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PGRCC 2024: Gerenciamento de Resíduos Civil

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PGRCC ano

PLANO DE
GERENCIAMENTO DE
RESÍDUOS SÓLIDOS DA
CONSTRUÇÃO CIVIL –
PGRCC

Unidade operacional:
Endereço da obra: XXX
Empreiteira responsável: xxx

Logo empreiteira

Cidade / Estado
Data preenchimento (empreiteira)
Revisão xx
Modelo PGRCC 2024 v01
PLANO DE GERENCIAMENTO DE Última revisão:
RESÍDUOS 04/01/2024
DE CONSTRUÇÃO CIVIL Página: 2

Sumário
1. OBJETIVO................................................................................................................3
2. ABRANGÊNCIA........................................................................................................3
3. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO............................................................4
3.1 DADOS GERAIS....................................................................................................4
3.2 DADOS DO RESPONSÁVEL TÉCNICO E RESPONSÁVEL LEGAL DA OBRA.............5
4. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS..............................................................................5
5. SEGREGAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO E ACONDICIONAMENTO......................................6
6. TRANSPORTE E DESTINAÇÃO FINAL.....................................................................12
6.1 CONTROLE DE DOCUMENTAÇÃO.....................................................................13
7. AÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS A SEREM EXECUTADAS EM SITUAÇÕES DE
GERENCIAMENTO INCORRETO OU ACIDENTES;.........................................................14
8. LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA....................................................15
9. OBSERVAÇÕES......................................................................................................15
10. ANEXOS PARA PREENCHIMENTO.....................................................................16
10.1 ORIGEM, QUANTITATIVO E FORMAS DE DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS
GERADOS NA OBRA.....................................................................................................17
10.2 EMPRESAS CONTRATADAS............................................................................23
10.2.1 TRANSPORTADORES......................................................................................23
10.2.2 DESTINATÁRIOS FINAIS.................................................................................23
10.2.3 CONTRATOS FIRMADOS COM TRANSPORTADORES.....................................24
10.2.4 CONTRATOS FIRMADOS COM DESTINATÁRIOS............................................24
11. BOOK DE EMPRESAS HOMOLOGADAS PARA TRANPORTE E DESTINAÇÃO FINAL
24
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DE CONSTRUÇÃO CIVIL Página: 3

1. OBJETIVO

Estabelecer diretrizes para o gerenciamento adequado dos resíduos gerados nas obras
contratadas pela Ipiranga, em atendimento ao disposto na Política Nacional de Resíduos
Sólidos - PNRS (Lei Federal nº 12.305/2010), Resolução 307/2002 do Conselho Nacional do
Meio Ambiente (CONAMA) e suas respectivas revisões pertinentes ao tema resíduos, além
da Portaria nº 280, de 29 de Junho de 2020 (institui o Manifesto de Transporte de Resíduos
- MTR nacional). Conforme art. 20 da PNRS, o Plano de Gerenciamento de Resíduos da
Construção Civil (PGRCC) é um documento obrigatório para todas as empresas geradoras
de resíduos de construção civil. Este Plano deverá estar em conformidade com o Art. 21 da
PNRS e a Legislação Estadual e Municipal específica, sendo a empreiteira responsável por
garantir o atendimento integral da legislação vigente durante as obras.
O exercício da responsabilidade no gerenciamento e destinação dos resíduos deve
também contemplar a meta Aterro Zero do Grupo Ultra, que vem como instrumento de
referência e direcionamento de ações que buscam minimizar os impactos ambientais
decorrentes da geração dos resíduos, priorizando a não geração, o aumento do processo de
reciclagem, o reaproveitamento e a redução do envio de resíduos para aterro.
Este documento deverá caracterizar os resíduos gerados nas obras contratadas pela
Ipiranga e estabelecer as condições de segregação, acondicionamento temporário,
transporte e destinação final de todos os resíduos aplicáveis.

2. ABRANGÊNCIA

O PGRCC deverá ser elaborado pela empreiteira contratada antes do início de cada
obra, devendo ser apresentado e validado pela Ipiranga, conforme prazos estabelecidos nas
diretrizes contratuais vigentes.
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3. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

3.1 DADOS GERAIS

Inserir imagem com delimitação da área exata da obra (google maps/croqui/planta)

Figura 1: Identificação do local da obra


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Tabela 1. Dados gerais da obra

Texaco Ipiranga Produtos de Petroleo S.a.


Razão Social

CNPJ 33.337.122/0027-66
Endereço CNPJ

Endereço da obra Deve ser o mesmo que irá constar nos MTRs
Nº do Alvará da Obra

Área do Terreno(m²)
Área Demolida/ construída informar um breve descritivo das alterações que serão
(m²) realizadas.
Data de Início da Obra
Duração Prevista da Obra
3 meses
(meses/semanas)

Nº ART Incluir Número da ART referente a obra e ao PGRCC (incluir nos


anexos).

3.2 DADOS DO RESPONSÁVEL TÉCNICO E RESPONSÁVEL LEGAL DA OBRA

Tabela 2. Dados dos responsáveis pela obra

Razão Social Global Soldas e Manutenção Industrial Ltda


CNPJ 53.758.251/0001-04
Endereço CNPJ Via Narciso Baldan, 185, Vila Santa Cruz – Matão / SP
Responsável técnico pela obra e pelo
DAMON LOPES DE MORAES
PGRCC
Número do CREA 5070930712

Engenheiro responsável pela obra PATRICK


Número do CREA

4. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS


A Resolução CONAMA 307/2002 e suas alterações estabelece diretrizes,
critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, conforme
apresentado na tabela 3.
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Tabela 3. Classificação de resíduos segundo a CONAMA 307/02

Fonte:
Resolução CONAMA 307/2002, CONAMA 348/2004, CONAMA 431/2011.

5. SEGREGAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO E ACONDICIONAMENTO

Os resíduos sólidos devem ser armazenados conforme sua periculosidade, em área


pré-definida pela unidade, em conformidade com as diretrizes das normas NBR
12.235:1992 e NBR 11.174:1990.
Responsabilidade: A empreiteira é responsável pela segregação, acondicionamento
e correta identificação dos resíduos gerados durante as obras em questão, conforme
padrões indicados nesta seção.
Os abrigos de resíduos deverão estar preferencialmente cobertos, ventilados,
sinalizados e serem dispostos sobre piso impermeabilizado. O acondicionamento de
resíduos deve ser feito de modo a não alterar a quantidade e característica do resíduo,
podendo ser utilizado contêineres, contentores, IBCs, tambores, bombonas, caçambas e/ou
granel, sendo respeitada as características de cada resíduo.
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Figura 1 – Contêiner Figura 2 – Contentor Figura 3 - IBC

Figura 4 – Tambor Figura 5 – Bombona Figura 6 - Caçamba

A Tabela 4 estabelece o padrão de identificação visual que deverá ser utilizado nos
dispositivos de acondicionamento dos resíduos. Caso haja algum resíduo não especificado
na listagem, a empreiteira deverá definir padrão de identificação semelhante aos já
indicados.
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Tabela 4. Padrão de identificação visual dos coletores


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Padrão de cores para os resíduos estabelecido


pela CONAMA 275/2001

No caso dos resíduos perigosos – Classe D, a identificação fornece informações sobre


os riscos e especificam a identidade, quantidade, procedência e classe de perigo envolvido no
resíduo alertando os envolvidos no armazenamento, transporte e manejo sobre as medidas de
precaução e proibições.
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Quando os resíduos não estão misturados, pode-se rotular o recipiente com a


sinalização específica de resíduos perigosos e deixar uma cópia da Ficha de Informações de
Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) próximo local de armazenamento e a Ficha de Dados
de Segurança para Resíduo Químico (FDSR), especificada pela NBR 16725.
Os recipientes contendo mistura de resíduos perigosos e/ou contaminados devem
estar rotulados com a identificação abaixo:

Figura 7: Modelo de rótulo para recipientes com mistura de resíduos perigosos

Caso seja gerado qualquer tipo de resíduo perigoso, é necessário que o local de
armazenamento disponha de estrutura apropriada e que seja previsto um manejo dos riscos
mediante sistema de proteção passiva, sinalização externa, registro de geração e manejo
interno e externo.
Os abrigos de resíduos perigosos devem ser cobertos, sinalizados e ventilados, além de
possuir instalações elétricas a prova de explosão, pallets para suporte de bombonas, tambores
ou containers, extintor de incêndio do tipo pó químico, piso impermeabilizado, bacia de
contenção e sistema de coleta de efluentes interligado a Caixa Separadora de Água e Óleo
(CSAO) ou Caixa Seca.
No caso das obras realizadas fora de unidades operacionais da Ipiranga, a empreiteira
fica responsável pela preparação de local apropriado para armazenamento dos resíduos
perigosos como descrito:
 Sistema de isolamento tal que impeça o acesso de pessoas sem autorização;
 Sinalização de segurança que identifique a instalação para os riscos de acesso
ao local (utilizar a sinalização de produtos perigosos);
 Áreas definidas, isoladas e sinalizadas para armazenamento de resíduos
compatíveis;
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 Sistema de iluminação e força (quando cabíveis) de modo a permitir ações de


emergência.

As orientações para acondicionamento interno dos resíduos perigosos estão


apresentadas na Tabela 5.

Tabela 5. Acondicionamento dos resíduos perigosos.

Tipos de resíduos Acondicionamento Inicial Acondicionamento Final

Lâmpadas Coletores para lâmpadas Coletores específicos para lâmpadas

Pallets, embalagem com lona plástica e Pallets, embalagem com lona


Telhas de Amianto
identificação. plástica e identificação.
Baias e locais sinalizados para resíduos
Resíduos perigosos, EPIs
contaminados ou perigosos conforme
usados/contaminados, estopas Tambores ou bombonas em locais
contaminadas, produtos detalhamento no item “Locais de adequados
químicos.
armazenamento de resíduos classe D”

A tabela 6 estabelece outros dispositivos e acessórios passíveis de serem utilizados


como armazenamento temporário na obra.
Tabela 6. Dispositivos para uso no acondicionamento de resíduos.

Dispositivos Descrição Acessórios utilizados Informações extras


Devem apresentar boas
condições de uso, sem
defeito estrutural
aparente, ser de
material compatível ou
ter revestimento
adequado para evitar
Recipiente plástico, com Saco de ráfia, saco de lixo reações indesejadas
Bombonas capacidade de até 200 litros simples (coleta pública) e com o produto
com tampa placas de sinalização. armazenado.
Para resíduos classe D:
NOTA: A tabela de
incompatibilidade
química pode ser
observada na ABNT NBR
14619:2002
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Suporte de madeira ou
Saco de ráfia reforçado,
metálico, placas de
Bags dotado de 4 alças e
sinalização e plaquetas para
capacidade de 1m³
fixação.
Construídas em madeira,
Placas de sinalização e
Baias variando conforme a
plaquetas para fixação.
finalidade.
Deve seguir a legislação
Recomendável cobertura,
municipal vigente e não
Caçambas Recipiente metálico com quando disposta em via
apresentar nenhuma
estacionárias capacidade de 3, 4 e 5m³ pública e placas de
avaria ou defeito
sinalização.
aparente.
Suporte de madeira ou
Estrado de madeira, metal
metálico, placas de
ou plástico que é utilizado
pallets sinalização e plaquetas para
para movimentação de
fixação. Cordas ou celas para
cargas.
içar através de maquinários
Caixa coletora de lâmpadas
(madeira ou papelão) com Placas de sinalização e base
capacidade para coberta por serragem ou
Coletor de lâmpadas
aproximadamente 80 material absorvente de
lâmpadas fluorescentes impacto.
tubulares.

6. TRANSPORTE E DESTINAÇÃO FINAL


Responsabilidade: A empreiteira é responsável por garantir o atendimento a todos os
requisitos legais federais, estaduais e municipais vigentes e por contratar fornecedores de transporte e
destinação de resíduos devidamente licenciados e previamente homologados pela Ipiranga. Além
disso, deverá garantir que todo transporte de resíduos seja feito portando documentação exigida por
lei.
A Ipiranga disponibilizará listagem de empresas previamente homologadas, devendo a
empreiteira apresentar a documentação obrigatória de novos fornecedores identificados para
avaliação e aprovação.
O transporte dos resíduos deve ser realizado por empresa licenciada pelo órgão ambiental
competente (federal, estadual ou municipal), portando a documentação física ou digital necessária
para o envio dos resíduos (Manifesto de Transporte de Resíduos – MTR, Ficha e Envelope de
Emergência, (para resíduos perigosos), Nota fiscal de transporte ou declaração que a substitua). As
empresas receptoras devem ser devidamente licenciadas pelo órgão ambiental competente e fornecer
o Certificado de Destinação Final – CDF de modo a garantir o tratamento aplicado aos resíduos. Para
todas as empresas contratadas, são exigidos:
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 LO vigente com permissão para o transporte de resíduos por tipologia, quando


aplicável.
 LO vigente com permissão para destinação dos resíduos por tipologia de tratamento
 CTF/Certificado de regularidade do IBAMA
 Autorização Ambiental para Transporte Interestadual de Produtos Perigosos do
IBAMA, quando aplicável. Quando houver transferência Interestadual, avaliar se há a
necessidade de requerer uma autorização ambiental de transferência de resíduos
entre estados.

A coleta de resíduos sólidos urbanos (RSU) ou coleta seletiva realizada pelo serviço público
municipal (prefeituras) não é passível de emissão de MTR e CDF, conforme preconiza legislação. Desta
forma, também não haverá necessidade de homologação prévia da Ipiranga.

IMPORTANTE! Para o estado de SP é necessária a obtenção do Certificado de Movimentação de


Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI) para destinação de resíduos de interesse ambiental, devendo
ser emitido pelo gerador (Ipiranga). Nestes casos, a destinação só poderá ocorrer após liberação do
CADRI e emissão do MTR. Caso a unidade Ipiranga já possua CADRI aplicável aos resíduos a serem
destinados, o mesmo poderá ser utilizado.
As orientações para emissão deste documento e listagem de resíduos de interesse ambiental
podem ser encontradas no site da CETESB.
Para demais regiões, as particularidades das legislações estaduais e municipais deverão ser
verificadas pela empreiteira.
Os destinatários dos resíduos gerados devem ser preferencialmente: áreas de reciclagem;
agentes diversos que comercializam produtos recicláveis como cooperativas, grupos de coleta seletiva,
coprocessamento com aproveitamento energético, reaproveitamento etc., desde que devidamente
autorizados por órgãos competentes e homologados pela Ipiranga.
Em linha com a Meta Aterro Zero do Grupo Ultra e da Ipiranga, o envio para aterro sanitário,
industrial e de construção civil só poderá ser realizado mediante ausência de alternativa tecnológica
no local, devendo a empreiteira apresentar justificativa para validação prévia da Ipiranga. As formas de
tratamento e destinação final prioritárias são apresentados na tabela 7.
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Tabela 7. Tratamento e destinação final dos resíduos


Resíduo Formas de Tratamento e Destinação
prioritárias

Comuns/ (1) Coprocessamento com aproveitamento


Rejeitos energético

Recicláveis
(Papel/papelão,
Reciclagem
plástico, vidro,
metal)
Orgânicos Compostagem
(Restos de
alimentos)
Resíduos de
jardinagem Compostagem
(poda)
Contaminados
(1) Coprocessamento com
com
aproveitamento energético
Hidrocarboneto
(2) Tratamento biológico
s e/ou com
(3) Incineração
marcadores e
aditivos
Resíduos
inertes
(1) Reciclagem
(Gesso,
(2) Terraplanagem
Latas/Embalage
(3) Beneficiamento de agregados de
ns de Tinta à
construção civil
base de água,
(4) Britagem
Entulho,
Madeira, Isopor
e Borracha)
Latas de Tinta à Na impossibilidade de Sistema de Logística
base de Reversa, priorizar (1) Reciclagem (2)
solvente e Coprocessamento com aproveitamento
verniz energético (3) Incineração
Lâmpadas, Na impossibilidade de Sistema de Logística
pilhas, baterias, Reversa, priorizar (1) Reciclagem (2)
termômetros e Descontaminação
densímetros
Na impossibilidade de Sistema de Logística
Eletrônicos
Reversa, priorizar (1) Reciclagem
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6.1 CONTROLE DE DOCUMENTAÇÃO

Responsabilidade: A empreiteira é responsável pela verificação das informações contidas na


documentação emitida pelas empresas contratadas e pelo correto preenchimento das tabelas
quantitativas presentes no CAPÍTULO 10 - ANEXOS para disponibilização à Ipiranga.
O gerador (unidade IPIRANGA) é responsável pela emissão e preenchimento do MANIFESTO
DE TRANSPORTE DE RESÍDUOS (MTR) online – conforme legislação Nacional, Estadual e Municipal. A
empreiteira deverá solicitar a emissão do documento por parte da IPIRANGA e disponibilizar/solicitar
assinatura pela empresa contratada para o transporte do resíduo. O transportador deverá manter uma
cópia do documento junto ao resíduo durante todo trajeto.

IMPORTANTE! Como preconiza a legislação, o gerador é o responsável pela emissão do


MANIFESTO DE TRANSPORTE DE RESÍDUOS (MTR). Desta forma, não será permitida emissão de MTR
com CNPJ da empreiteira.
A empresa responsável pelo transporte de resíduos perigosos – Classe D deverá
providenciar o KIT DE TRANSPORTE DE RESÍDUOS PERIGOSOS, que contém:
o Envelope com informações de emergência (modelo na parte de anexos
deste documento)
o Ficha de emergência
o Etiqueta ONU
o CÓPIAS DO MTR
o CADRI ou documento semelhante conforme legislação estadual e
municipal
Para todos os resíduos, após a destinação final, a empreiteira deverá solicitar ao destinatário
emissão do Certificado de Destinação Final (CDF) através do sistema SINIR (Nacional) e demais
sistemas estaduais e municipais, quando aplicáveis. As informações necessárias no CDF estão
descritas no Anexo 10.1 – Tabela 8.

7. AÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS A SEREM EXECUTADAS


EM SITUAÇÕES DE GERENCIAMENTO INCORRETO OU
ACIDENTES;
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As atividades geradoras de resíduos devem atender os procedimentos de segregação,


correto acondicionamento e transporte interno, antes de serem transportados para as
destinações finais.
As empreiteiras, por meio dos contratos com a Ipiranga, atestam o correto
armazenamento, transporte e destinação final. A equipe de serviços é treinada e atende
obrigatoriamente às orientações para ações de manuseio e transporte interno dos resíduos de
forma segura e eficaz para evitar acidentes, bem como efetua o armazenamento temporário
em contentores em bom estado de conservação e devidamente identificados.
Quando identificado parte do processo que não atenda às solicitações/orientações
deste Plano, podem-se aplicar possíveis medidas de reforço de instrução ou punição. Na fase
de segregação serão realizadas atualizações de treinamento antes de cada nova obra ou a cada
30 dias para obras longas.
Na fase de transporte, consta nas cláusulas contratuais o atendimento a todas as
legislações e normas, incluindo o preenchimento do manifesto nos sistemas Nacionais,
estaduais e municipais cabíveis, que por sua vez, possui a rastreabilidade do resíduo até a
destinação final.
Na destinação final, o transportador contratado irá descartar os resíduos em área
licenciada e acompanhar todas as etapas e documentações, para evitar qualquer não
conformidade e, caso aconteça, medidas corretivas deverão ser acionadas como: remediação
em caso de contaminação do solo, água e ar, processos judiciais, multas aos infratores e
suspensão de contrato.

8. LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA


RESOLUÇÕES CONAMA 274, 275/2001, 307/2002, 348/2004, 431/2011, 448/12, 469/2015 –
Gestão de resíduos de construção civil.

LEI 12.305/2010 E DECRETO 7.404 , revogado pelo Decreto 10.936/2022.– Política Nacional de
Resíduos Sólidos.

PORTARIA Nº 280, DE 29 DE JUNHO DE 2020 - institui o Manifesto de Transporte de Resíduos -


MTR nacional, como ferramenta de gestão e documento declaratório de implantação e
operacionalização do plano de gerenciamento de resíduos.

LEI Estadual Nº 13.478, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2002 e Decreto 46.594, de 03 de Novembro


de 2005.

DECRETO Nº 58.701 DE 4 DE ABRIL DE 2019


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ABNT NBR 12.235/1992 – Norma técnica de armazenamento de resíduos sólidos perigosos.

FISPQ - Ficha de Informação de Produtos Químicos. NBR 14725-4/2014, NBR 11.174/1990,


NBR 16725/2014

RESOLUÇÃO ANTT Nº 5.867/2020

9. OBSERVAÇÕES

As informações contidas neste Plano são baseadas nas estimativas e contratos


firmados entre a empreiteira, seus transportadores e destinadores finais.
O cronograma, os tipos de resíduos e empresas contratadas para transporte e
destinação final podem sofrer alterações ao longo da obra e deverão ser justificados pela
empreiteira nas revisões do PGRCC.
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[Link] PARA PREENCHIMENTO


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10.1 ORIGEM, QUANTITATIVO E FORMAS DE DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS


GERADOS NA OBRA

A Tabela 8 descreve o gerenciamento dos resíduos gerados na obra, desde origem


e quantitativo até a destinação final. As informações fornecidas serão utilizadas para
emissão da documentação obrigatória para liberação do transporte dos resíduos (MTR).
Destaca-se que as tabelas poderão ser atualizadas conforme implementação de novos
padrões de preenchimento no sistema online do MTR.
Responsabilidade: A empreiteira é responsável pelo preenchimento das tabelas
conforme os resíduos gerados na obra em questão, devendo incluir outras tipologias não
presentes na lista, caso necessário. Caso exista mais de uma tecnologia de destinação final
prevista para o mesmo tipo de resíduo, é necessário incluir ambas as possibilidades na
descrição. Para itens não aplicáveis, indicar NA.

Tabela 8. Origem, quantitativos e formas de destinação

CLASSE A – Placas cerâmicas, alvenaria, concreto, argamassa e sobras de agregado


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento

Ex: demolição da área


Sólido 350 t Caçamba de entulho
650M2

Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final

Ex: reciclagem
Informar Informar Informar
como agregado

CUIDADOS: Privilegiar soluções de destinação para aproveitamento como agregado


OBSERVAÇÕES
N/A.
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CLASSE B – Madeira
Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
Informar Informar Informar Informar

Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
Informar Informar Informar Informar

CUIDADOS: Proteger da chuva; para uso em caldeiras, separar serragem dos demais
resíduos
OBSERVAÇÕES
Informar ou indicar N/A.

CLASSE B – Sucata metálica, alumínio, cobre, ferro, latas e vergalhões


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
Informar Informar Informar Informar

Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
Informar Informar Informar Informar

CUIDADOS: Não deixar exposto ao tempo para evitar corrosão


OBSERVAÇÕES
N/A.
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CLASSE B – Papel/papelão, documentos, sacos de cimento/argamassa/gesso


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
Informar Informar Informar Informar

Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
Informar Informar Informar Informar

CUIDADOS: Proteger da chuva


OBSERVAÇÕES
Informar ou indicar N/A.

CLASSE B – Plásticos
Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
Informar Informar Informar Informar

Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
Informar Informar Informar Informar

CUIDADOS: Garantir a limpeza das embalagens para máximo aproveitamento na


reciclagem
OBSERVAÇÕES
N/A.
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CLASSE B – Vidros
Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (tôn.) Acondicionamento
Informar Informar Informar Informar

Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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CUIDADOS: Utilizar EPI adequado para proteção contra cortes


OBSERVAÇÕES
N/A.

CLASSE B – Gesso
Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
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Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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CUIDADOS: Proteger da chuva


OBSERVAÇÕES
N/A.
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PLANO DE GERENCIAMENTO DE Última revisão:
RESÍDUOS 04/01/2024
DE CONSTRUÇÃO CIVIL Página: 24

CLASSE C – Estopa não contaminada, isopor, lixas e manta asfáltica


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
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Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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CUIDADOS: Proteger da chuva


OBSERVAÇÕES
N/A.

*Perigosos* CLASSE D – Telha de amianto


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
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Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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CUIDADOS: Seguir procedimento internacional para acondicionamento e destinação


OBSERVAÇÕES
N/A.

*Perigosos* CLASSE D – Lâmpadas fluorescentes


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
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Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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Modelo PGRCC 2024 v01
PLANO DE GERENCIAMENTO DE Última revisão:
RESÍDUOS 04/01/2024
DE CONSTRUÇÃO CIVIL Página: 25

CUIDADOS: Utilizar caixas contentoras específicas


OBSERVAÇÕES
N/A.

*Perigosos* CLASSE D – EPI´s e outros materiais contaminados com hidrocarbonetos


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
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Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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CUIDADOS: Seguir diretrizes de acondicionamento – capítulo 5.


OBSERVAÇÕES
N/A.

*Perigosos* CLASSE D – Solo contaminado


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
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Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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CUIDADOS: Seguir diretrizes de acondicionamento – capítulo 5.


OBSERVAÇÕES
N/A.

*Perigosos* CLASSE D – Tintas, solventes e óleos


Estimativa de Tipo de
Área / Origem Estado Físico
geração (ton) Acondicionamento
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Tipo de transporte Razão Social Tecnologia de Razão Social


Interno Transportador Destinação Destinatário final
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DE CONSTRUÇÃO CIVIL Página: 26

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CUIDADOS: Seguir diretrizes de acondicionamento – capítulo 5.


OBSERVAÇÕES
N/A.
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RESÍDUOS 04/01/2024
DE CONSTRUÇÃO CIVIL Página: 27

10.2 EMPRESAS CONTRATADAS

10.2.1 TRANSPORTADORES

As empresas previamente homologadas e contratadas para transporte dos resíduos gerados


no empreendimento devem ser listadas na tabela 9.

Tabela 9. Dados dos transportadores contratados.

Validade ou Tipo de
Razão Social Protocolo Resíduo
CNPJ Licenças
Transportador de
Renovação
Exemplo: SISTEMA
05.124.428/0001-60 Exemplo: LO n º xxx Ex. Classe A
NOVA AMBIENTAL

10.2.2 DESTINATÁRIOS FINAIS

As empresas previamente homologadas e contratadas para tratamento e destinação final dos


resíduos gerados no empreendimento devem ser listadas na tabela 10.
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Tabela 10. Dados dos destinadores finais contratados.

Licenças Validade Tipo de


ou Resíduo
Razão Social
CNPJ Endereço Protocolo
Destinatário
de
Renovação
Exemplo: Estrada de Licença de
SISTEMA 05.124.428/0001- Araçariguama, 761 Operação Cetesb nº
Classe D
NOVA 60 – Lote B – 32006663
AMBIENTAL Itapevi/SP

10.2.3 CONTRATOS FIRMADOS COM TRANSPORTADORES

Anexar os contratos firmados com os transportadores de resíduos


A definir

10.2.4 CONTRATOS FIRMADOS COM DESTINATÁRIOS

Anexar os contratos firmados com os destinadores de resíduos


A definir

[Link] DE EMPRESAS HOMOLOGADAS PARA TRANPORTE


E DESTINAÇÃO FINAL

A listagem atualizada deverá ser solicitada para Ipiranga – Coordenadoria de Meio Ambiente -
no momento da avaliação e contratação dos serviços por parte da empreiteira.
A empreiteira deverá apresentar a documentação para validação prévia da IPP caso
identificados novos fornecedores ainda não incluídos na listagem da Ipiranga ou em caso de
fornecedores cuja licença já tenha expirado.
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