OPEN SSL
Open SSL
O OpenSSL é um kit de ferramentas robusto, de nível comercial e completo para os protocolos TLS
(Transport Layer Security) e SSL (Secure Sockets Layer). É também uma biblioteca de criptografia de
uso geral. Para mais informações sobre a equipe e a comunidade em torno do projeto, ou para come-
çar a fazer suas próprias contribuições, comece com a página da comunidade. Para obter as notícias
mais recentes, faça o download da fonte e assim por diante, consulte a barra lateral ou os botões na
parte superior de todas as páginas.
O OpenSSL é licenciado sob uma licença no estilo Apache, o que basicamente significa que você é
livre para obtê-lo e usá-lo para fins comerciais e não comerciais, sujeito a algumas condições de li-
cença simples.
RAID
RAID é uma sigla em inglês para Redundant Array of Inexpensive Disks. Em tradução direta, o termo
quer dizer algo como Matriz Redundante de Discos Independentes.
Ficou ainda mais perdido? Calma. Traduzindo essa informação: trata-se da combinação de vários dis-
cos rígidos, os populares HDs, de maneira que eles formem uma única unidade lógica. Dessa forma,
os mesmos dados que são armazenados em um disco estão disponíveis em outro.
Em outras palavras, quando vários HDs funcionam como se fossem um só, temos uma RAID. E por
que isso é útil? Em caso de falhas em um disco, os demais vão continuar em funcionamento, evi-
tando que as informações se percam ou que haja interrupção no acesso aos dados. Assim, podemos
dizer que o RAID proporciona mais segurança e mais desempenho. Ele pode funcionar como um me-
canismo de redundância, por exemplo.
tipos de RAID que existem?
Existem vários tipos de RAID que podem ser realizados com discos de armazenamento. Cada um
tem uma finalidade distinta. Alguns são mais focados em desempenho enquanto outros em segu-
rança. Não há uma escolha “certa” a se fazer, uma vez que cada ocasião e circunstância vai pedir
uma decisão diferente. Em linhas gerais, temos os seguintes RAIDs:
RAID 0
Também conhecida como “fracionamento”. Nesse caso, os dados disponíveis são divididos em pe-
quenos segmentos e distribuídos pelos discos. Aqui não há redundância e, portanto, não há tolerân-
cia a falhas.
O que significa que em caso de problemas pode haver perda de dados. Por outro lado, essa caracte-
rística melhora a performance do computador porque ele acessará os dados mais rapidamente.
Vantagens:
Muito rápido para acessar a informações
Tem custo baixo em expansão de memória
Desvantagens:
Não tem espelhamento
Não faz paridade de dados
Caso alguns dos setores do HD apresente falha, o arquivo que está dividido pode se tornar irrecu-
perável
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RAID 1
Neste modelo, a base é o espelhamento de um disco em outro. Em outras palavras, é como se hou-
vesse uma cópia do disco A no disco B e vice-versa. Além da vantagem de ser mais seguro em rela-
ção ao RAID 0, praticamente não há perda de desempenho. Por conta disso, esse formato é ampla-
mente usado em servidores.
Vantagens:
Segurança nos dados (com relação a defeitos do HD)
Caso algum setor falhe, você consegue recuperar copiando os arquivos de outro HD
Desvantagens:
Tem espelhamento
Não é usada paridade
Escrita é mais demorada
Custo mais alto em relação ao RAID 0
RAID 2
Pouco usado, o RAID 2 praticamente caiu em desuso porque os novos HDs já saem de fábrica com
mecanismos similares a ele e que impedem certas falhas. O que esse sistema faz é detectar falhas
em discos rígidos e, sendo assim, passa a funcionar para checagem de erros. Em resumo, todos os
discos são constantemente monitorados por esse mecanismo.
Vantagens:
Usa a tecnologia ECC (Código de Correção de Erro), o que diminui a quase 0 as taxas de erros
mesmo com falha energética
Desvantagens:
Os HD atuais já possuem essa tecnologia nativamente
Dependendo da configuração, pode haver desperdício de espaço
RAID 3
Aqui todos as informações são divididas nos discos da matriz. A exceção fica por conta de um deles,
que se torna responsável por armazenar dados de paridade. Suas maiores vantagens são possibili-
dade de transferências de grandes volumes de dados e confiabilidade na proteção das informações.
Vantagens:
Lê e escreve muito rápido
Possui controle de erros
Desvantagens:
Sua montagem via software é mais complexa
RAID 4
O RAID 4 é similar ao RAID 3, mas aqui os dados são divididos entre os discos. A grande sacada
dessa versão está na possibilidade de reconstrução dos dados por meio do mecanismo de paridade.
É a opção mais indicada quando falamos de arquivos grandes, pois é o que melhor garante a integri-
dade das informações.
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Vantagens:
Taxa de leitura muito rápida
Você pode aumentar a área de discos físicos
Desvantagens:
Taxa de gravação é mais lenta
Em comparação ao RAID 1, sua reconstrução em caso de falha no disco é mais complexa
Tecnologia antiga em comparação aos sistemas mais novos
RAID 5
O RAID 5 é a evolução natural das versões 2, 3 e 4. Aqui, o espaço equivalente a um disco inteiro é
reservado para armazenar as informações de paridade.
O sistema aqui é mais complexo e a paridade é armazenada de forma alternada em vários discos.
Assim, se qualquer um deles tiver algum problema, basta acionar um processo chamado rebuild para
recuperar todas as informações.
Vantagens:
Mais rápido pra identificar erros
Leitura rápida
Desvantagens:
Escrita lenta
Sismtema de controle de discos mais complexo
RAID 6 (Dual Parity)
É basicamente o mesmo caso do RAID 5, mas com o dobro de bits de paridade. Nesse caso, mesmo
que dois HDs falhem ao mesmo tempo, os dados não serão perdidos. Trata-se de uma das alternati-
vas mais seguras disponíveis.
Vantagens:
Possibilidade de falhar 2 Hds ao mesmo tempo sem perda de dados
Desvantagens:
Precisa de pelo menos 3 Hds para ser implementado por causa da paridade
Sua escrita é mais lenta
Controle de dados também é complexo
RAID 10
Por fim, temos o RAID 10, um sistema que empresta características dos RAIDs 0 e 1. Esse sistema
só pode ser usado com mais de 4 discos e sempre em número par. Nesse caso, metade dos discos
armazena dados e metade faz cópias deles. É o mais seguro que existe entre todos.
Vantagens:
Segurança contra perda de dados
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Pode falhar um ou dois HDs ao mesmo tempo (dependendo de qual avaria)
Desvantagens:
Alto custo de expansão
Drivers devem ficar em sincronismo de velocidade para ampliar a performance
É simples, mas é muita informação técnica, não é mesmo? Ficou alguma dúvida? Deixe um comentá-
rio ou entre em contato acessando [Link]
A CBL Tech é especializada em recuperação de dados, não somente em HD, como também em fitas
magnéticas, pendrives, SSD e vários outros tipos de tecnologia. Líder global no mercado, a empresa
dispõe de dez laboratórios no Brasil – em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Porto
Alegre, Recife, Campinas, Salvador, Brasília e Manaus.
Quando acontece algum problema no disco rígido ou em seus arquivos armazenados, é importante
não tentar consertar por conta própria. Isso porque, ao abrir a mídia ou tentar mexer em seus compo-
nentes, você estará comprometendo ainda mais os seus dados, dificultando sua recuperação.
IPTables
O IPTABLES/NETFILTER
Paul Russel, desenvolvedor do ipchains, resolveu apresentar na nova versão do Kernel o cha-
mado netfilter, o fruto da evolução do ipchains. Através de módulos do netfilter é possível emular o
funcionamento do ipfwadm e do ipchains. Existem módulos no netfilter que tratam estas regras e as
fazem funcionar de maneira correta.
O iptables é formado pelos seguintes pacotes:
iptables - Sistema de controle de filtros para protocolos ipv4. É com ele que montamos as regras do
firewall;
ip6tables - Similar ao acima, só que para protocolo ipv6;
iptables-save - Salva as regras em um arquivo especificado como argumento do comando. Normal-
mente não utilizamos este aplicativo e sim um shell script (por exemplo [Link]), inicializado pelo
sistema;
iptables-restore - Restaura regras salvas pelo utilitário iptables-save.
É importante que o kernel já tenha sido preparado para suporte ao iptables.
Instalação e Administração de Serviços
O Squid é composto de um único pacote, por isso a instalação é simples. Instale o pacote “squid”
usando o apt-get, yum ou urpmi, como em:
# apt-get install squid
Toda a configuração do Squid é feita em um único arquivo, o “/etc/squid/[Link]“. Caso você es-
teja usando uma versão antiga do Squid, como a incluída no Debian Woody, por exemplo, o arquivo
pode ser o “/etc/[Link]”. Apesar da mudança na
localização do arquivo de configuração, as opções descritas aqui vão funcionar sem maiores proble-
mas.
O arquivo original, instalado junto com o pacote, é realmente enorme, contém comentários e exem-
plos para quase todas as opções disponíveis. Ele pode ser uma leitura interessante se você já tem
uma boa familiaridade com o Squid e quer aprender mais
sobre cada opção, mas, de início, é melhor começar com um arquivo de configuração mais simples,
apenas com as opções mais usadas.
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Em geral, cada distribuição inclui uma ferramenta diferente para a configuração do proxy. Uma das
mais usadas é o Webmin, disponível em várias distribuições. A função dessas ferramentas é
disponibilizar as opções através de uma interface gráfica e gerar o arquivo de configuração com base
nas opções escolhidas. Em alguns casos, essas ferramentas ajudam bastante, mas, como elas mu-
dam de distribuição para distribuição, acaba sendo mais
produtivo aprender a trabalhar direto no arquivo de configuração, que, afinal, não é tão complicado
assim. Assim como em outros tópicos do livro, vamos aprender a configurar o Squid “no muque”, sem
depender de utilitários de configuração.
Comece renomeando o arquivo padrão, de forma a conservá-lo para fins de pesquisa:
# mv /etc/squid/[Link] /etc/squid/[Link]
Em seguida, crie um novo arquivo “/etc/squid/[Link]“, contendo apenas as quatro linhas abaixo:
http_port 3128
visible_hostname gdh
acl all src [Link]/[Link]
http_access allow all
Estas linhas são o suficiente para que o Squid “funcione”. Como viu, aquele arquivo de configuração
gigante tem mais uma função informativa, citando e explicando as centenas de opções disponíveis.
Apenas um punhado das opções são realmente necessárias,
pois, ao omití-las, o Squid simplesmente utiliza os valores default. É por isso que acaba sendo mais
simples começar com um arquivo vazio e ir inserindo apenas as opções que você conhece e deseja
alterar.
As quatro linhas dizem o seguinte:
http_port 3128: A porta onde o servidor Squid vai ficar disponível. A porta 3128 é o default, mas mui-
tos administradores preferem utilizar a porta 8080, que soa mais familiar a muitos usuários.
visible_hostname gdh: O nome do servidor, o mesmo que foi definido na configuração da rede. Ao
usar os modelos desse capítulo, não se esqueça de substituir o “gdh” pelo nome correto do seu servi-
dor, como informado pelo comando “hostname”.
acl all src [Link]/[Link] e http_access allow all: Estas duas linhas criam uma acl (uma política de
acesso) chamada “all” (todos), incluindo todos os endereços IP possíveis. Ela permite que qualquer
um dentro desta lista use o proxy, ou
seja, permite que qualquer um use o proxy, sem limitações.
Para testar a configuração, reinicie o servidor Squid com o comando:
# /etc/init.d/squid restart
Se estiver no CentOS, Fedora ou Mandriva, pode utilizar o comando “service”, que economiza alguns
toques no teclado:
# service squid restart
No Slackware, o comando será “/etc/rc.d/[Link] restart”, seguindo a lógica do sistema em colocar os
scripts referentes aos serviços na pasta /etc/rc.d/ e inicializá-los automaticamente durante o boot,
desde que marcada a permissão de execução.
Para testar o proxy, configure um navegador (no próprio servidor) para usar o proxy, através do ende-
reço [Link] (o localhost), porta 3128. Se não houver nenhum firewall pelo caminho, você conse-
guirá acessar o proxy também através dos
outros micros da rede local, basta configurar os navegadores para usarem o proxy, fornecendo o en-
dereço do servidor na rede local.
Samba
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o Samba é um software executado em servidores, responsável por estabelecer interações com redes
constituídas por computadores operados em Windows possibilitando, assim, que todos os seus recur-
sos sejam gerenciados e compartilhados.
Ficou interessado em saber mais sobre o servidor Samba? Neste artigo você terá acesso a mais in-
formações e, de quebra, aprenderá a instalar o programa por meio de um procedimento simples e rá-
pido.
Qual é a origem do servidor Samba?
De acordo com a história disponibilizada pelo site oficial, no documento Samba: An Introduction, tudo
começou a muito tempo, quando as empresas IBM e Sytec, após firmarem uma parceria de co-de-
senvolvimento, desenvolveram um sistema de rede projeto para construir pequenas redes locais.
Havia naquele sistema um “pedaço de software”, conhecido até hoje como NetBIOS (Network Basic
Input Output System), que fornecia uma interface entre os programas e o hardware de rede.
O NetBIOS passou por uma grande evolução, tornando-se capaz de trabalhar com protocolos de alto
nível — entre eles o famoso TCP/IP. Mais tarde, depois de o Windows se consolidar no mercado, a
Microsoft acrescentou ao protocolo SMB (Service Message Block) um controlador de domínio (Win-
dows NT Domain Control).
1. Instale o Samba
Para iniciar a instalação, digite o comando abaixo, caso você tenha dúvidas sobre gerenciamento de
pacotes no LINUX veja esse artigo aqui.
# apt-get install samba
Observação: essa etapa depende da distribuição que receberá a instalação, pois os pacotes são es-
pecíficos para cada uma delas.
2. Crie os diretórios
Tendo em mãos o número de grupos de usuários a serem conectados à rede, comece a criar diretó-
rios usando o comando:
# mkdir /samba
Para criar subdiretórios dedicados a cada departamento da empresa, por exemplo, digite:
# mkdir /samba/vendas
3. Configure o Samba a partir do arquivo “[Link]”
A configuração do Samba é feita em um arquivo chamado “[Link]”, localizado no seguinte destino:
/etc/samba/[Link].
Para modificar o nome do arquivo, digite:
# mv /etc/samba/[Link] /etc/samba/[Link]
Abra o seu editor de textos (no exemplo está sendo usado o Nano) e digite:
# vim /etc/samba/[Link]
A configuração do servidor Samba é feita em seções. Cada seção é representada por um nome es-
crito entre colchetes (exemplo: [global]; [share]) e cada seção possui parâmetros específicos. Iniciare-
mos a nossa configuração pela seção [global], na qual estabeleceremos as configurações para todo o
servidor e compartilhamento. Veja:
[global]
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server string = Servidor Samba #Nome DNS
netbios name = nomedoservidor #Nome NetBIOS
workgroup = WORKGROUP #Grupo de trabalho dos clientes Windows
security = share #Isso fará com que uma senha Unix seja solicitada somente aos usuários que não
possuem permissão para acesso
log = /var/logs/samba/[Link] #Para centralizar o log (registro de cada conexão realizada com o
servidor)
Observação: a opção “security” também pode ser marcada como: “none” (sem senhas) ou “user”
(será solicitada uma senha Unix antes de definir o compartilhamento a ser acessado).
Observação²: na opção “log” é possível aplicar uma variável (a “%m”) correspondente a cada compu-
tador que se conecta ao servidor. Com isso, caso você queira criar um log descentralizado, ou seja,
um log por máquina conectada, use a seguinte configuração:
/var/logs/samba/%[Link]
Feito isso a configuração [global] está concluída. Em seguida, serão configurados os compartilhamen-
tos — você poderá criar vários deles, portanto, simulando uma configuração corporativa, cada com-
partilhamento corresponderá a um setor da empresa.
[vendas] #Nome do compartilhamento
comment: área restrita ao departamento de vendas
path: /samba/vendas
public: yes #Caso o acesso tenha de ser feito com uso de senha, digite “no”
writable = yes #Isso irá permitir alterações no diretório (“yes” ou “no”)
#a opção “valid users” não precisa ser configurada no momento
Kerberos
Autenticação Kerberos
Para configurar o domínio Informatica a ser executado em uma rede que usa a autenticação Kerbe-
ros, é preciso ter informações sobre o servidor de autenticação Kerberos.
Use a seguinte tabela para verificar e registrar informações sobre o servidor de autenticação Kerbe-
ros:
Informações de Descrição
Domínio
Nome do realm Nome do realm Kerberos ao qual os serviços do domínio Informatica perten-
do serviço cem. O nome do realm deve estar em letras maiúsculas.
O nome do realm de serviço e o nome do realm do usuário devem ser iguais.
Nome do realm Nome do realm Kerberos ao qual os usuários do domínio Informatica perten-
do usuário cem. O nome do realm deve estar em letras maiúsculas.
O nome do realm de serviço e o nome do realm do usuário devem ser iguais.
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Localização do Diretório no qual o arquivo de configuração Kerberos denomi-
arquivo de confi- nado [Link] está armazenado.
guração Kerbe-
ros A Informatica exige propriedades específicas a serem definidas no arquivo de
configuração. Se você não tem permissão para copiar ou atualizar o arquivo de
configuração Kerberos, talvez seja necessário solicitar o administrador Kerbe-
ros para atualizar o arquivo.
NFS
Instalação do TaxOne NFS-e no SAP Business One
Para realizar a instalação do TaxOne NFS-e, basta baixar o software através do link disponibilizado,
normalmente esse arquivo é compactado em um formato .zip. Descompacte no diretório onde o SAP
Business One está instalado. Deverá existir três arquivos:
1. O Instalador do Serviço do Setup_TaxOne.NfseService.
2. O Arquivo ARD do Addon.
3. O Instalador do [Link].
A instalação do TaxOne NFS-e no SAP Business One é um processo análogo ao modelo padrão para
instalações de Addons.
1. Estando logado no SAP com um Super-Usuário, acesse: Administração -> Addons -> Administra-
ção de Addons
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2. Clique em registrar addon:
3. No campo Arquivo de dados de registro selecione o arquivo ARD que foi descompactado anteri-
ormente.
4. O pacote de instalação deve ser carregado automaticamente, verifique se isto ocorreu e clique em
ok:
5. Em seguida, o SAP Business One irá apresentar os dados do TaxOne NFS-e que está sendo ins-
talado (por exemplo, a versão). Selecione um grupo padrão que não seja Desativado pois somente
será instalado se o TaxOne NFS-e estiver ativo.
[Link] 9
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6. Depois de regisrtrado o addon no SAP Business One, é nescessário instalar de fato o TaxOne
NFS-e, para realizar esse procedimento acesse Administração -> Add-Ons -> Administrador de
Addon:
7. Clique na Aba Add-ons Pendentes e será exibido uma lista de addons que você pode instalar, se-
lecione o TaxOne NFS-e e clique em Instalar:
8. Será iniciado o instalador do TaxOne NFS-e, nesse passo basta seguir os procedimento de qual-
quer software para Windows no padrão ( Next-Next-Install-Finish ), conforme figuras:
[Link] 10
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9. Se tudo ocorrer bem o SAP Business One irá copiar o TaxOne NFS-e para Add-ons Instalados.
[Link] iniciar o addon basta seleciona-lo e clicar em Início. Se tudo ocorreu bem será carregado o
menu da Nota Fiscal Eletrônica de Serviço (NFSe)
SNMP
Na prática, SNMP é o protocolo mais usado para saber o que acontece dentro de ativos de redes e
serviços.
Praticamente qualquer ativo de rede gerenciável "fala" SNMP e diversos serviços usam SNMP como
protocolo de gerenciamento. Serviços Windows, Linux e a máquina virtual Java podem ser configura-
dos para "falar" SNMP.
O SNMP foi criado para facilitar o monitoramento e gerenciamento de redes permitindo que uma fer-
ramenta de gerenciamento possa trabalhar com produtos e serviços de diversos fabricantes.
Em SNMP, o item a ser monitorado ou gerenciado é um agente. Quem consulta (GET) ou solicita mo-
dificações(SET) é um gerente. O agente tambem tem a função de gerar alertas (TRAP).
Sistemas de monitoramento de redes como HP Open View, IBM Tivoli, Nagios e Zabbix suportam
SNMP nativamente para monitoramento e gerenciamento SNMP.
O sistema gerente pode usar estes alertas para gerar alarmes visuais ou usar ferramentas de comuni-
cação como SMS e e-mail para avisar os responsáveis.
O agente SNMP, instalado no item a ser gerenciado, contempla uma tabela de informações que pode
ser consultada ou modificada pelo sistema gerente. Desta forma, é possível por exemplo consultar
como está o tráfego de rede em determinada porta de um switch ou qual o estado de memória em
uma máquina Java.
Para que esta consulta possa ser feita, o gerente tem que conhecer as informações que podem ser
obtidas do agente SNMP. Isso é garantido pelo uso de algo semelhante a um dicionário de dados:
[Link] 11
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MIB e OID. A MIB é base de informações de gerenciamento e um OID é o identificador único dentro
da MIB.
O OID de um dispositivo ou seviço está dentro de uma hierarquia inscrita em [Link]. Esta hierarquia
reserva "pedaços" da árvore para fabricantes e instituições que podem usar os identificadores para
uso em SNMP. Como curiosidade, os OID usados em LDAP usam a mesma hierarquia.
Apache
A Apache Software Foundation é a responsável pelo projeto, além de desenvolver e trabalhar com
outras tecnologias de transmissão via web, processamento de dados e execução de aplicativos distri-
buídos. Aliás, o termo que nomeia o servidor e a empresa responsável por ele faz referência à nação
Apache, uma tribo de nativos americanos que possuía grande resistência e estratégias superiores em
combate. O significado do nome seria uma alusão à resistência da comunidade do software livre aos
ataques de interesses privados de alguns setores e corporações. O significado do nome também dis-
corre sobre a estabilidade do servidor e a sua diversidade de ferramentas e recursos que são capa-
zes de lidar com qualquer tipo de solicitação executada na web.
A respeito do nome ainda existem duas outras razões do servidor ser chamado de Apache. A pri-
meira delas, refutada pela Fundação, é de que o nome estaria relacionado a "patchy server", que em
inglês significa algo como servidor remendado ou melhoria do software. A outra explicação diz res-
peito ao lançamento do Tomcat, que é um sistema auxiliar ao Apache. Tomcat, na verdade, é o nome
de uma aeronave norte-americana e Apache é o nome de um helicóptero de ataque estadunidense.
O servidor Apache é compatível com o protocolo HTTP versão 1.13. Suas funcionalidades são manti-
das através de uma estrutura de módulos, o que permite que os usuários escrevam seus próprios
módulos por meio da API do software. Ele está disponibilizado para Windows, Novell Netware, OS/2 e
outros sistemas do padrão POSIX, como o Unix e o Linux, onde é amplamente utilizado.
Com relação ao hardware para suporte ao servidor, tudo depende de sua aplicação. Contudo, um
computador com processador Pentium e 64 MB de memória RAM já é capaz de executá-lo sem gran-
des problemas em um ambiente corporativo pequeno. Os computadores disponíveis no mercado, en-
tão, são mais do que capazes de colocar um servidor Apache em funcionamento, lembrando, logica-
mente, que depende-se de sua utilização.
O Apache dispõe de um módulo denominado de mod_ssl, o qual adiciona a capacidade do servidor
de atender solicitações usando o protocolo HTTPS. Este protocolo faz uso da camada SSL para a
criptografia de todos os dados transferidos, proporcionando maior segurança entre o tráfego de dados
entre cliente e servidor.
OpenSSH
O OpenSSH é a principal ferramenta de conectividade para login remoto com o protocolo SSH. Ele
criptografa todo o tráfego para eliminar interceptação, seqüestro de conexão e outros ataques. Além
disso, o OpenSSH oferece um grande conjunto de recursos de encapsulamento seguro, vários méto-
dos de autenticação e opções sofisticadas de configuração.
O conjunto OpenSSH consiste nas seguintes ferramentas:
As operações remotas são feitas usando ssh , scp e sftp .
Gerenciamento de chaves com ssh-add , ssh-keysign , ssh-keyscan e ssh-keygen .
O lado do serviço consiste em sshd , sftp-server e ssh-agent .
O OpenSSH é desenvolvido por alguns desenvolvedores do Projeto OpenBSD e disponibilizado sob
uma licença estilo BSD.
O OpenSSH está incorporado em muitos produtos comerciais, mas muito poucas dessas empresas
ajudam o OpenSSH com o financiamento.
Contribuições para o OpenSSH podem ser enviadas para a Fundação OpenBSD.
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