfone de lapela, câmera adequada, e iluminação própria.

PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS (CFAP/


BEIC’s)

O CFAP planejará as Atividades Práticas e enviará para a execução nos


BEIC’s envolvidos no CAS;

Os BEIC’s envolvidos no CAS providenciarão os meios necessários para


a realização das Atividades Práticas, respeitando as Normas Institucionais que
regulam as atividades no período de pandemia.

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ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR GERAL DO CURSO


(CFAP)

Propor ao Diretor do CFAP a indicação dos Coordenadores Regionais


dos BEIC’s;

Além das atribuições previstas na Portaria CG 091, compete ao


Coordenador Geral do Curso substituir o Professor gestor nas atividades remotas
ou indicar alguém da Coordenação, em caso de ausência justificada, e na
impossibilidade dos dois Professores Assistentes assumirem.

ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR REGIONAL DO CURSO


(BEIC)

Além das atribuições previstas na Portaria CG 091, compete ao


Coordenador Regional do Curso oferecer apoio pedagógico e tecnológico aos
alunos que solicitarem.

ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DAS EQUIPES DAS


DISCIPLINAS (CFAP)

Professor à Distância ou online(Gestor)– aquele que atuará como o Gestor


da Disciplina, que fará a apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams.
Para tanto, deverá possuir além da competência na área da disciplina, capacidade
de comunicação e desenvoltura para apresentação de Aula Remota; que constrói
todos os recursos instrucionais: plano de ensino; textos do AVA; planejamento de
tutorias; planejamento dos fóruns e chats; slides das aulas remotas; slides de
orientação de tutorias; as avaliações e seus respectivos gabaritos, chamados de
“espelhos”; as Atividades Teórico-Práticas (ATP). Os Professores à Distância ou
online deverão disponibilizar para os dois Professores Assistentes e para o
Coordenador Geral do CAS, com antecedência, todos os recursos que serão
utilizados nas Aulas Remotas, considerando a possibilidade eventual de ser
substituído.

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Professores/Tutores à Distância/Assistentes – aqueles que auxiliarão


os Professores à Distância ou online na exposição da Aula Remota na Ferramenta
Teams; na substituição do Professor à distância ou online (Gestor) na
apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams, em caso de ausência
justificada, respeitando a sequência do grau hierárquico ou a antiguidade entre os
dois Assistentes; no planejamento da disciplina, incluindo as Atividades Teórico-
Práticas (ATP); na interação com os discentes nos fóruns e chats; e nas demandas
após o término das atividades. Os Professores Assistentes deverão solicitar aos
Professores Gestores, com antecedência, todos os recursos que serão utilizados
nas Aulas Remotas, considerando a possibilidade eventual de substituição.

Técnico de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) – aquele


que opera com os meios tecnológicos e tipos de ferramentas de comunicação e
de informática a serem adotados, oferecendo suporte tecnológico aos Professores
Gestores e Assistentes para o funcionamento da Plataforma do ProEaD e da
Ferramenta Teams.

PLANEJAMENTO DAS AULAS (CFAP)

O CFAP elaborará os Quadros de Trabalho Semanal (QTS) e enviará


para o IEP/CEaD lançar na Plataforma do ProEaD;

Estrutura dos Planos de Aula – os Planos de Aulas contemplarão a seguinte


divisão dos conteúdos de acordo com a carga horária das disciplinas: tempo para
aulas remotas, tempo para a produção dos alunos (ATP), e tempo para interação
nos fóruns, chats e email;

Tempo das Aulas Remotas – as aulas remotas terão duração de 50


(cinquenta) minutos;

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Tempo para a Produção dos Alunos (ATP) – as ATP terão duração de


50 (cinquenta) minutos;

Tempo para a Interação nos Fóruns, Chats e Email– a interação terá


duração de 50 (cinquenta) minutos;

Tempo para Intervalo – a cada sequência de Aula Remota–ATP–


Interação, caberá um intervalo de 20 (vinte) minutos;

OUTRAS ATRIBUIÇÕES DOS PROFESSORES ASSISTENTES


(CFAP)

Os Professores/Tutores à Distância/Assistentes, também auxiliarão os


Professores à Distância (Gestores), cuidando das seguintes atribuições:

Preparar-se para substituir o Professor à distância ou online (Gestor) na


apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams, em caso de ausência
justificada, respeitando a sequência do grau hierárquico ou a antiguidade entre os
dois Assistentes;

Desenvolver a adequação dos conteúdos dos materiais didáticos digitais e


auxiliar a equipe de mídias para elaboração mais adequada dos objetos de
aprendizagem;

Desenvolver as atividades de docência das disciplinas curriculares do curso,


nos fóruns e na sala de aula virtual;

Preparar as atividades para o Fórum de Discussão a partir do material


didático e prover a participação dos alunos;

Organizar a agenda e a preparação da aula e ministrá-la na sala virtual,


assim como motivar a participação dos alunos;

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Utilizar diariamente os recursos tecnológicos disponibilizados para interagir


com os alunos;

Apoiar os alunos no estudo dos conteúdos esclarecendo suas dúvidas,


indicando metodologias alternativas de aprendizagem, recomendando leituras,
pesquisas e outras atividades, através do fórum orientação de estudos;

Incentivar estudo e debates em grupo;

Estimular e acompanhar a integração do grupo promovendo a interação


entre os alunos;

Acompanhar os relatórios gerados pelo sistema a respeito da participação


dos alunos nas atividades do ambiente virtual de aprendizagem, inclusive acessos
ao conteúdo.

7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO E REGRAS PARA APROVAÇÃO

Conforme preceituado na DGE 2016-2019, publicada em 22 de janeiro


de 2016, art. 66, avaliação “[...] é o processo de verificação do ensino-
aprendizagem com relação aos objetivos prescritos na atividade educacional que
será realizada de maneira integral, contínua e cumulativa, dentro dos parâmetros
fixados pelas normas educacionais”.

No caso da modalidade a distância, o processo avaliativo levará em conta


o cumprimento das avaliações presenciais (art. 51, I – II, portaria n.º 091 – CG/
18) e a assiduidade do Sargento-Aluno, observando-se a quantidade de acessos,
tempo de permanência, cumprimento do módulo, realização das atividades
programadas, participação em fóruns, chats ou outras atividades semelhantes,
(art. 47, § 1ª e 2ª, portaria n.º 091 – CG/18 c/c art. 70, DGE-2016/2019),
critérios que servirão para aferição da frequência mínima de 75% (setenta e
cinco por cento) para aprovação (art. 10, portaria n.º 063 – CG/09).

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Será realizada uma verificação corrente (VC) para cada disciplina (art. 52,
II, portaria n.º 091 – CG/18), ou seja, uma avaliação regular aplicada nas disci-
plinas do curso de formação, aperfeiçoamento e especialização, que seguirá as
especificações publicadas no Plano Geral de Ensino – 2019 do CFAP:

Disciplinas com carga horária até 36 horas: 1 (uma) VC;

Disciplinas com carga horária entre 36 e 72 horas: 2 (duas) VCs;

Disciplinas com carga horária acima de 72 horas: 3 (três) VCs.

7.1 VERIFICAÇÕES DE APRENDIZAGEM

As verificações de aprendizagem no curso CAS EaD serão assim distribu-


ídas: 1 (uma) VC para cada disciplina e ao final do módulo, 01 (uma) Verificação
Final Multidisciplinar (VFM). Para obtenção da média final de cada disciplina
será considerada a média aritmética ponderada, obtida pelo resultado das verifi-
cações realizadas e os seus respectivos pesos. Para tanto, a VC terá peso 01
(um) e a VFM peso 02 (dois). Em todas as avaliações serão atribuídas nota de
00 (zero) a 10 (dez) pontos, com exceção da Verificação de Recuperação (VR),
cuja especificidade será explanada em tópico específico.

M D = VC + (VFM x 2)

Legenda:

MD: Média da Disciplina;

VC: Verificação Corrente;

VFM: Verificação Final Multidisciplinar.

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7.1.1 Verificação Corrente - VC

A VC será descrita pelo Instrutor Tutor no AVA e no plano de curso da


disciplina. O Instrutor poderá optar por modelos de questões (avaliativo). So-
mente será aplicada uma única avaliação pordisciplina, independente do modelo
adotado e obedecendo aos seguintes parâmetros:

A VC (on-line) terá peso 1 (um);

A realização da VC é obrigatória e pré-requisito para realização da VFM.

7.1.2 Verificação Final Multidisciplinar - VFM

No que concerne à VFM, a sua elaboração e aplicação seguirá os seguin-


tes critérios:

Será aplicada presencialmente ao final do módulo e terá peso 02 (dois);

A elaboração das questões ficará a cargo do Instrutor/Tutor das discipli-


nas, que as encaminhará para o CFAP compor o seu banco de questões;

A seleção das questões ficará sob responsabilidade do CFAP;

Será composta de 30 (trinta) questões, variando entre 03 (três) ou 04


(quatro) questões objetivas por disciplina, a critério do CFAP;

Caberá ao CFAP a elaboração da chamada avaliação padrão, bem como


a aplicação simultânea em todos os BEICs após a conclusão do módulo, com
data previamente agendada.

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7.1.3 Verificação Substitutiva / 2ª Chamada

A verificação substitutiva ou 2º Chamada é a avaliação realizada quando o


discente faltar de forma justificada (art. 70, §3ª, I-V, DGE – 2016/2019) a uma
das verificações (art. 66, DGE – 2016/2019) e em caso extremo, a recuperação.
Deverá ser solicitada pelo Sargento-Aluno através de recurso administrativo
devidamente fundamentado à Coordenação do Curso e/ou Unidade de Ensino.
O recurso deverá ser preenchido em formulário padrão (anexo A) disponibilizado
no próprio AVA e enviado digitalmente à respectiva Unidade de Ensino. No caso
de VC será on-line, e no de VFM ocorrerá de forma presencial, no BEIC, em dia
e horário previamente divulgados pelo CFAP, conforme critérios estabelecidos
no tópico 7.1.2 deste PPC.

7.1.4 Recursos para correção de questões

Quando o Sargento-Aluno considerar que foi prejudicado em umas das


verificações “[...] poderá apresentar recurso administrativo, devidamente
fundamentado, à coordenação do curso da unidade de ensino que repassará ao
docente responsável pela disciplina. [...]” (art. 69, DGE 2016-2019). Esse recurso
deverá ser preenchido em formulário próprio (anexo B), disponível no AVA em
até 24 (vinte e quatro) horas após a aplicação da VC e/ou VF.

Caso o Instrutor da disciplina não reconsidere a questão alvo do recurso,


poderá o discente requerer junto a Coordenação Geral que outro docente da
referida disciplina faça uma nova correção, desde que pertença a estrutura da
PMBA, conforme orientação do parágrafo único, do artigo mencionado acima.

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7.1.5 Média Final do Módulo - MFM

A MFM será obtida através da média aritmética simples entre todas as


médias das disciplinas. O resultado final deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis).

MFM = MD01 + MD02 + MD03 + MD04 + MD05 + MD06 + MD07 + MD08 + MD09 + MD10

10

Legenda:

MFM: Média Final do Módulo;

MD: Média da Disciplina.

Fica estabelecida a tabela abaixo, de acordo ao disposto no art. 10 da


portaria s/nº publicada em 1978, para conversão dos graus em conceito nas
verificações, assim como no conceito final do aluno no curso.

Tabela 1 – Conceitos

I (Insuficiente) - 0 a 4,9

R (Regular) - 5 a 6,69

B (Bom) -6,7 a 8,39

MB (Muito bom) - 8,4 a 10,00

Fonte: elaboração própria (adaptação do art. 10 da Portaria s/nº, 1978).

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7.1.6 Recuperação

Conforme preconiza o art. 67, §2º, da DGE - 2016/2019, a Verificação de


Recuperação (VR), será aplicada “[...] Caso o discente não obtenha a média
mínima, estabelecida em regulamento pela unidade de ensino, será submetido à
recuperação e a uma verificação de recuperação cujo conteúdo será definido
pelo docente”. Devendo ocorrer em consonância com as demais atividades do
curso. Contudo, seguirá os seguintes critérios:

Na VC (on-line) não haverá recuperação;

Após a realização da VFM, caso o Sargento-Aluno não alcance a média


mínima estabelecida na DGE - 2016/2019, em uma ou mais disciplinas, será
submetido à VR em cada uma delas, devendo solicitar ao Coordenador do Curso
uma nova avaliação por meio de formulário disponível no AVA;

Independentemente da nota obtida na recuperação, caso aprovado, será


consignada a média 6,0 (seis);

O Sargento-Aluno poderá ser submetido ao Conselho de Ensino, caso a


Média Final do Curso esteja entre o intervalo de 5,0 a 5,9. O Conselho será
instaurado pelo Diretor do CFAP mediante portaria e seguirá os ritos daquilo
disposto no Plano de Ensino daquele Centro de Formação;

Caso não alcance a média, após a recuperação, o Sargento-Aluno poderá


ser desligado do curso (art.67, DGE 2016-2019 c/c art. 12, portaria s/n [s.i] de
1978).

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8. RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS: CORPO

ACADÊMICO E TÉCNICO MILITAR

A realização do CAS EaD, edição 2020, é de responsabilidade dos

profissionais definidos na Portaria n.º 091-CG/18, que estarão a compor a sua

estrutura organizacional e funcional de gestão, conforme descritas abaixo:

a. Supervisão Pedagógica (Responsável: IEP);

b. Supervisão Tecnológica (Responsável: DMT);

c. Coordenação Geral (Responsável: CFAP);

d. Coordenação Regional de Cursos para Praças (BEIC ou Núcleos

Delegados);

e. Professores/tutores presenciais;

f. Técnico de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)

(Designado pelo CFAP);

g. Comissão de Assessoramento Pedagógico (Designada pelo IEP).

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FUNÇÃO ATIVIDADE DESENVOLVIDA

● Supervisionar o planejamento, execução e encerramento do


Supervisão Pedagógica
Curso.
● Oferecer suporte tecnológico;
● Manter equipe de suporte técnico para apoio quanto ao
funcionamento da plataforma LMS;
Supervisão Tecnológica ● Disponibilizar aos operadores equipamentos materiais e recursos
necessários à realização do CAS EaD.
● Apoiar as Unidades Escola na manutenção e operação do sistema
quando da execução do CAS EaD.
Coordenação Geral ● Fiscalizar os professores/tutores e estudantes.
● Exercer a Coordenação Regional do CAS EaD;
● Cooperar com o CFAP na gestão do CAS EaD;
● Coordenar os trabalhos dos professores/tutores presenciais;
● Fiscalizar a execução das atividades CAS EaD, semipresenciais e
Coordenação Regional de
presenciais ocorridas em suas instalações;
Cursos para Praças
● Agrupar em bibliotecas digitais próprias os conteúdos utilizados
nas atividades semipresenciais e presenciais;
● Controlar, fiscalizar e manter os registros semanais, em planilha
própria, das aulas tutoradas e geridas em suas instalações.

● Apresentar a Aula Remota;


● Criar e adequar os conteúdos no AVA;
Professor/tutor à distância ou ● Elaborar o Plano de Ensino;
online ● Construir texto impresso;
● Elaborar texto para ser inserido no AVA;
(Profissional que detém ● Planejar as aulas;
conhecimento e/ou formação em ● Planejar tutorias;
determinada matéria ou assunto) ● Esquematizar fóruns;
● Elaborar as avaliações e seus respectivos gabaritos;
● Preparar atividade teórico-prática (ATP).

Professor/tutor à distância –
assistente
(Profissional que auxilia o
professor/ tutor à distância ou ● Auxiliar o professor/ tutor à distância ou online na Aula Remota, no
online na ferramenta didática planejamento da disciplina, e nas demandas após o término das
vídeos treaming ou em outra, no atividades.
planejamento da disciplina, nas
aulas de vídeo e nas demandas
após o término das atividades).

Professores/tutores
presenciais
(É aquele profissional que, ● Orientar o aluno e acompanhá-lo durante a execução do curso;
seguindo as orientações do ● Orientar na construção da atividade teórico-prática;
Coordenador Geral, e ● Aplicar avaliação presencial e corrigir as avaliações com base nos
especificamente do espelhos (gabaritos), elaborados pelo professor/tutor à distância ou
Coordenador Regional – online.
estrutura local, e auxilia o
professor/tutor à distância ou
online).

Técnico de Tecnologia da
Informação e Comunicação
(TIC) ● Operar os meios tecnológicos e tipos de ferramentas de
(É aquele profissional que opera comunicação e de informática;
com os meios tecnológicos e ● Oferecer suporte tecnológico para a construção da plataforma LMS
tipos de ferramentas de e suporte técnico para apoio quanto ao seu funcionamento.
comunicação e de informática a
serem adotados no ProEaD).
Comissão de Assessoramento
Pedagógico
(Grupo multidisciplinar e ● Assessorar ao IEP/CEaD e exercer a assessoria ao IEP/CEaD e
multifuncional, de profissionais às Unidades Escola no planejamento e na execução dos eventos
capacitados para exercer a educacionais em EaD.
assessoria ao IEP/CEaD e às
Unidades Escola).

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Com esses profissionais, cujas atribuições seguem descritas no quadro acima,


será realizada uma reunião pedagógica, antes de cada edição de curso, (art. 37,
portaria n.º 091 – CG/18), com o objetivo de apresentar o AVA, retratar as
especificidades do evento educacional, a utilização das ferramentas computacionais,
as responsabilidades e atribuições da tutoria, disposição do conteúdo e demais
assuntos atinentes a plataforma e ao curso.

9. ATRIBUIÇÕES DOS DISCENTES

As principais tarefas dos discentes, profissionais integrantes da Corporação,


devidamente selecionados, cadastrados, aptos para participar do evento educacional
(art. 14, XIII, portaria n.º 091), conforme edital:

Criar vínculos com colegas, professores e tutores em ambientes virtuais;

Realizar a leitura dos materiais disponibilizados no AVA;

Cumprir o cronograma das atividades previstas nos módulos;

Acompanhar as atividades proposta pelos Instrutores Tutores;

Realizar as verificações correntes e finais;

Participar dos fóruns, chat´s e grupos de estudo proposto pelo Instrutor


Tutor;

Participar ativamente dos encontros presenciais;

Informar qualquer anormalidade no AVA seja interna ou externa;

Utilizar o requerimento padrão para solicitação de revisão de questão ou


pedido de 2ª chamada;

Observar os prazos para as solicitações;

Acompanhar o cronograma de execução do curso.

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o
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10. PERFIL DO EGRESSO

Entende-se por perfil do egresso o esclarecimento dos saberes, habilidades


e valores na construção das competências necessárias ao profissional que se
pretende formar. A Instituição acredita aperfeiçoar sargentos com uma sólida
formação humanística preparando-os para desenvolver ações que permitam
promover a segurança pública, por meio do policiamento ostensivo fardado.

11. DESLIGAMENTO

O desligamento do discente dos cursos da PMBA ocorrerá nas seguintes


situações descritas pela DGE-2016/2019, em seu art. 70, onde se lê:

[...]I - O discente solicitar o desligamento do curso;

II - for reprovado nas verificações de ensino definitivamente;

III - for condenado por crime doloso a pena privativa de liberdade;

IV - ingressar a praça no mau comportamento;

V - ser submetido ao conselho de ética e ser declarado como indigno para


permanecer na Corporação. [...]

12. CONCLUSÃO DO CURSO

Serão considerados concluintes do CAS EaD, os Sargentos-Alunos que


obtiveram a média necessária para aprovação nas avaliações estabelecidas nesse
plano de curso bem como, cumprirem a carga horária mínima de cada disciplina,
conforme prevê os arts. 70, §2º e 75, da DGE 2016/2019.

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Todos farão jus ao certificado de conclusão do curso que será entregue na


solenidade de encerramento. Todavia, ao primeiro colocado ainda será conferida
a medalha Dionísio Cerqueira (art. 78, DGE 2016/2019). Quanto ao critério de
desempate, em caso de médias iguais, o CFAP observará a antiguidade no posto
para fins de classificação geral.

REFERÊNCIAS

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Diretriz Geral de Ensino (DGE)


– 2016/2019. Dispõe sobre as ações sistematizadas à organização da educação
nos níveis infantil, fundamental, médio, técnico profissional médio e técnico pro-
fissional superior, visando a formação do homem e profissional de polícia nos
aspectos físicos, intelectual, afetivo e moral. Legislação, Jurisprudência e Nor-
mas Gerais – LJNG, n.º 001, de 22 de janeiro de 2016.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Portaria n.º 040 – CG/08.


Estabelece procedimentos referentes à indicação de policiais militares candidatos
aos cursos, estágios ou treinamentos promovidos pela PMBA ou por outras Ins-
tituições e dá outras providências. Bahia, 2008.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Portaria n.º 007 – CG/08. Dis-


põe sobre os critérios de planejamento, controle e fiscalização das atividades de
ensino na PMBA e na elaboração de diretrizes da política institucional de educa-
ção para as organizações subordinadas ao Departamento de Ensino.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Portaria n.º 091 – CG/18. Ins-


titui e regulamenta o funcionamento do programa de Educação a Distância (EAD)
da PMBA.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Portaria n.º 081-CG/99. Dis-


põe sobre a avaliação da aprendizagem e a frequência dos instruendos, nos Cur-
sos de Formação e Aperfeiçoamento de Praças cujos currículos estejam de acordo

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o
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com os aprovados conforme nota GCG 07/03/97 publicada em BG/O n.º 074
de 17 de abril de 1997 e dá outras providências.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Normas para o planejamento


e conduta de ensino (NPCE 2019). Norteia o planejamento, conduta e o desen-
volvimento na Polícia Militar da Bahia, no ano de 2019, regulando sua organiza-
ção através da coordenação e supervisão dos eventos pedagógicos desenvolvi-
dos pelos Órgãos de Execução de Ensino (OEE): APM, CFAP e BEIC, subor-
dinados tecnicamente ao IEP, com base na DGE 2016/2019.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Portaria s/n [s.i] publicada na


LJNG n.º 06, de 22 de fevereiro de 1978. Dispõe sobre a Avaliação de Apren-
dizagem no CFAP.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA Portaria n.º 069 - CG/11. Re-


gula o emprego dos Subtenentes no âmbito da Corporação e dá outras provi-
dências.

[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA. Plano Geral de Ensino do CFAP


- 2019. Regulamenta as ações pedagógicas, a rotina escolar, mecanismo de ava-
liação e doutrinas disciplinares.

BRASIL. Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o art.


80 da Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional. Disponível em: <[Link]
asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/20238603/do1-2017-05-26-decre-
to-n-9-057-de-25-de-maio-de-2017-20238503>. Acesso: 27 de jun.2019.

[Link]ÉRIO DA JUSTIÇA. Matriz Curricular Nacional para


ações formativas dos profissionais da área de segurança pública. Brasília: Secre-
taria Nacional de Segurança Pública, 2014.

SANTANNA, Ilza [Link] Que Avaliar? Como Avaliar? Critérios e


Instrumentos. Porto Alegre: Vozes, 2010.

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o
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APÊNDICE A – MATRIZ CURRICULAR DO CAS

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA

CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE SARGENTOS – CAS


Quadro 5– Matriz Curricular do CAS

MÓDULO ÚNICO

EIXOS TEMÁTICOS DISCIPLINAS HORAS/AULA

I – Comunicação, Correspondência PM e as regras da


Informação e Tecnologias Associação Brasileira de Normas Técnicas 20
da Segurança Pública – ABNT

Organização, Método e Planejamento


20
Operacional

Introdução a Análise Criminal 20


II – Conhecimentos Direitos Humanos 20
Jurídicos, Valorização
profissional e Saúde do Legislação PM para Feitos Investigatórios 20
Trabalhador
Administração PM 20

Saúde e Qualidade de Vida 20

Relações raciais e de Gênero 20

III – Funções, Técnicas e Primeiras respostas em ocorrências de


20
Procedimentos em Crises
Segurança Pública
Policiamento de Trânsito 20

Tiro Policial 20

CARGA HORÁRIA TOTAL 220

Fonte: Elaboração própria (2020).

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APÊNDICE B – FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO


Quadro 6 - Questionário de Avaliação Discente do CAS
1. Aluno avaliando Material Didático
1.1. Contempla o conteúdo previsto na ementa da disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.2. O conteúdo é relevante para sua formação Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.3. Os objetivos de aprendizagem a serem alcançados estão claros Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.4. A linguagem utilizada facilita a compreensão Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.5. Os vídeos, links e animações contribuem para a aprendizagem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.6. As atividades propostas têm critérios claros para sua resolução Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.7. A bibliografia é adequada para as necessidades do aluno Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

2. Aluno avaliando o Tutor Presencial


2.1. Relaciona-se bem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.2. Esclarece as dúvidas adequadamente Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.3. Cumpre os horários de atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.4. Estimula a participação do aluno nas atividades presenciais Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

3. Aluno avaliando o Professor


3.1. Apresenta o programa e o cronograma da disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.2. Explicita os objetivos a serem alcançados na disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.3. Demonstra domínio do conteúdo Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.4. Cumpre os prazos referentes ao lançamento de notas Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.5. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

4. Aluno avaliando o Tutor a distância


4.1. Relaciona-se bem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.2. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.3. Cumpre os horários de atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.4. Esclarece dúvidas Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.5. Demonstra domínio do conteúdo Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.6. Fornece orientação para facilitar o processo ensino e aprendizagem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.7. Comenta as atividades com as devidas orientações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.8. Estimula a participação na disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.9. Estimula a permanência no curso Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

5. Aluno avaliando o coordenador do curso


5.1. Está disponível para atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.2. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.3. Orienta sobre questões acadêmicas (matrículas, aproveitamento de Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
estudos, estágios e etc.)
5.4. Estimula a participação em atividades Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.5. Acompanha o desempenho da turma apresentando estratégias para Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
superação das dificuldades
Observação:
Este questionário deverá ser preenchido pelo Sargento-Aluno no link <
h t t p s : / / d o c s . g o o g l e . c o m / f o r m s / d / e /
1FAIpQLSc82a2hFZyLO3HFo19CCrtbGp3fXv12zNbT78UIPX6I2ytdIA/
viewform?embedded=true>.

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ANEXO A - FORMULÁRIO PADRÃO 2ª CHAMADA

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ANEXO B – FORMULÁRIO PADRÃO REVISÃO DE QUESTÕES

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2. CURSO ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE SARGENTO PM –


CEFS PM (Publicação do Projeto Pedagógico)

O Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da PMBA, no uso de


suas atribuições, informou a aprovação do Projeto Pedagógico do Curso Especial
de Formação de Sargento (CEFS PM), com carga horária de 230h/a (duzentos
e trinta horas aula), na modalidade híbrida, a contar de 04 de janeiro de 2021.

NBGO n.º IEP/CPCP – 004/01/2021


PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)
AN O 2 01 7 N º B G O e D ata d e Au to riza çã o 08 1 – 27 d e ab ril d e 20 1 7

IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO

1. Nome da Unidade: Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças

2. Nome dos Dirigentes: Coronel PM Alfredo José Souza Nascimento

3. Nome do Curso: Curso Especial de Formação de Sargentos Policiais


Militares

4. Área do conhecimento em que se aplica o Curso: Ciências Policiais -


Sociologia Aplicada a Segurança Pública (* de acordo com a Tabela MEC)

5. Forma de Oferta do Curso: Semipresencial, na modelagem híbrida com


recurso de aula remota e uso de ambiente virtual de aprendizagem (EAD)

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1. APRESENTAÇÃO

O Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) apresenta neste documento uma


nova proposta de concepção de formação por meio do Projeto Pedagógico do
Curso (PPC) Especial de Formação de Sargentos, elaborado por membros que
compõem a Comissão de Assessoramento Pedagógico sob orientação da
Coordenação de Educação a Distância - CEaD.

O referido documento traz em seu escopo orientações que visam nortear a


prática pedagógica pretendida para o curso e um posicionamento institucional
legitimando a educação a distância como uma opção viável e estratégica para
formação, qualificação e capacitação dos policiais militares na PMBA.

Este PPC foi elaborado excepcionalmente para atender a uma demanda


institucional em período de Pandemia da Covid 19, momento em que os cursos
na modalidade presencial, tradicionalmente oferecidos por nossas escolas de
formação, foram suspensos em razão dos Decretos Estaduais e Portarias do
Comando Geral da PMBA.

Visando retomar as atividades de ensino, o Comando Geral da PMBA,


por meio do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) e do Departamento de
Modernização e Tecnologia (DMT), desenvolveu um modelo híbrido que utilizará
simultaneamente a Plataforma do Programa de Educação à Distância (ProEaD)
da PMBA, que dispõe do Moodle; e a Ferramenta Teams da Microsoft.
Entretanto, este novo processo buscará a garantia mínima de qualidade dos
conteúdos oferecidos, e proporcionará o conhecimento necessário ao exercício
da atividade Policial Militar eficaz, visando assegurar o crescimento profissional
do PM, mesmo em tempo de Pandemia.

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É importante ressaltar que, findando a Pandemia, o IEP se reservará ao


direito de retornar ao Comando Geral com novas propostas de PPC para análise
em termos ideais, oferecendo ao Sistema de Ensino da PMBA condições de
retomada da normalidade.

O Curso Especial de Formação de Sargentos desenvolvido na modalidade


à distância e também de forma semipresencial, representa um marco formativo na
PMBA, para tanto, se fez necessário a revisão e atualização de sua concepção
pedagógica com vistas a fazer frente ao atual contexto de formação.

Com base nas áreas temáticas propostas pela Matriz Curricular da Secretaria
Nacional de Segurança Pública (SENASP), traçou-se uma nova matriz curricular
contendo 6 (seis) componentes curriculares distribuídos em módulo único. O
Eixo I – Conhecimentos Jurídicos e Tecnologias da Informação no âmbito da
PMBA, objetiva apresentar aos Alunos-a-Sargento as modalidades de
comunicação, verbal e não-verbal, essenciais no atendimento ao público articulada
com os princípios e normas que regulamentam o ordenamento jurídico brasileiro,
com especial abordagem a legislação policial militar. E o Eixo II, Funções, Técnicas
e Procedimentos de Segurança Pública, concentrou os componentes relacionados
aos aspectos técnicos da atividade policial militar, o que inclui o atendimento às
ocorrências (trabalho cotidiano), as aprendizagens toponímicas e observacionais,
e dando a possibilidade da promoção de um ambiente social com uma melhor
sensação de segurança.

Em seguida, foram delimitados os sistemas e as regras de avaliação.


Lembrando que, o CEFS conta com apenas 1 (um) momento presencial: as aulas
práticas/ avaliação final da Disciplina Tiro Policial e a realização da Verificação
Final Multidisciplinar (VFM), correspondente a todas as disciplinas do módulo,
exceto Tiro Policial que será prática.

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2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

2.1 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO

O Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), inicialmente


com a designação de Escola de Instrução, tem sua origem através de um decreto
publicado em 06 de março de 1922, sendo a sua missão de formar Oficiais,
Sargentos e Cabos, tendo como primeiro comandante o Coronel Joaquim
Cerqueira Daltro. A Escola de Instrução vigorou até o ano de 1926, quando uma
nova estrutura de Companhia Escola a substituiu, objetivando uma suposta
melhoria na qualidade da instrução, a fim de promover a formação dos diversos
quadros na PMBA, algo que, de imediato, não ocorreu.

Historicamente, os primeiros instrutores da Escola de Instrução que se tem


registro, foram os tenentes Arthur de Oliveira Côrtes e João Antônio Vanderlei.
Vale frisar, que nessa época, os oficiais e praças da Escola ficavam isentos do
serviço de polícia, propriamente dito. Todavia, apesar da existência da Escola,
ainda não era possível a instrução regular na formação de Sargentos e Cabos,
cuja promoção era adquirida por força de concurso.

O CFAP ao longo dos anos mudou a sua sigla ou designação. No coman-


do do Coronel Liberato de Carvalho, em 1935, por exemplo, passou a se cha-
mar, Centro de Instrução, localizado no Forte do Barbalho, antiga sede do 7º
Batalhão da Polícia Militar (BPM). Inclusive, através de Decreto Governamental
datado de 19/08/1935 torna-se Centro de Instrução Militar (CIM), com incum-
bência de formar os graduados, combatentes e o corpo de administração. A
frente, especificamente nos anos de 1940, passou a denominar-se Centro de
Instrução Técnico Profissional (CITP). Contudo, em 1943, sofre mais uma mo-
dificação: um novo regulamento desmembra os cursos existentes na Corporação
passando a formação militar a ser dividida em três Escolas assim nominadas:
Escola de Candidato a Oficial, Escola de Sargentos e Graduados e a última Es-
cola de Soldados. Em 1948, ganha a denominação de Centro de Instrução da
Polícia Militar.

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Em 21 de dezembro de 1957, através do decreto lei n.º 993, foi criado o


Departamento de Instrução, que passa a funcionar na Vila Policial Militar do
Bomfim, tendo em seu organograma a Escola de Formação de Oficiais e Escola
de Formação de Graduados. O CFAP, ainda neste contexto de constantes mu-
danças inerentes a uma Corporação que buscava por excelência, mudou a sua
sigla ou designação. Nos anos de 1967, se chamou Escola de Formação e Aper-
feiçoamento de Graduados (ESFAG). Em 30 de junho de 1976, recebe pela
primeira vez, a denominação de Centro de Formação e Aperfeiçoamento de
Praças (CFAP). Todavia, em 20 de abril de 2000, o CFAP recebe nova deno-
minação, passando a ser chamado de Escola de Formação e Aperfeiçoamento
de Praças (EFAP). O EFAP volta a ser denominado novamente de CFAP, em
29/12/2005, permanecendo até os dias atuais.
É interessante comentar que, no final do ano de 1989, a sede do CFAP foi
transferida para a cidade de Governador Mangabeira. No período de 1990 até
2000, a Escola teve seu apogeu em matéria de reconhecimento nacional das suas
atividades escolares, com vários Estados encaminhando para o CFAP novos
alunos. Assim, suas instalações receberam discentes dos Estados de São Paulo,
Goiás, Tocantins, Pará, Amazonas e Brasília, nos mais diversos cursos, especial-
mente, no Curso de Aperfeiçoamento de Sargento (CAS), onde foi considerada
por essas coirmãs, como uma das melhores Escolas de Aperfeiçoamento do
Brasil. Esse período é marcado pelo reforço na tradição da formação unificada e
padronizada, com a capacitação de em torno de 1.200 (hum mil e duzentos)
policiais militares em um só lugar, sendo um marco de concepção pedagógica em
termos de ensino militar.

Nos anos de 2000 a 2001, o CFAP volta à capital baiana, onde fixou sua
sede nas instalações do então 6º BPM, no Aquartelamento Lavigne Magalhães,
Alto de Ondina. A instrução das Praças passou a focar na capacitação
descentralizada, por intermédio dos Núcleos de Ensino (NE) instalados
temporariamente em Unidades Operacionais da PMBA. A lei n.º 11.356, de 06
de janeiro de 2009, manteve o designativo CFAP e também estabeleceu novas
unidades de ensino com os Batalhões Escola regionais, ou seja, o que mais tarde

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seriam denominados de Batalhões de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC’s).


Formalizando assim, a descentralização na execução do ensino das praças da
Polícia Militar da Bahia, tendo como Unidade imediata de acompanhamento
pedagógico, o CFAP (maiores informações, consultar manual aluno, site
institucional PMBA e CFAP).

Seguindo os objetivos educacionais traçados pelo Instituto de Ensino e


Pesquisa, por intermédio, das Normas para o Planejamento e Conduta do Ensino
(NPCE), publicado no SUPL/LJNG, n.º 08, de 31 de julho de 2012, o CFAP
forma, aperfeiçoa, qualifica e treina as Praças da PMBA para o desempenho de
suas atividades profissionais nos âmbitos operacional e administrativo. Além disso,
busca conciliar teoria e prática, por meio das suas respectivas matrizes curriculares
e de importantes processos pedagógicos como o estágio supervisionado ou prática
policial supervisionada (PPS), a Jornada de Instrução Militar, a Jornada de
Instrução Policial Militar, a semana de adaptação e o Seminário de Temas
Selecionados, com Palestras e Visitas Técnicas, atendendo assim, aos anseios
dos discentes e da sociedade baiana.

2.2 BASES LEGAIS

Lei n.º 9.394/1996, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,


que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;

Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017, que reformula o art.80 da Lei


n.º 9.394/1996, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, traçando as
especificidades dos programas de ensino a distância, em todos os níveis e
modalidades de ensino;

Lei 7.990/2001, Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia;

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Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada no


Suplemento na Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de
22 de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem
adotadas no âmbito educacional da Corporação;

Portaria n.º 007- CG/08, publicada em 11 de fevereiro de 2008, que traz


os critérios para planejamento e fiscalização das atividades de ensino;

Portaria n.º 040 – CG/08, publicada em 23 de outubro de 2008, que


esclarece as normas e critérios para indicação de policiais militares à cursos,
estágios e treinamentos;

Portaria do CG s/n [s.i] publicada no Suplemento LJNG N.° 06 de 22 de


fevereiro de 1978, que versa sobre os sistemas de avaliação de aprendizagem do
CFAP;

Portaria n.º 081-CG/99, publicada em 22 de setembro de 1999, que define


os instrumentos de avaliação de aprendizagem e frequência dos alunos em Cursos
de Formação e Aperfeiçoamento de Praças;

Portaria n.º 063-CG/09, publicada em 09 de setembro de 2009, que


promove alterações na portaria n.º 081 – CG/99, em especial aos arts. 10º e 11º;

Plano Geral de Ensino do CFAP/2019, publicado pelo CFAP, apresentando


o planejamento das atividades administrativo-pedagógicas inerentes às práticas
educacionais referentes ao ano de 2019, que deverão ser adotadas pelo Centro
de Aperfeiçoamento de Praças, Batalhões de Ensino e Núcleos de Formação;

Normas para Planejamento de Condutas da Educação (NPCE 2020),


publicada em separata ao BGO n.º 001, de 02 de janeiro de 2020, que norteia o
planejamento, conduta e o ensino na PMBA por meio da fiscalização dos eventos

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educacionais e pedagógicos desenvolvidos pelos órgãos de execução,


subordinados tecnicamente ao IEP;

Portaria n.º 091 – CG/18, publicada em 19 de setembro de 2018, que


regulamenta o funcionamento do Programa de Ensino a Distância (ProEaD) na
PMBA.

3 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO

O perfil profissiográfico desejado para os Sargentos da PMBA está


alicerçado naquilo descrito na Lei 7.990/2001, Estatuto dos Policiais Militares
do Estado da Bahia que é:

Art. 45 - Os graduados auxiliam e complementam


as atividades dos Oficiais no emprego de meios, na
instrução e na administração da Unidade, devendo
ser empregados na supervisão da execução das
atividades inerentes à missão institucional da Polícia
Militar;

Parágrafo único - No exercício das suas atividades


profissionais e no comando de subordinados, os
Subtenentes, 1º Sargentos e Cabos deverão impor-
se pela capacidade técnico-profissional, pelo
exemplo e pela lealdade, incumbindo-lhes assegurar
a observância minuciosa e ininterrupta das ordens,
das regras de serviço e das normas operativas, pelos
Praças que lhes estiverem diretamente subordinados,
bem como a manutenção da coesão e do moral da
tropa, em todas as circunstâncias.

(BAHIA, 2001, p. 20).

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É possível evidenciar a importância de uma formação que prime por


aspectos ligados a liderança, lealdade e, sobretudo capacidade crítica para
comandar frações de tropa. É considerando esses aspectos que esse PPC elenca
os componentes curriculares a serem ofertados no CEFS da PMBA.

4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA

Pode-se dizer, sem exagero, que o cenário atual se caracteriza,


fundamentalmente, pela invasão da computação em todos os setores da
sociedade. Ela se faz presente no comércio, na área financeira, indústria, saúde,
vida pessoal, e inevitavelmente, na educação e segurança pública.

É um caminho que se impôs e cativou de tal maneira, sendo regulamentado


em termos de ensino, no Brasil, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Lei n.º 9.394/96), que em seu art. 80 estabeleceu que caberia ao
poder público o incentivo para o desenvolvimento da EaD em todos os níveis e
modalidade de ensino e educação continuada (BRASIL, 1996).

Quase após o hiato de uma década, é que o presente texto foi editado;
trazendo em seu art. 2º, do decreto n.º 5.622/05, as modalidades educacionais
e níveis de ensino que poderiam recorrer a EaD, sendo uma delas a Educação
Profissional, o que nos interessa. Tanto que, reconhecendo a versatilidade dessa
modalidade de ensino, os seus recursos vêm sendo amplamente utilizados no
âmbito da Segurança Pública, por intermédio da Secretaria Nacional de Segu-
rança Pública (SENASP). Essa longa trilha, pôs-se diante da PMBA, que em
2018, regulamenta o programa de educação à distância na Corporação através
da portaria n.º 091 - CG/18, trazendo o Curso de Aperfeiçoamento de Sargen-
tos, como programa piloto, à época e que já se encontra na sua segunda edição.
A PMBA atenta a todas essas transformações e às crescentes exigências de
formação, capacitação e qualificação continuada de seus profissionais, antes li-
mitada às atividades exclusivamente presenciais, fez com que tivessem seu hori-
zonte ampliado e pudessem recorrer às ferramentas disponíveis pela EaD.

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Acreditando que a EaD atende aos princípios de economicidade e


praticidade, vez que alcança uma imensa parcela de alunos militares a custo
operacional bem mais baixo quando comparada à educação presencial, é que
esse projeto traz a concepção do curso de formação a sargentos, na sua primeira
versão, na supramencionada modalidade de ensino. Redução de custos com
manutenção de núcleos de formação; a flexibilização para aqueles os alunos
militares, que possuem os requisitos necessário para ingresso o curso, perfil dos
discentes, não precisando deslocar para outras cidades para realização do curso,
ficando longe de seus familiares; e a não necessidade do afastamento do policial
das suas atividades, refletem os principais benefícios.

O currículo do CEFS procura estabelecer práticas de ensino-aprendizagem


que proporcionem aos alunos militares uma maior compreensão sobre o fenômeno
da segurança pública adotando como metodologia pedagógica o processo da
meta-reflexão a partir de situações concretas. Empiricamente, ocorre o
entrelaçamento de duas teorias: a epistemologia da prática profissional1, concepção
que subjaz o arcabouço da Matriz Curricular Nacional - MCN, que retrata o
conhecimento na ação e a reflexão com os preceitos basilares da aprendizagem
significativa2, na qual os conhecimentos prévios se relacionam com novas
informações, de maneira não literal e não arbitrária, produzindo novos saberes
através das subsunções no processo de construção do conhecimento.

4.1 OBJETIVOS

4.1.1 Objetivo Geral

Promover o aprimoramento das competências e habilidades do Aluno-a-


Sargento para o comando de pequenas frações de tropa e para auxiliar as atividades
de emprego dos meios, na instrução e na administração da Unidade.

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o
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4.1.2 Objetivos Específicos

Promover o aprimoramento da capacidade técnico-profissional para o


exercício de suas atividades seja na função de supervisão e/ou comando das
Praças, que estiverem diretamente subordinadas, observando o cumprimento das
ordens, regras de serviço e das normas operativas;

Promover o aprimoramento das competências e habilidades para o exercício


de funções de caráter administrativo na condição de auxiliar das seções;

Desenvolver no Aluno-a-Sargento a compreensão da importância do seu


papel no que concerne à responsabilidade da missão institucional.

4.2 ESTRUTURA CURRICULAR

A proposta pedagógica do Curso Especial de Formação de Sargentos traz


em sua essência a necessidade de formar o sargento nas suas diversas áreas de
atuação, com base na reflexão e interatividade de conhecimentos, para que os
militares alunos possam ter sustentabilidade na aplicação da teoria à sua prática.
Por meio desses pilares, o sargento terá o conhecimento técnico necessário para
se posicionar no momento de sua atuação.

Com estas premissas o CFAP, por meio da adoção da modalidade EaD,


adotou uma estrutura curricular alicerçada na Matriz Curricular Nacional - 2014
(MCN), documento que descreve as diretrizes curriculares para as ações
formativas dos profissionais de segurança pública, ainda vigente no país, onde
através de uma modalidade híbrida, será aplicada em módulo único.

Pretende-se com esta proposta, gerar um ensino abrangente, flexível e

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SEPARATA 20 de janeiro de 2021 n. 013

estruturado, realizado a distância. Abrangente na medida em que atende os policiais


alunos que podem acompanhar o curso em qualquer localidade baiana, flexível
porque oferece ao discente um processo educacional que integra o uso de várias
mídias e estimula o uso de canais de comunicação entre alunos-tutores-instituição,
tudo de forma planejada, o que denota seu viés estruturado. O grande desafio,
portanto, é gerenciar um curso de formação via EaD, algo inédito na Corporação,
pois até o momento, só tínhamos aperfeiçoamento, que se descortinou em 2018
com o CAS EaD – projeto piloto – já em sua segunda edição. Para tanto, refletindo
sobre o perfil profissiográfico desse aluno, traçou-se a seguinte matriz curricular:

Quadro 1 – Matriz Curricular do CEFS


MÓDULO ÚNICO

Eixos Temáticos Disciplinas CH

I - Cultura, Cotidiano e Responsabilidade, Chefia e Liderança 30


Prática Reflexiva Legislação PM e Feitos Investigatórios 30

Prática Penal 30
Relações Raciais e de Gênero 30
II - Funções, Técnicas Tiro Policial 30
e Procedimentos em Leis Aplicadas a Segurança Pública 30
Segurança Pública
Gestão de Operações Policiais: POG e 30
POTRAN

Atividade Prática – Oficina de Tiro Policial 20


Carga Horária Total 230h

Fonte: Elaboração própria (2020).

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Em virtude da carga horária exígua, as disciplinas foram reestruturadas com


o objetivo de aprimorar o conhecimento que o Aluno-a-Sargento traz na sua
estrutura cognitiva (re)construídos ao longo de sua experiência profissional. Neste
sentido, o curso foi estruturado em 7 (sete) disciplinas EaD, contendo 30 (trinta)
horas/aulas cada; e uma atividade prática de 20 (vinte) horas/aulas, totalizando
230 (duzentas e trinta) horas/aulas.

O módulo atende os seguintes eixos temáticos:

Cultura, Cotidiano e Prática Reflexiva – tem como proposta permitir


que o aluno militar reflita sobre o ordenamento jurídico brasileiro, seus princípios
e normas, com especial destaque para a legislação pertinente às atividades de
segurança pública demonstrando em suas ações o conhecimento normativo e os
regimentos internos aplicados a sua função. Atrelado a isto, proporcionar aos
alunos a se tornarem capazes de exercer a liderança eficaz em suas atividades,
desempenhando um papel significativo junto à corporação. Desta forma, refere-
se às disciplinas: Responsabilidade, Chefia e Liderança; Legislação PM e Feitos
Investigatórios; e Prática Penal.

Funções, Técnicas e Procedimentos em Segurança Pública, concentrou


as disciplinas relativas aos aspectos técnicos e procedimentais inerentes ao exercício
da função de Sargento. Traz disciplinas como Tiro Policial; Gestão de Operações
Policiais; e Leis Aplicadas à Segurança Pública com especial destaque para as
leis extravagantes, conforme detalha o ementário adiante:

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Quadro 2 – Ementário do CEFS


Disciplinas Ementa
Introdução à liderança. Liderança no contexto policial militar. Nova
Responsabilidade, Chefia e
graduação e novas responsabilidades. Transformação de grupos em
Liderança
equipes. Motivação. Liderança e comunicação.
Noções gerais sobre apuração disciplinar na PMBA. Transgressões
disciplinares militares. Sanções disciplinares no âmbito da PMBA.
Legislação PM e Feitos
Especificidades da apuração disciplinar. Procedimentos e processos
Investigatórios
disciplinares previstos na PMBA: noções gerais, legislação, rito,
fases e prazos.
Noções básicas de direitos e garantias constitucionais. Normas
Jurídicas. Direitos e Garantias Fundamentais da constituição Federal
1988. Leis e hierarquias das leis. Vigência de lei. ECA - Distinção
entre Medida de proteção e Medida socioeducativa. O papel da PM
Prática Penal na condução do flagrante delito em ato infracional. Crimes contra o
patrimônio. Crimes dolosos contra a vida. Crimes culposos.
Homicídio e suas espécies. Orientações básicas para apresentações
em prisão em flagrante diante de: Crimes dolosos contra vida,
Crimes culposos, 11.343/06 (Lei e drogas).
Armamento leve, fundamentos do tiro, normas de segurança no
stand de tiro e sala de meios. Procedimentos básicos de inspeção
do armamento e manutenção de primeiro escalão da pistola Taurus
Tiro Policial
PT100 (características, dispositivos de segurança e operações de
manejo) e submetralhadora Taurus (características e operações de
manejo). Prática de tiro.
Lei n° 13.869/19 (Abuso de Autoridade). Lei n° 13.104/15 (Instituiu o
Feminicídio). Lei n°. 11.340/06 (Lei Maria da Penha). Lei n° 9.455
/97 (Lei de combate à tortura). Lei n° 8.069/90 (Estatuto da Criança
Leis Aplicadas à
e do Adolescente). Lei n° 12.288/10 (Estatuto da Igualdade Racial).
Segurança Pública
Lei n° 10.741/03 (Estatuto Do Idoso). Lei n° 13.146/15 (Estatuto dos
Portadores de Necessidades Especiais). Lei n°. 13.714/18
(Moradores em Situação de Rua).
Técnicas de abordagens a pé, a veículo, a edificação e técnicas de
Gestão de Operações
progressão. Atuação do primeiro interventor em ocorrências de crise.
Policiais: POG e POTRAN
Execução de ações policiais no trânsito.
CONCEITOS PRELIMINARES (raça, racismo, etnia, preconceito,
povos e comunidades tradicionais, discriminação, preconceito racial,
Relações Raciais e de
discriminação racial, racismo institucional); RELAÇÕES RACIAIS E
Gênero
SEGURANÇA PÚBLICA (contexto e histórico, Razões, práticas,
consequências); DIVERSIDADE E RESPEITO RELIGIOSO

Fonte: Elaboração própria (2020).

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4.3 METODOLOGIA

A Coordenação de Educação a Distância - CEaD, setor orgânico do Instituto


de Ensino e Pesquisa - IEP, desenvolveu todo o projeto pedagógico voltado para
a formação de um profissional comprometido com os valores básicos e com os
princípios fundamentais de sua respectiva área de atuação. Toda a equipe envolvida
na construção desse documento compreende como importante o desenvolvimento
tanto no debate teórico quanto a prática profissional. Isto posto, a busca da
aquisição de habilidades e competências, posturas éticas e responsáveis, devem
ser o caminho a ser perseguido nessa formação. Estas buscas atendem também
ao que preceitua o Plano Nacional de Educação, meta 11.

O projeto do Curso Especial de Formação de Sargento da Polícia Militar


do Estado da Bahia estrutura-se para um ensino capaz de habilitar o profissional
no desempenho de suas atribuições funcionais, desenvolvendo uma identidade
profissional fundada nos valores veiculados pelas instituições e organismos ligados
às respectivas atividades profissionais e pelos instrumentos legais que as
regulamentam.

Consciente dessas necessidades e de que a educação de qualidade é o


caminho para a formação de profissionais capacitados e preparados para enfrentar
os desafios da vida profissional e pessoal, o projeto estabelece como foco diretrizes
para um profissional que apresente formação:

Humanística que permita a compreensão do mundo e da sociedade;

Técnica profissional que atuem com responsabilidade e zelo na preservação


da vida e da ordem pública;

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Sólida com embasamento teórico e domínio dos conceitos básicos de


direito, cidadania, armamento e tiro, gerenciamento de crise, teoria de policiamento
comunitário, policiamento geral e ostensivo, policiamento de trânsito entre outros;

Atitudes éticas e íntegras;

Habilidade em solucionar problemas e em lidar com as adversidades;

Raciocínio lógico, crítico e analítico;

Espírito investigativo e compreensão da necessidade de aperfeiçoamento


contínuo;

Iniciativa, dinamismo, criatividade;

Habilidade em comunicar-se de forma clara e concisa nas linguagens oral e


escrita;

Compromisso e respeito com as manifestações culturais, regionais e


nacionais, orientações pessoais, necessidades educacionais especiais, com vistas
a contribuir para a elevação dos padrões de vida e do bem estar coletivo;

Espírito público e solidário.

Os princípios metodológicos utilizados pelo CFAP estão norteados por


sua missão, a qual deverá conduzir à obtenção do perfil desejado do egresso. No
caso, o CFAP no Curso Especial de Formação de Sargentos busca uma proposta
metodológica que privilegie a qualificação do Aluno-a-Sargento sem, no entanto,
deixar de formar um policial crítico e capaz de pensar e estabelecer por si soluções
inovadoras, tanto para a Corporação quanto para a comunidade em que trabalha.

Nesse sentido, a adoção da modalidade de ensino a distância mostra-se

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pertinente a contemporaneidade, dado ao enfoque pedagógico que privilegia o


processo de ensino-aprendizagem e a adoção de formas de relacionamento e
interação entre os discentes primando pela autonomia intelectiva.

Todos os componentes curriculares trabalhados nesta modalidade partirão


de um planejamento, com cronograma detalhado permitindo ao Aluno-a-Sargento
uma melhor condução no desenvolvimento das atividades propostas e autonomia
nos estudos. Ainda sobre o planejamento, o discente receberá previamente
orientações e os manuais para que adquiram conhecimento sobre o Ambiente
Virtual de Aprendizagem (AVA) e a ferramenta Teams da Microsoft, assim como
a estrutura de funcionamento do curso e disciplinas. Sempre que possível, será
estabelecido rotas de aprendizagem para cada conteúdo abordado e a
interdisciplinaridade entre os demais componentes.

No AVA, o Aluno-a-Sargento terá a sua disposição vários recursos que


comporão a carga horária dos componentes curriculares e atenderão as
necessidades para uma formação de qualidade, como material didático próprio e
materiais complementares. O material didático é considerado elemento muito
importante na EaD, porque se configura como um mediador que traz em seu
núcleo a concepção pedagógica que guiará a aprendizagem. Para isso os textos
são estruturados não apenas através dos conteúdos temáticos, mas também
mediante um conjunto de atividades para que o aluno coloque em ação seus
recursos, estratégias e habilidades, e participe ativamente do processo de
construção do seu próprio saber.

A formação do futuro sargento, mediada pelas tecnologias de informação e


comunicação dentro da modalidade de educação à distância, pretende possibilitar
formação continuada de profissionais num cenário de mudança. Esta formação se

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o
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propõe a estimular o desenvolvimento de competências e habilidades básicas


inerentes ao profissional, considerando aspectos profissiográficos e sociais
emergentes e conhecimentos preexistentes.

O estímulo e o aprofundamento de propostas criativas, críticas e inovadoras,


diante da sociedade que anseia por profissionais capazes de enfrentar desafios e
de antecipar-se às suas necessidades, são diretrizes que apontam para um
profissional com livre e pleno acesso à informação, com conhecimento de novas
tecnologias e de novas formas de gestão.

No ambiente virtual de aprendizagem, o aluno terá acesso ao material na


versão PDF com possibilidades de interatividade através de links que facilitarão a
aprendizagem e deixarão a leitura mais dinâmica e ampla. A versão PDF possibilita
o acesso off-line.

Nesse contexto a Formação dos Sargentos na PMBA será dividida em


ações constantes e processuais durante todo o seu percurso formativo. Para melhor
explicar esse percurso as ações foram organizadas da seguinte forma:

Na primeira ação podemos destacar a oferta de disciplinas obrigatórias de


formação específica, considerando as aprendizagens e a necessidade de verificação
dos conhecimentos adquiridos, quando serão realizadas avaliações da
aprendizagem;

Na segunda ação temos a oferta de prática de Tiro Policial, também em


caráter obrigatório, que permitirão a integração e consolidação das abordagens
teóricas com a prática.

A etapa presencial, exclusivamente para a realização das atividades práti-


cas da Disciplina Tiro Policial; e para a aplicação da VFM será desenvolvida nos

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BEIC’S com acompanhamento das atividades mediante Nota de Instrução, após


a etapa EaD, sob a Coordenação do CFAP.

4.4 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE


ENSINO APRENDIZAGEM

A avaliação da aprendizagem deve ser compreendida como ferramenta


que tem por finalidade verificar, analisar e compreender o grau de apreensão de
um novo conhecimento sobre um dado campo do saber. Avaliar representa tam-
bém repensar as estratégias de ensino-aprendizagem, os percursos formativos e
a partir destes buscar soluções educacionais para possíveis problemas.

Conforme preceituado na DGE 2016-2019, publicada em 22 de janeiro


de 2016, art. 66, avaliação “[...] é o processo de verificação do ensino-aprendi-
zagem com relação aos objetivos prescritos na atividade educacional que será
realizada de maneira integral, contínua e cumulativa, dentro dos parâmetros fixa-
dos pelas normas educacionais”. Considerando o que a Diretriz Geral de Ensino
discorre sobre os parâmetros fixados para as avaliações e considerando a mo-
dalidade do curso selecionada para a formação de Sargentos na PMBA, o tipo
de avaliação pensado foi a quantitativa e classificatória. Assim, serão apresenta-
das questões de múltiplas escolhas, retiradas dos textos apresentados para estu-
do, hospedados no AVA, para que a luz dos conhecimentos adquiridos ao longo
do curso possa ser verificado seu aprendizado. Pode-se justificar isso tomando
como referência a citação de Hoffmann (1996, p. 66): que afirma: “quando a
finalidade é seletiva, o instrumento de avaliação é constitutivo, prova é irrevogável”.
Dessa forma, justifica-se a escolha do modelo de avaliação para este curso.

No caso particular do CEFS, realizado de forma semipresencial, o pro-


cesso avaliativo levará em conta o cumprimento das avaliações no AVA e a assi-

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duidade do Aluno-a-Sargento, observando-se a quantidade de acessos, tempo


de permanência, cumprimento das disciplinas e realização das atividades progra-
madas, (art. 47, § 1ª e 2ª, portaria n.º 091 – CG/18 c/c art. 70, DGE-2016/
2019), critérios que servirão para aferição da frequência mínima de 75% (setenta
e cinco por cento) para aprovação (art. 10, portaria n.º 063 – CG/09).

De acordo ao Plano Geral de Ensino do CFAP/2019, cada disciplina terá


uma avaliação online ou Verificação Corrente (VC) em razão da sua carga horá-
ria não ultrapassar 36 (trinta e seis) horas (art. 52, II, portaria n.º 091 – CG/18).

As verificações de aprendizagem no curso CEFS/EaD serão assim distri-


buídas: 1 (uma) VC para cada disciplina e ao final do módulo, 1 (uma) Verificação
Final Multidisciplinar (VFM). Para obtenção da média final de cada disciplina
será considerada a média aritmética ponderada, obtida pelo resultado das verifi-
cações realizadas e os seus respectivos pesos. Para tanto, a VC terá peso 01
(um) e a VFM peso 02 (dois). Em todas as avaliações serão atribuídas nota de 00
(zero) a 10 (dez) pontos, com exceção da Verificação de Recuperação (VR),
cuja especificidade será explanada em tópico específico.

MD = VC + (VFM x 2)

Legenda:

MD: Média da Disciplina;

VC: Verificação Corrente;

VFM: Verificação Final Multidisciplinar.

A n o t a m o d u l ar, p o r d i sc i p l i n a, p o d er á g er ar o seg u i n t e “ st at u s” p ar a o

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militar aluno: “APROVADO POR MÉDIA” (se o Aluno-a-Sargento obtiver mé-


dia igual ou superior a 6,0 pontos) ou “REPROVADO” (obtiver média inferior a
6,0).

4.4.1 Verificação Corrente - VC

A Verificação Corrente somente será aplicada numa única avaliação por


componente curricular, conforme o modelo adotado e obedecendo-se aos se-
guintes parâmetros:

A VC (on-line) terá peso 1 (um);

A realização da VC é obrigatória e pré-requisito para a realização da VFM.

4.4.2 Verificação Final Multidisciplinar – VFM

No que concerne à VFM, a sua elaboração e aplicação seguirá os seguintes


critérios:

Será aplicada presencialmente ao final do módulo e terá peso 2 (dois);

Deverá ser realizada em data prevista institucionalmente através de calendário


de atividades;

A elaboração das questões ficará a cargo dos Professores Conteudistas


das disciplinas, que as encaminhará para o CFAP para compor o seu banco de
questões;

Caberá ao CFAP a elaboração da chamada avaliação padrão, bem como


a aplicação simultaneamente em todos os BEIC’s após a conclusão do módulo;

Será composta por 20 (vinte) questões, valendo 0,25 (vinte e cinco


centésimos) cada uma, levando-se em consideração os conteúdos trabalhados
nos módulos;

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Caso percam a data de realização da prova, por algum motivo justificado,


poderão ser submetidos a uma nova avaliação substitutiva/ 2ª Chamada, medi-
ante requerimento específico à Coordenação EaD do CFAP.

4.4.3 Verificação Substitutiva/2ª Chamada

A verificação substitutiva ou 2ª Chamada é a avaliação realizada quando o


militar aluno falta de forma justificada (art. 70, §3ª, I-V, DGE – 2016/2019) a
uma das verificações (art. 66, DGE – 2016/2019) e em caso extremo, a recupe-
ração. Deverá ser solicitada pelo Aluno-a-Sargento através de recurso adminis-
trativo devidamente fundamentado à Coordenação do Curso e/ou Unidade de
Ensino. O recurso deverá ser preenchido em formulário padrão disponibilizado
no próprio AVA e enviado digitalmente à respectiva Unidade de Ensino. No caso
de VC será on-line, e no de VFM ocorrerá de forma presencial, no BEIC, em
dia e horário previamente divulgados pelo CFAP, conforme critérios estabeleci-
dos no tópico 4.4.2 deste PPC.

4.4.4 Recursos para correção de questões

Quando o Aluno-a-Sargento considerar que foi prejudicado em umas das


verificações “[...] poderá apresentar recurso administrativo, devidamente funda-
mentado, à coordenação do curso da unidade de ensino que repassará ao do-
cente responsável pela disciplina. [...]” (art. 69, DGE 2016-2019). Esse recurso
deverá ser preenchido em formulário próprio, disponível no AVA, em até 24
(vinte e quatro) horas após a aplicação da VC e/ou VF.

Caso o Instrutor da disciplina não reconsidere a questão alvo do recurso,


poderá o Aluno-a-Sargento requerer junto à Coordenação Geral que outro do-
cente da referida disciplina, faça uma nova correção, desde que pertença a estru-
tura da PMBA, conforme orientação do parágrafo único, do artigo mencionado
acima.

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4.4.5 Média Final

A Média Final do Módulo (MFM) será obtida através da média aritméti-


ca simples entre todas as médias das disciplinas. A Média Final de Aprovação
deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis).

MFM = MD01 + MD02 + MD03 + MD04 + MD05 + MD06

Legenda:

MFM: Média Final do Módulo;

MD: Média da Disciplina.

Fica estabelecida a tabela abaixo, de acordo ao disposto no art. 10 da


portaria s/n publicada em 1978, para conversão dos graus em conceito nas ve-
rificações, assim como no conceito final do aluno no curso.

Tabela 1 – Conceitos

I (Insuficiente) - 0 a 4,9

R (Regular) - 5 a 6,69

B (Bom) -6,7 a 8,39

MB (Muito bom) - 8,4 a 10,00

Fonte: Elaboração própria (adaptação do art. 10, da portaria s/n, publicada


no LJNG, em 1978)

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4.4.6 Recuperação

Conforme preconiza o art. 67, §2º, da DGE - 2016/2019, a Verificação de


Recuperação (VR), será aplicada “[...] Caso o discente não obtenha a média
mínima, estabelecida em regulamento pela unidade de ensino, será submetido à
recuperação e a uma verificação de recuperação cujo conteúdo será definido
pelo docente”. Devendo ocorrer em consonância com as demais atividades do
curso. Contudo, seguirá os seguintes critérios:

Na VC (On-line) não haverá recuperação;

Após a realização da VFM, caso o Aluno-a-Sargento não alcance a média


mínima estabelecida na DGE - 2016/2019, em uma ou mais disciplinas, será sub-
metido à VR em cada uma delas, devendo solicitar ao Coordenador do Curso
uma nova avaliação por meio de formulário disponível no AVA;

Independentemente da nota obtida na recuperação, caso aprovado, será


consignada a média 6,0 (seis);

O Aluno-a-Sargento poderá ser submetido ao Conselho de Ensino, caso a


Média Final do Curso esteja entre o intervalo de 5,0 a 5,9. O Conselho será
instaurado pelo Diretor do CFAP mediante portaria e seguirá os ritos daquilo
disposto no Plano de Ensino daquele Centro de Formação;

Ï%Caso não alcance a média, após a recuperação, o Aluno-a-Sargento


poderá ser desligado do curso (art.67, DGE 2016-2019 c/c art. 12, portaria s/n
[s.i] de 1978).

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4.5 APOIO DISCENTE

O Coordenador do CEFS, representado pelo chefe da Divisão de Ensino


a Distância do CFAP, deverá acompanhar o desenvolvimento do Aluno-a-Sar-
gento e apoiar as suas atividades acadêmicas, em consonância com o professor
da disciplina ou conteúdo que requer a atividade de nivelamento, recebendo o
auxílio dos docentes, especialmente, na orientação para o processo de aprendi-
zagem.

COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO AOS DISCENTES

O CFAP organizará, em apoio a Coordenação Geral do Curso, uma equi-


pe de apoio aos Discentes;

O serviço de Apoio aos Discentes será denominado SAD;

Para o atendimento dos Discentes, deverá ser disponibilizado um canal


específico;

As solicitações dos Discentes no SAD deverão ser solucionadas em até


24 (vinte e quatro) horas.

4.6 CORPO DOCENTE

Os professores, sejam tutores ou conteudistas, serão voluntários desde


que capacitados através de capacitação realizada pela PMBA.

COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO AOS DOCENTES

O CFAP organizará, em apoio a Coordenação Geral do Curso, uma equi-


pe de apoio aos Docentes;

o O serviço de Apoio aos Professores/Tutores será denominado Serviço


de Apoio ao Tutor (SAT);

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Para o atendimento dos Docentes, deverá ser disponibilizado um canal


específico;

As solicitações dos Docentes no SAT deverão ser solucionadas em até 24


(vinte e quatro) horas.

4.7 ATIVIDADES DE INSTRUTORIA E TUTORIA

Esta Edição do CEFS será oferecida com uma modelagem híbrida, conju-
gando o melhor de cada modal tecnológico. Será utilizado simultaneamente a
Plataforma do ProEaD no ambiente Moodle; e a Ferramenta Teams da Microsoft.
Assim, teremos as vantagens de geração de aulas em uma Plataforma Institucional,
a do ProEaD, que possui atributos próprios aos propósitos do processo de en-
sino-aprendizagem e a segurança da informação; aliado as vantagens da Ferra-
menta Teams, que possibilita o recurso da aula remota, aumentando o dinamis-
mo, similar a vídeo conferência, e ampliando o número de acessos simultâneos.
Com isto, será possível oferecer uma quantidade de vagas maior. A seguir será
apresentada a estrutura de suporte às atividades docentes, desenvolvidas pelo
CFAP e pelos BEIC’s.

O IEP, CFAP e BEIC’s deverão elaborar um planejamento, com base nos


parâmetros seguintes.

AS ATIVIDADES DE INSTRUTORIA E TUTORIA OCORRERÃO


DA SEGUINTE FORMA:

TREINAMENTO DE INSTRUTORES E TUTORES (IEP)

Caberá ao IEP/CEaD o treinamento dos Professores Gestores, Professo-


res Assistentes e pessoal de apoio do CFAP e dos BEIC’s envolvidos no CEFS.

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COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES DAS DISCIPLINAS (CFAP) - Cada


Disciplina contará com uma equipe mínima de:

01 (um) Professor à Distância ou on line (Gestor);

02 (dois) Professores/Tutores à Distância – Assistentes;

01 (um) Técnico de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC);

ESTRUTURA FÍSICA DOS AMBIENTES DE EDIÇÃO DAS


AULAS REMOTAS (CFAP)

O CFAP providenciará um ambiente para a apresentação das Aulas


Remotas, exclusivo para o CEFS, com iluminação e acústica adequada;

O ambiente deverá conter os equipamentos: 04 (quatro) lap tops (um para


cada Professor e um para o técnico de TIC), um monitor de vídeo ou TV, um
microfone de lapela, câmera adequada, e iluminação própria.

PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS (CFAP/


BEIC’s)

O CFAP planejará as Atividades Práticas e enviará para a execução nos


BEIC’s envolvidos no CEFS;

Os BEIC’s envolvidos no CEFS providenciarão os meios necessários para


a realização das Atividades Práticas, respeitando as Normas Institucionais que
regulam as atividades no período de pandemia.

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ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR GERAL DO CURSO


(CFAP)

Propor ao Diretor do CFAP a indicação dos Coordenadores Regionais


dos BEIC’s;

Além das atribuições previstas na Portaria CG 091, compete ao


Coordenador Geral do Curso substituir o Professor gestor nas atividades remotas
ou indicar alguém da Coordenação, em caso de ausência justificada, e na
impossibilidade dos dois Professores Assistentes assumirem.

ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR REGIONAL DO CURSO


(BEIC)

Além das atribuições previstas na Portaria CG 091, compete ao


Coordenador Regional do Curso oferecer apoio pedagógico e tecnológico aos
alunos que solicitarem.

ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DAS EQUIPES DAS


DISCIPLINAS (CFAP)

Professor à Distância ou on line (Gestor) – aquele que atuará como o Gestor


da Disciplina, que fará a apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams.
Para tanto, deverá possuir além da competência na área da disciplina, capacida-
de de comunicação e desenvoltura para apresentação de Aula Remota; que cons-
trói todos os recursos instrucionais: plano de ensino; textos do AVA; planejamen-
to de tutorias; planejamento dos fóruns e chats; slides das aulas remotas; slides de
orientação de tutorias; as avaliações e seus respectivos gabaritos, chamados de
“espelhos”; as Atividades Teórico-Práticas (ATP). Os Professores à Distância ou
on line deverão disponibilizar para os dois Professores Assistentes e para o Co-
ordenador Geral do CEFS, com antecedência, todos os recursos que serão uti-
lizados nas Aulas Remotas, considerando a possibilidade eventual de ser substi-
tuído.

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Professores/Tutores à Distância/Assistentes – aqueles que auxiliarão


os Professores à Distância ou on line na exposição da Aula Remota na Ferramenta
Teams; na substituição do Professor à distância ou on line (Gestor) na
apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams, em caso de ausência
justificada, respeitando a sequência do grau hierárquico ou a antiguidade entre os
dois Assistentes; no planejamento da disciplina, incluindo as Atividades Teórico-
Práticas (ATP); na interação com os discentes nos fóruns e chats; e nas demandas
após o término das atividades. Os Professores Assistentes deverão solicitar aos
Professores Gestores, com antecedência, todos os recursos que serão utilizados
nas Aulas Remotas, considerando a possibilidade eventual de substituição.

Técnico de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) – aquele


que opera com os meios tecnológicos e tipos de ferramentas de comunicação e
de informática a serem adotados, oferecendo suporte tecnológico aos Professores
Gestores e Assistentes para o funcionamento da Plataforma do ProEaD e da
Ferramenta Teams.

PLANEJAMENTO DAS AULAS (CFAP)

O CFAP elaborará os Quadros de Trabalho Semanal (QTS) e enviará


para o IEP/CEaD lançar na Plataforma do ProEaD;

Estrutura dos Planos de Aula – os Planos de Aulas contemplarão a seguinte


divisão dos conteúdos de acordo com a carga horária das disciplinas: tempo para
aulas remotas, tempo para a produção dos alunos (ATP), e tempo para interação
nos fóruns, chats e email;

Tempo das Aulas Remotas – as aulas remotas terão duração de 50


(cinquenta) minutos;

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Tempo para a Produção dos Alunos (ATP) – as ATP terão duração de


50 (cinquenta) minutos;

Tempo para a Interação nos Fóruns, Chats e Email – a interação terá


duração de 50 (cinquenta) minutos;

Tempo para Intervalo – a cada sequência de Aula Remota–ATP–Interação,


caberá um intervalo de 20 (vinte) minutos;

OUTRAS ATRIBUIÇÕES DOS PROFESSORES ASSISTENTES


(CFAP)

Os Professores/Tutores à Distância/Assistentes, também auxiliarão


os Professores à Distância (Gestores), cuidando das seguintes atribuições:

Preparar-se para substituir o Professor à distância ou on line (Gestor) na


apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams, em caso de ausência
justificada, respeitando a sequência do grau hierárquico ou a antiguidade entre os
dois Assistentes;

Desenvolver a adequação dos conteúdos dos materiais didáticos digitais e


auxiliar a equipe de mídias para elaboração mais adequada dos objetos de
aprendizagem;

Desenvolver as atividades de docência das disciplinas curriculares do curso,


nos fóruns e na sala de aula virtual;

Preparar as atividades para o Fórum de Discussão a partir do material


didático e prover a participação dos alunos;

Organizar a agenda e a preparação da aula e ministrá-la na sala virtual,


assim como motivar a participação dos alunos;

Utilizar diariamente os recursos tecnológicos disponibilizados para interagir


com os alunos;

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Apoiar os alunos no estudo dos conteúdos esclarecendo suas dúvidas,


indicando metodologias alternativas de aprendizagem, recomendando leituras,
pesquisas e outras atividades, através do fórum orientação de estudos;

Incentivar estudo e debates em grupo;

Estimular e acompanhar a integração do grupo promovendo a interação


entre os alunos;

Acompanhar os relatórios gerados pelo sistema a respeito da participa-


ção dos alunos nas atividades do ambiente virtual de aprendizagem, inclusive
acessos ao conteúdo.

5 PERFIL DO EGRESSO

O egresso do Curso Especial de Formação de Sargentos na modalidade


EaD terá o seu conhecimento referente a segurança pública ampliado sendo
capaz de comandar pequenas frações de tropa e auxiliar na gestão da Unidade
Operacional e Administrativa. Estará preparado para lidar com a complexidade
das situações de risco e incerteza ao tempo em que, atuará nas resoluções de
questões com base nos princípios da cidadania, Direitos Humanos e cultura de
paz.

6 ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

6.1 PROCESSO SELETIVO

O ingresso no CEFS seguirá o critério de antiguidade na graduação (art.


49, DGE – 2016/2019) de Cabo PM verificando-se a quantidade de vagas
disponíveis.

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6.2 PERÍODO DE MATRÍCULA

Será estabelecido conforme edital a ser publicado pelo IEP;

A matrícula dos policiais militares, lotados na Capital, Região Metropolitana


e interior ficarão sob a responsabilidade do CFAP bem como, a distribuição das
respectivas turmas.

6.3 NÚMERO DE TURMAS

Ficará a cargo do IEP e do CFAP a divisão das turmas, com base na


quantidade de Alunos-a-Sargentos convocados pelo Comando Geral da PMBA,
bem como a divisão de alunos por BEIC.

6.4 SUPERVISÃO GERAL E COORDENAÇÃO GERAL DO


CURSO/POLOS

O IEP por meio da CEaD será o órgão responsável pela Supervisão


Pedagógica, conforme prevê o art. 6º, I, da portaria n.º 091 – CG/18,
estabelecendo as diretrizes metodológicas para construção dos cursos e disciplinas,
as normas, rotinas administrativas e orientações pedagógicas para a execução do
quanto planejado (portaria n.º 091, art. 18, I – XXVIII) garantindo assim, a
continuidade das ações de ensino-aprendizagem.

Quanto ao CFAP, será de sua competência a Coordenação Geral dos


Cursos sendo que, dividirá a coordenação regional com os BEIC’s ou núcleos
delegados, quando se fizer necessário (art. 6ª, V-VI, portaria n.º 091 – CG/18),
acompanhando e orientando a execução do projeto com objetivo de “[...]
promover a formação, aperfeiçoamento e educação continuada dos quadros de
praças” (art. 36, I, a, DGE – 2016/2019) atentando para as demais atribuições
específicas (art. 36, DGE – 2016/2019).

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6.5 INFRAESTRUTURA

A infraestrutura oferecida aos Alunos-a-Sargentos e professores


contempla a plataforma ProEaD, a qual deverão acessar do trabalho ou de sua
residência bem como os BEIC’s que na condição de polos presenciais subsidiarão
o CFAP na aplicação das provas presenciais e no gerenciamento da Prática de
Tiro Policial.

6.6 CONCLUSÃO E DESLIGAMENTO

Serão considerados concluintes, os Alunos-a-Sargentos que obtiveram a


média necessária para aprovação nas avaliações estabelecidas neste PPC bem
como, cumprirem a carga horária mínima de cada disciplina e/ou atividades
conforme prevê os arts. 70, §2º e 75, da DGE 2016/2019. Todos farão jus ao
certificado de conclusão do curso que será entregue na solenidade de
encerramento. Todavia, ao primeiro colocado ainda será conferida a medalha
Dionísio Cerqueira (art. 78, DGE 2016/2019). Quanto ao critério de desempate,
em caso de médias iguais, utilizar-se-á o critério de antiguidade na graduação
anterior.

Se, porventura, algum militar aluno descumprir, ou se enquadrar nas


situações descritas no art. 70 da DGE – 2016/2019, será automaticamente
desligado do curso.

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REFERÊNCIAS

BAHIA. Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia. Lei Nº 7.990


de 27 de dezembro de 2001. Disponível em: [Link]
Acesso em: 01abr2020.

[Link]. Diretriz Geral de Ensino (DGE) – 2016/2019. Dispõe


sobre as ações sistematizadas à organização da educação nos níveis infantil,
fundamental, médio, técnico profissional médio e técnico profissional superior,
visando a formação do homem e profissional de polícia nos aspectos físicos,
intelectual, afetivo e moral. Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais – LJNG,
n.º 001, de 22 de janeiro de 2016.

[Link]. Portaria n.º 040 – CG/08. Estabelece procedimentos


referentes à indicação de policiais militares candidatos aos cursos, estágios ou
treinamentos promovidos pela PMBA ou por outras Instituições e dá outras
providências. Bahia, 2008.

[Link]. Portaria n.º 007 – CG/08. Dispõe sobre os critérios de


planejamento, controle e fiscalização das atividades de ensino na PMBA e na
elaboração de diretrizes da política institucional de educação para as organizações
subordinadas ao Departamento de Ensino.

[Link]. Portaria n.º 091 – CG/18. Institui e regulamenta o


funcionamento do programa de Educação a Distância (EAD) da PMBA.

[Link]. Portaria n.º 081-CG/99. Dispõe sobre a avaliação da


aprendizagem e a frequência dos instruendos, nos Cursos de Formação e
Aperfeiçoamento de Praças cujos currículos estejam de acordo com os aprovados
conforme nota GCG 07/03/97 publicada em BG/O n.º 074 de 17 de abril de
1997 e dá outras providências.

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[Link]. Normas para o planejamento e conduta de ensino (NPCE


2020). Norteia o planejamento, conduta e o desenvolvimento na Polícia Militar
da Bahia, no ano de 2020, regulando sua organização através da coordenação
e supervisão dos eventos pedagógicos desenvolvidos pelos Órgãos de Execu-
ção de Ensino (OEE): APM, CFAP e BEIC, subordinados tecnicamente ao
IEP, com base na DGE 2016/2019.
[Link]. Portaria s/n [s.i] publicada na LJNG n.º 06, de 22 de
fevereiro de 1978. Dispõe sobre a Avaliação de Aprendizagem no CFAP.
[Link]. Plano Geral de Ensino do CFAP - 2019. Regulamenta
as ações pedagógicas, a rotina escolar, mecanismo de avaliação e doutrinas
disciplinares.
BRASIL. Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o art.
80 da Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes
e bases da educação nacional. Disponível em: <[Link]
asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/ id/20238603/do1-2017-05-26-de-
creto-n-9-057-de-25-de-maio-de-2017-20238503>. Acesso: 27 de jun.2019.
[Link]ÉRIO DA JUSTIÇA. Matriz Curricular Nacional para
ações formativas dos profissionais da área de segurança pública. Brasília: Se-
cretaria Nacional de Segurança Pública, 2014.
CANDAU, V. M. Educação em Direitos Humanos: uma proposta de
trabalho. In: CANDAU,V. M., ZENAIDE, M. N. T. Oficinas Aprendendo e
Ensinando Direitos Humanos. João Pessoa: Programa Nacional de Direitos
Humanos; Secretaria da Segurança Pública do estado da Paraíba; Conselho
Estadual da Defesa dos Direitos do Homem e do Cidadão, 1999.
NÓVOA, Antônio. (coord). Os professores e sua formação. Lisboa-
Portugal, Dom Quixote, 1997.

NÓVOA, Antonio. Revista Nova Escola. Agosto/2020, p. 23.

SANTANNA, Ilza Martins. Por Que Avaliar? Como Avaliar? Critérios e


Instrumentos. Porto Alegre: Vozes, 2010.

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APÊNDICE A – MATRIZ CURRICULAR DO CEFS

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA

CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE


PRAÇAS

CURSO ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS –


CEFS
Quadro 3 – Matriz Curricular do CEFS

MÓDULO ÚNICO
Eixos Temáticos Disciplinas CH
I - Cultura, Cotidiano e Responsabilidade, Chefia e Liderança 30
Prática Reflexiva Legislação PM e Feitos Investigatórios 30
Prática Penal 30
Relações Raciais e de Gênero 30
II - Funções, Técnicas e Tiro Policial 30
Procedimentos em Leis Aplicadas a Segurança Pública 30
Segurança Pública
Gestão de Operações Policiais: POG e POTRAN 30
Atividade Prática – Oficina de Tiro Policial 20

Carga Horária Total 230h

Fonte: Elaboração própria (2020).

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APÊNDICE B – QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DISCENTE


DO CEFS

Quadro 4 – Questionário de Avaliação Discente do CEFS

1. Aluno avaliando Material Didático


1.1. Contempla o conteúdo previsto na ementa da disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.2. O conteúdo é relevante para sua formação Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.3. Os objetivos de aprendizagem a serem alcançados estão claros Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.4. A linguagem utilizada facilita a compreensão Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.5. Os vídeos, links e animações contribuem para a aprendizagem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.6. As atividades propostas têm critérios claros para sua resolução Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.7. A bibliografia é adequada para as necessidades do aluno Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

2. Aluno avaliando o Professor/Tutor Presencial


2.1. Relaciona-se bem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.2. Esclarece as dúvidas adequadamente Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.3. Cumpre os horários de atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.4. Estimula a participação do aluno nas atividades presenciais Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

3. Aluno avaliando o Professor Gestor


3.1. Apresenta o programa e o cronograma da disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.2. Explicita os objetivos a serem alcançados na disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.3. Demonstra domínio do conteúdo Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.4. Cumpre os prazos referentes ao lançamento de notas Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.5. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

4. Aluno avaliando o Professor/Tutor à distância


4.1. Relaciona-se bem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.2. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.3. Cumpre os horários de atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.4. Esclarece dúvidas Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.5. Demonstra domínio do conteúdo Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.6. Fornece orientação para facilitar o processo ensino e aprendizagem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.7. Comenta as atividades com as devidas orientações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.8. Estimula a participação na disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.9. Estimula a permanência no curso Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )

5. Aluno avaliando o coordenador do curso


5.1. Está disponível para atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.2. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.3. Orienta sobre questões acadêmicas (matrículas, aproveitamento de Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
estudos, estágios e etc.)
5.4. Estimula a participação em atividades Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.5. Acompanha o desempenho da turma apresentando estratégias para Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
superação das dificuldades

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ANEXO A - FORMULÁRIO PADRÃO 2ª CHAMADA

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ANEXO B – FORMULÁRIO PADRÃO REVISÃO DE


QUESTÕES

PAULO JOSÉ REIS DE AZEVEDO COUTINHO - CEL PM


COMANDANTE-GERAL

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