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Mallas Eletrosoldadas de Aço para Concreto

Este documento apresenta a Norma Técnica Colombiana NTC 1925 que estabelece os requisitos para malhas eletrossoldadas de aço utilizadas como reforço de concreto. A norma adota com modificações a norma ASTM A 185 dos Estados Unidos. São definidos termos como malha eletrossoldada e são especificados os requisitos para os materiais, fabricação, propriedades mecânicas e resistência das soldas. A norma busca assegurar que as malhas eletrossoldadas atendam aos padrões necessários.

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Mallas Eletrosoldadas de Aço para Concreto

Este documento apresenta a Norma Técnica Colombiana NTC 1925 que estabelece os requisitos para malhas eletrossoldadas de aço utilizadas como reforço de concreto. A norma adota com modificações a norma ASTM A 185 dos Estados Unidos. São definidos termos como malha eletrossoldada e são especificados os requisitos para os materiais, fabricação, propriedades mecânicas e resistência das soldas. A norma busca assegurar que as malhas eletrossoldadas atendam aos padrões necessários.

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NORMA TÉCNICA NTC

COLOMBIANA 1925

2003-11-26

MALLAS ELECTROSOLDADAS DE AÇO


FABRICADAS COM ARAME LISO, PARA
REFORÇODECONCRETO

E: ARMADURA DE FIO SOLDADO DE AÇO, SIMPLES, PARA


CONCRETO

CORRESPONDÊNCIA esta norma é uma adoção modificada


(MOD) por tradução, em relação ao seu
documento de referência, a norma
ASTM A 185: 2002. Padrão
Especificação para Fio Soldado de Aço
Reforço, Liso, para Concreto

DESCRIPTORES malla eletrossoldada; reforço de


concreto; malla de aço; arame liso.

I.C.S.: 77.140.65; 77.140.15

Editada pelo Instituto Colombiano de Normas Técnicas e Certificação (ICONTEC)


Apartado 14237 Bogotá, D.C. 6078888
- Fax 2221435 -

Proibida a sua reprodução Segunda atualização


Editada 2003-12-11
PRÓLOGO

O Instituto Colombiano de Normas Técnicas e Certificação, ICONTEC, é o organismo


nacional de normalização, de acordo com o Decreto 2269 de 1993.

ICONTECes é uma entidade de caráter privado, sem fins lucrativos, cuja missão é fundamental
para brindar suporte e desenvolvimento ao produtor e proteção ao consumidor. Colabora com o
setor governamental e apoia o setor privado do país, para alcançar vantagens competitivas em
os mercados interno e externo.

A representação de todos os setores envolvidos no processo de Normalização Técnica


está garantida pelos Comités Técnicos e o período de Consulta Pública, este último
caracterizado pela participação do público em geral.

A NTC 1925 (Segunda atualização) foi ratificada pelo Conselho Diretor em 2003-11-26.

Esta norma está sujeita a ser atualizada permanentemente com o objetivo de que responda em
todo momento às necessidades e exigências atuais.

A seguir estão listadas as empresas que colaboraram no estudo desta norma a


através de sua participação no Comitê Técnico 118 Fios e produtos derivados.

ACERIAS PAZ DEL RÍO GRUPO SIDERÚRGICO DIACO


ACERÍAS DE CALDAS S.A. LAMINADOS ANDINOS
ACEROS SOGAMOSO LTDA. PRODUCTORADEALAMBRESCOLOMBA
INOS
FIJATEC S.A. S.A.
GRAMPOS E PONTAS O CAVALO SOCIEDADECOLOMBIANADEENGENHEIROS
GRAFILES E MALLAS

Além das anteriores, em Consulta Pública o Projeto foi colocado à consideração das
seguinte empresas:

TUBO AMERICANO SIDERÚRGICA DEL PACÍFICO S.A.


ANDI SIDERÚRGICA DEL TURBIO DE
ASSOCIAÇÃOCOLOMBIANADEENGENHEIROS COLOMBIA LTDA -SIDETUR-
CENTRO ACEROS S.A. TITAN - MANUFATURAS DE CIMENTO
FEM LTDA. S.A.
FENALCO UNIVERSIDADE AUTÔNOMA DE
FERRASA S.A. BUCARAMANGA
MAECO UNIVERSIDADE AUTÔNOMA DE
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO COLÔMBIA
PEDRO GÓMEZ & CÍA. S.A. UNIVERSIDADE DO VALE
PRESIDÊNCIA NACIONAL -CAMACOL- UNIVERSIDADE INCCA DA COLÔMBIA
SENA -CENTRO- FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
SENA -SUR- UNIVERSIDADE LIVRE
SIDERÚRGICA DO ORINOCO UNIVERSIDADE NACIONAL
O ICONTEC conta com um Centro de Informação que está à disposição dos interessados
normas internacionais, regionais e nacionais.

DIREÇÃO DE NORMALIZAÇÃO
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

MALLAS ELECTROSOLDADAS DE AÇO, FABRICADAS


COM FIO LISO, PARA REFORÇO DE CONCRETO

0. INTRODUÇÃO

Esta norma é uma adoção modificada em relação ao seu documento de referência a norma
ASTM A 185:2002. As desvios técnicos são descritos no Anexo A (Informativo).

1. OBJETO

1.1 Esta norma estabelece os requisitos que devem ser cumpridos pelas malhas eletrossoldadas que se
utilizam para reforço de concreto.

NOTA 1 As malhas soldadas para reforço de concreto foram descritas por vários termos: malha eletrossoldada
de arame e malha. A indústria do arame para reforço prefere o termo "malha eletrossoldada", como mais
representativo da gama de produtos que são fabricados. Portanto, o termo "malha de arame eletrossoldada" foi
substituída pelo termo "mallha eletricamente soldada" nesta norma, e nas normas relacionadas.

1.2 Os valores expressos em unidades do Sistema Internacional SI ou do sistema libra-


pulgada devem ser considerados normativos. Os valores em unidades libra-pulgada dentro do texto
são mostrados entre parênteses. Os valores expressos em cada sistema não são
equivalentes exatos; portanto, cada sistema deve ser usado independentemente um do outro.
Combinar os valores pode resultar em não conformidade com a norma.

2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS

0Os seguintes documentos normativos referenciados são indispensáveis para a aplicação de


este documento normativo. Para referências fechadas, aplica-se exclusivamente a edição citada.
Para referências não fechadas, aplica-se a última edição do documento normativo referenciado
(incluída qualquer correção).

2.1 NORMAS NTC

NTC 2674:1998, Siderurgia. Empacotamento, rotulagem e métodos de carga de produtos de aço


for domestic shipment (ASTM A 700).

NTC 4002:1995, Siderurgia. Alambre liso de aço para reforço de concreto (ASTM A 82).

1
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

3. TERMINOLOGIA

3.1 DEFINIÇÕES DE TERMOS ESPECÍFICOS DESTA NORMA

3.1.1
arame farpado
fios para rede eletrossoldada com formato de onda senoidal. Este fio é usado em
fabricação de armaduras para algumas aplicações de reforço de tubos de concreto.

3.1.2
malla eletrosoldada
(como se usa dentro do objeto e propósito desta norma): designa um material composto de
arame de aço trabalhado a frio, no estado em que foi esticado, ou galvanizado, fabricado em
painéis ou rolos através do processo de soldagem por resistência elétrica. A malha finalizada
deve consistir principalmente em uma série de fios longitudinais e transversais que
formam ângulos retos entre si e soldados nos pontos de interseção.

4. INFORMAÇÕES SOBRE PEDIDOS

4.1 Ospedidosdematerialdeacordocomestanormadevemincluirasseguintesinformações:

4.1.1 Quantidade (peso, área ou número de unidades).

4.1.2 Nome do material (malha eletrosoldada para reforço de concreto).

4.1.3 Espaçamento e diâmetro dos fios.

4.1.4 Resistência mínima à fluência, se for aplicado o suplemento S1 da NTC 4002 (ASTM A 82).

4.1.5 Indicação se não é permitido o sobredimensionamento do diâmetro do arame de aço, se


é requerido (veja o numeral 8.4.2).

4.1.6 Comprimento e largura dos painéis ou rolos.

4.1.7 Embalagem (veja o numeral 16).

4.1.8 Designação NTC e ano de edição.

NOTA 2 Uma descrição típica de pedidos é: 950 m2(10 000 pés2) de malla eletrossoldada para reforço de
concreto, de 100 x 300-L15 x L6 (4 x 12-W15 x W6), em painéis planos de 240 cm de largura x 600 cm de
longitud (96 polegadas de largura x 240 polegadas de comprimento), em cargas asseguradas, conforme com a NTC 1925
(ASTM A 185).

5. MATERIAIS

5.1 O arame utilizado na fabricação de malha eletrossoldada deve cumprir o estabelecido


na NTC 4002 (ASTM A 82) e seu Suplemento 1, se assim for solicitado.

5.2 A malha eletrossoldada deve ser fornecida em painéis planos ou em rolos, conforme.
especifique o comprador.

2
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

6. FABRICAÇÃO

6.1 Os fios devem ser montados em máquinas automáticas ou por qualquer outro meio.
mecânico adequado que assegure o alinhamento e o espaçamento exato de todos os fios de
a malha eletrossoldada terminada.

6.2 Os fios longitudinais e transversais da malha devem ficar unidos de forma


segura em cada interseção, por meio de um processo de soldagem por resistência elétrica que
empregue o princípio de fusão combinada com pressão.

6.3 Quando se usa o fio de grau e qualidade adequados, fabricado da maneira


especificada nesta norma, deve resultar em uma malha resistente e durável, com
aberturas substancialmente quadradas ou retangulares. Sua fabricação e acabamento devem ser
esmerados, estar livres de defeitos prejudiciais e cumprir o estabelecido nesta norma.

NOTA 3 Uma variação na fabricação inclui a aplicação de um ou mais fios longitudinais ondulados em um
borda da malha eletrossoldada, para cestos de reforço de tubos de concreto. Esta forma permite que as extremidades
da armadura se expandam para um diâmetro maior, para acomodar as extremidades arredondadas dos tubos de concreto.

7. REQUISITOS SOBRE PROPRIEDADES MECÂNICAS

7.1 TRACÇÃO

O arame para a fabricação de tela eletrossoldada é descrito na NTC 4002 (ASTM A 82).
Os ensaios de tração podem ser realizados sobre fios cortados da malha eletrossoldada
e ensaiados entre as soldaduras ou incluindo estas; pelo menos 50% dos ensaios devem ser
fazer incluindo as soldaduras. Os ensaios de tração, quando se inclui uma soldadura,
devem conter a interseção soldada aproximadamente no centro do fio que se
ensaiar e o fio transversal que forma a interseção soldada deve ser estendido
aproximadamente 25 mm (1 polegada) mais além de cada lado da interseção soldada.
NOTA 4 Os ensaios de tração, redução de área e dobra normalmente são realizados no momento de estiramento do
alambre. O produto acabado do fabricante deve atender aos requisitos sobre propriedades mecânicas quando se
ensaios após a fabricação.

7.2 REDUÇÃO DE ÁREA

Para determinar esta propriedade, mede-se a seção fraturada da amostra do ensaio de


tração. Nas amostras que foram testadas incluindo uma solda, a medição deve ser
fazer apenas quando a ruptura ocorreu a uma distância suficiente do centro de uma solda, para
permitir uma medição precisa da seção fraturada. O fio deve atender aos requisitos
sobre a mínima redução de área estabelecida na NTC 4002 (ASTM A 82).

7.3 ENSAYO DE DOBLADO

O arame deve suportar o teste de dobra conforme descrito na NTC 4002 (ASTM A 82) e
deve ser realizado em um tubo de ensaio retirado entre as soldaduras.

7.4 RESISTÊNCIAAO CORTANTE NA SOLDADURA

A resistência ao corte na soldagem entre fios longitudinais e transversais deve


determinar-se como se descreve no numeral 11. O valor médio mínimo de corte em Newtons
não deve ser inferior a 241, multiplicado pela área nominal do fio mais grosso em milímetros
quadrados (ou em libras-força não deve ser inferior a 35 000, multiplicado pela área nominal do
alambre mais grosso, em polegadas quadradas); quando o alambre menor não tem um
3
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

calibre menor ao L5.5 e tem uma área de 40% ou mais da área do fio maior. Exemplos típicos
del 40 % ou mais da área diferencial do calibre do fio são:

Mais grande Menor

Calibre No. L12,5 Calibre No. L8


Calibre Nº L11,5 Calibre No. L7
Calibre Nº L9 Calibre Nº L6

7.4.1 As malhas soldadas que tenham uma relação entre fios longitudinais e transversais
distinta da indicada no numeral 7.4 não deve estar sujeita ao requisito de resistência ao corte em
a soldadura.

7.4.2 Nos ensaios de cisalhamento na soldagem para a determinação da conformidade com os


os requisitos indicados no numeral 7.4 devem utilizar um dispositivo como o que é descrito no
número11.

7.4.3 Para o ensaio de resistência ao corte na soldagem, são selecionados aleatoriamente quatro
soldaduras da probeta descrita no numeral 12.2. O arame transversal de cada probeta de
ensaio deve se estender aproximadamente 25 mm (1 polegada) de cada lado do fio
longitudinal. O fio longitudinal de cada amostra deve ser tal que o comprimento abaixo do fio
mar do comprimento adequado para agarre com as mordazas da máquina de ensaio. O comprimento por
acima do fio transversal deve ser tal, que sua extremidade esteja acima da linha central do
suportesuperiordodispositivodeensaio.

7.4.4 Considera-se que o material atende aos requisitos de resistência ao corte se a média de
as quatro amostras atendem ao valor estabelecido no numeral 7.4. Se a média não atender
com este valor, devem ser testadas todas as soldagens através da amostra retirada de acordo com o
numeral 12.1. A malha eletrossoldada será aceitável se a média dos valores de ensaio de
a resistência ao corte através da amostra atende ao valor mínimo estabelecido.

8. DIMENSÕES, MASSA E VARIAÇÕES PERMITIDAS

8.1 LARGO

A largura da malha eletrossoldada deve ser considerada como a distância entre os centros dos
fios longitudinais externos. A variação permissível não deve exceder ± 13 mm (1/2 polegada)
do largura especificada. Caso o largura dos painéis planos ou rolos esteja especificada
como a largura total (comprimento ponta a ponta dos fios transversais), a variação não deve
ser maior que ± 25 mm (± 1 polegada) em relação à largura especificada.

8.2 LONGITUDE

A variação na comprimento total dos painéis planos, medida em qualquer fio, pode variar
± 25 mm (1 polegada) ou 1 % do comprimento, o que for maior.

8.3 A saliência dos fios transversais não deve se projetar além da linha central
de cada alambre de borde longitudinal, uma distância maior de 25 mm (1 polegada), a menos que se
especifique outra coisa. Quando os fios transversais estiverem projetados para se projetar uma
longitud específica além da linha central de um fio de borda longitudinal, a variação
o permissível não deve exceder ± 13 mm (1/2 polegada) em relação ao comprimento especificado.

4
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

8.4 A variação permissível no diâmetro de qualquer fio na malha eletrossoldada


terminada deve estar conforme com as tolerâncias estabelecidas na NTC 4002 (ASTM A 82), para
ofioantesdafabricação,comasseguintesexceções:

8.4.1 Devido às características mecânicas da fabricação da malha eletrossoldada, não se


aplican os requisitos de ovalamento.

8.4.2 A menos que o comprador o impeça, é permitido que o fabricante use fios de
maior tamanho (não de tamanho menor) do que o especificado na ordem de compra. A diferença de
diâmetros não deve ser superior a um incremento de uma designação L na designação L8 e
menores e dois incrementos de um número na designação L em designações maiores de L8.
Um incremento de um número de designação L equivale a 0,5 mm no diâmetro, por exemplo, L4
a L4.5, o L5.5 a L6, etc. Em todos os casos em que for utilizado sobredimensionamento do aço, o
o produtor deve identificar a malha eletrossoldada com o tipo originalmente encomendado.

8.5 A separação média entre fios deve ser tal que o número total de fios
conteúdos em um painel ou rolo sejam iguais ou superiores ao determinado com base na separação
especificada, mas a distância de centro a centro entre os elementos individuais não pode variar
mais de 6,35 mm (1/4 de polegada) em relação à separação especificada. Entende-se que os
painéis de malha eletrosoldada de comprimento especificado podem não conter sempre um número
idéntico de alambres transversales e, portanto, pode ter diferentes comprimentos de saliente
longitudinal.

9. ACABAMENTO E APARÊNCIA

9.1 Quando se usa o fio da graduação e qualidade adequadas, fabricado da maneira


especificada nesta norma, resultará em uma malha resistente e duradoura, com aberturas
substancialmente quadradas ou retangulares. Sua fabricação e acabamento devem ser cuidadosos,
segundo se determine por inspeção visual e deve cumprir o que está estabelecido nesta norma.

10. NÚMERO DE ENSAIOS

10.1 Deve ser realizado um ensaio para determinar a conformidade com os requisitos de
resistência à tração e dobramento, por cada 7 000 m275 000 pés2) de malha eletrosoldada ou
fracción remanente de ela.

10.2 Deve ser realizado um ensaio para determinar a conformidade com os requisitos de resistência
aocortenasoldagemacada28000m230000pés2)demallaoufraçãoremanescentedela.

11. APARELHOS E MÉTODOS PARA O ENSAIO DE CORTE NA SOLDAGEM

11.1 Como as soldaduras na malha eletrossoldada contribuem para o valor de aderência e


ancoragem do fio no concreto, é imperativo que os ensaios de aceitação da soldagem
se realizam em um dispositivo que a submeta a esforços semelhantes aos que são experienciados
no concreto. Para alcançar isso, o fio vertical no dispositivo deve ser submetido a esforço
em um eixo próximo à sua linha central. Da mesma forma, o fio horizontal deve ser mantido próximo
na vertical e na mesma posição relativa, para evitar sua rotação. Quando a malha eletrossoldada
está desenhada com fios de diferentes calibres, o fio de maior diâmetro é o vertical
para efeitos do ensaio (veja a Figura 1).

5
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

Alambre vertical

Fio horizontal

A A

Seção A - A'

Figura 1. Dispositivo de ensaio para a soldadura da malha eletrossoldada

11.2 A Figura 1 ilustra os detalhes de um dispositivo típico de ensaio, junto com os grippers.
que permitem ensaiar soldaduras em fios de até 15,88 mm (5/8 de polegada) de diâmetro.
Este dispositivo pode ser usado na maioria das máquinas para ensaios de tração e deve-se
fixar em uma articulação de rótula no centro da máquina. Este ou outro é considerado aceitável
dispositivo eficaz semelhante com o mesmo princípio.

11.3É conveniente inserir as probetas através da ranhura na morda fixa, utilizando a


ranura mais pequena disponível, na qual o fio vertical se encaixe de maneira folgada. O
o fio vertical deve estar em contato com a superfície dos rolos de giro livre enquanto
o horizontal deve estar apoiado na morsa do dispositivo de ensaio em cada lado da [Link]
As mordazas inferiores da máquina de ensaio devem segurar a extremidade inferior do fio vertical e
acargadeveseraplicadaaumataxadeesforçonãosuperiora689MPa/min(100000psi/min).

6
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

12. AMOSTRAGEM

12.1 As provetas para os ensaios de propriedades mecânicas devem ser obtidas cortando de
a malha eletrossoldada terminada, uma seção da largura completa, com um comprimento suficiente
para realizar os ensaios descritos nos numerais 7.1 e 7.2.

12.2 As amostras para determinar as propriedades de resistência ao cisalhamento na soldagem, são


devem obter cortando da malha eletrossoldada terminada, uma seção de largura completa de
suficiente comprimento para realizar o ensaio descrito no numeral 7.4.

12.3 As medições para verificar a conformidade com as características dimensionais são


devem ser feitos em painéis ou rolos completos.

12.4Se uma proveta apresentar imperfeições óbvias, pode ser descartada e substituída por outra.

13. INSPEÇÃO

13.1 O inspetor que representa o comprador deve ter acesso livre a todas as
instalações do fabricante relacionadas à fabricação do material solicitado, em tudo
momento enquanto o trabalho objeto do contrato está sendo realizado. O fabricante deve fornecer ao
inspecionar todas as instalações razoáveis para garantir que o material é entregue de
acordo com o indicado nesta norma.

13.2 Exceto pelo ensaio de resistência à fluência, todos os outros ensaios e inspeções
devem ser realizados no local de fabricação antes do despacho, a menos que seja especificado de outra forma
[Link]ãointerfiramdesnecessariamentecomotrabalho.

13.3 Se o comprador deseja determinar a conformidade com os requisitos de resistência a


fluência indicados na NTC 4002 (ASTM A 82), este ensaio pode ser realizado em um laboratório
reconhecido, ou seu representante pode fazê-lo na fábrica, se não interferir desnecessariamente com
as operações da mesma.

14. REJEIÇÃO E REENSAYO

14.1 O material que não cumpra os requisitos desta norma pode ser rejeitado. A menos
que se especifique outra coisa, qualquer rejeição deve ser informada ao fabricante dentro de cinco
dias a partir da data do ensaio das amostras.

14.2 No caso de uma proveta não aprovar o ensaio de tração ou de dobra, o material não
deve ser rejeitado até que sejam ensaiadas duas amostras adicionais retiradas de outros
alambres do mesmo painel ou rolo. Considera-se que o material cumpre as especificações
respecto às propriedades de tração, se a média de três amostras testadas, incluindo a que
se ensaiou originalmente, é igual ou maior que o mínimo requerido para a propriedade particular em
questão e se nenhuma das três provetas desenvolver menos de 80% do mínimo exigido para a
propriedade de tração em questão. Considera-se que o material cumpre os requisitos de dobramento
se as duas provetas adicionais aprovarem satisfatoriamente o ensaio estabelecido.

14.3 Qualquer material que apresente imperfeições prejudiciais após ser aceito em
as instalações do fabricante podem ser rejeitadas e devem ser notificadas rapidamente ao fabricante.

14.4 As uniões soldadas devem suportar sem se romper o despacho e manuseio normais, mas
a presença de soldaduras quebradas, independentemente da causa, não é motivo para rejeição, a

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NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

menos que o número delas por painel seja maior que 1% do número total de uniões no
painel ou se o material for fornecido em rolos, 1% do total de emendas em 14 m2(150 pés2) de
malha eletrossoldada e, além disso, se não mais da metade do número máximo permitido de
soldaduras quebradas está localizado em um único fio.

14.5 No evento de uma rejeição devido à não conformidade com os requisitos de resistência ao
corte na soldadura, devem ser coletadas quatro amostras adicionais de quatro painéis ou rolos
diferentes e ensaiá-los de acordo com o indicado no numeral 11. Se a média de todos os
ensaios de resistência ao corte realizados não cumprem o requisito, o material deve ser rejeitado.

14.6 No evento de uma rejeição devido à não conformidade com os requisitos para dimensões,
a quantidade de material rejeitado deve ser limitada aos painéis ou rolos que não os cumpriram.

14.7 O óxido ou irregularidades na superfície não devem ser motivo de rejeição se as


dimensões mínimas, a área da seção transversal e as propriedades de tração de uma amostra
limpeza com escova de arame, não são inferiores aos requisitos desta norma.

14.8 REENSAYO

O material rejeitado deve ser conservado por um período de pelo menos duas semanas a partir de
data de inspeção, e durante este tempo o fabricante pode solicitar uma nova revisão e um
reensayo.

15. CERTIFICAÇÃO

15.1 Se não for realizada a inspeção externa, uma certificação do fabricante de que o material foi
ensaiado de acordo com os requisitos desta norma e cumpre com eles, deve ser a base para a
aceitação do material. A certificação deve incluir o número da norma, a data de edição e a
cartaderevisão,sehouver.

15.2 Esta conformidade se fundamenta na análise e aceitação do fio antes de sua


fabricação, juntamente com ensaios aleatórios de resistência ao cisalhamento, durante a produção. Devido a
problemas de armazenamento e manejo na despensa, normalmente não se faz esforços para
fornecer dados de ensaio reais sobre o material despachado. Se isso for considerado essencial,
recomenda-se utilizar a inspeção externa

15.3 Quando se especifica o Suplemento S1 da NTC 4002 (ASTM A 82) para o material, se
devem reportar os resultados dos ensaios de resistência à fluência, à tração, redução
de área e dobramento (S1.3.1 da NTC 4002 (ASTM A 82)).

15.4 Deve-se considerar que um relatório de ensaio de um material, um certificado de inspeção


um documento similar impresso ou em formato eletrônico proveniente de uma transmissão de
o intercâmbio de dados eletrônicos (EDI) tem a mesma validade que sua contraparte impressa em
instalações do organismo de certificação. O conteúdo do documento EDI transmitido deve
cumprir os requisitos da norma NTC (ASTM) referenciada e deve cumprir com qualquer acordo
EDI existente entre o fornecedor e o cliente. Apesar da ausência de assinatura, a organização que
a transmissão EDI é responsável pelo conteúdo do relatório.

NOTA 5 A definição da indústria conforme mencionado aqui é: EDI é a troca de informação de


negócios de um computador a outro, em um formato padrão, como por exemplo o ANSI ASC X12.

8
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

16. EMBALAGEM E ROTULAGEM

16.1 A menos que se especifique outra coisa, o embalamento, rotulagem e carga para despacho devem ser
fazerdeacordocomosrequisitosaplicáveisestabelecidosnaNTC2674(ASTMA700).

16.2 Quando a malha eletrossoldada é entregue em painéis planos, deve ser formada em pacotes
detamanhoconveniente,denomáximo150painéiseamarrá-losdemaneirafirmeesegura.

16.3 Quando a malha eletrossoldada é entregue em rolos, cada rolo deve ser assegurado para
evitar que se desenrole durante o despacho e manuseio.

16.4 Cada pacote de painéis planos e cada rolo devem ter uma etiqueta com o nome do
fabricante
especificarocomprador.

9
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

ANEXO A
(Informativo)

DESVIAÇÕES DA NTC 1925 EM RELAÇÃO AO SEU DOCUMENTO DE REFERÊNCIA

NTC 1925 Documento de referência Sustentação


(Segunda atualização) ASTM A 185:2002
- Numeral 2.1 Se - Numeral 2.1 Se referenciam as Se mudou a referência da norma ASTM A
referenciam as NTC 2674 normas ASTM A700 e ASTM A 82. 700 y ASTM A 82 pela NTC 2674 e a NTC
e a NTC 4002. 4002, uma vez que as NTC são uma adoção
idêntica às ASTM, de tal maneira que se
garante a coerência normativa.
Não existem - Numeral 2.2, numeral 2.3, numeral Estes numerais foram eliminados, uma vez que as
13.4, numeral 16.5 e numeral 16.6. normas que se referencian en los mismos y los
os requisitos associados são para a inspeção e o
marcação e embalagem quando fornecido
produto ao governo dos EUA, o que não
é aplicável no país.
- Numeral 4.1.1. Se - Numeral 4.1.1. Se contempla a Se incluiu o número de unidades como out
contempla a quantidade em peso ou área. alternativa para expressar a quantidade, já que é
peso, área ou número de uma das formas como é comercializado no
unidades. país.
-NOTA2 Estabelece uma - NOTA 2. Estabelece um exemplo para foi incluído o exemplo em unidades do SI e foi
exemplo para a descrição de um pedido em ordem de prioridade neste sistema, tendo em
de um pedido em unidades do sistema libra – polegada. conta que assim está contemplado tudo o
do SI e depois em unidades documento normativo e o SI é o que se aplica
pulgada no setor e o exigido legalmente no país.
-Número 7.4. Este número estabelece Esta frase foi adicionada ao final deste número.
estabelece o requisito de resistência ao cisalhamento para permitir entender e dar sentido ao
resistência ao corte na soldagem, sem estabelecer nenhum requisito. Assim como para entender a
soldadura sempre e condição. referência que faz o numeral 7.4.1 a este
quando o fio mais numeral. Esta frase se encontra
pequeno não tem um calibre contemplada na versão vigente da
menor que L4 e tem uma área norma.
de 40 % ou mais da área do
alambremaior
- Numeral 7.4.3. Este - Numeral 7.4.3. Este numeral Se mudou a referência do numeral 11.2 por
numeraldescreveaseleçãodescreveaseleçãodeprovetaseéo12.2,jáqueénesteúltimoondese
de probetas e faz referência ao numeral 11.2 onde descreve como deve ser a probeta. No
referência ao numeral 12.2 é feita a descrição da proveta. numeral 11.2 se describe el equipo de
ondesefazadescrição ensaio.
daproveta.
- Numeral 7.4.4. Este - Numeral 7.4.4. Este numeral Se incluiu a referência ao numeral 12.1, já que em
número estabelece estabelece os critérios de aceitação e este numeral define a forma como deve ser
critérios de aceitação e rejeição do ensaio de resistência ao tomar a amostra para o ensaio
rejeição do ensaio de corte na soldagem.
resistência ao corte na
soldadura e referência o
número12.1.
- Numeral 8.4.2. Este - Numeral 8.4.2. Este numeral Se especificó que o fio de maior
numeral estabelece que se permite ao fabricante tamanho esta definido em relação ao especificado
permite ao fabricante o uso de fios de maior tamanho. na ordem de compra, tendo em conta
de alambres de maior Assim como a designação do fio que isso faz parte da informação que se
tamanho respecto ao esta dado pela letra W. contempla no numeral 4. Assim sendo, se
especificado na ordem de mudei a designação W por L, já que em
compra. Assim mesmo a português esta é a letra que foi acordada para
designação do fio designar “alambre liso”, de acordo com o
é dado pela letra L. contemplado na NTC 1907.
- Numeral 10. Neste numeral, os valores foram arredondados para 7 000 m.2e28000m2,
numeral se estabelece o número de ensaios tendo em conta que estas cifras permitem
número de ensaios de acordo com a quantidade do lote. (6 968 m2e definir com mais facilidade o número de ensaios e
acordo à quantidade de 27 870 m2dematerial) sãomaiscomerciais.
lote. (7 000 m2y 28 000 m2
de material)

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NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 1925 (Segunda atualização)

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA

ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE TESTES E MATERIAIS. Especificação Padrão para Aço Soldado


Reforço de Arame, Liso, para Concreto. Filadélfia, 2002. 5p. (ASTM A 185-02).

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