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Amor Proibido: Entre Desejo e Dor

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SUMÁRIO

1- O Encontro 2
2-O Encanto e as Noites 3
3-O lado sombrio 4
4 Entre a dor e o Desejo 5
5 O vício do amor 6
6 As noites que não terminam 7
7 Entre a esperança e a desilusão 8
8 um amor impossível 9
9 O primeiro toque 10
10 Entre desejo e saudade 11
11 Entrega e amor 12
12 Encontros e desejos 13
13 mais que pele, quase alma 14
14 O medo e o querer 15
15 no fio da tentação 16
16 A chegada do drama 17
17 Dor que arde, amor que fica 18
18 Entre lágrimas e lembranças 19
19 Querer e poder 20
20 O clímax do coração 21
21 A chama que insiste 22
22 Quando a saudade aperta 24
23 o silêncio que grita 26
24 No escuro dos sentimentos 28
25 Desejo sem perdão 30
26 A entrega sem volta 32
27 O corpo pede, a alma chora 34
28 a lembrança que prende 36
29 entre paixão e tormenta 38
30 O foge da última vez 40
31 Eu odeio amar você 42
32 A obsessão que não cala 43
33 te amo, mesmo sem retorno 44
34 Um fim que não é o fim. 45
prólogo 46
nota da autora 47
O Encontro

Eu já tinha falado com ele tantas vezes pelas mensagens que, de certa forma,
parecia que já o conhecia, Mas na verdade, não conhecia nada, Palavras escrita que
não têm cheiro, não tem olhar , não tem aquele impacto silencioso de estar diante de
alguém de verdade.

No dia em que finalmente o vi de perto, foi como se o mundo tivesse parado por
alguns segundos, Não era só sobre a aparência dele, não era só sobre a voz - era
sobre a sensação, Um frio no estômago. Um misto de ansiedade e encanto, como se
estivesse vivendo uma cena que já tinha sonhado antes.

Ele estava ali, diante de mim, de um jeito simples, como se fosse apenas mais um
dia qualquer, Mas para mim, não era, Para mim , era o começo de algo que eu sabia
que iria mudar tudo, E como.

Ele sorriu, e por um instante me pareceu tão fácil acreditar que havia sinceridade
naqueles sorriso.
Fácil demais , perigoso demais, Por que no fundo eu já sabia - ou pelo menos
desconfiava - que havia algo nele que me faria sofrer, Mas mesmo assim , não
consigue evitar.

Aquele momento me marcou para sempre, Não por que foi perfeito, mas por que foi
real, Foi o instante em que a fantasia das mensagens virou carne e osso , em que o
era só desejo guardado se transformou em lembrança gravada.

Eu não sei se foi destino, coincidência ou loucura da minha parte, Só sei que,
naquele dia, olhando para ele, eu tive a certeza de que estava Prestes a me perder,
E ainda assim , eu quis me perder.

3
Depois daquele primeiro encontro, nada mais foi igual, eu me peguei rindo sozinha,
revivendo cada detalhe, como se a lembrança fosse um segredo que ninguém além
de mim pudesse decifrar, bastava lembrar do jeito que ele me olhou, da forma como
falou comigo, para que meu coração acelerasse de novo.

As mensagens ficaram mais intensas, não eram apenas palavras jogadas no vazio,
eram provações, confissões escondidas, pequenas verdades e muitas estrelinhas,
As vezes, uma única frase dele era suficiente para virar meu dia de ponta - cabeça.
Ele sabia disso , ele sempre soube o efeito que tinha sobre mim.

As noites passaram a ser nosso refúgio, era como se, quando o mundo dormia, só
restasse a gente.
Conversas que iam da risada boba até a confissão mais íntima, eu sentia como se ,
em cada palavra, ele me puxasse para mais perto de um abismo do qual eu já não
queria escapar.

Quando nos víamos, o tempo parecia ter outro ritmo, não havia relógio, não hávia
pressa, só havia aquele instante, a intensidade dele, e o medo de que acabasse
rápido demais. O toque , o cheiro, a voz.. tudo nele parecia me chamar para um
lugar onde eu sabia que não deveria estar , mas onde eu queria ficar para sempre.

E era esse o encanto: a mistura de proibição com desejo, de certeza a dúvida, de


prazer com dor, eu sabia que não era simples, sabia que não seria fácil, mas
também sabia que , de alguma forma, ele já tinha se tornado indispensável.

Cada noite com ele era um vício, cada manhã seguinte era um castigo, quando eu
lembrava que , apesar de tudo, ele não queria me oferecer o que eu mais desejava:
compromisso, ele era o tipo de homem que se entrega pela metade , mas que te
envolve por inteiro.
E eu já estava entregue.

4
– O Lado Sombrio:

Capítulo 3 – O Lado Sombrio


Aos poucos, o encanto começou a dividir espaço com a realidade. Não era sempre
que ele era doce, atencioso, ou fazia eu me sentir única. Havia dias em que o
mesmo homem que me arrancava sorrisos me jogava ao chão com palavras frias,
atitudes duras, silêncios que gritavam mais do que qualquer ofensa. Ele nunca
prometeu ser meu. E eu sabia disso. Mas saber não diminuía a dor de vê-lo agir
como se eu fosse apenas mais uma. A indiferença dele, às vezes, era cruel. Um dia
me tratava como se eu fosse indispensável, no outro parecia esquecer que eu
existia. E eu tentava me convencer de que não me importava. Fingir que conseguia
lidar com isso, que não doía. Mas doía. Doía quando ele desaparecia sem motivo.
Doía quando eu descobria que ele era o mesmo com outras mulheres. Doía quando
percebia que, enquanto eu me entregava inteira, ele só se dava pela metade. Era
como viver numa montanha-russa: um dia lá em cima, rindo e acreditando que talvez
existisse algo verdadeiro; no outro, despencando em queda livre, sentindo o gosto
amargo da decepção. E, ainda assim, eu não conseguia largar dele. Talvez porque,
entre as mentiras e as verdades, entre a dor e o prazer, havia momentos em que ele
realmente me fazia acreditar. Pequenos gestos, um carinho inesperado, uma palavra
dita do jeito certo. Coisas simples, mas que, para mim, eram suficientes para me
manter presa. Eu sabia quem ele era. Sabia do jeito cafajeste, mulherengo,
irresponsável. Mas também sabia o quanto meu coração já tinha se envolvido. E
esse era o verdadeiro problema: eu não queria me soltar. Era um vício. Era como se,
mesmo sabendo que ia me machucar, eu sempre voltasse a procurar mais. Ele tinha
o poder de me destruir e, ao mesmo tempo, de me fazer sentir viva como nunca
antes. E foi nesse contraste que eu comecei a me perder de verdade.

5
– Entre a Dor e o Desejo:

Capítulo 4 – Entre a Dor e o Desejo


Cada encontro com ele era uma batalha silenciosa dentro de mim. Eu sabia que
deveria me afastar, que deveria proteger meu coração, mas havia algo nele que me
puxava como um imã. Era uma mistura de desejo e medo, de paixão e sofrimento.
Eu me pegava pensando nele em momentos aleatórios: no ônibus, na escola,
enquanto andava pela rua. Um sorriso, um gesto, qualquer lembrança dele fazia meu
peito acelerar. E quando finalmente nos víamos, o que era para ser apenas mais um
instante se transformava em horas de conversa, risadas, toque e intensidade. E,
mesmo sabendo que ele podia me machucar, eu queria cada segundo. Era doloroso
e delicioso ao mesmo tempo. Um paradoxo que me consumia. Eu queria ir embora,
mas não conseguia; queria esquecer, mas cada lembrança me prendia ainda mais.

6
Aqui está o Capítulo 5 – O Vício do Amor:

Capítulo 5 – O Vício do Amor


Não era só atração, não era só paixão: era vício. Eu precisava dele como se minha
própria vida dependesse disso. Cada mensagem, cada toque, cada olhar dele era
capaz de me levar ao êxtase ou ao desespero em segundos. O mais cruel era que
ele sabia exatamente o que fazia comigo. Ele sabia que, por mais que me
magoasse, eu voltaria. Ele sabia que meu coração não tinha mais defesa. E, mesmo
assim, ele continuava, metade cafajeste, metade encantador, me mantendo presa
em um ciclo do qual eu não queria escapar.

7
Aqui está o Capítulo 6 – As Noites que Não Terminam:

Capítulo 6 – As Noites que Não Terminam


As noites eram nossas. Momentos roubados do mundo, onde nada mais importava
além de nós dois. Risos, segredos, desejos, e às vezes lágrimas silenciosas. Cada
toque dele era uma promessa silenciosa, e cada afastamento era uma dor que
parecia perfurar a alma. Eu sabia que aquele amor não tinha regras. Era intenso,
imprevisível, impossível. Mas era real. E era só meu, mesmo que ele nunca me
desse tudo o que eu desejava.

8
Aqui está o Capítulo 7 – Entre a Esperança e a Desilusão:

Capítulo 7 – Entre a Esperança e a Desilusão


Havia dias em que eu acreditava que tudo poderia dar certo. Que ele mudaria, que
se entregaria de verdade, que o amor venceria. Mas a realidade sempre chegava,
lembrando-me de que ele era quem era. E mesmo assim, entre desilusão e
esperança, eu continuava tentando, acreditando, me permitindo sonhar. O coração
se acostuma a sofrer quando o prazer de amar supera a dor de ser magoada. E eu
já estava acostumada demais.

9
Aqui está o Capítulo 8 – Um Amor Impossível:

Capítulo 8 – Um Amor Impossível


No fundo, todos sabiam que era impossível. Eu sabia. Ele sabia. Mas ninguém pode
controlar o coração quando ele escolhe se entregar sem medo, sem regras, sem
limites. Era amor, era loucura, era desejo, era sofrimento. Era tudo junto, confuso e
intenso. E, mesmo sabendo que a felicidade completa podia não chegar, eu
continuava escrevendo minha história com ele, noite após noite, dia após dia,
esperando que, no final, nosso amor impossível se tornasse finalmente algo
possível.

10
Aqui está o Capítulo 9 – O Primeiro Toque:

Capítulo 9 – O Primeiro Toque


Depois do nosso primeiro encontro real, tudo parecia ter se transformado. Não eram
apenas palavras trocadas por mensagens, não era apenas conversa ou risadas —
era algo que eu sentia na pele, no coração, na alma. As mensagens que vieram
depois foram carinhosas, ousadas até, despertando desejos que eu nem sabia que
podia sentir tão intensamente. Mas nada se comparava ao que aconteceu entre nós,
naquele instante, a sós, em quatro paredes. Nós nos entregamos, e eu senti cada
toque dele. Cada carinho, cada gesto, cada olhar carregado de algo que parecia só
nosso. Para mim, foi como se o mundo inteiro tivesse parado, e naquele instante eu
me apaixonei de um jeito que não conhecia antes. Foi o primeiro toque, a primeira
olhada, o primeiro momento de entrega que mexeu comigo de uma forma que nada
mais poderia explicar. Quando terminamos, para ele, era apenas mais um ato
normal. Mas para mim… não. Para mim, era a confirmação de algo que eu nem
sabia que podia sentir tão rápido, tão fundo. Eu me apaixonei ali, no silêncio entre
nós, no calor de cada gesto dele, no toque que ainda queimava minha pele quando
me afastei. Fui embora logo depois, carregando comigo a lembrança de cada
detalhe, cada sensação, cada batida acelerada do coração. Mas no dia seguinte,
parecia que nada tinha acontecido para ele. Ele seguiu sua rotina, enviando
mensagens normais, como se o que vivemos não tivesse tido nenhum significado
real. E eu? Eu fiquei esperando, desejando uma mensagem que não chegava,
revivendo cada instante em minha mente, sentindo na pele a falta dele, enquanto
aprendia que amar alguém assim podia doer tanto quanto encantava.

11
Capítulo 10 – Entre Desejo e Saudade

Depois daquele primeiro toque, ficamos dias sem nos falar. O silêncio doía, mas de
alguma forma fazia parte do que éramos. Até que, inevitavelmente, ele voltou a me
mandar mensagem. E como sempre, ele era contraditório: um dia um verdadeiro
encanto, carinhoso, fazendo-me sentir uma mulher amada e cuidada; no outro, frio e
distante, lembrando-me de que nada seria simples.

Nossas brigas se tornaram constantes, quase previsíveis. A maior parte delas


acontecia quando eu dizia que não iria me encontrar com ele. Ele queria tudo no
momento dele, e quando eu não cedia, ele perturbava, ligava sem parar. Eu não
atendia, ficava com birra, apenas para não ceder. Mas, no fundo, o que eu mais
queria era estar com ele, sentir seu toque, seu beijo, cada detalhe que me consumia.

Nosso relacionamento era um ciclo: parávamos de nos falar, e logo voltávamos. Até
que chegou um sábado, dia de aula para mim. Eu não queria ir para a escola, só
pensava nele. E então, como se pudesse sentir minha falta, ele me ligou do nada,
pedindo para me encontrar. Meu coração disparou. A saudade tinha se tornado
quase insuportável.

Fui, me arrumei com cuidado, ansiosa e apaixonada, com aquele sorriso que não
conseguia esconder. Cheguei à casa dele, que era sempre o lugar que ele escolhia
para nos vermos. Nos abraçamos, e ele me deu aquele beijo suave, ora na boca, ora
na testa, fazendo meu coração acelerar como sempre. Tirei minha mochila, ajeitei
meus cabelos, fiz carinho em sua cachorrinha, e ele logo se preparou para sair.

Fomos a um bequinho que ele costumava usar para fumar. Ele me ofereceu e, sem
saber direito, aceitei testar. Havia algo naquela sensação de compartilhar momentos
tão íntimos que me deixava ainda mais ligada a ele.

12
Capítulo 11 – Entrega e Amor

Logo depois, voltamos para a casa dele. Entramos direto no quarto. Deitei-me em
sua cama, e ele se deitou ao meu lado. Virou-se para mim e começou a me beijar.
Um beijo intenso, gostoso, cheio de desejo. Suas mãos exploravam meu corpo com
cuidado e ao mesmo tempo com urgência, tirando minhas roupas, me envolvendo de
uma forma que me fazia sentir viva, completa, desejada.

Ficamos completamente juntos, entregues ao que sentíamos. Naquele momento,


fizemos o maior amor do mundo, e foi ali que senti algo novo: me apaixonei ainda
mais.

Quando finalmente terminamos, não nos afastamos imediatamente. Ficamos


abraçados na cama, eu sentindo cada batida de seu coração, cada calor de seu
corpo junto ao meu. Era como se o mundo inteiro tivesse desaparecido. Não existia
mais ninguém, só nós dois. E naquele instante, eu me senti a mulher mais feliz do
mundo, completamente amada, desejada, protegida.

Depois de cada carinho, cada toque, nos entregamos novamente, cada vez melhor,
cada vez mais ligados. Era impossível medir o quanto eu precisava dele, e o quanto
ele me dominava sem perceber.

Mas como sempre, a realidade era cruel. Quando nos despedimos e eu fui embora,
no dia seguinte, ele agiu como se nada tivesse acontecido. Seu silêncio me
lembrava que, para ele, tudo parecia natural, enquanto meu coração ainda queimava
com a intensidade do que vivemos.

E ali, mais uma vez, aprendi que amar alguém assim podia ser tão delicioso quanto
doloroso.

13
Capítulo 12

Eu ainda conseguia sentir o calor do último encontro queimando na minha pele,


como se cada toque dele tivesse ficado marcado em mim. A cada vez que fechava
os olhos, a cena se repetia: as mãos dele deslizando, os beijos apressados e ao
mesmo tempo tão lentos, aquele desejo que parecia não ter fim. Eu sabia que era
errado continuar, sabia que estávamos nos perdendo em algo que não tinha volta,
mas a verdade é que eu não queria parar.

Aquela noite ele me chamou de novo. Eu inventei desculpas para todos, como
sempre, só para poder estar com ele. Quando cheguei, senti aquele frio na barriga
misturado com a certeza de que iria me entregar mais uma vez. Ele abriu a porta
com aquele sorriso que sempre me desmontava. Era como se o mundo inteiro
desaparecesse quando nossos olhos se encontravam.

Nos beijamos com pressa, como se tivéssemos medo do tempo escapar por entre
nossos dedos. O corpo dele me puxava e o meu se rendia. A cada suspiro, a cada
gemido contido, eu sentia que o desejo só crescia. Estávamos famintos um do outro.

Na cama, tudo virou intensidade. Não havia espaço para dúvidas, apenas para o
prazer e a paixão. Eu o queria, e ele me queria. Nossos corpos se encaixavam como
se tivessem sido feitos para isso. Depois, deitados, eu ouvia sua respiração pesada
e sabia que aquela lembrança iria me perseguir para sempre.

14
Capítulo 13

No dia seguinte, eu prometi a mim mesma que não iria vê-lo. Que precisava de
distância, de ar, de paz. Mas bastou uma mensagem dele para que minhas
promessas se desmanchassem. Eu era fraca quando se tratava dele.

Marcamos outro encontro, e dessa vez tudo parecia ainda mais intenso. Era como se
cada vez que ficávamos juntos fosse um vício maior. Eu sentia minhas mãos
tremerem antes de encontrá-lo, meu coração disparava só de pensar.

Ele me beijava como se quisesse devorar minha alma, e eu me entregava sem


pensar em consequências. Cada toque dele era fogo. A forma como suas mãos
exploravam meu corpo, como seus olhos me olhavam, como se eu fosse única… Eu
não conseguia resistir.

A noite foi longa. Fizemos amor como se o mundo fosse acabar naquela madrugada.
Eu queria congelar o tempo, ficar ali para sempre, sentindo sua pele junto da minha.
Quando ele me abraçava forte, eu sentia que era o lugar onde eu deveria estar. Mas
no fundo, uma vozinha insistia: “isso não vai durar para sempre”.

15
Capítulo 14

As horas ao lado dele pareciam segundos. Quando eu estava com ele, tudo tinha
cor, tinha sentido. Quando estava longe, a saudade me devorava, e o vazio me
lembrava que ele nunca seria totalmente meu.

Naquele encontro, percebi que o desejo tinha ultrapassado os limites. Já não era
apenas o corpo que ansiava por ele, mas a minha alma. Eu queria ouvi-lo, queria
suas palavras, queria seu carinho. O toque dele já não bastava. Eu queria tudo.

Mas ele, mesmo entregando-se a mim, sempre tinha um olhar perdido depois. Como
se carregasse algo dentro que não podia dividir. E isso me machucava. Eu fingia não
perceber, porque preferia me afogar naquela paixão do que encarar a realidade.

Aquela noite, no calor dos lençóis, me vi dizendo baixinho: “não me deixa nunca”. Ele
não respondeu, apenas me beijou mais forte. E isso doeu mais do que qualquer
palavra.

16
Capítulo 15

Eu já não sabia mais quem eu era fora dele. Meus pensamentos giravam em torno
de cada encontro, de cada mensagem, de cada olhar. Eu vivia para esperar o
próximo instante em que ele iria me chamar.

Nesse encontro, o desejo ultrapassou qualquer limite. Era quase animal, uma
necessidade que dominava nossos corpos. Eu tremia, arfava, gritava seu nome sem
medo. Nunca tinha sentido nada tão intenso.

Depois, deitados, eu o encarei em silêncio. Queria perguntar o que éramos, o que


ele sentia, se algum dia aquilo seria mais do que segredos e lençóis. Mas minha
boca não teve coragem. O medo da resposta era maior do que a minha necessidade
de saber. Então, me contentei em ouvir sua respiração e fingir que aquilo era
suficiente.

17
Capítulo 16

Foi nesse ponto que tudo começou a mudar. Os encontros já não eram apenas
paixão. Eu percebia um peso nos olhos dele, um silêncio maior depois de cada noite.
Era como se o mundo real estivesse batendo à nossa porta.

Eu me sentia dividida: de um lado, o vício daquele amor impossível; do outro, a dor


de saber que estávamos presos em algo que poderia nos destruir. O coração queria
mais, mas a razão gritava que não havia futuro.

Naquele dia, quando fui embora, ele não me segurou como antes. Apenas me beijou
na testa, rápido, como quem não queria se demorar. Eu saí com um aperto no peito
que não passou.

18
Capítulo 17

Aos poucos, os encontros começaram a rarear. As mensagens demoravam mais. O


silêncio dele me sufocava. Eu revivia cada instante na minha cabeça, tentando
entender onde tínhamos errado, tentando encontrar sinais que eu não percebi.

Quando finalmente nos vimos de novo, eu sabia que algo estava diferente. O beijo
foi mais frio, o abraço menos intenso. Mas ainda assim, quando nossos corpos se
encontraram, o desejo explodiu como sempre. Era como se, apesar de tudo, a
química fosse incontrolável.

Depois, porém, o silêncio voltou. Ele não disse nada. Eu também não. Mas meu
coração gritava: “estamos nos perdendo”.

19
Capítulo 18

Eu comecei a sentir medo. Medo de perdê-lo, medo de nunca mais viver algo assim.
Eu tentava me convencer de que era apenas uma fase, que logo tudo voltaria a ser
como antes. Mas, no fundo, eu sabia que a história estava chegando em um ponto
sem volta.

Naquele encontro, chorei. Enquanto ele me abraçava, as lágrimas escorriam, e eu


não consegui esconder. Ele tentou me acalmar, mas eu percebi que suas palavras
eram vazias. Ele não tinha promessas para me dar.

Foi a primeira vez que fizemos amor com lágrimas misturadas ao desejo. E aquilo foi
lindo e doloroso ao mesmo tempo.

20
Capítulo 19

O peso dentro de mim só aumentava. Eu já não conseguia fingir. Cada vez que
estávamos juntos, eu queria perguntar: “até quando?”. Mas o medo da resposta me
calava.

Ele estava distante, e eu sentia. Seu corpo ainda me buscava, mas sua alma já
parecia longe. Eu me agarrava ao que restava, desesperada. Beijava-o como se
fosse a última vez, abraçava como se ele fosse escapar a qualquer instante.

E, de certa forma, já estava escapando.

21
Capítulo 20

Foi no último encontro que a realidade caiu sobre mim com força. O beijo dele ainda
era quente, o corpo ainda me desejava, mas havia um adeus escondido nos gestos.
Eu senti. Eu sabia.

Deitamos juntos, e por um momento tentei fingir que nada ia mudar. Mas, quando
olhei nos olhos dele, vi a distância. Vi o fim chegando, mesmo que ele não tivesse
coragem de dizer.

Eu quis gritar, quis pedir para não me deixar, mas as palavras morreram na minha
garganta. Apenas me entreguei mais uma vez, como se aquele fosse o último
presente que eu poderia ter.

Quando acordei, ele já não estava ao meu lado. E naquele silêncio, percebi: o amor
mais intenso da minha vida estava virando apenas lembrança.

22
Capítulo 21

Eu não sabia se era coragem ou loucura que me fez atender à sua mensagem
naquela madrugada. A simples vibração do celular fez meu coração disparar. Ele
queria me ver. E, mesmo sabendo que aquilo poderia ser um erro, eu não consegui
resistir.

Quando abri a porta, ele estava ali, com aquele olhar que sempre me derretia. Um
sorriso lento, provocante, e o cheiro dele invadindo meus sentidos. O mundo ao
redor desapareceu novamente. Cada centímetro do meu corpo parecia acordar para
ele, como se tudo em mim tivesse sido feito para senti-lo.

Nos aproximamos devagar, e o toque dele já me queimava. Nossas bocas se


encontraram, e o beijo, dessa vez, não tinha pressa nem limites. Era fogo misturado
com fome, era desejo cru e intenso. Eu me deixei perder completamente, sentindo
cada respiração dele fundindo-se à minha.

As mãos dele exploravam meu corpo com uma precisão que me deixava sem ar. Ele
conhecia cada curva, cada ponto sensível, e eu me contorcia, gemendo baixinho,
totalmente entregue. A tensão era tão forte que parecia que o tempo havia parado.

Quando finalmente conseguimos nos mover para a cama, tudo explodiu de forma
ainda mais intensa. O calor da pele dele contra a minha, a necessidade que ardia em
cada toque, nos fez esquecer de qualquer limite. Era mais do que paixão; era uma
urgência que consumia a razão. Cada gemido, cada suspiro, cada olhar eram
promessas silenciosas de que, por enquanto, só existíamos nós.

Depois, ofegantes, deitados, nossos corpos ainda entrelaçados, ele me olhou com
aquele sorriso quase impudente e disse baixinho: “Você me deixa louco”. Meu corpo
reagiu sozinho, tremendo, e eu percebi que não havia regras, não havia amanhã —
havia apenas nós, naquele instante insano e delicioso.

23
E mesmo sabendo que aquele capítulo ainda não tinha fim, eu sabia que nada
poderia nos afastar por enquanto. O desejo entre nós queimava mais forte do que
qualquer aviso da razão.

24
Capítulo 22

Acordei naquela manhã com a pele ainda ardendo pelo toque dele. Cada lembrança
da noite anterior parecia gravada em mim, pulsando a cada batida do meu coração.
Eu sabia que ele estava ali fora, talvez pensando em mim do mesmo jeito, talvez
sentindo a mesma falta que eu já sentia.

Não demorou para que a mensagem chegasse. Apenas uma frase: “Quero você
agora.” Meu corpo respondeu antes da minha mente. Tudo em mim se aqueceu. Eu
sabia exatamente para onde ir.

Quando nos encontramos, a tensão era quase palpável. Ele me segurou pela cintura,
e nossos corpos se encaixaram como se fossem feitos para isso. O beijo começou
devagar, exploratório, mas logo se tornou urgente, quase desesperado. Eu podia
sentir a fome dele, e a minha própria não era menor.

As mãos dele desceram pela minha pele com intensidade, cada toque fazendo meu
corpo se contorcer de prazer. Eu me inclinei para trás, sentindo cada centímetro
dele, desejando mais, querendo que aquele instante durasse para sempre. A
respiração se misturava, os gemidos escapavam de nós involuntariamente, e o
quarto parecia pequeno para tanta vontade.

Ele sussurrou meu nome, e minha pele respondeu em arrepios. Cada movimento
dele me fazia esquecer do mundo, do tempo, de qualquer limite. Eu estava
completamente perdida naquele calor, naquela proximidade que queimava por
dentro.

Quando nos deitamos juntos, a intensidade atingiu outro nível. Era como se cada
toque, cada beijo, cada suspiro fosse um lembrete de que não havia nada mais
importante além de nós dois, do desejo que nos consumia. Eu me entreguei
completamente, sem reservas, sem medo.

25
E mesmo depois que a respiração se acalmou, quando nossas mãos ainda se
entrelaçavam, eu sabia que aquilo não era apenas sexo. Era necessidade, era
desejo, era o vício que nos unia de uma forma que ninguém mais poderia entender.

Aquela conexão nos deixava sem palavras, mas cada gesto dizia tudo: ainda havia
muito a viver, muito a sentir, e nenhuma razão poderia nos separar por enquanto.

26
Capítulo 23

Quando cheguei, ele já estava à minha espera, encostado na parede com aquele
olhar que sempre me deixava sem fôlego. Um sorriso lento, quase provocante, e eu
senti minhas pernas tremerem. Era como se cada pedaço de mim reconhecesse que
precisava dele, que não havia alternativa.

Antes que pudéssemos falar, nossos lábios se encontraram novamente. O beijo era
urgente, intenso, carregado de promessas silenciosas. Eu sentia as mãos dele
deslizando pela minha pele, explorando, dominando, me fazendo esquecer de tudo
ao redor. Cada toque era fogo, cada suspiro era desejo puro.

Ele me puxou para mais perto, colando nossos corpos de uma forma quase
desesperada. O calor que irradiava dele me consumia, e eu não conseguia resistir.
Cada gesto seu parecia coreografado para me enlouquecer, cada olhar era uma
ordem que eu obedecia sem questionar.

Quando finalmente nos movemos para a cama, tudo se tornou ainda mais intenso.
Eu podia sentir cada batida do coração dele contra a minha, cada suspiro dele
misturado ao meu. Era como se fôssemos a única coisa que existia naquele mundo.
Cada toque, cada gemido, cada movimento era um lembrete de que não havia
limites, que nada poderia nos separar naquele instante.

Ele sussurrou meu nome, rouco, e eu me perdi naquele som, naquele calor, naquele
desejo que me dominava completamente. Cada instante era elétrico, cada toque me
fazia tremer. Eu sentia que estávamos nos consumindo de uma forma deliciosa e
perigosa, como se cada segundo fosse o último que teríamos juntos.

E mesmo depois, quando nossos corpos estavam entrelaçados e a respiração


começava a se acalmar, o calor ainda permanecia. O toque dele ainda me queimava,
e eu sabia que nada poderia apagar aquela sensação. Não era apenas paixão. Era

27
necessidade, era vício, era algo que nos consumia por completo, nos prendendo um
ao outro de uma forma que ninguém mais poderia entender.

Apenas olhei nos olhos dele, e vi tudo o que não precisava ser dito: o desejo, a
entrega, a intensidade. Sabíamos que havia muito mais por vir, muito mais a sentir,
e, naquele instante, nada mais importava além de nós dois.

28
Capítulo 24

Quando a porta se fechou atrás de mim, senti meu corpo reagir antes mesmo de
perceber o que estava acontecendo. Ele estava ali, me olhando de um jeito que me
fazia esquecer até do ar que respirava. Cada músculo meu se esticava em
expectativa, cada pensamento girava em torno dele.

Nos aproximamos devagar, deixando que o desejo construísse uma tensão quase
insuportável. O beijo começou suave, mas logo se transformou em necessidade
pura. Eu sentia cada toque dele como se fosse eletricidade percorrendo meu corpo,
cada suspiro dele reverberando em mim, me enlouquecendo de vontade.

Ele deslizou as mãos pelo meu corpo com precisão, cada gesto revelando um
conhecimento íntimo que me deixava sem defesas. Eu me rendi completamente,
arfando, tremendo, deixando que cada sensação me consumisse. O quarto parecia
pequeno demais para a intensidade do que sentíamos, e mesmo assim nos
perdíamos naquele espaço, como se tudo ao redor tivesse desaparecido.

Quando nos deitamos, a intensidade aumentou. Ele me segurava firme, mas ao


mesmo tempo suave, equilibrando desejo e cuidado de uma forma que me deixava
vulnerável e, ao mesmo tempo, totalmente entregue. Cada gemido meu se misturava
aos dele, cada toque se transformava em um sussurro de paixão.

O calor entre nós era quase insuportável, e mesmo ofegantes, nossos corpos não
queriam se separar. Eu podia sentir a urgência dele, a fome dele, e isso me excitava
ainda mais. Não era apenas prazer físico — era entrega, era desejo, era a certeza
de que nenhum de nós queria abrir mão do outro.

E mesmo depois, quando o silêncio caiu, pesado e quente, nossos corpos ainda se
entrelaçavam, os olhos dele me prendendo de uma forma que nenhuma palavra
poderia descrever. O toque dele ainda queimava, e eu sabia que aquilo era apenas

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mais um capítulo de algo que ainda estava longe de acabar.

A sensação era clara: estávamos viciados um no outro, e não havia espaço para
desculpas, para promessas vazias ou para esperar. O que sentíamos era intenso
demais, urgente demais, e cada instante juntos se tornava indispensável, impossível
de esquecer.

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Capítulo 25

A cada encontro, a intensidade entre nós parecia crescer, quase fora de controle.
Quando cheguei, ele estava ali, parado no meio do quarto, me olhando de um jeito
que me fez perder o chão. Era como se cada gesto, cada olhar dele, fosse projetado
para me enlouquecer.

Mal nos tocamos e já estávamos nos beijando, com a urgência de quem precisa se
consumir antes que algo nos separe. As mãos dele exploravam meu corpo com
precisão, e eu respondia a cada toque, cada suspiro, como se fossem comandos
invisíveis que me prendiam a ele.

Ele me puxou para mais perto, colando nossos corpos, e eu podia sentir o calor
intenso dele queimando contra mim. O desejo era quase palpável, carregado de
fome e necessidade. Cada beijo se tornava mais profundo, cada gemido nosso mais
urgente, como se o mundo inteiro tivesse parado para nos deixar ali.

Quando finalmente nos deitamos, não havia mais espaço para qualquer controle. Era
entrega total, prazer e desejo misturados de uma forma quase selvagem. Eu me
sentia dominada por ele, mas ao mesmo tempo livre — livre para sentir tudo o que
ele me fazia sentir, sem reservas, sem medo.

Mesmo depois de nos acalmarmos, quando nossos corpos ainda se entrelaçavam,


havia algo no olhar dele que me fez arrepiar. Um misto de desejo, de intensidade e
de uma emoção que não se podia conter. Eu sabia que ainda havia muito por vir,
muito a sentir, e que cada segundo juntos nos tornava cada vez mais dependentes
um do outro.

E naquele instante, enquanto nossas mãos se buscavam mesmo em silêncio, eu


percebi: não existia nada mais importante do que aquilo. Nem razão, nem tempo,
nem promessas externas. Só nós, consumidos pelo desejo, pela paixão, pela

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urgência de estarmos juntos.

O ar estava carregado, o coração acelerado, e algo dentro de mim sabia que aquela
história ainda não tinha chegado ao fim. Muito pelo contrário — estávamos apenas
começando a nos perder um no outro de forma completa e irreversível.

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Capítulo 26

Mal a porta se fechou, nossos corpos se encontraram com uma urgência que não
podia ser contida. Ele me pressionou contra a parede, e o calor do corpo dele se
espalhou pelo meu como fogo. Cada toque, cada deslizar de mão, me fazia
esquecer até do próprio nome.

O beijo começou desesperado, ardente, como se cada segundo sem ele fosse um
tormento. Eu sentia a língua dele explorando a minha com fome, e meu corpo
respondia sozinho, tremendo, arqueando, implorando por mais. O cheiro dele, o
toque dele, tudo me dominava por completo.

Ele deslizou suas mãos pelas minhas costas, puxando-me mais para perto,
enquanto a minha mão explorava cada músculo dele. Era como se não houvesse
nada além de nós, nenhuma preocupação, nenhum mundo lá fora. Só calor, desejo e
urgência.

Quando finalmente caímos na cama, tudo explodiu de vez. Cada movimento dele,
cada toque, cada suspiro era intenso demais, quase cruel de tão delicioso. Eu me
entreguei completamente, sentindo cada centímetro do corpo dele, cada impulso,
cada gemido. Era quente, era desesperado, era urgente — e eu não queria que
tivesse fim.

Ele me segurava firme, mas ao mesmo tempo me deixava sentir cada sensação,
cada arrepio, cada desejo crescente. Nossos corpos se encaixavam como se
tivessem sido feitos um para o outro, e eu sentia que estávamos nos consumindo de
forma quase violenta, mas incrivelmente prazerosa.

O quarto estava cheio de gemidos, de respiração pesada, de olhares que diziam


mais do que qualquer palavra poderia expressar. Cada toque dele me fazia perder o
controle, cada beijo roubava minha consciência, e mesmo assim eu queria mais,

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sempre mais.

Quando finalmente nos entregamos à exaustão, ofegantes e suados, ainda


estávamos entrelaçados, como se não conseguíssemos nos soltar. O desejo ainda
queimava em cada parte do meu corpo, e eu sabia que, apesar de tudo, ainda não
tínhamos explorado nem metade do que podíamos sentir juntos.

E naquele instante, enquanto nossos olhares se cruzavam e o silêncio pesado


pairava entre nós, eu percebi: aquele fogo entre nós não tinha limites. Nem paredes,
nem tempo, nem ninguém poderia nos conter. Estávamos completamente viciados
um no outro, e aquilo só estava ficando mais intenso a cada segundo.

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Capítulo 27

Ele me puxou para cima, pressionando-me contra o peito dele, e senti cada batida
do coração dele reverberando na minha pele. O calor entre nós era quase
insuportável, cada toque fazia meu corpo tremer, cada suspiro dele me deixava sem
ar.

O beijo começou lento, provocante, mas logo se transformou em urgência. As mãos


dele percorriam minha pele com fome, explorando cada curva, cada ponto sensível,
me fazendo arquear e implorar sem conseguir controlar meus gemidos. Eu nunca
tinha sentido nada tão intenso, tão avassalador, tão urgente.

Ele deslizou seus lábios pelo meu pescoço, enquanto minhas mãos percorriam seu
corpo, sentindo cada músculo, cada impulso. A necessidade entre nós era quase
cruel de tão deliciosa. Não havia palavras, apenas gestos, respirações pesadas,
toques que queimavam e sussurros quase inaudíveis: “eu te quero demais”.

Quando finalmente nos deitamos, cada movimento parecia coreografado pelo desejo
que nos consumia. Cada toque dele era fogo, cada beijo era eletricidade, e eu me
sentia completamente perdida, entregue a ele de uma forma que não conhecia
antes. Era quase animal, quase incontrolável, mas incrivelmente prazeroso.

O quarto estava cheio de calor, de respiração ofegante, de gemidos que escapavam


sem controle. Ele me segurava firme, mas ao mesmo tempo deixava que eu sentisse
cada sensação, cada arrepio, cada explosão de prazer. Eu me sentia viva como
nunca, consumida por ele e pelo fogo que existia entre nós.

Mesmo depois, quando nossos corpos estavam suados e entrelaçados, nossos


olhares diziam tudo. O desejo ainda queimava, pulsava, e eu sabia que aquilo não
era apenas um momento. Era um vício, era necessidade, era intensidade pura. E,
enquanto ele me acariciava suavemente, eu percebi que nada poderia nos deter.

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Naquele instante, entre suspiros e olhares ardentes, eu soube que estávamos
prestes a ultrapassar todos os limites — e que ainda havia muito mais para sentir,
explorar e perdermos juntos.

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Capítulo 28

Quando entrei no quarto, ele estava me esperando, com aquele olhar que sempre
me deixava sem fôlego. Um sorriso lento, quase malicioso, e senti minhas pernas
tremerem. Era como se cada parte de mim estivesse em sintonia com a vontade
dele, pronta para se entregar novamente.

Mal nos tocamos e o beijo começou, urgente, desesperado, carregado de uma fome
que não podia ser contida. As mãos dele exploravam cada centímetro do meu corpo,
e eu respondia com gemidos baixos, tremendo, implorando sem perceber. Cada
toque queimava, cada movimento nos aproximava mais de um ponto sem volta.

Ele me puxou para a cama com força e suavidade ao mesmo tempo, deixando que
nosso desejo crescesse de forma quase insana. Nossos corpos se encaixavam
perfeitamente, e o calor entre nós era quase sufocante. Cada beijo, cada toque,
cada suspiro nos consumia, nos prendia um ao outro de uma forma que parecia
impossível de escapar.

O quarto estava cheio de respiração pesada, de gemidos, de olhares ardentes. Ele


sussurrou meu nome com rouquidão, e meu corpo respondeu sozinho, tremendo, me
entregando completamente àquela paixão que não podia ser contida. Era quase
selvagem, quase desesperador, mas incrivelmente delicioso.

Quando finalmente nos movemos juntos, cada instante era intenso demais, cada
toque era eletricidade pura. Eu me sentia completamente perdida, entregue a ele, e
ao mesmo tempo mais viva do que nunca. O prazer e o desejo se misturavam de
forma avassaladora, e eu sabia que não havia mais volta.

Mesmo depois, quando nossos corpos ainda estavam entrelaçados e a respiração


começava a se acalmar, havia uma chama que não se apagava. Um desejo
silencioso, quase palpável, que prometia que aquilo ainda estava apenas

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começando.

Naquele momento, entre olhares intensos e mãos que não queriam se soltar, eu
percebi: estávamos viciados um no outro, e nada poderia apagar a intensidade que
nos consumia. Nem paredes, nem tempo, nem mundo exterior. Só nós, naquele fogo
que ainda tinha muito para queimar.

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Capítulo 29

Quando entrei no quarto, senti meu coração disparar antes mesmo de vê-lo. Ele
estava ali, parado, olhando para mim de um jeito que fazia meu corpo reagir
instantaneamente. O desejo queimava em cada gesto dele, mas dessa vez havia
algo mais — uma tensão quase dolorosa nos olhos dele, como se ele lutasse contra
algo dentro de si.

Mal nos tocamos e já estávamos nos beijando, mas havia algo diferente naquele
beijo. Mais urgência, mais necessidade, mas também uma chama de conflito que me
deixava ainda mais curiosa e excitada. Cada toque dele percorria minha pele como
fogo, e eu me perdia em cada sensação, cada arrepio, cada gemido que escapava
sem controle.

Ele me empurrou delicadamente contra a cama e me dominou com intensidade,


explorando cada curva do meu corpo com fome, como se quisesse memorizar cada
detalhe. Eu me rendi totalmente, sentindo que não havia mais espaço para nada
além dele, para nada além do calor, do prazer, do desejo que nos consumia.

Mas entre os suspiros e toques, percebi a tensão em seu olhar. Um conflito invisível,
que fazia o toque dele ainda mais elétrico, mais urgente. Cada gesto dele dizia: “eu
preciso de você”, mas também: “eu não posso te perder para o mundo lá fora”. Era
como se estivéssemos prestes a explodir juntos, mas algo nos prendia, adicionando
uma intensidade quase dolorosa à nossa entrega.

Quando finalmente nos movemos juntos, o calor explodiu de forma avassaladora.


Cada toque, cada beijo, cada gemido era mais intenso do que tudo que havíamos
sentido antes. Mas, mesmo nesse instante de pura paixão, a tensão emocional
crescia, tornando cada olhar, cada toque, ainda mais carregado de desejo e de uma
conexão que ninguém poderia compreender.

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E mesmo depois, quando a respiração começou a se acalmar e nossos corpos ainda
estavam entrelaçados, havia uma sensação clara: aquilo não era apenas desejo. Era
entrega total, era paixão, era necessidade, mas também era a certeza de que ainda
havia muito mais para sentir, muito mais para viver, e que os próximos capítulos da
nossa história seriam ainda mais intensos, mais quentes e impossíveis de esquecer.

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Capítulo 30

Mal a porta se fechou, ele me agarrou com uma força que me fez perder
completamente o fôlego. O corpo dele pressionado contra o meu, o calor irradiando,
e o cheiro dele me invadindo, me dominando. Cada toque dele queimava em mim,
cada gesto era pura urgência, pura fome.

O beijo começou devagar, provocante, mas rapidamente se tornou uma explosão de


desejo. Nossas línguas se encontravam com urgência, nossos corpos se
encaixando, se pressionando, cada toque parecia incendiar cada fibra do meu ser.
Eu tremia, arqueava, gemia, totalmente entregue àquele fogo que nos consumia.

Ele deslizou as mãos pelo meu corpo sem pressa, explorando cada curva, cada
ponto sensível. Eu sentia o calor dele subindo, aumentando a necessidade, e me
entregava completamente, gemendo baixo, implorando por mais, querendo sentir
tudo dele, por inteiro.

Quando finalmente nos movemos para a cama, não havia mais limites. Cada toque,
cada beijo, cada movimento era intenso demais, avassalador. Ele me segurava
firme, mas me deixava sentir cada sensação, cada arrepio, cada estremecimento de
prazer. Nossos corpos se encaixavam de forma perfeita, como se tivéssemos sido
feitos um para o outro, queimando juntos em um ritmo quase selvagem.

O quarto estava tomado pelo calor, pelos gemidos, pelas respirações pesadas. Ele
sussurrou meu nome com rouquidão, e meu corpo respondeu sozinho, tremendo,
arfando, entregue a ele por completo. Cada instante era fogo, cada toque era
eletricidade, cada suspiro nosso era uma promessa silenciosa de que aquele desejo
não tinha fim.

Mesmo depois, quando nossos corpos estavam suados e entrelaçados, havia algo
quase cruel na intensidade do que sentíamos. O calor ainda queimava em cada

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centímetro, o toque dele ainda me consumia, e eu sabia que não havia regras, não
havia limites, não havia ninguém além de nós. Só nós dois, perdidos naquele prazer
avassalador, naquele fogo que queimava mais forte a cada instante.

Naquele momento, entre olhares intensos, respiração ofegante e corpos suados, eu


percebi: estávamos completamente viciados um no outro, e nada poderia apagar o
incêndio que ardia entre nós. Nem tempo, nem mundo exterior, nem razão. Só nós,
entregues de corpo e alma, consumindo cada segundo em um prazer que era quase
insano.

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Capítulo 31

Eu odeio amar você. Odeio a forma como meu coração insiste em te guardar,
mesmo quando imploro por paz. Minha mente suplica para te apagar, para arrancar
cada lembrança, cada detalhe, mas o corpo me trai — ele clama pelo seu toque,
pelo calor da sua pele, pela sensação de ter você inteiro em mim de novo, e de novo.

É uma guerra silenciosa dentro de mim: a vontade de esquecer contra o vício que
você se tornou. Quero libertação, mas também quero a prisão do seu abraço. Quero
paz, mas desejo o fogo. E, no fundo, sei que enquanto eu sentir, jamais vou
conseguir fugir.

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Capítulo 32

Você é o homem que eu nunca imaginei me envolver. Nunca pensei em me


comprometer com alguém assim — e acabou que deu nisso: uma obsessão que me
consome. Louca por você, capaz de dar o mundo por esse amor. Mesmo sabendo,
com a clareza mais cruel, que você não me quer como eu te quero, eu te quero.

Te amo com toda a minha alma; é um amor que veio como coisa nova, algo que eu
nunca senti antes. E essa novidade dói: porque traz esperança e, ao mesmo tempo,
a certeza de que talvez eu esteja construída só de desejo por alguém que não pode
me oferecer o mesmo.

Há noites em que me convenço de que vou me afastar, apagar seu nome dos cantos
da minha mente — e há manhãs em que só penso em você. Entre a razão que
implora por silêncio e o corpo que te chama alto, eu me perco e me encontro: inteira
na contradição, inteira nesse amor que não pede licença.

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Capítulo 33

Dizer te amo para você virou o meu ato mais verdadeiro — e mais inconcebível.
Porque eu nunca consegui dizer isso nem para a minha família; as palavras sempre
ficaram presas, como se o peito tivesse medo de se abrir. Com você, porém, as três
letras saem rasgando a garganta, puras, sem ensaio.

Cada “te amo” que eu te dei foi uma oferta do meu mundo: pequenas confissões que
valiam mais do que presentes, mais do que promessas. Foi mostrar uma parte minha
que nunca mostrei — a parte crua e inteira, que não se protege mais. E isso assusta.
Me assusta porque enquanto eu vou abrindo tudo pra você, você pode simplesmente
não segurar nada disso.

Tentei racionalizar. Tentei traduzir amor em silêncio, em distância, em desculpas


para não responder. Mas a verdade é que as palavras me traem e me libertam. Eu te
digo que te amo e, por um segundo, tudo se alinha — mesmo sabendo que talvez
você não sinta o mesmo.

No fim, sou a mesma que nunca pronunciou “te amo” em voz alta para quem sempre
esteve perto. Com você eu falei, e isso me tornou frágil e corajosa ao mesmo tempo.
E agora? Agora preciso decidir se esse ato me salva ou me consome.

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Capítulo 34

Talvez esse seja o fim — mas não o fim definitivo. É apenas uma pausa, um silêncio
necessário entre um capítulo e outro da vida. Eu guardo o peso do que sinto, a
intensidade que ainda me rasga, e deixo tudo repousar por agora.

Não é que a história tenha terminado. Não acabou. Apenas se esconde dentro de
mim, latejando como uma ferida que insiste em não cicatrizar. Preciso desse tempo
para respirar, para me afastar de tudo o que me consome, ainda que cada
lembrança sua continue viva dentro de mim.

O amor que sinto ainda existe, inteiro, indomável. Só que hoje eu escolho fechar
este livro, mesmo sabendo que uma parte de mim já espera pela continuação.
Porque algumas histórias são assim: não cabem em um único fim, não cabem em
uma única edição.

E se um dia houver um recomeço, que ele venha. Se não, eu saberei que ao menos
vivi esse amor com toda a minha alma.

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Prólogo

Amar nunca fez parte dos meus planos. Eu não imaginava que poderia mergulhar
tão fundo em alguém a ponto de perder a mim mesma. Mas o amor não pede
licença, não pede lógica, não segue regras. Ele simplesmente chega, avassalador, e
muda tudo de lugar.

Esta não é apenas uma história de encontros e desencontros. É a confissão de uma


alma entregue, de um coração que não soube dosar, que não aprendeu a amar pela
metade. É também um grito por paz, mesmo quando o corpo ainda clama pelo fogo.

Se você está com este livro em mãos, saiba que não encontrará perfeição aqui.
Encontrará verdades cruas, dores intensas e desejos que não sabem se esconder. É
uma jornada que não tem fim, mas que precisa ser contada — página por página,
como cicatrizes que ainda ardem.

E assim, entre amor e tormenta, começa a minha história.

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Nota da Autora

Este é o fim da primeira edição de uma história que, na verdade, ainda não acabou.
Foi preciso fechar estas páginas agora, dar um tempo, respirar, porque algumas
emoções são tão intensas que precisam ser vividas aos poucos.

O que você leu até aqui é só o começo — uma parte de um amor que ainda pulsa,
ainda chama, ainda pede espaço para existir. Talvez nas próximas páginas que
virão, o destino se revele diferente, ou talvez continue sendo um labirinto sem saída.
Só o tempo vai dizer.

Obrigada por ter caminhado comigo até aqui. Se o meu coração não conseguiu se
calar, que essa história também encontre eco dentro de você.
Nos vemos na próxima edição.

— Annasly Silva

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