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Origem e Ciclo de Vida das Borboletas

As borboletas são insetos da ordem Lepidoptera, com um ciclo de vida que inclui as fases de ovo, larva, pupa e imago. O termo 'borboleta' tem origens etimológicas obscuras, enquanto sua anatomia é caracterizada por asas membranosas e um aparelho bucal adaptado para a sucção. O ciclo de vida envolve uma fase larval voraz, seguida pela transformação em crisálida e, finalmente, a fase adulta que pode durar de duas semanas a três meses.

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Origem e Ciclo de Vida das Borboletas

As borboletas são insetos da ordem Lepidoptera, com um ciclo de vida que inclui as fases de ovo, larva, pupa e imago. O termo 'borboleta' tem origens etimológicas obscuras, enquanto sua anatomia é caracterizada por asas membranosas e um aparelho bucal adaptado para a sucção. O ciclo de vida envolve uma fase larval voraz, seguida pela transformação em crisálida e, finalmente, a fase adulta que pode durar de duas semanas a três meses.

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As borboletas, panapanás ou panapanãs,[1] são insetos da

ordem Lepidoptera classificados nas super


famílias Hesperioidea e Papilionoidea, que constituem o grupo informal
"Rhopalocera". Como outros insectos de holometabolismo, o seu ciclo de
vida consiste em quatro fases: ovo, larva, pupa e imago (adulto). Os fósseis
mais antigos conhecidos de borboletas são do meio do Eoceno, entre 40 a 50
milhões de anos.[2]

Etimologia
A origem do termo "Borboleta" é obscura, havendo diversas teorias sobre a sua
origem. Enquanto alguns defendem que ela deriva do latim “papillitta”,[3] outros
conjecturam que “borboleta” vem de "belbellita", termo originado na palavra
"belo".[1] "Panapaná" e "panapanã" vêm do tupi panapa'ná.[4] Na língua
portuguesa, o termo "panapaná" também é um substantivo coletivo para
borboleta.[5]

Anatomia

Macrofotografia de uma borboleta


As borboletas têm dois pares de asas membranosas cobertas de escamas, que
apresentam formas e cores variadas, além de peças bucais adaptadas à
sucção. Dispõem de um órgão especial, a espirotromba, formada pelas
maxilas, no aparelho sugador de insetos lepidópteros, que, em repouso,
permanece enrolada, formando uma espiral que se estende quando querem
sugar o néctar.

Distingue-se das traças (mariposas) pelas antenas retilíneas que terminam


numa bola, pelos hábitos de vida diurnos, pela metamorfose que decorre
dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em
repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima.
A borboleta pode ter o peso mínimo de 0,3 gramas e as mais pesadas podem
chegar a pesar 3 gramas; alguns tipos de borboletas podem chegar a medir até
32 centímetros de asa a asa.[carece de fontes]

Ciclo de vida

Lagarta, a larva da borboleta


O ciclo de vida das borboletas engloba as seguintes etapas:

Durante a fase de lagarta, elas alimentam-se vorazmente e criam reservas


alimentícias. Quando a larva está pronta para virar crisálida (estado
intermediário por que passam os lepidópteros para se transformarem de lagarta
em borboleta), dependuram-se numa folha por um par de falsas pernas, de
cabeça para baixo, assim que a pele de suas costas se abre, a larva se sacode
e surge uma crisálida. As adultas vivem dessas reservas e complementam sua
dieta absorvendo o néctar das flores e os sucos das frutas. A fase adulta pode
durar de duas semanas a três meses dependendo da espécie.

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