POLÍCIA MILITAR
DA BAHIA
Subcomando-Geral - n.º 014 - 21 de janeiro de 2021
SEPARATA
195 Anos servindo a sociedade
BGO
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[Link] ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE CABOS – CEFC PM
(PUBLICAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO)
O Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da PMBA, no uso de
suas atribuições, informou a este Comand0-Geral a aprovação do Projeto
Pedagógico do Curso Especial de Formação de Cabos (CEFC PM), com carga
horária de 70h/a (setenta horas aula), na modalidade semipresencial, a contar de
04 de janeiro de 2021.
NBGO n.º IEP/CPCP – 007/01/2021
AN O 2 01 7 N º B G O e D ata d e Au to riza çã o 08 1 – 27 d e ab ril d e 20 1 7
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
1. Nome da Unidade: Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças
2. Nome dos Dirigentes: Coronel PM Alfredo José Souza Nascimento
3. Nome do Curso: Curso Especial de Formação de Cabo
4. Área do conhecimento em que se aplica o Curso: Ciências Policiais -
Sociologia Aplicada a Segurança Pública (* de acordo com a Tabela MEC)
5. Forma de Oferta do Curso: Semipresencial, na modelagem híbrida com
recurso de aula remota e uso de ambiente virtual de aprendizagem (EAD)
1. APRESENTAÇÃO
O Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), tem a finalidade de planejar e exe-
cutar ações de formação, pesquisa, inovação pedagógica e tecnologias educacio-
nais destinadas aos profissionais da educação nas suas diversas áreas de atuação
e por meio da CEaD, entre outras atribuições, a de estabelecer diretrizes
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metodológicas para a produção do material didático e supervisionar a construção
dos cursos, das disciplinas e a produção do material didático. Sendo necessário
para tanto a elaboração de um projeto de curso de capacitação, conforme des-
creve a Portaria nº 007 CG/2008, publicada em separata de 11 de fevereiro de
2008.
Art. 6º – Os projetos de Cursos devem estar perfei-
tamente ajustados ao quanto prescrevem as Normas
para elaboração de projetos de cursos de
capacitação e qualificação profissionais aprovadas
pela Corporação, e publicadas através do BGO nº
138, de 28 de julho de 2003, conforme anexo “A”
desta Portaria. (BAHIA, 2008, p. 1).
A atividade docente na Educação a Distância é amparada pela Portaria nº
091-CG/2018 e dividida entre os chamados “conteudistas”, ao qual são
identificadas as atribuições que são de responsabilidade deste profissional, bem
como a atividade de tutoria, destinada aos chamados “professores-tutores”, clas-
sificados segundo aos seus métodos de atuação em educação a distância, online e
presencial. Estes são responsáveis pela orientação e suporte direto ao aluno, so-
bretudo por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Além de outros
atores essenciais, que de forma colaborativa, desenvolvem essa modalidade, tais
como, Designer Educacional, Revisor Ortográfico, Revisor Pedagógico, Revisor
de ABNT.
Em mensagem do Comandante publicada na portaria Nº 043-CG/2020,
de 19 de junho de 2020, na qual expõe as dificuldades do momento atual gerada
pela pandemia, e que mesmo diante de todo caos causado pela Covid-19, foi
permitido a todos a possibilidade de se reinventar, a fim de driblar os problemas
gerados. Com isso assegurou que a atividade de segurança pública não poderia
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sofrer solução de continuidade, assim, mobilizou sua tropa para manter o foco
em missões e atividades operacionais e administrativas, visando à prestação do
serviço de segurança pública, o que inclui a capacitação dos integrantes desta
Corporação.
Dessa forma, a referida publicação foi enfática em demonstrar preocupa-
ção de adotar ações executivas visando o retorno das atividades de ensino e
pesquisa na PMBA. Para isso, recomendou-se ainda, que fosse observado uma
nova modelagem, ainda que excepcionalmente, com o suporte das tecnologias
disponíveis, para permitir a realização dos Cursos Especiais de Formação de
Sargentos PM, Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos PM, bem como dos
Cursos Especiais de Formação de Cabos PM face às medidas de restrição
adotadas pelo Governo do Estado. Em atendimento a estas medidas, na mesma
publicação o Comandante, ainda deixou claro que o curso deveria ser realizado
no formato remoto.
Sendo assim, o Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), imbuído da sua mis-
são apresenta neste documento uma nova proposta de formação por meio do
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) Especial de Formação de Cabos (CEFC),
elaborado pela Comissão de Assessoramento Pedagógico sob orientação da
Coordenação de Educação a Distância - CEaD. Para tanto, se fez necessário a
revisão e atualização de sua concepção pedagógica com vistas a fazer frente ao
atual contexto de formação.
O presente curso é destinado a todos os soldados do QPPM da PMBA,
obedecendo os critérios descritos em Lei e Regulamento de promoção. Além
disso, este CEFC terá duração de 9 (nove) dias para a etapa EaD, sendo ofertado
em caráter híbrido, pois ocorrerá na modalidade semipresencial com 70 (setenta)
horas/aula no total, distribuída do seguinte modo: 60 (sessenta) horas/aula na
modalidade a distância e 10, presencial. Sendo realizado apenas por essa etapa
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a disciplina de tiro policial, a qual será convertida por meio de atividade prática,
desenvolvida a critério do CFAP, onde será publicizado em Nota de instrução e
divulgado por meio oficial a todos os interessados.
Este PPC foi elaborado excepcionalmente para atender a uma demanda
institucional em período de Pandemia da Covid 19, momento em que os cursos
na modalidade presencial, tradicionalmente oferecidos por nossas escolas de for-
mação, foram suspensos em razão dos Decretos Estaduais e Portarias do Co-
mando Geral da PMBA.
Visando retomar as atividades de ensino, o Comando Geral da PMBA,
por meio do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) e do Departamento de Moder-
nização e Tecnologia (DMT), desenvolveu um modelo híbrido que utilizará simul-
taneamente a Plataforma do Programa de Educação à Distância (ProEaD) da
PMBA, que dispõe do Moodle; e a Ferramenta Teams da Microsoft. Entretanto,
este novo processo buscará a garantia mínima de qualidade dos conteúdos ofere-
cidos, e proporcionará o conhecimento necessário ao exercício da atividade Po-
licial Militar eficaz, visando assegurar o crescimento profissional do PM, mesmo
em tempo de Pandemia.
É importante ressaltar que, findando a Pandemia, o IEP se reservará ao
direito de retornar ao Comando Geral com novas propostas de PPC para análise
em termos ideais, oferecendo ao Sistema de Ensino da PMBA condições de
retomada da normalidade.
Com base nas áreas temáticas propostas pela Matriz Curricular da Secre-
taria Nacional de Segurança Pública (SENASP), traçou-se uma nova matriz
curricular contendo 7 (sete) componentes curriculares, as quais estão desenvolvi-
das seguindo preceitos da educação por competências, que se dispõe ao desen-
volvimento de capacidade de mobilização dos saberes (cognitivos, operativos e
atitudinais) para as ações nas situações da prática profissional. Portanto, as disci-
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plinas abordadas serão: Responsabilidade, Chefia e Liderança; Técnicas Polici-
ais: Doutrina e Implicações; Tiro Policial; Preservação e local da prova; Policia-
mento Comunitário e Cidadania; Direitos humanos em foco: Fundamentos Jurídi-
cos da Atividade Policial; Ética Policial Militar e Deontologia.
O Componente curricular Responsabilidade, Chefia e Liderança visa re-
forçar o papel do líder no contexto policial militar, enquanto os componentes
técnicas policiais: doutrina e implicações e Tiro Policial; Preservação e local da
prova objetiva Conhecimentos Jurídicos e Tecnologias da Informação no âmbito
da PMBA, objetiva atentar aos aspectos técnicos da atividade policial militar, o
que inclui o atendimento às ocorrências (trabalho cotidiano) articulada com os
princípios e normas que regulamentam o ordenamento jurídico brasileiro.
Em seguida, foram delimitados a metodologia e o sistema de avaliação.
Lembrando que, o CEFC contará com 2 (duas) etapas, à distância e presencial.
As atividades a distância serão desenvolvidas por meio do Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA), sendo utilizadas as plataformas Moodle para tarefas de
leitura, pesquisa, fórum e para a atividade de chat será por meio da plataforma
Microsoft Teams, que trata-se de um aplicativo de bate-papo em grupo que
permite o gerenciamento de diversas conversas em um único ambiente de contro-
le, é o que a própria Microsoft chama de “espaço de trabalho baseado em um
chat que integra todas as pessoas, os conteúdos e as ferramentas,...considerado
mais eficaz para facilitar a comunicação e promover a colaboração entre pessoas
e/ou equipes.
Já avaliação será apenas qualitativa, baseada na participação dos alunos a
Cabo, portanto, é importante ressaltar que neste Curso Especial de Formação
não haverá aplicação de avaliações em caráter eliminatório, bem como classifica-
ção e atribuições de notas aos componentes curriculares. Com isso, os docentes/
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instrutores deverão avaliar os alunos nos aspectos relacionados ao processo, por
meio de atividades práticas, observações, relatórios, questionários, discussões
em grupo, estudos de caso, dentre outras formas.
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
2.1 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
O Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), inicialmente
com a designação de Escola de Instrução, tem sua origem através de um decreto
publicado em 06 de março de 1922, sendo a sua missão de formar Oficiais,
Sargentos e Cabos, tendo como primeiro comandante o Coronel Joaquim
Cerqueira Daltro. A Escola de Instrução vigorou até o ano de 1926, quando uma
nova estrutura de Companhia Escola a substituiu, objetivando uma suposta melhoria
na qualidade da instrução, a fim de promover a formação dos diversos quadros
na PMBA, algo que, de imediato, não ocorreu.
Historicamente, os primeiros instrutores da Escola de Instrução que se tem
registro, foram os tenentes Arthur de Oliveira Côrtes e João Antônio Vanderlei.
Vale frisar, que nessa época, os oficiais e praças da Escola ficavam isentos do
serviço de polícia, propriamente dito. Todavia, apesar da existência da Escola,
ainda não era possível a instrução regular na formação de Sargentos e Cabos,
cuja promoção era adquirida por força de concurso.
O CFAP ao longo dos anos mudou a sua sigla ou designação. No comando
do Coronel Liberato de Carvalho, em 1935, por exemplo, passou a se chamar,
Centro de Instrução, localizado no Forte do Barbalho, antiga sede do 7º Batalhão
da Polícia Militar (BPM). Inclusive, através de Decreto Governamental datado
de 19/08/1935 torna-se Centro de Instrução Militar (CIM), com incumbência de
formar os graduados, combatentes e o corpo de administração. A frente, especi-
ficamente nos anos de 1940, passou a denominar-se Centro de Instrução Técni-
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co Profissional (CITP). Contudo, em 1943, sofre mais uma modificação: um novo
regulamento desmembra os cursos existentes na Corporação passando a forma-
ção militar a ser dividida em três Escolas assim nominadas: Escola de Candidato a
Oficial, Escola de Sargentos e Graduados e a última Escola de Soldados. Em
1948, ganha a denominação de Centro de Instrução da Polícia Militar.
Em 21 de dezembro de 1957, através do decreto lei n.º 993, foi criado o
Departamento de Instrução, que passa a funcionar na Vila Policial Militar do Bomfim,
tendo em seu organograma a Escola de Formação de Oficiais e Escola de Forma-
ção de Graduados. O CFAP, ainda neste contexto de constantes mudanças ine-
rentes a uma Corporação que buscava por excelência, mudou a sua sigla ou de-
signação. Nos anos de 1967, se chamou Escola de Formação e Aperfeiçoamento
de Graduados (ESFAG). Em 30 de junho de 1976, recebe pela primeira vez, a
denominação de Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP).
Todavia, em 20 de abril de 2000, o CFAP recebe nova denominação, passando
a ser chamado de Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (EFAP). O
EFAP volta a ser denominado novamente de CFAP, em 29/12/2005, permane-
cendo até os dias atuais.
É interessante comentar que, no final do ano de 1989, a sede do CFAP foi
transferida para a cidade de Governador Mangabeira. No período de 1990 até
2000, a Escola teve seu apogeu em matéria de reconhecimento nacional das suas
atividades escolares, com vários Estados encaminhando para o CFAP novos alu-
nos. Assim, suas instalações receberam discentes dos Estados de São Paulo,
Goiás, Tocantins, Pará, Amazonas e Brasília, nos mais diversos cursos, especial-
mente, no Curso de Aperfeiçoamento de Sargento (CAS), onde foi considerada
por essas coirmãs, como uma das melhores Escolas de Aperfeiçoamento do Bra-
sil. Esse período é marcado pelo reforço na tradição da formação unificada e
padronizada, com a capacitação de em torno de 1.200 (hum mil e duzentos)
policiais militares em um só lugar, sendo um marco de concepção pedagógica em
termos de ensino militar.
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Nos anos de 2000 a 2001, o CFAP volta à capital baiana, onde fixou sua
sede nas instalações do então 6º BPM, no Aquartelamento Lavigne Magalhães,
Alto de Ondina. A instrução das Praças passou a focar na capacitação descentra-
lizada, por intermédio dos Núcleos de Ensino (NE) instalados temporariamente
em Unidades Operacionais da PMBA. A lei n.º 11.356, de 06 de janeiro de
2009, manteve o designativo CFAP, bem como estabeleceu novas unidades de
ensino com os Batalhões Escola regionais, ou seja, o que mais tarde seriam deno-
minados de Batalhões de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC’s). Formalizan-
do assim, a descentralização na execução do ensino das praças da Polícia Militar
da Bahia, tendo como Unidade imediata de acompanhamento pedagógico, o CFAP
(maiores informações, consultar manual aluno, site institucional PMBA e CFAP).
Seguindo os objetivos educacionais traçados pelo Instituto de Ensino e
Pesquisa, por intermédio, das Normas para o Planejamento e Conduta do Ensino
(NPCE), publicado no SUPL/LJNG, n.º 08, de 31 de julho de 2012, o CFAP
forma, aperfeiçoa, qualifica e treina as Praças da PMBA para o desempenho de
suas atividades profissionais nos âmbitos operacional e administrativo. Além dis-
so, busca conciliar teoria e prática, por meio das suas respectivas matrizes
curriculares e de importantes processos pedagógicos como o estágio supervisio-
nado ou prática policial supervisionada (PPS), a Jornada de Instrução Militar e
Policial Militar, a semana de adaptação e o Seminário de Temas Selecionados,
com Palestras e Visitas Técnicas, atendendo assim, aos anseios dos discentes e
da sociedade baiana.
2.2 BASES LEGAIS
Lei n.º 9.394/1996, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,
que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;
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Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017, que reformula o art.80 da Lei
n.º 9.394/1996, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, traçando as
especificidades dos programas de ensino a distância, em todos os níveis e
modalidades de ensino;
Lei 7.990/2001, Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia;
Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada no
Suplemento na Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de
22 de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem
adotadas no âmbito educacional da Corporação;
Decreto nº 17.652/60, dispõe sobre a criação e o regulamento do Centro
de Formação e Aperfeiçoamento de Praças;
Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada no
Suplemento na Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de
22 de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem
adotadas no âmbito educacional da Corporação;
Portaria n.º 007- CG/08, publicada em 11 de fevereiro de 2008, que traz
os critérios para planejamento e fiscalização das atividades de ensino;
Portaria n.º 040 – CG/08, publicada em 23 de outubro de 2008, que
esclarece as normas e critérios para indicação de policiais militares à cursos, estágios
e treinamentos;
Portaria do CG s/n [s.i] publicada no Suplemento LJNG N.° 06 de 22 de
fevereiro de 1978, que versa sobre os sistemas de avaliação de aprendizagem do
CFAP;
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Portaria n.º 081-CG/99, publicada em 22 de setembro de 1999, que define
os instrumentos de avaliação de aprendizagem e frequência dos alunos em Cursos
de Formação e Aperfeiçoamento de Praças;
Portaria n.º 063-CG/09, publicada em 09 de setembro de 2009, que
promove alterações na portaria n.º 081 – CG/99, em especial aos arts. 10 e 11;
Plano Geral de Ensino do CFAP/2020, publicado pelo CFAP, apresentando
o planejamento das atividades administrativo-pedagógicas inerentes às práticas
educacionais referentes ao ano de 2020, que deverão ser adotadas pelo Centro
de Aperfeiçoamento de Praças, Batalhões de Ensino e Núcleos de Formação;
Normas para Planejamento de Condutas da Educação (NPCE 2020),
publicada em separata ao BGO n.º 001, de 02 de janeiro de 2020, que norteia o
planejamento, conduta e o ensino na PMBA por meio da fiscalização dos eventos
educacionais e pedagógicos desenvolvidos pelos órgãos de execução,
subordinados tecnicamente ao IEP;
Separata em BGO n.º 178, de 25 de setembro de 2014, que traz o currículo
do curso especial de formação de cabos.
3 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
O perfil profissiográfico desejado para os Cabos da PMBA está alicerçado
naquilo descrito na Lei 7.990/2001, Estatuto dos Policiais Militares do Estado da
Bahia que é:
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Art. 45 - Os graduados auxiliam e
complementam as atividades dos Oficiais no emprego
de meios, na instrução e na administração da Unidade,
devendo ser empregados na supervisão da execução
das atividades inerentes à missão institucional da
Polícia Militar.
Parágrafo único - No exercício das suas atividades profissionais e no
comando de subordinados, os Subtenentes, 1º Sargentos e Cabos deverão impor-
se pela capacidade técnico-profissional, pelo exemplo e pela lealdade, incumbindo-
lhes assegurar a observância minuciosa e ininterrupta das ordens, das regras de
serviço e das normas operativas, pelos Praças que lhes estiverem diretamente
subordinados, bem como a manutenção da coesão e do moral da tropa, em todas
as circunstâncias. (BAHIA, 2001, p. 20).
A expectativa é que os Cabos PM desenvolvam uma formação que os
habilitem para os aspectos ligados a liderança, lealdade e, sobretudo capacidade
crítica para comandar frações de tropa, exercendo, assim, atribuições pautadas
nos ensinamentos adquiridos em curso e em suas vastas experiências profissionais.
4 JUSTIFICATIVA DO CEFC
Acredita-se que a liderança seja inata. Por outro lado, alguns pensadores
defendem a ideia de que a liderança seja um conjunto de habilidades e características
que podem ser desenvolvidas ao longo das experiências. Contudo, independente
da teoria que se acredita, o importante é manter-se atualizado quando se trata de
liderar pessoas.
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Gerir pessoas vai além do status do cargo líder, chefe, diretor ou coman-
dante, é um mundo de desafios, especialmente para exercício das funções polici-
ais militares. O cenário operacional necessita de líderes qualificados e prepara-
dos que conduzam suas equipes para atender as exigências de qualidade e pro-
dutividade no atendimento das ocorrências. Remete, portanto, a questões mais
subjetivas dos seres humanos pois está relacionada a estímulos e incentivos que
possam provocar a motivação nas pessoas, para realização da missão e dos
objetivos da organização (SOTO, 2010).
Nesse sentido, Chiavenato (2014) esclarece que a liderança perpassa por
habilidades humanas que consistem na capacidade e discernimento para traba-
lhar com pessoas em equipe e que tais habilidades, estariam relacionadas a
interação com indivíduos envolvendo a capacidade de comunicar, liderar, moti-
var, coordenar e resolver conflitos pessoais ou grupais no intuito de obter coope-
ração, participação e envolvimento das pessoas. Significa exercer influência para
que a missão seja alcançada, a visão se torne realidade e os objetivos alcança-
dos, creditando a liderança um papel integrador porque possibilita que todas as
questões percorridas se mantenham unidas (FREITAS e RODRIGUES, 2012).
E para atender tais exigências, o líder deve investir e cuidar das relações
no ambiente de trabalho e desenvolver as pessoas das suas equipes, estimulando
a motivação e aprimorando a comunicação. Embora o poder de liderar tenha um
peso maior na função de direção, em contrapartida, os líderes se apresentam nos
grupos informais de trabalho. Nesse sentido, a PMBA, órgão integrante do siste-
ma de segurança pública, baseado na hierarquia e disciplina, deve estar atenta à
questão da liderança em todos os ramos de sua atuação cujos aspectos militares
já haviam sido explorados por exemplo, por Sun Tzu (2000), que ainda no sécu-
lo IV antes de Cristo, falava sobre o comando eficiente e o seu reflexo na tropa
para o alcance dos objetivos.
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O exercício da liderança é intrínseco à atividade policial. A PMBA, em
decorrência do seu tamanho, hierarquização e departamentalização, permite que
todos os seus integrantes tenham a oportunidade de exercer a liderança direta e
contribuir com a realização dos objetivos institucionais, desde Comandante Geral
ao soldado que atua em um pequeno de longínquo destacamento.
Sabendo que as operações policiais fazem parte do cotidiano da atividade
policial militar e tem como executores, as Praças da Corporação, esse projeto se
propõe a definir as ações formativas atinentes ao curso de cabos, desenhando a
sua malha curricular e processos avaliativos. Por certo, esse curso é estruturado
tendo como aporte dois focos: a liderança e as técnicas policiais. Isso porque, o
curso é destinado a promoção, sendo assim, o policial passará a exercer uma
nova função, especialmente pautada no exercício da liderança de sua guarnição e
na consequente assunção de maiores responsabilidades.
Dessa maneira, esse curso busca promover uma reflexão sobre o papel de
líder no exercício da função de Cabo buscando formar, capacitar e aprimorar as
lideranças, mostrando de forma prática como motivar e desenvolver a equipe,
como se comunicar melhor com as pessoas, delegar tarefas e como montar estra-
tégias e metas assertiva e desafiadoras. Perceber que a ascensão profissional
trouxe novas responsabilidades e uma delas, é o exercício da liderança calcada
em valores.
5 OBJETIVOS
5.1 OBJETIVO GERAL
Desenvolver as competências e habilidades necessárias, em especial o exer-
cício de liderança, para que os futuros Cabos PM consigam fazer com que suas
equipes/frações de tropa/esquadrão obtenham melhores resultados de forma con-
sistente e com qualidade.
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5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Atuar em conformidade com os fundamentos jurídicos norteadores da
atividade policial militar;
Habilitar o aluno do curso a exercer a função de Cabo PM;
Compreender os atuais conceitos de liderança;
Distinguir as diferentes formas de liderar equipes de acordo com os estilos
de liderança nas operações policiais militares.
6 PÚBLICO ALVO
O CEFC é destinado a todos os soldados do QPPM da PMBA, obedecendo
os critérios descritos em Lei e Regulamento observado os requisitos básicos
conforme previstos em Edital.
7 ESTRUTURA CURRICULAR
Partindo de uma proposta de formação baseada em um ensino reflexivo, na
qual o discente reflita sobre sua ação, no momento em que a executa, as atividades
serão desenvolvidas através de aulas expositivas dialogadas, dinâmicas de grupos,
exercícios práticos com apresentação oral, análise de casos e troca de experiências,
propiciando aos participantes que reflitam, discutam e desenvolvam suas práticas
em liderança.
Além disso, propõe-se, ao presente a adoção dos preceitos da educação
por competências, que se dispõe ao desenvolvimento de capacidade de mobilização
dos saberes (cognitivos, operativos e atitudinais) para as ações nas situações da
prática profissional. Em linhas gerais, um certo pluralismo pedagógico onde serão
considerados aspectos como contextualização, interdisciplinaridade e
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transversalidade de conteúdo, que potencializam a aprendizagem através de
integração dos conteúdos.
A Matriz Curricular Nacional (MCN) define competências como “[...] a
capacidade de mobilizar saberes para agir em diferentes situações da prática
profissional, em que as reflexões antes, durante e após a ação estimulem a
autonomia intelectual” ([Link], 2014, p. 14). Por outro lado,
Perrenoud (2002, p. 19), definiu competência como:
[...] a aptidão para enfrentar uma família de situações
análogas, mobilizando, de uma forma correta, rápida,
pertinente e criativa, múltiplos recursos cognitivos: saberes,
capacidades, competências, informações, valores, atitudes,
esquemas de percepção, de avaliação e de raciocínio.
O desenvolvimento das competências necessárias ao bom desempenho da
tarefa ou função depende de um complexo de recursos cognitivos, que perpassam
pelo saber, saber fazer e saber ser. As competências descritas a seguir foram
extraídas, em sua maior parte, da MCN sendo fruto do Estudo Profissiográfico e
Mapeamento de Competências elaborados pela SENASP. Além dessas, foram
inseridas outras competências tidas como necessárias para o pleno desempenho
das funções e encargos da função de cabo. Observe a seguir nos quadros 1 e 2
as competências e a matriz curricular do CEFC.
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Quadro 1 – Competências
Competências Cognitivas Competências Operativas Competências Atitudinais
- Ser capaz de agir demonstrando - Ter a capacidade de utilizar a - Capacidade de trabalhar em
conhecimentos sobre a legislação, experiência pessoal e profissional equipe.
normas e regimentos internos ao planejar ações, seguindo
aplicados à função. normas, doutrinas e legislações - Capacidade de agir com
pertinentes à segurança pública. persistência e determinação,
- Ser capaz de agir demonstrando demonstrando interesse e
domínio sobre a legislação, - Ter a capacidade de zelar pela comprometimento com o trabalho.
normas e regimentos internos manutenção e guarda dos bens,
aplicados à função e seus trâmites. equipamentos e demais materiais - Capacidade de agir com postura
sob sua responsabilidade. ética e profissional.
- Ter a capacidade de interagir
com órgãos e integrantes dos - Ser capaz de aplicar técnicas de - Capacidade de tomada de
sistemas judiciário, penitenciário e abordagem policial, com decisão.
de defesa social. apropriado comando de voz. - Capacidade de agir com senso
-Atuar demonstrando - Ao realizar revista em suspeitos, crítico (ter postura crítica frente à
conhecimento sobre ética, ter conhecimento sobre as técnicas determinada situação ou evento,
cidadania e direitos humanos, de abordagem. Demonstrar após se cientificar das possíveis
respeitando-os. Ser capaz de domínio das técnicas de consequências).
respeitar os direitos humanos e abordagem
cidadania na atuação profissional.
- Demonstrar domínio no uso de
- Atuar de acordo com a filosofia armamentos e equipamentos
do policiamento comunitário. utilizados pela instituição.
Fonte: Elaboração própria (2020).
Quadro 2 – Matriz Curricular do CEFC
MÓDULO ÚNICO
Eixos Temáticos Disciplinas CH
Responsabilidade, Chefia e Liderança no Comando de 20
Fração de Tropa (RCheL)
Policiamento comunitário e cidadania 5
I – Conhecimentos Jurídicos e
Tecnologias no âmbito da
Direitos humanos em foco: fundamentos jurídicos da 5
PMBA
atividade policial
Ética Policial Militar e Deontologia 5
Tiro Policial 10
II - Funções, Técnicas e
Preservação e local da prova 5
Procedimentos em Segurança
Pública
Técnicas policiais: doutrina e implicações 10
Qualidade de vida 5
III - Cultura, cotidiano e
Prática Reflexiva Relações Raciais e de Gênero 5
Carga Horária Total 70h
Fonte: Elaboração própria (2020).
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As disciplinas foram organizadas de modo que contemplassem as
competências necessárias ao exercício da função de Cabo PM. Dessa forma,
foram classificadas segundo os eixos temáticos, conforme preceitua a MCN
([Link], 2014):
I – Conhecimentos Jurídicos e Tecnologias no âmbito da PMBA – tem
como proposta permitir que o aluno militar reflita sobre o ordenamento jurídico
brasileiro, seus princípios e normas, com especial destaque para a legislação
pertinente às atividades de segurança pública demonstrando em suas ações o
conhecimento normativo e os regimentos internos aplicados a sua função. Atrelado
a isto, proporcionar aos alunos a se tornarem capazes de exercer a liderança
eficaz em suas atividades, desempenhando um papel significativo junto à
corporação. Desta forma, o módulo em comento é composto pelas disciplinas:
Responsabilidade, Chefia e Liderança, Direitos humanos em foco: fundamentos
jurídicos da atividade polícia, Policiamento comunitário e cidadania, Ética Policial
Militar e Deontologia.
II – Funções, Técnicas e Procedimentos em Segurança Pública,
concentrou as disciplinas relativas aos aspectos técnicos e procedimentais inerentes
ao exercício da função de Cabo. Traz disciplinas como Tiro Policial, Preservação
e Local da Prova, Técnicas Policiais: doutrina e implicações, conforme detalha o
ementário adiante:
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Quadro 3 – Ementário do CEFC
EIXOS Disciplinas Ementas
I Responsabilidade, Chefia e Liderança Conceitos de Responsabilidade, Introdução a
no Comando de Fração de Tropa liderança. Liderança no contexto policial militar.
(RCheL) Transformação de grupos em equipes. Motivação.
Liderança e comunicação
II Técnicas Policiais: doutrina e Processo motorizado: tipos de guarnição, tipos de
implicações ocorrências e seus procedimentos.
II Tiro Policial Armamento leve, fundamentos do tiro, normas de
segurança no stand de tiro e sala de meios.
Procedimentos básicos de inspeção do armamento
e manutenção de primeiro escalão da pistola
Taurus PT100 (características, dispositivos de
segurança e operações de manejo).
II Preservação e Local da Prova Métodos e procedimentos que garantem a
segurança na identificação, coleta e preservação da
prova.
I Policiamento Comunitário e As Estratégias de Policiamento. Gestão e os
Cidadania Modelos Adotados e a Relação entre os Indivíduos.
Relação Interpessoal.
I Direitos Humanos em Foco: O cidadão policial. Os direitos e as funções de
fundamentos jurídicos da atividade polícia. Direitos fundamentais das minorias:
policial mulheres, crianças e adolescentes, idosos.
Preconceitos: Homofobia, racismo.
I Ética Policial Militar e Deontologia Atribuições do Cabo PM. Conduta ética e legal no
cumprimento da missão policial militar. Crime e
transgressão.
III Qualidade de Vida Conceito básico de atividade física. Atividade
física e saúde. Os riscos da prática do exercício
físico sem orientação profissional. Avaliação
diagnóstica. A importância da alimentação
saudável e da água na saúde e qualidade de vida.
Doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho.
Prevenção da obesidade, colesterol e depressão
III Relações Raciais e de Gênero Conceitos Preliminares ; Relações Raciais E
Segurança Pública Diversidade E Respeito
Religioso Legislação Anti-Racista
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8. METODOLOGIA
A metodologia é dialógica voltada ao aproveitamento individual e coletivo
por meio da reflexão, análise textual, audiovisual, interação e colaboração. Sen-
do assim, deve contemplar a abordagem do conteúdo programático, ministrado
sob uma perspectiva teórico-prática. O CEFC ocorrerá na modalidade de edu-
cação semipresencial, nesse contexto, com o objetivo de motivar a interatividade
entre os cursistas no intuito de alcançar uma construção coletiva de conhecimen-
to, serão disponibilizados recursos de interação nos ambientes virtuais de apren-
dizagem, tais como, fóruns de dúvidas, fóruns de noticiais, fóruns temáticos e
chats (pelo Moodle e pela plataforma Microsoft Teams) mediado pelo profes-
sor/tutor responsável pela disciplina ofertada.
Este CEFC será ofertado em caráter híbrido, isto é, por meio da modali-
dade semipresencial, com duração de 9 (nove) dias úteis, incluído os sábados.
Esse período corresponderá a 70 (setenta) horas/aula no total, distribuída em 60
(sessenta) horas/aula na modalidade à distância e 10 (dez) horas/aula, na moda-
lidade presencial. Sendo realizado apenas por essa etapa a disciplina de tiro
policial, a qual será convertida por meio de atividade prática. Para tanto, compe-
tirá ao CFAP o planejamento, a coordenação, monitoramento e avaliação das
atividades práticas da disciplina Tiro policial a ser regulamentado por meio de
Nota de Instrução (NI) e divulgado por meio oficial a todos os interessados.
O método de ensino está alicerçado na construção dialética do conheci-
mento, na qual busca-se provocar e instigar os estudantes para a articulação de
seus conhecimentos prévios e experiências profissional com os conteúdos estu-
dados. Desse modo, a leitura do material didático, disponibilizado na plataforma
Moodle e as pesquisas recomendadas de aprofundamento do conteúdo são
cruciais para alcançar o objetivo desejado.
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Neste curso, espera-se que os discentes se envolvam, demonstrando inte-
resse, autodisciplina e comprometimento nas tarefas propostas, fatores essenci-
ais para obter sucesso, contribuindo, assim, de forma qualitativa no processo
ensino e aprendizagem. Para isso, é fundamental que as atividades previstas no
AVA sejam sempre acessadas e sobretudo sejam respeitados os prazos estabe-
lecidos.
O CEFC compreenderá desenvolvimento de tarefas propostas, que con-
sistirá em:
leitura dos materiais didáticos do curso;
participação nas atividades, discussões por fórum e chat;
realização de questionário com questões objetivas.
participar de aula expositiva por videoconferência.
9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Com intuito de conferir o nível de consolidação da aprendizagem dos alu-
nos adotar-se-á a análise diagnóstica com caráter qualitativo e destinada a diag-
nosticar as habilidades e competências já adquiridas ou não. Para tanto, os
docentes/instrutores deverão avaliar os alunos, por meio de atividades práticas,
observações, relatórios, questionários, discussões em grupo, estudos de caso,
dentre outras formas. Por conseguinte, eles deverão aplicar as estratégias didáti-
cas e pedagógicas necessárias ao nivelamento dos conhecimentos.
Ressalta-se, portanto, que neste Curso de Formação não haverá aplica-
ção de avaliações em caráter quantitativo, bem como classificação e atribuições
de notas aos componentes curriculares.
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9.1 CONTROLE DE FREQUÊNCIA
A lista de presença, obtida por meio de relatório na plataforma Moodle,
será um dos critérios para aferição da frequência mínima de 75% (setenta e cinco
por cento) da carga horária mínima por disciplina (art. 70, DGE – 2016/2019).
O discente deverá ter frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cen-
to) da carga horária por disciplina, caso contrário estará automaticamente desli-
gado do curso.
9.2 INDICADORES DE DESEMPENHO
Frequência;
Evasão dos alunos em sala de aula;
Percepção dos docentes em relação as turmas;
Grau de satisfação dos alunos e docentes;
9.3 AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DO CURSO
A Avaliação docente está embasada conforme a Portaria nº 091-CG/18,
artigo 71, na qual esclarece que os professores/tutores, tanto presenciais quanto
a distância, deverão ser avaliados pelo coordenador geral e pelo corpo discente
mantendo-se registro dos resultados para deliberações quanto à conveniência ou
não de futuras designações para composição de corpo de professores. Além
disso, os professores/tutores à distância deverão ser cientificados do resultado
de suas avaliações realizadas pelo corpo discente. Para isso, haverá uma aplica-
ção de questionário de avaliação de desempenho ao final de cada disciplina,
sendo de caráter obrigatório o preenchimento pelo aluno. Haverá ainda um fórum
para opinar, sobre cada etapa do curso, reforçando, assim, a prática de uma
avaliação processual formativa, na qual ajuda a perceber se o discente está real-
mente conseguindo aprender a partir do processo metodológico praticado.
Nos questionários de avaliação cada participante irá sinalizar com os
conceitos: insatisfatório, regular, bom e excelente em cada item relacionado a 22
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capacitação. Os itens relacionados para esta avaliação são: material didático,
relevância da temática focalizada; organização da disciplina; desenvolvimento do
curso; tempo destinado para a realização das atividades; utilidade do conteúdo
abordado; grau de interesse individual e coletivo e desempenho docente.
9.4 CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA
Serão considerados concluintes todos que obtiveram a média necessária
para aprovação nas avaliações estabelecidas neste plano de curso bem como,
cumprirem a carga horária mínima de cada disciplina, conforme prevê os art. 70,
§2º e 75, da DGE 2016/2019. Todos farão jus ao certificado de conclusão do
curso, devidamente chancelados pela Direção do IEP (NPCE, 2020, item 7.2,
II, a) que será entregue na solenidade de encerramento.
No caso especial do CEFC, realizado de forma semipresencial, o processo
avaliativo levará em conta o cumprimento das avaliações qualitativas (art. 51, I –
II, portaria n.º 091 – CG/18) e a assiduidade do Aluno-a-Cabo, observando-se
a quantidade de acessos, tempo de permanência, cumprimento dos módulos,
realização das atividades programadas, participação em fóruns, chats ou outras
atividades semelhantes, (art. 47, § 1ª e 2ª, portaria n.º 091 – CG/18 c/c art. 70,
DGE-2016/2019), critérios que servirão para aferição da frequência mínima de
75% (setenta e cinco por cento) para aprovação (art. 10, portaria n.º 063 – CG/
09).
10. APOIO DISCENTE
O Coordenador do CEFC, representado pelo chefe da Divisão de Ensino
a Distância do CFAP, deverá acompanhar o desenvolvimento do Aluno-a-Cabo,
apoiar as suas atividades acadêmicas, em consonância com o professor da
disciplina ou conteúdo que requer a atividade de nivelamento, recebendo o auxílio
dos docentes, especialmente, na orientação para o processo de aprendizagem,
n as at i v i d ad es c o m p l em en t ar es e n o s est ág i o s c u r r i c u l ar es.
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O CFAP deverá organizar uma estrutura para apoiar os alunos, com base
nos parâmetros seguintes.
COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO AOS DISCENTES
a) O CFAP organizará, em apoio a Coordenação Geral do Curso, uma
equipe de apoio aos Discentes;
b) O serviço de Apoio aos Discentes será denominado SAD;
c) Para o atendimento dos Discentes, deverá ser disponibilizado um ca-
nal específico;
d) As solicitações dos Discentes no SAD deverão ser solucionadas em
até 24 (vinte e quatro) horas.
11 CORPO DOCENTE
Os professores, sejam tutores ou conteudistas, serão voluntários desde
que capacitados através do Curso de capacitação de tutores: mediação peda-
gógica em ambientes online na PMBA.
O CFAP deverá organizar uma estrutura para apoiar os professores, com
base nos parâmetros seguintes.
COMPOSIÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO AOS DOCENTES
a) O CFAP organizará, em apoio a Coordenação Geral do Curso, uma
equipe de apoio aos Docentes;
b) O serviço de Apoio aos Professores/Tutores será denominado Serviço de
Apoio ao Tutor (SAT);
c) Para o atendimento dos Docentes, deverá ser disponibilizado um canal
específico;
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d) As solicitações dos Docentes no SAT deverão ser solucionadas em até
24 (vinte e quatro) horas.
12 ATIVIDADES DE INSTRUTORIA E TUTORIA
Esta Edição do CEFC será oferecida com uma modelagem híbrida,
conjugando o melhor de cada modal tecnológico. Será utilizado simultaneamente
a Plataforma do ProEaD no ambiente Moodle; e a Ferramenta Teams da
Microsoft. Assim, teremos as vantagens de geração de aulas em uma Plataforma
Institucional, a do ProEaD, que possui atributos próprios aos propósitos do
processo de ensino-aprendizagem e a segurança da informação; aliado as vantagens
da Ferramenta Teams, que possibilita o recurso da aula remota, aumentando o
dinamismo, similar a uma videoconferência, e ampliando o número de acessos
simultâneos. Com isto, será possível oferecer uma quantidade de vagas maior. A
seguir será apresentada a estrutura de suporte às atividades docentes, desenvolvidas
pelo CFAP e pelos BEIC’s.
As atividades de instrutoria e tutoria no CEFC serão desenvolvidas pelos
Professores Gestores e seus Assistentes que serão responsáveis por ministrar o
conteúdo desenvolvido pelo professor conteudista, pois com uso das novas
tecnologias da informação e comunicação foi possível transformar o ambiente
virtual de aprendizagem em uma sala de aula virtual com todos os recursos
necessários para que se exerça à docência. Suas principais atribuições são:
Desenvolver a adequação dos conteúdos dos materiais didáticos digitais e
auxiliar a equipe de mídias para elaboração mais adequada dos objetos de
aprendizagem;
Desenvolver as atividades de docência das disciplinas curriculares do curso,
nos fóruns e na sala de aula virtual;
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Preparar as atividades para o Fórum de Discussão a partir do material
didático e prover a participação dos alunos;
Organizar a agenda e a preparação da aula e ministrá-la na sala virtual,
assim como motivar a participação dos alunos;
Utilizar diariamente os recursos tecnológicos disponibilizados para interagir
com os alunos;
Apoiar os alunos no estudo dos conteúdos esclarecendo suas dúvidas,
indicando metodologias alternativas de aprendizagem, recomendando leituras,
pesquisas e outras atividades, através do fórum orientação de estudos;
Incentivar estudo e debates em grupo;
Estimular e acompanhar a integração do grupo promovendo a interação
entre os alunos;
Acompanhar os relatórios gerados pelo sistema a respeito da participação
dos alunos nas atividades do ambiente virtual de aprendizagem, inclusive acessos
ao conteúdo.
O IEP, CFAP e BEIC’s deverão elaborar um planejamento, com base nos
parâmetros seguintes.
AS ATIVIDADES DE INSTRUTORIA E TUTORIA
OCORRERÃO DA SEGUINTE FORMA:
TREINAMENTO DE INSTRUTORES E TUTORES (IEP)
Caberá ao IEP/CEaD o treinamento dos Professores Gestores, Professores
Assistentes e pessoal de apoio do CFAP e dos BEIC’s envolvidos no CEFC.
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COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES DAS DISCIPLINAS (CFAP) - Cada
Disciplina contará com uma equipe mínima de:
01 (um) Professor à Distância ou on line (Gestor);
02 (dois) Professores/Tutores à Distância – Assistentes;
01 (um) Técnico de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC);
ESTRUTURA FÍSICA DOS AMBIENTES DE EDIÇÃO DAS
AULAS REMOTAS (CFAP)
O CFAP providenciará um ambiente para a apresentação das Aulas
Remotas, exclusivo para o CEFC, com iluminação e acústica adequada;
O ambiente deverá conter os equipamentos: 04 (quatro) lap tops (um para
cada Professor e um para o técnico de TIC), um monitor de vídeo ou TV, um
microfone de lapela, câmera adequada, e iluminação própria.
PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS (CFAP/
BEIC’s)
O CFAP planejará as Atividades Práticas e enviará para a execução nos
BEIC’s envolvidos no CEFC;
Os BEIC’s envolvidos no CEFC providenciarão os meios necessários para
a realização das Atividades Práticas, respeitando as Normas Institucionais que
regulam as atividades no período de pandemia.
ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR GERAL DO CURSO
(CFAP)
Propor ao Diretor do CFAP a indicação dos Coordenadores Regionais
dos BEIC’s;
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Além das atribuições previstas na Portaria CG 091, compete ao Coordenador
Geral do Curso substituir o Professor gestor nas atividades remotas ou indicar
alguém da Coordenação, em caso de ausência justificada, e na impossibilidade dos
dois Professores Assistentes assumirem.
ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR REGIONAL DO CURSO
(BEIC)
o Além das atribuições previstas na Portaria CG 091, compete ao
Coordenador Regional do Curso oferecer apoio pedagógico e tecnológico aos
alunos que solicitarem.
ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DAS EQUIPES DAS
DISCIPLINAS (CFAP)
o Professor à Distância ou on line (Gestor) – aquele que atuará como
o Gestor da Disciplina, que fará a apresentação da Aula Remota na Ferramenta
Teams. Para tanto, deverá possuir além da competência na área da disciplina,
capacidade de comunicação e desenvoltura para apresentação de Aula Remota;
que constrói todos os recursos instrucionais: plano de ensino; textos do AVA;
planejamento de tutorias; planejamento dos fóruns e chats; slides das aulas remotas;
slides de orientação de tutorias; as avaliações e seus respectivos gabaritos, chamados
de “espelhos”; as Atividades Teórico-Práticas (ATP). Os Professores à Distância
ou on line deverão disponibilizar para os dois Professores Assistentes e para o
Coordenador Geral do CEFC, com antecedência, todos os recursos que serão
utilizados nas Aulas Remotas, considerando a possibilidade eventual de ser
substituído.
Professores/Tutores à Distância/Assistentes – aqueles que auxiliarão
os Professores à Distância ou on line na exposição da Aula Remota na Ferramenta
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Teams; na substituição do Professor à distância ou on line (Gestor) na
apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams, em caso de ausência
justificada, respeitando a sequência do grau hierárquico ou a antiguidade entre os
dois Assistentes; no planejamento da disciplina, incluindo as Atividades Teórico-
Práticas (ATP); na interação com os discentes nos fóruns e chats; e nas demandas
após o término das atividades. Os Professores Assistentes deverão solicitar aos
Professores Gestores, com antecedência, todos os recursos que serão utilizados
nas Aulas Remotas, considerando a possibilidade eventual de substituição.
Técnico de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) – aquele
que opera com os meios tecnológicos e tipos de ferramentas de comunicação e
de informática a serem adotados, oferecendo suporte tecnológico aos Professores
Gestores e Assistentes para o funcionamento da Plataforma do ProEaD e da
Ferramenta Teams.
PLANEJAMENTO DAS AULAS (CFAP)
O CFAP elaborará os Quadros de Trabalho Semanal (QTS) e enviará
para o IEP/CEaD lançar na Plataforma do ProEaD;
Estrutura dos Planos de Aula – os Planos de Aulas contemplarão a
seguinte divisão dos conteúdos de acordo com a carga horária das disciplinas:
tempo para aulas remotas, tempo para a produção dos alunos (ATP), e tempo
para interação nos fóruns, chats e email;
Tempo das Aulas Remotas – as aulas remotas terão duração de 50
(cinquenta) minutos;
Tempo para a Produção dos Alunos (ATP) – as ATP terão duração de
50 (cinquenta) minutos;
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o Tempo para a Interação nos Fóruns, Chats e Email – a interação terá
duração de 50 (cinquenta) minutos;
o Tempo para Intervalo – a cada sequência de Aula Remota–ATP–
Interação, caberá um intervalo de 20 (vinte) minutos;
OUTRAS ATRIBUIÇÕES DOS PROFESSORES ASSISTENTES
(CFAP)
o Os Professores/Tutores à Distância/Assistentes, também auxiliarão
os Professores à Distância (Gestores), cuidando das seguintes
atribuições:
Preparar-se para substituir o Professor à distância ou on line (Gestor) na
apresentação da Aula Remota na Ferramenta Teams, em caso de ausência
justificada, respeitando a sequência do grau hierárquico ou a antiguidade entre
os dois Assistentes;
Desenvolver a adequação dos conteúdos dos materiais didáticos digitais e
auxiliar a equipe de mídias para elaboração mais adequada dos objetos de
aprendizagem;
Desenvolver as atividades de docência das disciplinas curriculares do curso,
nos fóruns e na sala de aula virtual;
Preparar as atividades para o Fórum de Discussão a partir do material
didático e prover a participação dos alunos;
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Organizar a agenda e a preparação da aula e ministrá-la na sala virtual,
assim como motivar a participação dos alunos;
Utilizar diariamente os recursos tecnológicos disponibilizados para interagir
com os alunos;
Apoiar os alunos no estudo dos conteúdos esclarecendo suas dúvidas,
indicando metodologias alternativas de aprendizagem, recomendando leituras,
pesquisas e outras atividades, através do fórum orientação de estudos;
Incentivar estudo e debates em grupo;
Estimular e acompanhar a integração do grupo promovendo a interação
entre os alunos;
Acompanhar os relatórios gerados pelo sistema a respeito da participação
dos alunos nas atividades do ambiente virtual de aprendizagem, inclusive acessos
ao conteúdo.
13 PERFIL DO EGRESSO
O futuro Cabo da PMBA será capaz de conhecer os tipos de liderança,
identificar as competências necessárias para ser um bom líder, conhecer as estra-
tégias de liderança e reconhecer a importância do autoconhecimento para liderar
aliado aos conhecimentos técnicos.
14 PROCESSO SELETIVO
Ocorrerá via edital, a ser devidamente publicado após a aprovação de
curso pelo Instituto de Ensino e Pesquisa – IEP.
O ingresso no CEFC seguirá o critério de antiguidade na graduação (art.
49, DGE – 2016/2019) de Cabo PM verificando-se a quantidade de vagas
disponíveis.
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15 PERÍODO DE MATRÍCULA
Será estabelecido conforme edital a ser publicado pelo IEP;
A matrícula dos policiais militares, lotados na Capital, Região Metropolita-
na e interior ficarão sob a responsabilidade do CFAP bem como, a distribuição
das respectivas turmas.
16 NÚMERO DE TURMAS
Ficará a cargo do CFAP, que terá como base a quantidade de Alunos-a-
Cabos convocados pelo Comando Geral da PMBA.
17 SUPERVISÃO GERAL E COORDENAÇÃO GERAL DO CUR-
SO
O IEP por meio da CEaD será o órgão responsável pela Supervisão Pe-
dagógica, conforme prevê o art. 6º, I, da portaria n.º 091 – CG/18, estabelecen-
do as diretrizes metodológicas para construção dos cursos e disciplinas, as nor-
mas, rotinas administrativas e orientações pedagógicas para a execução do quanto
planejado (portaria n.º 091, art. 18, I – XXVIII) garantindo assim, a continuida-
de das ações de ensino-aprendizagem.
Quanto ao CFAP, será de sua competência a Coordenação Geral dos
Cursos sendo que, dividirá a coordenação regional com os BEIC’s ou núcleos
delegados, quando se fizer necessário (art. 6ª, V-VI, portaria n.º 091 – CG/18),
acompanhando e orientando a execução do projeto com objetivo de “[...] pro-
mover a formação, aperfeiçoamento e educação continuada dos quadros de pra-
ças” (art. 36, I, a, DGE – 2016/2019) atentando para as demais atribuições
específicas (art. 36, DGE – 2016/2019).
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18 INFRAESTRUTURA
A infraestrutura oferecida aos Alunos-a-Cabos e professores contempla
a plataforma ProEaD, a qual deverão acessar do trabalho ou de sua residência,
bem como os BEIC’s, na condição de polos presenciais. Já aos alunos que
declararem não possuir computador em casa, o Cmt da OPM subsidiará o apoio
necessário via deliberação geral do Cmd Geral em BGO.
19 CONCLUSÃO E DESLIGAMENTO
Serão considerados concluintes, os Alunos-a-Cabos que obtiveram a média
necessária para aprovação nas avaliações estabelecidas neste PPC bem como,
cumprirem a carga horária mínima de cada disciplina e/ou atividades conforme
prevê os arts. 70, §2º e 75, da DGE 2016/2019. Todos farão jus ao certificado
de conclusão do curso que será entregue na solenidade de encerramento. Se,
porventura, algum militar aluno descumprir, ou se enquadrar nas situações descritas
no art. 70 da DGE – 2016/2019, será automaticamente desligado do curso.
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do Estado da [Link] Nº 7.990 de 27 de dezembro de 2001. Disponível em:
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– 2016/2019. Dispõe sobre as ações sistematizadas à organização da educação
nos níveis infantil, fundamental, médio, técnico profissional médio e técnico
profissional superior, visando a formação do homem e profissional de polícia nos
aspectos físicos, intelectual, afetivo e moral. Legislação, Jurisprudência e Normas
Gerais – LJNG, n.º 001, de 22 de janeiro de 2016.
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tos aos cursos, estágios ou treinamentos promovidos pela PMBA ou por outras
Instituições e dá outras providências. Bahia, 2008.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria n.º 007 – CG/08.
Dispõe sobre os critérios de planejamento, controle e fiscalização das ativida-
des de ensino na PMBA e na elaboração de diretrizes da política institucional de
educação para as organizações subordinadas ao Departamento de Ensino.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria n.º 091 – CG/18.
Institui e regulamenta o funcionamento do programa de Educação a Distância
(EAD) da PMBA.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria n.º 081-CG/99.
Dispõe sobre a avaliação da aprendizagem e a frequência dos instruendos, nos
Cursos de Formação e Aperfeiçoamento de Praças cujos currículos estejam de
acordo com os aprovados conforme nota GCG 07/03/97 publicada em BG/O
n.º 074 de 17 de abril de 1997 e dá outras providências.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Normas para o planeja-
mento e conduta de ensino (NPCE 2020). Norteia o planejamento, conduta
e o desenvolvimento na Polícia Militar da Bahia, no ano de 2020, regulando sua
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organização através da coordenação e supervisão dos eventos pedagógicos de-
senvolvidos pelos Órgãos de Execução de Ensino (OEE): APM, CFAP e BEIC,
subordinados tecnicamente ao IEP, com base na DGE 2016/2019.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria s/n [s.i] publicada
na LJNG n.º 06, de 22 de fevereiro de 1978. Dispõe sobre a Avaliação de
Aprendizagem no CFAP.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Plano Geral de Ensino do
CFAP - 2019. Regulamenta as ações pedagógicas, a rotina escolar, mecanismo
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SOTO, E. Comportamento Organizacional: O Impacto das Emo-
ções, 4a reimp. 1. Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. cap. 7, p. 209-227.
TZU, Sun. A Arte da Guerra. São Paulo: Gaia, 2000.
Pág. 36
o
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APÊNDICE A – MATRIZ CURRICULAR DO CEFC
Quadro 4 – Matriz Curricular do CEFC
Eixo Temático Disciplinas CH/Modalidade
P (h/a) SP(h/a) EaD(h/a)
Funções, Responsabilidade, Chefia e 20
técnicas e Liderança no Comando de Fração de
Tropa (RCheL) ----- -----
procedimentos
em segurança
Técnicas policiais: doutrina e 10
pública
implicações
----- -----
Tiro Policial 10 ----- -----
Preservação e local da prova ----- ----- 5
Conhecimentos Policiamento comunitário e 5
----- -----
Jurídicos, cidadania
princípios e
Direitos humanos em foco: 5
valores da
fundamentos jurídicos da ----- -----
atividade policial
atividade policial
Ética Policial Militar e 5
----- -----
Deontologia
Cultura Saúde Emocional e Qualidade de 5
------- ------
Cotidiano e Vida
Prática
Reflexiva Relações Raciais e de Gênero ------- ------ 5
SUB TOTAL 10 ----- 70
TOTAL GERAL 70
Fonte: Adaptado de NPCE (2020).
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APÊNDICE B – QUADRO DE TRABALHO SEMANAL EaD
Quadro 5 – Quadro de Trabalho Semanal EaD do CEFC
Horário 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado
/ Dia
Abertura do curso Responsabilid Responsabilida Responsabilid Responsabili Responsabili
CEFC
ade, Chefia e de, Chefia e ade, Chefia e dade, Chefia dade, Chefia
Boas vindas do
Manhã Comandante Liderança Liderança Liderança e Liderança e Liderança
08 as Tutorial
12h
Técnicas policiais Técnicas policiais Preservação ao Ética Policial
Local Direitos
Militar e
humanos em
PCC - Deontologia
Tarde Policiamento foco:
13 as Comunitário e fundamentos
Cidadania
18h jurídicos da
atividade
policial
Fonte: Elaboração própria (2020).
APÊNDICE C – QUADRO DE TRABALHO SEMANAL PRESENCIAL
Quadro 6 – Quadro de Trabalho Semanal Presencial do CEFC
Horário 2ª Feira 3ª Feira
/ Dia
Prática de Tiro Prática de Tiro
Policial Policial
Manhã
07 às
12h ou
Tarde
13 às
18h
Fonte: Elaboração própria (2020).
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APÊNDICE D – QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DISCENTE
DO CEFC
Quadro 7 – Questionário de Avaliação Discente do CEFC
Aluno avaliando Material Didático
1.1. Contempla o conteúdo previsto na ementa da disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.2. O conteúdo é relevante para sua formação Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.3. Os objetivos de aprendizagem a serem alcançados estão claros Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.4. A linguagem utilizada facilita a compreensão Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.5. Os vídeos, links e animações contribuem para a aprendizagem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.6. As atividades propostas têm critérios claros para sua resolução Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
1.7. A bibliografia é adequada para as necessidades do aluno Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
Aluno avaliando o Professor/Tutor Presencial
2.1. Relaciona-se bem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.2. Esclarece as dúvidas adequadamente Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.3. Cumpre os horários de atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
2.4. Estimula a participação do aluno nas atividades presenciais Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
Aluno avaliando o Professor Gestor
3.1. Apresenta o programa e o cronograma da disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.2. Explicita os objetivos a serem alcançados na disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.3. Demonstra domínio do conteúdo Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.4. Cumpre os prazos referentes ao lançamento de notas Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
3.5. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
Aluno avaliando o Professor/Tutor à distância
4.1. Relaciona-se bem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.2. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.3. Cumpre os horários de atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.4. Esclarece dúvidas Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.5. Demonstra domínio do conteúdo Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.6. Fornece orientação para facilitar o processo ensino e aprendizagem Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.7. Comenta as atividades com as devidas orientações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.8. Estimula a participação na disciplina Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
4.9. Estimula a permanência no curso Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
Aluno avaliando o coordenador do curso
5.1. Está disponível para atendimento Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.2. Dá devolutiva às solicitações Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.3. Orienta sobre questões acadêmicas (matrículas, aproveitamento de Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
estudos, estágios e etc.)
5.4. Estimula a participação em atividades Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
5.5. Acompanha o desempenho da turma apresentando estratégias para Sim ( ) Não ( ) Talvez ( )
superação das dificuldades
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2. CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS AUXILIARES -
CFOAPM
(PUBLICAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO)
O Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da PMBA, no uso de
suas atribuições, informou a este Comando-Geral, a aprovação do Projeto
Pedagógico do Curso de Formação de Oficiais Auxiliares (CFOAPM), com carga
horária de 1.660h/a (hum mil, seiscentos e sessenta horas aula), na modalidade
presencial, a contar de 04 de janeiro de 2021.
NBGO n.º IEP/CPCP – 008/01/2021
AN O 20 1 7 N º B G O e D a ta d e Au to riz aç ão 0 81 – 2 7 d e ab ril de 2 01 7
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
1. Nome da Unidade: Academia de Polícia Militar
2. Nome dos Dirigentes: Coronel PM Jorge Ubirajara Pedreira
3. Nome do Curso: Curso de Formação de Oficiais Auxiliares Policiais
Militares
4. Área do conhecimento em que se aplica o Curso: Ciências Policiais -
Sociologia Aplicada a Segurança Pública (* de acordo com a Tabela MEC)
5. Forma de Oferta do Curso: Presencial
6. Titulação: Tecnólogo em Ciências Policiais
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1. APRESENTAÇÃO
A reformulação curricular proposta pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP),
e pela Academia de Polícia Militar (APM), pretende definir um novo perfil para o
Oficial do Quadro Auxiliar da Polícia Militar, valorizando-o profissionalmente. Por
conseguinte, o currículo será alinhado às recomendações da Matriz Curricular
Nacional e da Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional (LDB/96).
Busca-se, desta forma, adequar o curso às exigências do MEC, no que se refere
ao Curso de Tecnólogo, bem como potencializar a inserção do profissional de
Segurança Pública no contexto educacional, socioeconômico e político da socie-
dade brasileira de maneira a facilitar sua identificação e valorização pela socieda-
de a que serve.
Para tanto, o curso será desenvolvido num período de 01 (um) ano letivo,
em regime semestral e mais 03 (três) meses de desenvolvimento de estágio
operacional – Aspirantado, atendendo ao Decreto Estadual nº 16.300, de 27 de
agosto de [Link] forma, observasse que o curso possui duas partes:
1ª parte - Formação curricular com integralização realizada na APM no
período de 01 (um) ano letivo, aprimoramento gradual específico em atividades
operacionais e administrativas a serem desenvolvidas nas Organizações Policiais-
Militares (OPM);
2ª parte - O Aspirantado - estágio avançado em Unidades Operacionais da
PMBA, onde será realizada a especialização do profissional nas áreas de
gerenciamento de processos e rotinas administrativas e operacionais nos campos
de atuação da PMBA.
A i n d a n a p r esen te m atr i z c u r r i cu l ar se d i sco r re so b r e a i d en ti d ad e i n sti tu ci o n al
d a o r g an i z aç ão d a A P M at r av és d a ex p o si ç ão d o s h i st ó r i c o s so b r e: a P o l í c i a M i -
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
litar da Bahia (PMBA); o perfil do egresso; da Academia de Polícia Militar (APM)
e o Curso de Formação dos Oficiais Auxiliares da PMBA a fim de compreender
no contexto atual o perfil profissiográfico requerido para o policial militar, bem
como para a proposta de formação da Academia. Sendo assim, apresenta-se as
como premissas deste currículo as competências, habilidades e valores éticos os
quais deverão ser fomentados por estratégias e ações pedagógicas as quais cor-
roborem tanto para o aperfeiçoamento do perfil dos alunos do CFOA quanto
para o desenvolvimento do perfil almejado para os futuros gestores da área de
segurança pública do Estado.
Assim, os objetivos traçados por semestre visam propiciar a aprendizagem
do aluno na direção ao perfil profissiográfico desejado pela Academia, mediante
um processo ensino-aprendizagem pautado na interdisciplinaridade, a fim de pro-
piciar uma formação mais profícua para os futuros oficiais militares. Esta estratégia
se desenvolve a fim de facilitar o diálogo entre as diversas áreas do saber e viabilizar
a ampliação do debate sobre temáticas atuais provocando o aprofundamento e\ou
atualização dos alunos-a-oficiais, mediante o desenvolvimento das atividades com-
plementares.
Ações que se constituem em ferramentas vitais para assegurar a
transversalização dos conteúdos das distintas áreas do conhecimento elencadas
na matriz curricular do curso. Logo, a proposta das referidas atividades se desen-
volverá para atender a demanda de atualização técnico-profissional, o que resul-
tará na execução de seminários, visitas técnicas, whorkshop, palestras, dentre
outras ações pedagógicas que viabilizem a discussão, esclarecimentos e aprimo-
ramento dos conhecimentos vigentes referentes vida laboral do policial militar.
Destaca-se, por fim, o processo de avaliação, o qual precisa transcorrer em
consonância com a interlocução entre os conhecimentos aprendidos, a associa-
ção contínua entre teoria e prática, o estabelecimento de critérios claros e a utiliza-
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ção de uma metodologia dialógica a qual deve potencialize em sala de aula a
participação, socialização de vivências, aprofundamento e aprendizados de no-
vos conhecimentos. Isto também deverá embasar o estágio avançado
(Aspirantado), cujo período proposto é de três meses, o qual deve atender o
desafio de propiciar atualização e aquisição de novos conhecimentos técnicos aos
profissionais policiais militares que já possuem larga experiência.
Por conseguinte, faz-se imprescindível para a eficiência e eficácia dessa
proposta de formação técnico-profissional de que se irmanem todos os esforços
a fim de que se possa aplicar e avaliar processualmente esta relevante proposta
educativa cujo valor sócio político transcende o âmbito institucional, à medida que
forma profissionais mais aptos para atuar na sociedade.
2. PERFIL DO CURSO
2.1 Justificativa
O Curso de Formação de Oficiais Auxiliares (CFOA), possui um impor-
tante papel sócio-político-educacional, à proporção que investe no processo
formativo de profissionais policiais militares, que já atuam há bastante tempo na
área de Segurança Pública. Mas, que ainda assim, necessitam de um
aprofundamento teórico-prático, para exercerem com mais eficácia e eficiência o
seu papel de cidadão e servidor público do Estado. Outro fator que denota a
importância sócio-político-educacional dessa ação refere-se ao fato dela vir ao
encontro do anseio desse efetivo de servidores, buscando vivenciar um processo
de formação continuada de qualidade.
Ao observar-se o ritmo célere da vigente sociedade da informação e do
conhecimento, com seu crescente processo de rearranjo político, econômico e
social que impacta fortemente o processo de construção do conhecimento, bem
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como as relações de produção e interação humana, constata-se, paradoxalmen-
te, que em meio a tais contrastes, se encontram brechas para se repensar o
surgimento de políticas públicas mais articuladas e estruturadas, as quais estabe-
leçam um diálogo democrático entre o poder público e a sociedade, com vistas à
implementação de uma política de formação mais reflexiva e propositiva, para os
profissionais da segurança pública do Estado.
Portanto, mesmo ciente das limitações inerentes ao alastramento de uma
ação desta natureza, não se pode desconsiderar sua importância para a promo-
ção de melhorias no processo ensino-aprendizagem no âmbito militar. Pois, ao
possibilitar que o policial militar revisite conceitos, atitudes e procedimentos refe-
rentes às suas práticas laborais, reitera a reapropriação por parte deles, dos fun-
damentos basilares preconizados pela APM e ressignifica a sua atuação. Por
conseguinte, mediante uma concepção de educação reflexiva, aspira-se, que cursos
dessa magnitude, fomentem o diálogo democrático entre o poder público e a
sociedade, com vistas à implementação contínua de propostas formativas que
assegurem qualidade para os profissionais da Segurança Pública do Estado.
2.2 Breve Histórico da Instituição de Ensino
Criação em 1935, pelo Comandante-Geral à época, o Cel EB Liberato de
Carvalho, do Centro de Instrução Militar (CIM), face às ações do banditismo
em solo baiano, mediante Portaria publicada no Boletim n.º 162, de 18 de julho
de1935, em caráter provisório, sendo ratificada a sua criação pelo Governo do
Estado através do Decreto Estadual n.º 9731, publicado no dia seguinte. Este
Centro funcionou inicialmente no Quartel de São Lázaro, sob a Direção do Maj
PM Arlindo Gomes Pereira.
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
Em 1940, este Centro passou a denominar-se Centro de Instrução Técnico
Profissional (CITP), passando a ter 03 (três) Escolas: a Escola de Candidato a
Oficial (ECO), a Escola de Graduados e a Escola de Especialistas.
Em 1948, por meio do Decreto n.º 14.093, de 1º de setembro deste ano,
o CIPT ganhou a denominação de Centro de Instrução da Polícia Militar (CIPM),
permanecendo a ECO sem alterações funcionais.
Em 21 de dezembro de 1957, através do Decreto Lei n.º 993, foi criado o
Departamento de Instrução, que passou a funcionar na Vila Policial Militar do
Bomfim (VPMB), tendo em seu organograma a Escola de Formação de Oficiais
(EsFO) - antiga ECO, e a Escola de Formação de Graduados (ESFaG),
culminando com a extinção daquele Centro.
Em 1972, por meio do Decreto n.º 22.902, de 15 de maio, a Escola de
Formação de Oficiais passou a ser denominada de Academia da Polícia
Militar(APM);
A APM foi devidamente reconhecida pelo Regulamento Geral da Policia
Militar (RGPM), aprovado e divulgado em 1987.
Em 2004, o Cel PM Antônio Medeiros de Azevedo, foi escolhido como
patrono da APM, por ato de concessão do Comandante-Geral daquele período,
Cel PM Antônio Jorge Ribeiro de Santana, através da Portaria n.º 024, de 09 de
junho de 2004, em reconhecimento à sua trajetória na área educacional da
Corporação, bem como por ter sido o Comandante que formou as primeiras
turmas de Oficiais – Aspirantes no período de 1939 a 1951.
2.3 Missão Institucional
Promover a formação, a capacitação e a especialização de Oficiais da
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Polícia Militar da Bahia e coirmãs, bem como de outras instituições da área da
Segurança Pública, em convênio de cooperação técnica (art. 35, II, alínea “a”,
DGE 2016-2019).
2.4 Bases Legais
Lei Estadual n.º13.588, de 10 de novembro de 2016, que reorganiza a
Polícia Militar da Bahia, dispõe sobre o seu efetivo e dá outras providências;
Lei Estadual n.º 18.293, de 04 de abril de 2018, que altera os decretos
16.300 e 16.301 de 27 de agosto de 2015;
Decreto n.º 1.331, de 07 de julho de 1992, que aprova o Regulamento da
Academia de Polícia Militar;
Decreto n.º 19.967, de 02 de setembro de 2020, que regulamenta o in-
gresso no Quadro de Oficiais Auxiliares Policiais Militares – QOAPM, bem como
o Curso de Formação de Oficiais Auxiliares Policiais Militares – CFOAPM e dá
outras providências;
Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada no
Suplemento Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de 22
de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem adotadas
no âmbito educacional da Corporação;
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Portaria n.º 007- CG/08, publicada na Separata ao BGO n.º 024, em 11
de fevereiro de 2008, que traz os critérios para planejamento e fiscalização das
atividades de ensino;
Portaria n.º 040 – CG/08, publicada no BGO n.º 198, em 23 de outubro
de 2008, que esclarece as normas e critérios para indicação de policiais militares
a cursos, estágios e treinamentos;
Portaria n.º 069 - CG/11, publicada em BGO n.º 159, de 19 de agosto de
2011, que regula a atuação dos Subtenentes no âmbito da PMBA;
Portaria n.º 024 – CG/17, publicada no BGO n.º 053, de 16 de março de
2017, que regulamenta o estágio dos Aspirantes-a-Oficial PM
Normas para Planejamento de Condutas da Educação (NPCE 2020),
publicada em Separata ao BGO n.º 001, de 02 de janeiro de 2020, que norteia
o planejamento, conduta e o ensino na PMBA por meio da fiscalização dos
eventos educacionais e pedagógicos desenvolvidos pelos órgãos de execução,
subordinados tecnicamente ao IEP.
3. OBJETIVOS
3.1 Objetivo Geral
Habilitar o policial militar, na condição de Subtenente, para o exercício do
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oficialato do Quadro de Oficiais Auxiliares Policiais Militares propiciando a com-
preensão do labor das atividades operacionais e administrativas, para funções de
Oficiais subalterno e intermediário, no âmbito da Corporação.
3.2 Objetivo Específico
a) 1º Semestre
Capacitar o exercício de análise das funções próprias do gestor de processos
de interação com a comunidade, inerente à condição de oficial subalterno;
Aprimorar a utilizar ferramentas de gestão (serviços, financeiros,
orçamentários), integrada e comunitária;
Aprimorar os conhecimentos técnico-profissionais;
Capacitar para gerir equipes operacionais;
Gerenciar e intermediar conflitos;
Utilizar métodos e análise de investigação de polícia científica;
Utilizar tecnologia moderna e avançada, como ferramenta de
eficiência, eficácia e efetividade na prestação de serviços.
b) 2º Semestre
Analisar os métodos organizacionais, sistematização e controle operacional
e administrativo;
Desenvolver a especialização das atividades policiais;
Fundamentar as práticas de Feitos investigatórios;
Analisar os diversos cenários favoráveis e desfavoráveis para tomada de
decisões Institucionais;
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Qualificação e capacitação voltada para a pesquisa como sis-
tematização do saber;
A utilização de métodos quantitativos e qualitativos para plane-
jamento, mensuração, avaliação e acompanhamento de atividades
policiais.
4. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
4.1 Carga Horária
O curso possuirá 1.660 (hum mil, seiscentos e sessenta) horas/
aula.
4.2 Duração Do Curso
O curso será executado em 11 (onze) meses, ou seja, em 50
semanas letivas.
4.3 Quantidade De Vagas
A ser definido de acordo aos interesses da Administração Pú-
blica.
4.4 Público
O CFOA será constituído Alunos-a-oficial oriundos da carreira das Pra-
ças, unicamente ocupantes da graduação de Subtenente PM, que deverá ser apro-
vado nos exames de saúde física e mental e teste de aptidão física.
4.5 Critérios De Seleção
A indicação e matrícula dos policiais militares para o curso estará condicio-
nada aos termos estabelecidos em edital específico, amparada pela legislação
atual a época.
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4.6 Supervisão e Coordenação Geral do Curso
O curso será coordenado pela APM, segundo os moldes da
DGE 2016-2019.
5. DESENHO CURRICULAR E METODOLOGIA DE
ENSINO
A abordagem pedagógica da APM reconhece a necessidade de promoção
contínua e progressiva da autonomia do estudante, e elege, portanto, a abordagem
tradicional, o sócio cognitivismo e o trabalho colaborativo para a construção do
conhecimento como pressupostos educativos que subsidiam e definem o processo
de aprendizagem. Por certo, esse processo acontecerá em ambientes de salas de
aula, auditórios e em espaços destinados às instruções práticas, além dos espaços
extraclasses quando necessários para a construção coletiva do conhecimento.
A matriz curricular do CFOA foi construída seguindo as áreas temáticas
previstas na Matriz Curricular Nacional (MCN), publicada pela Secretaria
Nacional de Segurança Pública (SENASP), em 2014 - referencial teórico
metodológico que trata sobre a formação e capacitação dos profissionais da
área de segurança pública, que traz em seu bojo propostas de ações formativas
norteadas pela prática profissional reflexiva e princípios da autonomia intelectiva,
permitindo repensar o currículo e sua organização, bem como os tempos e espaços
que pudessem privilegiar a aprendizagem, seus diferentes tipos e recursos, com o
intuito de melhorar a qualificação desses profissionais.
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Quadro 1 – Matriz Curricular do CFOAPM
1º SEMESTRE
CARGA
ÁREA TEMÁTICA DISCIPLINA
HORÁRIA
ENSINO FUNDAMENTAL
1 PORTUGUÊS LÍNGUA PORTUGUESA 45
2 ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS 45
INTRODUÇÃO AO
3 DIREITO 45
ESTUDO DO DIREITO
4 DIREITO DIREITO PENAL 60
5 DIREITO DIREITOS HUMANOS 30
SOCIOLOGIA DA
6 CIÊNCIAS SOCIAIS 30
VIOLÊNCIA
PSICOPATOLOGIA
7 PSICOLOGIA 30
CRIMINAL
8 METODOLOGIA TÉCNICA DE ENSINO 30
METODOLOGIA DA
9 METODOLOGIA 30
PESQUISA APLICADA
ENSINO PROFISSIONAL
10 FORMAÇÃO MILITAR ORDEM UNIDA 30
11 TIRO TIRO POLICIAL I 45
12 LEGISLAÇÃO LEGISLAÇÃO PM 45
POLICIAMENTO EM
13 ESTUDOS POLICIAIS 45
EVENTOS ESPECIAIS
POLICIAMENTO DE
14 ESTUDOS POLICIAIS 45
TRÂNSITO
POG – Policiamento
15 ESTUDOS POLICIAIS 30
Ostensivo Geral I
RESPONSABILIDADE,
16 ESTUDOS POLICIAIS 30
CHEFIA E LIDERANÇA
ENSINO FUNDAMENTAL 345
ENSINO PROFISSIONAL 270
TOTAL 615
ATIVIDADES COMPLEMENTARES I
ATIVIDADES C H
1 DEFESA PESSOAL 30
SEMINÁRIOS, W ORKSHOPS E
2 15
PALESTRAS
3 VISITAS ORIENTADAS 15
4 ATIVIDADES CULTURAIS 15
5 ESTÁGIO 45
SAÚDE EMOCIONAL E
6 30
QUALIDADE DE VIDA
7 EDUCAÇÃO FÍSICA I 45
TECNOLOGIA DA
8 30
INFORMAÇÃO I
TOTAL 225
CARGA HORÁRIA TOTAL 1º SEMESTRE 840
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2º SEMESTRE
ÁREA TEMÁTICA DISCIPLINA CARGA HORÁRIA
ENSINO FUNDAMENTAL
1 COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO SOCIAL PM 30
GESTÃO PM: Funções Administrativas em
2 ADMINISTRAÇÃO 30
Unidades Operacionais
3 DIREITO DIREITO PENAL MILITAR 45
4 DIREITO DIREITO ADMINISTRATIVO 45
DIREITO PROCESSUAL PENAL E
5 DIREITO 60
PROCESSUAL PENAL MILITAR
PRÁTICA DE PROCESSO
6 DIREITO 60
INVESTIGATÓRIO
7 DIREITO LEIS ESPECIAIS APLICADAS 30
8 METODOLOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 30
CIÊNCIAS
9 RELAÇÕES RACIAIS E DE GÊNERO 30
SOCIAIS
ENSINO PROFISSIONAL
10 TIRO TIRO POLICIAL II 45
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL E
11 ADMINISTRAÇÃO 30
LOGÍSTICA
ESTUDOS
12 PLANEJAMENTO OPERACIONAL 30
POLICIAIS
ESTUDOS POLÍCIA CIENTÍFICA (medicina legal e
13 30
POLICIAIS criminalística)
ESTUDOS
14 INTELIGÊNCIA POLICIAL 30
POLICIAIS
ESTUDOS
15 POLICIAMENTO COMUNITÁRIO 30
POLICIAIS
ESTUDOS
16 POG – Policiamento Ostensivo Geral II 30
POLICIAIS
ENSINO FUNDAMENTAL 360
ENSINO PROFISSIONAL 225
TOTAL 585
ATIVIDADES COMPLEMENTARES II
ATIVIDADES C H
1 DEFESA PESSOAL 30
SEMINÁRIOS, WORKSHOPS E
2 15
PALESTRAS
3 VISITAS ORIENTADAS 15
4 ATIVIDADES CULTURAIS 15
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
5 25
OPERACIONAL
JORNADA DE INSTRUÇÃO
6 60
POLICIAL MILITAR
7 EDUCAÇÃO FÍSICA 45
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
8 30
II
TOTAL 235
CARGA HORÁRIA TOTAL 2º SEMESTRE 820
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CFOA 1660
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Em termos pedagógicos, a APM buscou associar a experiência técnica
militar na formação de oficiais e trouxe como concepção epistemológica nas
suas diretrizes pedagógicas a conciliação de princípios filosóficos, teóricos e
metodológicos contemporâneos pautados na Teoria da Prática Profissional
elaborada por Donald Schon e na Teoria da Aprendizagem Significativa proposta
por Ausubel. Enquanto a primeira defende a ideia da reflexão antes, durante e
após a sua ação como aspecto elementar à autonomia intelectiva (concepção
pedagógica referenciada na MCN), o segundo tem como foco a problematização
do processo de ensino-aprendizagem e considera a experiência de vida do
discente como ponto de partida para a aprendizagem (AUSUBEL, 2000;
MOREIRA,2006; PELIZZARI et. al., 2002).
O pensamento de Schön pode ser entendido como a busca pela articulação
entre a teoria e prática, ou seja, o fazer e o pensar. Para tanto, ele dizia que o
profissional precisava apresentar a competência artística, denominada pelo autor
de artistry. O referido autor usa o termo professional artistry “[...] para designar
as competências que o profissional revela em situações únicas e de conflito, [...]
que pode ser expressado através da observação e da reflexão sobre a ação”
(DORIGON E ROMANOWSKI, 2008, p.06).
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A epistemologia da prática se embasa nos conceitos de conhecimento na
ação e reflexão na ação. O conhecimento na ação é o componente que está
diretamente relacionado com o saber-fazer: é espontâneo, implícito e surge na
ação, ou seja, um conhecimento tácito. Todavia, as experiências pelas quais os
sujeitos passam, sejam elas agradáveis ou não, contém um elemento não esperado.
Nessa situação, o sujeito pode reagir colocando a situação de lado ou tentando
resolvê-la por meio da reflexão e suas formas: reflexão na ação, reflexão sobre a
ação e reflexão sobre a reflexão na ação.
Por sua vez, a teoria da aprendizagem significativa que atravessa transver-
salmente essa concepção curricular, é um processo através do qual um novo co-
nhecimento se relaciona aos conhecimentos prévios, de maneira não arbitrária e
não literal, provocando mudanças na estrutura cognitiva dos estudantes, o que
permite a ampliação, avaliação e reconfiguração dessa informação transforman-
do-a em uma nova. Parte-se, portanto, da experiência dos futuros Alunos-a-ofici-
al, firmando o compromisso de produzir um conhecimento socialmente relevante
para o exercício profissional como tenente da PMBA.
Delimitados tais aspectos, a matriz curricular proposta para o CFOAPM
contemplará o ementário, conforme apresentado no Quadro 2 a seguir:
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o
SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
Quadro 2 – Ementário CFOAPM
DIS CIP LIN A C/H E M E N TA
P ro m over o d esenvolvim ento d e níveis com plexos de in terpretação e in telecção
de te xto s, d estreza, co esão e co erên cia na pro dução te xtu al. C om u nicado s,
L ÍN G U AP O RTUG UE S A 45
no ta s de instru ção, o fícios, b oletim de oco rrên cia, solicitaçõe s. P ro nom es de
trata m en to e característic
Re lação de m ú tua depe ndên cia: pe sso as e E m presa/O rgan ização ; E vo lução
histórica da a dm in istração d e re cu rsos hu m an os; respo nsabilid ade de linh a x
G E S TÃO D E P E S S O AS 45
função d e sta ff; pro cessos d e gestão de pessoa s (recrutam en to , seleção ,
trein am e nto e de senvo lvim ento, re m u ne
A ciên cia jurídica. A evolu ção histórica do Direito - O Ju s na turalism o, o
IN TR O DU ÇÃO AO E S TU DO DO D IR E IT P ositivism o Jurídico, o N orm ativism o jurídico. T eoria P ura do D ireito de Han s
45
O K elsen . O P ós-p ositivism o. A socieda de e o D ireito. O Dire ito co m o
pressu posto fun dam ental à o rdem jur
E vo lução h istó rica, conceito e inter-relacion am ento com a s ciê ncias a fin s.
Ideia s dou trinas e escola s pen ais. Fon tes do dire ito pe nal. O Direito p enal
D IR E ITO P E NAL 60
brasileiro. O prin cípio d a re se rva legal. Lei p ena l no tem p o, n o espa ço e em
re lação às pe sso as A co nceit
Co nceito d e Hum an os e seus aspectos filosóficos, históricos, ju ríd ico s,
po líticos e so ciais. A s Declarações e tratado s Internacion ais. Direitos hum ano s
DIR E ITO S H UM ANO S 30
e a Con stitu içã o B rasileira d e 1 988 . Direitos hum anos n o B rasil: atua lidade e
de sa fio s. A m uda nça de p a
O s con ceitos de violê ncia e crim ina lidade com o p rod utos h istó ricos e
sociais(Y ves M ichau d). A vio lência e a crim ina lidade de ntro do s pa radig m a s
S O CIO LO G IA DA V IO L Ê NCIA 30
clássicos: D urkhe im , Ma rx e W eb er. A m u ltica usalida de do fen ôm e no da
vio lência. A s prin cip ais explicaçõe s p ara
Crim ino gên ese e crim inolo gia – pressupostos, persp ectivas, valores e é tica .
Crim ino so – asp ectos bio lógico, psicológico , so cia is. Co ndiçõe s ju ríd ica s.
P S ICO P ATO LO G IA CRIM INAL 30
Le vanta m en to, pesqu isa s e acom pa nham ento s. A ge ntes e pape is de
conten ção. O crim inoso, o crim e e a crim i
A spectos Co nceituais da E ducação . O q ue é en sin ar? O que é ap rend er?
M etodo logia e P rá tica de E nsino. E sco lha e utiliza ção d os re cu rsos did áticos e
TÉ CNIC A D E E NS INO 30
au diovisu ais. Cla ssificação d os conte údos (con fo rm e Za bala). A s p rincipa is
técnicas de E n sino. P lane jam ento
M étodo s científico s. Diretrize s m etod ológicas para a pro dução do trab alho de
M E TO D O LO G IA D A P E S Q UIS A
30 pe sq uisa. P rocesso e técn ica s d e pesqu isa . In strum e ntos de pesquisa .
AP LICADA
Re latório d e pesqu isa e trab alho de co nclusão d e curso
A spectos fu nda m en tais no com ando de trop a. Habilid ade s individuais e
coletivas, co m e sem arm a. Fo rm aturas M ilitares. G uard as Fúneb res. O oficial
O RDE M UN IDA 30
com o instrutor de O rde m Unid a. Ma nuseio da espad a n as form aturas e
gu arda s.
A rm as de fogo : histórico ; id entificação e classificação; A rm as em uso na
corp oraçã o: características; m un ições; e fe ito d o tiro ; fund am ento do tiro ;
TIRO P O L IC IAL 45
No rm a s de S eg ura nça. Leg isla ção espe cífica so bre ca rga, recarga e
m anuten ção; P orte d e A rm a; Legisla çã o e r
O rganização P M com b ase na s legisla çõ es fede ral e estadu al. E statuto ,
LE G IS LAÇ ÃO P M 45 organização básica e serviços a fin s. Leg isla ção d e p essoal, m aterial e
finan ce ira.
Fun dam entos Le gais: A m p aro leg al para atuação da P M e m locais de e ven to s;
P O L IC IAM E N TO E M E V E NTO S A m paro leg al p ara busca pessoal em locais de eve ntos púb licos e evento s
45
E S P E CIAIS privado s; P orte d e arm a de fog o em locais d e eventos; prin cip ais açõe s
crim inosas em eve ntos. P lane jam e nto Té
Re conhe ce r, identificar e se r capaz de aplica r co rre ta m e nte os artigo s do CT B ,
suas resoluçõe s, m ed idas a dm in istrativas e co nhecer os proce sso s
P O LICIAM E N TO DE TRÂNS ITO 30
ad m inistra tivos co nform e capítulos XV II e X V III; Con hecer sobre crim e s de
trân sito . C onh ecer os do cu m e ntos de p
A spectos D outrin ários d a A bo rdag em P olicial; C onceito s e N oções G erais da
P O G – P O L IC IAM E N TO O S TE N S IV O A bo rdag em P olicial; E spe ctros da A b orda gem P olicial; Té cn icas de B u sca ;
30
G E R AL I Técnica s d e E m preg o de A lg em a s n a A b orda gem P olicial; T écnicas de
A bo rdag em a P e sso as a P é; Técnicas de A bord
A spectos ge rais dos pro blem as de ch efia e lide rança . Lid era nça em função do
ind ivíd uo, do grup o e da situa ção. E stilo s d e lidera nça (a utocrática e libe ral).
RE S P O N S ABILIDAD E , CHE F IA E
30
LIDE R ANÇ A
De legaçã o d e autoridade a che fe s en ergizadores. Técnicas de m otivação e
incen tivo. Tran sm issão e
C ARG A H O RAR IA TO TAL 600
Pág. 55
o
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ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Força; Chutes, projeções, Forçamentos e torções; Uso do bastão. Aspectos
conceituais, procedimentais e atitudinais. Equipamento policial: Algemas,
cassetete, bastão de madeira e tonfa e colete à prova de balas. Prática dos
fundamentos de quedas e rolamentos. Prática dos fundamentos das
técnicas de projeção. Prática dos fundamentos das técnicas de
DEFESA PESSOAL 30 imobilização. Prática dos fundamentos das técnicas de estrangulamento.
Posicionamento ao atender ocorrências policiais perigosas. Identificação
das armas naturais. Identificação dos pontos sensíveis do corpo.
Identificação e prática dos fundamentos de defesa contra as agressões
mais comuns no dia-a-dia do serviço policial militar. Identificação e prática
dos fundamentos de ataque aos pontos sensíveis.
Temas selecionados pela administração da APM que possibilitem a
SEMINÁRIOS,WORKSHOPS E
15
PALESTRAS
complementação e o aprofundamento do conhecimento adquirido no curso.
Visitas de instrução voltadas para o desenvolvimento prático e
aprofundamento do conhecimento adquirido no curso. Visitas técnicas e
orientadas com produção de relatório: Sedes das Unidades Operacionais
VISITAS ORIENTADAS 15 com responsabilidade territoriais e Especializadas, sediadas na capital
baiana, com vistas à observação das práticas administrativas e
operacionais; visitas ao DPT, Delegacias da Polícia Civil, Presídios, Casa de
acolhimento de menores
Oficinas de teatro, e adolescentes
música, recital, pintura,infratores, dentre
dança, como outros.
forma de expressão
ATIVIDADES CULTURAIS 15
e integração social.
o desenvolvimento integrado da pessoa na empresa; lazer nas empresas,
SAÚDE EMOCIONAL E QUALIDADE DE qualidade de vida, saúde e sociedade, qualidade de vida na empresa :
30
VIDA programas para a promoção e proteção da saúde ea qualidade da decisão
gerencial e o bem estar pessoal nas relações de trabalho.
Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes dos Exercícios
Físicos relacionados à saúde e desempenho operacional Policial Militar e
liderança das práticas de Educação Física no Comando do Pelotão. Nas
EDUCAÇÃO FÍSICA I 45 Dimensões Funcional-Motora, fisiológica e morfológica. Conhecimentos
básicos sobre Anatomia Humana; Sistema esquelético; Sistema muscular;
Sistema Circulatório; Sistema Respiratório. Conhecimentos básicos sobre
Fisiologia do Treinamento, no que tange a Fisiologia Neuromuscular;
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO I 30 Apresentação e utilização dos sistemas SEI e RH/Bahia
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2º SEMESTRE
DISCIPLINA C/H EMENTA
Apresentar concepções teóricas da comunicação. Apresentar o
papel, a importância da Comunicação no processo de
comunicação organizacional. Especificar conhecimentos sobre o
Composto de Comunicação – Comunicação Integrada,
apresentando aspectos gerais da: Comunicação Interna e
COMUNICAÇÃO SOCIALPM 30 Comunicação Administrativa; Comunicação Institucional (O
Relações Públicas, Jornalismo Empresarial, Editoração
multimídia, Imagem corporativa e; Assessoria de Imprensa) e;
Comunicação Mercadológica (Marketing, Propaganda,
Promoção de Vendas, Feiras e exposições). Apresentar cases
de comunicação(entrevistas).
Características, procedimentos doutrinários, documentação
rotineira e especial, relatórios, rotina diária do oficial nas
funções de Subcomandante de Companhia Independente,
GESTÃO PM 30 Comandante de Pelotão, Corregedor setorial, Chefe da SPO ou
CPO, Secretário, Chefe da Agência Setorial de Inteligência,
Chefe da Seção de Patrimônio, Almoxarife, Chefe do Setor de
Transporte e Aprovisionador.
Considerações gerais; Parte geral do Código Penal Militar, Parte
especial do Código Penal Militar; crimes militares em tempo de
paz (contra a autoridade ou disciplina militar; Contra o serviço
militar e o dever militar, a pessoa, o patrimônio, a administração
DIREITO PENAL MILITAR 45
militar, a administração da justiça militar); Noções gerais sobre
crimes militares em tempo de guerra. Prática de IPM: Prática de
Auto de Prisão em Flagrante; Da Ação Penal; Da execução
penal militar.
Organização administrativa Brasileira; Atos administrativos. I -
Conceitos Básicos; natureza jurídica e objeto do Direito
Administrativo; conteúdo Cientifico; II – Da Administração
Pública: Conceito; elementos, objetivos, Poderes e organização
do Estado; III – Estrutura Administrativa do Estado:
Administração Pública; governo e administração; entidades
políticas e administrativas, órgãos e agentes públicos e
investidura dos agentes públicos; IV – Atividade Administrativa:
conceito de Administração Pública, natureza jurídica da
Administração Pública, finalidade da Administração Pública,
princípios da Administração Pública – legalidade, moralidade,
DIREITO ADMINISTRATIVO 45 impessoalidade, publicidade e eficiência; V – Dos poderes e
deveres do administrador: poder e dever de agir, dever de
eficiência, dever de prestar contas, uso e abuso de poder,
excesso de poder, desvio de finalidade, omissão da
administração; VI – Dos poderes administrativos: poder
vinculado, poder discricionário, poder hierárquico, poder
disciplinar, poder regulamentar, poder de polícia; VII – Serviços
Públicos; VIII – Servidores Públicos; IX – Responsabilidade
Extracontratual do Estado por comportamentos administrativos;
X - Bens Públicos; XI – Procedimentos e Processo
Administrativo; XII - Sistema de Controle da Administração
Pública; XIII – Improbida de administrativa.
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Introdução ao estudo do Direito Processual Penal; relações do
Direito Processual Penal com os demais ramos do Direito e com
outras ciências; princípios do Direito processual penal, fontes do
Direito Processual Penal; a lei processual penal no tempo e no
espaço, a lei processual penal em relação às pessoas,
interpretação da lei processual penal, inquérito policial; prisão
provisória; espécies; prisão administrativa; prisão civil; liberdade
provisória com ou sem fiança, ação penal; classificação,
condições da ação; jurisprudência e competência; questões e
procedimentos incidentes, provas; sujeitos processuais; atos
processuais; citações e intimações; sentença; coisa julgada;
instrução criminal; relação processual penal; pressupostos
processuais, processo e procedimento; formas procedimentais;
procedimento comum e procedimentos especiais para os crimes
DIREITO PROCESSUAL apenados com reclusão; procedimento comum e procedimentos
PENAL EPROCESSUAL 60 especiais para os crimes apenados com detenção; o
PENAL MILITAR procedimento relativo às infrações penais de menor potencial
ofensivo (Lei 9099/95); os procedimentos relativos ás hipóteses
de foro privilegiado; a suspensão condicional do processo penal;
nulidade; recursos e ações de impugnação; relações
jurisdicionais com autoridades estrangeiras; organização
penitenciária; execução das sanções painéis; incidentes da
execução; ação penal e ação civil. Estrutura e Administração da
Justiça Militar Federal e Estadual; Lei de processo penal militar
e sua aplicação; Polícia judiciária militar; Inquérito policial militar;
Prática de inquérito policial militar. Prisão provisória e flagrante
delito; A ação penal militar; O processo penal militar em geral
(Juiz, Auxiliares e partes no processo, denúncia, foro,
competência, questões prejudiciais, incidentes, medidas
preventivas e assecuratórias, prova, processo ordinário,
processo especial, nulidades).
Princípios constitucionais aplicáveis ao processo administrativo.
Processo e procedimento. Legislação aplicável. Sindicância.
Processo Disciplinar Sumário. Processo Administrativo
PRÁTICA DE PROCESSO
60 Disciplinar. Normas de elaboração. Procedimentos obrigatórios.
INVESTIGATÓRIO
Maiores erros cometidos na apuração de um feito investigatório.
Contraditório e a ampla defesa na doutrina da PMBA. Conselho
de Justificação. Conselho de Disciplina.
Juizado Especial Criminal. Boletim de ocorrência, Termo
Circunstanciado (TCO). Estatuto da Criança e do Adolescente.
LEIS ESPECIAIS APLICADAS 30
Contravenções penais. Lei de abuso de autoridade. Lei de
Tortura. Lei que trata do tráfico e uso de drogas ilícitas.
TRABALHO DE CONCLUSÃO Apresentação de TCC e defesa de banca
30
DE CURSO
Conceito básicos (raça; preconceito; racismo; discriminação;
etnia; preconceito racial; identidade; discriminação racial;
mestiçagem; racismo institucional; etnocentrismo; identidade;
RELAÇÕES RACIAIS E DE
30 igualdade formal. racismo estrutural; igualdade material)
GÊNERO
Relações Raciais e Segurança Pública, Diversidade e respeito
religioso, povos e comunidades tradicionais Legislação anti-
racista)
Revisão de Armas em uso na corporação; Reforço das Normas
de Segurança, treinamento intensivo de renuniciamento. Prática
de tiro (tiro de precisão e tiro prático) e manutenção em seus
TIRO POLICIAL II 45 diversos escalões, com arma longa; SMT calibre .40, revisão da
espingarda calibre 12 e a PT calibre .40 (arma curta). Instrução
com armas Taser. Atividades sob stress (Stress Fire) e
Transposição de Obstáculos. Pista de tiros.
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Gestão da cadeia de suprimentos. Gestão de compras e aquisição de
recursos materiais e patrimoniais. Gestão de estoques e almoxarifado.
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL E
30 Sistemas de movimentação e armazenagem. Logística de distribuição.
LOGÍSTICA
Processamento de pedidos. Gestão de transportes e operadores
logísticos. Roteirização; Legislação de Materiais aplicada a PMBA.
Níveis de Planejamento; Fundamentos básicos da Análise Criminal;
Policiamento Orientado para o Problema (POP – Método IARA);
Levantamento estratégico; Estudo de situação e análise de
características para emprego de policiamento em áreas residenciais,
comerciais, bancárias e turísticas. Estatística aplicada ao planejamento.
PLANEJAMENTO OPERACIONAL 45
Instrumentos adotados pela Corporação para formalização de
planejamento; Documentos Operacionais (Diretriz operacional; Ordem
Preparatória; Ordem de Policiamento Ostensivo; Ordem de Serviço;
Plano de Operações; Ordem de Operações; Relatório-Crítica e Escala
de Serviço. Exercícios práticos simulados.
I - A importância para a investigação policial, perícia criminal e
legislação brasileira; II Fundamentos da criminalística: o crime e a prova
técnica; caracterização da criminalística: conceituação e finalidade,
antecedentes históricos e evolução; comportamento criminoso e
abordagem científica ampla; inovações tecnológicas nos métodos,
técnicas e procedimentos, áreas de atuação: distinções e
especificidade; III - A importância do local do crime: levantamento do
local – identificação, isolamento e preservação, evidências físicas,
indícios e vestígios, elemento local; a autoridade policial no local do
crime; IV – Tipificação das perícias criminais: caracterização das
POLÍCIA CIENTÍFICA (MEDICINA perícias criminais (abrangendo perícias externas internas e de
30
LEGAL E CRIMILALÍSTICA) laboratório), conceito, objeto, requisitos, elementos básicos,
informações; IV– Perícias externas: perícias de crimes contra a vida,
perícias de crimes contra o patrimônio, perícias de trânsito, perícias de
crimes contra o meio ambiente, vistorias periciais de engenharia legal e
outras; V – Perícias internas e de laboratórios: biologia e bacteriologia
legal, balística forense, documentos cópia, identificação civil, criminal e
retrato falado, toxicologia e outras; VI – Laudos periciais: perícia oficial e
seu enfoque jurídico e doutrinário, utilização e importância nas fases
investigatórias e processuais, técnicas de elaboração de laudos: regras
básicas, genéricas e específicas. Balística Forense: Biologia forense:
Datiloscopia; Documentos cópia e Fonética forense.
Evolução histórica da Atividade de Inteligência. Princípios e conceitos
básicos da Inteligência em Segurança Pública. Ramos da atividade de
Inteligência. Aspectos legais da Atividade de Inteligência. Estrutura
orgânica do COInt e sua missão Institucional. Sistemas e Subsistências
INTELIGÊNCIA POLICIAL 30
de Inteligência no Brasil, na Bahia e na PMBA (Sistema de Inteligência
da Polícia Militar – SINPOM); Noções básicas de ações e técnicas de
Operações de Inteligência. Distinção entre Atividade de Inteligência de
Segurança Pública e a Investigação.
Difundir a estratégia de Polícia Comunitária, conhecer a filosofia e o
policiamento de proximidade, capacitar os Alunos Oficiais PM a atuar no
policiamento comunitário. Atuar como policial comunitário, processo de
implantação de policiamento comunitário em uma Unidade da Polícia
Militar, Interação como suporte da segurança cidadã, Identificação dos
POLICIAMENTO COMUNITÁRIO 30
problemas sociais locais, análise da comunidade, identificar lideranças e
grupos relevantes, como sensibilizar sua tropa para atuar no
policiamento comunitário, redução do medo e da desordem;
Sensibilização para a implantação do Conselho Comunitário de
Segurança.
Técnicas de Abordagem a Veículos de Transporte Coletivo; Técnicas de
Abordagem a Veículos de Carga; Técnicas de Abordagem a
POG – POLICIAMENTO Edificações; Técnicas Urbanas de Progressão de Tropa; Sistema de
30
OSTENSIVO GERAL II Comunicação PM; Apresentação de Ocorrências Policiais em
Delegacias de Polícia Civil; Procedimentos em Caso de Ocorrência de
Resistência Seguida de Morte.
CARGA HORARIA TOTAL 600 600
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ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Revisão dos princípios gerais do uso da força; Revisão da teoria
do uso da força não-letal; Revisão de fundamentos do uso da
força; Chutes: Revisão/treinamentos; projeções:
Revisão/treinamento; Forçamentos e torções:
DEFESA PESSOAL 30
Revisão/treinamento; Reação a agressões sem armas;
Imobilizações. Técnicas e táticas policiais e técnicas de
imobilizações e conduções: modelos de outros países e
elaboração de doutrina da PMBA.
Temas selecionados pela administração da APM que
SEMINÁRIOS, WORKSHOPS
15 possibilitem a complementação e o aprofundamento do
EPALESTRAS
conhecimento adquirido no curso.
Visitas Técnicas e orientadas com produção de relatório: Sedes
do Governo do Estado das Atividades de Segurança Pública
VISITAS ORIENTADAS 15 Integrada, de gestão, comunicação e decisão estratégica e
órgãos de Comando Estratégico da PMBA. Bases comunitárias
de segurança pública.
Estágio operacional em Unidades Operacionais da capital e/ou
do interior do estado; observação do serviço de oficial de
ESTÁGIO SUPERVISIONADO operações no contexto geopolítico, da área, subárea, setor,
24
OPERACIONAL subsetor e posto onde exerce suas funções; implicações
políticas e sociais e dificuldades operacionais bem como a
execução do planejamento operacional.
TECNOLOGIA DA Análise, apresentação dos sistemas de gestão de Pessoas,
30
INFORMAÇÃO II SISGOV e Análise Criminal
Exercícios práticos simulados relativos á matéria Estudos
JORNADA DE INSTRUÇÃO
60 Policiais, em especial, situações problemas enfrentadas pelos
POLICIAL MILITAR (JIPOM)
oficiais de Unidades Operacionais, com ênfase na atualidade.
Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes
dos Exercícios Físicos, relacionados à saúde e desempenho
operacional Policial Militar e liderança das práticas de Educação
Física no Comando do Pelotão. Nas Dimensões Funcional-
Motora, fisiológica e morfológica. Além de conteúdos teóricos
referentes a conhecimentos básicos sobre Medidas e Avaliação;
Conhecimentos básicos sobre Avaliação Postural.
Conhecimentos básicos sobre Atividade Física, Saúde e
EDUCAÇÃO FÍSICA II 60 Qualidade de Vida, no que tange a Era do Estilo de Vida;
Aptidão Física; Composição Corporal, Excesso de Peso e
Saúde; Orientações Gerais para a Prática de Exercícios;
Qualidade de Vida: Fator Alimentação; e Fator Estresse.
Conhecimentos básicos sobre Teoria e Métodos de
Treinamento Esportivo – Conceito, Objetivos e características;
Componentes do treinamento; A lógica do treinamento; O
Planejamento do Treinamento; Métodos Básicos de
Treinamento; Etapas da Preparação Esportiva;
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6. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
A composição da matriz curricular do curso de formação dos Oficiais
Auxiliares (CFOAPM) vem reiterar a proposta educativa do currículo por
competências preconizadas pela APM, no objetivo de assegurar uma formação
técnica profissionalizante, embasada num ensino aprendizagem interdisciplinar, de
cunho crítico, propositivo e fincado em valores. Por conseguinte, propicia o diálogo
entre as diversas áreas do conhecimento, bem como a aquisição e aprofundamento
de técnicas, saberes e procedimentos, a fim de assegurar um processo de
atualização profissional ainda mais profícuo, aos futuros oficiais.
Portanto, a distribuição das disciplinas versa no campo do conhecimento
fundamental, específico e complementar, tendo por objetivo, propiciar uma
educação profissional de caráter mais abrangente, na proporção que:
· As disciplinas alusivas ao ensino fundamental versam no campo filosófico,
social, histórico e têm o compromisso de imprimir um caráter mais panorâmico a
formação. Porém, para que elas atendam aos objetivos propostos pelo curso é
imprescindível que se trabalhem os conteúdos correlacionando os aportes teóricos
aos exemplos práticos.
As disciplinas alusivas ao ensino profissional versam no campo do direito,
legislação, administração, humanidades, normas, técnicas e procedimentos,
referentes ao serviço do policial militar. Logo, possuem um caráter relevante, visto
contribuírem para o processo de atualização e/ou aquisição de novos aprendizados,
os quais, posteriormente, favorecerão o desenvolvimento de competências e
habilidades, laborais e pessoais.
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Ainda no que tange a estrutura da matriz curricular do Curso de Oficiais
Auxiliares (CFOA), vale reiterar o importante papel das atividades complemen-
tares as quais mesmo sem a obrigatoriedade da atribuição de nota, asseguram ao
longo do curso a ampliação de informações, e discussões atuais sobre temáticas
pertinentes a atuação do policial militar. No entanto, é preciso atentar para o fato
de que as referidas atividades devem acontecer em consonância com os objeti-
vos traçados para os dois semestres. Sendo assim, caberá a Gestão do Curso a
averiguação técnico-pedagógica para selecionar os saberes a serem incluídos
durante o processo de formação dos alunos-a-oficiais, quer sejam, em forma de
minicurso, palestra, mesa redonda, workshop, dentre outros.
As atividades preconizadas pelo currículo são:
Acompanhamento Psicopedagógico -Visa propiciar sessões que permitam
um atendimento mais individualizado ao aluno a oficial, mediante a constatação de
dificuldades, referentes ao processo ensino-aprendizagem e/ou diagnóstico sina-
lizado por parte da Gestão do curso;
Seminários, Workshop e Palestras - Têm por finalidade propiciar ativida-
des pedagógicas que aprofundem e ou atualizem temáticas relevantes, os quais
devem ser propostos a partir de uma análise prévia da necessidade da turma;
Visitas Orientadas - Devem propiciar aos alunos: observar, analisar, arguir,
comparar, exemplificar, e por em prática, os conhecimentos de caráter adminis-
trativos e operacionais, apreendidos ao longo do curso e de suas vivências profis-
sionais;
Oficinas Culturais;
Pág. 62
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Jornada de Instrução Policial Militar (JIPOM) - Possibilitar aos alunos a
oficiais um laboratório pautado em práticas atuais nas quais são demandas, o
bom emprego das competências e habilidades laborais pertinentes ao cotidiano
do ser/fazer do policial militar; e
Estágio Supervisionado Operacional.
O desenvolvimento das atividades complementares requer da equipe
gestora do curso uma análise criteriosa na elaboração de instrumentos avaliativos.
Visto que, mesmo sem a atribuição de notas, faz-se necessário obter o feedback
dos cursistas, sobre cada uma das atividades desenvolvidas, para que através
delas possa posteriormente, avaliar e promover as melhorias necessárias na for-
mação proposta.
7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO E REGRAS DE APROVAÇÃO
As avaliações dos níveis de aprendizagem serão realizadas em consonân-
cia com o previsto nos art. 110 a 137 do RAPM c/c DGE 2016-2019, nos
seguintes termos:
Verificação Imediata (VI): aplicadas no início ou final das aulas como
mecanismo de avaliação processual;
Verificação Corrente (VC): são tarefas executadas na classe e fora dela,
durante o ano letivo, com o objetivo de valorizar o estudo, constituindo-se em
provas ou trabalhos, individuais ou de equipe que, realizados na base de pesqui-
sa, da experimentação ou da simples aplicação de conhecimentos ou habilidades,
serão apresentados sob as formas oral, escrita, gráfica ou de execução material
(art. 118, II, RAPM).
· Verificação Final (VF): provas individuais escritas, gráficas ou práti-
cas, realizadas no decorrer do ano letivo ou quando da conclusão da carga horá-
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ria da matéria em oportunidades e condições fixadas pela Direção da APM,
sendo elaboradas e arquivadas pela Seção Técnica de Ensino.
Nessas verificações de aprendizagem, o docente observa a capacidade do
discente em analisar situações concretas e hipotéticas tendo em vista a ênfase na
formação para atuação no campo operacional. Além disso, será necessário que o
discente se auto avalie e busque a sua melhoria contínua. Portanto, é de funda-
mental importância que os Alunos-a-Oficial sejam estimulados à reflexão e avali-
ação dos procedimentos realizados, bem como perceber as discrepâncias e
distorção do que deveria ser aprendido, o saber-ser e o saber-fazer, levando-o a
adquirir uma identidade profissional mais acurada.
Para cada componente curricular serão realizadas verificações de aprendi-
zagem, ou seja, uma avaliação regular aplicada nas disciplinas dos cursos de
formação, aperfeiçoamento e especialização, que seguirá as especificações
publicadas no RAPM: a) disciplinas com até 30h – somente uma verificação final
e; b) disciplinas com carga horária acima de 30h – uma verificação corrente e
uma verificação final.
MFM = (VF X 2) + VC
3
MFM: Média Final da Matéria
VF: Verificação Final
VC: Verificação Corrente
Sobre a VC e a VF, cabe alguns esclarecimentos:
A nota para aprovação por disciplina do curso deverá ser igual ou superior
a 5,0 (cinco);
A VC terá peso 1 (um) e a VF peso 2 (dois), sendo que ambas seguirão as
instruções contidas no RAPM e Plano Geral de Ensino;
A VC poderá ser realizada fora da classe sempre que o professor julgue
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necessário, submetendo o aluno a avaliação oral, apresentando a confirmação ou
retificação da nota atribuída (art. 118, RAPM);
A disciplina Educação Física será avaliada qualitativamente atribuindo-se
conceitos e não graus em notas.
Dessa feita, com vista à elaboração das VC e VF, os professores e
instrutores deverão preencher e enviar à Seção Técnico-Pedagógica e Recursos
Educacionais (STPRE), no início de cada fase do ano letivo, as questões com os
seus respectivos gabaritos a serem anexados ao banco de dados de verificações
da unidade de ensino, conforme o Art. 133 do RAPM (BAHIA. PMBA, 1992).
Ainda de acordo com o RAPM, Art. 136, caso a VF após a correção:
[...] alcance em uma ou mais turmas, índice superior a40% (quarenta por
cento) de graus abaixo de 5 (cinco)ou 60% (sessenta por cento) de graus acima
de 8,90(oito inteiros e noventa décimos), será o resultado considerado anormal,
devendo ser realizada dentro de2 (dois) dias úteis, Pesquisa de Resultado
Anormal(PRA), sob o encargo de uma comissão composta de01 (um) presidente
e 02 (dois) membros, dentre os Oficiais nomeados para lecionar na APM, mediante
designação do Comandante e Diretor de Ensino do
Estabelecimento.([Link], 1992, p. 291).
O RAPM junto com o Plano Geral de Ensino da APM norteará a avaliação
de desempenho, como requisito de habilitação escolar do aluno mediante
aproveitamento escolar nas diferentes matérias, sendo apurado em graus obtidos
nas verificações, com sentido classificatório e seletivo, constituindo então nas
aptidões morais, intelectuais e físicas.
7.1 Provade2ª Chamada
A verificação substitutiva ou 2ª Chamada é a avaliação realizada quando o
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discente falta de forma justificada, segundo o Art. 70, §3ª, I-V, da DGE – 2016/
2019 a uma das VC e uma VF, conforme Art. 66, da DGE – 2016/
2019([Link], 2016) e em caso extremo, a recuperação. A realização
de verificação de 2ª chamada obedecerá às instruções do Plano Geral de Ensino,
conforme Art. 126, §1º, RAPM. ([Link], 1992).
7.2 Recursos para Correção de Provas e/ou Questões
Com relação a revisão de questões será balizada da seguinte maneira: quando
o Aluno-a-Oficial considerar que foi prejudicado em umas das verificações
“[...]poderá apresentar recurso administrativo, devidamente fundamentado, à
coordenação do curso da unidade de ensino que repassará ao docente responsável
pela disciplina. [...]”, conforme o Art. 69, DGE 2016-2019 ([Link],2016,
p. 58), esse recurso deverá ser preenchido em formulário próprio, em até 24
(vinte e quatro) horas após a aplicação da VC e/ou VF.
Caso o Instrutor da disciplina não reconsidere a questão alvo do recurso,
poderá o discente requerer junto à Coordenação Geral que outro docente da
referida disciplina, faça uma nova correção, desde que pertença a estrutura da
PMBA, conforme orientação do parágrafo único, do artigo mencionado acima.
7.3 Recuperação
A Verificação de Recuperação ou VR “[...] é a avaliação única aplicada
em caso de não obtenção da média nas avaliações correntes e imediatas”, de
acordo com o Art. 66, IV, DGE – 2016/2019 ([Link], 2016, p.55),
ocorrendo em consonância com as demais atividades do curso. Contudo, seguirá
os seguintes critérios:
Não será concedido ao Aluno-a-Oficial direito a realização de exame de
recuperação caso tenha sido reprovado em 25% das matérias cursadas;
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Só poderão ser realizados após a conclusão da média e, no mínimo, 72h
(setenta e duas horas) depois, que o mesmo tome conhecimento oficial dos graus
que lhe foram atribuídos;
Em caso de aprovação na Recuperação, será atribuído ao aluno o grau
mínimo de aprovação na respectiva matéria.
7.4 Da Aprovação, Reprovação e Conceito
Quanto à aprovação e reprovação, serão de acordo ao previsto nas legis-
lações de ensino vigente, assim definidas:
Será considerado aprovado no CFOA o discente que atingir a média final
maior ou igual a 5,0 (cinco); e
Obtiver a frequência mínima de 75 % (setenta e cinco por cento) da carga
horária de cada disciplina;
A média final do curso, que definirá a classificação final dos Alunos-a-
Oficial, será feita com base na média ponderada das notas de todas as disciplinas
que integram a matriz curricular.
MFC= M1 + M2 [...] + M3
X (2)
Termos:
MFC: Média Final do Curso
M1: Média da Disciplina A
M2: Média da Disciplina B
M3: Média da Disciplina Y
X: Quantidade de disciplinas
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Fica estabelecido o Quadro abaixo, de acordo ao disposto no Art. 124 do
RAPM ([Link], 1992), para conversão dos graus em conceito nas veri-
ficações, assim como no conceito final do aluno no curso. Observe o Quadro4 a
seguir.
Quadro 4 – Equivalência entre notas e conceito
NOTA CONCEITO
0 a 4,9 I (Insuficiente)
5 a 6,69 R (Regular)
6,7 a 8,39 B (Bom)
8,4 a 10,00 MB (Muito bom)
Fonte: Elaboração própria, adaptada do Art. 124 ([Link], 1992).
7.4 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC/Artigo Científico
Considerando que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/
96), no caput do art. 83, dispõe que o ensino militar é regulado em lei específica,
admitida a equivalência de estudos, de acordo com as normas fixadas pelos sistemas
de ensino. Ainda, segundo a LDB/96, no § 3º do art. 43, a educação superior tem
por finalidade incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando
ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia.
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Visando sempre a qualidade do binômio ensino - aprendizagem, fica esta-
belecido no presente PPC que a elaboração do Artigo Científico será preferenci-
almente individual, podendo se ampliar até o limite de 03 (três) discentes, aten-
dendo aos objetivos, oportunidade e conveniência da Administração Militar.
O estudo da disciplina Metodologia Científica, será fornecida para o
embasamento técnico-científico aos alunos Oficiais.
A elaboração de Artigos Científicos será obrigatória, sendo que eles deve-
rão tratar de assuntos de interesse da Corporação na atividade meio ou atividade
fim, conforme linhas de pesquisa e área de concentração a serem definidas pela
Unidade de Ensino do discente, sendo elaborados em observância às normas da
ABNT.
O aluno Oficial deverá escolher um dentre os temas sugeridos pela coor-
denação do curso, ou poderá escolher um tema que lhe convier, sendo que, neste
último caso, deverá ser comprovado o interesse direto ou indireto da Corporação
ao mesmo.
8. PERFIL DO EGRESSO
De acordo com o perfil que consta do Catálogo Nacional de Cursos Su-
periores de Tecnologia (versão 2010), o profissional de segurança pública deve
estar preparado para atuar nas áreas de política, gestão, planejamento e técnicas
operacionais, no âmbito do sistema de segurança pública, fundamentado nos prin-
cípios da cidadania, dos Direitos Humanos e da cultura da paz em relação às
atividades de prevenção e enfrentamento das conflitualidades contemporâneas.
O egresso do CFOA estará apto a atuar nas atividades finalísticas da
Corporação. Consoante os princípios filosóficos e pedagógicos do curso,
destacam-se as seguintes competências cognitivas, operativas e atitudinais:
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a) COMPETÊNCIAS COGNITIVAS
Ser capaz de agir demonstrando domínio sobre a legislação, normas e re-
gimentos internos aplicados à função e seus trâmites.
Ter a capacidade de interagir com órgãos e integrantes dos sistemas judici-
ário, penitenciário e de defesa social.
Atuar com conhecimentos sobre criminologia, vitimologia e sociologia da
violência.
Ser capaz de respeitar os direitos humanos e cidadania na atuação profis-
sional.
Atuar de acordo com a filosofia do policiamento comunitário.
b) COMPETÊNCIA OPERATIVAS
Ter a capacidade de zelar pela manutenção e guarda dos bens, equipamen-
tos e demais materiais sob sua responsabilidade.
Capacidade de zelar pela boa imagem própria e da instituição.
Demonstrar conhecimento sobre técnicas e procedimentos de preservação
da ordem pública.
Ter a capacidade de utilizar a experiência pessoal e profissional ao planejar
ações, seguindo normas, doutrinas e legislações pertinentes à segurança pública.
Ser capaz de agir demonstrando conhecimentos sobre metodologias e
técnicas de resoluções e gerenciamento de conflitos.
Ser capaz de aplicar técnicas de abordagem policial, com apropriado
comando de voz.
Demonstrar domínio no uso de armamentos e equipamentos utilizados pela
instituição.
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Ser capaz de atuar de acordo com o uso diferenciado da força.
Ser capaz de atuar com segurança em locais com índice elevado de violên-
cia e criminalidade, demonstrando conhecimento da situação.
Capacidade de demonstrar condicionamento físico no desempenho das
tarefas do cargo.
Ser capaz de gerenciar dados relativos à segurança pública (por exemplo,
dados de geoprocessamento, mapas e boletins de ocorrência, dentre outros).
Ser capaz de fazer contato com outros tipos de policiamento para planejar
operações integradas.
Ser capaz de redigir documentos de maneira clara, respeitando os padrões
da norma culta e técnicas de redação oficial da Língua Portuguesa.
Ter capacidade de repassar conhecimentos e informações para a equipe,
quando necessário.
Capacidade de visão sistêmica (ter compreensão do todo em uma determi-
nada situação; ser capaz de combinar partes coordenadas entre si e que formam
um conjunto).
Capacidade de atenção difusa (manter a concentração em uma dada ativi-
dade, ao mesmo tempo em que está atento ao que está acontecendo em sua
volta).
Capacidade de memória visual, fisionômica e/ou auditiva (recordar infor-
mações, dados, fatos, conhecimentos percebidos e fisionomia de pessoas, man-
tendo a lembrança de qualquer coisa ou de alguém).
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Capacidade de agir com rapidez de raciocínio.
Capacidade de adaptação a imprevistos.
c) COMPETÊNCIAS ATITUDINAIS
Agir com orientação para resultados.
Capacidade de visão estratégica (estar atento ao todo, antevendo cenári-
os, coordenando atividades, metas e ações com visão de futuro).
Capacidade de discernimento (julgar e agir de forma clara, com base na
razão e sem deixar-se envolver por sentimentos e emoções).
Capacidade de agir proativamente (buscar soluções de problemas demons-
trando determinação).
Capacidade de agir com persistência e determinação, demonstrando inte-
resse e comprometimento com o trabalho.
Capacidade de manter sigilo.
Capacidade de agir com imparcialidade
Capacidade de trabalhar em equipe.
Capacidade de agir com flexibilidade (saber aceitar sugestões e críticas,
bem como ajustar-se, de forma apropriada, a novos fatos, conceitos ou situa-
ções).
Ter capacidade de agir com criatividade e inovação;
Capacidade de negociação (buscar o consenso de ideias; demonstrar fir-
meza em seus posicionamentos, sem ser intransigente).
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Ter manejo de estresse (saber controlar-se em situações difíceis/
estressantes).
Ter abertura para mudanças no uso de novas tecnologias relacionadas ao
trabalho;
Ter capacidade de agir com empatia (entender e colocar-se no lugar do
outro, compreendendo seus sentimentos, percepções e crenças);
Ter capacidade de comunicação (se expressar e se fazer entender).
Ter capacidade de manter respeito à hierarquia da corporação.
Capacidade de ser assíduo e pontual.
Capacidade de ser assíduo e pontual.
8.1 Perfil Almejado do Gestor
O perfil desejado para o aluno do Curso de Formação de Oficiais Auxilia-
res, consiste em uma formação de cunho profissional, com análise humanística,
política, socioeconômica, compreensão e interpretação de conflitos, valorizando
os contextos socioculturais e geo-históricos, aliada a uma postura reflexiva e vi-
são crítica, fomentando a potencialização do conhecimento, das competências
individuais e enfatizando o trabalho em equipe.
Busca-se uma aprendizagem autônoma, dinâmica e inovadora, qualifican-
do e capacitando para a vida, o trabalho e o desenvolvimento da cidadania.
O perfil profissional abrange 03 (três) esferas de competências:
Profissional – competências para lidar com os desafios e as transforma-
ções profissionais, sempre repensando e refletindo sobre suas práticas;
Institucional – competências para atuar positivamente e assertivamente
com o foco na visão, missão, objetivos e valores institucionais e organizacionais;
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Pessoal – competências e valores pessoais; bem estar físico, mental e
emocional; disposição para o aprendizado contínuo para a vida e a cidadania.
O Perfil sócio profissiográfico do Curso de Formação de Oficiais Auxilia-
res será desenvolvido de modo a assegurar ao aluno:
a) Formação Geral: Imprescindível ao desenvolvimento da cidadania,
assim como o aprimoramento do espírito de cooperação e de solidariedade,
através de componentes curriculares integrantes das seguintes áreas do saber:
Ciências Humanas: Sociologia, Antropologia, Filosofia e Psicologia;
Ciências Sociais Aplicadas: Administração;
Ciências Jurídicas: Direito;
Ciências Físicas e Biológicas: Educação Física.
b) Formação Técnica Específica: de suma importância para o desen-
volvimento técnico-profissional, baseada na especificidade dos novos papéis
impostos a polícia pela sociedade moderna, intimamente ligados a ações
especializadas e estratégicas fundamentadas por corpo teórico e tecnológico pró-
prio, vinculado a um campo exclusivo de conhecimentos, teorias, princípios e
procedimentos alicerçados nas ciências humanas, jurídicas, pedagógicas, com
forma de consolidar uma nova identidade, uma cultura organizacional e conse-
qüentemente, uma metodologia própria para a construção de um novo saber: a
ciência policial, cabendo nesta ótica os estudos na área Policial compreendendo
as 03 (três) dimensões do sistema, a saber:
Institucional;
Organizacional; e
Profissional.
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9. DESLIGAMENTO DO CURSO
Em conformidade com os padrões estabelecidos pelas normas de ensino
vigentes no âmbito da PMBA, o desligamento do discente ocorrerá nas seguintes
situações descritas pela DGE-2016/2019, em seu art. 70, onde se lê:
[...] I - O discente solicitar o desligamento do curso; II -for reprovado
nas verificações de ensino definitivamente; III - for condenado por crime doloso
apena privativa de liberdade; IV - ingressar a praça no mau comportamento; V
- ser submetido ao conselho de ética e ser declarado como indigno para
permanecer na Corporação. [...] ([Link], 2016, p.58).
10. CONCLUSÃO DO CURSO
Serão considerados concluintes que obtiveram a média necessária para
aprovação nas avaliações estabelecidas nesse plano de curso bem como, cumprir
uma carga horária mínima de cada disciplina, conforme prevê os Arts. 70, § 2º
e 75, da DGE 2016/2019 ([Link], 2016).
Todos farão jus ao certificado de conclusão do curso que será entregue
na solenidade de encerramento. Todavia, ao primeiro colocado ainda será
conferida a medalha Dionísio Cerqueira, conforme o Art. 78, DGE 2016/
2019([Link], 2016). Quanto ao critério de desempate, em caso de
médias iguais, utilizar-se-á o critério de antiguidade na graduação anterior.
11. ASPIRANTADO
A gestão educacional do Curso de Formação de Oficiais PM Auxiliares
(CFOA) toma como parâmetro de funcionamento os processos educacionais e
ações formativas contempladas na matriz curricular do CFOA com seus con-
teúdos teóricos e práticos relativos a gestão policial, sistemas e fluxos de ativi-
dades, e instrumentos técnicos e operacionais de policiamento militar, humanísticos
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e de relações institucionais e com a comunidade, dentre outros, bem como ativi-
dades complementares e extensionistas e, obrigatoriamente, o Estágio Probatório
–Aspirantado para o preparo do seu gestor policial.
O Estágio Probatório (EP) é um instrumento de aprendizagem, que está
previsto no Estatuto dos Policiais Militares, Decreto Estadual nº 13.301, de 27
de agosto de 2015 e consiste no período de observação da aptidão e capacidade
de desempenho do cargo de policial militar, por profissional oriundo da gradua-
ção de Subtenentes e Sargentos.
Sob esta ótica é fundamental adotar ações e práticas no CFOA, que am-
pliem a visão do policial militar oriundo da carreira militar do quadro de Praças.
Desta forma, busca-se contribuir no aumento e agregação do patamar de conhe-
cimentos, onde predomina os saberes de caráter técnico-assessorante ao mundo
do fazer policial, enquanto gestor policial, perfil desejado na formação do Oficial
PM.
O Estágio Probatório no CFOA é um requisito indispensável para o forta-
lecimento da aprendizagem na profissão. O CFOA tem duração de 1 (um) ano
letivo e nos 3 (três) meses subsequentes é prevista a realização do Aspirantado
CFOA, conforme Decreto Estadual acima em comento, cujas diretrizes são con-
sideradas atividades pedagógicas e profissionais desenvolvidas pelos Aspirantes.
Desta forma, os Alunos-Oficiais Auxiliares após concluírem a 1ª parte do
CFOA, serão declarados Aspirantes a Oficial PM Auxiliar, por ato do Comando
Geral da PMBA. Este período de estágio, descrito conforme quadro abaixo, em
suas fases, atenderá a necessidade de formação, tendo o planejamento e desen-
volvimento dessas fases exercidas sob supervisão, acompanhamento e avaliação
da APM.
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REFERÊNCIAS
AUSUBEL, D. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva
cognitiva. Lisboa: Paralelo, 2000.
BAHIA. Lei Estadual n.º 7990/01. Estatuto dos Policiais Militares. Dispõe
sobre o Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia. Diário Oficial do
Estado da Bahia. Salvador: EGBA.
[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA (PMBA). Diretriz Geral de En-
sino (DGE) – 2016/2019. Dispõe sobre as ações sistematizadas à organização da
educação nos níveis infantil, fundamental, médio, técnico profissional médio e téc-
nico profissional superior, visando a formação do homem e profissional de polícia
nos aspectos físicos, intelectual, afetivo e moral. Salvador: Legislação, Jurispru-
dência e Normas Gerais – LJNG n.º 001, de 22 de janeiro de 2016.
BAHIA. POLÍCIA MILITAR DA BAHIA (PMBA). Portaria n.º 040 –
CG/08. Estabelece procedimentos referentes à indicação de policiais militares
candidatos aos cursos, estágios ou treinamentos promovidos pela PMBA ou por
outras Instituições e dá outras providências. Bahia, 2008. Salvador: BGO n.º198,
de 23 de outubro de 2008.
BAHIA. POLÍCIA MILITAR DA BAHIA(PMBA). Portaria n.º 007 –
CG/08. Dispõe sobre os critérios de planejamento, controle e fiscalização das
atividades de ensino na PMBA e na elaboração de diretrizes da política institucional
de educação para as organizações subordinadas ao Departamento de Ensino.
Salvador: BGO n.º 24, de fevereiro de 2011.
BAHIA. POLÍCIA MILITAR DA BAHIA(PMBA). Portaria n.º 024 –
CG/17. Regula o Estágio dos Aspirante QOPM nas UPO da Capital e do Interi-
or. Salvador: BGO n.º 53, de 16 de março de 2017.
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[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA(PMBA). Normas para o pla-
nejamento e conduta de ensino (NPCE 2020). Norteia o planejamento, conduta
e o desenvolvimento na Polícia Militar da Bahia, no ano de 2019, regulando sua
organização através da coordenação e supervisão dos eventos pedagógicos de-
senvolvidos pelos Órgãos de Execução de Ensino (OEE): APM,CFAP e BEIC,
subordinados tecnicamente ao IEP, com base na DGE 2016/2019. Salvador:
Separata ao BGO n.º 02, de janeiro de 2020.
[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA(PMBA). Portaria n.º 069 -CG/
11. Regula o emprego dos Subtenentes no âmbito da Corporação e dá outras
providências. BGO n.º 159, de 11 de agosto de 2011.
BRASIL, Constituição da República Federativa do. Brasília, DF: Senado
Federal. Centro Gráfico, 1988.
BRASIL. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Matriz Curricular Nacional para
ações formativas dos profissionais da área de segurança pública.
Brasília: Secretaria Nacional de Segurança Pública, 2014.
DORIGON, Thaisa; ROMANOWSKI, Joana P. A reflexão em Dewey e
Schön. Revista Intersaberes, Curitiba, ano 3, n. 5, p. 8 - 22, jan/jul, 2008.
DUARTE NETO, João Henrique. Epistemologia da prática: influências na
formação de professores da educação básica. In: XVI ENDIPE – Encontro
Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas – 2012.
Disponível em:<[Link]
arquivos_template/upload_arquivos/acervo/docs/[Link] >. Acesso em: 10
de fev. 2020.
PELIZZARI, A. et al., Teoria da aprendizagem significativa segundo Ausubel.
Rev. PEC, Curitiba, v.2, n.1, p.37-42, jul. 2001-jul. 2002.
MOREIRA, M. A. A teoria da aprendizagem significativa e sua
implementação na sala de aula. Brasília: EdUnB, 2006.
Pág. 78
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3. CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS – CFO PM
(PUBLICAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO)
O Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da PMBA, no uso de
suas atribuições, informou a este Comando-Geral, a aprovação do Projeto
Pedagógico do Curso de Formação de Oficiais (CFO PM), com carga horária de
6.000h/a (seis mil horas aula), na modalidade presencial, a contar de 04 de janeiro
de 2021.
N BGO n.º IEP/CPCP – 009/01/2021
AN O 2 01 7 N º B G O e D ata d e Au to riza çã o 08 1 – 27 d e ab ril d e 20 1 7
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
1. Nome da Unidade: Academia de Polícia Militar
2. Nome dos Dirigentes: Coronel PM Jorge Ubirajara Pedreira
3. Nome do Curso: Curso de Formação de Oficiais
4. Área do conhecimento em que se aplica o Curso: Ciências Policiais -
Sociologia Aplicada a Segurança Pública (* de acordo com a Tabela MEC)
5. Forma de Oferta do Curso: Presencial
6. Titulação: Bacharelado em Ciências Policiais
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1. APRESENTAÇÃO
O presente currículo visa ser a base da formação do Oficial PM do Quadro
de Oficiais Policiais Militares – QOPM, da Polícia Militar da Bahia, Bacharel em
Ciências Policiais. Um profissional de formação acadêmica superior que ao longo
da carreira do oficialato, em níveis distintos de poder, exercerá o comando do
policiamento ostensivo realizado pela PM em nosso estado, liderando homens e
mulheres policiais militares no cumprimento da missão.
A esse oficial, formado à luz do currículo que ora é apresentado, é que,
após galgar todos os postos da carreira do oficialato, de 1° Tenente QOPM a
Coronel QOPM, caberá, em potencial, no futuro, a honrosa tarefa atribuída com
exclusividade a um Coronel QOPM, de assumir o Cargo de Comandante-Geral
da Corporação.
Daí a importância de que todos os envolvidos direta ou indiretamente no
processo de formação do oficial QOPM, compreendam perfeitamente qual o perfil
de profissional a ser formado. Em especial que não estamos falando apenas no
Tenente QOPM, a quem estará aqui dedicado todo o cuidado necessário a
prepará-lo para o início de uma carreira de tão alto risco. Estamos tratando sim,
numa visão mais ampla, de formar a essência dos líderes que comandarão os
destinos da Corporação nos próximos anos. Liderança essa a ser desempenhada
desde o primeiro dia de serviço no primeiro posto do oficialato, até, inclusive, ao
último, o de Coronel QOPM, e quem sabe, de Cmt Geral, pois é no CFOPM,
que se incorporam definitivamente o amor a essa quase bicentenária Milícia de
Bravos, seus valores, substanciados na ética, nos conceitos de chefia e liderança,
na moral e no direito e, principalmente, na sua história de abnegação em prol da
sociedade baiana e brasileira. Dessa forma, importante se faz apresentarmos aqui
um breve esclarecimento acerca da complexa missão da PMBA, o grau de res-
ponsabilidade que recai sobre aqueles que a compõem, a multifuncionalidade exigida
de cada policial militar de serviço para preservar e se necessário restaurar a or-
dem pública nas situações mais diversas e arriscadas, e, por fim, a difícil missão de
comandar - liderando heróis anônimos na proteção diuturna e incansável da soci-
edade.
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É muito importante considerar desde a concepção do presente currículo
uma breve leitura sobre o perfil do aluno que adentra ao CFOPM, pois tem
trazido ao longo dos últimos anos algumas características recorrentes que por Lei
não podem ser resolvidos no processo seletivo, que exigem cuidados especiais
por parte do corpo docente, considerando desnível significativo de conhecimento
prático da profissão.
Como exigência atual, o candidato aprovado chega ao CFOPM detentor
de diploma de conclusão de ensino médio. A idade limite para os oriundos do
mundo civil é de 30 (trinta) anos, e para quem vem das fileiras da PM é livre,
respeitando-se a idade limite de 60 (sessenta) anos. As turmas que ingressam na
APM são compostas aproximadamente por 90% (noventa por cento) do sexo
masculino e 10% (dez por cento) do sexo feminino, correspondendo ao percentual
aproximado da distribuição real do efetivo ativo da Corporação.
Por força de Lei, temos, no curso, pessoas sem nenhum contato anterior
com a PM, e outros, cada vez em número maior, já oriundos da própria Corporação,
na qual já serviram como praças. Alguns com larga experiência operacional, ou-
tros com pouco mais de um ano de tropa, mas já trazendo o aprendizado adqui-
rido nos Cursos de Formação de Praças PM. Esta experiência deve ser usada de
forma positiva pelos docentes, estimulando a contribuição desses, para com os
que são recém-chegados à Corporação. Temos também nos últimos anos regis-
trado um número bastante acentuado de alunos de cursos diversos ainda em an-
damento e outros já formados, com nível superior completo.
Esse desafio de trabalhar com alunos com perfis distintos e formar bons
profissionais é enfrentado no dia a dia por inúmeras universidades do Brasil e
domundo, preparando-os para o mercado de trabalho.
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Uma Academia de Polícia Militar necessita de extremo rigor na qualidade
da formação do oficial, face ao risco imediato da vida ao qual se expõe nosso
egresso.
Por isso construímos um currículo já considerando essas diferenças no
ingresso, e a necessidade de prepará-lo em 3 (três) anos para responder às de-
mandas do trabalho atinentes ao 1º Tenente QOPM com uma desenvoltura de
qualidade em alto padrão, tanto no aspecto da defesa a sua integridade física
quanto dos policiais militares sob seu comando, já que atuará no início da carreira
em contínuas situações de risco iminente. Este padrão precisa ser alcançado por
todos os egressos sob risco de, ao desviarem desse padrão, responderem às
implacáveis cobranças da sociedade e à responsabilidade sob o que estiver fora
dos rigorosos ditames legais.
Das decisões tomadas pelo egresso, responderá o Estado, a PM e, na
maioria dos casos, também o próprio egresso. Em muitas, o bem em questão é o
mais importante de todos – a vida!
Este currículo mantém seu referencial na Matriz Curricular Nacional da
Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) e alinha seu processo pe-
dagógico, através de eixos articuladores comuns em sua essência. Esses eixos
norteiam o processo de ensino-aprendizagem no CFOPM. Em consonância com
esta Matriz os eixos articuladores estruturam o conjunto dos conteúdos de caráte
transversal definidos por sua pertinência nas discussões na segurança pública e
por envolverem problemáticas sociais de abrangência nacional. Eles devem
permear as diferentes disciplinas, seus objetivos e conteúdos, bem como as ori-
entações didático-pedagógicas.
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São chamados de eixos articuladores na medida em que conduzem para a
reflexão sobre os papéis individuais, sociais, históricos e político do profissional e
das instituições de segurança pública. Tem um caráter orientado para o desen-
volvimento pessoal e a conduta moral e ética, referindo-se as finalidades gerais
das ações formativas, estimulando o questionamento permanente e reflexivo so-
bre as práticas profissionais e institucionais no contexto social e político em que
elas se dão.
Os quatro eixos que compõe esta matriz foram selecionados para orientar
os currículos das ações formativas pela amplitude e possibilidade que apresen-
tam para estruturação dos diversos processos pedagógicos, devendo ser traba-
lhados de forma interdisciplinar e transversal do primeiro ao terceiro ano do
CFOPM. São eles:
Sujeitos e interações no contexto da Segurança Pública;
Sociedade, Poder, Estado, Espaço Público e Segurança Pública;
Ética, Cidadania, Direitos Humanos e Segurança Pública;
Diversidade, Conflitos e Segurança pública.
Assim, em cada ano do CFOPM os conteúdos disciplinares devem con-
vergir de forma transversal e interdisciplinar os eixos articuladores elencados aci-
ma, contemplando as temáticas respectivas de cada ano do curso.
I. PRIMEIRO ANO
TEMÁTICA: O começo de uma carreira, o universo acadêmico, o com-
promisso social, responsabilidade, valores institucionais e o respeito a técnica, a
lei e aética como lastros que formam o oficial.
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OBJETIVO: Atingir a temática proposta, considerando a transição do
cidadão-usuário do Sistema de Segurança Pública e/ou alunos oriundos do círcu-
lo de praças para a formação técnico-profissional bem como a consolidação do
aprendizado de forma progressiva, vislumbrando o oficialato, deverão
serdesenvolvidas ações didático-pedagógicas que envolvam os seguintes temas:
O Aluno-Oficial PM fará os primeiros passos rumo à carreira do oficialato
PM do Quadro de Oficiais Policiais Militares;
A Corporação e a Sociedade – história, valores e exemplos;
O papel da PMBA no sistema de defesa social do estado e responsabilida-
des na segurança pública;
O universo acadêmico - O compromisso com a dedicação exclusiva aos
estudos – sua participação ativa enquanto aluno no seu próprio processo de for-
mação;
A compreensão e o respeito à técnica policial-militar e aos inseparáveis
protocolos de segurança, como suporte fundamental ao seu novo status na soci-
edade como policial militar e ao aprendizado na PM seguindo, confiando e apli-
cando os procedimentos operacionais padrão, previamente testados e aprova-
dos, como ferramentas essenciais à pratica policial militar, para ampliar o potenci-
al de sucesso nas missões.
O Respeito, a Hierarquia e Disciplina - Aprender a obedecer às ordens
emitidas por seus superiores hierárquicos pela consistência legal, ética e de segu-
rança que as substanciam, se torna essencial para aprender a comandar. Valorizar
os princípios da ética, da chefia e da liderança que fortalecem uma corporação
policial militar e enriquecem a formação de homens que ao término do curso
assumirão o compromisso, em juramento, de defender as pessoas e a sociedade
mesmo com o risco da própria vida - hierarquia, ética, moral, respeito (próprio e
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ao próximo), confiança (em si próprio, nos superiores, pares e subordinados hie-
rárquicos), espírito de corpo, prontidão, responsabilidade, determinação e zelo
para servir a sociedade.
II. SEGUNDO ANO
TEMÁTICA: O conhecimento acadêmico, o aprofundamento da técnica
e da tática policial militar
OBJETIVO: Neste contexto, o aluno “cidadão policial-militar” é
direcionado para o entendimento do oficial como um gestor de equipes adminis-
trativas eoperacionais, bem como a sua consolidação, o que exige capacitação
técnico profissional, além do estudo das contribuições teóricas, práticas e vivenciais.
Paraisto, deverão ser desenvolvidas ações didático-pedagógicas que envolvam
osseguintes temas:
Sociedade, Direito, Poder, Estado, Administração Pública, EspaçoPúblico
e Ordem Pública – O Conhecimento acadêmico como norteador detomada de
decisões;
O aprofundamento técnico policial-militar;
O desenvolvimento e aprimoramento de habilidades e atitudes inerentesao
policial militar;
A técnica individual e sua importância na aplicação tática em tropa oufrações
de tropa. Ética, Moralidade, Legalidade, respeito a Cidadania e Direitos Huma-
nos - elementos essenciais na validação das técnicas policiais militares a serviço
da sociedade;
As especialidades essenciais à PM para cumprir sua complexa missão e o
conhecimento básico dessas técnicas como suporte na formação do oficial QOPM.
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III. TERCEIRO ANO
TEMÁTICA: Liderança, Gestão e Comando
OBJETIVO: Nesta etapa, busca-se atingir a temática proposta, vislum-
brando o gestor de segurança pública e defesa social no desempenho das ativida-
des atinentes aos oficiais subalternos e intermediários. Assim, consolida-se a for-
mação técnico profissional e cidadã, para o pleno exercício das funções de gestão
na área operacional e administrativa no âmbito das Unidades Policiais Militares
no Estado da Bahia. Para tanto, deverão ser desenvolvidas ações didático-peda-
gógicas que envolvam os seguintes temas:
Diversidade, Conflitos e Segurança Pública - a gestão da segurança na
sociedade democrática de direitos em tempos de globalização, comunicação aberta,
ampla, veloz e livre, com raras limitações técnicas e legais efetivas, aplicada em
um mundo de mudanças contínuas e com reflexos das mazelas sociais, repercutin-
do em crises diárias de insegurança na vida da sociedade.
O estudo da vida em sociedade, das cidades e bairros com todas as suas
características e peculiaridades, espaços onde pessoas e grupos distintos exerci-
tam o direito à vida, moradia e locomoção e onde à PM cabe preservar a ordem
pública e restaurá-la se necessário.
Vivências nas atividades de Comando e Gestão de tropa e de OPM. O
exercício da liderança.
O Processo decisório em situações programáveis e nas emergenciais. A
importância fundamental da Inteligência Policial. Estudos de casos.
A prática contínua do planejar, executar, controlar, avaliar e retroalimentar
as atividades sob seu comando.
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A responsabilidade sob cada ordem que emanar aos comandados e para
com os reflexos dessas ordens na sociedade.
O Oficial como Instrutor de sua tropa.
O Serviço de Oficial de Dia, Oficial de Operações e Coordenador de
Área.
O serviço a cargo de um Oficial Subalterno na administração de uma UOp.
2. PERFIL DO CURSO
2.1 Justificativa
A Constituição da República Federativa do Brasil, no seu Art. 144, atribuiàs
Polícias Militares a competência da polícia ostensiva e a preservação da
ordempública. A Constituição do Estado da Bahia, por sua vez, no Art. 148,
especificapara a Polícia Militar da Bahia (PMBA) a missão de realizar, dentre
outras, aatividade de polícia ostensiva de segurança, de trânsito urbano e rodovi-
ário, deflorestas e mananciais e a relacionada com a prevenção criminal, a pre-
servação ea restauração da ordem pública, além de polícia judiciária militar em
relação aosseus integrantes e a garantia ao exercício do poder de polícia dos
órgãos e entidadesda administração pública. Ao nos debruçarmos sobre ambos
os textosconstitucionais dimensionamos a complexidade da missão confiada a
essa quasebicentenária milícia de bravos.
Policiar um Estado como a Bahia, exige da PM muita organização, padrãode
empregabilidade e empenho ininterrupto, tudo isso alavancado com o
esforçopessoal de cada um dos seus integrantes.
Estamos falando de um estado com 564,7 mil km², detentor da maior
faixalitorânea entre os estados brasileiros, com mais de 15 milhões de
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habitantes,distribuídos em seus 417 municípios (incluindo Salvador, hoje, a quar-
ta maiorcidade do Brasil em população e um dos principais polos turísticos do
país),inúmeros distritos, bairros e ruas com características e realidades tão
distintas,ritmados pelo dinamismo que tanto marca a sociedade nos dias de hoje
e emespecial, pela cultura festiva do povo baiano, com suas tradicionais festas
populares.
Um policial militar, para atender com sucesso grande parte das
ocorrênciasque participa, necessita de conhecimentos diversificados referentes a
mais de umaárea do conhecimento, seja de Direito, Administração, Sociologia,
Psicologia,Antropologia, Saúde (Emergências Médicas Pré-Hospitalares) e exatas,
bem comode uma carga horária significativa em atividades complementares às
disciplinas,perfazendo um complexo caminho para a formação do Oficial QOPM,
tudo issoenvolto num ambiente normalmente submetido a variáveis e componen-
tes internose externos que dificultam o trabalho a ser realizado, como stress,
risco, antagonismoentre as partes envolvidas, agressões ou fortes discussões,
gritaria, tiros, etc.
Vale destacar que ao Oficial do QOPM além do conhecimento
nessasdiversas áreas necessitará ter o domínio perfeito das técnicas e da tática
policialmilitar, da qual dependerá seu êxito na missão, a sua vida e a vida das
demaispessoas, sejam quais forem as nuances.
A Polícia Militar da Bahia é um Órgão em Regime Especial de Administra-
ção Direta do Estado. Planeja e gerencia a vida administrativa e operacional dos
seus mais de 30 mil integrantes no intuito de cumprir sua missão constitucional.
Para isso adota uma estrutura de comando rígida em disciplina e hierar-
quia, mas, flexível o suficiente para adequar-se a qualquer situação ou local, sem
sofrersolução de continuidade, onde não há espaço para indefinições.
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A estrutura hierárquica sequenciada em postos e graduações, com alicercena
disciplina, é indispensável para possibilitar a otimização dos recursos e
aadequabilidade às demandas críticas, bem como, ao enfrentamento
dasadversidades que oscilam com os fatores externos que variam e
interferemdiretamente no serviço, seja por intempéries, distâncias a serem per-
corridas, acessos irregulares e nem sempre conhecidos e outras tantas devido ao
caráterininterrupto do serviço policial militar.
Nessa estrutura o papel do Oficial do QOPM torna-se imprescindível.
Ademanda que recai à Corporação, principalmente nos dias de hoje, é enorme,
logo a existência de profissionais para comandar os esforços das equipes
detrabalho: do planejamento à coordenação das ações e operações, focadas
nasmetas e objetivos Institucionais, que visam o bem-estar da sociedade.
Para se ter uma noção da importância do Oficial QOPM precisamos
refletirna complexidade do trabalho de um policial militar e transpor para aquele
quealém de ser também um policial militar, lhe cabe comandar e, portanto, além
denão poder descuidar da sua segurança tem por dever focar na segurança dos
seuscomandados e da sociedade em quaisquer circunstancias pois é o
responsávelpela tomada de decisões.
O Oficial QOPM é preparado para ainda no início da carreira
analisarsituações sob stress e risco, e decidir qual a melhor opção técnica a ser
aplicadapor sua tropa, às vezes, ainda sob combate direto, estando no local da
ocorrência, ou, pelo rádio da viatura ou outro meio de comunicação se estiver de
serviço emoutro local no momento da ocorrência. Para isso precisa dominar
conhecimentostécnicos e táticos que lhe permitam comandar diligências comple-
xas, onde alémdas ações da guarnição de sua viatura, também coordenará as
demais de suaUnidade e outras que venham em reforço ou mesmo apoio na área
de suaresponsabilidade territorial. O grande exemplo vem dos ataques recentes a
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cidadesonde muitas vezes o efetivo local de serviço é extremamente pequeno,
frente aonúmero de assaltantes e o apoio ou reforço urgente será essencial.
Nessa estrutura hierarquizada o primeiro posto do oficialato se tornaessencial
para que toda a engrenagem funcione.
É através do Tenente, seja como Comandante de Pelotão, Coordenadorde
Área, Oficial de Operações ou Comandante de policiamento em eventos queo
planejamento operacional é executado, que as ordens e diretrizes do Comandoda
Corporação são aplicadas. A ele cabe decidir em nome do Comandante desua
Unidade Operacional e por consequência, da Corporação, diante das
situaçõesplanejadas e as que surgirem, orientando e liderando a tropa, otimizando
seuemprego em busca dos objetivos almejados.
2.2 Breve Histórico da Instituição de Ensino
Criação em 1935, pelo Comandante-Geral à época, o Cel EB Liberato
deCarvalho, do Centro de Instrução Militar (CIM), face às ações do banditismo
emsolo baiano, mediante Portaria publicada no Boletim n.º 162, de 18 de julho
de1935, em caráter provisório, sendo ratificada a sua criação pelo Governo
doEstado através do Decreto Estadual n.º 9731, publicado no dia seguinte.
EsteCentro funcionou inicialmente no Quartel de São Lázaro, sob a Direção do
MajPM Arlindo Gomes Pereira.
Em 1940, este Centro passou a denominar-se Centro de Instrução
TécnicoProfissional (CITP), passando a ter 03 (três) Escolas: a Escola de Candi-
dato aOficial (ECO), a Escola de Graduados e a Escola de Especialistas.
Em 1948, por meio do Decreto n.º 14.093, de 1º de setembro deste ano,o
CIPT ganhou a denominação de Centro de Instrução da Polícia Militar
(CIPM),permanecendo a ECO sem alterações funcionais.
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Em 21 de dezembro de 1957, através do Decreto Lei n.º 993, foi criado
oDepartamento de Instrução, que passou a funcionar na Vila Policial Militar
doBomfim (VPMB), tendo em seu organograma a Escola de Formação de
Oficiais(EsFO) - antiga ECO, e a Escola de Formação de Graduados
(ESFaG),culminando com a extinção daquele Centro.
Em 1972, por meio do Decreto n.º 22.902, de 15 de maio, a Escola
deFormação de Oficiais passou a ser denominada de Academia da Polícia
Militar(APM);
A APM foi devidamente reconhecida pelo Regulamento Geral da
PoliciaMilitar (RGPM), aprovado e divulgado em 1987.
Em 2004, o Cel PM Antônio Medeiros de Azevedo, foi escolhido como
patrono da APM, por ato de concessão do Comandante-Geral daquele período,
Cel PM Antônio Jorge Ribeiro de Santana, através da Portaria n.º 024, de 09
dejunho de 2004, em reconhecimento à sua trajetória na área educacional da
Corporação, bem como por ter sido o Comandante que formou as primeiras
turmas de Oficiais – Aspirantes no período de 1939 a 1951.
2.3 Missão Institucional
Promover a formação, a capacitação e a especialização de Oficiais daPolícia
Militar da Bahia e coirmãs, bem como de outras instituições da área daSegurança
Pública, em convênio de cooperação técnica (art. 35, II, alínea “a”, DGE 2016-
2019).
2.4 Bases Legais
a) Constituição da República Federativa do Brasil - CF/88;
b) Constituição do Estado da Bahia - 1988
c) Lei Federal n.º 9.394/96 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDBEN);
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d) Lei Estadual n.º 7.990/01 - Estatuto dos Policiais e Bombeiros Militares
do Estado da Bahia;
e) Lei Estadual n.º 13.201/14 - Reorganiza a PMBA, dispõe sobre seu
efetivo e dá outras providências;
f) Decreto n.º 1.331, de 07 de julho de 1992, que aprova o Regulamento
da Academia de Polícia Militar;
g) Decreto Estadual n.º 7.427/98 - Dispõe sobre o exercício das atividades
de regência de classe nos estabelecimentos de ensino da Polícia Militar do Estado
da Bahia e dá outras providências
h) Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada
noSuplemento Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de
22 de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem
adotadas no âmbito educacional da Corporação;
i) Portaria n.º 007- CG/08, publicada na Separata ao BGO n.º 024, em 11
de fevereiro de 2008, que traz os critérios para planejamento e fiscalização das
atividades de ensino;
j) Portaria n.º 040 – CG/08, publicada no BGO n.º 198, em 23 de outubro
de 2008, que esclarece as normas e critérios para indicação de policiais militares
acursos, estágios e treinamentos;
l) Portaria n.º 024 – CG/17, publicada no BGO n.º 053, de 16 de março de
2017, que regulamenta o estágio dos Aspirantes-a-Oficial PM
m) Normas para Planejamento de Condutas da Educação (NPCE 2020),
publicada em Separata ao BGO n.º 001, de 02 de janeiro de 2020, que norteia o
planejamento, conduta e o ensino na PMBA por meio da fiscalização dos eventos
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educacionais e pedagógicos desenvolvidos pelos órgãos de execução, subordi-
nados tecnicamente ao IEP.
3. OBJETIVOS
3.1 Objetivo Geral
O objetivo do CFOPM é formar o Oficial QOPM para o desempenho das
seguintes funções:
a) No posto de 1° Tenente PM (primeiro do oficialato da PMBA):
Comandante de Pelotão e Setor;
Coordenador de Área, Oficial de Operações ou Comandante de Policia-
mento em eventos;
Oficial de Dia de uma Organização Policial Militar-OPM;
Instrutor.
b) No posto de Capitão QOPM (segundo do oficialato da PMBA):
Comandante de Companhia PM, do Orgânico de um Batalhão, destacada
ou não da sede e como Subcomandante de Companhia Independente da PM;
Chefe de Unidade de Planejamento Operacional de uma Companhia Inde-
pendente da PM e como Cmt de Policiamento de Evento ou Operações PM
Comandante de Companhia do Orgânico de um Batalhão ou se necessário como
Cmt Interino de uma Companhia Independente da PM – CIPM.
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3.2 Objetivo Específico
Possibilitar o desenvolvimento de conhecimentos sistemáticos, habilidades
e hábitos, atitudes e convicções sobre liderança, ética, iniciativa e proatividade,
adaptabilidade, senso de responsabilidade e capacidade de comunicação, res-
peitando os direitos humanos nos aspectos da dimensão física, moral e psicológi-
ca;
Propiciar ao futuro oficial, em regime de dedicação exclusiva, na qualidade
de discente, experiências e treinamentos progressivos de resistência física e con-
trole psicológico de estresses e emoções próprios de eventos críticos ordinários
e extraordinários, em ambiente controlado, sob supervisão da APM, visando ao
desenvolvimento do ethos policial militar;
Perceber-se como agente transformador da realidade social e histórica do
país, identificando as características estruturais e conjunturais da realidade social
e as interações entre elas, a fim de contribuir ativamente para a melhoria da qua-
lidade da vida social, institucional e individual;
Compreender a diversidade que caracteriza a sociedade brasileira,
posicionando se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais,
classe social, crença, gênero, orientação sexual, etnia e outras características in-
dividuais e sociais;
Conhecer e dominar diversas técnicas e procedimentos policiais militares,
inclusive os relativos ao uso progressivo da força, e as tecnologias menos letais
para o desempenho da atividade policial, utilizando-os de acordo com os precei-
tos legais;
Utilizar diferentes linguagens, fontes de informação e recursos tecnológicos
para produzir conhecimentos sobre a realidade em situações que requerem a
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atuação da corporação e de seus policiais militares;
Construir possibilidades que oportunizem a produção de novos conheci-
mentos em relação às Ciências Policiais, a partir do ensino e da pesquisa.
4. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
4.1 Carga Horária
O curso possuirá 6.000 (seis mil) horas/aula, sendo o 3.780 (três mil, se-
tecentos e oitenta) h/a de disciplinas obrigatórias e 2.220 (duas mil, duzentos e
vinte) h/a de atividades extracurriculares.
4.2 Duração Do Curso
O curso será executado em 3 (três) anos, compreendendo 6 (seis) semes-
tres, e 1 (um) ano de estágio supervisionado.
4.3 Quantidade De Vagas
A ser definido de acordo ao interesse da Administração Pública.
4.4 Público
O Curso de Formação de Oficiais Policiais Militares – Bacharelado em
Ciências Policiais – é destinado, exclusivamente, aos candidatos aprovados em
concurso público, de acordo com as normas editalícias do processo seletivo.
4.5 Critérios De Seleção
A indicação e matrícula dos policiais militares para o curso estará condici-
onada aos termos estabelecidos em edital específico, amparada pela legislação
atual a época.
4.6 Supervisão e Coordenação Geral do Curso
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O curso será coordenado pela APM, segundo os moldes da DGE 2016-
2019.
5. DESENHO CURRICULAR E METODOLOGIA DE ENSINO
Academia de Polícia Militar Cel PM Antônio Medeiros de Azevêdo, assim
denominada a partir do ano de 2005, em homenagem ao seu Centenário e em
reconhecimento ao principal idealizador da formação acadêmica do oficial Poli-
cial-Militar, que no posto de Capitão da PM, Cmt do então chamado Centro de
Instrução Militar (CIM) teve a honra de instalar em 04 de março de 1938 a
Escola de Oficiais e os Cursos de Formação de Oficiais Combatentes e de Ad-
ministração da PMBA, nos diversos currículos ao longo de sua existência, bus-
cou conceber uma escola de líderes, formando o Oficial PM para comandar,
intervindo nas mais diversas e complexas situações e decidir, lastreado no conhe-
cimento, na lei e na ética.
Assim, mesmo nem sempre definindo nos seus currículos uma metodologia
pedagógica específica ao desenvolvimento de conteúdo das diversas matérias, o
ensino sempre primou por buscar atender as demandas reais, práticas e comple-
xas a serem alvo das intervenções do oficial PM, egresso do Curso de Formação
de Oficiais, ao momento histórico vivido. Isso se manteve na sua história mais
recente, nos currículos das décadas de 70, 80, 90 e de forma mais explícita nos
currículos de 1997 e o atual de 2007, sempre voltados para o contexto apresen-
tado nas ruas do nosso estado – teatro de operações sob proteção da PM.
O momento mais uma vez sinaliza à Corporação a necessidade de revisão
e ajustes no currículo de formação de seus oficiais, do Quadro de Oficiais PM –
QOPM (antigo Quadro das Armas ou de Combatentes, no nascedouro da Esco-
la de Formação de Oficiais). Mudanças que não desvirtuem os grandes avanços
na história da formação do oficial e da própria PMBA, mas que se adequem à
formação para o contexto e às demandas das missões a serem executadas pela
oficialidade da PM nos dias de hoje, com as características e os riscos que tanto
marcam esse início de século.
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Ao centro da discussão, como parâmetro pedagógico, permanece a
necessidade de preparar o egresso para enfrentar toda ordem de problemas que
por inúmeras razões desaguam como reflexo de problemas socioeconômico e
políticos-administrativos, para a intervenção da PM e tomada de decisão por
um oficial PM de serviço nas ruas, normalmente um jovem Tenente na função de
Coordenador de Área ou Oficial de Operações, em casos muitas vezes críticos,
por interferir na ordem pública, prejudicar a paz social e em especial por colocarem
perigo a segurança das pessoas.
Assim surge essa nova proposta pedagógica que reunirá docentes, discentes
e a administração da APM, para juntos formarem o Oficial PM no perfil que o
possibilite tomar as decisões certas considerando o universo que as cercam,
sempre amparado nos princípios técnicos, de segurança e ético-jurídicos.
Dessa forma, permanecendo a ter por base, o ensino por competências e
o aprendizado por resolução de problemas, conforme Tabelas 1 e 2 abaixo. A
APM flexibilizará, dentro da linha da educação problematizadora, em casos es-
pecíficos, a utilização de outro método de ensino que melhor se aplique às maté-
rias em questão e até mesmo a bloco de assuntos similares tendo a sala de aula
como o principal laboratório acadêmico do aprendizado. Assim, o corpo do-
cente será estimulado gradativamente a utilizar-se de estudo de caso, com o
objetivo de trazer assim, para análise e aprofundamento os mais diversificados
casos reais vivenciados pelos policiais militares e sociedade, analisando-os de
forma holística, como se apresentam nas ruas, validando os procedimentos
operacionais padrão ou protocolos adotados pela PMBA, pela sua aplicabilidade
aos casos reais ou projetados, respeitando os protocolos e dispositivos legais
nacionais e internacionais de polícia e de direitos humanos e Leis outras de uma
forma geral que a Corporação tem o compromisso legal de cumprir, mas sempre
priorizando a segurança do PM e de terceiros envolvidos no espaço de risco de
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uma ocorrência policial ou evento onde a Corporação realize suas atividades.
Nesse caminho, sempre que viável ao conteúdo trabalhado, o docente será
orientado por trabalhar os temas principais, pela apresentação do problema que
necessita ser estudado, seus pontos chave, a teorização que abrange e se destaca
sobre o tema, as hipóteses de solução do problema e por fim, a aplicação da
melhor solução ao problema.
Tabela 1. Dimensões do Conhecimentos
DIMENSÃO OBJETIVO ASPECTOS IMPORTANTES AVALIAÇÃO
Garantir o conhecimento Correspondem a referencial
Intelectual: baseada em
sistematizado, mediante um teórico relacionado a conceitos,
SABER referencial teórico que
conjunto de conhecimentos leis, teorias e fundamentação
(Conhecimentos) fundamenta a resolução
necessários para o desempenho da científica, bem como pesquisa
de estudo de caso.
atividade de Segurança Pública. aplicada.
Gerar situações de
Procedimental:
aprendizagem(simulados, vivências Habilidades intelectuais e
simulações e vivências
SABER FAZER e práticas) significativas onde as psicomotoras necessárias para
praticas para resoluções
(Habilidades) habilidades possam ser o desenvolvimento das
de problemas pré-
trabalhadas de acordo como atividades profissionais.
definidos.
referencial teórico
Criar condições para o
desenvolvimento do profissional Referem-se a modos de pensar, Conceitual: baseada em
de Segurança Pública, no sentido agir, de sentir, de relacionar-se ficha de
SABER SER
de um posicionamento adequado e de se posicionar frente às acompanhamento
(Atitudes,
em relação a sua atuação junto à situações diversas e própria de cada aluno e
Valores)
sociedade. Consciência de seu desenvolvidas pelo ser nas relações
papel de cidadão e de servidor da profissional e pessoal. desenvolvidas por este.
cidadania.
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Tabela 2. Dimensões do conhecimento – conteúdos
DIMENSÃO CONTEÚDOS REFERÊNCIAS
Conceituais:
Conhecimentos sistematizados – conjunto de Envolvem conceitos, fatos e
SABER conhecimentos, presentes nas componentes princípios.
curriculares curriculares, necessários ao
desempenho adequado do exercício profissional.
Procedimentais:
Habilidades Técnicas – necessárias a aplicação de
conhecimentos para o desempenho de
procedimentos em Segurança Pública e Defesa
Social; Envolvem os processos, métodos
e rotinas desenvolvidos para a
SABER FAZER
realização das atividades em
Habilidades Administrativas – inerentes ao
adequado exercício gerencial dos campos de Segurança Pública.
Segurança Pública e Defesa Social;
Habilidades interpessoais – inerentes
aorelacionamento com a comunidade e com
atores da Segurança Pública e Defesa Social
Atitudinais. Envolvem a reflexão de valores,
Valores que norteiam as atitudes individuais e normas e atitudes que concorrem
SER
Coletivas voltados para o trabalho, a cidadania e a para um processo de tomada de
vida. decisão e auto-disciplina.
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Quadro 1 – Matriz Curricular do CFOPM
SEMESTRES ENSINO ÁREA DISCIPLINAS CH
1ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas História da Polícia Militar 30
1ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Estrutura e Funcionamento da Polícia Militar 30
1ºSEMESTRE Profissionalizante Jurídica Legislação Policial Militar I 30
1ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Ordem Unida I 30
1ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Armamento e Tiro Policial I 45
1ºSEMESTRE Profissionalizante Saúde Educação Física I 60
1ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Policiamento Ostensivo 30
1ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Socorros de Urgência 30
1ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM I - Instrução Técnica Individual 45
1ºSEMESTRE Profissionalizante Social Ética e Deontologia PM 30
1ºSEMESTRE Fundamental Humanas Antropologia 30
1ºSEMESTRE Fundamental Linguística/ Letras Língua Portuguesa I 45
1ºSEMESTRE Fundamental Humanas Sociologia Geral 45
1ºSEMESTRE Fundamental Humanas Psicologia Geral 45
1ºSEMESTRE Fundamental Técnica Metodologia da Pesquisa 45
1ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Introdução ao Estudo do Direito 60
CARGA HORÁRIA DOS COMPONENTES CURRICULARES DO 1º SEMESTRE 630
ATIVIDADES
1ºSEMESTRE Complementar Atividade Atividade Complementar Curricular (ACC) I 30
1ºSEMESTRE Complementar Atividade Teoria e Prática Interdisciplinar I 30
1ºSEMESTRE Complementar Atividade Desporto 30
1ºSEMESTRE Complementar Atividade Grêmio 30
1ºSEMESTRE Complementar Atividade Defesa Pessoal 30
1ºSEMESTRE Complementar Atividade Acompanhamento Psicopedagógico 30
1ºSEMESTRE Complementar Atividade Estágio 190
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO 1º SEMESTRE 370
CARGA HORÁRIA DO 1º SEMESTRE 1000
Pág. 100
o
SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
SEMESTRES ENSINO ÁREA DISCIPLINAS CH
2ºSEMESTRE Profissionalizante Jurídica Legislação Policial Militar II 30
2ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Ordem Unida II 30
2ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Armamento e Tiro Policial II 45
2ºSEMESTRE Profissionalizante Saúde Educação Física II 60
2ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM II - Abordagem Policial I 30
2ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM III - Policiamento de Eventos 30
TTPM IV - Policiamento de Guardas -
2ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Segurança de Instalações 30
2ºSEMESTRE Profissionalizante Linguística/ Letras Redação Oficial 30
2ºSEMESTRE Fundamental Linguística/ Letras Língua Portuguesa II 30
2ºSEMESTRE Fundamental Social Ciências Políticas 45
2ºSEMESTRE Fundamental Exatas Estatística Aplicada 45
2ºSEMESTRE Fundamental Humanas Teoria Geral da Administração 45
2ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Constitucional 45
2ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Administrativo I 45
2ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Penal I 60
2ºSEMESTRE Fundamental Humanas Introdução à Economia 30
CARGA HORÁRIA DOS COMPONENTES CURRICULARES DO 2º SEMESTRE 630
ATIVIDADES
Atividade Complementar Curricular
2ºSEMESTRE Complementar Atividade (ACC) II 30
2ºSEMESTRE Complementar Atividade Teoria e Prática Interdisciplinar II 30
2ºSEMESTRE Complementar Atividade Desporto 30
2ºSEMESTRE Complementar Atividade Grêmio 30
2ºSEMESTRE Complementar Atividade Defesa Pessoal II 30
2ºSEMESTRE Complementar Atividade Acompanhamento Psicopedagógico 30
2ºSEMESTRE Complementar Atividade Estágio 190
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO 2º SEMESTRE 370
CARGA HORÁRIA DO 2º SEMESTRE 1000
Pág. 101
o
SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
SEMESTRES ENSINO ÁREA DISCIPLINAS
3ºSEMESTRE Profissionalizante Jurídica Legislação Policial Militar III
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Ordem Unida III
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Armamento e Tiro Policial III
3ºSEMESTRE Profissionalizante Saúde Educação Física III
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM V - Abordagem Policial II
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM VI - Policiamento Ambiental
TTPM VII - Policiamento Montado -
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Motocicleta
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Direito de Trânsito
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Filosofia
3ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Direito Civil
3ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Estudo de Territórios e Espaço Públicos
3ºSEMESTRE Profissionalizante Jurídica Direito Administrativo Militar I
3ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Penal Militar
3ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Administrativo II
3ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direitos Humanos
3ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Penal II
CARGA HORÁRIA DOS COMPONENTES CURRICULARES DO 3º SEMESTRE
ATIVIDADES
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Atividade Complementar Curricular (ACC) II
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Teoria e Prática Interdisciplinar II
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Desporto
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Grêmio
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Defesa Pessoal II
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Acompanhamento Psicopedagógico
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Estágio
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO 3º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA DO 3º SEMESTRE
Pág. 102
o
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SEMESTRES ENSINO ÁREA DISCIPLINAS CH
Tecnologia Aplicada à Atividade Policial-
4ºSEMESTRE Profissionalizante Sistemas Militar 30
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Ordem Unida IV 30
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Armamento e Tiro Policial IV 45
4ºSEMESTRE Profissionalizante Saúde Educação Física IV 60
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM VIII - Abordagem Policial III 30
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM IX - Policiamento Rural 30
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM X - Policiamento de Trânsito 30
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM XI - Policiamento de Choque 30
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Planejamento Operacional I 60
4ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Inteligência de Segurança Pública 45
4ºSEMESTRE Profissionalizante Saúde Medicina Legal 30
4ºSEMESTRE Profissionalizante Jurídica Direito Administrativo Militar II 45
4ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Penal III 60
4ºSEMESTRE Fundamental Humanas Sociologia da Violência 30
4ºSEMESTRE Fundamental Técnica Criminalística 30
4ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Processual Penal 45
CARGA HORÁRIA DOS COMPONENTES CURRICULARES DO 4º SEMESTRE 630
ATIVIDADES
Atividade Complementar Curricular (ACC)
4ºSEMESTRE Complementar Atividade II 30
4ºSEMESTRE Complementar Atividade Teoria e Prática Interdisciplinar IV 30
4ºSEMESTRE Complementar Atividade Desporto 30
4ºSEMESTRE Complementar Atividade Grêmio 30
4ºSEMESTRE Complementar Atividade Defesa Pessoal II 30
4ºSEMESTRE Complementar Atividade Acompanhamento Psicopedagógico 30
4ºSEMESTRE Complementar Atividade Estágio 190
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO 4º SEMESTRE 370
CARGA HORÁRIA DO 4º SEMESTRE 1000
Pág. 103
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SEMESTRES ENSINO ÁREA DISCIPLINAS CH
5ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Chefia e Liderança 45
5ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Ordem Unida V 30
5ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Armamento e Tiro Policial V 45
5ºSEMESTRE Profissionalizante Saúde Educação Física V 60
5ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM XII - Abordagem Policial IV 30
5ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM XIII - Policiamento Montado - Cavalaria 30
5ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Planejamento Estratégico 30
5ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Planejamento Operacional II 45
Linguística/
5ºSEMESTRE Profissionalizante Letras Comunicação Social I - Doutrina Institucional 30
5ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Didática Aplicada ao Instrutor PM 45
5ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Polícia Comunitária 30
5ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Processual Penal Militar 45
5ºSEMESTRE Fundamental Gestão Gestão de Pessoas 45
5ºSEMESTRE Fundamental Gestão Gestão de Material e Logística 45
5ºSEMESTRE Fundamental Jurídica Direito Penal IV 45
5ºSEMESTRE Fundamental Humanas Saúde Emocional e Qualidade de Vida 30
CARGA HORÁRIA DOS COMPONENTES CURRICULARES DO 5º SEMESTRE 630
ATIVIDADES
5ºSEMESTRE Complementar Atividade Atividade Complementar Curricular (ACC) V 30
5ºSEMESTRE Complementar Atividade Teoria e Prática Interdisciplinar V 30
5ºSEMESTRE Complementar Atividade Desporto 30
5ºSEMESTRE Complementar Atividade Grêmio 30
5ºSEMESTRE Complementar Atividade Defesa Pessoal V 30
5ºSEMESTRE Complementar Atividade Acompanhamento Psicopedagógico 30
5ºSEMESTRE Complementar Atividade Estágio 190
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO 5º SEMESTRE 370
CARGA HORÁRIA DO 5º SEMESTRE 1000
Pág. 104
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
SEMESTRES ENSINO ÁREA DISCIPLINAS CH
6ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Ordem Unida VI - Cerimonial Militar 30
6ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Armamento e Tiro Policial VI 45
6ºSEMESTRE Profissionalizante Saúde Educação Física VI 60
6ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica TTPM XV - Comando de Tropa em Serviços 30
6ºSEMESTRE Profissionalizante Jurídica Direito Administrativo Militar III 30
6ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Doutrina de Gerenciamento de Crises 60
Linguistica/
6ºSEMESTRE Profissionalizante Letras Comunicação Social II - Mídia Treinning 30
6ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Policia Comunitária II 30
6ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Polícia Comparada 60
6ºSEMESTRE Profissionalizante Gestão Gestão Financeira e Orçamentária 45
6ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Análise Criminal 45
Metodologia de Análise de Risco em
6ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Segurança Pública 45
6ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Trabalho Técnico Científico 30
6ºSEMESTRE Profissionalizante Técnica Ações de Bombeiro Militar 60
6ºSEMESTRE Profissionalizante Humanas Relações Raciais e de Gênero 30
CARGA HORÁRIA DOS COMPONENTES CURRICULARES DO 6º SEMESTRE 630
ATIVIDADES
6ºSEMESTRE Complementar Atividade Atividade Complementar Curricular (ACC) II 30
6ºSEMESTRE Complementar Atividade Teoria e Prática Interdisciplinar VI 30
6ºSEMESTRE Complementar Atividade Desporto 30
6ºSEMESTRE Complementar Atividade Grêmio 30
6ºSEMESTRE Complementar Atividade Defesa Pessoal VI 30
6ºSEMESTRE Complementar Atividade Acompanhamento Psicopedagógico 30
6ºSEMESTRE Complementar Atividade Estágio 190
CARGA HORÁRIA DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO 6º SEMESTRE 370
CARGA HORÁRIA DO 5º SEMESTRE 1000
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
INTEGRALIZAÇÃO DE CARGA HORÁRIA
COMPONENTES CURRICULARES 3780
ATIVIDADES CURRICULARES 2220
TOTAL GERAL 6000
Em termos pedagógicos, a APM buscou associar a experiência técnica
militar na formação de oficiais e trouxe como concepção epistemológica nas
suas diretrizes pedagógicas a conciliação de princípios filosóficos, teóricos e
metodológicos contemporâneos pautados na Teoria da Prática Profissional ela-
borada por Donald Schon e na Teoria da Aprendizagem Significativa
propostapor Ausubel. Enquanto a primeira defende a ideia da reflexão antes,
durante e após a sua ação como aspecto elementar à autonomia intelectiva (con-
cepção pedagógica referenciada na MCN), o segundo tem como foco a
problematização do processo de ensino-aprendizagem e considera a experiên-
cia de vida do discente como ponto de partida para a aprendizagem (AUSUBEL,
2000; MOREIRA,2006; PELIZZARI et. al., 2002).
O pensamento de Schön pode ser entendido como a busca pela articula-
ção entre a teoria e prática, ou seja, o fazer e o pensar. Para tanto, ele dizia que
o profissional precisava apresentar a competência artística, denominada pelo
autor de artistry. O referido autor usa o termo professional artistry “[...] para
designar as competências que o profissional revela em situações únicas e de
Pág. 106
o
SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
conflito, [...] que pode ser expressado através da observação e da reflexão sobre
a ação” (DORIGON E ROMANOWSKI, 2008, p.06).
A epistemologia da prática se embasa nos conceitos de conhecimento na
ação e reflexão na ação. O conhecimento na ação é o componente que está
diretamente relacionado com o saber fazer: é espontâneo, implícito e surge na
ação, ou seja, um conhecimento tácito. Todavia, as experiências pelas quais os
sujeitos passam, sejam elas agradáveis ou não, contém um elemento não espera-
do. Nessa situação, o sujeito pode reagir colocando a situação de lado ou tentan-
do resolvê-la por meio da reflexão e suas formas: reflexão na ação, reflexão
sobre a ação e reflexão sobre a reflexão na ação.
Por sua vez, a teoria da aprendizagem significativa que transversalmente
essa concepção curricular, é um processo através do qual um novo conhecimento
se relaciona aos conhecimentos prévios, de maneira não arbitrária e não literal,
provocando mudanças na estrutura cognitiva dos estudantes, o que permite a
ampliação, avaliação e reconfiguração dessa informação transformando-a em uma
nova. Parte-se, portanto, da experiência dos futuros Alunos-a-oficial, firmando o
compromisso de produzir um conhecimento socialmente relevante para o exercí-
cio profissional como Tenente da PMBA.
Delimitados tais aspectos, a matriz curricular proposta para o CFOPM
contemplará o ementário, conforme apresentado no Quadro 2 a seguir:
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o
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Quadro 2 – Ementário CFOPM
SEMESTRES EIXO DISCIPLINAS CH EMENTA
Introdução à história da Segurança Pública. Contextualização das polícias brasileiras e
internacionais. Histórico sobre formação das polícias militares no Brasil. Antecedentes da Polícia
Militar da Bahia, sua gênese e formação. Estudo da estrutura inicial, primeiros anos e evolução:
do Império ao mundo contemporâneo. A Segurança Pública e as PM nas legislações (CF de 1824,
1891, 1934, 1937, 1946, 1967, 1969 e 1988 / Constituições Estaduais - 1891, reforma de 1915,
1ºSEMESTRE Profissionalizante História da Polícia Militar 30
texto consolidado e reformado (24/05/1915 – 02/07/1929), promulgadas de 1935, 1947, 1967,
estadual de 1989; / Leis e Decretos-Lei / Doutrina de Segurança Nacional – Era Vargas)).
Principais campanhas (Guerra do Paraguai, Canudos, Pau de Colher, Cangaço etc.) Principais
vultos e sítios históricos. Panorama atual. Considerações sobre o envolvimento da PMBA na
história da Bahia e do Brasil. O novo conceito de Polícia.
Enquadramento Funcional da PM na Administração Pública. Estrutura administrativa, operacional
e funcionamento da PMBA. Arquitetura Organizacional Básica. Níveis administrativos, modelo de
Estrutura e Funcionamento da
1ºSEMESTRE Profissionalizante 30
Polícia Militar
gestão. Identificação de suas áreas de atuação interna e normas de funcionamento. Sistema de
Governança e Governabilidade institucional. Planos e Projetos Estratégicos da Corporação.
Estatuto dos Policiais Militares: Requisitos e condições para o ingresso na PMBA; Hierarquia PM;
Compromisso Policial Militar; Precedência; Formas de Provimento; Situações institucionais da
1ºSEMESTRE Profissionalizante Legislação Policial Militar I 30
Polícia Militar; Estabilidade; Regime disciplinar; Deveres e Direitos e Prerrogativas do Policial
Militar ; Serviço Policial-Militar.
Conceito; importância para a corporação e terminologia específica; o exercício da liderança;
Aspectos básicos do regulamento de ordem unida; estímulo à confiança no cumprimento de
1ºSEMESTRE Profissionalizante Ordem Unida I 30
ordens; Comandos e meios de comandos; Habilidades individuais e coletivas- com e sem armas;
Ordem com e sem arma.
Armas de fogo e munições: histórico e classificação; Armas e munições em uso na corporação:
apresentação e identificação; Termos técnicos, conceitos e normas de segurança no trato com
armas de fogo; Legislação Federal (Lei nº 10.826/03 - Decreto Federal nº 5.123/04) - Portaria nº
1ºSEMESTRE Profissionalizante Armamento e Tiro Policial I 45 035 do CG da PMBA; Estudo da pistola semiautomática, cal. .40; Fundamentos do tiro; Exercício
de tiro real com a pistola semiautomática, cal. .40; Estudo da submetralhadora, automática, cal.
.40; Exercício de tiro real com a submetralhadora, automática, cal. .40; Avaliação Parcial;
Avaliação Final.
Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes dos Exercícios Físicos relacionados
à saúde e desempenho operacional Policial Militar e liderança das práticas de Educação Física no
Comando do Pelotão. Nas Dimensões Funcional-Motora, fisiológica e morfológica. Além de
1ºSEMESTRE Profissionalizante Educação Física I 60 conteúdos teóricos referentes a conhecimentos básicos sobre Anatomia Humana, no que tange a
Introdução ao Estudo de Anatomia; Sistema Esquelético; Junturas; Sistema Muscular; Sistema
Nervoso - Aspectos Gerais, Simpático, Parassimpático e dos Complexos Viscerais; Sistema
Circulatório; Sistema Respiratório .
Fundamentos da Atividade Policial Militar; Aspectos Jurídicos da Atividade Policial Militar –
1ºSEMESTRE Profissionalizante Policiamento Ostensivo 30 Legislação Aplicada ao Policiamento Ostensivo; Conceitos Básicos; Características; Princípios;
Variáveis; Procedimentos Básicos; e Sistema de Comunicação Operacional Policial Militar.
Pág. 108
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Conceito básicos. O papel do Oficial PM no gerenciamento de ocorrências com vítimas.
Procedimentos técnicos: análise (cinemática), proteção e prevenção do local do sinistro;
biossegurança; avaliação da vítima; suporte básico de vida; afogamento; emergências clínicas;
1º SEMESTRE Profissionalizante Socorros de Urgência 30 hemorragia; estado de choque; lesões músculo-esqueléticas; intoxicações exógenas e acidentes
por animais peçonhentos; atendimento em acidentes automobilísticos; movimentação e
transporte de vítimas; parto de emergência; atendimento a pessoas com necessidade especiais;
acidentes com múltiplas vítimas .
Conceito; Histórico; Fundamentos; Aprestamento Individual; Empunhadura; Posições e Posturas
de Tiro; Deslocamentos Táticos; Controle de Cano; Técnicas de Varredura; Técnicas de Tiro;
Técnica e Tática Policial Militar I -
1ºSEMESTRE Profissionalizante 45
Instrução Técnica Individual
Mudança de Plataforma; Transição de Armas; Recargas; Técnica em Dupla; e Transposição de
Obstáculos.
Origens históricas das expressões éticas e cidadania. Ética, estética e moral. Cidadania. Dignidade
1ºSEMESTRE Profissionalizante Ética e Deontologia PM 30 da pessoa humana e cidadania como fundamentos da República Federativa do Brasil. Estudo dos
valores e da ética policial-militar (Título III, seções I e II da Lei 7.990/01 (EPM).
Abordagem Geral e sucinta da Antropologia (objeto, métodos, abordagens e limites da
Antropologia). Especificidade do método de ciências sociais. Cultura, mitos, símbolos e rituais. A
1ºSEMESTRE Profissionalizante Antropologia 30 atuação profissional do agente de segurança pública nos diversos biomas do Estado. O agente de
segurança pública e sua intervenção nas comunidades indígenas, quilombolas, dentre outras. A
questão da identidade policial e militar. Crise cultural e de identidade. Resistência cultural.
Concepções de linguagem e língua. Oralidade, leitura e análise linguística. Coesão e Coerência na
1ºSEMESTRE Fundamental Língua Portuguesa I 45 produção textual. Concepções de gramática. Concordância verbal e nominal, regência verbal e
nominal, pontuação, sintaxe. Produção e interpretação de textos institucionais .
Ciências Sociais: objeto e método. A construção do objeto da Sociologia: o Positivismo; o
1ºSEMESTRE Fundamental Sociologia Geral 45 principio da integração social; o princípio da ação social – a sociologia compreensiva. O princípio
da contradição – materialismo histórico .
Conceito de Psicologia. Notícias históricas; Áreas e campos de atuação. Processos Bio-
psicológicos: Sensação; Percepção; Pensamento; Motivação e emoção; Conflito e frustração;
1ºSEMESTRE Fundamental Psicologia Geral 45 Aprendizagem. Personalidade: Conceitos. Principais teorias: Abordagem Behaviorista;
Abordagem Humanista; Abordagem Gestaltista; Abordagem Psicanalista. Abordagem
Psicopatológica do comportamento: Distúrbios emocionais; Neuroses; Psicoses; Psicopatia.
A importância da metodologia da pesquisa no mundo acadêmico. Orientação para elaboração de
esquemas, resumos, fichamentos e resenhas além de apresentar linhas de pesquisa no campo de
sua área de atuação O estudo de documentos para construção, sistematização e transmissão do
1ºSEMESTRE Fundamental Metodologia da Pesquisa 45
conhecimento, pretende-se que o aluno esteja apto a participar de processo de produção do
conhecimento, e elaboração de trabalhos científicos. A disciplina tem como finalidade gerar
suporte para a realização de trabalhos científicos .
A ciência jurídica; A evolução histórica do Direito, o jurisnaturalismo; Filosofia do Direito;
Sociologia Jurídica; Dogmática Jurídica; O Direito como pressuposto fundamental à ordem
jurídica-social; O Direito como fenômeno social; Direito Objetivo e Direito Subjetivo; O Direito
1ºSEMESTRE Fundamental Introdução ao Estudo do Direito 60 Internacional e o direito interno de cada Estado - ordens jurídicas distintas como fontes do
mesmo Direito - Direito Comparado; O Direito Público e o Direito Privado; Fontes do Direito; A lei
e os diversos ramos do Direito; O quadro geral do Direito; A interpretação – a hermenêutica, a
jurisprudência e a doutrina.
SubTotal da CH 630
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ATIVIDADES
Seminários e palestras; abordagemsobre as seguintes temáticas: relações interpessoais; a
complexidade constitucional da PMBA e a multifuncionalidade exigida ao PM para realizá-la; a
Atividade Complementar
1º SEMESTRE Complementar 30 corporação e a carreira do oficialato do QOPM; outros temas da atualidade sobre segurança
Curricular (ACC) I
pública e a atuação da PMBA na sociedade baiana bemcomo sobre o processo de transição do
cidadão civil ou oriundo da tropa para o CFOPM e outras temáticas relevantes.
Tema: O começo de uma carreira, o universo acadêmico, o compromisso social,
responsabilidade, valores institucionais e o respeito a técnica, a lei e a ética como lastros que
formam o oficial.A transição do cidadão- usuário do Sistema de Segurança Pública e Defesa Social
para o cidadão-profissional policial militar .
Temática: Capacitação básica institucional: A adaptação à vida policial militar; Capacitação de
serv iços rotineiros na APM; A instituição policial: estrutura e funcionamento; o oficialato.
Conteúdos: Orientações básicas das legislações militares e policiais militares; conhecimento e
visitas às seções da APM;orientações sobreas atividades dos estágios supervisionados, visitas
deobservação conforme orientação pedagógica, produção de relatórios básicos das visitas
1º SEMESTRE Complementar Teoria e Prática Interdisciplinar I 30
deobservação; orientações sobre Notas de Instrução (NI); orientações sobre as Oficinas
Vivenciais e o Batalhão Acadêmico (estrutura e funcionamento).
Prática: Batalhão Acadêmico: marchas administrativas (diurna/ noturna), alinhado as atividades
do se mestre.
Orientação para as atividades de representação e comissões: Assembléia Legislativa; Câmara dos
Vereadores; Ministério Público; Judiciário; Cultos e solenidades; Em caráter religioso,
educacional, profissiona l e técnico, etc.
Serviço Interno: Atuação, posturas e relatórios.
Orientação sobre participação em eventos populares: desfiles cívicos e manifestações populares.
Avaliação eseleção dos alunos. Periodização do treinamento. Preparação física (desenvolvimento
decapacidades físicas e habilidades motoras específicas do desporto). Preparação técnico-tática
(treinamento dos fundamentos técnicos, regras e estratégias). Treinamento psicológico
1º SEMESTRE Complementar Desporto 30
(fortalecimento das reações, qualidades e atitudes na busca do êxito, em conformidade com o
regulamento desportivo e a moral social). Desenvolvimento das capacidades físicas e habilidades
motoras específicas do atletismo.
Atividades orientadas de caráter educativo, cultural, cívico, artístico, recreativo ou desportivo,
em conformidade com as normas da APM, como reforço, aperfeiçoamento e/ou especialização
1º SEMESTRE Complementar Grêmio 30
de uma determinada área do conhecimento técnico-profissional visando desenvolver a
autonomia imprescindível ao oficial PM.
Acompanhamento da dinâmica do processo deensino-aprendizagem bem como do sistema de
Acompanhamento
1º SEMESTRE Complementar 30
Psicopedagógico
avaliação bem como suporte e orientação ao Corpos Docente, Discente e Administrativo.
Princípios gerais e exercício do Uso diferenciado da Força. Teorias e fundamentos de prática de
1º SEMESTRE Complementar Defesa Pessoal 30
arte marcial Aspectos conceituais, procedimentais e atitudinais. Avaliação conceitual obrigatória.
Atividades orientadas internas e externas à APM de caráter técnico-pedagógico. Cumprimento de
1º SEMESTRE Complementar Estágio/Vivências/ Jornada 190
escala s de serviço interno na APM de guarda das instalações.
SUBTOTAL CH 370
TOTAL 1000
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
EMENTA
SEMESTRES EIXO DISCIPLINAS CH
Títulos I e II do Regulamento de Continências, honras e sinais de respeito (RCONT),
2ºSEMESTRE Profissionalizante Legislação Policial Militar II 30 Instrução Gerais do RCONT - IG 10-60, Regulamento interno dos serviços gerais (RISG).
Legislações correlatas. Regulamento da Academ ia da Policia Militar.
Regulamento da Ordem Unida. Aprofundamento. Aspectos fundamentais do comando de
2ºSEMESTRE Profissionalizante Ordem Unida II 30
tropa. O oficial PM como instrutor de ordem Unida na Corporação.
Estudo das Munições: classificação, tipo, efeitos; Exercício de tiro real com a pistola
semiautomática, cal. .40; Exercício de tiro real com a submetralhadora, automática, cal.
2ºSEMESTRE Profissionalizante Armamento e Tiro Policial II 45 .40; Estudo da espingarda de repetição, cal. 12; Exercício real de tiro com a espingarda de
repetição, cal. 12; Estudo do revólver, cal. .38; Exercício real de tiro com o revólver, cal.
.38; Avaliação Parcial; Avaliação Final.
Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes dos Exercícios Físicos
relacionados à saúde e desempenho operacional Policial Militar e liderança das práticas
de Educação Física no Comando do Pelotão. Nas Dimensões Funcional-Motora, fisiológica
2ºSEMESTRE Profissionalizante Educação Física II 60 e morfológica. Além de conteúdos teóricos referentes a conhecimentos básicos sobre
Fisiologia do Treinamento, no que tange a Fisiologia Neuromuscular; Adaptações e
Princípios do Treinamento; Bioenergética Aplicada ao Treinamento; Metodologia do
Treinamento de Resistência; Metodologia do Treinamento de Força e Potência.
Aspectos Doutrinários e Jurídicos da Abordagem Policial; Conceitos e Noções Gerais da
Técnicas e Táticas Policias Militares II
2ºSEMESTRE Profissionalizante 30 Abordagem Policial; Técnicas de Busca; Técnicas de Emprego de Algemas na Abordagem
– Abordagem Policial I
Policial; Técnicas de Abordagem à Pessoas a Pé.
Conceito de Eventos. Principais eventos policiados pela Policia Militar da Bahia (Carnaval,
festas populares e eventos em praças desportivas). Diretrizes normativas da PMBA em
vigor para Policiamento em Eventos. Fundamentos Legais: Atuação da PM em locais de
eventos, Busca Pessoal em locais de eventos, Porte de arma de fogo em locais de
Técnicas e Táticas Policias Militares eventos. Planejamento Técnico: Planejamento de segurança realizado pela PM (antes,
2ºSEMESTRE Profissionalizante 30
III - Policiamento de Eventos durante e depois), FEASPOL, Laudo Técnico de Segurança. Gerenciamento de Crise em
eventos: Análise de risco e Gestão de risco, CTDC em eventos: Equipamentos e Agentes
Químicos, Comportamento Social: fases comportamentais do coletivo social
(aglomeração, multidão, turba, distúrbios civis), fatores psicológicos que influência no
comportamento do individuo em massa.
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o
SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
Conceito e importância na área de segurança pública. Segurança física de instalações de
aquartelamentos e prédios públicos: sistema de controle de acesso; sistemas de CFTV;
Técnicas e Táticas Policias Militares barreiras físicas; sistema de alarme; sistema de prevenção de incêndio; normas de
2ºSEMESTRE Profissionalizante IV - Policiamento de Guardas - 30
Segurança de Instalações melhorias práticas em Segurança da Informação. Segurança física de instalações de
estabelecimentos penais – atuação em casos de manifestações. Escolta e segurança de
presos. Escolta e segurança de numerários e valores. Escolta e segurança de dignitários.
A redação oficial, ofício, memorando, outros documentos. Gramática aplicada à redação
2ºSEMESTRE Profissionalizante Redação Oficial 30 policial-militar, emprego dos pronomes de tratamento, estudando as abreviaturas,
expressões castrenses, expressões latinas, outras expressões. Textos oficiais da ortografia.
Comunicação: conceito, elementos da comunicação. A organização do pensamento:
objetividade e clareza das ideias. Produção textual: o texto, estrutura, frase e parágrafo.
2ºSEMESTRE Fundamental Língua Portuguesa II 30
Estratégias de planejamento do texto escrito. Relatório. Oratória: conceito, principais
técnicas argumentativas.
Ciência política; conceito, objetivo. Teoria geral do Estado e Ciência política. Métodos
utilizados pela Ciência Política para a sua aplicação. Relações da Ciência política com
outras Ciências. Evolução do pensamento político; Grécia e Roma, Idade Média e Idade
2ºSEMESTRE Fundamental Ciências Políticas 45 Moderna x O pensamento político. Partidos políticos. Grupos de Pressão. Classes Sociais e
“Status” social. Revolução e Golpe de Estado. Movimentos sociais. Elementos, natureza e
características do Poder Estatal. Poder Político x Representação. Mandato Representativo
e Mandato Imperativo. Organização dos Poderes. Regimes Políticos. Formas de governo.
Presidencialismo ehistórica
Contextualização Parlamentarismo.
dos dadosEleições e sistemas
e estatística; eleitorais. descritiva;
a estatística Democraciaase medidas
direitos
numéricas em estatística descritiva; as bases de dados estatísticos disponíveis; a pesquisa
e coleta de dados; a utilização de softwares estatísticos para análises criminais; realização
de estudos quantitativos quantitativos destinados a análise criminal; identificar situações
2ºSEMESTRE Fundamental Estatística Aplicada à Atividade PM 45 práticas às quais a estatística possa ser aplicada com propriedade; utilização dos
fundamentos de estatística na resolução de problemas práticos do quotidiano policial-
militar para o desempenho das atividades de polícia ostensiva, de preservação da ordem
pública; aplicação de análises de estatística inferencial; analisar e aplicar corretamente as
medidas de posição e de dispersão nas distribuições.
Principais teorias administrativas: Escola Clássica. A Escola das Relações Humanas. A
Escola Burocrática. A abordagem comportamental da administração. A abordagem
sistêmica da administração. A abordagem contingencial. As funções administrativas de
2ºSEMESTRE Fundamental Teoria Geral da Administração 45 planejamento, organização, direção e controle. A decisão como fundamento da ação
administrativa. As práticas de gestão contemporânea: Reengenharia, Gestão pela
Qualidade Total, Gerenciamento de Projetos e Processos. Administração de Serviços de
Segurança.
Conceitos básicos de Direito Constitucional; constitucionalismo; Poder Constituinte;
Princípios fundamentais; direitos, deveres e garantias fundamentais; Direitos e deveres
individuais e coletivos – remédios constitucionais ; Direitos Sociais; Organização e Poderes
2ºSEMESTRE Fundamental Direito Constitucional 45 do Estado; Funções essenciais da Justiça; Da Defesa do estado e das instituições
democráticas; da ordem social; Sistema nacional e estadual da segurança pública;
Garantias individuais e coletivas aplicáveis ao PM; poder de polícia; análise de casos da
prática policial à luz do direito constitucional.
Evolução histórica do Direito Administrativo. Organização administrativa Brasileira; Atos
administrativos. I - Conceitos Básicos; natureza jurídica e objeto do Direito
Administrativo; conteúdo Cientifico; II – Da Administração Pública: Conceito; elementos,
2ºSEMESTRE Fundamental Direito Administrativo I 45 objetivos; Poderes e organização do Estado; III – Estrutura Administrativa do Estado:
Administração Pública; governo e administração; entidades políticas e administrativas,
órgãos e agentes públicos e investidura dos agentes públicos; IV - Atividade
Administrativa: conceito de Administração Pública; natureza jurídica da Administração
Pública; finalidade da Administração Pública; princípios da Administração Pública –
Pág. 112
o
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Propedêutica penal. Relação do Direito Penal com outras ciências: a criminologia e a
política criminal. Funções e limites do poder de punir do Estado. Escolas Penais. Fontes do
2ºSEMESTRE Fundamental Direito Penal I 60 Direito Penal. A Norma Penal. Espécies. Classificação. Elementos. Importância dos
princípios constitucionais penais. Aplicação da Lei Penal no tempo e no espaço.
Introdução à teoria do delito.
Fundamentos da Economia; visão de ciência e visão de poder; principais escolas do
2ºSEMESTRE Fundamental Introdução à Economia 30 pensamento econômico; microeconomia e macroeconomia; mercado e concorrência; os
ciclos econômicos e as crises econômicas no Brasil e no mundo.
SUBTOTAL CH 630
Seminários e palestras; abordagemsobre as seguintes temáticas: relações interpessoais; a
complexidade constitucional da PMBA e a multifuncionalidade exigida ao PM para realizá-
Atividade Complementar Curricular la; a corporação e a carreira do oficialato do QOPM; outros temas da atualidade sobre
2ºSEMESTRE Complementar 30
(ACC) II segurança pública e a atuação da PMBA na sociedade baiana bem como sobre o processo
de transição do cidadão civil ou oriundo da tropa para o CFOPM e outras temáticas
relevantes.
Tema: O cidadão Policial Militar, gestor de processos interativos com a sociedade e a
Instituição.
Temática: A polícia: valores, mitos e o Estado.
Conteúdos: Planejamento das atividades e Elaboração das Notas de Instrução (NI)
referentes às Oficinas Vivenciais, Batalhão Acadêmico e os Estágios Supervisionados com
produção de relatórios de estágio. Textos problematizadores sobre a temática, os temas e
os assuntos do 2º semestre. Conhecimento, análise-crítica, aprimoramento, apropriação
e prática de procedimentos e rotinas, atinentes ao desempenho deste gestor de
processos. Fatos e relações registrados e desenvolvidos no ambiente da APM. Fatos de
grande repercussão social envolvendo órgãos da Segurança Pública. Resolução de
problemas de lógica para desenvolvimento de raciocínio lógico e de percepção.
Atividades policiais inerentes ao gestor de processos de interação com a comunidade (SD
2º SEMESTRE Complementar Teoria e Prática Interdisciplinar II 30
PM) e desempenho de serviços internos rotineiros. Os aspectos geo-históricos da região
metropolitana de Salvador, observando os fatores intervenientes para a atividade policial.
Preparação do aluno para as atividades práticas inerentes ao semestre.
Prática: Batalhão Acadêmico: marchas administrativas (diurna/noturna); Atividades
policiais comunitárias e de cidadania junto a comunidade; serviços internos,
representação e solenidades; feedback das atividades práticas, palestra, seminário,
painel, workshop entre outros. Estudos de caso relativos ao gestor deprocessos que
estejam dentro do delimitado pelos conteúdos dos componentes curriculares abordados
no 2º semestre;
Observação à paisana em praças desportivas: pontos críticos, vias de acesso, condições
de transportes, acomodação e evacuação do público, estacionamento, trânsito, estrutura
e dependência do estádio.
Visitas Orientadas: As unidades operacionais, administrativas e educacionais da PMBA,
sediadas na capital baiana.
Pág. 113
o
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Avaliação e seleção dos alunos. Periodização do treinamento. Preparação física
(desenvolvimento decapacidades físicas e habilidades motoras específicas do desporto).
Preparação técnico-tática (treinamento dos fundamentos técnicos, regras e estratégias).
2º SEMESTRE Complementar Desporto 30
Treinamento psicológico (fortalecimento das reações, qualidades e atitudes na busca do
êxito, em conformidade com o regulamento desportivo e a moral social).
Desenvolvimento das capacidades físicas e habilidades motoras específicas do atletismo.
Atividades orientadas de caráter educativo, cultural, cívico, artístico, recreativo ou
desportivo, em conformidade com as normas da APM, como reforço, aperfeiçoamento
2º SEMESTRE Complementar Grêmio 30
e/ou especialização de uma determinada área do conhecimento técnico-profissional
visando desenvolver a autonomia imprescindível ao oficial PM.
Princípios gerais e exercício do Uso diferenciado da Força. Teorias e fundamentos de
2º SEMESTRE Complementar Defesa Pessoal 30 prática de arte marcial; Aspectos conceituais, procedimentais e atitudinais. Avaliação
conceitual obrigatória.
Acompanhamento da dinâmica do processo de ensino-aprendizagem bem como do
2ºSEMESTRE Complementar Acompanhamento Psicopedagógico 30 sistema de avaliação bem como suporte e orientação ao Corpos Docente, Discente e
Administrativo.
Atividades orientadas internas e externas à APM de caráter técnico-pedagógico.
Cumprimento de escalas de serviço interno na APMde guarda das instalações. Jornadas
2º SEMESTRE Complementar Estágio/Vivências/ Jornada 190
de Instrução Acadêmica. Curso deMecânicode ArmasdePorte ePortátil Institucional
(CMAPPI) eoutros cursosde atualizaçãotécnico profissional.
SUBTOTAL CH 370
TOTAL CH 1000
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o
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EMENTA
SEMESTRES EIXO DISCIPLINAS CH
Regulamento de Uniformes PMBA Lei de Promoções, Decretos e Portarias.
3ºSEMESTRE Profissionalizante Legislação Policial Militar III 30
Regulamento da Ordem Unida. Aprofundamento. Aspectos fundamentais do
3ºSEMESTRE Profissionalizante Ordem Unida III 30 comando de tropa. Guardas fúnebres. Formaturas militares. Instrução individual
e coletiva com espada.
Estudo da carabina, semiautomática, cal. .40; Exercício de tiro real com a
carabina, semiautomática, cal.
.40; Exercício de tiro real com a pistola semiautomática, cal. .40; Exercício de
3ºSEMESTRE Profissionalizante Armamento e Tiro Policial III 45 tiro real com a submetralhadora, automática, cal. .40; Estudo do fuzil,
automático, cal. 7,62mm; Exercício real de tiro com o fuzil, automático, cal.
7,62mm; Estudo do Dispositivo de Incapacitação Neuro Muscular, SPARK;
Avaliação parcial; Avaliação final.
Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes dos Exercícios
Físicos relacionados à saúde e desempenho operacional Policial Militar e
liderança das práticas de Educação Física no Comando do Pelotão. Nas
Dimensões Funcional-Motora, fisiológica e morfológica. Além de conteúdos
3ºSEMESTRE Profissionalizante Educação Física III 60
teóricos referentes a conhecimentos básicos sobre Nutrição, no que tange a
Macronutrientes e Energia dos Alimentos; Micronutrientes e Água;
Fundamentos da Transferência de Energia Humana; Transferência de Energia
Humana durante o Exercício; Mensuração do Dispêndio de Energia Humana;
Técnicas de Abordagem à Veículos de Passeio; Técnicas de Abordagem à
Motocicletas ou Similares; Técnicas de Abordagens Emergenciais; Técnicas de
Técnicas e Táticas Policias Militares V –
3ºSEMESTRE Profissionalizante 30
Abordagem Policial II
para a Realização de Pontos de Abordagem; Técnicas de Abordagem à Veículos
de Transporte Coletivo e Técnicas de Abordagem à Veículos de Carga.
O conceito de bioma; biomas brasileiros; o conceito de ecossistema e ecótono;
fauna silvestre; fauna exótica; e fauna doméstica. Constituição Federal de 1988
(Art. 225); Lei de Crimes Ambientais (crimes de poluição, crimes contra a flora,
Técnicas e Táticas Policias Militares VI -
3ºSEMESTRE Profissionalizante 30 crimes contra a fauna, crimes de pesca e das águas) ; Lei de Maus Tratos aos
Policiamento Ambiental
Animais; Procedimento Operacional Padrão PM: nos crimes de poluição; nos
crimes contra a flora; nos crimes contra a fauna; nos crimes de pesca e das
águas.
Policiamento montado: conceitos, fundamentos, características, aplicação,
atribuições, estudos de casos e simulados. Histórico. Conceitos Básicos.
Técnicas e Táticas Policias Militares VII - Fundamentos. Aplicação em área urbana, parques, praças desportivas, eventos
3ºSEMESTRE Profissionalizante 30
Policiamento Montado - Motocicleta especiais e carnaval. Emprego da Tropa de Choque Montado em Atividades de
CDC. Noções da Morfologia do Cavalo. Penso. Atribuições do Cavaleiro. Iniciação
a Equitação.
Direito Administrativo Disciplinar Constitucional (temas da Constituição Federal
e da Constituição
Estadual, especialmente relacionados à aplicação de sanções e remédios
jurídicos – habeas data, habeas corpus, mandado de segurança etc.); Estatuto
3ºSEMESTRE Profissionalizante Direito Administrativo Militar I 45 dos Policiais Militares, instituído pela Lei nº 7.990 de 27 de dezembro de 2001,
os atos normativos, de aplicação interna e obrigatória aos integrantes da PMBA,
que explicitam e regulam os procedimentos investigatórios de fatos de natureza
administrativa, bem como os procedimentos e processos disciplinares; as
disposições legais que tratam sobre o Conselho de Justificação; o atendimento
de ocorrência em que haja o cometimento de infração penal praticada por
Pág. 115
o
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Considerações gerais; Parte geral do Código Penal Militar, Parte especial do
Código Penal Militar; crimes militares em tempo de paz (contra a autoridade ou
disciplina militar; Contra o serviço militar e o dever militar, a pessoa, o
3ºSEMESTRE Profissionalizante Direito Penal Militar 60
patrimônio, a administração militar, a administração da justiça militar); Noções
gerais sobre crimes militares em tempo de guerra. Da Ação Penal; Da execução
penal militar.
Código de Trânsito Brasileiro com ênfase às infrações e aos crimes de trânsito;
3ºSEMESTRE Fundamental Direito de Trânsito 30 resoluções atinentes às ocorrências mais recorrentes; aspectos técnicos e legais
das autuações realizadas por policial militar .
A formação do pensamento ocidental, caracterização e a teoria do
conhecimento. O pensamento moderno, a questão da subjetividade e da
3ºSEMESTRE Fundamental Filosofia 30 construção dos princípios de cidadania. Correlação entre a Filosofia Geral e os
princípios filosóficos que regem as organizações como um todo (impactando em
sua visão, missão e valores) e a PMBA, em particular.
Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro – Fundamentos do Direito Civil
– Codificação- Personalidade, Capacidade Jurídica e Legitimação (Livro I)-
Sujeitos do Direito – Objeto do Direito, Atos e Fatos Jurídicos – Negócio Jurídico
– Direito das Obrigações (Livro I Parte Especial- Contratos ( Livro II Parte
Especial)-Direito das Coisas(Livro III- Parte Especial ) - Posse, propriedade, seus
efeitos e proteção - Esbulho possessório e a turbação - Atuação da PM nos casos
3ºSEMESTRE Fundamental Direito Civil 45 de invasão de terra, reintegração de posse e despejo- o cumprimento do
mandado judicial e o esforço incontinenti- Atos ilícitos e responsabilidade civil
-Direito de Família ( Livro IV)- Direito das Sucessões (Livro IV)- Direito
Patrimonial Jurisdição civil e ação civil; Intervenção do Ministério Público,
Órgãos Judiciários, o juiz e a competência jurisdicional. Estudos de casos
relacionados à prática do serviço policial-militar.
A Bahia e os territórios de identidade; o policiamento regional PM, seus
territórios de responsabilidade e sua relação prática com os territórios de
identidade; peculiaridades que diferenciam o policiamento da capital do
realizado no interior; o agronegócio e seus reflexos no interior do Estado; o que
3ºSEMESTRE Fundamental Estudos de Territórios e Espaços Públicos 30
diferencia e o que se assemelha nas técnicas aplicada pela PM para
policiamento preventivo e repressivo nos diferentes territórios e nos espaços
com perfis e características distintas: de prevalência residencial urbana
estruturada, de prevalência residencial urbana sem estrutura básica, residencial
Visão global do funcionamento do setor público. Sistemática de orçamento do
setor público e a experiência brasileira em matéria de orçamento, controle e
administração financeira. Consolidação dos setores públicos. Orçamento
plurianual de investimentos. A planificação do setor público e o orçamento por
3ºSEMESTRE Fundamental Direito Administrativo II 45
programas e atividades. Critérios de avaliação de programas governamentais.
Identificar os principais aspectos da execução orçamentária. Distinguir os tipos
de despesas mais usuais na Corporação. Diferenciar receitas correntes de
receitas de capital. Diferenciar despesas correntes de despesas de capital.
Direitos humanos no Brasil e no mundo. Princípios e normas internacionais que
regem os direitos e garantias do homem e do cidadão. Sistema de proteção
desses direitos, justiça social, liberdade, dignidade e igualdade perante as leis. O
3ºSEMESTRE Fundamental Direitos Humanos 30 policial militar como ator e promotor dos Direitos humanos. O papel dos
Direitos humanos no exercício da profissão do agente de segurança pública.
Recomendações do Relatório do Conselho Nacional dos Direitos Humanos CNDH
sobre Violações de Direitos Humanos na Mídia Brasileira – ano 2016.
Teoria Geral do Crime. Sujeitos da ação típica. Da Tipicidade. Elementos. Nova
dimensão da tipicidade penal: Tipicidade conglobante, elementos negativos do
tipo, imputação objetiva. Processo executivo da infração penal. Da Tentativa. Da
ilicitude. Causas de exclusão em espécie, legais e supralegais. Da Culpabilidade.
Teorias. Elementos. Causas de exculpação em espécie. Tratamento jurídico
3ºSEMESTRE Fundamental Direito Penal II
penal do erro. Concurso de pessoas. Modalidades de co-delinquência. Princípios
atinentes às penas e às medidas de segurança. Tratamento penal e
60 criminológico das conseqüências jurídicas do delito. Regras para a aplicação da
pena. O sistema trifásico. Regimes prisionais e direitos da execução penal. Penas
alternativas. Sursis. Penas pecuniárias. Extinção da punibilidade.
630
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ATIVIDADES
Seminários e palestras com a abordagem sobre as seguintes temáticas; o
conhecimento acadêmico, o aprofundamento da técnica e da tática policial-
3ºSEMESTRE Complementar Atividade Complementar Curricular (ACC) III 30 militar; relações interpessoais e o auto-controle; procedimento operacional
padrão. Mini-jornadas técnico-pedagógicas ou cursos de capacitação
profissional.
Tema: O cidadão Policial Militar, e sua transição de gestor de processos
interativos com a comunidade para gestor de equipes administrativas
operacionais.
Temática: Trabalho em equipe.
Conteúdo: Conhecimento das atividades policiais inerentes ao gestor de equipes
operacionais em Segurança Pública bem como o desempenho de serviços
internos rotineiros (comandante da guarda e auxiliares de staff). Conhecimento,
análise-crítica, aprimoramento, apropriação e prática de procedimentos e
rotinas, atinentes ao desempenho deste gestor de equipes operacionais. Fatos e
relações registrados e desenvolvidos no ambiente de uma unidade operacional
da PM. Fatos de grande repercussão social envolvendo órgãos da Segurança
Pública. Estudo dos aspectos geo-históricos das regiões da Bahia com ênfase ao
Práticas: Batalhão Acadêmico: marchas administrativas (diurna/noturna), PO a
Pé, Emprego de Patrulha em Eventos Especiais), PCTran e PFTran; Oficinas
Vivenciais (Mini-JIPOM); Análise reflexiva de textos e livros com posterior
problematização sobre a temática, os temas e os assuntos do 3º semestre.
Exercícios simulados do desempenho de atividades e de funções próprias do
gestor de equipes operacionais em Segurança Pública. Estudos de caso relativos
ao gestor de equipes operacionais em Segurança Pública que estejam dentro do
delimitado pelos conteúdos dos componentes curriculares abordados no 3º
3º SEMESTRE Complementar Teoria e Prática Interdisciplinar III 30
Visitas técnicas e orientadas com produção de relatório: As Sedes das Unidades
Operacionais com responsabilidade territorial, sediadas na capital baiana; DPT,
Delegacias da Polícia Civil entre outros.
Estágio Supervisionado fardado em praças desportivas: Atuação em patrulha
nos estádios.
Estágio Supervisionado fardado nos Eventos Especiais: Festas de largo, Parque
de Exposições de Salvador, Carnaval, micaretas, dentre outros.
Atividades de representação e comissões: Assembléia Legislativa; Câmara dos
vereadores; Ministério Público; Judiciário; Cultos e solenidades; Em caráter
religioso, educacional, profissional e técnico, entre outros.
Avaliação e seleção dos alunos. Periodização do treinamento. Preparação física
(desenvolvimento de capacidades físicas e habilidades motoras específicas do
desporto). Preparação técnico-tática (treinamento dos fundamentos técnicos,
3º SEMESTRE Complementar Desporto 30 regras e estratégias). Treinamento psicológico (fortalecimento das reações,
qualidades e atitudes na busca do êxito, em conformidade com o regulamento
desportivo e a moral social). Desenvolvimento das capacidades físicas e
habilidades motoras específicas do atletismo .
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o
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Atividades orientadas decaráter educativo, cultural, cívico, artístico,
recreativo ou desportivo, emconformidade com as normas da APM, como
3º SEMESTRE Complementar Grêmio 30 reforço, aperfeiçoamento e/ou especialização de uma determinada área do
conhecimento técnico-profissional visandodesenvolver a autonomia
imprescindível aooficial PM.
Princípios gerais e exercício do Uso diferenciado da Força. Teorias e
3º SEMESTRE Complementar DefesaPessoal 30 fundamentos de prática de arte marcial; Aspectos conceituais, procedimentais
eatitudinais. Avaliaçãoconceitual obrigatória.
Acompanhamentoda dinâmicadoprocessodeensino-aprendizagembemcomo
3º SEMESTRE Complementar Acompanhamento Psicopedagógico 30 dosistema deavaliação bemcomo suporteeorientaçãoao Corpos
Docente,DiscenteeAdministrativo.
Atividades orientadas internas e externas à APM de caráter técnico-pedagógico.
3º SEMESTRE Complementar Estágio/Vivências/ Jornada 220 Estágio no Carnaval e outros estágios supervisionados. Cumprimento deescalas
deserviço interno na APM eguarda das instalações.
Subtotal 370
total 1000
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o
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Tecnologia Aplicada à Atividade Policial- Estudo dos fenômenos. O uso estratégico da informação na atividade
4ºSEMESTRE Profissionalizante 30 policial: as técnicas de análise georeferenciadas da criminalidade,
Militar
estatística
Regulamento aplicada
da ao Ordem
estudo doUnida.
fenômenoAprofundamento.
criminoso. EmpregoAspectos
de
4ºSEMESTRE Profissionalizante Ordem Unida IV 30 fundamentais do comando de tropa. Guardas fúnebres. Formaturas
militares. Instrução individual e coletiva com espada.
Estudo do fuzil, semiautomático, cal. 5,56mm; Exercício real de tiro com
o fuzil, semiautomático, cal. 5,56mm; Exercício de tiro real com a
pistola semiautomática, cal. .40; Exercício real de tiro com a
4ºSEMESTRE Profissionalizante Armamento e Tiro Policial IV 45
submetralhadora, automática, cal. .40; Exercício real de tiro com a
espingarda de repetição, cal. 12; Exercício real de tiro com o fuzil,
automático, cal. 7,62mm; Avaliação parcial; Avaliação final.
Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes dos
Exercícios Físicos relacionados à saúde e desempenho operacional
Policial Militar e liderança das práticas de Educação Física no Comando
do Pelotão. Nas Dimensões Funcional-Motora, fisiológica e morfológica.
4ºSEMESTRE Profissionalizante Educação Física IV 60
Além de conteúdos teóricos referentes a conhecimentos básicos sobre
Medidas e Avaliação, no que tange a Critérios Científicos Aplicados na
Educação Física Militar; Avaliação de Composição Corporal; Bases
Teóricas da Aptidão Aeróbica; Testes para Avaliação Aeróbia; Testes
Técnicas de Progressão de Tropa em Área Urbana; e Técnicas de Ações
Técnicas e Táticas Policias Militares VIII –
4ºSEMESTRE Profissionalizante 30
Abordagem Policial III
Imediatas.
Planejamento de rondas rurais; análise de território aplicado ao
policiamento; distritos, vilas e povoados; Conhecer sobre Biomas nos
aspectos referentes à progressão e sobrevivência no terreno.
Coordenadas de orientação com recursos naturais e tecnológicos; ações
Técnicas e Táticas Policias Militares IX - e operações programadas; principais ocorrências: Litígios de
4ºSEMESTRE Profissionalizante 30
Policiamento Rural propriedades rurais com demandas judiciais a cumprir ou detectadas
durante a ronda; roubo de produção: caminhões de carga; roubo de
defensivos agrícolas; roubo aa Instituições Financeiras com
especializadas.
Legislação de trânsito: fundamentação e imputação de
responsabilidade. O estado, o município e a fiscalização do trânsito. A
Técnicas e Táticas Policias Militares X -
4ºSEMESTRE Profissionalizante 30 política de educação para segurança no trânsito. Os juizados especiais
Policiamento de Trânsito
de trânsito. O papel da PM na área de trânsito e implicações no serviço
desempenhado pela corporação. Glossário técnico específico. Principais
problemas relativosda
Acompanhamento a trânsito
dinâmicanosdocentros urbanos
processo e rodovias e
de ensino-aprendizagem
Técnicas e Táticas Policias Militares XI -
4ºSEMESTRE Profissionalizante 30 bem como do sistema de avaliação bem como suporte e orientação ao
Policiamento de Choque
Corpos Docente, Discente e Administrativo.
A estrutura, a organização, asatribuições e o funcionamento dos órgãos
do Sistema de Justiça e Disciplina da Polícia Militar do Estado da Bahia;
presidir e atuar em procedimentos administrativos disciplinares
(Investigação Preliminar, Sindicância etc.); presidir e atuar em processos
4ºSEMESTRE Profissionalizante Direito Administrativo Militar II 45
administrativos disciplinares (Procedimento Disciplinar Sumário - PDS,
Procedimento Administrativo Disciplinar - PAD, Conselho de Disciplina,
Conselho deJustificação etc.); Maiores erros cometidos na apuração
deum feito investigatório. Contraditório e a ampla defesa na doutrina
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Funções administrativas das Instituições; Planejamento: Contexto;
Tipos; Autoridade: Conceito; Tipos; Estado Maior; Estudo de Situação
de Estado Maior; Níveis Institucionais; Planejamento e seus níveis
4ºSEMESTRE Profissionalizante Planejamento Operacional I 60
Institucionais; Redação aplicada ao planejamento; Mementos
operacionais. Plano de Emprego Operacional com ênfase no
Levantamento Estratégico.
Conceito, importância e aspectos históricos da Atividade de Inteligência.
Segurança do Conhecimento. Produção do Conhecimento. Operações
de Inteligência. Estrutura de Informações pelo Mundo. Estrutura de
4ºSEMESTRE Profissionalizante Inteligência de Segurança Pública 45 Informações no Brasil. Estrutura de Informações na Bahia. Estrutura do
Serviço de Inteligência na Corporação. Características dos serviços
desenvolvidos pela agência e pelas sub-agências de inteligência.
Atividade de Inteligência Policial.
Aspectos históricos; Perícia médico-legal; Documentos médico-legais;
Identidade e identificação; Perícias toxicológicas; Sexologia forense;
4ºSEMESTRE Profissionalizante Medicina Legal 30 Traumatologia; Exame médico legal em restos mortais humanos; Exame
de antropologia médico-legal; Energia de ordem mecânica, física,
química, físico-químicas, biológicas e mistas.
I- A importância para a investigação policial, perícia criminal e legislação
brasileira; II-Fundamentos da criminalística: o crime e a prova técnica;
caracterização da criminalística: conceituação e finalidade,
antecedentes históricos e evolução; comportamento criminoso e
4ºSEMESTRE Profissionalizante Criminalística 30
abordagem científica ampla; inovações tecnológicas nos métodos,
técnicas e procedimentos, áreas de atuação: distinções e especificidade;
III - A importância do local do crime: levantamento do local –
identificação, isolamento e preservação, evidências físicas, indícios e
Crimes em espécie: Crimes contra a pessoa (contra a vida – homicídio,
aborto, induzimento e instigação ao suicídio, infanticídio), lesões
corporais, crimes contra a honra, contra liberdade individual). Dos
crimes contra o patrimônio: furto, roubo, extorsão, extorsão mediante
4ºSEMESTRE Fundamental Direito Penal III 60
seqüestro, noções sobre dano, apropriação indébita, estelionato,
receptação; disposições gerais. Dos crimes contra a dignidade sexual:
estupro, assédio sexual; disposições finais. Dos crimes contra a fé
pública: moeda falsa; petrechos para a falsificação; da falsidade
Os conceitos de violência e criminalidade como produtos históricos e
sociais (Yves Michaud). A violência e a criminalidade dentro dos
paradigmas clássicos: Durkheim, Marx e Weber. A multicausalidade do
fenômeno da violência. As principais explicações para a violência e para
4ºSEMESTRE Fundamental Sociologia da Violência 30
a criminalidade na sociedade brasileira: causas estruturais
(econômicas), causas políticas (violência de grupos, classes, revoltas
(impossibilidade de constituição da cidadania), causas institucionais
(inexistência de agências mediadoras democráticas) e causas culturais
Introdução ao estudo do Direito Processual Penal; relações do Direito
Processual Penal com os demais ramos do Direito e com outras
ciências; princípios do Direito processual penal, fontes do Direito
Processual Penal; a lei processual penal no tempo e no espaço, a lei
4ºSEMESTRE Fundamental Direito Processual Penal 45
processual penal em relação às pessoas, interpretação da lei processual
penal, inquérito policial; prisão provisória; espécies; prisão
administrativa; prisão civil; liberdade provisória com ou sem fiança,
ação penal; classificação, condições da ação; jurisprudência e
630
Subtotal
Pág. 120
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ATIVIDADES
Seminários e palestras com a abordagem sobre as seguintes temáticas;
o conhecimento acadêmico, o aprofundamento da técnica e da tática
Atividade Complementar Curricular (ACC)
4ºSEMESTRE Complementar 30 policial-militar; relações interpessoais e o auto controle; procedimento
III
operacional padrão. Mini- jornadas técnico-pedagógicas ou cursos de
capacitação profissional.
Tema: o conhecimento acadêmico, o aprofundamento da técnica e da
tática policial-militar.
Temática: Sensibilização, motivação e integração de grupos.
Conteúdo: Conhecimento de aspectos estratégicos, de planejamento e
gestão de equipes voltadas para as atividades situacionais de médio e
longo prazo inerentes as práticas das atividades administrativas e
operacionais. Conhecimento, análise-crítica, aprimoramento,
apropriação e prática de procedimentos e rotinas, atinentes ao
desempenho deste gestor de equipes operacionais e administrativas.
Fatos e relações registrados e desenvolvidos no ambiente de uma
unidade operacional e de uma unidade administrativa da PM. Fatos de
as atividades práticas inerentes ao semestre.
Prática: Batalhão Acadêmico: marchas administrativas
(diurna/noturna), PO a Pé, Emprego de Patrulha em Eventos Especiais),
PCTran e PFTran; Oficinas Vivenciais (Mini-JIPOM); Análise reflexiva de
textos e livros com posterior problematização sobre a temática, os
temas e os assuntos do 4º semestre. Exercícios simulados do
4ºSEMESTRE Complementar Teoria e Prática Interdisciplinar IV 30 desempenho de atividades e de funções próprias do gestor de equipes
operacionais e administrativas em Segurança Pública. Estudos de caso
relativos ao gestor de equipes operacionais e administrativas em
Visitas Técnicas e orientadas com produção de relatório: Sedes das
Unidades Operacionais com responsabilidade territoriais e
Especializadas, sediadas na capital baiana, com vistas à observação das
práticas administrativas e operacionais; visitas ao DPT, Delegacias da
Polícia Civil, Presídios, Casa de acolhimento de menores e adolescentes
infratores, dentre outros.
Estágio Supervisionado fardado em praças desportivas: Atuação em
patrulha nos estádios.
Estágio Supervisionado fardado nos Eventos Especiais: Festas de largo,
Parque de Exposições de Salvador, Carnaval, micaretas, entre outros.
Atividades de representação e comissões: Assembléia Legislativa;
Câmara dos vereadores; Ministério Público; Judiciário; Cultos e
solenidades; Em caráter religioso, educacional, profissional e técnico,
entre outros.
Pág. 121
o
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Avaliação e seleção dos alunos. Periodização do treinamento.
Preparação física (desenvolvimento de capacidades físicas e habilidades
motoras específicas do desporto). Preparação técnico-tática
(treinamento dos fundamentos técnicos, regras e estratégias).
4ºSEMESTRE Complementar Desporto 30
Treinamento psicológico (fortalecimento das reações, qualidades e
atitudes na busca do êxito, em conformidade com o regulamento
desportivo e a moral social). Desenvolvimento das capacidades físicas e
habilidades motoras específicas do atletismo.
Atividades orientadas de caráter educativo, cultural, cívico, artístico,
recreativo ou desportivo, em conformidade com as normas da APM,
4ºSEMESTRE Complementar Grêmio 30
como reforço, aperfeiçoamento e/ou especialização de uma
determinada área do conhecimento técnico-profissional.
Princípios gerais e exercício do Uso diferenciado da Força. Teorias e
4º SEMESTRE Complementar Defesa Pessoal 30 fundamentos de prática de arte marcial; Aspectos conceituais,
procedimentais e atitudinais. Avaliação conceitual obrigatória.
Acompanhamento da dinâmica do processo de ensino-aprendizagem
4ºSEMESTRE Complementar Acompanhamento Psicopedagógico 30 bem como do sistema de avaliação bem como suporte e orientação ao
Corpos Docente, Discente e Administrativo.
Atividades orientadas internas e externas à APM de caráter técnico-
pedagógico. Jornada de Acadêmica de Ações
Policiais em Ambientes Rurais (JAAPAR) e Jornada Cultural Acadêmica
4ºSEMESTRE Complementar Estágio/Vivências/ Jornada 190
(JOCA). Cumprimento de escalas de serviço interno na APM de guarda
das instalações. Cursos de Atualização Técnico-Profissional.
Subtotal 370
Pág. 122
o
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Liderança e Poder nas Organizações. Poder e Autoridade: conceitos, origens,
tipologia. Níveis de legitimação da liderança. Chefia: Conceito, características
e tipologia. Processos decisório na chefia e liderança. Teoria situacional de
5ºSEMESTRE Profissionalizante Chefiae Liderança 45
liderança; O papel do líder nas organizações. Liderança, tutoria organização e
empoderamento. Estudo de casos aplicados à liderança nas organizações.
Liderança no Setor Público. Liderança em organizações militares.
VadeMécumCerimônias MilitaresTreinamentos diversos: Passagem
5ºSEMESTRE Profissionalizante Ordem Unida V 30 /Assunção de Comando; Entrega de Condecorações; Declaração à Aspirante;
Compromisso 1º Posto; Recepção de Autoridades
Procedimentos deautoproteção;Estudo deequipamentos balísticos:coletes,
capacetes e escudos;Exercício real de tiro com a pistola, semiautomática, cal.
5ºSEMESTRE Profissionalizante Armamento e Tiro Policial V 45
.40; Exercício real de tiro com a submetralhadora, automática, cal. .40;
Avaliação parcial; Avaliação final.
Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes dos Exercícios
Físicos relacionados à saúde e desempenho operacional Policial Militar
eliderança das práticas deEducação Física no Comandodo Pelotã[Link]
Dimensões Funcional-Motora, fisiológica e morfológica. Além de conteúdos
teóricos referentes a conhecimentos básicos sobre Atividade Física, Saúde e
5ºSEMESTRE Profissionalizante Educação Física V 60
Qualidadede Vida, no que tange a Era doEstilo deVida; AtividadeFísica,
Aptidão Física e Saúde; Composição Corporal, Excesso de Peso e Saúde;
Orientações Gerais para a Prática de Exercícios; Lazer Ativo e Qualidade de
Vida do Trabalhador; Envelhecer com Vigor; Qualidade de Vida: Fator
Alimentação; e Fator Estresse.
Técnicas de Abordagemà Edificações; e Técnicas de AbordagememCondições
Técnicas e Táticas Policias
5ºSEMESTRE Profissionalizante Militares XII– Abordagem Policial 30
IV
de Baixa Visibilidade.
Policiamento montado: conceitos, fundamentos, características, aplicação,
atribuições, estudos de casos e simulados. Histórico. Conceitos
Técnicas e Táticas Policias
Bá[Link]ção em área urbana, parques, praças
5ºSEMESTRE Profissionalizante Militares XIII– Policiamento 30
desportivas, eventos especiais e carnaval. Emprego da Tropa de Choque
Montado – Cavalaria
Montado emAtividades de CDC. Noções da Morfologia do [Link].
Atribuições do Cavaleiro. Iniciação a Equitação.
Noções introdutórias, princípios do Direito Processual Penal Militar, bem
como as alterações legislativas correlatas; a estrutura e funcionamento da
Justiça Militar Estadual e da Justiça MilitarFederal; a legislação Processual
penal militar e sua aplicação na defesa da dignidade humana e da sociedade,
mediante o estudo de casos correlatos; o Estatuto da Ordem dos Advogados
do Brasil, especialmente quanto aos direitos do advogado no curso dos atos
de polícia judiciária militar; atividade de autoridade judiciária junto à Justiça
5ºSEMESTRE Profissionalizante Direito Processual Penal Militar 45 Militar Estadual(adoção de medidas preliminares de investigação em face da
notícia do crime, lavratura de auto de prisão em flagrante delito, termo de
deserção, instauração e instrução de inquérito policial militar, medidas
cautelares durante a instrução do inquérito policial militar etc.); a realização
das Audiências de Custódia no âmbito da Justiça Militar nos termos das
normas emvigor; a jurisprudência dos tribunais na esfera processualpenal
militar aplicável às atividades de polícia ostensiva, de preservação da ordem
pública e de bombeiros.
Evolução histórica e fundamentação teórica do planejamento. Metodologias
5ºSEMESTRE Profissionalizante Planejamento Estratégico 30 de diagnóstico prévio ao planejamento. Desenvolvimento do planejamento
estratégico. Sistemas de planejamento estratégico.
Pág. 123
o
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O oficial como instrutor e palestrante na atividade policial-militar. Aspectos Conceituais da Educação. O que é ensinar? O que é
aprender? Planejamento de Ensino; Importância de definir objetivos; Importância de conhecer a realidadeacerca do local de instrução,
público-alvo esua relação com o tema, recursos disponíveis ou que podem ser planejados. Estudar Metodologias com ênfase para
atividades práticas considerando entre outras coisas a segurança dos participantes. Critérios para escolha da metodologia, dos recursos
5ºSEMESTRE Profissionalizante Didática Aplicada ao Instrutor PM 45
didáticos e da organização do conteúdo. Classificação dos conteúdos. As principais técnicas de Ensino. Planejamento e Plano de Aula.
Os fundamentos legais da educação. Os níveis e modalidades da educação brasileira. A educação para o futuro: os quatro pilares da
Educação (Jacques Dellors). Perspectivas atuais da educação. O Ensino na Polícia Militar: Estrutura e Legislação. A Prática pedagógica no
contexto da PM. Atividades práticas de ensino-aprendizagem (oficinas, miniaulas, palestras, instruções, etc).
Polícia Comunitária e Sociedade: Histórico, discutindo o conceito; os problemas da sociedade atual; a importância da Polícia e a
segurança como necessidade; cidades e bairros como centros convergentes da vida comunitária. Policia comunitária e policiamento
comunitário, conceitos e interpretações; princípios; relação com a comunidade. Estratégias do Policiamento Moderno: de 1830 à
contemporaneidade (policiamento profissional, estratégico, orientado para o problema e o comunitário). Polícia Comunitária
5ºSEMESTRE Profissionalizante Polícia Comunitária I 30 Comparada: internacional e no Brasil. Polícia comunitária e sua relação com os Direitos Humanos. Polícia Comunitária e sua relação
com o Estado. Estratégias para implantação da polícia comunitária. Mobilização Social. Estratégias de mobilização da comunidade por
meio de ações que possibilitem a participação da comunidade. Estruturação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública e sua
implantação na Bahia. Gestão pela qualidade na Segurança Pública. Ferramentas de Gestão da qualidade no processo de resolução de
problemas e na melhoria dos processos. Relações Interpessoais, Conflitos e Formas de Intervenção de Intervenção. Meios de resolução pacífica de conflitos com ênfa
Evolução da administração de pessoal nas organizações. Desenvolvimento de recursos humanos (Recrutamento, seleção e
5ºSEMESTRE Fundamental Gestão de Pessoas 45 treinamento): conceitos, tipologia e características. Características e Diferenças Individuais: percepção, atitudes, aptidões e
personalidade. Perfil profissiográfico na PMBA: Oficiais e praças.
Gestão da cadeia desuprimentos. Gestão de compras eaquisição derecursos materiais e patrimoniais. Gestão de estoques e
5ºSEMESTRE Fundamental Gestão de Material e Logística 45 almoxarifado. Sistemas de movimentação earmazenagem. Logística dedistribuição. Processamento de pedidos. Gestão de transportes e
operadores logísticos. Roteirização: Legislação de Materiais aplicada a PMBA, SIMPAS / DAL / Almoxarifado.
Abuso deautoridade. Armas. Contravenções penais. ECA. Crime Organizado. Drogas. Discriminação Racial. Estatuto do Idoso. Imprensa.
5ºSEMESTRE Fundamental Direito Penal IV 45 Crimes Hediondos. Interceptação telefônica. Lavagem de capitais (noções). Licitações. Meio ambiente (competência). Trânsito. Tortura.
Delação premiada. Violência doméstica.
Subtotal 630
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ATIVIDADES
Seminários e palestras com a abordagem sobre as seguintes temáticas; liderança, gestão e comando; relações interpessoais e o
Atividade Complementar
5ºSEMESTRE Complementar 60
Curricular (ACC) III
autocontrole, direitos humanos, atualização técnico-profissional. Cursos profissionalizantes; palestra sobre Direito Eleitoral.
Conteúdo: Atividades policiais que abrange o conteúdo a respeito do planejamento, organização, direção, controle e avaliação das
atividades operacionais, assim como policiamento ostensivo de trânsito, policiamento comunitário, inerentes ao gestor de subsistema
de Segurança Pública, incluindo também a perspectiva especializada do posto. Orientações, análises e acompanhamento das atividades
de estágios supervisionados na função de comando, gerência operacional bem como os conhecimentos a respeito das seções
administrativas de uma UnidadeOperacional. Conhecimento, análise-crítica, aprimoramento, apropriação e prática de procedimentos e
rotinas, atinentes ao desempenho deste gestor de subsistema. Fatos de grande repercussão social envolvendo órgãos da Segurança
Pública. Os aspectos geo-históricos da área de responsabilidade de um Comando de Policiamento Regional, correlacionados com os
fatores intervenientes para o desempenho da atividade policial. Preparação do aluno para as atividades práticas inerentes ao semestre.
5ºSEMESTRE Complementar Teoria e Prática Interdisciplinar V 30 Prática: Serviços contemplando atuação na função de comando, relatórios do serviço, planejamento, execução e avaliação de
atividades policiais. Abordagem reflexiva sobre a temática, o tema e assuntos do 5º semestre. Exercícios simulados do desempenho de
atividades e de funções próprias do gestor de subsistema de Segurança Pública. Estudos de caso relativos ao gestor de subsistemas de
Segurança Pública que estejam dentro do delimitado pelos conteúdos dos componentes curriculares abordados no 5º semestre.
Unidade Operacional, laboratório, oficinas, vivências. Planejamento das atividades e Notas de Instrução (NI) referentes às Oficinas
Vivenciais, Batalhão Acadêmico e os Estágios supervisionados com produção de relatórios de estágio (Estágio Operacional nas OPM e
Estágio na Corregedoria; Visita aos órgãos de Comando Estratégico da PMBA, com ênfase nas seções de Planejamento Estratégico,
Avaliação Estatística e Inteligência, Gestão de Pessoal.
Avaliação eseleção dos alunos. Periodização do treinamento. Preparação física (desenvolvimento de capacidades físicas e habilidades
motoras específicas do desporto). Preparação técnico-tática (treinamento dos fundamentos técnicos, regras e estratégias).
5ºSEMESTRE Complementar Desporto 30
Treinamento psicológico (fortalecimento das reações, qualidades e atitudes na busca do êxito, em conformidade com o regulamento
desportivo e a moral social). Desenvolvimento das capacidades físicas e habilidades motoras específicas do atletismo.
Atividades orientadas de caráter educativo, cultural, cívico, artístico, recreativo ou desportivo, em conformidade com as normas da
5ºSEMESTRE Complementar Grêmio 30
APM, como reforço, aperfeiçoamento e/ou especialização de uma determinada área do conhecimento técnico-profissional.
Princípios gerais e exercício do Uso diferenciado da Força. Teorias e fundamentos de prática de arte marcial; Aspectos conceituais,
5º SEMESTRE Complementar Defesa Pessoal 30
procedimentais e atitudinais. Avaliação conceitual obrigatória.
Acompanhamento da dinâmica do processo deensino-aprendizagem bem como do sistema deavaliação bem como suporte e
Acompanhamento
5ºSEMESTRE Complementar 30
Psicopedagógico
orientação ao Corpos Docente, Discente e Administrativo.
Atividades orientadas internas e externas à APM de caráter técnico-pedagógico. Jornada de Acadêmica de Ações Policiais em
5ºSEMESTRE Complementar Estágio/Vivências/ Jornada 190 Ambientes Rurais (JAAPAR) e Jornada Cultural Acadêmica (JOCA). Carnaval; Empregos operacionais e administrativos. Cumprimento de
escalas de serviço interno na APM de guarda das instalações.
Sub Total 370
Total 1000
Pág. 125
o
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Cerimônias Militares Treinamentos diversos: Passagem /Assunção de Comando; Entrega de Condecorações; Declaração à Aspirante;
Ordem Unida VI - Cerimonial
6ºSEMESTRE Profissionalizante 30
Militar
Compromisso 1º Posto; Recepção de Autoridades.
Pistas Policial de Aplicação; Avaliação parcial; Avaliação final.
6ºSEMESTRE Profissionalizante Armamento e Tiro Policial VI 45
Instrutoria básica. Desenvolvimento, avaliação e monitoração dos componentes dos Exercícios Físicos relacionados à saúde e
desempenho operacional Policial Militar e liderança das práticas de Educação Física no Comando do Pelotão. Nas Dimensões Funcional-
Motora, fisiológica e morfológica. Além de conteúdos teóricos referentes a conhecimentos básicos sobre Teoria e Métodos de
6ºSEMESTRE Profissionalizante Educação Física VI 60
Treinamento Esportivo, no que tange a Treinamento – Conceito, Objetivos e características; Componentes do treinamento; A lógica do
treinamento; O Planejamento do Treinamento; Métodos Básicos de Treinamento; Etapas da Preparação Esportiva; A Periodização do
Treinamento.
Análise dos serviços a cargo dos oficiais subalternos e intermediários da Corporação. Estudo os procedimentos
operacionais padrão adotados pela Corporação de: Comandos detropa destacada com ênfase na gestão de Cia ou Pel;
Técnicas e Táticas Policias Comando de tropa destacada com ênfase na supervisão de (Destacamento Policial Militar) DPMs afastados. Comandos
6ºSEMESTRE Profissionalizante Militares XIV – Comando de 30
Tropa em Serviços de Operações específicas programadas; Comando de Operações Específicas Emergenciais; Comando de Serviço como
Coordenador deÁrea ou Oficial deOperações e Comando de Serviço como Oficial de Dia. Elaboração de Plano de Ação
de Comando.
Direito Administrativo Militar Estudos de caso e elaboração de Sindicâncias, Processos Disciplinares Sumários, Processos Administrativos Disciplinares,
6ºSEMESTRE Profissionalizante 30
III Inquéritos Sanitários de Origem e Inquéritos Técnicos.
Conceito; Tipologia; Atuação do primeiro interventor; Organização da cena de ação; Exigências para intervenção em
Doutrina de Gerenciamento de
6ºSEMESTRE Profissionalizante 60
Crises
uma ocorrência crítica; Acionamento dos recursos especializados. Simulados práticos.
Interagindo com a imprensa escrita; entendendo a dinâmica dos veículos de comunicações virtuais; o mundo do rádio;
Comunicação Social II - Midia
6ºSEMESTRE Profissionalizante 30
Training
interagindo com os veículos de TV; oficina de entrevista rádio-TV, “quebra-queixo”.
Gestão do Policiamento Comunitário. Processos de implantação do Policiamento Comunitário. Procedimentos
6ºSEMESTRE Profissionalizante Policia Comunitária II 30 operacionais de Policiamento Comunitário. Mobilização Comunitária. Metodologias para o policiamento orientado para
o problema comunitário. Estudos de casos sobre boas práticas de polícia comunitária.
Atividade Policial no Mundo: principais instituições policiais no Mundo; o ensino e capacitação policial no Mundo.
Atividade Policial no Brasil: dimensões do sistema policial: (institucional, organizacional e profissional). Aspectos da
atividade policial: a polícia como instrumento de poder; a polícia como serviço público; e a polícia como profissão. A
6ºSEMESTRE Profissionalizante Polícia Comparada 60
Doutrina Policial Dominante no Mundo e no Brasil. Aspectos preventivos e repressivos no policiamento no base na
Filosofia de Polícia Comunitária. Atividade policial no cotidiano: administração de conflitos, controle da violência,
controle da criminalidade. Políticaspúblicas e governamentais de segurança.
Visão global do funcionamento do setor público. Sistemática de orçamento do setor público e a experiência brasileira
em matéria de orçamento, controle e administração financeira. Consolidação dos setores públicos. Orçamento
plurianual de investimentos. A planificação do setor público e o orçamento por programas e atividades. Critérios de
avaliação de programas governamentais. Identificar os principais aspectos da execução orçamentária. Distinguir os tipos
Gestão Financeira e de despesas mais usuais na Corporação. Diferenciar receitas correntes de receitas de capital. Diferenciar despesas
6ºSEMESTRE Profissionalizante 45
Orçamentária correntes de despesas de capital. Conceituar Unidade Orçamentária. Citar as Unidades Orçamentárias da PMBA.
Interpretar o Quadro de Detalhamento de Despesa. Conceituar projeto e atividade orçamentária. Diferenciar restos a
pagar, de diferido e de despesas de exercícios anteriores. Caracterizar as moda lidades de créditos adicionais e os
recursos que os viabilizam; Legislação Orçamentária e Financeira aplicada a PMBA. Lei de Licitações e Contratos.
DEPLOG. FIPLAN
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o
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Conceito de análise criminal. Análise do modus operandi dos crimes mais recorrentes. Indicadores relacionados aos
6ºSEMESTRE Profissionalizante Análise Criminal 45 fenômenos criminais. Coleta de informações. Análise estatística criminal. Sistema de informação geográfica.
Operacionalização da análise criminal. Análise criminal como ferramenta do planejamento operacional.
Aspectos conceituais: conceito; estudo das variáveis que contribuem para situação de riscos; caracterização dos riscos;
Metodologia de Análise de condições dos riscos; legislação pertinente; medida de prevenção de riscos. Tecnologias aplicáveis disponíveis. Exercitar:
6ºSEMESTRE Profissionalizante 45
Risco em Segurança Pública avaliação de cenários e prevenção dos riscos; tomada de decisão de acordo com o cenário apresentado; reflexão e
formulação de problemas e encaminhamento de soluções; elaboração de planos de intervenção para mitigar os riscos.
Monografia ou Artigo.
6ºSEMESTRE Fundamental Trabalho Técnico Científico 30
Noções básicas de combate a incêndio e vivenciar as mais diversas atividades desempenhadas pelo Corpo de Bombeiros,
6ºSEMESTRE Fundamental Ações de Bombeiro Militar 60 seja no combate a incêndio, salvamento aquático, salvamento em altura, salvamento terrestre e emergência com
produtos perigosos.
Conceitos preliminares, Relações Raciais e Segurança Pública, Diversidade e respeito religioso, Povos e comunidades
6ºSEMESTRE Fundamental Relações Raciais e de gênero 30
tradicionais, Legislação antiracista
ATIVIDADES
Seminários e palestras com a abordagem sobre as seguintes temáticas; liderança, gestão e comando; relações
Atividade Complementar
6ºSEMESTRE Complementar 30
Curricular (ACC) III
interpessoais e o auto controle, direitos humanos, atualização técnico-profissional. Cursos profissionalizantes.
Tema: Liderança, gestão e comando.
Temática: O profissional de Segurança Pública, como gestor de segurança pública e defesa social (Capitão).
Atividade Prática: Instrução, orientação e supervisão das práticas de estágio e experiências policiais, alinhado e
referendado pelo conteúdo teórico reflexivo da disciplina PSPR VI.
Prática: Planejamento das atividades e Notas de Instrução (NI) referentes às Oficinas Vivenciais, Batalhão Acadêmico e
os Estágios supervisionados com produção de relatórios de estágio (Estágio Operacional nas OPM e Estágio na
Corregedoria; Visita aos órgãos de Comando Estratégico da PMBA, com ênfase nas seções de Planejamento Estratégico,
Avaliação Estatística e Inteligência, Gestão de Pessoal; Exercícios simulados do desempenho de atividades e de funções
Teoria e Prática próprias do gestor de subsistema de Segurança Pública (Capitão), também numa perspectiva de especialização, bem
6ºSEMESTRE Complementar 30
Interdisciplinar VI como, Feedback das atividades práticas, Palestra, Seminário, Painel, Workshop entre outras. Abordagem reflexiva sobre
a temática, os temas e assuntos do 6º semestre. Est udos de caso relativos ao gestor de subsistemas de Segurança
Pública que estejam dentro do delimitado pelos conteúdos dos componentes curriculares abordados no 6º semestre.
Conhecimento, análise-crítica, aprimoramento, apropriação e prática de procedimentos e rotinas, atinentes ao
desempenho deste gestor de subsistema. Unidade Operacional/Administrativa e Delegacia, laboratório, oficinas, vivências
Visitas Técnicas e orientadas com produção de relatório: Sedes do Governo do Estado das Atividades de Segurança
Pública Integrada, de gestão, comunicação e decisão estratégica e órgãos de Comando Estratégico da PMBA
Estágio Supervisionado:
Estágio Operacional na Unidades Operacionais da PMBA e na Corregedoria.
Avaliação e seleção dos alunos. Periodização do treinamento. Preparação física (desenvolvimento de capacidades físicas
e habilidades motoras específicas do desporto). Preparação técnico-tática (treinamento dos fundamentos técnicos,
6ºSEMESTRE Complementar Desporto 30 regras e estratégias). Treinamento psicológico (fortalecimento das reações, qualidades e atitudes na busca do êxito, em
conformidade com o regulamento desportivo e a moral social). Desenvolvimento das capacidades físicas e habilidades
motoras específicas do atletismo.
Atividades orientadas de caráter educativo, cultural, cívico, artístico, recreativo ou desportivo, em conformidade com as
6ºSEMESTRE Complementar Grêmio 30 normas da APM, como reforço, aperfeiçoamento e/ou especialização de uma determinada área do conhecimento
técnico-profissional.
Princípios gerais e exercício do Uso diferenciado da Força. Teorias e fundamentos de prática de arte marcial; Aspectos
6º SEMESTRE Complementar Defesa Pessoal 30
conceituais, procedimentais e atitudinais. Avaliação conceitual obrigatória.
Acompanhamento Acompanhamento da dinâmica do processo de ensino-aprendizagem bem como do sistema de avaliação bemcomo
6ºSEMESTRE Complementar 30
Psicopedagógico suporte e orientação ao Corpos Docente, Discente e Administrativo.
Atividades orientadas internas e externas à APM de caráter técnico-pedagógico. Jornada de Instrução Policial Militar
6ºSEMESTRE Complementar Estágio/Vivências/ Jornada 220 (JIPOM), Jornada Cultural Acadêmica (JOCA). Empregos operacionais e administrativos. Cumprimento de escalas de
serviço interno na APM de guarda das instalações. Cursos de Atualização Técnico-Profissio nal.
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o
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6. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Acomposição damatriz curricular do curso de formação dos
Oficiais(CFOPM) vem reiterar a proposta educativa do currículo por
competências preconizadas pela APM, no objetivo de assegurar uma formação
técnicaprofissionalizante, embasada num ensino aprendizagem interdisciplinar, de
cunho crítico, propositivo e fincado em valores. Por conseguinte, propicia o diálogo
entre as diversas áreas do conhecimento, bem como a aquisição e aprofundamento
de técnicas, saberes e procedimentos, a fim de assegurar um processo de
atualização profissional ainda mais profícuo, aos futuros oficiais.
Portanto, a distribuição das disciplinas versa no campo do conhecimento
fundamental, específico e complementar, tendo por objetivo, propiciar uma
educação profissional de carátermais abrangente, na proporção que:
As disciplinas alusivas ao ensino fundamentalversamno campo filosófico,
social, histórico e têm o compromisso de imprimir um caráter mais panorâmico a
formação. Porém, para que elas atendam aos objetivos propostos pelo curso é
imprescindível que se trabalhem os conteúdos correlacionando os aportes teóricos
aos exemplos práticos.
· legislação, administração, humanidades, normas, técnicas e
procedimentos, referentes ao serviço do policial militar. Logo, possuem um caráter
relevante, visto contribuírem para o processo de atualização e/ou aquisição de
novos aprendizados, os quais, posteriormente, favorecerão o desenvolvimento
de competênciase habilidades, laborais e pessoais.
Ainda no que tange a estrutura damatriz curricular do Curso de Oficiais
(CFO), vale reiterar o importante papel das atividades complementares as quais
mesmo sem a obrigatoriedade da atribuição de nota, asseguram ao longo do
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o
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curso a ampliação de informações, e discussões atuais sobre temáticas pertinen-
tes a atuação do policial militar. No entanto, é preciso atentar para o fato de que
as referidas atividades devem acontecer em consonância com os objetivos tra-
çados para os dois semestres. Sendo assim, caberá a Gestão do Curso a averi-
guação técnico-pedagógica para selecionar os saberes a serem incluídos durante
o processo de formação dos alunos-a-oficiais, quer sejam, em forma de mini
curso, palestra, mesa redonda, workshop, dentre outros.
As atividades preconizadas pelo currículo são:
Acompanhamento Psicopedagógico -Visa propiciar sessões que
permitamum atendimento mais individualizado ao aluno a oficial, mediante
aconstatação de dificuldades, referentes ao processo ensino-aprendizagem e/ou
diagnóstico sinalizado por parte da Gestão do curso;
Seminários, Workshop e Palestras - Têm por finalidade propiciaratividades
pedagógicas que aprofundem e ou atualizem temáticas relevantes, os quais de-
vem ser propostos a partir de uma análise prévia da necessidadeda turma;
Visitas Orientadas - Devem propiciar aos alunos: observar, analisar, arguir,
comparar, exemplificar, e por em prática, os conhecimentos decaráter adminis-
trativos e operacionais, apreendidos ao longo do curso e desuas vivências pro-
fissionais;
Oficinas Culturais;
Jornada de Instrução Policial Militar (JIPOM) - Possibilitar aos alunosa
oficiais um laboratório pautado em práticas atuais nas quais são demandaso bom
emprego das competências e habilidades laborais pertinentes aocotidiano do ser/
fazer do policial militar;
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
Teoria e Prática Interdisciplinar – Visam o aprofundamento de conheci-
mentos teóricos aplicados a prática das diversas atividades desenvolvidas pela
PMBA;
Desporto;
Grêmio;
Estágio Supervisionado Operacional.
O desenvolvimento das atividades complementares requer da equipe
gestora do curso uma análise criteriosa na elaboração de instrumentos avaliativos.
Visto que, mesmo sem a atribuição de notas, faz-se necessário obter o feedback
dos cursistas, sobre cada uma das atividades desenvolvidas, para que através
delas possa posteriormente, avaliar e promover as melhorias necessárias na for-
mação proposta.
7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO E REGRAS DE APROVAÇÃO
As avaliações dos níveis de aprendizagem serão realizadas em consonân-
cia com o previsto nos art. 110 a 137 do RAPM c/c DGE 2016-2019, nos
seguintes termos:
Verificação Imediata (VI): aplicadas no início ou final das aulas como
mecanismo de avaliação processual;
Verificação Corrente (VC): são tarefas executadas na classe e fora dela,
durante o ano letivo, com o objetivo de valorizar o estudo, constituindo-se em
provas ou trabalhos, individuais ou de equipe que, realizados na base de pesqui-
sa, da experimentação ou da simples aplicação de conhecimentos ou habilidades,
serão apresentados sob as formas oral, escrita, gráfica ou de execução material
(art. 118, II, RAPM).
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Verificação Final (VF): provas individuais escritas, gráficas ou práticas, re-
alizadas no decorrer do ano letivo ou quando da conclusão da carga horária da
matéria em oportunidades e condições fixadas pela Direção da APM, sendo ela-
boradas e arquivadas pela Seção Técnica de Ensino.
Nessas verificações de aprendizagem, o docente observa a capacidade do
discente em analisar situações concretas e hipotéticas tendo em vista a ênfase na
formação para atuação no campo operacional. Além disso, será necessário que o
discente se auto avalie e busque a sua melhoria contínua. Portanto, é de funda-
mental importância que os Alunos-a-Oficial sejam estimulados à reflexão e avali-
ação dos procedimentos realizados, bem como perceber as discrepâncias e
distorção do que deveria ser aprendido, o saber-ser e o saber-fazer, levando-o a
adquirir uma identidade profissional mais acurada.
Para cada componente curricular serão realizadas verificações de aprendi-
zagem, ou seja, uma avaliação regular aplicada nas disciplinas dos cursos de for-
mação, aperfeiçoamento e especialização, que seguirá as especificações publicadas
no RAPM:
a) disciplinas com até 30h/a – somente uma verificação final e;
b) disciplinas com carga horária acima de 30h/a – uma verificação corrente
e uma verificação final.
MFM = (VF X 2) + VC
3
MFM: Média Final da Matéria
VF: Verificação Final
VC: Verificação Corrente
Sobre a VC e a VF, cabe alguns esclarecimentos:
A nota para aprovação por disciplina do curso deverá ser igual ou superiora
5,0 (cinco);
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
A VC terá peso 1 (um) e a VF peso 2 (dois), sendo que ambas seguirão as
instruções contidas no RAPM e Plano Geral de Ensino;
A VC poderá ser realizada fora da classe sempre que o professor julgue
necessário, submetendo o aluno a avaliação oral, apresentando a confirmação ou
retificação da nota atribuída (art. 118, RAPM);
Dessa feita, com vista à elaboração das VC e VF, os professores e instru-
tores deverão preencher e enviar à Seção Técnico-Pedagógica e Recursos Edu-
cacionais (STPRE), no início de cada fase do ano letivo, as questões com os seus
respectivos gabaritos a serem anexados ao banco de dados de verificações da
unidade de ensino, conforme o Art. 133 do RAPM (BAHIA. PMBA, 1992).
Ainda de acordo com o RAPM, Art. 136, caso a VF após a correção:
[...] alcance em uma ou mais turmas, índice superior
a40% (quarenta por cento) de graus abaixo de 5
(cinco)ou 60% (sessenta por cento) de graus acima
de 8,90(oito inteiros e noventa décimos), será o re-
sultado considerado anormal, devendo ser realizada
dentro de 2 (dois) dias úteis, Pesquisa de Resultado
Anormal(PRA), sob o encargo de uma comissão
composta de 01 (um) presidente e 02 (dois) mem-
bros, dentre os Oficiais nomeados para lecionar na
APM, mediante designação do Comandante e Dire-
tor de Ensino do Estabelecimento.([Link],
1992, p. 291).
O RAPM junto com o Plano Geral de Ensino da APM norteará a avaliaçãode
desempenho, como requisito de habilitação escolar do aluno
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o
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medianteaproveitamento escolar nas diferentes matérias, sendo apurado em graus
obtidos nas verificações, com sentido classificatório e seletivo, constituindo então
nas aptidões morais, intelectuais e físicas.
7.1 Provade2ª Chamada
A verificação substitutiva ou 2ª Chamada é a avaliação realizada quando o
discente falta de forma justificada, segundo o Art. 70, §3ª, I-V, da DGE – 2016/
2019 a uma das VC e uma VF, conforme Art. 66, da DGE – 2016/2019
([Link], 2016) e em caso extremo, a recuperação. A realização de ve-
rificação de 2ª chamada obedecerá às instruções do Plano Geral de Ensino, con-
forme Art. 126, §1º, RAPM. ([Link], 1992).
7.2 Recursos para Correção de Provas e/ou Questões
Com relação a revisão de questões será balizada da seguinte maneira: quando
o Aluno-a-Oficial considerar que foi prejudicado em umas das verificações “[...]po-
derá apresentar recurso administrativo, devidamente fundamentado, à coordena-
ção do curso da unidade de ensino que repassará ao docente responsável pela
disciplina. [...]”, conforme o Art. 69, DGE 2016-2019 ([Link],2016,
p. 58), esse recurso deverá ser preenchido em formulário próprio, em até 24
(vinte e quatro) horas após a aplicação da VC e/ou VF.
Caso o Instrutor da disciplina não reconsidere a questão alvo do recurso,
poderá o discente requerer junto à Coordenação Geral que outro docente da
referida disciplina, faça uma nova correção, desde que pertença a estrutura da
PMBA, conforme orientação do parágrafo único, do artigo mencionado acima.
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o
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7.3 Recuperação
A Verificação de Recuperação ou VR “[...] é a avaliação única aplicada
em caso de não obtenção da média nas avaliações correntes e imediatas”, de
acordocom o Art. 66, IV, DGE – 2016/2019 ([Link], 2016, p.55),
ocorrendo em consonância com as demais atividades do curso. Contudo, segui-
rá os seguintes critérios:
Não será concedido ao Aluno-a-Oficial direito a realização de exame de
recuperação caso tenha sido reprovado em 25% (vinte e cinco por cento) das
matérias cursadas;
Só poderão ser realizados após a conclusão da média e, no mínimo, 72h
(setenta e duas horas) depois, que o mesmo tome conhecimento oficial dos
grausque lhe foram atribuídos;
Em caso de aprovação na Recuperação, será atribuído ao aluno o
graumínimo de aprovação na respectiva matéria.
7.4 Da Aprovação, Reprovação e Conceito
Quanto à aprovação e reprovação, serão de acordo ao previsto nas legis-
lações de ensino vigente, assim definidas:
Será considerado aprovado no CFO o discente que atingir a média final
maior ou igual a 5,0 (cinco); e
Obtiver a frequência mínima de 75 % (setenta e cinco por cento) da carga
horária de cada disciplina;
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A média final do curso, que definirá a classificação final dos Alunos-a-
Oficial, será feita com base na média ponderada das notas de todas as disciplinas
que integram a matriz curricular.
MFC= M1 + M2 [...] + M3
X (2)
Termos:
MFC: Média Final do Curso
M1: Média da Disciplina A
M2: Média da Disciplina B
M3: Média da Disciplina Y
X: Quantidade de disciplinas
Fica estabelecido o Quadro abaixo, de acordo ao disposto no Art. 124
doRAPM ([Link], 1992), para conversão dos graus em conceito nas
verificações, assim como no conceito final do aluno no curso. Observe o Quadro
4 a seguir.
Quadro 4 – Equivalência entre notas e conceito
NOTA CONCEITO
0 a 4,9 I (Insuficiente)
5 a 6,69 R (Regular)
6,7 a 8,39 B (Bom)
8,4 a 10,00 MB (Muito bom)
Fonte: Elaboração própria, adaptada do Art. 124 ([Link], 1992).
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o
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7.4 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC/Artigo Científico
Considerando que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/
96), no caput do art. 83, dispõe que o ensino militar é regulado em lei específica,
admitida a equivalência de estudos, de acordo com as normas fixadas pelos sistemas
de ensino. Ainda, segundo a LDB/96, no § 3º do art. 43, a educação superior tem
por finalidade incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando
ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia.
Visando sempre a qualidade do binômio ensino - aprendizagem, fica
estabelecido no presente PPC que a elaboração do Artigo Científico será
preferencialmente individual, podendo se ampliar até o limite de 03 (três) discentes,
atendendo aos objetivos, oportunidade e conveniência da Administração Militar.
O estudo da disciplina Metodologia Científica, será fornecida para o
embasamento técnico -científico aos alunos Oficiais.
A elaboração de Artigos Científicos será obrigatória, sendo que eles deverão
tratar de assuntos de interesse da Corporação na atividade meio ou atividade fim,
conforme linhas de pesquisa e área de concentração a serem definidas pela Unidade
de Ensino do discente, sendo elaborados em observância às normas da ABNT.
O aluno Oficial deverá escolher um dentre os temas sugeridos pela
coordenação do curso, ou poderá escolher um tema que lhe convier, sendo que,
neste último caso, deverá ser comprovado o interesse direto ou indireto da
Corporação ao mesmo, ocasião em que o tema escolhido será submetido à
aprovação da direção do curso.
Fica estabelecido, por motivo de manutenção da qualidade do ensino, que
cada orientador terá por limite a quantidade de 03 (três) artigos científicos com
direito a 05 (cinco) horas/aula por aluno.
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o
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A Banca será composta no mínimo por 03 (três) membros, que ficará
responsável pela avaliação dos Artigos Científicos, atribuindo nota, ao final da
defesa, sendo que o presidente da banca tem o “Voto de Minerva”1.
8. PERFIL DO EGRESSO
De acordo com o perfil que consta do Catálogo Nacional de Cursos
Superiores de Tecnologia (versão 2010), o profissional de segurança pública
deve estar preparado para atuar nas áreas de política, gestão, planejamento e
técnicas operacionais, no âmbito do sistema de segurança pública, fundamentado
nos princípios da cidadania, dos Direitos Humanos e da cultura da paz em relação
às atividades de prevenção e enfrentamento das conflitualidades contemporâneas.
O egresso do CFO estará apto a atuar nas atividades finalísticas da
Corporação. Consoante os princípios filosóficos e pedagógicos do curso,
destacam-se as seguintes competências cognitivas, operativas e atitudinais:
a) Competências Cognitivas
Ser capaz de agir demonstrando domínio sobre a legislação, normas e
regimentos internos aplicados à função e seus trâmites.
Ter a capacidade de interagir com órgãos e integrantes dos sistemas
judiciário, penitenciário e de defesa social.
Atuar com conhecimentos sobre criminologia, vitimologia e sociologia da
violência.
Ser capaz de respeitar os direitos humanos e cidadania na atuação
profissional.
Atuar de acordo com a filosofia do policiamento comunitário.
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o
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b) Competência Operativas
Ter a capacidade de zelar pela manutenção e guarda dos bens, equipa-
mentos e demais materiais sob sua responsabilidade.
Capacidade de zelar pela boa imagem própria e da instituição.
Demonstrar conhecimento sobre técnicas e procedimentos de preservação
da ordem pública.
Ter a capacidade de utilizar a experiência pessoal e profissional ao planejar
ações, seguindo normas, doutrinas e legislações pertinentes à segurança pública.
Ser capaz de agir demonstrando conhecimentos sobre metodologias e téc-
nicas de resoluções e gerenciamento de conflitos.
Ser capaz de aplicar técnicas de abordagem policial, com apropriado co-
mando de voz.
Demonstrar domínio no uso de armamentos e equipamentos utilizados pela
instituição.
Ser capaz de atuar de acordo com o uso diferenciado da força.
ncia e criminalidade, demonstrando conhecimento da situação.
Capacidade de demonstrar condicionamento físico no desempenho das
tarefas do cargo.
Ser capaz de gerenciar dados relativos à segurança pública (por exemplo,
dados de geoprocessamento, mapas e boletins de ocorrência, dentre outros).
Ser capaz de fazer contato com outros tipos de policiamento para planejar
operações integradas.
Ser capaz de redigir documentos de maneira clara, respeitando os padrões
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o
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da norma culta e técnicas de redação oficial da Língua Portuguesa.
Ter capacidade de repassar conhecimentos e informações para a equipe,
quando necessário.
Capacidade de visão sistêmica (ter compreensão do todo em uma determi-
nada situação; ser capaz de combinar partes coordenadas entre si e que formam
um conjunto).
Capacidade de atenção difusa (manter a concentração em uma dada ativi-
dade, ao mesmo tempo em que está atento ao que está acontecendo em sua
volta).
Capacidade de memória visual, fisionômica e/ou auditiva (recordar infor-
mações, dados, fatos, conhecimentos percebidos e fisionomia de pessoas, man-
tendo a lembrança de qualquer coisa ou de alguém).
Capacidade de agir com rapidez de raciocínio.
Capacidade de adaptação a imprevistos.
c) Competências Atitudinais
Agir com orientação para resultados.
Capacidade de visão estratégica (estar atento ao todo, antevendo cenários,
coordenando atividades, metas e ações com visão de futuro).
Capacidade de discernimento (julgar e agir de forma clara, com base na
razão e sem deixar-se envolver por sentimentos e emoções).
Capacidade de agir proativamente (buscar soluções de problemas demons-
trando determinação).
Capacidade de agir com persistência e determinação, demonstrando inte-
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resse e comprometimento com o trabalho.
Capacidade de manter sigilo.
Capacidade de agir com imparcialidade
Capacidade de trabalhar em equipe.
Capacidade de agir com flexibilidade (saber aceitar sugestões e críticas,
bem como ajustar-se, de forma apropriada, a novos fatos, conceitos ou situa-
ções).
Ter capacidade de agir com criatividade e inovação;
Capacidade de negociação (buscar o consenso de ideias; demonstrar fir-
meza em seus posicionamentos, sem ser intransigente).
Ter manejo de estresse (saber controlar-se em situações difíceis/
estressantes).
Ter abertura para mudanças no uso de novas tecnologias relacionadas ao
trabalho;
Ter capacidade de agir com empatia (entender e colocar-se no lugar do
outro, compreendendo seus sentimentos, percepções e crenças);
Ter capacidade de comunicação (se expressar e se fazer entender).
Ter capacidade de manter respeito à hierarquia da corporação.
Capacidade de ser assíduo e pontual.
Capacidade de ser assíduo e pontual.
8.1 Perfil Almejado do Gestor
O perfil desejado para o aluno do Curso de Formação de Oficiais, consiste
em uma formação de cunho profissional, com análise humanística, política,
socioeconômica, compreensão e interpretação de conflitos, valorizando os con-
textos socioculturais e geo-históricos, aliada a uma postura reflexiva e visão críti-
ca, fomentando a potencialização do conhecimento, das competências individuais
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e enfatizando o trabalho em equipe.
Busca-se uma aprendizagem autônoma, dinâmica e inovadora, qualificando
e capacitando para a vida, o trabalho e o desenvolvimento da cidadania.
O perfil profissional abrange três esferas de competências:
Profissional – competências para lidar com os desafios e as transformações
profissionais, sempre repensando e refletindo sobre suas práticas;
Institucional – competências para atuar positivamente e assertivamente com
o foco na visão, missão, objetivos e valores institucionais e organizacionais;
Pessoal – competências e valores pessoais; bem-estar físico, mental e
emocional; disposição para o aprendizado contínuo para a vida e a cidadania.
O Perfil sócio profissiográfico do Curso de Formação de Oficiaisserá
desenvolvido de modo a assegurar ao aluno:
a) Formação Geral: Imprescindível ao desenvolvimento da cidadania, assim
como o aprimoramento do espírito de cooperação e de solidariedade, através de
componentes curriculares integrantes das seguintes áreas do saber:
Ciências Humanas: Sociologia, Antropologia, Filosofia e Psicologia;
Ciências Sociais aplicadas: Administração;
Ciências Jurídicas: Direito;
Ciências Físicas e Biológicas: Educação Física.
b) Formação Técnica Específica: de suma importância para o
desenvolvimento técnico-profissional, baseada na especificidade dos novos papéis
impostos a polícia pela sociedade moderna, intimamente ligados a ações
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especializadas e estratégicas fundamentadas por corpo teórico e tecnológico
próprio, vinculado a um campo exclusivo de conhecimentos, teorias, princípiose
procedimentos alicerçados nas ciências humanas, jurídicas, pedagógicas, com
forma de consolidar uma nova identidade, uma cultura organizacional e
consequentemente, uma metodologia própria para a construção de um novo saber:
a ciência policial, cabendo nesta ótica os estudos na área Policial compreendendo
as três dimensões do sistema, a saber:
Institucional;
Organizacional; e
Profissional.
9. DESLIGAMENTO DO CURSO
Em conformidade com os padrões estabelecidos pelas normas de ensino
vigentes no âmbito da PMBA, o desligamento do discente ocorrerá nas seguintes
situações descritas pela DGE-2016/2019, em seu art. 70, onde se lê:
[...] I - O discente solicitar o desligamento do curso; II -for reprovado nas
verificações de ensino definitivamente; III - for condenado por crime doloso apena
privativa de liberdade; IV - ingressar a praça no mau comportamento; V - ser
submetido ao conselho de ética e ser declarado como indigno para permanecer
na Corporação. [...] ([Link], 2016, p.58).
10. CONCLUSÃO DO CURSO
Serão considerados concluintes que obtiveram a média necessária para
aprovação nas avaliações estabelecidas nesse plano de curso bem como,
cumprirem a carga horária mínima de cada disciplina, conforme prevê os Arts.
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70, § 2º e 75, da DGE 2016/2019 ([Link], 2016).
Todos farão jus ao certificado de conclusão do curso que será entregue na
solenidade de encerramento. Todavia, ao primeiro colocado ainda será conferida
a medalha Dionísio Cerqueira, conforme o Art. 78, DGE 2016/2019
([Link], 2016). Quanto ao critério de desempate, em caso de médias
iguais, utilizar-se-á o critério de antiguidade na graduação anterior.
11. ASPIRANTADO
Os Alunos-Oficiais após concluírem a formação acadêmica do Curso de
Formação de Oficiais Policiais Militares, serão declarados Aspirantes-a-Oficial
PM por ato do Comandante-Geral da PMBA, conforme preceitua o artigo 124
do Estatuto dos Policiais Militares (EPM), lei 7.990/01, por um período de 12
(doze) meses, de acordo com o artigo 134, parágrafo 2º do EPM. A carga horá-
ria total do Estágio Avançado será de 1920 (mil novecentos e vinte) horas com
carga horária semanal de 40 (quarenta) horas, conforme Lei de Remuneração em
vigor e será regulado por Portaria do Comandante-Geral, sendo o planejamento,
o acompanhamento, a avaliação a cargo da Academia de Polícia Militar.
REFERÊNCIAS
AUSUBEL, D. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma
perspectivacognitiva. Lisboa: Paralelo, 2000.
BAHIA. Lei Estadual n.º 13.201/14 - Reorganiza a PMBA, dispõe sobre
seu efetivo e dá outras providências.
BAHIA. Lei Estadual n.º 7990/01. Estatuto dos Policiais Militares.
Pág. 143
o
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Dispõesobre o Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia. Diário Oficial
doEstado da Bahia. Salvador: EGBA.
[Link] MILITAR DA BAHIA (PMBA). Diretriz Geral
deEnsino (DGE) – 2016/2019. Dispõe sobre as ações sistematizadas à
organizaçãoda educação nos níveis infantil, fundamental, médio, técnico profissi-
onal médio etécnico profissional superior, visando a formação do homem e pro-
fissional depolícia nos aspectos físicos, intelectual, afetivo e moral. Salvador: Le-
gislação, Jurisprudência e Normas Gerais – LJNG n.º 001, de 22 de janeiro de
2016.
BAHIA. POLÍCIA MILITAR DA BAHIA (PMBA). Portaria n.º 040 –
CG/08. Estabelece procedimentos referentes à indicação de policiais
militarescandidatos aos cursos, estágios ou treinamentos promovidos pela PMBA
ou poroutras Instituições e dá outras providências. Bahia, 2008. Salvador: BGO
n.º198, de 23 de outubro de 2008.
BAHIA. POLÍCIA MILITAR DA BAHIA (PMBA). Portaria n.º 007 –
CG/08. Dispõe sobre os critérios de planejamento, controle e fiscalização
dasatividades de ensino na PMBA e na elaboração de diretrizes da política
institucional de educação para as organizações subordinadas ao Departamento
[Link]: BGO n.º 24, de fevereiro de 2011.
BAHIA. POLÍCIA MILITAR DA BAHIA (PMBA). Portaria n.º 024 –
CG/17. Regula o Estágio dos Aspirante QOPM nas UPO da Capital e
[Link]: BGO n.º 53, de 16 de março de 2017.
[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA (PMBA). Normas para
Pág. 144
o
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oplanejamento e conduta de ensino (NPCE 2020). Norteia o planejamento, con-
duta e o desenvolvimento na Polícia Militar da Bahia, no ano de 2019, regulando
sua organização através da coordenação e supervisão dos eventospedagógicos
desenvolvidos pelos Órgãos de Execução de Ensino (OEE): APM,CFAP e BEIC,
subordinados tecnicamente ao IEP, com base na DGE 2016/[Link]:
Separata ao BGO n.º 02, de janeiro de 2020.
[Link]ÍCIA MILITAR DA BAHIA (PMBA). Portaria n.º 069 -
CG/11. Regula o emprego dos Subtenentes no âmbito da Corporação e dá
outrasprovidências. BGO n.º 159, de 11 de agosto de 2011.
BRASIL, Constituição da República Federativa do. Brasília, DF: Senado
Federal. Centro Gráfico, 1988.
BRASIL. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Matriz Curricular Nacionalpara
ações formativas dos profissionais da área de segurança pública.
Brasília: Secretaria Nacional de Segurança Pública, 2014.
DORIGON, Thaisa; ROMANOWSKI, Joana P. A reflexão em Dewey
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DUARTE NETO, João Henrique. Epistemologia da prática: influênciasna
formação de professores da educação básica. In: XVI ENDIPE –
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PELIZZARI, A. et al., Teoria da aprendizagem significativa segundo
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MOREIRA, M. A. A teoria da aprendizagem significativa e
suaimplementação na sala de aula. Brasília: EdUnB, 2006. Pág. 145
o
SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
4. CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADO – CFSD PM
(PUBLICAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO)
O Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da PMBA, no uso de
suas atribuições, informou a este Comando-Geral, a aprovação do Projeto
Pedagógico do Curso de Formação de Soldado (CFSd PM), com carga horária
de 1.242h/a (hum mil, duzentos e quarenta e duas horas aula), na modalidade
presencial, a contar de 04 de janeiro de 2021.
NBGO n.º IEP/CPCP – 010/01/2021
ANO 2 0 17 N º B G O e D a ta d e A u to riz aç ã o 08 1 – 2 7 de a b ril d e 2 01 7
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
1. Nome da Unidade: Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças
2. Nome dos Dirigentes: Coronel PM Alfredo José Souza Nascimento
3. Nome do Curso: Curso de Formação de Soldados Policiais Militares
4. Área do conhecimento em que se aplica o Curso: Ciências Policiais -
Sociologia Aplicada a Segurança Pública (* de acordo com a Tabela MEC)
5. Forma de Oferta do Curso: Presencial
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1. APRESENTAÇÃO
O Curso de Formação de Soldados é uma das portas de entrada para o
público recém-admitido na corporação e se destina ao desenvolvimento de com-
petências e valores inerentes à carreira de Praça Policial Militar. Tal capacitação
tem por finalidade a formação profissional inicial e, portanto, deve contemplar em
seu escopo os conteúdos necessários ao bom cumprimento da missão institucional,
além de preparar os egressos para o pleno exercício dos direitos e deveres ine-
rentes à condição de servidor público militar estadual.
Nos últimos anos, a Polícia Militar da Bahia, passa por um processo de
reestruturação e modernização de seus diversos setores administrativos e áreas
operacionais, fruto do conhecimento adquirido e do engajamento de seus inte-
grantes. Nesse sentido, novas áreas de atuação foram vislumbradas; outras, fo-
ram redefinidas. Consequentemente, novas tecnologias, recursos e procedimen-
tos estão sendo incorporados à rotina da corporação.
A área de ensino e pesquisa da PMBA tem por dever reconhecer o atual
momento da instituição, avistar o futuro e, paralelamente, observar as demandas
sociais e tecnológicas do mundo pós-moderno, utilizando-os como subsídios para
a proposição de suas ações educativas. Esse contexto, inevitavelmente, reverbera
no desenho do currículo do Curso de Formação de Soldados, aliando-se aos
fundamentos pedagógicos e metodológicos que alicerçam o referido processo
formativo.
Sendo assim, a elaboração deste Projeto Pedagógico do Curso (PPC) foi
realizada obedecendo aos seguintes procedimentos:
Levantamento da legislação inerente à formação de praças;
· Consulta à Matriz Curricular Nacional (MCN) da Secretaria Nacional
de Segurança Pública (SENASP);
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Pesquisa bibliográfica e documental (normas, projetos e currículos de
corporações de referência nacional);
Colaboração das Comissões Técnicas de Ensino e Pesquisa para a formu-
lação das ementas das disciplinas;
Como resultado, propõe-se uma capacitação que possibilite ao policial militar
que está ingressando nas fileiras da Corporação, o cumprimento da missão
institucional da proteção de vidas, do meio ambiente e do patrimônio, dotando-os
do preparo físico, técnico e psicológico adequados, atendendo às demandas atu-
ais da profissão Policial Militar, em conformidade com a legislação em vigor.
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
2.1 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
O Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), inicialmen-
te com a designação de Escola de Instrução, tem sua origem através de um decre-
to publicado em 06 de março de 1922, sendo a sua missão de formar Oficiais,
Sargentos e Cabos, tendo como primeiro comandante o Coronel Joaquim
Cerqueira Daltro. A Escola de Instrução vigorou até o ano de 1926, quando uma
nova estrutura de Companhia Escola a substituiu, objetivando uma suposta melhoria
na qualidade da instrução, a fim de promover a formação dos diversos quadros na
PMBA, algo que, de imediato, não ocorreu.
Historicamente, os primeiros instrutores da Escola de Instrução que se tem
registro, foram os Tenentes Arthur de Oliveira Côrtes e João Antônio Vanderlei.
Vale frisar, que nessa época, os oficiais e praças da Escola ficavam isentos do
serviço de polícia, propriamente dito. Todavia, apesar da existência da Escola,
ainda não era possível a instrução regular na formação de Sargentos e Cabos,
cuja promoção era adquirida por força de concurso.
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O CFAP ao longo dos anos mudou a sua sigla ou designação. No comando
do Coronel Liberato de Carvalho, em 1935, por exemplo, passou a se chamar,
Centro de Instrução, localizado no Forte do Barbalho, antiga sede do 7º Batalhão
da Polícia Militar (BPM). Inclusive, através de Decreto Governamental datado
de 19/08/1935 torna-se Centro de Instrução Militar (CIM), com incumbência de
formar os graduados, combatentes e o corpo de administração. A frente, especi-
ficamente nos anos de 1940, passou a denominar-se Centro de Instrução Técni-
co Profissional (CITP). Contudo, em 1943, sofre mais uma modificação: um novo
regulamento desmembra os cursos existentes na Corporação passando a forma-
ção militar a ser dividida em três Escolas assim nominadas: Escola de Candidato
a Oficial, Escola de Sargentos e Graduados e a última Escola de Soldados. Em
1948, ganha a denominação de Centro de Instrução da Polícia Militar.
Em 21 de dezembro de 1957, através do decreto lei n.º 993, foi criado o
Departamento de Instrução, que passa a funcionar na Vila Policial Militar do
Bomfim, tendo em seu organograma a Escola de Formação de Oficiais e Escola
de Formação de Graduados. O CFAP, ainda neste contexto de constantes mu-
danças inerentes a uma Corporação que buscava por excelência, mudou a sua
sigla ou designação. Nos anos de 1967, se chamou Escola de Formação e Aper-
feiçoamento de Graduados (ESFAG). Em 30 de junho de 1976, recebe pela
primeira vez, a denominação de Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Pra-
ças (CFAP). Todavia, em 20 de abril de 2000, o CFAP recebe nova denomina-
ção, passando a ser chamado de Escola de Formação e Aperfeiçoamento de
Praças (EFAP). O EFAP volta a ser denominado novamente de CFAP, em 29/
12/2005, permanecendo até os dias atuais.
É interessante comentar que, no final do ano de 1989, a sede do CFAP foi
transferida para a cidade de Governador Mangabeira. No período de 1990 até
2000, a Escola teve seu apogeu em matéria de reconhecimento nacional das suas
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atividades escolares, com vários Estados encaminhando para o CFAP novos alu-
nos. Assim, suas instalações receberam discentes dos Estados de São Paulo,
Goiás, Tocantins, Pará, Amazonas e Brasília, nos mais diversos cursos, especial-
mente, no Curso de Aperfeiçoamento de Sargento (CAS), onde foi considerada
por essas coirmãs, como uma das melhores Escolas de Aperfeiçoamento do Bra-
sil. Esse período é marcado pelo reforço na tradição da formação unificada e
padronizada, com a capacitação de em torno de 1.200 (hum mil e duzentos)
policiais militares em um só lugar, sendo um marco de concepção pedagógica em
termos de ensino militar.
Nos anos de 2000 a 2001, o CFAP volta à capital baiana, onde fixou sua
sede nas instalações do então 6º BPM, no Aquartelamento Lavigne Magalhães,
Alto de Ondina. A instrução das Praças passou a focar na capacitação descentra-
lizada, por intermédio dos Núcleos de Ensino (NE) instalados temporariamente
em Unidades Operacionais da PMBA. A lei n.º 11.356, de 06 de janeiro de
2009, manteve o designativo CFAP, bem como estabeleceu novas unidades de
ensino com os Batalhões Escola regionais, ou seja, o que mais tarde seriam deno-
minados de Batalhões de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC’s). Formalizan-
do assim, a descentralização na execução do ensino das praças da Polícia Militar
da Bahia, tendo como Unidade imediata de acompanhamento pedagógico, o CFAP
(maiores informações, consultar manual aluno, site institucional PMBA e CFAP).
Seguindo os objetivos educacionais traçados pelo Instituto de Ensino e
Pesquisa, por intermédio, das Normas para o Planejamento e Conduta do Ensino
(NPCE), publicado no SUPL/LJNG, n.º 08, de 31 de julho de 2012, o CFAP
forma, aperfeiçoa, qualifica e treina as Praças da PMBA para o desempenho de
suas atividades profissionais nos âmbitos operacional e administrativo. Além dis-
so, busca conciliar teoria e prática, por meio das suas respectivas matrizes
curriculares e de importantes processos pedagógicos como o estágio supervisio-
nado ou prática policial supervisionada (PPS), a Jornada de Instrução Militar e
Policial Militar, a semana de adaptação e o Seminário de Temas Selecionados,
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com Palestras e Visitas Técnicas, atendendo assim, aos anseios dos discentes e
da sociedade baiana.
2.2 BASES LEGAIS
Lei n.º 9.394/1996, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,
que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;
Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017, que reformula o art.80 da
Lei n.º 9.394/1996, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, traçan-
do as especificidades dos programas de ensino a distância, em todos os níveis e
modalidades de ensino;
Lei 7.990/2001, Estatuto dos Policiais Militares do Estado da Bahia;
Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada no
Suplemento na Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de
22 de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem
adotadas no âmbito educacional da Corporação;
Decreto nº 17.652/60, dispõe sobre a criação e o regulamento do Centro
de Formação e Aperfeiçoamento de Praças;
Diretriz Geral de Ensino da PMBA (DGE) – 2016/2019, publicada no
Suplemento na Legislação, Jurisprudência e Normas Gerais (LJNG) n.º 001, de
22 de janeiro de 2016, que traça as diretrizes e ações sistematizadas a serem
adotadas no âmbito educacional da Corporação;
Portaria n.º 007- CG/08, publicada em 11 de fevereiro de 2008, que
traz os critérios para planejamento e fiscalização das atividades de ensino;
Portaria n.º 040 – CG/08, publicada em 23 de outubro de 2008, que es-
clarece as normas e critérios para indicação de policiais militares à cursos, está-
gios e treinamentos;
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Portaria do CG s/n [s.i] publicada no Suplemento LJNG N.° 06 de 22 de
fevereiro de 1978, que versa sobre os sistemas de avaliação de aprendizagem do
CFAP;
Portaria n.º 081-CG/99, publicada em 22 de setembro de 1999, que de-
fine os instrumentos de avaliação de aprendizagem e frequência dos alunos em
Cursos de Formação e Aperfeiçoamento de Praças;
Portaria n.º 063-CG/09, publicada em 09 de setembro de 2009, que pro-
move alterações na portaria n.º 081 – CG/99, em especial aos arts. 10 e 11;
Plano Geral de Ensino do CFAP/2020, publicado pelo CFAP, apresen-
tando o planejamento das atividades administrativo-pedagógicas inerentes às
práticas educacionais referentes ao ano de 2020, que deverão ser adotadas pelo
Centro de Aperfeiçoamento de Praças, Batalhões de Ensino e Núcleos de For-
mação;
Normas para Planejamento de Condutas da Educação (NPCE 2020),
publicada em separata ao BGO n.º 001, de 02 de janeiro de 2020, que norteia o
planejamento, conduta e o ensino na PMBA por meio da fiscalização dos even-
tos educacionais e pedagógicos desenvolvidos pelos órgãos de execução, su-
bordinados tecnicamente ao IEP;
Separata em BGO n.º 178, de 25 de setembro de 2014, que traz o currí-
culo do curso especial de formação de cabos.
3 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
O perfil profissiográfico desejado para os Soldados da PMBA está
alicerçado no que preconiza a missão constitucional em seu Art 144, § 6º da
nossa Carta Magna:
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“...
Art. 144 - A segurança pública, dever do Es-
tado, direito e responsabilidade de todos, é exercida
para a preservação da ordem pública e da
incolumidade das pessoas e do patrimônio, através
dos seguintes órgãos:
...
§ 6º Às polícias militares cabem a polícia os-
tensiva e a preservação da ordem pública. “
A natureza do trabalho policial é complexa. Em uma sociedade democráti-
ca, o policial deve ser pró-ativo e buscar atuar na resolução de problemas. Dessa
forma, o processo de formação deve abranger conhecimentos de ordem jurídica,
social, psicológica, e de expertises inerentes à atividade policial.
Sob este aspecto, o perfil do soldado deve ser baseado:
Na atenção, observação, pró-atividade, agilidade, resistência à fadiga, pre-
paro emocional, capacidade de resolver problemas e tomar decisões em curto
espaço de tempo, baseadas em princípios legais, éticos e morais;
Capacidade de mediar conflitos, de interagir com as pessoas, de se ex-
pressar de forma clara e tranquila, além de agir com energia quando necessário,
utilizando-se dos meios e equipamentos que dispõe de forma adequada às diver-
sas situações que enfrenta no seu dia a dia;
Apresentar-se de maneira condizente com o cargo e função que desempe-
nha, transmitindo segurança à população
Conhecer o contexto social em que atua e buscar informações importantes
sobre os fenômenos da violência e da criminalidade, contribuindo para a sua re-
dução.; e
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· Encaminhar de maneira adequada as ocorrências policiais preservando
o local de crime e as provas materiais.
O Soldado é a primeira graduação da cadeia hierárquica de qualquer
corporação militar, eles constituem a base de uma pirâmide, atuam na linha de
frente das resoluções de conflitos nas sociedades democráticas e estará presente
nos mais longínquos espaços, quer sejam eles urbanos ou rurais, sobre este as-
pecto a sua formação será um processo pelo qual as organizações devem prepa-
rar o homem para o trato com os diversos conflitos sociais.
4 JUSTIFICATIVA DO CFSd PM
O exercício da atividade policial militar reveste-se de algumas peculiarida-
des que exigem desse profissional competências específicas, que dão suporte para
qualquer outra ação a ser executada.
O uso do uniforme é um dos mecanismos que garantem a ostensividade da
Corporação, o que significa tornar-se visível e disponível ao público em geral.
Fardar-se é revestir-se de um conjunto de símbolos e significantes sociais e
institucionais. Nesse sentido, o policial militar é um dos funcionários públicos mais
acessíveis à população – nos mais diversos locais - e sua função tem grande rele-
vância na consecução dos objetivos do Estado, principalmente na promoção da
cidadania e dos direitos humanos.
SER policial militar é, portanto, representar um conjunto de valores, cuja
atuação não se encerra com o final do expediente, uma vez que tal postura e
atitudes decorrentes são exigidas mesmo fora do contexto do trabalho.
Outra peculiaridade é o fato de deter, por força constitucional, o monopólio
do uso legítimo da força, sendo chamado a atuar como repressor de comporta-
mentos agressivos e / ou ilegais que implicam em transtorno da ordem pública.
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Neste contexto, atua, por um lado, na função de educador e líder na pro-
moção da qualidade de vida e dos direitos humanos na comunidade. Por outro,
em ambientes adversos e sob pressão, que exigem domínio das técnicas policiais
militares e controle da própria agressividade. Tudo isso somado, coloca ainda
uma outra peculiaridade que é o risco de vida com o qual o policial deve conviver
rotineiramente e torna, esta, uma das profissões mais estressantes, o que requer
uma atenção constante à higidez física e mental desse profissional.
Assim, a essência de sua atividade é administrar conflitos e solucionar pro-
blemas de segurança pública, o que deve ser feito utilizando uma metodologia
sistematizada tal como preconiza o modelo da Polícia de Resultados e, todas
essas suas ações – preventivas e repressivas-, devem ser compatíveis com os
pressupostos da Polícia Comunitária (que privilegia ações preventivas e preconi-
za o envolvimento da comunidade nas questões relativa à segurança pública) e
dos Direitos Humanos (que privilegia a proteção da vida, da cidadania e integri-
dade das pessoas).
Sobre essa égide, nasce a importância que o Curso de Formação de Sol-
dado tem na conduta de homens e mulheres que ingressam na carreira militar e
abraçam a causa do bem servir a sociedade onde estão inseridos.
Este projeto se propõe a definir as ações formativas atinentes ao curso de
Formação de Soldados, desenhando a sua malha curricular e processos avaliativos.
Por certo, esse curso é estruturado tendo como aporte o foco na interação com o
meio em que for inserido, a partir das resoluções de conflitos comumente descri-
tas em termos de situações com as quais, ele policial, se envolver: crimes em
andamento, brigas domésticas, crianças perdidas, acidentes de automóvel, pes-
soas suspeitas, supostos arrombamentos, distúrbios públicos e mortes não natu-
rais.
Dessa maneira, esse curso busca promover uma reflexão sobre a
contextualização do trabalho policial em uma sociedade democrática, a autono-
mia da ação policial, no contexto social, e a instrumentalização conceitual, que o
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operador de segurança pública possui.
5 OBJETIVOS
5.1 OBJETIVO GERAL
Desenvolver as competências, habilidades e atitudes necessárias, para que
os futuros Soldados PM venham a desempenhar funções previstas em Lei, vol-
tadas para polícia ostensiva, a preservação da ordem pública obtendo os melho-
res resultados de forma consistente e com qualidade, para o fortalecimento da
cultura de paz.
5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Habilitar o aluno a aplicação das legislações vigentes e institucional;
Desenvolver a capacidade de administração de conflitos, privilegiando
técnicas de verbalização (orientar, interpor, persuadir, negociar, mediar) ao uso
da força;
Instrumentalizar o Aluno ao emprego de técnicas policiais militares, de
defesa pessoal e do uso da força, bem como manuseio de armamentos e equipa-
mentos policiais militares;
Fomentar no egresso o trabalhar em equipe de forma cooperativa, saben-
do adaptar-se aos papéis de ser comandante (líder) e ser comandado (lidera-
do);
Despertar a Interação estabelecendo uma comunicação eficiente (verbal e
escrita) com diferentes integrantes da comunidade e demais órgãos do Sistema
de Segurança Pública e Defesa Civil;
Perceber os amplos aspectos de sua área de responsabilidade; coletando,
consolidando dados e informações num diagnóstico acerca de segurança públi-
ca, identificando problemas e buscando soluções através de planejamentos es-
tratégicos, envolvendo a comunidade nessas ações;
Manter o condicionamento físico para manutenção da saúde e para o
exercício profissional.
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6 PÚBLICO ALVO
O CFSD é destinado aos aprovados em Concurso Público, obedecendo
os critérios descritos em Lei e Regulamento, observado os requisitos básicos
conforme previstos em Edital específico.
7 ESTRUTURA CURRICULAR
Partindo de uma proposta de formação baseada em um ensino reflexivo, na
qual o discente reflita sobre sua ação, no momento em que a executa, as ativida-
des serão desenvolvidas através de aulas expositivas dialogadas, dinâmicas de
grupos, exercícios práticos com apresentação oral, análise de casos e troca de
experiências, propiciando aos participantes que reflitam, discutam e desenvolvam
suas práticas em liderança.
Além disso, propõe-se, ao presente a adoção dos preceitos da educação
por competências, que se dispõe ao desenvolvimento de capacidade de mobilização
dos saberes (cognitivos, operativos e atitudinais) para as ações nas situações da
prática profissional. Em linhas gerais, um certo pluralismo pedagógico onde serão
considerados aspectos como contextualização, interdisciplinaridade e
transversalidade de conteúdo, que potencializam a aprendizagem através de
integração dos conteúdos.
A Matriz Curricular Nacional (MCN) define competências como “[...] a
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capacidade de mobilizar saberes para agir em diferentes situações da prática
profissional, em que as reflexões antes, durante e após a ação estimulem a
autonomia intelectual” ([Link], 2014, p. 14). Por outro lado,
Perrenoud (2002, p. 19), definiu competência como:
[...] a aptidão para enfrentar uma família de
situações análogas, mobilizando, de uma forma cor-
reta, rápida, pertinente e criativa, múltiplos recursos
cognitivos: saberes, capacidades, competências, in-
formações, valores, atitudes, esquemas de percep-
ção, de avaliação e de raciocínio.
O desenvolvimento das competências necessárias ao bom desempenho da
tarefa ou função depende de um complexo de recursos cognitivos, que perpas-
sam pelo saber, saber fazer e saber ser. As competências descritas a seguir foram
extraídas, em sua maior parte, da MCN sendo fruto do Estudo Profissiográfico e
Mapeamento de Competências elaborados pela SENASP. Além dessas, foram
inseridas outras competências tidas como necessárias para o pleno desempenho
das funções e encargos da função de cabo. Observe a seguir nos quadros 1 e 2
as competências e a matriz curricular do CEFC.
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Quadro 1 – Competências
Competências Competências Competências
Cognitivas Operativas Atitudinais
- Ser capaz de agir - Ter a capacidade de - Capacidade de trabalhar
demonstrando utilizar a experiência em equipe.
conhecimentos sobre a pessoal e profissional ao
- Capacidade de agir com
legislação, normas e planejar ações, seguindo
persistência e
regimentos internos normas, doutrinas e
determinação,
aplicados à função. legislações pertinentes à
demonstrando interesse e
segurança pública.
- Ser capaz de agir comprometimento com o
demonstrando domínio - Ter a capacidade de trabalho.
sobre a legislação, zelar pela manutenção e
- Capacidade de agir com
normas e regimentos guarda dos bens,
postura ética e
internos aplicados à equipamentos e demais
profissional.
função e seus trâmites. materiais sob sua
responsabilidade. - Capacidade de tomada
- Ter a capacidade de
de decisão.
interagir com órgãos e - Ser capaz de aplicar
integrantes dos sistemas técnicas de abordagem - Capacidade de agir com
judiciário, penitenciário e policial, com apropriado senso crítico (ter postura
de defesa social. comando de voz. crítica frente à
determinada situação ou
-Atuar demonstrando - Ao realizar revista em
evento, após se cientificar
conhecimento sobre ética, suspeitos, ter
das possíveis
cidadania e direitos conhecimento sobre as
consequências).
humanos, respeitando-os. técnicas de abordagem.
Ser capaz de respeitar os Demonstrar domínio das
direitos humanos e técnicas de abordagem
cidadania na atuação
- Demonstrar domínio no
profissional.
uso de armamentos e
- Atuar de acordo com a equipamentos utilizados
filosofia do policiamento pela instituição.
comunitário.
Fonte: Elaboração própria (2020).
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Quadro 2 – Matriz Curricular do CFSD
DISCIPLINAS / ATIVIDADES DOUT/ ATIV MOD I MOD II CH
HISTÓRIA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA PMBA D 20 --
20
LEGISLAÇÃO PM D 20 30
50
ORDEM UNIDA E INSTRUÇÃO MILITAR BÁSICA A 20 20
40
ARMAMENTO E TIRO D 45 45
90
POLICIAMENTO OSTENSIVO GERAL (POG) D 45 45
90
DIREITO APLICADO D 50 50
100
POLÍCIA COMUNITÁRIA D 20 --
20
EDUCAÇÃO FISICA A 20 20
40
DEFESA PESSOAL E USO DIFERENCIADO DA FORÇA A 20 20 40
POLICIAMENTO OSTENSIVO DE TRÂNSITO D 20 20
40
SOCORRO DE URGÊNCIA D 20 20
40
PREVENÇAO, MEDIAÇÃO E RESOLUÇÃO DE CONFLITOS D -- 20
20
DIREITOS HUMANOS D 30 --
30
FUNDAMENTOS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL D 30 --
30
ÉTICA, CIDADANIA E COMBATE A CORRUPÇAO POLICIAL D -- 20
20
RELAÇÕES INTERPESSOAIS A 30 --
30
CORRESPONDÊNCIA PM D 30 --
30
INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA D 20 --
20
DIREITO PENAL MILITAR D -- 30
30
POLICIAMENTO OSTENSIVO EM EVENTOS ESPECIAIS (POEE) D -- 30
30
ATIVIDADES DE CHOQUE A -- 20
20
GERENCIAMENTO DE CRISES: PRIMEIRO INTERVENTOR D -- 30
30
POLICIAMENTO OSTENSIVO DE GUARDAS D -- 30
30
INTELIGÊNCIA POLICIAL D -- 20
20
EDUCACAO PARA RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DE GÊNERO (EREG) D -- 30
30
PRESERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DA PROVA D 20 --
20
SAÚDE EMOCIONAL E QUALIDADE DE VIDA D 20 20 40
CARGA HORÁRIA TOTAL 480 520
1.000
Legenda: P (presencial); D (disciplina); A (Atividade)
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QUADRO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
OR MOD LEG MÓD. MÓD.
DISCIPLINAS / ATIVIDADES CH
I II
01 SEMINÁRIOS DE TEMAS SELECIONADOS P A
30 32 62
02 ESTÁGIO POLICIAL SUPERVISIONADO P A 70 70 140
03 JORNADA DE INSTRUÇÃO MILITAR P A 20 - 20
04 JORNADA DE INSTRUÇÃO POLICIAL MILITAR P A - 20 20
CARGA HORÁRIA TOTAL 120 122 242
Legenda: P (presencial); D (disciplina); A (Atividade)
QUADRO GERAL
OR
MATRIZ CURRICULAR MÓD. I MÓD. II CH
01 DISICPLINAS 480 520 1.000
02 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 120 122 242
CARGA HORÁRIA TOTAL 600 642 1.242
Fonte: Elaboração própria (2020).
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Quadro 3 – ORIENTAÇÕES INICIAIS
EVENTO ORIENTAÇÕES INICIAIS PARA EXECUÇÃO DO CURSO DE
FORMAÇÃO
Módulo I
Objetivo: Ser capaz de conhecer e assimilar motivadamente as
rotinas educacionais e disciplinares do âmbito da PMBA, a partir do
acolhimento pedagógico.
Metodologia: A semana de adaptação ocorrerá nos turnos
matutino e vespertino (preferencialmente); em dias contínuos
(preferencialmente); com 40 (quarenta) horas/aula; em regime de
semi-internato ou internato; proporcionando ao discente neófito
(que nunca teve contato com a PM) o excelente acolhimento pela
equipe pedagógica. Toda a administração atuará para a informação
sobre as rotinas aos discentes e discutirá temáticas que
possibilitem a assimilação cultural do ambiente de caserna e do
contexto policial-militar.
Documentos a produzir: 1- Produzir FOLDER para entrega aos
discentes, devendo constar no mínimo: brasão da PMBA e do
CFAP, mensagem de boas vindas, resumo sobre a criação e
importância da PMBA, relação de documentos a apresentar para
matrícula e registro financeiro, referência ao manual do aluno
Recepção / SEMANA DE (endereço na intranet); telefones para situações emergenciais. 2-
Acolhimento dos ADAPTAÇÃO Produzir QUESTIONÁRIO PSICOSSOCIAL atualizado, por meio físico
ou digital, que demonstre o perfil etário e profissiográfico do
Discentes (40h/a) ingressante, para tomada de decisão relativa ao ensino-
aprendizado.
Temáticas Obrigatórias: Além de outras temáticas a critério da
Escola de Formação, o conteúdo mínimo a ser trabalhado no
evento, deverá conter:
1- Missão, visão e valores da PMBA (segundo o Plano Estratégico
da Corporação);
2- O policial militar e a postura de autopreservação (alertar para
comportamentos que coloquem a vida do discente em risco, na
sua nova condição de policial-militar);
3- Responsabilidade na tomada de decisão PM; (Alertar sobre o
abuso no Poder de Polícia e consequências do desrespeito aos
direitos humanos)
4- Rotinas e procedimentos disciplinares; (Informar sobre Manual
do Aluno e normas da escola, além dos efeitos das violações às
regras castrenses);
5- Apresentação das seções administrativas; (o representante
deverá informar o objetivo e atribuições da seção, forma de
acesso ao discente e localização na escola;
6- Ordem Unida: primeiros comandos e formação militar; (o
discente deve exercitar os principais movimentos da formatura
militar, para uso de imediato no ambiente escolar).
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Quadro 4 – Ementário do Curso de Formação de Soldado
DISCIPLINAS EMENTÁRIO
Módulo I
Objetivo: Demonstrar aspectos históricos que fomentaram a criação da PMBA como
instituição de defesa da sociedade, inclusive, enaltecendo a importância do público
feminino para a consecução dos objetivos da Corporação.
1- Alusão Histórica ao CFAP; 2-Antecedentes Históricos do Brasil; 3- Brasil Colônia: a) 1º
contingente militar e Corpo da Brigada Real do Brasil; 4- Brasil Império: a) Estrutura
História, Estrutura e
Militar no Pós Independência, b) Origem da PMBA; c) Extinção e reestruturação do Corpo
Funcionamento da PMBA
de Polícia; c) Guarda Nacional, d) Corpo de Polícia e Guerra do Paraguai; 5- A proibição
do Entrudo e o surgimento do Carnaval: a) Carnaval institucionalizado; 5- Brasil
República: a) Corpo de Polícia e a Proclamação da República; 6- Drama de Canudos; O
bombardeio de Salvador, dia em que o exército matou Policiais Militares; Campanha
contra Lampião; 7- Ingresso da Mulher na PMBA: a) Contextualizando o ingresso
feminino, b) As mulheres na PMBA: nossas história e estória; c)Importância do Centro
Maria Felipa na PMBA; 8- Denominações da PMBA; 09- Postos e Graduações da PMBA;
Estrutura Organizacional da PMBA: a) Comando-Maior e Órgãos Estratégicos; b)
Distribuição Geográfica das Unidades da PMBA; c) Galeria dos Comandantes Gerais: em
exercício; últimos dois antecessores.
Módulo I
Objetivo: Demonstrar o aspecto normativo do serviço PM, bem como, conhecer os
órgãos de controle da atividade policial.
1- Missão Constitucional da PMBA; 2- Organização das Polícias Militares no Brasil
(Decreto Federal nº. 667/69); 3-Hierarquia: postos, graduações e precedência: a) Decreto
Federal nº. 667/69, b) Lei Estadual nº. 7.990/2001; 4- R-CONT: a) Sinais de respeito, b)
Continência, c) Apresentação, d) Continência da guarda, e) Continência da sentinela; 5-
Estatuto Policial Militar (Lei 7.990 de 27/12/01): a) Das obrigações e dos deveres dos
policiais militares; 6- Órgãos de controle da atividade policial: controle interno
(Corregedorias) / controle externo (Ministério Público); 7- RISG: a) Dos Cabos e Soldados;
Dos Soldados da guarda e sentinelas; Do plantão; Do serviço externo; Da guarnição; Das
Formaturas; Das Revistas e Inspeções; b) Trabalhos diários; , c) Alvorada, d) Silêncio, e)
Instrução, f) Faxinas, g) Expediente, h) Escalas de serviço, i) Serviço interno, j) Guarda, l)
Sentinelas e plantões. 8- Portarias do Comando Geral.
Módulo II
Objetivo: Conhecer o Estatuto PM, os seus aspectos jurídicos e administrativo-
disciplinar, em conjunto com os direitos dos policiais militares na PMBA.
Legislação PM
1- Lei Estadual nº 7.990/2001 (EPM): a) Ingresso, b) Compromisso, c) Estabilidade, d)
Regime disciplinar, e) Valores institucionais: da Ética, dos deveres, Comando e
subordinação, atribuição de responsabilidades; f) Transgressões disciplinares, g)
Penalidades e prescrição; h) Apuração disciplinar: sindicância, PDS, PAD; i), Processo de
Ressarcimento de Dano (PRD); j) Recursos; k) revisão do processo, l) Indignidade: perda
de posto/patente/graduação; m) Demissão; n) Direito de petição; o) Afastamentos e
Licenças; p) Deserção; q) Direitos políticos; r) Tempo de serviço, agregação, reserva e
reforma; s) Promoção; t) Uso dos uniformes; recompensas e dispensas; u) Lei nº 13.471
de 30/12/2015: férias, licença por assiduidade; 2-Procedimentos com armas de fogo
(Portaria nº. 035-CG/2005 de 07Set05): a) armas de fogo apreendidas, b) Extravio, furto
ou roubo de arma de fogo; c) aquisição legal de arma de fogo, munição e colete, d)
expedição do certificado de registro de arma de fogo; e) transferência de propriedade
por doação/ compra.3- Atualizações legislativas.
OFICINA: realizar estudo de caso, por meio de vídeos com atuação de policiais militares,
que levem a reflexão sobre comportamentos adequados, em função da legislação
disciplinar.
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Módulo I
Objetivo: Conhecer e manusear adequadamente arma de fogo do tipo Revólver e Pistola, com base na
legislação vigente.
Parte Teórica: 1 - Conceito de arma de fogo; 2- Classificação de armas: classificação quanto ao: tipo,
emprego, funcionamento, princípio de funcionamento, alimentação, sentido da alimentação,
raiamento, calibre; 2- Legislação Básica: Lei Federal nº 10.826, de 22 Dez 2003 (Estatuto do
Desarmamento); Portaria do CG/PMBA nº 035 / 2005; Portaria do CG/PMBA nº 019 / 2017; Portaria
967 de 8 de agosto de 2017 do Comandante do Exército; Decreto-Lei 3.665/2000 (R-105); Decreto-Lei
nº 2.222/97, art.17 (vedação de uso de armas em locais com aglomeração); 3- Crimes e Penas sobre
armas de fogo; 4- Regras de Segurança; 5- Estudo dos Revólveres: a) características; b) classificação:
quanto à armação; sistema de disparo; percussão; extração; c) sistema de funcionamento; d)
operação de manejo: abrir o tambor, alimentar, carregar e disparar; e) engatilhamento: ação simples
e dupla; f) mecanismo de segurança: trava de segurança ou barra de percussão g) inspeção; h)
incidentes de tiro e suas resoluções; 6- Estudo da Pistola: a) Características; b) dispositivos de
segurança; c) funcionamento; desmontagem e montagem; d) teste de funcionamento; e) adaptação
para uso dos canhotos; f) dispositivos de Segurança: registro de segurança, desarmador do cão, trava
de queda, indicativo de cartucho na câmara e trava do percussor; e) operações de manejo: municiar o
carregador, alimentar, carregar, disparar e retirar carregador; f) engatilhamento: ação simples e
dupla; f) inspeção; g) incidentes de tiro e suas resoluções; 7 – Estudo dos Cartuchos; 8- Estudo dos
Calibres; 9- Noções de Balística: Balística Forense; 10- Fundamentos do Tiro: a) Empunhadura; b)
Posição; c) Visada; d) Respiração; e) Controle do Gatilho; 11- Manutenção Preventiva; 12- Termos
Técnicos;
Parte Prática: 13- Execução de tiro prático com Revólver e Pistola Padrão da PMBA; 14- Execução e
demonstração dos níveis de segurança no uso da Pistola por parte dos instruendos. 15-Exercício de
saque da pistola; 16- Postura de Segurança; 17-Exercício de controle de cano.
AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA: Será realizada Verificação Corrente (VC) de forma Teórica e, Verificação
Final (VF) através da Prática de Tiro com Pistola Padrão da PMBA (mínimo de 20 tiros por aluno).
Armamento e Tiro Módulo II
Objetivo: Conhecer e manusear adequadamente arma de fogo do tipo Submetralhadora, Fuzil e
Espingarda, com base na legislação vigente.
Parte Teórica: 1 – Estudo da Submetralhadora: características; identificação das principais peças e
suas finalidades; mecanismo de segurança; operações de manejo: municiar o carregador, alimentar,
carregar, disparar e retirar o carregador; procedimentos básicos para inspeção do perfeito
funcionamento da arma em estudo; principais incidentes de tiro e suas resoluções; munições
empregadas; desmontagem e montagem da Submetralhadora; 2 - Estudo do Fuzil Cal. 7,62mm
(FAL/PARAFAL): características; identificação das principais peças e suas finalidades; mecanismo de
segurança; operações de manejo: municiar o carregador, alimentar, carregar, disparar e retirar
carregador; procedimentos básicos para inspeção do perfeito funcionamento da arma em estudo;
principais incidentes de tiro e suas resoluções; munições empregadas; desmontagem e montagem da
arma. 3- Estudo da Espingarda Calibre 12mm (repetição manual): características; identificação das
principais peças e suas finalidades; mecanismo de segurança; operações de manejo: alimentar,
carregar, disparar; procedimentos básicos para inspeção do perfeito funcionamento da arma em
estudo; principais incidentes de tiro e suas resoluções; munições empregadas; desmontagem e
montagem da arma. 4- Estudo de armas não letais: dispositivo elétrico de incapacitação
neuromuscular (TASER/SPARK): características e finalidade; operações de manejo; aplicabilidade;
inspeção; outros dispositivos não letais.
Parte Prática: 5- Exercício real de tiro com a Submetralhadora padrão da PMBA (mínimo de 50
disparos, por discente); 6- Exercício real de tiro com Fuzil calibre 7,62mm (mínimo de 30 disparos por
aluno); 7- Exercício real de tiro com a Espingarda de Repetição Manual, Calibre 12 (mínimo de 10
disparos por discente).
AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA: Será realizada Verificação Corrente (VC) através de tiro prático com
Submetralhadora automática da PMBA (mínimo de 20 disparos / aluno) e, Verificação Final (VF)
através de tiro prático com Pistola semiautomática Padrão da PMBA (mínimo de 20 disparos /
alunos), será mensurada nota em função da localização atingida no alvo.
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Módulo I
Objetivo: Empregar as técnicas policiais de abordagem a pessoa a pé, mediante postura de segurança,
considerando os princípios do uso progressivo da força e dignidade da pessoa humana.
1- Polícia Militar e Comunidade: conceito de Polícia Militar, conceitos do cotidiano da polícia;
fundamento da atividade policial; ações e operações policiais militares; impactos da atuação policial
na vida da comunidade; fundada suspeita; princípios para o uso da força policial; 2- Policiamento
Ostensivo Geral: definição, características, princípios, variáveis, procedimentos básicos. 3-
Particularidades: conhecimento do espaço/terreno, Policiamento a Pé, Policiamento Motorizado,
Policiamento em Bicicleta; 4. Abordagem Policial Militar: introdução, conceito, espécies de
abordagem, pilares da abordagem policial, fases da abordagem, níveis de abordagem, estados de
alerta, zonas de ação, posturas de segurança da abordagem. 5. Técnica de abordagem a pessoas à pé:
características, execução e posicionamento adequado na abordagem policial militar a pé. 6. Técnicas
de Busca Policial: base legal, modalidades, busca a pessoa, busca veicular, busca domiciliar, busca de
perímetro. 7. Uso de algemas: base legal, técnicas de emprego 8. Imunidades: conceito, imunidades
diplomáticas, imunidades parlamentares: deputados, senadores, vereadores; prerrogativas dos
militares; prerrogativa dos Juízes e Promotores de Justiça. 9. Código fonético: importância para a
segurança policial.
OFICINAS PRÁTICAS: Deverá ser realizada instrução simulada de Abordagem Policial de pessoa a pé,
com aplicação dos conhecimentos sobre estados de alerta, zonas de ação e posturas de segurança.
Realizar Oficinas para uso do código fonético.
Módulo II
Objetivo: Empregar adequadamente as técnicas de abordagem a veículos e motocicletas, bem como,
Policiamento Ostensivo Geral
conhecer sobre os primeiros procedimentos em ocorrências com bombas e explosivos, envolvendo
reféns e rebeliões em estabelecimentos prisionais.
1- Legislação inerente a abordagem veicular (Portaria MJ 4.226/2010); 2- Técnicas de Abordagem a
pessoa a pé pelo processo motorizado: guarnições e funções na viatura PM; tipos de guarnição;
posicionamento do desembarque /semidesembarque da viatura; procedimentos do processo
motorizado; 3- Etapas iniciais da Abordagem veicular: acompanhamento, bloqueio, cerco,
interceptação; 4- Abordagem Veicular: conceito; 15 passos da abordagem; técnicas de aproximação;
abordagem com vários tipos de guarnições; medidas de segurança; 5- Abordagem a pessoas em
coletivos (catraca dianteira e traseira com guarnição tipo C) e ônibus executivo; 6- Abordagem
veicular a motocicletas; 7-Abordagem a veículo de carga; 8- Técnica de Motopatrulhamento; 9-
Progressão de tropa: sinais convencionados; organização e formação da guarnição (Gu) PM; técnicas
individuais e coletivas para progressão de tropa. 10- Técnicas de abordagem a Edificações: termos
técnicos, tipos de edificações, etapas, funções e procedimentos gerais; 11- Abordagem em condições
de baixa visibilidade: técnicas nacionais e internacionais de utilização da lanterna; 12- Primeiras
intervenções em situações especiais (ocorrência com reféns, com bombas e artefatos explosivos,
rebeliões em estabelecimentos prisionais e abordagem em ambiente aquático).
OFICINAS PRÁTICAS: Realizar instrução simulada de Abordagem veicular (quatro e duas rodas). A
Abordagem poderá ser realizada em caráter real, devendo ser supervisionada por instrutor e equipe
de apoio para segurança dos discentes; ocorrerá em via pública obrigatoriamente sinalizada, com
análise da fundada suspeita e postura de segurança, mediante prévia realização de Nota de Instrução
aprovada pelo Diretor de Ensino. Deverá considerar os requisitos mínimos para o emprego do
discente na área operacional conforme Plano Geral de Ensino (PGE) e os fundamentos de Polícia
Comunitária.
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Módulo I
Objetivo: Atuar na atividade policial-militar com fundamento nos princípios constitucionais e
legislação vigente, dentro das limitações impostas aos representantes do Estado, no exercício do seu
poder de polícia.
? 1-Teoria Geral do Direito: a) Conceito de direito, b) Fontes; c) Hierarquia das Leis; d)
Norma jurídica: sentido geral/individual, sentido amplo/restrito, senti do abstrato/concreto, sentido
material/formal, vigência, eficácia e revogação; e) Princípios Gerais do Direito: critério hierárquico,
cronológico e da especialidade; 2- Direito administrativo: a) Poderes do Estado: Executivo, Legislativo
e Judiciário; Ministério Público e suas atribuições; b) Ato Administrativo; c) Princípios e atributos da
Administração Pública; e) Poder vinculado e discricionário; f) Responsabilidade Objetiva do Estado e
subjetiva do agente público; 3 -Direito Constitucional: a) Constituiç ão Federal de 1988: Missão
Constitucional da PMBA (art. 144); supraprincípio da dignidade da pessoa humana; principais
direitos e garantias fundamentais; Constituição Estadual da Bahia (art. 148); 4. Direito Penal / Parte
Geral: a) conceitos de crime, cont ravenção, delito e infração; b) elementos do crime (fato típico,
antijurídico, culpável); c) principais tipos de crime (comuns, especiais, próprio, de dano, de perigo,
material, formal, doloso, culposo, consumado, tentado); d) tempo e lugar do crime; e) ca usas de
exclusão da ilicitude e da culpabilidade; f) conceito de crime de menor potencial ofensivo; 5 - Direito
Processual Penal: a) crime de ação pública e de ação privada; b) flagrante delito (requisitos); c) termo
circunstanciado; 6- Direito Penal / Parte Específica (crimes emespécie - Parte I): a) crimes praticados
por funcionário público contra a administração emgeral ( peculato, inserção dados falsos e
Direito Aplicado modificação de sistema, concussão, excesso de exação, corrupção passiva, facilitação de
contrabando ou descaminho, prevaricação, condescendência criminosa, violação de sigilo funcional,
violação de sigilo de proposta de concorrência); b) Corrupção ativa; 8- Estudo do abuso de
autoridade. 9- Atualização legislativa.
Módulo II
Objetivo: Conhecer os crimes em espécie e as penalidades relativas, visando não infringí-los, bem
como, atuar como cidadão defensor dos direitos da sociedade, no exercício das liberdades públicas.
1- Direito da Criança e do Adolescente: a) Estatuto da Criança e do Adolescente e o Princípio da
proteção integral; b) Distinção entre criança e adolescente, c) Ato infracional e Medidas
socioeducativas, d) Peculiaridades da apreensão do adolescente em conflito com a lei; e) Crimes
contra crianças e adolescentes; 2- Direito Penal / Parte II: a) homicídio e feminicídio; b) crimes
hediondos; c) lesão corporal; e) crime contra a honra (injúria, calúnia e difamação) f)vias de fato; g)
rixa; h) maus - tratos; i) tortura, j) omissão de socorro; k) constrangimento ilegal; l) furto; m) roubo;
n) extorsão; o) apropriação indébita; p) crimes sexuais (importunação, assédio, estupro, estupro de
vulnerável, divulgação de cena de estupro, sexo e pornografia, estupro corretivo e coletivo); q)
desobediência; r) desacato; s) lei de drogas (posse para consumo pessoal e tráfico); t) delitos
informáticos (cibernéticos); u) crimes raciais (racismo; injúria racial); 3-Atualizações legislativas.
JÚRI SIMULADO: Poderá o instrutor realizar júri simulado, estimulando os discentes ao desempenho
das funções de defesa e acusação de policiais, que tenham supostamente atuado em ocorrências
envolvendo os crimes estudados, levando-os a reflexão sobre o exercício do poder de polícia e suas
limitações constitucionais.
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Módulo I
Objetivo: Compreender e aplicar as bases do policiamento comunitário como
fundamento essencial da atuação policial militar, favorecendo o alcance da missão
institucional.
1- História da Polícia comunitária na Bahia (Cel Paraíso – 7º BPM em 1985, POI e
Projeto Policial Cidadã – PPCID 1996; 2- Diretrizes do Plano Estadual de Segurança
Pública – PLANESP; 3-Base Comunitária de Segurança: a) conceito; b) missão;
comparação com outros Estados (RJ,SP, RS e MG); Bases de Salvador; 4- Teorias sobre
Polícia Comunitária; 5- Importância da Polícia: ideal da instituição; polícia na satisfação
das necessidades básicas de segurança; 6- Polícia Comunitária e Policiamento
Comunitário: a) os dez princípios da polícia comunitária; b) Relação PM versus
comunidade; c) Princípios da polícia moderna; d) Problemas sociais; e) análise dos
objetivos estratégicos relacionados ao policiamento comunitário; f) implantação do
modelo de polícia comunitária; g) policiamento tradicional versus comunitário; 7-
Diretrizes de integração com a comunidade: a) Parceria com a comunidade, b)
Polícia Comunitária mudança na gestão; c) Resolução de problemas; 8- Integração com entidades
representativas da comunidade: a) Organização Policial, b) A comunidade, c)
Autoridades constituídas e organismos governamentais, d) Comunidade de negócios; e)
Instituições comunitárias, f) Veículos de comunicação: televisionada, internet; 9- Gestão
Comunitária: a) identificação dos problemas locais; b) análise dos índices de CVLI e CVP
da comunidade; c) qualidade em segurança pública; d) programas institucionais de
prevenção e repressão da violência (pacto pela vida, prêmio de desempenho policial,
prêmio apreensão de arma de fogo etc.); 10- Estratégias de Policiamento: a) Combate
profissional do crime; b) principais estratégias das organizações criminosas (milícias,
traficantes de drogas e armas de foto); c) policiamento estratégico; d) Policiamento
orientado para o problema (POP); e) Construção de parcerias e mobilização das
lideranças comunitárias; e) Gestão de serviços na polícia comunitária versus tradicional;
11- Efetivando a Mobilização Social: a) Definição, b) organização comunitária, c)
autonomia das organizações em relação à Polícia; d) Estratégias, e) Projeto social, f)
Atividades que poderão ser desenvolvidas nas comunidades; 12- Conselhos
comunitários de segurança: a) Conceitos e Peculiaridades; b) Fundamentação jurídica; c)
Estatuto d) Autonomia e isenção político-partidária; e) Finalidades; f) Condições para
funcionamento; g) Formas de Sensibilização; h) Motivação e Entraves; i) Dissolução,
reativação e eleição; j) Portaria nº. 106-CG/12 de 27 Dez 2012.
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Módulo I
Objetivo: Conhecer os benefícios da atividade física para promoção da saúde e qualidade
de vida pessoal e profissional, conscientizando acerca da importância dos hábitos
saudáveis, frente os riscos da segurança pública.
Parte Teórica: 1- Histórico da Educação Física no Brasil; 2- Aspectos positivos da
atividade física para a promoção da saúde; 3- Riscos inerentes à atividade física sem
orientação profissional; 4- Anatomia humana / sistema muscular (musculatura
esquelética, tecidos musculares); 5- Atividade Física e Qualidade de vida (Fisiologia): a)
frequência cardíaca, b) queima de calorias, c) perda de água e sais minerais (longo
prazo), d) melhora da condição cardiorrespiratória, e) aumento da massa muscular, da
força, f) flexibilidade e diminuição do tecido adiposo; 6- Hábitos posturais e atitudes
corporais; 7- Hábitos saudáveis para a promoção da saúde e segurança na atividade
policial; 8- Noções de nutrição: nutrição esportiva; 9- Palestra sobre o tema;
Parte Prática (Realização de atividade física em diversas modalidades): 10- Trote, corrida
de curta e média duração; 11- atividades aquáticas como natação e hidroginástica; 12-
Circuitos aeróbios; 13- Atividade de relaxamento e combate ao estresse; 14- Atividades
lúdicas; 15- iniciação ao treinamento desportivo; 16- Musculação; 17- Circuitos de RML;
18- Jogos de revezamentos, 19- Técnicas de alongamento, flexibilidade e relaxamento.
SEMINÁRIO: Os discentes devem ser estimulados a criar seminário temático, que aborde
a questão da saúde e da qualidade de vida pessoal e profissional; poderá a critério do
instrutor, ter como público alvo, demais policiais da Unidade de Ensino.
Educação Física Módulo II
Objetivo: Conhecer os fundamentos dos desportos, estimulando o discente a estabelecer
atividade física como rotina e referência de longo prazo e para a vida para redução do
stress.
Parte Teórica: 1- Fundamentos teóricos dos desportos; 2- Regras dos desportos; 3-
Aspectos educativos para a prática do desporto; 4- Atividade física através das artes
marciais 5- Meios de aferição de atividade física; 6- Noções de prescrição de exercícios;
7- Fatores de risco da atividade física; 8- Mitos e verdades na manutenção da atividade
física; 9- Palestra sobre o tema;
Parte Prática (Realização de atividade física em diversas modalidades): 10- Trote, corrida
de curta, média e longa duração (tempo); 11- atividades aquáticas como natação e
hidroginástica; 12-Circuitos aeróbios; 13- Atividade de relaxamento e combate ao
estresse 14- Atividades lúdicas; 15- Treinamento desportivo; 16- Musculação 17-
Circuitos de RML; 18- Jogos de revezamentos, 19- Técnicas de alongamento, flexibilidade
e relaxamento.
MINICAMPEONATO:
Poderá ser realizado minicampeonato desportivo, visando estimular competências como
liderança, organização, trabalho em equipe, respeito ao limite do outro e próprio,
permitindo ao aprendiz interiorizar os objetivos da disciplina. Estimular a metodologia do
‘ganha-ganha’, fortalecendo o princípio do espírito de corpo, evitando métodos que
levem a competitividade pura.
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Módulo I
Objetivo: Demonstrar a importância da defesa pessoal e do controle
emocional como instrumento de manutenção da segurança e da vida,
com respeito aos princípios que fundamentam o uso da força.
Histórico da disciplina: a) Estratégia militar e sua inserção na PMBA; 2-
Conceitos de defesa pessoal: a) Formal, sintético e exato; 3- Preceitos
da defesa pessoal: a) Defesa própria e de terceiros, b)
Condicionamento físico e mental, c) Controle emocional; d) Melhoria
da qualidade de vida; 4- Princípios que limitam a ação policial no uso
da força (Legalidade, Necessidade, Proporcionalidade e
Conveniência); 5- Educativos de quedas: a) Posição inicial; b) Deitado;
c) Sentado; d) Agachado e em pé, e) Com execução de movimentos
bilaterais para frente e para trás e rolamentos; 6- Movimentos básicos
da proteção policial: a) Esquivas e bloqueios; 7- Pontos sensíveis do
corpo humano: a) pressão, torção e vitais, b) Técnicas de utilização das
armas naturais do corpo humano: membros superiores e inferiores; 8-
Educativos de imobilização (contenção com controle de cabeça,
Defesa Pessoal e uso pescoço, tronco, membros superiores e inferiores); 9-
diferenciado da Força Desvencilhamento de imobilização.
Módulo II
Objetivo: Conhecer e exercitar as técnicas de defesa pessoal, condução
coercitiva e algemação, com base nos princípios que limitam o uso da
força.
Educativos de quedas em movimento; 2- Simulando transposição de
obstáculos: a) Empunhando arma de fogo curta ou longa, b)
Empunhando bastão policial tipo tonfa, c) Princípios básicos de
projeções; 3- Uso da Tonfa: movimentos de defesa, ataque, contra
ataque, imobilização e condução; 4- Educativos com pontos de apoio
e/ ou alavancas no quadril, pernas e braços; 5- Artes marciais
relevantes na defesa pessoal; 6- Iniciação de condução a mão livre; 7-
Emprego da algema: técnica com algema tradicional e algema plástica;
revisar legislação sobre algemas. 7- Técnicas de contenção e
imobilização no solo, alinhado aos princípios essenciais para o uso da
força (legalidade, necessidade, proporcionalidade, conveniência); 8-
Socos e Pontapés.
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Módulos I e II
Objetivo: Propiciar conhecimentos sobre diversas áreas temáticas,
permitindo internalização de conceitos e aumento da percepção sobre
comportamentos favoráveis à legalidade e ao combate à corrupção
policial, bem como, gerar aproximação com prepostos de outros
órgãos.
1-Palestras temáticas transversais com a atividade policial: violência
doméstica, discriminação racial, legalidade na atuação policial,
tortura, abuso de autoridade, respeito à dignidade da pessoa
humana, letalidade policial, estatísticas de violência, milícias,
corrupção policial, direito eleitoral, etc; 2- Discussão grupal sobre
princípios e valores da doutrina policial militar, para uso na caserna e
na operacionalidade; 3- Participação em apresentações de artistas ou
eventos lúdicos (teatral, musical, arte plástica, fotografia, pintura,
Seminários de Temas desenho, etc), para percepção e internalização de comportamentos
Selecionados relevantes; 4- Visitas Técnicas a órgãos públicos e instituições não
governamentais; espaços públicos e espaços privados mediante
gratuidade, para compreender o caráter multidimensional da
atividade policial; 5- Atividade de aproximação com prepostos do
sistema de segurança pública e de defesa social.
Metodologia da Disciplina: compreenderá 31 horas/aula para cada
módulo, perfazendo carga horária total de 62 horas/aula. As palestras
e visitas técnicas serão previamente agendadas através do Instrutor
Chefe da Unidade de ensino, com transporte próprio, se for o caso, ou
mediante solicitação a órgãos parceiros, mediante gratuidade. A
disciplina ocorrerá mediante prévia aprovação de Nota de Instrução,
pelo Diretor de Ensino do CFAP.
ATIVIDADE DISCENTE: Não obstante ser disciplina conceitual poderá
ser solicitado relatório, resumo ou resenha crítica ao discente, visando
estimular a atenção e ajustar possíveis distorções de compreensão,
porventura ocorrida.
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Módulos I e II
Objetivo: Levar o discente a operacionalidade para empregar os
conhecimentos adquiridos, percebendo peculiaridades do plano real ao
passo em que interage com a sociedade, sob os fundamentos dos
Direitos Humanos.
Metodologia: a disciplina será executada mediante Nota de Instrução
aprovada pelo Diretor de Ensino do CFAP. Terá carga horária de 70
horas/aula em cada módulo, perfazendo um total de 140 horas/aula no
curso. Serão disponibilizadas 05 horas/aula por módulo (total de 10h),
para realização de feedback e reorientação aos alunos sobre os
serviços executados. O emprego operacional, exclusivamente, se dará
quando estes atenderem aos requisitos do PGE anual.
Ações a serem realizadas pela equipe pedagógica: 1- Capacitar os
alunos para a prática de Policiamento Ostensivo Geral (POG), em
especial, nas abordagens a pé, carros e motocicletas; 2- fomentar o
exercício das técnicas de Policiamento Ostensivo em Eventos Especiais
Estágio Policial
(POEE), com atuação em patrulhas PM, nas festas populares e praças
Supervisionado
desportivas; 3- Possibilitar ações diretas dos alunos com a comunidade
sob o princípio da filosofia cidadã, logo, atuando em atividades
rotineiras e especiais junto com esse público (inclusive, palestras de
aproximação); 4- Estimular no discente, a prática policial voltada a
prevenção do crime e, resolução dos conflitos através da mediação e
do estímulo à conciliação das partes envolvidas; 5-Avaliar o emprego
operacional do discente sob a perspectiva técnica, jurídica e
comunitária visando corrigir comportamentos nocivos; 6-Aprimorar
atuação social e técnica dos discentes, apreendidos no exercício
experimental, corrigindo procedimentos inadequados.
ATIVIDADE DISCENTE: Realizar relatório de serviço. O instrutor-chefe
decidirá sobre a periodicidade dos documentos (por evento ou quando
houver alteração, a cada dois ou três serviços), a depender da
recorrência e execução da tarefa, e mediante autorização do Diretor
Escolar.
ATIVIDADE SUPERVISOR: Avaliar o aluno a cada emprego ou
periodicamente, como dispor o Diretor Escolar.
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Módulo I
Objetivo: Conhecer a legislação de trânsito visando atuar
preventivamente e repressivamente no combate à criminalidade de
trânsito, sob as limitações e fundamentos legais.
1- Histórico do Trânsito; 2-Aspectos jurídicos do Trânsito: a)
Constitucional, b) Administrativo, c) Civil, d) Penal; 3- Normas legais
que regem o trânsito; 4- Sistema Nacional de Trânsito (competências);
5- Normas gerais de circulação e conduta (art. 26 ao 67 do CTB); 6-
Estatísticas de acidentes; 7- POTRAN (urbano e rodoviário): a) conceito,
b) objetivo, c) abrangência e limitações, d) obstáculos à circulação, e)
Equipamentos; 8- Sinais de trânsito; 9- Classificação dos veículos; 10-
Equipamentos obrigatórios; 11- Resoluções relevantes do Contran: a)
Resolução nº 710, de 25/10/17-regulamenta penalidade de multa à
pessoa jurídica por não identificação do condutor infrator; b)
Resolução nº 360, de 29/09/10 - dispõe sobre o reconhecimento da
habilitação do condutor estrangeiro em território nacional; 12-
Inovações Legislativas.
Policiamento Ostensivo de Modulo II
Trânsito
Objetivo: Conhecer a legislação de trânsito e atuar nas infrações
administrativas visando garantir a segurança e incolumidade social.
1- Processo administrativo; 2- Manual de fiscalização (Resolução
371/10); 3- Agente da autoridade de trânsito; 4- Infração de trânsito; 5-
Responsabilidade pela infração; 6- Autuação; 7- Medidas
administrativas; 8- Habilitação; 9- Canalização; 10- Operações de
trânsito: a) Aspectos gerais, b) Operações rotineiras, programadas e
emergenciais, 11- Blitz: a) Planejamento, b) Objetivo, c) Funções, d)
Comando ou coordenação, e) Sinalização, f) Seleção, g) Segurança, h)
Fuga e evasão, i) Custódia, j) Escrituração, l) Baia, m) Estatística, n) Blitz
estática, volante e mista, o) Preenchimento de autuação de infrações
trânsito (Resolução nº 66 do CONTRAN); p) Alcoolemia; 12- Acidente
de trânsito: a) Conceito, b) Acidente de veículo, c) Causas, d)
Classificação dos acidentes e dos danos, e) Crimes de trânsito; 13- CNH
(Carteira Nacional de Habilitação): física e digital; 14- CRLV (Certificado
de Registro e Licenciamento de Veículo); 15- Vistoria Veicular:
identificação veicular de chassi, vidro, motor e placa (itens de
segurança da placa comum e Mercosul. 16-Inovações Legislativas
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Módulo I
Objetivo: Conhecer os procedimentos básicos de atendimento às
vítimas em situação de urgência, emergência e resgate, por meios NÃO
invasivos, visando proteção da vida.
1- Introdução; 2- Noções de anatomia e fisiologia humana; 3-
Conceitos do âmbito da saúde; 4- Legislação pertinente; 5-
Providências iniciais no local do incidente; 6- Abordagem a vítima:
Prioridades no atendimento as vítimas; 7- Suporte básico de vida:
respiração artificial; parada cardiorrespiratória; obstrução das vias
aéreas por corpo estranho (OVACE); 8- Atendimento ao Traumatizado;
Socorro de Urgência 9- Convulsão; 10- Prevenção do Suicídio.
Módulo II
Objetivo: Exercitar os procedimentos básicos de atendimento às
vítimas em incidentes, visando a proteção da vida.
1-Assistência ao parto de emergência; 2-Queimaduras; 3- Ferimentos;
4- Hemorragia; 5- Estado de Choque; 6- Intoxicação; 7- Choque
elétrico; 8- Afogamento; 9- Acidente com animais peçonhentos; 10-
Atendimento ao traumatizado; 11- Lesões músculos esqueléticas; 12-
Transporte de vítimas: fatais e não fatais; 13- Hábitos saudáveis:
prevenção de acidentes.
OFICINAS: Realizar oficinas simuladas de salvamento a vítimas
traumatizadas em veículo, em parto de urgência, afogamento e
engasgo.
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Módulo II
Objetivo: Ser capaz atuar na prevenção e resolução de conflitos, a
partir do processo de mediação junto à comunidade, sob filosofia de
Polícia cidadã e uso legítimo do poder de polícia.
1- Conflitos Interpessoais e comunitários e sua relação com a
segurança pública; 2- Análise e prevenção de conflitos: cenário do
conflito; emotividade e percepção das situações e conflito; 2-
Mediação de conflitos: a) conceito de mediador; b)o que não é
Prevenção, Mediação e
mediação; c) modelos mediação;d) meios de resolução pacífica de
Resolução de conflitos conflitos; mediação comunitária; 3- Preparação psicológica e
emocional do “gerenciador” de conflitos; 4- Tomada de decisão em
situações de conflito; 5- Uso da força: uso legítimo; 6-
Responsabilidades e limites dos aplicadores da lei; 7- Relação com a
mídia: procedimentos; 8-Análise dos conflitos que podem se tornar
em desastres e catástrofes.
ESTUDO DE CASO: Realizar análise de vídeos envolvendo situações de
conflitos, levando o discente a refletir sobre as práticas adequadas
como policial militar.
Módulo I
Objetivo: Conhecer a importância dos direitos humanos e
fundamentais e a necessidade de seu emprego na atividade policial
militar, ademais, levar o discente a se autoreconhecer como o primeiro
defensor desses direitos junto à sociedade.
1- Motivos para proteger direitos humanos; 2- Aplicação da Lei no
Estado Democrático; 3- Pressupostos constitucionais: legislação
constitucional, supra e infra; suprapríncipio da dignidade da pessoa
humana; direitos fundamentais em espécie; 4- História dos DH:
conceitos, precedentes históricos, características, gerações; 5-
Proteção e Violação de direitos humanos: proteção internacional;
objetivos da ONU e Cruz Vermelha; sistema interamericano de
proteção; a quem reclamar sobre direitos humanos? 6- Polícia e
Direitos Humanos Sociedade: polícia e direitos humanos; policial, o pedagogo da
sociedade; limitações ao poder de polícia; diretrizes aos agentes de
segurança pública (Portaria MJ Interministerial 4226, de 31 de
Dezembro de 2010); controle externo e interno da PMBA; 7-
Recomendações da ONU para o trabalho policial; 8- Atendimento
Especial a grupos vulneráveis; 9-Principais Tratados Internacionais
ratificados pelo Brasil; 11- Estatísticas de criminalidade (mortes de civis
por arma de fogo, mortes de policiais, mortes em confronto com
agentes do Estado). 12-Anexos: artigo 5º da Constituição Federal do
Brasil /1988; Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto São
José da Costa Rica); Declaração Universal de Direitos Humanos.
OFICINA: Poderá ser realizado seminário ou estudo de caso com vídeos
ou textos sobre abuso policial versus postura correta, envolvendo
discriminação racial/gênero, refugiados, intolerância religiosa, violação
do direito à intimidade, abuso infantil-juvenil, etc.
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Módulo I
Objetivo: apresentar a importância do meio ambiente saudável e os
riscos advindos da sua exploração inadequada, enaltecendo a
importância dos policiais militares para a proteção do meio ambiente
global e regional.
1. Policiamento Ambiental no Estado da Bahia: conceitos, unidades
operacionais especializadas da PMBA, missão, competências, ações da
COPPA, crimes ambientais mais comuns no Estado da Bahia, problemas
mais comuns enfrentados pelas unidades ambientais; 2- Biomas do
Brasil e da Bahia; 3- Ecossistemas; 4- Ecossistemas urbanos; 5-
Fundamentos da Proteção Ambiente Urbano: CONAMA, Poluição atmosférica, sonora e sólida 6-
Ambiental Fauna: tráfico de animais, tipos de tráfico, métodos e consequências,
Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies da Flora e
Fauna Selvagens em Perigo de Extinção – CITES; 7- Sistema Nacional de
Unidades de Conservação - SNUC; 8- Organismos Civis de proteção ao
meio ambiente; 9- Legislação Ambiental: Estudo do Código Florestal,
Código de Proteção à Fauna e Flora; atualizações legislativas; 10-
Glossário sobre temos do meio ambiente.
ATIVIDADE DISCENTE: sugere-se visita técnica a local de importância
ambiental, mediante Nota de Instrução aprovada pelo Diretor de
Ensino; o discente poderá após a visita apresentar ao instrutor
relatório, resumo ou resenha crítica.
Módulo II
Objetivo: Ser capaz de agir com postura ética e com condutas
adequadas em situações com envolvam assédio à corrupção policial.
1- Ética e Cidadania: conceitos inerentes; da ética no Estatuto da
PMBA; 2- Código de conduta para os encarregados da aplicação da lei
(ONU); 3- Artigo 5º da Constituição Federal a cerca dos direitos
individuais e coletivos; capacidade de agir por si mesmo, com
Ética, Cidadania e
autodeterminação, autonomia, independência e noção de
Combate a Corrupção
interdependência; responsabilidade social; 4- Corrupção Policial:
Policial
conceitos inerentes; nocividade do desvio de conduta; 5- A
problemática das Milícias e o prejuízo social; 6- Crimes ligados a
corrupção policial: a) associação criminosa; b) organização criminosa;
c) extorsão; d) corrupção passiva e ativa; e) atualizações legislativas.
OFICINA PRÁTICA: realizar estudos de casos, com discussão reflexiva
sobre a adequada postura dos policiais militares em situação que
envolvam prejuízo à ética e corrupção policial.
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Módulo I
Objetivo: Perceber a importância das relações interpessoais para
convivência grupal e na resolução dos conflitos da segurança pública
junto às comunidades.
1- Relações Intrapessoal e Interpessoal; 2- Tipos e Pilares das Relações
interpessoais: tipos, importância, pilares e maneiras de melhorar as
relações interpessoais; 3-Autoestima; 4- Comunicação Humana; 5-
Barreiras à comunicação; 6- Comunicação Organizacional:
Comunicação Social: Atribuições do Departamento de Comunicação
Social (DCS); 7- Grupo e Equipe, 8- Empatia nas relações com o público.
9- Motivação: ciclo e teorias; 10- Inteligências Múltiplas: Intrapessoal,
Relações Interpessoais
Interpessoal e Emocional; 11-Inteligência Emocional; 12-Liderança; 13-
Administração de conflitos: elementos, processo de conflito, atuação
policial no conflito, métodos de administração de conflitos; 14- Missão
e atuação do Departamento de Promoção Social (DPS); 15-
Sexualidade; 16- Conjugalidade e família; 17- Tratamento Urbano nas
Abordagens Policiais.
ATIVIDADE DISCENTE: Realizar dinâmicas de grupo e análise de casos
demonstrando ocorrências conflituosas (textos, charges e áudio visual),
levando à reflexão sobre comportamento PM. Poderá ser realizada
atividade de interação externa com a sociedade (palestra escolar,
comunicação nas ruas, etc), mediante Nota de Instrução aprovada.
Módulo I
Objetivo: Conhecer e aplicar a norma culta da língua portuguesa nas
comunicações internas e externas, com os atributos da clareza,
objetividade, formalidade, coerência e síntese.
1-Redação Oficial: a) Consideração quanto a sua aplicação instrumental
no âmbito da PM; 2-Redação técnica: tipos de documentos oficiais e
seus elementos estruturais: a) Ofício; b) Memorando; c) Relatório de
Correspondência serviço/Circunstanciado; d) Requerimento Padrão. 3- Estudo do Livro-
PM de-Parte; 4- Gramática aplicada a redação oficial: a) emprego dos
pronomes de tratamento; b) sintaxe de concordância; c) abreviaturas e
siglas; d) ortografia; e) acentuação; f) impropriedade vocabular:
expressões castrense. 5-Correspondência por e-mail; 6- Programas
informatizados.
OFICINA: O discente deverá realizar em sala de aula simulação de
confecção de um livro de parte, de memorando, ofício e email, em
linguagem adequadamente institucional.
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Módulo I
Objetivo: Demonstrar aspectos sociais que favorecem ou dificultam a
atividade policial, enaltecendo a importância de se coibir a corrupção
policial nas atividades junto à sociedade.
1-Conceito de Sociologia: a) Objetivo da sociologia e papel do
sociólogo; 2- Histórico da sociologia; 3- Os autores clássicos da
sociologia; 4- Conceitos utilizados pela sociologia; 5- Agrupamentos
sociais; 6- Instituições Sociais: Familiar e Religiosa; 7- Estratificação
Introdução a Sociologia Social; 8- Classe social; 9- Mobilidade social; 10- Mudança social; 11-
Elites: tipos; 12- Processos sociais; 13- Comportamento social; 14-
Isolamento social: a) espacial, b) estrutural, c) habitudinal, d) psíquico,
e) mecanismos que reforçam o isolamento social; 15- Integração social;
16- Controle social: a) importância dos controles informais e controle
de policia no Brasil; 17- Capitalismo; 18- Globalização e Miséria Social;
19- Neoliberalismo; 20- Problemas Sociais: a) fome, b) desemprego, c)
discriminação, d) delinquência juvenil, e) criminalidade e violência, f)
Associação Criminosa; g) Organizações Criminosas; h) O problema e a
ilegalidade das Milícias.
Módulo II
Objetivo: Conhecer a normativa penal militar inerente à caserna, cujos
policiais militares estão submetidos, de modo a atuarem dentro da
legalidade e dos princípios que a fundamenta.
1- Teoria Geral do Direito Penal Militar; 2- Direito Penal Militar: a)
Conceito, b) Noções introdutórias e breve histórico; c) Definição de
militar para fins de aplicação do Código Penal Militar (CPM); d)
Conceito de assemelhado e superior funcional; e) Equiparação a
comandante e a militar da ativa; f) Elementos não constitutivos do
crime militar; 3- Crime militar: a) Definição, b) Crime próprio, impróprio
Direito Penal Militar
e em tempos de paz, c) Estado de necessidade no Direito Penal; d)
Penas principais no Código Penal Militar; 4- Justiça Militar Estadual; 5-
Não aplicabilidade da lei nº. 9.099/95 na justiça militar; 6- Crimes
militares em espécie (em tempos de paz): a) Recusa de obediência, b)
Abandono de posto; c) Embriaguez em serviço, d) Dormir em serviço,
e) Violência contra superior e inferior, f) Extravio, g) Deserção, h)
Peculato, i) Concussão, j) Corrupção passiva, l) Prevaricação; 7- Direito
Processual Penal Militar: a) Prisão em flagrante delito militar:
peculiaridades, lavratura de auto de flagrante; b) Inquérito Policial
Militar c) Investigação e procedimentos obrigatórios quando do crime
contra a vida de pessoa civil. (Portaria n.º 001 - CG/13, BGO 068 de 10
Abr 13). 8- Atualizações Legislativas.
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Módulo II
Objetivo: Conhecer a normativa penal militar inerente à caserna, cujos
policiais militares estão submetidos, de modo a atuarem dentro da
legalidade e dos princípios que a fundamenta.
1- Teoria Geral do Direito Penal Militar; 2- Direito Penal Militar: a)
Conceito, b) Noções introdutórias e breve histórico; c) Definição de
militar para fins de aplicação do Código Penal Militar (CPM); d)
Conceito de assemelhado e superior funcional; e) Equiparação a
comandante e a militar da ativa; f) Elementos não constitutivos do
crime militar; 3- Crime militar: a) Definição, b) Crime próprio, impróprio
Direito Penal Militar
e em tempos de paz, c) Estado de necessidade no Direito Penal; d)
Penas principais no Código Penal Militar; 4- Justiça Militar Estadual; 5-
Não aplicabilidade da lei nº. 9.099/95 na justiça militar; 6- Crimes
militares em espécie (em tempos de paz): a) Recusa de obediência, b)
Abandono de posto; c) Embriaguez em serviço, d) Dormir em serviço,
e) Violência contra superior e inferior, f) Extravio, g) Deserção, h)
Peculato, i) Concussão, j) Corrupção passiva, l) Prevaricação; 7- Direito
Processual Penal Militar: a) Prisão em flagrante delito militar:
peculiaridades, lavratura de auto de flagrante; b) Inquérito Policial
Militar c) Investigação e procedimentos obrigatórios quando do crime
contra a vida de pessoa civil. (Portaria n.º 001 - CG/13, BGO 068 de 10
Abr 13). 8- Atualizações Legislativas.
Módulo II
Objetivo: Conhecer e exercitar os princípios e técnicas do Policiamento
Ostensivo em Eventos Especiais, com finalidade de prevenir distúrbios
civis e crises envolvendo grande público.
1- Visão Geral de Policiamento em Eventos Especiais (POEE):
definição, técnica PM, objetivo emprego do PM, isenção, emprego
lógico, antecipação; 2- Armamento e equipamentos: a) tipo de
armamento e equipamentos utilizados pela tropa nos eventos
especiais; 3- Atuação das patrulhas: a) procedimentos na abordagem a
pessoas em eventos especiais, b) descolamentos, estacionamento e
reunião; 4- Histórico e peculiaridades do Policiamento no Carnaval: a)
origens do carnaval e festa de momo, b) principais circuitos de
Salvador e interior do Estado c) conceito de segurança no carnaval; c)
Policiamento Ostensivo
Know-How da PMBA no policiamento em eventos populares; 5-
em Eventos Especiais
Procedimentos nos portais de abordagem: revista pessoal masculina,
feminina e de homossexuais; procedimento de prisão mediante vídeo-
monitoramento; objetos proibidos; 6- A multidão e o carnaval: a)
questão da corda nos blocos como gerador de violência; 7-
policiamento em eventos desportivos: a) contexto da sociologia nos
torcedores: os grupos sociais e os agregados sociais, b) fatores
psicológicos no torcedor; 8- Controle do público nas praças
desportivas: a) tipos de público; b) torcida organizada (definição,
características e violência); 9- Conhecimento da praça desportiva: a)
emprego do efetivo de acordo com a classificação dos jogos; b) postos
de policiamento; c) peculiaridades do serviço; d) policiamento no
gramado; e) abordagem e revista pessoal dos torcedores: execução;
apoio a agentes; f) procedimentos dos policiais na prevenção e em
ocorrências; g) tropa reserva; 10- Escolta das delegações, arbitragem e
torcedores visitantes; 11- Evacuação do local de evento em situações
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Módulo II
Objetivo: Conhecer os fundamentos de atuação e procedimentos do
primeiro interventor em situações de Crise, para minimizar riscos,
ampliar a capacidade de solução do conflito e salvaguardar vidas.
1-Definição de crise; 2- Gerenciamento de crises: a) Características, b)
Objetivo, c) Critérios de ação, d) Provocador do evento crítico, e)
Componentes Operacionais; 3- Centro Integrado de Segurança Pública
da Bahia: funcionamento e importância; 4- Organização do Teatro de
Operações: a) componentes, b) definição de perímetros táticos, c)
elementos essenciais de formação, d) divulgação de informações à
imprensa; 5- Exigências para intervenção: a) capacitação, b) logística,
Gerenciamento de Crise:
c) protocolos operacionais; 6- Atuação do primeiro interventor nos
Primeiro Interventor
eventos críticos: a) tomada de reféns / vítimas, b) propenso suicida, c)
indivíduo mentalmente perturbado, d) Ocorrência envolvendo
bombas ou artefatos explosivos; e) Atirador Ativo.
VISITA TÉCNICA: poderá ocorrer visita técnica ao Centro Integrado de
Segurança Pública da Bahia ou outro órgão relevante da Segurança
Pública.
SIMULAÇÃO PRÁTICA: O Instrutor deve realizar Oficinas práticas com o
discente, simulando eventos críticos que permitam o exercício das
técnicas de “Isolamento, Acionamento, Contenção e Estabilização”,
especialmente.
Módulo II
Objetivo: Conhecer os fundamentos do Policiamento de Guardas
preventivo, visando a proteção dos estabelecimentos de importância
relevante e pessoas, prevenindo crises de grande porte.
1- Conceituação Teórica do PO de Guardas; 2- Sistema Penitenciário no
Estado da Bahia: a) principais órgãos responsáveis, b) organização da
secretaria de justiça, cidadania e direitos humanos; c) vara de
execuções penais, d) secretaria de administração penitenciária da
Bahia, e) defensoria pública, f) ministério público estadual, g) conselho
penitenciário, h) batalhão de policia de guardas, i) casa do albergado, j)
serviço de saúde, l) centro de observação penal, m) unidade especial
disciplinar; 3- População Carcerária Brasileira; 4- Pressupostos da Ação
Policiamento Ostensivo PM; 5- Guarda de Estabelecimento Penal; 6- Policiamento Ostensivo de
de Guardas Guardas: a) conceito, b) guardas em hospitais, c) guardas em quartéis,
d) estudo da situação de segurança, e) fatores que influenciam no nível
de segurança física, f) riscos e vulnerabilidade; 7 – Guardas em
Unidades Prisionais: a) Circunstâncias, b) Local, c) Duração, d)
Suplementação, e) Variáveis para estruturação, f) Ocorrências típicas,
g) Procedimentos da PM nos casos de ocorrências, h) Procedimento
para ocupação de unidades prisionais e incursões; i) Meios auxiliares
de segurança; 8- Escolta de presos: a) Tipos, b) Medidas de segurança,
c) Legalidade, d) Medidas preventivas para transporte de presos, e)
Pessoal a ser empregado e meios utilizados, f) Procedimentos para
embarque de presos, g) Procedimentos das escoltas em
deslocamentos, h) Outros procedimentos para realização da escolta; 9-
Custódia de Detidos: a) Conceito, b) Procedimentos, c) Cotidiano da
custódia; 10- Escoltas de valores, numerários e dignitários; 11-
Segurança móvel a pé; 12- Itinerário; 13- Segurança física de
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Módulo II
Objetivo: Conhecer os fundamentos e técnicas de inteligência policial
para enfrentamento da criminalidade interna e externa à Corporação.
1- Histórico: a) na antiguidade, b) na idade média, c) na idade
moderna, d) na idade contemporânea, e) segurança pública e defesa
civil; 2- Princípios Básicos; 3- Conceitos Básicos: conceitos, ramos,
perfil; 4- Produção de documentos: a) noções fundamentais, b)
linguagem de inteligência, c) conhecimento, verdade, certeza, opinião,
dúvida e ignorância; 5- Tipos de documentos: a) informe, b)
informação, c) apreciação, d) estimativa; 6- Legislação de Inteligência
Policial 7- Criação da força-tarefa de inteligência para enfrentamento
Inteligência Policial do crime organizado (dec. federal 9.527 de 15/10/2018); 8-
Coordenadoria de Inteligência da PMBA: missão, subordinação,
peculiaridades; 9- Seções de inteligência das Unidades da PMBA:
missão, subordinação, peculiaridades; 9- Segurança Orgânica: a)
segurança do pessoal, b) segurança da documentação e do material, c)
segurança das comunicações, d) segurança das áreas; 10- Técnicas
operacionais: a) OMD (Observação, Memorização e Descrição); 11-
Operações e sistemas de inteligência; 12- Inteligência versus
Investigação; 13- Denúncia responsável: meios legais de denunciação
de crimes na PMBA.
OFICINA: deverá exercitar a criação de relatório de inteligência PM ou
Relint (para o Comando) e Release com requisitos adequados,
simulando informação à imprensa.
Módulo II
Objetivo: Conhecer e atuar no papel de defensor dos direitos humanos
frente os problemas sociais, coibindo proativamente os crimes de raça,
gênero, intolerância religiosa e xenofobia, entre outros.
1- Educação para as Relações Raciais e de Gênero: importância; 2-
Racismo no Brasil: etnocentrismo, tráfico de escravos e racismo 3-
Formação histórico-étnica da sociedade baiana 4- Identidade e
Diversidade cultural; 5- Preconceito e Discriminação; 6- Xenofobia e
os refugiados; 7- As minorias sociais: o negro na sociedade, o lugar da
mulher, postura anti-homossexual; 8- Cor e Gênero na PMBA;
tensões sociais; 9- Mito da Igualdade Racial: identidade, raça e etnia;
Educação Para as 10- Diferença entre discriminação, racismo e injúria; 11- Legislação
Relações Étnico-Raciais e pertinente: a) Estatutos da igualdade racial e de combate à
de Gênero intolerância religiosa (federal), Lei nº 12.288 de 20/07/2010;
(estadual - Bahia) Lei nº 13.182, de 06/06/2014 e (Municipal-
Salvador), lei nº 9.451 de 28/06/2019; b) Lei de Racismo (7716/89);
Decisão do plenário do STF (ADO 26 e MI 4733 de 13/06/2019) que
considera discriminação os crimes contra homossexuais.
OFICINA: viabilizar análise de vídeos e textos em sala, com reflexão
sobre a filosofia cidadã;
PAINÉIS/ARTE: OS discentes devem apresentar EXPOSIÇÃO (interna ou
externa) sobre o conteúdo estudado, em especial durante as
comemorações do “NOVEMBRO NEGRO”, no qual se reforça a
igualdade racial no Brasil. Poderá ser em parceria com outras unidades
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Módulo I
Objetivo: Permitir ao discente vivenciar operações militares simuladas,
em área rural, sendo submetido a elevado nível de estresse físico e
psicológico, visando aprendizado do controle emocional e técnico, para
a sobrevivência em ambiente hostil.
Metodologia: Será realizada, somente, mediante Nota de Instrução,
distribuída em oficinas práticas, empregando carga horária total de 20
horas/aula; os discentes não concorrerão às aulas das demais
disciplinas no período e será constituída de atividades teóricas-
práticas, tendo por fundamento os conhecimentos de POG, Legislação
PM, Educação Física e Ordem Unida.
Jornada de Instrução
Militar (JIM) Ações da equipe pedagógica: 1- Oportunizar a identificação e
superação de barreiras emocionais nas relações interpessoais e de
tomadas de decisões; 2- Favorecer o emprego das técnicas de
sobrevivência, em ambientes rurais, aliadas a jogos psicodramáticos e
dinâmicos em grupo; 3- Fomentar e estimular o trabalho em equipe
para ação, de forma razoável, disciplinada e coerente, diante de
situações operacionais de elevado nível de estresse físico e psicológico
(doutrina de resistência a psicofadiga); 4- Avaliar os discentes
individualmente e coletivamente nas atividades, observando o uso das
técnicas e também dos princípios inerentes à caserna; 5-Realizar
Feedback, destacando os aspectos positivos e negativos das atividades
realizadas, para correção e adequação de comportamentos.
AVALIAÇÃO DA INSTRUÇÃO: realizar pesquisa com os discentes e
promover estatísticas de qualidade da atividade.
Módulo I
Objetivo: Preservar e valorizar o local da prova, permitindo sua
adequada cadeia de custódia, para favorecer a perfeita investigação
criminal.
1- Conceito e Tipos de Local de Prova; 2- Cultura e percepção
Preservação e Valorização organizacional; 3- Corpo Delito, Vestígio, Evidência e Indício; 4-
da Prova Preservação e Isolamento do Local de Prova; 5- Local de Prova sem
Corpo; 6- Procedimentos iniciais no Local de Prova; 8- Tarefas das
Autoridades; 9-Cadeia de Custódia; 10- Perito e o Exame Pericial.
VISITA TÉCNICA: poderá ocorrer visita técnica ao Departamento de
Polícia Técnica (DPT) ou Instituto Médico Legal (IML), mediante Nota
de Instrução. Caso ocorra, o discente deverá apresentar relatório ou
resumo sobre a visita.
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Módulo II
Objetivo: Permitir ao discente vivenciar operações policiais militares
simuladas, com elevado nível de psicofadiga e que reflitam
experiências do labor policial em área rural, visando aprender técnicas
de sobrevivência e emprego da postura técnica e emocional adequada
em cenário hóstil, exercitando e ampliando a tolerância profissional.
Metodologia: Será realizada, somente, mediante Nota de Instrução,
distribuída em oficinas práticas, empregando carga horária total de 20
horas/aula; os discentes não concorrerão às aulas das demais
disciplinas no período e será constituída de atividades teóricas-
práticas, tendo por fundamento os conhecimentos de POG, Legislação
PM, Educação Física e Ordem Unida e Direitos Humanos.
Ações da equipe pedagógica: 1- Atualizar as técnicas das atividades
Jornada de Instrução policiais militares; 2- Executar atividades práticas simuladas que levem
Policial Militar (JIPM) os discentes a utilizar as técnicas profissionais das disciplinas
operacionais, jurídicas e sociais do curso e da Corporação; 3- Estimular
o poder de liderança e tirocínio do aprendiz; 4- Fomentar a
proatividade do aprendiz dentro do que preconiza a doutrina de
resistência psicofadiga; 5- Estimular as ações coletivas e o valor do
“espírito de corpo”; 6- Estimular o discente a utilizar os princípios de
Direitos Humanos e técnica adequada em situações operacionais de
elevado nível de estresse físico e psicológico; 7- Exercitar o aluno em
ocorrências que necessitem do uso da prevenção, mediação e
resolução de conflitos; 8-Estimular a capacidade de correção e
emprego adequado de práticas técnico-profissionais; 9- Avaliar o
aprendiz, corrigindo distorções no ensino-aprendizagem, realizar
feedback; 10- Compartilhar as metas e informar sobre os resultados da
instrução aos discentes.
AVALIAÇÃO DA INSTRUÇÃO: realizar pesquisa com os discentes e
promover estatísticas de qualidade da atividade.
Módulo I
1. Condições de Trabalho dos Policiais; 2. Os Trabalhadores da
Segurança e o Estresse; 3. O Trabalho policial; 4. Trabalho sob Pressão;
5. Problemas familiares e influência no desempenho profissional; 6.
Exaustão Emocional.
Saúde Emocional e Qualidade Módulo II
de Vida
1. Comportamento Humano; 2. Comportamento no ambiente de trabalho; 3.
Ambiente de trabalho e as relações interpessoais; 4. Principais Atitudes e
Comportamentos dos Bons Profissionais; 4. Qualidade; 5. Programas de
Qualidade; 6. Qualidade de Vida no Trabalho 7. Programas de Qualidade de
Vida no Trabalho; 8. Doenças do trabalho: Síndrome de burnout e Estresse
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8. METODOLOGIA
A metodologia do ensino pode ser considerada como todo o recurso utilizado
pelo professor para facilitar a passagem do conteúdo da disciplina aos alunos.
Tem a finalidade de atingir um fim, um objetivo. É a forma como o professor
repassa as informações para o aluno, sendo de fundamental importância para o
processo ensino-aprendizagem. O instrutor deve basear-se nos objetivos, no
conteúdo, nas características dos alunos, nas condições físicas e no tempo
disponível, visando o favorecimento do processo de ensino.
Nessa perspectiva, os instrutores do CFAP devem utilizar a metodologia
que melhor atenda as necessidades da corporação, utilizando para tanto os
conhecimentos adquiridos ao longo do tempo, por meio de:
1) Estudos de casos, com o foco no problema, utilizando temas que
requeiram maior atenção, permitindo que o discente analise a situação e defina o
enquadramento legal do fato, contextualizando teoria e prática;
2) Disponibilização de material extra (vídeos, textos, sons etc.), necessário
ao aprendizado do aluno, para serem trabalhados em forma de debate;
3) Dinâmicas para o desenvolvimento da inteligência emocional do aluno,
para que esses possam analisar seu comportamento, lhes proporcionando o
domínio das emoções negativas, permitindo ao instruendo lidar com as constantes
pressões;
4) Utilização de estratégias como simulações, oficinas práticas, visitas
técnicas, aula de campo, produção de textos (relatórios circunstanciados, resumo
e resenhas) e dinâmica de grupo;
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5) Que os instrutores, monitores, orientadores e palestrantes, operem to-
dos os conteúdos pedagógicos, junto ao corpo discente, de modo transversal e
interdisciplinar com a perspectiva real de responsabilização do policial militar,
quando da violação e desrespeito às normas legais vigentes, no atributo de suas
funções;
6) Todas as disciplinas e atividades constantes da Matriz Curricular
e Ementa do CFSd, devem convergir para a Filosofia do Policiamento
Comunitário e seus princípios fundamentais, sendo este o eixo fundamental pe-
dagógico e o foco orientador de toda a formação de Soldados da PMBA, visan-
do a construção das diversas competências profissionais;
7) A Semana de Adaptação deverá ter cumprida as temáticas obrigató-
rias constantes na nova Ementa, possibilitando ao discente desde o primeiro contato
com a PMBA, conhecer da cultura militar, as rotinas e aspectos disciplinares
serem adotados desde o início do curso, padronizando a recepção dos discentes
e organização das tarefas pela equipe pedagógica;
8) As disciplinas e atividades do Módulo I (inicial) serão subdividas em
dois blocos, ficando estabelecido que as do Bloco I serão executadas de forma
prioritária, visando condicionar o discente desde logo, à cultura castrense da
PMBA. Assim, no início do curso as disciplinas do Bloco I serão ministradas de
imediato e com maior carga horária que as do Bloco II, não obstante, essas
segundas serão inseridas paulatinamente sem maiores prejuízos, no decorrer do
módulo. Essa prioridade ocorrerá apenas no Módulo I de formação.
9) Com relação ao conteúdo da disciplina Direito Aplicado, os instrutores
deverão dispensar uma atenção maior para seus ensinamentos, haja vista, que à
atividade policial está diretamente relacionado ao exercício das liberdades públicas
pela sociedade, bem como, pela necessidade de proteção da vida. Portanto, o
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SEPARATA 21 de janeiro de 2021 n. 014
instrutor deverá trabalhar os conteúdos de maneira interdisciplinar e transversal,
com a realidade social, explanando os assuntos de modo conjunto (ex.: abordagem
de POG com os princípios constitucionais).
10) Os instrutores deverão, ainda, determinar aos discentes a realização de
tarefas extraescolares visando o debate do tema em sala de aula, como meio de
explorar com maior intensidade, os assuntos relativos direcionando-os à filosofia
do policiamento comunitário, inclusive destrinchando-os amiúde visando a
excelência na aplicação do conhecimento que será ofertado através da disciplina.
9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Com intuito de conferir o nível de consolidação da aprendizagem dos alunos
adotar-se-á a análise diagnóstica com caráter qualitativo e destinada a diagnosticar
as habilidades e competências já adquiridas ou não. Para tanto, os docentes/
instrutores deverão avaliar os alunos, por meio de atividades práticas, observações,
relatórios, questionários, discussões em grupo, estudos de caso, dentre outras
formas. Por conseguinte, eles deverão aplicar as estratégias didáticas e pedagógicas
necessárias ao nivelamento dos conhecimentos.
9.1 Controle de Frequência
O discente deverá ter frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento)
da carga horária por disciplina, caso contrário estará automaticamente desligado
do curso.
9.2 Indicadores de desempenho
Frequência;
Evasão dos alunos em sala de aula;
Percepção dos docentes em relação as turmas;
Grau de satisfação dos alunos e docentes;
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9.3 Avaliação de Satisfação do Curso
AAvaliação dos docentes, deverão ser avaliados pelo coordenador geral
e pelo corpo discente mantendo-se registro dos resultados para deliberações
quanto à conveniência ou não de futuras designações para composição de corpo
de professores. Além disso, os instrutores e monitores deverão ser cientificados
do resultado de suas avaliações realizadas pelo corpo discente. Para isso, haverá
uma aplicação de questionário de avaliação de desempenho ao final de cada
disciplina, sendo de caráter obrigatório o preenchimento pelo aluno. Haverá
ainda uma avaliação do curso para opinar, sobre cada etapa, reforçando, assim,
a prática de uma avaliação processual formativa, na qual ajuda a perceber se o
discente está realmente conseguindo aprender a partir do processo metodológico
praticado.
Nos questionários de avaliação cada participante irá sinalizar com os
conceitos: insatisfatório, regular, bom e excelente em cada item relacionado a
capacitação. Os itens relacionados para esta avaliação são: material didático,
relevância da temática focalizada; organização da disciplina; desenvolvimento
do curso; tempo destinado para a realização das atividades; utilidade do
conteúdo abordado; grau de interesse individual e coletivo e desempenho docente.
9.4 Certificação e diploma
Serão considerados concluintes todos que obtiveram a média necessária
para aprovação nas avaliações estabelecidas neste plano de curso bem como,
cumprirem a carga horária mínima de cada disciplina, conforme prevê os art.
70, §2º e 75, da DGE 2016/2019. Todos farão jus ao certificado de conclusão
do curso, devidamente chancelados pela Direção do IEP (NPCE, 2020, item
7.2, II, a) que será entregue na solenidade de encerramento.
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10. APOIO DISCENTE
O Coordenador do CFSD, representado pelo chefe da Divisão de Ensino
do CFAP, deverá acompanhar o desenvolvimento do Aluno-a-Soldado, apoiar
as suas atividades acadêmicas, em consonância com o professor da disciplina ou
conteúdo que requer a atividade de nivelamento, recebendo o auxílio dos do-
centes, especialmente, na orientação para o processo de aprendizagem, nas ati-
vidades complementares e nos estágios curriculares.
11 CORPO DOCENTE
Será composto preferencialmente por Oficiais ou Praças da Polícia Mili-
tar da Bahia, logo depois por Oficiais ou praças do Corpo de Bombeiros Militar
ou professores civis, ambos com especialização na área de conhecimento de sua
disciplina.
12 PERFIL DO EGRESSO
O egresso do CFSD estará apto a atuar nas atividades finalísticas da
Corporação. Consoante os princípios filosóficos e pedagógicos do curso, des-
tacam-se as seguintes competências cognitivas, operativas e atitudinais:
a) Competências Cognitivas
Ser capaz de agir demonstrando domínio sobre a legislação, normas e
regimentos internos aplicados à função e seus trâmites.
Ter a capacidade de interagir com órgãos e integrantes dos sistemas
judiciário, penitenciário e de defesa social.
Atuar com conhecimentos sobre criminologia, vitimologia e sociologia da
violência.
Ser capaz de respeitar os direitos humanos e cidadania na atuação
profissional.
Atuar de acordo com a filosofia do policiamento comunitário.
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b) Competência Operativas
Ter a capacidade de zelar pela manutenção e guarda dos bens, equipamen-
tos e demais materiais sob sua responsabilidade.
Capacidade de zelar pela boa imagem própria e da instituição.
Demonstrar conhecimento sobre técnicas e procedimentos de preservação
da ordem pública.
Ter a capacidade de utilizar a experiência pessoal e profissional ao planejar
ações, seguindo normas, doutrinas e legislações pertinentes à segurança pública.
Ser capaz de agir demonstrando conhecimentos sobre metodologias e téc-
nicas de resoluções e gerenciamento de conflitos.
Ser capaz de aplicar técnicas de abordagem policial, com apropriado co-
mando de voz.
Demonstrar domínio no uso de armamentos e equipamentos utilizados pela
instituição.
Ser capaz de atuar de acordo com o uso diferenciado da força.
Ser capaz de atuar com segurança em locais com índice elevado de violên-
cia e criminalidade, demonstrando conhecimento da situação.
Capacidade de demonstrar condicionamento físico no desempenho das ta-
refas do cargo.
Ser capaz de gerenciar dados relativos à segurança pública (por exemplo,
dados de geoprocessamento, mapas e boletins de ocorrência, dentre outros).
Ser capaz de fazer contato com outros tipos de policiamento para planejar
operações integradas.
Ser capaz de redigir documentos de maneira clara, respeitando os padrões
da norma culta e técnicas de redação oficial da Língua Portuguesa.
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Ter capacidade de repassar conhecimentos e informações para a equipe,
quando necessário.
Capacidade de visão sistêmica (ter compreensão do todo em uma deter-
minada situação; ser capaz de combinar partes coordenadas entre si e que for-
mam um conjunto).
Capacidade de atenção difusa (manter a concentração em uma dada ativi-
dade, ao mesmo tempo em que está atento ao que está acontecendo em sua
volta).
Capacidade de memória visual, fisionômica e/ou auditiva (recordar infor-
mações, dados, fatos, conhecimentos percebidos e fisionomia de pessoas, man-
tendo a lembrança de qualquer coisa ou de alguém).
Capacidade de adaptação a imprevistos.
c) Competências Atitudinais
Agir com orientação para resultados.
Capacidade de visão estratégica (estar atento ao todo, antevendo cenári-
os, coordenando atividades, metas e ações com visão de futuro).
Capacidade de discernimento (julgar e agir de forma clara, com base na
razão e sem deixar-se envolver por sentimentos e emoções).
Capacidade de agir proativamente (buscar soluções de problemas demons-
trando determinação).
Capacidade de agir com persistência e determinação, demonstrando inte-
resse e comprometimento com o trabalho.
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Capacidade de manter sigilo.
Capacidade de agir com imparcialidade
Capacidade de trabalhar em equipe.
Capacidade de agir com flexibilidade (saber aceitar sugestões e críticas,
bem como ajustar-se, de forma apropriada, a novos fatos, conceitos ou situações).
Ter capacidade de agir com criatividade e inovação;
Capacidade de negociação (buscar o consenso de ideias; demonstrar firmeza
em seus posicionamentos, sem ser intransigente).
Ter manejo de estresse (saber controlar-se em situações difíceis/
estressantes).
Ter abertura para mudanças no uso de novas tecnologias relacionadas ao
trabalho;
Ter capacidade de agir com empatia (entender e colocar-se no lugar do
outro, compreendendo seus sentimentos, percepções e crenças);
Ter capacidade de comunicação (se expressar e se fazer entender).
Ter capacidade de manter respeito à hierarquia da corporação.
Capacidade de ser assíduo e pontual.
Capacidade de ser assíduo e pontual.
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13 PROCESSO SELETIVO
Ocorrerá via edital, a ser publicado pela Secrataria de Administração do
Estado da Bahia (SAEB), conforme a necessidade de ingresso de novos policiais
na Corporação.
14 SUPERVISÃO GERAL E COORDENAÇÃO GERAL DO CUR-
SO
O IEP será o órgão responsável pela Supervisão Pedagógica, estabelecen-
do as diretrizes metodológicas para construção dos cursos e disciplinas, as nor-
mas, rotinas administrativas e orientações pedagógicas para a execução do quan-
to planejado garantindo assim, a continuidade das ações de ensino-aprendiza-
gem.
Quanto ao CFAP, será de sua competência a Coordenação Geral dos Cursos
sendo que, dividirá a coordenação regional com os BEIC’s ou núcleos delega-
dos, quando se fizer necessário, acompanhando e orientando a execução do pro-
jeto com objetivo de “[...] promover a formação, aperfeiçoamento e educação
continuada dos quadros de praças” (art. 36, I, a, DGE – 2016/2019) atentando
para as demais atribuições específicas (art. 36, DGE – 2016/2019).
15 CONCLUSÃO E DESLIGAMENTO
Serão considerados concluintes, os Alunos-a-Soldados que obtiveram a
média necessária para aprovação nas avaliações estabelecidas neste PPC bem
como, cumprirem a carga horária mínima de cada disciplina e/ou atividades
conforme prevê os arts. 70, §2º e 75, da DGE 2016/2019.
Todos farão jus ao certificado de conclusão do curso que será entregue na
solenidade de encerramento. Se, porventura, algum militar aluno descumprir, ou
se enquadrar nas situações descritas no art. 70 da DGE – 2016/2019, será
automaticamente desligado do curso.
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REFERÊNCIAS
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litares do Estado da [Link] Nº 7.990 de 27 de dezembro de 2001. Dis-
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BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Diretriz Geral de Ensino
(DGE) – 2016/2019. Dispõe sobre as ações sistematizadas à organização da
educação nos níveis infantil, fundamental, médio, técnico profissional médio e
técnico profissional superior, visando a formação do homem e profissional de
polícia nos aspectos físicos, intelectual, afetivo e moral. Legislação, Jurispru-
dência e Normas Gerais – LJNG, n.º 001, de 22 de janeiro de 2016.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria n.º 040 – CG/08.
Estabelece procedimentos referentes à indicação de policiais militares candida-
tos aos cursos, estágios ou treinamentos promovidos pela PMBA ou por outras
Instituições e dá outras providências. Bahia, 2008.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria n.º 007 – CG/08.
Dispõe sobre os critérios de planejamento, controle e fiscalização das ativida-
des de ensino na PMBA e na elaboração de diretrizes da política institucional
de educação para as organizações subordinadas ao Departamento de Ensino.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria n.º 081-CG/99.
Dispõe sobre a avaliação da aprendizagem e a frequência dos instruendos, nos
Cursos de Formação e Aperfeiçoamento de Praças cujos currículos estejam de
acordo com os aprovados conforme nota GCG 07/03/97 publicada em BG/O
n.º 074 de 17 de abril de 1997 e dá outras providências.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Normas para o planeja-
mento e conduta de ensino (NPCE 2020). Norteia o planejamento, conduta
e o desenvolvimento na Polícia Militar da Bahia, no ano de 2020, regulando sua
organização através da coordenação e supervisão dos eventos pedagógicos
desenvolvidos pelos Órgãos de Execução de Ensino (OEE): APM, CFAP e
BEIC, subordinados tecnicamente ao IEP, com base na DGE 2016/2019.
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BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Portaria s/n [s.i] publicada na
LJNG n.º 06, de 22 de fevereiro de 1978. Dispõe sobre a Avaliação de
Aprendizagem no CFAP.
BAHIA. Polícia Militar da Bahia (PMBA). Plano Geral de Ensino do
CFAP - 2019. Regulamenta as ações pedagógicas, a rotina escolar, mecanismo de
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BRASIL. Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o art.
80 da Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e
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