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Devoção a Kallyanach e Ascensão Dracônica

Sumadu venerava Kallyanach, o Deus-Dragão, como a personificação da lógica e da perfeição mágica, orando por compreensão em vez de poder. Sua fé foi desafiada quando, aos dezoito anos, encontrou um fragmento de escama de dragão em um texto antigo, pulsando com energia ancestral. Este fragmento continha um glifo draconiano que significava 'Ascensão'.

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Hugo Jaime
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Devoção a Kallyanach e Ascensão Dracônica

Sumadu venerava Kallyanach, o Deus-Dragão, como a personificação da lógica e da perfeição mágica, orando por compreensão em vez de poder. Sua fé foi desafiada quando, aos dezoito anos, encontrou um fragmento de escama de dragão em um texto antigo, pulsando com energia ancestral. Este fragmento continha um glifo draconiano que significava 'Ascensão'.

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12Sua devoção a Kallyanach, o Deus-Dragão, também era uma coisa quieta.

Para
muitos, Kally é um deus de fúria e dominação. Para Sumadu, ele era o ápice da
lógica e da perfeição mágica. Um dragão é um ser de pura arcana, um feitiço vivo e
respirante. Suas escamas eram runas de proteção, seu hálito, a manifestação
elemental mais pura. Sumadu venerava essa perfeição sistemática. Ele orava não por
poder, mas por compreensão, vendo Kally como um santo padroeiro de todos que
buscavam dominar a magia em sua forma mais sublime.

Aos dezoito anos, sua fé silenciosa foi posta à prova de uma maneira que nunca
poderia imaginar. Encarregado de restaurar um texto antigo e danificado, ele
descobriu, escondido entre as páginas de um tratado sobre metamorfose alquímica, um
fragmento de pergaminho que não era de nenhum material comum. Era escamoso, quente
ao toque e pulsava com uma energia ancestral. Era, ele percebeu com um frio na
espinha, um pedaço da escama de um verdadeiro dragão, inscrito com um único glifo
draconiano que significava "Ascensão".

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