Amor Proibido: Entre Desejo e Dor
Amor Proibido: Entre Desejo e Dor
1- O Encontro 2
2-O Encanto e as Noites 3
3-O lado sombrio 4
4 Entre a dor e o Desejo 5
5 O vício do amor 6
6 As noites que não terminam 7
7 Entre a esperança e a desilusão 8
8 um amor impossível 9
9 O primeiro toque 10
10 Entre desejo e saudade 11
11 Entrega e amor 12
12 Encontros e desejos 13
13 mais que pele, quase alma 14
14 O medo e o querer 15
15 no fio da tentação 16
16 A chegada do drama 17
17 Dor que arde, amor que fica 18
18 Entre lágrimas e lembranças 19
19 Querer e poder 20
20 O clímax do coração 21
21 A chama que insiste 22
22 Quando a saudade aperta 24
23 o silêncio que grita 26
24 No escuro dos sentimentos 28
25 Desejo sem perdão 30
26 A entrega sem volta 32
27 O corpo pede, a alma chora 34
28 a lembrança que prende 36
29 entre paixão e tormenta 38
30 O foge da última vez 40
31 Eu odeio amar você 42
32 A obsessão que não cala 43
33 te amo, mesmo sem retorno 44
34 Um fim que não é o fim. 45
prólogo 46
nota da autora 47
O Encontro
Eu já tinha falado com ele tantas vezes pelas mensagens que, de certa forma,
parecia que já o conhecia, Mas na verdade, não conhecia nada, Palavras escrita que
não têm cheiro, não tem olhar , não tem aquele impacto silencioso de estar diante de
alguém de verdade.
No dia em que finalmente o vi de perto, foi como se o mundo tivesse parado por
alguns segundos, Não era só sobre a aparência dele, não era só sobre a voz - era
sobre a sensação, Um frio no estômago. Um misto de ansiedade e encanto, como se
estivesse vivendo uma cena que já tinha sonhado antes.
Ele estava ali, diante de mim, de um jeito simples, como se fosse apenas mais um
dia qualquer, Mas para mim, não era, Para mim , era o começo de algo que eu sabia
que iria mudar tudo, E como.
Ele sorriu, e por um instante me pareceu tão fácil acreditar que havia sinceridade
naqueles sorriso.
Fácil demais , perigoso demais, Por que no fundo eu já sabia - ou pelo menos
desconfiava - que havia algo nele que me faria sofrer, Mas mesmo assim , não
consigue evitar.
Aquele momento me marcou para sempre, Não por que foi perfeito, mas por que foi
real, Foi o instante em que a fantasia das mensagens virou carne e osso , em que o
era só desejo guardado se transformou em lembrança gravada.
Eu não sei se foi destino, coincidência ou loucura da minha parte, Só sei que,
naquele dia, olhando para ele, eu tive a certeza de que estava Prestes a me perder,
E ainda assim , eu quis me perder.
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Depois daquele primeiro encontro, nada mais foi igual, eu me peguei rindo sozinha,
revivendo cada detalhe, como se a lembrança fosse um segredo que ninguém além
de mim pudesse decifrar, bastava lembrar do jeito que ele me olhou, da forma como
falou comigo, para que meu coração acelerasse de novo.
As mensagens ficaram mais intensas, não eram apenas palavras jogadas no vazio,
eram provações, confissões escondidas, pequenas verdades e muitas estrelinhas,
As vezes, uma única frase dele era suficiente para virar meu dia de ponta - cabeça.
Ele sabia disso , ele sempre soube o efeito que tinha sobre mim.
As noites passaram a ser nosso refúgio, era como se, quando o mundo dormia, só
restasse a gente.
Conversas que iam da risada boba até a confissão mais íntima, eu sentia como se ,
em cada palavra, ele me puxasse para mais perto de um abismo do qual eu já não
queria escapar.
Quando nos víamos, o tempo parecia ter outro ritmo, não havia relógio, não hávia
pressa, só havia aquele instante, a intensidade dele, e o medo de que acabasse
rápido demais. O toque , o cheiro, a voz.. tudo nele parecia me chamar para um
lugar onde eu sabia que não deveria estar , mas onde eu queria ficar para sempre.
Cada noite com ele era um vício, cada manhã seguinte era um castigo, quando eu
lembrava que , apesar de tudo, ele não queria me oferecer o que eu mais desejava:
compromisso, ele era o tipo de homem que se entrega pela metade , mas que te
envolve por inteiro.
E eu já estava entregue.
4
– O Lado Sombrio:
5
– Entre a Dor e o Desejo:
6
Aqui está o Capítulo 5 – O Vício do Amor:
7
Aqui está o Capítulo 6 – As Noites que Não Terminam:
8
Aqui está o Capítulo 7 – Entre a Esperança e a Desilusão:
9
Aqui está o Capítulo 8 – Um Amor Impossível:
10
Aqui está o Capítulo 9 – O Primeiro Toque:
11
Capítulo 10 – Entre Desejo e Saudade
Depois daquele primeiro toque, ficamos dias sem nos falar. O silêncio doía, mas de
alguma forma fazia parte do que éramos. Até que, inevitavelmente, ele voltou a me
mandar mensagem. E como sempre, ele era contraditório: um dia um verdadeiro
encanto, carinhoso, fazendo-me sentir uma mulher amada e cuidada; no outro, frio e
distante, lembrando-me de que nada seria simples.
Nosso relacionamento era um ciclo: parávamos de nos falar, e logo voltávamos. Até
que chegou um sábado, dia de aula para mim. Eu não queria ir para a escola, só
pensava nele. E então, como se pudesse sentir minha falta, ele me ligou do nada,
pedindo para me encontrar. Meu coração disparou. A saudade tinha se tornado
quase insuportável.
Fui, me arrumei com cuidado, ansiosa e apaixonada, com aquele sorriso que não
conseguia esconder. Cheguei à casa dele, que era sempre o lugar que ele escolhia
para nos vermos. Nos abraçamos, e ele me deu aquele beijo suave, ora na boca, ora
na testa, fazendo meu coração acelerar como sempre. Tirei minha mochila, ajeitei
meus cabelos, fiz carinho em sua cachorrinha, e ele logo se preparou para sair.
Fomos a um bequinho que ele costumava usar para fumar. Ele me ofereceu e, sem
saber direito, aceitei testar. Havia algo naquela sensação de compartilhar momentos
tão íntimos que me deixava ainda mais ligada a ele.
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Capítulo 11 – Entrega e Amor
Logo depois, voltamos para a casa dele. Entramos direto no quarto. Deitei-me em
sua cama, e ele se deitou ao meu lado. Virou-se para mim e começou a me beijar.
Um beijo intenso, gostoso, cheio de desejo. Suas mãos exploravam meu corpo com
cuidado e ao mesmo tempo com urgência, tirando minhas roupas, me envolvendo de
uma forma que me fazia sentir viva, completa, desejada.
Depois de cada carinho, cada toque, nos entregamos novamente, cada vez melhor,
cada vez mais ligados. Era impossível medir o quanto eu precisava dele, e o quanto
ele me dominava sem perceber.
Mas como sempre, a realidade era cruel. Quando nos despedimos e eu fui embora,
no dia seguinte, ele agiu como se nada tivesse acontecido. Seu silêncio me
lembrava que, para ele, tudo parecia natural, enquanto meu coração ainda queimava
com a intensidade do que vivemos.
E ali, mais uma vez, aprendi que amar alguém assim podia ser tão delicioso quanto
doloroso.
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Capítulo 12
Aquela noite ele me chamou de novo. Eu inventei desculpas para todos, como
sempre, só para poder estar com ele. Quando cheguei, senti aquele frio na barriga
misturado com a certeza de que iria me entregar mais uma vez. Ele abriu a porta
com aquele sorriso que sempre me desmontava. Era como se o mundo inteiro
desaparecesse quando nossos olhos se encontravam.
Nos beijamos com pressa, como se tivéssemos medo do tempo escapar por entre
nossos dedos. O corpo dele me puxava e o meu se rendia. A cada suspiro, a cada
gemido contido, eu sentia que o desejo só crescia. Estávamos famintos um do outro.
Na cama, tudo virou intensidade. Não havia espaço para dúvidas, apenas para o
prazer e a paixão. Eu o queria, e ele me queria. Nossos corpos se encaixavam como
se tivessem sido feitos para isso. Depois, deitados, eu ouvia sua respiração pesada
e sabia que aquela lembrança iria me perseguir para sempre.
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Capítulo 13
No dia seguinte, eu prometi a mim mesma que não iria vê-lo. Que precisava de
distância, de ar, de paz. Mas bastou uma mensagem dele para que minhas
promessas se desmanchassem. Eu era fraca quando se tratava dele.
Marcamos outro encontro, e dessa vez tudo parecia ainda mais intenso. Era como se
cada vez que ficávamos juntos fosse um vício maior. Eu sentia minhas mãos
tremerem antes de encontrá-lo, meu coração disparava só de pensar.
A noite foi longa. Fizemos amor como se o mundo fosse acabar naquela madrugada.
Eu queria congelar o tempo, ficar ali para sempre, sentindo sua pele junto da minha.
Quando ele me abraçava forte, eu sentia que era o lugar onde eu deveria estar. Mas
no fundo, uma vozinha insistia: “isso não vai durar para sempre”.
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Capítulo 14
As horas ao lado dele pareciam segundos. Quando eu estava com ele, tudo tinha
cor, tinha sentido. Quando estava longe, a saudade me devorava, e o vazio me
lembrava que ele nunca seria totalmente meu.
Naquele encontro, percebi que o desejo tinha ultrapassado os limites. Já não era
apenas o corpo que ansiava por ele, mas a minha alma. Eu queria ouvi-lo, queria
suas palavras, queria seu carinho. O toque dele já não bastava. Eu queria tudo.
Mas ele, mesmo entregando-se a mim, sempre tinha um olhar perdido depois. Como
se carregasse algo dentro que não podia dividir. E isso me machucava. Eu fingia não
perceber, porque preferia me afogar naquela paixão do que encarar a realidade.
Aquela noite, no calor dos lençóis, me vi dizendo baixinho: “não me deixa nunca”. Ele
não respondeu, apenas me beijou mais forte. E isso doeu mais do que qualquer
palavra.
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Capítulo 15
Eu já não sabia mais quem eu era fora dele. Meus pensamentos giravam em torno
de cada encontro, de cada mensagem, de cada olhar. Eu vivia para esperar o
próximo instante em que ele iria me chamar.
Nesse encontro, o desejo ultrapassou qualquer limite. Era quase animal, uma
necessidade que dominava nossos corpos. Eu tremia, arfava, gritava seu nome sem
medo. Nunca tinha sentido nada tão intenso.
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Capítulo 16
Foi nesse ponto que tudo começou a mudar. Os encontros já não eram apenas
paixão. Eu percebia um peso nos olhos dele, um silêncio maior depois de cada noite.
Era como se o mundo real estivesse batendo à nossa porta.
Naquele dia, quando fui embora, ele não me segurou como antes. Apenas me beijou
na testa, rápido, como quem não queria se demorar. Eu saí com um aperto no peito
que não passou.
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Capítulo 17
Quando finalmente nos vimos de novo, eu sabia que algo estava diferente. O beijo
foi mais frio, o abraço menos intenso. Mas ainda assim, quando nossos corpos se
encontraram, o desejo explodiu como sempre. Era como se, apesar de tudo, a
química fosse incontrolável.
Depois, porém, o silêncio voltou. Ele não disse nada. Eu também não. Mas meu
coração gritava: “estamos nos perdendo”.
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Capítulo 18
Eu comecei a sentir medo. Medo de perdê-lo, medo de nunca mais viver algo assim.
Eu tentava me convencer de que era apenas uma fase, que logo tudo voltaria a ser
como antes. Mas, no fundo, eu sabia que a história estava chegando em um ponto
sem volta.
Foi a primeira vez que fizemos amor com lágrimas misturadas ao desejo. E aquilo foi
lindo e doloroso ao mesmo tempo.
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Capítulo 19
O peso dentro de mim só aumentava. Eu já não conseguia fingir. Cada vez que
estávamos juntos, eu queria perguntar: “até quando?”. Mas o medo da resposta me
calava.
Ele estava distante, e eu sentia. Seu corpo ainda me buscava, mas sua alma já
parecia longe. Eu me agarrava ao que restava, desesperada. Beijava-o como se
fosse a última vez, abraçava como se ele fosse escapar a qualquer instante.
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Capítulo 20
Foi no último encontro que a realidade caiu sobre mim com força. O beijo dele ainda
era quente, o corpo ainda me desejava, mas havia um adeus escondido nos gestos.
Eu senti. Eu sabia.
Deitamos juntos, e por um momento tentei fingir que nada ia mudar. Mas, quando
olhei nos olhos dele, vi a distância. Vi o fim chegando, mesmo que ele não tivesse
coragem de dizer.
Eu quis gritar, quis pedir para não me deixar, mas as palavras morreram na minha
garganta. Apenas me entreguei mais uma vez, como se aquele fosse o último
presente que eu poderia ter.
Quando acordei, ele já não estava ao meu lado. E naquele silêncio, percebi: o amor
mais intenso da minha vida estava virando apenas lembrança.
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Capítulo 21
Eu não sabia se era coragem ou loucura que me fez atender à sua mensagem
naquela madrugada. A simples vibração do celular fez meu coração disparar. Ele
queria me ver. E, mesmo sabendo que aquilo poderia ser um erro, eu não consegui
resistir.
Quando abri a porta, ele estava ali, com aquele olhar que sempre me derretia. Um
sorriso lento, provocante, e o cheiro dele invadindo meus sentidos. O mundo ao
redor desapareceu novamente. Cada centímetro do meu corpo parecia acordar para
ele, como se tudo em mim tivesse sido feito para senti-lo.
As mãos dele exploravam meu corpo com uma precisão que me deixava sem ar. Ele
conhecia cada curva, cada ponto sensível, e eu me contorcia, gemendo baixinho,
totalmente entregue. A tensão era tão forte que parecia que o tempo havia parado.
Quando finalmente conseguimos nos mover para a cama, tudo explodiu de forma
ainda mais intensa. O calor da pele dele contra a minha, a necessidade que ardia em
cada toque, nos fez esquecer de qualquer limite. Era mais do que paixão; era uma
urgência que consumia a razão. Cada gemido, cada suspiro, cada olhar eram
promessas silenciosas de que, por enquanto, só existíamos nós.
Depois, ofegantes, deitados, nossos corpos ainda entrelaçados, ele me olhou com
aquele sorriso quase impudente e disse baixinho: “Você me deixa louco”. Meu corpo
reagiu sozinho, tremendo, e eu percebi que não havia regras, não havia amanhã —
havia apenas nós, naquele instante insano e delicioso.
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E mesmo sabendo que aquele capítulo ainda não tinha fim, eu sabia que nada
poderia nos afastar por enquanto. O desejo entre nós queimava mais forte do que
qualquer aviso da razão.
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Capítulo 22
Acordei naquela manhã com a pele ainda ardendo pelo toque dele. Cada lembrança
da noite anterior parecia gravada em mim, pulsando a cada batida do meu coração.
Eu sabia que ele estava ali fora, talvez pensando em mim do mesmo jeito, talvez
sentindo a mesma falta que eu já sentia.
Não demorou para que a mensagem chegasse. Apenas uma frase: “Quero você
agora.” Meu corpo respondeu antes da minha mente. Tudo em mim se aqueceu. Eu
sabia exatamente para onde ir.
Quando nos encontramos, a tensão era quase palpável. Ele me segurou pela cintura,
e nossos corpos se encaixaram como se fossem feitos para isso. O beijo começou
devagar, exploratório, mas logo se tornou urgente, quase desesperado. Eu podia
sentir a fome dele, e a minha própria não era menor.
As mãos dele desceram pela minha pele com intensidade, cada toque fazendo meu
corpo se contorcer de prazer. Eu me inclinei para trás, sentindo cada centímetro
dele, desejando mais, querendo que aquele instante durasse para sempre. A
respiração se misturava, os gemidos escapavam de nós involuntariamente, e o
quarto parecia pequeno para tanta vontade.
Ele sussurrou meu nome, e minha pele respondeu em arrepios. Cada movimento
dele me fazia esquecer do mundo, do tempo, de qualquer limite. Eu estava
completamente perdida naquele calor, naquela proximidade que queimava por
dentro.
Quando nos deitamos juntos, a intensidade atingiu outro nível. Era como se cada
toque, cada beijo, cada suspiro fosse um lembrete de que não havia nada mais
importante além de nós dois, do desejo que nos consumia. Eu me entreguei
completamente, sem reservas, sem medo.
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E mesmo depois que a respiração se acalmou, quando nossas mãos ainda se
entrelaçavam, eu sabia que aquilo não era apenas sexo. Era necessidade, era
desejo, era o vício que nos unia de uma forma que ninguém mais poderia entender.
Aquela conexão nos deixava sem palavras, mas cada gesto dizia tudo: ainda havia
muito a viver, muito a sentir, e nenhuma razão poderia nos separar por enquanto.
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Capítulo 23
Quando cheguei, ele já estava à minha espera, encostado na parede com aquele
olhar que sempre me deixava sem fôlego. Um sorriso lento, quase provocante, e eu
senti minhas pernas tremerem. Era como se cada pedaço de mim reconhecesse que
precisava dele, que não havia alternativa.
Antes que pudéssemos falar, nossos lábios se encontraram novamente. O beijo era
urgente, intenso, carregado de promessas silenciosas. Eu sentia as mãos dele
deslizando pela minha pele, explorando, dominando, me fazendo esquecer de tudo
ao redor. Cada toque era fogo, cada suspiro era desejo puro.
Ele me puxou para mais perto, colando nossos corpos de uma forma quase
desesperada. O calor que irradiava dele me consumia, e eu não conseguia resistir.
Cada gesto seu parecia coreografado para me enlouquecer, cada olhar era uma
ordem que eu obedecia sem questionar.
Quando finalmente nos movemos para a cama, tudo se tornou ainda mais intenso.
Eu podia sentir cada batida do coração dele contra a minha, cada suspiro dele
misturado ao meu. Era como se fôssemos a única coisa que existia naquele mundo.
Cada toque, cada gemido, cada movimento era um lembrete de que não havia
limites, que nada poderia nos separar naquele instante.
Ele sussurrou meu nome, rouco, e eu me perdi naquele som, naquele calor, naquele
desejo que me dominava completamente. Cada instante era elétrico, cada toque me
fazia tremer. Eu sentia que estávamos nos consumindo de uma forma deliciosa e
perigosa, como se cada segundo fosse o último que teríamos juntos.
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necessidade, era vício, era algo que nos consumia por completo, nos prendendo um
ao outro de uma forma que ninguém mais poderia entender.
Apenas olhei nos olhos dele, e vi tudo o que não precisava ser dito: o desejo, a
entrega, a intensidade. Sabíamos que havia muito mais por vir, muito mais a sentir,
e, naquele instante, nada mais importava além de nós dois.
28
Capítulo 24
Quando a porta se fechou atrás de mim, senti meu corpo reagir antes mesmo de
perceber o que estava acontecendo. Ele estava ali, me olhando de um jeito que me
fazia esquecer até do ar que respirava. Cada músculo meu se esticava em
expectativa, cada pensamento girava em torno dele.
Nos aproximamos devagar, deixando que o desejo construísse uma tensão quase
insuportável. O beijo começou suave, mas logo se transformou em necessidade
pura. Eu sentia cada toque dele como se fosse eletricidade percorrendo meu corpo,
cada suspiro dele reverberando em mim, me enlouquecendo de vontade.
Ele deslizou as mãos pelo meu corpo com precisão, cada gesto revelando um
conhecimento íntimo que me deixava sem defesas. Eu me rendi completamente,
arfando, tremendo, deixando que cada sensação me consumisse. O quarto parecia
pequeno demais para a intensidade do que sentíamos, e mesmo assim nos
perdíamos naquele espaço, como se tudo ao redor tivesse desaparecido.
O calor entre nós era quase insuportável, e mesmo ofegantes, nossos corpos não
queriam se separar. Eu podia sentir a urgência dele, a fome dele, e isso me excitava
ainda mais. Não era apenas prazer físico — era entrega, era desejo, era a certeza
de que nenhum de nós queria abrir mão do outro.
E mesmo depois, quando o silêncio caiu, pesado e quente, nossos corpos ainda se
entrelaçavam, os olhos dele me prendendo de uma forma que nenhuma palavra
poderia descrever. O toque dele ainda queimava, e eu sabia que aquilo era apenas
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mais um capítulo de algo que ainda estava longe de acabar.
A sensação era clara: estávamos viciados um no outro, e não havia espaço para
desculpas, para promessas vazias ou para esperar. O que sentíamos era intenso
demais, urgente demais, e cada instante juntos se tornava indispensável, impossível
de esquecer.
30
Capítulo 25
A cada encontro, a intensidade entre nós parecia crescer, quase fora de controle.
Quando cheguei, ele estava ali, parado no meio do quarto, me olhando de um jeito
que me fez perder o chão. Era como se cada gesto, cada olhar dele, fosse projetado
para me enlouquecer.
Mal nos tocamos e já estávamos nos beijando, com a urgência de quem precisa se
consumir antes que algo nos separe. As mãos dele exploravam meu corpo com
precisão, e eu respondia a cada toque, cada suspiro, como se fossem comandos
invisíveis que me prendiam a ele.
Ele me puxou para mais perto, colando nossos corpos, e eu podia sentir o calor
intenso dele queimando contra mim. O desejo era quase palpável, carregado de
fome e necessidade. Cada beijo se tornava mais profundo, cada gemido nosso mais
urgente, como se o mundo inteiro tivesse parado para nos deixar ali.
Quando finalmente nos deitamos, não havia mais espaço para qualquer controle. Era
entrega total, prazer e desejo misturados de uma forma quase selvagem. Eu me
sentia dominada por ele, mas ao mesmo tempo livre — livre para sentir tudo o que
ele me fazia sentir, sem reservas, sem medo.
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urgência de estarmos juntos.
O ar estava carregado, o coração acelerado, e algo dentro de mim sabia que aquela
história ainda não tinha chegado ao fim. Muito pelo contrário — estávamos apenas
começando a nos perder um no outro de forma completa e irreversível.
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Capítulo 26
Mal a porta se fechou, nossos corpos se encontraram com uma urgência que não
podia ser contida. Ele me pressionou contra a parede, e o calor do corpo dele se
espalhou pelo meu como fogo. Cada toque, cada deslizar de mão, me fazia
esquecer até do próprio nome.
O beijo começou desesperado, ardente, como se cada segundo sem ele fosse um
tormento. Eu sentia a língua dele explorando a minha com fome, e meu corpo
respondia sozinho, tremendo, arqueando, implorando por mais. O cheiro dele, o
toque dele, tudo me dominava por completo.
Ele deslizou suas mãos pelas minhas costas, puxando-me mais para perto,
enquanto a minha mão explorava cada músculo dele. Era como se não houvesse
nada além de nós, nenhuma preocupação, nenhum mundo lá fora. Só calor, desejo e
urgência.
Quando finalmente caímos na cama, tudo explodiu de vez. Cada movimento dele,
cada toque, cada suspiro era intenso demais, quase cruel de tão delicioso. Eu me
entreguei completamente, sentindo cada centímetro do corpo dele, cada impulso,
cada gemido. Era quente, era desesperado, era urgente — e eu não queria que
tivesse fim.
Ele me segurava firme, mas ao mesmo tempo me deixava sentir cada sensação,
cada arrepio, cada desejo crescente. Nossos corpos se encaixavam como se
tivessem sido feitos um para o outro, e eu sentia que estávamos nos consumindo de
forma quase violenta, mas incrivelmente prazerosa.
33
sempre mais.
34
Capítulo 27
Ele me puxou para cima, pressionando-me contra o peito dele, e senti cada batida
do coração dele reverberando na minha pele. O calor entre nós era quase
insuportável, cada toque fazia meu corpo tremer, cada suspiro dele me deixava sem
ar.
Ele deslizou seus lábios pelo meu pescoço, enquanto minhas mãos percorriam seu
corpo, sentindo cada músculo, cada impulso. A necessidade entre nós era quase
cruel de tão deliciosa. Não havia palavras, apenas gestos, respirações pesadas,
toques que queimavam e sussurros quase inaudíveis: “eu te quero demais”.
Quando finalmente nos deitamos, cada movimento parecia coreografado pelo desejo
que nos consumia. Cada toque dele era fogo, cada beijo era eletricidade, e eu me
sentia completamente perdida, entregue a ele de uma forma que não conhecia
antes. Era quase animal, quase incontrolável, mas incrivelmente prazeroso.
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Naquele instante, entre suspiros e olhares ardentes, eu soube que estávamos
prestes a ultrapassar todos os limites — e que ainda havia muito mais para sentir,
explorar e perdermos juntos.
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Capítulo 28
Quando entrei no quarto, ele estava me esperando, com aquele olhar que sempre
me deixava sem fôlego. Um sorriso lento, quase malicioso, e senti minhas pernas
tremerem. Era como se cada parte de mim estivesse em sintonia com a vontade
dele, pronta para se entregar novamente.
Mal nos tocamos e o beijo começou, urgente, desesperado, carregado de uma fome
que não podia ser contida. As mãos dele exploravam cada centímetro do meu corpo,
e eu respondia com gemidos baixos, tremendo, implorando sem perceber. Cada
toque queimava, cada movimento nos aproximava mais de um ponto sem volta.
Ele me puxou para a cama com força e suavidade ao mesmo tempo, deixando que
nosso desejo crescesse de forma quase insana. Nossos corpos se encaixavam
perfeitamente, e o calor entre nós era quase sufocante. Cada beijo, cada toque,
cada suspiro nos consumia, nos prendia um ao outro de uma forma que parecia
impossível de escapar.
Quando finalmente nos movemos juntos, cada instante era intenso demais, cada
toque era eletricidade pura. Eu me sentia completamente perdida, entregue a ele, e
ao mesmo tempo mais viva do que nunca. O prazer e o desejo se misturavam de
forma avassaladora, e eu sabia que não havia mais volta.
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começando.
Naquele momento, entre olhares intensos e mãos que não queriam se soltar, eu
percebi: estávamos viciados um no outro, e nada poderia apagar a intensidade que
nos consumia. Nem paredes, nem tempo, nem mundo exterior. Só nós, naquele fogo
que ainda tinha muito para queimar.
38
Capítulo 29
Quando entrei no quarto, senti meu coração disparar antes mesmo de vê-lo. Ele
estava ali, parado, olhando para mim de um jeito que fazia meu corpo reagir
instantaneamente. O desejo queimava em cada gesto dele, mas dessa vez havia
algo mais — uma tensão quase dolorosa nos olhos dele, como se ele lutasse contra
algo dentro de si.
Mal nos tocamos e já estávamos nos beijando, mas havia algo diferente naquele
beijo. Mais urgência, mais necessidade, mas também uma chama de conflito que me
deixava ainda mais curiosa e excitada. Cada toque dele percorria minha pele como
fogo, e eu me perdia em cada sensação, cada arrepio, cada gemido que escapava
sem controle.
Mas entre os suspiros e toques, percebi a tensão em seu olhar. Um conflito invisível,
que fazia o toque dele ainda mais elétrico, mais urgente. Cada gesto dele dizia: “eu
preciso de você”, mas também: “eu não posso te perder para o mundo lá fora”. Era
como se estivéssemos prestes a explodir juntos, mas algo nos prendia, adicionando
uma intensidade quase dolorosa à nossa entrega.
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E mesmo depois, quando a respiração começou a se acalmar e nossos corpos ainda
estavam entrelaçados, havia uma sensação clara: aquilo não era apenas desejo. Era
entrega total, era paixão, era necessidade, mas também era a certeza de que ainda
havia muito mais para sentir, muito mais para viver, e que os próximos capítulos da
nossa história seriam ainda mais intensos, mais quentes e impossíveis de esquecer.
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Capítulo 30
Mal a porta se fechou, ele me agarrou com uma força que me fez perder
completamente o fôlego. O corpo dele pressionado contra o meu, o calor irradiando,
e o cheiro dele me invadindo, me dominando. Cada toque dele queimava em mim,
cada gesto era pura urgência, pura fome.
Ele deslizou as mãos pelo meu corpo sem pressa, explorando cada curva, cada
ponto sensível. Eu sentia o calor dele subindo, aumentando a necessidade, e me
entregava completamente, gemendo baixo, implorando por mais, querendo sentir
tudo dele, por inteiro.
Quando finalmente nos movemos para a cama, não havia mais limites. Cada toque,
cada beijo, cada movimento era intenso demais, avassalador. Ele me segurava
firme, mas me deixava sentir cada sensação, cada arrepio, cada estremecimento de
prazer. Nossos corpos se encaixavam de forma perfeita, como se tivéssemos sido
feitos um para o outro, queimando juntos em um ritmo quase selvagem.
O quarto estava tomado pelo calor, pelos gemidos, pelas respirações pesadas. Ele
sussurrou meu nome com rouquidão, e meu corpo respondeu sozinho, tremendo,
arfando, entregue a ele por completo. Cada instante era fogo, cada toque era
eletricidade, cada suspiro nosso era uma promessa silenciosa de que aquele desejo
não tinha fim.
Mesmo depois, quando nossos corpos estavam suados e entrelaçados, havia algo
quase cruel na intensidade do que sentíamos. O calor ainda queimava em cada
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centímetro, o toque dele ainda me consumia, e eu sabia que não havia regras, não
havia limites, não havia ninguém além de nós. Só nós dois, perdidos naquele prazer
avassalador, naquele fogo que queimava mais forte a cada instante.
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Capítulo 31
Eu odeio amar você. Odeio a forma como meu coração insiste em te guardar,
mesmo quando imploro por paz. Minha mente suplica para te apagar, para arrancar
cada lembrança, cada detalhe, mas o corpo me trai — ele clama pelo seu toque,
pelo calor da sua pele, pela sensação de ter você inteiro em mim de novo, e de novo.
É uma guerra silenciosa dentro de mim: a vontade de esquecer contra o vício que
você se tornou. Quero libertação, mas também quero a prisão do seu abraço. Quero
paz, mas desejo o fogo. E, no fundo, sei que enquanto eu sentir, jamais vou
conseguir fugir.
43
Capítulo 32
Te amo com toda a minha alma; é um amor que veio como coisa nova, algo que eu
nunca senti antes. E essa novidade dói: porque traz esperança e, ao mesmo tempo,
a certeza de que talvez eu esteja construída só de desejo por alguém que não pode
me oferecer o mesmo.
Há noites em que me convenço de que vou me afastar, apagar seu nome dos cantos
da minha mente — e há manhãs em que só penso em você. Entre a razão que
implora por silêncio e o corpo que te chama alto, eu me perco e me encontro: inteira
na contradição, inteira nesse amor que não pede licença.
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Capítulo 33
Dizer te amo para você virou o meu ato mais verdadeiro — e mais inconcebível.
Porque eu nunca consegui dizer isso nem para a minha família; as palavras sempre
ficaram presas, como se o peito tivesse medo de se abrir. Com você, porém, as três
letras saem rasgando a garganta, puras, sem ensaio.
Cada “te amo” que eu te dei foi uma oferta do meu mundo: pequenas confissões que
valiam mais do que presentes, mais do que promessas. Foi mostrar uma parte minha
que nunca mostrei — a parte crua e inteira, que não se protege mais. E isso assusta.
Me assusta porque enquanto eu vou abrindo tudo pra você, você pode simplesmente
não segurar nada disso.
No fim, sou a mesma que nunca pronunciou “te amo” em voz alta para quem sempre
esteve perto. Com você eu falei, e isso me tornou frágil e corajosa ao mesmo tempo.
E agora? Agora preciso decidir se esse ato me salva ou me consome.
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Capítulo 34
Talvez esse seja o fim — mas não o fim definitivo. É apenas uma pausa, um silêncio
necessário entre um capítulo e outro da vida. Eu guardo o peso do que sinto, a
intensidade que ainda me rasga, e deixo tudo repousar por agora.
Não é que a história tenha terminado. Não acabou. Apenas se esconde dentro de
mim, latejando como uma ferida que insiste em não cicatrizar. Preciso desse tempo
para respirar, para me afastar de tudo o que me consome, ainda que cada
lembrança sua continue viva dentro de mim.
O amor que sinto ainda existe, inteiro, indomável. Só que hoje eu escolho fechar
este livro, mesmo sabendo que uma parte de mim já espera pela continuação.
Porque algumas histórias são assim: não cabem em um único fim, não cabem em
uma única edição.
E se um dia houver um recomeço, que ele venha. Se não, eu saberei que ao menos
vivi esse amor com toda a minha alma.
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Prólogo
Amar nunca fez parte dos meus planos. Eu não imaginava que poderia mergulhar
tão fundo em alguém a ponto de perder a mim mesma. Mas o amor não pede
licença, não pede lógica, não segue regras. Ele simplesmente chega, avassalador, e
muda tudo de lugar.
Se você está com este livro em mãos, saiba que não encontrará perfeição aqui.
Encontrará verdades cruas, dores intensas e desejos que não sabem se esconder. É
uma jornada que não tem fim, mas que precisa ser contada — página por página,
como cicatrizes que ainda ardem.
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Nota da Autora
Este é o fim da primeira edição de uma história que, na verdade, ainda não acabou.
Foi preciso fechar estas páginas agora, dar um tempo, respirar, porque algumas
emoções são tão intensas que precisam ser vividas aos poucos.
O que você leu até aqui é só o começo — uma parte de um amor que ainda pulsa,
ainda chama, ainda pede espaço para existir. Talvez nas próximas páginas que
virão, o destino se revele diferente, ou talvez continue sendo um labirinto sem saída.
Só o tempo vai dizer.
Obrigada por ter caminhado comigo até aqui. Se o meu coração não conseguiu se
calar, que essa história também encontre eco dentro de você.
Nos vemos na próxima edição.
— Annasly Silva
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